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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 7 ~ Falência Premeditada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptyTer 15 Dez - 15:53

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 7 ~ Falência Premeditada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptySeg 11 Jan - 19:16



"Então… Você admite a derrota." Observava o público de soslaio um tanto intrigada pela atitude do bardo, ao meu olhar o trunfo utilizado por ele nada mais era do que uma demonstração de quão desesperado o santo estava para adquirir a simbólica vitória com a platéia.

- Ara ara… - Lacei a cintura logo abaixo do busto com um braço enquanto apoiava o cotovelo livre acima do punho. - Irá perder a oportunidade de contemplar-me ajoelhada reconhecendo vossa magnífica vitória? Ou talvez haja outro motivo para o santo de Tuntz Tuntz não honrar sua palavra? - Provocaria alto o suficiente para o público escutar num tom despreocupado enquanto o ruivo abandonava o palco após ter se declarado o vencedor de nossa disputa, porém minha tão amável pessoa gentilmente o lembrava de uma certa aposta que nos impedia de simplesmente virar as costas aos espectadores. Bom, o santo estaria livre para sair de qualquer maneira, porém haveria o risco de manchar a integridade de sua honra.

"Se tivesse me escutado e não agisse com tanto convencimento..." Suspirei desapontada deixando os ombros caírem pois anteriormente eu já havia informado ao ruivo que assim como qualquer outra pessoa ele estava abaixo de mim, e somente era questão de tempo para o restante da ilha perceber.

Nessa situação o caminho mais fácil que eu consegui imaginar era voltar a cantar e assim poder quebrar o terror imposto pelo santo contra seus fiéis, fazendo-os se esquecerem momentaneamente da ameaça, mas… Não seria o suficiente para me satisfazer, eu desejo fazer o ruivo saborear o amargo gosto da absoluta derrota, e tal prazer não me seria concedido caso eu simplesmente voltasse a apresentar sem que o mesmo pudesse se defender.

Entretanto eu não poderia descredibilizar o bardo, ele havia conseguido enevoar os olhos dos fiéis impedindo-os de enxergar a nítida realidade, bom, não é um grande problema, e sim apenas outro ínfimo aborrecimento que minha pessoa gostaria de poder evitar. - Se vossa pessoa for capaz de me responder uma pergunta irei admitir que fui derrotada. - Com toda a naturalidade e desinteresse do mundo eu fazia uma proposta absurda ao outro competidor, porém apesar de ser uma aposta extrema eu possuo a total certeza de que o santo não será capaz de responder, portanto não haveria qualquer motivo para ficar preocupada. Ao mesmo tempo que o peso do acordo seria generoso o suficiente para cativar a atenção do ruivo, antes de receber uma resposta prosseguiria com a pergunta. - Qual a maior diferença entre nós e qualquer outro artista em Tuntz Tuntz nesse momento? - A polêmica pergunta era feita na mesma tonalidade apática.

Se por um acaso do destino o ruivo acertasse a resposta eu pediria por uma detalhada explicação, que seria atentamente escutada comigo buscando por brechas em suas palavras e assim usá-las contra o mesmo.

Seguindo com o planejado muito provavelmente o Sr. Santo não conseguiria, até mesmo porque é uma pergunta completamente pessoal, minha pessoa também não iria esperar por tanto tempo, apenas aguardando alguns segundos para que a dúvida e interesse pudessem ser plantados nas mentes dos fãs, na sequência meu dedo indicador seria apontado na direção da platéia. - Eles. - Dizendo agora com mais convicção tanto na postura quanto na voz, abaixava a mão antes de prosseguir. - Não é exagero dizer que agora somos as pessoas mais importantes da ilha, afinal todos estão com seus olhos presos a mim e a você. - Dizia em plena confiança. - Mas tal prestígio só nos é concedido por causa de cada uma das pessoas que assistiram o dueto. - Através do canto de meus olhos observava a vasta multidão com um certo apreço. - Qual seria a importância de talento, habilidade, esforço e até mesmo o nosso embate se não houvesse ninguém para contemplar? - Era uma pergunta retórica com a principal intenção de fazer o público tirar suas próprias conclusões.

Inspirei profundamente erguendo a face plena então caminharia até o centro do palco com a coluna perfeitamente ereta e os ombros abertos. - Qual outro desfecho um rei que ergue sua espada contra os súditos teria além da solitária miséria? - Faria minha voz ser escutada num tom melodioso de poesia utilizando a performance do Sr. Santo ao meu favor. - Mesmo uma divindade aprecia de seus fiéis, então por qual motivo castigar os adoradores tão preciosos? - Aparentando apreensão minha voz aflita ecoaria, questionando a injusta punição. Nesse trecho haveria uma opinião bastante pessoal, afinal a idolatria dos fãs é muitíssimo agradável, e se alguma divindade contestar ficarei muito feliz em provar que estou certa.

Encerrando a romantização dos fatos. - Mesmo porque se o suposto Deus não desejasse minha presença neste teatro o mesmo teria se encarregado de impedir. - Errr…. É mais forte do que eu, não pude conter meu nariz sendo arrebitado e o irritante tom de voz esnobe enquanto daria de ombros esbanjando arrogância. Tal atitude poderia irritar os mais fanáticos por minha pessoa estar desmerecendo a religião, mas também poderia os induzir a seguir minha linha de raciocínio, pois se Ichos quisesse teria intervindo. Caso ele exista com toda a certeza está contemplando-me de camarote.

Assim como a composição de uma música tem suas variações de intensidade, o mesmo poderia ser dito do discurso feito por mim, que fora iniciado com sutileza progredindo para alguns picos de tensão, e agora seria a vez do impactante refrão. - Quanto a você. - O amável semblante soberbo estampado em minha face daria lugar a uma expressão rígida, com o par de orbes laranjas fixados vorazmente contra o ruivo. - Não se confunda com Deus. - Lhe retribuía as pesadas palavras que foram despejadas em cima da platéia num tom opressor.

O confronto deixaria de ser apenas verbal quando minha pessoa avançasse caminhando com imponência na direção do santo desafiando tudo que o mesmo representa. - Essa apresentação nada tem haver com deuses ou qualquer misticismo, é um confronto direto entre dois artistas, então não perca seu tempo tentando influenciar os fãs com vossa autoridade. - Não somente confrontaria o ruivo como também o acusava de agir com egoísmo em sua tentativa de amedrontar o público.

Minha pessoa não possui o menor interesse em subjulgar uma divindade fictícia por tal razão o foco seria direcionado para onde deveria ter estado durante todo o tempo, no duelo entre dois músicos. - Sendo assim porque vossas pessoas não dizem o nome do artista que irá lhes agraciar com outra canção? - O semblante hostil teria sido desfeito no momento que minha pessoa retornava sua atenção à platéia, a doçura presente na voz iria acariciar-lhes os ouvidos enquanto um gentil sorriso adornaria minha face angelical.

"Eu acho que vou vomitar…" Agir com tanta fofura usando palavras floridas era irritante o suficiente para me causar náuseas, entretanto tal sofrimento se fazia necessário pois um certo ruivo pirracento quis trapacear, mesmo com minha pessoa tendo sido bastante sincera, enfatizando inúmeras vezes sua mediocridade quando comparado a mim. O longo e cansativo monólogo teria objetivos bem simples, devolver o poder de escolha para o público fazendo-os entender sua importância no dueto, além de livrá-los do medo e assim poderem decidir com sinceridade.

"Eu deveria ter optado pelo fácil…"A partir deste ponto minha pessoa perdia completamente o controle sobre a situação, ao contrário do que teria acontecido se caso eu tentasse convencer a platéia com outra música, isso era motivo o suficiente para deixar-me ansiosa. "Mas…" Esse suspense, a insegurança, de alguma forma era tão excitante. "Se fosse de outra forma como eu poderia deleitar-me com o desespero dele?" A respiração pesada parecia apertar-me o peito, a possibilidade de admirar o ruivo completamente desiludido por sua derrota me estimulava a prosseguir, mesmo podendo perder tudo eu não conseguia parar, pois a recompensa despertava minha ganância. "Porque…? Eu que sempre soube lidar com qualquer obstáculo me sinto tão viva por não ser capaz de prever o clímax." Mordiscava a ponta do lábio inferior contendo o sorriso que relutava em ganhar forma.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptySeg 11 Jan - 20:22




Bast parou. - Se você faz tanta questão assim de humilhar-se. - Após ter feito o que fez ele tinha a certeza que o público não atrever-se-ia a aplaudir mais uma vez aquela mulher. Seu olhar não parecia simpático e era uma carranca estranha aos fiéis. A voz de Bast também havia se propagado assim como a de Kare, mais uma vez parecia atuar como um recado para aqueles que os ouviam.

Bast que se aproximou mais uma vez do centro do palco ouviu a ''demanda'' de Kare. - Eu não preciso responder nada para isso. - Bast afirmava que Kare perderia mesmo sem qualquer resposta, então não havia qualquer motivo para ele se sujeitar. Kare porém não se importava com a opinião do Santo e sua voz continua a reverberar pelo teatro carregando suas palavras em voz doce e harmoniosa ao público temeroso e desolado.

A pergunta de Kare tornou-se retórica ao ser proferida, Bast não tinha intenções de lhe dar qualquer satisfação. Todavia aquela era uma pergunta que erguia sobrancelhas das mais diversas pessoas. É claro que as palavras de Kare continuavam sendo transmitidas, não só dentro como fora do teatro, mesmo que as pessoas do lado de fora estivessem um pouco menos amuadas que as de dentro.

Sabendo que não haveria resposta ela prosseguiu sem praticamente nenhuma interrupção. - Eles? - Bast acabou soando meio idiota, mas talvez fosse o esperado já que a resposta inicial de Kare nada respondia.

Tínhamos mais uma vez a volta da Humilde Kare em seu discurso inspiracional… Certo… As pessoas mais próximas a Kare estavam nesse momento sentindo fortes arrepios em seus corpos enquanto olhavam para o alto esperando que o teto do teatro fosse arrancado por um poderoso furacão no meio de uma tempestade repleta de trovões… Bem… Ao menos Vick estava olhando para o alto desconfiada disso, enquanto Poky a acompanhava tentando descobrir o que sua ''escrava'' estava procurando.

Bast olhou para Kare, neste momento, como se ela fosse uma doida. Sua cara claramente dizia: "O que essa doida está dizendo? "Sim, por mais inesperado que fosse Kare estava atribuindo sua posição aos fãs. Certo… Isso não foi apenas surpreendente para Bast, mas sim para todos que estavam a ouvi-la. Pessoas olharam de uma para outra, era uma atitude que nem em seus sonhos mais doidos teriam esperado ver. Bem… Vick continuava a olhar para o teto preocupada.

Ela seguiu e Bast bufou em escárnio. - Os outros artistas também têm a oportunidade de se apresentar aqui, isso não os torna melhores. - Bast sem perceber deixou-se levar e desdenhou. Kare tão pouco nesse momento importava-se com sua opinião e agia como se ali sozinha estivesse. - Para aqueles que seguem os ensinamentos não há castigo. - Bast reafirmou sua opinião e posição. Aqueles que fossem bons cordeirinhos e seguissem o que lhes fosse doutrinado não seriam punidos. - Para aqueles que seguem os ensinamentos o Éden os aguarda. - Sim… A promessa do paraíso após a morte, a felicidade na vida eterna. Todavia não poder-se-ia dizer que as palavras de Kare não mexiam com os sentimentos, não geram dúvidas ou criavam insatisfação com este deus tão pouco tolerante.

As palavras seguintes soaram como Blasfêmia. Ouve um burburinho de desagrado por aqueles que ouviam. Mesmo que eles pudessem achar que a punição, assim como pregado por Kare, fosse injusta, eles ainda acreditavam do fundo dos seus corações na existência de Ichos, e não queriam ouvir palavras de uma descrente menosprezando sua fé. Todavia era algo que Kare estava preparado para aguentar, pois de toda forma seria impossível agradar a todos e ela ao menos seguia verdadeira consigo mesma.

Houveram exclamações de protesto e inclusive algumas vaias do público neste momento. - Não há porque o Nobre Ichos se mover por um peixe pequeno como você. - Foram as palavras de desprezo de Bast.

Passos duros levaram Kare a abruptamente se aproximar de Bast. Involuntariamente, devido à pressão do olhar, ele recuou um passo para manter-se em uma distância confortável. Kare clamou algo que ia ao completo oposto de tudo aquilo que a mídia havia puxado durante todo este tempo. Um duelo entre o bem e o mal? O apóstolo de deus contra a Sucubus infernal? O puro Bast contra a diabólica Kare? Era tudo besteira, ao menos assim foi seu clamor. Ali não passavam de dois simples artistas enfrentando-se diretamente Não havia anjos, deuses, diabos ou demônios, eram apenas eles e o público.

Aquele havia sido o momento em que as coisas pareciam ter-se invertido, o momento em que deuses anunciam um terrível julgamento enquanto demônios estendem a mão da proteção. Era um sorriso brilhante que Kare lhes dava. Seu cabelo traçou um amplo arco quando girou rapidamente nos calcanhares caindo em cascata a suas costas no momento seguinte. Não seriam os deuses a escolher, aquilo nada tinha haver com eles, a única coisa que importava era o público, este havia sido seu recado.

Uma luz… Foi o que pareceu. Aquele sorriso era como uma luz brilhante que estendia-se para eles propondo leveza, propondo diversão, propondo uma vida melhor. Não havia peso, não havia críticas, era um convite para a diversão. Claro, não era assim que parecia a todos.

Bem… Naquele momento tudo o que a jovem havia passado e desenvolvido durante sua jornada havia sido mostrado, obviamente que isso parecia dar um nó em suas tripas… Sim, não se enganem, pois a mulher naquele palco é realmente a encarnação do pecado, a voz doce e sedutora, o corpo magnífico e as palavras gentis, todos estes compunham um doce convite ao pecado. Ainda assim, não parecia ruim, diferente de Bast que buscava pecar e se divertir sozinho Kare convidava a todos para desfrutar deste mundo cheio de tentações com ela. Era realmente assim tão ruim? Haveria um terrível preço a ser pago?

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- VOCÊS TODOS QUEIMARAM NAS CHAMAS DO INFERNO. - As palavras todavia não alcançaram a todos. Aplausos toldaram o grito de Bast. Haviam vaias a Kare, mas estas também foram ofuscadas pelo grito da maioria.

Infelizmente para Kare a satisfação talvez não fosse poder ser completa, mas o rosto vermelho irritado de Bast teria de servir-lhe de consolo. Um giro sobre os calcanhares foi a última coisa que ela viu quando o ruivo jogou sua capa inflada para trás antes de quase fugir dali. Ele não iria ajoelhar-se, mas as pessoas não se importaram, pois não era isso que elas estavam esperando assistir.O clamor aumentou, não se sabe quem começou, mas em algum momento a repetição do nome de Kare espalhou-se.

