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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptyDom 18 Out 2020, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptySex 06 Nov 2020, 09:11









O desenrolar dos acontecimentos noturnos havia sido deveras prazeroso, com todo a energia gasta minha pessoa ficou tranquilamente reconfortada na cama, permitindo-se relaxar por inteira. "Eu estava correta em apostar naquele olhar." Pouco antes de fechar os olhos iria virar o rosto na direção da tenente, fitando-a com ternura e apreço, no dia que conheci a Nervosinha sua atitude obstinada me cativou, o fato dela se impor para proteger aquilo que lhe era precioso me fez desejar possuí-la, e fazê-la se dedicar com o mesmo empenho aos meus interesses, toda essa lealdade é muitíssimo apreciada em subalternos. "Ela ainda precisa crescer, e assim poderei chamá-la de aliada." Minha vontade era afagar brevemente a franja da marinheira, mas devido ao receio de acordá-la me contive, não pensei somente em aspectos físicos e sim em méritos profissionais como também psicológicos, apesar disso eu irei me atrever a confiar nela pois a tenente demonstra ser bastante esforçada quando se trata de atender expectativas. "E ela aprende bem rápido." Mordisquei os lábios deixando transparecer minha líbido em um sorriso cobiçoso, confesso que a Nervosinha conseguiu deixar-me verdadeiramente atiçada com sua atitude "rebelde" me afrontando em todas as oportunidades, com certeza tais ações forneceram um motivo para minha pessoa se dedicar.

Caso a Nervosinha perceba que minha eu estou a encará-la sem qualquer sutileza. - Estou planejando quais indecências e obscenidades irei preparar na próxima vez, além de um desejo que ainda não tive a oportunidade de concretizar. - Dizendo bem baixinho manteria um tom de voz ligeiramente cômico, utilizando propositalmente palavras que poderiam envergonhá-la. Então iria realizar a minha vontade tomando uma ação, aproximando meu rosto ao da tenente lhe daria um longo beijo afetuoso na testa, aproveitando para inspirar profundamente a fim de sentir o fragância de seus cabelos. - Tão cheiroso. - Dizendo de maneira carinhaosa, desejando demonstrar que não a julgava por ter feito algo parecido com meu travesseiro. E finalmente iria adormecer.

Não pude encontrar um problema, empecilho ou defeito nessa noite, sendo seria praticamente impossível que minha pessoa não viesse adormecer perfeitamente bem, aproveitando o momento de descanso que parecia ainda mais relaxante após toda a agitação noturna. Entretanto eu estava profundamente enganada. "Só pode ser um sonho…" Sentindo que o corpo ainda não estava totalmente recuperado, com aquela dorzinha gostosa no corpo me fazendo lembrar dos excitantes momentos vivenciados com a Nervosinha, as pernas ainda latejando após diversas ondas prazerosas terem percorrida toda a extensão de meu ser, todas essas sensações que me faziam simplesmente querer ficar aninhada na cama com a tenente em meus braços rapidamente se tornaram um incômodo.

Eu tinha a ampla certeza de que era real, mas minha pessoa desejava com todas as suas forças estar vivenciando um pesadelo, porém a sensação desconfortável anteriormente pressentida além da presença obscura no teto fez com que eu despertasse imediatamente, com meu olhar afiado na direção do teto, encarando-a com nenhum outro sentimento além de uma frieza violenta beirando a psicopatia. "Péssimo lugar, momento tenebroso." Se o mais profundo ódio não houvesse me dominado, provavelmente eu sentiria pena dessa presença, ter invadido a minha residência não me parece muito diferente de assinar a própria sentença de morte, eu poderia caçoar do péssimo criminoso que fôra antes de concluir seu trabalho, entretanto há tesouros que preciso proteger, e isso estaria acima de qualquer capricho ou infantilidade.

Bruscamente iria puxar meu braço debaixo da tenente para poder acordá-la e recuperar a minha liberdade de movimentos, ao mesmo tempo teria projetado as pernas para trás tomando impulso para me levantar com um pequeno salto caindo de pé no colchão com os joelhos flexionados, na sequência eu iria pular me deslocando parcialmente para a lateral, pois assim eu poderia me esquivar da presença no teto acreditando que tal criatura iria propositalmente cair contra mim quando eu me percebesse minha movimentação, no ar eu rotacionar-ia o corpo para aplicar um chute de calcanhar na presença erguendo minha perna para cima, com intenção de derrubá-la para fora do colchão.

Após novamente aterrissar minha pessoa iria puxar o lençol por cima da tenente a fim de deixá-la enrolada enquanto a traria para próximo de mim segurando-a firmemente em meus braços, com a tenente no colo eu iria saltar pular na direção da porta do quarto, colocando a marinheira de pé enquanto abriria a porta. - Victória temos visitantes indesejados! - Não chegaria a gritar porém iria exclamar elevando o tom de voz com afinco economizando nas palavras devido a urgência da situação, acreditando que apenas alertar Vick sobre os invasores será suficiente para ela saber como reagir.

Então iria empurrar a Nervosinha para fora do quarto, utilizando força suficiente apenas para fazê-la dar alguns passos, em seguida bateria a porta do quarto e imediatamente me afastaria alguns passos caso a criatura houvesse desferido uma investida em minha direção, e se assim fosse feito eu iria chutá-la de baixo para cima com o peito do pé a fim de afastá-la.

Tendo conseguido remover a Nervosinha do quarto. "Uma preocupação a menos." Ficaria aliviada afinal não creio que a tenente poderia combater os invasores em seu estado atual, além de provavelmente estar sem sua katana, e também não é de meu interesse deixá-la se ferir.

Durante minhas ações para tentar proteger/me livrar da tenente, eu teria lembrado também onde a lança está guardada, se a residência fosse contemplada com as maravilhas da vida moderna e possuísse energia elétrica eu iria ligar as luzes do quarto apertando o interruptor. Em seguida imediatamente iria correr até o local onde deixei a lança, apanhando-a e se houvesse tempo iria atacar a criatura ou algum outro ser que estivesse no quarto, priorizando apenas a proximidade, aplicando uma rápida estocada na altura do peitoral permitindo a haste deslizar pela palma de minha mão a fim de aumentar aumentar a velocidade do ataque antes de firmar e recolher a lança.

Se quando eu acendesse as luzes a criatura estivesse muito incomodada a ponto de não conseguir atacar ou se defender com eficiência durante alguns segundos. "Realmente funcionou." Seria um acontecimento feliz, pois era apenas uma tentativa de atrapalhar o invasor fazendo o quarto ser repentinamente iluminado após os olhos do invasor terem se acostumado com a escuridão. E caso esse intervalo de tempo até a recuperação do invasor seja relativamente eu iria me aproveitar para lhe desferir outra estocada, avançando um passo enquanto estico meus braços para poder atingí-lo no alcance máximo de minha arma.

Porém se a lança estiver guardada em um local que demandaria mais tempo para apanhá-la eu daria prioridade a recuperar minha arma, deixando as luzes apagadas pois desejo acendê-las quando puder tirar total vantagem da iluminação, enquanto isso eu teria me focado em desviar a passos rápidos e revidando com chutes pesado, girando o corpo em torno do calcanhar para me impulsionar aumentando a força por consequência, não tentaria acertar uma região específica pois minha orientação seria apenas pela visão da silhueta obscura.

Porém caso não haja energia elétrica eu tentaria apanhar a lança e iria aguardar por Vick, torcendo para que ela consiga uma lamparina ou algo do gênero.

A princípio não tomaria nenhuma atitude elaborado pois desejo analisar melhor o "campo de batalha" além de desejar identificar quem é o invasor ou se há mais de um. No geral eu tentaria manter a(s) criatura (s) distantes de mim, atacando principalmente com estocadas rápidas enquanto prossigo avançando com passos curtos, mesmo que eu não consiga acertar minha principal intenção seria pressionar o invasor com uma sucessão de ataques velozes para poder induzí-lo a se locomover até ficar de costas para uma das paredes do cômodo, e para isso eu iria aplicar cortes após o golpe perfurante na possibilidade da criatura tentar escapar até um local "aberto" no quarto. Se eu for atacada no processo, iria me afastar rapidamente enquanto iria cortar golpear a minha frente de maneira antecipada, com um corte vertical descendente a fim de manter o invasor distante, para manter a minha pressão na sequência eu iria lhe desferir um ataque perfurocortante ascendente.

A princípio eu evitaria utilizar de ataques amplos na horizontal, pois não desejo acertar móveis, paredes, graças ao comprimento de minha arma, entretanto se houver dois ou mais invasores e ambos estivessem um ao lado do outro, nessa situação eu tentaria um corte lateral para acertar múltiplos alvos atacando apenas uma vez. Porém, se houver um(a) atirador(a), ele(a) não será minha prioridade, eu somente tentaria desviar de seus disparos, inclinando o corpo para uma direção diferente da trajetória dos projéteis, a fim de poder me recompor com agilidade para golpear o alvo mais próximo, entretanto se minha pessoa for recebida com uma saraivada de tiros, me veria obrigada a saltar para longe preferencialmente mantendo-me longe das paredes, pois assim eu poderia ter liberdade de esquivar-me sucessivamente.

