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Cap 4: O Silêncio dos Inocentes XwqZD3u


One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap 4: O Silêncio dos Inocentes

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptyTer 24 Nov 2020, 17:50

Cap 4: O Silêncio dos Inocentes

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Duncan Dellumiere. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptyQua 02 Dez 2020, 12:34


O Eclipse

We are Revolution!






Os gemidos de dor aumentavam, ecoavam em minha cabeça como se viessem de dentro. Quantas pessoas haviam ali? Pelo que estavam passando? Como homens como estes poderiam sorrir enquanto algo assim acontecia? Sentia meu coração disparar e sabia que mais uma vez um mero exercício de respiração poderia não ser o suficiente.

Os DESgraçados PRECisam MORRER!” Meu raciocínio começava a ser cada vez mais tomado pela fúria. Não demoraria para que eu novamente não conseguisse segurá-la e tudo acabasse em carnificina novamente. Da última vez eu quase havia perdido Lenora por me precipitar em deixar a fúria tomar o controle, não poderia deixar algo assim acontecer de novo. Precisava pensar rápido.

Um pouco a frente o líder dos escravistas conversava com o homem doença. Poderiam formar uma aliança no fim das contas? Eu não podia deixar isso acontecer, mas minhas preocupações e meu raciocínio naquele momento estavam em outro lugar. Era então, em meio aquela sensação de urgência, que uma ideia me vinha à mente. Um plano que poderia me ajudar a matar dois coelhos de uma vez.

Me aproximaria da água o máximo possível tentando não chamar muita atenção de ninguém. Buscaria ignorar o máximo possível os gemidos de dor vindos de dentro do navio para que o controle não fosse perdido. Quando finalmente estivesse bem perto da água, começaria a chamar tossir de forma que chamasse bastante atenção. dobraria os joelhos exibindo uma sensação de dor em meu rosto assim que os primeiros olhares se voltassem para mim. Por fim, levaria ambas as mãos até a cabeça e expressaria a minha falsa dor em palavras - Mas o que tá… acontecendo? - E então, mantendo as mãos na cabeça para garantir que a peruca ficasse bem posicionada, simularia uma queda, levando a minha cabeça até a água gelada do mar.

As intenções ali eram duas. A primeira, usar da água fria e da distração gerada por ela para acalmar minha mente. A segunda, era para gerar um conflito. Já havia avisado aquele grupo sobre os poderes do homem doença. Se eu começasse a morrer repentinamente, enquanto eles achassem que eu era um deles, poderiam pensar que o homem doença não pretende negociar. Assim que me sentisse mais calmo eu tiraria a cabeça da água. Continuaria tossindo, fingindo até mesmo um pequeno afogamento e simulando uma total falta de forças.



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PepePepi
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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptySab 05 Dez 2020, 03:26


Narração
Sensação térmica: Frio
Localização: Farol
Amanheceu


Duncan
Apesar da situação absurda e da raiva que aos poucos ia acumulando dentro de si. Duncan acabou surgindo com um plano inusitado e muito bom. Saindo de perto da amurada do navio, se aproximou mais da água já reclamando de dor.

Tossir e reclamar não só ajudava a amenizar a sua fúria por estar seguindo um plano, como também ajudava pelo simples fato que não conseguia mais ouvir tão bem os gemidos de dor dos escravos graças a isso. Na verdade, até mesmo os escravos haviam parado, talvez o povo dentro do navio houvesse ouvido e estavam tentando entender o que ocorria do lado de fora? Fazendo assim qualquer tortura parar? Ou será que nem ocorria tortura alguma, e simplesmente os escravos ficaram curiosos e começaram a prestar mais atenção?

Ao gritar mais um pouco, jogou sua cabeça na água e sentiu a água fria percorrer por ela. Aquilo era uma benção temporária, pois seu corpo iria realmente se resfriar se brincasse muito, o clima em si já estava meio frio graças a hora. Mas o teatrinho havia funcionado um pouco, pois ao retirar a sua cabeça da água, não só sentia a cabeça um pouco mais leve de todos aqueles gemidos de dor que ouvira, como também reparava que os piratas a sua volta começavam a ficar mais atentos a sua volta, procurando pelo cara e vários já apontando para o homem mascarado que falava com o capitão, deduzindo que realmente era ele.

