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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp

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MensagemAssunto: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptyDom 22 Nov 2020, 17:01

Relembrando a primeira mensagem :

Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cory Atom. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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Kiomaro
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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptyQua 02 Dez 2020, 15:34




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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Trato feito!


Jerry não era somente um louco, ele era um louco com informações valiosas, meu pai sempre me alertou que a linha entre a loucura e a genialidade era muito tênue e por isso manter os loucos ao seu lado pode ser crucial progredir, se não fosse esse velho conselho eu talvez tivesse seguido os puxões de Pietra e abandonado o velho Jerry naquele bar e dessa maneira talvez não decifrasse o primeiro enigma daquele diário encardido. “É… O velho talvez tenha razão em chamar Jerry de gênio incompreendido”.

Meus olhos que estavam sedentos por informação quase pularam das órbitas ao ouvir da boca de Jerry o conteúdo do diário, no fundo eu não acreditava que ele seria capaz de decifrá-lo, mas como um ladrão mais experiente que eu o maluco sabia bem como ler aquele código. Toda informação contida naquele diário gruda em minha cabeça como cola e enquanto a voz de Jerry proferia as palavras eu podia me imaginar dentro da cena descrita, conseguia ver a minha frente o Capitão pé-de-convés e seu semblante rígido, parado de braços cruzados no navio como uma pedra, imovel, imaginava também a tempestade, tão cruel que os ventos pareciam cortar a pele de quem se atrevesse a ficar em pé no convés principal e quando tentei imaginar a forma com que o roubo foi feito…. Minha cabeça doeu como se tivesse recebido um golpe!

Saio daqueles pensamentos como se tivesse acordado de um sonho ruim, daqueles em que você sente que caiu do quinto andar de um prédio e me sinto inconformado com aquela sensação “Como… Como ele conseguiu fazer isso? Isso sequer parece algo desse mundo… Como alguém conseguiria fazer isso?!”. Se o descrito no diário fosse realmente a verdade o abismo entre mim e o maior ladrão ainda era imenso, mas por mais que parecesse loucura eu não duvidava das palavras de Jerry e aquilo que parecia ser uma mera ficção vinda de um diário no qual nada pudesse ser verdadeiramente provado na minha cabeça se tornava uma meta, algo a ser superado.

-O maior ladrão fez algo dessa magnitude….- Diria com a cabeça baixa, ainda refletindo sobre aquele feito. -Se ele fez algo desse tipo então acho que só resta….- Fecharia com força os punhos e serraria os dentes abrindo um largo e esperançoso sorriso para por fim erguer a cabeça e dizer com toda a minha convicção. -Fazer um plano muito maior!!- olharia para Pietra e levantaria de súbito, rumo à saída daquele estabelecimento, o motivo era apenas um, não podia perder nenhum segundo sequer, o plano que antes era praticamente inexistente agora parecia claro na minha cabeça, queria começar os preparativos o quão cedo eu conseguisse, mas antes não poderia esquecer os bons modos para com o meu amigo Jerry. -Agradeço pelas informações Jerry, meu pai estava correto a seu respeito afinal… Tome.- E como tão natural quanto respirar retiraria o resto do dinheiro da carteira do rapaz desavisado que pagou nossa bebida e entregaria a Jerry, então piscaria com o olho direito para ele e sairia do restaurante, acenando com a mão para que Pietra me seguisse, caso ela mesma já não tivesse percebido minha intenção de deixar o local. “Se der problema vai sobrar pro Jerry e não pra mim pelo menos....”.

Já do lado de fora eu começaria a andar em ritmo moderado, contando-lhe passo a passo do meu plano. -Você queria um plano genial certo? Eu não poderia oferecer nada menor que isso se quiser me proclamar o maior ladrão….- Dessa vez tanto minha voz quanto meu semblante estariam mais sérios do que da ultima vez que eu havia anunciado o plano, deixando claro que dessa vez eu não estaria simplesmente blefando. -Precisamos reunir o máximo de informação sobre as pessoas encarregadas da confecção do barco desse Yasuhiro, eu irei me infiltrar como “chefe de marcenaria” e tirar do caminho qualquer um que diga o contrário,  em uma semana terei toda a rede de confecção do barco em minhas mãos e farei com que o golpe aconteça bem debaixo do nariz deles. Eu irei me infiltrar sozinho na equipe responsável pelo barco, mas vou precisar manter contato com você durante o golpe para combinarmos a fuga, então vamos precisar de um daqueles caracóis de comunicação e um para interceptar conversas e eu sei exatamente onde conseguir um bom preço por eles.- Usando minha intuição de ladrão tentaria localizar um local de vendas ilegais nos becos mais obscuros daquela cidade, mas antes teria que passar novamente no banco mundial e retirar de lá todo o dinheiro que havia guardado, não esperava que teria que gasta-lo assim de cara, mas grandes planos exigem sempre grandes quantidades de dinheiro, se tudo desse certo eu conseguiria cobrir aquele valor gasto quando tudo estivesse acabado. Assim que encontrasse o local de vendas aconselharia a Pietra em um tom de advertência: -As pessoas aqui não gostam de sentir que estão sendo seguidas, então tenta não encarar ninguém nesse lugar.-E Ignorando meu próprio conselho passaria pelas pessoas naquele ambiente conferindo absolutamente tudo que elas estavam fazendo, a não ser que Pietra tentasse me impedir, até que chegasse na pessoa encarregada pelas vendas para questioná-lo sobre os den-den-mushi, proferindo as palavras como se estivesse pronto para fazer negócios: -Estou aqui para conseguir um bom preço por dois baby Den-Den-mushi e um black dendenmushi.- aguardaria o encarregado dizer se tinha ou não as mercadorias e caso ele tivesse prosseguiria com um olhar desconfiado. -Pode-me assegurar que eles funcionam perfeitamente? Gostaria de testa-los antes de começar a fazer negócios…- Cruzaria os braços e o fuzilaria com meu olhar de ladrão que sabia muito bem como se faziam negócios no submundo, era mais do que comum os negociantes oferecerem produtos falsos, principalmente quando se tratava de caracóis, qualquer idiota poderia falsifica-los. Uma vez tendo feito os testes e garantindo que eles eram verdadeiros, estaria na hora de usar a minha lábia para conseguir um desconto ainda maior do que o habitual no submundo. -Vejo que eles funcionam corretamente, mas algo ainda não está certo…- apontaria para os caracóis e faria uma expressão de desgosto, independente do estado que eles se encontrassem -Olhe só para esses Den-Den-mushis, eles estão pálidos, certamente não são alimentados corretamente aqui no submundo, parecem que vão ficar doentes a qualquer momento e se isso acontecer meu plano será um fracasso, este homem aqui parece estar tentando passar a perna em nós dois não acha navegadora?- Olharia para Pietra para que ela concordasse comigo e deixasse o vendedor numa saia justa. -Veja bem…. Eu sei tão bem quanto você que os produtos aqui no submundo são de qualidade inferior e eu não estou aqui pedindo excelência ou algo do tipo, mas pelo aspecto desses caracóis à minha máxima oferta por eles será 12 milhões e 600 mil berris... - Seria mais facil negociar estipulando esse valor baixo, caso o negociantes achasse um absurdo minha oferta eu aumentaria um pouco o valor.-Vejo que você valoriza sua mercadoria mesmo estando ciente de que se trata de um produto de qualidade inferior, darei minha última oferta ... 13 milhões, é pegar ou largar.- Diria já jogando o dinheiro na frente do negociante e estendendo a mão para  que ele me entregasse os Den-Den-mushi, se mesmo assim não funcionasse eu faria uma expressão impaciente e tiraria o dinheiro de sua frente. -Espero que saiba com quem você acaba de recusar negócios com Cory Atom… Vamos embora… Pietra….- revelaria nossos nomes numa última tentativa de intimidá-lo com nossos nomes de procurados pela máfia e caso isso fizesse ele mudar de ideia eu entregaria o dinheiro e pegaria os caracóis, deixando o local com um sorriso de orelha a orelha. Caso tudo ocorresse errado eu procuraria outro local para tentar negociar.