Com o quarto iluminando e minha lança em mãos. - Serei direta, se renda agora e terá o privilégio de ser preso. - Iria com a lâmina da lança na direção do invasor, enquanto estaria a encará-lo com meu olhar gélido, sem minha pessoa esboçar qualquer expressão em sua face, dizendo com bastante seriedade em minha voz calma, desejando dar a entender que a crueldade de minha pessoa faria a prisão parecer uma benção. Mas caso haja mais de um invasor. - Eu só preciso de um, escolham rapidamente quem desejam salvar, caso se recusem eu tomarei a liberdade de decidir. - Eu estava profundamente irritantes com meros mundanos tendo a audácia de invadir minha residência, mas nem por isso deixei o desespero dominar minha pessoa, mantendo a racionalidade durante todo o tempo, seria realmente agradável se eles desistissem apenas porque eu mandei, mas não tenho qualquer expectativa nessa possibilidade, por isso meu comentário que poderia ser facilmente interpretado como uma provocação seria para testar a reação das criaturas além de fornecer algum tempo extra para minha pessoa analisar calmamente os invasores presentes no cômodo.


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Furry
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptySex 06 Nov 2020, 19:52




Kare inicialmente era incapaz de crer em seus olhos. Sim! Só poderia ser um sonho, talvez uma alucinação devido a ter tido muito prazer? Uma infiltração no teto quem sabe, formando uma mancha que…. Bem… se movia? Era possível, pois não?

Todavia não o era. O olhar afiado de Kare era pregado na figura sombria dando-lhe a certeza de que a mesma realmente estava ali. Suas intenções hostis misturadas a sua insanidade psicótica eram todas transmitidas por seus olhar, mas a figura presa no teto não se deixava intimidar. Seu olhar brilhou ao notar ter sido percebido, e em silêncio começou a cair, seu corpo torcendo-se no ar de forma pouco natural. - ahhhhhhhhh! - Gritou a tenente ao despertar de susto com o braço de Kare sendo removido bruscamente fazendo-a girar para o outro lado enrolada nos lençóis. Momento esse sincrono com a atuação da figura desconhecida no teto que desprendida suas garras começando a cair em direção a Kare ainda deitada, mas já começando a se mexer, erguendo as pernas a se preparar para levantar em um movimento único.


O brilho prateado de unhas metálicas emitiu um feixe brilhoso, o tronco de Kare ainda estava subindo quando as garras alcançaram-na cravando-se em sua pele e quando empurravam-a de volta para a cama. Garras felinas, como agulhas lhe perfuraram em quatro pontos no ombro. Um grito de dor escapou-lhe, a outra mão descia em direção em seu rosto quando ela reagiu conseguindo torcer-se e chutar a figura em queda para o lado. Sangue sujou o lençol da cama. Marian lutava para se desenrolar e entender o que estava acontecendo. A figura  desconhecida acabou se desequilibrando ao receber o chute de Kare errando assim o próximo ataque. - NyannnQ. - torcendo-se de uma forma quase impossível o corpo esguio girou no ar, a figura que era para ter caído de cara ou ao menos com os ombros no chão girava de forma anti-natural caindo em pé e abaixada. Com dor no ombro, mas movida pela adrenalina Kare corria para a panqueca Nervosinha pegando a agitada em seus braços, causando-lhe nova pontada de dor. - O que? Quando? Que? - ela agitava-se, ao menos até ouvir algo vindo de Kare.

Uma trilha de sangue foi sendo deixada enquanto Kare - nua - corria carregando um corpo enrolado em um lençol manchado de sangue…. Bem, talvez aqueles que vissem uma cena dessas sem o contexto poderiam certamente entender erroneamente o que estava a acontecer. Comicamente talvez a cabeça da tenente pudesse bater na porta na saída do quarto, mas felizmente para ela - Marian - não era esse o caso e por isso ambas passaram sem problemas pela porta chegando a um corredor escuto. Ali Kare "gritou" em alerta para Vick enquanto "expulsava" Marian, ainda enrolada, do quarto fechando a porta logo após e mais uma vez virando-se para o atacante, que sem dar-lhe tempo mais uma vez salvava em sua direção com uma postura predatória de ambas as mãos a frente com garras abertas. Kare dava um passo ao lado executando um chute ascendente no ombro/peito do oponente ao menos tempo que era arranhada na coxa quando o opoente tentou evitar desequilibrar-se. - NyannnT. - tropeçando para trás o descon deixou-se cair inclinando seu corpo e virando uma "estrelinhas" de costas com um salto parando de cócoras sobre o colchão encarando Kare. - NyangMong não vai gostar disso nyan. - agora que Kare começava a acostumar-se com o breu do quarto e com a agitação percebia que seu oponente era um gato humanoide preto de pelagem felpuda. Haviam alguns pelos longos de coloração alaranjada em sua face e um par brilhantes de olhos dourados que instantaneamente se transformaram em fendas estreitas no momento em que Kare acendeu a luz pelo interruptor localizado próximo a porta.

A próxima coisa foi virar seu olhar para a lança, mas…. Não estava lá…. Embora tivesse certeza de tê-la soltado lá. - NyaNya, ela parece estar procurando a lança Nyangugu. - NyoNyo, sim parece estar procurando Nyandudu. - as duas novas vozes soaram de próximo da janela. Lá, agora iluminada pela luz artificial amarelada do quarto estava uma gata humanoide de coloração malhada tricolor, seu corpo esbelto e flexível estava arqueado em uma posição que parecia desconfortável, mas que nela parecia natural. Em suas mãos estava a lança de Kare a qual a felina usava para se apoiar em sua postura estranha. Ao lado dela, um outro humanoide. Este possuidor de uma face matuta e debochada um olhar calmo em um rosto sarcástico. Em suas costas, pendurado havia um arco e flecha, enquanto em sua cintura havia adagas presas em um cinto de couro. Pela forma que falavam eles pareciam irmãos. E então, quando mais se achava que mais nada poderia acontecer a parede da cabeceira da cama "explode" quando um outro gato, este agora baixinho com um corpo sólido de barril, felpudo de carranca mal-humorada, um portador de um martelo de guerra do seu próprio tamanho. Este ser a quem descrevi aterrissa sobre a cama, seu rosto "fofo" de pelos machos olha para o ambiente tornando-se ainda mais rabugento no processo.

- NyaNya, NyangMong chegou Nyangugu. - NyoNyo, e não parece feliz Nyangugu. - os dois da janela conversavam.  - Sabe NyangMong é q… - o preto, mais próximo a Kare começava a se explicar, mas não tinha tempo. - Cala boca seu idiota. Quantas vezes já te disse pra não brincar durante um serviço? Vocês todos, malditos imbecis. - não só sua face era mal-humorada, como ele inteiro o era. - Mas nyaannnnn? - Cale a boca. Terminem logo com isso, não fomos pagos tá brincar. - ele, ainda em cima da cama apontou o martelo na direção de Kare.

A luz estava acesa, Kare próxima a porta, o gato preto perto do divã, o gato bárbaro em cima da cama com um buraco na parede da cabeceira enquanto os outros dois, sendo a gata ladina de corpo flexível que segurava a lança de Kare, mas sem outras armas aparentes e o arqueiro com cara de deboche estavam após a cama sob o arco que da acesso a sacada.

Um arranhador, um bárbaro, um arqueiro e uma incógnita. Estes eram os quatro adversários de Kare. Sem armas, sem roupas, sem suporte. De trás da porta ouvia a Nervosinha gritando por ela, querendo saber o que estava acontecendo, ainda mais após o barulho de algo "explodindo". Não havia recebido ainda sinal de Vick e também não ouvia tiros.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptySab 07 Nov 2020, 15:16



A situação irritante foi piorada graças a chegada do "barril de demolição felinesco". - Tsc! - Cerrei os dentes enfezada devido a parede do quarto ser destruída como se fosse feita de isopor, o fato em si era quase irrelevante, porém imaginar tragédia que a marreta poderia fazer com minhas roupas recém compradas me deixava realmente preocupada. - Se acalme! Uma trupe de larápios amadora jamais poderia me oferecer algum risco. - Elevei o tom de voz direcionando minha fala a porta que era esmurrada provavelmente pela tenente desesperada, em uma tentativa de amenizar sua preocupação. Minhas palavras pejorativas também teriam a finalidade de descobrir o motivo da gataria ter invadido minha residência, apesar de ser bem óbvio se tratar de uma assassinato contratado, desejo ter a total certeza de suas intenções afinal seria extremamente insuportável ter meus pertences roubados. Talvez algum dos integrantes acabe falando mais do que deveria e revele as intenções do ataque ou possam ficar ofendidos com minha pessoa tê-los comparados a meros ladrões e por isso tentem se defender.

Entretanto se barril-felinesco tomasse novamente a palavra eu confesso que minha atenção seria praticamente roubada por ele, com meus olhos abertos iria encará-lo como se estivesse em estado de alerta, e de maneira involuntária minhas mãos iriam estremecer com os dedos relutando em se fecharem. - Nã-não é na-nada. - Diria eu caso o gato notasse minha atitude indiscreta, com as bochechas de minha pessoa parcialmente ruborizadas, desviando o olhar enquanto teria dificuldade em falar devido a estar tentando conter uma risada iminente.

Se porventura eu viesse a descobrir que de fato se trata de uma trupe de larápios ou ainda restasse alguma dúvida sobre a índole dos indivíduos em questão. - Pegue o den den mushi na sala e ligue para a marinha, eu irei manter os visitantes ocupados. - Novamente elevaria o volume da voz para a tenente atrás da porta, blefando para os felinos na tentativa de deixá-los assustados com a possível chegada dos marinheiros ao ponto de fugirem. E se assim ocorrer. "É semelhante a ver cédulas sendo carregadas pelo vento…" Não haveria como deixar de ficar desapontada, poderia ter perdido alguns milhões, talvez se eu unisse a provável recompensa do quarteto pudesse comprar um bom vestido, mas tal desapontamento era irrisório se comparado ao benefício de manter meus pertences intactos.