Algumas pessoas deixaram o teatro assim como o exemplo de Bast, mas no fim Kare ainda poderia olhar para uma casa com ao menos 60% ou mais do público presente e embora não fosse possível a ela saber quase 80% havia permanecido do lado de fora… Bem, isso desconsiderando os maridos arrastados para casa por suas esposas.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptyTer 12 Jan - 11:06



Os cabelos negros escondiam parte de minha face abaixada, meus ombros subiam e desciam de forma compulsiva quem estivesse a observar não saberia dizer o motivo, talvez uma risada abafada, ou um choro de alegria, o emaranho de sentimentos tempestuavam meu íntimo, alegria, excitação, euforia, satsifação, entusiasmo, cada sensação potencializava a outra, e eu nada conseguia fazer além de vivenciar a torrente de prazeres que me aflingia. "Tão ingênuos." Os principais culpados estavam a me aplaudir, gritar meu nome, bastou que eu dissesse algumas palavras embelezadas e eles de bom grado dançavam meu ritmo. "Eu realmente gosto disso!" A face da perversão ganhava forma no largo sorriso sádico desenhado nos lábios, manipular toda a população se provou bastante prazeroso.

Contudo, havia algo que fugia da ordem, um detalhe simples de ignorar. "Será horrível." Um de meus olhos se revelou por trás da franja obscura, seu resplendor hostil  traria consigo a pura crueldade. "Muito horrível." Ao contrário de minha explosão furiosa contra a coadjuvante, agora eu tinha plena ciência de que minha atitude seguinte teria uma nociva e repudiosa repercussão. "Jamais faça um pacto que não pode pagar." O peso do acordo seria sentido em sua pele. "Você mereceu." Minha pessoa não iria privar-se de tamanho prazer por causa de alguns comentários desgostosos.

Enquanto o ruivo estivesse a se afastar meu olhar seria fixado durante poucos segundos no horizonte, contemplando a doce visão prestes a tornar-se realidade. Sem hesitar meu corpo seria girado ao redor dos pés, a súbita investida o alcançaria numa quantidade irrelevante de tempo, o silêncio da aproximação sorrateira seria quebrado quando meu pé fosse responsável por violentamente atingir os tornozelos do santo em um chute lateral baixo, aproveitando-me da velocidade e rotação corporal a fim de potencializar o ataque. Antes que seus cabelos carmesins pudessem tocar o chão, minha perna seria velozmente projetada no sentido inverso, permitindo-me saltar encantadoramente no ar em uma pirueta frontal, assim o tão esperado encontro da sola de meus sapatos com a face do Sr. Santo finalmente ocorreria. O repentino ataque teria força suficiente para empurrar o rosto do ruivo contra o chão, enquanto minha pessoa iria habilmente equilibrar-se em um pé e os braços seriam abertos simulando asas majestosas. "Agora está perfeito." A genuína alegria seria refletida em meu sorriso.

Finalmente repousaria o pé livre no chão enquanto o santo teria a honra de atuar como apoio para meu digníssimo sapato ornado a ouro e cravejado com pedras preciosas, pressionando a face do ruivo contra o chão. - Poderia dizer como vossa grandiosa pessoa se sente ao ser ridicularizada por um peixe pequeno? - Eu não enxergava qualquer razão para celebrar a vitória, afinal tal desfecho era algo totalmente premeditado, porém o Sr. Santo fazia questão de irritar-me, praticamente suplicou diversas vezes por ter a sola de meu sapato esfregada em seu rosto, bom, agora ele poderá se gabar ostentando o mais exótico de meus autógrafos estampado na bochecha.

- Ops! Quase me esqueci. - Na maior naturalidade possível deixaria o descanso de pé rubro, saltitando serelepe até a caixa enfeitada. "Eu também disse que as fotos eram um presságio." Não podia deixar de rir ao lembrar-me do ensaio onde minha pessoa se posicionava superior a um modelo ruivo claramente relacionado ao santo. - Aqui está vosso prêmio de consolação. - Exibia o prêmio do festival fish balançando-o duas vezes para produzir um som irritante engrandecendo o tom de voz provocativo. - Agora você poderá se lamentar enquanto brinca com ele. - O comentário debochado era seguido de outros balanços, então o chocalho seria arremessado caindo aos pés do ruivo.

- Que maldade, eu havia escolhido especialmente para ele. - Lamentava-me muitíssimo entristecida caso o bardo recuse meu presente dedicado com tanto carinho e apreço a sua vexaminosa derrota. E se por acaso o fato de minha pessoa prezar pela honra ao exigir que o santo cumprisse com as regras do pacto deixasse o ruivo furioso a ponto de recorrer a métodos violentos eu iria saltar airosamente pelo palco fugindo do bardo, aterrissando em poses ousadas apenas para aumentar sua frustração.

No mais a saída do Sr. Santo não seria novamente interrompida por minha parte, se assim ocorrer eu apanharia o violino antes de desfilar plenamente até o centro do palco, permanecendo parada por alguns instantes, que daria tempo o suficiente dos fãs mais exaltados arremessarem objetos em mim  numa demonstração de desgosto, então iria curvar-me em uma respeitosa obediente. - Gostaria de pedir vosso perdão por fazê-los enxergar uma visão tão deprimente, contudo não suporto pessoas incapazes de cumprirem com sua palavra. - Sim, eu estava arrependida, não queria ter pisoteado o Sr. Santo na frente de dezenas de milhares de pessoas, afinal seria impossível manter a reputação impecável após tal feito, mas eu com certeza faria novamente, mas se não houvesse tantos espectadores seria melhor.

Após a reverência/tentativa de esquivar-me dos objetos nocivos que poderiam ser lançados eu me ergueria alegremente sorrindo com confiança. - Portanto irei compensá-los. - O violino seria prontamente repousado em minha clavícula firmado pelo queixo, e assim a platéia seria agraciado com meu primeiro espetáculo solo na ilha. "Finalmente!" Eu já estou farta de sempre dividir os holofotes então iria extravasar tais frustrações em uma performance inédita para toda a ilha, cantando músicas festivas, permitindo-me a dançar de forma que a graciosidade de meu ser lhes encantem os olhos (enquanto fugiria dos projéteis), cantaria músicas autorais, canções enérgicas de outros músicos, improvisando uma estrofe ou outro, não teria a menor pressa de encerrar a performance, podendo apresentar-me alegremente por quase meia hora ou mais, dependendo da empolgação demonstrada pelo público.

Quando o show não oficial fosse encerrado eu apanharia o chocalho antes de deixar o palco na possibilidade de meu presente recusado ainda estar no local. "Pode ser útil novamente.” Fitava o instrumento firmado na ponta dos dedos imaginando outras oportunidade de atiçar os mundanos com ele.

Com o fechamento das cortinas minha pessoa precisava deixar o teatro. "Mas como?” Provavelmente ser aquela que derrotou o escolhido por deus traria consigo grande perseguição de fãs e paparazzi, de forma alguma é ruim, mas nessa situação a euforia torna-se bastante inconveniente. Por precaução iria até o camarim buscar outras roupas que pudessem cobrir minha pessoa, ao menos para passar despercebida pela multidão.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptyTer 12 Jan - 12:31




Os aplausos pareceram crescer quando o público confundiu a postura de Kare com a de alguém comovida por ter superado todas as adversidades enquanto galgava uma difícil trilha até o topo. Por aquele pequeno momento as pessoas esquecem-se quem era ela, ainda com a imagem residual que a pouco eles haviam presenciado de uma nobre moça que havia atribuído a eles suas conquistas. Assim o público via os ombros trêmulas de Kare como os de uma jovem e frágil donzela emocionada…. Era uma confusão aceitável, mas que duraria por pouco tempo.

- Que? - Bast virou-se no momento em que Kare estava avançado, mesmo que fosse só um músico ele parecia ter ótimo senso de percepção e começou a tentar fugir no momento em que Kare o atacava, todavia, embora sua percepção fosse de fato muito elevada o próprio corpo do mesmo não era treinado o suficiente para evitar Kare por completo. O chute que teria pego em cheio foi parcialmente evitado, o que talvez poder-se-ia dizer ter sido um benefício para Kare, caso contrário alguns dos brilhantes do seu belo sapato poderiam ter-se perdido devido ao impacto. Ainda assim devido a má postura pelo movimento apressado de tentar evitar o golpe o impacto foi o suficiente para desequilibrá-lo fazendo dar passos trôpegos de costas antes de realmente cair.

Os aplausos ainda soavam quando o solado de Kare atingiu a face do ruivo pressionando-a contra o chão. Não, o público não aplaudiu o ato violento de Kare, mas simplesmente não conseguiu acompanhar a velocidade do movimento. Em um instante estavam vendo uma jovem frágil chorando e no seguinte a mesma jovem estava pisando no rosto do outro competidor em uma aberta demonstração de violência. O choque foi muito, os aplausos cessaram e as pessoas ficaram sem saber como reagir. O público do lado de fora também ficou sem entender, todavia para estes a situação nunca foi mostrada, pois no momento o câmera também estava atordoado o suficiente para esquecer de movimentar a câmera na direção onde Kare pisava em Bast.

Bast talvez poderia tê-la respondido, não fosse o fato de ter desmaiado. - Ojou-chan. - Uma voz a frente de Kare foi ouvida. - Uma Ojou-chan bonita que não você não fica nada graciosa agindo assim violentamente. - Havia um homem à frente de Kare, encoberto pelas sombras fora do holofote. Sua aparência lembrava um tipo de víbora, sua roupa era surrada e o seu corpo esguio. O colete esfarrapado parecia uma jaqueta da qual as mangas foram arrancadas com brusquidão. - Eu também não gosto muito dele, mas sou pago para protegê-lo. Se a Ojou-chan não quer ter sua noite estragada é melhor tirar o pé daí. - O sujeito soprou uma nuvem de fumaça e o cheiro do cigarro alcançou Kare. - Não sei se posso vencê-la, mas ainda assim seria um terrível fim para este dia, não é?

As pessoas finalmente pareciam estar acordando do seu estupor. - Bom, estamos de saída Ojou-chan, não faça mais nada estupido. - Dito isso ele teria arremessado cinco esferas de metal, nenhuma voltada a Kare, mas sim para os holofotes e para as câmeras, no instante seguinte tudo estava um breu e Kare sentiu o homem ao seu lado. - Eu tomaria cuidado nos dias seguintes Ojou-chan. - As palavras não pareciam uma ameaça, a voz do sujeito embora chiada como a de uma víbora parecia de alguma forma genuinamente preocupada. - Talvez eu apareça para lhe pedir um autógrafo também. - Ele já havia erguido Bast o colocando sobre o ombro. Agora que estava perto, mesmo que estivesse escuro, Kare podia perceber que o sujeito possuía quase dois metros e meio, era uma das primeiras vezes que a morena precisava realmente olhar para o alto.

Assim ela não teve oportunidade de dar o chocalho para Bast e tudo que lhe restou foi lançar lamentos ao vento. Nesse ínterim palavras nervosas começavam a crescer no público que agora não mais era capaz de ver o que estava acontecendo imaginando possivelmente que terrível tragédia teria acontecido com Bast.

A agitação também ocorria entre os funcionários incapazes de entender o que havia acontecido com os holofotes e se apressaram para corrigir. As luzes de todo o teatro se acenderam nesse momento, o que causou dor aos olhos de todos. O câmera olhava exasperado para o Den Den Mushi desmaiado, enquanto do lado de fora a multidão se agitava cobrando satisfação sobre o que estava acontecendo e o porquê a transmissão havia parado, porque Kare que estava sendo filmada havia desaparecido misteriosamente. A agitação começou a se tornar preocupante para a Staff que teve que agir às pressas para evitar que algum tipo de caos estourasse. O ruído de vozes continuava a crescer, mesmo agora com as luzes completamente acesas. Não se via Bast em lugar algum, Kare estava novamente ao centro do palco, mas já era impossível conter o nervosismo ao observá-la. Os pensamentos sobre terem ou não sido enganados por um demônio assolavam as mentes dos mais fervorosos, embora alguns ali no meio, principalmente aqueles do Nicho nobre acharam que Bast havia recebido o merecido, lembraram-se da aposta e desejavam vê-lo ajoelhado à frente de alguém. Afinal eles eram nobres e Bast, um mero plebeu até então os olhava do alto. Era claro que essa posição os irritava.

O câmera montava outro den den mushi no momento que Kare pedia desculpas ao público. Ninguém havia se atrevido a atirar algo. Se aquela mulher tivesse sido capaz de fazer o que fez com Bast, em cima do palco do Chords o que ela não seria capaz de fazer contra aqueles que a desafiam e possuem menor posição? Assim apenas a assistiram e depois ficaram perplexos ao vê-la culpar o homem por ter sido pisoteado.

- ISSO MESMO, ELE TINHA QUE TER HONRADO COM A PALAVRA DELE. - Um grito ecoou do meio dos camarotes, algum nobre provavelmente. - ELE APOSTOU, PRECISAVA MESMO PAGAR. - Outro nobre gritava em concordância. Sim, de algum modo a raiva que os nobres tinham do plebeu Bast estar acima deles começava a transformar o cachorro chutado no culpado. As pessoas até podiam ser espertas de forma individual, mas o coletivo é burro e a partir do momento que algumas pessoas começaram a se manifestar outras começaram a se ver concordando com medo de serem excluidas.

Os seguranças que estavam prontos a invadir o palco pararam esperando para ver o que aconteceria, estavam até mesmo aparecendo para o público. As pessoas do lado de fora estavam confusas, o câmera filmava agora o público expressando sua opinião e a dúvida do que havia acontecido com Bast se fez crescer entre eles.

Palavras hábeis, e muita sorte evitaram o pior para a morena, ao menos momentaneamente, pois independente disso ela ainda seria conhecida pela sucubus que chutou o santo na frente de toda a ilha.

No momento em que Kare encaixou o violino o mastro bateu sua batuca chamando a atenção da orquestra e iniciando o acompanhamento. Não era o show perfeito? Talvez não fosse, haviam holofotes faltando e as luzes estavam acesas, mas naquele momento era apenas ela e a ilha. Assim por quase uma hora Kare se divertiu enquanto apreciava aqueles que haviam ficado com sua apresentação.

