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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança

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MensagemAssunto: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptyQui 07 Jan 2021, 00:17

I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Arthorias Meursault. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptyQui 07 Jan 2021, 14:57







Tirage au Sort

Escuridão. A completa ausência de luz, que encobre todo o entorno, envolvendo-o em mistério. Um vazio absoluto, que transforma o familiar em desconhecido. Muitos homens, independentemente de idade ou crença, temem tal cenário. Alguns ficam levemente apreensivos e poucos não se importam de serem revestidos pelo manto das sombras. Arthorias não se encaixa em nenhum desses grupos, faz parte de uma seleta minoria que aprecia a escuridão e o silêncio, aos seus olhos, são apenas agentes de um conforto absoluto. Talvez por isso, apesar de ter uma personalidade um quanto tanto intensa, o primeiro impulso do jovem ao acordar seja sempre tentar retornar ao sono. Poucas coisas são tão preciosas quanto o sono, dormir não era apenas uma necessidade, mas um prazer.

Permaneceria inerte até qualquer vestígio de sono ser extinguido, em sequência, se levantaria prontamente, demonstrando grande animação. Instintivamente, levaria a mão à barriga. Poucas coisas eram tão preciosas quanto uma boa noite de sono e uma delas era uma boa refeição. Enquanto pensava no seu desjejum, executaria sua rotina de higiene matinal, esperando que a água gelada pudesse varrer do seu corpo qualquer indício de desânimo.

Sua vida não era difícil, passar de emprego medíocre em emprego medíocre havia fornecido à Meursault uma fartura e uma estabilidade financeira que nunca havia alcançado antes. Apesar disso, sentia uma tristeza, um vazio. Não tinha nenhuma devoção, objetivo ou paixão que o guiasse. Precisava de fortes sentimentos para se sentir vivo e a ausência desse elemento em seu estilo de vida atual era um problema que estava disposto a resolver. Não havia arquitetado um grande esquema em sua mente, traçado metas ou preparado um plano de ação, tinha apenas vontade genuína e acreditava que isso era o suficiente.

Assim que estivesse devidamente trajado, portando uma camisa social branca, uma calça escura e seu par de botas habitual, levaria a mão ao peito, procurando tatear seu colar. O objeto o acompanhava desde suas primeiras memórias, de forma que havia se tornado praticamente uma extensão de seu corpo, que Meursault não removia nem para dormir ou tomar banho. No momento em que estivesse finalmente pronto para sair, passaria alguns minutos pensando no que faria, se queria mudar seu estilo de vida, não poderia continuar fazendo as mesmas coisas de sempre. Utilizaria todo o potencial limitado do seu cérebro recém despertado para pensar em alguma situação que pudesse mudar o rumo da sua vida, até que uma ideia simples e agradável se destacou acima de todas as outras. - Hoje eu vou jantar com uma mulher bonita! - Empolgado com sua própria ideia, o jovem sairia saltitando pelas ruas de Las Camp.

Após a empolgação inicial, vários problemas vinham à tona. Para começar, Arthorias não tinha nenhuma mulher bonita em mente para convidar, na verdade, não sabia se conhecia alguma que sequer o agradasse. Além disso, não sabia se seria uma companhia agradável e interessante o suficiente, este problema, entretanto, podia ser resolvido facilmente. Rapidamente, seguiria para a universidade de Las Camp, já que, se não estivesse enganado, sabia que existia uma biblioteca no local.

Na hipótese de conseguir chegar ao local desejado e a biblioteca estar disponível, procuraria por algum livro que versasse sobre sedução e, aproveitando, buscaria um livro que tratasse de jogos de aposta, afinal de contas, era um dos seus tópicos favoritos. Se tivesse alguma dificuldade para encontrar o que desejava, não hesitaria em pedir ajuda para quem quer que fosse. Se tivesse que despender algum valor para adquirir os livros, não teria nenhum problema em fazer uso de suas economias.

Obtendo sucesso na busca dos livros ou não, em sequência, se dirigiria até algum bar ou restaurante que já tivesse frequentado antes. Assim que chegasse ao seu destino, procuraria um assento vazio e abriria um sorriso. - A sugestão do chefe, por favor. - Seria o mais amigável com quem quer que o atendesse, já que a empolgação que sentia com a expectativa de uma boa refeição era genuína. Repetiria o prato quantas vezes fossem necessárias até se sentir completamente satisfeito e, se estivesse em posse dos livros, começaria a leitura daquele que falava sobre sedução, prestando tremenda atenção em seus ensinamentos, já que esperava botá-los em prática muito em breve.





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MensagemAssunto: Re: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptySeg 11 Jan 2021, 18:40

I – Vós que entrais, abandonai toda a esperança

Dotado de características peculiares, o protagonista de nossa história ainda estava em seu quinto sono enquanto tentava acordar. O grande prazer de se estar deitado em sua própria cama era algo irrecusável para o jovem que finalmente levantava em um horário bem tardio. Pelas janelas de sua casa um grande sol já se mostrava aparente perturbando os seus olhos de maneira a força-o a levantar. A execução de suas atividades matinais resultava em um homem faminto, mas bem arrumado que saia com um objetivo em mente que não seria das coisas mais fáceis de se achar, uma boa companhia para o jantar.

