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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - Barbarism Begins At Home

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MensagemAssunto: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home - Página 3 EmptySeg Dez 21, 2020 12:19 pm

Relembrando a primeira mensagem :

I - Barbarism Begins At Home

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Bartholomew Sparrow. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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Greny
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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home - Página 3 EmptySeg Fev 08, 2021 12:26 am






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Deixa alcoolntecer naturalmente


Eu apenas queria deixar aqui registrado que é imensamente mais difícil controlar as emoções bêbado.

Se, antes, eu conseguira fazer um esforço para evitar as lágrimas quando me despedi de minha família - ”tentar” e “conseguir” são duas coisas completamente diferentes - com meus amigos, eu mal tive essa chance. Quando eu me dei conta, as lágrimas já estavam escorrendo. Quase certeza que era em função do álcool, mas eu estava muito emocionado. No caminho até o barco, apenas ecoava na minha mente a música ”A amizade, nem mesmo a força do tempo irá destruir...” ~ quando eu me dei conta de que não tinha porque deixar a música ficar só na minha cabeça - Quero chorar teu chorooooo, quero sorrir teu sorriso, valeu por você existir, amigooooooooooo - e nesse finalzinho eu praticamente dei um uivo, e quase fui de costas no chão.

Não tive nem condição de discutir quando o pai da moça me disse que eu havia extrapolado. - Só um cadiiiiinho, meu senhor humhumhumhumhum gyararararara. Sentar ali? Entendido, capitão! - disse, fazendo uma saudação militar, antes de ir sentar no local indicado. Caso fosse possível eu apoiar as costas, o faria, passaria a mão no cabelo e começaria a gargalhar - Humhumhumhumhum… - e o resto se daria em minha cabeça ”Eu tô muito louco… e também tô sem chapéu...” ~ o que me deixaria um pouco frustrado. Lembraria que saí de casa com o chapéu da beca na cabeça, e deixara meu habitual lá. Isso diminuiria um pouco meu astral, mas tentaria não deixar transparecer.

Esperaria para ver se tinha qualquer tipo de comando que me dessem para seguir. Caso não, ficaria sentado no mesmo lugar. Se Becca ou seu pai viessem interagir comigo, tentaria manter com eles uma conversa de bom nível, embora soubesse ser algo bem difícil. Com a conversa acabando, ou nem sequer parecendo que ia começar, tentaria cochilar ali sentado, ou em qualquer quarto que me oferecessem. Havendo a real possibilidade de eu vomitar, buscaria me manter atento a esse tipo de chamado do meu organismo, para tentar ter tempo hábil de correr e regurgitar no mar, ou no banheiro mais próximo. A mesma coisa vale caso precisasse urinar, exceto que nesse caso a minha prioridade seria primeiro o banheiro. No mais, me restava esperar a chegada na ilha.

Caso precisasse ir em algum cômodo do navio, independente do motivo, e não fosse capaz de encontrá-lo sozinho, buscaria perguntar para minha amiga ou para seu pai.


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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home - Página 3 EmptySeg Fev 08, 2021 10:23 pm


 


I - Barbarism Begins At Home
Centaurea Island - 22h20

 
 Deixar um lugar onde viveu por anos não era fácil, muito menos para nosso protagonista que era influenciado pela bebida. Embora ele tinha um destino muito maior pela frente, se aventurando pelos mares, criando sua fama e alcunha. Lagrimas eram inevitáveis e rolavam de seu rosto, e uma canção de seus lábios, demostrando sua saudade.

  - Não se abale tanto, você poderá voltar sempre que quiser! Nunca é um adeus. - Becca se aproximava do jovem que chora, e enxugava-lhe as lagrimas. - Nós temos uma aventura muito longa pela frente. - Ela sorria e as coisas começavam a se acalmar.

A brisa suave batia no rosto de todos presentes, apesar de normalmente ser uma sensação agradável, provavelmente para Sparrow não era bem assim, afinal ele estava empanturrado, e o balançar do barco não o ajudava a se sentir bem.

  Embora isso o homem barbudo, pai de Becca não dava mole para o jovem. - Ei seu folgado para onde desejar ir? - Ele esperaria a resposta do jovem e logo prosseguiria. - Devemos partir logo, não temos motivo para ficar esperando.

  Ele soltava a âncora fazendo o barco balançar ainda mais, deixando Barthlomew pior ainda. As velas eram esticadas o vento soprava fazendo eles partirem em alto mar. Becca estava sorridente aguardando o desenrolar daquela nova aventura.


