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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 7 ~ Falência Premeditada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptyTer 15 Dez 2020, 15:53

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 7 ~ Falência Premeditada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptySex 15 Jan 2021, 11:53



Virei o rosto na direção oposta do cão guarda, não queria ficar argumentando sobre o quanto as desengonçadas eram preciosas para meu ser. - As pessoas podem ter memória curta. - Reclamava num tom de desabafo, eu concordava que os ataques contra o quinteto teriam sua frequência drasticamente reduzida após alguns meses com falhas subsequentes, entretanto também queria evitar ataques esporádicos ao ao longo, afinal o  inevitável prestígio de minhas discípulas poderia irritar os concorrentes mais extremos.

- Assassinatos brutais sempre atraem a atenção da imprensa. - Meu olhar se perdia em meio ao céu noturno, agindo de forma bem casual enquanto falava a respeito do assunto hediondo, o cão de guarda poderia enviar manchetes relatando o infeliz estado das vítimas e assim comprovar a dedicação exercida no trabalho. - Tais reportagens podem instaurar o medo nos outros profissionais. - Assim ele não iria somente comprovar o empenho como também divulgaria a trágica sina dos assassinos. - Mas se preferir ocultar vossos esforços do público, envie-me fotos. - No fim não havia uma forma completamente eficaz do cão de guarda demonstrar a eficácia do trabalho, minha pessoa era obrigada a confiar em suas palavras gostando ou não.

- De fato uma belíssima, perfeitamente redonda sem qualquer estria, e como se não bastasse é naturalmente arrebitada. - Cruzei os braços acenando em afirmação com a cabeça, enquanto observava a foto sem qualquer possibilidade de discordar do enfaixado. - Sinta como ela tem o divino equilíbrio de maciez e firmeza. - Iria puxar a mão do cão de guarda levando-se até meu bumbum descoberto por baixo do casaco. - Uma verdadeira escultura forjada pelos Deuses, não concorda? - Esperava por sua resposta positiva.

Abafei o riso preso nos lábios antes de responder. - Minha pessoa deve ser muito interessante aos seus olhos. - O cão de guarda havia perseguido e coletado informações relacionadas ao meu ser, porém o mesmo não se aplicava às pessoas próximas, minha confissão sobre o estado civil do Sr. Capitão seria algo facilmente descoberto pelo cão de guarda se o mesmo desejasse descobrir, mas agora ele revelava que a espionagem havia sido completamente focada mim.

As orbes alaranjadas ornando meu semblante estavam direcionadas ao céu, após a retórica do cão de guarda elas foram apontadas contra o sujeito, e então voltaram a fitar o luar. - Não, não sei. - Reclamava um tanto desgostosa com a resposta do enfaixado, pois minha pessoa se via incapaz de compreendê-lo. - O gênero jamais impediu-me de estar acima do topo. - Era bem difícil para mim entender como algo tão irrelevante quanto o sexo poderia influenciar no julgamento alheio, homens ou mulheres, isso nunca foi um problema para colocá-los abaixo de meus pés, no fim, todos não passaram de meros mundanos.

- … - De soslaio os âmbares brilhante confrontavam o cão de guarda, com minha pessoa esboçando um semblante nitidamente enfezado. - Que irritante. - Os pensamentos simplesmente se tornaram palavras, o enfaixado parecia ser do tipo bem aborrecedor quando bebe. - Se vossa parar de insistir. - Aceitaria o saquê caso o cão de guarda evitasse me oferecer um copo a cada quinze segundos.

- Haki? Não é aquela técnica responsável por enrijecer alguns membros do corpo? - Um tanto confusa fitei o enfaixado por não imaginar como algo que torna braços e pernas escuros poderia ajudar-me a notá-lo. - A propósito, o proprietário de uma loja de travesseiros conseguiu algumas fotos inéditas de minha pessoa. - Eu não teria problema em estampar a capa dos travesseiros, porém as fotos questão deveriam ser exclusivas, sendo assim porque não usar o fanatismo de um assassino cruel para recuperá-las?

>><<

"Condenada por minha incrível grandiosidade…" Sentia o peso da frustração fazer minha cabeça abaixar-se em total desilusão. "Novamente o topo foi alcançado, e agora nem sequer posso apresentar-me, pois dizimava as chances de qualquer outro ser notado…" Os pensamentos lamuriosos formavam-se um após um outros em minha mente. "Porque ainda crio expectativas… Mesmo mantendo-as tão baixas, o renome de minha formidável pessoa foi capaz de superar sua própria genialidade…" Agachei-me desenhando alguns círculos no chão com a ponta do dedo indicador, sofrendo em silêncio pois a cruel vida novamente me castigava por ser majestosa. Contudo um pequeno lampejo esperançoso iluminou o oceano de trevas. - Eu irei! - Cerrava os punhos próximo ao rosto, determinada a trabalhar, minha pessoa estava praticamente com abstinência de palco, nem mesmo importei-me se a coadjuvante estaria presente ou não.

"Como o dinheiro arrecadado será gasto… Err…" Minha pessoa não havia planejado nada, apenas pensava em entregar quantias iguais para as vítimas do Sr. Santo, porém essa ideia parecia tão desapontadora após os mundanos demonstrarem tanto interesse. - Eu pretendia fazer uma memorável surpresa para a ilha antes de minha partida, mas como vossas pessoas estão ansiosas irei lhe contar. - As palavras ditas num tom afável possuíam a finalidade de distrair o público, anunciando também minha partida em breve da ilha para mantê-los confusos durante alguns instante, enquanto eu pensaria em uma maneira adequada de gastar o dinheiro arrecadado. - Será construída uma instituição sem fins lucrativos na ilha, dedicada especialmente a receber crianças e adolescentes vítimas da violência, onde eles poderão aprimorar suas habilidades artísticas lhes concedendo a oportunidade de trilharem suas próprias trajetórias em uma vida digna. - A possibilidade de ajudar tantas crianças desamparadas ao longo prazo fazia meus olhos cintilarem com entusiasmo, a voz aveludada lhes confortaria os ouvidos delicados, permitindo todo o altruísmo de minha pessoa ser extravasado em palavras inspiradoras. - Caso a bondade em vossos espíritos permitir as doações mudarão a vida de muitas crianças desafortunadas nesta ilha, e como agradecimento haverá um mural com o nome dos principais colaboradores, homenageando vossa benevolência. - Desejava atrair os fanáticos pela fama, pois esses mundanos poderiam ter seu nome vinculado a causa nobre, além do que minha pessoa adorava a idéia de utilizá-los para se enobrecer. "Fundação Karelina Lawford.  O Senhor Stuart ficaria orgulhoso de sua tão estimada filha ostentar um prédio com seu  nome." Ficava maravilhada com a brilhante idéia, eu até mesmo conseguia escutar os elogios de papai muitíssimo feliz, talvez uma estátua de minha pessoa forjada a ouro seria melhor, mas a construção ainda é satisfatória.

Após tal revelação eu me deslocaria até o ateliê Le Blanc, mas desta vez buscando pela presença da ex-secretária do Sr. Santo. - Vossa pessoa será a principal administradora do instituto que criarei. - Simplesmente despejava a informação nos ombros da mulher sem explicações iniciais. - Mas se julgar como um fardo muito pesado irei pedir para Alvi encontrar alguém adequado. - Eu não pretendia obrigar a secretária, porém como a mesma serviu o suposto santo por anos iria assumir que ela possui uma capacidade de gestão minimamente adequada. Então iria explicar os detalhes da conversa antes de prosseguir. - É uma oportunidade de vossa pessoa associar seu nome a uma causa socialmente bem vista. - Imaginava que a secretária injustiçada pela população de Tuntz Tuntz poderia desejar algum tipo de renome. - Caso a idéia lhe agrade creio que ficamos quites. - Dizia num ar de questionamento, pois o depoimento da mulher não fazia exatamente parte do nosso acordo, assim a viraria as costas, deixando-a refletir melhor sobre a ideia caso necessário, ou então iria conversar com Alvi na possibilidade da secretária recusar a proposta de imediato.

Conversando com Vick. - Ser discreta…? A Sapph provavelmente está me confundindo. - Como alguém tem a capacidade de pedir que eu passe despercebida? É como exigir que todas as estrelas do céu parem de brilhar, não tem como, impossível, inconcebível. - Mesmo que eu tente, Lust acabará encontrando-me. - Eu não sou exatamente uma pessoa sutil por assim dizer, e a ruiva arrogante parece um radar vivo com todas aquelas bonecas. - Mas seria engraçado vê-la se acovardar por minha presença. - Estou disposta a tentar, afinal era um pedido de Sapph que foi uma anfitriã tão receptiva e calorosa em Aracne, mas era impossível não imaginar a ruiva fugindo amedrontada após escutar meu nome, ou talvez ela opte por antecipar sua decorada ao desafiar-me, em Bingo Bingo descobrirei.

Para o show beneficente minha pessoa iria escrever e ensaiar novas músicas, além de supervisionar o ensaio do quinteto em algumas ocasiões, pois se elas tivessem a ousadia de errar uma nota, um passo, uma marcação de tempo pela menor que seja, bom, elas provavelmente seriam as primeiras candidatas a ingressar na instituição, tá, eu não seria violenta, apenas desejava atormentá-las um pouco para extrair o melhor delas. Além de ter marcar alguns ensaios com a coadjuvante, pois toda estrela necessita de atores secundários para valorizar seu esplendor.

O repertório do show seria bastante festivo, com músicas leves podendo despertar a vontade de dançar no público, havendo poucas músicas com timbres graves em sua essência mas não manteriam a atmosfera enérgica, também abriria mão da sensualidade excessiva, mesmo sendo um completo desperdício de minha parte, a intenção era fazer uma apresentação fácil de se apreciar, onde qualquer pessoa poderia assistir sem risco de infartos.

Entretanto a última música iria destoar um pouco show, a melodia doce em harmonia da voz gentil contaria a história de Sliphy uma jovem e sonhadora garota que teve o dom da visão roubado pela vida, a garota ficou desamparada, pois não poderia mais apreciar as paisagens do mundo que tanto a encantava, sem enxergar o rosto de seus entes queridos e amigos Sliphy fora perdendo seu brilho, mas aquela garota estava cercada de almas caridosas, não somente seus familiares, a vilarejo onde Sliphy morava se uniu para tornar a vida daquela garota incrível, os quadros coloridos que Sliphy não conseguia enxergar eram retratados em canções, as brincadeiras agitadas se tornavam histórias fantasiosas para sua imaginação, se a vida lhe tirou os olhos, as pessoas lhe devolveram a percepção do mundo através da música.

A minha intenção com essa música não será contada, vocês já devem ser capazes de deduzir.


Histórico:
 
Perdas e Ganhos:
 
*Ferimentos*:
 
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Furry
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptySex 15 Jan 2021, 12:55




- Hnmm. Verei o que posso fazer. - Sentarou não era exatamente alguém que apreciava assassinatos brutais, mas também não podia-se dizer que não os faria sob nenhuma circunstância.