Entretanto se a gata fugir sem soltar a lança após meu blefe eu iria investir contra ela numa súbita corrida, a lança é um utensílio necessário para minha pessoa por isso esforçar-me-ia a recuperá-la, aplicando um chute horizontal na gata enquanto rotacionar-ia o corpo ao redor do pé de apoio, a fim de cobrir sua rota de fuga mirando o golpe na altura de seu tórax, na possibilidade da gata utilizar a arma para bloquear eu iria interromper o chute para segurar na haste da lança, e caso ela tente se esquivar minha pessoa iniciaria um segundo avanço contra ela na intenção de apanhar minha arma. Caso eu consiga pôr minhas mãos na lança, ao invés de puxá-la iria empurrar contra a gata na tentativa de golpeá-la com a haste ou na melhor das hipóteses utilizaria a lâmina para cortá-la em diagonal, ao mesmo tempo iria a lateral de joelho com o peito do pé a fim de fazê-la perder rapidamente o equilíbrio me fornecendo maior facilidade em retirar a lança de suas garras. - Sinto muito, mas terá de escolher outra vareta para brincar. - Diria na possibilidade de ter conseguido recuperar minha arma, não resistindo ao comentário debochado junto de uma curta risada carregada de arrogância.

Caso a trupe felinesca venha a solidificar minhas suspeitas de seu objetivo. - Para vossa infelicidade jamais irão concluir tal trabalho. - Ergueria o rosto num ar de arrogância com meu nariz arrebitado demonstrando um semblante excessivamente esnobe deixaria que minha voz soasse transbordando autoconfiança. - Tchaau! - Teria a audácia de acenar para o grupo de felinos antes de lhes dar as costas e correr para fora do quarto, fazendo questão de alongar minha fala a fim de parecer o mais irônica possível, tendo a intenção de instigá-los a me perseguir e ignorar meus pertences. Então iria pegar a Nervosinha no colo durante a corrida levando-a comigo até a sala. - No quarto da Vick você irá encontrar roupas. - Durante o deslocamento iria orientar a tenente a se vestir. - Como pretende auxiliar-me estando tão vulnerável? - Responderia se a marinheira relutar em me deixar sozinha com os invasores, alegando estar preocupada ou querer me ajudar, seria minha maneira de fazê-la ser um pouco racional pois acredito que devido a falta de vestimentas ela ficaria tentando se cobrir ao invés de tomar uma atitude pertinente, e claro minha pessoa seria bastante didática no conselho, e para ilustrar minhas palavras iria me aproveitar dessa fragilidade para apertar o corpo da Nervosinha apalpando-a vulgarmente. - Alguém com intenções pervertidas poderia tirar proveito da situação. - Entonando minhas palavras com integridade, fingindo descaradamente não ser a pessoa perversa da situação, apesar de minha pessoa estar claramente segurando riso impertinente, tal brincadeira também seria uma maneira de tornar o clima mais leve e livrar um pouco das preocupações que a Nervosinha possa estar sentindo, sendo assim colocaria novamente a marinheira com os pés no chão. Bom, não poderia faltar o meu cumprimento secreto com a tenente desejando-a boa sorte ao lhe estapear firmemente o glúteo de baixo para cima.

Enquanto eu estivesse a correr com a marinheira em meus braços iria manter um ritmo constante evitando atingir o ápice de minha velocidade pois se caso algum dos gatos venha a me perseguir e consiga atacar-me, minha pessoa iria surpreendê-lo com uma aceleração explosiva permitindo que seu ataque acerte o ar atrás de mim, mas se eu fosse atacada pelo arco e flecha daria um passo longo em diagonal na intenção de escapar da trajetória realizada pelo projétil.

Ao chegar na sala e tendo colocado a Nervosinha novamente de pé eu iria suspirar profundamente deixando o ar sair de meus pulmões em um suspiro abafado e na sequência rangeria os dentes inspirando outra vez, meu olhar afiado seria direcionado ao quarteto. "Felinos irritantes." O ferimento em meu ombro ardia, fazendo minha pessoa precisar de alguns instantes para retomar a compostura, felizmente não parecia tão profundo, e até o presente momento as pontadas dolorosas só ocorriam quando eu realizava um esforço brusco. "Creio que posso contornar tal empecilho." Refletia a respeito do ferimento não ser grave, acreditando ser capaz de prosseguir com a performance sem maiores problemas.

Durante o tempo de meus olhos se adaptarem com a falta de luminosidade do novo cômodo minha pessoa usaria sua memória como principal forma de orientar-se pela sala, a fim de evitar esbarrar em móveis, bater nas paredes, e caso eu não tenha certeza se há algum obstáculo em determinado local iria evitá-lo, mas se não fosse possível tentaria saltar por cima para quando estivesse próxima pudesse discernir em melhores detalhes quais objetos estão ali, com o intuito de chegar até o interruptor da sala e poder ligar as luzes.

Como o tempo está ao meu favor nesse embate não ficaria ansiosa em acabar com todas as 28 vidas felinescas. "Ou seriam 36…" Algumas crenças dizem que os gatos possuem 7 vidas outras afirmam serem 9. "Mas porque estou pensando nessas futilidades?" Retomando o foco, aguardar-ia pela ação dos gatos, lidando com felino de garras longas minha pessoa deixaria-o aproximar-se apenas para que eu possa recuar a passos curtos movimentando o corpo em uma direção diferente de seus ataques, harmonizando cada passo com o balançar corporal estando a praticamente encenar uma coreografia envolvente com o felino, assim minha pessoa poderia manter-se a esquivar continuamente, aguardando por aberturas em sua postura causadas graças ao ataques infrutíferos, eu iria me aproveitar de tais brechas para realizar uma rápida sequência de chutes, focando principalmente a lateral dos joelhos e quadril, finalizando com um chute utilizando a sola do pé no centro do abdômen ou peitoral, tendo intenção de mantê-lo distante, preferencialmente iria empurrá-lo contra algum móvel ou parede a fim de fazê-lo se desequilibrar. - Não o julgo por desejar cravar suas garras em minha cativante pessoa, mas antes você deveria afiar suas garras, talvez vosso arranhador esteja quebrado? - Provocá-lo-ia num caloroso tom de voz sedutor, mas logo em seguida faria o sarcasmo se mostrar presente em minhas palavras pejorativas.

Em relação ao arqueiro inicialmente eu não teria intenção de atacá-lo, pois ele poderia simplesmente distância enquanto realiza seus disparos, tal hipótese desmotivadora faria minha pessoa somente esquivar dos projéteis me locomovendo de forma retilínea a fim de induzi-lo a atirar em um ponto futuro devido minha movimentação, entretanto quando ele armasse a flecha no arco e disparasse minha pessoa iria simplesmente interromper seu deslocamento deixando o projétil passar de maneira inofensiva a minha frente, por vezes eu também iria dar um pequeno salto ou então girar o corpo ao redor dos pés iniciando uma curta corrida para outra direção, pois assim minhas evasivas não seriam tão previsíveis. - Eu acreditava que os gatos ostentassem grande destreza e precisão invejável, entretanto vossa pessoa deve ser a exceção. - Diria com a voz soando de forma pejorativa, enquanto manteria uma bochecha inflada e as sobrancelhas caídas simulando estar confusão com a inaptidão felina. Porém se durante toda a agitação do embate minha pessoa viesse a ficar próxima do arqueiro ao ponto dele estar no dele estar em meu alcance, eu não deixaria de aproveitar tal ocorrido, avançando contra o felino mantendo o tórax inclinado para frente, para quando ele fosse empunhar o arco e flecha eu iria girar o corpo em torno de um pé, ao mesmo tempo iria inclinar o tórax para baixo e ergueria a perna livre na intenção chutá-lo no lado de seu punho com o calcanhar, em seguida completaria a totalidade do giro iniciando outra investida, isenta de piedade ou compaixão minha pessoa iniciaria uma sucessão de chutes contra o arqueiro, alvejando-o em diversas localidades do corpo alternando ambas as pernas para acertá-lo rapidamente em regiões opostas tendo preferência por golpes morando a região inferior como pernas, quadril e barriga pois tais ataques são mais rápidos de serem realizados, eu tentaria pressioná-lo com a saraivada de chutes fazendo-o recuar até se encontrar preso nas extremidades do cômodo, nesse caso minha pessoa ficaria apoiada em uma perna a fim realizar uma série de chutes frontais utilizando principalmente a ponta e sola do pé contra o felino, com foco em acertar no peitoral, pescoço e rosto, o principal objetivo de tal ofensiva impetuosa seria causar a maior quantidade de prejuízo possível no atirador, considerando-o como o mais irritante de lidar. Ou até que um de seus companheiros venha ao resgate, sendo assim eu iria projetar a perna erguida para trás do corpo na intenção de distanciar-me rapidamente com um passo longo. Porém se o arqueiro sacasse às adagas tentando revidar eu me manteria próxima a ele, tentando esquivar no limite de ser acertada com movimentos rápidos e curtos projetando o corpo para trás, ou então recuando um passo apenas para firmar os pés no chão e me impulsionar contra o arqueiro a fim de manter meus ataques.

