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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 7 ~ Falência Premeditada

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MensagemAssunto: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptyTer 15 Dez 2020, 15:53

Apresentação 7 ~ Falência Premeditada

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptyTer 15 Dez 2020, 17:05




- Errrrr… O-obrigada…? - Minha pessoa ficou sem saber como reagir ao exótico presente entregue por Vick, os olhos tremiam confusos e a voz soou insegura. "Isso é bem útil." Observando racionalmente o travesseiro ele parecia cumprir adequadamente sua função permitindo que minha pessoa possuísse algo para dormir abraçada na ausência de companhias. - Mas por acaso está tentando livrar-se de minha pessoa? - Por se tratar de Vick e seu senso de humor no mínimo duvidoso eu tinha fortes indícios para questionar a motivação da morena, encarando-a pelo canto dos olhos afiados permitindo que minha voz soasse sarcasticamente mas com um ponta de veracidade, talvez ela esteja usando o presente como uma isca para fugir de minhas garras.

>><<

O sucesso do espetáculo não era nada além do esperado, afinal minha pessoa só precisava de uma chance para conquistar a platéia, e a partir do momento que os fãs pisaram no teatros seus corações já haviam sido roubados pelos meus encantos, eles apenas não percebiam até ser irreversível. Mas toda a glória trazia consigo um fardo imensurável. - Tre-i-nar? - Relutei a acreditar no pedido de Alvi, minha pessoa tão magnífica se dispondo a ensinar amadoras, é no mínimo irritante, afiei o olhar cruel contra a okama enquanto imaginava dezenas formas de torturá-la pois eu simplesmente repudiava aquela idéia. - Arrrff… Que seja, ao menos os avise para não se atrasarem. - Após um longo suspiro teria me acalmado pois era de meu interesse auxiliar Alvi a adquirir maior prestígio para seu atelier como uma forma de retribuir pelos favores prestados. - Mas exijo passar alguns dias repousando na residência próxima ao lago. - Este seria minha condição, pois com toda a certeza eu ficaria profundamente enfezada ao lidar continuamente com amadores e naturalmente precisaria descansar meu psicológico longe de tantos aborrecimentos, claro que não poderia faltar massagistas e esteticistas para cuidar de meu corpo divino durante os dias de descanso, e bom, não haveria motivos para deixar de convidar a tenente a fim de compartilharmos momentos agradáveis.

Treino de liderança: Lições de dança e canto para os amadores do ateliê.

Caso Alvi aceite o termo imposto minha pessoa não teria outra alternativa além de treinar as tais amadoras, no horário e local marcado eu tentaria não atrasar-me. - Acreditem quando digo, eu sou aquela que mais repudia estar aqui. - Partindo do princípio que os alunos não estariam totalmente satisfeitos com a idéia de eu ser a tutora, talvez por estar a pouco tempo no ateliê e já ter conseguido a posição de instrutora, minha pessoa não faria a menor questão de esconder seu descontentamento, cruzando os braços enquanto meus olhos frígido são fixados aos alunos. - Sendo assim sintam-se livres para desaparecerem da minha frente o quanto antes. - As palavras ríspidas seriam ditas sem qualquer alteração na voz calma de minha pessoa, demonstrando indiferença pela presença dos alunos, interrompendo a fala por alguns para dar tempo de se deslocarem para fora da sala. - Mas aqueles que desejam progredir no ramo artístico e almejam atingir o ápice do estrelato lhes será dado o conhecimento e técnica necessária para alcançar tal objetivo, apenas não esperem frouxidão. - Enquanto alguns dos alunos se dirigiam ou não em direção a saída minha pessoa retornaria a fala, entoando-a com bastante presunção afinal não seria ruim despertar a ambição dos pupilos fazendo-os crer que é possível alcançar os maiores palcos Tuntz Tuntz. Mas se mesmo assim os alunos quisessem ir embora eu estaria igualmente satisfeita, pois se são incapazes de escutar palavras duras a desistência aconteceria cedo ou tarde.

- Iremos começar com exercícios para voz. - Optei por iniciar o treinamento com as aulas de canto, pois acredito que os alunos não ficarão cansados além de aproveitar o fôlego necessário para trabalhar com a voz. Começando pelo simples ensinaria os alunos a respirar de maneira mais eficiente, inspirando profundamente e expirando pela boca em um ritmo constante apenas para se acostumarem com o ato, depois daria uma pena leve para cada aluno, e eles deveriam mantê-la no ar apenas com a respiração. - Não abaixem o tórax durante o exercício, e mantenham uma corrente de ar constante. - Dando alguns conselhos essenciais para o sucesso do exercício, se a prática fosse bem sucedida os alunos seriam capazes de controlar a altitude da pena, e assim seu fôlego seria melhorado, mas eu não esperava que eles conseguissem no primeiro dia controlar a pena por um longo período, então após alguns minutos de falhas, iria prosseguir para os exercícios da voz, fazendo-os cantarolar uma nota musical, abaixando e aumentando o timbre de maneira gradual. - Bebam água, ou vocês ficarão com a garganta ressecada. - De nada adiantaria fazê-los se exercitar até causar uma lesão, por tal motivo manteria-me atenta a integridade dos pupilos. Com os exercícios feitos as lições de canto seriam iniciadas, minha pessoa escolheria uma música relativamente simples, querendo que eles cantem em tom médio, eu iria iniciar a música dando a tonalidade e eles deveriam acompanhar. Não me surpreenderia caso houvesse falhas individuais. - Alguém está fora do timbre. - Pedindo para cada aluno recitar individualmente a música pois assim eu poderia identificar e corrigir o erro. - Tome cuidado com a posição do nariz, deixe a garganta relaxada e tente não obstruir a passagem do ar com a língua. - Fornecendo conselhos ao aluno a fim de corrigí-lo. Com o passar do tempo minha pessoa escolheria músicas de maior complexidade, alterando o timbre desejado durante a melodia, movendo a mão para baixo e para cima como um sinal para fazê-los diminuir ou elevar as notas musicais. Mesmo que nem todos fossem agraciados por uma voz melodiosa acredito que ao possuírem a técnica correta poderiam atuar no coro, lembrando sempre de mandá-los beber água.

As aulas de dança seriam transmitidas após um intervalo de 20 a 30 minutos dependendo da condição física geral dos alunos, e o passo a passo seria similar, primeiro começando com alongamentos pois lesões e torções não são objetivo da aula, na sequência lhes ensinaria sequências simples de se executar, mas a cobrança seria rigorosa não aceitando algo inferior à perfeição, passando-se os dias minha pessoa aumentaria a dificuldade, acrescentando mais passos na sequência, até que a coreografia fosse executada por completo. - Não tenham medo de se entregar, é necessário deixar que a música flua por seus corpos, abandonem a rigidez sem perder a precisão. - Não poupando instruções e aconselhamentos aos alunos. Desejando fazer todo o grupo atingir o mesmo nível, interrompendo quantas vezes fossem necessárias fazendo-os reproduzir o mesmo passo até que a sincronia se faça presente na coreografia.

Eu não seria uma completa tirana, fazendo pequenas pausas durante as aulas permitindo que os alunos se recomponham, porém se houve alguém que se destaque positivamente minha pessoa seria mais exigente com ela. - Repita. - Dizendo com rigidez enquanto os outros alunos repousam. - Repita! - Diria num tom raivoso caso fosse questionada por minha ação individualista. Repita. Repita. Repita. Repita… Fazendo o aluno realizar a sequência de passos mais algumas vezes até que o cansaço prejudique seu desempenho. Então o deixaria descansar lhe entregando uma garrafa de água antes de lhe dar as costas. - Nada mal… - Minha pessoa iria exigir mais dos alunos talentosos pois eu desejo extrair todo o seu potencial, elogiando-os em raras ocasiões como forma de incentivo. Mas não o faria se exercitar até ficar sem forças, pois essa é a premissa de um grave ferimento.

Eu poderia ser bastante adorável e gentil com eles, mas tal comportamento iria desgastar rapidamente minha sanidade, e em pouquíssimo tempo teria surtado, então para manter-me lecionando por um longo período era necessário tratá-los com frieza, porém eu não iria negligenciar pedidos de ajuda, mas faria todo o grupo replicar os exercícios junto com o aluno defasado, pois a prática é bem vinda para qualquer um, e talvez eles desenvolvam algum espírito cooperativo.

- O horário da aula terminou, mas vosso sucesso será proporcional ao esforço, portanto se quiserem alcançar o topo não deixem de praticar, escolham músicas de vosso agrado assim ficará mais fácil desenvolver suas habilidades. - Minha pessoa tentava inspirar os alunos para manterem o foco e disciplina mesmo em horário livre pois somente assim poderiam se destacar em meio a grande concorrência na ilha. - Mas não excedam vosso limite, se ficarem doentes ou machucados será um retrocesso a tudo que aprenderam. - Cerrando o olhar manteria a tonalidade séria na voz, sem soar agressiva apenas preocupada com os exageros mundanos, pois seria terrível para minha reputação ter alunos hospitalizados por causa das lições impostas.

Fim do treinamento.

"Finalmente…" Cada aula finalizada era extremamente satisfatória pois eu me via livre daqueles amadores incompetentes, treinar, praticar, isso é para os mundanos, e mesmo com tantas repetições eles ainda são capazes de errar…

Felizmente há uma certa tenente que adoro atormentar, e é uma excelente forma de esquecer os aborrecimentos corriqueiros. Mas… Aquele travesseiro… Errrrr… Eu tentaria mantê-lo guardado enquanto a Nervosinha estivesse na residência, não sei exatamente explicar o motivo, mas eu ficava receosa a respeito de mostrá-lo para a tenente, talvez por não saber qual reação ela teria, enfim, se dependesse de mim a marinheira não teria visto o travesseiro.

"Tão fofa." Cobria os lábios com uma das mãos escondendo o sorriso enquanto desviava o olhar para longe, eu simplesmente sentia vontade de apertá-la enquanto falava repleta de ânimo sobre suas histórias, minha pessoa até mesmo fazia algumas perguntas abrangentes sobre a tal katana rara apenas para ver a Nervosinha cheia de ânimo, com minhas bochechas parcialmente ruborizadas.

- Ohh… Então a marinheira devassa deseja ter todo seu pequeno e atraente corpo tocado por estas mãos? - Confesso ter ficado muito alegre graças surpresa trazida pela tenente, não somente pelo conteúdo do livro mas sim pelo fato da Nervosinha tomar a iniciativa propondo novas brincadeiras, entretanto eu provavelmente jamais irei cansar-me provocá-la com minhas mãos abertas iria aproximar-me da tenente movendo lentamente os dedos simulando estar apertando a pequena tenente.

