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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptyQua 18 Nov - 21:15

Relembrando a primeira mensagem :

Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Cetzara Blanche. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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Adrian/Vampiro
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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptyTer 8 Dez - 1:30

Cetzara×Blanche
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Post#005
Sorri de volta para Katarina quando a vi olhar para mim daquela maneira — sinto-me muito grata — e não era mentira alguma expressar isso. Bateria continência para o senhor Mors, me aquecendo assim que as palavras dele cessaram.

— Sim, senhor Sargento, senhor! — diria e logo em seguida deixaria minha espada e casaco em algum lugar seguro ao lado da pista, me despedindo de Katarina antes de começar a correr. Esperando já novos testes subsequentes, manteria um ritmo rápido e constante de passos ao invés de forçar picos. Mesmo assim, dez voltas é um bocado, garantindo que minhas pernas estivessem chorando já pouco depois da metade. "Aaah, eu vou morrer hoje ainda, quem teve essa idéia?! Por que decidi me esforçar tanto nas roupas? Preciso de hidratação... Mas isso fica pra depois! Sem dor, sem valor. Considere isso um treino, Cetzara! Seu físico precisa ser mais sólido, se não aguenta dez quilometrozinhos não merece ser chamada de uma grande mulher do mar, e nunca vai merecer!" — Aaaaaaaarrrrrrraaaahhhhhggaaahhhh...! — seria o som agressivo de meus urros, fortalecendo minha moral para permitir que eu tentasse manter o ritmo sólido e forte que tanto desejava. No meio da última volta, pisaria com mais calma e daria pausas pro ar voltar aos pulmões, para não chegar na frente do sargento Mors parecendo uma derrotada. Ao pisar na linha de chegada da décima volta, faria mais um cumprimento formal para meu superior. — Feito, sargento Mors! Pronta para a próxima tarefa.

Encaro as barras com certo medo. A corrida teria sido teoricamente mais fácil, já que consegui fazer o percurso com passos bem maiores que os de uma pessoa comum, mas esse era o caso oposto: em uma barra de dois metros, meus dois e noventa de altura eram um desafio extra, talvez o destino forçando para equilibrar. Mesmo assim, não questionaria o que não precisa ser questionado, ao que levantaria meus joelhos até perto de minha cabeça e começaria a fazer o set de cinquenta, com duas pausas entre sessões de quinze em quinze para tocar os pés no chão e dar uma longa arfada. Na última vou até o final e faço vinte barras. "Relaxa, sua saia deve estar levantando um pouco demais mas ninguém vai olhar, e se olharem não importa, marinheiros não tem vergonha desse tipo de coisa. Não é humilhação, é um teste de coragem! Só espero que a barra não quebre...". Ao terminar, iria parar alguns segundos de joelhos no chão e antes de me levantar, fazendo mais uma saudação — novamente pronta, sargento! — exclamaria com vigor.

Sorrio e aceno positivamente ao ouvir das flexões, confirmando com a cabeça. Me deitaria de bruços no chão, tranquila já que nas flexões poderia usar os músculos primariamente das costas, então mesmo que as palmas das mãos doessem o resto do meu corpo poderia ter um tempo para respirar. Durante o exercício vou refletindo, "essa postura dura do sargento, consigo ver o brilho e braço forte da marinha através dos olhos dele, e sinto que é algo digno de ser respeitado. Acho que posso aprender mais com ele, me manterei de olho a suas atitudes, deve me ajudar a ser uma líder eficiente um dia. Talvez tornar-me uma figura histórica, imagina só...". Me perderia em uma fantasia de frotas enormes em águas cristalinas rodeadas em tormenta e fogo cruzado embelezado por faíscas de pólvora e névoa acinzentada, até que o tempo viesse me cobrar e eu acordasse ao terminar as flexões, quase perdendo a conta delas.

Iria encarar minhas coisas novamente para ver se haviam sumido. Ao invés de descansar os braços, ao invés de relaxar eu iria garantir de manter a circulação dando alguns socos no ar, com o intuito de destravar as juntas dos ombros daquele movimento repetitivo que haveria exercido. Seguiria então ao encontro de Mors, e ao vê-lo, como sempre tentando declarar sem permitir-me demonstrar muito cansaço eu diria — tarefa concluída, sargento Mors. Há mais alguma a qual eu poderia exercer? — bateria continência com um sorriso logo após a afirmação e enquanto faço a pergunta. Se não chegasse a encontrar o sargento Mors no recinto, pegaria meus pertences nos braços e iria atrás de seu paradeiro com Katarina, dizendo isso quando finalmente o encontrasse.


Cetzara:
 

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Última edição por Adrian/Vampiro em Sab 12 Dez - 22:07, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptySab 12 Dez - 14:16

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A Ilha Universitária: Las Camp!

Blanche realizava tudo como ordenava o Sgt. Mors, levando seu corpo ao ápice de sua capacidade naquele momento. Mas a proposta da tarefa não era somente ser extenuante e exaurir todas as suas capacidades. Mors olhava para a recruta com bons olhos, via um futuro promissor em sua jornada caso ela se dedicasse. Sem pestanejar, reclamar ou resmungar, a garota cumpria o que foi mandado e, sob supervisão pessoal do Sargento, concluiu em uma ótimo tempo.

— Sua nota foi "okay!"

Frisou o sargento, com sua voz grave e postura militar impecável. Na verdade ela tinha se saído muito bem, mas elogiar demais faria mal à sua formação. Ele guardou o cronômetro e não disse uma única palavra enquanto dava as costas e caminhava até um armário não muito distante.

— Qual arma você prefere, recruta Blanche?!