~ Becca
~ Homem barbudo


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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home - Página 3 EmptyTer Fev 09, 2021 12:53 am






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Adeus não, até breve


Sinceramente? Chorar de felicidade é algo bom, mas chorar de felicidade embriagado é melhor ainda. E eu admito que estava bem longe das minhas melhores condições. Sério, mais meia hora no bar e era bem capaz de eu precisar que Becca me desse um banho, coisa que eu tinha quase certeza que ela faria isso sem problemas. Ela sempre fora uma boa amiga, mas o jeito que estava me tratando naquele dia, era como se, sei lá… ela fosse uma espécie de anjo. Aquilo era algo que me deixava muito contente. O pai dela, por outro lado, estava um pouco distante disso. Não tinha muita certeza do motivo, mas talvez tivesse alguma coisa a ver com ele me perguntar o destino, e eu responder com - Arquipélogo Wu-hu-shu, capitão!

Mas, aí, a viagem começou. A nostalgia e a empolgação tomaram conta de mim. Sentia como se meu estômago estivesse cheio de borboletas… que começaram a lutar muay-thai entre si. ”Talvez eu tenha exagerado um pouco...” ~ pensei, enquanto me apoiava na beirada do barco, de olhos fechados, apenas para sentir o vento bater em meu rosto e ver se isso me ajudava. Então, voltei meu olhar à minha colega de turma e o sorriso dela me levou a sorrir também. ”Tá certo, é melhor eu me esforçar pra me recobrar e aproveitar mais a viagem...” ~ concluí. Me aproximaria da garota, tentando me agarrar aos, aproximadamente, dois por cento de sobriedade que me restavam, e perguntaria a ela - Hey, Becca… tem um banheiro que eu possa usar? - e, esperando uma resposta positiva, concluiria - E onde fica?

Seguiria o caminho indicado, me apoiando nas paredes, se necessário, e então começaria a lavar meu rosto na pia, algumas vezes e durante alguns minutos, esperando que a água estivesse gelada e me ajudasse a aumentar meu grau de sobriedade. Ainda aproveitaria estar ali e esvaziaria minha bexiga, caso se mostrasse necessário. Após isso, daria uma olhada no interior do navio, apenas por uma questão de curiosidade, e então voltaria ao convés.

Lá, olharia para trás e observaria a ilha se afastando. Junto, viria a última década da minha vida na minha cabeça, como um filme. Lembraria de como chegara em Centaurea como um garoto traumatizado, e saía como um homem, menos traumatizado. O sorriso nostálgico permaneceria no meu rosto, e talvez escorressem algumas lágrimas solitárias, mas não de maneira tão desesperadora como nas últimas horas. Caso Becca viesse falar comigo, diria - Capaz de você estar me achando um bebê chorão, não é? - e observaria sua reação - Mas tudo bem… Sinceramente…? - e então viria um flash de três segundos na minha cabeça, de uma das vezes em que eu fui chicoteado por estar chorando, na minha época de escravo - Ter liberdade pra poder chorar é ótimo… - e meu sorriso se abriria ainda mais.

Na hipótese da conversa continuar, ou começarmos uma nova e a anterior não ter ocorrido, perguntaria - Você quer ser pirata? - e esperaria sua resposta, afinal, isso era algo que estava em minha cabeça desde a nossa conversa no bar. Vasculharia em minha mente qualquer momento em que ela dissesse algo sobre isso e, não lembrando, me justificaria - É só que eu não me lembro de já ter te ouvido falar sobre isso, aí quis entender. Não era como o meu caso, que praticamente todo mundo já sabia o que eu faria após me formar. Caso o rumo da conversa levasse a um questionamento sobre o porquê de eu perguntar, diria - Queria saber se você tinha certeza. Essa é uma vida divertida, mas perigosa. Quando eu botei na cabeça que encontraria o One Piece, sabia que podia morrer no mar tentando. E esse é um risco que eu ainda estou disposto a correr. Me arrisco a dizer que ser tão arriscado torna tudo mais empolgante ainda...