Tranquilamente, Kare, que vestia apenas um casaco para proteger-se do fresco ar noturno, guiava a mão bruta de Sentarou até sua bunda desnuda. O homem não era um tarado, tão pouco um santo e também era muito despreocupado, ele apenas deixou sua mão ser guiada e não fez-se de rogado em apalpar com firmeza a polpa enquanto Kare detalhava as qualidades de sua bunda. - De fato! Ohhhh, é ainda melhor do que eu imaginava Ojou-chan. - Ele dava mais uma apertada. - Essa é uma bunda que eu apertaria todos os dias. - Disse assim que tirou a mão, embora estivesse curtindo ele também era alguém sensato para não brincar com a sorte. - Na próxima vez me deixe conferir o outro lado Ojou-chan. - Emendou de forma completamente casual.

- Hnm, Um pouco. - Ele concordou, mas dessa vez parecia haver um pouco de humor em sua voz, quase como se aquilo fosse uma provocação. - Mas o que quis dizer.. Não. A Ojou-chan é interessante sim.

- Entendo. Hnm, sua mãe trabalhava Ojou-chan? Ou era o seu pai que cuidava de todos e sustentava a casa? Sabe, meio que é esse o orgulho de um homem, cuidar de Ojou-chans como você. - Peço desculpas se pareci diminuir a Ojou-chan por ser mulher.

- Haha, beber em dois é sempre melhor, perdoo este Ossan. - Dizia ao entregar um pires para Kare, sorvendo o saquê a seguir.

>><<

- Também. Hnmm, é possível que ainda não tenham explicado pra Ojou-chan? Como agradecimento por me deixar apalpá-la, me permita. - Sentarou soltou o saque. - Com a Ojou-chan é expert irei resumi-lo. Haki é a vontade, à três principais tipos de vontade, chamados comumente de cores. A cor do armamento, este que a Ojou-Chan conhece. Capaz de aumentar a resistência e também o poder ofensivo, a cor da observação este que creio que a Ojou-chan já despertou sem perceber que permite sentir as coisas e suas intenções e a Cor do conquistador, este é um tipo que não pode ser treinado, ou você o possue ou não e é um tanto raro. Em resumo é o Haki que lhe permite impor sua vontade naqueles abaixo de você apenas com um olhar, ou um breve gesto. Hnmm, pensando assim não é muito diferente do que a Ojou-chan faz quando rebola. - Ele concluía a explicação com 3 dedos levantados. - Se for do interesse da Ojou-chan posso ajudá-la a treinar. Tem um método que pode ser bastante bom… - Um sorriso pervertido surgiu no rosto dele. - Ohhh, desculpe… Foi mais forte que eu Ojou-chan. Ainda assim… Normalmente para treiná-lo se venda o aluno e depois o ataca constantemente até que ele consiga esquivar apenas sentindo a intenção, mas eu não gostaria de bater na Ojou-chan… Então porque não tento apalpá-la enquanto a Ojou-chan tenta evitar? Assim a Ojou-chan treina e eu sou pago.

Na outra noite, antes mesmo de começarem o possível treinamento: - Aquelas eram algumas belas fotos da Ojou-chan. - Assim o plano do fabricante de travesseiros foi frustrado. Naquele momento Kare não sabia, mas Sentarou tornar-se-ia o líder do fã clube de Kare na ilha.

>><<


Sophie recebeu bem Kare, sem qualquer escândalo ou desagrado no ensaio conjunto. Aparentemente agora ela enxergava Kare como uma Sempai e não uma rival. Assim o ensaio ocorreu sem problemas, inclusive com Sophie deixando Kare ter seções sozinhas e pedindo dicas musicais sobre instrumentos e canto.

>><<

O dinheiro? Certo, talvez não fosse interessante só pegar o dinheiro e entregar grandes quantidades nas mãos de algumas jovens garotas vítimas de maus tratos. Mesmo que Kare não houvesse pensado era provável que esse dinheiro apenas as fizessem se tornar alvos de novas pessoas mal intencionadas. As orelhas se espicharam em direção a Kare conforme ela deixava o suspense crescer sobre quais eram seus planos para o dinheiro, durante este suspense a cabeça da jovem trabalhava a todo vapor tentando buscar uma boa ideia e… Certo, talvez aquilo fosse algo inesperado e mesmo que fosse por motivos "errados" não deixava de ser uma grandiosa realização.  

Aquele era um halo de luz surgindo ao redor daquela jovem? Talvez fosse apenas impressão das pessoas que ali a ouviam, mas de fato parecia que naquele momento havia uma certa divindade brilhando ao redor da mulher. Algo que nem mesmo Bast, que era tido como Santo, havia realizado. Uma escola gratuita para os pobres. Este havia sido um ponto de revés, onde a opinião pública de repente se viu em xeque sobre quem era realmente aquela mulher. Houveram aqueles que quiseram desmerecer a ideia, acusar a mesma de ser apenas um golpe publicitário, mas essas vozes logo foram caladas por aqueles que provavelmente seriam os que mais se beneficiaram de tal projeto, para estas pessoas Kare tornar-se-ia um símbolo real de santidade e esperança.

Claro que Kare jamais admitiria ter feito isso pelos outros, tudo não passava de auto-satisfação para ela, mas mesmo que as linhas por quais ela escrevessem fossem completamente tortas, no final as coisas pareciam seguir um fluxo positivo para a maioria das pessoas.


>><<

- Eu? Instituto? Criado? - A ex-secretária que estava organizando os figurinos em uma arara foi pega de surpresa pelas palavras de Kare. - Ahh. Aquele da coletiva? - Ela piscou após colocar a última roupa na arara e se voltar para Kare surpresa com o que a morena estava a lhe oferecer. Kare todavia não teve tempo de terminar de falar, antes de concluir Suzete saltou para ela agarrando-a em um abraço apertado ao redor do pescoço. - OBRIGADA… OBRIGADA… EU PROMETO QUE FAREI O MEU MELHOR E QUE NÃO VOU DEIXÁ-LA SE ARREPENDER POR ME ESCOLHER. - A mulher tinha lágrimas a encher os seus olhos e um sorriso amplo em sua boca. - Eu passarei o resto da minha vida pagando esse favor Senhorita. - Ela se curvou ao se afastar.

>><<


O show de Kare havia lotado, na verdade teria público para cinco ou mais shows. Após a coletiva onde ela havia divulgado suas intenções para um instituto, a maior parte das pessoas comprou a ideia, alguns para se promoverem junto, outros apenas por bom coração. Fosse qual fosse as intenções a arrecadação para o Palais Garnier havia superado em muito as estimativas e era assim que o proprietário estava tentando de todas as formas convencer Kare a permanecer na ilha. Todavia Vick já havia agendado a partida e na noite seguinte Laiane já havia insistido com ampla firmeza que Kare iria em um encontro com ela e Marian.


>><<

- É aqui. - Chegavam a um restaurante, agora que Kare estava ali podia notar que era o mesmo local onde havia ido jantar a primeira vez com suas alunas. SURPRESSAAA. - O interior estava decorado com balões, fitas, laços e muitas fotos de Kare penduradas em cordões. No interior vários rostos conhecidos, Vick, Poky, Alvida, as quatro garotas restantes, Sophie, o capitão Iron, Richard, Suzete. Todos parados enfileirados à frente batendo palmas animados para Kare. Em cada um dos lados dela Laiane e Marian também aplaudiam avidamente. - Vamos? - Laiane a pegou por uma das mãos. - Comemorar. - Marian pegou pela outra e levaram Kare para a mesa onde ela sentar-se-ia na ponta com uma das garotas de cada lado. - DISCURSO, DISCURSO, DISCURSO. - Haviam ainda apenas bebidas sobre a mesa, mas o quinteto de desengonçadas com a adição de Marian batiam palmas rítmicas pedindo por algumas palavras de Kare.

Naquela noite nenhuma delas demonstrou qualquer tristeza… Bem, ao menos se Kare não o fizesse primeiro. Cada uma das alunas pediu por uma dança, todas as danças haviam sido músicas lentas em que todas quiseram dançar bem abraçadas a Kare.

- Eu tinha pensado em lhe dizer em meio a prantos que te esperaria para sempre, não importando quanto levasse, mas que você tinha que voltar. - Marian dançava colada com o rosto descansando de lado no peito de Kare. - Mas você não ia querer isso não é? Laiane me ajudou a entender. Então… Eu vou seguir minha vida, mas ainda assim… - Ela abraçou um pouco mais forte. - Volte, mesmo que seja apenas para apresentar sua nova família.

>><<

- Tomei a liberdade de comprar um báu para a Senhorita guardar as roupas. Já agendei com dois carregadores e com o jovem guia para partirmos. As garotas estarão nos esperando na estação. - A casa que havia morado por mais de um mês, destruída e reconstruída, que havia presenciado várias noites de amor intenso e de visitas noturnas suspeitas, esta mesma casa agora parecia bastante vazia. Vick já havia organizado tudo, Poky estava em seu ombro e Kare já havia recebido os bilhetes do trem bem como uma enciclopédia com informações pertinentes de Bingo que era o seu novo destino.

A construção do instituto já havia começado. Suzete estava reformando um espaço no centro e contratando professores com o dinheiro arrecadado. Logo estaria em funcionamento, mas seria uma pena que Kare não pudesse vê-lo pessoalmente. Ainda assim, seu nome ficaria ali eternizado. Haveriam alguns custos futuros para ela, para mantê-lo funcionando, mas era apenas troco de bala se isso lembrasse as pessoas diariamente o quão incrível sua pessoa era.

O quinteto havia se tornado as garotas propaganda do instituto sem que Kare pedisse, estavam fazendo divulgação e ajudariam a treinar as crianças. Aquele também era o orgulho delas, cuidar do legado de sua mestre.

>><<

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptySex 15 Jan 2021, 18:32



"Algumas pessoas realmente não ostentam uma gota de sensatez." Dos muitos ocorridos inusitados que assolaram meu ser durante a estadia em Tuntz Tuntz a falta de bom senso por parte do Sr. Enfaixado merecia destaque. - Por obséquio devore sua língua morra lentamente asfixiado com vossas palavras. - Curvei-me em uma reverência cortês, apelando formalmente para que o cão de guarda cometesse sucididio de forma atormentadora e dolorosa. - Além do mais, eu me sentirei profundamente humilhada sendo treinada pela pessoa que desejo superar. - A descarada perversão nas atitudes do Sr. Enfaixado me causava repúdio, porém o infantil ego era o responsável por tornar inaceitável qualquer chance de aceitá-lo como tutor. - Tenho uma pessoa em mente. - Responderia caso o cão de guarda dissesse que minha pessoa precisaria de alguém para treinar, sem dar maiores detalhes sobre o alvo mente, afinal o Sr. Enfaixado poderia descobrir de qualquer forma.

Treinamento de haki da observação.


