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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 7 ~ Falência Premeditada

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptyTer 15 Dez 2020, 15:53

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 7 ~ Falência Premeditada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptySab 19 Dez 2020, 17:13



Então a tragédia premeditada pelo destino assolou minha pessoa. - É… Que… Sa-sabe… Fo-foi… - Numa reação deveras semelhante a da Nervosinha me vi gaguejando, naquele curto espaço de tempo minha mente começava imaginar dezenas de possibilidades a fim de justificar o travesseiro, porém não havia qualquer hipótese que pudesse justificá-lo além da constrangedora verdade. - Você gostou!? - Demorei alguns instantes para processar a reação, elevando um pouco a tonalidade ao questioná-la, admito ter ficado surpresa pois a atitude da tenente foi melhor do que eu poderia imaginar. - Bom… Vossa pessoa está em vantagem numérica, talvez eu deva me render? - Mordiscava o canto da boca deixando-me cair de costas no colchão com a marinheira restringindo meu corpo, de olhos fechados deixei que um gemidinho libidinoso escapasse enquanto me contorcia um pouquinho ao sentir os lábios calorosos da marinheira tocando minha face. - Você terá de me convencer primeiro… - Provocava a marinheira num tom irritante fazendo menosprezando-a apenas para incentivá-la a ser mais… incisiva, enquanto teria me colocado em uma posição submissa com punhos cruzados acima da cabeça simulando estar algemada. Como a Nervosinha havia gostado do travesseiro eu com toda a certeza irei servir de modelo para estampar a capa do travesseiro destinado a ela, mas como a marinheira havia acordado mais atrevida iria deixá-la tomar o controle de nossa brincadeira impertinente. Inclusive o travesseiro me deu uma ótima idéia de presente, mas isso fica para depois, neste momento existem outros assuntos a serem resolvidos, se é que me compreendem.  

>><<

- Ohh! Coadjuvante, conseguiu tempo para se preparar mesmo com os trabalhos no ateliê? - Admito que não esperava encontrar a segunda melhor modelo de Alvida no festival, ainda mais sendo uma competidora, e se ela estava ausente ou não, minha pessoa seria incapaz de ter percebido, pois sua existência ou desaparecimento é totalmente irrelevante para mim. - Não ouse fracassar ou apresentar um espetáculo esdrúxulo, você é obrigada a conseguir um enorme destaque neste festival, pois somente assim será uma coadjuvante minimamente adequada a minha vitória. - Fazia questão de alertar a modelo-flautista, exigindo que ela chegue a final somente para ser derrotada por minha pessoa, pois é o papel natural dela realçar o brilho da principal estrela (ou seja, eu).

- … - Algo no mínimo inesperado estava a desenrolar-se diante minha presença, sem proferir qualquer palavra mantive-me a fitar aquelas duas senhoritas tão maduras, tão sensatas, tão íntegras, agindo feito duas baderneiras. "Brigando por minha causa… Tão típico dos mundanos… Eu devo apaziguar a situação? Ou posso me divertir com elas…" A atmosfera era tensa exalada pela ruiva e pela marinheira era um tanto irritante de se aturar, minha pessoa não tinha a menor paciência de resolver intrigas motivadas por ciúmes.

- Atrevidinha, esta é a Nervosinha, Nervosinha, esta é a Atrevidinha. - Apresentando "formalmente" as duas uma para a outra, chamando-as por seus apelidos carinhosos, apesar do apelido de Laiane ter sido inventado agora, com o único intuito de incendiar confronto que ganhava forma. - Agora vamos, minhas adoráveis companhias precisam sentar na primeira fila e assistirem de perto todo o meu espetáculo. - Enquanto as duas provavelmente estivessem se degladiando através da troca de olhares ferozes eu iria repentinamente aproximar-me de ambas, puxando-as por suas cinturas mantendo-as com os corpos colados ao meu, segurando-as firmemente. "Como poderia eu, um ser tão generoso privá-las de meus encantos." O triste fardo de ser irresistível trazia consigo tantas desavenças, minha pessoa tomada pela benevolência era incapaz negligenciar afeto as duas senhoritas, então me vi obrigada a fazer o árduo sacrifício de envolver duas belíssimas senhoritas em meus braços, deixando-as confortavelmente acolhidas em meu corpo cativante. Sim… Era algo realmente muito difícil e tortuoso a ser feito… Vocês não fazem ideia...

- Agora compreendo como o Sr. Santo foi considerado o melhor musicista de Tuntz Tuntz. - Com o braço esquerdo laçando a cintura por baixo do busto e o cotovelo direito apoiado no punho da outra mão eu observava o primeiro artista num ar repleto de desinteresse e monotonia, fazendo questão de externalizar meus pensamentos em palavras ditas claramente, apenas para atiçar os mundanos que estivessem no local.

Minha primeira performance talvez quebrasse a expectativa, eu iria levar um banquinho simples de madeiras para sentar-me no centro do palco mantendo a coluna perfeitamente ereta e os ombros abertos, devagar iria cruzar as pernas, por fim repousando as costas do violino em minha clavícula, firmando-o confortavelmente no queixo, enquanto fitava a platéia com olhos entreabertos a fim de transmitir uma doce sensação acolhedora. Se não encontrasse um assento eu ficaria de pé.

Uma lenta melodia seria responsável por iniciar a apresentação, comigo estendendo o soar de cada acorde ao percorrer o arco no violino, os dedos delicados iriam deslocar-se graciosamente pelas cordas alternando as notas músicas, permitindo que público pudesse escutar cada detalhe do ritmo, permanecendo por quase um minuto repetindo a sequência de acordes transitando lentamente entre uma nota e outra, o acordes tocados teriam recebido uma entonação grave em intervalos ritmados quando eu aplicasse um pouco mais de força no arco sendo pressionado contra as cordas, acrescentando uma harmonia entristecida a doce melodia.  

Assim eu pretendia despertar a curiosidade ansiosa dos espectadores. -  O brilho de meus olhos refletidos na janela. - Quando a música tocada no violino estivesse em seus acordes de calmaria minha pessoa iria permitir que o público fosse lentamente envolvido pela canção.
- Exibem a visão de alguém preso em uma novela.  Conforme a melodia fosse aprofundada em tons pesados a melancolia iria gradativamente florescer em minha voz. - Prisioneira entre razão e sentimento. Desejando me libertar desse confinamento. - Sustentando a música nas notas graves minha pessoa iria extravasar sua aflição para o público, ao cantar em profunda tristeza.

Quando a música estivesse no ponto mais alto de tensão eu retornaria a melodia aos tons serenos. -   Percorrendo o mundo atrás de um objetivo. - Assim como nos acordes a leveza também se faria presente em minha voz. -
Sem esquecer de que sou a rainha. -
Acelerando um pouco o ritmo da música a fim de torná-la ligeiramente alegre. -
Nessa jornada de sonhos, talvez só exista um fato definitivo. -
A harmonia animadora seria enaltecida por minha voz ecoando esperançosa. -  
Que no ápice do reinado posso me encontrar sozinha. -
Então iria novamente quebrar a expectativa da platéia ao trazer a tona toda a atmosfera densa carregada lentamente pelos acordes pesados, além de novamente entonar a música com aflição.

A melodia melancólica retornaria bem devagar ao ritmo alegre, com minha pessoa diminuindo a força ao pincelar o gentilmente o arco contra as cordas do violino. -  Desconheço o medo, seguindo sempre em frente. - Como uma fagulha que persiste em permanecer acesa durante os períodos nevados minha pessoa iria fazer sua voz calorosa ser escutada. - Pois nos dias mais obscuros de horror. - Os acordes graves novamente seriam elevados enquanto eu iria manter o fervor da lenta canção.
- A noite irá aumentar meu resplendor. - De forma repentina eu iria interromper a melodia produzida pelo violino, para que o público ficasse atento exclusivamente a minha voz esperançosa carregada de confiança ecoando devagarinho aos seus ouvidos. -
Recusando a parar enquanto a chama em meu coração permanecer ardente. -
O violino novamente seria tocado em notas profundas, mas desta vez seu ritmo célere iria sustentar a atmosfera impetuosa trazida pela música.

Essa música eu não pretendo cantar novamente pois se trata de um breve desabafo, relatando o quão árduo estava sendo lidar com emoções, pensamentos, tendo que conciliá-los as minhas ambições, e nem sempre tais fatores se harmonizam, mas eu simplesmente não posso parar pois carrego o fardo de sempre ser a melhor e de forma alguma pretendo abandonar tal posto, tal música a princípio triste iria relatar que independente dos empecilho minha soberania seria mantida.

Quando a música fosse encerrada eu caminharia até beira do palco me aproximando da platéia, levando a perna esquerda por trás do corpo com o peito do pé parcialmente apoiado no chão, então iria abaixar o quadril dobrando os joelhos em lados opostos agradecendo ao público por escutar minhas lamúrias com uma majestosa reverência, abrindo graciosamente os braços como se fossem asas enquanto inclino parcialmente o rosto, encarando com olhos amáveis as pessoas nas primeiras filas enquanto lhes mostraria um pequeno sorriso afável, então daria as costas ao público deixando o palco provavelmente antes de ser aplaudida, pois desta vez era minha pessoa que deveria agradecer pela performance.


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Furry
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptyDom 20 Dez 2020, 12:06




- Muito. Me surpreendeu de início, mas agora que vejo gostei sim. - Já no  colo de Kare abraçando-a com suas pernas ela distribuía beijos no rosto, pescoço e boca da outra enquanto ia falando entre um e outro selinho. Kare que caminhava lentamente em direção a cama se deixou cair de costas com a nervosinha acima de si e a dakimakura a suas costas enquanto fazia uma piada. - É melhor não se mexer ou será severamente punida. - A tenente desta vez já conseguiu entrar na brincadeira mais rapidamente. - Por nós duas.

Nesta noite a tenente foi surpreendentemente ''ativa''. Despindo-se enquanto montava em Kare, oferecendo-lhe suas cerejas para serem sugadas enquanto prendia as mãos da dançarina acima da cabeça e até mesmo montando sobre a boca de Kare. - Hoje eu já vim sem nada. - Disse levantando um pouquinho a saia rodada curtinha que ela usava e para a surpresa de Kare a tenente estava sem nadinha embaixo, ela havia vindo o caminho todo até ali assim? Sem dizer mais nada ela se abaixou mais, mas estava realmente saidinha hoje e ficou provocando Kare um tempinho afastando-se de tempos em tempos provocando a morena enquanto com uma das mãos se tocava, neste momento tendo os braços de Kare presos abaixo das suas pernas.

>><<

- É óbvio que para alguém com meus talentos e virtudes se preparar para um evento desses não é nenhum problema. Na verdade só estou aqui porque aquela velha insistiu, na verdade implorou para que eu participasse. Tenho certeza que foi para diminuir a vergonha que o ateliê passaria se fosse só você tocando. - A verdade era que Alvida havia insistido para que Sophie desistisse da ideia e voltasse a realizar os desfiles dos quais ela já estava ausente a um mês.

Porem ela parecia ter essa quedinha para a mentira compulsiva e até mesmo se perdia um pouco em suas próprias histórias, pois agora estava admitindo que sabia o motivo de Kare estar ali, motivo que havia se feito de desentendida anteriormente.

Todavia a fala dela havia sido de tal forma longa e monótona, em sua voz levemente anasalada que Kare acabou por distrair-se com Poky que apontava para um vendedor de Maça do amor como se estivesse implorando para que Vick lhe comprasse uma, ao mesmo tempo Vick parecia desviar o olhar tentando ignorar a donina que agora começava a puxar a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] que Vick usava. Assim sendo, Kare ouviu apenas: "Só você tocando".

Claro que a atual Kare era demasiadamente benevolente e logo começou a ''incentivar'' Sophie a dar o seu melhor. - Ahh. Hnm.. Sim, é óbvio que farei o me… Oii? Eu não sou coadjuvante nenhuma, essa é você. Hunf, Não sei porque ainda insisto. Até mais desqualificada, não quebre a perna. - Sophie virava-se jogando os cabelos enquanto saia desfilando para longe atraindo os olhares dos homens por quem cruzava.

>><<

Finalmente o fardo de ser bonita de mais bateu à porta de Kare. Marian e Laiane se encaravam, faiscas voavam no espaço entre elas enquanto o ciúme queimava em seu interior. A ruiva deu uma encarada de cima a baixo na tenente, avaliando-a por inteiro enquanto a tenente parecia perdida procurando algo na sua cintura, mas é claro que suas Katanas não estavam lá. Porém o tanto que Kare era bela também era o tanto que lhe faltava paciência e ela logo tratava de intervir.

