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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

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MensagemAssunto: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptyDom 18 Out 2020, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptyTer 24 Nov 2020, 11:10



Não posso negar que minha pessoa ficava um pouco, ou talvez bastante contente ao testemunhar a secretária afogando-se diante a sutileza cuidadosa de Vick quando a acordou, meu olhar reluzia discretamente satisfeito comigo levando o dedo indicador até o queixo enquanto um pequeno sorriso maléfico seria desenhado nos lábios, mas todo esse apreço rapidamente era dissipado quando a secretária começou a falar. - Agora vossa pessoa me expulsa, mesmo que a pouco tempo tenha enviado mensageiros solicitando minha presença. - Desinteressada nas palavras da secretária minha pessoa olhava para as próprias unhas apoiando um dedo por vez no polegar, me dando o único trabalho de encará-la pelo canto dos olhos elevando a sobrancelha num ar questionador, a voz monótona enfatizava a reação contraditória da mulher.

As lamúrias da secretaria eram atentamente escutadas por meus ouvidos interessados em vosso depoimento, mas minha pessoa rapidamente recobrou a atenção quando Vick lhe deu o segundo banho, de qualquer forma eu já havia escutado o suficiente. "Um erro…" A informação era agradável, pois se ela não estiver mentindo ou omitindo as próprias falhas (algo bem comum) indicava certa eficiência profissional por parte da mulher. "Creio ser útil para Alvi." O único motivo que fazia minha grandiosa pessoa se dignar a dedicar sua atenção para uma plebéia maltrapilha era a preocupação genuína com Alvi e seu atelier, eu realmente não desejava entregar uma ferramenta sem utilidade para a minha patrocinadora em Tuntz Tuntz.

Em resposta o questionamento da secretária a respeito de confiar em minha pessoa. - Você tem opção melhor? - Cruzei os braços inclinando levemente a cabeça para o lado, apesar das palavras um tanto maldosas eu não desejava esfregar na cara da mulher o fato da mesma encontrar-se num estado miserável, e nem estou falando das roupas… Eu simplesmente não tinha o interesse de me esforçar para conquistar a colaboração daquela mulher, devolvendo-lhe outra pergunta sem tentar disfarçar o semblante desmotivado.

- Eu apenas sugiro que vossa pessoa procure por tratamento psiquiátrico. - Não faria menor questão de ser delicada ao praticamente alegar a insanidade da mulher, pois com essa instabilidade emocional ela poderia trazer problemas futuros para Alvi, caso seja contratada. - Irei lhe conseguir a entrevista de emprego, mas para vossa pessoa ser efetivada dependerá de seu merecimento. - Talvez esse seria o terceiro banho gelado recebido pela secretária naquele dia, mas minha pessoa desejava lhe mostrar um cenário mais realista e fácil de se acreditar, desejando também evitar outras tentativas irritantes de vinganças se porventura a mulher fracasse novamente. - Mas se vossa pessoa for tão capacitada quanto afirma acredito que não haverá problema, afinal pessoas eficientes são estimadas. - Por fim daria a secretária uma visão otimista, isso se ela não houvesse tentado mascarar seus erros anteriormente.

No quarto de hotel. - Lhe falei para trajar roupas melhores… - Meus pensamentos se tornaram palavras assim que os os olhos de minha pessoa tiveram o desprazer de apreciar as vestes abarrotadas da secretária, eu simplesmente desejava acreditar que aquelas não eram suas roupas mais sofisticadas. "Não é possível que alguém seja a redentora de tal péssimo gosto." Acenei em negação com a cabeça, recusando-me a crer naquilo diante de mim.

Mas visualizando a secretária em maiores detalhes, minha pessoa sentiu seus olhos queimarem de tanto desgosto, ao ponto de se obrigar a fechá-los enquanto gentilmente massagearia às pálpebras utilizando as pontas a fim de evitar a iminente dor de cabeça. - Consiga algo para ela comer. - Diria a Vick enquanto ainda mantenho os olhos completamente fechados como se estivesse a desabafar pela aflição, com tal atitude talvez eu consiga um pouco do apreço da secretária, mas tal interesse nem se comparava a minha de evitar sofrer a tortura por encarar a mundana cadavérica enquanto escuto suas estórias.

O hotel apesar de possuir características menos desprezíveis se comparado ao apartamento habitado pela secretária ainda era desagradavei o suficiente para fazer com que minha majestosa pessoa sinta-se desconfortável no ambiente, tendo preferência por ficar de pé durante a estadia naquele quarto.

Sendo assim iria aguardar até que a secretária termine seu desjejum, pois considerando aquela aparência abominável eu não ficaria surpresa se ela começasse a falar de boca cheia, e meus olhos tão preciosos já tiveram de suportar muitas aflições em um único dia. - Importar-se de começar a falar agora que terminou vossa refeição? - Encarando-a através do canto de meu olhar irritado, permitindo que em minha voz seja transmitida a impaciência de ter aguardado uma eternidade no recinto.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptyTer 24 Nov 2020, 18:35




A boca da secretária se torcia a contragosto, ela não queria admitir sua falta de opções, tão pouco queria aceitar ajuda de Kare por quem nutria rancor, todavia sua imagem na ilha havia sido completamente arruinada após as declarações feitas por Bast. Já havia passado aproximadamente uma semana e nos primeiros dias ela havia dedicado-se completamente a busca de um novo emprego, mas havia tido sempre a mesma resposta, sendo até mesmo por vezes quase agredida fisicamente. A idolatria por Bast na ilha muitas vezes beirava a lavagem cerebral, ao menos por parte daqueles que não o conheciam mais profundamente ou que não se interessavam pela arte da música. Ainda assim, a mulher de quem desgostava, lhe oferecia ajuda. Bem, ela sabia que não era uma ajuda gratuita e que teria que dar algo em troca da mesma, mas ainda assim parecia tentador. A oportunidade de se vingar de Bast e conseguir se reerguer, mas era uma vingança incompleta, pois também desejava se vingar de Kare e este caminho lhe toldava essa possibilidade, mas ao não trilhá-lo ela seria privada de toda e qualquer satisfação. Assim, acabou aceitando e mais tarde se encontrava em frente a Kare no hotel.

>><<

Durante o banho ela havia tentado se acalmar, buscou aceitar sua condição e fortalecer sua mente para o que estava por vir. Firmou-se para ser capaz de enfrentar Kare e manter a compostura, mas… Era impossível, a simples existência da dançarina lhe irritava, a forma como agia, falava, respirava e andava…. Mas o que mais poderia fazer após ter chegado onde chegou? Seus punhos se apertaram quando a morena reclamou de suas roupas, não que fosse realmente uma reclamação do ponto de vista de Kare e sim uma constatação.

Os punhos apertados ficaram brancos, os lábios dela tremiam um pouco e depois de um pequeno tempo engoliu o que estava para dizer e agiu com humildade. - Eu não tinha nada melhor. Desculpe. - Inclinou-se para frente com o corpo tenso devido a engolir a raiva.

Mas o conjunto da obra, não só as roupas, tornavam a visão insuportável para Kare. A aparência desmilinguida estimulou um pouco de "empatia" por parte da morena ainda que pelos motivos errados, todavia a atitude acabou por ser levemente mal interpretada pela secretária que olhou surpresa para a morena devido a "benevolência" da mesma.  

Sim! Realmente fazia um bom tempo que ela não tinha uma refeição adequada. - Como quiser Senhorita. - Vick deixou o quarto indo até o bar do hotel, de onde não muito depois voltou com uma bandeja de madeira na qual havia pão, queijo e ovos fritos, além de um copo de vidro cheio de um café preto bem forte. Dado a generosidade de Vick existia até mesmo dois pedaços de bacon gordurosos próximos aos ovos.

O aroma da fritura e da gordura, para o desprazer de Kare, encheu o quarto. Todavia como sabemos esses aromas podem ser bastante estimulantes, pois não só o estômago da secretária roncou como Kare poderia sentir que o seu também desejava um belo pedaço daquele pecado culinário -q.

>><<

- Eu não gosto disso… - Ela começava a falar, reclamando sobre seu papel em tudo aquilo. Tremia de medo, nervoso e ansiedade, mas continuou. - Bast é um grande músico, o talento que possui não é uma mentira, ele também é muito esperto,mas não é gentil e benevolente. A religião que ele fundou é na verdade uma farsa. - Ela olhava para baixo, suas palavras saiam todas apressadas quase atropelando umas às outras devido ao nervosismo. - Ouvi uma vez ele conversando com alguém pelo den den mushi, mas não sei quem. Bast usa da religião para fazer as pessoas o adoram, mas isso só é possível porque ele também é talentoso e é reconhecido como o maior músico da ilha. - O corpo dela tremia conforme se lembrava de tudo, isso era algo que havia tentado selar e ignorar devido ao seu amor não correspondido pelo músico. Suzete o idolatrava, mas não pela religião que ele havia fundado e sim por seu verdadeiro talento, ainda que a personalidade dele não fosse aquela a qual pregava. Cega por seu amor ela buscava ignorar isso enquanto se devotava completamente a ele… até o dia em que ela própria foi alvo e sofreu pela personalidade do músico.

Não era sabido se qualquer uma dessas informações poderia ser útil a Kare, a não ser é claro que ela descobrisse com quem Bast estava falando. - Eu vi que você está trabalhando para a Alvida… - Ela parava por um momento pensando no que iria dizer a seguir. A ex-secretária era alguém que havia vivido ao lado de Bast por algum tempo, mas acima disso era uma moradora da ilha a sua vida toda e sabia como as coisas funcionavam além de é claro, ter conseguido observar durante este tempo a personalidade de Kare. - Não sei se sabe, mas existe a fábrica Fish, eles são um conglomerado que atua em diversos segmentos, mas aqui na ilha possuem uma loja autónoma de venda de instrumentos e daqui um mês vai ocorrer um festival de música. Nesse festival tem uma competição. A final ocorre no teatro Chords e o prêmio geralmente é um instrumento exclusivo. Os vencedores sempre recebem muito destaque.


O que havia levado a mulher a comentar isso foi justamente sua análise de quem Kare era. Kare poderia escolher vencer Bast em um confronto direto enquanto tentava minar a autoridade dele através da informação sobre a religião que a secretária havia dito, ou poderia optar por um outro caminho, na verdade, o mesmo caminho que ela já estava seguindo, mas a secretária indicava um atalho. - É necessário um padrinho pra poder participar, mas creio que Álvida possa fazer isso por você. - Ela complementava a informação. Porém Kare também poderia fazer uso dos dois caminhos, dependendo apenas dos próprios planejamentos.



>><<

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptyQua 25 Nov 2020, 20:41



Encarei assustada na direção da mulher que se curvava pedindo desculpas, torci a boca enquanto inclinava o corpo tentando manter distância. "É mais grave do que pensava…" Fiquei chocada ao escutar a secretária comentar que as roupas trajadas por si eram as melhores. "Ela precisa urgente de uma consultoria de moda." Tive de engolir a seco quase engasgando com a própria saliva, me recusando a acreditar que uma pessoa teria tamanho péssimo gosto para roupas cafonas.

Meus olhos moveram-se a fim de explorar os arredores do cômodo buscando por uma janela, que se caso fosse encontrada seria aberta de imediato sem minha pessoa pronunciar nada a respeito, com ou sem a presença da janela eu cruzaria os braços abaixo do busto numa tentativa de pressionar a barriga para amenizar a sensação de fome, enquanto contaria com a janela aberta para dissipar o aroma gorduroso do bacon, e claro eu jamais admitiria estar sendo cativada pelos prazeres de uma carne tão barata.

Apesar da barriga vazia senti uma enorme vontade de vomitar enojada pelas palavras da secretária engrandecendo o Sr. Santo. "Blábláblá… Talento, habilidade, dom natural, isso nunca impediu os mundanos de serem fracassarem na presença de minha pessoa." Revirava os olhos preguiçosamente enquanto movimentei a cabeça em um semicírculo bem devagar, como se as palavras da mulher durassem algumas eternidades tediosas.

Mas havia uma menção nas falas da secretária que eu simplesmente não consegui ignorar calada, ergui dois dedos em sinal de V, mantendo o cotovelo apoiado no pulso envolvendo o abdômen. - Eventualmente o público perceberá que no melhor dos cenários o Sr. Santo é atualmente o segundo melhor músico da ilha. - Comentei casualmente com certo desinteresse no assunto, pois era óbvio que inevitavelmente minha pessoa chegaria ao local que naturalmente pertence, acima do topo. Eu poderia simplesmente ignorar o comentário, pois minha resposta de nada agregaria ao assunto além de provavelmente aumentar o desgosto da secretaria em relação a mim, mas é tão irritante o quanto os mundanos precisam de muita ajuda para perceberam o óbvio.

Quando as palavras da secretária foram encerrada eu estava observando-os atentamente piscando algumas vezes aguardando por mais informações. - Só isso? - Perguntei nitidamente desapontada pela descoberta, quer dizer uma religião de fachada para camuflar negócios conspiracionais, isso tem o seu valor como notícia, mas eu estava esperando por descobertas que fariam o público fofocar. - Nenhum escândalo com outros artistas? Brigas nos bastidores? Relações românticas às escondidas? Hábitos esquisitos? - Com certeza esse tipo de notícia causaria bastante burburinho na platéia. De qualquer maneira minha pessoa tinha recursos para utilizar contra a imagem e reputação do falso santo.