Caso eu tivesse algum momento com o pai dela, procuraria agradecê-lo devidamente por estar me levando. - Muito obrigado pela carona, senhor…? - e esperava que fosse um deixa para o barbudo se apresentar. Meu nome, ele já sabia. Mas ainda tinha de procurar manter o mínimo de educação. Conseguia sentir os cascudos que dona Matilda me daria, caso soubesse que eu não agradeci ao homem que me levava. - O senhor trabalha com o que? - tentaria puxar assunto. - Quanto tempo até chegarmos ao arquipélago, sabe? - e esperaria uma resposta, esperando que fossem algumas boas horas, o que talvez me permitisse dormir um pouco, para poder chegar na ilha renovado, isso é, rezando para não acordar de ressaca.

Acontecendo do sono começar a dar as caras em algum momento e com o tempo de chegada na ilha sendo superior à, pelo menos, onze horas, perguntaria à quem estivesse mais perto - Não querendo abusar mais, mas tem algum lugar que dê para dormir? Pode ser no chão mesmo - e esperaria uma resposta, indo até algum possível quarto ou algum lugar que desse para deitar e descansar meu corpo, depois de algumas horas boas, embora cansativas, de festa. Então, esperaria o novo dia, torcendo para ser tempo suficiente para eu acordar sozinho, sem precisar que me jogassem ao mar.

Vale ressaltar que a todo momento me locomoveria apoiado na beirada do barco ou nas paredes, atento para a necessidade de precisar vomitar, para correr e tentar regurgitar no mar.



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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home - Página 3 EmptyDom Fev 14, 2021 10:22 am


 


I - Barbarism Begins At Home
Centaurea Island - 09h50

 
 Apesar de Bartholomew ter tido uma má impressão inicial de Fordi(Pai de Becca), ele era bem mais gentil do ele imaginava, apenas queria tirar uma com a cara do jovem. Provavelmente ele notaria isso se não fosse pelo estado que ele se encontrava.

   - Hum!? Arquipélago Wushu então? Boa escolha. - Sua voz era serenamente animada. - Não vejo a hora de ver aquelas belas pétalas rosas de Taek Island. - Seus olhos fitavam a vista do Mar com um senso de nostalgia.

  - Tem sim, Barth. - Ela respondia com muita gentilidade. - É ali na "cabine do capitão", primeira porta a direita.

  Beber com amigos sempre é bom, mas a falta de sobriedade nem sempre ajuda, principalmente em um barco em movimento, mas Sparrow aproveitava as últimas forças que lhe restava após uma tarde de bebidas, e se dirigia para o banheiro cambaleando.

 Ao chegar na cabine do capitão, conseguiria notar apenas que era um quarto comum e bem-arrumado. Seus esforços de recobrar ao menos um pouco de seu bem-estar, começava a ter efeito a água gelada aumentava sua percepção gradualmente. Fazendo ele notar mais detalhes na volta para o convés, a quantidade de livros na escrivaninha de Fordi, assim como algumas fotos dele com a filha.

 - Não é para tanto, sei que também vou sentir saudades, Centaurea é um lugar muito agradável e cheio de lembranças maravilhosas. - Uma risada fofa escapava, e logo ela prosseguia. - Talvez um pouquinho (risos), mas não é errado chorar.

 Um momento se passava, e Sparrow começava a se recordar dos momentos que viverá naquela ilha, que agora mal se via no horizonte. A Nostalgia prenderia qualquer um ali, afinal eram 10 anos vivendo naquele lugar, praticamente metade de sua vida.  

 - Pirata? Talvez não no sentido que a maioria costumam associar. - Ela colocava a mão no queixo, parecendo estar pensativa. - Quero sair em aventuras e ser livre de tudo e todos; se você chamar isso de Pirataria, gostaria sim, de ser pirata. -  Ela ouvia atentamente Barthlomew falar sobre o One Piece, sorrindo atenciosamente.

  - Não precisa agradecer, faço tudo o que minha filha pedir com prazer. - Ele sorria e piscava para a garota que aproveitava a viagem. - A proposito sou Fordi! Um comerciante aqui do South Blue. - Ele segurava o leme e direcionava o barco calmamente. - Daqui algumas horas, talvez consiga começar a ver as formas das ilhas do Arquipélago.

   - Pode dormir no meu quarto, fica do lado da cabine do capitão. - Becca apontava para uma porta de madeira. - Descanse bem, amanhã teremos uma boa aventura.

  Horas depois ... O barulho do cais, começava a despertar o jovem, era perceptível uma agitação fora do barco, provavelmente o começo das rotinas de trabalho no porto. Um vento frio inundava o ambiente do quarto pelas frestas da madeira, um novo dia começava o que Sparrow faria agora?