De imediato a imagem da Nervosinha veio aos meus pensamentos, porém ao vê-la dormindo estirada na colchão. "Sem chance." Logo percebi o equívoco, ela não teria a rigidez necessária para disciplinar minha pessoa, talvez em outras circunstâncias apimentadas isso seria possível…

Então visitei a pessoa que com certeza adoraria acertar-me gratuitamente. - Seja meu objeto de treino. - Estava sentada no escritório Sr. Capitão em seu navio com os pés cruzados acima da mesa e as costas apoiadas na poltrona do mesmo. Não se fazia necessário minha pessoa lembrá-lo de sua dívida comigo, ou ameaçar tornar-me conhecida por Karelina "Destruidora de Lares" Lawford caso houvesse recusa.

O Sr. Capitão não era pessoa mais indicada para a função, pois o mesmo não dominava por completo a cor da observação então eu recebi muitas explicações teóricas e poucas demonstrações práticas. "É suficiente." O tempo também não era meu aliado, por isso as sessões de treino tinham uma frequência inadequada.

Sendo assim tive de compensar praticando o haki da observação durante os intervalos de pacificidade no dia a dia, vendando os olhos e até mesmo obstruindo os ouvidos, seguindo as instruções do Sr. Capitão, manter-me concentrada para sentir a presença de pessoas e objetos nos arredores, a tarefa estava longe de ser cansativa, no máximo entediante, confesso que notar a presença no ambiente havia sido o feito mais fácil de se realizar, quando a concentração necessária era alcançada minha pessoa tinha uma ampla percepção dos arredores, os transeuntes nas ruas paralelas, às jogs puxando carroças, apesar dessas presenças parecerem emaranhadas uma na outra.

A parte irritante estava em notar as mínimas alterações no ambiente, principalmente considerando a vastidão da área "observada", então optei por focar-me apenas na presença mais próxima, não posso dizer que fui bem sucedida, mas estava longe de ser um completo fracasso, me vi incapaz de detectar o alvo, porém tive uma melhor compreensão da técnica, era possível expandir a área "observada" até certo assim como reduzí-la. Quando dominei o controle da expansão e redução foi natural a percepção de pessoas e alguns animais de médio e grande porte nas proximidades.

Estava longe de ser o mínimo aceitável de minha tão grandiosa pessoa, mas o progresso ocorria, então foquei-me afunilar essa percepção, como se quisesse "perseguir" dessas presenças, a intenção do alvo parecia bem simples atravessar a rua para entrar em algum estabelecimento, eventualmente fui capaz dominar esse foco limitado monitorando uma presença por vez, e de forma gradativa fui ampliando minha observação, 2, 4, 8... presenças "monitoradas" ao mesmo tempo até conseguir manter o foco em cada indivíduo no limite máximo da expansão. "Aquele marido ficará bem triste se souber quantas visitas vossa esposa recebe quando ele deixa a residência." Era o tipo de coisa que se enxergava após tantas "observações". Eventualmente tornou-se natural a percepção dos acontecimentos corriqueiros nas proximidades da residência, Atrevidinha e Nervosinha retornando mal intencionadas, Vick em suas escapolidas noturnas, uma certa bolota felpuda assaltante de uvas na madrugada.

Graças a tais preparativos minha pessoa acreditava poder lidar facilmente com o real treinamento. - Pode começar Sr. Capitão. - Disse aguardando por um golpe, mas ele já havia realizado e seu punho parou a poucos centímetros de meu rosto, então ele me acertou com o dedo, no máximo deixaria uma marca vermelha na bochecha que em poucos minutos desapareceria, mas era terrivelmente irritante falhar assim, após receber outros três golpes com o dedo. - Pausa! - A raiva havia contaminado minha mente, sendo impossível ter qualquer instante de foco.

Tive de inspirar fundo para acalmar-me e assim fazer algum progresso, desviava de três a cinco socos em sequência até o capitão simplesmente parar com o punho próximo de minha face, de início eu somente notava a presença quando os socos estavam prestes a acertar-me, proporcionando esquivas nada glamourosas, mas com o passar do tempo pude sentir o punho cada vez mais distante, até conseguir notar o ataque no mesmo instante que o Sr. Capitão os realizava, assim as esquivas tornaram-se fluidas como se minha pessoa estivesse de olhos abertos, talvez se meu foco fosse totalmente dedicado ao Sr. Capitão o resultado satisfatório teria sido alcançado de maneira mais rápida, porém minha pessoa também tentava detectar a presença de meu fã/espião bisbilhotando as sessões de treino a dezenas de metros.

Algumas anomalias ocorreram durante o cotidiano, por exemplo quando uma carroça atrás de meu ser quebrou e a roda desgovernada veio em minha direção, era um simples objeto sem aura ou intenção, entretanto fui capaz de sentir a ameaça e assim evitar que minhas vestes fossem amassadas, comentei tal ocorrido inusitado com o cão de guarda pois ele tinha maior conhecimento sobre a cor da observação e assim me foi explicado sobre o foresight. Também houveram vezes que minha pessoa estagnou-se no desenvolvimento, e bastante desgostosa tive de conversar sobre o cão de guarda, claro que não pedi ajuda diretamente, culpei o capitão por ser um objeto de treino defeituoso, o Sr. Enfaixado por sua vez comentava a respeito da dificuldade em questão, porém não me dava respostas diretas, permitindo que minha pessoa pudesse encontrá-las após refletir sobre onde estava pecando.

Fim do treino.


Meu corpo se enrijeceu quando secretária subitamente abraçou-me. "Haki ineficaz." A cor da observação não julgava a súbita restrição como ameaça, e de fato não era, segurei por trás dos ombro de Suzete levando a outra mão até o topo de sua cabeça acariciando gentilmente os cabelos entre meus dedos. - Desejo que eventualmente deixe de ser um fardo Suze. - Dizia com carinho, não queria que minha vassala vivesse a acorrentada a instituição, mas sim que o peso em seus ombros fosse transformado num agradável motivo para se viver, a reação de alegria explosiva por parte da secretária cativou um pouco de meu apreço, afinal como minha pessoa poderia desprezar tal juramento de lealdade.

>><<

………. Elas me surpreenderam, precisei de alguns instantes para processar a torrente de informações captadas simultaneamente por meus olhos. - Nada mal, considerando os envolvidos. - Desdenhei um pouquinho da festa, estava longe de uma celebração tão grandiosa quanto as da mansão Lawford, entretanto atmosfera era bastante acalentadora, senti-me muito acolhida naquele pequeno ambiente, tal alegria foi transmitida por meu semblante quando o amável sorriso desenhou-se nos lábios.

- Dispenso. - Recusava-me a discursar. - Quero apenas desfrutar de vossas companhias nessa festa. - Abandonava a formalidade observando todos os presentes na comemoração, mesmo sendo o evento em minha homenagem com a menor quantidade de pessoas que já vivenciei, era também o evento que eu me senti mais querida pelos convidados, não queria ficar presa a regras de etiqueta nesse momento.

- Eu seria muito egoísta se lhe pedisse para esperar-me. - Mantive a Nervosinha protegida ao envolvê-la cuidadosamente no firme abraço. - Aproveite vossa vida mesmo quando eu estiver longe, não feche seu coração para os outros, eles também podem precisar de vosso carinho. - Essa conversa era inevitável, minha pessoa havia pensado muitas vezes em como dizer as palavras certas para a Nervosinha sem magoá-la, no fim, somente permiti que meus sentimentos fossem transformados em palavras. - Marian, você sempre terá um local especial em meu coração. - Os filetes de lágrimas escorriam por minhas bochechas, não tentei escondê-las, permaneci a admirar os olhos apaixonantes da tenente enquanto sorria ao dançar com ela. - Se assim ocorrer ficarei contente em conhecer a sua. - Não posso prever o futuro, e nem mesmo me preocupo com ele, caso minha vida seja destinada a Nervosinha ficarei muito contente, porém se ocorrer de outra forma desejava igual felicidade para ambas.

No fim da festa após minha pessoa ter dançado com todas suas alunas. - Entregue ao Osh por mim. - Oferecia uma garrafa lacrada de saquê ao Sr. Capitão, o sentimentalismo me fez sentir falta do cãozinho não mais alado, gostaria de ter tido a presença dele nessa celebração, mas como seria impossível pedia ao capitão que transmitisse a Osh meus sentimentos afetuosos.

>><<

"Quinteto de desengonçadas…" Rangia os dentes em silêncio enquanto uma veia saltava na testa de minha face abaixadas. - Arrrff… Francamente! - Após a raiva ser aliviada num suspiro restou apenas decepção em minha pessoa. - Se eu soubesse que minhas alunas possuem tão pouca ambição jamais teria aceitado ensiná-las, tão medíocres.... - Apoiava um dedo por vez no polegar encarando as unhas num ar de desdém, pois não desejava encarar a trupe. - Eu não as treinei para viverem o resto de vossas vidas escondidas em minha sombra. - Bufava aborrecida com a voz exibindo meu sincero descontentamento.

Na sequência prostrei as costas da mão acima da cintura. - Vocês precisam conquistar vossas próprias realizações, seguir suas trajetórias, e atingirem um esplendor que nem mesmo eu serei capaz de alcançar. - O tom de desgosto teria desaparecido de minhas palavras, agora tentava fazer as discípulas compreenderem minha visão como mestra, o esforço delas em apoiar o instituto era uma nobre atitude, porém elas deveriam almejar palcos muitos maiores. - Após vocês outros estarão dispostos a manter a fundação, então como minha última ordem, Caroline, Elizabeth, Laiane, Milena e Sulian, vocês cinco estão estritamente proibidas de cortarem vossas asas. - Preocupação, rigidez, carinho, as palavras eram carregadas com diversos sentimentos, no fim eu apenas desejava vê-las vivendo suas vidas livres de obrigações comigo.

O último encontro teria deveras proveitoso, afinal não sei quando as encontrarei novamente, sendo assim faria valer cada instante de suas ardentes companhias.

Para a oficial despedida acredito que poderia encontrar todos reunidos antes de embarcar. - Não se permita superar tão facilmente, ou essas garotas vão roubar vosso título de sucessora. - Dizia a Sophie promovendo-a de Coadjuvante para sucessora.

- E vocês 5, espero receber notícias constantes. - Demonstrava estar bastante apegada a elas. - Porém eu posso acidentalmente atear fogo em quaisquer cartas enviadas, ou recusar todas ligações. - Logo lhes daria um banho de água fria e gelo expondo meu lado antipático. - Então sugiro que façam seus nomes estarem presentes nas capas dos jornais que chegarem a mim. - A frigidez era apenas uma tentativa de camuflar meu desejo pelo sucesso das desengonçadas, nesse momento um discreto sorriso estaria presente no canto da boca.

- A propósito aprendam um pouco sobre ilusionismo e hipnose. - Deixava um último conselho para a coadjuvante e as desengonçadas.

