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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A Ascensão da Justiça!

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MensagemAssunto: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptyTer 24 Nov 2020, 17:50

Relembrando a primeira mensagem :

A Ascensão da Justiça!

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Kenzö Tenma. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptySeg 18 Jan 2021, 21:37




A Ascensão da Justiça!

Pétala



A mente de Tenma martelava sobre o que aconteceu da última vez. Ele sentia no principio que um pingo de culpa ainda recaía sobre seus ombros. A memória não falhava em relembrar de quando deixou o Caçador partir sem ao menos tentar, fe verdade e sinceridade, parar aquele vilão. – Tsc... – Onde o cego foi se meter? – Vamos ficar. – A espada ia até a bainha. – Hoje cortaremos o mal pela raiz! – Bradou, era uma ordem, a mais direta e concreta que ele havia dado em toda sua carreira na marinha.

- Faremos então a emboscada. – Sorriu, ele confiava nos rapazes. – Flav e Oscar, se escondam e esperem qualquer sinal que eles deem sobre pegar os objetos roubados. – Indicou. – Porém nós vamos limpar este armário. Heh. Quero ver o que ele vai achar aqui. – Novamente sorriu. As mãos cegas iam de objeto em objeto jogando em cantos dos fundos do casebre, ele tentava escondê-los sob plantas, areia, terra ou qualquer coisa que desse cobertura para aqueles itens roubados. – Me ajudem, eles estão chegando. – Seria rápido em executar a missão. Por fim, mesmo que não fosse perfeito em tal tarefa, se esconderia no armário com os objetos furtados. – Vamos, vamos! – Sussurrava para que eles ouvissem claramente. Se esconderia e aguardaria a chegada dos bandidos.

A mão ia até a lâmina e estaria preparado para atacar ao mínimo sinal. – Venha, desgraçado. – Sussurrava. Ele tinha raiva em sua voz, porém era algo controlável. O problema era se aquilo estivesse em uma ascensão problemática e imparável. O fluxo do ódio e rancor matava os seres vivos, ele via isso quando cuidava das coitadas das gazânias feridas e maltratadas. “Calma, Tenma, lembre-se da coragem dos Obanai e não desista...” Por alguns segundos algo vinha até sua memória, poderia ser um vislumbre do passado ou um presságio do futuro. Seja como for ele precisava terminar, ou melhor, concluir aquela missão com êxito!

A qualquer instante ele estaria atento aos movimentos, passos e principalmente as vozes. De fato, as vozes de Flav e Oscar estariam em sua mente então as vozes dos bandidos seriam novas e fáceis de serem distinguidas.

Contaria o tempo e distância do tempo das vozes chegando nos fundos do casebre e também prepararia um golpe rápido e fatal. Tentaria ter no mínimo a direção do pescoço, cabeça ou peito do alvo principal. Um corte pesado e mirado a ser mortal, em seguida saltaria do armário e, com a espada frente ao peito, bloquearia os movimentos posteriores. Ergueria a lâmina e interceptaria os socos, chutes ou até mesmo ataques armados com lâminas ou porretes.

- Agora! – Gritaria para que seus companheiros de farda o acompanhassem naquela investida silenciosa contra as forças do mal de Dawn.




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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptyQui 21 Jan 2021, 19:00



A ascensão da Justiça

Lost and Found





- Er...- Falava e um tom meio sem graça. - Talvez seja melhor eu fazer a limpa aqui, consigo deixar tudo muito bem trancado... Vocês podem levar esses caras pra um quarto qualquer, deixa eles inconscientes e preparem para a emboscada então. - O rapaz não queria deixar o trabalho de esconder coisas para o cego. Ele sabia que o seu superior não conseguiria montar uma cena perfeita como ele.

Oscar carregaria os bandidos para uma sala qualquer e os esconderia desacordados. Tenma fazia os preparos para sua emboscada. Flav era o último a se esconder, tinha que esconder qualquer rastro dos ali presentes. Após isso os preparos estavam completos, Tenma com uma respiração controlada e pensamentos de justiça escondido no armário, Flav no telhado abaixado nas telhas, seu silêncio era assustador, até mesmo pássaros pousavam nele como se não fosse uma ameaça. E por fim Oscar, o brutamontes se escondia dentro do quarto com os homens desacordados, caso alguém fugisse ou ficasse para trás ele conseguiria capturar.

Aproximadamente 36 minutos passaram, a fé de nenhum deles era abalada, o trio estava preparado para emboscar o futuro inimigo. A porta de entrada era aberta, o trio podia ouvir as vozes de outras 3 pessoas entrando no local. Uma delas ficava para trás, pareciam não estar confiando na situação em que estavam se metendo, o silêncio da casa os assustava um pouco, entretanto todos iam para os fundos. Um homem alto e um jovem rapaz corriam em direção ao armário, a limpeza do local fazia com que eles ficassem preocupados com seus itens.