- A..Atre...vidinha? - A tenente gaguejou ao ver que a outra tinha um apelido também.
- Atrevidinha!! - Por outro lado, Laiane pareceu muito feliz em ter ganho um apelido e ainda mais um que lhe agradava e agora sorria confiante para a tenente que começava a perder a compostura. A verdade era que ela sentiu-se um pouco abalada ao não ser mais ''especial'' ao ser a única a ter um apelido, era como se naquele momento houvesse perdido e Kare tivesse confirmado seu apreço por Laiane. Por outro lado a ruiva estava exultante por este mesmo motivo, pois também havia entendido assim a situação. - EU NÃO VOU PERDER. - Declarou Nervosinha após um momento de indecisão. - Nem eu. - respondeu. - Uiii. - Oii. - Antes que elas pudessem continuar Kare as enganchou em si e começou a andar abraçada em ambas que mais do que depressa fizeram questão de abraçar Kare de volta. Enquanto caminhavam Kare poderia sentir alguns solavancos vindos do momento em que elas cutucaram uma a outra pelas costas de Kare. Jovens…..

>><<

As garotas acenavam para Kare. Laiane e Marian trocavam cotoveladas, mas também acenavam. Vick olhava séria para Kare, mas parecia que estava vigilante com os arredores, Poky dormia e Alvida lhe mandou um beijo que saiu voando em uma trajetória esquiva na direção da morena.

As pessoas chocadas logo foram abraçadas pela melodia triste de Kare que neste momento parecia acalentar seus corações feridos com a apresentação do músico anterior de Nome Franky. Não houve erros, a voz de Kare era bela e a música bem arranjada, mas as pessoas ficaram com um sentimento de confusão ao ouvirem. Para as pessoas comuns aquele lamento era difícil de compreender, afinal como eles poderiam entender as dificuldades de ser tão talentosa? Tão boa? Tão soberana? Aquilo fazia algum sentido?

Eles olharam-se perplexos uns para os outros e assim como seus olhares, os aplausos deles também acabaram soando um pouco confusos. Os nobres localizados mais a frente aplaudiam enquanto riam, já os plebeus mais atrás tinham palmas esparsas. As alunas de Kare obviamente aplaudiam com avidez, pois conheciam sua professora e imaginaram que aquilo era uma brincadeira da mesma. - Digno de pena. Hunf. - Sophie que passava por ela bufou ao subir ao palco.

Mas é claro que a avaliação técnica se dava por uma banca de jurados e não opinião pública, mas ainda assim a conquista dos ouvintes era uma parte integrante da nota, mas aquela não era uma competição de uma única música então mesmo uma nota não perfeita, a qual provavelmente seria o caso desta música, não iria desqualificar Kare… Não ao menos com competidores como Franky em ação.

- As pessoas não são capazes de entender como você se sente . Mesmo que você as explique, cante ou desenhe.

Neste quesito Sophie saiu-se melhor do que Kare…. Estranhamente a esnobe modelo conseguia entender melhor os mundanos do que Kare… Bem, do ponto de vista de Kare ela era uma mundana. Agora Observando melhor não era só a flauta que ela carregava, havia algo mais amarrado em sua cintura e ela arrumava algo no pé.

Uma melodia xiclé… Um ritmo dançando que em algum momento poderia até mesmo despertar ódio profundo nas pessoas, mas que mesmo assim viam-se dançando sem perceber. Era mais uma vez um sentimento ambíguo, mas as pessoas pegaram-se divertindo enquanto dançavam no ritmo da melodia tocada por Sophie. A música em si tinha uma qualidade técnica muito inferior do que a apresentada por Kare, mas o apelo popular era bastante elevado e as pessoas logo estavam dançando umas com as outras enquanto riam por odiar a musica tocada… Aquele maldito tipo de canção que você se pega assubiando e se odeia por isso, Sophie havia apelado logo de cara.


OFF: A primeira musica, sim… Sophie está tocando DESPACITOS.

- É… um pouco irritante, mas…. Parece bom de dançar…. - A tenente era honesta como sempre. - Achei horrível. A música da Kare-sama foi muito melhor. - EI NÃO DISTORÇA O QUE EU FALEI. - As outras garotas ao lado começaram a rir das duas meninas brigando como adolescentes apaixonadas… Agora que Kare observava… Seria a tenente também bastante jovem?

- A qualidade técnica, a coerência, são fatores importantes, mas captar o sentimento público também. Você escolheu bem o tema da música, um som triste certamente estava adequado para o momento, mas a letra ficou ambígua para a maioria das pessoas. - Alvida fez uma crítica sincera para Kare que poderia ouvir a sabedoria da Okama ou não. - Você… Só … Não precisa…. Se rebaixar… que nem ela… - A verdade era que Alvida estava olhando com desagrado para Sophie, mas…. Sua bunda estava rebolando…. - Aquela querida é competitiva demais.

>><<

É claro que Kare havia se classificado, assim como Sophie e outros 6 músicos, apenas oito competidores dos 40 que se apresentaram. Na verdade, houveram 4 palcos, cada palco com 10 candidatos e dois vencedores, totalizando assim os 8 ''finalistas''. Kare havia ficado em primeiro com Sophie em segundo no seu palco e a partir deste momento o concurso mudaria para um formato de ''duelo''. Dois participantes subiriam ao palco para tocar, e poderiam um interromper o outro com suas músicas. Uma batalha de RAP

O oponente de Kare nesta etapa era uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] - Do jeito que as chaves pareciam ter sido feitas Kare só enfrentaria realmente Sophie na final.

>><<

- Por sorte ela não consegue entender o público. - Bast estava em um camarote privado dentro do teatro Chords de onde assistiu "sozinho". No início ele havia se preocupado, pois não imaginava que Kare pudesse ter avançado até tal ponto na música. - Só porque a voz e a aparência dela tinham que ser tão boas? - Ele moveu o pescoço que estava sendo massageado por uma jovem de 14 anos com os olhos nublados.



>><<

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptyDom 20 Dez 2020, 20:11



Mordiscando a pontinha do dedo indicador meus olhos foram preenchidos de admiração ao fitar a marinheira que demonstrava mais ímpeto em seu comportamento, incapaz de esconder o sorriso devasso estampado nos lábios. - A tenente é tão cruel… - Minha voz libidinosa soou fragilmente ao ser vítima de uma terrível ameaça por parte da marinheira, minha pessoa encontrava-se vulnerável aos métodos de convencimento severamente utilizados pela Nervosinha, estando a mercê da morena eu deslizei minhas por detrás de suas coxas cravando meus dedos quando os gominhos do bumbum fossem alcançados, então iria prontamente distribuir alguns beijos na região interna da coxa, percorrendo minha língua impertinente por toda a virilha da Nervosinha, até mesmo abocanhando com certa voracidade sua coxa provavelmente deixando uma marca muito bem escondida. - Algum problema Senhora Tenente? - Após os joguetes travessos evitando propositalmente o local de maior interesse, minha pessoa manteve seu olhar audacioso contra a marinheira, fazendo questão de exibir meu sorriso arteiro ao fazer o comentário que desafiava a autoridade da Nervosinha, apenas para incentivá-la a me "punir".

Quando a coadjuvante se afastou eu fui tomada por um grande espírito benevolente decidindo comprar maçã do amor tão cobiçada pela bolota de pelos. - Aqui, pode comer. - Me agachando na frente da doninha juntando os joelhos iria oferecer segurando pelo palito enquanto o outro braço era apoiado em cima das coxas, minha voz extremamente amável em harmonia sorriso com o doce no semblante além de meus olhos estarem fechados de forma bastante meiga poderia levantar suspeita por minha pessoa agir tão amavelmente, e quando Poky fosse abocanhar a maçã do amor eu iria repentinamente levá-la até minha boca dando uma generosa mordida. - Nhhmmmmm! - Enquanto lentamente mastigava o doce faria questão de soltar um longo gemido como se a maçã estivesse bem gostosa. - É tão crocante e sabor bem docinho, acho que vou pedir mais duas e comer todas sozinha. - Dizendo após engolir a maçã do amor, com os dedos dobrados apoiados na bochecha bochecha erguendo o olhar para cima apenas apreciando o sabor. Após essa breve brincadeira maldosa eu colocaria a maçã na boca da Poky enquanto ele provavelmente estivesse choroso fazendo pirraça. "Eu não me canso…" Refletindo sobre como sempre era engraçado fazer essas travessuras com Poky, enquanto estaria a observar a bolota felpuda finalmente comendo a maçã

Desejando alimentar a relação entre Nervosinha e Atrevidinha. - Mas na verdade as duas são bem atrevidas… - Me fingindo totalmente de desentendida iria levar a ponta do dedo indicador aos lábios enquanto fazia beicinho estando pensativa com o olhar desviado, após alguns segundos de devaneio um risinho abafado repleto de perversão escaparia de meus lábios, pois minha pessoa estaria a ser agraciada com a adorável memória da Nervosinha erguendo a saia alguns dias atrás.

"Tão civilizadas…" Admito que certo esforço foi necessário de minha parte para que eu não tomasse uma atitude hostil enquanto as duas senhoritas "extremamente elegantes" trocavam truculências nas minhas costas. - Vocês estão sendo meninas malcriadas, se continuarem assim irei lhes castigar imediatamente. - A ameaça proferida num tom deveras lascivo seria incrementada com minhas mãos apertando suas cinturas, acariciando o abdômen de ambas permitindo que as unhas fossem responsáveis por arranhar a superfície da pele. As pontas dedos simultaneamente iriam deslizar por seus corpos, adentrando pela saia da tenente, e percorrendo o interior da blusa da ruiva, acreditando que a possibilidade de serem repreendidas publicamente iria aquietá-las.

- Tudo bem, era apenas algo que minha pessoa precisava extravasar, a próxima performance irá obrigar o público a me idolatrar. - Entrelaçando os dedos por detrás da cabeça respondi bem despreocupada as palavras apreensivas de Alvi sobre a platéia não me compreender, na verdade eu estaria me sentindo leve, com a impressão que respirava mais facilmente mesmo com a reação insegura dos mundanos. - A coadjuvante levou a sério o vosso comentário sobre rivalidade. - Permitindo exibir um pequeno satisfeito eu tentava justificar as ações da ex-principal modelo, mas sem perder a acidez na voz para alfinetar a okama pois ela possuía parte da culpa pela atitude da okama. - Mas agora o ateliê Le Blanc uma nova artista. - Diria na tentativa de mostrar a Alvi o lado não tão ruim da situação. - Apenas se certifique de consolá-la após o festival. - Com um semblante irritantemente soberbo minha pessoa assumia a  derrota da coadjuvante.

A organização do festival  me causava bastante desgosto. - Tsc… - O ranger dos dentes sinalizava o repúdio que assolava meu ser. "Me obrigam a dividir o palco."  Eu, euzinha, aquela cujo o brilho causa inveja nas estrelas, a responsável por redefinir o conceito de excelência, compartilhando holofotes… Regras!

No momento da apresentação eu iria apontar na direção do centro com a palma da mão voltada para cima, permitindo que a lirista inicie o dueto. A princípio eu iria observá-la por alguns instantes a fim de pegar o ritmo de sua performance, quando eu pudesse compreender a essência da música iria acenar positivamente com a cabeça em sinal de entendimento e então apoiaria o violino na clavícula preso pelo queixo, mantendo-me bastante atenta a lirista e sua música para poder acompanhá-la na perfeita harmonia de nossos instrumentos. "Melhor eu tomar alguma atitude, caso contrário irão imaginar que ela perdeu propositalmente." Como se trata de um dueto eu optei tornar a competição menos desbalanceada, acompanhando a lirista a fim de enaltecer sua performance, pois caso contrário seria um vexaminoso massacre e não posso permitir que a responsável por compartilhar o palco comigo arruine o espetáculo. Aguardando até que a música entrasse no intervalo sem letras, ou então quando a melodia se tornasse mais sútil para roubar os holofotes com minha música.

O ritmo ditado por mim teria forte presença de notas graves tocados em um ritmo lento desejando envolver a platéia na sensual melodia do violino, a estrutura musical composta por diferentes acordes iria variar de acordo com a força exercida no momento de pressionar contra as cordas, mantendo a fluidez cativante sem perder o clima de tensão criado pela melodia. Desfilando de forma bem sedutora até o centro do palco minha pessoa iria agraciar o público com uma coreografia seguindo o lento ritmo da melodia, transpassando um pé por detrás do outro girando graciosamente o corpo enquanto jogava o quadril semi-círculos no ar acompanhando o luxurioso balançar do corpo, fazendo com que o sons de meus passos no palco agregassem na batida da música. Durante as estrofes eu iria propositalmente diminuir a sonoridade do violino, para que o público pudesse se focar principalmente em minha doce voz com generosas pitadas de perversão, enquanto a suave melodia ficaria responsavel por evidenciar a canção.