>><<

- KAAARREEEE. - Antes mesmo que Poky foi Marian que saltou em direção a Kare que ainda estava ofegante e suada da apresentação, mas a tenente nao se importava com nada disso. Suas pernas lançaram a cintura de Kare, seis braços envolveram o pescoço da morena e ela começou a distribuir selinhos no rosto dela. - Foi incrível. - Ela parecia até mesmo mais alegre que Kare . - Hnm, foi apenas o esperado da Kare-sama. - Hnm, eu achei incrível, mesmo que seja o esperado. - … eu… não disse que não foi incrível… - Laiane ficou sem jeito achando que havia cometido alguma gafe.. - Você tá toda suada… Ah… desculpa você deve tá cansada. - Marian ia soltando as pernas para descer se não fosse impedida, mas assim que desse um passo ao lado Laiane não perderia tempo e também se agarra em Kare da mesma forma. - Esse é o meu parabéns. - Não tão frenética como Marian, mas muito mais profundamente ela buscou os lábios de Kare enquanto abraçava seu corpo com força. Os lábios vermelhos e carnudos tocaram os igualmente carnudos lábios da morena enquanto a ruiva suspirou. - Nunca vou me cansar disso. - Falou e voltou a beijar Kare com intensidade o que deixou Marian um pouco irritadiça naquele momento, pois estava de braços cruzados do lado batendo o pé no chão.

Após alguns outros instantes as outras alunas de Kare apareceram também. - Eu achei que a professora ia ter que fugir de uma turba furiosa depois de ter chutado o Bast. Hohoho. - Sulian se aproximou, abraçou Kare e depois a segurando pelos ombros. - Foi incrível. Sei que não fiz nada, mas estou orgulhosa de ter aprendido com a Senhorita. - Sulian estava chorando. As outras garotas antes que Sulian se afastasse fizeram uma rodinha abraçando Kare por todos os lados, suas palavras foram parecidas em todos os aspectos e por algum motivo todas choravam. - Ei, Ei, não abusem. - Laiane brincou. - Principalmente você, sua loira oxigenada.

- Já pedi para a organização preparar um caminho para que possamos sair Senhorita, mas acredito que não será uma boa ir para a residência no centro. - Aqui Querida. - Alvida apareceu por trás de Vick entregando uma chave. - Use a casa no lago, eles não devem aparecer lá, não até amanhã de manhã ao menos. - Alvida olhou para Kare. - Eu teria um sermão bem cruel para lhe dar Querida, mas… - Alvida abriu os braços esperando que Kare que se aproximasse para abraçá-la. - Primeiro os meus parabéns. - Se Kare houvesse abraçado inevitavelmente Alvida agarrou a bunda de Kare dando duas apertadas bem generosas. - Que rebolado foi aquele Querida? Chords precisou ir pro hospital infartado, hohohoho.

As alunas de Kare todas olharam para Alvida achando que ela estava brincando. - Vocês não viram a comoção? Hoho, esses jovens que não conseguem prestar atenção no que acontece aos arredores.

Todas se defenderam dizendo que estavam ocupadas demais prestando atenção em Kare para poder ver qualquer outra coisa. Por último, Poky alegremente pulou no colo de Kare. Não era um parabéns. Mais parecia que ele estava com sono e queria se aninhar. - Pokyun .. - Após uma voltinha ele deitou enrolado e adormeceu.

>><<

Já era madrugada quando chegaram a casa do lago. Vick foi preparar algo para comerem, enquanto Marian e Laiane corriam para preparar o banho, enquanto corriam Kare pode ver que cada uma carregava uma sacola. Kare teria podido ficar sozinha na sala com Poky adormecido em seus braços. - Kareee. - O banho ta pronto. - As duas a chamaram após alguns minutos.

Ao entrar no banheiro Kare deparar-se-ia com um ambiente quente e aconchegante, nuvens de vapor permeiam o ar entre ela e a dupla de jovens assanhadas. Haviam pétalas de rosas espalhadas no chão do banheiro, uma banheira cheia de espuma com mais pétalas soltas por cima, algumas velhas de coloração vermelha estavam acesas sobre a pia e soltavam um perfume almiscarado. As duas garotas estavam paradas uma ao lado da outra entre Kare e a banheira. Nuas elas olhavam para Kare, o rosto de Marian estava completamente vermelho e ela olhava um pouquinho para baixo sem conseguir encarar os olhos de Kare, enquanto isso Laiane tinha um sorriso pervertido no rosto. Elas estava "vestidas" a caráter, embora não houvessem roupas Kare teria notado por entre as penas das jovens, vindo de suas costas o que pareciam ser rabinhos. Marian tinha um rabo de cachorro enquanto Laiane vestia o rabo felpudo de uma raposa vermelha. Fora isso, apenas uma escova de cerdas macias e o sabão estavam nas mãos delas. - Gostou da surpresa? - Questionou a ruiva sorrindo dando uma cotovelada leve em Marian que foi até o lado onde havia um balde com uma garrafa de espumante e três taças, enquanto ela se movia Kare tinha a privilegiada visão do rabinho balançando em suas costas enquanto a tenente pisava apenas com a pontinha dos pés no chão. - Aquí. - Ela tinha a fala bastante nervosa e tímida por como estava se portando, mas não parecia nem um pouco contrariada. - Gostou mesmo? - Parecia apenas com medo da opinião de Kare enquanto lhe entregava a taça e pegava na mão livre da dançarina. - Vem, vamos ajudar você a relaxar.



>><<

O que dizer sobre a ilha? Acho que nem mesmo aqueles que lá moravam sabiam responder essa pergunta. As pessoas que andavam na rua pareciam até um pouco sem vida. De um dia para o outro tudo que pareciam saber havia sido destruído como blocos de lego a frente dos seus olhos. Agora que a euforia havia passado eles começaram a dar-se conta da realidade e perguntas de: Como vai ser daqui pra frente surgiam aos montes. Alguns conversavam animados sobre os acontecimentos, enquanto outros pareciam preocupados.

Ninguém encontrava Bast e o mesmo parecia aplicar-se a Kare. Já era quase meio dia quando Alvida apareceu para o almoço. - E agora Querida, o que vai ser?


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptyTer 12 Jan - 19:24



- Hunpf! Como se eu quisesse sujar meus sapatos com esse cão maltrapilho. - *Esfrega o pé pela última vez* O que eu poderia responder? O misterioso sujeito tinha razão em suas palavras, eu também não desejava de alguém enfatizando o óbvio.  Cruzei os braços estufando o busto orgulhoso, enquanto as bochechas eram infladas de ódio mortífero, o olhar fora sobrecarregado por uma fúria aterrorizante, enquanto fazia um assombroso beicinho.  

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Passado o lampejo diabólico de ódio, fúria e rancor contra o indivíduo que apontava meu erro. - Quando desejar trabalhar para outra pessoa orgulhosa, tente me contatar. - Entrelaçando os dedos de ambas as mãos por trás da cabeça enquanto desviava o olhar, as palavras engasgadas na garganta eram ditas com certo amargor, pois mesmo com ele tendo me aborrecido profundamente o fato de escolher bem as palavras era uma agradável qualidade. - Entretanto não seguirei vosso conselho. - Lhe retribuía as palavras ameaçadoras, proferindo-as após um suspiro cansado, dando a entender que minha pessoa não tinha a opção de tomar cuidado.

A glória de ter subjugado o suposto santo trazia consigo um alto preço a se pagar, e nem estou me referindo aos mundanos irritados após eu ter gentilmente cobrado minha parte no acordo, mas sim a respeito de duas senhoritas fogosas cujo a excitação lhes deixavam carregadas de euforia. "Será uma longa noite…" Suspirava antes do contente sorriso ganhar forma em meus lábios, as duas estavam cheias de energia para comemorar. - As diabinhas pretendem abater a maior artista de Tuntz Tuntz? - Provocava num tom libidinoso logo na sequência o lábio era mordiscado, talvez eu não consiga deixá-las exaustas mas com toda a certeza a celebração será no mínimo ardente. Deixaria a ruiva apoiar novamente seus pés no chão e assim a tenente poderia se unir ao nosso beijo.

Eis que de repente me vi cercada por uma sórdida emboscada atacando-me simultaneamente por todos os lados, sem chance de escapar apoiaria as mãos nos ombros de Sulian. - Seja uma boa aprendiz e distraía elas enquanto eu fujo. - Usava de minha autoridade como professora de maneira muitíssimo egoísta para tentar. - Não se preocupe, vosso sacrifício será lembrado. - Acenava em afirmação com a cabeça enobrecendo a loira como um mártir. - Tsc… Elas são muitas. - O olhar afiado forjado pela caçada que antes buscava formas de abater rapidamente suas presas agora procurava por uma saída daquela sórdida arapuca, mas, minhas pernas simplesmente se recusaram a mover. "Traída por sentimentalismo..." Somente fui capaz de encolher os braços deixando-os eretos junto ao corpo. - Nossas vestes ficarão um completo desalinho. - Lamentei com a loira vaidosa, estando refém das correntes carinhosas que nos prendiam. O comentário da ruiva me fazia ter uma idéia maquiavélica, meus olhos foram direcionados a loira cujo a face provavelmente estaria afundada nos seios fartos de minha pessoa. - Aahhnn! - O gemido impertinente  propositalmente fugia da boca. - Não morda com tanto fervor. - Mordiscava o canto dos lábios num semblante indefeso com as bochechas coradas, acreditando que a loira seria uma excelente cúmplice na travessura.

Dali minha pessoa seguia sem qualquer problema até a residência do lago, a arte secreta da marinha seria utilizada para subir até o teto da residência com a bolota de pelos em meus braços. "Tem sua utilidade." Refletia a respeito do geppou que havia me servido como uma escada no ar. Então sentava-me no teto observando o céu noturno. "Eu gostaria de retornar a essa ilha." O sentimentalismo parecia ter se agravado de maneira mais profunda do que o imaginado, a breve estadia em Tuntz Tuntz havia me proporcionado tantas experiências, as lembranças me fazia vivenciar os momentos mais divertidos, conheci pessoas que com certeza guardarei em minha memória, alianças inesperadas foram formadas, e pela primeira vez pude subir em um palco. "Não foi um total desagrado." Permitia-me a sorrir ingenuamente com os olhos entreabertos refletindo o apreço que a ilha havia conquistado em meu íntimo.

Estava a cuidadosamente acariciar Poky com as pontas das unhas deslizando entre orelhas da doninha quando o clamor da tenente seria escutado. - Hora de voltar bolota felpuda exibida. - Dizia baixinho sem esconder o sorriso repleto de ternura, e após o relaxante banho minha pessoa teria uma ótima noite de sono.

Porém quando eu despertasse. - Bom dia, as garotas luxuriosas dormiram bem? - Como forma de retribuir todos os mimos proporcionados na noite anterior elas seriam acordadas com minha pessoa ajoelhada no colchão com a cabeça na altura de seus quadris, cumprimentando-as em meio a beijos na origem de tanta perversão, mordiscos nas coxas, além de desfrutarem de minha língua impertinente deslizando por suas virilhas, porém devido a limitações fisiológicas meus hábeis e gentis dedos também seriam usados para fornecer um excelente despertar as duas senhoritas, dedicando igual atenção de minha boca para ambas, afinal as duas haviam cooperado para agradar-me então nada mais justo que lhes retribuir na mesma intensidade.

A visão excitante ainda estava bem clara em minha memória, como eu poderia repudiar aquelas caudas adoráveis caudas balançando diante meus olhos, sem me conter iria lhes abocanhar as polpas macias responsáveis por prender os rabinhos podendo marcar a região com meus dentes, assim como elas fizeram questão de ensaboar cada milímetro de meu corpo o mesmo lhes seria concedido, porém ao invés de escova e sabonete elas sentiriam meus dedos deslizando por cada pedacinho de corpos, apertando com firmeza certas regiões estimulantes preenchendo-as com uma generosa distribuição de beijos molhados, o aroma agradável permeado na banheira não se comparava ao viciante perfume exalado por elas, nem mesmo o espumante mais requintado seria tão doce quanto o mel fluindo de suas cerejas suculentas, deixei-me ser controlada pelos estímulos carnais enquanto as memórias da banheira faziam-me arder em tentação, sem o menor pudor suas frutas seriam abocanhadas uma por vez, enquanto meus dedos se iriam se certificar de manter as duas mutuamente acesas.

Confesso que na noite anterior minha pessoa não estava em perfeita condição de apreciar a surpresa tão excitante, porém após acordar plenamente revigorada a situação seria deveras diferente, nenhum esforço era poupado para retribuir toda a dedicação e planejamento por parte de ambas, a imagem da Nervosinha envergonhada era como um estimulante para minha líbido, provavelmente eu teria exagerado na recompensa, pois só planejaria para quando as duas ficassem incapazes de levantar, com seus corpos trêmulos caídos no colchão, e meus ouvidos sendo agraciados com alguns gemidinhos depravados de pura satisfação. "Elas precisam trabalhar hoje?" A epifania altruísta ocorria-me um tanto tarde, pois independente da resposta as duas no mínimo chegariam atrasadas. De qualquer forma minha pessoa iria banhar-se sem qualquer preocupação, a fim de tirar o suor do corpo após exercitar-me com tanto vigor após acordar.

Quando Alvi fizesse sua visita acredito que minha pessoa estaria devidamente banhada e trajada. - Agora devo-lhe oferecer um chá no mínimo. - Eu havia entendido a pergunta da okama, porém manter as formalidades era algo praticamente insuportável de ignorar, pois mesmo eu tendo alguns afazeres a resolver ainda prezava por recebê-la bem e lhe fazer companhia, eu não mencionaria a ameaça de sermão, porém iria escutar atentamente caso ela tenha algo para dizer. Após a etiqueta ser mantida. - Farei arder outro incêndio na ilha - Tranquilamente beberia um gole do chá após revelar meu plano de forma bem superficial.

Entretanto o suspense não seria mantido por muito tempo. - Como vossa pessoa sabe eu me apeguei às garotas. - Dizia um pouquinho relutante.   - O Sr. Santo por sua vez as ameaçou caso eu participasse do dueto, além de se oferecer para apadrinhá-las com minha desistência. - Suspirava aborrecida. - Porém nenhuma das opções julguei ser válida devido ao que me foi contado pela secretária. - Prostrava a xícara na mesa encarando fixamente a okama, então meus conhecimentos seriam compartilhados com ela, a respeito do ruivo se relacionar de maneira constante com garotas novas e que por tal motivo eu não acreditava na benevolência do ruivo se prontificado a cuidar do quinteto de desengonçadas. - No camarim havia uma garota que suponho ser uma das vítimas, seu aspecto era horrível. - Não tentava ofender, apenas constatando um fato deveras repugnante.

