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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4: O Silêncio dos Inocentes

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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MensagemAssunto: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptyTer 24 Nov 2020, 17:50

Relembrando a primeira mensagem :

Cap 4: O Silêncio dos Inocentes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Duncan Dellumiere. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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AutorMensagem
Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptyTer 26 Jan 2021, 21:37



Após encontrar com Morgana e nos certificarmos de que não teríamos mais fantasmas nos interrompendo, eu começava a conversar com ela. A sirena ainda estava se recuperando do que acontecera, mas era fácil perceber que aquilo não a abalara. Não porque ela fosse extraordinariamente forte ou tenaz (embora provavelmente o fosse), mas sim porque já passara por coisas muito piores durante sua vida.



— Não posso dizer que consigo entender totalmente o que passou, Morg-san... Por mais que eu tenha sofrido quando pequena, por mais que tenha passado fome várias vezes... liberdade foi algo que eu sempre tive. Posso só imaginar por tudo isso que passou até agora.



Tentava confortar, ao mesmo tempo que buscava conforto. Escutar, ao mesmo tempo em que era ouvida. Algo em Morgana ao mesmo tempo me fascinava e me assustava, e não conseguia exatamente explicitar. Mas quando olhava pra ela, via não somente um ser que passara a vida enjaulada, se não física, psicologicamente, mas também enxergava o motivo pelo qual me juntara à revolução. Morgana era um lembrete constante pelo que eu lutava. Por quem eu lutava. E, ainda assim, suas perguntas mostravam como podíamos facilmente nos perder em meio a nossa causa.



— Não posso dizer que saiba todas essas respostas... Eu provavelmente tenho menos experiência de vida do que todos aqui. Até poucos meses atrás eu nunca nem havia saído de minha ilha natal. Minha vida era resumida em um cenário tão pequeno...




Olhava séria pra Morgana, com um semblante um pouco envergonhado inclusive. Eu sabia que havíamos passado uma péssima impressão e, sinceramente, talvez não fosse somente impressão.



— Posso falar por mim, mas não consigo afirmar o que direi. Ainda estou em busca dessas mesmas respostas. Quero aprender mais, crescer como pessoa e ajudar a fazer a diferença. Aqui nesse grupo sinto que tenho minhas opiniões aceitas, mesmo quando discordam de mim. Sei que posso contar com todos para me defender e para me ajudar. E sei que, embora nem sempre sejamos as pessoas mais sensatas ou racionais desse mundo, todos queremos torná-lo um lugar melhor e mais justo.



Ideais. No fundo, sabia que tudo que eu dizia eram palavras, e isso contava muito menos que nossas ações. O capitão de Morgana falara mais cedo comigo a mesma coisa que a sirena me dizia, embora que com outras palavras. Mas a prisão realmente era algo correto? Poderíamos julgar e tirar a liberdade de outra pessoa? Mas se não fosse isso, como faríamos? Tirar a vida seria o mais correto? E se o deixássemos livres e eles cometessem outros crimes, não seríamos nós os responsáveis por isso?



— Eu também não concordo com algumas soluções que tomamos, Morg-chan. A verdade é que nós precisamos de mais pessoas com pontos de vistas diferentes. Com a capacidade de pensar diferente e nos ajudar a retomar o rumo correto quando deslizarmos. Alguém que busque conosco essas respostas e que seja nossa companheira e amiga. Uma família, não forjada por laços de sangue, que são superficiais e facilmente quebrados. Mas moldada por amizade, companheirismo e amor.



Pela primeira vez tratava a sirena de uma maneira mais informal, mais próxima e, ao mesmo tempo, estendia a mão para ela, me aproximando devagar. Se notasse alguma recusa ou temor, interromperia o avanço, me mantendo a uma distância que não a incomodasse. Mas se ela permitisse, aproximaria-me até tocá-la, abraçando-a como a quem reencontra com um ente querido que não via a muito tempo.



— Se você é feliz com quem está, esqueça o que estou dizendo. Você merece se sentir bem e realmente desejo que isso ocorra. Mas se não for esse o caso, junte-se a nós, Morg-chan. Precisamos de você. Eu... eu preciso de você.



Concluía meu pedido. Se estivesse abraçada a ela, me afastaria lentamente, olhando-a de perto nos olhos e aguardando para ouvi-la, entender o que tinha a dizer. Do contrário, caso estivesse longe, manteria a mesma distância, inclinando-me levemente para frente como que em expectativa com o que ela diria. Eu gostava muito de Duncan e de M-4, mas o fato de serem meus superiores e desde o começo termos uma relação assim fazia com que, por mais próximo que ficasse dos dois, sempre houvesse algum distanciamento. Já com Morgana, a situação era diferente. Pela primeira vez desde que fui embora de minha ilha, eu me sentia completamente à vontade.



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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptyQua 27 Jan 2021, 00:29


O Eclipse

We are Revolution






O navio era grande, muito grande. Me perguntava quanto dinheiro aqueles escravistas tinham para que conseguissem comprar uma embarcação daquele porte, e sentia arrepios ao imaginar como ele as teria conseguido. Deixando isso de lado, me sentia feliz por agora termos uma embarcação como aquela a nossa disposição. Havia espaço para muitos companheiros ali dentro, diferente da antiga, com isso poderíamos formar um grupo enorme para derrubar Big Bang Kid em Alabasta.