~~ Nosso segredinho.
Você será meu brinquedinho.
Depois te descarto.
Quando você se tornar um fardo.

Completa escuridão.
Onde guardo meu coração.
Não sou de ladrar, gosto de morder.
Te fazendo estremecer.

Da sua euforia eu sou a fonte.
Sua consciência eu levo longe. ~~

Tomada pela euforia momentânea minha pessoa iria enfeitiçar o público com uma gargalhada lasciva carregando consigo toda a satisfação que sinto ao brincar com sentimentos mundanos. Então deixaria o centro do palco permitindo que a lirista volte a se apresentar por algum tempo.

Retornando ao centro do palco minha pessoa tomaria uma abordagem ligeiramente diferente, com o violino apoiado perpendicularmente acima do farto busto, pois assim eu poderia manter a estabilidade do instrumento enquanto teria maior liberdade,. Acelerando um pouco a melodia ousada, minha pessoa iria apimentar sua voz com libido e um pouco de sarcasmo, enquanto as pisadas no palco seriam mais firmes aumentando a sonoridade da batida, apoiando-me na perna em questão para balançar lascivamente o quadril num formato de arco terminando com o bumbum arrebitado, sem perder o sorriso prazeroso estampado nos lábios ao afiar o olhar sádico contra a platéia.

~~ Hora de rolar os dados.
Você conhece meus pecados.
Eu sei o que te apavora.
Comigo você chora.
Sou dessas que arriscam a vida.
Sem medo de perder a partida.
Dessas que botam a prêmio sua cabeça.
Vai, me obedeça.

Você ainda se surpreende.
Que eu mande na sua mente?
Que te trate como um troféu.
Daí te rasgue feito papel.
Será que sou tão malvada.
Se te enlouquecer me agrada.
Se você triste me deixa feliz.
Sem ligar pro que você diz.  ~~

Assim a outra competidora poderia voltar a se apresentar, por enquanto.

A música retornaria a melodia lenta, agora minha voz além de transbordar a habitual lascividade faria se deleitar com uma entonação mais cruel e imponente de minha parte, a coreografia deixaria de ser tão móvel pois minha pessoa ficaria no centro do palco rebolando num ritmo deveras cativante jogando o bumbum empinado de um lado para outro, aos poucos eu caminharia até o limite do palco.

~~ Dominação.
É assim que eu gosto.
E disso eu não abro mão.
Desalmada.
Pra ninguém tirar nada de mim.
Quando se for no fim.

Bang, bang.
Comigo você tudo pode.
Sem medo, sem dor.
No seu cérebro, sem pudor.
Cai na burrice, na idiotice.
Cai na loucura, amor.
Vê se me obedece. ~~


Quando eu chegasse na beira do palco estando mais próxima dos fãs a música iria simplesmente parar, comigo os encarando de cima para baixo.  ~~ Vem comigo, me segue. ~~ O verso em questão seria cantado a capela, com minha pessoa dando uma ordem direta a platéia, desejando aumentar com a interatividade da platéia.

Assim iria desfilar novamente até o centro do palco após minha breve brincadeira perversa com os fãs, voltando a tocar e cantar, permitindo que público pudesse admirar meu deslumbrante caminhar com o quadril praticamente os enfeitiçando ao balançar-se de um lado para outro.  

~~ Dançando entre a vida e a morte.
Fazendo do seu azar a minha sorte.
Me escuta na sua mente.
Apavoradamente.
Até você fazer… ~~

Por fim iria girar airosamente meu corpo ao redor dos calcanhares, interrompendo a melodia na intenção de causar uma atmosfera de tensão suspense, que seria prolongada com meus lábios aveludados sendo mordiscados bem devagar. ~~ POW! ~~ A única sílaba seria dita num tom caloroso ligeiramente abafado.

Desta forma minha digníssima pessoa iria simplesmente deixar o palco, mesmo que ainda restasse alguns segundos até o término oficial da apresentação, pois acredito que tanto a bancada de juízes quanto os fãs haveriam sido "dizimados" com a performance orquestrada.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptyQua 23 Dez 2020, 12:31




Vick olhava para Kare que dirigia-se ao vendedor de maçã do amor, um senhor com já certa idade, uma barriguinha proeminente e um grosso bigode preto já rajado pela idade. É claro que vendo tal musa escultural querendo lhe comprar uma maçã ele se engraçou, soltando uma ou duas cantadas em Kare enquanto puxava as calças para cima salientando ainda mais a barriguinha cultivada em sua longa vida e com uma piscadela fez a gentileza de dar uma maçã grande, bem vermelhinha para a morena, obviamente sem cobrar nada, era como uma outra cantada… Certo… porque as mulheres se ''vendem'' por maçãs do amor….

Com a maça em mãos, Kare começava a retornar embora fosse um pouco difícil com Poky correndo adoidado em círculos ao seu entorno. Vick olhava para a maçã coberta de açúcar com certo temor, o lábio inferior da empregada tremeu quando ela segurou as palavras de protesto que iria lançar contra a generosidade de Kare. Claro que Kare não notou, estava afinal distraída inticando com a doninha que saltou abocanhando o ar no momento que a dançarina esquivou a maçã de sua dentada. - Tadinhooo, dá logo pra ele. - Claro que a tenente não pode deixar de sentir-se comovida com os grandes e lacrimosos olhos de Poky que parecia prestes a sair correndo em prantos. Kare vendo que o tempo de brincar havia terminado ''enfiou'' a maçã na boca da doninha. Os [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de Poky brilharam e ele avidamente começou a morder a maçã com seus dentes potentes e…. Eis que uma arrepiou ouriçou seu pelo por completo. - Merda… - Sim… Vick havia falado merda, foi entre dentes e bem baixinho, mas ela definitivamente havia falado. - POKYUNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN!!!!!!!!!

- Poky disparou, muito mais rápido do que Kare, deixando para trás apenas uma nuvem de fumaça que cruzava em zigzag pelas pernas das pessoas. - Ele foi…. - A tenente esticou a visão confusa tentando localizar a doninha. - Foi mesmo. - Laiane não havia entendido nada e apenas concordou. Isso é claro foi no momento anterior a Kare dar-lhe o apelido.

>><<

O trio que saiu andando em meio a solavancos devido a troca de indelicadezas das duas garotas nas costas de Kare logo acabou por parar em meio a um passo quando a pequena paciência da jovem dançarina alcançou seu limiar. Uma ameaça foi proferida pelos lábios rosados da Kare, seguida de uma firme demonstrando brevemente a ''punição''. - UII.. - Hnnn. - Duas reações bem diferentes, enquanto nervosinha parecia assustar-se com o repentino aperto, a ruiva apenas gemeu em deleite ao ser apertada por Kare com seu corpo inteiro se arrepiando em ânimo por estar sendo agarrada e vista de todos.

Eram duas pessoas bem diferentes e a ruiva parecia ter uma certa tendência ao exibicionismo enquanto a tenente realmente dava sentido ao apelido recebido. - A sua boca está melada Senhorita. - Aproveitando que haviam parado por um breve instante Vick adiantou-se até a frente de Kare, em sua mão havia um lenço branco com bordados em amarelo perfeitamente dobrado. Estava claramente oferecendo o lenço para Kare limpar-se.

>><<

- Eu não fiz a mesma provocação com ela não Querida, se ela está agindo assim é por partido dela mesma. - Alvida negava ter instigado Sophie a rivalidade com Kare, assim sendo o comportamento altamente competitivo da atriz era devido ao seus próprio narcisismo. - Mas concordo que o desenvolvimento não é inteiramente ruim.

Os organizadores de apresentações de toda a ilha pareciam conspirar contra Kare, não só Alvida a obrigava a dividir um palco, como também os organizadores do Festival Fish. A lirista alçou o palco pelo lado oposto de Kare, cada uma subindo para a concha acústica por uma escada lateral. No palco havia duas marcações que indicam o "espaço" de cada uma, não que fosse necessariamente obrigatório permanecer apenas ali e em um ato até "surpreendente" Kare acenava para a jovem dando-lhe a oportunidade de abrir… Bem, é claro que são sempre bandar menores que abrem para as bandas maiores e sendo assim não havia nada de samaritano na atitude de Kare, não que as pessoas pudessem compreendê-la e apenas acenaram surpresas pelo gesto "nobre".

- OLÁÁÁÁ PESSOAL. - uma voz animada cheia de juventude gritou para o público enquanto ela acenava com a mão no alto. - Eu me chamo Nicolla e vamos juntos festejar. - Essa parecia a abertura da jovem que na verdade era um jovem…. Sim, era um homem… ou algo próximo a isso.

Os dedos ágeis puxaram uma melodia doce levemente rápida com algumas notas no meio mais acentuadas do que outras compondo uma música com múltiplas camadas mesmo que usasse apenas um instrumento trazendo assim a tona um som base e uma trilha evidenciada ao mesmo tempo mostrando que era bastante habilidoso.

A intro da música foi um pouco longa enquanto o jovem constrói sua melodia, dando assim tempo para que Kare pudesse entender a base da música para começar a acompanhar. O primeiro acorde do violino soou um pouco alto, mas logo reduziu encaixando-se na melodia de Nicolla, o público e o jovem olharam para Kare surpresos, afinal aquele era um duelo, mas a morena estava demonstrando grande espírito esportivo ao encorpar a apresentação de seu concorrente. Alguns aplausos soaram da plateia para congratular o nobre espírito da dançarina que mais uma vez estava sendo medonhamente mal interpretada em suas intenções, mas qual protagonista de história que não parece algo muito melhor do que é devido às más interpretações?

Nicolla trouxe uma jornada, a narrativa de uma aventura em belas paisagens, a história de um bravo guerreiro do mar em suas façanhas. Um bravo guerreiro com mais de 10 mil seguidores, o melhor atirador do mundo que enfrentou um peixe dourado gigante. Este bravo e valente guerreiro do mar, amado por gigantes e venerado por anões seguiu sua jornada ganhando vida pela bela e contraditória voz de Nicolla.

A bela atitude de Kare foi de certa forma recompensada. Nicolla não juntou-se a ela durante sua apresentação, mas também não tentou atrapalhá-la… bem, caso se pergunte para a jovem este havia sido o melhor resultado possível por ela desejado. A música de Kare agora se encaixava muito mais no que o público esperava ver dela, um ritmo ousado e sensual, pesado e bem marcado. O nome Succubus vinha a mente de todos enquanto a assistiam e ouviam. Seus olhos e ouvidos presos na morena que dançava insinuando-se acima do palco. Sua voz era doce, tentadora e acolhedora, seu corpo pecaminoso impedia as pessoas de desviarem o olhar enquanto a batida da música apenas completava a tríade por ela criada.  

A sensualidade dela roubava os corações dos homens, alguns casais brigam na plateia durante a apresentação, houve momentos que era nítido espaços se abrindo em meio ao público por onde um homem desamparado fugia de sua esposa que buscava lhe acertar. A questão era que era quase impossível se controlar, Kare fazia muitos dos instintos afloram e por tal a apresentação não era nem um pouco "tranquila", pois o público gritava "impropérios" tais como: Gostasa. Até mesmo convites para jantar e…. Bem… outros convites que não irei transcrever aqui. Um destes outros foi até mesmo feito por Laiane que logo foi calada por todas as suas outras colegas que colocaram a mão em frente ao lábio fazendo SHHHHH, para ela é claro que Marian adorou.


>><<

Kare venceu, e o mesmo veio a ocorrer no confronto seguinte, chegando assim a final onde mais uma vez encontraria

(OFF: Bom, poderia fazer ter ainda mais uma disputa antes da final, mas tenho receio de tornar tudo meio massante, então optei pra adiantar pra final e fazer o confronto da final mais elaborado. )

O palco era o frontal, o mesmo em que Kare havia se apresentado nas classificatórias, o Tempo já era final de tarde e os raios alaranjados do sol brilhavam por cima das construções dando uma iluminação poente bastante bela ao fundo da concha. Havia iluminação por toda a praça e também na concha permitindo que Kare fosse perfeitamente vista.