~ Becca
~ Fordi


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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home - Página 3 EmptyQua Fev 17, 2021 8:19 pm






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Tô louco?


A medida que eu acordava, meu primeiro ato foi o de sentar-me na cama, esfregar meu rosto e averiguar o estado em que eu estava. ”Rapaz, que sonho mais maluco...” ~ pensei, passando vagarosamente a mão pela testa, para subir até tocar meu cabelo e jogar minha franja para trás, quando - ...Hã? - deixei escapar ao sentir algo macio e felpudo na minha cabeça. O peguei com a mão direita e o olhei. De cara, relutei para acreditar no que meus olhos mostravam. Então, percebi que também já não vestia mais a minha beca. ”Não foi um sonho…?”

E então parei para tentar lembrar de tudo o que havia se passado na tal ilha de Lessmeaning, para garantir que eu não estava realmente ficando maluco. - Vamo lá, Bart… eu bebi igual um corno, comi igual um cavalo… conversei sobre o século perdido e… mordi um marinheiro esqueleto…? - falando em voz alta, eram coisas que realmente me faziam pensar que eu estava ficando doido., apesar da prova concreta estar ali, na minha mão. ”Bom, as melhores pessoas são um pouco loucas…” ~ dei os ombros, me conformando que tudo o que se passara fora verdade, embora torcesse para para não perder toda a minha sanidade logo no começo da jornada.

Como eu, felizmente, tinha um chapéu em mãos, o colocaria na cabeça e deixaria minha franja cobrindo meu rosto, por hora. Era bom pois poderia fazer sombra, caso eu precisasse, afinal, havia a chance de eu acordar de ressaca, assim como a de acordar um pouco bêbado.

Antes de ir até o convés, iria ver se o banheiro da cabine do capitão estava disponível. Estando, lavaria minha boca na pia. Após, aí sim, iria até o convés. - Bom dia… - diria. Havendo a real possibilidade de eu estar de ressaca e a luz do mundo exterior começar a me incomodar, continuaria com - Alguém pode, por favor, desligar a porcaria dessa luz? - que uma potencial dor de cabeça talvez me fizesse não perceber logo de cara se tratar do sol. Então, sentiria o frio que fazia do lado de fora. Talvez começasse a tremer, dependendo do quanto a temperatura estivesse amena. ”Gostar do gorro eu gostei… mas bem que podiam ter me deixado ficar com o casaco também… ou, ao menos, com a beca” ~ é o que se passaria na minha mente.


Tentaria observar o quanto pudesse da cidade, para ter uma primeira impressão, e então esperaria para ver o que minhas caronas fariam, desde ir até algum lugar, até me expulsar do barco e voltarem para Centaurea. Mas, ninguém tomando nenhuma ação, perguntaria - Então… e agora? Poderia soar como uma pergunta estúpida, até porque era, mas eu realmente não saberia o que fazer. Sempre planejei sair para o mar, mas parava por aí. Na parte do plano. Na prática, a história era completamente outra.

Caso a fome começasse a apertar, perguntaria à Fordi, Becca, ou qualquer desconhecido que estivesse perto, caso eu tivesse me afastado do pai e da filha, independente do motivo - Oi, onde eu consigo tomar café por aqui? - e iria até o local indicado, perguntando a quem estivesse comigo - Você(s) vem? Chegando lá, eu pediria uma caneca de café e dois pães na chapa, apenas no caso de estar nas melhores condições. Estando de ressaca, meu pedido seria - Pêssego. Qualquer coisa que tenha pêssego. Me surpreenda… - afinal, esse era um alimento que me ajudava de maneira bizarra a melhorar da ressaca. Porém, não tendo, seria apenas o pedido anterior mesmo.

Após terminar de comer e pagar a conta, a qual esperava estar no meu mísero orçamento, voltaria à rua. Caso conseguisse, ainda pagaria para Fordi e Becca, era o mínimo que podi fazer. Tentaria me manter a todo momento atento para ver se encontrava algo minimamente interessante. Não encontrando, me restaria perguntar a algum nativo, então perguntaria ao garçom, antes de sair do estabelecimento - Amigo/moça, o que tem de interessante pra fazer aqui? Algum lugar pra ir, alguma costume pra aprender, algum festival perto… qualquer coisa? - e esperaria, esperançoso, por uma resposta. Afinal, de nada me adiantava chegar animado no lugar, sendo motivado pelo meu lado antropólogo entusiasmado, e não conseguir vivenciar nada ali.