O felino roliço por sua vez seria aquele que minha pessoa se sentiria menos ameaçada em relação aos outros 3, pois devido sua silhueta e a arma aparentemente pesada acredito poder facilmente me afastar dos seus golpes milênios antes do martelo se aproximar, sendo assim eu iria praticamente brincar com ele, dando longos passos despreocupados nas pontas dos pés enquanto iria circulá-lo, aguardando por um ataque amplo de recuperação longa, confesso que tal possibilidade ocorrer meus olhos iriam brilhar de pura empolgação ao testemunhar a oportunidade de ouro, como uma leoa faminta que vislumbrar sua presa tranquilamente bebendo água eu iria avançar impiedosamente contra o felino volumoso, fincando minhas unhas simulando garras sendo cravadas em sua face excessivamente felpudas. - Essas bochechas gorduchas estão praticamente implorando para serem apertadas, e essa barriga rechonchuda? Aposto que alguém está exagerando nos petiscos. - Dizendo de maneira excessivamente fofa ao ponto de ser irritante iria torcer, sacudir, apertar, esticar, esfregar, amassar as bochechas do felino raivoso, o semblante enfezado intensificava o fator cômico da situação, conseguindo apertar o rosto felpudo do felino em questão creio que sua pelugem ficaria totalmente alvoroçada e despenteada, enquanto minha pessoa sentir-se-ia incrivelmente vitoriosa por ter concretizado um desejo surgido no momento que meus olhos o encontraram, claro também haveria a presença de um largo sorriso travesso fixado nos lábios enquanto me afastaria saltitando alegremente de um possível acesso raivoso. Provavelmente chutá-lo enquanto estivesse de guarda baixa fosse uma boa opção, mas ao considerar toda a extensa camada de pelos além da gordura creio que meus chutes seriam ineficientes, sendo assim optei por provocá-lo

Em relação a felina larápia, minha pessoa iria simplesmente ignorá-la, fingindo nem sequer escutar possíveis provocação e fazendo questão de não direcionar meu olhar a ela, mantendo tal encenação durante o combate eu iria continuamente me afastar dela ao ponto da ladra nem sequer ter chance de tentar um ataque contra mim. - Para um trio de bandoleiros vocês três possuem a incrível capacidade de me aborrecer com facilidade. - Dizendo com minha atenção voltada para os três gatos demonstrando não ter notado a presença da quarta integrante, ou se houvesse percebido sua existência havia considerado-a totalmente ignorável. Mas para ser sincera a felina ardilosa era quem possuía o meu maior interesse, pois ela estava com o objeto que me daria a oportunidade de agilizar o combate, entretanto eu não desejava de forma alguma demonstrar estar preocupada com a lança, desejando fazer a gata vir me atacar sem qualquer cautela esperando por um ataque de grande amplitude ou estocada, com tal fato ocorrendo eu seria incapaz de recusar minha lança sendo oferecida de bom grado pela felina, quando o ataque fosse direcionado a minha pessoa eu iria de encontro ao golpe, na intenção de firmar minhas mãos em torno da haste, desta forma eu iria tirar os pés do chão deixando equilibrando-me de ponta cabeça com o peso do corpo apoiado no cabo, em seguida eu utilizaria principalmente o ombro ileso para rotacionar-me junto da lança ao mesmo tempo que iria chutar lateralmente o rosto da felina utilizando o calcanhar, na tentativa de fazê-la soltar minha lança. Se meu movimento for bem sucedido ou caso apenas o peso do meu corpo seja suficiente para fazer a gato deixar a lança escapar de seus dedos eu iria projetar meu frontalmente em uma pirueta aterrissando com a ponta dos pés no chão, ou então tentaria bater com uma das extremidades de minha arma no chão como um apoio extra a meu gracioso pouso. - O banheiro fica na primeira porta à esquerda, se irá cuspir uma bola de pelos ao menos tenha a decência de fazer onde meus olhos não sofrerão com imenso desprazer. - Se eu conseguir chutar o rosto da gata com a mesma demonstrando sinais de dor minha pessoa iria atiçá-la como se estivesse lhe dando um conselho mesquinho, porém o sorriso arteiro desenhado iria enfatizar a provocação.

Se no decorrer do embate algum dos felinos tentasse escapar de mim para seguir na direção tomada pela tenente eu iria persegui-lo. - Minha pessoa é tão desinteressante assim? - Questionando o indivíduo em questão num ar de desapontamento por ele me ignorar, claro que tal descaso teria uma uma punição adequada, minha pessoa iria chutá-lo com o peito do pé na altura da cabeça, mas o golpe teria a finalidade de induzi-lo a evitar ser acertado, pois antes de concretizar o chute eu iria rapidamente apoiar o pé no chão me impulsionando ao seu encontro enquanto rotacionar-ia meu corpo a fim de chutá-lo no centro da coxa com o calcanhar.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptyDom 08 Nov 2020, 09:30




- Eii, nyannnnnn,. Não somos relés larápios. - NyaNya, eu sou Steave. - NyoNyo, Nyangugu é realmente uma larápia Steave. - Caleem a boca e matem ela. - Kare havia "conseguido" sua resposta. Eles não eram, mas ela era e eles estavam ali para mata-la, ou ao menos o rabugento desejava isso nesse momento.

Assim, suspeitando que esse era na verdade o real motivo, a jovem não alertava a Marian para ligar para a marinha. A tenente que nesse momento estava finalmente conseguindo se desvincular do lençol no qual havia sido "acidentalmente" enrolada.

Kare no entanto não conseguia desgrudar os olhos de NyangMong, a aparência dele, o tom de voz, as ações, tudo lhe parecia estranhamente "atraente" de modo que uma certa vontade surgia no interior dela, algo grande e difícil de controlar. Porém se NyangMong notou algo no comportamento de Kare, ele nada disse. - É claro que vamos, nyahhhhh. as patinhas curtas do gato barril aceleraram até se transformar em borrões indistintos, permitindo-o impulsionar-se em um salto com o martelo algo em direção de Kare, mas… - NyaNya, ela fugiu Nyandudu. - NyoNyo, foi embora mesmo Nyangugu. - VOCÊ, ESPERE AI. - o rabugento apareceu não muito depois no corredor de onde via Kare, mais a frente, correndo com alguém em seus braços.

A dupla de irmãos fazia novamente seus trocadilhos, aparentemente pouco motivados a se apressar. - Se não se apressarem vão ficar sem erva. - O preto gritou para eles no momento que alcançou o corredor permitindo que Kare escutasse.

Kare havia conseguido abrir vantagem, mesmo que carregando a tenente e seus muitos 40kg, a discrepancia entre a velocidade da morena e de seus perseguidores era ainda muito alta. O corredor no entrando não era muito longo e logo alcançaram a sala. O quarto de Vick seria por ali, atravessando para o outro lado num ponto mais próximo a cozinha. Porém, mesmo que fosse ali e não muito longe ainda não haviam tido resposta da empregada ao alerta antes emitido por Kare sobre os convidados indesejados.

- O que? Não! Eu vou te ajudar. - era a tenente afinal! Ela obviamente estaria a se preocupar com Kare mesmo que soubesse o quanto a dançarina era forte e seu senso de dever - atualmente inato - a compelia a ajudar, mesmo que para tal se visse ignorando o bom senso.

- Bem, ahn, sim… eu… sei… mas eu posso… bem… - a Nervosinha sem resposta começava a perder um tempo precioso, mesmo que este fosse um daqueles momentos dragon ball onde os minutos duram horas.

Kare a colocava no chão.

- Bem, pervertindos…. Errrrr…. Zzzzzz…. - os olhos estreitaram-se encarando a própria pessoa que tinha a audácia de dizer essas palavras. Bem, parecia que nesse ponto ambas as mulheres concordavam. Kare era a pevertida local. - Ok vou. Mas já volto. - Virou seu corpo magro, definido de curvas suaves para correr em direção ao quarto de Vick. Sua pequena e redonda bunda ainda mostrava traços avermelhados do amor que haviam compartilhado a algumas horas. Não resistindo a isso, Kare, deixava-lhe mais uma marca como prova do seu "afeto". - Aiii.. eiii. - Peguei você! Não irá mais fugir. - a tenente não teve tempo em reclamar, pois logo NyangMong chegava na sala saltando em direção delas com o martelo levado ao alto em uma descendente perigosa. - Cuidado. - falou a tenente, não como uma advertência, mas como um desejo enquanto corria para o quarto de Vick. - MERDA!!! MEU MINDINHO. - pelo visto nem mesmo a experiente tenente estava a salvo da maldição de chutar as coisas com o mindinho.

Todavia não havia tempo para implicar com Marian, pois o martelo já estava chegando. Kare evita o mesmo com um passo ao lado saindo da frente do ataque e começa circular o felino. Do golpe um onda de choque se espalha, mas nada comparada as geradas pelos ataques de Osho. A morena  estava pronta para agarrar as bochechas do gato baixinho quando ele "sumiu" de onde estava. A força e impulso do martelo eram tamanhos que o corpo leve do pequeno gato acabava por ser arrastado e nesse momento ele estava virando uma "cambalhota" enquanto segurava o cabo com a cabeça do martelo - cravada no chão - servindo de apoio. A alavanca criada o catapultava para cima do sofá onde ele aterrissa com os braços abertos segurando o martelo na vertical ao seu lado.

Kare aproveitava-se desse momento para chegar junto a porta de entrada da residência o de mais uma vez acendia a luz do cômodo, cegando por um instante a si e ao rabujo, mas um tempo muito curto para que fosse prejudicial a qualquer um deles, afinal a luz da casa não era o sol.

No momento que se recuperava, o gato preto, Steave, chegou ao arco que  ligava a sala ao corredor. - NyannnQ. - começou a correr em frente saltando acima da mesa de centro e depois no encosto do sofá antes de pular em direção a Kare próxima a porta de saída da residência.

Steave usa scrath.