- Rápido… - Caminhei calmamente parando com os braços abaixados ao lado do corpo. - Antes que eu mude de idéia. - Fitaria Alvi parada diante meus olhos entristecidos, a okama tornou-se muito querida para mim, eu não conseguia encontrar palavras para me despedir dela, queria somente agradecê-la por ter cuidado de mim. - Posso escrever para você de vez em quando? - Quando minha pessoa fosse aprisionada pelo abraço esmagador da okama iria cochichar baixinho, revelando meu interesse em manter contato.

"Tuntz Tuntz… Porque se tornou pequena tão rápido? Foram quase dois meses, mas parece bem menos, minha pessoa já não cabe mais em seus palcos, estaria mentindo se dissesse que não desejo passar mais alguns dias aqui, mas estaria apenas prolongando algo necessário, também não guardo qualquer arrependimento, adoraria estar na presente na inauguração da fundação, talvez eu possa combinar uma transmissão ao vivo com Suze… Papai, aos poucos estou encontrando meu caminho de volta." Imersa em tantos pensamentos minha pessoa se recordaria de algo muitíssimo importante quando o primeiro pé fosse colocado no interior do trem. - Eu amo todas vocês. - Dizia enquanto admirava por cima do ombro as pessoas que estavam ali para ver minha partida, a última imagem que teriam de mim em Tuntz Tuntz seria um de meus mais adoráveis sorrisos, com os âmbares brilhantes guardando seus preciosos rostos em minha memória, assim teria embarcado.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptySab 16 Jan 2021, 13:03




- Ohh, a Ojou-chan voltou com a língua afiada. - imediatamente ele descartou as brincadeiras e apenas bebeu em silêncio por alguns instante. - Então? O que a Ojou-chan pretende fazer para resolver o problema? - com problema ele se referia ao incômodo dito por ela sobre ser surpreendida pelas aproximações sorrateiras. - Bom, desejo sorte a Ojou-chan. - com essa despedida ele partiu.

>>Treino Haki Ok. Preguiça, vou narrar não.<<

- Não precisa se preocupar, não será fardo nenhum. - Suzete fazia questão de tranquilizá-la, pois mesmo agora ela não via a oportunidade que Kare estava lhe oferecendo como algo que pesasse na sua vida. - Obrigada por acreditar em mim. Não irei decepcioná-la.

As pessoas ainda seguiam Kare nas ruas. Agora após a declaração da fundação que ela pretendia criar os ânimos a sua pessoa havia se alterado. Haviam ainda olhares tortos para aqueles que se aproximavam delas, mas estes olhares agora estavam equiparados em quantidade com aqueles que se aproximavam amigavelmente de Kare com fotos e pedidos de autógrafos. Era um pouco cansativo, ou seria para pessoas normais sendo assim era impossível determinar se o mesmo ocorria para Kare.

Nesse meio tempo as apresentações retornaram ao teatro Chords, muito parecia ser o mesmo o teatro não havia perdido seu prestígio por qualquer ocorrido. A escola de Bast também funcionava normalmente, mas a fila de pessoas à frente da porta era visivelmente menor para qualquer um que olhasse.

Veio a noite da pequena festa. Certo que não era um baile grandioso como seria de se esperar de sua família, mas, de alguma forma ainda assim era grande. - Eeee, a professora perdendo a oportunidade de ser o centro das atenções?   - Sulian implicou com a negativa de Kare sobre o discurso. - Então se a Senhorita Lawford me permitir. - Elizabeth se levantou, tinha em sua mão um copo de suco de laranja o que trazia horror a face de Poky. - Eu queria propor um brinde… - Ela parecia corar, estava de alguma forma com muita vergonha. - Um brinde a professora que foi dura quando precisamos e amável quando não iríamos suportar, que nos tratou com igualdade e deu tudo de si para que fossemos melhores do que poderíamos ser. - Os outros ergueram seus copos de bebidas variadas e concordaram.   Um brinde.

Alguma hora depois, enquanto dançava com Elizabeth. - Eu… fiz direito? Eu nunca vi ninguém fazendo… Só em algumas peças de rua… Não envergonhei a Senhorita né? - Elizabeth que dançava a uma distância educada tinha o corpo leve e se deixava guiar sem qualquer esforço, seus olhos tremiam um pouquinho.

Enquanto dançavam com Marian e conversavam a tenente desviou o olhar para o lado e um tanto acanhada disse. - E você no meu coração. - Ela parou de dançar abraçando Kare com mais força naquele momento antes de retornar a musica lenta. - Talvez… Você já conheça. - O olhar de Marian seguiu na direção de Laiane que conversava amigavelmente com Sulian.

A festa que começou com o clima leve se concluiu com o mesmo clima. - Acredito que ele já partiu. Disse alguma coisa sobre treinar nas montanhas. Tentei impedi-lo de ir, as feridas nas costas ainda não estavam completamente curadas, mas ele se negou a me ouvir. Mas acho que podemos ficar tranquilos, era ele mesmo e não uma daquelas personalidades exaltadas dele. Acho que ele está determinado a salvá-la. - O capitão se referia a esposa de Osho, irmã dele.

>><<

As quatro alunas encaravam Kare de frente, a dura crítica às atingia, mas mesmo assim suas faces não haviam se alterado. Laiane nas costas de Kare tinha um sorriso divertido, afinal elas já haviam imaginado que algo similar ocorresse. - Hunf. Estamos apenas usando o nome da professora como um degrau para avançarmos para o topo, por favor não seja convencida. Não é como se vossa pessoa fosse inalcançável. - Repleta do mais completo orgulho e desdém soaram as palavras de Sulian. As outras três as suas costas pareciam um pouco tensas, mas o semblante de Sulian portava a mais bela arrogância. Ela estava determinada a não deixar aquela despedida virar um mar de lágrimas, ela não queria ninguém com a maquiagem borrada. Agora com as mãos fechadas apoiada nas ancas e o peito estufado ela olhou diretamente para Kare. - Apenas espere, em menos de um ano seremos mais famosas que você. É claro que se fosse apenas eu o tempo poderia ser menor. - As três atrás em unisom exclamaram seu desagrado. - Sem nós você ia só ficar se agarrando nos cantos escuros e ia esquecer de trabalhar. - Talvez. - Ela mordeu o lábio inferior admitindo que era de fato um tantinho saidinha.

- Então não precisa se preocupar com nós, quando você menos esperar vamos estar lhe olhando de cima. - Kare ouviu a suas costas. - Ela precisava ir tão longe? - Marian cochichava para Laiane que parecia estar achando a situação engraçada. Essas duas afinal haviam aproveitado todo o tempo possível com Kare e se despedido da forma mais quente durante as últimas noites, assim neste momento era quase desnecessário mais palavras. - Pense nisso como um código. - Laiane respondeu para Marian que parecia aflita sobre a possibilidade daquilo virar um desentendimento.


- Ohhh, não vai me dizer que a professora fará um álbum de recortes com as nossas manchetes? - Com os dedos esticados.

Kare as deixou com um último conselho e três passos depois se viu à frente de Alvida, sua postura baixou em um semblante ''subimisso''. Antes mesmo de ter tempo de falar, Kare se viu envolvido pelos braços musculosos de Alvira que a tiraram do chão e começaram a rodopiá-la no ar. - Hnmm, talvez as cartas peguem fogo… - Alvida respondeu as soltá-la no chão, as grandes mãos da Okama começaram a alisar as vestes amarrotadas de Kare. - Pelo que ouvi dizer, algumas cartas tem essa peculiaridade, mas creio que a Querida já sabia.


>><<

Kare seguiu para o trem. Junto dela, a poucos passos atrás, Marian e Laiane lhe deram em simultâneo o último abraço. Não haviam mais muitas palavras que elas pudessem dizer uma para a outra. Todas as coisas importantes já haviam sido tidas. Assim.. - Vamos sentir sua falta. - Quando ligamos é melhor que você atenda. - Ameaçou Laiane. - Se não puder atender tudo bem, mas ligue de vez em quando. Já passamos o numero para a Vick-san. - O trem apitava anunciando que a partida estava próxima, mas as duas pareciam temerosas em largar Kare. - Hnmm, na verdade. A gente pensou em contar depois, mas.. - Nós vamos alugar um lugar para morarmos juntas. - E a cama vai ser grande, então vamos deixar um lugar pra você. - As duas soltaram se afastando de Kare. - Faça uma boa viagem. - Se cuida e volte inteira.

As outras alunas estavam mais atrás, seus semblantes determinados a permanecerem sorridentes foram instantaneamente desmantelados pelas últimas palavras de Kare. Toda a determinação que haviam reunido, fosse Sulian, Marian, Laiane ou mesmo Alvida foi estilhaçada, seus olhos encheram-se de água. - A PROFESSORA TEM QUE VOLTAR, TA OUVINDO? VOCÊ TEM QUE VOLTAR. - Sulian que esforçou-se para manter sua pose indiferente irrompeu em lágrimas sem mais se importar com sua maquiagem.


>><<

As garotas haviam corrido que nem desengonçadas atrás do trem enquanto acenavam para Kare que havia sentado-se junto à janela em sua cabine. Vick já estava lá e parecia ler a enciclopédia sobre bingo que havia comprado. A cabine era simples, mas prestava conforto o suficiente, em cada lado havia uma "poltrona" estofada que também servia de cama. Acima, bagageiros e no centro uma mesa estreita. Numa das pontas uma porta dupla que dava acesso a um corredor comum e na outra uma janela que era possível abrir abrir uma fresta permitindo que o cheiro do oceano invadisse a cabine. - Acredito que chegaremos ao nosso destino pela manhã Senhorita. - Vick se pronunciou após algum tempo, deixando que Kare pudesse ter um momento sozinha. - Pelas informações que aqui vejo, a Senhorita possivelmente irá apreciar a estadia em Bingo. - Vick fechou o livro entregando-o para Kare. - Creio que será impossível cumprir com o pedido de Sapphira. Página oito.

- Aliás, acabamos não tendo tempo então esqueci de comentar anteriormente. A comissão pela apresentação no Chords foi depositado diretamente na conta da Senhorita.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptyDom 17 Jan 2021, 11:25



- Vossa pessoa foi bem intromissiva, simplesmente empurrando sem hesitar, não imaginava que você tivesse um lado tão impetuoso. - Virei o rosto para longe de Elizabeth enquanto estávamos a dançar, cobrindo parcialmente a face tímida com os cabelos, enquanto minha voz envergonhada ecoaria maliciosa, interpretando de forma bem indecente as palavras da loira. - Você deveria ter a confiança para saber a resposta. - Logo a riso abafado iria escapar de meus lábios, não suportando manter a brincadeira por tanto tempo, dispensei elogios a Elizabeth, preferindo encorajá-la a ter mais convicção de suas atitudes. - Mas não exagere, ou se tornará arrogante igual uma certa nobre mimada.- Manteria o volume da voz nítido, permitindo que as pessoas próximas pudessem escutar se estivessem atentas, enquanto direcionava o olhar de julgamento contra Sulian, desaprovando totalmente sua prepotência.