Mais um pouco de chá seria tomado e agora Alvi perceberia meu semblante tornando-se bem confiante. - Porém irei certificar-me de fazer o Sr. Santo jamais se aproximar daquelas garotas. - No canto de meus lábios seria possível enxergar o contorno de um sorriso sorrateiro. - Mas para isso irei precisar que a secretária também tenha sua participação nessa abordagem. - Minha idéia era simples, fazer a secretária depor contra o ruivo, afinal a palavra de alguém que o acompanhou por tanto tempo teria um peso considerável. O contrato entregue pelo assistente do santo também seria mostrado a Alvi. - Não deve ser tão relevante, mas com toda a comoção que irei causar esse pedaço de papel pode se tornar uma evidência. - Essa conversa além de esclarecer meus planos a okama também seria um pedido implícito sobre a opinião da mesma, pois se caso ela puder garantir a proteção do quinteto eu me daria por satisfeita.

Terminado a conversa com Alvi minha pessoa iria se dirigir ao centro de Tuntz Tuntz, pedindo a Okama que me preparasse uma jog em algum ponto distante  da praça central pois assim minha "fuga" seria facilitada, por conveniência a lança também era levada comigo além de uma bomba de fumaça. - Se for necessário irei conversar com a secretária, mas não hoje. - Acertava os últimos detalhes de meu plano, contando com o auxílio da okama para me fornecer transporte discreto até a cidade.

Na possibilidade de Alvi não cooperar os preparativos menores seriam feitos por mim, buscando roupas que pudessem cobrir bastante pele na residência, chapéu, óculos, cachecol, sobretudo, assim como pediria a jog do jovem guia, deixando-a na saída da praça.

"Hora da caça às bruxas." Um discreto porém diabólico sorriso ganhava forma em meus lábios, a ilha mal havia absorvido os acontecimentos no Chords e agora minha pessoa iria bombardeá-los com mais intrigas, me divertia apenas por imaginar a reação do público ao descobrir que seu ídolo não possui a integridade que ostenta.

A lança teria uma finalidade, servir de alavanca para que minha pessoa pudesse saltar em algum ponto alto da praça em frente a escola do ruivo, e claro não seria um pedestal qualquer, escolheria o mais iluminado e chamativo. No topo do palanque acredito que minha pessoa só precisaria remover as vestes excessivas se fosse o caso, e assim a população naturalmente iria aglomerar-se os paparazzis mais sortudos teriam o privilégio de conseguir uma posição vantajosa para fotografar a imagem de meu divino ser. - Sentiram minha falta? - Fingia ingenuidade ao esboçar um largo sorriso aos fãs nas proximidades.

De início eu não iria expor o Sr. Santo, pois precisava de bastante audiência, repórteres, quanto maior a quantidade de pessoas no local mais impactante seria a revelação, sendo assim eu faria o ENOOORME sacrifício de ficar apenas posando para o público recebendo sua adoração, escutando suas perguntas que poderiam ou não ser respondidas.

Claro que haveriam perguntas simplesmente impossíveis de negligenciar, uma delas é se minha pessoa estava contente pela vitória. - Eu deveria ficar feliz? O Sr. Santo foi derrotado como qualquer outra pessoa seria, agora ele irá aprender a nunca mais sugerir que eu espere em uma fila. - Esbanjava minha humildade ao agir com indiferença à vexaminosa derrota do ruivo, pois eu jamais tive dúvida de minha superioridade.

Quando houvesse uma quantidade considerável de repórteres. - Ah! Eu já contei que o Sr. Santo abusa de jovens garotas? - Apoiava o ponta do dedo indicador abaixo da boca exibindo um semblante inocente repleto de fofura ao dizer como se fosse algo bem normal o escolhido por Deus ter interesses repulsivos. Com toda certeza tal revelação não seria bem recebida. - Eu o derrotei diante toda a ilha deixando-o abaixo de meus pés, porque minha pessoa inventaria algo assim? Apenas para fazê-lo ter mais visibilidade após a humilhação? - Dava de ombro em sinal de desdém enquanto deixava nítido meu desinteresse em difamar o ruivo.  - Mesmo porque eu não faria uma acusação tão audaciosa se não tivesse plena confiança em minha fonte. - A doçura iria momentaneamente desaparecer pois agora eu lhes mostraria uma feição segura irradiando convicção, de praste o nariz estaria arrebitado. - Mas tudo bem, vocês não precisam confiar em mim, entretanto o Sr. Santo continuará a praticar suas atrocidades, se desejam saber a verdade sugiro que façam uma campanha recebendo depoimentos anônimos das vítimas e familiares. - Abandonava os trejeitos irritantes, conversando abertamente com as pessoas presentes no local, minhas palavras seriam ditas com calma porém não iriam perder o peso da seriedade. Essa idéia me parecia ser bem promissora, pois a mídia não perderia oportunidade de divulgar conteúdo exclusivo, principalmente por envolver a segunda maior personalidade na ilha (porque agora eu sou indiscutivelmente a primeira), poderia haver relatos falsos de pessoas que simplesmente querem atacar o santo, mas entre tantos possíveis depoimentos haveriam os verdadeiros que seriam muito úteis para incriminá-lo. "Tente criar coragem..." Lembrava da garotas com olhar mórbido, desejando alguma atitude por parte da mesma após eu tê-la ajudado minimamente.

Após minha pessoa ter sido praticamente obrigada a dar mais audiência ao ruivo eu iria sair de cena, saltando do pedestal com o auxílio da lança para algum local onde a aglomeração fosse menor, e antes de aterrissar a bomba de fumaça seria arremessada no chão logo abaixo, em meio ao nevoeiro utilizaria o geppou a fim de ganhar mais distância e assim poder de fato pisar no chão, mas se não fosse possível alguns mundanos seriam utilizados como degraus, tendo fugido do público correria até a jog e assim poder cavalgar desenfreada retornando a residência do lago, entretanto não faria uma rota direta, optaria por entrar em ruas transversais com baixo movimento a fim de despistar a maior quantidade possível de pessoas antes de deslocar-me até a casa.


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Perdas e Ganhos:
 
*Ferimentos*:
 
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptyQua 13 Jan - 11:33




- Agradeço a Ojou-chan, mas digo que foi inesperado. A Ojou-chan ser fofa quando está com raiva. - Ele continuaria a observar Kare e se ela relaxa-se diria. - Assim combina mais com a Ojou-chan.

Embora as posições em que estavam os torna na verdade oponentes, a situação em si não parecia carregar muita tensão. O sujeito, embora fosse pago por Bast para protegê-lo parecia ser dotado de uma certa tolerância em que a proteção permitia algum assédio desde que não representasse risco de vida, por outro lado ele também não era um fã fervoroso de Bast para se tornar alguém que arriscaria a própria vida em um combate que não tinha a certeza de vencer.

- Guardarei as palavras da Ojou-chan. - ele agradecia o convite, agora já com Bast nos ombros. - Então espero que a Ojou-chan se mova com sabedoria, preferiria que nosso próximo encontro fosse apenas para beber. - com esse "lamento" ele deixou a cena.

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- Você sempre foi a maior. - Laiane respondia confiante. - Mas hoje parece que a maior artista tá precisando é de uma massagem completa. - Agora que Laiane havia sido posta no chão Marian se aproximou dando um beijo delicado em Kare, não mais um beijo repleto de tesão, mas um sutil seguido de um afago delicado nos cabelos longos da morena. - Nas costas, pernas e pés até que durma bem relaxada.

Ainda que Marian demonstrasse zelo por Kare ainda haviam muitas outras jovens senhoritas "excitadas" que ignoravam o fato da sua diva estar cansada e a cercavam. Sulian no final traiu Kare, pois ao invés de servir de sacrifício ela foi a primeira a agarrar-se na morena impedindo-a de fugir. - A professora não vai fugir não. - Sulian se apertou contra o peito de Kare enquanto as outras a envolviam pelos outros lados. - Podemos suportar esse fardo. - Afinal, vestes amassadas, eram um pequeno preço a se pagar naquele momento. Todavia era bastante provável que mesmo sem o aperto de Sulian Kare não houvesse fugido das jovens, devido a terrível doença que afetava seus joelhos conhecida por: Eu amo essas garotas.

- Descul hnnmmm, Kare-sama, mas é que é impohnmmmm, resistir. - Sulian obviamente entrava na brincadeira e gemendo provocava Laiane, mas... De repente houve um chupão no peito de Kare. - Se eu vou ser perseguida de toda forma, é melhor ser com razão. - Olhando para cima ela piscou para Kare.

>><<

Marian e Laiane aquela noite se esforçaram, Kare foi tratada por ambas como uma rainha em uma deliciosa massagem a quatro mãos. Em comum acordo elas haviam deixado a perversão de lado e apenas se esforçado para agradar a dançarina. O toque delas não tão preciso quanto o de Richard é claro, não acertavam a força e nem sabiam os locais corretos para apertar, mas era um toque repleto de carinho. Mãos gentis, quatro delas, Marian na esquerda e Laiane a direita. Toques suaves e carinhosos, às vezes apenas a pontinha dos dedos era deslizada nas costas de Kare seguida de uma suave cócega quando os cabelos de ambas roçavam na pela macia da morena sempre que elas se inclinavam para beijá-la com suavidade. Costas, bumbum, coxas, panturrilhas e pés. Os pés de Kare ganharam imensa atenção, ficaram massageando e beijando-os até que a jovem dormiu nua de bruços na cama com um sorriso relaxado nos lábios. Marian e Laiane sorriam uma para a outra engatinhando para cima enquanto puxava a coberta sobre elas e Kare abraçando-a enquanto aninhava suas faces próximas ao ombro de cada lado.

Claro que Kare, altruísta como era, não deixou de às recompensar. - Chega… Chega… Eu vou morrer. - Tremendo descontroladamente Marian tentava fugir de Kare quase caindo da cama devido a estar completamente sem forças. - Você… Você… quer me matar é? Como que eu vou trabalhar hoje. - Ela agarrava um travesseiro que usava como escudo. - Se… A Kare-sama quiser eu… ainda… posso ir mais. - Laiane parecia pior. Seu quadril estava sobre a cama, mas seu rosto estava no chão, sua bunda empinada para o alto e suas pernas tremendo, várias marcas vermelhas na pele branquinha da sua bunda e uma leve inchaço naquela outra parte. Kare que começava a se vestir viu elas se endireitando sobre a cama, isso após ja ter tomado seu banho. - Te amo. - Marian falou. - Amamos. - Respondeu Laiane com um sorriso fofo agora meio sentada na cama enquanto abraçava o travesseiro que Kare havia usado para dormir. - Mesmo que você tenha tentado nos matar. - Ambas sorriam e se olharam.

>><<

- Um café seria perfeito. - Alvida respondeu, nesse momento viu Laiane passando pelo corredor ao fundo, nua em direção ao banheiro. - Que bom que dei folga pra ela hoje… - A okama balançava a cabeça em negação. - Amanhã eu preciso dela em condições para os ensaios, então não exagere. - Aparentemente apenas com a breve olhada Alvida havia percebido a rigidez que Laiane caminhava.


Enquanto esperavam o chá e o café, Alvida fofocava para Kare sobre o que estava acontecendo na ilha, permitindo que a caçadora tivesse uma visão superficial dos acontecimentos.

O sermão não veio de imediato, Alvida primeiramente ouviu o que Kare tinha a dizer. - Você Querida é mais suave do que imagina. - Alvida falou aquelas palavras como se fossem um deboche, mas na verdade não o eram, pois ela apreciava este lado de Kare. Todavia não poderia ser uma conversa de verdade se não houvessem implicâncias. - Elas também parecem gostar muito de você. Você precisa se despedir de acordo delas, não pense em sumir no meio da noite, isso pode acabar as deixando arrasadas.

- Como nunca fui com a cara dele pra mim parece bem coerente que ele tenha feito algo assim. - Alvida concordava com a acusação de Kare, não que soubesse de algum fato, mas pela visão que ela tinha de Bast sabia que ele poderia realmente fazer algo assim. - Mas, não sei o quão céticas as pessoas podem ficar com uma acusação dessas. Suzete deve depor com certeza, afinal ela lhe deve um favor.

Alvida não quis questionar muito, talvez achou que poderia ser complicado intervir sem estar completamente ciente de todos os fatos e não queria tomar tanto tempo assim para ser capaz de entender. - Bem, acredito que você já deve ter pensado bem a respeito disso. Quando as garotas, irei reforçar a segurança no Ateliê e nos espetáculos, mas enquanto elas estão fora pode ser um pouco difícil.

Alvida se preparava para ir embora, havia concordado em dar auxílio ao menos na logística do plano de Kare. - Quando a bronca. Fiquei decepcionada com sua atitude sobre o palco. Com você e com Sophie. Espero que se envergonhe disso. - Foi a única coisa que Alvida disse antes de partir. Não haviam "queridas" em suas palavras, nem mesmo o tom Okama habitual.

>><<

- Aqui Senhorita. - Este era o dia seguinte. Após Kare ter tido que fugir com todas as suas forças da frente da escola de Bast. Lá, assim que chegou, ela já encontrou um numero anormal de repórteres e paparazzis, além de curiosos e fiéis. Não teria sido exagero dizer que quase mil pessoas estavam presentes no momento em que Kare jogou a merda pro ar. Agora Vick vinha lhe trazer as notícias. Estavam apenas os três na casa do lago, Poky que dormia no colo de Kare acordou assustado com o pesado som das revistas caindo sobre a mesa.

Haviam mais de cinquenta que escorregaram desmanchando a torre e quase cobrindo todo o tampo da mesa. Fotos e mais fotos de Kare estavam em muitas das capas, claro que algumas destas também haviam fotos de Bast, ou mesmo páginas que dividiram fotos de ambos acima do palco.

As manchetes sensacionalistas faziam imenso alarde, mas talvez apenas desta vez mesmo os mais inventivos e que gostam de causar não se aproximaram de toda a verdade.

Nos dias seguintes a Secretária depôs, e várias garotas, porém de acordo com o relato de Vick parecia que destas todas menos de quatro seriam realmente verdadeiras. Aparentemente houveram muitos depoimentos falsos que apenas buscavam prejudicar a imagem de Bast agora que tinham a oportunidade. Bast não se pronunciou, estava quieto e desaparecido como Kare. Mas sua assessoria falou em seu lugar.

Acusaram Kare de calúnia e difamação, acusaram Suzete, lembrando ao público que outra vez ela havia acusado falsamente a própria Kare e que agora estava fazendo o mesmo com Bast apenas por vingança. Buscaram desacreditar as garotas que depuseram justamente clamando que elas eram apenas engodos trazidos por aqueles que queriam a derrocada de Bast, e que tudo não passava de um sórdido plano de Kare que não satisfeita em vencer ,de forma injusta ao usar seu corpo e não seus talentos, ainda tentava agora consumir a boa reputação de Bast.

Dois dias se passaram, e parecia que Tuntz Tuntz havia parado de funcionar. Não houveram show aqueles dias. As noites festivas estavam mortas. Não havia músicas nas ruas e nem pessoas bebendo nos bares. Alvida relatou em algum momento pessoas suspeitas rondando o ateliê, mas não era possível saber se era alguma coisa de Bast, ou apenas pessoas revoltadas. Até mesmo reclamou que Kare a estava fazendo gastar horrores com segurança extra.