O homem bem trajado movimenta pela cidade que andava em um bom ritmo frenético urbano, bastante pessoas trabalhando e outras passeando. Era possível ver grandes sacolas na mão de esbeltas mulheres e homens sujos trabalhando com graxa ou algo parecido com isso e alguns mendigos que pediam uma esmola, a típica visão da desigualdade social presente em uma civilização urbana.

A biblioteca do qual Meursault procurava não era um simples estabelecimento e sim parte de uma gigantesca universidade que ocupava boa parte da renda da ilha, conhecimento público do qual o jovem dotava. Seu caminho até ela foi tranquilo, alguns porteiros olharam as suas vestes e sequer lhe importunaram com perguntas sobre seu destino e a bibliotecária, uma senhora de sessenta anos com uma bengala e óculos redondos, lhe ajudava a achar o que procurava. – Aqui está, senhor. Hehe. – A mulher mexia os seus cabelos grisalhos ondulando eles entre seus dedos dando um sorriso com sua dentadura para o jovem que deixava assinado seu nome. – Devolva em uma semana ou deverá pagar uma multa de cem mil berries por livro emprestado. – Comentava a mulher – Mas para você, eu até faria um descontinho, hehe. – Dando uma risadinha.

Seu destino seguinte era um restaurante do qual costumava frequentar, ao chegar, o dono do restaurante sorria ao ver que era Arthorias que entrava pela sua porta, um freguês que não engordava de dó. O local estava bem populado, mas bem arrumado, ele poderia ver alguns marinheiros que aproveitavam da sua hora do almoço para comer uma boa comida. – Meu bom freguês! Sente-se aqui, venha! – O homem lhe convidada para uma mesa próximo a janela, onde ele poderia ter uma boa vista do mar devido a alta altura onde o restaurante estava localizado. – Sugestão do chefe? Ok. Temos um suco de goiaba e um de uva para acompanhar, qual o senhor desejaria? – Comentava o homem.

Momentos depois, o seu prato e o suco escolhido chegariam sem maiores demoras, a sugestão do chefe de hoje era um contra-filé grelhado, acompanhado de brócolis, palmito, batata cozida, cenoura ralada e ervilhas servido com um típico arroz. O sabor era simplesmente maravilhoso e Meursault repetia mais uma vez antes que ficasse saciado e se sentindo esgotado, quase não conseguindo se mover da cadeira. Aproveitando desse tempo livre do qual teria após sua refeição, ele aproveitava para começar a ler seu livro de sedução, passando duas horas por ali, onde garçons já teriam vindo lhe retirar o prato e até mesmo perguntar se ele não desejava mais nada.


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MensagemAssunto: Re: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptyTer 12 Jan 2021, 18:49







C’est toujours le bon moment

Em certos momentos, os homens são donos dos seus próprios destinos. Tais momentos, frequentemente, se traduzem como escolhas e as escolhas são sempre difíceis, ou até cruéis. Arthorias se via diante de uma dessas ocasiões, goiaba ou uva. Parecia uma escolha trivial e sem importância, mas apenas parecia. Independentemente de qual escolhesse, o jovem sairia perdendo no final. Parecia impossível decidir-se entre a natureza delicada, elegante e ácida da uva e o sabor agradável, além do forte aroma da goiaba. Mesmo com a dúvida crescente em seu coração e seu estômago, não hesitaria, não era algo do seu feitio. Não perderia uma oportunidade e deixaria o arrependimento corroer sua mente, já havia se atrasado quarenta anos para alugar os livros e talvez tenha perdido uma oportunidade de flerte com isso, não cometeria o erro de esperar demais novamente. - Um copo de suco de uva, por favor. - Ficaria perguntando a si mesmo se havia acertado em sua decisão e, assim que quem lhe atendesse fosse em busca de seu pedido, mudaria a decisão. - Desculpa, na verdade eu acho que vou querer um copo de suco de goiaba, acho que combina mais com o clima de hoje. - Pensou que a mudança de decisão pudesse lhe trazer paz, mas sua mente continuava inquieta, de forma que resolveu tomar a decisão que parecia óbvia apenas agora e teria evitado toda essa situação. - Quer saber? Traz aí uma jarra de suco de uva e uma jarra de suco de goiaba.  - Finalmente em paz, abriria um sorriso e aguardaria seu banquete.  

A refeição era simplesmente magnífica, mas, para ser honesto, do ponto de vista de Meursault, pouquíssimas não eram. O contrafilé grelhado estava no ponto perfeito, o brócolis estava crocante e suculento e todos os outros acompanhamentos estavam completamente balanceados. Com a fome levemente mitigada, a leitura se tornava muito mais fácil e agradável, de forma que não existiam motivos para não fazê-la no próprio restaurante. Por passar muito tempo no local e, talvez, por estar disposto a mudar radicalmente sua vida, Arthorias começou a reparar em coisas que não notava antes, como, por exemplo, o grande fluxo de marinheiros no local e a bela vista para o mar, que parecia lhe convidar a desbrava-lo. Detalhes que sempre lhe escaparam antes apesar de ser um cliente fiel do estabelecimento. Quando fosse perguntado se desejava algo mais, abriria uma largo sorriso no rosto, a resposta era óbvia. - Nenhuma refeição é completa sem uma sobremesa, não concorda? Pode me surpreender amigo, confio no seu gosto. Além disso, nada melhor que uma jarrinha de suco de limão para acompanhar e finalizar os trabalhos. - A perspectiva de outro prato sublime levantava ainda mais seu humor.