>><<

"Não posso negar que ela sabe se impor, mas..." A petulância de Sulian era minimamente apreciada diante tal situação, novamente lhe dirigi o olhar de julgamento acenando em negação com a cabeça, reprovando por completo sua natureza indecente. Contudo a atitude audaciosa era muito melhor em relação a completa escravatura ao instituto, entretanto iria esconder meu contentamento encarando todas as integrantes do quinteto com olhos rígidos. - Vocês compartilham desse pensamento? - As enfrentei num tom de voz ríspido desejando amedrontar as desengonçadas exibindo  desagrado as palavras ofensivas da loira, testando se as discípulas teriam a coragem para imporem-se quando necessário, e não poderia haver um obstáculo melhor do que minha imagem nesse desafio. Caso o medo faça as outras integrantes do quinteto se acovardarem incapazes de responderem-me. -  Voltem à escola antes de sonharem lecionar. - Ficaria visivelmente desapontada sentindo desgosto por chamá-las de alunas. Porém se as desengonçadas me enfrentarem em unanimidade, teria de apertar cobrir os lábios abafando a risada, abraçando a barriga dolorida de tanto rir, fechando os olhos mantendo a cabeça baixa me divertindo com o afronte. - Agora vocês se parecessem com minhas discípulas. - Deslizava o dedo indicador por baixo do olho entreaberto, enxugando as pequenas lágrimas, elas teriam sido aprovadas no teste.

Sentia toda a coluna estalar, as costas doloridas e os braços juntos do corpo pela força exagerada no aperto da okama, porém não se comparava a aflição de partir. - Sendo assim eu terei de voltar para minha segunda casa e lhe contar pessoalmente. - Mantive o olhar afetuoso conectado ao de Alvi, mesmo sentindo o corpo dolorido o carinho por ela me fazia sorrir. - Você me lembra um pouco a Senhora Stella. - Fechei os olhos intensificando o sorriso repleto de inocência e ingenuidade.

- Acho que vocês não precisam de três Karelinas. - Brincava com a situação, ao mencionar os dois travesseiros que teriam sido presentados a marinheira e ruiva. Eu imaginava que Atrevidinha e Nervosinha pudessem se relacionar casualmente, porém a união estável me surpreendeu positivamente. - Agora vossa pessoa precisa se esforçar em dobro. - Afagava os cabelos da marinheira por cima da testa. - É terrivelmente deselegante deixar uma dama preocupada. - Era impossível ignorar o emprego da Nervosinha além dos riscos trazidos por ele, sendo assim quis certificar-me de que a morena compreendia suas responsabilidades por completo. - Então se dedique para mantê-la segura. - As orbes alaranjadas eram apontadas na direção da ruiva, que além de protegida deveria ser assegurada pela tenente. - E também imagine vossa pessoa sendo recebida por aqueles lábios vermelhinhos e suculentos toda vez que retornar de uma missão. - O sussurro impertinente era apimentado pela lascividade bem próximo ao ouvido da marinheira, porém não tentaria esconder as palavras de Laiane desejando causar reações na marinheira que fazem jus ao apelido, além de claro ser um potente estímulo para a tenente desejar voltar todos os dias em segurança.

Logo em seguida voltei minha atenção a ruiva. - A Nervosinha é aparentemente uma marinheira resiliente e determinada. - Elogiava a morena num tom de voz incerto como se duvidasse das palavras. - Mas ela pode ser bastante nervosa, frágil, tímida, instável, receosa, insegura, maníaca por katanas e nervosa. - É sempre bom enfatizar a principal característica da Nervosinha, desta vez as palavras estavam entonadas com bastante doçura. - Então cuide bem dela, vossa pessoa não desejerá perder o olhar apaixonante que ela exibe quando gosta verdadeiramente de alguém. - Laiane provavelmente não precisava escutar tais palavras, mas, me fazia tão bem dizê-las.

"Agora são duas." Havia uma certa tradição a manter, contudo minha pessoa precisava do dobro de empenho, iria envolvê-las por cima dos ombros quando me abraçaram, mas ao invés de retribuir o gesto minhas mãos seriam subitamente direcionadas as curvas cativantes logo abaixo do quadril, afim de produzir o agradável som das minhas mãos sendo cravadas com generosa força nos bumbum. "Essa é uma sinfonia que nunca me cansarei de ouvir." Devaneava com a situação prazerosa. - Para desejar boa sorte. - E como minha pessoa desejava bastante sorte o tapa teria de fazer jus a intensidade, apalpando-as sem muito pudor enquanto lhes massageava, puxando-as contra meu corpo, para que ficassem nas pontas do pés. A cama grande não poderia ser compartilhada de imediato porém o mesmo não se aplicava as suas bocas, roubando-as em um beijo excessivamente fogoso, permitindo o gesto afetivo pudesse transmitir meus sentimentos melhor do que qualquer discurso, fazendo nossas línguas performarem uma libidinosa coreografia, se porventura as senhoritas precisassem de fôlego iria intensificar o aperto mantendo-as presas no beijo por mais alguns instantes, até a ponta dos lábios inferiores serem chupadas por minha boca como se estivesse me fartando com duas frutas apetitosas. - Esse é meu presente de felicitação para o casal. - Em meio a respiração ardente dizia num tom divertido de luxúria enquanto nossos lábios permaneciam interligados por indecentes filetes de saliva. Assim teria dado as costas caminhando despreocupada.

Ainda faltava uma pessoa para despedir-me mas devido as circunstâncias teria de ser bem discreto, expandindo o haki buscando por uma presença isolada em algum ponto oculto, se encontrasse no canto de meus lábios formaria-se um sorriso satisfeito, com o olhar de soslaio sendo direcionado a presença. "Até algum dia cão de guarda." Apenas a intenção era proferida ao invés de palavras.

"Tão espalhafotosas…" Me divertia com os berros eufóricos das desengoçadas ficando cada gradativamente mais nítidos, até se tornarem distantes com rapidez. "Depois de tanto fervor como poderei negar tal apelo?" Sorria sozinha justificando meu desejo de retornar a Tuntz Tuntz com o clamor das alunas, teria somente conseguido admirá-las ao ser atingida pela demonstração de puro carinho.

Minha pessoa tentava relaxar um pouco durante a viagem, relembrando sua trajetória por Tuntz Tuntz afim de acalmar os ânimos e organizar o alvoroço de sentimentos que preenchia meu ser. - Guarde-a contigo. - Repousei as costas no assento descansando a cabeça no estofado. - Desejo apreciar a surpresa. - Ter prévio conhecimento e planejamento trazia bastante vantagens na vida, mas, ao menos inicialmente queria deixar-me levar pelos sentimentos quando conhecesse Bingo Bingo, talvez seja uma experiência interessante. - Se importa? - Pedia a opinião de Vick, afinal isso implicava que ela precisaria ler toda a enciclopédia e absorver as informações úteis da ilha.

- Tuntz Tuntz foi mais proveitosa do que as expectativas de minha pessoa. - Compartilhava o contentamento com Vick. - Você gostaria de voltar? - Não estava perguntando se ela voltaria para acompanhar-me, mas sim sobre sua vontade egoísta, afinal Vick também havia tirado proveito da ilha e sua população, me interessei em saber o quanto essa satisfação influenciava no julgamento da mulher.

Sem maiores problemas iria simplesmente aproveitar a viagem enquanto Vick provavelmente leria a enciclopédia. - Vamos comer? - Diria quando o vagão restaurante estivesse aberto após algumas horas. Assim faria minha refeição aguardando horário de adormecer.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptyDom 17 Jan 2021, 20:36




- Em..Empurando?? - Ela parou um momento e então percebeu as palavras que usou e com quem usou. - Eu… não, não foi, foi, isso… - A nervosinha tinha uma irmã perdida pelo visto. - A professora é má com essas brincadeiras. - Ela fez um beicinho que logo se desmanchou. - Bom, também é isso que nos faz gostar da professora.

 - Ohh, finalmente resolveu confessar-se? - Sulian que claramente ouvia a indireta de Kare a devolvia com o mesmo olhar soberbo.  - Fora isso não entendo o que a professora pode estar querendo insinuar. … Elizabeth nos braços de Kare não podia deixar de olhar abismada de uma para a outra sem conseguir dizer se elas estavam brincando, ou se aquelas palavras eram sérias. Laiane à frente de Sulian cobria a boca soltando um risinho abafado enquanto os outros presentes pareciam sacudir a cabeça em negação enquanto olhavam para o chão. Ao fundo podia-se jurar ouvir alguém falando: Essa é Kare-sama pra vocês.

>><<

Elizabeth, Caroline e Milena encolheram-se ligeiramente ante o olhar duro de Kare. Elas já haviam conversado entre si, mas elas não tinham uma disposição tão forte quanto a de Sulian. Tremeram por alguns segundos antes de Sulian virar-se para trás esticando a mão para elas. Era apenas um gesto pequeno, mas transmitiu o apoio que elas precisavam. As três levaram as mãos a da loira e seguraram com firmeza. - Sim… Nós vamos superar a professora enquanto apoiamos umas as outras. - Deram um aperto firme nas mãos e com olhos menos trêmulos encararam Kare com a determinação crescendo em seus peitos.

- Creio que assim terá que ser Querida. Quando você voltar terei uma casa ainda melhor para você ficar. - Alvida também desejava o retorno de Kare. - Deve ser uma grande mulher.



- Tem apenas uma de quem precisamos. - A mão direita de Marian pressionou a mão de Kare em seu rosto enquanto de olhos fechados ela empurrava a face contra o toque suave, em silêncio ouvia as palavras que a dançarina tinha a lhe dizer. - Faço das suas palavras as minhas também. Deixar duas senhoritas esperando por muito tempo vai ser duplamente deselegante. Se dedique a ficar segura e imagine que quando você voltar vai ter duas belas bocas lhe esperando. - Todas as palavras de Marian eram ditas com seus olhos fechados enquanto imersa no toque de Kare em seu rosto.

Laiane aguardava sua vez, mas era um pouco diferente do que ela esperava e logo se viu rindo com suavidade conforme Kare descrevia as características de Marian. - EII, isso foi cruel. - Reclamou Marian ao perceber que talvez estivesse sendo zoada. - Essas coisas que tornam ela fofa não é? - Laiane respondia a Kare enquanto lançava um olhar feliz na direção de Marian. Para aquelas que haviam começado como rivais elas haviam progredido a um ponto em que podiam olhar com ternura uma para a outra. - Você também? - Marian queria ficar brava, mas tudo o que fazia era cortar. - Hunf, vocês duas…. - um zumbido emanava dela. - É que… você fica realmente fofa quando tá assim. - implicava a ruiva com ela. - E você fica fofa quando… - Nervosinha estava prestes a apelar quando tanto ela quanto Laiane foram pegar de guarda baixa. Kare aplicou o double slap nas partes traseiras desprotegidas da dupla. Os dois gritos agudos de susto chegaram aos seus ouvidos ao mesmo tempo, o pulinho duplo para frente e assim ambas se encaixam no abraço indecente de Kare ao mesmo tempo. - Você não muda mesmo né? - Marian só pode fazer sorrir ao lembrar-se de todas as despedidas matutinas em que tinha seu traseiro ''espancado'' para dar boa sorte. - Hnm, não sabia dessa. - Funciona mesmo. - Então? - Os olhos de de Laiane brilharam. Slap Slap. - Uma mão de cada lado atingiu a bunda de Kare. - Para dar boa sorte para Kare-sama. - Boa sorte em dobro.