-...- O rápido encanto tornou-se raiva, a Nervosinha me fazia sentir uma pontada de dor a cada adjetivo utilizado para me defender, sem palavras abaixei a cabeça escutando pacientemente seu argumento, os olhos foram cobertos pelas sombras, cruzando os braços com as mãos tremendo enquanto me apertava irritada, a veia do ódio pulsava na testa. - Eles não estão errados ao me chamar assim… - A voz pacífica soaria plenamente anunciando a sina da tenente, erguendo lentamente o olhar sádico em sua direção. - Seres demoníacos adoram desvirtuar garotas puras e inocentes. - Lambendo devagarinho os lábios meu olhar reluzia devorando cada pedaço da marinheira, sem muito cuidado meu braço a iria envolvê-la pela cintura desejando puxá-la contra meu corpo, mantendo minha boca bem ao lado de seu ouvido para que a tenente escutasse com bastante clareza toda perversão adocicada em minha voz. - E você uma marinheira tão disciplinada, tão bondosa teve a audácia de adentrar em meu recinto, agora será punida. - Posicionando os dedos em formato de pinça com ambas as mãos eu apertaria o pontinha das colinas ostentadas pela marinheira, esticando e colocando um pouco de força a fim de escutar seus gemidos, enquanto não perderia o tom de voz provocativo, aproveitando para lamber bem devagar atrás de sua orelha. Após fazer a tenente arder uma de minhas mãos deslizar-ia por seu abdômen descendo o umbigo e se acomodando por dentro das vestes, as pontas dos dedos deslizavam para cima e para baixo até ficarem revestidos pelo mel da marinheira. - Hmmmmm! O sabor da pureza é tão bom. - Lambia meus dedos besuntados, fazendo questão de soltar um longo gemido abafado ao fartar-me com os sumos da marinheira. Então a punição ocorreria sem que a tenente tivesse tempo de retirar as vestimentas, e provavelmente seu bumbum ficaria avermelhado após eu aplicar dezenas de punições cruéis.

>><<

- Vick, poderia buscar o violino na residência do Jovem Luthier? - Questionando formalmente a morena, pois eu simplesmente não desejava aturar aquela criança mimada e seu mordomo insolente, caso a resposta seja positiva iria entregar 30kk a Vick para que ela faça o pagamento e possa ficar com o dinheiro excedente. Se a resposta for negativa com muito desgosto minha pessoa se daria o trabalho de apanhar o violino.

Se tudo fluir como o planejado eu teria marcado minha folga no mesmo dia que o violino fosse entregue, pois assim eu teria tempo de aproveitar o para escutar a melodia do instrumento além de compor algumas músicas e criar coreografias, aproveitando toda a tranquilidade da residência.


Histórico:
 
Perdas e Ganhos:
 
Objetivos:
 

Post: 01



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptyTer 15 Dez 2020, 22:56




- Claro que não Senhorita. Eventualmente ficarei feliz em cumprir este papel, mas algumas noites há trabalho para ser feito, espero que entenda. - Vick dobrou uma mão em frente ao peito e curvou-se ao dizer isso. - Podemos dormir juntas hoje se desejar. De toda forma espero que o presente lhe agrade. - Vick estava sendo completamente sincera. Sim, na verdade era incômodo dormir com Kare, não pelo ato de dormir, ou de servir de travesseiro para a outra, ela amava Kare com todo seu coração e esses momentos também lhe davam alegria, mas haviam tantas coisas para serem feitas que nem sempre ela poder-se-ia permitir esse conforto. Talvez Vick também merecesse um presente?

>><<

Com o rosto mortalmente sério Alvida encarava Kare fechando o leque na palma da outra mão. - Sim Querida. Treinar! São algumas meninas novas que contratei, na verdade elas estão aqui por sua causa, você as inspirou a seguir essa vida, então achei que seria bom para elas e para você se trabalhassem juntas. São todas suas fãs, mas nem por isso contratei sem testá-las, são inexperientes, mas possuem talento. - Alvida era realmente um monstro? Ou tudo que ela fazia tinha algum tipo de propósito que as pessoas não conseguiam entender? Se Kare era divina no palco, talvez Alvida fosse assim em seus negócios. - Não me olhe assim, ao menos tente, se você não conseguir pode me avisar que pedirei para outra pessoa. Só estou lhe pedindo isso Querida, pois acredito nos seus talentos. - Sim… Talvez ela fosse um monstro manipulador.

Kare cedia, mas não sem antes fazer algumas exigências. Alvida aproximou-se dela e tentou-lhe agarrar a bochecha, mas devido aos abraços de urso anteriores Kare estava esperta e poderia evitar se quisesse, caso contrário Alvida lhe daria um leve beliscão. - É claro Querida, não precisa exigir algo assim, afinal foi nosso acordo não foi? Você trabalha para mim e eu lhe mimo? - A mão dela se Kare permitisse agarraria em pinça o queixo de Kare balançando-o sutilmente de um lado para o outro. - Aliás… Tem um novo massagista na cidade que está sendo muito bem elogiado. Acho que o nome dele é Richard. - Alvida voltou a abrir o leque começando a se abanar. - Posso verificar a disponibilidade dele para você Querida. - Será que o Richard era aquele Richard?

>><<

Uma hora após o horário combinado, Kare chegou ao ensaio com as aprendizes… Bem… O que dizer? O travesseiro Marian tinha realmente um perfume gostoso e era bastante macio e confortável abraçando com perfeição o corpo de Kare e Poky encolhidinho deitado junto a si era também tão quentinho… Foi difícil sair da cama.

Embora o atraso, as garotas não pareciam incomodadas. Seus semblantes estavam tristes, mas logo se iluminaram com a chegada de Kare sendo o estado anterior apenas fruto da apreensão de não poderem conhecer Kare naquele dia. A morena mal teria tido tempo de entrar quando foi inesperadamente cercada por jovens garotas de corpos esbeltos e belezas delicadas carregando revistas com as fotos de Kare lhe pedindo autógrafos. Eram um total de cinco garotas, duas loiras, duas morenas e uma ruiva com cabelo cor de ferrugem e sardas na pele, seu cabelo era curto, quase mascululino e em um penteado bagunçado, mas que ficava bonito nela. Sim… seus olhos eram verdes obviamente. Para alegria de Kare ela não falava Querida, pois caso contrário as chances dela morrer seriam bastante elevadas.

- Desculpe, não queríamos incomodar, mas... - COmeçou uma das meninas. - Fomos nós que pedimos para Alvida que você nos ensinasse… - Completou a outra e então todas se curvaram a frente. - Desculpe nosso egoísmo professora. - Kare estava um pouco calejada de mais com as outras atrizes e modelos, com os olhares de viés que estava recebendo durante todo o tempo que talvez fosse inesperado aquele comportamento das jovens. - Então por favor… Nos ensine? - Elas teriam permanecido curvadas até que Kare as mandasse parar com aquilo.

Ainda que aquela pudesse ser uma massagem e tanto no ego de Kare ela não afrouxava o tom. - Vamos fazer nosso melhor. - Todas concordaram como se houvessem ensaiado, elas não esperavam realmente alguma moleza, elas haviam presenciado a personalidade de Kare e então não esperavam desde o início que ela fosse uma pessoa suave.

Este dia havia sido divertido. Muitas das outras atrizes do ateliê passavam pela porta da sala e ficavam assistindo enquanto riam das garotas que se atrapalham correndo pela sala atrás das penas teimosas. É claro que as risadas haviam prejudicado o exercício e elas acabavam se encolhendo ante os olhares das outras ficando envergonhadas da sua atuação. Em alguns momentos até pediram desculpas para Kare enquanto tinham os olhos marejados, isso ocorreu quando ouviram as outras garotas falando de Kare pelas costas e rindo dos seus métodos, elas no entanto não ousavam duvidar que Kare estava realmente lhes ensinando algo precioso, mas ainda eram jovens e tinham pouca força mental para imperar neste ramo, Kare talvez pudesse ajudar?

Elas mostraram maior talento na dança do que no canto, embora estivessem aos poucos progredindo em ambos. Dançar havia sido mais divertido e mais fácil, afinal eram mulheres numa ilha de música, sempre haviam dançado, ainda que não profissionalmente. Seus corpos jovens e flexíveis também eram favoráveis a isso. Nessas aulas as jovens, ainda que cansadas e cobertas de suor olhavam umas para as outras e riam.


Os treinos estavam sendo puxados, as garotas terminavam sempre exaustas, mas o progresso na dança de alguma forma dava-lhes ânimo para continuar. Já no canto a situação não era tão boa, as outras atrizes continuavam a lançar-lhes olhares de deboche e isso perturbava seus ânimos e concentração. As vozes vacilavam e elas continuavam a se desculpar com Kare sentindo-se cada vez mais envergonhadas.

Após quatro dias, Laiane (A ruiva) era a que mais se destacava, ao menos na dança. Seu corpo era mais flexível e seus movimentos mais leves que os das outras garotas, mas estranhamente.. REPITA, REPITA, REPITA, REPITA. - As cobranças em cima dela só aumentavam, mas  brilho em seus olhos ao encarar Kare não diminuía, vez após vez ela levantava e repetia, mesmo que no fundo estivesse com vontade de chorar, pois tudo que queria era um elogio, mas este não vinha… Não ao menos até a oitava repetição, momento o qual seu corpo quase havia falhado durante o passo, mas que ela ainda assim havia se superado e executado com perfeição embora cansada. - Obrigada Kare-sam… Digo, Senhorita Lawford. - A ruiva se apressou a corrigir e agradeceu Kare que havia elogiado seu esforço. O elogio havia sido pequeno, apenas um nada mal, mas vindo de Kare parecia grandes palavras.


Kare dava algumas últimas instruções incentivando que as meninas praticarem em casa, a maioria delas estava se dirigindo para o chuveiro enquanto juntava suas coisas quando Laiane se aproximou dela. - Senhorita Lawford, Nós vamos ir jantar no Le Coq Bistrô… Gostaria de ir? - Sim, estranhamente elas gostavam de Kare… Era realmente estranho, quase irreal...Ah, sim claro, elas tinham por volta dos 14 a 15 anos de idade, então eram realmente jovens, embora a beleza dessa [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

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- Sim, mas… só depois de mim. - Ela puxou o livro virando-o contra si para se esconder de Kare, aparentemente como "dona" da ideia ela queria ser a primeira a testar, era um tipo fofo de egoísmo.


Mas nem tudo eram flores. Não ao se tratar de Kare e sua veia para a perversão. - Mas eu você já… Ohhh… - ela ainda era um pouco lentinha, mas estava aprendendo. - Eu? Porque eu mereço ser punida? Não fiz nada de errado ou fiz? - tentou usar um tom manhoso ao conversar com Kare, mas a morena não interessava-se em se justificar e logo beliscou a cerejinha da tenente que soltou um sonoro gemido de dor com prazer tentando pular para se afastar, mas impedir pelo abraço de Kare. - Você é muito má. - A tenente olhava para Kare que lambia os dedos. - Eu também quero. Tô com saudade do teu beijo. - dizia de forma inocente fechando os olhos e esperando, mas…. Bem, Kare avisou que iria puni-la e logo gritos misturados a risadas encheram a casa… e bem… elas estavam na sala.


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O violino como prometido havia ficado pronto. 18kk era o valor do mesmo. O jovem Valelot sequer teria aparecido para entregar, ficando a cargo do mordomo o fazer. É claro que poderia ter sido Vick incumbida de buscá-lo de toda forma.

Alvida teria deixado a residência do lago pronta para ela e Vick teria chamado Khot para levá-las.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptyQua 16 Dez 2020, 11:47



- Poupe-me de bajulações. - Por mais que minha pessoa sempre aprecia ter todo o seu majestoso esplendor enaltecido por elogios o semblante amargo estampado na face não seria alterado graças a palavras bonitas, pois o fardo de treinar alguém azedou meu humor. - Humpf! Como se eu não fosse capaz de transformar uma trupe de desengonçadas em estrelas grandiosas. - Empinei o nariz num ar esnobe, naturalmente minha pessoa não enxergava qualquer dificuldade em transmitir seu conhecimento para os mundanos, mas lidar com uma constante de erros devido ao amadorismo faz meu interior corroer de tanta raiva.