No momento em que acabasse o segundo prato, esperava estar completamente satisfeito e pronto para começar o dia. Quando pensasse em pedir a conta, se lembraria de sua infância, onde a situação não era tão farta, era uma fase que havia conseguido superar, mas não era assim para todos. Enquanto caminhava pela cidade, as jovens em belos vestidos, com belos rostos adornados por preciosas jóias sempre chamavam sua atenção e se infiltravam em seus pensamentos, mas ele sabia bem da existência de uma cidade que contrastava com essa, suja e precária, onde, em vez de ostentarem beleza e riqueza, rastejavam pelas sombras. Movido por empatia, chamaria um dos garçons com um gesto. - Meu diplomata, me vê uma marmitinha singela pra eu comer em casa mais tarde e vê a conta por favor. - Pagaria tudo que fosse devido e, mais tarde, quando estivesse vagueando pelas ruas, daria a marmita para alguém que aparentasse precisar.

Antes de finalmente abandonar o estabelecimento, observaria bem os marinheiros do local, ignoraria completamente os homens e depois de identificar as mulheres presentes, se é que existiam, se concentraria apenas nas bonitas. Se alguma se encaixasse em seus critérios, observaria-a por alguns momentos e, quando fosse oportuno, se aproximaria. - Você deixou cair. - Diria, com educação e naturalidade. Se fosse ignorado, não existiria nada que pudesse fazer, porém, se ela perguntasse o que era esperado na situação, completaria a cantada. - Meu queixo. - Abriria um sorriso de orelha a orelha, tentando parecer o mais amistoso possível e, em sequência, se desculparia. - Peço perdão, eu sempre fico sem jeito quando falo com uma mulher bonita, é um bom jeito de quebrar o gelo. - Observaria como a mulher reagiria e, se visse uma abertura, se sentaria na mesa com ela.  

Gostaria de fazer com que ela falasse um pouco sobre si, para saber como conduzir o resto da conversa, então faria uso do pouco que sabia sobre ela. - Eu queria saber se você pode me ajudar na verdade, não deixei de notar que você é da marinha e, para ser sincero, nesses últimos dias eu tenho pensando em dar um novo rumo pra minha vida e talvez a Marinha seja uma boa opção. Você pode me falar o motivo de ter se alistado, como é a vida na Marinha e por aí vai? - A intenção de se alistar na Marinha era só um plano de fundo para puxar conversa, para ser honesto, provavelmente seria a coisa na mulher que menos atrairia o seu interesse, mas era um método de aproximação.

Prestaria atenção genuína em tudo que fosse dito e, se a conversa fluísse bem, arriscaria a sua sorte. - Nossa, eu fiquei realmente interessado. - Diria, com aparente animação. - A propósito, meu nome é Arthorias Meursault, o seu?  - Estenderia a mão com um semblante amistoso no rosto e esperaria uma resposta. Caso não encontrasse ninguém que despertasse seu interesse, sairia pelas ruas de Las Camp e procuraria por uma espécie de praça pública ou qualquer outro lugar agradável para a leitura, após isso, devoraria o livro que versava sobre poker e, assim que terminasse, retornaria os dois livros à biblioteca para resolver todas as pendências.





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MensagemAssunto: Re: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptyTer 12 Jan 2021, 22:02



I – Vós que entrais, abandonai toda a esperança

Para alguém NORMAL, uma montanha de comida seria o suficiente para satisfazer qualquer um, mas Meursault tinha uma mania de encher até mesmo o seu intestino de comida e não se dar de satisfeito, por isso, ficava em uma indecisão enorme entre dois sucos, onde no final acabava pedindo as duas e o dono chegava a dar um sorriso enquanto que em seu cérebro apenas tinha uma única palavra: “DINDIN”.

- Pode deixar, senhor, vou pedir para trazerem. – Quase como se estivesse preparado para essa ocasião, não tardava a vir um pequeno prato com um musse de morango e a sua jarra de suco de limão. No fim, Arthorias sentia quase sufocado por tanta comida que fora capaz de engolir e quando chegava a sua conta um valor de duzentos mil berries (200.000 B$) e a sua marmita esperada com um prato ainda mais recheado contendo carne de porco e frango, uma farofinha, arroz e feijão.

Antes que saísse, ele conseguia ver uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] almoçando sozinha, o restaurante estava vazio e era claro que não estavam atendendo uma grande quantidade de pessoas naquele horário. Seu jeito de cumprimentar era um tanto diferente e fazia com que ela olhasse para o chão e quando ele completasse, a marinheira soltaria um belo sorriso, ajeitando seu cabelo. – Deixe de ser bobo, me parece mais que você sabe bem como quebrar o gelo. – Com um pedaço de pano, ela limpava o canto de sua boca e deixava os seus talheres na mesa vendo o homem se sentando a sua frente.