O sargento abriu o armário e sacou dali um par de luvas de couro bem simples, não pareciam nada demais. — Vejo que anda com uma por aí. Sua tarefa será muito simples, e depois dela darei seu veredito se está apta ou não a ingressar na Marinha. Ele calçou as luvas e arrancou a camiseta branca, expondo seu corpo bem torneado e bronzeado, indicando seu treinamento duro e constante provavelmente debaixo do sol.

— Se conseguir causar um ferimento a mim, mesmo que um arranhão, então está admitida. Caso não... bem, não vamos pensar negativos! Assim ele se pôs em guarda, à três metros de distância de Blanche e aguardou-a fazer seu ataque.


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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptyTer 15 Dez - 14:17

Cetzara×Blanche
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Post#006

Andaria junto a ele al caminho da batalha, com minha jaqueta jogada nas costas, segurando-a com apenas uma mão. Ouvir que foi uma performance "okay" não fugiu do esperado por mim, mas doeu um pouco de qualquer forma. "Não quero ouvir mais nenhum "okay", tenho que ser perfeita agora".

Olharia um tempo para o armário de armas, buscando algo em específico, uma arma que se asemelhasse a uma kunai. "Talvez mostrar que sei lutar como aquele homem... Acho que seria um modo de causar uma boa impressão" — Não sou uma mulher de apenas um truque, e gostaria de demonstrar isso. Imagino que tenham kunais aqui, como as do capitão Tohara, certo sargento? — caso encontrasse uma ou até um par se possível me armaria com elas, ou com minha espada caso não encontrasse nada assim, e entraria a distância segura dele, jogando minha jaqueta longe, fechando os olhos e respirando fundo antes de mais nada: neste momento o mundo exterior não existia, só aquele combate naquele momento. Minhas mãos trêmulas, formigando, a primeira vez que apontaria uma arma de metal com a intenção de atacar seriamente outra pessoa. Não é nem de longe um combate mortal, mas mesmo assim eu sentia fluir no ferro do meu sangue o peso daquilo, e me animava talvez bem mais do que devia.

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— Boa sorte, sargento Mors. Que seja uma luta justa e honrada  — entraria em pose de combate, meu olhar mais fino e cortante que o fio de qualquer lamina que eu já empunhei "não pense em titubear em sua chance de enfrentar quem um dia será uma grande líder de frota. Espero que possamos trilhar este caminho juntos, mas caso a história te deixe para trás, sinta-se honrado sargento".

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"Um boxeador, certo... Manter distância seria seguro, mas minha própria escolha de arma pede outra atitude" apertaria o punho e avançaria na iniciativa com uma das kunais na mão inábil, tentando demonstrar a pressa e falta de controle de um novato ao mesmo tempo que forço ele pra defensiva"é agora que meu histórico de brigas de bar vem me cobrar uma visita bem desejada. Estes movimentos desajeitados me levariam a tentar um desarme se eu fosse o sargento, mas como ele me desafiou especificamente a "causar-lhe um arranhão" há de se esperar que ele esteja mais interessado em esquivar do que aparar golpes. Como um estilo de boas esquivas, o que estou disposta a apostar, ele deve estar esperando uma falha para acertar um ponto que me desnorteie e me tire de meu frenesi para me derrubar, ou ao menos acertar uma boa sequência" os segundos passariam enquanto minha mente corre pelas páginas do livro de anatomia "têmpora, mandíbula... Tem a garganta, mas posso ignorar essa porque o sargento teria muito risco de me ferir, se eu focar em muitos pontos não vou ser tão precisa. Minha altura ajuda, ele precisaria de mais esforço pra isso. Enfim, mesmo assim, segurar contra-ataques na área da cabeça" manteria isso em mente, bloqueando com os punhos e redirecionando com as palmas semiabertas quaisquer golpes que fossem até essas áreas do rosto. Se ele avançasse a qualquer momento com um soco muito direto e mais previsível, dançaria a kunai na mão para a ponta sair no meio de meus dedos, já que furando a mão dele num bloqueio eu teoricamente passaria no teste.

Se ele começasse a atacar muito cedo, eu mesma entraria na defensiva na primeira oportunidade, focando na estratégia de guiar minhas lâminas para onde eu prevesse o ataque. Como golpes na área dos joelhos e costela são mais difíceis para o bloqueio agressivo planejado, usaria preferencialmente de minhas próprias pernas, revidando o contato com joelhadas no braço, nunca no punho, para enfraquecer os golpes que viriam. Se ele viesse a agarrar minhas pernas ou braços em qualquer momento, usaria a estratégia contrária e aproveitaria seus punhos ocupados para golpea-lo com um dos membros livres com mais precisão, forçando ele a aceitar algum dos dois golpes, seja o que ele primeiramente agarrou e voltaria quando o membro fosse livre ou o segundo que viria. Não que fosse viver só de calculismos: sabendo que é uma questão de acertar um único ataque, não me importaria do sargento Mors aceitar um soco de propósito se fosse numa janela que me permitisse surpreender e revidar com força, como se ele desse um cruzado que expõe os ombros para as kunai que carrego em ponta de bala ou o estômago livre de quem acabou de mandar um direto, pedindo para levar uma joelhada, mas que bloqueando esta joelhada receberia algo ainda mais devastador no queixo com o punho.

Se algum de seus golpes me pegasse e desnorteasse, me jogaria para trás imediatamente e ficaria de joelhos, com a intenção de ter algum tempo para me recuperar da noção de espaço já que um contra-ataque imediato seria suicídio. Se ele viesse aproveitar de minha fragilidade, como seria plenamente justo, agarraria ele e puxaria para o chão, o travando com as pernas com toda força que possuo e levando as mãos para golpear suas costas usando kunai, só o suficiente para considerar um acerto e parar a luta por ali.