Eu poderia ter simplesmente fugido do aperto mas optei por não, desejando saber até onde Alvi iria naquela demonstração de afeto, com a bochecha presa nos dedos da okama permaneci encarando-a enquanto uma sobrancelha era arqueada julgando-a com os olhos afiados, como se eu quisesse falar através do olhar "o que diabos você tá fazendo!?".

Subitamente meu olhar atentou-se na direção da okama enquanto as sobrancelhas eram elevadas devido a surpresa. - Este é um nome familiar, sim, chame-o, se for quem estou pensando será ótimo. - Escutar o nome Richard em uma conversa sobre massagem, era simplesmente impossível pensar em outra pessoa, meu humor até mesmo melhorava um pouco, mas como ainda não havia certeza minha pessoa evitava criar expectativas exageradas.

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Independente de serem adoráveis fãs eu desprezava a idéia de tratá-las gentilmente, pois a imagem de alunas incompetentes prevalecia em minha mente. Mas não neguei os autógrafos, esta é o tipo de situação que infla o ego, e também evitaria pedidos insistentes.

- Recomponham-se. - Dizendo rigidamente num tom ligeiramente enraivecida enquanto gesticulava com a mão para fazer as alunas erguerem suas cabeças, minha pessoa já havia aceitado o árduo destino de ensiná-la, não precisa escutar clamores chorosos que apenas me atormentavam os ouvidos.

Treinamento de liderança: Lições de canto e dança.

- Patético. - Suspirei desapontada com a atitude das alunas, abaixando enquanto mantive os olhos fechados acenando em negação, minhas palavras desmotivadas seriam ditas num volume suficiente para as pupilas escutarem. - Se não conseguem lidar com as críticas da público deveriam simplesmente desistir desse ramo. - As palavras maldosas seriam ditas com firmeza na tonalidade de voz, repreendendo-as através do olhar. - Sempre demonstrem confiança para a platéia, mesmo durante uma queda, não se deixem abalar por tão pouco. - Aconselhei as cinco garotas sobre como deveriam enxergar as risadas debochadas que recaiam em seus ombros. Primeiro fazendo-as acreditar que eu estava irritada pelas falhas constantes, e logo em seguida revelava que o motivo da raiva era devido a falta de confiança do grupo, desejando fazê-las se blindar um pouco, e aprendam a lidar com reações desagradáveis.

Era importante que as alunas mantivessem a calma, pois as aulas dependiam principalmente de fôlego e ritmo, até mesmo para manter a pena subindo e descendo no ar elas precisavam manter a fluidez na respiração, e qualquer sinal de ansiedade as faria perder a compostura. - Vocês estão muito tensas e preocupadas, se mantenham focadas no exercício e sigam o fluxo da melodia, assim vosso progresso ocorrerá de forma natural. - Minha pessoa permaneceria com seu tom rigoroso, mas sem transmitir qualquer agressividade, pois eu desejava discipliná-las e não aterrorizar suas mentes.

Não acredito nisso, mas não era um completo desagrado estar com aquelas garotas, elas traziam bastante leveza consigo, na ilha onde a intriga é disseminada no ar pelos mundanos mal intencionados era agradável ter um recanto distante da atmosfera inescrupulosa, sem perceber me peguei com um pequeno sorriso afável presente nos lábios enquanto observava a trupe de desengonçadas que mesmo exaustas após as aulas se mantiveram alegres. "Diante todos os cenários possíveis, este é minimamente suportável." Talvez eu não quisesse admitir, mas minha pessoa havia desenvolvido um pouco de apreço pelas garotas.

Durante as primeiras semanas eu manteria as aulas abertas ao público, deixando que os outros artistas pudessem acompanhar o decorrer das lições. - Mesmo que a platéia seja difícil de agradar ela diz bastante sobre a performance, é possível saber quando se acerta ou erra de acordo com as reações, sempre tentem ler o os fãs e assim poderão descobrir com maior facilidade o que deve ser corrigido ou melhorado. - Comentaria apenas paras as alunas durante um pequeno intervalo, desejando fazê-las se manterem atentas também ao público durante a performance, mesmo que a "platéia" esteja ali apenas para rir de seus fracassos, as garotas poderiam perceber quando são bem sucedidas quando as risadas debochadas derem lugar ao silêncio e olhares desgostosos das atrizes que se recusam a elogiar o grupo.

Assim minha pessoa poderia não somente tornar as alunas resilientes contra atitudes tóxicas, além de fazê-las melhorar sua capacidade de compreensão sobre a apresentação estar sendo ou não executada corretamente.

- Durante os próximos dias tragam músicas de vosso agrado para ensaiarmos. - Dizendo já no final da aula, na tentativa de aumentar o interesse das garotas no ramo artístico ao trabalhar com algo que gostem, e também fazê-las desenvolver o interesse por aprender, afinal eu não estarei ali por toda a eternidade, então minha pessoa precisava também trabalhar a independência das alunas para que possam continuar a desenvolver suas habilidades quando eu não estiver presente.

Formalmente o jantar seria aceitado por minha pessoa, eu teria me comportado mais amigavelmente com as garotas, tentando desassociar momentaneamente a imagem de professora rigorosa, fazendo perguntas casuais sobre as garotas, seus gostos músicas e artísticos em geral pois assim eu poderia usar essa informação como um incentivo extra durante as aulas, o motivo que as levou escolher esse caminho pois mesmo com Alvi dizendo que minha pessoa foi a responsável por inspirá-las as garotas possuem algum conhecimento e técnicas prévias, talvez já praticavam antes de me conhecerem. Eu não fugiria das perguntas ao meu respeito, porém esse não seria o foco, e como se trata de 5 adolescentes acredito que elas terão bastante coisa para dizer.

Eu respeitava as garotas o suficiente para me dar o trabalho de chegar no horário marcado, pois assim minha pessoa poderia transmitir maior confiança e credibilidade, eu pediria para Vick acordar-me uma hora antes do normal, mas como meu sono naquela ilha parecia tão envolvente, talvez pelo travesseiro, a própria tenente, ou até mesmo Vick em algumas ocasiões, eu teria deixado estabelecido com as garotas para se caso minha pessoa não chegar no horário marcado às 5 deveriam iniciar as aulas sem mim, aquecendo a voz e fazendo alongamento, para quando eu chegar podemos começar imediatamente ensaiando as músicas.

Devido a dificuldade apresentada pelas garotas a maior parte do treino seria focado em cantar, repetindo os mesmo exercícios das aulas anteriores desejando fazer as alunas dominarem o básico. - Sintam a música em vossos corpos. - No início do ensaio eu faria as alunas repetir as 7 notas musicais, além de instruí-las a entornar do menor ao maior timbre, e com o decorrer do tempo lhes faria cantarolar simples melodias para que sintam como os músculos da face, a garganta se comportam com as diferentes notas e tons, usando as músicas escolhidas pelas próprias como exemplo a fim de tornar o aprendizado mais interessante ao grupo, enquanto corrijo os erros de entonação e daria conselhos para melhorarem, sobre como a postura, posição da boca e língua podem perturbar o soar da voz, assim o quinteto poderia memorizar a maneira correta de cantar de acordo com o próprio corpo. Quando minhas discípulas houvessem aperfeiçoado as técnicas básicas de canto, eu aumentaria a complexidade da aula cantando estrofes de suas músicas favoritas fazendo-as repetir, pois assim poderiam colocar em prática os fundamentos aprendidos.

Mesmo com minha pessoa gostando da atmosfera agradável que as alunas carregam, as aulas seriam lecionadas igualmente rigorosas, e o motivo é simples. - Vocês são minhas primeiras discípulas, então não ousem manchar minha imagem com fracassos, vocês cinco tem a obrigação de se tornarem estrelas que irão iluminar os mais grandiosos palcos, fui clara!? - Durante o desenrolar da aula minha pessoa se dignaria a dar uma injeção de ânimo nas alunas, afinal era proveitoso mantê-las motivadas, e nada melhor do que fazê-las se orgulhar de estarem sendo treinadas por minha incrível pessoa. Entretanto confesso que as palavras ditas haviam uma grande porção de verdade, pois eu simplesmente não posso aceitar minhas alunas sendo algo inferior a divas prestigiosas.

Por fim daria início às aulas de dança, aproveitando para explicar o conhecimento técnico, sobre marcação, ritmo, composição de um coreografia mesmo que esse mérito seja mais desenvolvido nas garotas eu não via problema em instruí-las, afinal elas precisam saber o que estão fazendo. Ensaiando as músicas selecionadas pelas garotas, além de outros diversos pois elas precisam dominar por completo, acredito que o mais complicado seria dança de salão mas minha pessoa teria pensado em uma maneira de contornar o problema. - Me concede honra de uma dança madame? - Erguendo a mão com a palma voltada para cima na direção da ruiva. Devido a ausência de alunos do gênero oposto e pelo fato de minha pessoa não confiar cinco belas adolescentes aos atores do ateliê, o ensaio em dupla era impossibilitado por isso tomei a liberdade de assumir papel do cavalheiro para conduzi-las uma de cada vez, começando pela ruiva pois ela demonstrava melhores resultados, enquanto as outras deveriam analisar, para depois reproduzir. - Mesmo sendo uma dança a dois vocês podem praticar sozinhas, ou entre si. - Praticar solo não é o ideal, mas elas poderiam aprender a conduzir se observassem com atenção a minha postura.

Fim do treinamento.

Fugindo um pouco do papel de professora, quando o quinteto estivesse acostumado com a presença da platéia indesejada minha pessoa extremamente atenciosa teria a maior das boas vontades para enxotar as atrizes repulsivas, quando as alunas estivessem focadas nas lições e o público com a atenção presa no quinteto eu iria sorrateiramente aproximar-me por trás das atrizes. - Devo admitir que é bem divertido. - Abraçando-as por cima dos ombros iria puxá-las através do pescoço fazendo nossas faces se aproximarem. - Como vocês gostam de rir que tal se eu contar uma história engraçada? - Meu sorriso amável não esconderia minhas intenções cruéis presentes na sonoridade sádica da voz. - Certa vez existiu alguém que adorava gargalhar de mim, e isso me deixou muitíssimo irritada, como resultado dezenas de construções foram varridas por uma tempestade de destruição. - Iria pinçar o queixo de ambas as atrizes apertando suas bochechas com força enquanto as obrigaria virar a face em minha direção. - Agora o que poderia acontecer com vossas residências se eu ficar irritadas com suas risadas? - Dizendo num tom bem sugestivo, repleto de frieza demonstrando o quanto minha pessoa não teria o menor receio de atacar suas casas podendo colocar em risco a vida dos entes queridos. - Hã? Eu falei que era uma história engraçada, porque não estão rindo? Por acaso estão tentando me irritar? - Fingindo estar inconformada iria encarar as atrizes uma de cada vez, devorando-as através do olhar penetrante. Claro que tal inocente brincadeira só poderia ser bem sucedida por causa das matérias publicadas pelos jornais locais, onde minha pessoa está diretamente relacionada com a destruição das moradias.