Ela se surpreendia quando o assunto sobre a marinha era tocado. – Não é uma pergunta que recebo todos os dias, mas, claro. Posso dizer sim. – Os olhos dela rapidamente iam até a comida onde cortava um pedaço de sua carne e a levava com sutileza até sua boca. – Eu me alistei por grande influência da minha família marinheira e foi algo do qual criei gosto pela coisa, os treinamentos e ter o prazer de salvar uma pessoa e contribuir para uma paz é o que me motiva. – Ela dava uma leve pausa, tomando um pouco de seu copo com água. – É uma organização que lhe ensina disciplina e respeito, te faz ser melhor como uma pessoa. Claro, sempre tem alguém que se desvia ou é simplesmente doente da cabeça, embora não tenha visto nenhum marinheiro assim em Las Camp durante meu único ano de serviço. – Seu uniforme era bem padronizado, embora houvesse uma ou duas medalhas presas acima de seu seio esquerdo.

- Me chamo Diana Nightingale, mas pode me chamar apenas de Diana. Prazer, Arthorias. – E ela lhe cumprimentava com um sorriso no rosto. Um barulho começava a acontecer vindo da rua e isso chamava a atenção da marinha que olhava por cima de seu ombro visto que ela estava de costas para a porta. – Droga, é melhor eu ir verificar o que é isso. – A garota limpava as suas mãos no pano e rapidamente começava a sair do estabelecimento, dando um grito para o dono que estava no balcão. – Eu volto pra pagar a conta! – E descia a rua, se Meursault tentasse lhe acompanhar, ela já teria sumido a esse ponto.

Dentre os momentos dos quais poderia ter tido maior atenção nos detalhes, ele teria visto que em sua cintura estava uma espada com um cabo dourado, a lâmina parecia ser reta devido ao formato da bainha. Contudo, não parecia haver muito mais o que o jovem fazer dentro do restaurante.


Considerações:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptyQui 14 Jan 2021, 02:19







Cherchez la femme

A marinheira atraia Meursault como uma fonte de luz que atrai mosquitos no meio da noite. Não foi necessário muito tempo para que a desconhecida caísse em suas graças, para ser mais honesto e preciso, a paixão o havia atingido tal qual um raio. O contraste presente na figura da jovem o encantava, sua pele alva contrastando com seus cabelos negros como a noite, sua figura meiga indo de encontro com seu ofício e com a arma que portava. Escutava atentamente tudo que era dito pela moça com extrema atenção, para descobrir mais sobre ela. O fato dela se inspirar em sua família para traçar os seus passos não lhe dizia muita coisa, afinal, nunca teve uma família biológica para se inspirar, sendo assim incapaz de compreender tal cenário.

As outras declarações pareciam genéricas demais para se extrair algo. Garantir a paz se tratava de algo muito genérico e aberto, isso pode significar assegurar uma boa noite de sono a alguém ou aniquilar completamente um inimigo. Toda parte sobre disciplina e respeito lhe pareciam desprezíveis, quem em sã consciência, estimaria tais valores retrógrados. Entretanto, ao escutar tal fala, tentaria manter o sorriso amistoso. - Isso me parece... - Horrível, horripilante, tenebroso, terrível e anacrônico eram algumas palavras que permeavam sua mente, mas, engolindo em seco, escolheu uma abordagem muito mais cortês. - Maravilhoso. - Esperaria que sua companhia não fosse capaz de notar suas verdadeiras opiniões sobre o tópico em questão pelas suas expressões, que provavelmente o trairiam.

A rapidez com que Diana conquistou o afeto de Arthorias foi proporcional ao tempo da interação entre os dois. A marinheira partiu de forma tão súbita que deixou-o sem reação e, ao tentar acompanhar seus passos, não viu nenhum indício da direção para a qual ela havia se deslocado. Outros poderiam ficar frustrados com a situação, mas Meursault era um otimista incorrigível. Exibiria um sorriso de canto de rosto enquanto pensava nas coisas que havia aprendido sobre a mulher. E, assim que percebesse que a sorte havia sorrido de volta para ele, alargaria ainda mais o sorriso.

Havia acabado de encontrar a companhia ideal para o seu jantar e, ainda por cima, tinha um plano seguro para fazer seus desejos se concretizarem, de forma que não tinha tempo a perder. Entraria de volta no restaurante e chamaria a atenção do primeiro garçom disponível que aparecesse em seu campo de visão. - Com sua licença, meu chapa, sabe a marinheira que estava comendo aqui há instantes? - Mesmo que o homem soubesse de quem se tratava, Meursault prosseguiria com a descrição. - Diana Nightingale, pele clara, cabelo escuro, mais ou menos essa altura. - Indicaria a altura à qual se referia com uma das mãos. - Marinheira há um ano, carrega uma espada, tem família, gosta de paz e disciplina e parece que foi esculpida enquanto todo o resto de nós pobres almas fomos simplesmente criados de má vontade. - Faria uma pausa sincera, demonstrando dúvida, pensando em mais formas de identificar a mulher que desejava. - Aquela que disse ''Droga, é melhor eu ir verificar o que é isso.'' e saiu correndo, deixando a conta em aberto no processo, sabe de quem se trata agora, correto? - Esperaria uma confirmação por parte de seu interlocutor e, em sequência, exibiria um largo sorriso. - Eu gostaria de pagar a conta dela. - Esperava que o pedido fosse aceito sem cerimônia, afinal, era algo vantajoso para todos, mas, em outro cenário, apelaria para o lugar que mais machuca qualquer homem, depois do coração, o bolso. - Que pena, eu gostava tanto daqui, acho que vou ter que procurar outro estabelecimento para frequentar de agora em diante. - Tentaria transmitir um pesar verossímil caso tivesse que proferir tais palavras.

