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 VIII - The Unforgiven

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MensagemAssunto: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptySex 27 Nov 2020, 19:55

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Sophia Aldebaran Rockfeller. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptySex 27 Nov 2020, 20:06





Step 1: Break



O cara era esquisitão, e eu nem tinha muita coisa pra abordar em relação a ele… Era aquele tipo de vilão que eu simplesmente olhava pra ele e sabia que era uma coisa enviada do inferno pra me atormentar… Há sim, ele com toda certeza era isso… MAS PERA AÍ, EU TO OUVINDO O QUE EU ACABEI DE OUVIR? -Ow ow ow ow, você ta me chamando de velha na caruda? É isso mesmo?-Diria olhando pra ele com os olhos semi fechados, há mas eu vou sentar a mão nesse filho da puta.

O cara já tava na lista dos mais odiados, e ainda consegue subir um grau no desapreço, ele não tá muito ligado no tamanho do problema que vai rolar nisso daqui… -É o seguinte meu amigo… Se prepara, por que a coisa não vai ser bonita aqui.- diria olhando o lugar em volta rapidamente para ver o que tinha no ambiente ali que não fosse de metal, mesas, ou bancos ou qualquer coisa assim, algo que eu pudesse usar pra bater contra ele em casos de necessidade…

Mas além disso já iria começar a me preparar para as bombinhas, sim, se elas iam começar a vir pra cima de mim, a primeira coisa que eu ia fazer era uma estratégia parecida com antes, mas dessa vez sem precisar correr especificamente, eu iria chutar as bombinhas tentando lançar elas em direção a ele, usando o bicho do pé pra chutar por baixo delas e fazer elas voarem em direção a o inimigo, provavelmente ele poderia defender isso facilmente…

No entanto só de a explosão me ganhar algum tempo pelo barulho/poeira e similares, eu já iria usar da minha movimentação para fazer uma rápida aproximação, caminharia tentando fazer um tipo de movimento não retilíneo, onde iria para a direita cruzando em seguida pra esquerda onde eu giraria meu corpo em 180º desferindo um chute que miraria na altura das costelas dele com meu calcanhar.

Depois do chute eu daria um salto pra trás, pra novamente adquirir uma distância flexionando os joelhos e aplicando um dash em direção ao inimigo se ele ainda estivesse no chão, eu me impulsionaria com toda a minha força, tentando agarrar ele bem no centro do seu corpo e bater ele contra o chão.

Independente disso eu novamente me afastaria para trás, mas se ele tivesse ido pra o teto voando ou algo assim, era hora de começar outra estratégia, eu flexionaria meu corpo com tudo que eu tinha, abaixando o dorso, em principal concentrando a força nas pernas, então saltando de uma unica vez em direção a parede do lugar onde eu tentaria pousar com as duas pernas aproveitando do impulso.

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Nesse segundo momento que eu encostasse os pés na parede me flexionaria com o máximo de velocidade que eu tinha, me impulsionando uma segunda vez com toda a força, em direção ao oponente, visando pegar ele pela lateral, onde eu usaria da velocidade e força do pulo para girar meu torso de uma unica vez e disparar um soco nele, com toda a minha força, tentando danificar ele.

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Onde após o impacto, usaria as duas pernas para dar um chute duplo nele também, visando me impulsionar de volta a alguma das paredes, de onde eu saltaria na outra, e logo na outra, aproveitando de minha aceleração para conseguir fazer os impulsos com uma maior facilidade, já que podia alcançar minha velocidade máxima em instantes, me flexionar e me lançar não deveria ser uma tarefa tão difícil.

Meu pensamento era simples, se tem teto, tem limite, se tem limite eu posso fazer alguma coisa pra alcançar ele, se eu posso fazer isso é uma questão de tempo até eu conseguir de alguma forma acabar com ele. Meus olhos naquele momento, estariam sérios, eles demonstravam o quanto eu não estava de brincadeira, de modo que aquele foco, era realmente o de uma caçada.

Meu rosto demonstrava um pouco da minha raiva, e da insatisfação que eu sentia, e claro, a sensação de que caras como esse estão pelo mundo todo, e poucas pessoas podem fazer algo a respeito… MAS QUALQUER UM QUE MINHA MÃO ALCANÇAR EU VOU ME LIVRAR, MESMO QUE EU ME DESTRUA NO PROCESSO. Apesar que se eu não me destruir é melhor… To só dizendo...