Caso em algum momento Fordi dissesse ter que ir embora, independente do motivo, diria - Ok, muito obrigado pela carona! - e, com ele perguntando como eu sairia da ilha depois, responderia - Eu dou um jeito. Essas cicatrizes são a prova de que eu consigo me virar pra sobreviver - e era verdade, mesmo que o “me virar” significasse tentar suicídio e ser salvo por um tritão revolucionário enquanto eu afundava no mar. Restava saber se a filha dele iria ou ficaria. Indo, a abraçaria e diria - Obrigado por tudo - mas, caso ficasse, o que eu falaria iria ser: - E agora somos só nós dois… que a aventura comece - e continuaria meu caminho, independente de qual cenário acima ou abaixo fosse.

Importante ressaltar que caso eu estivesse de ressaca, tudo o que acima foi dito seria realizado de forma mais vagarosa, eu estaria mais impaciente, procuraria andar por onde aparentasse ser menos barulhento e daria pausas maiores enquanto falasse. Além disso, meu sorriso dificilmente seria visto, enquanto eu não estivesse realmente bem. Se me perguntassem de onde veio o gorro em minha cabeça e para onde minha beca havia ido, coisas completamente plausíveis, apenas diria - Nem queira saber… é uma longa história...





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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home - Página 3 EmptySab Fev 20, 2021 1:06 am


 


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Centaurea Island - 10h15

 
 O dia de Sparrow começava um pouco incomum, um sonho ou algo parecido passava por sua cabeça, um lugar totalmente diferente de sua realidade, ou talvez nem tanto, afinal o frio estava tomando conta do barco lembrando a tal ilha mística, além de uma dolorosa ressaca após uma série de bebidas consecutivas também se convergia em presente.

 Colocando as ideias em dia, o jovem logo ia em direção a cabine do capitão para realizar sua higiene matinal, e era surpreendido por Fordi que acabava de sair de um banho de vapor, apenas sorria e liberava espaço para Barthlomew entrar no banheiro. Já no convés Becca arrumava uma mochila, ela parecia estar preparada para tudo, inclusive para o ar gelado que esfriava o jovem até os ossos.

 - Bom dia dorminhoco! - Fordi exclamava com ânimo. - Você dorme tanto assim? Ou só quando esta de ressaca? - Ele brincava com Sparrow, mas logo era interrompido por Becca. - Não ligue para ele, comemos no caminho, agora vamos?

 Ao olhar para o porto, poderia notar a bela paisagem que Taekwon esbanjava suas belas montanhas cobertas de neve, e as folhas de sakuras voando com o vento que descia das montanhas. Não muito distante também poderia enxergar algumas propriedades todas com bonitas e bem decoradas.

 - Boa sorte com a aventura de vocês! - Fordi jogava um casaco de animal no rosto de Bartholomew. - Não há de que meu jovem, só tente não causar problema para minha filha. - Becca abraçava seu pai, e sem muita demora descia do barco.

 Ao descerem do barco eram revistados por um grupo de guardas locais, eles pareciam fazer isso com todos que chegavam ali, se Sparrow prestasse atenção ao seu redor, notaria uma placa informando que não poderiam entrar na ilha com porte de nenhuma arma. Mas felizmente isso não era um problema para o garoto, que só contava com sua roupa do corpo, e agora um casaco de animal.

 - Olha um dojô lindo na montanha. - Becca apontava para cima de uma das montanhas. - Vamos ver quem chega primeiro? - Ela pegava em sua mochila um pêssego e jogava nas mãos de Sparrow. - Você parecia gostar, então trouxe alguns para você.


~ Becca
~ Fordi


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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home - Página 3 EmptySeg Fev 22, 2021 2:09 am






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Violento, imoral, injustificável


Se antes eu tinha reclamado do Fordi, esqueçam. O cara era um anjo também. Sua filha realmente teve a quem puxar. Pena que eu não estava na melhor condição para demonstrar isso.

A dor de cabeça era simplesmente insuportável, o gosto do saquê que antes eu me divertia entornando, agora amargava em minha boca. A sede então, nem se fala. Sentia como se pudesse beber um galão de água inteiro, que não resolveria. O pêssego ajudaria, mas o efeito só começaria a aparecer alguns minutos depois. Mas, o que eu deveria esperar? A única coisa que poderia ter um efeito imediato seria duas aspirinas com um copo de vodka, mas era algo que, infelizmente, não estava ao meu alcance. ”Cara, que merda… talvez a melhor solução seja nunca parar de beber...” ~ pensei, com minha cabeça latejando.