Se conseguisse os Den-Den-Mushis entregaria um dos de comunicação para Pietra e com um sorriso amigável diria. -Esse vai ficar com você… Vamos nos separar agora e provavelmente só vamos nos reencontrar daqui uma semana, me ligue caso tenha alguma informação importante ou só quiser desabafar mesmo.- Daria uma risada e me despediria virando de costas e acenando com a mão para ela, mas para onde eu iria? Uma biblioteca é claro.
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Como Pietra já havia me dito havia uma biblioteca dentro da universidade e eu queria estudar um pouco sobre estratégia para elaborar um plano bem estruturado quando tivesse todas as informações ao meu alcance, por isso iria até essa tal biblioteca e tentaria reunir o maior numero de livros sobre estratégia possível que houvesse no inventario de lá, então me sentaria em algum local solitario para estudar sozinho como se fosse um aluno qualquer da universidade e não o ladrão que estaria prestar a virar aquela cidade de cabeça para baixo.




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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptyQua 02 Dez 2020, 22:20


Narração - Cory Atom



Jerry recebia o dinheiro em mãos e ficava até mesmo sem jeito. Antes que pudesse falar qualquer coisa Cory já saía e o deixava para trás... - ATÉ LOGO, CORY... MANDE NOTÍCIAS... - E então sumia do campo do garoto.

Pietra ia correndo atrás do Cory empolgadíssimo e o garoto contava para ela conforme andava com rapidez naquele dia ensolarado todo o seu plano de roubo... Quem visse de fora, pelo tom com que ele dizia, poderia muito bem achar que os dois estavam em um encontro alegre de casal. Pois um olhava para o outro com olhares apaixonados... Mas poucos saberiam que a verdadeira paixão deles era pelo roubo que estava em curso.

- Mas, Cory... - Pietra parava e o segurava. - Isso ainda é muito simples. Não tem nenhum show a ser visto... - Ela falava em tom sugestivo, como se o provocasse. Talvez tudo o que ela queria era ver até onde o ladrão poderia ir para enfrentar o maior ladrão do continente. - Não que já não esteja perigoso o suficiente... - Após falar isso ela parecia voltar a realidade. Olhava para trás, por cima dos ombros, e então olhava ao redor. Cory também sentiu. Os dois certamente não haviam parado de serem observados nem por um instante.

Prosseguiram rumo ao Banco. Foi atendido por outra pessoa e retirou o dinheiro com facilidade. Ao olhar nos arredores não conseguiu encontrar ao certo o submundo, talvez por ainda ser plena luz do dia. Foi Pietra, com sua experiência e conhecimentos da ilha, quem fez uma careta para o ladrão perdido e o guiou até um beco cheio de musgo em que foi possível encontrar um contrabandista.

-Vejo que eles funcionam corretamente, mas algo ainda não está certo… - O contrabandista que tinha um sorriso zombeteiro fez uma careta para Cory como se nada do que o garoto lhe falasse pudesse convencê-lo. Mas a enxurrada de argumentos que veio a seguir foi tão constante e penetrante que ele terminou se rendendo. - CERTO, CERTO... PODE LEVAR... - Dizia cruzando os braços. O preço final fora de doze milhões e 600 mil berries. - Malditos larápios...

-Esse vai ficar com você… Vamos nos separar agora e provavelmente só vamos nos reencontrar daqui uma semana, me ligue caso tenha alguma informação importante ou só quiser desabafar mesmo. - Cory saía acenando para ela, que simplesmente se mantinha com uma carranca no rosto enquanto segurava o den den mushi com uma expressão impaciente. Era possível interpretar claramente que ela odiava a forma como ele a havia excluído dos planos de supetão mas que também sabia que no fundo ele havia feito tudo daquela forma para provocá-la.

- Bem... Não é como se eu também não tivesse nada para fazer... - Dizia tentando atacar a curiosidade de Cory como vingança. - Tente não morrer. - Falava em tom macabro e sombrio.

Chegando à biblioteca Cory não teve dificuldade de conseguir os livros de estratégia. Haviam vários tipos de livros, desde Grandes Estrategistas da Histórias até Teoria dos Jogos mais focados em estratégia. Ele possuía diversos livros à disposição dele naquele local e por incrível que pareça do lado de fora da biblioteca, em um área pública, tinha até um grupo com diversos estudantes aceitando desafiantes em jogos de xadrez.

Nem por um instante parou de se sentir observado.

Jerry:
 

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''.....''

- Cindy Vallar  

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GUAP:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptyQui 03 Dez 2020, 00:41




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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The Queen’s gambit



Ao virar de costas para Pietra sinto um forte aperto no coração.... Por deixá-la? Claro que não! A miserável atacou a minha curiosidade de propósito! Aquilo doía tanto quanto um dos socos daquela roqueira de Toroa…

A sensação de estar sendo seguido não sumiu mesmo depois de ter despistado Jerry, me perguntava se ele havia ido atrás de mim depois que o deixei no bar, isso me causava certos calafrios....

Dentro da biblioteca foi fácil encontrar o inventário de livros de estratégia, todos pareciam ter informações valiosíssimas sobre aquela arte e meus olhos curiosos brilhavam só de imaginar o conteúdo de dentro das suas páginas, estudá-los seria um deleite tão grande quanto aplicar suas informações na vida real, mas havia algo que me chamava ainda mais atenção do lado de fora da biblioteca. Ao ver aquele grupo de alunos jogando o que parecia ser uma partida de xadrez minha mente se encheu de nostalgia, lembrava da época em que jogava e perdia todos os dias para Kouha e como era frustrante a sensação de nunca vencê-lo no jogo, sem hesitar eu sairia correndo daquela biblioteca deixando um ou dois livros de estratégia fora das prateleiras para poder estudá-los depois e me apresentaria aqueles estudantes metidos a espertos em alto e bom som. -Olá, me chamo Cory Atom! Quem aí está afim de ser derrotado pelo futuro maior ladrão do…. Eu disse ladrão? Eu quis dizer… Maior campeão do mundo!!- Caso nenhuma partida estivesse sendo jogada furaria a fila e me sentaria de braços cruzados na frente do tabuleiro com um sorriso esperto no rosto, esperando o ataque do meu oponente se ele estivesse de brancas, caso eu que estivesse sairia com o peão do rei com um único pensamento “Atacar com tudo!!”. Caso já houvesse uma partida sendo jogada eu me queixaria. -Que droga! Ei, acaba logo com ele!!- Sempre em voz alta, como se torcesse em uma briga de rua.


~Inicio do aprendizado- Estratégia~

“Eu me perguntava todos os dias por que não conseguia vencer Kouha naquele jogo, xadrez era um jogo tão simples que não precisaram me explicar duas vezes as regras para que eu ja soubesse a função de cada peça no tabuleiro bem como suas posições, mas por algum motivo obscuro e maldito simplesmente move-las não implicava em vitoria naquele jogo, Kouha parecia saber disso como ninguem e confesso que ele se divertia vendo como eu me debatendo de odio ao final de cada derrota, infelizmente não tinhamos livros de estrategia a bordo do navio, então só me restava tentar aprender com as infinitas derrotas que eu sofria, nunca conseguindo assim um dominio completo do jogo, muito menos sobre estrategia”

Quando fosse enfrentar o meu adversário no xadrez eu faria de tudo para capturar o máximo possível de peças dele, movendo todas minhas peças de maneira descoordenada rumo ao lado dele do tabuleiro até que o primeiro jogo chegasse ao fim, caso eu ganhasse daquela forma eu sequer comemoraria e impaciente chamaria o próximo oponente até que um me derrotasse. -Esse aqui não deu nem pra aquecer. Chama o próximo!- Mas se eu perdesse ficaria frustrado e reclamaria de trapaça. -Ele deve ter roubado! Acreditem em mim, eu sei quando uma pessoa rouba!- Ao perceber que estava falando demais eu me retiraria do local, pisando forte e me debruçando sobre os livros de estratégia.