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MensagemAssunto: Re: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptySex 27 Nov 2020, 22:00

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Inicio.



 Quando questionado o canibal apenas daria de ombros, como se não se importasse com o questionamento, estava falando plenamente de carne e dada a sua máscara, não era possível ver uma expressão, onde ele teria levantado a pistola e apontado na direção da caçadora - Você vai ficar tagarelando mesmo? Só vá dormir logo, mesmo o padrão sendo menor, vai ter que servir.- Com a outra mão ele levou a espada para próxima da barriga, em um movimento circular indicando fome, era claramente nojento.

As pequenas bombas avançaram de modo que ele teria comandado o seu avanço em sintonia com o som de um disparo que se fez, onde ele havia mirado certamente no pescoço de Sophia pela altura de sua pistola… Kaboom, era o som que era feito quando uma bomba colidiu contra a sua munição e explodiu de maneira premeditada, uma jogada de sorte? Provavelmente, segundo o que o homem pensava, alguma fumaça se fez de maneira oportunista para Sophia, que continuou com a estratégia, aproveitando-se dos pontos cegos criados pelas próprias armas do homem que disparou sucessivamente as cegas, até que sua arma descarregasse e em um desses tiros, um teria pego de raspão no ombro da caçadora enquanto ela se movia, não sendo o suficiente para machucar mas, certamente o calor da bala ardeu.

Era tempo o suficiente para que a alva pudesse se aproximar e encaixar seu chute na costela com sucesso, a força do golpe era imensa o que fez com que o canibal fosse jogado para o lado com violência, não tendo reflexo para contra golpear, no entanto… O golpe não era forte o suficiente para causar qualquer dano a armadura que ele vestia, mas era notável que seu corpo lá dentro havia sofrido algum impacto, risível mas ainda relevante. Enquanto ela aproveitou da brecha para prepara o próximo golpe o homem teria recarregado sua arma e jogado para cima uma moeda que teria ido bem alto , enquanto a caçadora impulsionou-se de volta para o golpear ele realizou uma série de disparos, onde três deles teriam acertado, dois no cotovelo e um na cintura, as balas ali não eram o suficiente para penetrar completamente mas, ficavam presas de modo que a caçadora teria de puxar manualmente e cara… Doeria pra burro.

Sua defensiva? Contava completamente com a resistência da armadura, que quando fora jogado contra o chão com violência teria evitado que ele sofresse mais do que o impacto que seu corpo já teria sofrido ali. Ele teria permanecido no chão por um tempo , onde no segundo avanço de Sophia, ele teria dado um disparo contra a moeda que ainda caira, era algo que a sequencia da luta estava intensa ao ponto de ser possível que ele fizesse tal movimento, onde o tiro mudou a trajetória da moeda que no segundo avanço, teria vindo diretamente na trajetória da caçadora de modo a estampar com intensidade um golpe que pareceu um socão por detrás de sua cabeça, algo que se ela não fosse monstruosamente resistente talvez tivesse finalizado a luta.


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No entanto, a defensiva não era exatamente o forte do homem que apenas teve tempo de espalhar a sua armadura para agora, cobrir completamente o seu corpo, com o golpe ele era jogado para trás com intensidade, tentando usar a mão com a espada para cortar a caçadora mas, apenas teria raspado contra a manopla dela e não teria feito nada, ele certamente não era tão bom em ataque físicos a curta distancia com a espada. Frente ao golpe, como se tivesse tempo para isso ele parou e começou a rir - É só isso? Só com essa força você não vai ser capaz de me derrubar nunca.- a armadura teria aberto no espaço de sua boca para que ele falasse e gargalha-se.


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Ele levaria novamente o chute onde ele teria caído ao chão e se erguido com a ajuda de um pequeno pilar metálico que se fez com um dos canos que lá havia, onde estourado, teria começado a vazar ar quente, tornando a visão difícil e o calor como algo desgastante eventualmente naquela sala.