Os arranhões contínuos choveram para cima de Kare que saltou da porta para a direita seguindo em direção ao corredor pelo qual Marian havia saído enquanto seu corpo inclinava-se para direito ou esquerda torcendo-se em passos suaves dados apenas com a ponta dos seus pés descalços as garras cortavam o espaço logo a sua frente, cada toque quase "apalpando" seus fartos seios dançantes e… bem… como não falar deles? O corpo nu, belo, esculturado, charmoso e muito sensual, que dançava suavemente aos passos dançantes da morena, seus seios que balançavam com sensualidade assim como o suave sacudir de sua bunda firme… infelizmente para Kare os oponentes dessa vez não deixavam-se persuadir por este tipo de coisas, para eles Kare precisaria ter uma bela camada de pelo brilhante por cima de tudo isso para tornar-se alvo de desejo… a bem da verdade, eles em nenhum momento haviam tecido qualquer comentário referente a nudez da lanceira.



- NyannnTyyy. - Gemeu??? Ao ser acertado no joelho por um chute que Kare. Não… bem… quase não havia dor para ser sincero, mas gatos eram criaturas assustadiças e isso o havia pegado desprevenido o fazendo saltar para trás afastando-se de Kare. Sem saber do fato NyangMong saltava novamente para atacar Kare e assim como imaginado por ela o golpe amplo dele era fácil de evitar… bem…. Ao menos para ela, pois o mesmo não podia ser dito dos móveis que eram incapazes de evitar as ondas de choque e se espatifavam em lascas de madeira, desta vez o infortúnio da vez caiu sobre um escrivaninha com espelho.

- NyaNya. Sete anos de azar, NyangMong vai ter. - a voz "irritante" vinha do arco da sala para o corredor, lá agora estava a gatinha que ainda segurava a lança e um passo atrás se aproximava seu irmão. - NyoNyo, vão ser 14 anos Nyangugu, teve aquela escada. - eles concordavam para a tragédia de NyangMong que já avançava novamente em um golpe amplo e circular enquanto gritava para Steave. - Tá bem aí? - Nyannnn, não doeu nadinha…. - Steave parecia confuso… devia ter doido, mas agora que ele lembrava os outros chutes de Kare também não lhe haviam causado dor.

Eram rápidos e assustadores, mas estranhamente leves e diferente dos cálculos de Kare seus chutes não afetavam nem mesmo o ladino do grupo.

O golpe horizontal veio e Kare, com sua agilidade "inatural" circulou-o acompanhando o movimento do martelo como um fantasma as costas do gatinho rechonchudo e agora sem mais conseguir resistir o apertou nas bochechas. - Nossa. - ele soltou um "grito" constrangedor ao ter sua bochechas apertadas por Kare, seu pelo inflou e ele saltou para trás assustado com a respiração pesada. Kare podê-lo-ia ter perseguido, mas flechas começaram a voar em sua direção. Três de uma única vez a fizeram saltar para trás chegando próximo ao acesso da cozinha agora. - NyaNya, peguei você. - de suas costas modo inesperado a voz da gata soou e algo acertou as costas de Kare, parecia ser um chicote. Não fora pesado, ou demasiadamente doloroso, na verdade era parecido com alguém ter-lhe golpeado na bunda com uma toalha enrolada de ponta molhada.

Aquilo havia estado acima do plano de Kare, prestar atenção nos quatro felinos simultaneamente excedia um pouco a sua capacidade e embora ela estivesse tentada a observar com maior atenção a felina isso se tornava difícil quando a mesma aproveitava-se dos movimentos dos outros para esgueirar-se, com corpo suave para as costas de Kare. O ataque da mesma havia coincidido com o momento da fala de Kare que tentava fazer parecer que a mesma sequer a estava considerando. - NyaNya, você vai se dar mal se não me considerar, NyaNya. - aparentemente ela havia se sentido ofendida.

Nyangugu não sabia utilizar a lança. Ela não a havia furtado por isso e tão pouco para o incapacitar Kare, mas simplesmente porque era bonita e brilhante. Seu estilo de combate usava do seu corpo bizarramente flexível para manusear e chicotear com sua cauda longa, muito embora não parecesse ter sido assim tão potente.

- Certoooooo. Voltei… - A tenente aparecia na porta do outro corredor, tendo retornado ilesa do quarto de Vick, mas…. O que era aquela roupa?

Marian estava trajando o uniforme de empregada de Vick, com direito a todos os babados, as meias coloridas e o "chapéu" de renda branco. Ela estava no arco entre a sala e o corredor localizada mais próxima do gato rechonchudo com o martelo. O arqueiro continuava no arco que dava acesso ao quarto de Kare, enquanto Steave estava um pouco mais atrás de NyangMong e mais perto da porta de saída, enquanto Nyangugu estava no acesso para a cozinha sendo ela a mais próxima a Kare nesse momento, embora a sua distância fosse igual a de Marian para a dançarina.

Kare estava mais ou menos deslocada uns 2m do centro da sala, no qual havia a mesinha de centro com um sofá de 3 lugares próximo a Kare e uma poltrona nas "pontas" da mesa, uma em cada lado do sofá. Marian ainda estava sem arma, mas seu olhar não parecia indefeso.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptyDom 08 Nov 2020, 14:57




-...- A aparição da Nervosinha me fez perder o foco, confesso que as palavras desapareceram de meus lábios comigo apenas podendo fitá-la durante alguns instantes com uma das sobrancelhas estremecida. "Deveria ter ateado fogo quando tive a oportunidade.” Refletia sobre a vestimenta antiquada que por algum motivo Vick insistia em guardar. - Os adereços eram realmente necessários? - Era uma pergunta retórica ou talvez a maneira de expressar o fato de eu ter ficado perplexa, a visão no mínimo inusitada me deixou confusa por acreditar que se a tenente estava com pressa não deveria ter economizado tempo ao colocar as roupas, mas, até mesmo o arco nos cabelos era vestido pela marinheira… - Se for possível mantenha o arqueiro ocupado, eu fico encarregada do restante. - Minha pessoa terá muito tempo para questionar as ações da tenente, entretanto a outras pendências que necessitam de minha imediata atenção, por tal razão iria retomar o foco aos invasores, sem fazer a menor noção de como a Nervosinha poderia ser útil lhe dei uma função apesar de não esperar que ela conseguirá realizar com excelência.

E quanto a felina larápia. - Sendo assim lhe darei minha total dedicação. - Pelo canto dos olhos encarei a gata enquanto arqueei as sobrancelhas perversamente afiando meu olhar contra ela, enquanto um sutil sorriso maléfico era expostos em meus lábios. Como minha abordagem se mostrou ineficiente tomaria outra atitude para recuperar a lança, acreditando que de tal forma a felina não terá razões para sentir-se ofendida. Iniciaria uma veloz investida contra a ladra desejando chutá-la lateralmente com início da canela na lateral de suas costelas, acreditando que minha velocidade possa fazê-la recuar ao invés de tentar um contra-atacar, tal ataque não teria a finalidade de acertá-la mas sim de forçar seu descolamento enquanto minha pessoa rotacionar-ia o corpo em torno do pé de apoio e em seguida pisaria com o outro pé no chão dando continuidade a tentativa de minha pessoa se manter próxima da felina.

Com chutes laterais de alta amplitude iria conduzi-la a recuar de costas até a mesa de centro aguardando por um tropeço descuidado, mas se o obstáculo fosse evitado pela gata eu faria um curto salto por cima da mesa desejando novamente forçar o deslocamento da felina com outro chute, desta vez tendo intenção de fazê-la recuar até o sofá, e se novamente a gata pudesse evitar o móvel sem maiores problemas iria conduzi-la até uma das poltronas na extremidade do cômodo abusando de chutes amplos e acelerados desejando reduzir o espaço que a felina teria para se locomover.

Enquanto minha pessoa estivesse perseguindo a larápia não poderia esconder o quanto ficava entretida com a caça. - Espero que toda minha consideração não seja excessiva. - Diria num tom de voz sarcástico em meio um riso maleficamente abafado enquanto meu olhar entreaberto estaria repleto de contentamento por vislumbrar a gata possivelmente atormentada graças a minha insistência, esperando que a felina possa se deixar levar por minhas palavras. O principal objetivo de minha perseguição incisiva seria o de fazer a gata se descuidar, seja por tropeçar ou esbarrar em algum móvel, mas a prioridade seria a lança, graças ao longo comprimento da arma imagino que eventualmente ela irá se chocar contra algum móvel ou até mesmo em algumas paredes quebrando o ritmo da larápia flexível, e se tal possibilidade vier a ocorrer minha pessoa iria investir contra a gata mas sem intenção de atacá-la pois minha ação seria a de firmar minhas mãos ao redor da haste durante o descuido da gata, para poder puxar a lança e cortar a felina com apenas um movimento.

Entretanto se outros integrantes da trupe felinesca viessem me aborrecer enquanto tento recuperar a lança, minha pessoa tomaria algumas medidas preventivas. Como a Nervosinha estava encarregada de lidar com o atirador eu iria negligenciá-lo me atentando apenas as possíveis flechas que seriam direcionadas a mim e possíveis de enxergar pela visão periférica com minha pessoa se inclinando ou abaixando rapidamente para escapar do projétil sem ter o ritmo quebrado. Em relação ao gato de pelagem negra teria expectativa de que minha constante movimentação lhe gerasse dificuldade em me desferir um ataque oportuno, sendo assim iria agir apenas se o mesmo estivesse diante mim, ou caso eu perceba sua ausência prolongada, em tal possibilidade minha pessoa avançaria um passo diagonal enquanto observava as próprias costas por cima do ombro acreditando que o felino estará a se aproximar para um ataque sorrateiro, utilizando o longo passo como uma evasiva antecipada, nas duas possibilidades minha pessoa iria girar o corpo ao redor dos pés enquanto faz um breve desvio lateral a fim de chutá-lo com o calcanhar e poder empurrá-lo na direção da gata ladina, como uma tentativa de atrapalhar sua movimentação.