Aos poucos começaria a ter mais contato com as noções básicas do jogo, bem com aberturas e a importância de se dominar o centro para conseguir vantagem e isso expandiria e muito meus horizontes perante o jogo, quase como se tratasse de um jogo totalmente diferente, o jogo não se resumia em apenas capturar o rei do adversário, era também sobre se posicionar melhor que seu adversário para construir uma vantagem sólida na sua frente. “Então as peças não servem só para serem sacrificadas? Elas têm valores e importâncias diferentes? Isso está começando a ficar interessante….”

Estudaria por algum tempo até absorver totalmente as noções básicas do jogo e retornaria ao jogo, dessa vez um pouco menos arrogante, embora ainda não tivesse desistido completamente do meu orgulho. -Voltei mais forte seus nerds! Segurem as carteiras pois Cory Atom vai derrotar vocês!! Eu disse carteiras? Eu quis dizer cadeiras….- Dessa vez não ficaria tão afobado para jogar e observaria com calma o que as pessoas estariam fazendo nos jogos e quando chegasse minha vez tentaria utilizar as noções básicas que aprenderia nos livros, atacando de maneira mais concisa e ordenada buscando o domínio do centro. Claro que aquilo não seria o suficiente para vencer todas as partidas, eu deveria estar ao menos no nível iniciante naquele momento, portanto quando fosse derrotado eu levantaria igualmente frustrado e reclamaria novamente. -Malditos nerds! Me aguardem, voltarei cinco vezes mais habilidoso!!!- E sairia rumo a biblioteca, novamente me debruçando sobre os livros.

“eu não entendo… Eu já sei o que fazer com as peças e já sei as noções basicas de estrategia, porque eu ainda não consigo ganhar dos nerds?!” Dessa vez me aprofundar ainda mais nos livros de estratégia, não me limitando só aos conhecimentos do jogo mas sim as noções gerais de estratégia.

livros de estrategia escreveu:
Será vencedor quem souber quando lutar e quando não lutar;
Será vencedor quem souber como manobrar tanto forças superiores como as inferiores;
Será vencedor aquele cujo exército estiver animado do mesmo espírito em todos os postos;
Será vencedor quem, autopreparado, espera para surpreender o inimigo despreparado;
E será vencedor quem tiver capacidade militar e não sofrer a interferência do soberano.

“Mas que palhaçada, por que os livros de estratégia gostam de falar em enigmas? Parece até com esse meu livro do maior ladrão….” porém aos poucos aqueles preceitos até então enigmáticos ficariam mais claros na minha cabeça e eu começaria a entender as entrelinhas da arte da estratégia. “Não se trata somente de dominar o seu jogo…. Para vencer a guerra é necessário dominar o jogo do oponente e entrar na sua mente. Dominando o inimigo e o meu proprio jogo eu posso ser capaz de vencer todas as lutas, dominando apenas o meu proprio jogo eu só seria capaz de vencer algumas lutas, não dominando nem o meu jogo nem o do meu inimigo perderei todas elas…. Pensando bem até que faz sentido eu nunca conseguir vencer o maldito Kouha”.

Voltaria aos jogadores de xadrez depois de estudar aqueles preceitos de estratégia mais gerais, dessa vez deixaria minha arrogância de lado, embora por dentro estivesse arrogante, meu inimigo agora deveria me subestimar e eu usaria isso ao meu favor. -Qual de vocês vai querer me enfrentar dessa vez?- Diria apenas com sorriso semiaberto e me sentaria pacientemente em frente ao tabuleiro, preparado para aniquilar aquele que se sentasse à minha frente. Dessa vez mudaria completamente meu estilo de jogo, prepararia armadilhas para que meu adversário caísse e desconfiaria de cada um dos seus movimentos, fingiria fraqueza para que ele ficasse arrogante e quando finalmente seus movimentos parecessem descoordenados eu o esmagaria, esperaria com essa estratégia manter uma boa taxa de vitorias, mas sabia também que poderiam haver alguns capazes de me enfrentar, porém quando esse momento chegasse eu não mais me retiraria para a biblioteca buscando aprender mais com os livros, eu apertaria a mão do meu oponente e com um sorriso cínico diria olhando em seus olhos: - Foi uma boa partida….-. Eu não estaria simplesmente abrindo mão do meu orgulho, apenas haveria entendido que o segredo para uma boa estratégia estava em estudar o oponente e não apenas nos livros, observaria os jogos seguintes daqueles que me venceram e tentaria observar suas principais fraquezas para utilizar contra eles em partidas futuras, ficaria por lá até que o grupo de enxadristas ou até derrotar todos eles e ter dominado toda a teoria da estrategia

~Fim do aprendizado~


-Ufa… Acho que por hoje já chega... - Olharia para o céu e verificaria que horas seriam ao final do aprendizado, provavelmente estaria com fome e procuraria uma lanchonete dentro da universidade para me alimentar e descansar um pouco, não me preocuparia muito com o preço da comida pois ainda tinha muito dinheiro sobrando, tudo que eu queria gostaria naquele momento era um pouco de descanso, afinal não havia uma fadiga mais forte do que a mental.



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Última edição por Kiomaro em Qui 03 Dez 2020, 15:36, editado 1 vez(es)
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Narração - Cory Atom



Cory revezou as derrotas no xadrez e o estudo de estratégias progressivamente até que conseguiu vencer com cada vez mais frequência. Os adversários que antes estavam vencendo com bastante facilidade as estratégias desleixadas do ladrão iam cada vez mais sentindo a maré virar. Alguns dos estudantes mais casuais passaram a perder todas as partidas para Cory. Com outros, ele teve um score levemente superior de vitórias e derrotas. O segundo melhor do ranking ele só foi capaz de vencer uma vez, o que ainda era um feito impressionante para um iniciante, pois muitos ali nem mesmo haviam vencido ele.

Mas o problema realmente ocorreu com o campeão do local.

A sensação de se sentir observado de longe ficou cada vez mais intensa em Cory.

O círculo de pessoas em torno do tabuleiro de xadrez abria espaço para alguém chegar, e o desafiante que havia acabado de ser derrotado por Cory se levantava com pressa.

Um homem de paletó e gravata se sentava no local sem dizer uma palavra. Apenas sua presença já possuía uma aura de intimidação e realeza que faziam as pessoas agirem como ele queria. Ajeitou a gravata com o indicador e o dedão e dirigiu seu olhar sério para o novato enxadrista.

- Olá, Cory Atom. - Disse-lhe enquanto um dos alunos, como se por ordem, começava a organizar as peças. - Você conheceu o meu irmão mais novo, não? Então imagino que também deva ter conhecido o meu afilhado... Peixe-Podre e Cowboyboy. Eu ensinei tudo o que os dois sabem. - O tabuleiro estava organizado e ele deixou que Cory fizesse a primeira jogada pois ele tinha as peças brancas.

O que se sucedeu foi um dezena de derrotas para o lado do novato, e todas elas em menos de dez jogadas.