Deixando o restaurante, de uma forma ou de outra, teria bastante tempo vago até botar a próxima parte de seu plano em ação, de forma que vagaria pela cidade em busca de algum lugar confortável para passar o tempo. No caminho, procuraria avistar alguém que precisasse da marmita que carregava, de preferência alguém jovem ou velho, já que qualquer pessoa numa faixa etária apropriada, portando dois braços e duas pernas devia ser capaz de conseguir sua própria comida. Alcançando um local minimamente apropriado, começaria a leitura do outro livro que carregava consigo, esperando que a leitura fizesse o tempo passar mais rápido. Assim que terminasse, esperava que o dia já estivesse próximo de seu fim, de tal forma, tentaria devolver ambos os livros à biblioteca e, após isso, rumaria até o Quartel General da Marinha.

Se tivesse alguma dificuldade em encontrar o seu destino, o que era improvável devido ao fato de ter nascido na ilha e passado toda sua vida lá, não hesitaria em pedir ajuda a qualquer transeunte. Chegando a construção desejada, procuraria por um recepcionista ou algo similar. - Com licença, você poderia me ajudar? Eu gostaria de falar com Diana... - Pensaria em toda a descrição que havia dado ao garçom do restaurante e, no ápice de seu bom-senso, acharia melhor não repeti-la. - Diana Nightingale. - Esperaria ansiosamente pelo reencontro, seguindo as instruções que lhe fossem dadas.

Assim que avistasse Diana novamente, demonstraria o semblante mais amistoso possível e diria prontamente, sem constrangimentos. - Eu soube que um homem extremamente belo, bem humorado, carismático, generoso e humilde pagou uma conta que estava em aberto hoje a tarde em certo restaurante. - Faria uma pequena pausa para observar a reação da jovem e então prosseguiria. - Com isso em mente, eu percebi que nunca é bom deixar dívidas em aberto, de forma que hoje é seu dia de sorte. - Abriria um largo sorriso e estenderia um de seus braços para ela. - Acredito que um almoço por um jantar é um troca justa, então, aonde vamos? - Caso ela reagisse mal ou a situação ficasse extremamente constrangedora por algum motivo, simplesmente forçaria um riso e tentaria mudar o rumo da conversa. - Era só uma brincadeira, espero que não tenha ficado ofendida. Na verdade eu vim me alistar, mas já deve ser tarde demais pra isso não é? Sem problemas volto amanhã. - Em sequência, sairia do local assim que fosse possível.




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MensagemAssunto: Re: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptyQui 14 Jan 2021, 08:45

I – Vós que entrais, abandonai toda a esperança

As expressões do jovem mostravam algo do qual suas palavras soavam diferente, mas a moça teria ignorado esse fato, talvez por respeito ou simplesmente por não entender ou talvez não passar de uma “leve dor de cabeça”. Era uma variedade de sentimentos que pendriam Arthorias a aquela garota como se tivesse sido pego em uma armadilha e não poderia ter deixado de notar a conta em aberto.

Um garçom, de aparência comum e vestimenta uniformizada, atendia ao chamado do jovem cliente do estabelecimento e começava a ouvir as descrições das quais eram feitas. - Senhor, só um instante que eu pego a conta. - Ele não parecia incomodado com aquilo ou talvez fosse tão trivial que sequer dava a importância, trazendo o valor de cinquenta mil berries para que Meursault pagasse.

Em meio ao seu trajeto, fora capaz de ver uma praça que ficava de frente ao mar e debaixo de uma árvore era que começava a ler o seu livro, do qual terminava perto do final da tarde. Com os dois livros emprestados, fora devolver para a Biblioteca onde a velha senhorita parecia ter ganhado o dia de sorte e poderia ser vista uma infelicidade em seu olhar quando o jovem se foi sem propor um jantar. Doces ilusões.

O quartel da marinha, por sinal, ficava de frente para a biblioteca tendo que apenas atravessar a rua, uma tarefa nenhum pouco árdua. Quando o homem falava para a recepcionista o motivo de sua visita ao quartel, ela chegava pela porta, seu rosto estava um pouco sujo de poeira, algumas marcas pretas e em seu ombro, ela carregava um companheiro ferido de uma batalha recente, no chão, arrastava-se um homem de médio porte. - Joana, preciso de ajuda aqui! - Comentava ela em um grito direcionado a recepcionista, colocando ambos homens no chão.