Ainda não haviam atacado, até por um motivo bem simples, o próprio capitão estava falando com o homem, se alguém daria conta do mascarado seria aquele cara, não tinha por que eles mesmo atacarem. E este capitão estava olhando para Duncan e virando-se para o mascarado já com uma pose mais de luta. Os dois ainda conversavam, mas claramente o clima havia piorado entre eles.

Ferimentos escreveu:
Lenora – Apagada e com a garganta tratada. Apesar de estar estável, qualquer coisa que ocorrer poderá acabar por matar ela.

Katie – Teve o olho tratado, mas não sabe se vai voltar a enxergar com ele de novo. Além disso está bem, precisando basicamente de um pouco de descanso.

M-3 – É a que está melhor de todos esses, o braço dela está machucado, mas em pouco tempo irá melhorar

M-2 – Está profundamente machucada, precisou ser tratada e não se sabe se vai acordar em poucas horas ou mais de dia.

Outros 23 revos no navio machucados – Todos precisam de descanso para ficarem bons.


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Akuma Nikaido
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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptySeg 07 Dez 2020, 18:03



Talvez não da melhor maneira, mas eu conseguira cumprir o que Duncan me pedira. Voltava com reforços e, principalmente, com uma informação bastante valiosa para nós: ainda que pouco, agora sabia quem era o grupo de Morgana. Conseguia entender um pouco melhor o porquê do capitão me deixar tão cismada. Ele não tomava lados, e isso tornava ele alguém perigoso.



~ Sem um ideal para seguir, agindo somente de acordo com seus interesses... Não vai ser fácil entender a posição dele após essa luta. Irá aceitar a jornada em paz? Tentará se aproveitar de nós? Preciso informar M-4 quando for possível... ~



Refletia, enquanto nos aproximávamos do conflito. A ideia de uma batalha tão grande quanto essa me deixava completamente nauseada. A verdade é que o próprio conceito de lutar e ferir alguém ainda me causava alguma repulsa, embora esteja treinando desde que decidi me juntar ao exército para superar esse impulso. As palavras do major ainda ecoavam em minha cabeça. E pensando nisso, olhava para o novo recruta, que caminhava um tanto quanto silencioso. Será que ele estava passando por algo parecido?



— Shuto-san, um trocado por seus pensamentos. Talvez esse não seja o melhor momento para nos conhecermos melhor, mas eu gostaria de saber se tem algo te afligindo, o que pensa sobre esse conflito para o qual estamos nos dirigindo...



Tentava conversar um pouco com ele, tanto para poder ajudá-lo quanto para aliviar minha própria ansiedade. Quando finalmente chegássemos próximos ao nosso navio, pediria licença ao grupo por um instante, oferecendo para que a capitã e Shouto viessem comigo. Pretendia apresentá-los à M-4 e reportar a ela a situação, antes de irmos para onde Duncan se encontrava. Caso declinassem o convite, iria sozinha, avisando que logo voltava. Assim que avistasse M-4, pediria a ela um momento a sós e, então, introduziria o assunto.



— Senpai, trouxe comigo mais uma ajuda! Prometi a esse grupo pirata que os ajudaríamos a sair do farol, contanto que conseguíssemos tomar o navio atual dos homens do Big Bang Kid. Também ofertei que se juntassem a nós, no exército revolucionário, e consegui um novo recruta! Seu nome é Shouto!



Apontaria para o garoto, estivesse ele perto ou longe. Aproveitaria o movimento para olhar nos arredores e me certificar que não seríamos ouvidos por algum membro dos caçadores, antes de complementar minha fala:



— A propósito, senpai, a capitã dos piratas me informou que esse grupo que está conosco é de caçadores de recompensa. Vamos nos manter em alerta, para caso tentem se aproveitar da gente para nos capturar depois...  



Falaria de maneira discreta, avisando em seguida que iria encontrar-me na praia com Duncan.