- Cowboyboy tem uma acuidade acima do que eu possuo, isto é verdade. E o Peixe-Podre sempre teve métodos muito mais traiçoeiros do que os meus. - Dizia no começo da quinta partida, após Cory já ter sido derrotado com facilidade as quatro vezes. - Mas eu possuo um senso muito mais refinado de estratégia e apenas ataco quando já venci. - Ele falava em um tom bastante sério, típico da máfia. - E você, bem... Eu acho que já sei qual vai ser o seu plano. A sua lógica de sempre fazer o desafio mais complicado de uma forma improvisada é interessante... - O jogo dele era focado nos cavalos. Do tipo que tornava tudo muito mais difícil de prever em relação a como se organizava. Após as derrotas o Filho Maldito percebia cada vez mais que as peças com alta mobilidade, como a rainha e os bispos, eram apenas formas de distrair a sua atenção para os movimentos mais fatais dos Cavalos. - ... Mas também muito fácil de prever. Eu sabia que após vencer a Liga dos Doze você teria de ir ao banco. E então foi fácil começar a te seguir. Eu sei que você está planejando algo... E com certeza é contra um dos mais poderosos da ilha, pois tipos como você amam chamar atenção... - Um cavalo matava a rainha de Cory de uma posição a qual ele nem mesmo havia prestado atenção. - ... E em breve, muito em breve... Você vai dar o passo fatal. - A décima partida entre os dois nunca terminou. O Hitman apenas se levantou da mesa e fez como se fosse sair. Olhou por cima dos ombros ajeitando a gravata e disse a Cory. - Não importa o quanto você seja bom de improviso, se eu fizer as jogadas certas no começo da partida eu esgoto todas as suas possibilidades de ação para vitória. Pode observar o tabuleiro. Nada do que fizer a esta altura pode me derrotar. - E estava correto. Todos os planos de ação de Cory dali em diante estavam cerceados. O rei estava absolutamente impotente e preso às próprias peças. Qualquer curso de ação que tomasse resultaria em um xeque-mate. Os alunos se mantiveram boquiabertos.

Cory se dirigiu até um restaurante para pedir a sua janta. Já eram oito horas da noite quando comeu um ramen poderoso para afastar a fome que sentira o dia inteiro.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptyQui 03 Dez 2020, 16:55




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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Fase Um



Dentro da lanchonete, ainda comendo, relembrava a sensação ver aquele mafioso chamado hitman, sua presença parecia pesar mil quilos e empurrava meu corpo inteiro contra o tabuleiro de xadrez. Meu corpo inteiro tremia de forma que eu precisava segurar os espasmos com as mãos, mas não tremia de medo e sim de empolgação.


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Minha empolgação era tanta que não conseguiria controlar a vontade de dar uma boa risada no meio do restaurante de forma que todos conseguissem escutar. -Então essa é a vastidão do mundo?- Diria em voz baixa e daria um soco na mesa em um misto de revolta e animação. O abismo entre eu e Hitman era tão obvio que não seria exagero dizer que ele parecia ser de outro mundo e algo me dizia que esse mundo a qual ele pertencia só podia ser a Grand Line, um mundo o limite para a palavra força não existe e que a realidade e a fantasia se misturam de uma maneira quase perfeita, conhecendo melhor sobre estratégia agora eu sabia melhor do que ninguém quer bater de frente com um inimigo 100 vezes mais forte como ele seria pura estupidez, portanto eu não poderia ser preso de maneira nenhuma ir até o local onde monstros como ele são comuns e supera-lo, logo já estava decidido… Meu plano de roubo não tinha sequer a possibilidade de falhar!. “Eu deveria tê-lo agradecido pelo jogo de xadrez… hmm, acho que vou deixar um bilhete.” Pensaria ao terminar de comer e dessa vez ignorando meus instintos de ladrão pagaria a refeição, apenas para pedir também um papel e caneta para a pessoa no caixa e dizer: -Daqui a uma semana um homem elegante de paletó e gravata aparecerá por aqui procurando por mim... Diga que eu agradeci pela partida de xadrez e entregue esse bilhete pra ele, obrigado pela comida.- Entregaria o papel dobrado, com a seguinte mensagem escrita.

bilhete escreveu:
“Obrigado pelo jogo….
“ Xeque!” .
-Seu amigo, Cory Atom”

“Como eu sabia que ele me procuraria naquele restaurante?  Ele simplesmente procuraria, pode apostar sua vida nisso…”

Deixaria o restaurante com um sorriso largo no rosto e a barriga cheia, pronto para iniciar a chamada “Fase Um” do meu plano. Andaria pelos campus da universidade, olhando as placas até que topasse com a ala dos laboratórios e com o black denden mushi tentaria interceptar qualquer tipo de ligação feita naquela área já que Jerry havia dito que os boatos se espalharam a partir de lá, a minha maior chance de conseguir primeiras informações seria naquele local, contudo não me ficaria preso a somente aquela área, andaria também perto da diretoria da universidade para tentar interceptar uma ligação entre o capitão e a diretora e se tudo desse errado andaria até o QG da marinha e tomando cuidado redobrado para não ser pego por um guarda que estivesse fazendo ronda na área eu tentaria interceptar uma ligação vinda do capitão para alguém de fora.

Ficaria nesse processo de interceptação até conseguir uma informação valiosa ou até meus olhos já não conseguirem ficar abertos devido ao cansaço e então planejaria algum lugar para dormir. Penso primeiro em um hotel luxuoso, mas como Hitman sabia que eu tinha dinheiro ele provavelmente me acharia em um lugar desses..  “mas parando pra pensar ele talvez saiba que eu sei disso e por isso faça o contrario do que eu acho que ele sabe saber… Ah foda-se eu vou pro Hotel caro mesmo!”,

após a sábia reflexão Cory iria até um hotel luxuoso perguntar o preço da diária…


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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptySex 04 Dez 2020, 08:33


Narração - Cory Atom



Como forma de se opor ao Hitman, que sempre derrotava os inimigos no começo do jogo, Cory parecia começar a Fase Um do seu plano pelo final, deixando primeiro um bilhete de xeque-mate no restaurante para caso vencesse mesmo sem ter feito o seu plano a princípio.

Rondando a ULC com o seu Black Den Den Mushi Cory não pôde conseguir informação alguma à noite... A universidade parecia não funcionar da mesma forma neste período, sendo muito mais vazia.

Logo foi em direção ao Quartel General e foi bastante cuidadoso em recolher as informações com seu mais novo apetrecho.

O Quartel General parecia estar bastante vazio, o que lhe lembrou um boato que Pietra lhe havia contado logo que chegou à ilha: A Marinha de Las Camp sofria com pouco pessoal.

- Sargento Dan, boa noite.. - Atendia o denden mushi. - O Capitão Yusuhiro não se encontra... Gostaria de deixar recado? - Seja lá quem fosse que havia ligado não falava de nada muito relevante para Cory. Mas o que o ladrão podia ouvir de relevante era apenas a resposta que o sargento entregava para todos aqueles que diziam ter algo do interesse do Capitão Yusuhiro Tohara: - Certo, certo... O Capitão é bastante ocupada e por isto eu irei anotar em sua agenda... Em breve ele irá conversar com o(a) senhor(a). - E então o som dos rabiscos de algo sendo anotado.

Se dirigiu até um hotel luxuoso após algumas divagações... O que talvez fosse exatamente o que o Hitman queria que ele fizesse. Ou não. Ou SIM... Bem... Talvez não.

E assim que chegou lá o atendente lhe disse:

- Já tem alguém esperando o senhor, Cory Atom. Esta é a chave do quarto.

- Bem previsível. - A pessoa lhe disse quando atravessou a porta. - Eu sabia que você viria pra cá, Cory. - Disse-lhe Pietra. Quem você pensou que fosse?

A garota estava com uma mala aberta sobre a cama e com uma quantidade de armas de fogo que Cory não pôde saber ao certo pois todas estavam desmontadas conforme ela fazia a manutenção de todas. - E então, como foi seu dia? - Lhe perguntava limpando uma pistola desmontada com um paninho.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptySex 04 Dez 2020, 23:54




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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Fase Dois


Termino aquele dia fatídico sem quase nenhuma informação relevante sobre o barco, mas acabo conseguindo um informação que me levaria a outra, a agenda do capitão. Aquilo por si só já havia feito valer a noite, mesmo após tantos eventos catastróficos eu pensava que o dia terminaria de uma maneira positiva.