Rapidamente, como se fosse uma infestação, vários marinheiros saíam pelas portas para ajudar a sua companheira, dois deles pegavam o companheiro caído e colocavam em uma maca onde rapidamente avançavam por uma porta dupla sem maçaneta. O prisioneiro, por sinal, era direcionado para outro local, mas também em cima de uma maca. Diana, aparentemente cansada, varria seus olhos após poder relaxar um pouco e se surpreendia ao ver o jovem do qual almoçou parcialmente acompanhado.

Ela olhava para seu admirador que começava a falar procurando sua atenção, seu sorriso era leve e Diana parecia corresponder bem a aquilo. - Eu aceito o seu jantar e agradeço por ter pago minha conta, eu pago o jantar. Mas, será que não poderíamos deixar isso para outro dia? - Suas vestes sujas eram estapeadas para tirar um pouco da sujeira, onde o branco do seu uniforme estava mais amarelo e o azul estava quase em um marrom. - Você pensou melhor se vai se alistar na marinha? - Ela teria perguntado, como se não cuidar dos próprios ferimentos fosse tão comum para ela como arrumar o cabelo.

- Se você desejar se alistar, a recepcionista Joana pode fazer sua ficha, daí você vem amanhã ás nove horas para os testes. - Como um súbito ímpeto, a moça dava um abraço em Arthorias. - Agradeço pela sua generosidade, se você me der licença, vou me cuidar. Aquele criminoso era um tremendo babaca. Boa noite, Arthorias. - Seus pés se moviam para trás e ela dava um último sorriso, passando pelas portas duplas, dando tempo apenas para algumas palavras finais após o abraço.


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Legendas:
 


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MensagemAssunto: Re: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptySex 15 Jan 2021, 00:49







Comme on fait son lit, on se couche

Aos olhos de Meursault, a beleza de Diana era ofuscante como o sol, de forma que demorou a notar as manchas de sujeira presentes em seu corpo e seu uniforme. Isso sem mencionar os dois homens que ela carregava consigo, que o jovem só foi capaz de notar quando um enxame de marinheiros brotou do chão para carregá-los. A aparência delicada da marinheira, supostamente, contrastava com suas capacidades físicas, o que era um ponto deveras interessante sobre o qual Arthorias ansiava para tirar uma conclusão mais definitiva.

A organização e rigidez da organização em questão parecia patética, mas, com Diana no seu campo de visão, ignorar tais fatores não era uma tarefa árdua. Seu coração acelerou, descompassado tal qual uma locomotiva a vapor, quando a Marinheira aceitou seu convite. Entretanto, para sua infelicidade, sua descarga de adrenalina não durou muito tempo. Apesar de deixar uma porta aberta, ou melhor, escancarada, sua noite não ocorreria do jeito que imaginava, mas isso não era o suficiente para tirar o sorriso de sua face. - Com certeza, sem problema nenhum. É fácil perceber que você precisa de um descanso. - Diria, tentando demonstrar uma compreensão genuína. - Embora pareça que eles precisem mais. Acho que não vão sair pra jantar tão cedo. - Se referiria, obviamente, aos dois homens que Nightingale carregava e esperava que a mulher não se ofendesse com o pequeno gracejo.

A pergunta sobre a vontade de se alistar era um assunto sensível. A vontade genuína era inexistente, entretanto, hora ou outra, teria que arrumar um novo emprego, além disso, já havia executado feitos mais trabalhosos por mulheres piores. - Isso mesmo... é... me alistar... - Era difícil acreditar que as palavras em questão saiam de fato de sua boca, poucas eram as coisas que nunca se imaginou dizendo, mas essa era uma delas. - Nossa conversa foi... Esclarecedora. - Por fim, sorriria, ou, ao menos, tentaria sorrir, não via sentido em relutar após chegar em tal ponto, ainda mais correndo o risco de perder uma oportunidade amorosa tão grande.

Assim que a moça informasse sobre o horário do alistamento, Arthorias pensaria em algum gracejo ou comentário impertinente, algo como bater continência e dizer ''Sim, Capitã.'', mas o avanço da marinheira o deixou completamente sem palavras e sem ação. Não esperava tal demonstração de afeto, se, antes, seu coração pulsava de forma rápida e irregular, agora, parecia que havia parado por instantes. O sangue que corria por seu corpo, antes carmesim, agora parecia ser tingido de branco e azul. - Disciplina e respeito... - Sussurraria para si mesmo, com um sorriso bobo no rosto.

Ao recobrar seu senso e o controle total de seu corpo, se dirigiria até o balcão, em busca da mulher que, agora, sabia se chamar Joana. - Olá, Joana, certo? - Esperaria uma confirmação, por mera formalidade, antes de prosseguir. - Me disseram que eu deveria falar com você para me alistar, preencher uma ficha ou algo do gênero. - Seguiria qualquer instrução que lhe fosse dada, desde que razoável, informando ou preenchendo os dados requisitados. Se existisse um campo ou pergunta sobre a motivação do alistamento, responderia com ''Amor''.

Após encerrar seus assuntos no Quartel-General, retornaria para a sua residência, onde faria duas de suas três coisas favoritas: comer e dormir. Já que não havia encontrado ninguém para dar a marmita que havia levado consigo, comeria ele mesmo, afinal de contas, desperdiçar comida era um dos maiores pecados aos seus olhos. Em sequência, tiraria seu sono merecido depois de um dia tão corrido.