-Isso aqui tá muito quieto. Será que foi a merda daquele outro cara? Essa merda, merda, merda, merda merda.- Gritava o homem indo em direção a porta, o que facilitaria o golpe de Tenma. O homem abria a porta desesperado, seus olhos não conseguiam nem ao menos ficarem surpresos, sua vida foi ceifada entre a surpresa e o medo. A lâmina gelada de Tenma atravessava o corpo do infeliz, nem ao menos um grito saia do homem.

Atrás do defunto estava seu colega, o qual olhava horrorizado a cena, de onde deveriam sair suas mercadorias encontrava seu chefe morto e um cego... O rapaz não conseguia se mover, não era apenas o medo, olhando em seu corpo veria pequenas agulhas com algum líquido, o qual Tenma conseguiria sentir o cheiro de longe, um leve paralisante. Atrás deste outro rapaz Flav aparecia com um sorriso malicioso, o rapaz dava um soco no estômago do capanga e o colocava em seu ombro.

No interior da casa era possível ouvir móveis sendo quebrados, assim que a dupla foi averiguar viram Oscar jogando o corpo do adversário para lá e para cá. - Ahm... ele usava ataques chatos e não ficava no chão... Só queria ter certeza que ele ia dormir.

- FUFUFU desacordei o bonitão aqui só pra ter certeza do esquema deles... Vocês brutamontes... sinceramente. FUFUFU. Pausava e apontava para os itens roubados pedindo para que seu irmão os carregasse. - Sargento... Oscar pode levar os itens roubados e ir para a polícia... Se você quiser podemos simplesmente largar essa ilha e ir para onde você quiser... O capitão ainda ficará aqui por mais tempo, você seria a maior patente em nosso navio, poderia pedir para irmos... Eu quero levar esse gurizão comigo. O que me diz? -



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptySex 22 Jan 2021, 16:42




A Ascensão da Justiça!

A última forma que se reservou a eternidade



Ver o plano dando certo deu a Tenma um impulso louvável de motivação. “Era isso! Muito bem!” Comemorou de forma disfarçada. O cego se dirigia aos seus companheiros da marinha após o excelente serviço. – Bom trabalho, senhores. – Disse com um sorriso no rosto, contente e satisfeito. – Vamos para Loguetown, de lá partirei para o Paradise. – Anunciou. – Não me importo de levar o bandido.Vai leva-lo para o quartel? – Perguntei, curioso, mas não queria respostas detalhadas nem nada, era apenas para puxar assunto enquanto saía do casebre de bandidos e itens roubados. Era importante separar os itens necessários e requeridos para a missão e, após o feito e guardados em um saco qualquer, sairia do lugar e entregaria o necessário para Oscar levar até a polícia e dar a notícia da conclusão da missão. – Obrigado, soldado.– Bradei por fim.

Durante o trajeto começaria a pensar no que já passei e o que me reserva no futuro. “Deve ser um lugar bem diferente daqui. As ilhas, as pessoas, as missões e também os trabalhos...” sonhei acordado. “O futuro me reserva coisas muito interessantes...”. Tentaria guardar o que passei nos últimos dias na ilha de Dawn. Foram momentos ruins, bons, mas no fim foi bem inspirador e principalmente um passo importante para o que esperava fazer. - ... – Murmurou esperançoso.

Chegando no porto, cais, ou seja lá o que fosse nossa passagem de saída da ilha Tenma já prepararia o principal para sair quando possível. O dinheiro estaria separado assim como suas coisas, que trataria de tirar alguns minutos ou horas para buscar no quartel da polícia. – Flav, aguarde um pouco enquanto busco minhas tralhas... – Diria antes de ir e voltar. Pegaria meus pertences, principalmente uma das bengalas deixadas para trás, e voltaria ao local marcado para o reencontro. – Voltei! Vamos viajar? – Diria.

Esperaria enfim qualquer navio, bote, barco ou veleiro para fazer a viagem. Talvez aguardaria também uma carona de um transporte da própria marinha, quem sabe? Mas queria sair dali. – Hunf... – Suspiraria enquanto aguardava a partida.

Quando em viajem, quando possível, e após se acomodar em algum lugar reservado e pacato, puxaria assunto com Flav mais uma vez, porém desta vez seria mais direto e também interessado. – Vi que suas habilidades de interrogação são bem avançadas... – Diria, o elogio no fim das contas era sincero. – Pode me ensinar algumas coisas? Gostaria de adicionar isso no meu arsenal. Um cego precisa de seus truques no fim do dia... Huh. – Finalizei. Seguraria a bengala enquanto isso, ela era sua parceira e, mesmo que a espada estivesse embainhada e presa ao cinturão, coldre, ele não queria, ou gostaria, de mencionar ou fazer referência a qualquer instante.

Caso fosse positivo seria rápido e prestativo em prestar atenção a qualquer detalhe ensinado, caso fosse negativo apenas sentaria e aguardaria o fim da viagem.




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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptyDom 24 Jan 2021, 01:26



A ascensão da Justiça

Lost and Found





- Algo assim...- Flav dava um sorriso malicioso enquanto respondia Tenma. -Como ficamos como parceiros e meio que suas babás, pode deixar que meu irmão traz suas coisas, já estava no itinerário de qualquer forma. - Seu tom era tranquilo, parecia ter colocado a pose de desleixado e durão para lá, finalmente se comunicava com um homem comum.