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MensagemAssunto: Re: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptyDom 29 Nov 2020, 13:10





Step 2: Break



Aparentemente o cara tinha algum estilo esquisito de lutar, eu não tinha entendido nada do que ele fez exatamente, só sei que envolveu moedas e balas, e que ele me acertou alguns golpes chatos. Sinceramente eu não ligo muito pra o que exatamente ele tava tentando fazer, mas ele claramente tinha me machucado. O que era um problema que eu teria que lidar depois…

De uma maneira geral, o que mais me preocupava não era isso na realidade… Eu me preocupava com outra coisa, o cano que quebrou, eu não devia ter deixado ele bater em algum dos canos… Devia ter prestado mais atenção nisso, isso é desvantajoso pra mim de forma geral…

Adiciona uma condição imprevista ao ambiente, que agora eu vou ter de dar um jeito de lidar, mesmo que isso signifique reformular as coisas, por que agora o desgaste físico vai ser diferente de tudo que eu tinha planejado usar até agora, tornando o plano de combate inteiro descartável, onde vou precisar poupar energia se quiser fazer algo.

Porém ao mesmo tempo, poupar essa energia certamente não funcionaria, por que ele não estava sendo afetado, e mesmo que eu use uma forma de combate explosivo eu talvez venha a ceder primeiro que ele por exaustão, já que ele não tem feito esforço algum nos movimentos, ao menos nenhum notável.

Então durante os primeiros movimentos da luta eu ainda teria que dar algum jeito de me aproximar dele, então eu novamente precisaria usar de impulsos, eu iria usar algo parecido com a movimentação passada, mas dessa vez eu iria fazer de um modo um pouco diferente.

A diferença seria que eu tentaria economizar movimentos, começaria dando um salto, flexionando os joelhos eu me lançaria de uma única vez em direção ao inimigo, mas não para socar ele.

Eu tentava agarrar o centro dele no ar de modo, que eu conseguisse me fixar de algum modo, fosse agarrando ele com os dois braços, ou com uma mão em algum lugar, frestas ou algo assim.

Se eu me agarrasse nele no entanto aproveitaria esse momento pra tentar aplicar joelhadas, isso mesmo enquanto me agarrasse nele no momento do salto, eu usaria os dois joelhos, fazendo uma série, primeiro direito e depois esquerdo. Repetindo isso algumas vezes.

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Em seguida me soltando e dando um coice duplo de preferência ainda no ar em direção ao inimigo mirando no ponto das joelhadas, os chutes eram pra me impulsionar para o chão onde, eu usaria de acrobacias para girar do ar e pousar com os pés no chão enquanto assim que eles fossem tocando o chão usaria da aceleração para rapidamente contrair os joelhos.


Novamente tentando gerar um efeito de mola, e saltando em direção a onde o inimigo estivesse fosse o ar ou pra frente, iria com tudo para tentar aplicar um soco, girando o quadril no momento em que já estivesse próxima, tentaria bater e causar o máximo de impacto que conseguisse com o soco.

Para todo caso se em algum momento eu o derrubasse no chão de alguma forma, mesmo que fosse ele fechado aproveitaria para montar em cima dele e começar a desferir diversos socos nele o mais rápido que conseguisse, tentando mirar fixamente num ponto para talvez amassar a couraça ou algo assim...

Eu tomaria algumas precauções dentro do combate para minimizar alguns danos, mantendo meus músculos rígidos, para tentar absorver impactos dos golpes, e para ataques no rosto faria o de sempre, mover o rosto junto do punho, de modo a receber o dano mas de alguma forma resistir melhor ao impacto e dor do golpe.

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MensagemAssunto: Re: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptyDom 29 Nov 2020, 14:38

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Uma grande barreira.



Sophia havia entendido que aquela seria uma batalha de resistência, tanto física quanto mental, sua técnica esquisita também era a prova de que seria um inimigo problemático de enfrentar, a temperatura começava a subir de modo que começaria a ficar desconfortável de se estar naquele ambiente, ela então avançou, com grandes impulsos, usando de sua força física para movimentar-se mais rápido do que sua velocidade normal permitiria e isso, retirou o fator de previsibilidade ao qual atrapalhou nos disparos que o homem fez enquanto ela se aproximava.

Sophia então conseguiu um sucesso ao agarrá-lo, e quando o fez notou que espinhos metálicos começaram a surgir de sua armadura, tentando a afastar, eram rapidos e portando violentos quando chocavam-se contra a sua pele naquela sensação pontiaguda, não era o suficiente para perfurar, mas o constante pressionar atrapalhava e muito.