Tentaria acordar no horário estipulado, embora, conhecendo sua natureza, acreditava que provavelmente lutaria para sair da cama, chegando assim, um pouco, ou muito, atrasado. Independente do horário, apareceria no Quartel-General o mais cedo possível, dentro dos seus padrões, e daria início ao processo de alistamento.




HISTÓRICO

Nome: Arthorias Meursault
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MensagemAssunto: Re: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptySex 15 Jan 2021, 10:46

I – Vós que entrais, abandonai toda a esperança

A mulher apenas dava um sorriso ao seu gracejo, não sendo possível entender o que ela sentia pela sua expressão fácil e para a felicidade de Arthortias, ele não fez nenhum gesto como continência para a moça, apenas deixando o momento aberto e ficando até mesmo bobo com o gesto do qual recebia, um simples abraço, mas do qual surpreendia completamente o homem.

Joana, que estava mais atenta aos papéis do que a conversa entre os dois, se surpreendia com a presença do inusitado civil que aparecia em sua frente do outro lado do balcão. - Isso, Joana, precisa de ajuda? - Comentaria a moça, oferecendo os seus serviços administrativos. - Ah, sim, só um momento, deixe eu pegar a ficha para você preencher. - Ela mexia em seus papéis e retirava dali uma prancheta com uma pequena ficha da qual o marinheiro poderia preencher sem maiores problemas.

No que havia relacionado ao objetivo de seu alistamento, o jovem escrevia “amor” como o principal objetivo por ter se alistado e com isso ele se despedia da moça. - Ok, esteja aqui amanhã ás onze horas. De preferência, já alimentado. - No fim daquele dia, infelizmente não teria encontrado ninguém necessitado para entregar a marmita tomando a decisão de ficar com ela mesmo e o sabor ainda estava ótimo, embora estivesse fria, infelizmente. (Foi mal!)

Com um sono mais tranquilo e melhor recuperado das atividades do dia anterior, tinha maior disposição para ir até o quartel general do qual não acordava tão tarde quanto imaginava e chegava em um tempo correto, talvez no limite para que adentrassem ao quartel para fazer seu exame de admissão a marinha.

Os recrutas eram diversos e com características bem diferentes, embora também houvesse algumas aparências bem comum entre eles. O número era até aceitável, mas provavelmente não passaria de vinte cidadãos tentando realizar o mesmo procedimento do qual Arthorias havia se disposto.

Encaminhados para um salão de exercícios onde poderiam ver grandes equipamentos dos mais diversos tipos, assim como um ringue e armas de treinamento e uma piscina. O espaço era um grande salão que se assemelharia bastante a um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] sendo bastante espaçoso. De um local mais alto misturado do qual poderia ser entendido como mezanino, um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], com terno azul e uma gravata de onça parda, se disponha. Seus óculos redondos não tinham hastes e parecia fixar nos cantos dos olhos. Ele tinha um cabelo loiro arrumado e olhos azuis, por onde conseguia se perceber. - Sou o Tenente Ragnar e eu serei o avaliador de vocês no dia de hoje. Infelizmente, o sargento responsável de vocês saiu em missão e vocês terão que sofrer na minha mão hoje.

O homem era bem firme e tinha uma boa dicção e um olhar bastante sério, alguns dos recrutas pareciam estar tremendo na base e até mesmo cochichavam a respeito daquele homem como se fosse um mito dentro da marinha ou algo parecido com isso. - Não dei permissão para ninguém falar, então, quietos! - Autoritário e rude. - Eu farei uma aposta, tenho certeza que apenas UM de vocês se destacará hoje e apenas UM passará. O restante irá dormir chorando na sua cama com a sua mamãe. - E talvez isso pudesse interessar ainda mais o aspirante marinheiro causado pelo amor. - Faremos três testes dos mais simples, por isso, quero comprometimento com o que será ensinado aqui e disciplina.

Seu olhar varria entre todos os recrutas. - O primeiro de todos é nada mais do que um aquecimento e eu quero extrair o melhor de vocês. Estão vendo aquelas malas? - Ele comentaria em relação a quase dez malas pretas de alça. - Nela contém cartas e cada um tem seu setor. São mensagens. Algumas importantes e outras irrelevantes. O seu conteúdo não deve se aberto, amassado ou esquecido. Por isso, vocês terão o dever de organizá-las por setor. Não me importa como farão, mas trabalhem como uma equipe. Vocês são vinte, no mínimo, deve ter três pessoas capazes de liderar um grupo desse tamanho. - E ele cruzava os seus braços, ficando ainda mais sério e esperando que eles começassem. - Comecem. - Daria a partida onde alguns diretamente já tentavam se aproximar das malas, enquanto que alguns eram mais lerdos e caminhavam, no entanto, um ficava parado e observava mais atentamente o desafio antes de começá-lo.