Antes das duas jovens subirem ao palco quem o fez foi o Santo, isso mesmo. Bast subiu na concha acústica e se pronunciou para todos agradecendo o comparecimento ao festival e um monte de outros Blablabla que Kare não teria prestado atenção já que a Nervosinha lhe oferecia uma salada de frutas que havia comprado enquanto Laiane olhava com inveja enquanto a tenente fazia "aviãozinho".

Bast terminou com um agradecimento a Ishos e deixou o palco. A final teria o mesmo princípio das outras apresentações com as duas mulheres subindo ao palco. - Pode começar fofa, todos sabem que uma estrela precisa que outros abram a apresentação para si. - Sophie provocava Kare. É claro que a estratégia de Kare acompanhar a música como havia feito com Nicolla não surtiria o mesmo efeito na extremamente competitiva Sophie.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptyQui 24 Dez 2020, 14:29



A oportunidade apontada por Vick me fez elaborar uma estratégia deveras maquiavélica para encerrar a guerra entre Atrevidinha e Nervosinha. - Pois bem, como castigo as duas deverão remover o açúcar preso em meu rosto, sem utilizar as mãos. - Portando-me de forma bastante séria eu formalmente anunciava a punição que as duas baderneiras deveriam sofrer, inclinando o rosto para frente pois assim elas poderiam alcançar mais facilmente. A idéia era simples, minha pessoa esperava que tanto a ruiva quanto a tenente tentassem usar os lábios, e nesse momento eu as laçaria por trás do pescoço puxando-as para um beijo triplo, dessa forma creio que elas não voltariam a brigar tão cedo. Mas se por um fatídico acaso as duas começarem a digladiar entre si antes de penitência, eu simplesmente as ignoraria me aproximando de Vick enquanto iria inclinar o rosto em sua direção para ela poder remover as impurezas de minha esbelta face, provavelmente causando bastante desapontamento e invejas nas duas senhoritas tão íntegras.

A situação não era totalmente desagradável, pois agora havia uma marinheira bem empenhada em me agradar, e como eu poderia resistir a tamanha gentileza. - Aaaa… - Abrindo a boca com os olhos fechados iria ingenuamente aproximar-me da colher, mas, o desejo de provocar a Nervosinha era tão difícil de conter, de forma repentina meus olhos alaranjados seriam abertos enquanto furtaria tanto a colher quanto a tigela aproveitando-me da situação para roubar um breve beijo da marinheira. - Agradeço vossa generosidade. - Dizendo alguns segundos antes de colocar a colher na boca, permitindo-me esboçar um pequeno sorriso travesso, enquanto a tenente estivesse provavelmente estupefata pela brincadeira eu iria me afastar a passos ligeiros, fugindo bem despreocupada após ter roubado o doce. Entretanto eu me deixaria ser facilmente apanhada pela marinheira, para podermos compartilhar a salada de frutas.

Na possibilidade da ruiva continuar a nos encarar, minha pessoa tão benevolente seria comovida pelo olhar aflito da Atrevidinha. - Quer um pouco? - Dizendo de forma bem casual enquanto amavelmente ofereço a colher com salada de frutas. Caso a Nervosinha faça jus ao apelido. - Não seja tão malvada… - Apelando para a grande bondade da tenente eu iria firmar o aperto de minha mão contra seu corpo, sussurrando calorosamente no ouvido da tenente. - Nós três poderíamos ser ótimas amigas. - A voz libidinosa sendo carinhosamente entonada próximo a orelha da Nervosinha teria a intenção de fazê-la encarar a ruiva com olhos de desejo, mesmo que por alguns instantes, talvez o oposto também possa ocorrer com a Atrevidinha vendo a marinheira ser rendida por minhas mãos.

>><<

Devido ao comentário da coadjuvante fui obrigada a cobrir os lábios com a lateral dos dedos dobrados abafando o riso sarcástico.  - Claro claro, apenas tome cuidado pois uma pequena estrela é facilmente ofuscada. - Em respeito a divertida piada contada pela morena minha pessoa não tentou contradizê-la, apenas alertando-a sobre o risco de permitir que eu realize a abertura da final. - Quando o festival for encerrado vossa pessoa deveria explorar o ramo da comédia. - Antes de caminhar até o palco simplesmente dando as costas para a coadjuvante eu fazia questão de incentivá-la a aprimorar seu talento natural.

Como a outra concorrente me concedia a honra de iniciar o espetáculo eu não poderia simplesmente realizar uma performance medíocre, correto? Afinal a suposta estrela necessita de uma grandiosa abertura para que seu show seja devidamente apreciado, como todos sabem eu farei o possível para extrapolar as vossas expectativas. No centro do palco eu começaria a tocar uma melodia rápida, intercalando entre timbres agudos e graves criando um ritmo intenso muito bem marcado, contrastando com a natureza clássica do violino eu iria propor uma melodia mais popular e enérgica, alternando as notas musicais dos acordes a fim de evidenciar a diferença dos tons, em uma pura demonstração de técnica, permanecendo apenas com o instrumental por quase um minuto.

Após aquecer brevemente o violino com ritmo rápido minha pessoa iria simplesmente prostrar as costas da mão que segura o arco acima do quadril, utilizando a ponta da unha da outra mão eu puxaria com firmeza a última corda tocada estendendo a duração da melodia que deveria ecoar cada vez mais baixo  nos ouvidos da platéia, claro que minha pessoa faria isso encarando a coadjuvante enquanto no canto de meus lábios seria desenhado um sorriso repleto de arrogância. Minha pessoa precisava se exibir assim? Não. Mas eu simplesmente desejo ver a expressão embasbacada que a coadjuvante provavelmente fará.

Logo de início a platéia poderia perceber que a música tem uma presença deveras impactante, minha voz imponente entoava a canção com bastante satisfação, dessa vez a letra teria uma linguagem mais informal para facilmente cair no agrado do público.

~~ A patroa chegou pra mostrar como é que faz.
Ensinar como faz.
A patroa chegou pra mostrar como é que faz.
Ensinar como faz.

Se não consegue acompanhar.
Nem tenta vim atrás. ~~

Nas estrofes a seguir minha voz melodiosa repleta de doçura iria agraciar os ouvidos da platéia, assim como na música a coreografia lenta e graciosa seria responsável por encantar os fãs comigo conectando alguns giros corporais com passos longos, até desfilar sem a menor preocupação até a frente do palco.

~~ Pronta pra inflamar.
O mundo incendiar.
As regras vou demolir.
E es corações partir.
Porque é isso o que a patroa faz.

Minha foto aposto que você já viu nos jornais.
Como um diamante.
Minha presença é deslumbrante.
As regras vou demolir.
E os corações partir.
Porque é isso o que a patroa faz. ~~

Quando eu estivesse próxima da platéia voltaria ao ritmo acelerado da canção com minha voz sendo entonada de forma autoritária e prepotente.

~~ Quando eu falo, você se derrete.
Eu sou a borracha, então desaparece.
Te derroto sem precisar de força.
Cheguei pra causar, cadê minha bolsa?

Rostinho lindo pra elas quererem me provar.
Garota relaxa, vai ter que esperar.
Porque eu ainda nem comecei a provocar.
Nem tenta enfrentar, meu padrão é inatingível.
Vai pra próxima, porque essa eu já ganhei.
Geral fica WOW! Kare, você é incrível. ~~


Simplesmente interrompendo a fim de causar certa apreensão no público eu levaria as mãos ao lado do corpo. ~~ É, eu sei. ~~[/center] Dando de ombros com um sorriso excessivamente confiante estampado iria virar as costas após esnobar os mundanos, caminhando belamente até o início do palco, enquanto encarava a coadjuvante com um ar de superioridade em meu semblante, desafiando-a fazer melhor.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptyQui 24 Dez 2020, 19:41




- Pode deixar que eu limpo. - A tenente, foi estranhamente a primeira a se manifestar. Talvez fosse esperado que seu nervosismo a travasse, mas nos tempos passados com Kare ela havia se tornado mais soltinha sem abandonar seu nervosismo e foi assim que foi a primeira a entender o que se passava. Todavia a ruiva não era ingênua e ao ver a tenente se aproximar do rosto de Kare com seus pequenos lábios logo entendeu o que se passava e perante a sua primeira oportunidade de tascar-lhe um beijão naquela morena ela se afobou e deu um encontrão na tenente…. Era um dia ruim para a ruiva, afinal a tenente não era uma adolescente mimada que nunca fez nada na vida. Quando seus ombros bateram, quem foi repelida foi a ruiva. - EIII. - Ahnn? Você quer alguma coisa? - Ela falou pra gente limpar. - Vendo que não havia forma de competir com a tenente, a ruiva buscava a persuasão. - Então é bom ficar quietinha aí esperando porque eu não vou deixar. - Escuta aqui, você não tem que deixar nada a Kare-sama falou q… - Pronto senhorita, já está limpo. - Kare passava por entre as duas garotas cortando a briga, sua boca já estava limpa como podia ser visto pelas duas enquanto isso quem usava o lenço era Vick que havia ficado mais para trás. - EHHHHH???? - EHHHHHHH??? - O queixo de ambas caiu. Claro que Vick não havia limpado Kare com a boca e sim com o lenço, o único motivo para Vick limpar a sua própria boca à frente das duas jovens foi para provocá-las… Sim… Vick estava criando uma veiazinha sadista que gostava de ver o sofrimento alheio. - Senhorita Marian e Senhorita Laiane, peço que não desperdice o tempo de minha Senhorita com essas disputas infantis. - Sim Vick. - A tenente que conhecia Vick logo baixou a cabeça curvando-se em desculpas. Vendo-a agir assim Laiane logo a imitou supondo que não seria benéfico irritar a mulher chamada Vick a qual ela sempre via acompanhar Kare, mas que ainda não era capaz de entender a relação entre ambas. Assim que Vick passou por elas. - Ela não?... - Acho que não…. - As duas jovens aturdidas mantiveram um curto diálogo enquanto assistiam Vick pelas costas.


>><<

- Eiiiii, eu eu eu queria… - Kare fugia com a salada de frutas após roubar a colher e o copo da nervosinha que sorria toda contente se exibindo para Laiane com um sorriso triunfante e após sua distração acabou ficando com um rosto tristonho por ter sido privada de mimar sua amante. Kare que afastou-se uns passos segurou a colher cheia oferecendo para a nervosinha que acabou por cruzar os braços virando o rosto para o outro lado um pouco emburrada por não ter gostado da brincadeira de Kare. - Agora eu não quero. - Falou com a boca torta. - Mas eu quero. - A ruiva falou de forma radiante andando na direção de Kare com passos saltados repletos de felicidade. - EIII EU QUE COMPREI VOCÊ NÃO…. - - HunHunnn. - Vick limpou a garganta . Kare também a repreendia. - Desculpa… Ela também pode comer. - A tenente se dava por vencida, mas Kare ao vê-la naquele estado se aproxima e sussurra algo para ela. - Não sei se quero dividir. - A tenente não deixava de ser sincera, seus punhos se apertaram com força abaixo. - Quero você só pra mim. - Ela admitiu o que sentia. - Eu… eu… Eu te amo!!! - O rosto dela ficou todo vermelho, mas seus olhos olhavam diretamente para Kare no fundo dos olhos da dançarina. Kare havia se tornado a primeira paixão da tenente, havia lhe ensinado tudo até agora e por fim tornava-se também o primeiro amor da morena de cabelos curtos.

>><<

- Hunf, a única estrelinha aqui é você fofa. Mas já sei que você não é muito dotada intelectualmente, então irei lhe mostrar. - Kare não a deixava sem resposta. - Ai ai fofa. A única palhaça que vejo aqui é você. - Ela retrucava, mas estava visível uma pequena ruguinha de raiva em sua têmpora.

Durante a conversa elas estavam no centro do palco, mais ao fundo, paradas de frente uma para a outra com olhos cravados um no outro com sorrisos em seus rostos. O público mais abaixo aplaudia, mas nem totalmente pelos motivos artísticos corretos. A maioria dos maridos assanhados já haviam sido caçados por suas esposas, não só Kare havia provocado este fenômeno como aparentemente Sophie também o havia propiciado. Todavia, mesmo com a ausências destes o público não havia diminuído e era certamente maior agora que havia uma certa expectativa se Kare iria realmente enfrentar Bast em um duelo, afinal, contra as expectativas ela havia chego na final… Bem… Nem todos os músicos na competição podiam ser realmente chamados de artistas, mas ao menos os dois últimos concorrentes de Kare não eram nada ruim, mas faltava-lhes o gene do estrelato.