- Becca, eu só tenho capacidade de correr se for pra um vaso sanitário… - respondi para minha dupla - Mas se quiser ir na frente, vai lá. Eu vou devagarinho, na sombra… - evitando até mesmo falar alto. Não sabia se ela realmente iria ou ficaria, mas eu seguiria meu caminho até o tal dojo, enquanto continuava a comer meu pêssego. Imaginava que lá talvez tivesse uma vista boa da ilha. Buscaria evitar locais barulhentos e andar pela sombra, para não afetar mais ainda minha dor de cabeça.

A ilha era bonita? Era. Mas depois de um final de semana em uma ilha nevada, lá estava eu em outra ilha nevada. Aquilo era um pouco frustrante, não vou negar. Talvez muito da minha primeira impressão se devesse ao fato de eu estar com um humor tão negativo que se me dessem um revólver, eu seria capaz de matar alguém. Tá bom, não seria. O barulho do tiro seria como explodir minha cabeça.

Como não tinha condição de prestar atenção em algo que fosse interessante, muito menos em manter uma conversa, apenas seguiria minha caminhada até o dojo. Exceto caso me visse pego em algum evento o qual fosse obrigado a parar, esperaria alcançar o lugar e deixaria que Becca tomasse a iniciativa de falar qualquer coisa, perguntando - O que quer fazer agora?. Tendo algum bom lugar para ver a vista da ilha, o faria, para ver se conseguia ter uma boa noção de seu tamanho e, quiçá, avistar mais alguma das do arquipélago. Havendo algum morador lá no dojo, diria - Opa! Qual arte marcial vocês aprendem aqui? - afinal, como Jack havia dito que a ilha prezava pelas artes marciais no geral, imaginava que não se limitassem somente ao boxe. Então, perguntaria - Vem cá, o que de interessante tem para fazer aqui? Algum monumento, festival, biblioteca…? Qualquer coisa diferente para ver, aprender ou participar…? - e esperaria uma resposta da pessoa, indo na direção de algum lugar que ele talvez me indicasse.







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Arthur Infamus
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MensagemAssunto: Re: I - Barbarism Begins At Home   I - Barbarism Begins At Home - Página 3 EmptyTer Fev 23, 2021 7:48 pm


 


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Centaurea Island - 10h45

 
   Fadiga, sede, dor de cabeça, náuseas, sensibilidade à luz e ao som e tonturas. Esse era o resultado obtido após aquela grande festa que Bartholomew participara, deixando ele com um péssimo humor, infelizmente não conseguia apreciar a linda paisagem que o cercava, ignorando vários detalhes como as flores de sakura, as lindas construções e as riquezas que continham ali, isso além é claro de alguns lindos Dojos, que se encontravam na cidade.

  - Tudo bem, eu lhe espero Barth. - Becca parava e fazia uma expressão de desânimo, ela estava muito ansiosa para ver o Dojo no alto da montanha. - Gostaria de uma água? Talvez ajude com essa ressaca. - mas estava claro que não deixaria seu companheiro para trás. 

  A caminhada era calma, apesar de cansativa pela extensão da montanha, deixando Sparrow um pouco mais tonto devido à altura. Mesmo ele não notando, o casal não estava sozinho durante o percurso tinham algumas pessoas subindo, e por mais que pareça loucura eles não estavam agasalhados.

  - Olá bom dia! Vinhemos conhecer o Dojo. - Becca sorria animadamente após a longa caminhada. - Sejam bem vindos! A mestra Korra está dando uma aula no momento, mas sintam-se a vontade. - Um rapaz respondia enquanto fumava um cigarro.

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  Não demorava muito, e na entrada começava a aparecer jovens com a respiração ofegante um por um, todos sem vestimentas adequadas para aquele frio, apenas um kimono preto. Mas uma figura se aproximava, mas um pouco diferente das anteriores, ela uma mulher muito bonita e intimidadora que encantaria qualquer pessoa logo de cara.

  - Mais alunos? Hum!? Querem participar do Festival anual de artes Marciais? - Ela abria um sorriso intimidador. - Se quiserem podem ir vestindo o Kimono nos fundos, e já vamos começar. - Ela parecia estar animada com os novos alunos. - E vocês, sobem mais uma vez a montanha! Quero ver quem chega primeiro dessa vez.


~ Becca
~ Fumante atendente
~ Korra


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