- Uii! - Aii! - Exclamaram quando Kare as puxou pra cima, forçando-as à pontinha dos pés. As mãos delas deslizaram pela bunda de Kare firmando-se cada uma em um lado do quadril da morena, enquanto suas bocas se aproximavam.


Alguns homens por ali assobiaram, outros gritaram baixarias, alguns falaram que queriam participar. Mulheres obviamente chamaram-as de muitos impropérios, mas elas ouviam apenas sua própria música e dançavam com suas bocas o seu próprio ritmo, deixando que Kare as guiasse. Todo o resto não as importava. Suas mãos agarram com força os quadris de Kare, enquanto as outras entraram por baixo da blusa, suas unhas arranhando o abdômen liso da dançarina enquanto cada uma tentava furtar um pouco mais da boca para si. Laiane se afastou deixando que Marian desfrutasse o fim do beijo e logo ambas deram um selinho nas bochechas de Kare. Outro, e outro enquanto iam descendo para o pescoço de Kare, beijos estalados com pequenas chupadas. NHON. - Juntas chegaram na clavícula de Kare, cada uma com uma mão puxando um pouco a gola para expor um pedaço da pele escondida embaixo, ali morderam e sugaram com força antes de soltar e voltar a cobrir com a gola. - Assim se alguma biscate no trêm quiser algo. - Já vai saber que vai ter que dividir. - Sorriam maliciosamente ao se afastar um passo cada agora dando as mãos.


Sentarou não estava ali. Não importava o quanto Kare buscasse com seu Haki, ele simplesmente não era possível de encontrar. Bem, considerando a personalidade daquele homem é bem possível que ele apenas não seja chegado a despedidas.

>><<

- Como desejar Senhorita. - Vick puxava a enciclopédia de volta para si, apenas tinha oferecido-a para Kare para tentar tirar sua Senhorita do estupor melancólico. - Quando precisar de alguma informação, basta me pedir Senhorita.

- Se for do desejo da Senhorita, voltarei com prazer. - Vick parecia não entender completamente as intenções por trás da pergunta, mas caso Kare reclamasse que não era a isso que se referia. - Entendo… Se eu tivesse que escolher um local para ficar, creio que preferiria uma ilha mais fria e com uma quantidade menor de pessoas. Devo confessar que lidar com todas aquelas pessoas o tempo todo perseguindo a Senhorita foi desgastante .



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Haviam algumas pessoas no vagão restaurante. Entre eles havia claramente um sujeito que chamava muito mais atenção que qualquer outro e o motivo era simples. Haviam 3 Pokys com ele… Sim… Sentados sobre a mesa a frente do sujeito haviam três doninhas, todos pareciam ser Machos e estavam vestindo roupinhas, um parecia mais despojado, outro vestia um pequeno terninho social e um deles vestia-se como um samurai. Estranhamente as doninhas pareciam estar sendo ensinadas a fazer ''acrobacias''. Uma piramide? Uma torre? Uma ponte? Certo, as doninhas pareciam fazer alguns truques ao comando do sujeito. Sujeito este que era na verdade um garoto muito jovem vestindo uma jaqueta azul e um boné vermelho, sua pele bastante bronzeada indicava que ele passava muito tempo ao sol.




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Última edição por Furry em Ter 19 Jan 2021, 19:08, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptyTer 19 Jan 2021, 19:04




A lateral do queixo prostrada acima de dois dedos dobrados enquanto minha atenção se perdia na janela observando a paisagem sem de fato admirá-la. "Hunpf! Como se eu precisasse de mais incentivos" Relembrava as palavras ditas pelas diabinhas no momento da partida, não podia deixar de ficar minimamente ofendida com as duas mencionando o fato de minha pessoa precisar se manter segura, claro que algo tão simples ocorreria naturalmente. "Bom… A Nervosinha ficava realmente adorável nos momentos de timidez." Imersa em pensamentos o sorriso travesso ganhou forma em meu semblante. - Tsc! - Puxava a gola da blusa cobrindo as marcas monstruosas causadas pelas diabinhas, sendo parcialmente exibidas no momento de despreocupação.

- Locais frios? - A resposta de Vick deixava-me um tanto pensativa. - Budou seria uma opção. - Era a principal ilha gelada que minha pessoa conhecia, além disso possuía uma prazerosa atmosfera nas regiões melhores frequentadas. - Como é o clima de Bingo Bingo? - Perguntava para descobrir se nosso destino agradaria Vick, e também porque dependendo da resposta eu precisaria comprar novas roupas para adequar-me à ilha.

"Agora são 4!" Admito ter ficado chocada ao ver outras três bolotas felpudas. "Apenas um Poky é necessário para aborrecer-me." Simplesmente iria ignorar o treinador e sua trupe de exibidos, evitando fazer contato para não atrair problemas.

Contudo. "Eles são disciplinados?" Pelo canto dos olhos teria discretamente percebido as doninhas realizando truques seguindo os comandos do treinador. "Interessante… Muito interessante." Apoiava a ponta do polegar abaixo do queixo fitando o trio de bolotas felpudas e seu treinador, então meu olhar seria direcionado a Bartholomew Poky Robberts. - Hoje vossa insolência será rigidamente corrigida. - A risada abafada revelava as intenções malignas de meu ser, com os olhos alaranjados afiando-se friamente contra a doninha.

- Ensine bons modos a esse arruaceiro. - Estaria segurando Poky por trás da pele do pescoço com a ponta de meus dedos, oferecendo a doninha para o treinador para que assim ele possa disciplinar a bolota felpuda por mim.

Aprendizado de perícia: Treinamento.

- Hã!? Por qual motivo vossa pessoa não quer disciplinar esse facínora? - Questionava a imediata recusa do jovem treinador mesmo comigo tendo oferecido pagamento, ainda segurando Poky pela nuca na frente do garoto. Então o rapazote começou a explicar que minha pessoa deveria ser a responsável por disciplinar a bolota felpuda, pois era necessário fortalecer o vínculo entre animal e treinador. - Hmm… Me obedeça ou irei lhe arremessar pela janela do trem. - Após alguns instantes refletindo a respeito das palavras ditas pelo garoto minha pessoa chegava a conclusão de que a maneira mais fácil e rápida para fazer Poky obedecer-me era ameaçá-lo.

- Eeeh! Como assim eu estou errada por tentar assustá-lo? - O jovem treinador tinha a audácia de repreender minha majestosa pessoa por disciplinar a bolota felpuda seguindo o método de maior eficácia, assim o garoto iniciava um longo e tedioso discurso, falando sobre amizade, carinho, proteção, dizendo que deveria haver mútua confiança entre treinador e animal, pois assim ambos iriam crescer como dupla, fortalecendo a união entre minha pessoa e Poky. Na segunda frase eu já estava bocejando cobrindo os lábios com as costas da boca. - Ele fala bastante… - Pensava alto. - Sim, sim ele deveria resumir. - Respondia a Poky que também bocejava entediado usando a pata para cobrir a boca.

Após ver minha sincronia com a doninha arruaceira o jovem treinador dizia que poderia ensinar-me a treinar Poky. - Tudo bem… O que você fez? - Eu não entendia o motivo da súbita mudança de opinião, ainda sonolenta questionei Poky, que parecia tão confuso quanto minha pessoa e somente deu ombros preguiçosamente.

Após o nada inspirador discurso motivacional, o jovem treinador começou a explicar algumas técnicas genéricas para disciplinar e ensinar truques a animais em geral, basicamente consistia em repetição e recompensa, se o animal executasse os comandos perfeitamente ele deveria ser premiado com petiscos, brincadeiras e carícias, bom, eu não tenho uvas comigo, e tão pouco paciência para brincar. - Faça o que eu mando ou lhe deixarei sem comida por dois dias. - Assim fui novamente repreendida, a princípio eu não deveria ser tão severa nas punições, contra minha vontade tive de pensar em castigos mais sutis. - Caso você não obedeça só poderá comer laranja durante uma semana. - Também não foi efetivo, e agora as bolotas felpudas fantasiadas ficavam assustadas junto de Poky.

O jovem treinador desistiu de dar advertências a minha pessoa, e logo começou outro de seus gigantescos discursos. - Tudo bem, tudo bem, eu compreendo. - Na terceira frase eu estendi a palma da mão em frente a face do garoto interrompendo sua fala. - Seja uma bolota felpuda obediente e lhe deixarei comer torta de uva com amoras na sobremesa. - Tal abordagem demonstrou ser mais eficiente pois Poky logo concordou e o jovem treinador parecia contente também.

Agora sem discursos cansativos o rapazote me fazia entender que cada espécie tinha sua peculiaridade, e um ótimo treinador possui a capacidade extrair o máximo potencial de diversos animais, além disso mencionou que mesmo em uma espécie os indivíduos eram diferentes, ostentando personalidades distintas, porém todos são possíveis de se treinar, bastando usar as técnicas disciplinares e métodos de incentivo corretamente.

Após a inusitada aula minha pessoa finalmente podia disciplinar a bolota felpuda, o rapazote se prontificou a acompanhar o treinamento, fornecendo alguns conselhos, apesar de grande parte das palavras terem sido ignoradas, pois se tratavam de outros discursos enfeitados, tornando o treinamento de Poky em uma aula prática, ou algo do gênero.

Apesar do jovem treinador possuir boas intenções minha pessoa não compartilhava  a filosofia bondosa e amável de treino, preferindo optar por abordagens mais rigorosas, ao invés de recompensar Poky continuamente eu preferia enfatizar as repreensões e repetições, quando a doninha rebelde. - Entendo… Então você não deseja abocanhar a torta de uvas com cobertura de cereja além dos pedacinhos suculentos de amoras. - Relembrava a recompensa que a bolota felpuda poderia ganhar caso seguisse minhas instruções, até mesmo comprava a prometida torta apenas para exibir a Poky, deixando-o sentir o inebriante adocicado como forma de incentivá-lo. Minha pessoa teria ensinado a bolota felpuda algumas noções básicas de etiqueta, sobre como se portar à mesa, lavar as patas antes da refeição e limpá-las quando fosse entrar em casa. Naturalmente Poky não era a mais aplicada das doninhas, sendo assim os incentivos seriam mantidos com certa constância, apanhando um pequeno da torta com a ponta dos dedos oferecendo na boca, mas antes que ele pudesse morder eu comeria o pedaço. - Tão gostoso… Se você não se apressar em aprender irei comer toda essa deliciosa torta bem docinha. - Tal abordagem teria estimulado Poky a prosseguir cada vez mais rápido em seu treinamento.