Kare começou sua apresentação, os acordes profundos e céleres do violino calaram momentaneamente o público que começou a dirigir sua atenção completamente ao palco abandonando as barraquinhas de comida, roupas e souvenirs. Os gritos até então suados em vivas ou vaias também pararam, mas estes apenas por um breve momento, pois logo voltaram a se agitar com o público erguendo as mãos em comemoração crescendo junto a melodia de Kare…?

A dançarina, agora também musicista, chegava no ''ápice'' do seu instrumento, um som vibrante repleto de energia preencheu o ar ampliado pela concha acústica e alongado pelo dedo médio dela no braço do violino. Seu olhar foi dirigido para trás, desejosa de ver a face de desgosto de sua concorrente, mas então… o que era aquilo?

Sophie havia trocado de roupas? E porque ela parecia usar roupas de praia? Todavia uma olhada mais atenta permitiu que Kare identificasse que os trajes vestidos por Sophie eram de uma dança sensual praticada por algumas mulheres. Moedas douradas presas em uma corrente na cintura, pulsos e tornozelos, roupas diáfanas de sede transparente e colorida e um véu à frente dos lábios presos por uma correntinha dourada atrás da cabeça. Sophie claramente estava apelando mostrando muito do seu corpo acima do palco. Sim, ela era bonita, era a principal modelo da ilha, afinal, seu corpo era definido, sua pele perfeitamente lisa e de um branco nevado perfeito.

Sophie não havia se abalado pela performance de Kare, seu ego elevado não a permitia perceber o talento da outra parte, pois estava tão completamente cheia de si que nada mais lhe importava. E dai se Kare tocasse bem? Certamente não era um problema para ela. - É isso aí fofa, eu cheguei mesmo. - Sem qualquer pudor, etiqueta, espírito esportivo, ou qualquer coisa similar Sophie se metia na música de Kare nos primeiros momentos avançando para frente do palco buscando ficar em destaque enquanto dançava com um sensual rebolado embalada pela melodia tocada por Kare buscando fazer parecer que Kare nada mais era que sua musicista pessoal. A flauta dourada estava em suas mãos e nesse momento servia de bastão para sua performance de dança. Claro que ainda faltava. Sophie não sabia cantar e sua apresentação de dança resumia-se a coreografia ensaiada, ela ainda não estava completa, mas seu desejo de esfregar a cara de Kare no asfalto a havia feito se dedicar na produção de seu número, tudo com o intento de vencer Kare… A qual ela não achava ser sua rival e jamais admitiria ter feito esforço para competir contra a mesma.

Kare não deixou-se abalar pela falta de reação negativa de sua concorrente, tão pouco interrompeu seu espetáculo por ela estar tentando roubar o palco e assim a batalha de egos seguiu. - Sim… Mas é claro. Partirei muitos. - Sophie não sabia cantar, mas sua performance era irritante onde ela parecia tentar transformar cada verso da música de Kare em uma pergunta que parecia ser dirigida a ela. - Essa sou eu! - Sophie dançava ao lado de Kare, rebolando seu quadril enquanto fazia um movimento de ondas com o abdômen balançando os símbalos dos pulsos e tornozelo direito. Talvez Kare pudesse admitir que estava sendo a primeira vez que estava tendo trabalho, ter seu show atrapalhado poderia ser deveras irritante.


A segunda parte da letra no entanto deu menos oportunidades para Sophie intervir, já que Kare referia-se em primeira pessoa. Assim a outra acabou afastando-se novamente deixando Kare ter um pouco de paz para completar a primeira parte da sua apresentação, encerrando a sua parte com assobios do público às suas costas enquanto desfilava com um olhar arrogante na direção de sua oponente. - Veja, ouça e aprenda fofa.

Como ela não cantava seria um pouco difícil intervir na letra, mas não quer dizer que Kare o faria de toda forma.


Uma música rápida, animada com batidas rápidas dos seus quadris e tornozelos para acompanhar enquanto ela desfilava seminua bem na beirada do palco eventualmente se virando para Kare dando uma piscadinha debochada.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptySab 26 Dez 2020, 14:34



Alguns segundos teriam se passado, mas provavelmente pareceria uma longa eternidade silenciosa, minha pessoa ficaria congelada retribuindo o olhar da tenente porém eu estaria visivelmente perplexa com os olhos laranjas bem abertos e a colher presa nos lábios, após depositar a colher no interior do copo minha pessoa utilizaria a mão livre para envolver a tenente por trás da cabeça, puxando-a gentilmente contra os seios fartos a fim de deixá-la confortavelmente aninhada nas almofadas fofinhas. - Está tudo bem ser egoísta de vez em quando. - Meus dedos lhe afagando os cabelos em conjunto da voz afetuosa seriam responsáveis por reduzir o nervosismo da marinheira, em seguida lhe daria um beijo demorado no topo da testa. Minha pessoa era incapaz de retribuir a declaração feita pela tenente, mesmo que as palavras fossem replicadas minha forma de enxergar os relacionamentos era diferente. "Esses olhos… Se provaram perigosos." Já tendo perdido a conta de declarações recebidas essa foi a primeira vez que pareceu real, o olhar sincero da Nervosinha transbordando sentimentos deixava isso óbvio, o mesmo par de olhos que despertou meu interesse agora parecia tão difícil de encarar. Provavelmente terei de esclarecer meus sentimentos à marinheira, mas agora não é o local nem horário adequado, portanto tentaria apenas amenizar o peso da situação.

Com a Nervosinha aparentemente mais calma eu faria uma inocente brincadeira para fugir de toda aquela tensão. - Então… - Dizendo num tom bastante sugestivo como quem não quer nada. - Posso mesmo comer toda a salada de frutas? - Permitindo que a leveza se fizesse presente em minhas palavras divertidas, na tentativa de fazer a marinheira se esquecer momentaneamente da declaração, ofertando o doce diretamente em sua boca.

>><<

"Exibida…" Minha pessoa simplesmente não conseguia sentir nada além de pena ao ver a coadjuvante se esforçando tanto cativar o público. "Mas não posso culpá-la." Eu facilmente conseguia entender o motivo de sua atitude, afinal se ela deseja conquistar uma mísera gota de atenção competindo no mesmo palco que eu é natural todo esse excesso de apelação, mas ao meu olhar ela não passa de uma pedinte tentando ganhar esmolas… "Pobre mundana."

Como se não bastasse tentar aparecer a coadjuvante teve a audácia atrapalhar minha performance com sua voz irritante, e para piorar, sem o menor ritmo… Tal ultraje era suficiente para despertar meu desejo de vingança. - Não importa quão graciosos sejam os movimentos se não houver nada a ser apreciado. - Durante a parte instrumental da música eu comentaria baixo apenas para a coadjuvante poder escutar, mencionando sua ausência de voluptuosidade.

Antes de retribuir a cortesia da coadjuvante minha pessoa precisava de um local aceitável para deixar o violino, o chão certamente seria a última opção, mas talvez houvesse algum banco ou algo do tipo, porém se caso a bancada do júri estiver próxima eu caminharia até eles, entregando o violino e o arco nas mãos de dois jurados diferentes. - Por gentileza segurem-o com cuidado. - Afinal eles não estão fazendo nada mesmo, ao menos que sejam úteis como cabides.

Ao guardar o violino eu iria me aproximar rapidamente pelas costas da coadjuvante, saltando com uma pirueta por cima dela a fim de aterrissar majestosamente na frente do palco, tendo a petulância de enviar um beijinho para a morena ao encará-la por cima do ombro.

Após a entrada triunfal minha pessoa começaria a sambar com bastante requebrado e desenvoltura, jogando rapidamente o quadril de um lado para outro no ritmo acelerado, arriscando alguns giros corporais quando a ex-maior modelo de Tuntz Tuntz estendesse a duração dos acordes, permitindo que os braços fossem movimentados com certa liberdade de maneira circular acompanhando o alegre ritmo proposto pela coadjuvante, e ao contrário dela não precisaria me esforçar exibir algo inexistente afinal os fãs poderiam facilmente apreciar todos os encantos de meu corpo escultural, enquanto iria lhes agraciar os ouvido com uma canção improvisada, porque diferente de uma certa ajudante de palco eu sei fazer isso muito bem. Tomara que ela tropece e se asfixie com a flauta atravessada na garganta.

~~ Vem sentir meu calor.
Na beira do mar te faço relaxar.
Vem ser meu beija-flor.
Onde ninguém pode nos achar.

Vamos fazer florescer.
Você e eu agora, eu e você.
Vamos pra onde tudo pode acontecer.
Inclusive nada

Nada pode ser melhor do que a gente junto, nós dois.
Mil ideias e uma história de amor, e o assunto é nós dois.
Dois amantes namorando na beira da praia, iá iá iá.
Nada pode ser melhor pra gente se amar. ~~

Após a vingança ter sido concluída eu espero que a coadjuvante aprenda uma valorosa lição, jamais tentar roubar MEUS holofotes. Sendo assim eu novamente apanharia o violino. - Obrigada. - Agradecendo na possibilidade do instrumento estar em posse dos jurados. Para finalmente retomar ao verdadeiro espetáculo da final.

Voltando ao ritmo intenso com a notória presença de notas graves a melodia de minha voz cheia de doçura iria acalentar os ouvidos da platéia, após o show de horrores apresentado pela coadjuvante.

~~Eu danço porque curto esse jogo.
Nessa disputa sigo invicta.
Toma cuidado que eu faço pegar fogo.
Eles gostam porque sou sempre convicta.
Eu sou grande e não to falando de altura.
Não vem com pouco, porque comigo só existe fartura.
Sou assim bem patroa e vou com tudo.
Dona de mim, soberana do mundo.

Sempre estampado capa de revista.
Tudo saiu como foi planejado por mim.
Fazendo o que quero só quando tô a fim.
Eu viro noticia.
Mas isso não é novidade.
Amando viver à beira da insanidade.

Sinto muito, mas não sou nada inocente.
Em menos de um minuto acabei com seu império decadente.
Sinto muito, se eu chego destruindo e sua inveja aflora. ~~

O verso seguinte receberia uma generosa entonação mais agressiva de desprezo. ~~ Vou ficar um pouquinho por aqui, então vai caindo fora. ~~ Propositalmente desviando o olhar para a coadjuvante quando cantasse.

Retomando a canção mais rápida com minha voz extremamente adorável repleta de soberba.

~~ Meu visual é tão bom que devia ser crime
Eu pego o quero sem perder a pose sublime.
Meu círculo é pequeno como um estalo.
Sabe que eu amo o som do aplauso.
Sabe que eu só falo a real.
Quando me vê chegando, sabe que a música é fatal.
Chegou a boa, vim pra arrasar
Vem com a patroa, porque cheguei pra ficar. ~~

Confesso que a última estrofe da música não havia sido planejada, minha pessoa teria improvisado durante o espetáculo para mandar um recadinho a coadjuvante, caminhando até ficar a poucos centímetros de distância da mesma, enaltecendo toda a minha soberania com uma pitada bem debochada na voz.

~~ Desculpa, só que não, por ser a melhor.
Te destruo sem dó.
Pulsação a mais de cem.
Eu começo e vou além.
Pois nada me pára.
Não sou mediana, ninguém se compara.
Do começo ao fim do dia.
É em mim que o sol brilha
Acha que me copia.
E passa vergonha… ~~

A última palavra era propositalmente atrasada enquanto eu fitava a coadjuvante dos pés a cabeça menosprezando-a apenas com o olhar. ~~ Hunpf! Falida! ~~ Após o breve afrontamento iria dar as costas jogando os cabelos por trás do pescoço, esnobando a morena enquanto ela poderia ver minhas costas se afastando majestosamente de sua presença insignificante.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptySeg 28 Dez 2020, 12:42




- Kare? - Com a cabeça levemente abaixada olhando para Kare por entre a franja com os olhos voltados para cima a Nervosinha após se declarar tentou chamar pela dançarina que havia ficado absorta no mundo sem perceber o tempo que passou. Faziam já 10s desde que Marian havia falado e durante todo este tempo os olhos de Kare pareciam ter-se perdido no horizonte a nada ver. - Kare? Tudo bem? - A voz da tenente era baixinha e cheia de receio. - Diz algo… - Parecia que iria chorar a qualquer momento. Não era sequer imaginável a quantidade de coragem que ela havia precisado reunir para dizer aquelas três palavrinhas e talvez fosse justamente este o motivo que o golpe em Kare houvesse sido tão duro.