Encontrar o médico foi difícil. Ele e seu grupo não estavam no navio, pois tinham decidido ir buscar seus suprimentos em uma das cavernas. Aquilo me fazia questionar até quando aquelas pessoas viriam com a gente e, mais importante, por quê era aquele homem e não M-4 que estava dormindo na cabine do capitão. Aquelas pessoas não me inspiravam muita confiança desde a descoberta de sua real afiliação, e isso provavelmente faria com que eu sempre tivesse um pé atrás com eles.

As notícias, entretanto, eram boas. Eu só precisaria tomar cuidado para não abrir nenhum de meus pontos e, eventualmente, estaria bem. Após agradecer o médico, concluindo que eu teria que ser cuidado por achar Yumi não estaria disposta a falar comigo nos próximos dias, eu ia tomar banho com cuidado. Ainda me questionava onde estavam as roupas limpas e, por isso mesmo, acabava vestindo as velhas por garantia. Quem sentiria cheiro de alguma coisa com tantos corpos jogados na praia?

Indo até a forja no primeiro andar, eu encontrava Hugo logo de cara e pegava a lança, tendo mais uma daquelas experiências malucas que apenas a Grand Line poderia proporcionar. Ao fim eu ainda sentia meu coração bater forte e a respiração pesada, tornando-se mais leve com o tempo. Estava seguro de minhas convicções e ciente de meus erros, sabia que isso me ajudaria a ir para frente naquele mar tão perigoso e por isso aquela lança era tão importante agora, ela nunca me deixaria esquecer deles.

Era então que eu decidia olhar ao meu redor, meio envergonhado. Em meio a toda aquela experiência, mal havia me lembrado de que havia outra pessoa na sala e, em realidade, haviam duas delas. Além de Hugo, M-4 também havia chegado na forja em algum momento e me observava com um olhar de deboche, provavelmente me achava maluco depois de tudo o que viu nos últimos dias, mas naquele momento eu realmente não sentia vergonha do que ela havia visto, provavelmente por ainda estar me recuperando do acontecimento.

A garota logo me dava uma caixa bem grande que eu logo reconhecia conter os espólios do saque ao acampamento dos escravistas - São espólios - Eu respondia a comandante - Não é roubo se você tomar isso do inimigo derrotado - Respondia tentando explicar o meu posto, mas era um pouco irônico ao mesmo tempo. Pensava rapidamente o que fazer com aqueles itens, mas M-4 ainda tinha um pouco mais a dizer.

A garota queria que eu fosse com ela até o Farol, e o motivo logo era explicado - É… Acho uma causa justa - Finalmente ruborizava um pouco, ao lembrar da cena de ontem com Katie, olhando sem jeito para a loirinha a minha frente - Não acho que serei muito útil treinando nesse estado, mas você quem manda. Te encontro lá. - Terminava de responder. Logo quando ela começava a me dar as costas, suas palavras mais uma vez me chamavam a atenção.

- Roku...Shiki? - Do tal Haki eu nunca havia ouvido falar, era verdade, mas recentemente havia ouvido o termo Rokushiki sair da boca de Elise na ilha do Calm Belt. Ela dizia que era um recurso muito poderoso, dos agentes do Governo Mundial. Me sentia intrigado questionando se M-4 sabia como poderíamos trazer tais capacidades para o nosso lado, sem dúvida seriam muito úteis.

- Hugo, posso deixar essa caixa aqui para não perdermos os materiais? - Questionava ao ferreiro. Caso recebesse a permissão, a deixaria em algum lugar indicado pelo mesmo e longe de fogo ou, do contrário, deixaria embaixo de minha cama no quarto - Se vir o Zhac e ele parecer bem, diga a ele que pedi para que achasse um uso para os den den mushis, ele sabe usar essas coisas melhor do que eu. - Dizia para o ferreiro pouco antes de deixar a caixa no chão. Pegaria apenas o dinheiro e o Kit de Costura junto dos panos - Vou levar o dinheiro comigo, mas não deixe de pedir caso perceba que falta algum material por aqui. São oito milhões de berries mais ou menos - Dizia pouco antes de deixar o local.

Partiria agora em busca de Melissa. Havia muito tempo que não via a loira e me questionava se ela já estava melhor e, mais que isso, se ainda estava conosco. Caso a encontrasse, entregaria o Kit de costura e os panos dizendo - Acho que isso é seu, não é? - Perguntaria exibindo o primeiro sorriso em meu rosto que aquela mulher veria. Tentava ser amigável com ela - Está melhor? A Yumi, aquela arqueira, é médica. Pode procurar ela se sentir alguma coisa - Dizia a garota, e logo iria embora rumo ao convés do navio.

- Zazu? - Chamaria pelo pássaro após subir ali e esperava que ele aparecesse. Também já havia algum tempo que não via o meu animalzinho de estimação - Vem comigo, vamos passear - Diria acariciando suas penas. Por não saber montar, apenas caminharia ao lado do animal guiando-o pelas rédeas. O Farol não seria difícil de achar, era o principal monumento do local. Chegando lá, procuraria por M-4.