Sem que eu pudesse evitar um tipo de instinto protetor havia florescido em meu interior, minha pessoa não compreendia o motivo mas eu simplesmente desejava manter as alunas distantes das garras sórdidas presentes na ilha, e se porventura eu encontrasse algum ator flertando com as alunas (principalmente um certo loiro aproveitador) esse sentimento primitivo seria despertado. - Sobre o que estão conversando? - Esgueirar-me-ia por detrás do ator em questão a fim de surpreendê-lo com minha voz soando bem próximo de sua nuca, de olhos fechados um encantador sorriso estaria ornando minha face, deixando-o escutar a voz amigável. - Você por acaso está fugindo do ensaio? Talvez eu deva castigá-la por isso? - Mantendo a entonação doce iria ameaçar a aluna, inclinando lateralmente o pescoço por trás do ator para fazer minha pupila se afastar imediatamente do sujeito. Então lentamente meus olhos seriam abertos, o semblante amoroso daria lugar a um par de olhos frívolos e sobrancelhas arqueadas contra o ator. - Se não quiser perder os dedos, sugiro que mantenha suas mãos longe de minhas alunas. - A voz gélida soaria calmamente de encontro aos ouvidos do rapaz, desejando fazer com que ele nunca mais se aproxime mal intencionado do quinteto. Se apenas palavras não bastassem nos dias subsequentes eu provavelmente teria levado a lança aos ensaios, afinal a lâmina poderia ser mais direta e convincente. "Como posso ensiná-las a ler as entrelinhas?" Minha pessoa não poderia proteger as alunas para sempre, mas eu não conseguia ou simplesmente não quisesse pensar em uma forma de fazê-las aprender a identificar pessoas má intencionadas sem corrompê-las.

>><<

- Nervosinha ficarei alguns dias hospedadas na casa próxima ao lago, sinta-se livre para me visitar quando for possível. - Com o violino em posse restava apenas uma companhia envolvente para que eu pudesse aproveitar o merecido descanso, e claro que eu não poderia deixar de convidá-la antes de partir, seja ligando pelo den den mushi, durante alguma das visitas noturnas ou até mesmo com minha pessoa indo até o navio do Sr. Capitão.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptyQua 16 Dez 2020, 13:53




- É com isso que estou contando Querida. E… - Alvida escondia o sorriso enquanto ria. - Tenho certeza de que você vai gostar. - Alvida talvez entendesse Kare melhor que ela mesma em alguns aspectos.

Elas chegavam a um acordo. - Depois me conta se ele é bom mesmo que vou querer tirar uma casquinha, hohohoho. - Do jeito que Alvida se expressava as suas intenções pareciam um pouco suspeitas.

>><<

Elas, assim como Alvida havia inferido não eram de todo o mal.

Elas:
 

Jovens esperançosas nas lições delas, motivadas e crentes que poderiam ser iguais a Kare se tentassem e se dedicassem. Mas qual era a verdade?

Elas possuíam, como Alvida também havia dito, talento. Pegavam de certa forma rápido considerando que eram apenas jovens adolescentes, ou como Kare diria; mundanas. Todavia suas mentes ainda eram fracas, eram adolescentes inseguras em sua nova empreitada. Haviam aquelas entre elas que conseguiam fingir ignorar melhor que outras. Está era Sulian de cabelos dourados lisos com uma franja cobrindo a testa, rostinho redondo de boneca e olhar convicto, mas mesmo ela em sua pose perdia sua eficácia nesses momentos e se irritava mais facilmente que as outras garotas. Por outro lado Elizabeth, a segunda loira era mais acanhada e quieta, mantinha-se serena exteriormente embora por dentro estivesse bastante agitada nestes momentos e também acabasse tendo seu aprendizado prejudicado pela aparição das outras atrizes e seus olhares de deboche. Nestes momentos a ruiva era menos afetada, ela aparentava boa confiança e olhava para as outras com olhos inflados que prometiam que aquelas risadas teriam volta, estes olhos só perdiam o ímpeto ao olhar para Kare e nisso o quinteto era o mesmo, sempre que observavam Kare seus olhos brilhavam esperançosos.

As broncas de Kare machucavam, mas elas tentavam firmar seus corações e ouvir sua professora. Sim, elas tinham que acreditar que Kare queria o bem delas, pois Kare não estava rindo como também não as estava deixando a vontade sem lhes dar importância, as criticas lhe faziam crer que a morena realmente desejava o progresso e a melhora delas. Essa crença inicialmente havia sido o suficiente para mantê-las dedicadas e lhes fazer tentar com afinco seguir os conselhos de Kare.


Essa havia sido a primeira bronca de Kare depois que as aulas haviam começado. Os punhos das garotas haviam se fechado enquanto elas olhavam para o chão absorvendo as palavras de sabedoria de Kare.   - Vamos fazer isso. - Disse Caroline, a morena de cabelos curtos. Suas palavras não eram para Kare, nem para si mesma, era uma expressão de afirmação para as outras garotas que logo a olharam acenando em concordância. - Sim, vamos fazer isso. - Concordaram as outras. - Sim, vamos fazer tudo que a Senhorita Lawford mandar. - Completou a ruiva e todas acenaram mais uma vez após firmarem seus corações, mas falar era mais fácil do que fazer. As risadas, os deboches e as palavras de ''ódio'' ainda as atrapalham, mas cada ferida servia de experiência para lhes fortalecer no futuro.

As personalidades delas cativaram pouco a pouco Kare, algo que a própria morena havia duvidado inicialmente. As palavras de Alvida iam tornando-se verdadeiras com o passar dos dias. Aquele ambiente não era apenas bom para as garotas como também estava sendo para Kare, permitindo-a se desintoxicar do ambiente venenoso instaurado pelos famosos da ilha… Obviamente com ela inclusa. A pureza das jovens sonhadoras era um bálsamo para ela, assim como a companhia da tenente que talvez por motivo muito parecido fosse deveras apreciada. Todavia Kare era uma mulher teimosa e talvez jamais desse o braço a torcer para admitir tal fato.

Kare era alguém que não possui ''tanta'' experiência profissional, mas sua vida havia sido sempre, do ponto de vista dela, um show. Porém… Poderia a jovem que pouco entende de empatia realmente perceber as reações e sentimentos do público? Talvez esta também fosse uma lição mais fácil de transmitir do que realmente aplicar já que está é uma verdade que a muito tempo sabemos, Kare tem dificuldades de entender os sentimentos dos mundanos, embora seja-lhe fácil reconhecer os olhares de adoração quando recebidos… O que se perguntado para ela a resposta seria: Sempre recebidos.

O progresso delas não era meteórico, mas tinham um bom ritmo de aprendizagem constante. Os olhares das outras modelos demoraram um pouco mais de uma semana para se alterar, as primeiras começaram a olhar com desagrado quando as jovens não mais precisavam perseguir atabalhoadamente as penas pela sala e em vez disso conseguiam mantê-las flutuando enquanto andavam com delicadeza em círculos concêntricos uma das outras.

Depois que as outras modelos deixaram de assistir elas permitiram que as penas caíssem e sorrindo se abraçaram em grupo enquanto riam umas com as outras. A ruiva olhou por cima da cabeça de suas colegas na direção de Kare, seus lábios se movendo sem som com as palavras: Muito obrigado.

>><<

A ruiva trouxe uma música que podia ser descrita como "Caliente" . Uma voz poderosa que cantava embalada pelo ritmo sensual do tango. Já a morena de cabelos curtos escolheu um tema romântico levemente meloso de ritmo lento. A morena de cabelos longos escolheu um ritmo alegre de música popular, com batidas fortes e animadas junto a uma canção de ritmo rápido. Já a loira de cabelos cor de palha escolheu uma música lenta e reflexiva, com múltiplos pequenos significados ocultos enquanto a de cabelos dourados e franja chegou com um ritmo exaltado de batidas rápidas e pesadas que se cantava em um ritmo bastante acelerado e muito coreografado.

>><<

O jantar era um pouco diferente do que Kare teria esperado… Bem sim, elas eram adolescentes e era de se esperar que gostassem de falar, mas Kare havia esquecido que as jovens eram suas fãs então não faltaram perguntas para si durante o jantar. De onde ela tinha vindo? Como aprendeu a cantar? Desde quando ela dançava? Ser caçadora era muito perigoso?

Essas eram as perguntas "normais" feitas pelo quarteto enquanto a ruiva já era um pouco mais direta. "É verdade que você tá saindo com uma tenente da marinha? Vocês tão tendo um caso sério ou é assim… sabe?" A ruiva estava sentada ao lado de Kare durante o jantar e não desgrudava os olhos da morena durante toda a noite. Comeram frutos do mar ou saladas, enquanto bebiam coquetéis de frutas com álcool, com exceção da loira de cabelos palha que bebeu apenas suco.

A primeira a deixar a mesa foi a morena de cabelos longos. - Se me dão licença, eu vi um gatinho ali. Até amanhã meninas. - Sim… Ela havia saído por causa de um jovem rapaz de cabelos pretos. Ela foi até o bar onde ficou encostada por menos de um minuto até que o tal jovem lhe abordasse, quando saíram dali ela deu um tchauzinho para as outras que pareceram de alguma forma levar isso para o pessoal, não queriam elas afinal, ficar encalhadas ali, com mais uma vez, exceção da loira do suco que se despediu dizendo que precisava ir ou sua mãe ficaria preocupada.

Com a noite Kare havia percebido um pouco mais de suas personalidades.
Sulian: Era uma princesinha que havia ganho tudo que queria na vida e acreditava muito no seu talento, mas isso era para o mundo e de alguma forma ela era muito mais humilde na presença de Kare e esforçada desde que fosse a caçadora a lhe dizer.
Elizabeth: Era uma jovem quieta e humilde de família pobre com muitos irmãos e no momento estava tentando uma carreira para que pudesse ajudar sua família.
Caroline: Era de uma família comum, seus pais eram professores e ela era muito inteligente, um pouco sonhadora e muito romântica. Era a filha mais nova de três irmãs então era um pouquinho mimada, mas não muito.
Milena: Era alegre, proativa e prestativa, sua família também era de classe média e MUITO numerosa. Ela mesma tinha outros 5 irmãos e 3 irmãs, além de muitas primas e primos. Era bastante festeira e não ligava de ser o centro das atenções, mas como era espontânea e ativa isso naturalmente acaba acontecendo.

Já Laiane era filha única de pais separados, possui apenas sua mãe que sempre precisou trabalhar e ela teve que crescer quase sozinha. Tinha uma personalidade determinada e parecia saber muito bem o que queria e talvez por isso ela fosse a última na mesa não tendo saído para namorar como as outras ou mesmo ir para casa mais cedo. Ela continuava bebendo devagarinho sem tirar os olhos de Kare. - Tem uma danceteria não muito longe daqui, a gente podia ir lá, o que acha? Para praticar, sabe? - Sim, ela era bastante determinada e até para um cego e surdo estava bem claro o que ela queria.

>><<

Com exceção de alguns dias da primeira semana, a morena linda e maravilhosa que atende pelo nome de Karelina Lawford chegou na hora. Os treinos progrediram bem e é claro, a ruiva ficou muito feliz de ser o primeiro par de Kare para uma dança a dois e quem sabe até tenha entendido um pouco errado. - Será uma honra minha princesa. - Brincou ela de volta antes de se permitir ''jogar'' nos braços de Kare para praticar. Ela era alta para uma garota, mas não tanto quanto Kare, tinha um cheiro de lírios que era bastante agradável e seu corpo se permitia mover com leveza nos braços da lanceira.

>><<

- Elas não vem mais assistir tem um tempo né? - Agora que você falou... - - Acho que cansaram de ver nosso sucesso, hihihi. - As garotas conversavam durante uma pausa sentadas no chão no centro da sala enquanto comiam alguns biscoitos. - Vocês já viram o Devond? - Disse Sulian. - Ele parece bem gatinho não? - Continuou a loira. Kare  que não estava na rodinha podia ouvir. - Um pouco convencido, mas bonitinho. - Falou Milena. - Não faz nem um pouco meu tipo. - Completou a ruiva enquanto mordia o biscoito sem tirar os olhos da direção de Kare. - Nos sabemos bem o seu tipo não é? - As garotas riram, com exceção da ruiva que permanecia bastante concentrada.