Acreditando que o felino ranzinza seria o mais lento do quarteto eu também iria ignorá-lo reagindo caso eu escute sua aproximação, então minha pessoa saltaria em um mortal de costas a fim de evitar o ataque e poder aterrissar na cabeça do gato rechonchudo, tomando impulso para saltar na direção da larápia a fim de lhe aplicar um chute giratório, mas se o golpe fosse evitado minha eu não ficaria preocupada pois o impulso tomado seria intenso o suficiente para atingir a parede atrás da gata, então minha pessoa iria manobrar o corpo no ar a fim de apoiar os dois pés na parede flexionando os joelhos e então poder "quicar" na direção da gata atacando-a pela segunda vez.

Caso a gata arteira contrarie minhas expectativas e corra sozinha na direção da cozinha eu iria prontamente acompanhá-la, a fim de pressioná-la com chutes para forçá-la a se chocar contra os móveis, paredes, bancadas do cômodo facilitando que minha pessoa possa recuperar a lança.

Com a lança sendo recuperada minha primeira ação seria a de girar ao redor dos calcanhares e visualizar o felino mais próximo, este por sua vez seria vítima de uma súbita estocada alta tendo a intenção de mantê-lo distante, na sequência minha pessoa puxaria a haste para trás desejando acertar a larápia em minhas costas com a extremidade da lança mirando-a no meio dos olhos. - Fugir não é mais uma opção. - Meu olhar frígido seria direcionado aos gatos enquanto a expressão vazia no semblante não demonstraria nada além de minha crueldade, finalmente eu poderei acabar com tais seres irritantes sem a necessidade de joguetes.

Porém se mesmo com minha diversas tentativas a felina conseguisse manter a posse da lança. - Esqueça o arqueiro, vamos fazer a gatinha dançar. - Diria a tenente para mudar seu foco e atormentar a felina junto de mim, era digno de elogio larápia ter conseguido me evitar por tanto tempo, mas a situação irritante me obrigou a pedir auxílio para atormentá-la, confesso que meu olhar perverso teria denunciando o prazer de testemunhar a possível aflição da felina diante o novo problema. Nessa situação minha pessoa tentaria se manter atrás da gata e usá-la como um escudo vivo contra os projéteis do arqueiro até que a lança seja recuperada.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptyDom 08 Nov 2020, 22:51




Inesperado? Antiquado? Desnecessário? Era difícil escolher apenas uma dessas palavras para descrever a situação e comportamento de Marian nesse momento. Certo, ela talvez houvesse lego a primeira roupa que encontrou, sim, está poderia ser o uniforme de empregada de Vick, mas, mesmo que está fosse a justificativa…. - Adereços? Ahhh… isso? - a tenente levou as mãos a tiara de renda branca. - Acho que confundi com o boné. - ela se referia ao boné que compunha o uniforme da marinha, embora já tivesse algum tempo que ela não o usasse. - NyaNya, uma empregada selvagem apareceu. - NyaNya, é a mesma garota de antes Nyangugu. - NyaNya, ela é uma pervertida, Nyandudu. - NyoNyo, dormindo com a empregada, acho que é isso que chamam de horas extras, Nyangugu. - E-EU NÃO SOU EMPREGADA! - NyaNya, Ela é uma pervertida também, Nyandudu. - NyoNyo, estamos cercados de pervertidas indecentes Nyangugu. - As duas estavam peladas, é claro que são pervertidas. Aquele ali continua. - NyaNya, é muito pervertida. - Ahhhhhhhhh, vocês não fazer sexooooo? - Ruborizada a tenente gritou com os olhos fechados bem apertados em seu rosto ruborizado.

- Ahhhhh, calensem, calensem, vocês estão me deixando looouuuucooo. - foi a vez de NyangMong perder a paciência e explodir em um fruto raivoso que o fez ficar ofegante e bufante.

Aproveitando a deixa do gato rabujo Kare voltava a trazer a situação ao foco. - Oh, ah. Certo. - Marian acordava também para a vida. Kare movia-se para cima da felina ao mesmo tempo que NyangMong saltou para martelar. Mais rápida do que ele a morena fugiu-lhe do alcance e… (agora com o tae bufado pela mudança nos edcs) … aplica um chute veloz em direção a Nyangugu e embora sua expectativas fossem baixas, ao menos baixas em sua própria parte onde ela esperava que a felina fosse evitar o golpe, o oposto ocorria e ela movia-se com mais velocidade e precisão do que talvez ela própria esperasse acertando assim o chute. - Nyaaaaaa, ela quer me matar, Nyaaaa. - A felina "voava" apos ser golpeada. Mais uma vez não havia praticamente qualquer dor mais grave ao ser golpeada, mas os gatos ladinos assustadiços eram bastante hábeis na arte do drama e exageravam em suas reações sempre que golpeada. Agora não era diferente a ao ser chutar Nyangugu acabava saltando para longe enquanto "gemia de dor" rolando com a lança nas mãos, mas assim como previsto por Kare acabava ficando presa.

A verdade era que embora ela fosse uma ladra habilidosa, bastante hábil em seu controle corporal e flexível o mesmo não se aplicava a lança e nem em sua maestria em segura-la, estes fatoroa somados a uma casa novilhada eram por fim os decisivos no desenrolar dos acontecimentos. A verdade final era que nenhum dos felinos era realmente fortes, não só fisicamente, mas também em suas personalidades. Fazia muitas coisas desnecessárias e perdiam muito tempo se divertindo. - NyaNya, socorro Nyandudu. - ela tentava apelar para seu irmão, mas.. - NyoNyo, eu tô ocupado, Nyangugu. - ele estava tendo que fugir da tenente. Se Kare olhasse nesse momento veria a tenente chutando o ar enquanto disparava um perfil em meia lua, oi arqueiro saltava rolando no chão e no momento em que a energia disparado pela tenente atingia o chão onde antes o felino estava um corte era formado.

De forma inesperada a dançarina havia tido sucesso mais facilmente do que havia pensado, a verdade era que ela provavelmente estava acostumado de mais a lutar contra oponentes mais fortes e seu estilo havia se tornado um pouco reativo. A gata havia tombado atrapalhada com a lança em seu movimento chamativo e Kare aproveitava deste momento para avançar sobre a gata deitada sem jeito no chão, ela estava meio sentado com a lança em mãos entrando desprender a lâmina da base da estante. As mãos de Kare se fecharam ao redor da haste. - NyaNya, isso é meu Nyann. - ela tentava segurar a lança para não devolvê-la a Kare, por outro lado a morena era mais acostumada a segurar e controlar aquele pau grosso e comprido e assim conseguiu tira-lo das mãos da gata no momento em que Steave mais uma vez se aproximava pelas costas dela. Devido a posição ela teve do girar com a lâmina de costas, mas agora usando-se do seu estilo principal e da potencia de sua arma, mesmo que não com o lado de corte, ela era mais perigosa, todavia Steave não era capaz de perceber isso, afinal havia sido condicionado aos ataques leves de Kare. - Isso não vão funcionar Nyann. - ele planejava ignorar a lança e atacar Kare, mas quando a ponta curvada furou sua carne e ele finalmente sentiu dor acabou perdendo o foco e na tentativa de tentar evitar mais danos enredou-se com a poltrona caindo sobre o apoio de costas e tombando-a para frente.   - NyaNya, Steaveee. - Nyangugu tentou se levantar, mas Kare puxou a lança para atrás acertando a base do cabo olha testa da mesma. - Nyaaaaaa. - Ela rolou para trás batendo a nuca numa estante mais atrás espumando pela boca. - Isso dói Nyann. - Steave gemia no sofá e tentava se livrar do mesmo que havia caído sobre ele. - Não maxuque os meu gatosss, Grauuu. - o pelo de NyangMong se oriçou e uma energia roxa começou a envolver o seu martelo.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptySeg 09 Nov 2020, 16:39



Inacreditável… Meus ouvidos provavelmente estavam obstruídos com pelos de gato, pois essa era a única explicação plausível que justificava minha pessoa estar sendo vítima de perjúrias dos felino, senti uma imensa dificuldade em crer que os invasores não possuíam o menor bom senso, invadiram minha morada, afanaram meus pertences, declararam abertamente a intenção de assassinar-me e mesmo assim tinham a audácia de julgar o caráter de minha digníssima pessoa… Felizmente tal ultraje não foi o suficiente para minha pessoa perder a racionalidade e pude agir com eficácia.

Entretanto há um limite para a quantidade de atrevimentos que sou capaz de suportar. - Criatura insolente… - O desgosto amargo era expelido de meus lábios de forma abafada graças aos ranger dos dentes. - Como ousa se irritar comigo após me causar tantas preocupações. - Cerrei minhas mãos ao redor da haste a pontos de meus punhos estremecerem como uma consequência da raiva. - Se alguém tem razões para se enfurecer, esta pessoa não é ninguém além de mim. - O peso da frustração desencadeada pelos sentimentos frustrantes pareciam acumular-se em meu corpo, fazendo-me abaixar o rosto com os cabelos negros cobrindo parcialmente a face, na tentativa de digerir os acontecimentos insuportáveis até o presente momento, minha pessoa seria incapaz de ocultar a respiração pesada repleta de amargura. - Lhe colocarei no local o qual pertence. - Vivenciar toda a aflição percorrendo o corpo foi responsável por causar-me um lampejo de insanidade comigo expressando tais sentimentos com uma risada sinistra enquanto direcionava o olhar ardente em crueldade contra o felino empunhando o martelo, tamanho rancor só não era superior a minha intensa vontade de fazê-lo agonizar após me prover inúmeros aborrecimentos.