- Sentiu saudades? - Brincaria, mas logo seria o momento de falar sério com a garota - Como vamos treinar? Sabe algum jeito de conseguirmos esse Rokushiki? Não é coisa de agentes do governo? E esse Haki, o que é? - Eram muitas perguntas que de fato atiçaram minha curiosidade. Ansiava por ficar mais forte, isso era fato, e aquela oportunidade não tinha dificuldades em me empolgar rapidamente.



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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptySab 30 Jan 2021, 05:31


Narração
Sensação térmica: Frio
Localização: Farol
Naomi a noite
Duncan já está no almoço do dia seguinte


Yumi
Apesar de Morgana ir meio que contra a ideia, Naomi não desistia e continuava a falar o ponto de vista dela sobre a situação. Yumi demonstrava sua falta de conhecimento do mundo como um todo, falava da não ter saído de casa e de que era difícil responder aquelas perguntas, mas que justamente por isso era bom conhecerem mais e mais pessoas, para chegarem em um consenso.

Durante o discurso ia vendo as reações da sereia, não parecia que ela se opunha a ser tocada pela revolucionária, na realidade depois de tudo que ocorrera, ser tocada talvez nem importasse muito mais. Naomi falava sobre família, amizade e amor. Enquanto ia falando, se aproximava e a jovem acabava abraçando a sereia, o que fazia ela sentir o calor daquelas duas gigantescas belezuras da natureza que o povo chamaria de peitos.

A partir desse ponto que a conversava “desandava” um pouco. Abraçando Morgana como “a quem reencontra com um ente querido que não via a muito tempo”, Yumi acabava falando que precisava da sereia. Quando Naomi se afastou do abraço, a única coisa que viu na expressão da sereia foi uma expressão de surpresa com algo tipo “sério?”.

Morgana ficou calada por um instante. – Olha... – A sereia claramente não sabia como falar o que quer que fosse falar em seguida. — Acho que entendi... – Falava ela ainda sem jeito olhando para a revolucionária com um pouco de dó no olhar. – Você é precoce hein? – Comentava ela meio sem jeito enquanto abraçava o próprio corpo, o que só estufava mais os peitos dela. – Nos conhecemos tem... dois dias? Três? – Perguntava ela, mas não era necessária uma resposta para essa pergunta. – E você precisa de mim? – Perguntava ela meio sem jeito. – Desculpa, mas eu não te vejo dessa forma... – Comentava a sereia.


Duncan
Após toda a alucinação que passava com aquela arma nova, via e ouvia M-4 falando e passando alguns objetos para ele. Ele fazia umas piadas e concordava com a comandante de que seria uma boa ir para outro lugar treinar, por mais que estivesse quebrado fisicamente.

O jovem fazia uma série de coisas antes de partir para o treino. Ele começava deixando os den den mushis com Hugo, que obviamente não possuía nenhum motivo para ir contra aquilo. Depois disso ele procurava por Melissa e entregava o kit de costura e os panos para ela. A loura abria um sorriso muito bonito. – Muito obrigada! – Falava ela pegando o kit de costura e os panos e quase os abraçando. – Estou sim! Acho que melhorei depois da morte do homem doença lá. – E realmente, Duncan percebia que a pele dela parecia melhor, com o tom mais vivo e com aquela aparência mais cremosa.

Após isso, ele partia para o convés, onde chamava pelo pássaro gigante dele. Aquele pintinho gigante aparecia e parecia bem, o que havia feito e comido nos últimos dias era um mistério, pois seu dono não se preocupou muito com ele de verdade tanto que eu nem lembrava que ele existia mais. O bicho parecia mais magro um pouco, a alimentação ali no farol estava ficando cada dia pior, não tardaria até que não tivessem mais o que comer de verdade.

Partiam então juntos na direção do farol, lá M-4 estava parada na frente da pequena construção que havia na base. O chão ali era de pedra, o que facilitava um pouco a caminhada. Eles estavam na parte de pedra logo na frente da cabana de quem quer que morasse ali. Entre eles e a cabana havia uns dois degraus feitos de madeira que iam para um deck de madeira que ficava na frente da cabana, o deck possuía uma pequena cerca de madeira, que sua espessura não chegava a dez centímetros. A cabana por si só não era muito grande, mas tinha lá o seu agrado. Além da porta central, havia uma janela de cada lado da porta, ambas fechadas.

Com uma simples piada tentava relaxar um pouco a situação antes do treinamento que teriam, a menina até sorria, mas sinalizava que não com a cabeça para brincar com ele. – Vamos pedir para o senhor que fica aqui nos treinar. Se não me engano já ouvi histórias dele ser super forte. Vamos convencê-lo a nos ensinar rokushiki e depois o haki. – Falava ela um pouco esperançosa.