- Eu planejava permanecer algum tempo em Tuntz Tuntz de qualquer maneira. - Comentei a respeito do festival, em minha voz se poderia notar uma entonação bem humorada, afinal era um atalho conveniente, o único problema seria ter de aguardar um loooongo mês, mas como há outras razões para minha pessoa ter de esperar não será um eterno sofrimento de ansiedade.

- Vossa pessoa deveria ter procurado a Alvi desde o início. - Teria dito em tom de alerta julgando a secretária com o olhar , pois assim poderia ter evitado alcançar um estado enorme de decadência.

Bom, minha pessoa já teria escutado o suficiente para dar-se por satisfeita, não havia razões para excitar-me com o festival, era apenas mais uma competição que eu simplesmente ficaria em primeiro lugar, assim como todos em outros torneios, concursos, campeonatos que participei. - Aproveite sua estadia, quando tiver vontade me encontre no… - Iria informar a secretária o local onde meus ensaios ocorrem assim como o horário, pois seria onde eu teria certeza de encontrar Alvi para lhe apresentar a nova canditada a funcionária do ateliê, permitindo que a secretária escolha o dia afinal minha pessoa não desejava pegá-la no colo levando-a até a vaga de emprego. - Apenas sugiro que esteja com uma aparência…. Apresentável. - Senti um certo amargor na boca ao novamente direcionar o olhar até aquele show de horrores, vulgo secretária.

Talvez não seja a mais sensata das atitudes levar a pessoa responsável por contratar assassinos a fim de me eliminar no mesmo local de trabalho, mas se a secretária fizer qualquer estupidez perderá a única chance de reestruturar-se, portanto eu não me sentia incomodada com este fato.

Então eu deixaria o quarto de hotel, prestando uma pequena gentileza a secretária lhe reservando o cômodo por dois dias e duas noites, para que assim ela tenha algum de se organizar, ou simplesmente aproveitar seus últimos dias podendo dormir sob um teto antes de apreciar a longa estadia na sarjeta, de qualquer forma ambas possibilidades não são muito interessantes para mim.

Ao deixar o hotel iria me deslocar até a região central de Tuntz Tuntz, em busca de um bom restaurante onde pediria meu jantar, um prato mais requintado com porção extra de bacon… O que? Porque tá me olhando assim? Por mais que eu odeie admitir o cheiro estava bom…

Em seguida eu gostaria de conferir a residência onde estou hospedada, pois se o recinto ainda estivesse caindo aos pedaços eu iria optar por alugar o quarto em algum hotel requintado nas proximidades, contando com o auxílio da tão eficiente Vick para guardar e organizar os pertences, mas se a casa estiver em condições de comportar minha pessoa mesmo em condições imperfeitas eu optaria por passar a noite nela, evitando o transtorno de procurar uma hospedaria com quartos disponíveis.

Além de apreciar o deleitoso pecado culinário haveria outra razão para minha pessoa optar deslocar-se até o centro da ilha, a principal motivação seria a de aproveitar do grande fluxo de transeuntes durante o período noturno, optando por caminhar pelas ruas ao invés de usufruir da comodidade fornecida pela carruagem eu iria agraciar os olhos dos mundanos ao redor com meu gracioso desfilar.

Aguardando até que as roupas trajadas por mim chamem a atenção de algumas pessoas, apesar desta ser uma tarefa dificílima para as peças de roupa, afinal disputar a atenção do público comigo é o mesmo que assinar um atestado de fracasso. Mas talvez haja algumas mulheres apreciadoras de roupas caras, que a habilidade de identificar vestimentas de boa qualidade apenas pelo olhar, principalmente aquelas trajando roupas bem chamativas com muitas jóias e adereços, transitando pelas ruas com seus narizes empinados despertando a súbita vontade de quebrá-los, garotas de semblante esnobe e pose de dondoca metida agindo cheias de arrogância como se fossem donas do mundo, tenho certeza de que vocês já viram alguém com tais características, bem, essas seriam o meu público alvo.

Caso minha pessoa seja abordada por mulheres com as características citadas anteriormente e elas demonstrem interesse no look cobrindo meu corpo de beleza divina, primeiro eu teria de conter a intensa vontade de segurar uma por uma pelos cabelos e esfregar suas faces repulsivas em um pedregulho áspero, sendo capaz de sobrepor meus instintos primitivos. - Ah! Oi! Não tinha te visto aí. - Fingindo estar bastante surpresa demonstraria grande entusiasmo ao cumprimentar a(s) patricinha(s) metida(s), destilando um pouquinho de veneno por insinuar que sua presença é de difícil percepção. - Essas roupas eu consegui no ateliê Le Blanc, lá são escolhidos apenas os melhores tecidos para confecção de cada peça, costuradas por estilistas renomados que seguem a risca as tendências da moda e são SUPER criativos, é impossível passar despercebida quando se veste roupas tão glamourosas. - Muitíssimo entusiasmado eu citaria diversas qualidades do ateliê, desejando enaltecer o prestígio de se trajar algo feito pela marca, para causar bastante inveja nas desclassificadas, quero dizer, cativar o interesse das ouvintes, fazendo de enfatizar cada sílaba tônicas das palavras ditas enquanto gesticulou com as mãos como se quisesse ilustrar minha fala, por fim iria posar com os braços distantes do corpo proporcionando-a oportunidade de analisar em minúcias o look. - Mas… Não é para qualquer um, precisa ter condições para usufruir roupas de alta qualidade, talvez você encontre algo mais adequado para seu nível em lojas de segunda mão. - A princípio ficaria visualmente envergonhada, cobrindo os lábios com os dedos relutando em falar, mas com um tom bem meigo de voz eu iria que ela(s) não tem condição(ões) de comprar roupas sofisticadas, me despedindo enquanto envio dois beijinhos com as pontas dos dedos, exibindo um sorriso bem amável antes de dar as costas e desfilar para longe das potenciais clientes. De fato esta não é uma forma muito usual de se fazer propaganda, mas conhecendo bem esse tipinho de mimadas arrogantes elas poderiam muito bem ficarem ofendidas com meus comentários e simplesmente comprar as roupas do ateliê por puro capricho e birra infantil.

Mas se por acaso outras pessoas que não tivessem um aspecto e postura tão odiosa viessem falar comigo a respeito das roupas, eu manteria o mesmo entusiasmo ao engrandecer as virtudes do ateliê, mas sem os comentários mesquinhos, pois estes potenciais fregueses não iriam me despertar o interesse de esnobá-los.

É óbvio que minha pessoa tão majestosa poderia atrair a atenção dos paparazzi na ilha, desejando por alguns míseros segundos de minha presença divina, praticamente implorando desesperados pela oportunidade de capturar em foto a imagem estonteante ostentada por mim, certo? Se assim ocorrer eu iria a princípio ignorá-los jogando os cabelos por trás das costas desdenhando suas existências, esse charminho duraria até que minha pessoa encontrasse um local bem iluminado sem muitas pessoas transitando de preferência com um fundo neutro, onde os paparazzis finalmente seriam contemplados com o privilégio de me fotografar. Eu faria diversas poses evidenciando as roupas utilizadas, colocando as mãos por trás da cabeça com os braços flexionados, depois prostrando-as na cintura, mordiscando maliciosamente a ponta do dedo indicador enquanto lhes dou uma piscadela, lembrando também de virar de costas enquanto os encaro com um olhar penetrante por cima do ombro, a fim de mostrar todos os detalhes do look. - Vocês gostaram da minha roupa nova? É uma peça exclusiva confeccionada no ateliê Le Blanc, aposto que os leitores dos jornais e revistas irão adorá-las. - Iniciaria um breve monólogo durante a sessão de fotos no cenário improvisado, num tom de voz afetuoso despejando-lhes toda minha doçura, atiçando-os com poses provocantes, como por exemplo envolvendo a cintura com um braço salientando o volume do busto enquanto a outra mão seria levada até a lateral de minha cabeça colocando os cabelos por cima da testa exibindo-lhes o meu sorriso mais ingênuo e atraente, daquele jeitinho bem meiga e abusada, para que dessa forma possam se sentir instigados a divulgar sobre as vestes responsáveis por enaltecer minha beleza escultural. Após a propaganda ser feita eu provavelmente ficaria alguns minutos posando para os paparazzis, pois como poderia uma pessoa tão amável quanto eu negligenciar toda essa necessidade dos fãs em me idolatrar, se houvessem perguntas eu poderia escutar mas escolheria quais delas responder.

Próximo de meia noite eu iria solicitar a jog e buscar pelo vestido no ateliê de Des, dispensando a carruagem pois levaria menos tempo se eu fosse cavalgando velozmente pela multidão, e com o vestido de gala em minha posse eu iria banhar-me no local onde dormiria antes de adormecer, acordando no dia seguinte para fazer o desjejum e apanhar o par de sapatos desta vez aceitando que trajeto seja feito com a carruagem, retornando até a residência apenas para deixar os sapatos guardados e deslocar-me novamente com tendo o local de ensaio como destino.

Se caso Vick se prontifique a apanhar as vestimentas eu não teria objeções, mas caso ela for encontrar-se com Osh. - Peça a ele o número do den den mushi, mas não informe o nosso. - Comentaria casualmente para a morena, pois seria de muita utilidade ter uma forma rápida de contatá-lo, porém eu não desejava receber suas ligações. - O número do Sr. Capitão também seria útil, mas eu posso pedir para a Nervosinha em nosso próximo encontro. - Apoiando a ponta do dedo indicador abaixo dos lábios eu ficaria pensativa durante alguns instantes, mas qualquer preocupação seria rapidamente ignorada pois os encontros com a Tenente provavelmente ocorrerão em uma frequência bastante agradável…


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptyQui 26 Nov 2020, 12:27




O pior havia acontecido para Kare…… Sim…. Era uma situação terrível, inacreditável, inconcebível. A ex-Secretária possuía sim mal gosto para vestimentas. Um caso perdido, uma tragédia ambulante, sim… Era isso que aquela mulher era. Não entenda errado, o potencial físico de Suzete não era ruim, possuidora de um corpo esbelto e elegante, com um rosto fino e nobre, mas que no momento estava descuidado, destratado. Mas como possivelmente diria a própria Kare: "Apenas um filhotinho que precisa ir a um Pet Shop".

O vento soprou pela janela abertas, as cortinas balançavam ao redor de Kare envolvendo-a. A lua brilhava com sua luz pura prateada banhando a pele leitosa da morena. O vento estava um tanto fresco e com um leve cheiro de chuva no ar, talvez esta noite fosse chover… Bem…. Não que isso interessasse a Kare, mas para as donas de casa que precisavam lavar roupas era um fato deveras importante e para Vick também. Fosse o que fosse o inebriante aroma do bacon havia sido empurrado e Kare pode ficar mais tranquila ao fato de seu estômago possivelmente roncar.

Suzete não quis mais comprar briga com Kare, mesmo com os comentários tecidos pela dançarina. Ela já havia-o feito e tinha dado muito errado para si mesmo. A grande queda havia feito Suzete aprender essa lição.

As informações dadas pela mulher, embora fossem de uma natureza bastante corrupta e grave não eram ainda assim de total agrado de Kare. Onde estavam os fuxicos? As pequenas intrigas? Não havia um: "Ele gosta de se vestir de mulher, tem um closet secreto abarrotado de roupas femininas", "Ele tem um caso homosexual com o Mastro Chords", "Ele faz festinhas de orgia em sua residência no anonimato". Onde estavam essas coisas? Certo? Isso seria o normal a se fazer quando se é famoso, então porque Suzete não as estava relatando?

Enquanto Kare ia enumerando todos os possíveis escândalos aos quais se interessava a face de Suzete ia tornando-se ainda mais branca como se ela não conseguisse sequer imaginar que todas aquelas coisas pudessem acontecer. - Ah, bem, ahn, ah sim, bem… Bast é solteiro, então… bem… Ahnmm… Ele gosta de jovens. - Ela parecia um pouco envergonhada, não era o sentimento de proteger Bast e sim o simples constrangimento de falar sobre tais assuntos. - Garotas novas, isso. Mais do que eu ou você. - A face pálida havia criado uma certa cor, mas está nada tinha haver com ser saudável. - Ele, bem… Sempre tem problema com alguns nobres. Você deve se lembrar que algo parecido ocorreu quando você chegou a escola. - Provavelmente Kare não conseguiria recordar e após um suspiro profundo Suzete descreveria o ocorrido. - Muito nobre abastados não conseguem suportar o fato que Bast em suas vestes hu..humi…. Maltrapilhas seja um músico melhor que eles. - Ela ainda gostava de Bast, no fundo, mesmo após tudo que sofreu e acabava sem perceber buscando falar de maneira respeitosa sobre o músico. Ao dar-se conta do que estava fazendo se forçou finalmente a tratá-lo de uma maneira um pouco pior, ainda que existissem limites para o progresso. - Já vi Bast recusar o ingresso de músicos muito talentosos na escola, mas ele nunca se explicou.


Bem, já era alguma coisa a mais para Kare "trabalhar" em sua "picuinha" contra o santo.
- Você trabalha pra ele. Por isso não a procurei. - Como ela poderia ter ido pedir emprego para a empregadora da mulher que ela desejava matar? Bom, isso ao menos era verdade quando Suzete possui um restante de orgulho e amor próprio o mesmo já não se aplicava agora, ainda mais depois de estar aceitando ajuda da dita cuja.  