Não desistiria até estar abatida, realmente sem conseguir me mexer, ou ter a vitória declarada. Mesmo que eu o acerte, se o sargento não viesse a declarar minha vitória entenderia que estas são as regras dele, então não poderia cessar o ataque ou reclamar, só continuar com minhas estratégias e garantir uma vitória reconhecida, uma vitória absoluta.


Cetzara:
 

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Última edição por Adrian/Vampiro em Qua 23 Dez - 11:32, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptySex 18 Dez - 14:28

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]A Ilha Universitária: Las Camp!

A aspirante a marinheira buscava entre o armário uma arma que pudesse utilizar naquela ocasião, temendo usar a arma que tinha em mãos comprada de outrora. Tendo permissão concedida para isso, ela vasculhou e achou uma kunai de seu agrado, munindo-se dela para o combate.

Mors fitava a mulher, sua expressão neutra não esboçava desdém, apenas a calma de um combatente experiente.

— Comece quando quiser, recruta.

Com o comando, Blanche investiu contra o sargento com uma postura débil, um ensaio forçado para que o sargento acreditasse estar lutando com alguém totalmente despreparado. Mors apertou o olhar, irritado com tamanha petulância.

— Regra número um, recruta, seja lá com quem estiver lutando sempre dê seu máximo.

O sargento deu um passo para o lado correspondente à mão usada por Blanche, evadindo com êxito ao passo que agarrou seu pulso e o torceu sem dar chance ao malabarismo com a faca atingi-lo, mesmo que não pudesse cortá-lo através da luva. Não aplicando força suficiente para que ela fosse obrigada a largar sua arma, Mors somente impulsionou o corpo da jovem para frente usando seu próprio braço para isso. Blanche tentou revidar com um golpe da mão livre, que foi habilmente barrado pela mesma mão de Mors — sua canhota — jogando o golpe para a lateral com um espalmo rápido, seguido de um acerto com o dorso da mão no pescoço da recruta, que cambaleou para trás com uma pequena falta de ar, que logo cessou.

— Esperava que eu desse uma colher de chá por ser novata?

Seu estilo estava bem mais claro, ele não era somente um boxeador, lutava com base nos contra-ataques com bloqueios principalmente, mas esquivas também. O pescoço de Blanche apresentou uma vermelhidão, e sua respiração estava um pouco comprometida, tornando-a arfante pelo resto do combate.

Partindo para a iniciativa, o sargento tentou um soco diretamente no peitoral de Blanche, que redirecionou com dificuldades o golpe com uma mão, seguindo pela tentativa de cortar seu estômago com a mão livre segurando a arma. Mors recuou o punho e deslizou o couro da luva no fio da lâmina, anulando o corte e aproveitando para passar uma rasteira com o pé esquerdo em ambas as pernas da recruta. Um movimento inusitado que ela não esperaria de um boxeador. Mors rapidamente imobilizou a moça pressionando o joelho em seu peito com o pé pressionando seu braço armado no chão e o punho cerrado pronto para atingi-la no rosto.

— Regra número dois, recruta. Nunca tenha total certeza sobre os ataques do oponente, isso pode lhe equivocar.

O combate acabou ali, com Blanche no chão completamente derrotada. Mas Mors abriu um sorriso, ele não esperava tanto de alguém que acabara de ingressar na marinha, isso mesmo, ingressar.

— Busque seu uniforme na lavanderia, Katarina lhe dirá qual seu dormitório. Apresente-se amanhã às 6h no escritório do Capitão Yasuhiro, boa sorte e bem vinda à Marinha. Tenho expectativas em você.

Foram as palavras finais do Sargento, depois de levantar-se e pegar sua camiseta, acenou de costas enquanto proferia o resultado de Blanche. — E pode ficar com a faca.

Katarina aguardava Cetzara se recompor, com um sorriso simpático no rosto. — Você foi bem, a verdade é que nenhum recruta consegue ferir o Sargento. Dizem que ele está próximo da promoção, mas já recusou duas vezes!


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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptyQua 23 Dez - 11:23

Cetzara×Blanche
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Post#007
Fiquei alerta quando o sargento pareceu ver através de mim. Não, alerta não é a palavra correta... Eu estava em choque. Fui pega totalmente de surpresa, principalmente pelo que o próprio Mors disse, esperar um comportamento sem conhecer o oponente, os livros e estudos visuais não me salvariam dessa vez. A cada golpe que sinto um grunhido surge da minha garganta e escapa entre dentes, não exatamente de dor, mas um modo de liberar minha raiva para que meus golpes pudessem manter solidez e técnica. "Não sabia que era possível desviar uma lâmina assim somente com uma luva e a precisão do próprio punho..." é o que pensaria ao ser pressionada contra o chão sem esperança de sair. Eu... "perdi. Inferno. Inferno, mil infernos! Achei que tudo ia bem. Eu já abandonei o colégio, será que eu vou ter de... Voltar pra casa? Derrotada? É isso...?" rosno, com as veias saltadas, mas evitando fazer uma expressão irada para com o superior "Não!". Esperando o soco, faria o medo sumir de meu rosto e iria encarar o sargento nos olhos, com as sobrancelhas arqueadas para baixo e os punhos cerrados, pronta para levar o golpe na cara. Já perdi, estava em meu pior dos momentos, mas mesmo não passando eu não abandonaria meus sonhos. "Olhar para trás, virar o rosto para o perigo, sentir a dor antes dela chegar a minha pele? Isso não é a atitude de uma heroína, de uma líder, uma campeã da justiça. Posso não ser uma marinheira, não hoje, mas não abandono meu sonho!".