O trio andava de volta em direção ao grande portão e em instantes o cheiro daquela área esquecida pelo governo era apagado. O trio andava até o centro da cidade e de lá Oscar ia em direção ao quartel enquanto os outros dois iam em direção ao porto. - Não entendo essa vontade toda de sair dos blues, mas tudo bem, vamo que vamo né?.- O rapaz comentava e depois dava dois tapinhas no corpo do rapaz que carregava. - Ai ai ai...-

Chegando no porto seguiria Flav até o fim do pier e lá subiria uma estreita rampa que o levava ao convés de um barco. Tateando o local o homem perceberia que era um navio consideravelmente grande para até 10 pessoas. Após questionado sobre a possibilidade de ensinar ou não Flav botava a mão no ombro do velho e o levava para um dos cômodos do navio. - Você vai aprender na prática então...- - O rapaz jogava o corpo do delinquente que trouxe ao chão e batia no ombro de Tenma. - Sargento... Eu vou te ver fazer o que deve ser feito e assim já consigo avaliar o que nosso Capitão realmente pediu.- O jovem falava enquanto andava pelo quarto remexendo certas gavetas, até que finalmente encontrara o que procurava e ia até o corpo. - Acho que isso vai servir de teste também... Acho que você já deve saber que não sou apenas um marinheiro né? Não com meus talentos FUFUFU... Enfim, isso não vem ao caso. Agimos em pequenos grupos indo atrás de criminosos com informações sobre organizações criminosas, corrupção e possíveis atos de revolucionários...-- O homem comentava e em seguida injetava algo no corpo do jovem delinquente, o que fazia com que ele acordasse na hora.

- Você tem até o tempo que meu irmão voltar ao barco para aprender o que quiser comigo. Você vai espremer esse garoto até que ele dê toda informação que tem. Jovens braços direito são normalmente melhores que os chefes para informação, pois eles que realmente fazem tudo, o chefe normalmente é só a cara do negócio... - O rapaz puxava uma cadeira e sentava atrás do homem. - Lembre-se que tortura e interrogação não tem nada a ver uma coisa com a outra, joga com a mente dele... A polícia dessa droga de lugar não tem noção o que os criminosos estão fazendo na região.-


- Até meu irmão chegar. Vai fundo...-



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptyDom 24 Jan 2021, 14:01




A Ascensão da Justiça!

A última forma que se reservou a eternidade



Entendia a situação e tinha uma oportunidade de aplicar o que lhe foi orientado. Sabia que poderia contribuir para o andar daquela missão, ou o fim dela. Ele tentava compreender mais amplamente todo o ambiente e o que aquilo tudo poderia envolver em suas finalidades e acasos. “Interrogar..., não temos ideia de que estes bandidos estão fazendo, mas deve ser mais fácil puxar informação deste cara com base no que o 'agente especial' disse.” Imaginava que seria complicado fazer tudo aquilo sem o mínimo de experiência. “Hum. Isso vai ser complicado.” Iria enfim iniciar o interrogatório, esperava que tudo desse certo.

A bengala estaria em suas mãos, se apoiando na mesma. A espada no cinturão bélico e, desta vez, o tapa olho estaria no rosto. Teria um semblante sério, mas não queria passar a impressão de dar medo ou nada do tipo, apenas estaria com os olhos focados no rosto do meliante. Tentaria encontrar alguma direção de som, seja do mar, do vento ou até mesmo de vozes, isso seria para ter uma noção de como era o ambiente físico ao qual estavam.

Boa tarde, rapaz. – Diria. – Sou o Sargento Kenzö e tenho algumas perguntas para você. – Falei. Me aproximaria pouco a pouco do jovem. – Espero que possa nos ajudar. – Finalizei. Era bom ter pelo menos um abrangente início. Seria paciente, também esperava alguns insultos vazios e sem sentido, mas era normal. Pessoas ficariam perdidas quando suas vidas eram postas em perigo. – Primeiro me diga, quem são vocês e o que fazem? – A mão esquerda iria até o bigode, o alisando, em logo em seguida voltava até a bengala. – Me pergunto também o que vocês querem em uma ilha tão... simples como Dawn. – Daria uma pausa antes de pronunciar o nome da ilha. – Isso me faz perguntar quem é o líder de vocês, pois aquele imprestável não parecia ser. – Falei, tinha um tom duro desta vez.

De qualquer modo, em todos os casos, estaria sempre atento às respostas que o jovem daria. Poderiam ser verdades ou poderiam ser mentiras, porém, tinha ideia de que ele estaria cooperando na medida do possível quando confrontado em um quarto escuro de um navio desconhecido. Seu fim era claro: a prisão! – Veja bem, meu rapaz, eu estou sendo bem legal com você. Não quero perder um prisioneiro sem mais nem menos, mas para isso precisarei de sua colaboração. – Sugeriu. – Realmente acho que você vai nos ajudar, não vai? – Perguntei, faria isso quando ele se recusasse a cooperar.