Até ouvir o atendente dizendo que havia alguem me esperando um calafrio me consome. -Claro que tem… Eu sabia que aquele cara sabia que eu sabia que ele sabia…..- Digo sacando a minha velha adaga e subindo para o quarto com um sorriso demoníaco no rosto. “Se ele já me encontrou então eu vou ao menos atacar primeiro” Pensava já me dirigindo a porta do quarto e a abro já anunciando o ataque. “uma pessima estrategia agora parando para pensar….”

-Pode vir Hitman!!! Eu vou te cortar igual um quei…. Pietra?- Olhava de cima para baixo para a navegadora inflexível e guardava a faca levemente confuso e humilhado. -Eu deveria é atacar primeiro e falar depois….-Diria entrando no banheiro sem olhar pra trás e batendo a porta, exausto, só queria um banho e um pouco de silencio para afastar aquela humilhação. Então quando saisse do banheiro vestiria quem sabe um roupão disponibilizado pelo hotel se lá houvesse  apontaria para aquelas armas todas e perguntaria para Pietra , antes de lhe contar sobre o meu dia. -Ei! pra que tantas armas?- Quando ela me respondesse eu só concordaria com a cabeça, isso se ela me respondesse ao invés de ficar brincando com a minha curiosidade, neste caso eu cutucaria seu braço com bastante velocidade até que ela abrisse a boca.

Uma vez sabendo o motivo ficaria sentado na cama com as pernas cruzadas e respiraria fundo para conta-la sobre meu encontro com Hitman. -Eu encontrei aqueles mafiosos… O hitman, na verdade ele me encontrou….- Tiraria o sorriso da cara e me calaria, deixando que ela absorvesse a informação e então prosseguiria.- Eu e ele jogamos xadrez, cerca de dez partidas, eu obviamente venci todas hahahaha.- Tentaria brincar com a situação quebrar um pouco do possivel clima tenso. -Na verdade não, eu fui massacrado. Aquele desgraçado parecia conseguir ver o futuro sei lá, ele é tão forte e inteligente quanto o demônio e é justamente por isso….- Levantaria da cama e ergueria os braços para o teto. -Que nós vamos ter que roubar aquele barco a qualquer custo!! Nem morto que eu vou deixar ele sair por cima assim com aquele paletó e gravata ridiculas! Quem em sã consciência usa esse tipo de roupa no meio da rua!- Olharia as roupas da Pietra e soltaria um simples “Ops…” e então  continuaria. -Mas não é isso que mais me irrita nele…. São aqueles olhos que parecem ver mesmo sem olhar, algo não está certo com aquele cara e isso me consome por dentro, eu não sou capaz de compreender a dimensão da sua força, mesmo sabendo que ela é imensa.- Serraria os dentes e os punhos e dessa vez faria um expressão legítima de raiva, me permitiria ser vulnerável com Pietra afinal ela já tinha sido comigo uma vez. -Não quero perder nem mais uma vez sequer para aquele desgraçado e é por isso que eu vou vencer… eu não, nós vamos vencer! E então iremos para a Grand Line e seremos mais fortes que qualquer um desses mafiosos imbecis de West Blue, conto com você navegadora.- Após o discurso pomposo me jogaria na cama e deitaria de lado tentando dormir. -Amanhã vamos roubar uma agenda, boa noite-

Minha mão não havia parado de tremer mesmo após sair da lanchonete, se ela ainda tremesse enquanto eu estivesse tentando dormir eu a seguraria com a outra. “Sim, no fundo eu sentia medo, na verdade estava tão apavorado quanto estava animado, mas não havia espaço para aqueles dois sentimentos dentro do mim, então me forçava a cada passo melhorar para nunca mais sentir medo, quando pensava daquela forma o medo se dissolvia mas ainda assim em certas doses ele me afetava, acho que é isso que as pessoas costumam chamar de prudência…."

Tentaria acordar o mais cedo que pudesse e sem perder tempo levantaria da cama com um salto, trocaria de roupa e me alongaria antes de acordar Pietra, caso ela mesma já não tivesse acordado sozinha. - Está pronta navegadora? Hoje vamos atrás daquela agenda!- ânimo e força já estariam restituídos naquele momento, então me aproveitaria disso para planejar uma forma de não pagar o hotel. -Quer me ajudar com um plano Pietra? Vem comigo e aja naturalmente hihi- Olharia para a navegadora já desperta com um brilho nos olhos de quem havia pensado nisso no momento que pisou no hotel.

“oque foi? você achou mesmo que eu pagaria por esse hotel caro?”

Iria até a saída do hotel e perto da recepção eu tentaria localizar  um hóspede que tivesse um semblante gentil e honesto, o tipo de pessoa que não gostaria causar uma briga por pouca coisa e então pediria um copo de vinho para algum dos funcionários do hotel e andaria com Pietra em sua direção, conversando com ela como se não conseguisse prestar atenção em mais nada ao redor e num infortúnio meramente calculado eu esbarrava no homem, derramando sob suas vestes uma pequeníssima quantidade de vinho, não o suficiente para que ele ficasse inapresentável mas faria o meu rosto mais pálido e arrependido e começaria a me desculpar. -Pelos reis dos mares o que foi que eu fiz! Por favor, meu senhor, eu sei que não é muito, mas deixe-me compra-lo uma nova roupa! É o mínimo que eu posso fazer por arruinar dessa maneira sua vestimenta ... .- Se o homem realmente quisesse que eu comprasse um nova roupa para ele eu diria. -Obrigado meu bom homem, irei na recepção explicar o infortúnio e pedirei que eles tragam para você as roupas aqui mesmo dentro do hotel, assim você não precisara sair com o visual estragado assim….- Mas caso o homem tivesse honra e não permitisse que alguém pagasse por uma roupa nova apenas por causa de uma pequena mancha de vinho eu diria. -O senhor é mais nobre do que eu pensei, é gratificante ver como nem todos os nobres se importam com um visual impecável, mas veja, eu realmente quero fazer algo para ajudá-lo por conta da mancha… Tive uma ideia! Vou pedir para que um dos funcionarios lave a sua roupa aqui no hotel e pagarei pelo preço da lavagem, esse seria o minimo…- E sem pensar duas vezes eu viraria de costas e iria até a recepção junto com Pietra e diria o seguinte para a pessoa. -Oi, esta vendo aquele homem ali?- apontaria para o gentil discretamente. -Somos conhecidos de muito tempo e ele se ofereceu para pagar a conta do hotel minha e da minha colega aqui, olha só…- Então assobiaria para ele e faria um sinal de positivo com a mão, esperando que ele me respondesse da mesma forma e o recepcionista viesse a acreditar que ele estava realmente pagando a conta.

Se tudo desse certo sairíamos de lá poupando uma boa quantidade de dinheiro, se desse errado ao menos teria sido um bom plano e eu pagaria o hotel como uma pessoa qualquer faria.

Mas esse não era o plano principal do dia e sim o roubo da agenda do capitão, esse plano teria que ser ainda melhor executado, por isso aquele hotel seria como um aquecimento para o verdadeiro show.

-Ok Pietra vamos ao plano dois! Roubar a agenda dentro do QG, só preciso antes ter certeza que aquele capitão não está na área.- Diria para a navegadora enquanto nos dirigiriamos ao QG e quando chegasse lá tentaria usar novamente o black dendenmushi para ouvir os soldados falando aos seus dendenmushis proprios, esperaria até que um deles dissesse algo sobre a localização do capitão, seja passando informações para ele ou só anotando recados futuros para ele como da ultima vez e quando tivesse certeza que ele não estaria começaria os preparativos para a invasão. -O plano é o seguinte, você vai precisar chamar atenção desses marinheiros que estão de guarda na entrada para eu conseguir entrar e roubar um uniforme lá dentro… Err… Alguma dessas suas armas ai faz “kabumm!”?- Diria inclinando a cabeça para o lado e se ela concordasse eu abriria um sorriso gigantesco de empolgação.