Laiane havia ouvido, por mais que Marian houvesse tentado falar baixo e ela mesma estava igual Kare, estática aguardando para ouvir a resposta da sua musa, enquanto sustia a respiração indefinidamente. Kare finalmente se moveu, ainda sem palavra lançou seus braços por trás do pescoço da tenente puxando-a com gentileza contra si, sem nenhuma resistência à pequena afundou seu rosto nos seios de Kare, mas não havia qualquer malícia nesse contato e a fragilidade dela neste momento era muito evidente para Kare. Os braços delgados de Marian envolveram com suavidade a cintura esbelta de Kare, havia uma certa firmeza em seu aperto que revelava o medo de soltar a dançarina.

Não eram as palavras que ela sonhava, mas estava dentro do que o seu lado racional esperava. O carinho na voz da lanceira a confortou e o aperto dos braços na cintura aliviou em parte. - É quente… - Com o rosto enfiado no peito de Kare ela começou a falar, suas bochechas abraçadas pelos melões da morena. - Ta batendo tão forte. - Falou sobre o coração de Kare. - É relaxante. - Seus braços apertaram um pouco mais por um breve momento antes dela soltar e se afastar secando os olhos marejados. - Ufffaaa. - Foi bastante audível o alívio de Laiane, mas ninguém lhe deu atenção nesse momento. Um sorriso levemente trêmulo, mas ainda com aparência relaxante, surgiu nos lábios finos da nervosinha. - Pode sim, eu comprei pra você…..Eu sei que você é a rainha do egoísmo.   - Ela devolveu a brincadeira após um pequeno intervalo, enxugou mais uma vez o olho esquerdo e sorriu de forma brilhante.

>><<

Kare começava a ficar boa em entender os mundanos…. Bem… na opinião dela é claro seu entendimento estava 110% correto. Como Sophie poderia ser culpada de tentar todo o possível para alcançar o impossível? Não, certamente ela não poderia e assim Kare teria deixado para lá toda a apelação feita pela outra, mas… havia algo que não era assim facilmente perdoável; empobrecer a sua performance.

Com sobrancelhas erguidas, um jurado homem vestido em um terno e uma mulher na casa dos 50 em um vestido amarelo encaravam a morena que tinha em cada um dos braços estendidos algo para lhes entregar.   - Oiii? Não entendi minha cara. - A bancada de jurados ficava em um ''palco'' adjunto à esquerda da concha, local acessível para Kare com um passo um pouco mais comprido. A confusão estampada no rosto deles podia desagradar Kare, que com mais um movimento incisivo do braço indicou que era para eles segurarem seus instrumentos. Os olhos duros os encarando os fez se mover para pegar, ainda receosos pensando que isso pudesse ser algum truque, mas então Kare apenas se virou e voltou para o palco contornando-o para o fundo.

Sophie errou uma nota ao assustar-se com o movimento brusco de Kare que a fez se encolher imaginando que seria naquele momento violentada acima do palco. A bem da verdade não somente ela que achou isso, pois mais da metade da plateia se encolheu ao ver Kare iniciando uma corrida vertiginosa em direção a concorrente. A fama de Kare poderia ser bastante assustadora para simples mortais, gritos levemente histéricos se fizeram ouvidos quando as pessoas tiveram a certeza de que veriam Sophie ser atingida por uma violenta voadora nas costas. Algumas pessoas faziam sinal da cruz orando para o melhor enquanto outras se preparavam para agarrar o corpo voador da modelo e quem sabe tirar uma casquinha. Alvida parecia particularmente aflita com seus olhos bem abertos a observar. Bem…. É possível que nada disso tenha sido registrado por Kare que apenas movia-se graciosa para saltar por sobre a cabeça de sua ''rival'' em uma bela pirueta frontal que visava aterrissar graciosamente a frente de Sophie…. Neste momento, o público gritou em vivas ao ter um flash da calcinha vermelha que Kare vestia. Os gritos abafaram o erro na nota de Sophie que ao ver-se ilesa apressou-se a voltar com a apresentação.


Aquele já era um tipo de show diferente, era algo inusual para tuntz tuntz onde a maioria das apresentações de música seguiam um estilo mais clássico e contemporâneo, músicos sérios que focaram-se apenas em tocar e cantar enquanto transmitiam para o público os seus sentimentos. Era assim uma quebra de paradigma quando duas mulheres particularmente belas subiam ao palco com vestes sensuais e começavam a dar uma apresentação mais popular repleta de momentos de tensão.

Aplausos aumentaram durante a música, o respeito que haviam aprendido de ouvir em silêncio enquanto os músicos tocavam foi naquele breve momento esquecido e as pessoas começaram a bater palmas tentando acompanhar a melodia.

Claro que a reação não era de todos. Os nobres olhavam com muito desagrado para os incivilizados, os juízes o mesmo. Mas bem a frente Kare poderia ver a Nervosinha, Laiane, Alvida e todas as outras garotas que ela treinava a bater palmas aceleradas enquanto balançavam o corpo a assisti-la. Poky no topo da cabeça de Vick tentava sambar assim como Kare, enquanto Vick permaneceu estática com o rosto sério e as duas mãos prostradas uma sobre a outra na frente do corpo.

Kare ainda dançava enquanto uma ruga de raiva estava no rosto de Sophie que em um movimento ''acidental'' chutou sua sapatilha na direção de Kare. O ''projétil'' voou em parábola na direção da cabeça de Kare que pode evitá-lo sem quaisquer problemas com um giro suave que encaixou bem no passo que estava fazendo enquanto a sandália voou atingindo Poke na cabeça de Vick fazendo as jovens riem ao ver a doninha saltando em um mortal e pousando no chão sobre a sandália enquanto parecia reclamar por ser alvejado.

>><<

O show terminou no que parecia ser realmente um duelo de Rap com Kare colada frente a frente com Sophie enquanto mandava-lhe um recadinho bem na fuça. Falando em fuça a não muito composta modelo não resistiu a provocação e seu mão moveu-se com violência em um bofetão no rosto de Kare que embora fosse muito ágil quase foi atingida sentindo a ponta do dedo de Sophie arranhar a pontinha do seu nariz, pois ela não esperava que a outra fosse descer tanto assim do pedestal. Sua parte terminou com ela ficando com uma pequenina ardência na pontinha do seu nariz.

O resultado foi que o público realmente gostou. Bem, a maior parte dele. Os nobres pareciam bastante degradados com a falta de compostura sobre o palco, mas a maioria esmagadora da população não era feita de nobres e estes parecem ter-se divertido bastante com a performance muito mais interativa que lhes havia sido mostrada.

- Os juízes vão analisar, o resultado será dado em meia hora. - Um homem magro de barba bem aparada e um terno fino anunciou no palco com auxilio de um den den mushi de transmissão.   - Enquanto aguardamos fiquem com as musicas da banda Eva.

Sophie deixou o palco sem falar nada. Na segunda parte a raiva havia lhe prejudicado e sua face já não havia sido mostrada tão graciosa. Kare poderia descer e ficar com suas amigas. Casais dançavam juntos um ritmo um pouco mais lento neste momento, todavia enquanto o tempo de espera corresse haveriam outros ritmos, alguns um pouquinho mais rápidos, mas sem exceção todos dançantes. Ao chegar embaixo havia ao menos três pessoas com olhos brilhando esperando por ela. - Você vai dançar comigo Querida. - Alvida tomou a frente o que deixou as outras duas jovens com olhos esbugalhados, pois não haviam visto a okama a suas costas e estavam prestando atenção apenas uma na outra e em sua rixa.


>><<

OFF: Faça o RP, e o caso para o pós anuncio. Acho que fica legal ter mais uma intimada no Bast também e uma provocada no publico, fica com você como conduzir a cena ai.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptyTer 29 Dez 2020, 00:49



A resposta afrontosa feita pela Nervosinha me fazia erguer uma sobrancelha em sinal de surpresa. - Ara ara… Então vossa pessoa não deveria tirar proveito dos raros momentos altruístas feitos pela Rainha do Egoísmo? - Eu não ficava irritada com a ofensa, para ser sincera eu queria rir, pois a tenente demonstrava  apreço pela troca de implicâncias que ao meu ver são bastante proveitosas para apimentar o relacionamento. - Uma lástima de fato, pois o sabor adocicado enfeitiça o paladar e as frutas parecem derreter sobre a língua. - Por sorte ou azar a marinheira havia entrado num joguete que muito me agrada, enfatizando o quão deliciosa era a sobremesa num de voz bastante deleitoso. - Dizem que o sabor torna-se ainda melhor quando é compartilhado, sendo assim, eu lamento a recusa de vossa pessoa. - Fingia estar muito entristecida por ser obrigada a deliciar-me com o doce apetitoso sozinha, instigando a desistência da Nervosinha pelo paladar.

>><<

"Vadia!" Meu corpo inflamou-se com um ódio mortal pela coadjuvante, ela havia cometido um sacrilégio imperdoável, desfigurar a divina perfeição de minha face impecável, aguardei pacientemente a continuação do showzinho medíocre que a coadjuvante apresentava enquanto a ardência em meu preciosismo nariz era responsável por inflamar diferentes sentimentos hostis, pois no momento de ambas deixarmos o palco meu pé iria de encontro a saia da mulher com a clara intenção de pisotear prendendo o tecido no chão, com sorte ela iria se estatelar quebrando o nariz.

Deixava o palco caminhando plenamente, porém ao dar as costas para a platéia meu semblante se fecharia amargurado com minha pessoa rangendo os dentes e cerrando os punhos tremendo de raiva, amaldiçoando Sophie e suas 20 próximas reencarnações.

Alguém já passou por alguma situação onde se encontrava em extremo desgosto e o simples fato de ver outras pessoas alegres faz você querer torturá-los lentamente até gritarem em total terror? Pois então… Ainda bufando meu olhar mortífero era lentamente erguido contra os mundanos baderneiros, encarando um a um como se observasse o mais profundo de suas almas. - Depois… - Respondia o convite num tom frígido e amargurado caminhando sem desviar o olhar enquanto passava ao lado de Alvida.

Procurava por uma barraca de bebidas. - Três doses de tequila. - Dispensava totalmente a educação ao simplesmente exigir pelo drink deixando Vick realizar o pagamento, enquanto iria me sentar a uma mesa, virando os shots com alguns minutos de intervalo, quando o terceiro copo fosse esvaziado minhas costas seriam repousadas no encosto da cadeira deixando os ombros caírem exaustos. - Quase… - Pressionando as têmporas com o polegar e dedo médio fiz uma breve massagem enquanto recuperava a compostura permitindo que a bebida fizesse efeito, minha pessoa refletia sobre seu estado mental após a atrocidade cometida pela coadjuvante, o único motivo que me impedia de sujar as mãos era a presença da platéia aliada ao interesse de manter a reputação.

- Vamos dançar. - Agindo na mais perfeita e absoluta normalidade como se a pouco minutos atrás nem estivesse prestes a surtar tentaria reacender o ânimo das garotas, propondo uma comemoração coletiva onde eu poderia dançar com todas, mas claro Alvida seria a primeira após ter pedido com tanta intensidade, em dado momento eu estaria a dançar junto de Sulian. - Não conte a ninguém, mas, eu acho que meu ponto fraco são loiras impetuosas. - Cochichava num tom malicioso para que somente ela escutasse, a tequila provavelmente me libertava de algumas, más eu tinha ótimas memórias com duas podendo considerar três pessoas com tais características, além de ser sempre divertido atiçar os mundanos apenas para testar suas reações, e Sulian não escapava dessa "regra".

A fim de me desestressar também escolheria a bolota felpuda como parceiro de dança, segurando-o na palma da mão deixando que Poky me acompanhasse enquanto poderia se divertir dançando por meus braços e ombros.

Muito provavelmente eu iria me atrasar para a cerimônia que anunciaria minha vitória no festival, pois iria facilmente me deixar levar pelo clima comemorativo até me esquecer do ocorrido com a coadjuvante. Tomara que ela escorregue e bata com o olho num prego enferrujado. Bom… Talvez demore.

Imaginando que não iriam anunciar a vencedora sem minha pessoa estar presente, eu subiria no palco em um pingo de preocupação, desfilando tranquilamente jogando uma perna na frente da outra enquanto cantarolava uma melodia, mantendo a cabeça erguida exibindo o semblante vitorioso.

Aproximando-me do cerimonialista iria tomar o possível microfone de suas mãos sem me importar de interromper a fala do mesmo. - Todos os habitantes de Tuntz Tuntz estão convidados a assistirem meu dueto com o Sr. Santo no teatro Chords, não se esqueçam de garantirem seus ingressos o quanto antes, pois não haverá outra sessão e os ingressos com certeza irão se esgotar em pouquíssimo tempo. - Antes do resultado ser divulgado minha pessoa se considerava vitoriosa portanto tal anúncio era dispensável pois iriam apenas repetir o que já sei. - Mas os azarados não fiquem preocupados, pois acredito que tal evento grandioso será transmitido nas praças da ilha. - Minha voz se manteria o tempo todo serena realizando o casual discurso para a platéia, não me importava muito com as expectativas pois imagino que a organização do maior teatro de Tuntz Tuntz não perderia a oportunidade de lucrar com os expectadores.