Esperando em silêncio o último golpe me desacordar, me surpreenderia com as palavras do sargento — Uniforme...? — minha expressão abriria, um sorriso tênue com os lábios delicadamente se distanciando e mostrando os dentes. Soltaria o ar preso no pulmão cheio, fazendo meu peito estufado desmanchar-se e minhas costas tocarem o chão gelado. Meus olhos se fecham aos poucos, e deito a cabeça no chão, fazendo meu cabelo negro escorrer. Após o curto momento de relaxamento, limpo o suor da testa com os dedos e faço uma saudação ao sargento — não irei lhe desapontar.

Pegaria minha jaqueta, a jogaria nas costas e seguiria até onde estaria Katarina, de mente cheia. "Eu não sou o suficiente. Não sou perfeita.", é o que eu pensaria ao deixar o local, mas meu sorriso ainda não sumiu "e, por enquanto, não há nada de errado com isso. Um dia serei, e nesse momento não vou deixar mais ninguém me provar o contrário". Saía dali com uma nova noção de orgulho, um orgulho que eu ainda havia de conquistar, mas principalmente um pouco de humildade. Hoje não foi só um alistamento, mas a primeira visão real das minhas capacidades, e em como poderei as evoluir para me tornar grande um dia.

— Ele é ótimo. E claro, eu obviamente não pude vencer... Ainda. — a diria com olhos brilhantes em flama — quando eu me sentir pronta, voltarei a tecer combate com ele. Aceitar uma derrota não é fraqueza, mas viver com ela é. — diria encarando meu reflexo na lâmina da faca antes de guarda-la. — Pode vir comigo, Kat? — cubro a boca com os dedos, com as bochechas avermelhadas e desviando o olhar — P-perdão, é que por mero acaso em minha infância eu tinha uma amiga próxima chamada Katarina, e a chamava deste modo, espero não ter sido desrespeitosa— seria esta minha retratação.

Após buscar o uniforme e seguir para o dormitório, faria um pedido simples para Katarina: — Só mais uma coisa, teria como me fornecer agulha e linha? Sabe, equipamento de costura. Sinto que posso ter forçado as juntas de minha roupa antiga, e pode ter soltado um pouco nas articulações, mas ainda tenho que checar. Não é algo que eu precise agora mesmo, já que passarei a usar o uniforme a partir de amanhã na maior parte do tempo, mas me faria um grande favor, espero que não seja muito — diria fazendo uma reverência, a demonstrando respeito.

Treinamento de Vantagem (Ambidestria)
Recebendo ou não o auxílio da mulher, me focaria em mais algo antes de dormir. Fintar com a mão menos hábil não foi exatamente uma má idéia, mas como Mors me mostrou certamente não poderei fazer isso com todos os oponentes. Hoje, empunho duas armas, com vantagens e desvantagens diversas, diferentes usos, e não aproveitar-me disso por todo o tempo seria um desperdício. Não só trocar de mão é uma má idéia pelo tempo perdido, como me limita e expõe meu lado impreciso, minhas imperfeições... E não me sinto bem permitindo que nada de negativo em mim se destaque, principalmente depois da falha retumbante de hoje. Pegaria a faca e faria exercícios com a mão esquerda. Primeiro o que me fosse mais fácil, giros simples, e cortes o mais reto que pudessem ser, aos poucos complicando. Não temo ferimentos, já que poderia cuidar deles com o que aprendi no curso e descansar minha mão esquerda um pouco já a noite e no dia seguinte, então pego pesado naquilo. Com a mão possivelmente já dolorida, faria uma bola com a minha jaqueta e a arremessaria no ar a certa distância, tentando várias vezes acertá-la com a faca usando movimentos retos, sem curvar muito o braço para cima ou para baixo. Se conseguisse acertar ao menos dez vezes, mudaria a arma, tentando estocadas com a espada. Repetiria isso o tempo que pudesse, mesmo por cima do cansaço, até que chegasse a hora de dormir. Cuidaria de qualquer ferimento, cortando e amarrando os panos da jaqueta para estancar um ferimento caso estivesse grave, e iria dormir caso ninguém mais me interrompesse nesse processo.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

No dia seguinte me levantaria, sem muito tempo dado para me arrumar (mesmo que isso me dê imensa agonia). Pentearia o cabelo somente, com os dedos se fosse preciso caso não houvesse pente ou escova nos dormitórios, vestiria o uniforme e as armas e seguiria se possível ainda um pouco antes do horário marcado para ver o Capitão Yasuhiro, e ouvir suas guias para o que provavelmente seria minha primeira missão oficial. Cumprimentaria os outros marinheiros nos corredores mas evitando muito contato visual, para esconder qualquer sinal das ter borboletas socando a minha barriga por dentro ao me imaginar como uma verdadeira marinheira atuante.


Cetzara:
 

Objetivos (Aventura):
 

Objetivos (Geral):
 

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptyQui 21 Jan - 22:10


Act 01
Looking Sharp





Meio acordado, bocejava esticando ambos os braços para cima. Fechava um olho permanecendo com o outro aberto " Eu acho que se eu fechar os dois olhos eu volto a dormir sentado." Eu pensava comigo mesmo enquanto jogaria o lençol para o lado, saindo da cama, indo em direção ao banheiro eu só podia agradecer a Deus por não estar de ressaca hoje. Chegando no banheiro, eu tomaria um banho e depois escovaria os dentes.