Dedicando a totalidade de minha atenção obsessiva Iria disparar em uma súbita corrida de encontro ao felino ranzinza, sua audácia faria-me ignorar momentaneamente o restante da trupe, ao aproximar-me do gato ranzinza estocaria-o abaixo das costelas e na sequência puxaria a lança em um movimento ascendente desejando cortá-lo de baixo para cima até a altura do ombro, então iria avançar um passo longo em diagonal pisando com o calcanhar e girando o corpo em torno a fim de escapar de um possível contra-ataque além de utilizar a movimentação para concluir a rotação e poder alcançar as costas do felino, se assim for feito ele receberia um longo corte em sua retaguarda, com minha pessoa traçando uma linha do topo de seu ombro percorrendo-o em diagonal até abaixo da cintura.

Por mais que meu remorso contra gato-barril fosse alto o suficiente para fazer minha desejar retalha-lo em pedaços havia certos… Empecilhos por assim dizer, que certamente me causarão transtornos se forem negligenciados por completo, e entre eles há um que se destaca por reter maior possibilidade de importunar-me, para ser mais específica estou me referindo ao arqueiro. A fim de evitar que minha adorável pessoa se torne alvo de projéteis sórdidos, eu iria percorrer o cômodo com meu olhar buscando pelo mink em questão, avançando de encontro ao felino assim que o visualizasse com minha pessoa mantendo a lança empunhada rente ao corpo, movendo-a somente quando fosse alvejada pelas flechas a fim de defletir os projéteis com a extremidade da lâmina, para que desta forma eu consiga manter a investida sem atrasar a corrida, ou ao menos tentaria aparar as flechas desviando parcialmente sua trajetória desejando tornar minha evasiva facilidade com minha pessoa somente deslocando o tórax lateralmente.

Conseguindo alcançar o felino arqueiro minha pessoa ficaria atenta a sua movimentação, para caso ele tenha reação de fugir eu iria aguardá-lo a dar o primeiro passo antes de lhe desferir um ataque durante seu deslocamento, mas se o felino não conseguisse reagir a tempo minha pessoa atacaria-o Impiedosamente. A fim de perfurar o mink arqueiro no ombro eu iria conduzir velozmente a lança até o local específico no alvo permitindo-a deslizar nas palmas de minhas mãos enquanto usaria os dedos para rotacionar a haste com intenção de intensificar o fator prejudicial do ataque. Na sequência eu iria torcer o cabo da lança para deixar a lâmina na vertical pois logo em seguida minha pessoa puxaria a lança para baixo cortando até o quadril do felino.

Como minha pessoa deseja eliminar os invasores o quanto antes as ações seriam majoritariamente ofensivas, com as proteções limitadas a utilizar para interceptar possíveis golpes relutando em recuar com passos curtos, pois eu tentaria usar o comprimento de minha arma combinado com golpes perfurantes velozes para manter os felinos longe enquanto exerceria pressão contra os mesmos, tal atitude não teria finalidade de derrotá-los um por um, mas sim a de fazê-los agruparem.

Minha pessoa evitaria golpes horizontais de grande pois o comprimento da lança poderia facilmente se tornar um problema considerando todos os móveis ao redor, e eu não faria questão de fazer o quarteto se aglomerar caso apenas 2 felinos fiquem juntos me darei por satisfeita. Usando o punho direito próximo a base começaria a rotacionar a haste aumentando gradativamente a força a fim de intensificar a rotação, enquanto o quadril estaria a graciosamente rebolar, por menos de um instantes meu olhar iria brilhar ao mesmo tempo que nos lábios estaria desenhado um sorriso satisfatório, tal contentamento se daria pelo fato de minha pessoa poder dizimar mais de um invasor ao mesmo tempo alvejando-os com uma torrente de estocadas em alta velocidade de rotação. (Utilizando técnica combo: Ouragan Sinueux. )

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptyTer 10 Nov 2020, 09:48






Talvez a parte mais estranha de tudo que tem acontecido possa ser realmente essa…. Kare ficando ofendida por ser tida como uma pervertida quando é exatamente isso que ela é…. Bem, as pessoas tem o direito de se imaginar diferente do que realmente são, então não é possível culpá-la por nesse ponto ser igual a todo mundo. O problema era que as afrontas não paravam por aí e logo que a luta se desenrolava um pouco mais ela se via mais uma vez tendo os limites de sua paciência testados. Nyangmong irritava-se pelos maus tratos que seus "filhos" estavam sofrendo nas mãos de Kare enquanto está irritou-se pelo felino crer ter o direito a se irritar.

A aura azul se espalhava pelo pesado martelo do felino emanando uma intenção perigosa. - É você que está nos assediando Grauuuu. - ele respondia a ela, embora não fizesse muito sentido invasores e assassinos estarem reclamando de serem assediados pela vítima do seu ataque, mas este era um caso especial, afinal eles eram todos gatos e como sabemos eles são todos muito folgados.

- NyaNya, você que está nos atasando, NyaNya. - a gata que devia estar desacordada devido a ter batido a cabeça dizia essas palavras, mas se lhe olhassem ela continuava a parecer desacordada…. Talvez tenha falado dormindo? - Você vai pagar pelo que nos fez Graauuuuu. - em que lugar do mundo a vítima seria transformado na vilã? Bem, eu gostaria de dizer em nenhum, mas a verdade é que pode ser bem comum e quando falamos de Kare isso acaba sendo ainda mais comum. Afinal, nesse momento era só olhar para ela com aqueles cabelos caindo sobre a face, ocultando um olhar injetado de sangue com um forte desejo assassino emanando de seu corpo junto a sua risada vil.

Kare avançou ao mesmo tempo que NyangMong havia concluído o preparativo para sua técnica. - Tornado da destruição caótica destrutiva. - era muita destruição para um nome só e era exatamente o que Kare temia.

Por sua velocidade ser maior a lanceira o alcançou antes conseguindo aplicar uma estocada nas costelas, mas NyangMong era alguém durão que não cairia só por isso, a proteção dos seus gatinhos estava acima da dor e ele começou a girar e assim que o fez o nome proferido não poderia fazer mais sentido. Kare saltou para trás e diagonal acelerando em contorna-lo assim como antes já havia feito, mas desta vez era diferente a rotação era mais rápida e ininterrupta. A dançarina evitou os primeiros giros, tentou atacar e foi refletida pelo bloqueio de NyangMong que ainda em rotação inclinou-se como um peão para o lado dela que tentou escapar quando se viu sugada por uma força invisível que prejudicou a sua movimentação impedindo-a de evitar o ataque. Instintivamente moveu a lança para frente e conseguiu evitar o pior ao n ser acertada diretamente pela cabeça grande e pesada da ponta do pau. Pau contra pau em um choque de forças no qual Kare levou a pior sendo atirada pela sala em direção a porta de entrada onde bateu forte com as costas, mas não o suficiente para destruir as portas duplas que eram bem grossas, mas deixando um leve racho na madeira. - KAAAREEE. - gritou a Nervosinha preocupada, mas NyangMong ainda não havia parado de se mover, a sucção de sua técnica o fez trombar com o sofá atirando-o na direção da tenente e depois na poltrona quase acertando o arqueiro com ela. - NyoNyo, cuidado NyangMong. - ao ouvir de seu "filho" tal pedido a rotação começou a reduzir, mas o estrago já havia sido feito. Uma marca queimada no chão provinda do atrito entre os pés dele durante a rotação era a única coisa ainda perto do felino, pois todas as outras haviam sido jogadas neste curto espaço de tempo. Papéis flutuava por toda a sala produzindo os só s característicos ao deslocarem-se pelo ar. Ar este que faltava nós pulmões de Kare após bater tão forte contra a porta, mas a irá que sentia era muito maior a sua dor, ainda mais agora após ver o resultado da destruição promovida por NyangMong. - PEGUEIIII VOCCEEEE. - Steave atacava, o ladino mais barulhento da história. Já em pé a morena revidou com uma estocada rápida e alta. - Nyaann. - ele inclinou-se para trás evitando perder o olhos, mas acabando tendo um dos seus bigodes cortados o que o fez levar uma das patas ao rosto quanto recuava de uma nova estocada.

Kare poderia ter usado esse momento para empurrar Steave até NyangMong e finalizar os dois com sua técnica, mas é difícil compreender as mulheres… Kare abandonou a investida em NyangMong e Steave e correu para a lateral do cômodo onde via a tenente usando um livro grosso para aparar as flechas disparadas contra ela. Desta vez o arqueiro que cometia o mesmo erro antes cometido por Kare e acabava por não prestar atenção as suas costas. - NyoNyo, se renda pervertida, vou acabar com você. - ele bradava arrogante para a tenente no instante anterior a ser esperado por trás. - Nyoooooooo. - ele tombava segurando o abdômen caindo a frente de joelhos. - Neekoo Punnchh. - Steave a alcançou logo depois, desta vez tendo sido levemente mais furtivo em suas ações alcançando Kare com um soco. - Nnnnnaaaaauuuuummmm. - (imagine aqueles gritos em câmera lenta com voz distorcida e engrossada.) - a tenente saltou a frente do soco como alguém que pula a frente de uma bala o tem seu rosto golpeado no lugar do rosto de Kare, bloqueando com sua tempora o golpe do gato o que provavelmente a deixaria com um olho roxo. Kare podia ver a tenente voando de peixinho a frente dos seus olhos e desviando com sucesso o soco que provavelmente a teria acertado.

….