Ao ouvir a pergunta dele, a comandante balançava um pouco a cabeça pensando em como responder. – Acho que podemos descrever como vontade? É algo que vem do nosso espírito, não sei explicar direito o que é o haki. – Comentava ela claramente perdida. – Eu sei que eu já despertei o meu lá em Loguetown, apesar de ainda não saber o que era na época. Fui descobrir no navio porque o capitão dos caçadores comentou que você despertou também na última luta. – Falava ela. A informação era importante, pois demonstrava que o caçador era forte. – Não queria dever ainda mais para aquele homem, então quero ver se podemos aprender com o responsável pelo farol... – Falava ela olhando para a porta e dando um passo na direção da cabana, só que parou em seguida ao ver que a porta se abria.

Nela havia um velho gordo e barbudo, por estar logo na porta ficava numa posição de imposição em comparação aos dois que estavam postos logo abaixo. – Vocês podiam falar mais baixo na porta da casa dos outros. – Falava o velho, mas o tom dele era animado, como se tivesse gostado de ouvir o que ela havia falado. – Eu aceito ensinar, se vocês me vencerem em um jogo. – Falava ele retirando dois dados de seis faces de seu bolso. – Vocês precisam rolar os dados mais altos do que eu. – Falava ele já rolando os próprios dados no chão de madeira logo abaixo da porta de sua casa.

Quantidade aleatória (1,6) :
4
Quantidade aleatória (1,6) :
3

– Bom... Podem tentar. – Falava ele pegando os dados do chão e jogando um para cada um deles. M-4 parecia meio contrariada, estava “fácil” demais aquele jogo. Ela pegava o dado e jogava no chão, ele rolava a ponto de bater no pé de Duncan.

Quantidade aleatória (1,6) :
2


Ferimentos:
 

Contagem dos sobreviventes:
 

Legenda:
 


Embarcação:
 

Histórico:
 


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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptySab 30 Jan 2021, 20:04



Inicialmente resistente ao que apresentava, Morgana parecia que aos poucos ia aceitando a ideia daquilo que eu falava. O abraço deveria passar a ideia de um carinho fraterno, mas talvez meu jogo de palavras não fora o melhor, pois a sirena tomava aquilo como outra coisa. Quando entendia o que ela pensara, corava enquanto fazia movimentos um pouco espalhafatosos com os braços na frente de meu corpo.



— NÃ-NÃO!! NÃO FOI ISSO QUE EU QUIS DIZER... Ah, desculpa! Acho que me expressei mal. Calma, vou tentar reformular...



Totalmente desconcertada, respirava fundo e tentava me focar novamente, mas por alguns segundos a lembrança dos peitos de Morgana em meu corpo retornavam à minha mente, me fazendo corar novamente e ficar ofegante. Droga! Ela tinha que levar pra esse lado? Já não bastava a treta com Duncan mais cedo? O que iam acabar pensando de mim, dessa forma?



~ Ahhh, calma, calma. Foco, Yumi! Você precisa se explicar... Esse é um hábito que tá ficando bastante comum, pelo jeito... @_@




Tentava disfarçar meu olhar, optando por olhar para o mar e apontar para ele, passando depois para as pessoas acampadas e, por fim, voltando meu olhar para a sirena. Enquanto isso, dizia:



— Quando eu disse que preciso de você, Morg-san, não era no sentido amoroso. Acho que todos nós entramos no exército revolucionário porque nos sentimos lesados pelo mundo atual de alguma forma, sabe? É difícil encontrar alguém que seja privilegiado mas esteja disposto a abrir mão de seus privilégios em prol de outras pessoas... Eu sofri com miséria minha vida toda... Duncan vem de família nobre e, por muito tempo, sempre prosperou no sistema atual. Depois, entretanto, perdeu muita coisa com isso e finalmente saiu um pouco de sua bolha...



Ia também contando as outras coisas que sabia, passando pelos membros do exército a quem possuía conhecimento. Por fim, chegava no ponto que queria: 



— E, se você se juntasse a nós, teríamos você. Alguém que talvez tenha sofrido mais do que todos nós. E que, apesar disso, não nutre um ódio contra o mundo. Todos nós temos nossos privilégios de alguma forma, eu inclusa. Não sofremos com racismo e nem com escravidão. Suas opiniões e experiências vão ser muito úteis pro nosso grupo. Pode nos ajudar a sermos mais justos e benevolentes. É por isso que disse que preciso de você...



É bem verdade que talvez as M's tivessem sofrido tanto quanto Morgana, se não mais. Mas o seu sofrimento era mais em torno de um indivíduo, embora que com apoio do sistema, do que pelo próprio sistema em si. Além disso, apesar de ser uma boa líder para conosco, não apresentava tanta clemência assim com adversários. E por fim, mesmo considerando que eu fazia esse contraponto, eu mesma não tinha muita certeza sobre meu caminho ou quais seriam as melhores respostas às situações que começavam a surgir. Precisava de ajuda, alguém que pudesse servir como guia e uma voz pra se juntar à minha.  



— Não que eu não esteja falando que você não é atraente ou que eu não deveria me sentir assim, tá? Eu juro... >.<



Terminava, sem graça, pensando que talvez ela sentisse que eu a estava menosprezando. Aquilo definitivamente não era verdade. Mas não sabia como a moça reagiria após essa interpretação errada. Internamente estava puta comigo mesma. Precisava parar de criar situações de duplo sentido, se não assim continuaria se repetindo mais e mais.