Depediam-se. Suzete surpresa era deixada no quarto. Ela não havia antecipado que Kare prestar-se-ia a pagar as despesas do hotel para ela. - Irei. - Ela afirmava sobre ir apresentável, mas isso poderia talvez causar ainda uma certa apreensão em Kare. O hotel foi pago então por Vick (Considerando que você dá dinheiro pra Vick fazer essas coisas mesmo.)  O mesmo acontecia com a refeição após terem chego ao centro de Tuntz. Os paparazzis desde o início a acompanharam. Ela podia senti-los e vê-los a distância, mas não se aproximavam, o que era um pouco estranho.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Este era o prato do qual Kare desfrutava, uma versão de alta gastronomia do clássico Ovo frito com bacon. O prato vinha acompanhado de croutons temperados com uma manteiga trufada e temperos aromáticos. Vick por sua vez desfrutava de um grande pedaço de carne vermelha mal passada e Poky fora servido com uvas o que por sua vez arrancou um olhar de surpresa do atendente ao ver a doninha sentada em um cadeirote para bebês comendo com "etiqueta", ao menos uma etiqueta possível a um animal.  

A versão chique do ovo com bacon havia sido agradável, tinha um sabor sofisticado e era menos gordurosa que a sua prima pobre. Vick pediu café e chá antes de deixarem o restaurante. Músicos tocavam nas ruas, pessoas passeavam com seus amantes enquanto bebiam e se divertiam entre uma apresentação e outra. Kare se via ainda seguida e fotografada a distância, mas os paparazzis ainda não sentiam confiança em se aproximar, ao menos até o momento que Kare abruptamente parou. Arrepios desceram pelas costas deles que pensaram seriamente que sua vida havia chego ao fim. Kare estava a frente de uma parede de tijolos pretos, com um banco de madeira com curvas suaves, a madeira envernizada escura estava bem cuidada, em cada lado do banco existiam postes iluminando-o. Ali a morena parou para posar. Inicialmente os paparazzis ficaram confusos, mas então após as duas primeiras poses eles logo perceberam que não corriam perigo e correram para tirar algumas fotos mais próximas.

Obviamente Kare não era a única a ser fotografada no local, mas devido aos temas quentes que surgiram após sua chegada na ilha e seu claro atrito conflituoso com Bast, ela passou a ser uma das mais visadas. - No que você está trabalhando Senhorita Lawford? - Vai fazer mais alguma apresentação na praça (nome)? - Era a mesma praça na qual ela havia canto a primeira musica. - O que pode nos dizer do atentado que sofreu? - Aparentemente o ataque dos felinos não havia passado assim tão despercebido. - Qual a sua Relação com a Tenente Marian? - Quem fez suas roupas? - Finalmente a pergunta que Kare esperava. Todas as outras foram inicialmente ignoradas para que ela pudesse responder a essa, cumprindo assim seu contrato com Alvida.

Claro que as patricinhas, assim como ela esperava, a assistiam de longe enquanto posava e era fotografada. Estavam na verdade não muito atrás dos fotógrafos olhando-a com olhos injetados de sangue.  


>><<

A casa ainda não havia sido completada, isso ocorreria no próximo dia. Marian a estava esperando e entregou a Kare o que sobrará da recompensa da trupe de felinos. 38 Milhões. Aparentemente os móveis destruídos custam um valor considerável, bem como a urgência solicitada da mão de obra.

Os dias seguintes ocorreram de forma pacífica. A residência seria mais uma vez aprontada, os ensaios ocorriam similarmente ao primeiro, o vestido e sapatos encomendados estavam primorosos e haviam sido entregues. Marian não aparecia todas as noites, mas vinha com constancia dormir junto a Kare. Podiam assim aproveitar de deleitosos momentos a dois. Nesses dias Kare dormia pouco, mas dormia muito bem.

No terceiro dia Alvida teria sorrido para Kare e comentado sobre um grupo de mulheres ultrajadas que havia aparecido mais cedo no ateliê. A ruiva ria e compartilhou a história com a morena. - A revista será entregue nas bancas daqui a pouco, então poderemos ver a reação do público e de Bast.

Claro, Suzete havia sido contratada, mas não como secretária. Alvida havia resolvido ser dura com a mulher que no passado já lhe havia causado alguns transtornos, mas como havia sido de certa forma um pedido de Kare a ruiva havia aceitado. - Seu chá Senhorita Alvida. Bom dia Senhorita Kare, aceita alguma coisa? - Ela olhava para o chão enquanto falava, lhe era difícil encarar os olhos de Kare. Suas roupas haviam sido providenciadas por Alvida e já apresentavam um aspecto melhor. Dois dias haviam se passado e o rancor que ela sentia pela dançarina havia se transformado em vergonha e este era o motivo dela não olhar nos olhos de Kare.

>><<

Os dias seguintes após o lançamento da revista foram tumultuosos. Bast não deu uma resposta pública mesmo quando vários dos folhetins começaram a traçar um paralelo entre o modelo ruivo nas fotos e ele, afinal dar qualquer satisfação apenas falo-ia concordar com as suposições. As reações públicas foram diversas. Kare recebeu o apoio de algumas mulheres, admiração e desejo de muitos homens e violência dos mais fanáticos. Coisas haviam sido atirado nela em muitas oportunidades, ao menos quatro estabelecimentos haviam se recusado a atendê-la, enquanto alguns prestaram cortesias. Este ela poderia descobrir mais tarde eram gerido por mulheres que acabaram por sentir-se inspirada pelo poder que ela havia ousado demonstrar.

(OFF: Considere um novo mini time skip narrando o que citei, avance até o dia da apresentação do musical. Não precisa narrar o musical, esse fica pro proximo. Considere que você será abordada por Paparazzis constantemente, vou te dar liberdade pra criar respostas, se desejar, para perguntas que eles fizeram, logo você pode dar uma controlada no que perguntaram através disso. No próximo devo complementar com outras perguntas idk.)

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptySex 27 Nov 2020, 23:32



- Para a imensa felicidade dos fãs há um trabalho prestes a ser divulgado, então suportem a ansiedade pois em breve poderão contemplar a imagem de minha pessoa circulando por toda a ilha. - Respondia de muito bom grado os questionamento dos paparazzi sobre meus próximos feitos. - Podem considerar um aperitivo pois lhes será concedida a honra de pessoalmente apreciarem uma peça estrelada por mim que irá lotar o Palais Garnier. - Durante a sessão de fotos decide atiçar a curiosidade dos fotógrafos ao comentar da apresentação de dança, que ainda não havia sido divulgada nenhuma informação até onde sei, como uma tentativa de movimentar as notícias da ilha e assim elevar as expectativas da platéia, mas sem dizer um único detalhe a mais pois não desejo arruinar o fator surpresa.

- Bom… Eu não possuo planos de realizar uma segunda apresentação na praça, mas… Se meus adorados fãs desejarem com fervor eu posso gentilmente atender às suas vontades. - Enrolava uma mecha de cabelo na ponta do dedo indicador enquanto desviei o olhar demonstrando um pouquinho de timidez em minha expressão meiga, com minha voz doce acalentando os ouvidos dos paparazzis, e mesmo que minha pessoa não realize apresentações na praça a platéia ainda poderia idolatrar todo o meu esplendor no teatro.

- Ara ara… Vocês realmente querem falar sobre esse assunto sem graça? - Fiquei um tanto indignada pelos fotógrafos demonstrarem interesse em uma mera invasão domiciliar, ao invés de se dedicarem exclusivamente a capturar a imagem magnífica de meu ser. - Mas não a razão para preocupações, tal incidente foi tranquilamente sanado por esta que vos fala. - Numa tentativa de amenizar o peso do ataque comecei a abanar o ar na frente do rosto movimentando o punho despreocupadamente, a fim de reconfortar o coração dos fãs que poderiam temer pelo meu estado de saúde. - Mas há uma informação extremamente confidencial que o público geral ficaria louco se descobrisse, contudo eu não sei devo lhes contar. - Com toda a certeza minha pessoa não perderia a oportunidade incendiar os burburinhos na ilha, colocando a ponta do dedo indicador ao lado de meus lábios cativantes, desviei o olhar para longe dos fotógrafos enquanto fazia beicinho exibindo a eles uma expressão repleta de fofura e inocência, aguardando alguns instantes pelos previsíveis clamores curiosos. - Tudo bem! Como vocês imploraram tanto eu irei contar. - Eu pretendia contar desde desde o início, somente quis brincar um pouco com a curiosidade inesgotável dos paparazzis, dizendo cheia de ânimo enquanto ostento um adorável sorriso encantador em minha face. - Durante o interrogatório o nome do falso santo ruivo de Tuntz Tuntz foi mencionado pelos criminosos. - Novamente desviaria o olhar dos fotógrafos como se estivesse simplesmente relatando uma informação avulsa sem qualquer pretensão ou segundas intenções. Então minha pessoa recusar-se-ia veementemente a pronunciar qualquer sílaba a mais sobre o assunto, concedendo a liberdade aos abutres aproveitadores, vulgo paparazzis para que possam interpretar, distorcer, deturpar as palavras ditas por mim ao seu bel prazer, pois novamente eu estaria tentando manchar a imagem do santo imaculado, e mesmo que ele persista em manter-se inerte as minhas travessura o público certeza irá deleitar-se com as intrigas.

Eu iria ignorar as perguntas associadas ao meu relacionamento com a Nervosinha, pois simplesmente não desejo dar maiores detalhes de minha vida íntima, além de proteger ou ao menos evitar o envolvimento da tenente nas fofocas e mexericos, mas com todos os escândalos anteriores revelados por ninguém menos além de mim, creio que o interesse nesse assunto será ofuscado.

- Aaaarrff… - Suspirei exausta, apesar de não estar com o corpo fatigado sentia-me como se a o psicológico estivesse tortuosamente cansado. "Preciso encontrar outra maneira satisfatória de divulgar o ateliê…" O fato é que forçar um aspecto doce e agradável enquanto interajo com as mimadas excessivamente esnobes da ilha era extremamente irritante, e eu nem sequer podia fazê-las tropeçar chutando seus tornozelos para que caíam com a face no chão quebrando seus narizes arrebitados como uma maneira bastante eficaz de aliviar a frustração.

>><<

- Succubus...? Não soa tão mal. - A princípio eu me comportaria com indiferença ao descobrir a forma como fui reconhecida pelos mundanos. - Nervosinha quando vamos nos encontrar em vosso quarto? - Optando por me focar em um assunto deveras excitante ao invés de dar importância a algumas dezenas de milhões recebidos a pergunta maliciosa seria feita num tom igualmente lascivo, pois eu acredito que a tenente ficaria deveras envergonhada em passar a noite comigo no seu recinto. - Se vossa pessoa aceitar eu irei lhe proporcionar uma massagem completa quando os reparos do meu quarto estiverem concluídos, desde os seus pequeninos e adoráveis pés até o último fio de cabelo, com direito a incenso perfumado e óleo hidratante. - Se a Nervosinha recusar ou ficar receosa minha pessoa não hesitaria em usar de meios inescrupulosos para convencê-lo, afinal eu poderia brincar com algemas o que é um incentivo bem excitante. Mesmo se a recusa da Nervosinha se manter firme, eu iria comprar tanto o hidratante quanto o incenso, pois massagear a marinheira era como um passe livre para eu poder apalpar todo o seu corpo besuntado, essa definitivamente seria uma situação prazerosa.

Durante a noite com minha pessoa no conforto do hotel. "Era como ela me chamava." O braço direito envolveu minha cintura enquanto apoiei o cotovelo esquerdo acima do punho abraçando o corpo, cobrindo os lábios com a mão livre. "Como a Apressadinha tem passado seus dias?" Me recordei de uma certa pessoa atrevida, os momentos compartilhados com a loira espevitada agraciaram meus pensamentos em forma de lembranças carinhosas, um sorriso infantil formou-se em meus lábios em seguida fechei os olhos apreciando aquelas memórias, a Apressadinha havia sido a primeira que chamou-me de Succubus, e lembrar de tal fato fazia minha pessoa gostar um pouco mais da alcunha, somente desejei esconder essa alegria boba.

Os dias de calmaria seriam muito bem usufruídos, principalmente em âmbito profissional durante os ensaios eu continuaria a priorizar as cenas com Devond e o restante grupo, permanecendo com os conselhos além de demonstrar as instruções a fim de auxiliar que apresentasse maior dificuldade, inicialmente minha pessoa se esforçaria para manter a calma, respirando profundamente antes de ajudar o elenco, agindo de forma mais amigável mantendo um tom de voz carismático na tentativa de diminuir a possibilidade dos mundanos reagirem com aversão aos meus conselhos, entretanto se a abordagem gentil não for satisfatória minha pessoa teria toda a disposição para tratá-los com rigidez e autoritarismo afinal algumas pessoas podem demonstrar melhores resultados quando são ordenadas por mãos de ferro.

Como minha pessoa estava sem compromissos eu ficaria ensaiando após o horário normal, me dedicando principalmente as cenas solo até poder executá-las com absoluta perfeição, também terminaria de ler e decorar o script inteiro, ao ponto de ser capaz de associar o nome dos personagens com a imagem dos atores a fim de poder auxiliá-los com maior eficiência nos dias seguintes, a prestatividade de Vick seria muitíssimo apreciada com ela podendo me trazer algo para comer durante o tempo extra ensaiando.