As jovens não apareceram e o capitão mandou um recado dizendo que depois resolveriam aquela questão que conversaram, pois o momento agora não parecia adequado. Valelot também mandou uma correspondência dando os parabéns para Kare. Era uma carta curta e educada de felicitações.

Mesmo Marian ficou ocupada demais para conseguir folgas, aparentemente a marinha estava tendo bastante trabalho por esses dias. Claro que ela ligou para Kare e em nenhuma das conversas havia reclamado do estado da ilha, só se desculpava enquanto dizia estar em um treinamento rigoroso, mas que assim que terminasse iria ir correndo vê-la. - Te amo, to com saudades. - As ligações terminaram assim.

Aquilo que começou acima do palco havia se tornado em uma guerra de atrito que estava arrastando a ilha inteira. Chords tentava tomar providências, mas as pessoas clamavam por um pronunciamento adequado de Bast e de Kare e que ela desse provas reais do que estava acusando o músico, outros por outro lado dispensavam qualquer prova e aproveitavam a chance para afundar o máximo possível o Santo.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptyQua 13 Jan - 19:57



- Ara ara… - Intrigada fitei as duas senhoritas que me acusavam de tentativa de assassinato. - Somente estou lhes mostrando o quão feliz vocês me deixaram, quanto descaso. - Fingia completa inocência em relação as duas estarem esbaforidas, deitando-me acima do "escudo" erguido pela tenente, e como forma de puni-la por não apreciar meus sinceros agradecimentos iria deslizar a língua molhada da base até o topo do pescoço, mordiscando e chupando a ponta da orelha. - Ohh… - A ruiva por sua vez manteve a atitude audaciosa, porém naquela posição ela não parecia convincente de nenhuma forma, a marinheira poderia enxergar o sorriso travesso ganhando forma em meu semblante bem próximo de si, então como um pincel delicado a ponta de dois dedos percorreria verticalmente o local suculento de Laiane desejando surpreendê-la.

- Não fui eu quem exagerou. - Na maior sem-vergonhice designei a culpa pelo estado exaurido de Laiane a própria ruiva, o olhar despudorado fora desviado ainda me recordando da satisfatória noite proporcionada pelas diabinhas, enquanto um sutil sorriso lascivo era desenhado nos lábios.

Não haveria resposta de minha parte sobre o sermão, Alvi dizia apenas o que minha pessoa já sabia, porém em respeito a okama mantive-me atenta às suas palavras, estava séria durante toda a bronca, admito ter me deixado controlar pela explosão raivosa sem considerar qualquer consequência, não era um feito digno de orgulho, entretanto o ego me impedia de pedir desculpas.

Ao passar dos dias minha pessoa não estava exatamente orgulhosa de ter feito Tuntz Tuntz cair em completo caos e desesperança, porém em diversas estaria a sorrir maleficamente deliciando-me com as notícias, sair na capa de dezenas de revistas era incrivelmente satisfatório, os breves resumos contados por Alvi faziam-me inspirar relaxada. "Se fosse mais astuto." Devaneava com o ruivo imaginando o quão abalado ele poderia estar, se o Sr. Santo houvesse simplesmente ocultado o interesse pelo quinteto minha pessoa jamais teria condições de protegê-lo, contudo ele desejou intimidar-me, e agora eu apenas conseguia rir de tamanha ingenuidade.

- Hunpf! Farei vossa pessoa ganhar no mínimo o triplo desses gastos. - O nariz fora arrebitado na clássica pose soberba, entretanto tal comentário arrogante era uma desculpa para minha pessoa poder novamente iluminar os palcos da ilha.

- Chegou o momento de retornarmos. - Avisaria a Vick sobre meu interesse em retornar para a região central de Tuntz Tuntz pois assim ela teria tempo de organizar nossos pertences. - Eu irei na frente para lidar com a euforia dos fãs. - Como Vick não apreciava a aglomeração eu faria o nobre sacrifício de apaziguar a população assim a morena poderia chegar tranquilamente na residência. "Até parece… Eles são todos meus!" Uma risada maligna era abafada comigo cobrindo os lábios com a mão entreaberta, contemplando o magnífico plano de ter todos holofotes focados em minha pessoa.

Não faria questão de um retorno triunfal com fogos de artifícios e explosões pirotécnicas sinalizando a chegada de meu digníssimo ser, não, seria uma simples pessoa retornando para sua casa, tendo muitíssimo claro o objetivo em mente. "Karelina Lawford, foco! Você não está aqui para encantá-los com sua majestosa presença, mantenha os fãs distantes, eles precisam respeitar seu espaço pessoal, você consegue!. - Estava decidida a dissipar qualquer acúmulo de pessoas que poderiam obstruir meu caminho, se necessário usaria de métodos hostis, bom, até o primeiro paparazzi mover seu dedo contra o gatilho da câmera. "Desisto!!" Como poderia eu? Euzinha? Aquela cujo o resplendor faz o sol parecer um mísero vagalume ofuscado, ter sua imagem fotografada sem ao menos um ângulo magistral, meu corpo moveria-se praticamente sozinho posando para as câmeras enquanto continuaria a caminhar.

Após alguns minutos em meio a sessão de fotos improvisada minha pessoa iria recompor-se. - Onde posso realizar uma coletiva de imprensa? Eu já lhes contei sobre um dos segredos do Sr. Santo, mas como insistem por mais detalhes lhes informarei amanhã ao início da tarde, se não houver um local adequado irei novamente até a praça. - Estava sendo um tanto repetitivo minha pessoa precisar justificar-se de tempo em tempo, mas desta é por um nobre causa, estilhaçar o ruivo, digo, proteger o quinteto de desengonçadas. - Agora abram caminho, após a coletiva de imprensa irei distribuir autógrafo e se desejarem poderão tirar fotos comigo. - Assim acredito que os mundanos não ficariam tão exaltados, e minha pessoa poderia repousar com certa tranquilidade em sua residência. - Se até amanhã alguém suspeito seja encontrado circulando pelos arredores de minha morada a pessoa em questão será considerada um criminoso conspirando contra uma Don. - A parte superior da haste seria apoiada acima de meu ombro exibindo a lâmina da lança, pois como alguns mundanos podem não compreender palavras sutis eu faria questão de lhes recordar que além de ser a melhor artista da ilha também sou uma caçadora relevante, e minha reputação sanguinária falaria por si.

Se possível no mesmo dia eu iria visitar o ateliê Le Blanc, afinal as palavras de Alvi não poderiam ser ignoradas, sendo assim eu gostaria de testar o ímpeto dos suspeitos que circundam o local, afinal eles tinham problemas comigo, porque não lhes dar a chance de fracassarem em suas tentativas de agressão.

Caso não ocorram maiores problemas eu iria desfrutar o restante do dia em minha residência, preparando-me para falar com o público amanhã, e com a chegada do momento em questão iria deslocar-me até o local designado, seja na praça central ou em algum lugar mais adequado aceitando indicações dos repórteres.

Iria abrir mão das armas, apresentando-me completamente vulnerável à platéia, além de não escolher um pedestal desta vez, mantendo-me numa altura próxima das pessoas. - Sobre a confissão dita alguns dias atrás, nenhuma vírgula será alterada, Bast mantém relações abusivas com jovens garotas. - Devido a situação eu precisei recordar-me e proferir o nome do descanso de pés ruivo, minha pessoa desejava transmitir bastante transparência em suas palavras, evitando usar de artifícios que aumentariam o impacto da acusação, como por exemplo mencionar que o réu é idolatrado como uma santidade. - A respeito de minha pessoa ser acusada por difamá-lo, não vejo motivos para exaltar-me, irei prestar uma queixa oficial contra ele. - Após tal comentário iria aguardar alguns instantes antes de prosseguir, pois assim o público teria tempo de processar a informação. - Quando o assistente do acusado veio a minha residência trazer os contratos do dueto o mesmo confessou que o santo iria arruinar a carreira de minhas alunas caso eu não desistisse, contudo minha pessoa já tinha conhecimento de seus crimes, sendo assim nenhuma garantia me era assegurada de que o santo as deixaria em paz após a apresentação. - Novamente a fala seria pausada. - Vocês podem se perguntar porque eu não me manifestei antes, mesmo sabendo de tal atrocidade, sendo assim lhes farei outra pergunta, quem acreditaria? - Não haveria sarcasmo nas palavras, era uma pergunta concreta feita seriamente. - Vocês iriam enxergar tal declaração como uma tentativa de manchar a reputação de Bast antes do dueto, estou enganada? - Observaria a platéia movimentando o olhar lateralmente em sua direção, aguardando por alguma negação, com o silêncio sendo prevalecido retornaria o monólogo. - Sendo assim eu precisava derrotá-lo para me fazer ser escutada, apesar de haver pessoas que se recusam a ouvir. - Suspirava desapontada sem tentar vender a imagem de vítima. - A antiga secretária foi responsável por informar-me a respeito do ocorrido, se há alguém na ilha que deveria ter credibilidade para falar do santo com certeza é ela. - Como a ex secretária do ruivo também era acusada de calúnia eu faria o público se recordar da relação que ambos tinham. - A respeito de quem escreveu os falsos relatos. - Inspirei profundamente fechando os olhos. - Não sejam estúpidos! - A voz seria elevada, evitando gritar mas fazendo uma rígida advertência aos envolvidos, o olhar calmo percorria o público num ar de seriedade. - Vocês estão somente o ajudando enquanto diminuem a credibilidade da acusação, se desejam prejudicar o culpado, ofereçam auxílio às vítimas e incentivem seus depoimentos. - Após repreensão meu semblante retornaria a sua normalidade sucinta. - Quem fez os depoimentos falsos pode ser considerado um criminoso. - Para impedir que os fanáticos escrevam depoimentos falsos na tentativa de proteger seu ídolo eu iria tentar assustá-los ao mencionar que estariam cometendo um crime. - E pelo que me consta quatro relatos se comprovaram verídicos. - Então simplesmente deixaria o local após esse último comentário.

Sem ironias, floreios, cinismo, sarcasmo, a minha verdade seria dado ao público em sua forma natural, deixando-os refletir e pensar por conta própria, acreditando que não haveria atmosfera para autógrafos e fotos iria evitar tal assunto, mas não recusaria se pedissem, podendo gastar alguns minutos agradando os fãs. Então como prometido prestaria uma queixa oficial, entregando o contrato que demonstrava o interesse do santo em manter contato com minhas alunas, além de claro gentilmente me oferecer para interrogar o assistente desejando lhe arrancar a verdade com bastante empenho.

Após tanta burocracia, aborrecimentos, esclarecimentos minha pessoa com toda a certeza desejaria relaxar no conforto do lar, e na possibilidade de encontrar-me com a Nervosinha num momento tão exaustivo mentalmente, iria carinhosamente recebê-la sentando-me no colchão com os joelhos um ao lado do outro enquanto ela ficaria a minha frente. - Vossa pessoa está bem diferente da marinheira que conheci. - Com delicadeza uma de suas mãos seria acolhida entre as minhas, repousando-a acima de meu colo. - Não enxergo mais aquela tenente insegura, que perdia a compostura por tão pouco. - Meus polegares iriam lhe apertar amavelmente as costas da mão. - Eu tinha receio de magoá-la, meus sentimentos por você são verdadeiros, mas agora não sou capaz de construir uma união fixa. - Os lábios calorosos iriam de encontro a sua pequenina mão, então o olhar acalentador retornaria a face da marinheira. - Agora não tenho receios, você se tornou uma uma mulher mais segura, uma mulher que eu teria muito prazer em manter ao meu lado. - Sem discursos planejados simplesmente deixava os sentimentos ganharem forma nas palavras. - E ainda assim você não perdeu suas virtudes que tanto aprecio, vossa gentileza, vossa dedicação, vossa lealdade. - Dizia cada qualidade com muito afeto, como se revivesse os momentos que tais características se faziam mais marcantes em sua personalidade, tive de parar suspirando a fim de aliviar o choro preso na garganta. - Vosso olhar impetuoso, e cheio de vida que eu tanto amo. - Como uma refrescante brisa as palavras fluíram, entregando a Nervosinha meus sentimentos mais carinhosos.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptyQua 13 Jan - 21:39




Kare se aproximava do escudo improvisado pela tenente enquanto a mesma dava alertas. - Não!! Não!! Eu não aguento mais, to no meu limite… - Kare ignora os avisos deitando-se sobre o travesseiro, seu rosto apontando para o da tenente, suas pernas flexionadas com seus pés balançando para o alto. - Não, não … - Marian fechava o pescoço inclinando a cabeça contra o ombro evitando que Kare a lambesse. - Faz cócegas. - Tentava fugir impedindo que Kare a lambesse ali, seu corpo estava muito sensível após ter sido tão avidamente abusada pela morena. - Boba. - Falou com um chorinho doce após Kare finalmente parar de assediá-la, mas agora a atenção da Vil caçadora já estava focada em outro alvo, a tenente olha para ela e se pronuncia quase sem som. - Você não é loca… - Mas Kare era.

Laiane com a bunda empinada em sua posição de bananeira quebrada era um alvo perfeito para as travessuras de Kare, mas também era a própria que estava pedindo por tal traquinagem. - AAHHHH. - Um arrepio e um choque percorreram o corpo da ruiva deixando-a toda arrepiada, o impulso a fez virar uma cambalhota caindo agora de costas no chão, os braços e pernas abertos, o busto subindo e descendo com a respiração profunda e seus olhos fechados. - Cheguei … ao… meu… Limite.


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O pensamento anterior estava correto, realmente sua ida antecipada se fazia necessário para dissipar o acúmulo de pessoas para que Vick pudesse seguir tranquila, mas? Porque a rua da casa cedida por Alvida mais parecia uma cena de crime? Faixas de contenção estavam dispostas em ruas laterais e próxima a entrada da rua. A frente havia uma certa aglomeração que com um pouco mais poder-se-ia chamar de multidão. Claro que o espírito empreendedor do povo estava vivo, pois a desgraça de alguns era a oportunidade de outros. Aqueles que se importam menos com a situação de Kare, Bast, da religião, Ichos e essas coisas estavam aproveitando esse momento para faturar. - OLHA O PASTEL. CALDO DE CANA, MACAXEIRA.

- É ELA. - Kare que havia apontado na rua foi de repente vista e as pessoas ociosas a frente começaram a correr em sua direção. Liderando o grupo havia cerca de 10 homens com câmeras nas mãos. A postura agressiva de Kare foi, com um movimento fluídico, transformada em uma pose.