— Desculpem a demora, pessoal. Vamos?



Fazia questão de checar novamente meus equipamentos. O momento crucial se aproximava e parecia que tinha um bolo em minha garganta.



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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptySeg 07 Dez 2020, 22:49


O Eclipse

We are Revolution!






A gélida água do mar possibilitava que eu esfriasse a cabeça em todos os sentidos da expressão. Agora já mais focado em meu plano eu finalmente conseguia me distrair dos gemidos de dor dentro do navio. Mais uma vez, estava na maior zona de conforto que um manipulador como eu poderia ter, um ambiente de conflito. Todos esses fatores permitiam com que cada vez eu deixasse aquela fúria para trás e conseguisse pensar com mais clareza.

Quando finalmente tirava cabeça da água eu conseguia ver os resultados do meu pequeno teatrinho antes mesmo que ele acabasse. O clima de desconfiança estava totalmente instaurado, tanto nos piratas “menores” quanto nos dois que conversavam à frente de todos. Naquele momento o líder dos escravistas e o homem doença não eram mais do que meros adereços no meu espetáculo.

A conclusão óbvia é que minhas próximas ações definiriam o que iria acontecer. Eu não podia exagerar demais, se chamasse a quantidade errada de atenção eles provavelmente poderiam percebe a mentira. Por outro lado, entretanto, parar ali não era mais uma opção. Por mais que fosse palpável o sucesso da minha ideia, ainda faltava um último empurrãozinho. Moderação era, portanto, o segredo para o sucesso ali… Será mesmo?

De forma despistada, enquanto ainda fingia estar bem mal, eu morderia o canto da boca de forma que fizesse o sangue começar a escorrer. Se necessário olharia para baixo nesse momento, fingindo estar ao ponto de vomitar para que pudesse disfarçar melhor o machucado que fazia em mim mesmo. Com isso feito, olharia para o público, fingindo ao mesmo tempo estar confuso e sofrendo bastante. Diria:

- Eu não sei… O que está... - E seria nesse momento que deixaria escapar o sangue que vinha escondendo dentro de minha boca até então. Deixaria sair quase como uma baba involuntária, para que pudesse chocar mais, e então me jogaria na areia mais próxima e faria diversos movimentos que fingiriam uma convulsão. Esperava que com isso o conflito explodisse. Dadas as cartas, era hora de ver o resultado.



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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptySex 11 Dez 2020, 03:43


Narração
Sensação térmica: Frio
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Amanheceu


Yumi
Aos poucos pensava no perigo que estava ao conversar com Morgana e aquele capitão dela. Descobrir que eram caçadores com certeza era um importante primeiro passo. Talvez para se distrair um pouco a jovem acabava conversando com o novo recruta que conseguira. – Me afligindo? – Reagiu o menino quase que com um sorriso do rosto de que nem havia entendido a pergunta, mas ainda mantendo-se meio macabro com isso. – Estou ótimo. – Complementou ele e agora de forma realmente mais leve, jogando o ar macabro para longe. – Só estamos indo matar uns malucos e partir, não? – Perguntou o menino em um tom realmente inocente, como se matar fosse algo tão comum quanto respirar, Yumi poderia jurar que soava como se fosse uma criança de 5 anos perguntando para a mãe se não iam só fazer qualquer coisa antes de almoçar por exemplo.

A conversa provavelmente duraria por um tempo a mais, mas estavam próximos o suficiente do navio dos revolucionários para que os piratas parassem e esperassem, já que não queriam nem mesmo se aproximar tanto assim dos caçadores. Naomi então foi por conta própria falar com a M-4. Não foi difícil achar a comandante que já estava preparando-se para ir na direção dos piratas.

Após as informações serem repassadas para a superior, M-4 só conseguiu sorrir com tudo aquilo. – Bem, não sei se importa muito o que você prometeu já que nem sabemos quantos de nós estarão inteiros no final. – Ela parecia quase que conformada que a situação não acabaria bem. – Mas pelo menos temos um novo recruta, qual foi a sua primeira impressão dele? Depois precisarei realizar algum tipo de pergunta para ver como ele pensa da gente. – Comentou a loira realmente interessada nas respostas.