Terminando meu discurso iria devolver o microfone nas mãos do cerimonialista. - Me perdoem, quase me esqueci. - Subitamente puxava o microfone novamente, aproximando-o dos lábios. - Como prêmio do festival eu gostaria de um chocalho. - Se ainda restava alguma dúvida do público sobre minha pessoa achar que havia ganho a competição, tal comentário com certeza iria escancarar minha prepotência, ostentando um arzinho de tédio e desinteresse nas palavras proferidas. - Agradeço vossa atenção. - Formalmente me curvava em uma breve reverência a platéia, devolvendo o microfone mas antes do cerimonialista pegá-lo eu deixaria o objeto escapar de meus dedos.

Antes de dar as costas deixando o palco minha pessoa teria o atrevimento de piscar cinicamente para a coadjuvante debochando da mesma, então jogaria os cabelos por cima do ombro começando a caminhar bem descontraída, permitindo-me assobiar enquanto  os dedos eram estalados dando origem a uma simples porém divertida melodia. "É isso que chamam de matar dois coelhos com uma cajadada?" Se tudo ocorrer sem maiores imprevistos minha pessoa além de ter intensificado a pressão popular contra o falso também faria a coadjuvante sofrer o enorme constrangimento de esperar o anúncio no palco após eu ter proclamado vitória, eram duas vinganças realizadas ao mesmo tempo, tal feito trazia uma farta sensação de êxtase para minha pessoa que seguia desfilando para fora do palco enquanto dançava entre um passo e outro. Bem, o efeito tequila também seria culpado por tamanha animação.

Se tudo ocorrer bem minha pessoa aproveitaria o restante dia indo em alguma danceteria aceitando a sugestão da Atrevidinha, pedindo para Alvi uma peruca com cor e tamanho diferente de meu cabelo pois imagino ser impossível minha pessoa conseguir transitar por Tuntz Tuntz sem ser constantemente abordada por repórteres e civis após minha inocente brincadeira na cerimônia de vitória.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptyTer 29 Dez 2020, 12:46




- Eu tento. - Marian respondeu, na verdade ela havia entendido que Kare havia falado realmente em comer sozinha e por tal se ''perdia'' um pouco no joguete, mas não podemos culpá-la, ela afinal estava se esforçando. No momento seguinte Kare tornava os contornos da brincadeira mais nítidos e ela logo começava a perceber . - Éééééé´…. - pokyunnnnn… - O feitiço nas palavras de Kare era forte o suficiente para não só atrair novamente a nervosinha e fazê-la perder a linha, como também para atrair Poky. - EU QUERO EU QUERO. - Não conseguindo mais manter-se serena ela avançou enganchando o braço em Kare, fechou os olhos e abriu a boca…. Estranhamente era a mesma atitude tomada por Poky que no momento sentou sobre o ombro da marinheira. A alguns passos Laiane sorriu e se afastou. - Essa eu perdi. - Era uma boa competidora.

>><<

Calme Kare…. Não ficou marcado… Mas acredito que isso já não importa neste momento, pois o ''dano'' já havia sido feito. O sangue deixou os fartos melões da morena subindo-lhe para a cabeça. Sua visão tornou-se vermelha neste momento, o laranja de seus olhos ficou escuro e profundo com um brilho sombrio. A ardência residual na pontinha do seu nariz tornou-se o combustível para sua raiva, que conforme assistia Sophie terminar seu show só se fazia crescer e assim seu rosto belo e altivo por fora escondia a tempestade que rolava dentro. Maldições para toda a família e todos os descendentes que um dia ela pudesse ter, mas mesmo assim não conseguia aplacar o sentimento que fervia. O normal teria sido deixarem o palco uma por cada lado, mas neste momento Kare seguiu Sophie. Alvida já antevia o pior, mas também sabia que a culpada do incidente era unicamente a modelo que havia cutucado uma onça com uma vara curta demais, assim tudo que a okama podia fazer era que nada irreversível assolava sua principal modelo.

Sophie estava distraída quando seguia em frente, na verdade irritada, pois ao final da apresentação havia sentido que Kare havia sido melhor, mas este não era um sentimento fácil para ela admitir. Assim, quando foi pôr o seu peso para frente e descer a escada foi ''golpeada'' a mudança sutil que lhe prendeu foi o suficiente para desestabilizá-la, popis diferente de Kare ela possuía um corpo no reino humano. - OHOhOhOh. - Ela girou nos calcanhares enquanto balançava os braços no ar lutando contra a gravidade. A "última" coisa que seus olhos registraram foi o olhar repleto de ódio no rosto de Kare. - VADIAAAA. - A pequena escada a fez desequilibrar-se, apenas três degraus dos quais ela lindamente caiu. Kare ouviu nitidamente o som dos ossos que… mentira xD. O som ouvido por Kare foi similar a um pedaço de madeira caindo no chão quando a bunda seca de Sophie atingiu o assoalho de madeira logo abaixo. - AIII MEU CUUU. - Gritou sem qualquer elegância e finesse ao rolar para o lado ficando de quatro com a mão levada a bunda.

Foi por isso que Alvida quis ser a primeira a dançar. Ela queria aproveitar o momento para repreender a jovem Kare, mas o furacão Kare apenas passou por ela. - Kare? - Marian chamou preocupada. - O que aconteceu? - As jovens não haviam entendido, Kare havia sido melhor, Sophie não parecia ter-lhe conseguido fazer nada, não ao menos que elas houvessem conseguido enxergar, mesmo assim a outra foi derrubada da escada. Todavia, por o palco ser mais alto era difícil associar Kare ao incidente, pois não era possível ver com clareza os seus pés. E então ela as ignora, passa reto e vai adiante. Estavam pronta para segui-la e perguntar o que havia acontecido quando Vick as impediu abrindo o braço na frente do caminho. - Esperem aqui Senhoritas. - Nenhuma deles se atreveu a contrariar a empregada que deixou-as e seguiu Kare silenciosamente enquanto afastava qualquer pessoa que tentou se aproximar, inclusive enxotando um casal de uma mesa para que Kare pudesse ocupá-la. Como um bom ''cão'' Vick aguardou silenciosamente atrás de Kare que sentada virou um copo atrás do outro, impediu que fotos fossem tiradas e inclusive mostrou uma arma para um homem que teimou em querer falar com Kare também fazendo-o se afastar. Vick não se importava em nada com sua imagem, tudo que lhe era importante estava na mesa bem atrás de si querendo não ser incomodada e essa era para ela, agora o seu dever mais sagrado.

Kare que tinha a cabeça apoiada na mão sentiu o toque de Vick em seus ombros, uma massagem suave. - Se a Senhorita desejar eu posso dar cabo disso. - Vick não era como as estudantes de Kare, ela havia entendido perfeitamente o que aconteceu sobre o palco. Talvez Kare conseguisse se lembrar do incidente que ocorreu na casa de praia e do fim trágico que duas jovens tiveram após uma certa partida de vôlei. Sim, Vick seria capaz disso e Kare tinha a completa certeza disso. Kare por fim se levantava e Vick mais uma vez se calou apenas a acompanhando.

Ao retornar já não mais encontrou Alvida ali. - Ela foi ver se Sophie estava bem. - Explicou Laiane. - Mas se você quer dançar com uma ruiva, estou aqui todinha pra você Kare-sama. - Sem perder a chance se jogou nos braços de Kare deixando uma certa tenente muito enciumada.


- Loiras é? - um sorriso surgiu no rosto de Sulian, cheio de convencimento. - Eu sei que eu sou irresistível, mas para infelicidade da professora o brinquedo que eu gosto é outro. - Jogou o cabelo e então se aproximou do ouvido de Kare. - Mas eu to adorando a cara delas. - Marian e Laiane estavam fuzilando Sulian com o olhar. - Isso até me deixa com vontade de brincar. - A mão dela deu uma escorregadinha chegando perto a bunda de Kare. - Alias, eu tenho um amigo. Acho que ele ia gostar. - Ela tentou deixar seu rosto bem coladinho no de Kare enquanto devolvia uma proposta indecente para a morena. - Ele faz bem gostoso e aguenta nós duas. - Afastou o rosto rindo. - A expressão delas é ótima, não acha? É melhor eu parar antes que entre em combustão aqui. - Afastar-se-ia de Kare e falando em voz alta. - Se quiser, me liga que marcamos. - Isso pareceu a gota d'água. - Su-Li-An…. - Melhor eu correr. - E foi isso que ela fez enquanto era perseguida por uma ruiva furiosa. - Acho que … pode ser minha vez? Eu… Não quero mais dividir agora. - A tenente havia sido bem paciente e aguardado Kare dançar com todas e para a sorte da Tenente a próxima música foi do tipo romântica e ela pode dançar coladinha em Kare, infelizmente para Kare a tenente não era a melhor dançarina, mas seu corpo pequeno foi rapidamente disciplinado por Kare… Bem, ela também já estava acostumada a deixar a mulher a levar.

>><<

Meia hora passou voando e as músicas pararam, a Tenente continuava pendurada nos braços de Kare com a cabeça repousando no peito dela com um semblante sereno. - Já? - Lamentou-se quando a música parou.

Sulian após a fuga havia trazido bebidas e roubado uma mesinha redonda sabe-se lá de onde. Ela e Laiane bebiam um shot enquanto olhavam-se intensamente… Talvez houvessem apostado algo?

- CHAMAMOS AO PALCO AS DUAS FINALISTAS PARA O ANÚNCIO. - O Apresentador falou pelo alto falante, mas Kare ficou onde estava. - Tão te chamando, você não vai?

Uma, duas, três vezes. O nome de Kare começou a ser chamado pelo microfone. Algumas pessoas tentavam se aproximar, mas Vick impedia, até que. - Anunciamos que caso a Participante Karelina não venha ao palco nos próximos cinco minutos ela será desclassificada. - Por fim um anúncio que a obrigou a se mover.

>><<

- Finalmente, aqui está a participante Kare. Vamos prosseguir com as no… - Sem que ele percebesse o microfone foi roubado de suas mãos. Sophie estava no palco, havia uma faixa na cabeça, o que era estranho por Kare ter certeza absoluta que a única coisa ferida era sua bunda seca. Bem… Ela estava mancando, então seu cu provavelmente ainda estava doendo… Mas nada explicava aquela faixa na cabeça a qual parecia até levemente manchada de sangue. - Eu contei tudo pra Alvi-chan, sua carreira acabou. - Sim… Ela ao menos conquistaria uma pequena vingança… Bem… Na opinião dela.

O anúncio de Kare gerou comoção. As pessoas foram todas pegas de surpresa. Elas obviamente sabiam do conteúdo da aposta que havia sido feita nesta mesma praça, mas não estavam sabendo de dueto nenhum, muito menos no teatro Chords e nem que haveria venda de ingressos e além do mais… Ela não precisava ganhar? Nada ainda havia sido anunciado, mas por algum motivo a morena já estava divulgando um outro show. O apresentador corria atrás dela tentando recuperar o micro enquanto reclamava sobre ela não poder fazer isso e aquilo. Finalmente achou que o retomaria… mas também se enganou e por fim o prêmio de 1kk foi transformado em um chocalho… Não que os Fish fossem reclamar.

Por fim, com um grande agudo irritante ecoando após o micro ter sido derrubado, ela virou-se e partiu sem esperar pelo anúncio. O apresentador tentou retomar as rédeas, mas o estrago já havia sido feito e as pessoas animaram-se com o anúncio de Kare, pois suas expectativas haviam sido ampliadas. Gritos alcançaram os ouvidos de Kare, perguntas como: Quando? Onde estão os ingressos, Irão ter outras apresentações? Ressoavam todas juntas.

>><<

- Então as notas são… - Kare já estava indo embora. O apresentador cantava as notas sem dizer a quem pertencia qual e por fim. - Com isso, a vencedora do Festival Fish deste ano é… - Ele fazia suspense e puxava lentamente o envelope, neste momento já estava sozinho acima do palco, pois Sophie também havia descido após a saída de Kare. - Karelina Lawwwford…. Bem… Pelo desculpas por isso, mas ela não deve vir receber o premio… A que se foda também. - Ele rasgou o envelope, jogou as partes pro ar, derrubou o microfone. - Eu me demito. - E foi embora.