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A estratégia do homem não foi tão efetiva assim, pois, aquilo não teria sido o suficiente para causar mais que uma vermelidão na sequência seguinte da caçadora, que o encheu de joelhadas no capacete do canibal que fazia um gesto que começou a fazer com que várias daquelas bombinhas começassem a se remontar e ir na direção de Sophia, a velocidade era o fator de maior vantagem que ela tinha sobre ele mas, faltava de certo modo o poder bruto para o ferir, e ele comentava - O que é isso? Falta vontade nesses seus golpes!- Ele gabou-se de sua armadura que o impediu de levar danos maiores até então, a armadura continuou intacta naquele momento.

Aquilo, era o suficiente para causar um estresse maior na caçadora que quando impulsionou-se com seu soco, por um vislumbre de segundo viu a ponta de seu punho, onde ela teria sentido como se houvesse um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], onde ela deveria forçar a sua passagem através de seu espirito, de sua determinação, na ponta de seu punho, ela sentiu apenas o vislumbre da coloração negra cobrindo por não mais do que um piscar de olhos, onde ela poderia sentir um poder muito maior do que o que ela tinha mas… Aquele era apenas o gosto, ela não havia alcançado o suficiente ainda para usufruir deste poder.

Ainda assim, desta vez, diferente de todos os outros golpes, quando o acertou, a marca de seu punho teria amassado levemente a armadura de metal do homem que esticou mais os seus espinhos para empurrar a caçadora com violência para longe, quase como uma reação assustada do mesmo, desta vez a força do empurrão havia sido forte o suficiente para que ela batesse contra uma das paredes que havia por detrás dela, do teto os morceguinhos começaram a descer, como razantes para se chocar contra ela, tentando evitar que ela se recuperasse, e querendo ou não eles erampesados, então aquilo machucava, mesmo que levemente.

Ao chão aquelas bombinhas estavam se aproximando dela e… Para piorar, mesmo que tivesse o pequeno gosto daquela sensação, ela não havia ainda despertado aquela habilidade, apenas chegado perto, do que era o caminho para tal, seu corpo suava, e não poderia imaginar que o inimigo estivesse com menos problemas devido ao calor, ainda que ela tivesse se esforçando muito mais do que ele, poucos poderiam se equiparar a sua resistência. O calor, chegava a parecer fazer ondinhas no ar, como se fosse palpável, precisava de ir mais, precisava de ir além, precisava quebrar a barreira de seu corpo, com sua alma.

-Isso que você fez… Não, é apenas uma jogada de sorte… Esses braços finos não vão passar a minha barreira… E eu vou compensar com um banquete quando tudo isso terminar Ele praguejava, era notável por sua voz que havia o inicio de algum cansaço, muito mais devido ao ambiente ao qual não iria favorecer a continuidade daquele combate por muito tempo e mesmo poupando energia, a situação ainda estaria difícil.





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MensagemAssunto: Re: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptyDom 29 Nov 2020, 22:55




Step 3: Break



A movimentação de uma forma geral não pararia por ali, mesmo com ele me lançando para longe o que eu podia fazer naquele momento era enrijecer minha musculatura de modo que pudesse resistir aos impactos, como já tinha tentado como padrão, mesmo assim os golpes são sempre ofensivos. Algo que incomodava, as pancadas passavam um sentimento complicado.

Eu não podia me dar ao luxo de desperdiçar saliva com aquele cara, por mais que bem… Eu quisesse muito xingar ele, economizar os líquidos, me fazia ter de ficar apenas pensando no tanto de nomes que eu queria chamar esse filho da puta.

Particularmente eu já não nutria nenhuma empatia por ele, e sinceramente o tipo de crime que ele cometia, me tirava do normal, eu achava que qualquer um capaz dessas atrocidades não devia ser muito considerado como um humano no fim das contas…

Ele era uma abominação na minha visão, eu precisava exterminar ele o quanto antes… Por isso mesmo com os danos eu não podia parar… A defesa dele não me permitia economizar movimentos, nem me dar ao luxo de simplesmente usar movimentos leves e curtos.

Então eu rapidamente usaria novamente da ideia, flexionar minhas pernas, me agachando e me impulsionando, iria diretamente para o teto dessa vez, onde eu usaria a movimentação no ar para girar meu corpo e deixar que minhas pernas atingissem o teto, fazendo algo similar ao que fiz no chão antes.

Porém dessa vez fazendo de modo um pouco diferente… assim que os pés tocassem o teto tentaria novamente imitar a movimentação, flexionando de uma única vez e me impulsionando, aproveitando novamente da aceleração, enquanto me lançava em direção ao oponente.