Usando meus conhecimentos estratégicos esperaria o momento em que as tropas da marinha estivessem completamente vulneráveis ao ataque e esperaria também que ela preparasse a tal arma do “Kabum”, caso ela existisse. Quando tudo estivesse pronto faria um aceno de mão para que Pietra atirasse não no quartel mas perto dele, apenas para chamar a atenção, “não quero guerra contra a marinha, já basta esse mafioso do demônio atrás de mim….”. Quando todas as tropas da entrada saíssem para checar o ocorrido eu entraria no quartel pela frente e tentaria lá dentro achar um marinheiro novato e ingênuo, do tipo que só com um mínimo esforço eu conseguisse arrasta-lo para um lugar vazio, segurando sua boca para que ele não gritasse, nocauteá-lo e despi-lo para conseguir seu uniforme, guardando minhas roupas dentro da bolsa da gaivota e vestindo as da marinha, não me esquecendo também de esconder o corpo nocauteado do novato para não chamar atenção. “Vai ser só por uns minutos, só de pensar nas roupas da marinha já me da aflição….”

Uma vez vestido eu procuraria a sala do capitão da marinha e sem pensar duas vezes abriria a porta, se estivesse trancada tentaria abrir no chute, nada discreto mas naquele ponto não importaria mais. Então rapidamente procuraria por toda sala a maldita agenda e quando a encontrasse tentaria ler o maximo de conteudo possivel até ouvir os passos dos marinheiros voltando ao QG, memorizando tudo que eu pudesse e então guardando no mesmo local que encontrei. Caso alguem entrasse na sala e me questionasse o que eu faria lá dentro tentaria controlar minhas emoções bater continencia caso ele fosse superior e dizer com a maior naturalidade,. - Olá senhor! Sou o recruta Karl Atom, fui mandado aqui pelo sargento Dan, você deve conhece-lo ele faz parte do turno da noite, cuida dos telefonemas, ele me pediu para cuidar dar uma faxina na sala do capitão e que se tudo não estivesse um brilho quando ele retornasse para o seu turno eu iria pagar caro, o sargento Dan me da medo….- Caso ele aceitasse minha labia eu deixaria a sala com todas as informações coletadas, caso não colasse eu puxaria minha adaga e entraria em guarda dizendo. -Que droga… Eu realmente queria resolvir isso da maneira civilizada….-
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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptySab 05 Dez 2020, 16:18


Narração - Cory Atom



Quando questionada sobre a razão para tantas armas Pietra apenas fez um bico com os lábios e deu de ombros como se a resposta fosse óbvia.

Ouviu atentamente e com seu olhar perspicaz e sério a história sobre o encontro de Cory com o Hitman, montando as suas armas e guardando elas em uma maleta grande durante o processo. Ignorava as piadas de Cory sobre suas roupas e ela própria ajeitava a gravata após tal comentário, olhando de baixo a cima o ladrão que vestia um simples roupão como se julgasse suas vestimentas de volta.

-Não quero perder nem mais uma vez sequer para aquele desgraçado e é por isso que eu vou vencer… eu não, nós vamos vencer! E então iremos para a Grand Line e seremos mais fortes que qualquer um desses mafiosos imbecis de West Blue, conto com você navegadora. - A expressão de Pietra que poderia parecer séria para qualquer outro que não a conhecesse se alterou levemente em uma expressão que apensar de ainda séria significava divertimento. Mas não um divertimento jocoso, mas respeitoso. Do tipo que se faz quando se recebe uma alegre surpresa. Apenas fez essa expressão e piscou lentamente para a declaração de Cory. -Amanhã vamos roubar uma agenda, boa noite - Ela revirou os olhos ficando cada vez menos séria - mas ainda séria - e a noite prosseguiu serena no hotel de luxo.

Na manhã seguinte o dia estava bastante ensolarado, e por isto o movimento de pessoas no hotel era altíssimo. Cory utilizou suas habilidades de lábia para detectar o nobre ideal pra aplicar seu golpe: Um daqueles que por coincidência estavam no navio do Vem Ver Toroa no dia anterior.

O nobre caminhava com uma expressão avoada e um olhar bastante distante...

-Pelos reis dos mares o que foi que eu fiz! Por favor, meu senhor, eu sei que não é muito, mas deixe-me compra-lo uma nova roupa! É o mínimo que eu posso fazer por arruinar dessa maneira sua vestimenta ... - O nobre olhava nos olhos de Cory e piscava algumas vezes, prestes a dizer algo. - Acho que eu te conheço de algum... De algum lugar... -O senhor é mais nobre do que eu pensei, é gratificante ver como nem todos os nobres se importam com um visual impecável, mas veja, eu realmente quero fazer algo para ajudá-lo por conta da mancha… Tive uma ideia! Vou pedir para que um dos funcionarios lave a sua roupa aqui no hotel e pagarei pelo preço da lavagem, esse seria o minimo… - Dizia atravessando qualquer possível resposta do homem e caminhando para longe do mesmo.

O resto do seu plano se sucedeu perfeitamente, e talvez o nobre nunca chegasse a perceber que estava pagando a conta de mais duas pessoas. Apenas acenava alegre para o Cory ao lado do atendente...

- As vezes é tão fácil roubar pessoas muito ricas que até perde a graça. - Dizia Pietra com uma expressão amargurada enquanto os dois seguiam no dia ensolarado para o verdadeiro começo do plano.

-Ok Pietra vamos ao plano dois! Roubar a agenda dentro do QG, só preciso antes ter certeza que aquele capitão não está na área. - Puxou o Black Den Den Mushi e o pôs na altura dos olhos. O som tocou, desta vez era uma voz feminina atendendo o telefone. - Sargento Sam falando... - Falava em tom formal. - Não, não... O capitão Yusuhiro Tohara não se encontra. Gostaria de deixar um recado? - E daí em diante o som da agenda cheia do Capitão sendo riscada poderia ser ouvido.

-O plano é o seguinte, você vai precisar chamar atenção desses marinheiros que estão de guarda na entrada para eu conseguir entrar e roubar um uniforme lá dentro… Err… Alguma dessas suas armas ai faz “kabumm!”? - A navegadora mantinha a expressão séria e casual de sempre conforme abria a maleta e puxava uma bomba simples que parecia uma versão bem mais fraca de uma dinamite. Seu rosto era tão casual que ela parecia estar oferecendo uma fruta para ele.

A cena corta e uma explosão ocorria ali mesmo, bem próximo ao quartel. Durante o dia ele parecia ainda mais vazio do que à noite, visto que existiam poucos marinheiros para a demanda e a maioria ficava em serviço mais intenso naquele horário.

Um fluxo enorme de marinheiros rumava à explosão e Pietra já estava longe, caminhando na direção oposta com a sua maleta e observando Cory adentrar o quartel furtivamente - embora que pela porta da frente - olhando por cima do ombro.

Assim que adentrou o quartel pôde notar um marinheiro magrelo saindo às pressas do banheiro e ainda pondo as calças para observar o ocorrido do lado de fora. Cory o empurrou de volta para dentro do banheiro e com muito esforço e bastante sorte conseguiu nocauteá-lo o asfixiando e pegar as suas roupas. Após aquilo, perguntou-se se conseguiria aquela façanha mais alguma vez.

Saindo do banheiro com as roupas do soldado ele procurava por uma sala que pudesse remotamente indicá-lo em que poderia haver um denden mushi e alguém para atendê-lo. Com mais sorte ainda foi capaz de encontrar a sala dos Sargentos, onde ele imaginou que deveria estar a sargenta Sam com a agenda.

E ele estava absolutamente certo.