Esperava por alguma reação do bandido, seja negativa principalmente, como positiva, mas, em todos os casos, a bengala seria útil para pelo menos assustar o rapaz. Não bateria nele, apenas colocaria a sua ponta frente ao peito e pressionaria levemente para criar uma tensão. Buscaria um ponto, com meus conhecimentos médicos, onde sua respiração se tornasse pesada e difícil. - Você teme a Deus, rapaz?




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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptyDom 24 Jan 2021, 17:33



A ascensão da Justiça

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O garoto engolia seco diversas vezes, era possível ouvir sua cabeça mexendo para lá e para cá, ele queria evitar os olhos brancos do Sargento, entretanto a curiosidade o fazia manter-se focado neles, era um grande conflito interno. "Gah" proferiu baixinho ao sentir a bengala em seu tórax. O conflito interno o fazia tremer-se por inteiro, Tenma sentiria o tremor através de sua bengala.

O medo se transformava em raiva, a raiva levava a razão embora e o jovem garoto começava a espernear, chutar, xingar e cuspir no sargento. A cada movimento brusco que o jovem fazia mais forte era a pressão colocada no peito do rapaz. O rapaz finalmente percebia não ter mais uma escolha, ele tinha que se render, persistir não era a opção ideal, ainda mais com dois oficiais da marinha parados em sua frente.

-E-eeeu falo...- Diria assustado. - Se deus existisse mesmo ele pararia o chefe, pararia vocês, pararia todo mundo. Deus não liga, eu temo aquele que causa todo o mal aqui. Eu temo ele. - O rapaz tremia enquanto tentava falar... O método de Tenma funcionara. - Existem diversos grupos por este blue e todos nós passamos por uma seleção, cometemos crimes de vários níveis... E depois somos promovidos dentro da organização... É isso! TÁ BOM? Me deixem ir!!!

Palmas viriam por de trás de Tenma, Flav soltava um riso debochado. -FUFUFU muito bom Sargento, a segunda parte da interrogação é a hora de jogar os fatos que você já tem... contra o meliante.- Flav pegava na mão do jovem, Tenma conseguiria ouvir um forte aperto. - Você usou uma combinação de psicológico com o físico, só que ambos foram bem leves. Disse que não precisava torturar o garoto, mas pressionar podemos. - Sua mão apertava a do garoto o qual soltava grunhidos e uma fala meio nervosa. - Conta para nós o que está faltando...- E com isso o aperto trocava de lugar, Flav tocava o ombro do rapaz.

- A organização é enorme, estão traçando o caminho para o Novo Mundo equanto falamos... Existem diversas divisões, eu sou da divisão de seleção e coleta. Nós selecionamos em cidades pequenas os melhores bandidos e formamos pequenas quadrilhas, coletamos os lucros dos roubos deles e com isso vamos atingindo nossa meta pessoal. Quando um coletor encontra um grupo que se sai bem nós podemos trocar de ilha... E depois disso eu realmente não sei... ninguém sabe, cada um sabe apenas sua função. Pontuava o rapaz.

- O demônio está nos detalhes... fufufu. Então você não sabe exatamente quem é o seu chefe, mas toda ilha tem um grupo desses... hmm- Flav largava o rapaz e andava para fora do quarto junto com Tenma. - O resto da viagem ele vai ficar ali pensando no que faremos com ele, se tiver mais alguma informação saberemos...-

Oscar chegava com as coisas e já preparava o barco para zarpar. O homem estava mais calado que de costume. - Não se preocupe Sargento, meu irmão realmente só fala quando necessário, eu sou o sofista da família-

O barco movia-se, a brisa parecia fazer com que o barco fosse ainda mais leve, um sorriso otimista sairia do rosto de Flav. - Seu interrogatório foi bom, mas acho que você conta muito com sua pose de durão. Eu rendi e falei com o garoto enquanto me mostrava cheio de aberturas, mostrei para ele que mesmo se ele revidasse... nada iria acontecer comigo. Você tem que ser grande não só na sua aparência de durão, sem contar que... é mais estranho do que durão ficar olhando seus olhos, mas enfim... Vá lá e tente novamente antes de chegarmos... Ainda precisamos saber como eles se comunicam e quem mandava as ordens dele... O garoto ficou acha que vou deixar passar...-



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptyDom 24 Jan 2021, 22:46




A Ascensão da Justiça!

A última forma que se reservou a eternidade



Que situação fora se meter. – Entendi. – Tenma dava uma profunda respirada ante a brisa do mar. Esperava que o barco já estivesse em movimento e, caso positivo, viraria sua face para a fronte onde o vento mais batia.

Era importante pontuar que durante o interrogatório ele estaria atento a todos os métodos realizados pelo Flav. Suas manias e também a forma com que sua voz soava. Era isso o que queria aprender para aplicar de sua própria maneira. Teria atenção também em como ele interagia com o detento, seja por toques, por movimentos leves e pesados e até mesmo por violência.