Me olharia no espelho e secaria meu cabelo, o jogando completamente para cima, deixando-o no penteado que sempre uso. Colocaria minhas roupas de sempre, o top preto, as luvas, a calça branca, os sapatos pretos e os brincos. Antes de sair, botava as mãos nos bolsos para ver se os documentos estavam na calça, se não estivessem eu os buscaria antes de sair de casa, após obtê-los eu sairia de casa,  pronto para começar o dia. Ao sair daria uma longa inspirada no ar de Las Camp, e então com as mãos no bolso iria em direção ao mercado mais próximo.

A minha primeira parada se dava pelo fato de eu estar sem isqueiro e sem cigarros e isso era uma situação a ser remediada. Entraria no mercado assim que chegasse, desfilando um pouco em direção ao balcão. Arrumando meu cabelo para cima eu colocava um dos braços nele para apoiar o meu rosto enquanto falava com o funcionário/a. "Boooom dia!" Eu exclamava em um tom de voz suave; "Uma carteira de cigarros de lavanda e um isqueiro, por favoor?"

Eu tentaria utilizar de meu charme, olhando o vendedor de cima a baixo; " Hmm... você bem que podia me dar um descontinho eu ia vir aqui sempre que eu precisasse de alguma coisa, principalmente por ser um prazer olhar pra você, sabe? " Caso a tentativa me rendesse algum tipo de hostilidade do funcionário da loja eu levantaria ambos as mãos dizendo:"Tudo bem, calma. Prometo que parei.". De qualquer forma eu pagaria pelos produtos assim que eles fossem entregues, se possível sairia da loja e iria em direção ao quartel para me alistar na marinha.

Caso chegasse no quartel, procuraria então um balcão ou alguém para quem pudesse interagir e explicar: "Boooom dia! Eu vim me alistar na marinha, o que preciso fazer?"



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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptyQua 3 Fev - 22:53






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Carregada em culpa / Amanhecer em prata - 07


Cetzara havia aceitado a derrota e esperava o golpe de misericórdia, quando foi surpreendida pelo sargento, em outras palavras, anunciar que ela havia sido aprovada, o que lhe permitiu se alegrar. Apesar do susto, Cetzara Blanche era uma soldada da marinha.

Imersa em seus pensamentos, desde frustrações até pretensões para o futuro, foi atrás de Katarina, a quem, durante a conversa, chamou de forma mais descontraída do que queria,  em algo que talvez pudesse ser considerado como um “lapso”. Envergonhada, tratou logo de se retratar e se desculpar com a secretária do Quartel General que, vendo o nervosismo da pernas longas, não conseguiu se segurar e começou a gargalhar. - É sério isso? Relaxa, pode me chamar de Kat - disse, enquanto a acompanhava até a lavanderia.

Dentro do cômodo que a pernas longas já conhecia, Katarina a ajudou a procurar um uniforme que melhor vestisse alguém com as medidas de Cetzara. Pouco mais de cinco minutos e a jovem já estava com seu uniforme em mãos. De lá, foram para o alojamento. Quase dez minutos andando e estavam no alojamento. - Aqui estamos, quarto B-22. Não temos camas que comportem alguém do seu tamanho, mas pedi que dessem um jeito… - disse, destrancando a porta com a chave e revelando o cômodo que não era lá tão grande, de 16m², uma cômoda e dois beliches colados um no outro. Porém, a cabeceira de uma das camas de baixo havia sido cerrada, ligando-a com a outra e a transformando em uma cama única de mais de três metros e meio, perfeita para soldada Blanche. - Você só tem uma colega de quarto, mas que está fazendo a ronda nas ruas agora. Talvez vocês se conheçam amanhã… E é isso, bem vinda à Marinha! Qualquer coisa em que eu puder ajudar, só me pedir - e isso Cetzara o fez. - Vou providenciar, já volto - e se retirou do quarto, voltando vinte minutos depois com a linha e a agulha pedidas pela nova marineira.

Ainda refletindo sobre seu combate com o Sargento, Cetzara passou a noite tentando melhorar as habilidades de sua mão esquerda com treinos de destreza com a lâmina que adquirira, para ter mais chances em futuros combates e outros tipos de situação. Completamente compreensível, afinal, sua canhota era cega. Infelizmente, não era possível dizer o mesmo da faca, que a cortou algumas vezes durante a noite. No final, tinha três cortes nos dedos anelar e indicador, dois no médio, quatro no polegar, e por pouco que não se juntou ao bonde do Lula e perdeu seu dedo mindinho, quando deixou a faca cair. Além disso, conseguiu um corte feio, embora pequeno, na junção dos dedos anelar e médio. Felizmente, sua mão direita funcionava perfeitamente, o que, somado com suas habilidades com primeiros socorros e o conjunto de costura que Katarina a emprestou, poderia dar um jeito e minimizar o estrago.

>><<

Na manhã seguinte, ou melhor, madrugada, Cetzara erguia-se e se arrumava com pressa para o que seria mais um dia quente e de sol. Ao menos, era possível imaginar isso, afinal, não havia praticamente nenhuma nuvem no céu.

Arrumou-se rapidamente e foi até a sala do Capitão. Chegou lá antes do ordenado pelo sargento Mors, sentindo a ansiedade e animação de seu primeiro dia. Algo que talvez continuasse por um tempo, uma vez que a sala estava trancada. Ficou lá por, pelo menos, meia hora, até se deparar com um homem de cabelos castanhos e olhos cinza, o qual era menor que Cetzara. Ele vinha comendo uma rosquinha, bebendo uma caneca de café e ainda carregava uma pasta presa pelo braço contra a costela, além de vestir uma capa da marinha com o dizer “Justiça”. Era o Capitão Yasuhiro Tohara.