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Vick já havia antecipado tudo. E o transporte já estava pronto para levar Kare. Os organizadores haviam deixado uma via livre para que os equipamentos pudessem ser retirados e então foi por ali que puderam sair. Claro que as garotas não teriam perdido a chance de ir em uma danceteria com Kare, elas queriam caçar afinal enquanto Laiane queria caçar a própria Kare. - Eu… Eu… Eu nunca fui num lugar desses. - A nervosinha como era de se esperar estava nervosa.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada - Página 2 EmptyQui 31 Dez 2020, 00:27




Ergui uma sobrancelha em sinal de desgosto para a doninha que surgia na cena sem ser convidada. - Quem lhe chamou… - A sobrancelha tremulou aborrecida enquanto a voz era entonada amargamente. - Arrf… - Dei-me por vencida deixando os ombros caírem enquanto suspirava. Peguei um pedaço da sobremesa na ponta dos dedos e faria a bolota felpuda engolir, em seguida teria dado uma colher cheia para a tenente.

- Se recorda como compartilhar pode tornar as experiências mais prazerosas? - A princípio eu perguntava sobre o ato de dividir a salada de frutas com a marinheira, porém meu olhar seria apontado na direção da ruiva que se afastava. - Ela não é uma garota ruim, apenas tem o mesmo interesse que você. - Comentava num tom sereno ainda fitando a ruiva. - É desagradável ter duas pessoas queridas brigando por minha causa. - Voltava o olhar na direção da tenente fitando-a com ter a voz calma soou um pouco entristecida, mas na sequência esboçava um pequeno sorriso afável, demonstrando que estaria tudo bem se a Nervosinha ainda não pudesse compreender, mas se a marinheira mostrasse algum interesse em melhorar sua relação com a ruiva iria lhe entregar o copo e a colher, incentivando que ela oferecesse um pouco da sobremesa para a Atrevidinha.

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Meu olhar era lentamente direcionado escada a baixo, fixando-se na figura medíocre jogada no chão, meus olhos estariam a brilhar cruelmente e um sorriso sádico ganharia forma em meus lábios bem devagar. - Finalmente está em uma posição apropriada. - Os orbes cor de âmbar eram preenchidos da satisfação, fazendo questão de demonstrar o quão contente eu ficava ao contemplar superiormente a coadjuvante naquela pose.

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- Não é uma idéia ruim. - Meu olhar afiado fixou-se ao horizonte contemplando um prazeroso futuro no qual a coadjuvante era brutalmente atacada por Vick, esbocei um sutil sorriso contente. - Mas não será necessário. - Sem justificativa apenas recusei a "gentileza" de Vick, tomando o segundo shot.

- Ara ara… Apenas lhe confidenciei um segredo, e vossa pessoa tira tais conclusões, quanto convencimento. - Cobria parcialmente os lábios utilizando as costas das mãos enquanto desviava o lado, permitindo que minha voz fosse entonada com ligeiro deboche, eu havia dado a entender todos os motivos para Sulian acreditar que minha pessoa se interessava por ela, porém em momento algum disse claramente tal fato e usava de tal brecha para provocá-la. - Além disso propõe a sua professora um convite tão indecente… - Fingia estar abismada com a loira deixando os olhos bem abertos de encontro a Sulian. - Talvez por não conseguir lidar com vossos afazeres sozinha. - Deixava escapar um risinho abafado bem sarcástico enquanto novamente meus olhos eram desviados.

As implicâncias não seriam prolongadas, logo me abaixaria encarando-a em igualdade, apoiando gentilmente minha mão em seu rosto. - Eu consigo me enxergar em seus olhos. - Aproximava nossas faces admirando carinhosamente os olhos esverdeados de Sulian, afagando a bochecha da loira com o polegar, não haveria qualquer malícia naquelas palavras afetuosas, então me permitiria a rir de forma divertida. - Como minha discípula vossa pessoa tem a obrigação de superar-me. - Meu semblante tornaria-se rigoroso com as sobrancelhas sendo franzidas, mantendo bastante seriedade na voz. - Então evite uma jornada solitária. - A envolvi por trás da cabeça afagando seus cabelos com os dedos, as sobrancelhas foram abaixadas tornando meu olhar apreensivo a voz sutilmente entristecida exibia meu receio, o medo de Sulian seguir exatamente meus passos, desejando protegê-la dos malefícios que o mundo poderia lhe causar, e principalmente… Protegê-la de si mesma, com bastante cuidado penteava a franja da loira por cima da cabeça dando-lhe deixando-a sentir meus lábios calorosos em um beijo demorado.

- Poderia transmitir minha mensagem para as outras? - Pedindo para a loira dizer sobre as alunas terem o dever de me ultrapassar, enquanto apoiava as mãos acima dos joelhos me levantando. - E não brinque tanto com os sentimentos das pessoas. - Repreendia a loira por sua atitude travessura, porém a tonalidade leve de minha voz faria parecer um conselho. - A propósito… - Voltava a encará-la com seriedade no olhar, desejando chamar sua atenção para um comentário muitíssimo importante. - Vosso cabelo está bagunçado… - Abracei a barriga com o braço direito enquanto o dedo indicador esquerdo era apontado em direção ao topo de sua cabeça, se minha aluna fosse astuta poderia se recordar do momento que lhe afaguei. - Exceto se for muito engraçado… Pff! - Claramente minha pessoa estava tentando conter a risada enquanto inflava uma das bochechas com ar e virava o rosto a fim de falhamente esconder o semblante arteiro, entretanto minha aluna poderia ver um discreto sorriso cumplicioso formado no canto dos lábios.

Caso a loira fique irritada. - Não fique tão aborrecida, ou terá rugas ainda jovem. - As palavras seriam proferidas com minha pessoa ainda tentando conter a vontade de rir. - Venha cá, irei ajudá-la, como um pedido de desculpas. - Diria independente da reação de minha aluna, sorrindo gentilmente meus braços seriam abertos esperando que a loira se virasse de costas se aproximando, sendo bastante atenciosa iria abaixar as mechas desorganizadas, percorrendo com os dedos através dos longos cabelos loiros. - Você tem um cabelo muito bonito e sedoso, aposto que deve dar muito trabalho cuidar dele. - Elogiava a loira já esperando por alguma resposta excessivamente confiante, e se assim ocorrer simplesmente iria sorrir, fitando-a com olhos carinhosos, pois seria um comportamento bastante familiar. - Caso em algum momento minha pessoa seja presenteada com uma filha, eu poderia ter o privilégio de batizá-la como Sulian? - Perguntaria numa tonalidade de voz séria, mas não abandonaria uma gota sequer de toda a gentileza e afeto que desenvolvi pela loira. Se a resposta for positiva mesmo que sarcástica ou arrogante, iria abraçá-la cruzando os braços a frente de seu tórax de forma que minhas mãos pudessem apertar carinhosamente os ombros da loira, puxando-a com cuidado enquanto me aproximava para um abraço repleto de ternura. - Obrigada... - Agradecendo baixinho pois a genuína felicidade abafava minha afetuosa voz, se possível permaneceria nessa posição por algum tempo, mantendo o queixo apoiado sobre a cabeça da loira, contendo as lágrimas que desejavam escapar dos olhos alaranjados estando a reluzir como um caloroso por do sol.

Estando recomposta iria enxugar as lágrimas acumuladas abaixo dos olhos com a lateral do dedo indicador, me abaixando novamente e se for o caso utilizaria o polegar para secar os olhos de minha aluna, aguardando-a ficar melhor. - Então, o que vossa pessoa planejava? - Dizendo enquanto expressaria um semblante divertido, sendo cúmplice da travessura orquestrada por Sulian.

Quando a ruiva fosse tomada pelas chamas da raiva eu me afastaria um passo, assistindo a caçada com as costas da mão prostrada na cintura. "Vê-las brincar é sempre reconfortante." Nada como vislumbrar minhas alunas se divertindo de forma tão saudável e inocente, enquanto uma persegue a outra com claras intenções hostis trazia bastante leveza ao meu espírito.

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Ver a ex-principal modelo com seu rosto enfaixado deixava-me bastante surpresa, fiquei boquiaberta por não conseguir acreditar no quão drástica havia sido a mudança. - Ooh… Vossa pessoa fica muito melhor com essas faixas, pois elas cobrem sua face odiosa, por gentileza não as remova jamais. - Elogiava com toda a sinceridade de meu ser o novo acessório da coadjuvante, incentivando-a veemente a permanecer com tal adorno. - Se possível também cubra a boca, pois assim vossa voz terrivelmente irritante será abafada. - Acenava em afirmação com a cabeça querendo ajudar a coadjuvante a esconder seus defeitos, além do próprio rosto é claro. - Ops! Eu falei em voz alta? - Percebendo que o microfone ainda estaria em minhas mãos no momento da consultoria de moda, afinal a morena me surpreendia tanto com sua mudança positiva que me faria esquecer momentaneamente da cerimônia.

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Não tinha qualquer expectativa na danceteria apenas desejava esquecer um pouco dos problemas em Tuntz Tuntz, ficando próxima das garotas num ambiente onde dificilmente assuntos sentimentais seriam mencionados. - Vossa pessoa consegue fazer melhor. - Diria num ar de desinteresse para a ruiva após suas prováveis inúmeras tentativas óbvias de flerte. Caso Laiane não entenda minhas palavras. - Se jogar aos meus pés em qualquer oportunidade não me cativa nem um pouco, é apenas patético. - Não desejava ser ofensiva, apenas exibia a razão de minha apatia, desde que sou capaz de lembrar-me os mudanos vivem se rebaixando a minha vontade enquanto imploram por uma mísera parcela de minha atenção, bom, nos mil primeiros ocorridos era satisfatório, porém após dezenas de milhares de vezes não me faz sentir nada além de tédio. - Se esqueceu de meu conselho? - Perguntava num tom malicioso enquanto arqueava sugestivamente a sobrancelha. Com a ruiva se lembrando ou não minha pessoa faria questão de explicar em detalhes. - Vossa pessoa precisa despertar os sentimentos lascivos que adormecem no interior da outra. - Dizendo calmamente iria laçar a cintura da ruiva apertando-a gentilmente entre meus dedos, então a puxaria com um pouco mais de força, fazendo nossos corpos se aproximarem intimamente, deixando uma de minhas coxas encaixada entre as de Laiane. - Precisa deixá-la sem palavras. - A voz perversa era sussurrada de maneira adocicada bem próximo ao ouvido da ruiva, erguendo-a pela cintura a fim de deixá-la na ponta dos pés. - Fazê-la se eriçar por inteira. - Mordiscaria-lhe a ponta da orelha, puxando-a até que escapasse de meus dentes, enquanto a mão livre iria percorrer de sua cintura deslizando pelas costas, a fim de alcançar-lhe os cabelos rubros por trás do pescoço onde meus dedos seriam fechados expondo a pele alva do pescoço quando os cabelos fossem puxados. - Fazê-la estremecer. - Permitindo a ruiva sentir minha ardência ao beijar-lhe o pescoço abaixo da orelha, então manteria faria nossos rostos se aproximarem com os olhares conectados. - Fazê-la se entregar de corpo e espírito… - Minha voz era abafada pela libido, os olhos fechados, desejando colher os lábios de Laiane em um beijo intenso, mas, antes do ato meus olhos seriam abertos, comigo ainda mantendo-a presa por seus cabelos vermelhos evitando maior proximidade. - Reflita. - Libertando a ruiva de suas amarras iria lhe exibir um sorriso travesso enquanto a observava por cima do ombro, acenando com as costas da mão antes de afastar-me.

Para variar, a Nervosinha estava… Nervosa, a fim de conter maiores nervosismos, sim, ficou repetitivo, mas é sempre bom enfatizar quando se trata do nervosismo da Nervosinha… Vocês entenderam, não se façam de estúpidos ou ficarei nervo… Argh!

Iria permanecer na companhia da tenente, dançando e conversando durante boa parte do tempo, até a mesma sentir-se confortavel o suficiente para ficar a sós com o restante da garotas, então eu poderia finalmente apreciar alguns drinks na única presença de meus pensamentos.

Caso as garotas permaneçam na danceteria até tarde da noite. - Peçam a vossos responsáveis para buscá-las. - Oferecendo o baby den den mushi a garotas e assim poderem ligar, se nem todas tivessem tal privilégio eu iria me dispor a levá-las, antes de retornar a minha residência.


Histórico:
 
Perdas e Ganhos:
 
*Ferimentos*:
 
Objetivos:
 

Post: 10


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