Usaria da movimentação para começar a girar em torno do meu próprio eixo, 360º para com a força centrífuga gerada disparar um soco assim que me aproximasse do inimigo, era um golpe visando bater com o máximo de poder.-Se prepare seu filho de chocadeira. IRRROOONNN FISSSH PUNCH!!- Gritaria naquele momento projetando minha força de vontade naquele grito, sim, eu sentia raiva, mas não apenas isso…

Eu tinha que fazer a justiça conta aquela criatura profana, que devorava crianças cruelmente… Nada poderia me impedir ali, eu preferia morrer a deixar ele ir naquele momento… Normalmente eu tenho uma filosofia diferente, aprendi que às vezes devemos fugir para lutar amanhã… Mas nesse caso, deixar para um amanhã, significa sacrificar quantas vidas? Eu sempre estive disposta a pagar o preço… A morte é algo natural… Porém isso era repulsivo…

Ele não estava apenas matando pessoas, ia além disso, ele roubava a liberdade de crianças, as torturava e as devorava, o quanto elas estavam feridas… Isso me lembrava como é horrível ter a liberdade tirada de si… Algo que me assolou por tanto tanto tempo… Ele era verdadeiramente imperdoável.

Por isso parar agora não estava nas minhas opções. Então no momento do soco, se eu conseguisse acertar ele, tentaria agarrar alguma parte do corpo e usar a força dos meus braços para me jogar um pouco pra cima e me manter levemente no ar. Onde eu giraria em 360º novamente com o impulso dessa vez claro com uma queda mais veloz, já que não me lançaria pro teto apenas um pouco acima do inimigo.

E assim desceria com um chute que visava golpear com o calcanhar com toda a força que eu tivesse em uma descida rápida. Se eu tocasse o chão, fosse por errar o soco ou por após o chute do calcanhar eu conseguir descer. Logo me impulsionaria denovo, saltando agora tentando agarrar os pés do inimigo.

Se eu conseguisse agarrar os pés dele de alguma forma usaria eles para me balançar pra frente e pra trás me lançando em algum pilar ou parede, onde eu novamente tentaria me impulsionar, eu iria usando as paredes para saltar da parede pro chão ou algum pilar me movendo o mais rápido que eu conseguisse… No entanto dessa vez eu estava mirando em algo.

Eu tentaria saltar de uma única vez agarrando ele pelo centro do seu corpo e usando todo o impulso somado ao meu peso para lançar ele em cima do cano que havia sido furando antes… Isso mesmo, eu iria usar o calor para tentar o afetar…

Porém claro eu tinha de fazer algo por isso do momento em que nos movimentarmos em direção ao cano, e eu notasse a aproximação eu o soltaria e rapidamente usaria meus dois pés, sim primeiro me empurrava pra trás usando meus dois braços, o soltando, e em seguida, daria um chute duplo, usando meus dois pés de uma vez para tentar me lançar pra trás me afastando.

Se ele segurasse meus pés em algum momento para fazer ele soltar flexionar meu abdômen de uma única vez indo com os dois cotovelos em direção aos braços dele, seguido de jogar o corpo para esquerda, junto do punho e girando meus quadris desferir um soco rápido em direção ao ombro dele, enquanto movia minhas duas pernas com velocidade tentando as soltar, visando que elas deslizassem dos punhos dele.

O golpe seria algo que eu precisava para também quando me libertasse eu me impulsionar pra trás, tentando voltar ao chão, me preparando novamente para voltar a lutar. Manteria sempre meus músculos enrijecidos, tentando resistir aos golpes lançados contra mim, era importante fazer alguma coisa contra o inimigo iminente, tinha de aproveitar os recursos que eu tinha a minha disposição.

Histórico:
 




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MensagemAssunto: Re: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptyDom 29 Nov 2020, 23:41

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Limite superado, um novo poder.



Sophia se via numa situação desesperadora e sua mente? Estava preparada para encarar a própria morte de frente e ainda dar umas porradas nela, caso esta se mostrasse um obstáculo para que o canibal a sua frente fosse parado, era uma determinação tão insana quanto a de Shiryu, estava disposta  a morrer se este fosse o preço para que ele não ceifasse mais vidas. Seu corpo,  estava suado, na verdade era justo pensar que naquele cenário infernal mesmo o seu corpo, aproximava-se do limite a cada segundo.