Desta vez, antes de voltar a seu ofício interrogatório, tentaria identificar e imaginar como era o local onde estavam. O barco poderia ser grande ou pequeno e isso influenciaria na duração da viagem. Loguetown era uma ilha distante de Dawn, por isso esperava talvez um dia de viagem, mas ele também poderia aproveitar aquilo com mais do que simplesmente aprender a realizar um bom interrogatório ou uma boa intimidação, ele poderia aproveitar para aprimorar seus movimentos também. Isso envolvia um estilo de combate especial, direto e específico, a empunhadura dupla! A ambidestria era a chave para um combate inesperado e muito, muito forte. Não ter uma mão fraca em um duelo de espadas e ter todas as habilidades ativas e constantes perante seu adversário era algo excelente também.

Por fim, após aguardar alguns minutos, talvez uma hora, iria iniciar os serviços militares mais uma vez. Entraria no quarto, que propositalmente tentaria deixa-lo escuro todo o tempo e daria partida em mais uma rodada investigativa. A bengala o acompanhava, como sempre, e ela seria mais utilizada desta vez. – Voltei, rapaz. – Diria ao entrar. Fecharia a porta lentamente, deixando o som do vento e as vozes exteriores irem se calando aos poucos. O silêncio do quarto escuro, de difícil visão, seria interessante daquela vez. Ele estava no controle, tinha que ter isso em mente quando aplicasse e iniciasse as perguntas. “Pense no que o Soldado me ensinou, isso vai ser mais do que vital agora. Pense que EU estou no controle e não posso deixar com que o prisioneiro tome as rédeas. Seja firme e não titubeie.” Pensei ao me encorajar. – Fiquei curioso com o que disse rapaz. Vocês são contratados, mas não sabem nem ao menos para quem trabalham? – Diria. Daria pequenos toques com a bengala no chão do barco, queria criar um clima misterioso, talvez, até mesmo de suspense. – Eu acho difícil de acreditar nisso. – Daria um toque, um pouco mais forte no chão, bem próximo do pé do detento.

A qualquer momento teria noção de alguns aspectos naquele local. A visão do prisioneiro era claramente afetada pela escuridão, isso estaria a meu favor, além disso sua voz seria mais alta e teria mais abrangência no quarto, para que eu pudesse ouvi-la com mais facilidade e isso preencheria o local para melhor ambientação. Infelizmente não poderia ver como ele expressava o que diria, nem ao menos se tentasse fazer algum tipo de movimento corporal, mas era um detalhe que poderia ser abstraído no fim das contas com os elementos que tanto me importavam, a voz e reação de suas respostas.

Continuaria então. Aplicaria os pontos que o Soldado Flav me orientou. – Me diz, como vocês se comunicam? Quem são seus mensageiros? – Indagaria, daria mais um toque no chão com a bengala ao fim da frase. – E realmente me intriga como vocês trabalham para alguém sem saber quem é. Nem um nome? – Encostaria a ponta da bengala no pé do detento. – Um nomezinho sequer? – Diria em um tom mais leve, mas não descontraído.

A postura seria menos durona como da última vez, porém ainda assim tentaria ser o mais imponente o quanto possível. Suas mãos estariam sobre a bengala e seus olhos, vazios e sem vida, sempre apontados para a direção da voz do rapaz. Estaria ereto, com uma postura militar perfeita, e também prepararia reações de acordo com suas respostas, como um acenar de cabeça e também um bufar com sua negação de respostas. Por fim, caso ele não se mostrasse tão “compassivo” teria alguns métodos menos ortodoxos. – Vamos, eu não quero ser tão ruim com você... – Diria. – Não tema a Deus nem o Diabo, tema a mim. Eles não podem te ajudar aqui.




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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptyQui 28 Jan 2021, 01:15



A ascensão da Justiça

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A volta do cego fazia o garoto tremer, isso e o balançar do barco, não saber para onde estar indo era algo extremamente assustador ainda mais por ter sido retirado de sua ilha sem mais nem menos. O garoto se arrastava no chão, parecia buscar algum canto para se esconder, ato falho visto que Tenma andava em sua direção com tranquilidade mostrando uma postura muito mais confiante do que anteriormente.

Os toques de bengala no chão faziam com que o rapaz se assustasse ainda mais, Tenma não havia notado ainda, mas era o dono daquele local, toda a situação estava sob seu controle. O rapaz congelava ouvindo as perguntas e as batidas. Ele não respondia uma por uma pelo simples fato de ter medo de interromper o homem. 3 minutos se passaram desde que Tenma falou "Ele não podem te ajudar aqui", o jovem parecia estressado demais, seu cansaço era assustador, suava como se tivesse corrido uma maratona.