Adentrou a sala e lá estava a agenda... Bem como a Sargenta Sam.

- Olá senhor! Sou o recruta Karl Atom, fui mandado aqui pelo sargento Dan, você deve conhece-lo ele faz parte do turno da noite, cuida dos telefonemas, ele me pediu para cuidar dar uma faxina na sala do capitão e que se tudo não estivesse um brilho quando ele retornasse para o seu turno eu iria pagar caro, o sargento Dan me da medo…. - Ele lhe disse, e a Sargenta sobre a agenda terminava de desligar o denden mushi e anotar o recado e o olhou de volta.

- Karl Atom? Como o herói Curry Atom? Hahaha... - A sargenta loira dava risada mas a pergunta não deixava de ser séria. - Bem.. Como pretende limpar a sala sem uma vassoura? E o seu nome na roupa está como Soldado... - Ela apertava os olhos e se aproximava aos poucos de Cory, levantando-se da mesa. Havia uma pistola em sua cintura, e muitas explicações a serem feitas...

Em breve os marinheiros retornariam e ele estaria cercado de inimigos por todos os lados.

Jerry:
 

Hitman:
 

Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptyDom 06 Dez 2020, 21:32




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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Fase Dois


Eu ainda conseguia sentir o peso do jovem marinheiro em meus braços, não era parte do meu estilo sair atacando sem motivos e portanto aquilo me dava bastante dificuldades, de certa maneira também me sentia indiferente quanto ao bem estar daquele jovem, mas eu preferia muito mais lidar com aquilo de uma maneira menos violenta. “Se chapéu estivesse aqui talvez tivéssemos invadido outra lavanderia… Sinto falta daquele moleque”. De qualquer maneira o mal já estava feito e agora tinha um problema muito maior em minhas mãos. A marinheira Sam me olhava com extrema desconfiança, algo natural visto que meu álibi para aquela situação não havia sido dos melhores, mas não deixava de ser notável a atenção daquela mulher aos detalhes.

“Não era incomum que ladrões por vezes fossem pegos em cheio em suas mentiras mais esfarrapadas, o que distinguia os bons dos ruins era justamente a capacidade de reverter os proprios erros e não a de não errar, acredite, eu nunca vi um ladrão errar mais do que Kouha… Exceto o Jerry é claro.”

-Droga! Você me pegou… Na verdade eu não sou de Las Camp e sim de Toroa...- olharia para baixo sem graça e atuaria uma expressão de tristeza enquanto levaria a mão a bolsa, se a marinheira ameaçasse sacar a arma eu estenderia uma das mãos em sua direção e diria sem parecer desesperado. -Porfavor se acalme, peço que confie em mim....- e então tiraria da bolsa o carimbo do tenente Curry Atom e colocaria em cima da mesa para que ela verificasse. -Você deve estar confusa agora, permita-me me apresentar melhor… Eu sou o soldado Karl Atom da sétima frota de Toroa Island e eu sou o neto mais velho de Curry Atom. É um pouco vergonhoso…. Talvez eu nem devesse estar te contando isso, portanto eu peço que guarde esse fato apenas para você e não espalhe para ninguem mais no quartel…- Respiraria fundo e com um grito atuaria a minha mais genuína vergonha ao dizer: -O Tenente Curry está apaixonado!- Observaria bem a sua expressão da sargenta para verificar se havia conseguido prende-la na minha labia e então prosseguiria. -A algum tempo Curry vem telefonando para o capitão desse quartel para pedir-lhe alguns “conselhos”, Droga eu realmente não deveria estar te contando isso… Eu sei que eu sou apenas um soldado mas por eu ser da sua própria família Curry confiou a mim a missão de vir até Las Camp e conseguir pessoalmente alguns dos conselhos do capitão para ele e anotá-los já que eles mal tem tempo livre para conversar, sabe como é né? Os compromissos com a justiça vem acima de tudo…. Eu já estou a uma semana na ilha tentando conversar com o capitão, essa noite será a minha ultima aqui, noite passada conversei com Dan pelo telefone e avisei que passaria aqui para tentar uma ultima vez conversar com o capitão, porém ele me advertiu que talvez ele não estivesse.- Voltaria a fazer uma cara de absoluta tristeza e então diria para a marinheira. -Se essa noite eu não conseguir falar com o capitão terei que voltar para Curry de mãos vazias, pode não parecer mas ele realmente precisa desses conselhos, ele esta completamente perdido… Escuta, posso lhe pedir um favor? Na agenda do seu capitão deve haver alguma coisa… Alguma informação que eu possa levar de volta para Curry, quem sabe isso lhe de um norte e o ajude a conquistar seu verdadeiro amor.- Antes que ela pudesse dizer qualquer coisa viraria de costas já de frente a saida para fazer um drama a mais. -Quer saber… Esqueça, acho que voltarei assim mesmo para Toroa Island, eu entendo que Curry ficará arrasado e talvez nunca consiga acender a chama de seu verdadeiro amor, mas eu não posso força-la a fazer um tipo de coisa dessas, nem mesmo por um heroi da marinha, tenha uma bom dia Sargenta…- E cabisbaixo eu tentaria me retirar da sala, caso ela me impedisse por ficar emocionada com a historia eu voltaria a olha-la com um brilho de esperança nos olhos. -Serio mesmo? Você faria isso por Curry? Que felicidade… Deixe-me então por favor anotar alguns topicos relevantes da agenda, posso fazer tudo do seu lado caso você ainda esteja desconfiando de mim…- E então anotaria apenas as informações sobre o barco e tentaria memorizar todo o resto, dizendo a marinheira vez ou outra. -Minha nossa! Deve ser por isso que Curry quer conselhos do capitão, ele sabe bem como impressionar uma dama…- Quando estivesse tudo pronto eu deixaria a sala agradecendo um ultima vez. -Não tenho nem como agradece-la por esse favor… Quando eu chegar em Toroa direi a Curry o nome da marinheira que lhe ajudou, quem sabe ele faça questão de menciona-la a superiores que lhe darão otimos trabalhos na marinha, mas lembre-se, não diga sobre isso com absolutamente mais ninguem, estragaria a imagem de Curry para com o mundo…-

Caso eu me virasse de costas e a marinheira permanecesse inflexivel eu tentaria sair do quartel da mesma forma que entrei, pela frente, como se estivesse indo averiguar a situação lá fora, rezando para que ela não fosse fria a ponto de me dar um tiro nas costas, caso ela tentasse correr atrás de mim eu correria também, só que para fora do quartel, tentado me esquivar de qualquer marinheiro que tentasse me impedir.
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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptyTer 08 Dez 2020, 23:23


Narração - Cory Atom



A Sargento Sam se aproximava cada vez mais do nome escrito no peito de Cory Atom... Um nome absolutamente diferente do que ele havia acabado de dizer...

...Mas logo o carimbo de Curry Atom, o lendário marinheiro que Cory havia roubado entrou em seu campo de visão.

Qualquer história que contasse a partir dali seria tida como verdadeira... E foi exatamente o que houve.

Quando Cory deu as costas para a marinheira e fez como se fosse sair sem querer corrompê-la ela logo se levantou e o pegou pelo ombro.

- ESPERE... - Ela lhe disse com um ar dramático. - E-eu... - Falava um tanto tímida, quebrando suaa postura militar e séria de antes. - Eu acredito no amor verdadeiro.

Ela segurou Cory pelas mãos e o trouxe até a mesa, permitindo que ele lesse a agenda do seu lado.