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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptyDom 31 Jan 2021, 13:34


O Eclipse

We are Revolution






A sensação de impotência e até medo causadas pela arma, de fato passavam de forma tão rápida quanto vieram. Aquela lança, era realmente perigosa, e não só para meus inimigos, mas era também poderosa o suficiente para que eu aceitasse o risco que era mantê-la ao meu lado para que possa usar nas batalhas. Seu nome, por alguma razão, também ficava cravado em minha mente. “Mórríghean” Recordava-me desse nome das histórias contadas por uma das empregadas mais velhas da mansão de meu pai. A arma buscava a nobreza e tinha o costume de levar o fim a todos que a cobiçavam, agora eu entendia por quê. Fazia sentido que a grande rainha tivesse vindo até mim e, agora, eu a ajudaria a cumprir sua missão.

Seguindo o caminho, eu ia primeiro até Melissa. Não era difícil achar a loira e, como resposta a ter recebido de volta o kit de costura, ela exibia um belo sorriso. Era realmente a primeira vez que eu a via sorrir de verdade e isso fazia com que eu ficasse mais feliz com a escolha que tinha tomado, sabendo que era por isso que eu lutava dia após dia na revolução.

Ficava feliz em saber que ela estava melhor também fisicamente. Estando minha teoria certa ou não sobre a origem de sua doença, fato é que agora a garota havia se recuperado e parecia mais viva e saudável, o que também me agradava - Fico feliz em saber que melhorou. Vai se juntar a nós? Pense nisso e me conte da próxima vez que nos encontrarmos. Te apresento aos nossos companheiros - Dizia sorridente fazendo um convite sincero para moça, convite esse que só saberia a resposta depois pois queria dar-lhe tempo para pensar.

Já do lado de fora, chamava e acariciava Zazu que parecia ter emagrecido nos últimos dias, provavelmente devido a falta de comida - Que bom que você tá bem amigão! Desculpa o sumiço nos últimos dias, tá bom? - Dizia ao animalzinho enquanto o acariciava. Os suprimentos talvez não demorassem muito para se tornar um problema ali no Farol. Juntos, seguíamos até onde estava M-4.

Não era difícil encontrar M-4 a frente do que provavelmente era a cabana do único morador de verdade do Farol. A pequena parecia bem humorada e isso era um bom começo. Ela logo começava a responder minhas perguntas - Super forte, é? Acho que isso explicaria nenhum desses piratas ter feito mal a ele até hoje… - Respondia a primeira informação dada pela comandante, e então vinha a segunda - Despertei… Na última luta? - E então me lembrava do momento em que Diarmuid havia jogado areia em meus olhos e de como mesmo assim eu sabia para onde estava indo, quase como se conseguisse enxergá-lo. Graças a esse evento inexplicável, pude acertá-lo com a lança e salvar Yumi.

- Ah, então aquilo era Haki. Foi realmente incrível - Respondia a explicação da garota - Esse homem realmente sabe tudo isso? Deve ser um monstro de forte - E após dizer isso, a porta se abria. Por mais que inicialmente sua fala tivesse me assustado, sua expressão e o tom de voz mostravam algo diferente.

Jogo?” Pensava sem sequer ter tempo de falar alguma coisa para aquele homem, que logo expunha sua ideia e jogava dois dados no chão, aos meus pés “ 3 e 4? Da pra ganhar...” E era quando M-4 rolava o primeiro dado, que eu percebia que teríamos um problema - 2? - Reclamava para a garota em tom irônico. A situação agora era bem ruim, pois eu precisaria tirar cinco ou seis para empatarmos ou ganharmos com uma soma maior. Eu precisava pensar.

Como rolar os dados mais altos que ele?” Levava alguns dedos ao queixo, enquanto pensava “Espera… Será que…” E era então que eu tinha uma ideia, fazendo com que um sorriso surgisse em meu rosto. Era uma grande aposta, mas era bom em sentir no controle da situação. Pegava o dado de M-4 no chão, e o colocava na outra mão (cada dado em uma mão) - Posso jogar o dela mais alto? - Perguntaria ao homem, com um sorriso no rosto.

Independente da resposta, eu buscaria por uma posição onde eu ficasse maior que o velho. O homem nunca tinha dito que tínhamos que rolar um valor mais alto que os dele, mas sim que precisávamos rolar os dados mais altos. Não sabia ao certo se se referia a plataforma onde os dados deveriam cair ou a altura da qual deveria jogar mas, em todo caso, buscaria um posicionamento onde eu tivesse os dois pra garantir. Caso não fosse possível ficar mais alto que ele, eu diria - M-4, pode vir aqui um segundo? - Quando ela chegasse, eu deixaria os dados em sua mão e diria - Preciso que confie em mim e role os dados quando eu falar… Só espero que meus pontos não abram… Quanto você pesa mesmo? - Diria em tom brincalhão para logo depois usar da minha força para erguer a pequena no alto da melhor forma possível - Joga, joga! Tá doendo pra caralho! - Diria sentindo a dor dos ferimentos, mas esperava que minha força somada ao pouco peso da garota permitissem que eu não acabasse mal ali. Caso, entretanto, eu achasse um posicionamento no qual pudesse rolar os dados em uma plataforma e em altura superiores, às do homem, assim eu faria.