Sua mente, aliada ao corpo era o que manteriam a ela a vantagem sobre o canibal, com isso flexionou sua perna e se atirou aos céus, onde como um foguete teria alcançado o limite do lugar, mesmo os morcegos que antes pertubavam  eram atingidos nessa movimentação e ainda que não danificados,  se descorddenaram em seu bater de asas a um ponto que o chão foi o seu destino, antes que a gravidade a derrubasse, com a sua aceleração naquele momento ela se jogou intensamente contra o inimigo girando aplicando toda a sua força e todo o seu espirito naquele golpe  e como reação, o inimigo teria usado todo o ferro de sua armadura para fazer uma espécie de broca, onde ele confiou que contra golpear com mais força naquele momento mataria de vez Sophia.


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Os golpes se chocaram de modo que imediatamente o vilão teria sido pressionado para trás, o choque que aconteceu contra a luva de  Sophia a fez sentir naquele momento uma dor imensa devido ao impacto, pois não só a força do seu adversário estava ali aplicada, como o peso de seu próprio corpo e a sua própria força, sua tenacidade?  Tornava aquele choque realmente digno de modo que superando intensamente toda aquela dor, de modo que por um momento ela sentiria até mesmo sua visão ficar preta por um segundo, e uma sensação queimou pelo seu braço e seu punho o tornando totalmente negros de modo que o impacto de seu golpe teria levado o inimigo intensamente contra uma parede, enquanto a ponta do metal era naquele momento amassada pelo impacto.


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Junto a sensação de poder, ela sentiria que aquilo havia pedido mais de seu corpo, de sua mente de modo que sentiu novamente a sua consciência piscar por um segundo, enquanto poderia observar que a cor e aquele poder continuaram em seu braço por mais dois ou três segundos, com aquele poder ela havia se tornado capaz de finalmente afetar o aço que  o canibal tanto orgulhava-se. Um barulho de  Crec teria sido ouvido, era o som do braçodo canibal se partindo com aquele impacto, enquanto ela mesma sentia uma dor tão lacerante em seu braço que até de pensar em movê-lo doia, havia em meio a sua determinação, aplicado tanta força, que seu musculo estava dolorido.

Quando tentou o agarrar, ele novamente a teria empurrado com a broca que agora formou várias mãos que a forçaram para trás com intensidade, ele buscou ganhar tempo para que retomasse a sua armadura e de fato, ali ele havia conseguido. Apesar de empurrada, Sophia não aceitou aquilo de graça e logo se posicionou novamente para mais um golpe, dessa vez um chute, havia tanta determinação, tanta fúria  naquele golpe, quanto havia no anterior, intensamente o homem teria disparado repetidas vezes, tentando parar a trajetória da caçadora antes que chegasse nele e ainda que de maneira muito inconsciente, ela havia repetido aquele efeito quando focou-se em enrigecer ao máximo seus musculos, para aguentar os golpes, as balas bateram em seu corpo e cairam ao chão, amassadas.


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Seu chute, havia o acertado em cheio sua cabeça e naquele momento ela havia amassado parte do capacete de modo que ele gritou desesperado - FILHA DA PUTA!-  Ele gritou enquanto se jogou ao chão, e uma revoada daqueles morcegos começou a empurrá-la para trás, onde ela poderia ver quando ele se levantasse e tirasse o capacete, ele estava com um dos olhos furados. Quando ela olhasse ao chão, ela poderia entender que sua resistência nunca antes havia feito algo como ter aquele efeito em balas, mesmo seu corpo mal havi asentido seu impacto… No entanto, por mais que parecesse que agora, era o momento para usar de todas suas forças para encerrar o combate de uma vez por todas para ambos os lados, naquele momento ela sentia  novamene sua consciência piscando, dessa vez por um intervalo de tempo  maior,  cerca de 3 ou 4 segundos,  respirar estava difícil e aquela nova habilidade dela? Tudo que ela poderia fazer  era torcer para que aquilo se ativasse novamente, já que não tinha ideia de como tanto poder havia surgido.