Fim do aprendizado.

- Quanto lhe devo jovem professor de treinadores? - Gostando ou não o garoto havia me ensinado algo, era praticamente automático oferecer o pagamento. - Então o que vossa pessoa faz? - Perguntaria caso o rapazote negasse ser um tutor para outros adestradores, não que minha pessoa estivesse interessada na resposta, apenas me surpreenderia por fugir do imaginado.

Assim iria jantar e como prometido pediria pela torta de uva com amoras caso Poky tenha se comportado adequadamente. A noite então seria encerrada com minha pessoa adormecendo no vagão quarto.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptyQua 20 Jan 2021, 12:24




- A minha terra natal era coberta de gelo. - Explicou Vick brevemente. - Embora minhas recordações desta época já sejam nebulosas. - Embora seja a ilha em que conheci a Senhorita é também um local do qual não guardo boas recordações. - Admitiu Vick. - Mas não é necessário preocupar-se comigo Senhorita, contanto que o local escolhido para residir não seja um deserto eu ficarei bem em estar com a Senhorita. - Parece ser na maior parte do ano primaveril Senhorita. Com as outras estações sendo mais curtas.

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Antes mesmo de pedir comida, algo em seu campo de visão roubou-lhe a atenção. Uma família de Pokys junto a um garoto. Huguinho, Zezinho e Luizinho, Kare viria a descobrir depois de conversar algum tempo com o jovem que eram estes os nomes das doninhas. Poky ainda se debatia no aperto de Kare, nada feliz enquanto resmungava sobre o ultraje do tratamento que estava recebendo.

O jovem, chamado Ash, a olhou com um pouco de desagrado, mas logo percebeu quem era a pessoa a sua frente e tomou o devido cuidado para não ser ele aquele a ser atirado pela janela. - Você quer que ele te respeite e obedeça ou que apenas tenha medo de você? - Contrariado ele teria perguntado. - Se você continuar insistindo isso é mais provável que ele fuja a lhe obedecer. Aqui, veja…. - Ele seguiu o monólogo enquanto demonstrava como ela deveria fazer usando Huguinho.

Poky por sua vez mostrava ampla resistência ao treinamento, tentando na verdade fugir de Kare e atacar a torta a esperar que Kare lhe entregasse. Ele já estava muito "mal criado" para ser fácil corrigir esse comportamento já profundamente enraizado. - Hnm, sempre ouvi que os bichinhos de estimação são parecidos com os donos, mas não achei que pudesse ser a esse ponto. - Distraído a observar ele acabava pensando bastante alto para sua infelicidade. - Não, Nada… Ele só é bem convicto não?

Todavia, entre a convicção de Kare e a de Poky apenas uma poderia ser a mais forte.

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- Que tal uma torta para nós 4? - Huguinho, Zezinho e Luizinho pulavam no ombro dele dando mais peso ao pedido. - Mas não precisa me chamar de professor, afinal não mereço esse título. Ash está bom. …. - Eu sou um treinador, viajo pelo mundo buscando me tornar um Mestre Treinador. - Os olhos dele brilhavam, embora talvez fosse impossível para Kare entender o que havia de tão magnífico no sonho daquele jovem.


>>Inicio da Prenda do Evento<<

Após 150k gastos em refeição, pagos por Vick, o trio pode voltar ao quarto e adormecer. Poky com a barriguinha inchada estava deitado aos pés de Kare, Vick havia estendido uma colcha para sua Senhorita ficar mais confortável. - Boa noite Senhorita. Vi alguns homens jogando cartas no restaurante, irei ver se posso me reunir com eles e reunir algumas informações. - Assim Vick deixava Kare e Poky enquanto seguia novamente ao restaurante.

- POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN POKYUN - O alvoroço no meio da noite despertou Kare. Ao abrir os olhos, assustada devido ao escândalo ela poderia ver ou talvez até mesmo sentir Poky pulando ao chão e correndo desesperadamente atrás de algo. Ao se "forçar" Kare poderia sentir que Poky perseguia um animal, uma cobra. Uma leve ardência, quase inexistente, queimava em seu tornozelo onde ela poderia ver dois minúsculos furinhos.

Vick ainda estava no quarto e Poky corria para o final do vagão, na direção oposta ao restaurante. Enquanto corria ele seguia seu escândalo de modo que muitas pessoas já acordaram e Kare também poderia começar a sentir o desagrado delas. Isso é claro se utilizasse o Haki.

Enquanto observava o próprio tornozelo, a jovem??? Poderia perceber que algum ressecamento se espalhava daquele ponto para o restante, sua pele sedosa estava-se tornando seca e fina, desbotava perdendo a cor sadia enquanto algumas rugas e estrias surgiam subindo por sua perna.

Os gritos de Poky se afastaram mais e mais até que desapareceram no momento em que ele foi para um novo vagão. A paz retornou e Kare, se desejasse, poderia voltar a dormir. Bem… Ao menos por mais cinco minutos.

A porta da sua cabine correu abruptamente e então se fechou. Encostada por dentro a frente da porta uma mulher que vagamente lembrava suas próprias feições. - Finalmente me livrei daquele monstrinho… Agora, onde minha pessoa estava? - A mulher se vira deparando-se com Kare. - OH… Hohoho, Boa noite, não se preocupe com minha pessoa. Estou apenas de passagem, claro, estou roubando sua beleza, mas não precisa se preocupar com isso. Se me dá licença eu vou… - Subindo pelo acento que deveria servir a Vick ela dirigiu-se em direção a janela. - Só vou abrir aqui… e… - Ela começaria a forçar a janela tentando abrir.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptyQui 21 Jan 2021, 03:37




Em um piscar de olhos foram vivenciados alguns dias de puro deleite, a breve patinação no gelo havia atingindo proporções bem intensas, mesmo o corpo não guardando recordações do ocorrido minha memória possuía marcas profundas do evento em questão, alem da encantadora recordação. "Compartilhar pode tornar-se complexo." O sorriso impertenente se fazia presente em meu semblante, comigo mordiscando o canto do lábio inferior recordando de como a usuária da hie hie me fez incendiar. "A Karelina do futuro resolverá." Não ficava antecipando possíveis problemas ou prazeres, há outros afazeres para serem resolvidos no momento.  

As palavras do jovem treinador deixou minha pessoa um tanto pensativa. - Essa bolota felpuda exibida não possui qualquer respeito, se ele me temer isso pode mudar. - Respondia o garoto de forma bem racional e lógica, afinal Poky precisa ser disciplinado, e como métodos afetuosos não funcionam, usar abordagens hostis pode aumentar a eficácia.

Confesso não ter sido capaz de compreender a intenção do jovem treinador pretendia inisituar que Poky se parecia comigo. - Hunpf! Ele se deixou influenciar por Tuntz Tuntz. - Cruzei os braços erguendo o nariz esnobe, só poderia haver um motivo para esse comportamento tão insolente por parte de Poky, ter convivido por quase dois meses na presença de tantos arrogantes exibidos.

Contudo o jovem treinador possuía certa propriedade para tratar do assunto, afinal demonstrava domínio satisfatório ao disciplinar três bolotas felpudas. - Provavelmente essa rebeldia é porque Poky não consegue replicar truques tão complexos. - Abondei a idéia de utilizar o completo terror para disciplinar a doninha, desta vez optando por desdenhar de Poky ferindo seu orgulho de doninha exibida, e assim motivá-lo a provar que me equivoquei.

-...- Arqueei uma sobrancelha confusa ao escutar o objetivo do jovem treinador, pois não era algo escutado frequentemente, na verdade havia sido a primeira vez que minha pessoa ouvia falar de tal sonho. - Certo, lhe desejo sucesso em vossa jornada. - Dizia formalmente, ainda tentando entender o motivo de tanta excitação por parte do jovem treinador.

Com o término do treinamento minha pessoa deixaria Poky sentar-se em meu colo, enquanto a doninha receberia alguns pedaços torta entregues diretamente em sua boca com meus dedos tão delicados e amáveis, talvez eu oferecesse diversos pedaços num curto intervalo de tempo apenas para vê-lo com as bochechas estufadas enquanto alguns risos abafados escapariam, mas após as travessuras iria afagar a pele atrás de suas orelhinhas com a pontinha das unhas. - Não me olhe assim, para uma bolota felpuda exibida, você é minimamente adorável. - Me justificaria tentando prender o riso caso Poky ficasse aborrecido com a brincadeira.

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"Estava muito bom para ser verídico…" O bom comportamento da doninha durava tão pouco quanto meu adormecer, agora além de roubar meus holofotes a bolota felpuda fazia um estardalhaço no meio da noite, e todo esse escândalo por causa de algum bicho insignificante. - Não ouse trazer nenhuma ratazana. - Alertei a doninha que dificilmente escutaria com o mal humor estampado na feição. "Eu estava tendo um ótimo sonho…" Novamente me aconchegaria no vagão utilizando a colcha para cobrir o corpo, especialmente o tornozelo que havia sido picado por algum mosquito ou algo do gênero, desejando retornar ao meu doce sonho com diabinhas e seus rabinhos felpudos.

- ………… - Meus olhos simplesmente acompanharam a mundana sem uma gota de bom senso invadindo o vagão, não durava nem 5 minutos e minha pessoa havia sido novamente acordada. Como a mundana simplesmente me ignorou, eu faria questão de lhe ensinar boas maneiras, quando ela terminasse de abrir a janela sua bochecha teria o prazer de receber toda a gentileza que a sola de meu pé é capaz de fornecer. - Eu avisei para ele não trazer ratazanas… - Resmungava aborrecida fitando amargamente na direção dos berros que agora não eram mais escutados.

- Francamente como é possível a existência de um ser tão insensato, jamais ouse acordar-me novamente. - Minha atenção era direcionada contra a mulher, comigo prostrando as costas da mão na cintura ao repreendê-la pela inexistência de finesse. - A propósito, chamo-me Karelina Lawford, por acaso vossa pessoa tem algo a tratar comigo? - Ao contrário de certas invasoras deselegantes minha tão nobre pessoa não conseguia abdicar da etiqueta. - Na verdade, não me interessa, quem é você ou o que deseja, se tem algo para falar contate-me amanhã. - Simplesmente abanei o ar em completo descaso, pois encontro-me profundamente irritada e ranzinza devido ao súbito despertar.

Com toda a naturalidade do mundo minha pessoa iria aninhar-se no vagão repousando a cabeça no estofado macio. - Ah! Antes que eu me esqueça. - Quando estivesse confortavelmente coberta iria erguer o rosto na direção da mulher, como se desejasse realizar um comunicado de extrema importância. - Tente utilizar shampoo antipulgas, ser mordida por suas pragas é irritante. - Assumia que a ardência no tornozelo havia sido causada pelos paeasitas carregados pela mulher, assim voltaria a repousar a cabeça.