- Morgan Oats- Falaria com a voz trêmula. - Esse é um dos comandantes, o único que sei, ele está na Grand Line... - Uma lágrima escorria no rosto do rapaz.  - Não há muita comunicação... Eu sei que eu era pago para vigiar os crimes e acompanhar o Leo... o cara que você matou. Enquanto não tinha ordem a gente só mandava os novatos cometerem crimes... podiam trabalhar como mercenários, o que quisessem, desde que toda semana pudesse ser feita a coleta na casa... As semanas que recebíamos recados eram simples, em alguns postes eles colocavam faixas roxas pequenas para sinalizar o encontro, daí à noite íamos de encontro a eles no porto... Mas só quando era pra um roubo específico ou promoção... Sempre varia quem dá o recado, mas... eu sei que o método é sempre o mesmo, troquei de ilha e era assim antes também. Moço, por favor, eu não posso... eu não vou sobreviver. Pontuava o rapaz.

Palmas altas eram ouvidas do outro lado da porta, Flav adentrava no recinto e amigavelmente tocava no ombro de Tenma. - Muito bem, Sargento. O método utilizado foi bem melhor agora, sua dominância na sala foi incrível, estava ouvindo tudo ali de fora, parabéns...- Virava-se para o jovem. - Desgostei de você, não precisava mentir pra mim FUFUFU... Morgan Oats, esse nome não me é estranho... preciso me informar melhor sobre ele. -

- Eu sei que tem ilhas que até mesmo marinheiros ajudam...- O rapaz falava em tom baixo tentando não interromper Flav. - Um esquema de contrabando de mercadoria roubada junto a revelação de corrupção dentro do Governo... ótimo.- O rapaz falava animado, tinha interesse em como a situação se desenrolaria. Flav chamava o garoto e Tenma para o lado de fora, era possível sentir as ondas balançando o navio, agora prestando mais atenção ouviria as vozes de outras pessoas, todos conversando sobre trabalho, eram marinheiros andando para lá e pra cá, aproximadamente 8.

-Pois é rapaz, tenho uma proposta para você. Aliste-se conosco. Esqueça a vida de crime. - Era um convite despretensioso, o rapaz estava muito tranquilo e ciente da dificuldade que o menino teria para se adaptar.

Antes que o garoto pudesse responder, mais uma vez Flav tocava no ombro de Tenma e o levava para outro lado do navio.- Em mais meio dia chegaremos ao seu destino, Sargento... Acho que irei para a Grand Line também, o capitão sempre nos ensinou a evitar conflitos que possam sujar o nome do governo, e essa droga desse tal de Morga... É, eu preciso acabar com ele. Posso te acompanhar para a Grand Line? Nossa missão de te observar iria encerrar aqui mesmo, mas eu gostaria de manter-me ao seu lado... Você é divertido... É... divertido.-



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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptyQui 28 Jan 2021, 20:12




A Ascensão da Justiça!

A última forma que se reservou a eternidade



Os dizeres de Flav eram empolgantes. Ele reconhecia o avanço do cego naquele quesito que ele realmente se importava em aprender. Não só isso como também era elogiado ao ponto de se sentir confiante para mais tarefas como aquela, provavelmente cada vez mais difíceis. – Obrigado, soldado. Você seria muito útil ao meu lado, seria um prazer ter sua companhia. – Complementei. E realmente, ele falava com confiança e certeza. Não só ele como também seu irmão se mostrava peças importantes para o desenrolar dos fatos que o destino lhe reservara.

Pois bem. Ele caminharia então em alguma direção onde pudesse descansar sossegado. Teria o trabalho, pelo menos, de conversar com o detento sobre os assuntos admissionais, queria saber seu interesse e também sua capacidade de ser um marinheiro. – Olá, jovem. – Proferi em sua direção. O buscaria pela voz ou coisa do tipo. – Ouvi a proposta que recebeu e queria saber se realmente acha que isso terá peso em sua vida. – Falei. Aguardaria sua resposta e daria atenção a suas reações sonoras. O que ele diria, como ele diria e com que fim ele diria? Era realmente uma escolha muito importante, talvez uma das mais difíceis de sua vida, por isso deveria ser tomada com toda precaução. – As vezes, garoto, este serviço é uma passagem apenas de ida.

Por fim, buscaria um quarto separado, descansaria, deitado ou sentado, enquanto aguardava o fim da viagem. – Meio dia é muita coisa... – Sussurrei. – Morgan Oats. Quem é esse desgraçado?

INÍCIO DO SONHO

- Filho, vá falar com seu avô! – Disse o pai do garoto com venda nos olhos. Obanai erguia sua mão, tocava o rosto do menino e dizia: - Tenma, ele foi um grande herói da marinha no passado! Olha que legal! Ele salvou muitas vidas! – O homem, que neste sonho estava bem mais jovem do que n anterior, sorria contente. As roupas de pescador e algumas cordas e baldes no canto da casa indicavam que o filho do idoso dentro da casa tinha tomado um rumo bem diferente. – Heh... eu... – O homem era surpreendido, interrompido na verdade pelo velho. Ele era alto e tinha um porte físico bem avantajado. – Filho, Obanai, não encha a cabeça do garoto de histórias antigas... – Tenma sentia que o tom de voz do velho era como de alguém bem arrependido. Sua voz era falha e pesada, além de ser bem... melancólica. – Pai, veja bem, foi apenas um mal entendido! Por favor, não leve o que aqueles velhos estúpidos disseram. – Obanai corrigia seu pai. Mais uma vez Tenma percebia que o sentimento deles era intenso, como se algo ocorreu injustamente para com seu avô. O velho suspirava profundamente.