Durante o tempo livre, talvez de manhã antes dos ensaios ou após minha pessoa deixar o local onde treinava para a peça, com as lojas de roupas ainda abertas eu iria até esses estabelecimentos fazer a "divulgação" do ateliê pertencido a Alvi, mas visitaria somente as lojas de melhor aspecto visual. - Eu quero as roupas das novas coleções lançada pelo ateliê Le Blanc, pois a qualidade da confecção é magnífica, e cada peça tem uma aparência simplesmente linda. - Elevando a tonalidade da voz enérgica desejando fazer com que os outros fregueses me escutassem engrandecendo todas as virtudes das vestimentas feitas pelo ateliê. - O que? Como assim vocês não tem? Aquelas roupas vão imediatamente desaparecer das prateleiras. - Simulando estar indignada por não encontrar as vestes cobiçadas na loja, desta forma eu poderia não somente atiçar o interesse dos fregueses como também os estabelecimentos poderiam se interessar, o ideal seria escolher estabelecimentos especializados em revenda, pois de certo haverá mais relutância em fazer uma loja com seu próprio ateliê comprar as mercadorias de um concorrente, mas infelizmente eu não teria tempo para pesquisar quais lojas atender-iam tais exigências, portanto iria me certificar somente de não visitar o mesma loja mais de uma vez. "Muito melhor…" Terminando o novo método de propaganda eu poderia sentir meu corpo bastante leve, sem o estresse de precisar fingir carisma com as mimadas arrogantes da ilha.

Minha pessoa não fez nada além de esboçar um sorriso belamente duvidoso para Alvi, como se não tivesse nada haver com as mulheres ultrajada que visitaram a loja, mas escutar o relato foi no mínimo interessante. - Assim espero. - Disse num tom deveras maléfico apesar de no momento exibir um semblante meigo quando Alvi mencionou sobre vermos a reação do Sr. Santo, pois infelizmente o mesmo ficava inerte e por conta disso é bem provável que não seria possível vê-lo arrancando seus cabelos por causa da raiva.

Mesmo sem estar com sede eu pedir por um copo de chá a secretária, apenas para ter o prazer de fazê-la me servir, pois mesmo com minha pessoa não nutrindo sentimentos rancorosos contra a mulher, era de certo modo gratificante observá-la agir obedientemente.

Enquanto minha pessoa apreciava o chá servido pessoalmente pela secretária submissa aproveitei para confirmar um assunto com a dona do ateliê. - Alvi, você já me inscreveu no festival da empresa Fish, certo? - Eu simplesmente não conseguia enxergar qualquer razão para Alvi recusar a ser minha madrinha na tal competição, afinal ela poderia associar o nome e a marca ateliê a pessoa que inevitavelmente venceria, por isso eu praticamente afirmei convicta apesar da pergunta.

O lançamento da revista com certeza deixou o público bastante excitado. "Então é isso que significa ser ovacionada?" O fervor da platéia não necessariamente era deleitoso, pois minha pessoa era alvo de diversos projéteis arremessados, ovos, tomates, laranjas… Diante a torrente de disparos eu iria graciosamente evitá-los dançando com leveza em meio aos arremessos como se os projéteis fossem inexistentes, enquanto aproximar-me-ia do agressor eufórico. - Tem algum problema para tratar comigo? - Cruzando os braços logo abaixo do busto iria encarar o sujeito em questão com um ar de superioridade em meu olhar, tomando cuidado para desviar de possíveis ataques salivares projetando meu belíssimo rosto lateralmente. - Vossa pessoa ao menos viu a revista em detalhes? - Se o mundano hostil estivesse disposto a manter um diálogo eu tentaria apaziguá-lo. - Tente se lembrar perfeitamente de cada elemento presente nas fotos, em seguida quero escutá-lo dizer com todas as letras que realmente me odeia. - Minha intenção seria fazer com que os detalhes provocantemente sedutores das fotos viessem à tona na mente do sujeito em questão, para então aproximar meu rosto ao dele com meus olhos alaranjados tão atraentes encarando-o profundamente, acreditando que após ter sua mente estimulada com a lembrança das fotos o mundano seria incapaz de dirigir qualquer ofensa. - Você tem uma cópia da revista e uma pena com tinta? - Se a resposta fosse positiva eu iria autografar a revista com uma dedicatória especial. "Para o meu adorado fã…" Esperando ouvir seu nome para escrevê-lo junto do autógrafo. De modo geral eu tentaria tirar satisfação com as pessoas mais agressivas, a fim de testar a intensidade de seu ódio, apenas para poder vê-los ficar envergonhados diante minha estonteante presença, claro que eu não seria insistente e nem acredito ser capaz de mudar o pensamento estúpido de todos os odiadores, mas talvez haja aqueles cuja a raiva não é tão sólida.

Agindo de forma parecida com os serviçais dos estabelecimentos que estavam se recusando a atender minha pessoa, mas se a abordagem sutil não fosse o suficiente para fazê-los mudar de idéia. - Entendo… Vocês se julgam tão inferiores ao ponto achar que minha grandiosa pessoa não merece ser recebida em um local de baixa estirpe, eu realmente compreendo. - Distorcendo a razão de não me aceitarem no estabelecimento eu simplesmente daria de ombros consolando-os por sua própria mediocridade enquanto deixaria o estabelecimento com um sorriso maliciosamente satisfeito desenhado nos lábios.

Naturalmente que os paparazzis infinitamente curiosos acumulavam-se ao meu redor, e como a revista havia sido recém lançada este provavelmente seria o assunto principal de suas perguntas. - As fotos falam por si, elas não dizem nada além da iminente verdade. - Diria casualmente permitindo que a voz seja soada com excesso de confiança caso os fotógrafos perguntem se as imagens na revistas tenham alguma relação com o Sr. Santo, e assim como anteriormente eu não lhes daria uma resposta clara, apenas insinuando que a resposta é afirmativa. - Todos os preparativos estão sendo devidamente realizados para entregar ao público um espetáculo no mínimo perfeito, mas no momento a excitação de vossas pessoas deve estar voltada exclusivamente a revista, não concordam? - Assim eu desejava ofuscar um pouco a apresentação no Palais Garnier, a fim de manter o foco do público na revista durante alguns dias, afinal as fotos eram exorbitantemente atrativas para serem negligenciadas.


Contudo minha pessoa não teria necessidade de pressa durante os períodos de deslocamento pela ilha, por isso eu teria optado por viajar no interior da carruagem a fim de ter maior conforto e comodidade, o que poderia diminuir as chances de eu ser alvejada por insultos além de objetos repugnantes, assim como a quantidade de vezes que eu seria abordada por paparazzis.

Na noite de estréia de certo minha pessoa estaria prontíssima no camarim apenas aguardando o horário do espetáculo ser iniciado, dessa vez não teria reclamado sobre a provável quantidade generosa de maquiagem utilizada, pois já escutei inúmeras vezes sua necessidade, sem poder conter um pequeno sorriso de entusiasmo ornando minha face enquanto cantarolava algumas melodias da peça.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptyDom 29 Nov 2020, 20:16




Kare ouvia a chuva de perguntas a ela direcionadas. Obviamente algumas eram mais interessantes a ser respondida que outras. Ela sabiamente evitou responder sobre sua vida privada, uma decisão sabia que poupava a tenente, mas como estamos tratando de abutres e não de pessoas as revistas dos dias seguintes iriam conter especulações e fotos do casal. Kare poderia ter fácil acesso a essas revistas, afinal Vick às teria comprado enquanto Kare estivesse nos ensaios. As matérias, como era de se esperar, eram completamente tendenciosas o que em alguns pontos poderia ser do agrado de Kare enquanto em outros poderia ser completamente ignorado por ela, pois como sabemos a mulher pouco se importa com a opinião dos mundanos sobre ela.

Entre as matérias que lhe agradaram havia grandes ''fanfics'' com teorias mirabolantes quando ao envolvimento do Santo com o atentado por ela sofrida. Obviamente o teor conspiratória havia ido desde o básico do: "Kare afirma, o falso santo ruiva está envolvido no atentado por ela sofrido" "Bast encomenda assassinado de quem não o venera" "Um novo capítulo no confronto entre o bem e o mal" até outras matérias que pareciam tão absurdas que eram difíceis de acreditar, bem, ao menos para aqueles que não conheciam mais detalhes da verdade. "Falso Santo tentou sequestrar uma Succubus para seu harém secreto!" O título não era sequer uma especulação, o autor não havia tomado qualquer cuidado e havia simplesmente afirmado um absurdo, isso provavelmente poderia acabar com a carreira do mesmo. Certo, a verdade era que ele errou a tecla e na pressa perdeu o emprego.

Outras matérias no entanto, como dito, tinham um teor nada agradável para Kare. "Vigarista tenta novo golpe para cima do Santo Bast, quando as autoridades colocaram um fim nisso?" "Marinha ao lado do mal!" "Um caso proibido, os métodos cruel que Karelina Lawford utiliza para seus ganhos pessoais."

Todavia em todas essas matérias havia uma coisa em comum. A Senhorita Lawford estava belíssima em todas as fotos em que aparecia. Alguns paparazzis haviam se esforçado ao máximo para captá-la em momento inoportunos, em posições desagradáveis, em qualquer ângulo que a fizesse parecer feia, mas… Mesmo enquanto comia, ou quando o molho sujou o seu queixo, ou quando um vento forte soprou… Mesmo nestes ''piores'' momentos a mulher havia ficado bela nas fotos.

A opinião sobre ela, nesse ponto, já era um completo caos. Kare era adorada pelos paparazzis, mesmo aqueles que escrevem matérias negativas sobre ela a amavam, bem, o trabalho deles vendia muito mais com a fonte interminável de intrigas que ela era. Igualmente haviam aqueles que não eram apegados ao Senhor Santo, eram uma minoria na ilha é claro, a maioria composta de pessoas que haviam sofrido alguma humilhação ou distrato quando tentaram entrar na escola do Santo, outros eram músicos que ardiam em inveja e se divertiam ao ler as matérias tendenciosas que alfinetava a divindade do ruivo, enquanto outros eram homens ou mulheres pervertidos que não conseguiam parar de admitir a beleza divina de Kare enquanto fantasiam com ela em suas cabeças depravadas. Bem… É claro que eu entro nesta última categoria.

É claro que essa situação não iria melhorar tão cedo, na verdade antes de se chegar a essa oportunidade ela iria piorar ainda mais. Muitas pessoas estavam seguindo os passos do Santo Ruivo, ou seja, seguiam com suas vidas enquanto ignoravam o barulho que Kare estava fazendo. Respeitavam assim a posição de Bast e fingiam junto a ele que a morena não existia, ou era digna de suas atenções, mas para meros mortais a paciência era limitada e mesmo essas pessoas indiferentes não conseguiram suportar o lançamento da revista. Claro que suas atitudes apenas pareciam confirmar que mesmo eles reconheciam que o ator mirrado ruivo era uma representação do Amado Bast, mas não eram mais capazes de entender isso, eles haviam alcançado os limites de suas tolerâncias. Isso piorou quando Kare de certa forma ''confirmou'' que as fotos foram planejadas como antecipação do inevitável. Os paparazzis não perderam a oportunidade e no mesmo dia muitas manchetes anunciavam de forma extravagante a afirmação de Kare sobre suas intenções de estar acima de Bast.

Isso havia sido demais para os devotos da religião, os crentes fanáticos que acreditam no ruivo acima de todas as coisas, aqueles que criam que ele era um enviado de Ichos e que somente através dele a ilha poderia encontrar prosperidade. Talvez você possa imaginar melhor a cena com um exemplo, então: Imagine-se entrando em uma igreja evangélica e gritando no meio do corredor em alto e bom som que Jesus é negro e comia prostitutas, bem… Foi mais ou menos isso que Kare havia acabado de fazer.

As pessoas não ligavam pra matéria, a maioria dos crentes jamais teria comprado a revista. Bem, não abertamente é claro. Alguns homens, mesmo que crentes da religião de Bast, haviam dado um jeito de adquerir a revista no mercado negro. Eles se importam com a materia? Claro que não, tudo o que eles queriam era poder fantasiar com Kare, imaginando-se no lugar dos modelos que compunham a foto, sonhando com o momento que a dançarina sentaria sobre eles ou mesmo pisaria em seus corpos com o salto agulha. Sim, algumas pessoas possuem fetishes estranhos.

Todavia isso não importava em público. Como já ouvi dizer: As pessoas podem ser espertas, mas o povo é burro. Em situações públicas a opinião era movidas pelas massas e não importava o quão convincente Kare podia ser, não importava o quão próxima ela chegasse, ou o quão duro e cativante fosse seu olhar. Ninguém em público admitiria gostar dela. Mesmo aqueles que gostavam, em público fingem indiferença. O motivo era simples. Diferente de Karelina eles não tinham o poder de saírem incólumes da fúria popular.

As pessoas por Kare encaradas tinham variadas reações. Alguns tentaram agredi-la assim que se aproximou. Esses eram os crentes mais fervorosos, aqueles nos quais a razão se faz em falta ante sua fé. Outros no entanto ficaram tímidos e sem ação perante a morena tentavam argumentar, mas ante o feroz olhar dela se viam como pequenos cordeiros em frente a uma leoa. Outros pareciam apreciar o confronto, mas também não davam o braço a torcer, destes Kare recebia olhares descarados que deleitavam-se em seu corpo.