- Pronto. Rolamos mais altos que você - Diria em tom brincalhão.
Quantidade aleatória (1,6) :
5

O segundo rand é caso ele me permita rolar o dado da M-4 de novo.... Ou considere o maior como o que eu rodei, você quem sabe To nem aí!

Quantidade aleatória (1,6) :
4




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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptySeg 01 Fev 2021, 17:33


Narração
Sensação térmica: Frio
Localização: Farol
Naomi a noite
Duncan já está no almoço do dia seguinte


Yumi
A jovem Yumi percebia que era tarada, pois começava a pensar nos modestos peitos da sereia enquanto corava. Claramente a loli tarada estava perdida em pensamentos e não podia julgar a conclusão que Morgana havia chegado.

Começava por isso a se explicar, tentando mostrar que o pensamento dela era muito mais frio e calculista e queria a sereia como uma mera ferramenta para mostrar um ponto de vista diferente de alguém que odiava o mundo. Antes que a sereia comentasse qualquer coisa, a menina ainda comentava que ela era sim atraente.

Aquilo arrancava um sorriso de Morgana. Ela fazia os tentáculos irem até Naomi e dava um singelo tapinha no rosto da menina. – Eu não tenho nada contra o mundo, mas também não significa que eu quero andar por aí arrumando a merda que os outros fizeram. – Falava a sereia séria, pois era isso que o pedido de Yumi pedia.

Um dos tentáculos apontava para o mar. – Quero ajudar a resgatar aquela amiga de vocês porque é culpa minha, mas não quero gastar o resto da minha vida resolvendo o erro dos outros. – O tom da sereia continuava sério, mas era perceptível que Azura ser sequestrada machucava a sereia. Imaginar que alguém “inocente” foi presa por causa dela deveria doer. – Já pensei como você, mas aquelas perguntas que você fez não possuem resposta. Se você falar que matar é crueldade, prender eu considero algo abominável. – Falava ela e o motivo por trás daquela última sentença soar tão pesada era algo óbvio. – A nossa geração não vai ver esse lindo mundo que você imagina, se você quer ver alguma mudança será para o futuro. E eu não quero perder meu tempo livre cuidando disso... – Falava ela se espreguiçando, já estava tarde. – Vamos ver se você mesma não desiste disso depois que salvarmos a sua amiga lá e você ver como isso que você quer é uma utopia... – Falava ela meio cansada, mostrando que desistir era mais fácil, pois era o que ela havia feito.

Fica a seu critério fazer o próximo post passar dias ou só continuar falando com ela.


Duncan
Duncan entendia rapidamente que o homem deveria ser forte. Como ele mesmo dissera, não havia como um velho estar ali sem ser abusado por piratas e ser fraco ao mesmo tempo.

Um jogo era proposto com tanta velocidade que não houve tempo para que Dellumiere ou M-4 indagassem, ou fizessem quase que qualquer outra coisa, além de rolar os dados. Por isso quando a comandante baixinha rolava o dela, todos os três viam o resultado pífio que surgia dali. Duncan era o primeiro a fazer piada quanto a isso e recebia uma cotovelada dela em resposta de brincadeira.

Aquele número ruim e toda a situação descontraída faziam o Eclipse pensar em uma alternativa divertida para solucionar seu problema. Pegava o dado da comandante e indagava para Karthus se podia rolar o dela mais alto. – Só o seu é o suficiente. – Ouvia saindo da boca do velho, seria um indicativo de que o revolucionário estava certo?

Indo até a cabana conseguiu rolar os dados de um ponto mais alto ao subir na cadeira e fazendo-os caírem na mesa dele. O velho sorriu. – Não precisava subir na cadeira, mas muito bom ver que você entendeu rápido. – O velho parecia satisfeito em ver como Duncan havia pegado a pegadinha dele. – Você falou que querem aprender rokushiki e Haki? – Falava ele agora olhando para M-4 que concordava com a cabeça enquanto se aproximava dele vendo que tudo estava certo.

Karthus puxava Duncan para perto após simplesmente aparecer do lado dele sem que o revolucionário sequer o visse. – Já sabem qual querem aprender? – Perguntava. – Eu sempre achei interessante aquele de dar pulos no ar... – Falava a pequena mostrando que não sabia exatamente como todos eram.

Já que você vai fazer o seu treinamento agora Wesker, sinta-se livre para que o velhote fale quais são os rokushikis para você e você vai gastar dias nisso. Este treinamento vai ser longo, pode se torturar mostrando que seu corpo é uma bosta que não deu conta de fazer tudo bem no começo.


Ferimentos:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptyTer 02 Fev 2021, 03:52


O Eclipse

We are Revolution






- Aiaiai! É assim que você trata seus amigos? Eu tô todo costurado, esqueceu? - Dizia ironicamente, fingindo que a cotovelada de M-4 havia doído mais do que sentia de fato. Achava bom, pra variar, ter um momento de descontração com a comandante após tantos dias.