FIM DO SONHO

O velho botânico acordava com lágrimas escorrendo por seu rosto. Elas eram amargas e pareciam ter um peso inimaginável sobre o rosto do rapaz. – Vamos lá... – Sussurrou em seu interior, como se buscasse uma força para algo que estava muito, muito além de seu alcance e poder. “Restaure a honra da família Naoki, por favor.” As palavras de seu pai ecoavam em sua mente. Parecia que ele estava ali, ao seu lado, falando aquilo. O coração do cego acelerava e uma força triste, bem profunda, irradiava em seu coração.

Se levantaria, respiraria fundo, e procuraria por Flav. – Alguma novidade? – Perguntaria quando o encontrasse. Caso negativo ele buscaria um espaço reservado e treinaria alguns movimentos e golpes de espada com sua mão esquerda. Sim, estaria treinando sua ambidestria desta vez. Rasgaria o ar bem devagar e leve, com paciência e delicadeza também. Murmuraria com os movimentos. Realizaria um longo deslize horizontal e outro vertical, em seguida faria a mesma coisa, porém na direção oposta. Realizaria também cortes diagonais de baixo pra cima e de cima pra baixo. Um de seus principais objetivos era conquistar a firmeza não treinada em sua mão.




Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptySeg 01 Fev 2021, 14:57



A ascensão da Justiça

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Flav ouvia o Sargento e apenas sorria e exalava um pouco de ar pelo nariz, parecia ter ficado sem graça. Movia-se por entre os marinheiros até encontrar o rapaz que havia interrogado, encontrar ele foi fácil, seus batimentos ainda estavam muito rápidos, respirava fundo puxando todo ar do mar para dentro de si, estava num misto de procurando paz e esperando pelo pior.

Ouvia atentamente Tenma e em seguida sorria de volta para ele. - Alguém como eu não tem segundas chances...- O rapaz comentava meio triste. - Não sei se mereço, não sei se quero...- Continuava seu desabafo puxando o ar para o pulmão e se espreguiçando. - Não serei aceito... em lugar nenhum...  Mas algo hoje me deu uma luz... É como se vocês tivessem me puxado para a realidade... Depois me conte o que fez você virar marinheiro...- Comentava meio grato e então se retirava.

Tenma após a breve conversa iria cochilar, perdido em seus sonhos, talvez lembranças perdidas de outro alguém, via sua família em uma perspectiva nova, não era uma lembrança dolorida, mas também não era a mais agradável de se ter. O rapaz acordaria com a respiração pesada, não foi um pesadelo, mas a intensidade de sua sanidade durante o sonho lhe deixou abalado.

Ao ir até o lado de fora já esbarra em Flav e o questionava.- Olá olá flor do dia. Que bom que já acordou. Estamos 15 minutos de Logue Town, finalmente. Eu queria falar com você, sargento... -  Flav pegava a mão do sargento e colocava em seu rosto e em seguida no rosto da pessoa ao seu lado. - Meu pai era cego também, foi por ele que eu aprendi a rastrear, informar e buscar informações... ele não enxergar me fez querer ver muito além... muito além do que qualquer outro. - Dizia o rapaz com um sorriso sem graça novamente. - Eu quero acompanhar você, por isso agora você sabe o formato do meu rosto, assim ninguém nunca vai te enganar... e meu... passa um creme nessa mão áspera, meu senhor.... - O rapaz ao fim de sua frase voltava ao seu eu mais cômico e desrespeitoso.

- FAZ EM MIM TAMBÉM!!! - Dizia o jovem criminoso aos prantos, tinha se emocionado demais com aquela situação corriqueira, parecia não ser tão durão quanto tentou, um completo coração mole. O rapaz então pegava a outra mão de Tenma e colocava em seu rosto úmido. - MEU PAI E MINHA MÃE ENXERGAVAM, MAS NUNCA VIRAM MEU VALOR, DAI EU COMECEI A ROUBAAR. BUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA meu nome... meu nome é BENO!!! BENO MONISORI!!! BENOOOOOOOOOOOOOO Exclamava o rapaz de forma exageradamente dramática..

Tenma agora tinha o rosto dos dois em sua mente, por mais que tenha sido um momento completamente estranho e invasivo o homem talvez se sentisse confortável ao saber que aqueles dois se importavam com ele. - Não se preocupe, meu irmão não vai fazer isso... Ele nem deve ir conosco, precisam dele aqui nos blues ainda...-

-Parece que chegamos. - A fala de Flav coincidia com a parada brusca do barco. Flav levaria Tenma e Beno para fora do barco e em seguida questionaria. -Quero fazer o alistamento desse aqui rápido, você quer vir junto? Numa dessas você muda de profissão... heh... Enfim... Estamos indo para o QG, se quiser venha conosco, assim já pode retirar a sua nova espada... e pagamento. -


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MensagemAssunto: Re: A Ascensão da Justiça!   A Ascensão da Justiça! - Página 4 EmptySeg 01 Fev 2021, 16:05




A Ascensão da Justiça!