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MensagemAssunto: Re: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptySeg 30 Nov 2020, 22:48




Step 4: Break



Eu tinha recebido diversos danos naquela batalha até aquele ponto, algo que claramente iria reduzindo minha durabilidade aos poucos, não existia muito que eu pudesse fazer além de seguir a luta. Felizmente meu inimigo não estava intacto de alguma maneira, alguma coisa estranha tinha acontecido…

Eu não sei dizer exatamente o que, mas alguma coisa que eu fiz foi diferente, era como se eu tivesse sentido alguma coisa no meu punho… Eu não saberia detalhar exatamente o que, mas como se uma energia tivesse envolvido ele… Algo que sinceramente eu não tinha tido tempo para prestar tanta atenção.

Mas parecia ter feito diferença real na luta, nunca tinha visto algo parecido acontecer comigo… E seja como fosse eu não podia contar com isso, por mais interessante que tivesse sido. O que eu tinha de fazer agora era algo palpável...

Me prepararia para usar um dash direto para cima de meu inimigo, tentando ir com tudo pra cima dele, mirando um soco direto em seu rosto, dessa vez iria tentar atingir ali justamente por ser uma zona aparentemente mais “Desprotegida” e por isso iria com tudo de uma vez pra cima dele.

Mas assim que desferisse o soco independente do resultado, faria um recuo rápido pra trás. novamente tentando me impulsionar para cima do inimigo, eu usaria de impulsos como anteriormente para tentar alcançar ele, seja no ar ou no chão, visando golpear ele mais uma vez.

Tentaria acertar o ele onde conseguisse naquele momento, não importava tanto exatamente como, a ideia era tentar atingir ele de modo que ele pudesse talvez ser danificado, ou simplesmente derrubado de alguma maneira. Mas não dava pra contar que todos os golpes fossem efetivos a partir de então…

Então eu manteria os ataques, a ideia era tentar atacar ele, porém isso estava ficando cada vez mais difícil pelo desgaste físico que eu ia cada vez mais sentindo, meu corpo cada vez parecia precisar de alguma coisa para manter melhor as forças…

Por conta disso eu iria me esforçar pra lidar com o cansaço, e com os ferimentos o melhor que pudesse, de modo a não perder completamente a estabilidade. Então assim que eu tocasse o chão novamente, fosse pós golpe ou por qualquer outro motivo, iria novamente tentar atacar ele.

Dessa vez iria tentar aplicar um chute circular, horizontal, vindo da direita pra esquerda, usando do meu impulso para tentar atingir ele no ar onde desse, tentando de alguma forma danificar ele como anteriormente, ou algo do gênero.

Em seguida, eu novamente tentaria tocar o chão ou alguma parede próxima, de modo que se necessário usaria o corpo dele para reposicionamento, dando um chute duplo apenas com objetivo de me impulsionar até uma parede ou o chão.

Depois disso aproveitaria o momento para novamente fazer uma investida contra ele tentando usar do impulso com um giro de quadril para desferir um soco veloz nele, apenas algo simples, sim eu havia simplificado a luta, pois, não haviam muitos mais recursos disponíveis para o combate ali. Então tudo que eu tinha era uma chance de acertar ele eventualmente e isso ser capaz de de algum modo causar danos.

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MensagemAssunto: Re: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptySeg 30 Nov 2020, 23:31

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Banho de sangue.




Já no limite, aquela batalha já não tinha muito mais para onde seguir, era matar ou ser morto, a conciência de Sophia em especial dado o cansaço físico imenso que o acumulo da batalha havia a feito superar os limites, sabia que precisava dar um jeito de encerrar aquilo o mais rapido que pudesse, não era injusto pensar que o canibal pensava da mesma forma.  Desta vez, como não tinha uma velocidade de reação muito veloz, tentando prever o que aconteceria, no momento em que Sophia avançou em seu primeiro dash de várias posições possíveis e quase aleatórias ele começou a esticar o metal de sua armadura para vários golpes na sua frente, onde alguns acertaram a caçadora com intensidade.


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Cada golpe recebido, teria feito com que por um momento a caçadora parecesse se desconectar mas, a cada volta, sua determinação, sua furia e tenacidade a faziam voltar com mais impeto de modo assustador, mesmo sentindo naquele momento a dor de diversos golpes que agora começaram a se tornar doloridos pela explosão de velocidade com que era atingida, a caçadora não se deu por vencido e avançou, não importava se levaria ou não golpes no processo, sua velocidade agora teria sido capaz de superar os golpes do homem e quando o fez, o chute circular teria pego a lateral do braço do canibal que tentou concentrar mais metal ali para absorver o impacto, mas com o espirito depositado em cada um dos golpes, aquela energia aplicada havia feito com que ele fosse jogado com violência contra um dos tuneis.