>><<

- Eu passo lá a noite. - Marian confirmava em um dia de manha o convite de Kare. - Não sei sei se vou conseguir ir no primeiro, mas no segundo eu vou sim. - Se esticava na pontinha dos pés dando um beijo em Kare antes de ir embora e parar a dois passos. - Sem meu tapinha de boa sorte? - Sorriu para Kare cheia de segundas intenções.

A casa do lago estava como antes. E como prometido por Alvida Richard apareceu na tarde do primeiro dia. - Boa tarde Senhorita Kare. Eu juro que não estou lhe perseguindo. - Ele parecia um pouco constrangido, mas isso não era devido a Kare e sim ao olhar cheio de ''chamas'' que Vick lhe dava. - Irei preparar algo para a Senhorita comer. Vamos Senhor Poky.

Richard jogou a maleta para cima, a qual se desdobrou no ar caindo como uma maca.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptyQui 17 Dez 2020, 10:28



Receber dezenas de perguntas a respeito de minha grandiosa existência estava longe ser algo capaz de incomodar-me, pois assim como as garotas eu adoro conversar quando o assunto é essa que vos fala. - Minha família é originária do North Blue. - Respondendo sem qualquer problema as perguntas superficiais a respeito de meu passado. - Foi durante um dos meus primeiros dias em Tuntz Tuntz, observando os músicos locais. - Respondendo a pergunta de como aprendi a cantar enquanto desviava o olhar num semblante, minha voz soaria casualmente por não achar que o fato de aprender a cantar em algumas horas digno de exaltação. - A dança é uma antiga paixão, comecei a praticar quando era alguns anos mais jovem do que vocês. - Não havia como deixar de soar melancólica ao falar desse assunto, dançar era parecia tão cativante mas logo tornou-se repetitivo quando a perfeição foi alcançada. - De forma alguma, caçar recompensas aos meus olhos é como capturar peixinhos em um aquário. - Abanava o ar próximo a face com as costas da mão, desmerecendo todos criminosos por ser incapaz de sentir-me ameaçada.

Meu olhar atentou-se a ruiva ao mesmo tempo que arqueei uma sobrancelha intrigada graças a pergunta mais íntima por assim dizer. - Sim, é verdade. - Tomava um gole do drink antes de prosseguir com a fala, também para aproveitando para pensar um pouco no assunto. - Não é uma união formal, nós apreciamos a companhia uma da outra. - Admito que minha pessoa possui sentimentos afetuosos pela tenente, porém acredito que um relacionamento sério é inviável no momento, de qualquer maneira minha pessoa não enxergava motivos para esconder isso das garotas.

Meu olhar de repreensão afiou-se contra o quinteto. - Não exagerem com a bebida, será prejudicial para a vossa saúde e desempenho artístico. - Suspirava aborrecida pelo fato das alunas tão jovens ingerirem bebidas alcoólicas, eu não tentei as proibir, apenas as orientei, dando o exemplo ao pedir um coquetel não alcoólico e sem açúcar

No fim eram adolescentes com os hormônios aflorados, talvez seja impossível conter os desejos carnais, não contive a risada, abafando-a com as costas das mãos enquanto fechava os olhos. - Não sejam tão ansiosas, cativem os sentimentos de seus interesses românticos, e deixem que eles sejam atraídos por vossos encantos. - Esta não era uma lição para os palcos, mas sim um conselho que poderia ser usado pelas garotas durante a vida, dando-lhes uma piscadela cumpliciosa enquanto sorria de canto tomando outro gole do drink de sem qualquer pretensão.

Senti-me um tanto lisonjeada com o convite da ruiva, mesmo que a idéia de compartilhar o restante da noite com sua companhia fosse deveras agradável eu não fiquei instigada em envolver-me com alguma aluna, . "Se houvesse a conhecido em outra ocasião…" De maneira delicada coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha com a ponta dos dedos, enquanto esboçava um pequeno sorriso afável, devagar meu olhar foi de encontro a ruiva, permitindo-me admirá-la por alguns instantes antes de lhe dar a aguardada resposta. - Você precisa descansar a noite para ficar bem disposta nos ensaios, não pense que serei menos rigorosa após esse jantar. - Recusando formalmente o convite, deixando que a malícia fosse ligeiramente entonada durante a brincadeira, cerrando o olhar penetrante contra ruiva como se quisesse repreendê-la e sem muita pressa terminaria de beber o drink, desviando minha atenção apenas quando o copo vazio fosse depositado na mesa. - Vamos, irei lhe acompanhar até sua residência. - Levantei da cadeira oferecendo o braço flexionado ao lado do corpo para Laiane segurar. Se a ruiva recusar minha gentileza minha pessoa não insistiria, antes de deixar o local iria segurar gentilmente abaixo do queixo da ruiva acariciando sua bochecha com polegar. - Tudo bem, certifique-se de retornar em segurança, e nem ouse se atrasar para o ensaio. - Após essa última brincadeira provocativa eu retornaria até minha morada.

Treinamento de liderança: Lições de canto e dança.

Aos poucos o quinteto de discípulas desengonçadas conquistavam o apreço de minha pessoa, de alguma forma eu ficava contente ao ver o progresso daquele grupo de amadoras, não somente a performance técnica mas principalmente o quanto elas se tornavam confiantes. - Você tem um olhar encantador, por favor não o esconda de mim. - Aproximei-me da loira de cabelos compridos, cruzando os braços ao encará-la num ar de superioridade. - O mesmo vale para todas, não percam o impeto por estarem diante minha presença. - Fitava o restante das garotas pelo canto dos olhos, dizendo com certa arrogância presente na voz. Na tentativa de encorajá-las a não ficarem retraídas, afinal o quinteto deveria me enxergar como um objetivo a ser alcançado.

De acordo com o desenvolvimento do grupo os treinos se tornariam mais árduos, instruindo-as a cantar músicas inteiras ao mesmo tempo que dançam, e como o quinteto havia adquirido uma noção minimamente aceitável de canto e dança as lições teriam o foco de fortalecer as fraquezas das garotas, fazendo-as ensaiar músicas com os ritmos responsáveis por causar maior dificuldade ao quinteto. - Repitam novamente, desde o início. - Dizendo com o habitual rigor na voz, a fim de fazê-las ensaiar as músicas diversas vezes, mesmo que já houvessem acertado toda a coreografia e melodia, pois eu desejava fazê-las atingir tal nível excelência onde as garotas fossem capazes de reproduzir cada passo de maneira tão natural quanto respirar. Podendo passar cerca de uma hora após o final estipulado do ensaio, pois o condicionamento físico das garotas provavelmente teria sido aprimorado após os constantes treinos, mas não iria obrigá-las a ficar até depois do horário. - Estão livres para saírem quando desejerem, mas cada segundo gasto agora irá lhes recompensar futuramente em vossas carreiras. - Desejando fazê-las entender que os ganhos seriam proporcionais à dedicação, assim o quinteto poderia sentir-se incentivado a ficar por vontade própria após o horário habitual dos ensaios.

Em algum dia da semana durante o treino. - No final de semana haverá ensaios extras, a presença não é obrigatória, mas de qualquer forma vocês estão convidadas a participar, apenas se certifiquem de trazerem suas músicas favoritas. - Como já havia sido mencionado anteriormente não senti a necessidade de repetir que elas teriam muito a perder caso se recusassem a participar. Eu teria tomado a liberdade de lecionar treinamento extra, apenas perguntando a Alvi se a sala de treino estaria disponível no fim de semana, ou então convidaria as garotas para ensaiar em minha residência.

O treino no fim de semana seria mais individual, fazendo cada garota ensaiar músicas do ritmo escolhido agora com o intuito de explorar suas virtudes, também lhes daria certa liberdade se caso desejassem realizar o treinamento em dupla ou trio seria permitido pois era uma boa oportunidade para elas ampliarem seus horizontes, enquanto minha pessoa se certificaria de supervisionar, aconselhar e corrigir os possíveis erros.

Na última semana do mês. - Vamos montar uma pequena apresentação de dez minutos. - Antes de começar o ensaio eu explicaria meu plano ao quinteto, elas deveriam cantar e dançar músicas originais em grupo tendo uma semana para aperfeiçoarem a pequena apresentação. Minha pessoa teria escrito boa parte das músicas além de ter planejado a coreografia, mas deixaria que as garotas também participassem do processo criativo adicionando passos e versos, como forma de estimular a criatividade das garotas, até mesmo porque essa apresentação pertencerá a elas.

"O que devo fazer…" Minha pessoa se encontrava em um desagradável dilema, eu desejava fazer todo o quinteto brilhar, mas ao mesmo tempo desejava enaltecer a performance de Laiane. A apresentação das garotas teria 4 músicas combinando seus estilos favoritos, com diversas partes sendo cantadas e dançadas em duplas e trios distintos, propositalmente fazendo a ruiva receber um pouco mais de destaque durante a apresentação, talvez ela pudesse ser o elo responsável por interligar e agregar fluidez a performance, mas sem ofuscar as outras quatro permitindo que todas tivessem seu momento de destaque.

Por fim, eu teria aprontado uma pequena travessura com minhas alunas desengonçadas, combinando com Alvi um espetáculo surpresa para os demais funcionários do ateliê, onde o quinteto de futuras estrelas deveria se apresentar, mas eu não teria mencionado nada a respeito até o dia em questão. - Muito bem garotas, esse será vosso primeiro show. - De forma bem despreocupada diria ao quinteto quando estivéssemos diante a "platéia", permitindo-me esboçar um sorriso arteiro nos lábios. - Nem sempre é possível ter o controle da situação, mas se vocês possuírem o perfeito domínio sobre suas capacidades serão capazes de contornar esses obstáculos e também improvisar quando necessário. - Então explicaria o motivo de ter mantido segredo sobre aquele espetáculo numa gentil tonalidade de voz, o semblante hostil teria desaparecido agora encarando-as com olhos carinhosos, dando-lhes outro conselho para a vida. - Mas vocês pretendem desapontá-los? Cada uma dessas pessoas estão aqui por vocês, eles desejam ser agraciados por suas presenças, então sempre façam a melhor performance de vossas vidas. - Tais palavras mesmo que ditas de forma afetuosa provavelmente aumentaria o nervosismo e a pressão sobre as garotas, mas era algo que cedo ou tarde elas terão de lidar, eu realmente queria fazê-las entender o peso de se estar acima do palco. - Mas não a razão para ficarem nervosas, afinal vocês tiveram o privilégio de serem treinadas pela tutora mais formidável do mundo. - Enchia-me confiança, arrebitando o nariz esnobe enquanto tentava segurar o riso, ao fazer uma breve brincadeira a fim de tornar a atmosfera mais leve, e também era uma forma de abafar a fagulha orgulhosa que havia sido acendida em meu interior graças aquela trupe de amadoras desengonçadas. - Desta vez eu estarei encorajando-as dos bastidores. - E assim como dito eu ficaria "atrás das cortinas" olhando pelas garotas, caso eu receba olhares apreensivos pelas integrantes do quinteto iria responder acenando positivamente com a cabeça enquanto estaria a sorrir e fitá-las de maneira confiante, demonstrando acreditar nelas.

Fim do treinamento.