A última forma que se reservou a eternidade



Que situação..., mas pelo menos sabia que os rapazes pareciam se esforçar em reconhecer a deficiência de Tenma e ao menos se importavam em entende-la. O cego gostou, não dos toques nos rostos, mas sim da intenção deles. – Obrigado, isso significa muito pra mim. – Disse em um tom contente, o sorriso acabava por escapar e ele deixava a guarda baixa por alguns momentos. Inclusive momentos estes que ele relembrava do toque no rosto de sua mãe. A mão suave de sua progenitora acariciando o rostinho da criança cega e feliz. “As coisas eram bem mais simples antigamente...” o rapaz sorria com a piada de Flav.

Era engraçado também pensar, ou melhor, se recordar do que lhe motivou a se alistar. Pensaria por alguns segundos, talvez mais do que deveria, até dar uma resposta não tão concreta assim. Seus sentimentos pela justiça e bondade eram bem maiores do que palavras poderiam expressar. Sua maior preocupação, e sim era sincero quanto a isso, era lidar com o mal da forma como ele deveria ser tratado: com dureza e rigidez. Casos como o de Beno para ele eram explicáveis pelos inoportunos acasos da vida, mas que ainda assim teriam seus fins justificados. – Veja, meu rapaz. Você ainda é culpado e ainda deve muito a Marinha. – Disse a princípio. – Mas entenda também que não há alma que não possa ser salva. Por anos eu achei que a desgraça era algo a ser aceito e que deveríamos nos acostumar com ela, mas... a marinha me ensinou que ela não é nem um pouco aceitável. – Ele disse, com os olhos fixos em Beno. – Não me entenda mal, mas realmente acho que você possa traçar um caminho na justiça quando as injustiças que cometeu no passado forem apagadas. Não quero ser um padre ou coisa do tipo, bonzinho demais e permissivo demais, mas eu trato este papel como um dos mais importantes. Se entenda bem com o que você fez e veja se sua inclinação, algum dia, e espero sinceramente que sim, possa lhe guiar uma estrada menos problemática. – O discurso era bem técnico, afinal ele pensou por isso por vários anos durante sua adolescência e início de sua vida adulta, então ele tinha propriedade para falar. Ele também mantinha uma expressão pacífica, não queria de maneira alguma dar a entender que ele era durão ou extremista, mas era claro que não aceitaria ervas daninhas no jardim plácido e límpido da marinha.

Por fim, após os minutos que passou brandindo a espada de um lado para o outro, finalmente chegavam a Loguetown. Um suspiro aliviado saía da boca de Tenma além de um espreguiçar longo e relaxante. – Finalmente. – A mão ia até a bengala e por movimentos táteis ele reconhecia a cidade a qual descia. Daria atenção aos novos sons e também vozes que ouvira. Provavelmente seriam em sua maioria de civis até a chegada no quartel da marinha. Estava animado com esta visita, como ele interpretava, e também se animava com o que ele poderia esperar. “Uma espada nova? As medalhas? Interessante.” Mas sabia que além do que ganharia ele teria muito a escutar. A última missão não foi lá um sucesso, então teria de abaixar a cabeça e manter os pés no chão para ouvir o que seus superiores diriam por conta da inadimplência cometida pelo agora Sargento da marinha.

O cego também poderia aproveitar a passagem pelo quartel para adquirir novas armas, ou até outras coisas. Procuraria pela infantaria e tentaria receber uma espada nova, de qualidade e acabamento superiores a atual. Também esperava encontrar coturnos novos e um coldre mais apropriado. Por fim apenas tomaria um refrescante banho e partiria para a próxima oportunidade de se provar um valioso marinheiro. Uma destas oportunidades seria uma aula com algum militar que pudesse lhe dar mais dicas sobre a intimidação, afinal isto seria bem útil quando usado junto com suas novas habilidades interrogatórias. - ... – Murmurou Tenma ao procurar por alguém no quartel que tivesse tais habilidades.

- Bom dia, senhor. Sou o Sargento Tenma e busco encontrar algum tipo de biblioteca ou professor que possa me habilitar em termos interrogativos e intimidatórios. – Falaria, sempre com cordialidade e educação. Mesmo cego queria manter a postura de que estava muito bem habituado ao ambiente. Não queria passar a impressão de ser apenas um pobre e indefeso cego que milagrosamente conseguiu se alistar. Aguardaria a resposta e tomaria as direções apresentadas.

No local designado tentaria buscar por algum livro, ou pessoa, que pudesse contribuir com seu aprendizado. – Bom dia, senhor. Sou o Sargento Tenma e me indicaram o senhor, ou este local, para aprender e aprimorar algumas novas habilidades. – Diria, bem sugestivamente. Como sempre tentaria manter a postura e sem perder a educação. Escutaria com atenção cada detalhe explicado pelo responsável da área, ou até mesmo pelo tutor de tais dotes.




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