Houve é claro pedido de autógrafos, mas estes haviam sido sempre os mais discretos, pessoas que pareciam assaltantes ao se aproximar da morena, sempre em vias pouco movimentadas e em momentos em que não havia testemunhas. Poucos eram os mundanos que poderiam se arriscar a demonstrar abertamente. Essas consequências Kare perceberia mais tarde em conversa com Alvida.


A chegada no Ateliê no dia seguinte ocorreu como um prelúdio do que estava por vir. Muitas pessoas estavam reunidas na frente, mas estes não eram fãs da morena e sim fanáticos religiosos que a vaiaram em sua chegada. Cobravam dela que retirasse as palavras blasfêmias que havia se atrevido a dirigir contra o Santo. - Acho que você tem feito bastante propaganda Querida. - Alvida comentou neste dia. - Tive que contratar alguns seguranças para poder manter as coisas em ordem por aqui e pro dia do show também. - Kare havia sido escoltada por dois armários negros quando chegou na frente. - Acho que já é hora de resolver alguns dos desentendidos Querida, ou não iremos ter Atelier ou teatro para nos apresentarmos. - Alvida parecia um pouco preocupada, seu rosto estava menos corado aparentemente estava tendo menos tempo para dormir nestes dias.


- Se o show ocorrer bem irei conseguir lhe escrever Querida, mas só depois disso. - Alvida explicou sobre o Festival Ichos. - Mas não imaginei que vossa pessoa pudesse se interessar em competir nesse tipo de evento.

>><<

Era o dia seguinte, os paparazzis mais uma vez a cercavam. Alvida havia precisado destacar 2 seguranças para Kare. Bem… Não que Alvida achasse que a morena precisasse de proteção, os homens haviam sido apontados para garantir o conforto de Kare para que a jovem não precisasse se incomodar com certas coisas. As aparencias mal encaradas dos homens grandes fortes e negros servia para manter a distância a maioria das pessoas comuns o que de fato dava a Kare algum espaço extra para respirar e neste momento também lhe ajudavam a manter os paparazzis em uma distância mais confortavel. - As pessoas têm cobrado explicações sobre o envolvimento de Bast no atentado sofrido, todos queremos saber o que você quis afirmar mesmo com isso? - Essa pergunta era recorrente, havia sido feita de diversas maneiras antes.   - O que você tem pra dizer para as pessoas que afirmam que você é ( Paparazzi começou uma enorme lista pejorativa) ?

O show seria em dois dias, o Palais Garnier já estava pronto para receber o Show e inesperadamente os ingressos estavam esgotados fato este que surpreendia os críticos que acreditavam largamente que o Show seria boicotado pelas pessoas. O fato do esgotamento foi descoberto não muito depois e Alvida o contava para Kare ao final do último ensaio. - Parece que mais da metade dos ingressos foi comprado pelas pessoas que te odeiam, é provável que o show seja meio tumultuado. - Era uma notícia certamente preocupante… Bem…. Pra alguém era, mas seria o mesmo para Kare? Ainda havia tempo de tomar providências, Kare poderia sugerir-las se quisesse.


>><<

Todavia nem tudo na semana havia sido tumultuado, ao menos não tumultuado de uma forma ruim. Kare havia tido a oportunidade de desfrutar pequenos e doces prazeres. - No-No-n-n-no meu quarto???... B-bem. - Ela ficava inicialmente nervosa, mas logo depois ficava com o rosto um pouco triste ao perceber que perderia a oportunidade de ganhar uma massagem. - Não dá… - A voz dela continha um tom de desculpas ficando claro que ela adoraria levar Kare ao seu quarto, mas que não o fazia, pois não podia. - Eu não tenho casa na ilha e não podemos levar pessoas no navio. - Espero que entenda… Se eu pudesse eu… - Ela voltava a ficar nervosa achando que a negativa traria algum gosto amargo para o relacionamento dela e de Kare.

Houveram outros momentos positivos é claro. Felizmente um deles havia sido para a própria tenente que pode receber a primeira massagem de sua vida pelas belas e sedosas mãos da dançarina, favor este que a tenente havia feito muita questão de retribuir, na verdade dando grandessíssima atenção a bundinha redonda de Kare durante o processo. A casa havia sido restaurada e Kare pode se divertir nas lojas deixando vendedoras constrangidas e amarguradas por não terem conseguido vender. Nas lojas de roupas, nas quais sempre fora atendida por mulheres a morena não havia encontrado empecilhos como nos restaurantes, não houve uma única loja que optará por enxotá-la, e foi os locais onde houve um reconhecimento maior de sua pessoa. Kare havia atuado em um desfile de modo, logo, era realmente o esperado que este tipo de local fosse ter um maior reconhecimento quanto a sua pessoa.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptyQua 02 Dez 2020, 15:29



É óbvio que minha pessoa ficava desapontada pela recusa da tenente, afinal haveriam diversos joguetes para serem feitos com a marinheira no interior do navio, talvez ainda seja muito cedo para ela aceitar aventuras mais arriscadas.

Durante a massagem, com a tenente deitada de costas na cama eu deixaria cair um filete de óleo em meu farto busto, espalhando-o por toda região ao apertar os seios e massageá-los entre si com movimentos circulares. - Nervosinha, está acordada? - Brincando com a tenente no intuito de chamar sua atenção, desejei causar certa indignação na marinheira por preferir apalpar-me sensualmente ao invés massageá-la, dando-lhe a clara visão de meus dedos se afundando nas volumosas colinas macias cobertas pelo líquido viscoso. Mas essa pequena brincadeira maldosa teria baixa duração, pois minha pessoa se deitaria acima da tenente segurando-a firmemente nos ombros para que então eu apoiasse a região do busto em suas costas, movendo-me bem devagar, para cima e para baixo, utilizando dos próprios seios a fim de massagear as costas da marinheira.

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Diante a vastidão de jornais e revistas adquiridas por Vick minha pessoa ficou imediatamente interessada em seu conteúdo, analisando minuciosamente cada objeto, após alguns minutos de puro foco. - Todas as fotos ficaram boas. - Fazia um breve aceno positivo com a cabeça permitindo-me a sorrir contente pelo conteúdo exibido, as matérias e reportagens em si eram simplesmente irrelevantes desde a divina aparência de meu ser estivesse retratada de maneira adequada. - Mas como poderia ser diferente, quando se lida com uma modelo tão encantadora feito eu até mesmo uma câmera se estilhaçado no chão tiraria uma foto perfeita. - Dava de ombros enquanto desabafava por ser obrigada a carregar o gigantesco fardo de ser incrivelmente bela.

Errrrrr… Ser abordada em ruas pouco movimentadas por mundanos de vestes suspeitas sacando algo dos bolsos, era no mínimo intrigante, assaltantes, agressores, assassinos, estas foram as principais hipóteses que percorreram minha mente durante as primeiras abordagens, mas… - Um autógrafo? - Provavelmente com meu pé próximo ao indivíduo pressionado contra a parede após eu reagir bruscamente a aproximação suspeita, ficaria um tanto surpresa ao descobrir o real motivo da abordagem erguendo as sobrancelhas num semblante confusão. - Claro. - Não seria um esforço irritante dar meu autógrafo para um fã, até mesmo me dando o trabalho de escrever uma pequena dedicatória, enquanto ainda o manteria pressionado próximo a parede sobre a ameaça de ser chutado, pois minha pessoa teria esquecido que estava prestes a atacar o fã em questão.

Propagar o caos em uma ilha não era nada além de um passatempo divertido, presenciar o quão frágil é a fé dos mundanos no falso santo ao ponto de um simples comentário fazê-los perder totalmente a racionalidade, era algo engraçado de se apreciar. - Tudo bem… - Encolhia os ombros ao mesmo tempo que abaixei o olhar tristonho na presença de Alvi semelhante há uma criança arteira sendo repreendida, a travessura talvez tenha sido prolongada por muito tempo, mesmo que muitíssimo cômica eu não tinha intenções de prejudicar a okama. - Minha pessoa não colocaria seu pescoço em uma forca se não soubesse que o nó é frouxo. - Com tal metáfora tentaria acalmar Alvi, querendo dizer que desde o início minha pessoa sabia como reverter a situação.

- O festival me parece ser um bom atalho. - Respondendo a fim de justificar meu interesse na competição, pois ela não passava de uma forma encurtar minha trajetória até o ápice dos palcos de Tuntz Tuntz.

Como um disco de vinil arranhados as falas eram repetidas incansavelmente aos ouvidos prestigiosos de minha pessoa. - Arrf… No fim da tarde de amanhã irei esclarecer vossas dúvidas, se organizem e me encontrem na principal praça da ilha. - Suspirando entediada pela falta de criatividade por parte dos paparazzis julguei ser o momento de esclarecer o "mal entendido", mas não seria simplesmente respondido para um ou dois fotógrafos, desejava atrair o máximo de pessoas para o meu anúncio, por tal motivo o tempo de um dia lhes foi dado para que pudessem se organizar.

- Está amarrotada… - Pisquei algumas vezes na direção do fotógrafo. - A gola de vossa camisa está amassada. - Num tom de indiferença colocaria em palavras o motivo de minha fala anterior, pois no terceiro adjetivo da interminável lista de ofensas minha pessoa já não conseguia mais se focar na pergunta, tendo atenção roubada pela primeira incoerência visualizada. - Da próxima seja mais sucinto com suas perguntas. - Dando um sermão no paparazzi que me fazia perder tempo escutando aquele longo discurso, antes de simplesmente me afastar, deixando-o com suas palavras sendo ditas ao vento.

Minha única expectativa era diminuir o número de represálias após ser divulgada nos jornais a notícia de minha pessoa afirmar esclarecer os boatos envolvendo o falso santo.

No dia seguinte minha pessoa se deslocaria até a praça no horário combinado, levando a lança comigo. Se meu plano ocorrer com excelência haveria uma multidão aglomerada no recinto, o que faria minha pessoa sorrir satisfeita por ter conseguido atrair o grande público com pouco mais de um dia após o anúncio de meu discurso, observando a vastidão de mundanos com meus olhos alaranjados brilhando de excitação. "Eu realmente queria ver a expressão do Sr. Santo após esse dia." O próximo ato realizado por minha pessoa provavelmente mudaria toda a atmosfera da ilha mais uma vez, e é uma grande lástima não poder contemplar a aflição do santo ruivo nesses momentos.

A entrada de minha pessoa em cena deve ser no mínimo triunfal, e por tal razão eu avançaria contra a aglomeração de pessoas com minha lança em punhos, insinuando que estou prestes a atacá-los, mas antes de atingir o primeiro mundano eu bateria com a lâmina da arma no chão impulsionando-me em um longo salto desejando atingir o topo de alguma estrutura alta na praça, seja uma pilastra decorativa, uma estátua, um arco, o local em questão não seria escolhido aleatoriamente, pois minha pessoa almejava um pedestal muito bem iluminado de forma que os últimos raios solares pudessem iluminar as costas de meu digníssimo ser. O salto seria acompanhado de diversas diversas piruetas e rodopios até minha pessoa pousar graciosamente acima da plataforma em questão, segurando horizontalmente a lança nas mãos a fim de contrabalancear o peso da acrobacia permitindo-me recuperar rapidamente o equilíbrio.

- Por gentileza acomodem-se à minha frente, pois assim poderão escutar perfeitamente as palavras que tenho a dizer. - Elevando o tom de voz mas sem perder a compostura iria sugerir as pessoas nos arredores para que fiquem em uma posição a propensa a escutar meu anúncio, dando alguns segundos para a platéia se organizar antes de minha pessoa prosseguir com a fala.

Com a postura perfeitamente ereta além dos ombros abertos e o rosto inclinado ligeiramente para cima, minha pessoa inspirava profundamente desejando reunir o fôlego necessário a fim de projetar sua voz com o intuito de ser claramente escutada pelo maior número de pessoas possíveis, sem a necessidade de berrar. - Sem maiores delongas irei esclarecer a confusão que atormenta seus pensamentos. - Começando o discurso num tom de voz sereno. - Os criminosos tinham como alvo aquele conhecido por ser o santo de Tuntz Tuntz, mas graças a mim ele não corre mais riscos de vida, e nem sequer fui agradecida por tal feito, pois o dito cujo prefere se manter inerte a este caso. - Permitindo que a indignação seja notada em minha voz, pois eu era a heroína responsável por salvar a vida do Sr. Santo e o mínimo a se esperar era um agradecimento formal, e claro eu fazia questão de lembrar o público que o tal santo não pronunciou uma única sílaba em respeito aos boatos, desejando semear o sentimento de dúvida nas mentes dos fiéis, pois por uma razão incerta o ruivo preferiu se abster ao invés de tentar levar a clareza para seus súditos. - Eu não informei maiores detalhes antes porque não desejava usar a fama do santo para conseguir a adoração do público, a única intenção que possuo conquistar a admiração do público pelas minhas próprias habilidades. - Não tentaria esconder meus olhos marejados após ter sido cruelmente injustiçada pelas atrocidades dos fanáticos, com minha vez tremulando mas apesar disso eu me esforçava a esclarecer aquele mal entendido, na verdade isso seria o que minha pessoa iria exibir aos mundanos na praça. - Mas compreendo que graças a esse mal entendido muitos de vocês ficaram aflitos, confusos, irados, sendo assim gostaria de me redimir por tais aborrecimentos. - Segurando a lança apoiada no "pedestal" com uma das mãos levaria a outra até acima do busto, cravando meus dedos nas vestes como se compartilhasse da dor que assolava o público. - Venham me assistir no Palais Garnier, irei lhes presentear com um espetáculo que irá acalentar vossos corações desamparados. - Agora retomando toda a doçura de minha voz iria agraciar a platéia com um olhar benevolente, desejando acalmar todos os sentimentos eufóricos disseminados na multidão.