Pouco antes de Naomi responder, ouviram o capitão dos caçadores de recompensa falando em voz alta. – Parece que já estão lutando com alguém! – O tom era claramente de aviso.



Duncan
O plano de Duncan foi bom, mas não havia colocado fogo no circo por completo e por isso ele incrementou ainda mais seu planejamento. Com a cabeça mais fria começou a morder o próprio lábio a ponto de fazê-lo sangrar. Seu plano era um pouco ousado, mas não custava nada tentar.

Sentia o corte que havia feito em si mesmo e acabava sentindo o sangue enchendo-lhe a boca. Quando se virou para falar com os piratas começou a babar o sangue e aquilo fez diversos dos escravocratas ficarem simplesmente histéricos. Diversos começaram a correr para longe dele e alguns começaram a gritar um nome “Diarmuid”. E antes de se jogar na areia para fingir uma convulsão, Duncan reparou que o lanceiro que estava conversando com o mascarado simplesmente atacava-o. Seu plano havia sido um sucesso.

Ferimentos escreveu:
Lenora – Apagada e com a garganta tratada. Apesar de estar estável, qualquer coisa que ocorrer poderá acabar por matar ela.

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M-3 – É a que está melhor de todos esses, o braço dela está machucado, mas em pouco tempo irá melhorar

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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptySeg 14 Dez 2020, 01:17


O Eclipse

We are Revolution!






Diarmuid, com certeza era o nome do capitão daquela embarcação que os piratas estavam gritando. Meu show de improvisação mais uma vez havia obtido sucesso, e isso significava que qualquer possível aliança entre meus dois principais inimigos não viria a acontecer. Imediatamente após ver o sangue escorrer de minha boca um embate começava entre o lanceiro e o homem doença, fazendo com que todos os outros tripulantes saíssem de perto.

Era fácil perceber que aquele homem era tão forte quanto aparentava. Seus subordinados sequer pensavam em ajudá-lo, apenas se afastavam para que pudesse lutar. Por mais que me questionasse sobre qual seria a diferença de força entre mim e um homem com o estilo tão semelhante ao meu, sabia que as prioridades eram outras. Meu grupo logo chegaria, era fato. Para que possamos lutar sem impedimentos, entretanto, é essencial que eu afaste os inimigos de possíveis canhões no navio aportado e libertasse os escravos que poderiam ser usados como reféns.

Para isso, eu manteria minha atuação. Me levantaria do chão simulando uma grande dificuldade e então caminharia em direção ao navio fingindo um esforço equivalente, mantendo o corpo curvado e a mão direita no estômago, reforçando a expressão de dor em meu rosto. O caminho ali era óbvio, iria para o convés do navio dos inimigos sem estragar o disfarce que os fazia acreditar que eu sou um deles.

Manteria um objetivo claro em mente, contava com isso para ajudar meu auto controle caso volte a ouvir os sons de agonia dos escravos. Ao subir, buscaria imediatamente algum pirata que portasse uma lança, e andaria em sua direção, fazendo questão de fingir um desequilíbrio no caminho, como quem tem dificuldade até para se manter de pé - Onde... - Fazia questão de fingir dificuldade para falar. Pararia por um tempo como quem tenta suportar a dor e respirar fundo - Onde posso conseguir uma dessas? Preciso de algo para me apoiar... - Parava mais uma vez, propositalmente deixando escapar um gemido de dor - A luta impediu o maluco da doença de concentrar os poderes em mim, só isso me manteve vivo...
Depois disso, apenas seguiria as instruções ou me encostaria no mastro caso não recebesse o apoio que usaria caso o pirata desse uma resposta positiva. No momento, apenas buscaria com meus olhos a entrada para o provável local onde os escravos estavam. Ainda não faria nenhuma movimentação, aguardaria até que Yumi chegasse com nosso grupo - Droga… São muitos… São os caras do Eclipse! - Diria para incentivar que o máximo de inimigos saísse do navio.