- Hmmm…. Você já sabe que lhe desejo sorte, então não precisa. - Fingindo estar pensativa com a ponta do dedo indicador apoiada no queixo eu negava o tapinha de boa sorte, mas a verdade é que essa travessura deixa de ser divertida se a Nervosinha não estiver desprevenida. Mas… Quando ela se virasse para ir embora eu não resistiria, afundando minha não diretamente no glúteo da marinheira, com os dedos sendo firmemente cravados na região lhe fazendo uma breve porém vigorosa massagem. - É para desejar bastante sorte. - Iria sussurrar próximo ao ouvido da Nervosinha num tom de voz deveras caloroso, e para intensificar o desejo daria alguns beijinhos em sua bochecha até alcançar os lábios.

Meus olhos encheram-se de alegria ao encontrar Richard, suspirei aliviada por minha expectativa ter sido atendida. - Muito obrigada Vick. - Um adorável sorriso se fazia presente em minha face enquanto eu acenava para morena, ignorando totalmente a atmosfera mortífera que era instaurada no recinto. "Ela deveria receber uma massagem de vez em quando." Refletindo a respeito do semblante amargurado de Vick, mas em outra ocasião pensarei a respeito de tal assunto, pois agora eu preciso me livrar de toda a tensão que assola meu corpo escultural.

Prontamente minha pessoa iria se despir ficando apenas com um pequeno biquíni cobrindo o corpo pois eu não desejava ter camadas de tecido atrapalhando minha relaxante massagem, deitar-me-ia na maca com os braços cruzados abaixo do queixo, fechando confortavelmente os olhos apenas aguardando por meu mimo. Caso Richard demonstre ser tão eficiente quanto o esperado. - Richar… Eu iria adorar ser perseguida por essas mãos… - Deixando escapar um gemidinho agudo em meio ao suspiro caloroso me contorcendo prazerosamente em cima da maca quando, enquanto apoiava a mão em meu semblante ruborizado, o olhar dócil era contrastado pelo sorriso libidinoso, com minha pessoa lentamente mordiscando o canto do lábio inferior, sem perceber eu flertava com o experiente massagista, a voz melodiosa soava ligeiramente perversa, em outra ocasião isso jamais aconteceria, mas, ele me deixaria tão relaxada que simplesmente ao ponto de minha pessoa simplesmente falar antes de pensar.


Ao avaliador.:
 
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptyQui 17 Dez 2020, 13:40




Era algo novo talvez para Kare? Algo que a muito tempo ou quem sabe nunca antes havia feito? Um jantar com amigas, não com jovens mesquinhas da alta sociedade que apenas queriam exibir-se mais do que as outras, mas uma verdadeira noite com pessoas que lhe admiravam e não que queriam enganá-la. Sim, talvez ela não tenha percebido, pois como muitas coisas na sua vida ela apenas acostumou-se a seguir o fluxo. - Professora Mentirosa. - Sulian brincava negando as palavras de Kare, olhava por cima do copo enquanto segurava o canudinho com uma mão encostado nos lábios. - Querendo nos fazer acreditar que aprendeu a cantar aqui na ilha. - Ela sorria por trás do copo, talvez fosse a bebida, mas isso a levava a provocar Kare, mesmo que fosse de brincadeirinha. - Aquela, na praça, foi a primeira música da professora? - Elas haviam esquecido de chamá-la durante o jantar de Senhorita Lawford, mas por ser uma situação extra classe talvez fosse desculpável. Agora quem perguntava era Caroline.

Kare vendo que as garotas começavam a ficar soltinhas as repreendia pela bebida. - É só hoje… Estamos comemorando afinal. - As garotas se olharam. - Ainda não tínhamos comemorado ter sido contratadas.  - Explicou Sulian. De toda forma elas não beberam muito, mas ficaram em parte mais soltinhas e aos poucos foram embora, algumas acompanhadas, outras sozinhas.


Laiane olhava firmemente para Kare, seus olhos acompanhando os mínimos movimentos da morena enquanto arrumava seu cabelo e sorria de volta. Todavia a tão aguardada resposta não foi a mais esperada pela morena, mas a decepção ficou em seu rosto apenas por um momento. - Verdade. Obrigada por cuidar de nós. - Após o pequeno momento ela percebeu que era o certo e agradeceu Kare. - Então, também vou indo. - Vendo ela se levantar, Kare levantava-se junto e oferecia uma "carona". - Não. - Quem arrumava o cabelo agora era a ruiva. - Eu adoraria, mas não quero dar trabalho pra você … posso te chamar de Kare? Ao menos aqui? - Ela enrolava a ponta do cabelo.

- Não me atrasaria por nada no mundo. - Ela se aproximou de Kare para dar um beijo no rosto de despedida, mas teria movido-se propositalmente para que o canto de suas bocas encostassem uma na outra. - Até amanhã. - Diria após afastar o rosto enquanto olhava Kare nos olhos. - Irei cobrar a dança quando terminarmos. - Ela parecia ter entendido também o que havia levado à recusa de Kare.

>><<

Os treinos estavam se tornando mais fáceis… Bem, ao menos para Kare, pois para as garotas a dificuldade dos ensinamentos parecia apenas crescer. Já para Kare devido a elas estarem entrando no ritmo e continuamente adquirindo conhecimento a quantidade de vezes que a dançarina precisava corrigi-las ou dar-lhes instruções mais detalhadas havia diminuído. As interrupções também haviam cessado depois da bronca que ela havia dado nas outras atrizes do ateliê e assim as únicas pessoas que apareciam para assistir as aulas eram Alvida e Vick acompanhada de Poky.

- Ele é tãoooo fofo. Olha, olha ele tá tentando dançar. - Obviamente Poky acabou as distraindo quando pegou uma folha a qual fingiu ser uma saia e praticava passos de Ballet. - Peço desculpas a Senhorita, não irei mais trazê-lo. - Vick se desculpou. - Irei levá-lo imediatamente. - Vick deixou o lugar após pedir o que Kare desejava para a janta.

As garotas estavam cansadas, mas chegavam sempre no horário, mesmo no dia que haviam saído estavam na hora marcada nos ensaio com Kare e teriam ficado até depois da hora sempre que a morena se prontificasse a ficar. Alvida acompanhava em um desses dias, afinal todos já haviam ido embora, com exceção do 7 naquela sala. - Você gostou mesmo delas não gostou? Quando lhe pedi para ensinar não achei que iria se dedicar tanto. - Alvida resolveu revelar sua surpresa. - Elas estão indo bastante bem. Obrigada. - Alvida neste raro momento abandonou o deboche e falava casualmente com Kare, até mesmo os Queridas não estavam presentes e seu tom de voz era o seu natural e não o tom forçado de Okama. Nesta mesma noite ela e a okama combinaram o show surpresa do qual as jovens iriam participar. O que a okama não falou para Kare era que o treinamento deveria ter durado apenas alguns poucos dias, mas vendo os resultados e a dedicação de Kare em ensinar as jovens ela deixou que Kare o estendesse o quanto quisesse.


Claro que houveram algumas noites que nem todas ficaram para ensaiar, mas em nenhum momento havia sido por má vontade. - Eu prometi ajudar minha mãe hoje Senhorita Lawford. - Disse Elizabeth em um dos dias. - Peço desculpas à Senhorita Lawford, mas estou acabada hoje. - Explicou Milena em outro. Essa justificativa na verdade se aplicou vez ou outra a diferentes garotas quando sentiam que precisavam descansar. Mesmo que não houvessem ido para casa nesses dias e sim tendo ficado apenas para assistir enquanto se recuperavam.

O pequeno show delas estava tomando forma, é claro que elas tentavam opinar, mas a parte criativa ainda era um pouco deficiente e assim mantiveram-se primariamente nas sugestões de Kare. Sulian e Laiane foram as que mais deram ideias, enquanto Elizabeth foi a mais tímida e raramente deu alguma sugestão que mudasse algo.

As jovens sentiam que estavam chegando ao fim dos dias junto a Kare e por isso. - Nos juntamos e compramos pra você Senhorita. - Era um anel prateado. Elas não haviam acertado na cor, é claro, mas era um presente dado de coração. O motivo também se dava a serem jovens recém iniciando suas carreiras e por isso eram Duras e não tinham dinheiro para jóias caras. O anel não possuía ornamentos, apenas um aro prateado, mas no lado interno haviam alguns dizeres. "Obrigado por cuidar de nós." Era uma frase simples, mas assim que Kare terminasse de ler teria a sua frente as cinco alunas se curvando para ela enquanto repetiam essas palavras em voz alta cheias de ímpeto. - Não iremos decepcioná-la. - Completaram.


E se Kare havia achado que elas iriam precisar de palavras de encorajamento antes do show surpresa ela havia se enganado em larga escala. As jovens apenas olharam e sorriram antes de correr para tomar suas posições.

>><<

- Bom trabalho. - Era o final daquele último dia e Alvida mais uma vez a elogiava. - Acho que você mudou a vida delas. Deveria ficar orgulhosa. - Alvida já vinha observando Kare a algum tempo e mediu aquelas palavras de forma proposital. - Não pense que era apenas o mínimo ou o esperado, você foi muito além disso. Obrigado. - Alvida deu-he as costas. - - Aproveite bem a casa do lago. Você a mereceu duas vezes.

>><<

Foi apenas um instante, mas as mãos de Richard pararam de apalpar o corpo escultural de Kare. A morena havia conseguido pegá-lo tão desprevenido que ele gaguejou com suas mãos durante a massagem. Foi apenas nesse instante, e ele logo voltou a massagear Kare enquanto lutava com seu ímpeto masculino que fora aflorado pela insinuação anterior de Kare.  

>><<

Faltava apenas uma semana para o festival Fish, a cidade já começava a ser preparada. Ele ocorreria na praça Chords. Barracas, palcos, iluminação, decorações. Centenas de operários trabalhavam para deixar tudo pronto, o mais estranho no entanto era que entre esses operários haviam muitas máquinas autônomas com o símbolo da companhia Fish. Isso na verdade teria sido relatado a Kare por Vick ou pela Nervosinha nas duas noites que ela havia vindo passar com a morena.

Durante esta semana Kare poderia ensaiar e praticar com seu violino novo que havia sido pego por Vick e custando a bagatela de 18kk. Vick por sua vez havia ficado com os outros 12kk que sobraram. Kare havia gasto também 65k no jantar com as garotas.

>><<

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptySex 18 Dez 2020, 11:32



Eu poderia ter me deixado a aborrecer com o tratamento informal das alunas, e também pelo afronte de Sulian, mas as garotas não pareciam fazer por mal, além de que minha pessoa apenas arruinaria a atmosfera amigável do jantar. - Exato, eu criei aquela música enquanto aprendia a cantar observando os artistas da praça. - Retribui a provocação da loira com um sorriso presunçoso estampado no canto dos lábios, pois eu desejava ver qual seria a sua reação após descobrir que além de minha pessoa ter aprendido a cantar na ilha ainda foi capaz de compor uma música.

>><<

"Bolota de pelos exibida…" Discretamente direcionei a Poky um olhar de reprovação, pois ele estava atrapalhando o ensaio, e desconfio que a bolinha felpuda fazia de propósito querendo aparecer, mas ao mesmo tempo minha pessoa precisava segurar o riso, afinal era uma doninha vestindo uma saia feita de folhas tentando dançar, como não achar engraçado? - Está tudo bem. - Após suspirar me acalmando respondi a Vick na tentativa de amenizar a situação. - Mas caso vocês se distraiam novamente, Poky será proibido de frequentar os ensaios. - Agora direcionava minha atenção às discípulas, repreendo-as por terem perdido o foco.