Considerações:
 

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MensagemAssunto: Re: I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança   I - Vós que entrais, abandonai toda a esperança EmptySex 15 Jan 2021, 18:01







Aux innocents les mains pleines

Quem avisa amigo é. Um ditado comum e uma verdade que não costuma ser contestada por qualquer um com bom senso. Um sábio não ignoraria avisos dados de graça, mas, infelizmente, Arthorias não era um sábio. Joana havia sido clara quando disse que o jovem deveria vir já alimentado, entretanto, em sua empolgação, havia esquecido completamente disso. Seu foco exagerado na última refeição do dia fez com que o rapaz sequer se lembrasse de seu desjejum. Apenas fez sua rotina de higiene matinal e conferiu se seu colar ainda estava consigo, como não podia deixar de ser, antes de partir, temendo o atraso.  

No caminho, ao perceber seu grave erro, ficaria abalado por instantes, entretanto, sabendo que ao entrar no Quartel General provavelmente se depararia com Diana, seria capaz de esquecer esse pequeno obstáculo. A existência do homem que aplicaria o exame de admissão era um balde de água fria, afinal de contas, além de não ser sua estimada Diana, ainda era um homem. Pior ainda, o tipo de homem que Meursault odiava, rígido, tradicional e arrogante. Tais fatores, somados com a ausência de um belo desjejum em sua manhã, fariam com que o seu humor não se encontrasse no melhor dos estados.

Era uma manhã um tanto quanto amarga, até que, contra todas as probabilidades, as palavras do tenente colocariam um sorriso em seu rosto. Começaria como um riso abafado, mas Arthorias não sabia se seria capaz de conter as gargalhadas. O homem parecia uma figura poderosa e autoritária, mas conseguir colocá-lo para dormir na cama de sua mãe lhe parecia algo extremamente improvável. Se fosse indagado ou repreendido por sua crise de riso, que não faria questão de esconder, simplesmente se desculparia, sem colocar verdade em suas palavras. - Peço perdão, creio que não vai se repetir... Senhor. - A última palavra seria bastante penosa, mas era uma realidade a qual ele deveria se acostumar.

Além de aliviar o seu ânimo, o examinador havia incendiado seu espírito, fazer uma aposta contra Meursault naquela altura do campeonato era como acordar uma fera adormecida. Antes, o exame de admissão não passava de uma obrigação formal e enfadonha, agora, era uma questão de honra ao qual o aspirante a marinheiro se dedicaria de corpo e alma. Prestaria atenção absoluta nas instruções fornecidas por Ragnar, e, assim que o exame tivesse início, bateria palmas de forma intensa e irregular, visando chamar a atenção dos demais presentes. - Um momento de sua atenção... - Subitamente, Arthorias perceberia de que não fazia ideia de como se referir aos demais, mas sabia que esse era um momento importante e não arriscaria abaixar a moral por formalidades. - Estimados colegas... - Por um momento, se preocuparia, pensando que a entonação usada indicaria falsidade ou desprezo, mas já havia ido longe demais para desistir. - Eu não sei o que trouxe vocês aqui hoje, mas eu tenho um motivo muito nobre para passar por esses testes e, para a sorte de todos vocês, decidi que passariam junto comigo. - Abriria um sorriso genuíno, não para tentar ser amistoso, a perspectiva de derrotar um homem arrogante como Ragnar simplesmente alavancava seu humor.

Após uma pequena pausa, continuaria o seu discurso. - Se vocês realmente desejam passar, sigam minhas instruções, caso contrário, podem morrer, não me importo. - A empolgação em sua voz deveria ser palpável, de forma que não deixaria a quebra de ritmo prejudicá-lo. - São quase dez malas e nós somos quase vinte. Formem duplas. Um de vocês vai abrir as malas e começar a organizar as cartas com cuidado e atenção, separando elas pelo setor ao qual são destinadas. Enquanto fazem isso, seu colega vai conferir se você separou certo e corrigir qualquer erro, uma checagem dupla. Assim que a dupla acabar com uma mala, deve seguir para a mala em sua direita, ajudando aqueles que ainda não conseguiram acabar. - Meursault formaria dupla com quem estivesse mais próximo e caminharia para a mala mais à esquerda, arrastando seu parceiro consigo. - Espero que todos tenham entendido, qualquer coisa é só perguntar. - Sem hesitar, começaria a pegar as cartas com cuidado e categorizá-las. A leitura era um hábito, então concentrar-se por um curto período de tempo e ler não deveria ser tarefa árdua. Ações eram mais fortes que palavras, então, esperava que sua ação rápida e decidida inspirasse os demais.

Assim que acabasse sua mala, se moveria com sua dupla para a direita, justamente por isso, havia escolhido a mala mais a esquerda, de tal forma, poderia ajudar e conferir todos. Depois de tratar todas as malas em seu campo de visão, procuraria se não existia nenhuma escondida e, assim que todo o trabalho tivesse sido finalizado, levantaria a mão como quem quer fazer uma pergunta. - Permissão para falar? - Sendo concedida por Ragnar ou não, continuaria, com um sorriso torto em seu semblante, um misto de provocação e deboche. - O que vai acontecer se você perder? - Caso restasse alguma dúvida, elucidaria. - Você fez uma aposta não fez? Que só um de nós ia passar. Não é uma aposta se você não tiver o risco de perder algo, então eu pergunto, o que você está apostando? - O seu sorriso ficaria ainda mais claro e o jovem só poderia esperar que o antagonismo criado inspirasse os demais.




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