Se minha pessoa for capaz de direcionar toda a atenção adquirida durante os dias turbulentos em Tuntz Tuntz para a apresentação no teatro, este com certeza seria um grandioso golpe de divulgação. E com o discurso encerrado eu iria curvar-me graciosamente para prestar uma saudosa reverência a platéia, em seguida impulsionar-me-ia sobre as perna realizando um salto mortal de costas, ainda no ar me dignaria a sorrir sedutoramente para que os paparazzis pudessem tirar suas últimas fotos, pois minha intenção era saltar para trás do palanque desejando sumir de vista, e assim que meus pés tocassem o chão iria girar o corpo em torno dos calcanhares iniciando um súbita corrida, até um local distante onde eu pudesse me esconder da multidão, usando de minha velocidade a fim de fazer parecer que minha pessoa havia simplesmente desaparecido. Porém se houver pessoas aglomeradas atrás de mim eu iria "quicar" sobre a platéia até alcançar o solo, mas antes de pisar no público minha pessoa utilizaria o geppou a poucos centímetros de suas cabeças, pois assim eu manteria a discrição ao utilizar uma técnica no meu público e não precisaria usar os fãs de trampolim.

Caso eu consiga "desaparecer" dos olhares mundanos e meu discurso aparente efetividade. "Tão ingênuos…" Mordiscando a ponta do dedo iria sorrir lascivamente, enquanto o olhar perverso seria afiado, sentindo-me profundamente satisfeita por ver a multidão sendo inocentemente manipulada por palavras bonitas, após alguns segundos de contemplação minha pessoa retornaria até sua residência, tentando evitar ser vista por transeuntes.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptyQui 03 Dez 2020, 09:40




Marian estava neste momento deitada abaixo de Kare. Seu corpo desnudo brilhava  a fraca luz alaranjada do quarto devido ao óleo perfumado que cobria sua pele. Kare usava a pequenina bunda da tenente como assento com suas pernas dobradas uma de cada lado do corpo da outra. Estava igualmente nua. Seus seios balançavam cadê vez que inclinava seu corpo para frente colocando peso nas mãos que deslizavam pelas costas delineadas da tenente. Seu sexo pressionado na sutil curvatura que lhe servia de assento. O rosto de Marian estava virado para o lado, suas mãos espalmandas serviam de travesseiro para o rosto, seus olhos fechados tremiam suavemente de prazer sempre que as mãos de Kare deslizavam com firmeza da base de sua coluna até quase os ombros. Haviam pequenos risinhos sempre que os longos cabelos de Kare roçavam-lhe a lateral do corpo fazendo-a se arrepiar por inteira. - Quase. - a Nervosinha, que no momento estava bem tranquilinha, respondia de um jeito preguiçoso, quase sonolento. - Porque parou? Tava tão bom. - a voz arrastada devido a boca estar pressionada pelas mãos. Ela abriu o olho olhando de canto para Kare. - O que você tá pretendendo? - questionou ao ver a morena besuntando seus grandes montes e sua pergunta logo era respondida. - Hnnmmmmmmm, gostoso. Vou querer de frente também. - ela ainda olhava com o canto do olho para Kare quando dizia sorrindo.

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Kare só percebia a boca do paparazzi de movendo, o mundo parecia estar se arrastando. O som chegava distorcido aos seus ouvidos. Algo logo chamou sua atenção. O mundo pareceu voltar a se mover, as coisas novamente ganhavam cores e os sons mais uma vez eram compreendidos por seus ouvidos. …. Aproveitadora l, tem… …. Todos os reportes pararam sem conseguir entender o que Kare havia dito ou do que estava falando. - Amarrotada? Ela disso isso? - ficaram confusos olhando de um para o outro a fim de descobrir se algum daqueles ali presentes havia conseguido entender, mas a confusão era geral e logo se vou esclarecida. - Minha gola? - o que diabos ela estava falando naquele momento? As cabeças de todos os paparazzis se inclinaram para o lado e ???? Surgiram acima de cada um deles. O tempo que levaram para cair na real havia sido ínfimo, mas o suficiente para Kare passar por eles enquanto dava um último recado ao ineficiente paparazzi antes de Khot fechar a porta atrás de si. Perguntas continuaram a ser gritadas servindo de coro para a marcha do Jog.

Ela havia dado o seu recado e este recado estava no dia seguinte impresso nos folhetins de fofoca de toda a ilha. Era uma ilha de "celebridades", as pessoas eram movidas por isso, respiravam fuxicos e alimentavam-se de intrigas enquanto bebiam de boa música. Todavia Kare não era a única protagonista nesta história, não era a única peça a estar se movendo na tabuleiro. Enquanto ela estava fazendo as suas jogadas o seu oponente também chegava à conclusão que já era hora dele fazer seu próprio movimento.

Pessoas movidas pela arrogância, pelo sentimento de superioridade possuíam formas diferentes de agir. Ignoravam a prudência e agiam e a sabedoria, podem é claro ser espertos e em alguns momentos seus movimentos parecerem cautelosos e bem pensados, mas isto nada mais era que o fruto do acaso. Eram muitos os caminhos que Bast poderia abordar nessa situação, mas somente um começava a se tornar possível ante sua própria existência.

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Por puro acaso, ou talvez por esquecimento o local que Kare havia indicado como palco para sua explicativa era a praça Chords, uma grande praça bem a frente do maior teatro do mundo? O teatro Chords. Mesmo local que é tido como santuário do Bast, local onde a escola de música que leva o nome dele está localizada. Sim, Kare havia tido a audácia de tentar se promover no quintal  de seu oponente.

O clima no entanto não era leve. As pessoas reunidas na praça não tinham rostos nem aparência de civis dirigindo-se a um alegre show. Haviam cartazes com maus dizeres e ofensas para Kare, faces irritadas e muitos vendedores de ovos e tomates é claro, pois o empreendedorismo fala mais alto nesses momentos. A chegada na praça dava-se em um pórtico em arco esculpido em granito. Este era na verdade um dos muitos pórticos pelos quais se podia acessar a grande praça Chords e por consequência o teatro de mesmo nome.

Kare se aproximava por uma dessas muitas entradas. Havia um maior número de pessoas já no interior da praça, mas ainda existiam algumas antes da passagem pelo pórtico. Em sua mente havia alguns desejos escusos e perversos nos quais o santo mostrava-lhe sua face de desespero quando visse o que Kare estava fazendo.

- ALI , ELA ESTÁ ALI. - o primeiro civil a vê-la gritou alertando os demais que em turba voltaram-se na direção da morena criando uma espécie de muro humano. Kare não intimidou-se e correu na direção deles com a lança em punhos. Os olhos começaram a tornar-se esbugalhados devido ao medo crescente que surgia conforme a ponta da lança de Kare aproximava-se dos primeiros da "fila". Os gritos de pavor aumentaram e muitos fecharam os olhos enquanto cobriam as cabeças com as mãos, mas não houve dor, o golpe derradeiro nunca ia alcançou.


Kare havia saltado, sua lança se moveu cortando uma grande faixa que estava estendida a sua frente com os dizeres "FORA BISCATE", Kare atravessou por dentro desta faixa aterrissando sobre o arco esculpido da entrada de onde buscou chamar a atenção do público. Os fotógrafos é claro eram os prostrados mais próximos, mas também estavam localizados nas janelas de algumas residências locais. Naquele dia, se a morena estivesse de saia, muitas fotos de sua calcinha seriam publicadas.

Fora necessário superar algum tempo de vaias antes de poder falar. É claro que inicialmente havia-se tido a cortesia de ainda não arremessar os tomates e os ovos. Um coro crescente de explique-se, desculpe-me foi formado, mas quando Kare fez menção de falar, todos se calaram. Não confunda no entanto, isso não era respeito por ela e sim um hábito muito enraizado na população devido às muitas apresentações que na ilha existem.

Como pedido ela começou a se explicar, mas o que dizer então sobre sua explicativa? Até mesmo as fotos pararam, todos ficaram apenas a encarando sem conseguir acompanhar o que ela havia dito. - Alguém queria fazer mal ao Bast? - Para a maioria tão conceito era inconcebível, pois afinal quem se atreveria na desejar o mal de tal bom homem?  

Certo, podia não fazer sentido para a maioria, mas porque quando a mulher a frente deles falava isso parecia tão real? Tão lógico? O tom carregado pela morena, a forma que falava, sua postura, dicção, e convicção. Tudo era tão perfeito que as pessoas sentiam-se induzidas a concordar. Se Kare usasse um uniforme elas talvez houvessem batido continência. Como um feitiço as palavras dela suavizaram os rostos dos presentes. As faixas não haviam sido completamente soltas, mas não eram mais brandidas e estavam apenas inclinadas.


- NÃO SE DEIXEM ENFEITIÇAR MEU POVO. - Eis que o "herói" surge. A voz barítona de Bast encheu a praça lotada, habilidade está também usufruída por Kare a pouco. - NÃO ACREDITEM NAS PALAVRAS DE UMA SUCUBUS ENVIADA PELO MAL PARA NOS TENTAR. - Bast em seus andrajos vinha caminhando em direção ao portico onde Kare estava, conforme ele se aproximava as pessoas abriam espaço igual o mar vermelho uma vez foi descrito. - Alguém me desejando mal? Ela me salvando? É possível realmente acreditar em tais blasfêmias? - sua voz soava agora em um tom mais apaziguador, o gesto de sua mão apontava para todas as pessoas puxando-as para o seu discurso. - Essa mulher. - Bast apontou para Kare. - Fala contra Ichos e tenta vós pervertir afastando-vos do caminho. - Certo, ele era o líder religioso e aquela era uma atuação que até mesmo Kare poderia reconhecer.

Alguns gritos de concordância se elevaram da plateia por eles agora dividida. Os fotógrafos eram "imparciais", ou seja, pouco se importavam com a verdade e apenas queriam ter a melhor foto e a história mais cabeluda possível. O público masculino entrou em dilema, queriam torcer para Kare, bem… os motivos bem sabemos, mas não desejavam dar poder as suas esposas e nem queriam que elas se espelhassem na morena em seus dia-a-dia. O mesmo se aplicava as mulheres que queriam poder se expressar, talvez não tanto quanto Kare, mas não conseguiam gostar da morena por…. Bem… elas são mulheres…. E então havia sua fé em Bast que antecedia muito a intromissão de Kare. O nome de Ichos tinha peso ali, o deus da música, o deus da ilha, e Bast era seu mensageiro, alguém tocado pelo divino, ao menos era assim que seu grande talento era justificado. - Ela, este ser vil, está vós enganando, suas palavras distorcem a verdade e confundem vossas mentes. Não caiam nessa tentação. - logo mais viraria uma seção de exorcismo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptySex 04 Dez 2020, 11:43



Desejando instigar a imaginação dos paparazzis oportunistas minha pessoa havia escolhido uma saia curta para compor o look do discurso, porém iriam precisar de um esforço maior para tirar fotos ousadas de meu majestoso ser, pois debaixo da saia haveria um short justo nas pernas de menor comprimento feito com tecido leve e confortável, apenas para poder frustrar os fotógrafos após visualizarem a foto e perceberem que há um obstáculo impedindo suas intenções lascivas.


O pedestal nada mais era do que um local adequado a minha pessoa, pois eu ficava numa posição de superioridade em relação aos mundanos desamparados, e graças ao destaque do palco eu pude contemplar a mudança comportamental da multidão, ver suas expressões tornando-se confusas após meu breve monólogo era profundamente excitante, sutilmente afiei meus encantadores olhos alaranjados na direção do público, deleitando-me pelo quão simples era brincar com seus sentimentos, era como se eu tivesse um teatro de marionetes a minha total disposição.

Quando atirei a isca ao mar confesso que esperava atrair somente peixinhos dispensáveis, mas quando o peixinho dourado se revelou não pude conter toda a euforia que me percorreu, de tão contente fiquei boquiaberta e meu olhar imediatamente atentou-se ao Sr. Santo. "Quanta indecência, me atiçar desta maneira deveria ser proibido." Os olhos famintos de minha pessoa cobiçavam o peixinho dourado que abandonou a covardia de seu esconderijo apenas para se deixar ser capturado na minha armadilha, como eu poderia não ficar excitada nessa situação tão gratificante.