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Era mais forte do que ela. Felizmente para Kare não haviam intenções assassinas imediatas… Ou melhor dizendo, não haviam aqueles com coragem, força ou técnica para uma tentativa desta magnitude. Assim as pessoas apenas deixaram de correr a cerca de dois metros dela.

Conforme Kare avançava as pessoas recuaram ao serem empurradas pelos fotógrafos que se forçavam para trás tentando manter a distância correta para as fotos. Claro que durante todo este tempo houveram perguntas. "O que você quis dizer na praça?" "Você foi abusada por Bast?" "Você pode provar o que disse?" "Você não tem vergonha nessa cara?" - Após um chute no rosto de quem fez essa última pergunta as outras seguiram em uma linha mais ''respeitosa'', isso claro, se Kare desse um chute na face da mulher que havia feito aquela pergunta.

Depois de tanto forçar passagem Kare atravessou o ''mar'' de mundanos, chegando a um novo cordão de isolamento, neste havia aproximadamente seis marinheiros que estavam ali para impedir as pessoas de invadirem a casa. Agora… caso Kare fosse capaz de se lembrar teria percebido que na escola de Bast a situação também era muito parecida, embora lá houvesse um numero muito maior de pessoas devido ao espaço ser amplo diferente da rua não tão larga que dava acesso a residência, a qual como se sabe, fica ao final da rua com um chafariz na frente. - Tem uma sala de conferências no Teatro Chords para esses fins. - O repórter a frente respondeu.

Havia mais um recado, todavia… Ninguém saiu. Todos os repórteres e pessoas ali continuavam à frente da residência de Kare, talvez não se achassem suspeitos? Poderia ser esse o caso, afinal ali havia apenas civis e trabalhadores, os repórteres e paparazzis usavam crachás… Certo? Eles não se achavam suspeitos. Se continuasse assim Vick acabaria por encontrar problemas…

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Foi um pouco difícil despistar as pessoas, mas teria chego ao ateliê. Ali, incrivelmente, não haviam paparazzis estacionados. Alvida estava prestando um esforço maior em manter um ambiente tranquilo para que suas meninas pudessem trabalhar. Haviam dois armarios negros em ternos pretos e engravatados parados em frente a porta, estes apenas acenaram para Kare e se perguntados diriam que no momento tudo estava tranquilo, mas que uma hora antes tinham visto um sujeito de aparencia morbida vestindo um grande capuz espreitando por vielas mais a frente, mas que quando foram checar não o acharam.

Assim se Kare fosse procurar nas ruas laterais teria uma surpresa no mínimo inusitada. Daymond…. Sim… O adorador de pés estava lá. - OHHHHHH, finalmente achei a KareKare-sama. - Ele parecia empolgado. - KareKare-sama pise em mimmim - Daymond tirou o capuz e deitou-se no chão, seus olhos brilhavam… Encontrá-lo ali… Estranhamente explicava muitas coisas.

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Não era um espaço tão amplo quanto o palco. Mas havia uma pequena bancada com um microfone onde Kare poder-se-ia instalar. Poltronas, cerca de 50 delas, estavam em um arco à frente instalados em degraus de modo que todos poderiam ter uma boa visão dela. Máquinas fotográficas e gravadores em mãos. Aparentemente havia uma certa regra ali que não poder-se-ia fazer perguntas até que fossem chamados, era uma norma para manter a civilidade. Assim Kare poderia falar e depois apontar para aquele que permitiria perguntar.

Junto à declaração de Kare ouviam-se apenas sons exasperados que logo eram silenciados pela staff e também os cliques fotográficos. Kare ''agrediu'' os presentes com suas palavras, não dando-lhes espaços para perguntas. O clima na sala ficou pesado e aos poucos até mesmo a quantidade de fotos foi sendo reduzida e substituída pelo barulho de anotações no papel. Assim como começou terminou, Kare virou-se e foi embora, os presentes se levantaram apressados tentando chamá-la para fazer perguntas, mas a porta dos fundos por onde saiu já batia os silenciando.

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Aqueles eram olhos brilhantes e cheios de lágrimas. Marian fungava e tremia um pouquinho, suas mãos calejadas apertavam as mãos de Kare como se com medo que a outra virasse fumaça e desaparecesse. Ela tentou secar os olhos nos ombros, mas só borrou a maquiagem em seus olhos. - Eu… Eu… sabia que ia ser assim… Eu… Sabia, mas… Não consegui evitar me… apaixonar por você. Sabia que o tempo que a gente ia ficar juntas aqui na ilha seria pouco, mas então você começou a trabalhar para a Alvida, a se apresentar e...e… eu comecei a ter esperanças que…. Você fosse ficar, que… que ia morar aqui e que a gente ia poder …. Sabe? Eu achei que ia poder acordar do teu lado todos os dias… Não… Acho que eu …. No fundo sabia que não ia ser assim, mas só quis acreditar… Acho que também não tinha percebido até que… a Laiane apareceu… Ali eu percebi que ia te perder e… que te amava… - Ela puxou as mãos e virou-se um pouco de lado escondendo o rosto já levemente inchado enquanto secava os olhos. - Acho… Que eu não mudei tanto assim. - Virou-se para frente novamente, um sorriso um pouco amargo. - Eu.. É… Eu sei que é bobo, mas… Eu vou.. - Ela engoliu em seco antes de continuar. - Vou pedir folga… Então… Ao menos até o dia que você for ir… Podemos morar juntas?



>><<

Algo a acordou. Nessa noite dormia apenas com Marian que estava encolhida deitada sobre o braço esquerdo de Kare, seu rosto ainda levemente borrado, mas parecia dormir tranquila. Laiane tentou despistar para não preocupá-la, mas Kare ficou sabendo por Vick que as cinco garotas estavam dormindo juntas em uma residência afastada. Ainda assim, houve uma sensação de dejavu em acordar no meio da noite.

A cortina da janela da sacada balançava ao vento, janela que estava anteriormente fechada. Mas não havia ninguém no quarto, porém Kare seria capaz de sentir, ao se concentrar, uma presença no telhado da casa.

Ao sair na sacada veria corpos deitados no chão mais abaixo próximo à fonte, como também alguém no telhado 15m à frente, também deitado e imovel. - Não precisa se preocupar Ojou-chan, estão apenas dormindo. Não gosto de ser bisbilhotado. - Do telhado acima o homem falou. Iluminado pelo luar Kare podia ver o guarda-costas de Bast. Seu corpo repleto de faixas brancas limpas, sobre estas uma jaqueta puída de mangas rasgadas. O rosto do homem, sem faixas, tinha diversas pequenas cicatrizes, mas estas não pareciam ter sido causadas por armas e sim alguma deformação. Se subisse no telhado Kare veria ao lado do sujeito uma máscara de madeira, lisa com apenas o buraco dos olhos. O brilho rubi do cigarro crepitava a cada tragada. - Peço desculpas pelo horário Ojou-chan, espero que possa me emprestar seus ouvidos por alguns minutos.

Ele ter-se-ia deitado enquanto esperava Kare subir, ou mesmo acomodar-se na sacada. - A lua é mais bonita na casa do lago. - Disse após soprar a fumaça, não para Kare, somente para o ar. - Bast acordou apenas hoje pela manha. Não creio que o chute da Ojou-char tenha sido assim tão forte, mas o choque pelo visto foi. Bem… Ele destruiu alguns cômodos da casa e me mandou te matar e também as garotas, Alvida, a sua empregada e até mesmo aquela doninha. Acho que ele queria fazer umas luvas com ela. - O sujeito dizia cada uma dessas coisas como se não fosse absolutamente nada grave. - Ah… Esqueça, eu não lhe disse nenhuma dessas coisas Ojou-chan. - Ele parecia despreocupado. - Bem… Foi uma sorte que ele acordou hoje, parece que você deu um jeito de amarrar as mãos dele, mas as garotas tem razão em ficar assustadas, ele parecia bastante doido hoje. - Ele tragou profundamente e durante alguns segundos ficou em silêncio segurando a fumaça até liberá-la. - Aceita um cigarro Ojou-chan? - Boa escolha. - Ele sorriu e fumou mais um pouco. - A Ojou-chan já viu como as coisas funcionam por aqui? Quando Bast se acalmar ele vai perceber que não é esperto encostar naquelas cinco e bem. Tem a Tenente, mas com ela você não tem muito o que se preocupar. Ela é meio fraca, mas aquele pervertido dos punhos de ferro cuida bem dela. Era um pouco engraçado assistir ele seguindo ela todos os dias até a casa do lago pra ter certeza de que nada aconteceria com ela. Hnmm, acho que eu não devia ter dito isso. Ignore por favor Ojou-chan. Bem, o que quero dizer é: A Ojou-chan viu a grande quantidade de relatos falsos que surgiram para atingir Bast certo? Eu no lugar da Ojou-chan esperaria igual quantidade de tentativas de assassinato para suas queridas alunas. Claro que não de Bast, mas de todos aqueles nobres mesquinhos cheios de intenções repugnantes. - Fumou. - As coisas ficaram mesmo agitadas. Ein Ojou-chan, quer fazer um acordo? - Ele esperaria Kare manifestar-se. - Doze milhões por doze meses. Esse é o preço que cobrarei pra ser baba daquelas garotas. Posso garantir deixá-las seguras ao menos para qualquer um que não seja forte como a Ojou-chan. Ottto.. - Ele se impulsionou sentando-se no telhado e apagando o cigarro nas telhas. - Você pode deixar o dinheiro com aquela Okama gorda, receberei 2 milhões por mês. Acredito que após isso, qualquer um que pensou em mexer com elas já vai ter mudado de ideia. - Se Kare perguntasse o porque ele estar fazendo isso. - Foi a Ojou-chan que me ofereceu um emprego, não foi? Resolvi aceitar. Ahh, certo, aqui. - Ele puxou uma revista do bolso de trás, na capa havia uma foto de Kare rebolando sobre o palco do Chords, com a outra mão ele alcançou uma caneta para Kare. - Se importa? Pode dedicar pra Sentarou.

Ele estava prestes a ir embora, mas antes voltou a falar. - Ah, não precisa se preocupar sobre as garotas me verem. Tomarei cuidado para que não fiquem cientes da minha presença, assim poderão ter a vida o mais normal possível. - Ele estava colocando a máscara nesse momento, isso é claro seria apenas dito se Kare houvesse aceitado o trato com Sentarou. - Nos vemos daqui um ano e alguns meses Ojou-chan. - Ele não pulou, não se moveu, não correu… Simplesmente transformou-se em um boneco de palha que caiu sobre o telhado. Junto ao boneco havia um bilhete. Se desejar que algum dia eu volte a encontrar a Ojou-chan carregue este boneco consigo.

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Vick teria ido falar com o capitão nos dias seguintes. Não era assim tão simples para Kare poder ter este tipo de encontro nesse momento. Marian de um jeito fofo ter-se-ia grudado nela feito um carrapato. Alvida ao perceber que Laiane estava abatida também resolveu dar folga para a ruiva e assim Kare tinha agora dois carrapatos… Sim… foi trágico para ela. As jovens no entanto não chegaram a ser insuportáveis, davam a Kare tempo para respirar e por vezes a morena teria visto as duas conversando uma com a outra na sala, ou na sacada enquanto riam.

Bast se pronunciou nos dias seguintes. Obviamente ele negou todas as acusações de Kare e garantiu que jamais teria sido capaz de tomar qualquer uma das atitudes que a morena havia descrito. Entrou com uma queixa de calúnia contra ela, mas no fim nada deu em nada. Bast não foi tocado pelas autoridades e estas mesmas autoridades não conseguiram agora tocar em Kare é assim houve um impasse. Havia um ceticismo crescente contra Ichos, ou melhor dizendo, sobre Bast ser o seu representante. É claro que as pessoas não culparam deus diretamente e por isso seus dedos se voltaram para seu arauto.

Houve um êxodo de fiéis, mas muitos ainda prosseguiram. Após uma série de estranhos desmaios, os paparazzis deixaram de acampar na frente da residência de Kare. Isso espalhou algum boato estranho sobre uma maldição que cerca a residência. Às vezes Sentarou aparecia as noite, sentava no telhado e ficava fumando ou bebendo saquê. Sempre que Kare aparecesse ele lhes ofereceria ambos.

Dia a Dia as coisas foram voltando ao ''normal''. Havia música à noite, pessoas trabalhando e o movimento aumentando nas ruas. Todavia havia um movimento crescente de um estilo musical arrogante e bastante dançante que começava a se espalhar em alguns dos bares mais badalados.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptyQui 14 Jan - 18:16



"Compreendo." Mesmo usando palavras incisivas minha pessoa ainda estava muito sutil, os mundanos eram incapazes de ler as entrelinhas. "Terei de utilizar artilharia pesada." Apertava os dedos com força ao redor do cabo batendo a base da lança no chão. - Nos arredores da cidade eu escondi um álbum com dezenas fotos de minha pessoa em poses ousadas. - Disse num tom de imponência anunciando o cobiçado tesouro. - Comigo vestindo um minúsculo uniforme de enfermeira. - Porque enfermeira? Foi a primeira fantasia que pensei, mas essa era uma história um tanto mirabolante dificilmente os mundanos acreditariam mesmo com minha pessoa sendo bem convicta em palavras, contudo eu acrescentaria um detalhe impossível de se negligenciar. - E nem queiram saber onde a longa e roliça seringa foi introduzida. - Fechei os olhos acenando em negação fingindo timidez. - Se vocês limparem toda essa bagunça lhes darei uma dica de onde encontrá-lo. - A residência e até mesmo a rua cobertas com faixas de isolamento era no mínimo uma poluição visual aos meus olhos tão preciosos, logicamente minha pessoa não se dignaria a removê-las, optando por escravizar a população para realizar tal tarefa, com a rua limpa. - Ouçam atentamente. - Mantive a calma afiando o olhar de encontro a população. - O álbum está próximo ao solo no interior de um envelope verde, procurem por ambientes apertados e úmidos. - Em poucas ocasiões as palavras de minha pessoa teriam sido proferidas com tamanha seriedade. "Deve bastar." Suspirava relaxada caso os mundanos simplesmente desaparecessem de minha vista após a mentira.

- Você… - Sentia uma veia pulsando na testa enquanto rangia os dentes, era uma combinação de raiva e  frustração que assolava meu digníssimo ser, não imaginei encontrar Daymond nas ruas transversais do ateliê. - Certo, certo. - Ao mesmo tempo fiquei um tanto aliviada por descobrir que o suspeito intimdador era apenas um fanático por pés. - Vossa pessoa fez por merecer. - Retirava um dos sapatos pisando com a ponta do pé na têmpora do sapateiro. "Melhor eu resolver logo esse problema." Pois se minha pessoa adiar Daymond poderia retornar ao ateliê outras vezes. - Mas não volte aqui vestido como um criminoso. - O calcanhar seria pressionado com força na bochecha do rapaz empurrando-o contra o chão. - Entendeu!? - O repreendia por seu péssimo comportamento enquanto rotacionei o tornozelo algumas vezes esfregando o calcanhar na bochecha do rapaz extravasando meu aborrecimento. - Se beijar ou lamber irei parar. - Evitava sujar meu sapato com fluídos quentes e viscosos, então abandonaria a força para massagear a face de Daymond com o pé inteiro, empurrando um dedinho de cada vez contra a maçã de seu rosto, simulando uma gangorra a lateral do pé iria percorrer a face do sapateiro próximo a orelha, então sua bochecha seria acariciada circularmente com a ponta do dedão, afundando-o algumas vezes na pele macia.