- Opa, bom dia! Soldada nova??? Pela hora, imagino que esteja bastante ansiosa pela sua primeira missão, não é? Entra aí, vamos ver o que eu tenho pra você hoje - disse, abrindo a porta. O cheiro da comida começaria a atiçar a fome da pernas longas, uma vez que a mesma não havia tomado café da manhã. - Aliás, muito prazer e seja bem vinda a bordo! Sou o Capitão Yasuhiro Tohara - se apresentou e sentou na sua cadeira, enquanto começava a folhear seus papéis - Como se chama, soldada? - e, após a resposta de Cetzara, separaria duas folhas e diria - Então, normalmente as missões são designadas por um oficial de maior patente, mas… Que seja! Como você já está aqui, vou te deixar escolher. Eu tenho ficar de sentinela ou investigação de um furto à uma loja, qual você prefere? - e ficava a cargo da novata decidir. Por final, o Capitão diria - Beleza! Ah, se não tiver tomado o café da manhã, passe daqui direto no refeitório! É a refeição mais importante do dia!

>><<

Como o previsto, era uma manhã linda e ensolarada. Enquanto alguns já faziam seus afazeres diários, outros passavam a correr atrás de seus sonhos e objetivos. Esse era o caso de Scott Ashwood e seu gigante topete loiro estiloso, que tinha a pretensão de se alistar na Marinha. Mas não sem antes fazer uma parada em um mercado, para conseguir o necessário para suprir seu vício.

Entrou desfilando no estabelecimento e disse para o funcionário o seu pedido. -São trinta mil bellies, meu filho… - respondeu o senhor, calvo, na casa de seus oitenta e quatro anos de idade que, após ser cantado por Scott, corou e disse - Ah, já que é assim… eu faço por vinte e cinco… volte sempre! - esbravejou, mas não com o tom animado que buscava, uma vez que a idade já não o permitia mais isso.

Então, dirigiu-se até o Quartel General. Quando entrou lá, pôde ver alguns oficiais, dois em questão que começaram a cochichar sobre Scott quando ele passava. Mas talvez fosse por ter uma aparência chamativa, e não suspeita. Então, foi atendido pela recepcionista que, após Ashwood expressar seu desejo de ingressar à corporação, disse: - Bom dia! Entendo, primeiro vou te pedir para me responder esse questionário - e entregaria ao rapaz uma folha e uma caneta, com as seguintes perguntas.

Questionário escreveu:
Nome:
Idade:
Local de Nascimento:
Tipo Sanguíneo:
Por que gostaria de ingressar na marinha:

- Agora, me acompanhe, por favor - pediria, após Scott ter respondido tudo. A moça o levaria para um local dentro do QG, um pouco mais afastado e possivelmente sem ser muito utilizado, dada a sujeira no local. Poeira e teias de aranhas eram as coisas predominantes naquela sala espaçosa, com sete caixas de madeira no chão, lixo espalhado e alguns armários fora de lugar. A mulher ajeitaria o zíper de sua blusa com o logo da marinha e diria - Essa sala servia de armazém até alguns dias atrás, quando houve um mini acidente. Mais cedo, o Capitão pediu para que eu desse para o próximo aspirante a marinheiro limpar, e o sortudo é você! Sua primeira tarefa será limpar tudo e deixar esse local como se fosse novo. Todo o material de limpeza que você precisar está na sala do outro lado do corredor. Estou contando com você - encerraria, piscando para o loiro e se retirando.



Legendas:


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  • - Capitão Yasuhiro Tohara





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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptySab 13 Fev - 4:36


Act 02
High Octane, Pure Beauty!





Já havia conseguido marcar um dos itens pra lista de hoje, o dia estava bonito e se houvesse mais algum sinal eu até diria que ele estava sorrindo pra mim. Por sinal eu poderia sim dizer que estava, afinal de contas quem não sorriria para mim? Chegando para me alistar, podia ver uma beldade atrás do balcão talvez quase tão bonita quanto eu. Ela me atendeu de maneira educada, me entregando um formulário de alistamento.

Eu pegava o formulário de alistamento, lendo-o e verificando as perguntas, com a caneta que me fora entregada pela belíssima pessoa que havia me atendido eu então preenchia o questionário:

Questionário Preenchido:
 

Eu então entregaria o questionário de volta a beldade em minha frente. Não tentaria nenhuma gracinha, afinal de contas podia dar muito errado isso. De qualquer forma, quanto ao questionário, eu não podia dizer ali o que eu realmente quero, afinal de contas não é um motivo nobre, muito menos bem visto, o que eu queria mesmo é ter meu lugar no mundo, ser livre e é claro procurar encrenca com uma permissão do governo, ia ser moleza.

Acompanhando a mulher conforme solicitado não pude imaginar nada além de que eu tinha me dado bem, até expressando um sorriso enquanto andava a alguns passos atrás da moça. Nos afastávamos um pouco de onde havia preenchido o formulário, ela abria uma porta e ao entrar eu levava o choque de realidade. O lugar estava uma bagunça, empoeirado e cheio de teias de aranha, se eu pudesse chutar, chutaria que esse quarto não havia sido utilizado já faz algum tempo.

"Sim senhora, quando voltar vai estar tinindo." Eu dizia, com o charme natural que exalava da minha pessoa, nada demais. Afinal não podia negar que a piscadinha no final do discurso não teve efeito em mim. Eu sou apenas um humano como a grande maioria por aí. Após ela ter saído eu pensava comigo mesmo "Beleza, que saco. Mas vamo lá, um futuro brilhante me aguarda."

Conforme orientado, iria até o quarto para pegar primeiro uma vassoura , um pano junto de um balde d'água, um espanador, um rodo ou esfregão e um saco de lixo. Primeiro, recolheria o lixo maior, colocando no saco plástico, eventualmente o fechando e o levando para o devido local de lixo, organizaria os móveis, principalmente os armários. Espanava quaisquer móveis como estantes ou algo que deveria ser espanado.