Permitindo que um pequeno sorriso confiante fosse desenhado no canto de meus lábios eu compreendi qual era a partitura escolhida pelo santo, e naturalmente não há qualquer música que minha pessoa seja incapaz dançar. - Um santo abençoado pela graça divina, é realmente tão difícil acreditar que haja pessoas capazes de desejar o mal para alguém tão renomado? Afinal tantas dádivas podem gerar raiva, rancor, inveja nos desafortunados. - Inicialmente eu não iria confrontar o Sr. Santo de forma direta, retomando minha atenção a platéia permaneceria a portar-me com plenitude, permitindo que minha voz calma fosse harmoniosamente propaga aos seus ouvidos, a fim de fazê-los pensar em prováveis candidatos que desejam o mal do santo ruivo, enfatizado seu talento e prestígio que eram as principais vantagens do ruivo, transformando-as em motivos que fazem do Sr. Santo um alvo para crimes passionais. Afinal na própria ilha haviam pessoas que foram repelidas pelo santo, e eu uma pessoa tão complacente desejava lembrar a população desse detalhe.

Então minha pessoa se dignaria a descer até o nível do Sr. Santo para um dueto mais íntimo, inclinando-me frontalmente enquanto observo os mundanos abaixo, esperando que eles percebam minha intenção de saltar, alguns segundos seriam aguardados até eu avançar um passo, deixando a gravidade levar-me de encontro ao solo comigo apoiando primeiro a região mais macia dos pés no chão antes dos calcanhares, flexionando parcialmente as pernas a fim de amortecer o impacto de minha airosa aterrissagem, e de maneira igualmente encantadora erguer-me-ia mantendo a coluna ereta enquanto aproveito o movimento para jogar os cabelos por trás das costas graças ao mover estonteante do pescoço em harmonia com a cabeça.

Segurando a lança com a mão esquerda próximo da lâmina apontada para baixo manteria a haste verticalmente perto do corpo, pois desta maneira eu poderia desfilar livremente na direção do Sr. Santo, com os braços movimentando-se no mesmo ritmo garboso de meus passos sem impedir que o sedutor rebolado do quadril se faça presente. - Blasfêmia, mentira, calúnia chamem da forma que lhes agrada, mas minha pessoa somente está a repetir as palavras ditas pelos criminosos. - Mantendo a trajetória do olhar fixada no Sr. Santo eu continuaria a comunicar-me com o público num tom de voz claro. - Podem não acreditar nas palavras ditas por mim, mas fechar os olhos é algo insensato de se fazer. - Sem quebrar o ritmo do desfile minhas palavras seriam proferidas a fim de estimular os ouvintes a questionar. - Pois se há ameaça for verídica, ela pode não ser a única, e a vida do santo permanece em risco, negligenciar essa possibilidade é o mesmo que virar as costas para a divindade de Tuntz Tuntz. - Acredito que a população não tentaria obstruir minha passagem, e até mesmo abriram caminho de boa vontade, pois o meu encontro face a face com o Sr. Santo poderia ser de interesse geral, como uma forma de facilitar que as dúvidas sejam esclarecidas, portanto eu não ficaria incomodada por estar cercada pela aglomeração de pessoas, apenas mantendo o sorriso a transmitir segurança e o olhar penetrante enquanto continuaria a estimular cada vez mais a mente dos ouvintes.

Eu realmente desejava ver de perto a reação do Sr. Santo após ter todo o motivo de seu orgulho usado contra si, e como atormentar os sentimentos dos mundanos nunca é o suficiente, minha pessoa iria alimentar nossa performance com outra informação inédita. - Mas o santo tão precioso não era o único alvo dos bandidos, eles também desejavam atacar aquela que é acusada de ser enviada pelo demônio. - Eu poderia propositalmente atrasar minha caminhada para dizer tais palavras sejam ditas no exato momento em que eu me encontrar no mesmo círculo onde está o santo ruivo, pois não haveria local e momento melhor para fazer a analogia de ambos estarmos no mesmo patamar diante o contratante criminoso, talvez por nós dois sermos anjos, ou ambos são o diabo, mas isso é irrelevantes afinal acredito que qualquer uma das hipóteses iriam revirar o estômago do Sr. Santo.

Após a nova carta ser jogada na mesa eu já poderia esperar por dezenas de outras especulações mirabolantes fantasiando com o indivíduo responsável por arquitetar um ataque alvejando tanto a mim quanto ao Sr. Santo, e se alguma dessas hipóteses acusar minha pessoa como mandante do crime eu deixaria escapar pelo canto da boca uma risada abafada repleta de deboche, fechando a fim de conter a gargalhada após escutar tal piada.

Então minha pessoa iria prosseguir com o desfile, mas desta vez o balançar envolvente do quadril seria enaltecido colocando um pé na frente do outro ao aproximar-me do Sr. Santo sem muita pressa. - Eu almejo ser reconhecida como a melhor musicista de toda Tuntz Tuntz. - Elevando a tonalidade de minha voz entusiasmada desejando ser perfeitamente pelas pessoas presentes a declaração de meu objetivo seria feito, sem qualquer vestígio de medo ou hesitação por proferir tamanha audácia. Quando estivesse próxima do ruivo eu apoiaria o braço esquerdo abaixo do busto e o cotovelo direito acima do punho esquerdo, dobrando os dedos para apoiar ligeiramente a lateral do queixo logo abaixo de meus lábios cativantes. - E com toda a certeza tal objetivo seria facilitado caso o atual detentor do título venha a falecer. - Lentamente meus olhos seriam abertos, revelando o par de âmbares radiantes que ornamentam a face de meu ser, até ficarem cerrados de encontro aos olhos do ruivo, encarando-o num ar de superioridade dizendo claramente para quem quisesse ouvir que minha pessoa só teria a ganhar se o santo da ilha for assassinado, e até mesmo demonstrando certo apreço por tal possibilidade. - Mas… - O sorriso libidinoso seria engrandecido em minha face, pausando propositalmente a resposta, com o único intuito de permitir que a tensão possa incendiar a atmosfera. - Algo tão mesquinho somente iria afogar o tesão de testemunhar vossa derrocada durante o dueto no mesmo palco que eu. - O olhar ardente praticamente devorando o santo expressaria muito bem os sentimentos de minha pessoa naquele momento, a voz libidinosa sendo propagada para platéia na perfeita harmonia do sorriso maléfico explicaria aos mundanos o motivo obsceno que impede minha pessoa de contratar assassinos para eliminar o ruivo.

Após a ousadia de declarar meu interesse em ser reconhecida como aquela que superou a divindade da ilha, talvez todo o esforço de conter a represália da população teria sido em vão, se isso não fosse algo esperado de uma demônio, minha pessoa decidiu aceitar interpretar o papel que lhe era dado, e por tal motivo não havia porque ficar preocupada afinal eu tinha a intenção de reverter esse possível ódio. - Mas algo assim é logicamente impossível de se conseguir, afinal o santo que recebeu a benção diretamente de deus jamais seria derrotado por uma succubus, correto? - Novamente engrandecendo as dádivas do ruivo eu desejava instigar a população a encorajar seu ídolo, pois sob a pressão popular dos fiéis o Sr. Santo não poderia recuar sem causar suspeitas.

Eu permaneceria na posição em que estou, mas caso não haja resistência por parte do ruivo, minha pessoa iria aproximar-se encostando o farto busto no peitoral do Sr. Santo, envolvendo-o com o braço direito por baixo de seu braço esquerdo, comigo firmando os dedos acima de seu ombros usando as unhas para alertá-lo, simulando uma demônio cravando as garras em sua presa. - Eu irei adorar sentir toda potência de vossa purificação. - Puxá-lo-ia com firmeza a fim de deixar nossos corpo intimamente encaixados, permitindo que minha voz transbordando perversão seja propagada de forma cativante a fim de adoçar os ouvidos do Sr. Santo assim como os do público. - O festival que irá ocorrer na ilha em pouco mais de um mês, será a ocasião perfeita para vossa pessoa expurgar toda a vulgaridade pecaminosa que arde em meu interior, não concorda? - A respiração ofegante além das bochechas poderiam facilmente denunciar toda a excitação que minha pessoa sentia por estar na presença do ser divino, a voz embebida na luxúria seria disseminada no ar como o miasma responsável por ludibriar a racionalidade dos mundanos instigando-os a se deixarem levar por seus desejos primitivos. Assim minha pessoa poderia ardilosamente fazer a platéia pressionar o Sr. Santo a aceitar o convite.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptySex 04 Dez 2020, 13:22




Como moisés o Santo ruivo avançava pelo mar de pessoas que se abria. Claro, ele era um ídolo e seria de se esperar que os mundanos se empremessem contra ele tentando tirar uma casquinha. Bem, certamente é assim em alguns locais menos civilizados, mas os habitantes da ilha possuíam um mínimo de decoro, afinal caso assim não fosse a residência de Kare no centro já teria sido a muito tempo amplamente depredada. Então considerando como pessoas minimamente civilizadas o santo era agraciado com espaço para se mover enquanto recebia olhares surpresos dos fiéis que não imaginariam ver o próprio ali.

Kare também não esperava por tal e nesse ínterim estava completamente molhada devido a aparição de Bast, era próprio dizer que se não fosse a dupla camada protetiva que vestia ela teria algo escorrendo pelo interior de suas lindas coxas.   - Não é obvio? Pessoas virtuosas não se deixam tomar por tais malignos desejos. Basta ver.   - Ele continuava a refutar de maneira irracional as palavras de Kare, bem… A religião é isso não é? Uma crença que beira a irracionalidade.

As pessoas estavam sendo jogadas de um lado para o outro enquanto duas pessoas hábeis no uso das palavras como arma digladiavam-se. As palavras de um não importam para o outro, na verdade nenhum deles nutria qualquer esperança de conseguir atingir a outra parte com suas palavras e assim tanto Bast quanto Kare lançavam suas armas contra o público que os assistia. Muitos dos mais ingênuos facilmente concordavam com Bast, não era possível haver alguém dentre eles disposto a fazer mal ao santo, mas essa não era o pensamento de todos, pois havia sim entre eles aqueles que se ressentem da sua própria falta de talento, sorte, habilidade ou mesmo esforço, ainda que não possuíssem malícia o suficiente para transformar esses sentimentos em um ato desonroso, não ao menos contra alguém influente como Bast, mas quantos deles já não haviam mentido e enganado algum outro em busca de algo melhor para si? A lógica vs a fé, todos ali possuíam de ambas em partes desiguais.

Algumas das pessoas viravam-se umas para as outras enquanto abordaram as implicâncias das palavras de Kare. Um coro crescente e talvez esperado surgia entre aqueles que falavam, abandonando mais uma vez a racionalidade e sendo guiados pelo cego sentimento de seu coração. "Karelina, Sucubus, Lawford". Sim, só poderia ser ela a culpada, era o "maior mal" que habitava a ilha. Era alguém que se opunha diretamente a Bast, alguém que havia-o difamado aos quatro cantos. Só poderia ser ela a culpada. Os olhos se viraram para ela mais uma vez e logo foram atraídos para o brilho da lâmina na ponta da lança. Kare moveu-se para descer, seu movimento fez com que sua arma refletisse os resquícios de luz do sol poente, o laranja tornou-se vermelho e assustou os presentes que atabalhoados afastaram-se permitindo que ela descesse.

Quando Kare aterrissou e girou sua lâmina aqueles que estavam presentes anteriormente não conseguiram não lembrar da entrada dela em cena e caíram sentados crentes que eram fatiados naquele momento. Havia um medo instintivo das pessoas por ela. Não que sua figura fosse assustadora, mas a presença dela em si parecia-lhes ameaçadora, a lança assim como ela passava essa imagem de ao mesmo tempo que eram belas eram também perigosas. Não eram tolos e haviam lido os jornais, sabiam que a mulher a sua frente havia capturado um procurado conhecido que havia sido capaz de destruir todo um bairro da bela cidade deles, então o temor sobre ela aumentava com suas histórias.

Homens bravatosos se colocaram à frente de suas mulheres. Abriram os braços e recuaram ante o avanço de Kare. Podiam dessa forma tirar uma casquinha com os olhos ao mesmo tempo que cumpriam seu papel masculo. Alguns mais desesperados acabaram por se atrapalhar caindo sentados enquanto tentavam se afastar. Bast também não parou de avançar e logo se encontrariam em meio ao aglomerado.

- E PORQUE DEVERÍAMOS CRER NAS PALAVRAS DITAS POR PECADORES? - Finalmente Bast tirava um argumento que também era racional. - Essas podem muito bem ser palavras vindas de um acordo com o diabo. - Ele de certa forma começava a acusar Kare, uma sutil implicação de que ao capturá-los Kare poderia tê-los forçado a dizer o que disseram. Continuavam a se aproximar um do outro, pessoas que se afastaram por medo contrastavam com aqueles que o faziam por reverência, mas no fim ambos podem muito bem ser o mesmo.

- Que eles possuem motivos para lhe atacar é somente o esperado. O mal merece o mal. - Chegaram ao mesmo lugar. Não havia agora mais pessoas entre eles, ainda que mantivessem uma distância superior a dez metros um do outro. As pessoas estavam dispostas em círculo ao redor da dupla, com ao menos 3m de distância deles. - A única que deseja o mal a minha pessoa é você. - O santo buscava puxar a última cartada, aquela que visava tornar Kare a única possível suspeita do atentado. Não importava se ela havia sofrido o mesmo, isso não impedia que houvesse sido desde um início um plano dela mesma para auto promoção.

As pessoas cochichavam uma com as outras, as palavras do santo havia agarrado a linha de raciocínio que elas próprias haviam anteriormente buscado, as palavras dele deram peso a esses pensamentos e começaram a apontar para Kare enquanto conversavam com mãos em frente a boca. Os olhares que haviam perdido o ímpeto raivoso começavam novamente a se incendiar… Bem… Isso até o momento que a gargalhada de Kare rompeu a praça.