- Hunpf! Não posso deixar que minhas aprendizes sejam medíocres. - Cruzei os braços empinando o queixo numa pose soberba, pois seria inconcebível que o quinteto se tornasse um bando de artistas fracassadas enquanto espalham notícias de terem sido treinadas por mim. - Mas as garotas não são totalmente ruins. - Um pequeno sorriso genuinamente afável teria sido desenhado em meus lábios, eu de fato possuía motivações egoístas, em contrapartida não negava o apreço que desenvolvi pelas alunas.

Em dado momento eu teria conversado a sós com Elizabeth. - Vossa pessoa não precisa se forçar a opinar, acredito que seja de vossa natureza agir assim, mas é importante que sua vontade seja exposta, pois você também fará parte do espetáculo, e o objetivo é que o grupo como um todo apresente algo do próprio agrado. - Conversava calmamente com a loira de cabelos curtos, abandonado tanto a postura quanto o semblante hostil. - Além do mais é muito irritante fazer algo contra a vontade. - Bufava aborrecida só de imaginar-me em uma apresentação onde o espetáculo não recebia a aprovação de meu ser, mas sem seguida deixaria escapar uma risada abafada, querendo demonstrar que não há problema reclamar de vez em quando. - Se for difícil tente planejar e escrever antes, assim poderá expor suas idéias com maior facilidade. - Talvez Elizabeth não seja do tipo que facilmente consegue improvisar, então aconselhei uma abordagem diferente, pois não desejo receber notícias de que minhas alunas tornarem-se artistas frustradas por atuarem em âmbitos desagradáveis para si.

Minhas sobrancelhas ergueram-se curiosas quando o quinteto se reuniu a minha frente. - Agradeço pela gentileza. - Cuidadosamente segurei a caixinha com o anel apoiada acima das mãos, então curvei-me em uma breve reverência agradecendo formalmente pelo presente, então um sorriso rebelde forçou a se manifestar em meu semblante, os lábios sutilmente curvados refletiam a alegria que aquela surpresa havia acendido em meu interior.

Faltando cerca de 15 minutos para o término dos ensaios. - Vocês estão dispensadas, descansem bem, eu irei planejar melhor a letra e coreografia da apresentação. - Justificando o motivo de ter encerrado antecipadamente o ensaio eu esperava a compreensão das garotas.

Então… Uma por uma as luzes da sala seriam apagadas quando já não houvesse outra pessoa além de mim, em meio a penumbra minhas costas seriam chocadas contra a parede, sentindo-me exausta como se todo o cansaço daquele mês houvesse sido subitamente despejado em meus ombros. - A cor não combina… - Segurava o anel por dentro do aro com a ponta do dedo indicador, girando-o com o polegar. - Na melhor das hipóteses foi comprado em uma joalheira barata… - De cabeça baixa fitava o anel prateado, com franja de meus cabelos obscuros escorrendo pela face, cobrindo um dos olhos comovidos. - Não possui qualquer atrativo visual… - A voz melancólica soava calmamente, o interior do peito ficou apertado como se desejasse asfixiar-me, eu estava feliz mas não conseguia abandonar a tristeza entonada nas palavras. - Então por que? - Um tênue filete de lágrima aquecia minhas bochechas, o olhar confuso estremecia, eu não tinha qualquer motivo racional para gostar daquele anel, mas ele me deixava tão feliz principalmente aquela simples frase, toquei a gargantilha no pescoço com a ponta dos dedos pois a sensação que ambos os presentes me causavam era semelhante, permanecendo assim por minutos até finalmente encaixar o anel no polegar direito, deixando o recinto fingindo estar perfeitamente bem.

- Nã! - Eu já havia preenchido os pulmões com arrogância, prestes a enfatizar o quanto minha performance como tutora havia sido nada além da simples perfeição, porém as palavras seguintes da Okama foram responsáveis por calar-me, o brilho alaranjados de meu olhar ofuscou-se caindo em desamparo. - Eu realmente gostaria de crer em tais palavras. - Minha voz foi entonada pela tristeza enquanto um leve suspiro expelia parte aflição que me percorria, eu não duvidava da veracidade nas palavras de Alvida, mas não conseguia compreendê-las, pois como tudo em sua magnífica vida minha pessoa fez apenas o mínimo esperado de um ser tão grandioso. - Mas não seja injusta, assim você desmerece o trabalho daquelas garotas. - Ainda observando as costas de Alvida se afastando, a atmosfera melancólica logo iria se dissipar de meu semblante, dando lugar a um sorriso travesso cheio de satisfação, pois se a trupe de desengonçadas não houvessem demonstrado empenho no treinamento o resultado não teria sido tão satisfatório.

>><<

Nada como o merecido descanso, minha pessoa não faria nada além de relaxar por completo durante a estadia na casa do lago, desfrutando de os mimos possíveis, com toda a certeza eu teria ligado para Alvida (ou pedido a Vick para realizar a ligação) exigindo pelos esteticistas caso a okama tenha esquecido desejando todo o cuidado que meu corpo deslumbrante merec. As visitas noturnas da tenente seriam muito bem usufruídas, até mesmo propondo encontros românticos à beira do lago. "Tenho que me lembrar de esconder isso…" Bom, havia um certo travesseiro de corpo com uma certa foto de uma certa marinheira que minha pessoa não desejava mostrar a Nervosinha, mas como eu dormia com o travesseiro poderia ter esquecido de guardá-lo quando fosse levar a Tenente até o quarto.

Até mesmo as ocasiões onde minha pessoa estaria sozinha seriam muito bem aproveitados, comigo compondo algumas músicas e planejando a coreografia para o meu espetáculo arrasador no festival Fish, teria contado com o fato de meu digníssimo ser encontrar-se num estado de incrível paz espiritual com tantos caprichos sendo atendidos, me divertindo com o processo criativo das músicas pois era uma experiência relativamente nova, que ainda não se tornou totalmente tediosa, escrevendo as letras no diário de bordo e ensaiando-as na harmonia do violino enquanto estaria apreciando a agradável vista oferecida pelo ambiente.

- Será que pretendem adaptar toda a ilha para o comportar o festival? - Comentei casualmente com Vick enquanto fitava o maquinário exótico, mas não esperava por uma resposta de qualquer forma. - Talvez se fossem o triplo de máquinas poderiam construir metade de um palco digno de minha pessoa se apresentar. - Teria pensado alto julgando toda a dedicação dos organizadores como algo irrelevante se fosse dedicado a mim.

Os últimos dias até o festival eu apenas iria fazer possíveis ajustes finais nas músicas e coreografias premeditadas, pois um ser de talento tão estupendo quanto o meu poderia ter facilmente alcançado o objetivo desejado durante o período de folga. Lembrando também de perguntar a Alvi a respeito de algum trabalho recente que precisa ser executado por minha grandiosa pessoa, mas talvez o festival seja uma atração grande o suficiente para ofuscar a atenção de toda a ilha, se assim ocorrer eu não ficaria aborrecida, apenas voltando a dedicar-me ao show nos momentos livres.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptySex 18 Dez 2020, 21:45




- Não precisa humilhar também. - Sulian revirou os olhos após dizer e todas as jovens na mesa riram. Não, elas não eram nada sérias.

>><<

Poky seria um bom artista, ao menos a habilidade de roubar a cena e conquistar todos os holofotes era digna de nota e mesmo Kare teria que concordar que se ninguém mais pudesse ser um rival para ela, talvez a doninha felpuda pudesse, isto é claro no quesito roubar a cena. - Pedimos desculpas à Senhorita Lawford. - Não vai mais acontecer. - As garotas desculparam-se e voltaram ao ensaio prostrando-se em fila ao lado de Poky enquanto seguravam na barra próxima a parede onde continuaram a ensaiar os passos de Ballet.

>><<

Elizabeth estava sentada à frente de Kare, tinha seu rosto levemente para baixo enquanto ouvia os ensinamentos da morena. - É que… - foi audível ela engolindo em seco. - Minha família pre… Eu preciso desse trabalho e não quero parecer que… - Ela era tímida e não conseguia explicar realmente o que queria, após algum sofrimento ela teria conseguido passar a ideia. Ela precisava daquele trabalho para sustentar a família e não queria parecer "enjoada" ao sair querendo modificar as coisas nos papéis que lhe eram apresentados por medo de que isso a fizesse ser menos chamada. - Mas se a Senhorita Lawford diz...Eu vou acreditar. - Era bastante sensível da parte de Kare ter percebido a dificuldade em sua aluna, percepção esta que talvez não pudesse ter sido esperada um mês antes.

- Obrigado Senhorita Lawford. - Não se esforce demais por nós. - As garotas mais uma vez se curvaram, agora na saída da aula logo após terem dado o singelo anel para Kare. Na verdade elas se sentiam um pouco mal em deixar a morena com todo o trabalho de preparar os retoques finais da apresentação… Mal sabiam elas que Kare não tinha nenhuma ideia de trabalhar.

No escuro, com tudo no mais completo silêncio ela sentou-se sentindo-se acabada. O cansaço das últimas semanas finalmente parecia ter-lhe atingido de modo que apenas desmoronou contra uma parede ao fundo, suas costas escorregando lentamente até que sentou "curvada".  Era simples, sem graça, nem mesmo a cor era a correta, apenas uma bijuteria barata que muito provavelmente ficaria aquém de qualquer um dos seus looks futuros, mas ao mesmo tempo nenhum desses defeitos pareciam importar, por algum motivo desconhecido a morena começou-o a achar simplesmente bonito, era perfeito em sua simplicidade. A beleza do anel não competia com ela e talvez por isso fosse ainda melhor, algo que não chamava a atenção do seu radiante ser, mas que era ao mesmo tempo muito precioso. Mais uma vez Kare "sofria" devido a mundanos insolentes.

Foram alguns preciosos minutos apenas com seus próprios sentimentos, tempo que a permitiu se acalmar e recompor antes de com um sorriso vestir um de seus dedos com o anel. Havia ficado perfeito, discreto e precioso.

>><<

- Elas atenderam às suas expectativas não atenderam? Acho que elas não precisam de elogio maior que este Querida. - Alvida acenava de costas para Kare. Pare ela, o simples sucesso ali mostrado pelas meninas já eliminava toda a necessidade de elogios. - Mas não se preocupe, não esquecerei de recompensá-las. - Falou antes de sair na porta.

E foi assim que o mês passou e o merecido descanso da morena chegou. - Eu… Eu… EuTravesseiro? - A nervosinha voltava a fazer juz ao seu apelido ao entrar no quarto de Kare em meio a alguns amassos com a caçadora, mas o nervosismo pouco durou quando o sorriso nos lábios dela brotou. - Hehehe. - Ela começou a rir contente.  - Como é que se fala? - Marian pulou no colo de Kare enlaçando suas pernas na cintura da morena. - Vamos fazer um ménage hoje? - Ela não conseguia segurar o sorriso enquanto beijava Kare com seus braços ao redor do pescoço da morena. - Também vou querer um, é injusto só você ter…. Eu bem que tinha estranhado quando vi o Poky com uma câmera tirando fotos minhas. - Ela resolvia o mistério de como Vick tinha todos da tenente para fazer o travesseiro.


- Não creio que alguma quantidade de máquinas fosse o suficiente Senhorita. - Vick respondia a Kare enquanto observavam os autônomos trabalhando. Alguns com formas humanoides enquanto outros pareciam apenas com veículos automatizados que serviam para carregar as cargas.

Alvida dispensou completamente Kare por esses dias, afinal era o nome do Ateliê que também estaria no festival e por tal ela desejava que Kare se saísse bem pelo bem do seu próprio negócio. - Não se preocupe, estou fazendo bom uso das meninas por esses dias, você pode descansar até o festival Querida. - A paz de Kare talvez fosse o "inferno" das garotas que ela havia treinado.