Tentaria tirar o máximo de poeira do chão varrendo o quarto/sala onde estava, moveria o que tinha que ser movido como por exemplo cadeiras, para que eu pudesse alcançar os cantos possíveis do cômodo. Em segundo lugar, eu passaria o pano molhado nos móveis, 1 vez para tirar a poeira e a segunda para limpar a superfície dos móveis, sempre lavando o pano no balde e o torcendo para o manter o mais limpo possível.

Por fim então eu lavaria o chão, a princípio com água, utilizando o esfregão eu secaria o chão molhado para ver se havia sido suficiente para deixar o chão limpo. Caso necessário usaria algum tipo de produto (similar a sabão) para esfregar o chão com a vassoura, depois jogaria agua e então secaria com um rodo ou o esfregão se o mesmo não estivesse muito úmido.

Após limpar a sala eu então abriria a porta e a fecharia tentando ir ao encontro da moça que havia me atendido no balcão, se ela viesse a me encontrar ou eu me encontrasse com ela eu a informaria:"Serviço cumprido senhora...?" Deixava uma pausa para que ela completasse com o nome dela, retribuindo a piscadela que ela havia dado quando havia dado o serviço.

Caso ela me encontrasse e a limpeza não houvesse sido concluída, eu diria:"Quase pronto, chefe." Indicando que o serviço estaria pronto em poucos instantes. Terminando o serviço, tentaria ir de encontro com ela, informando "Serviço cumprido senhora...?" Deixava uma pausa para que ela completasse com o nome dela.




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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptyQua 24 Fev - 10:43

Cetzara×Blanche
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Post#008
Pude ter a tal da boa noite de sono que já havia me esquecido a tempos, graças aos cuidados que tiveram com a cama, o que eu sentia falta desde que saí de Toroa e tive de me forçar o costume de deitar-me ao chão coberto de panos. Tal disposição do quartel me dava bons sinais do cuidado que os membros da marinha tem com seus subordinados e já haviam tendo desde ontem, o que me anima ainda um pouco mais, não que precisasse. "Exemplos de o que deve ser uma instituição de poder, o cuidado com os corpos e corações das células que sustentam sua base" é no que penso enquanto sorrio de olhos brilhantes caso pudesse estar em posição que ninguém me visse sonhar. Mas, meio a estes pensamentos fulgazes enquanto espero sentiria flashes de memória colidirem contra meu lobo frontal, o que me levaria através de uma onda de náusea. Lembranças de... Um salão. Uma fogueira na neve, pessoas com ankuma no mi, marinheiros que eu só vi em jornais... "Isso... Foi o que eu sonhei ontem? Se for, por que é algo tão claro? Acho que dormir em uma boa cama após tanto tempo realmente me afetou, meu crânio deve ter corroído em contato com o travesseiro macio e agora meu cérebro se liquefez em contato com o ar, e agora tá pra escorrer pelas beiradas, ugh!" esbravejaria de dor por um curto momento até ver a silhueta de alguém se formando numa sombra a minha frente, o que me impulsiona a levantar as mãos que antes se dispunham em minha testa diretamente para cima dela em uma saudação. — Bom dia, Capitão, senhor!

A figura desleixada me surpreende, não que me faltasse respeito perante ele, creio que todos que vivem em Las Camp tenham ao menos noção do quanto o capitão fez por nós, mas foi do tipo de surpresa que me traz um bom sorriso ver ele menos preocupado com todos os afazeres da ilha. Um gênio, médico exemplar e portador da justiça, foi sua figura que junto de minha irmã motivou-me a não abandonar meus sonhos e ter a força de vontade de seguir todos eles até esse ponto. — O prazer é meu, sinto genuíno orgulho de trabalhar no mesmo ambiente que o senhor. Me chamo Cetzara Blanche. — antes que pudesse dizer mais algo, sentiria meu estômago roncando e levaria uma das mãos discretamente até minha barriga. Iria respirar fundo por alguns segundos para me recuperar.

Focada um tempo em apenas um dos papéis, tomaria a decisão sem pestanejar — prefiro investigar o furto capitão, se não for problema — "vim aqui para tomar ação, e agora que estou onde estou tenho ainda mais motivos para perseguir aqueles que perturbam a paz desta minha segunda casa!" e, se cabível, levaria comigo a folha com os detalhes do caso. Se não, somente iria ler por cima e decorar bem os detalhes na memória. — Sim, estou indo tomar café. Muito obrigada, terei o caso resolvido assim que possível.

Como havia dito com convicção a Yasuhiro, avançaria em passos rítmicos até o refeitório. Caso visse algum colega daria "bom dia" com um olhar focado e um leve aceno de cabeça. Caso me encontrasse com Katarina, não evitaria de dar um pequeno sorriso em conjunto ao cumprimento e convida-la para o café caso não já houvesse se alimentado. De qualquer modo, me sentaria no refeitório analisando e refletindo sobre os pontos do caso já a mim apresentados, e sobre meu futuro método de ação enquanto como algo que me fosse oferecido pelo lugar.


Cetzara:
 

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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptyTer 2 Mar - 22:44






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Carregada em culpa / Amanhecer em prata - 08


Embora surpreendida pela figura do Capitão Tohara, Cetzara não deixou que isso mudasse a impressão que possuía dele, afinal, sua fama era bem conhecida, por seus inúmeros títulos. Ele era o herói de muitos, talvez até da pernas longas, que não teve a menor dúvida de qual missão queria realizar. - Por que seria um problema, se eu que te dei a opção? Hahahah! Aqui estão as informações sobre o caso - disse, entregando a ficha na mão de Blanche - Boa sorte, soldada - desejou Yasuhiro à sua mais nova recruta, antes da mesma partir em direção ao refeitório.