Quando finalmente estivesse sozinho ali, ou com o menor número possível de pessoas, me dirigiria até a entrada que tivesse encontrado na busca anterior (mantendo a atuação de ferido caso ainda houvessem pessoas no convés). Tentaria abrí-la. Se não conseguisse, usaria toda a minha força para forçar a porta até arrombá-la caso estivesse sozinho, ou diria caso ainda houvessem piratas ali - Preciso sair daqui. Não estou em condições de lutar - Essas palavras tinham a intenção de fazer com que algum dos homens abrisse a porta para mim.

Em último caso, entretanto, caso eu não conseguisse entrar, buscaria no convés por uma lança ou um inimigo com uma lança. Me aproximaria dele fingindo ainda estar bem doente e seria então que usaria do elemento surpresa para aplicar um pouco dos meus conhecimentos de luta de rua, dando-lhe uma cabeçada com todas as forças diretamente no queixo. Com o inimigo derrubado, pegaria sua arma. Não havia mais razão para manter o disfarce.



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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptyTer 15 Dez 2020, 18:11



O modo pueril com o qual Shuto falava sobre matar alguém causava-me um misto entre espanto e repulsa. Conseguia, entretanto, manter minha expressão neutra, talvez com um leve tom de curiosidade. Pensava pelo que o garoto passara para banalizar tanto assim o ato de matar alguém.  



— Talvez você esteja mais acostumado do que eu em um campo de batalha, Shoto-san... Ainda me causa arrepios entrar em algum conflito assim, embora eu saiba que é necessário... ~



A conversa com M-4 novamente me fazia ver a diferença e maturidade entre uma líder e, bem... eu. A comandante parecia pescar rapidamente os principais pontos e agia com imensa naturalidade.



— Shuto-san é... peculiar. Não tive muito tempo de contato com ele ainda, mas me parece alguém com uma mente completamente aberta para ser moldada. Talvez seu modo de agir seja um pouco radical, mas me parece alguém com disposição e interesse em mudar o mundo.  



Era difícil explicar as minhas impressões sobre alguém que conhecera há pouco e tão pouco, mas o garoto me passava uma sensação de que poderia tanto se tornar um herói na revolução quanto um vilão, dependendo somente de como poderíamos ensiná-lo nossos pensamentos. Enquanto falava, raciocinava em cima das palavras do caçador. Duncan havia dito de tentar voltar o homem-doença contra os lacaios do Big Bang. Sorria ao pensar em como o homem fizera isso.



— M-4, Duncan-senpai queria colocar nossos inimigos um contra o outro, e parece que conseguiu!



Preparava-me para sair, satisfeita com a compreensão do que nos fora passado. Terminava de ajustar minhas armas (tanto a besta quanto a pistola). Com tudo preparado, voltava-me para iniciarmos o avanço até a praia. Quando enfim chegássemos, analisaria o local, tentando entender onde estavam nossos adversários, se realmente estavam lutando entre si e, principalmente, onde estava Duncan. Esmiuçaria a cena, procurando pelos sinais de que deveríamos entrar no conflito e quem seriam nossos alvos prioritários.


A qualquer momento que julgasse necessário, dispararia minha besta ou a pistola, priorizando a primeira para inimigos mais distantes e a última para inimigos mais próximos, mirando em quem julgasse perigoso naquela hora.



— SENPAI!? O QUE FIZERAM COM VOCÊ? 



Gritaria, fervendo em raiva, caso visse Duncan caído. Não teria como saber que o homem ainda mantinha uma atuação ou se fora ferido de verdade e eu não estava disposta a arriscar ser a segunda opção e não fazer nada. Correria na direção do major, disparando em qualquer inimigo que tentasse impedir, já pronta para procurar feridas e iniciar os primeiros socorros. Em minha cabeça eu só conseguia pensar em cuidar dele e no quanto eu queria fazer o homem-doença pagar.





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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptySex 18 Dez 2020, 02:21


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Amanheceu


Yumi
A diferença entre as ideias de Yumi e Shuto não poderiam ser mais diferentes. Quando ela comentou sobre campo de batalha, o menino a olhou curioso. – Acostumado? Acho que nunca estive em um campo de batalha não. – Falou ele sem entender muito o que ela queria dizer com aquele termo específico. Porém Naomi não podia ficar pensando naquilo.