Ele havia bambeado, sua reação estava claramente mais lenta e quando isso ocorreu, o avanço da caçadora fora possível novamente, com ainda mais velocidade, seu corpo parecia gritar junto a aquele golpe dada a dor que sentia, e em ambos pés, aquela cor havia  feito com que quando acertasse o canibal dessa vez ela sentisse que mesmo na parte armadurada, ela havia afundado de modo que ele teria imediatamente jorrado sangue pela boca de maneira intensa.


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Ele naquele momento tentou esticar sua armadura toda em espinhos, claramente ele não sabia para onde golpeou, mas a área de seu ataque era forte o suficiente para que antes que Sophia se recuperasse, o que a fez ser arrastada, com a ponta a pressionando por um ou dois metros, antes que pudesse se desvincilhar e então com um poderoso soco o atingir em cheio no rosto, onde com o poder que ela ainda não sabia nomear, ela sentiu o cranio do canibal afundando, no que claramente seria fácil entender que a vida, já passaria longe do homem.


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Sophia, no entanto estava no limite, poderia ter a certeza que sua consciência não duraria muito mais do que um minuto, com sorte se fosse eficiente, conseguiria encontrar a saída, mas tudo dependeria do que ela faria com esse minuto de consciência.  





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MensagemAssunto: Re: VIII - The Unforgiven   VIII - The Unforgiven EmptyTer 01 Dez 2020, 11:20




Step 5: Break



A luta ia cada vez mais para um rumo violento, mas naquele momento… Aparentemente… Tudo tinha terminado? Eu tinha minhas dúvidas, porém, pelo meu estado físico o ideal era que eu o recolhesse o mais rápido possível, por isso pegaria a minha urukiball, e lançaria em direção a ele…

Admito que o ideal não era esse no entanto. Eu deveria me certificar de certo modo melhor de despachar ele… Mas isso ficaria para lá fora. Tinha de me retirar do lugar rápido, por isso depois de lançar a urukiball a recolheria e começaria a caminhar para fora tentando sair dali.

Me moveria para fora do lugar tentando sair do esgoto logo, e quando tivesse lá fora, caçaria alguma parede por ali que não ficasse ao centro da estrada, onde eu simplesmente me sentaria por alguns instantes, tentando respirar um pouco mais tranquila distante do calor.

Então quando estivesse um pouco mais tranquila, eu iria agora novamente começar a caminhar para o lugarzinho da marinha se eu tivesse conseguido restabelecer a consciência de alguma forma. iria então até o lugar de algum modo, tentando poupar energia enquanto caminhava, dando passos calmos e alternados, usando a minha respiração de forma a manter uma boa circulação de oxigenio.

E assim aos poucos tentar chegar no QG, se eu conseguisse chegar no lugar, assim que estivesse lá por perto, eu liberaria o cara da bola, e então conferiria com 100% de certeza se ele estava morto, e se sim, apenas pegaria a espada das minhas costas, e colocaria ela atravessando o coração dele.

Sim naquele momento apenas estaria despachando sua alma, a qual eu precisaria fazer um pequeno ritual antes de entregar ele. dizendo.-Não há perdão para o que você fez, jamais encontrará descanso onde quer que vá. Eu lhe digo, imperdoável, parta para sempre.- em seguida colocando a espada nas costas novamente. Recolheria ele para a urukibal e terminaria o caminho até o lugar dos marinheiros.

Se eu visse que tinha algum resquício de vida nele, eu usaria as duas mãos para rodar a cabeça do mesmo e quebrar o pescoço, de modo a exterminar a vida dele. E assim completar o ritual da mesma forma como já planejado pra caso ele tivesse morto. Seguindo no fim pro lugar depois de o recolher.

Em qualquer caso se eu conseguisse chegar no quartel liberaria ele novamente da bola, na frente de quem estivesse cuidando das coisas ali e diria.-Vou precisar descansar por algum tempo aqui, vocês tem algum medico disponivel que possa me tratar?-questionaria já olhando em volta e caçando uma maca.

Se eles me apontassem alguma direção já iria até lá me deitar e esperar pelo tratamento seguindo as instruções se me fosse pedido alguma coisa como me virar ou algo assim… E depois deitando na maca pra ter um tempo de descanso.

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