Seguiu o corredor o qual já havia passado algumas vezes desde que se alistara e foi em direção até o refeitório. O café da manhã não era um buffet, onde os marinheiros poderiam escolher entre café, leite e chocolate; alguns tipos de pão com opções de frios e algumas frutas. Os marinheiros que lá estavam eram um misto entre cansaço extremo e disposição para enfrentar um novo dia. Aquele era o horário que dividia os que estavam voltando de suas missões para irem dormir, e os que estavam saindo para as suas.

Quando abrisse o arquivo, se depararia com o seguinte:

Relatório escreveu:

  • Arrombamento, invasão e furto na Edina’s Moda;
  • Ocorrência reportada às 4h38min;
  • Loja localizada na rua Las Are, a proprietária encontrou a vidraça quebrada e o local todo bagunçado.


E o resto do arquivo estava em branco. Era um caso realmente recente, as demais informações seriam apenas conseguidas mediante informação, pelo que aparentava. Devido seu tempo na ilha, Cetzara se lembraria da rua em questão e saberia como chegar até lá, sendo ela a oito quarteirões do Quartel General.

>><<

A missão não era tão entusiasmante quanto Scott poderia pensar, muito pelo contrário. Mas, como não tinha opção, o loiro não tardou a se armar com todo o equipamento de limpeza disponível e foi à guerra contra a sujeira.

Após três horas de uma limpeza intensa e bastante dedicada, toda a sujeira estava varrida, as manchas tiradas, o chão tão limpo que poderia-se comer nele, e os sacos de lixo na lixeira do QG. A sala estava brilhante. Quase tanto quanto Ashwood. Bom, ao menos o quanto ele estava, quando saiu de casa. Foi até a recepção atrás da moça que o deixara lá. - Terminou? Deixa eu avaliar… - e foi até a sala, acompanhada do loiro.

Ela andou pelo lugar, olhando por cima dos móveis e passando por eles seu dedo indicador e o encarando, para ver se havia alguma alteração de cor em sua luva branca. - Uau, estou… impressionada. Esse lugar está impecável - então se voltou para Scott, o olhou dos pés a cabeça, deu uma risadinha e disse - Pena que não dá pra dizer o mesmo de você… agora, vem comigo - e tomou a frente - E, a propósito… meu nome é Katarina ♡ - olhou para trás e deu outro sorriso ao imundo aspirante à marinheiro.

Ela o guiou até um pátio no interior do Quartel General, que servia para treinos físicos. Lá, estava um homem musculoso e carrancudo, na casa dos seus quase dois metros de altura. - Sargento Mors, esse é Scott Ashwood, nosso novo recruta. Poderia realizar o treino físico dele? -- Claro - respondeu com sua voz grossa - Sempre bom ver do que esses recrutas de hoje são feitos! Vamos lá! Dez voltas correndo ao redor da pista - e apontou para o perímetro a ser percorrido - Quando acabar, quero cinquenta barras paralelas - indicou uma barra, à dois metros de altura do solo - E por último, cinquenta flexões! Enquanto isso, eu vou cronometrar o seu tempo! - disse, pegando um cronômetro no bolso. - Bom, é aqui que eu me retiro. Boa sorte ♡ - se despediu Katarina, deixando a dupla sozinha. Isto é, considerando que ainda havia cerca de quinze marinheiros treinando no campo.



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MensagemAssunto: Re: Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata   Carregada de Culpa / Amanhecer em Prata - Página 2 EmptyQua 3 Mar - 13:24

Cetzara×Blanche
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Post#009
Refletiria sobre a folha tomando um gole de um copo de suave e saudável leite puro, o toque da beleza natural me vindo aos lábios, perfeito para qualquer manhã atípica. "Sinto que quando possível eu devia questionar a presença de patrulhas noturnas na cidade, não teria problema em eu mesma me dispor, estes horários são muito perigosos principalmente para os comércios" é o que pensaria vendo o registro da invasão enquanto termino meu café da manhã, sentindo a satisfação de meu prato cheio de frutas carregando a angústia da fome embora. Antes de sair ajeitaria o boné no meu cabelo escorrido, meu lenço no pescoço e limparia a camisa com cuidado até me sentir satisfeita. Tocaria uma vez mais no ferro frio de minhas armas, temendo que viria a usá-las a sério mas ao mesmo tempo anseando por isso.

Caminhando para fora do quartel com toda reverência para com os outros soldados e superiores do refeitório até a saída, seguiria disposta até a loja de roupas sobre a qual minha primeira missão se tratava. Meu nariz se dispõe mais em pé do que o normal, já que havia a chance de que pessoas que já me conhecessem me vissem em minhas vestes de marinheira, empunhando a justiça que sempre defendi de maneira oficial agora, o que me preenche de orgulho. Ao chegar, com a devida permissão, adentraria o estabelecimento e encararia o responsável. — Muito bom dia. Oficial Cetzara Blanche, poderia me dar mais detalhes do ocorrido aqui nesta manhã? — diria enquanto já começaria a vasculhar o lugar, um pouco incomodada com a provável bagunça em que ele estaria "arrombamento, certo? Ainda assim, faz bem eu ficar atenta para com o estado da maçaneta.". Procuraria por pistas como marcas de sola de sapato, algum aparato que possa ter sido usado para quebrar a janela como uma pedra ou tijolo, danos a outras coisas que não fossem o vidro ou indícios de gavetas e armários revirados que não venham a ser mencionados no depoimento. — Quais as perdas? O indivíduo em questão levou apenas dinheiro, roupas...?


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