Após algumas poucas falas com M-4 a jovem sentia a diferença de experiência entre ela e a comandante nanica. Ela explicou o que achara do novo integrante, e a resposta deixou a loira meio intrigada. – Bom, espero que o moldemos corretamente então... – Enquanto comentava isso ela olhava para o menino, parecia que ela falaria algo a mais, mas como já haviam sido avisados da luta, Yumi acabou comentando sobre o plano de Duncan.

Aquilo mudou um pouco a situação. M-4 parecia pegar duas lanças que havia colocado em um canto e as prendia em suas costas. – Ele havia deixado isso aqui comigo, é melhor irmos rápido. – Comentou ela e em seguida já foi aumentando o tom e sua fala claramente foi uma ordem. – Quem utilizar arma de fogo segue do lado de Naomi, os demais comigo. Nossa prioridade é pegar aquele navio para sairmos logo desse maldito farol! – A voz da menina fez todo mundo se ligar de que havia acabado o período ali de relaxar e partiriam para a luta. A postura mais estranha para Yumi foi do próprio Shuto, que parecia meio perdido naquilo tudo.


Duncan
Seu plano tinha dado certo, mas agora ele precisava se apressar, queria ir para o convés do navio para atrapalhar os piratas no uso dos canhões.

Ainda atuando, aos poucos foi andando na direção da passarela usada para subir. Mas foi bloqueado por um pirata que havia colocado a camisa por cima do nariz e da boca, por pura coincidência o homem portava uma lança. – Onde você pensa que vai? – Duncan tentou fazer o homem sentir dó dele e perguntar onde estaria outra lança, mas o homem ia tomando distância a cada fala dele fingindo estar doente. – Como se você estivesse em condições de lutar. – Falou o homem quase rindo da condição miserável do Eclipse. – Só fica aí longe de todo mundo, se quiser vá para a água, só fique longe, ninguém quer pegar essa merda que você tem. – O homem parecia com medo de se aproximar do revolucionário e por isso tomava um pouco mais de distância.


Duncan e Yumi
Enquanto o grupo de Yumi se aproximava, viam a luta de dois homens em destaque. Um usava uma máscara e antes que precisasse falar qualquer coisa, literalmente todos os caçadores e piratas que estavam aliados falavam que aquele era o famoso Mai Kanaka. O outro era um lanceiro que estava claramente na vantagem. O homem doença na real parecia completamente detonado, sangue saía de diversos cortes em sua pele na altura do peito. Enquanto isso, o lanceiro parecia basicamente muito vermelho no máximo.

Só que isso tudo parecia meio irrelevante tanto para Naomi quanto para M-4, pois ambas avistaram Duncan lá longe, atrás de dezenas de piratas, fingindo estar ferrado. Este até comentava algo sobre serem os homens do Eclipse, o que fez o pirata perto dele gritar para todas as dezenas de piratas. Até mesmo a movimentação no navio começava a ocorrer graças aquela sua palavra. Claramente sairiam ainda mais piratas da embarcação.

Apesar do gesto claro de Yumi para correr na frente e querer ajudar Duncan, viu um guarda-chuva em sua frente quando dera o primeiro passo em movimento na direção de Dellumiere. – Eu falei no navio para o povo que atirar ficar com você, atiradores na linha de frente não serviriam de nada. – Era quase um sermão da comandante, o que fazia a cena meio engraçada já que ela conseguia ser menor até que Shuto.

Com um movimento da comandante o guarda-chuva teve a parte de proteção de chuva caindo no chão, tornando-o basicamente num bastão. – Eu vou lá ver como ele está e devolver as lanças. – Falava ela e depois indicava para todos os outros. – Como falei mais cedo! Atiradores com Naomi! O resto comigo! – Falou ela começando a correr na direção do grupo de piratas.