Era um riso confuso, pois esperavam que a risada do mal fosse igualmente vil, mas então o que era aquele belo som de puro deleite? Era complexo e confuso, aquela risada era realmente de um demonio? Mas quem disse que o mal necessariamente é feio ou repulsivo?

Perplexas as pessoas se calaram, o raciocínio que estavam traçando se perdeu levado pela harmoniosa risada de Kare, Bast tinha uma postura serena, mas sua sobrancelha havia se erguido. Kare, após se recompor voltou a avançar. As pessoas imediatamente enrijeceram no lugar, seus corpos ficaram tensos enquanto aquele brilho sinistro se aproximava de Bast. A lança carregada por Kare atrai quase tantos olhos quanto sua comissão de frente. Muitos engoliram em seco, mas Bast não demonstrou qualquer nervosismo.

As pessoas ficaram cada vez mais tensas. Em suas mentes elas já conseguiam ver Bast sendo subitamente empalado pela bela e ameaçadora. (Lança e proprietária) E o que elas seriam capazes de fazer? Naquele momento só podiam ficar tensas e expectantes sem saber o que iria acontecer, sentiram-se indefesas e logo se arrependeram de ter aparecido ali. - Então você admite. - Bast lutava para segurar o sorriso vitorioso, crente de que Kare estava confessando o crime na frente de todos, mas não era disso que se tratava.

As palavras de Kare no entanto não traziam tranquilidade para ninguém, pois finalmente o mal que ela ocultava era expresso em seu sorriso cruel, um rosto belo que transmitia medo era ainda mais assustador que um rosto vil buscando o mesmo.

Kare continuou, mas Bast logo percebeu onde ela estava querendo chegar e por isso não respondeu, mas a verdade é que já não importava, pois as palavras não eram ouvidas somente por ele. - É ISSO MESMO, NÃO IMPORTA O QUE VOCÊ TENTE NUNCA VAI CONSEGUIR PREJUDICAR NOSSO SANTO. - Uma pequena ruga se formou na testa de Bast nesse momento quando um dos fiéis a suas costas gritou essas palavras, um coro assertivo cresceu em concordância com essa declaração, mãos elevadas ao alto em um punho fechado devotam seu apoio e fé a Bast. Sim, para essas pessoas era impossível ele cair para truques mesquinhos, Ichos estava ao seu lado afinal, ele era abençoado e não seria facilmente derrubado.

Bast permanecer parado, estava em desagrado, mas por suas próprias escolhas. A fé que lhe sustentava estava agora lhe privando de escolhas. Kare se aproximou ainda mais dele e devido a diferença de altura os peitos dela ficaram no rosto de Bast, afinal ela é uma mulher alta que não saia de casa sem um belo par de saltos. O público gritou alarmado, não tinham medo da lança nesse momento, mas sim de Bast ser atingido pelo belo par de seios de Kare e ir a nocaute. Homens gritavam de inveja enquanto mulheres gritavam inconformadas, mas no fim todos gritavam e queriam que Bast recuasse para não ser atingido.

Bast que ouvia a reação teve que agir, deixamos claro aqui que desta vez ele agia contra a sua vontade, pois não ter-se-ia importado em ter seu rosto enterrado nos peitos de Kare e convenhamos…. Quem no lugar dele teria? Mas ele precisou intervir e ergueu sua mão espalmada em direção a face de Kare obrigando-a a parar a alguns decímetros de distância. - Para ai. - Kare ainda tentou cravar suas garras nele e nesse momento, novamente contra sua vontade, ele se viu obrigado a recuar. Desta vez o desprazer no entanto foi dobrado, primeiro por não poder cair nos braços de Kare, segundo pelo ato de recuar.

Bast novamente se mantinha calado, não havia forma dele retrucar o desejo de Kare ser purificada já que o comportamento da mesma havia deturpado por completo o ato de purificar transformando-o em algo erótico a vista de todos. - Eu não tenho qu… - ISSO MESMO, MOSTRA PRA ELA. - Dessa vez havia sido outra pessoa a gritar. Os olhos de Kare instintivamente foram atraídos na direção de onde ela viu algo curioso. Por trás da pessoa, uma mulher familiar se afastava, no ombro da mesma uma certa doninha arteira e não mão do sujeito que gritava um rolinho de dinheiro. - ISSO MESMO, ASSIM ELA APRENDE. - Agora uma mulher gritou, na mão da mesma havia mais um rolo de dinheiro. Vick estava trabalhando para Kare, não que ela acreditasse ser necessário, mas facilitar os resultados de sua Senhorita era o seu trabalho. Estava claro que não era do desejo da empregada ser notada, mas Poky há denunciou abanando para Kare quando percebeu que a mesma estava olhando, pois diferente de Vick ele queria ser reconhecido pelo excelente auxílio que estava prestando.

- Não tenho porque me juntar a um concurso no qual você nem mesmo conseguirá chegar na final. Não há forma de alguém, que a menos de um mês foi recusada na minha escola possa chegar a ganhar algo. Não tente me usar para se promover.   - O santo no fim abandonou o discurso religioso, suas palavras dessa vez foram direcionadas diretamente para Kare e foram faladas em tom baixo somente para ela.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 7 EmptySex 04 Dez 2020, 22:46



"Mas que porr…" Minha atenção foi completamente roubada pela silhueta felpuda saltitando sobre a multidão, seria bem perceptível para o Sr. Santo que eu havia perdido o foco do nosso confronto, pois o olhar de minha pessoa estaria direcionado atrás do ruivo, pisquei os olhos, acenei em negação, me forçando a não acreditar naquilo que havia sido enxergado, mas ao mesmo tempo eu tinha o perfeito conhecimento de que nenhum outro indivíduo além de Poky seria capaz de ostentar um comportamento tão exibido.

A enorme distração apenas seria cessada após o Sr. Santo estar no meio de seu sussurro, mas a entonação do ruivo assim como as poucas palavras absorvida por minha consciência deixava claro que ele tentava miseravelmente me atingir com ofensas baratas, de qualquer forma aquelas palavras eram ignoráveis pois a partir do momento que o falso santo deixou de manipular seus fiéis ele abria margem para minha pessoa abusar da situação. - O que houve? - Fitando-o num olhar abismado, minha voz elevada soaria demonstrando preocupação com a apatia do Sr. Santo. - Não me diga que o mais integro dos homens está deixando corromper pelas tentações carnais! - De forma proposital eu exclamaria fingindo surpresa, para fazer a platéia acreditar que o motivo do Sr. Santo ficar calado era algo totalmente diferente da realidade, e como uma maneira de ilustrar a minha verdade eu iria inclinar-me para frente a fim de ficar numa altura próxima a do ruivo, por consequência o quadril seria arrebitado, e gentilmente envolver o rosto do ruivo em meus dedos aveludados, segurando-o carinhosamente por baixo do queixo.

Como o Sr. Santo optou por atacar-me eu não evitaria de devolver o gracejo na mesma moeda, porém iria aguardar a reação do público para abafar as minhas palavras sussurradas. - Não seja tão convencido, você assim como qualquer outra pessoa é naturalmente inferior a mim, em pouco tempo o público irá notar a indiscutível verdade. - A fala proferida em baixo tom não haveria nada além da mais pura confiança, pois eu não preciso me provar a ninguém, mas essa provocação teria a principal função de irritá-lo, pois assim o Sr. Santo poderia novamente ignorar a platéia para me despejar insultos.

As artimanhas para fazer o santo corrupto persistir no erro teriam uma continuação. - Mas para ser sincera, eu iria adorar lhe corromper na minha cama. - Devagar iria aproximar minha face libidinosa de encontro ao Sr. Santo, concedendo a ele o privilégio de ver todo o tesão que me assolava sendo refletido no brilho do olhar cobiçoso, a voz ecoada em meio a respiração calorosa exalava minhas intenções obscenas. E se não houver resistência, de olhos fechados a succubus iria lamber vagarosamente os lábios do santo, a ponta de sua língua se deleitaria de baixo para cima com a boca do ruivo, mordiscando-lhe o lábio inferior que logo em seguida ficaria preso entre as presas diabólicas chupando-o com bastante prazer, sem a menor intenção de conter o gemido genuinamente satisfeito, esticando-o devagarinho até que a boca do santo simplesmente escape, como provavelmente não haverá outra oportunidade minha pessoa tornaria esse pequeno momento o mais longo possível, apertando a face do ruivo com firmeza apenas para mantê-lo sob meu controle, mesmo que o Sr. Santo retribua o gesto pecaminoso eu não faria questão de agradá-lo, deixando-o ansioso por mais, porém não iria impedi-lo de demonstrar sua paixão por mim com beijos próximos ao canto da boca eu estaria a sorrir muito contente sentindo o quanto o ruivo necessitava por mais de meu ser, claro que minha pessoa iria controlar o quão longe o santo poderia chegar.

Obviamente eu não me cansaria de atiçar a platéia pois além de sua influência ter grandes chances de me favorecer eu ainda podia me fartar com o iminente desespero do falso santo. - Qual o motivo responsável por deixar o escolhido de Deus tão receoso? Talvez nem mesmo o santo abençoado é capaz de expurgar os pecados que acorrentam este ser lascivo? E graças ao medo se recusa a aceitar minha proposta? - Mordendo a pontinha do dedo indicador eu me encolheria angustiada, apertando os seios deixando-os saltados entre meus braços. - Não, não, não… Isso seria profundamente desestimulante. - Comecei a roçar uma coxa na outra rebolando vulgarmente, enquanto me apertava e contorcia angustiada, as unhas arranhando superficialmente a pele macia de minhas bochechas até ficarem próximas dos lábios, a voz aflita emaranhada em gemidos impertinentes seria propagada nitidamente até o público, demonstrando meu descontentamento ao supor que o próprio santo de Tuntz Tuntz não poderia lidar comigo, na intenção de semear a mesma dúvida na mente dos fiéis.

Se após minhas artimanhas contra a platéia o Sr. Santo se ver impossibilitado de recusar o desafio eu iria gentilmente lembrá-lo que entidades diabólicas sempre cobram um preço pelo acordo. - Fico muitíssimo contente por contar com vossa participação no festival. - O sorriso ingênuo assim como minha voz alegre em harmonia com o olhar aprazível deixaria explícito toda a alegria que percorria o corpo de meu ser. - Entretanto… - Novamente faria uma pausa dramática em minha fala a fim de disseminar aflição no local. - O nosso pacto também deve agradar a população, então porque não deixamos a disputa mais interessante de se assistir? - Mais uma vez eu desejava cativar a curiosidade da platéia. - O perdedor terá de ajoelhar perante aquele que sair vitorioso, e reconhecer sua completa derrota, é uma proposta deveras excitante não concordam? - Agora sim minha pessoa direcionava sua fala ao público, aguardando ansiosamente pela resposta. A partir desse momento eu já não veria mais necessidade de engrandecer as dádivas do Sr. Santo, pois o público estaria bem ciente da divindade do Ruivo, sendo assim acho realmente difícil a multidão apoiar minha idéia, pois de acordo com suas crenças minha derrota é algo impossível de se evitar, e eu teria de ajoelhar-me perante o divino.

A aposta é um tanto problemática por assim dizer, pois mesmo comigo estando convicta de que não posso ser derrotada pelo santo ruivo, minha dignidade estava em jogo, um preço altíssimo a se pagar por uma disputa infantil, mas, de alguma forma, eu estou sentindo a ponta dos dedos tremerem, o interior de meu corpo ficava quente sem maiores justificativas, os ofegos acelerados, após tanto tempo eu estava novamente empenhada em competir, a sensação eufórica de correr um risco tão exorbitante estimulava minha pessoa, ao ponto de eu desejar derrotar o santo,

Caso a platéia sinta-se agradada pelo termo sugerido por mim e acabe encorajando o ruivo a aceitar, admito que eu não seria capaz de ocultar a face deleitosa. - Deixe-me escutar… - Dizendo lentamente numa tonalidade bem pacífica porém totalmente frígida. - Seus súditos agora cultuam involuntariamente o mal encarnado. - Ouso dizer que toda a torcida estaria a favor de Bast, porém foi somente porque eu os instiguei a agir assim. - Se vossa pessoa houvesse permanecido escondido provavelmente poderia aproveitar um pouco mais sua estadia no topo, mas você ousou confrontar-me e agora está confinado no inferno criado por aqueles que tanto lhe adoram. - Meus olhos estariam bem abertos, congelados na direção do Sr. Santo, consumindo-o vorazmente revelando ao ruivo somente a crueldade de minha frieza. - Eu desejo escutar diretamente de vossa boca. - Parecia que minha pessoa estava tendo um lampejo de insanidade, o semblante beirando a psicopatia ficaria muito próximo do ruivo. - Os principais motivos de vosso orgulho estão armados contra si, o que você está sentindo falso santo? - O semblante gélido seria derretido quando um sorriso largamente sádico fosse desenhado perversamente em meus lábios, eu desejava admirar cada reação desesperada do ruivo e fartar-me de sua agonia. Felizmente o provável clamor eufórico dos fãs poderia ofuscar as palavras sendo ditas exclusivamente para o segundo melhor músico da ilha.


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