>><<

O festival finalmente chegou.   - Veja se não é a desqualificada. Veio assistir a minha performance? - SIIMMMM, ali estava Sophie que andava desaparecida, em suas mãos uma flauta transversal de rico acabamento. Aparentemente a principal modelo do Ateliê Le Blanc também estaria participando do concurso. Caso Kare respondesse não saber quem ela era: - Eu realmente não posso esperar que seu cérebro de passarinho seja capaz de alguma coisa mesmo. Aproveite o show fofa. Hohohohoho. - Sophie não mais "perderia" tempo tentando fazer Kare recordar-se de quem ela era e teria ido embora.

O festival tomava completamente a praça Chords, praça essa que circulava completamente o teatro de mesmo nome. Haviam oito entradas para praça, nos pontos cardeais, cada entrada por um arco de pedra. As barracas se estendiam nesse formato de estrela guiando até um amplo anel central que circulava o teatro e a frente da ponta principal deste estava instalado uma grande concha acústica onde seria realizada competição. As disputas começaram durante a tarde, logo Kare tinha tempo para passear se assim desejasse e talvez… Bem, talvez ela não tivesse opção. - Oii Kare. - Laiane chamou as costas. - Espero não ter me atrasado. - Instantaneamente ao mesmo tempo Nervosinha ainda um pouco ofegante falou. Ambas pararam lado a lado e rigidamente viraram seus olhares uma para a outra. QUEM? - Falaram em unisom, pois embora Laiane soubesse da marinheira não haviam saído fotos dela mesma.

Bem vinda aos casos de Família Senhorita Lawford.

>><<

Kare seria a segunda a se apresentar. A frente da concha a maior parte da população da ilha se reunia. Antes dela um homem robusto vestido apenas com uma camisa havaiana desabotoada e uma sunga havia tocado músicas comoventes com seu violão. O público estava em um misto de horror e tristeza com o ocorrido, mas tirando a aparência peculiar o sujeito havia tocado mal.

- SENHORITA LAWFORD, BOA SORTE. - Grudadas na base da concha acústica estavam suas alunas. Ao lado delas, do lado da ruiva estava Marian, seguida de Vick com Poky em seu ombro e por último Alvida. Que sorria por trás do leque enquanto olhava para Marian e Laiana que trocavam olhares inflamados sempre após gritar algo para Kare.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 7 ~ Falência Premeditada   Apresentação 7 ~ Falência Premeditada EmptySab 19 Dez 2020, 17:13



Então a tragédia premeditada pelo destino assolou minha pessoa. - É… Que… Sa-sabe… Fo-foi… - Numa reação deveras semelhante a da Nervosinha me vi gaguejando, naquele curto espaço de tempo minha mente começava imaginar dezenas de possibilidades a fim de justificar o travesseiro, porém não havia qualquer hipótese que pudesse justificá-lo além da constrangedora verdade. - Você gostou!? - Demorei alguns instantes para processar a reação, elevando um pouco a tonalidade ao questioná-la, admito ter ficado surpresa pois a atitude da tenente foi melhor do que eu poderia imaginar. - Bom… Vossa pessoa está em vantagem numérica, talvez eu deva me render? - Mordiscava o canto da boca deixando-me cair de costas no colchão com a marinheira restringindo meu corpo, de olhos fechados deixei que um gemidinho libidinoso escapasse enquanto me contorcia um pouquinho ao sentir os lábios calorosos da marinheira tocando minha face. - Você terá de me convencer primeiro… - Provocava a marinheira num tom irritante fazendo menosprezando-a apenas para incentivá-la a ser mais… incisiva, enquanto teria me colocado em uma posição submissa com punhos cruzados acima da cabeça simulando estar algemada. Como a Nervosinha havia gostado do travesseiro eu com toda a certeza irei servir de modelo para estampar a capa do travesseiro destinado a ela, mas como a marinheira havia acordado mais atrevida iria deixá-la tomar o controle de nossa brincadeira impertinente. Inclusive o travesseiro me deu uma ótima idéia de presente, mas isso fica para depois, neste momento existem outros assuntos a serem resolvidos, se é que me compreendem.  

>><<

- Ohh! Coadjuvante, conseguiu tempo para se preparar mesmo com os trabalhos no ateliê? - Admito que não esperava encontrar a segunda melhor modelo de Alvida no festival, ainda mais sendo uma competidora, e se ela estava ausente ou não, minha pessoa seria incapaz de ter percebido, pois sua existência ou desaparecimento é totalmente irrelevante para mim. - Não ouse fracassar ou apresentar um espetáculo esdrúxulo, você é obrigada a conseguir um enorme destaque neste festival, pois somente assim será uma coadjuvante minimamente adequada a minha vitória. - Fazia questão de alertar a modelo-flautista, exigindo que ela chegue a final somente para ser derrotada por minha pessoa, pois é o papel natural dela realçar o brilho da principal estrela (ou seja, eu).

- … - Algo no mínimo inesperado estava a desenrolar-se diante minha presença, sem proferir qualquer palavra mantive-me a fitar aquelas duas senhoritas tão maduras, tão sensatas, tão íntegras, agindo feito duas baderneiras. "Brigando por minha causa… Tão típico dos mundanos… Eu devo apaziguar a situação? Ou posso me divertir com elas…" A atmosfera era tensa exalada pela ruiva e pela marinheira era um tanto irritante de se aturar, minha pessoa não tinha a menor paciência de resolver intrigas motivadas por ciúmes.

- Atrevidinha, esta é a Nervosinha, Nervosinha, esta é a Atrevidinha. - Apresentando "formalmente" as duas uma para a outra, chamando-as por seus apelidos carinhosos, apesar do apelido de Laiane ter sido inventado agora, com o único intuito de incendiar confronto que ganhava forma. - Agora vamos, minhas adoráveis companhias precisam sentar na primeira fila e assistirem de perto todo o meu espetáculo. - Enquanto as duas provavelmente estivessem se degladiando através da troca de olhares ferozes eu iria repentinamente aproximar-me de ambas, puxando-as por suas cinturas mantendo-as com os corpos colados ao meu, segurando-as firmemente. "Como poderia eu, um ser tão generoso privá-las de meus encantos." O triste fardo de ser irresistível trazia consigo tantas desavenças, minha pessoa tomada pela benevolência era incapaz negligenciar afeto as duas senhoritas, então me vi obrigada a fazer o árduo sacrifício de envolver duas belíssimas senhoritas em meus braços, deixando-as confortavelmente acolhidas em meu corpo cativante. Sim… Era algo realmente muito difícil e tortuoso a ser feito… Vocês não fazem ideia...

- Agora compreendo como o Sr. Santo foi considerado o melhor musicista de Tuntz Tuntz. - Com o braço esquerdo laçando a cintura por baixo do busto e o cotovelo direito apoiado no punho da outra mão eu observava o primeiro artista num ar repleto de desinteresse e monotonia, fazendo questão de externalizar meus pensamentos em palavras ditas claramente, apenas para atiçar os mundanos que estivessem no local.

Minha primeira performance talvez quebrasse a expectativa, eu iria levar um banquinho simples de madeiras para sentar-me no centro do palco mantendo a coluna perfeitamente ereta e os ombros abertos, devagar iria cruzar as pernas, por fim repousando as costas do violino em minha clavícula, firmando-o confortavelmente no queixo, enquanto fitava a platéia com olhos entreabertos a fim de transmitir uma doce sensação acolhedora. Se não encontrasse um assento eu ficaria de pé.

Uma lenta melodia seria responsável por iniciar a apresentação, comigo estendendo o soar de cada acorde ao percorrer o arco no violino, os dedos delicados iriam deslocar-se graciosamente pelas cordas alternando as notas músicas, permitindo que público pudesse escutar cada detalhe do ritmo, permanecendo por quase um minuto repetindo a sequência de acordes transitando lentamente entre uma nota e outra, o acordes tocados teriam recebido uma entonação grave em intervalos ritmados quando eu aplicasse um pouco mais de força no arco sendo pressionado contra as cordas, acrescentando uma harmonia entristecida a doce melodia.  

Assim eu pretendia despertar a curiosidade ansiosa dos espectadores. -  O brilho de meus olhos refletidos na janela. - Quando a música tocada no violino estivesse em seus acordes de calmaria minha pessoa iria permitir que o público fosse lentamente envolvido pela canção.
- Exibem a visão de alguém preso em uma novela.  Conforme a melodia fosse aprofundada em tons pesados a melancolia iria gradativamente florescer em minha voz. - Prisioneira entre razão e sentimento. Desejando me libertar desse confinamento. - Sustentando a música nas notas graves minha pessoa iria extravasar sua aflição para o público, ao cantar em profunda tristeza.

Quando a música estivesse no ponto mais alto de tensão eu retornaria a melodia aos tons serenos. -   Percorrendo o mundo atrás de um objetivo. - Assim como nos acordes a leveza também se faria presente em minha voz. -
Sem esquecer de que sou a rainha. -
Acelerando um pouco o ritmo da música a fim de torná-la ligeiramente alegre. -
Nessa jornada de sonhos, talvez só exista um fato definitivo. -
A harmonia animadora seria enaltecida por minha voz ecoando esperançosa. -  
Que no ápice do reinado posso me encontrar sozinha. -
Então iria novamente quebrar a expectativa da platéia ao trazer a tona toda a atmosfera densa carregada lentamente pelos acordes pesados, além de novamente entonar a música com aflição.

A melodia melancólica retornaria bem devagar ao ritmo alegre, com minha pessoa diminuindo a força ao pincelar o gentilmente o arco contra as cordas do violino. -  Desconheço o medo, seguindo sempre em frente. - Como uma fagulha que persiste em permanecer acesa durante os períodos nevados minha pessoa iria fazer sua voz calorosa ser escutada. - Pois nos dias mais obscuros de horror. - Os acordes graves novamente seriam elevados enquanto eu iria manter o fervor da lenta canção.
- A noite irá aumentar meu resplendor. - De forma repentina eu iria interromper a melodia produzida pelo violino, para que o público ficasse atento exclusivamente a minha voz esperançosa carregada de confiança ecoando devagarinho aos seus ouvidos. -
Recusando a parar enquanto a chama em meu coração permanecer ardente. -
O violino novamente seria tocado em notas profundas, mas desta vez seu ritmo célere iria sustentar a atmosfera impetuosa trazida pela música.

Essa música eu não pretendo cantar novamente pois se trata de um breve desabafo, relatando o quão árduo estava sendo lidar com emoções, pensamentos, tendo que conciliá-los as minhas ambições, e nem sempre tais fatores se harmonizam, mas eu simplesmente não posso parar pois carrego o fardo de sempre ser a melhor e de forma alguma pretendo abandonar tal posto, tal música a princípio triste iria relatar que independente dos empecilho minha soberania seria mantida.

Quando a música fosse encerrada eu caminharia até beira do palco me aproximando da platéia, levando a perna esquerda por trás do corpo com o peito do pé parcialmente apoiado no chão, então iria abaixar o quadril dobrando os joelhos em lados opostos agradecendo ao público por escutar minhas lamúrias com uma majestosa reverência, abrindo graciosamente os braços como se fossem asas enquanto inclino parcialmente o rosto, encarando com olhos amáveis as pessoas nas primeiras filas enquanto lhes mostraria um pequeno sorriso afável, então daria as costas ao público deixando o palco provavelmente antes de ser aplaudida, pois desta vez era minha pessoa que deveria agradecer pela performance.


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