A configuração do local era “simples”. No mar estava o navio que possuía uma ligação para a terra com a rampa, era difícil imaginar quantos ainda estavam lá dentro, mas Duncan que estava ao lado da rampa ouvia a movimentação forte que o grito de “homens do Eclipse” gerara, vários começavam a aparecer da rampa e a sair do navio. Se tinha homens preparando canhões, ainda não havia ouvido nada deles. Na praia havia as dezenas de piratas e entre a praia e o chão de pedra do farol havia a luta entre o capitão pirata e o Mai Kanaka. O grupo revolucionário, pirata e caçador tudo junto e misturado havia chegado meio que de lado já que seu navio também estava perto do mar, apesar de lá basicamente não existir praia e ir direto para o chão de pedra.

O grupo mesclado possuía aproximadamente trinta membros além dos revolucionários, claro que os revolucionários iam todos com exceção de Naomi junto de M-4, pois Snowflake, Zhac e Shuto pareciam lutar de perto. Já dos piratas e caçadores, somente oito ficavam com Yumi, o resto parecia também seguir M-4.

Ferimentos escreveu:
Lenora – Apagada e com a garganta tratada. Apesar de estar estável, qualquer coisa que ocorrer poderá acabar por matar ela.

Katie – Teve o olho tratado, mas não sabe se vai voltar a enxergar com ele de novo. Além disso está bem, precisando basicamente de um pouco de descanso.

M-3 – É a que está melhor de todos esses, o braço dela está machucado, mas em pouco tempo irá melhorar

M-2 – Está profundamente machucada, precisou ser tratada e não se sabe se vai acordar em poucas horas ou mais de dia.

Outros 23 revos no navio machucados – Todos precisam de descanso para ficarem bons.


Ganhos Não divididos da aventura anterior:
 

Legenda:
 


Histórico:
 

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Akuma Nikaido
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Akuma Nikaido

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MensagemAssunto: Re: Cap 4: O Silêncio dos Inocentes   Cap 4: O Silêncio dos Inocentes EmptyDom 20 Dez 2020, 17:44



A situação em que nos víamos me deixava completamente fora de mim e, por pouco, não arriscava nossos planos. M-4, por sorte me parava e colocava algum senso. Confiava na palavra da comandante e, se eles estavam indo para a linha de frente, minha função era atirar em cada um que tentasse atrapalhá-los. Mais do que isso, ela me colocava na liderança do nosso grupo de atiradores. Entendia a importância daquilo e logo começava a transmitir meus comandos:



— Atiradores, não se preocupem com alvos individuais. Se cada um mirar em uma unidade, vamos acabar atrapalhando uns aos outros. Atiremos como grupo!



Apontava com minha besta na direção do barco inimigo, mostrando os adversários, que pareciam aumentar em número a cada segundo. Se eles saíssem para lutar ou se disparassem as armas do navio, estaríamos encrencados.



— Iremos todos mirar no barco, procurando atirar em sincronia, ok? Façam uma fileira!  



Explicava o meu plano rapidamente, esperando que todos ali me ouvissem. Eles não possuíam obrigação alguma de seguir minhas ordens, mas esperava que a aura de líder de M-4 e a ordem dela dos atiradores se agruparem comigo me desse alguma autoridade ali. De toda forma, a minha voz encantadora e meu carisma natural, associado ao fato de que meu plano de fato tinha sentido, contribuíam para a cena.



— Prontos? 3... 2... 1... Atirar! ... ... Recarreguem e preparem-se para novo disparo!



Conforme dissera a eles, o objetivo era que disparássemos em grupo, a fim de atingir em área. Com tantos inimigos, acertá-los tornava-se mais fácil quando abrangíamos um grande espaço ao mesmo tempo. Assim como comandara aos outros oito, atiraria também buscando a região da beirada do barco, tentando atrapalhar que qualquer um saísse do navio.



— Preparados? 3... 2... 1... Disparem! ... ... Recarregar! 



Repetiria o processo. Daria sempre um pequeno intervalo entre as ordens de carregar e de disparar, para que algum eventual retardatalho conseguisse sincronizar com o resto. Respirava fundo a cada momento, mantendo o foco. Precisão era a chave para ganharmos esse combate e, se não podíamos garantir ela individualmente, assim o faríamos como grupo.





Objetivos:
 

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