Depois de muito pensar em como consertar aquela situação, eu acabava tendo uma ideia que poderia resolver o problema. Apenas com o meu dado ainda em jogo, eu subia em uma cadeira e jogava o dado em cima da mesa que havia por ali, tirando o número 5 - Melhor garantir, né? - Respondia ao homem com um sorriso no rosto enquanto descia da cadeira, feliz por ter concluído o desafio. Começava a voltar para o lado de M-4, enquanto dizia - Eu sei o que está pensando M-4. Venci o desafio, sou mesmo incrível, mas você também é. Não se preocupe! Só é meio ruim nos dados - Brincava.

Antes que eu pudesse chegar até a comandante, entretanto, o velho aparecia repentinamente do meu lado, como em um piscar de olhos, me surpreendendo bastante e gerando curiosidade de como aquilo havia sido feito “Qual rokushiki? Não é um só?” Me questionava em minha própria mente, sem ter tempo para expressar essa dúvida antes de ouvir M-4 falar o que gostaria.

- Pulos no ar? - Aquilo tudo era realmente muito novo pra mim, e me surpreendia cada vez mais - Isso que você fez… Foi um desses Rokushiki? - Questionava ao velho - É o que eu quero! - Diria com determinação caso isso se confirmasse. Só restava uma coisa a se fazer - Sou Duncan Dellumiere. Por favor, me ensine essa técnica. Me ajude a me tornar mais forte - Pedia ao homem.

Aprendizado de Rokushiki: Soru

Um poder como aquele seria sem dúvidas muito útil. Com ele, poderia cobrir distâncias enormes em segundos no campo de batalha, o que poderia ser essencial para derrotar um inimigo ou mesmo salvar um amigo. Meu corpo, entretanto, não estava em seu melhor estado e eu deixaria isso claro para Karthus desde o primeiro momento. Estava disposto, entretanto, a passar quanto tempo fosse preciso ali. O regente explicava que os rokushikis eram, no total, sete técnicas de alto nível usadas pelo governo e, dentre todas as opções apresentadas, o Soru, que eu já havia escolhido, ainda era a que eu mais gostava.

Seguiria todas as instruções dadas pelo regente do Farol, fossem práticas ou teóricas, fazendo quaisquer exercícios que ele instruísse. Passaria horas a fio treinando dia após dia, com o incentivo de ter M-4 ao meu lado para que pudéssemos incentivar um ao outro. Quando me sentisse cansado ou precisasse me distrair, também teria Zazu, de quem não esqueceria de cuidar nesse meio tempo.

Meu corpo provavelmente responderia mal ao aprendizado inicialmente, tanto pelos ferimentos quanto pela natureza sobre humana da técnica. Meu maior desafio, era resistir à dor. Não pararia nem por um instante de me lembrar por que eu lutava e por que deveria me tornar mais forte dia após dia.

Fim do Aprendizado

Ao fim do aprendizado, mal sabia a quanto tempo estava naquela ilha. Dias? Semanas? O treinamento havia ocupado a maior parte do meu tempo e minhas preocupações nos últimos tempos e eu mal havia notado sua passagem. Estava exausto, e isso era fato. Apesar disso, estava agradecido por tudo o que havia aprendido e por poder assistir M-4 em seu treinamento também, algo que me deu perseverança o suficiente para não desistir do meu por mais que as dores da última batalha ainda tivessem continuado por muito tempo. O aprendizado, entretanto, não havia acabado.

- E então? Agora invertemos e eu aprendo o Geppou e ela o Soru? Ou vamos pra esse Haki?



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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptyQua 03 Fev 2021, 21:48



A resposta de Morgana era algo tão simples e, ainda assim, tão preciso. Arrumar a merda dos outros podia muito bem resumir o objetivo do exército revolucionário. A sirena mostrava-se determinada a resgatar Azura, culpando-se pelo que aconteceu. Dava um tapinha de leve em seu cabelo, como que confortando-a, enquanto respondia:



— Sua ajuda é muito bem-vinda, Morg-san. Mas não fique se culpando pelo que aconteceu. Nenhum de nós a responsabiliza por isso. Foi uma infelicidade e eu deveria também ter te acompanhado, já que você estava desarmada... Mas resolveremos isso juntas, ok?



Dava um sorriso cansado para Morgana ao ouvir o final de sua fala. Não precisava responder mais nada. Ela sabia como eu pensava e o que sentia. Agora eu também a compreendia melhor. Talvez ela tivesse razão, mas por hora eu ainda estava disposta a tentar. Pelo menos assim eu poderia conhecer melhor o mundo e poderia compreender exatamente o que acontecia nele. Enquanto inocentes ficarem calados, os maus podem fazer o que querem. Eu não pretendia responder nada menos que com muito barulho.


Quando acordasse no dia seguinte, tomaria café e então procuraria por Katie e por Lenora.



— Katie-san, Lenora-san, como vocês estão? Está tudo certo?