"O que eu deveria esperar?" Sem que minha pessoa pudesse conter um sorriso genuinamente contente ao contemplar a marinheira expondo seus sentimentos, sem perder a principal característica que faz jus ao apelido. - Eu não posso criar raízes. - Libertaria a mão da tenente envolvendo-a com meus braços por trás da cabeça, e com bastante ternura iria aninhar sua face em meu busto. - Ainda tenho muito a aprender,  isso está além de caçar ou subir em palcos. - Firmava o aperto nos dedos um pouco apreensiva. - Tuntz Tuntz é uma ilha formidável para se morar, mas não posso abandonar o Norte tão depressa. - As pontas das unhas iriam lhe afagar os cabelos curtos. - Conhecê-la me fez muito feliz, e tal felicidade aumentará se morarmos juntas. - Aceitei a proposta temporária feita pela tenente, intensificando o laço que nos deixava tão próximas.

Ter sido acordada no meio da noite era no mínimo irritante, a princípio imaginei tratar-se de fãs sem amor pela vida tentando bisbilhotar, indo até o closet apanharia um agasalho de mangas longas em seguida caminhei até a janela, mas era o telhado que chamava atenção, pendurei-me nas bordas projetando o corpo para frente permitindo-me ser catapultada acima do teto. - É só você... - Minha pessoa vivenciava o mesmo sentimento de raiva e contentamento ao encontrar  um conhecido numa situação tensa. - Ops! - Surpreendida pela rajada fumacenta tive de esquivar-me, pois seria uma lástima ficar com meus cabelos sedosos impregnados de cigarro.  - Minhas alunas possuem tão pouco valor. - Não escondia a decepção de ter apenas alguns milhões cobrados pela proteção do quinteto, em seguida ergui dois dedos. - 20 milhões por 2 anos. - Sem qualquer paciência para negociar logo aumentei o valor. - 5 agora e 5 a cada três meses, durante o primeiro ano você será babá delas, terminado o prazo se mantenha atento a movimentações suspeitas, meu desentendimento com o Santo não é o único motivo que as fariam ser perseguidas por nobres, sendo assim eventualmente elas podem sofrer ataques. - O ar era expelido de meus pulmões pela boca, com exceção de Sulian as desengonçadas são plebéias isso é motivo suficiente para despertar a inveja dos nobres. - Se vossa pessoa amedrontá-los em até seis meses lhe darei 10 milhões extras. - Calmamente observava o luar quando o perverso sorriso revelaria a face de minha crueldade, saber que minhas alunas seriam vítimas constantes de assassinos deixava-me profundamente enfezada, claro que eu iria incentivar o guarda costas a tratá-los com mais… Dedicação,  por assim dizer.

"Inesperado." A sobrancelha tremulava na testa. "Ele me falou seu desejo mas…" Fiquei alguns instantes sem reação ao observar a revista nas mãos do vigia, eu não imaginava que de fato ele pediria um autógrafo.  - Boa escolha. - Daria de ombros me conformando com mais uma das várias situações exóticas que Tuntz Tuntz me proporcionou, além disso o fã/cão de guarda possuía um ótimo gosto para fotos, sem objeções lhe dei o tão estimado autógrafo com a dedicatória. - A esposa do pervertido iria adorar saber que seu marido bisbilhota garotas solitárias durante a noite, oh! Mas não conte a ela. - Me permiti fazer piada com a situação, pois os dias na estavam sendo bem cansativos.

Em uma das próximas visitas noturnas minha pessoa estaria sentada no telhado com os cotovelos apoiados acima dos joelhos dobrados segurando o rosto na palma das mãos. - Vossa pessoa não cansa de humilhar-me? Surgindo quando bem entende. - Desviava o olhar para longe do sujeito reclamando com as bochechas infladas. - Quantos anos fazem? - Pensava alto deitando de costas no telhado entrelaçando os dedos por trás da cabeça. - A primeira vez que fiquei abatida, sem qualquer opção para reagir além de escutar a música tocada. - As costas de um joelho foram prostradas acima do outro, comigo balançando o pé suspenso no ar. - Tão detestável. - Fechei os olhos sorrindo com minha infantilidade. - Quanto tempo? - Sem maiores explicações direcionei as orbes alaranjadas ao cão de guarda. - Em quanto tempo vossa pessoa deseja ser superada? - A respiração aquecia minhas profundezas exalando a sede pela vitória em meu sorriso que por anos adormecia. O cão guarda se aproximava e afastava ao bel prazer, em diversas oportunidades poderia ter me atingido de forma direta e indireta, conhecia meus pontos vulneráveis, além de agir como se nem precisasse de esforço, e o que minha pessoa sabe a respeito dele? Apenas um nome e o rosto porque o cão de guarda desejou revelar, não havia possibilidade de ficar confortável nessa relação, era uma derrota completa, porém minha tão digníssima pessoa jamais aceitaria um desfecho medíocre como esse.

Durante algumas manhãs minha pessoa realizaria visitas amigáveis ao ateliê acompanhando Alvi de cima a baixo com os braços cruzados e uma das bochechas cheias de ar, encarando-a fixamente por onde quer que fosse, quando ela ficasse parada bateria a ponta do pé no chão repetidamente demonstrando ansiedade, desejando que ela fosse capaz de ler minha mente e me ofereça mais trabalhos, mas não muitos, pois a maior parte de meu tempo seria dedicada a desfrutar da companhia de Atrevidinha e Nervosinha que agora me parasitavam moravam comigo.

A fim de demonstrar todo meu altruísmo, benevolência, gentileza e compaixão teria proposto um show beneficente onde todo meu salário seria dedicado às pobres vítimas do crápula desalmado conhecido como Sr. Santo, e como minha pessoa inevitavelmente chama atenção por onde passa, creio não ser difícil divulgar o espetáculo além de conseguir colaboradores. - Gostaria de contar com a boa vontade dos organizadores de teatros e casas de shows para que assim possamos nos unir e ajudar as garotas. - Deixava-me ser comovida pelo estado das senhoritas que sofreram as mais diversas atrocidades nas garras do ruivo inescrupuloso. - Porém o teatro Chords está fora de cogitação. - Minha tão amável pessoa jamais poderia vincular-se ao possível cúmplice do pseudo-santo. Bom, isso seria dito e transmitido na frente das câmeras, pois minha imagem estava um tanto manchada após o Sr. Santo ter batido e esfregado seu rosto de segundo melhor musicista na sola de meus sapatos magníficos, então nada mais justo do que usar o culpado de tamanho desgosto para me promover, além disso eu podia esnobar o dono do teatro que miseravelmente tentou sabotar-me. "O sabor da vingança é sempre maravilhoso." Deleitar-me-ia com a possibilidade de novamente usar o ruivo como um mero degrau de minha ascenção.

O show beneficente também poderia ser muito proveitoso aos concorrentes de Chords pois se tratava de uma divulgação gratuita aliados a nobre causa de ajudar as garotas, além disso eu não prometia que todo o lucro seria designado às vítimas, apenas meu salário. E com a apresentação agendada iria gentilmente intimar o quinteto de desengonçadas para realizar a abertura, além de… chamar… a coadjuvante… oferecendo a oportunidade dela performar algumas músicas comigo.

Após uma estadia deveras conturbada em Tuntz Tuntz minha pessoa teria a paz necessária para a realização de um objetivo muitíssimo importante que até então era prorrogado, mas antes eu pediria Vick informações sobre o local onde os travesseiros de corpo foram encomendados, fazendo três pedidos seguindo meus moldes, me disponibilizando a posar seis vezes de maneiras diferentes. Com um dos travesseiros em posso iria escrever uma carta, lembrando de apanhar a foto do ensaio provocante guardado no banco. *Caro Senhor Stuart* "Não!" Amassaria o papel da carta jogando-o longe. *Estimado Senhor Lawford.* "Também não!!" Outro papel de carta seria esmagado e arremessado. *Querido papai.* "Perfeito!!!" Após muitas tentativas minha pessoa além de ter acumulado uma pilha de papel amassado também ostentaria uma carta perfeitamente escrita erguida diante seus olhos.

Carta escreveu:

Querido papai.

Sua brilhante, deslumbrante, fascinante, elegante, impressionante e amada filha está perfeitamente bem, assim como o esperado de sua grandiosa, prestigiosa, majestosa, gloriosa, vitoriosa e adorada criação.

Avise a mamãe que ela não possui motivos para se preocupar, a propósito acredito ter sido capaz de compreender um pouco o significado de empatia, mas os mundanos incompreensíveis aumentam a complexidade de tal simplória tarefa, por isso meu triunfal retorno terá de esperar.

A propósito eu comprei um den den mushi, se sinta livre para ligar-me quando a saudade de sua magnífica filha for impossível suportar. Também estarei enviando um presente a Apressadinha.

Como sou uma filha muitíssimo atenciosa também lhe enviarei um presente especial, é uma pequena parcela de meus inúmeros trabalhos artísticos realizados, certamente todos os mundanos da ilha tem uma dessas fotos emouduradas nas paredes de suas casas, pois além de ser a melhor filha de todas também me tornei a maior artista de Tuntz Tuntz Island, após ter dizimado publicamente o antigo retentor do título.

E, eu fiz novas amigas.

Atenciosamente: Karelina Lawford.

"Essa carta com certeza irá redefinir o conceito de obra-prima" Com cuidado segurava o envelope na ponta dos dedos sentindo-me muitíssimo orgulhosa do conteúdo, além de claro alfinetar uma certa loira espevitada que poderia vislumbrar meu sucesso quando bem entendesse graças ao travesseiro. Mas antes de levar a carta até o correio eu iria incendiar a pilha de esboços.  No momento de entregar a carta ao correio. - Se houver um mísero arranhão, um ínfimo amassado nesta carta quando ela for entregue eu irei arrancar a alma de suas entranhas e torturá-la diante seus olhos, fui clara? - A lâmina carmesim seria apontada contra o pescoço do funcionário responsável por guardar as correspondências, encarando-o mortalmente com um dos olhos fervilhando em labaredas alaranjadas, enquanto o outro estaria coberto pela cascata enegrecida meus cabelos, dizendo cada palavra bem devagar para que o mundano pudesse escutar com muita atenção. - Obrigada, tenha um ótimo dia de trabalho. - Com o funcionário concordando eu iria curvar-me em uma breve reverência, permitindo-o ser agraciado pelo amável sorriso estampado em minha face meiga.

"Estou me esquecendo de algo…" Segurava o queixo com o polegar e indicador. "Lembrei!" Estalava os dedos após gastar alguns instantes pensando, iria perguntar a Vick sobre sua conversa com o Sr. Capitão


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptyQui 14 Jan - 19:54




Aqueles que estavam falando se calaram ao som metálico da lâmina inferior da lança golpeando o chão calçado de pedra. Atentaram-se todos, imaginando que este movimento interponha alguma importante declaração por parte de Kare.

??????????????????????????????????????????????????

Pontos de interrogação surgiram acima de todas as cabeças presentes ali. Não eram capazes de acompanhar o raciocínio que havia a levado a dizer aquilo. Kare continuou…. E…

Os seis marinheiros a olhavam intrigados, enquanto isso o vendedor a olhava frustrado. Copos plásticos, papéis, canetas entre outros objetos jogados pelo chão eram tudo o que restava ali. Havia um marinheiro a menos também, mas quem poderia culpá-lo?

Nesse dia a cidade passou pelo maior campeonato de esconde esconde, ou ao menos foi o que pareceu e nos anos seguintes durante certos festivais uma estranha tradição foi criada por um certo fã clube. A caçada ao envelope divino. - Todos os anos fotos seriam selecionadas, fotos de Kare tiradas ao redor do mundo em suas muitas aventuras que ainda seriam vividas.

>><<

- Hnmm, Acho que a Ojou-chan se importa mais com elas do que eu pensei. Hnm, embora a Ojou-chan queira fazer parecer que não. Interessante saber que a Ojou-chan tem um lado assim. - Ele sorriu. - Ainda assim, acho que dois anos são desnecessários, após os primeiros meses dúvido que muitos ainda tentaram algo contra elas, mas como são tão preciosas aprendizes para a Ojou-chan, dois anos será. - Deitado a olhar para a lua ele perguntou. - Me pergunto como que provarei pra Ojou-char que as deixei assustadas. - Já que aquele também era um pedido ele não tinha problemas em executar. - Realmente foi, a Ojou-chan tem uma bela bunda. Creio que daqui pra frente mais mulheres vão rebolar que nem a Ojou-chan. Os shows ficaram melhores. - Um assassino capaz de ir e vir, seguir e pegar informações e que ao mesmo tempo parecia apenas um Ossan contando histórias em uma mesa de bar, o mundo realmente tinha todo o tipo de gente. - O punhos pervertido é casado? - Pelo visto nem mesmo ele era capaz de todas as informações.

Novas noites vieram durante a semana, e aquela presença noturno parecia ter-se tornado um hábito. Geralmente por volta das 3:07 da manhã ele aparecia e Kare deixava as garotas dormindo na cama enquanto ia sentar-se no telhado com aquele homem enfaixado como se fossem velhos amigos. - Eu apenas gosto da companhia da Ojou-chan e este é um bom telhado para beber. - Ele apenas bebia enquanto ouvia Kare divagar. - Hnm? - A Ojou-chan é bastante competitiva, não é? Hnm… Não acho que a Ojou-chan precise me superar, mas se eu tivesse que responder diria que não iria querer ser superado por uma bela Ojou-chan como você. Orgulho masculino, sabe? - Ele permaneceu um tempo em silêncio, mas logo voltou a falar, ele era realmente alguém que gostava de conversar. - Mas sabe? Eu acho incrível que a Ojou-chan consiga acordar com a minha presença. Se a Ojou-chan treinasse um pouco mais seu Haki eu não teria a menor chance… Saquê? - Caso Kare continuasse a recusar. [color:ac81=#cd8 53f] - Tem alguma bebida que a Ojou-chan gosta? Trarei na próxima vez. Ou algo para comer? Vamos, peça algo para podermos brincar nossa amizade Ojou-chan. - Ele parecia estar um pouquinho embriagado nesse momento, sua fala tinha um tom levemente mais alegre.