Se por algum motivo inimaginável a mundana em questão começar a dar chilique.  - Tsc… Estão dispostos arruinar meu humor… - Lamentei-me ao vento pois minha pessoa tão amoroaa pessoa apenas desejava adormecer tranquilamente. - Pois bem, se deseja tanto minha atenção não terei a displicência de ignorá-la. - Desejando rapidamente interromper o surto da mulher iria golpear novamente seu rosto, desta vez utilizando o calcanhar em um chute alto com rotação, desejando arremessá-la pela janela. Se assim ocorrer eu dedicaria mais tempo em satisfazê-la com minha presença, saltando janela afora antes que a mulher pudesse cair no oceano, fazendo valer a utilidade do geppou para manobrar gentilmente a mundana com chutes precisos e assim fazê-la despencar em cima do trem. - Vossa pessoa implorou por essa audiência, não espere um encerramento breve. - Cruzaria os braço abaixo do busto encarando-a de cima, deixando minhas intenções sádicas bem nítidas, afinal ela precisa sofrer adequdamente por causar-me tanto amargor.


Churrasqueta natalina.:
 
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptyQui 21 Jan 2021, 13:00




- Não, não. Não é bom que seus amigos tenham medo de você. Isso não é amizade de verdade. - O jovem treinador sofria certamente nas mãos macias e malignas de Kare. Persuadi-la não era a mais fácil das tarefas, mas pouco a pouco as coisas começavam a seguir no rumo certo. - Eles são doninhas espertas, com o estímulo certo aprendem quase qualquer coisa. - por algum motivo Poky estufava o peito enquanto olhava para Kare como se esperasse ser elogiado.

Durante o jantar os modos de Poky se mostram melhores…. O que talvez nessa situação não fosse do completo agrado de Kare. Após encher a boca com algum pedaço da torta ele iria primeiro terminar de mastigar e engolir antes de abocanhar um novo pedaço. Mesmo que Kare o estivesse oferecendo. Certo… encher a boca também não era a maneira correta e educada, Poky estava se esforçando para agradar Kare.


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- BEEEGHHHH. - um som nada glamouroso saiu da invasora quando o pé descalço, macio, cheiroso, delicado, sedoso, de forma perfeita, atingiu o rosto da mesma prensando-o contra o vidro. Longe dali, em uma casa escura cheia de bonecas um certo sujeito sentiu um arrepio percorrer todo o seu corpo. Seus olhos penumbrosos voltaram-se na direção precisa mesmo que centenas de km os separassem. Ele desejava apenas uma coisa - estar no lugar daquela mulher.

- Ummuu Ummuuu, o que pensa que está fazendo com minha digníssima pessoa? - Kare todavia a ignorava, ainda sentada manteve sua perna esticada pressionando com a ponta dos dedos o rosto da tratante contra o vidro enquanto se apresentava. - Ammuu, certo. Eu sou Lâmia. Só estou de passagem, vim roubar sua beleza, mas então aquela doninha diabólica me perseguiu então em despista-la acabei voltando aqui, mas não se preocupem comigo, já estou de saída… é só você tirar o pé que eu vou abrir aqui a janela. - ela apontava para a janela, devido o lado de fora estar completamente escuro e pela luz que vinha do corredor o vidro acabou agindo como um espelho no qual Kare poder-se-ia ver refletida, ou ao menos enxergar a coisa que imitava seus movimentos, pois aquela claramente não poderia ser ela, poderia?

Uma figura que lembrava as velhas bruxas corcundas e enrugadas de certas peças teatrais. Faltava apenas a verruga gigante e o nariz adunco. Ainda havia cabelo, mas já existiam buracos em sua cabeça onde se via apenas o couro cabeludo.


Os efeitos de acordar no meio de várias madrugadas estavam aparecendo? Ou será que as afirmações malucas da mulher eram verdadeiras?


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- O QUE VOCÊ PENSA QUE TÁ FAZENDO? - A mulher misteriosa que rolou no teto do trem impulsionou-se se pondo em pé enquanto deslizava tentando parar, sua postura parecia com a de um animal com os cabelos caindo em frente a face, seu olho brilhava em vermelho observando Kare por entre a franja. - Sair chutando as pessoas assim? O que você é, um monstro? Não te ensinaram bons modos? - ela se pôs em pé e retirou um caco de vidro que estava cravado no ombro.

Saltando no ar mais duas vezes, Kare chegou ao telhado. Três vagões atrás daquele no qual estava alocada. O vento forte açoitava sua pele, repleto de gotículas de água. Seus pés descalços sentiam perfeitamente a vibração do trem abaixo, o teto metálico estava gelado. Seus cabelos foram agora complemento arrancados pelo vento, caso contrário estariam sacudindo a frente do rosto devido ao vento.

A luz era parca, apenas o luar e as estrelas, no entanto aquela não era um lua cheia. A distância em que estavam, 6m, não permitia Kare ser capaz de absorver todos os contornos da mulher, mas mesmo assim ela conseguia notar que algo parecia mover-se por sob a pele da mesma. - Porque não de comporta apenas? Você vai poder continuar a viver! - ela tinha a cabeça inclinada de lado ao dizer, sua voz estava mudando também, tornando-se mais harmônica conforme o tempo passava, suas mãos no entanto assumiram uma pose de garras ao lado da cintura.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 5 EmptySex 22 Jan 2021, 05:09



Era impossível negligenciar a imagem exibida, mal podia acreditar no que estava a ser observado, estreitei o cenho enquanto aproximava o rosto ao mesmo tempo que pressionaria a mundana contra o vidro. - Não, não, não, está totalmente fora de harmonia. - Ficava indignada com o reflexo. - Meus olhos estão perfeitos como de praste, não que seja um problema, mas. - Voltei minha atenção à mulher agora esfregando o pé de forma semicircular em sua face. - O quão imprestável vossa pessoa consegue ser? Nem sequer é capaz de sabotar-me adequadamente, como ousa esquecer-se de meus olhos? Vergonhoso. - Empurraria o rosto da mundana utilizando o calcanhar punindo-a por seu descuido, de alguma forma ela conseguia enganar minha visão ao fazer-me enxergar o reflexo deprimente, porém faltava dedicação.

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- Hã!? - As atitudes contraditórias por parte da mulher misteriosa deixavam-me um tanto confusas, mantendo a superioridade em meu olhar inclinei o rosto lateralmente para a esquerda tentando entendê-la, enquanto inflei a bochecha direita. - Primeiro ofende minha gentileza, e agora está implorando clemência. - Cruzei os braços fitando-a num ar de decepção. - Além de insensata vossa pessoa não retém qualquer dignidade, que desapontador… - O suspiro pesado fluiu de pulmões enquanto fechava os olhos acenando em negação, sentindo-me muitíssimo entristecida por aquela mulher deprimente.

Se porventura a mulher tentasse fugir ou atacar-me durante o diálogo eu iria erguer uma sobrancelha menosprezando-a com o olhar. - Quanta hipocrisia. - Desabafava ao testemunhá-la agindo totalmente sem classe. Em ambas as hipóteses minha pessoa aproximar-se-ia da vítima chutando-a no tornozelo do pé de apoio, na sequência a outra perna iria golpear seu abdômen, na intenção de interromper a movimentação da mesma.

- Vossa pessoa cometeu o terrível sacrilégio de  interromper meu sono duas vezes, não pense que irá fugir da penitência. - Demonstrava toda a compreensão de meu amável ser ao explicar a pecadora o motivo de meu aborrecimento. - Resista! Seja fugindo ou revidando, quero me divertir fazendo vossa pessoa esforçar-se inutilmente ao máximo, apenas para contemplar o desespero corroendo-a após fracassos contínuos. - Ordenava para que a mulher tivesse ao menos a decência de entreter-me um pouco, normalmente minha pessoa não fica tão excitada com decepções mundanas, porém desta vez se trata de uma exceção, ela precisava sentir no corpo a culpa de arruinar meu humor, comigo tendo de abafar a gargalhada perversa pois caso contrário iria atrair a atenção de espectadores indesejados.

Então aguardaria por reações abruptas da mulher para poder preenchê-la com dezenas de chutes, certificando-me de não deixá-la cair do trem, toda vez que o possível impacto dos golpes a fizessem aproximar-se das bordas do vagão eu chutaria sua face com o calcanhar para poder empurrá-la de volta ao centro, caso os golpes a fizessem cair minha pessoa muitíssimo paciente aguardar-ia a mundana levantar-se até que fique em condições de revidar, e assim penitência seria continuada.

- Devo confessar que vossa pessoa é muitíssimo engraçada, se não houvesse me aborrecido tanto lhe aceitaria como bobo da corte. - Após ter extravasado parte da raiva as palavras seriam ditas após um suspiro despreocupado, comigo sentindo o corpo mais leve após ter praticado alguns chutes contra a mundana. - Roubar minha aparência? Pfff! Foi um truque formidável, mas não há qualquer chance de minha divina perfeição ser arruinada, provavelmente nem mesmo eu seria capaz de estilhaçar tamanho resplendor. - Não fui capaz de conter a risada genuinamente divertida após  ter escutado tantas piadas, encontrava-me em um dilema deveras complicado, minha pessoa seria capaz de sobrepujar sua majestosa beleza? Talvez este seja um fardo que carregarei por todo o sempre. - Mas não a culpo por tentar ludibriar-me, minha pessoa sempre foi cercada pela inveja mundana. - Demonstrava toda a compreensão ostentada por minha digníssima pessoa ao consolar a mulher que desejava o impossível. - Mas não deixa de ser um truque irritante, e mesmo que haja veracidade em vossas palavras eu poderia perfeitamente continuar a viver, afinal uma pessoa tão grandiosa não precisa de um belo reflexo, entretanto vossa pessoa perdeu esse privilégio. - Toda a alegria se dissiparia comigo afiando o olhar frígido contra a mulher, aguardando por mais reações hostis pois assim poderei entreter-me um pouco mais.

Como a mundana poderia aparentar maior dificuldade em manter-se pé eu tomaria cuidado para não deixá-la cair muito rápido, chutando as laterais de suas pernas, tronco e rosto, alternando as extremidades, vez ou outra iria ultrapassá-la acertando-a com o calcanhar nas costas quando ela perdesse o equilíbrio para trás.

Na possibilidade da mundana sentir-se bastante oprimida por ser meu brinquedo de espancamento e tente gritar por ajuda. - Mas que vad... - Antes de concluir a fala avançaria contra a mulher girando ao redor dos pés quando lhe alcançasse, a fim de acertá-la abaixo do queixo com um chute ascendente usando o calcanhar, em seguida saltaria de encontro mulher girando velozmente em piruetas laterais, acertando-a na ponta do nariz com o peito do pé. - Tente berrar novamente e acredite, ficarei muitíssimo contente em garantir que vossa pessoa jamais seja capaz de falar. - Dizia com bastante calma em minha voz gélida, encarando-a com os olhos alaranjados transmitindo nada além de pura hostilidade.


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Perdas e Ganhos:
 
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Objetivos:
 

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Última edição por Licia em Sex 22 Jan 2021, 12:54, editado 1 vez(es)
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