- E eu acho que ela também ama ele. Veja só... - Ela mostrava diversos momentos no diário em que Nia Kolanka, a atual diretora da ULC, havia telefonado para Yasuhiro e deixado recado. - Ela costuma dizer para não deixar recado. Mas eu sempre anoto... Geralmente ela só quer saber como ele está e se tem saído com alguma mulher... Diz que não é por nenhum motivo em especial, apenas por curiosidade, e que quer vê-lo feliz... E eu sempre anoto na agenda na esperança de ele notar que ela gosta dele... Os dois estão sempre se desencontrando pois são muito ocupados... Se eles ao menos morassem juntos... - Cory encontrou um número de den den mushi de uma loja chamada NAVIOS NOBRES - ILUSIA KINGDOM bem como um horário para cinco dias a partir dali em que o marinheiro iria fazer uma vistoria do navio.

-Não tenho nem como agradece-la por esse favor… Quando eu chegar em Toroa direi a Curry o nome da marinheira que lhe ajudou, quem sabe ele faça questão de menciona-la a superiores que lhe darão otimos trabalhos na marinha, mas lembre-se, não diga sobre isso com absolutamente mais ninguem, estragaria a imagem de Curry para com o mundo…- - E o ladrão se dirigia na direção da porta.

- Bem... Qua...Qualquer coisa pelo amor verdadeiro... É nisso que consiste a minha justiça.. - A marinheira corava conforme o marinheiro saía. - Boa sorte...

A partir daí saía do quartel com facilidade... Mas logo voltava a se sentir observado por alguém.

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MensagemAssunto: Re: Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp   Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp - Página 2 EmptySex 11 Dez 2020, 17:47




Capitulo II: Sangue e navalhas! O Golpe em Las Camp



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Barco nobre


Chegava ser engraçado como os marinheiros eram ainda mais ingênuos que os nobres, era como se seus ideais de “justiça cega” cegassem eles mesmos, até os marinheiros mais inflexíveis se dobravam a própria justiça.

Finalmente as informações sobre o barco começaram a ficar concretas e havia a confirmação de que Jerry não estava inventando aquela história, pelo menos não ela toda, o que já era um alívio por si só. O barco está “em illusia? Eu posso ir pra lá e roubar direto da loja, acho que seria mais facil…” Pensava ao receber a informação, mas em um segundo aquele pensamento se esvaia. “Mais facil? foda-se o mais facil, eu já falei para Pietra que roubaria aquele barco de baixo do nariz do capitão desse QG e é isso que eu farei, além disso eu não daria as costas para o Hitman dessa forma covarde, embora eu ache que ele me seguiria de qualquer forma…”. Agora saindo do quartel só pensava em encontrar logo Pietra e trocar aquelas roupas ridículas de marinheiro, embora eu a guardaria mesmo assim na bolsa, visto que poderia ser útil em algum outro momento.

Daria uma boa olhada em volta, ignorando aquela mania de perseguição que parecia uma maldição dessa ilha, e quando achasse Pietra perguntaria: -Você também ta sentindo como se tivessem alguem atrás da gente?- se ela negasse eu daria de ombros e andaria com ela emburrado por conta do uniforme para longe do quartel, se ela me questionasse sobre as roupas diria: -Não quero falar sobre isso…- Não estaria nem perto de estar de bom humor. Mas se ela concordasse que estava sentindo a mesma coisa que eu então eu sorriria com a cabeça levemente abaixada e diria baixo em voz baixa. -Tudo bem… Isso deixa tudo mais emocionante não concorda?- Procuraria um banheiro público ou em último caso um beco solitário para trocar de roupa, andando sempre furtivamente e tomando cuidado para não trombar com nenhum marinheiro de plantão, indo na direção contrária caso estivesse indo de encontro a ele. Uma vez estando com minhas roupas padrões respiraria aliviado. -Ufa, agora sim! Onde a gente estava mesmo…. Ah é! Eu consegui roubar a agenda! Você tinha que ter visto, a marinheira que cuidava da sala quase chorou com a minha atuação hahahha.- me gabaria um pouco, embora já estava começando a entender que Pietra não esboçava reação alguma para isso, contaria sobre as informações sobre a agenda, incluindo o número de denden mushi e a loja em illusia kingdom e então lhe diria mais sobre meu plano para enganar Yasuhiro: -A vistoria do navio está marcada para daqui a cinco dias, provavelmente haverão diversos subalternos no navio mas apenas um chefe encarregado pelo navio como um todo, eu preciso então me fazer passar por esse cara, apartir dai vai ser muito fácil enganar o capitão apaixonado...- Estaria em partes falando com Pietra e em partes comigo mesmo, como se dizendo meus pensamentos em voz alta fariam com que minha mente se iluminasse. -Primeiro eu tenho que ligar pra essa loja e fazer com que eles cheguem um pouco mais cedo que a data marcada com Yasuhiro pra dar tempo de eu conseguir me infiltrar lá dentro e me disfarçar de chefe do barco, a propósito mudança de planos você vem comigo Pietra, eu não iria querer ficar com toda a diversão sozinho, tem também uma ultima coisa… Mas essa eu te conto depois hihihiihi- nem todo plano poderia ser dito em voz alta, não enquanto eu ainda tivesse aquela sensação de estar sendo seguido.

Voltaria ao banco mundial pela terceira vez apenas refletindo sobre aquela ironia. “que engraçado um ladrão entrando no banco três vezes sem rouba-lo uma única, na proxima vez que eu for a um banco vai ser pra rouba-lo…” mesmo que não pudesse roubar o banco naquele momento estava convicto que um dia eu poderia, mas naquele instante só me cabia fazer uma ligação. Iria até o local onde ocorrem as famosas “denden calls”, daria o numero da loja a um dos encarregados ou discaria eu mesmo se fosse possivel e esperaria alguem do outro lado atender. Assim que fosse atendido iria direto ao ponto que queria chegar. -Olá, eu falo em nome de Yasuhiro Tohara, ele está com uma enorme dificuldade em contactá-los devido a sua enorme carga de trabalho então pediu que eu passasse o recado para a loja… Apenas para confirmar, a vistoria do barco está marcada para daqui a 5 dias, no periodo da noite correto?- Usaria uma técnica básica de todo bom ladrão chamado “jogar verde”, consistia em passar uma informação que poderia ser correta ou não, apenas para receber de volta a informação relevante. Caso ele confirmasse que seria no período da noite eu diria. -Correto, assim como ele havia me dito… Então, acontece que devido a alguns ajustes na sua agenda com a marinha ele precisa que o navio chegue a ilha no máximo até as 15 horas, período da tarde, peço perdão transtorno, iremos pagar qualquer taxa de re-agendamento caso necessário, só me mandarem o número da conta da empresa e depositarei a taxa.-. Faria o deposito da taxa caso necessario e o mesmo esquema de dialogo para caso ele dissesse que o periodo da vistoria seria de tarde, mas dessa vez agendado para às 8 horas da manhã, e se o período da vistoria fosse de manhã pediria que chegassem ainda mais cedo, de madrugada às 3 horas da manhã. Se a loja me pedisse informações como o numero do pedido eu tentaria lembrar se havia memorizado algo do tipo na agenda do capitão e então diria a eles o número, caso eu não soubesse nada disse tentaria enrolá-lo com alguma desculpa. -Número? Do que isso se trata afinal? Yasuhiro não me disse absolutamente nada sobre isso, você está insinuando que isso foi falha dele? Vocês deveriam ter avisado a ele ao menos que isso seria necessário! Agora sabe se lá quando eu irei conseguir avisá-lo sobre essa falha miserável de comunicação…- Se isso fosse suficiente para fazer a loja ceder eu me despediria após reagendar a vistoria e desligaria, então pagaria o valor correspondente a ligação para um dos responsáveis. “O que foi? Tá achando que eu sou maluco de caçar briga com o banco mundial por conta de centavos agora? Já não basta o Hitman e possivelmente a marinha atrás de mim não??”

Deixaria o banco junto de Pietra e me sentiria um tanto quanto sem rumo a partir dali, só me restava esperar o dia da execução da parte mais audaciosa do meu plano, sendo assim olharia para Pietra coçando a cabeça com o dedo e diria. -E aí, quer fazer o que agora?-


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