>><<

Alvida foi valente. Ela conseguiu suportar a presença enfezada de Kare por duas manhãs inteiras. - Não tenho nenhum trabalho musical Querida. Você já alcançou o topo e logo vai embora, eu preciso investir nas minhas outras meninas, mas já que você parece entediada a Sophie vai fazer uma sessão de fotos para uma revista. Eu sei que você odeia dividir, mas eu venderia muito mais com duas belas modelos estampando as páginas do que apenas com uma. Também estou abrindo uma loja no centro, você pode aparecer para dar autógrafos e tirar fotos. É amanhã à primeira hora da tarde, eu passo o endereço para Vick-chan.


>><<

Kare era realmente uma aristocrata. Afinal como toda pessoa rica ela também tinha o conhecimento que eventuais gestos de caridade servem muito bem para amenizar a opinião pública, é claro que, estes gestos nunca eram realmente providos de boas intenções, eram apenas migalhas atiradas aos….   Olhando para o lado preocupado que uma certa caçadora aparece e me esfaqueie pelas costas. HunHUn… A opinião pública se animou. Todavia, eventos não eram assim tão fáceis de se organizar, mas os anúncios de Kare e a sua imagem atual além da renúncia a seus ''honorários'' fizeram com que as coisas acontecessem. - Mas como que a Senhorita Lawford pretende prover assistência? - Essa foi uma das perguntas finais da entrevista, afinal uma coisa era arrecadar dinheiro, outra era discriminar como o mesmo seria utilizado.

O Palais Garnier, o primeiro grande teatro da ilha no qual Kare havia se apresentado a procurou para tratar dos detalhes da apresentação, aparentemente eles não guardam mágoa devido a quase depredação do seu lindo teatro após todo o rebuliço por Kare causado em sua estreia. Assim, para dali uma semana, foi divulgado o show beneficente onde Kare tocaria, dançaria e tiraria fotos com os fãs.

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Os dias passavam. Seção de fotos, encontros românticos, fugas emocionantes de fãs sempre que a nervosinha começava a ter um ataque de timidez. Certo… Haviam aquelas centenas de olhares cheios de inveja sempre que Kare era vista paquerando com duas belas garotas e teve uma vez que um paparazzi a acusou de estar molestando jovens garotas e acabou sendo perseguido por uma ruiva muito irritada. - Droga… Se eu ver ele de novo ele vai ver.

Os três capas de travesseiros de corpo com poses ousadas demoraram dois dias para ficar pronto… e… bom, saíram de graça, o vendedor parecia muito feliz em fornecê-los… Claro que ele tinha objetivos planos de produzi-los em massa futuramente. Assim foi o dia em que os travesseiros de corpo Lawford teriam surgido.

A carta, junto aos presentes, custou 1kk para ser enviada, teria sido mais caro, mas devido a gentil abordagem de Kare durante a solicitação o valor foi baixado bastante.

>><<

- De acordo com o Senhor Punhos de Ferro e também de acordo com as informações do Senhor Gerald, o assistente de Sapphira, as cargas que antes eram enviadas para Tuntz Tuntz começaram a ser desviadas para Bingo. Sapphira também informou que está é provavelmente a última vez que será capaz de enviar informações, pois após a nossa aparição em Bingo Lust deverá entender o que está acontecendo, então teremos de encontrar uma forma de seguir com o carregamento para descobrir o próximo destino. Ela nos avisou para não permitir que Lust perceba nossa estádia em Bingo, ou então os carregamentos podem cessar e não seremos mais capazes de rastreá-los. Acredito que em Bingo podemos contar com o Senhor Carlo Tolezani, o mafioso que abordou a Senhorita no trem em nossa vinda para Tuntz.  

Vick também informava Kare que durante os próximos dias estaria focada em organizar a partida delas para Bingo. - Isso é claro, se for do desejo da Senhorita partir. - Vick não possuía mais nenhum desejo de vingança, a razão dela estar ali era por Kare e não pela caçada a Lust. - Se esse é o desejo da Senhorita. - ela curvar-se-ia antes de deixar o recinto.

Dois dias depois Vick teria pedido para Kare dinheiro o suficiente para cobrir os custos da viagem. A somatória total das despesas foi de: 12,4kk.

- Agendarei a partida para dois dias depois do Show da Senhorita no Palais Garnier.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 4 EmptySex 15 Jan - 11:53



Virei o rosto na direção oposta do cão guarda, não queria ficar argumentando sobre o quanto as desengonçadas eram preciosas para meu ser. - As pessoas podem ter memória curta. - Reclamava num tom de desabafo, eu concordava que os ataques contra o quinteto teriam sua frequência drasticamente reduzida após alguns meses com falhas subsequentes, entretanto também queria evitar ataques esporádicos ao ao longo, afinal o  inevitável prestígio de minhas discípulas poderia irritar os concorrentes mais extremos.

- Assassinatos brutais sempre atraem a atenção da imprensa. - Meu olhar se perdia em meio ao céu noturno, agindo de forma bem casual enquanto falava a respeito do assunto hediondo, o cão de guarda poderia enviar manchetes relatando o infeliz estado das vítimas e assim comprovar a dedicação exercida no trabalho. - Tais reportagens podem instaurar o medo nos outros profissionais. - Assim ele não iria somente comprovar o empenho como também divulgaria a trágica sina dos assassinos. - Mas se preferir ocultar vossos esforços do público, envie-me fotos. - No fim não havia uma forma completamente eficaz do cão de guarda demonstrar a eficácia do trabalho, minha pessoa era obrigada a confiar em suas palavras gostando ou não.

- De fato uma belíssima, perfeitamente redonda sem qualquer estria, e como se não bastasse é naturalmente arrebitada. - Cruzei os braços acenando em afirmação com a cabeça, enquanto observava a foto sem qualquer possibilidade de discordar do enfaixado. - Sinta como ela tem o divino equilíbrio de maciez e firmeza. - Iria puxar a mão do cão de guarda levando-se até meu bumbum descoberto por baixo do casaco. - Uma verdadeira escultura forjada pelos Deuses, não concorda? - Esperava por sua resposta positiva.

Abafei o riso preso nos lábios antes de responder. - Minha pessoa deve ser muito interessante aos seus olhos. - O cão de guarda havia perseguido e coletado informações relacionadas ao meu ser, porém o mesmo não se aplicava às pessoas próximas, minha confissão sobre o estado civil do Sr. Capitão seria algo facilmente descoberto pelo cão de guarda se o mesmo desejasse descobrir, mas agora ele revelava que a espionagem havia sido completamente focada mim.

As orbes alaranjadas ornando meu semblante estavam direcionadas ao céu, após a retórica do cão de guarda elas foram apontadas contra o sujeito, e então voltaram a fitar o luar. - Não, não sei. - Reclamava um tanto desgostosa com a resposta do enfaixado, pois minha pessoa se via incapaz de compreendê-lo. - O gênero jamais impediu-me de estar acima do topo. - Era bem difícil para mim entender como algo tão irrelevante quanto o sexo poderia influenciar no julgamento alheio, homens ou mulheres, isso nunca foi um problema para colocá-los abaixo de meus pés, no fim, todos não passaram de meros mundanos.

- … - De soslaio os âmbares brilhante confrontavam o cão de guarda, com minha pessoa esboçando um semblante nitidamente enfezado. - Que irritante. - Os pensamentos simplesmente se tornaram palavras, o enfaixado parecia ser do tipo bem aborrecedor quando bebe. - Se vossa parar de insistir. - Aceitaria o saquê caso o cão de guarda evitasse me oferecer um copo a cada quinze segundos.

- Haki? Não é aquela técnica responsável por enrijecer alguns membros do corpo? - Um tanto confusa fitei o enfaixado por não imaginar como algo que torna braços e pernas escuros poderia ajudar-me a notá-lo. - A propósito, o proprietário de uma loja de travesseiros conseguiu algumas fotos inéditas de minha pessoa. - Eu não teria problema em estampar a capa dos travesseiros, porém as fotos questão deveriam ser exclusivas, sendo assim porque não usar o fanatismo de um assassino cruel para recuperá-las?

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"Condenada por minha incrível grandiosidade…" Sentia o peso da frustração fazer minha cabeça abaixar-se em total desilusão. "Novamente o topo foi alcançado, e agora nem sequer posso apresentar-me, pois dizimava as chances de qualquer outro ser notado…" Os pensamentos lamuriosos formavam-se um após um outros em minha mente. "Porque ainda crio expectativas… Mesmo mantendo-as tão baixas, o renome de minha formidável pessoa foi capaz de superar sua própria genialidade…" Agachei-me desenhando alguns círculos no chão com a ponta do dedo indicador, sofrendo em silêncio pois a cruel vida novamente me castigava por ser majestosa. Contudo um pequeno lampejo esperançoso iluminou o oceano de trevas. - Eu irei! - Cerrava os punhos próximo ao rosto, determinada a trabalhar, minha pessoa estava praticamente com abstinência de palco, nem mesmo importei-me se a coadjuvante estaria presente ou não.

"Como o dinheiro arrecadado será gasto… Err…" Minha pessoa não havia planejado nada, apenas pensava em entregar quantias iguais para as vítimas do Sr. Santo, porém essa ideia parecia tão desapontadora após os mundanos demonstrarem tanto interesse. - Eu pretendia fazer uma memorável surpresa para a ilha antes de minha partida, mas como vossas pessoas estão ansiosas irei lhe contar. - As palavras ditas num tom afável possuíam a finalidade de distrair o público, anunciando também minha partida em breve da ilha para mantê-los confusos durante alguns instante, enquanto eu pensaria em uma maneira adequada de gastar o dinheiro arrecadado. - Será construída uma instituição sem fins lucrativos na ilha, dedicada especialmente a receber crianças e adolescentes vítimas da violência, onde eles poderão aprimorar suas habilidades artísticas lhes concedendo a oportunidade de trilharem suas próprias trajetórias em uma vida digna. - A possibilidade de ajudar tantas crianças desamparadas ao longo prazo fazia meus olhos cintilarem com entusiasmo, a voz aveludada lhes confortaria os ouvidos delicados, permitindo todo o altruísmo de minha pessoa ser extravasado em palavras inspiradoras. - Caso a bondade em vossos espíritos permitir as doações mudarão a vida de muitas crianças desafortunadas nesta ilha, e como agradecimento haverá um mural com o nome dos principais colaboradores, homenageando vossa benevolência. - Desejava atrair os fanáticos pela fama, pois esses mundanos poderiam ter seu nome vinculado a causa nobre, além do que minha pessoa adorava a idéia de utilizá-los para se enobrecer. "Fundação Karelina Lawford.  O Senhor Stuart ficaria orgulhoso de sua tão estimada filha ostentar um prédio com seu  nome." Ficava maravilhada com a brilhante idéia, eu até mesmo conseguia escutar os elogios de papai muitíssimo feliz, talvez uma estátua de minha pessoa forjada a ouro seria melhor, mas a construção ainda é satisfatória.

Após tal revelação eu me deslocaria até o ateliê Le Blanc, mas desta vez buscando pela presença da ex-secretária do Sr. Santo. - Vossa pessoa será a principal administradora do instituto que criarei. - Simplesmente despejava a informação nos ombros da mulher sem explicações iniciais. - Mas se julgar como um fardo muito pesado irei pedir para Alvi encontrar alguém adequado. - Eu não pretendia obrigar a secretária, porém como a mesma serviu o suposto santo por anos iria assumir que ela possui uma capacidade de gestão minimamente adequada. Então iria explicar os detalhes da conversa antes de prosseguir. - É uma oportunidade de vossa pessoa associar seu nome a uma causa socialmente bem vista. - Imaginava que a secretária injustiçada pela população de Tuntz Tuntz poderia desejar algum tipo de renome. - Caso a idéia lhe agrade creio que ficamos quites. - Dizia num ar de questionamento, pois o depoimento da mulher não fazia exatamente parte do nosso acordo, assim a viraria as costas, deixando-a refletir melhor sobre a ideia caso necessário, ou então iria conversar com Alvi na possibilidade da secretária recusar a proposta de imediato.

Conversando com Vick. - Ser discreta…? A Sapph provavelmente está me confundindo. - Como alguém tem a capacidade de pedir que eu passe despercebida? É como exigir que todas as estrelas do céu parem de brilhar, não tem como, impossível, inconcebível. - Mesmo que eu tente, Lust acabará encontrando-me. - Eu não sou exatamente uma pessoa sutil por assim dizer, e a ruiva arrogante parece um radar vivo com todas aquelas bonecas. - Mas seria engraçado vê-la se acovardar por minha presença. - Estou disposta a tentar, afinal era um pedido de Sapph que foi uma anfitriã tão receptiva e calorosa em Aracne, mas era impossível não imaginar a ruiva fugindo amedrontada após escutar meu nome, ou talvez ela opte por antecipar sua decorada ao desafiar-me, em Bingo Bingo descobrirei.

Para o show beneficente minha pessoa iria escrever e ensaiar novas músicas, além de supervisionar o ensaio do quinteto em algumas ocasiões, pois se elas tivessem a ousadia de errar uma nota, um passo, uma marcação de tempo pela menor que seja, bom, elas provavelmente seriam as primeiras candidatas a ingressar na instituição, tá, eu não seria violenta, apenas desejava atormentá-las um pouco para extrair o melhor delas. Além de ter marcar alguns ensaios com a coadjuvante, pois toda estrela necessita de atores secundários para valorizar seu esplendor.

O repertório do show seria bastante festivo, com músicas leves podendo despertar a vontade de dançar no público, havendo poucas músicas com timbres graves em sua essência mas não manteriam a atmosfera enérgica, também abriria mão da sensualidade excessiva, mesmo sendo um completo desperdício de minha parte, a intenção era fazer uma apresentação fácil de se apreciar, onde qualquer pessoa poderia assistir sem risco de infartos.

Entretanto a última música iria destoar um pouco show, a melodia doce em harmonia da voz gentil contaria a história de Sliphy uma jovem e sonhadora garota que teve o dom da visão roubado pela vida, a garota ficou desamparada, pois não poderia mais apreciar as paisagens do mundo que tanto a encantava, sem enxergar o rosto de seus entes queridos e amigos Sliphy fora perdendo seu brilho, mas aquela garota estava cercada de almas caridosas, não somente seus familiares, a vilarejo onde Sliphy morava se uniu para tornar a vida daquela garota incrível, os quadros coloridos que Sliphy não conseguia enxergar eram retratados em canções, as brincadeiras agitadas se tornavam histórias fantasiosas para sua imaginação, se a vida lhe tirou os olhos, as pessoas lhe devolveram a percepção do mundo através da música.

A minha intenção com essa música não será contada, vocês já devem ser capazes de deduzir.


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