Perguntaria para ambas, caso estivessem acordadas. Lenora era quem tinha a situação mais preocupante e, por isso mesmo, não sabia como estaria. Agora era um momento de calmaria perfeito para avaliar a situação de saúde de ambas e como estavam se recuperando. Assim, interviria caso notasse que podia fazer algo.



Objetivos:
 

Citação :

Contagem

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Ganhos: Perícia anatomia humana
Perícia diagnose
Perícia farmácia
Perdas: -
Relações:

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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes - Página 8 EmptyDom 14 Fev 2021, 15:57


Narração
Sensação térmica: Frio
Localização: Farol
Naomi a noite/manhã seguinte
Duncan já está vários dias a frente


Duncan
Voltando um pouco no tempo uma pequena modificação foi feita quando M-4 pagava Duncan. A pequena comandante lhe entregava na realidade três milhões de berries e não setenta mil berries.

No meio de piadas Duncan acabava decidindo que queria aprender o Soru. O treino foi lento, o corpo dele não respondia como ele queria e por isso poderia se frustrar vendo que o progresso da comandante com os saltinhos no ar era bem melhor que o progresso dele com o próprio treinamento.

Mesmo com aquele progresso lento acabou num ponto onde sentia que conseguiria usar algumas vezes o tal Soru seja em batalha ou simplesmente para outras coisas... obviamente ele estava longe de usar como Karthus usava, mas era alguma coisa.

Quando indagou sobre aprenderem mais rokushikis ou irem para o Haki, a primeira pessoa que respondeu foi M-4. – Não podemos abusar da hospitalidade do Karthus. Além disso, temos que partir logo para resgatarmos Azura. – A baixinha falava de forma pontual, deixando claro que iriam aprender o Haki e sair daquele lugar.


Yumi
Voltando um pouco no tempo uma pequena modificação foi feita quando M-4 promovia Yumi. A pequena comandante também lhe dava quinhentos mil berries como pagamento pelo resgate dos escravos, explicando que era o pagamento padrão de revolucionários recrutas.

Com aquela conversa finalizada, apesar de não conseguir o recrutamento, Naomi agora conhecia e entendia muito mais como a sereia se sentia naquela confusão toda.

Cansada, Yumi então se dirigia para a cama e adormecia tranquilamente. Por quanto tempo poderia dormir sem se preocupar em acordar no dia seguinte com problemas? Era uma pergunta que não saberia responder.

Quando acordou no dia seguinte, comeu um pouco e descobriu que M-4 e Duncan iam sair para treinar com o velho do farol. Katie, que tomava o café da manhã com Yumi, comentava que a comandante fazia aquilo porque a médica estava com vergonha demais de encarar o Eclipse enquanto isso. Eles ficariam por vários dias fora para que desse tempo de todos os revolucionários do navio se recuperarem também.

Katie comentava que estava “bem” e que Lenora também estava, apesar desta ainda dormir não tinha nenhum perigo de vida. Infelizmente nem Katie e nem o médico dos caçadores sabia informar se ela conseguiria falar quando acordasse.


Ferimentos:
 

Contagem dos sobreviventes:
 

Legenda:
 


Embarcação:
 

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Avaliação - Wesker e Akuma



Wesker



Perdas:
● N/A Ok

Ganhos:
● Haki da Observação (despertou). Ok
● Missão: Libertar escravos. Ok
● Salário de Missão = 3.000.000 berries. Alterado (Valor alterado para encaixe no novo sistema de salário.)
● Livros das seguintes perícias: 2 de psiquiatria; um de toxicologia; um de nutrição; um de criação de projéteis; dois de engenharia; dois de engenharia mecânica; um de forja. Ok
● Perícia: Engenharia Mecânica. Ok
● Perícia: Física. Ok
● Perícia: Toxicologia. Ok
● Arma do evento de Halloween. Ok
Arma de Halloween:
 
● Um caderno bem completo sobre a venda de escravos dos últimos meses, onde o nome de Joana e Kátia apareciam vendidas para o mesmo nobre em Alabasta, de nome, ou apelido, Zain al-Matin. Ok
● 8.400.000 berries. Ok
● Rokushiki: Soru. Ok
● Aumento de recompensa. Em análise
● Progressão para perda da desvantagem Fúria: 3/5. Adicionado

Relação de personagens:
● Ele faz

Exp: 12
Rokushiki: 10
Haki: 10

Localização: Farol - Grand Line.

Akuma



Perdas:
● N/A. Ok

Ganhos:
● Vantagem: Liderança. Ok
● Missão: Ajudar superior (Libertar escravos dos superiores). Ok
● Promovida para Cabo. Ok
● Salário da missão = 500.000 berries. Alterado (Valor alterado para encaixe no novo sistema de salário.)
● Perícia: Anatomia Humana. Ok
● Perícia: Diagnose. Ok
● Perícia: Farmácia Ok
● Item do Halloween. Ok
Spoiler:
 
● Aumento de recompensa. Em análise

Relação de personagens:
● Ele faz

Exp: 12

Localização: Farol

Quantidade de posts do(s) Narrador(es): 25 + finalização - PepePepi (5 créditos)

Feedback Players:
 

Feedback Narrador:
 

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