Steave e NyangMong estavam caídos apoiados um no outro ensanguentados no centro da sala destruída após terem sido acertados pela técnica de Kare. Nyandudu arrastava-se pelo chão de madeira deixando um rastro carmesim enquanto tentava alcançar sua irmã Nyangugu que parecia dormir tranquilamente enquanto tinha um sonho bom. A tenente olhava para a situação sem saber como agir e segurava sua tempora com uma das mãos e… - Pokyun ? - Poky emerge da gola da roupa de empregada com seu pelo todo amassado indicando que estava dormindo pesado. - Ahh, então era você? - A tenente exclama surpresa ao ver a doninha, neste mesmo momento a porta se abre e Vick olha para dentro da residência, sua face sem expressão leva seu olhar de Kare, para os gatos e para a destruição e por último para na tenente onde após uns dez segundos olhando ela volta a fechar a porta, mas sem entrar, provavelmente com medo de estar interrompendo alguma coisa.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptyTer 10 Nov 2020, 16:49




"Quanta hipocrisia…" Os felinos provavelmente decidiram testar minha paciência, não bastando terem vindo até a minha morada sem serem convidados, me ofendiam e ainda agiam como se eu fosse a errada da situação. Os comentários por si só eram irrelevantes, não havia motivos para minha pessoa considerar as características apontadas, porém a atitude desaforada era extremamente odiosa.

E talvez por uma travessura do destino a situação atingiu níveis absurdos de fatos inusitados. - Como não perceberam… - Fazia um comentário ao vento pois seria incapaz de esconder o quão chocada ficaria, a Nervosinha sentia algo lhe roçando por dentro das vestes e decidia relevar, enquanto a bolota felpuda surgia como se estivesse recém acordado, sinceramente não sei dizer qual dos dois era o mais inacreditável.

- Ah! Boa noite Vick, estou lidando com alguns hóspedes impertinentes. - A repentina aparição de Victória roubava-me toda a atenção, com minha pessoa apoiando bruscamente a base da lança na perna de um dos felinos, então acenaria para ela dando-lhe um adorável sorriso, a fim de transmitir a idéia que está tudo bem, comportado-me com bastante naturalidade. "Talvez o encontro as escondidas não foi tão satisfatório." Vendo-a fechar a porta sem dizer uma palavra me fez imaginar que ela estava mal humorada, e a primeira hipótese surgida em minha mente foi a de Vick não ter tido uma noite prazerosa.

Como o ataque da trupe felinesca estava aparentemente contido não faria questão de solicitar pelo auxílio de Vick, pois poderei facilmente lidar com os empecilhos que ainda restavam. - Se vossa pessoa cooperar posso lhe conseguir a erva que tanto aprecia. - Dizia num tom adocicado de voz enquanto fitava amavelmente o felino se arrastando-se em agonia pelo chão. Mas se caso minha pessoa receba uma resposta hostil ou seja ignorada. - Compreendo, sendo assim serei obrigada a utilizar de métodos hostis. - Diria num ar de fingimento como se estivesse relutante em recorrer à violência, quando na realidade minha pessoa estaria a esboçar um sorriso maléfico nos lábios. - Vá até a dispensa e apanhe todos os pepinos que encontrar. - Dizendo de maneira ligeiramente sádica para a tenente, mas sem desviar meu olhar cruel do gato. "Espero que aquelas histórias sejam reais." Recordei-me de algumas vezes onde escutei sobre gatos se assustando ao se depararem com pepinos, até então era algo totalmente ignorável, mas nesse contexto é uma ótima oportunidade de testar a veracidade de tais falácias.

E se o pepino assustar o gato retirado no chão… "Funciona!?" Seria inicialmente difícil de crer, mas logo meu semblante teria um sorriso diabólico o adornando. - Vossa pessoa irá dizer exatamente o que desejo saber ou… - Em meio a risadas maleficamente abafadas eu iria aproximar o pepino ao rosto do felino, enquanto iria pisar em suas costas a fim de mantê-lo preso. - Você prefere que utilize utensílios para lhe arrancar a verdade. - Com meu olhar enchendo-se de contentamento por testemunhar o desespero felinesco comigo aproximando bem devagar o pepino através do canto de seus olhos, deixando-o ver a ponta surgindo por sua visão periférica.

Se a ameaça fantasiosa não for efetiva, eu de fato me veria obrigada a usar métodos persuasivos mais… Incisivos. "Queria evitar sujar mais o chão." Suspirei brevemente pois desejava manter o carpete limpo, ou ao menos evitar que ele fique mais manchado. Isenta de piedade iria bater com ponta inferior da lança nas costas do felino se arrastando, mirando bem abaixo da nuca entre os ombros. - Vossa pessoa deve realmente adorá-la. - Comentaria com a voz bastante carregada de afeto, me referindo ao fato dele estar incapaz de andar mas mesmo assim se preocupar tanto com a gata larápia ao ponto de rastejar até ela. - Acredito que a ladra seja muitíssimo importante para vossa pessoa, que tal se eu cuidar dela para você? - Manteria o teatro ao entornar minhas palavras de maneira adocicada, demonstrando estar preocupada com a integridade da felina. - Olhe como ela está abatida, talvez eu possa melhorar seus aspectos físicos, primeiro… Cortar as unhas? Ou talvez realçar os olhos dela, um penteado é sempre bem vindo, não concorda? - Para enfatizar meus comentários eu iria aproximar a ponta da lâmina em cada região, demonstrando minha intenção de retalhar a gata larápia diante seus olhos, enquanto minha voz alegre seria responsável por expressar o quão empolgada minha pessoa ficou com as idéias para remodelar o visual da felina. E eu não hesitaria em concretizar meu planejamento na possibilidade do gato rastejante se recusar a cooperar, como uma forma de demonstrar minha falta de compaixão quando desejo conseguir algo. - Agora… Eu não aprecio o formato dos lábios, precisamos realçá-los… Vamos, não seja tão mal humorado, você é o meu assistente, quero saber vossa opinião. - Daria diversas chances para que ele mude de idéia e se disponha a responder minhas dúvidas, caso contrário iria alegremente prosseguir com a reforma na felina sem qualquer sutileza para fazê-la demonstrar toda sua agonia, exagerando na força a fim de impedir que ela possa fugir.

Como os outros dois gatos estão a princípio desacordados eu os deixaria da maneira que estão, entretanto caso eles voltem a se mover ou gemer. - Amarre-os para que não tentem fugir. - Diria a tenente, esperando que ela apanhasse algum lençol, cortina, qualquer tecido encontrado no cômodo seria aceitável, pois no estado atual creio ser difícil os felinos terem a vitalidade necessária para se desprenderam. Então voltaria a dar atenção para o meu assistente felinesco e a manequim larápia.

E com o gato arqueiro cedendo às minhas maneiras extremamente amigáveis de persuasão. - Tenha sempre em mente os perigos que podem lhe ocorrer caso não me responda claramente, então quem contratou vocês? - Iria direto ao ponto, pois desejo me livrar desta trupe de felinos baderneiros o quanto antes, e apesar de minhas pessoa possuir alguns suspeitos em mente, eu desejo de ouvir diretamente deles. - Seu único trabalho era a tentativa de assassinar-me? - Também possuía o interesse de saber qual(is) a(s) ordens da gangue, pois seria problemático descobrir que outra pessoa além de mim também está na mira do contratante, e caso a resposta for positiva eu iria com toda a educação que ostento pedir para ser informada em detalhes a respeito da missão que os felinos deveriam realizar. - Certo, certo, agora me responda somente mais uma pergunta e irei poupar vossa pessoa além de seus companheiros. - Com um sorriso adorável estampado em meus lábios deixaria que minha voz fosse soada num tom extremamente amigável, demonstrando ser uma pessoa bastante meiga. Até que de maneira totalmente súbita e hostil. - O que mais foi furtado pela gata? - Iria cravar a ponta da lâmina no chão bem próximo ao focinho do felino, enquanto lhe direciono um olhar de cima para baixo ausente de qualquer sentimentalismo, pronunciando cada palavra com extrema frieza, para fazê-lo rapidamente entender a relevância da pergunta, e se ele hesitar em responder, minha pessoa irá re-significar a palavra crueldade no dicionário após tomar ações de uma violência indescritível a fim de arrancar a verdade do mink, pois infelizmente para ele há pertences que não posso perder em nenhuma hipótese.

Comigo tendo descoberto as informações desejadas - Amarre-os e ligue para a marinha. - Dizendo casualmente a Nervosinha, enquanto minha pessoa iria até o quarto com o intuito de trajar o vestido presentado por Sapph antes de retornar a sala. - Vossa pessoa não pretende se trocar? - Questionaria a tenente, ao mesmo tempo iria fitá-la da cabeça aos pés, acreditando que a Nervosinha poderá entender o meu ponto de vista, pois eu acredito que ela fará jus ao seu apelido caso seja vista por outros marinheiros enquanto veste o uniforme de empregada.

Com os ânimos amenizados e a trupe felinesca rendida, eu iria procurar por Vick. - Por gentileza trate da Nervosinha. - Pedindo educadamente enquanto minha pessoa sentiria um amargor desagradável na boca ao dizer tais palavras. "Ela é realmente leal." Refletia ao mesmo tempo que meu olhar era desviado de encontro a tenente, sentia-me contente por ela ter me servido de escudo sem hesitar, mas o sentimento que predominava era o desgosto, pois minha pessoa não deveria precisar de escudos, era como se eu tivesse… falhado… - Tsc! - Suspirei desgosta e logo relevei o descontentamento, pois não irei cometer novamente esse erro. E como uma maneira de vingá-la iria negligenciar os felinos até que Vick termine de tratar os ferimentos da tenente, para somente então tentar cuidar dos minks.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptyTer 10 Nov 2020, 18:05




E novamente temos a rainha da hipocrisia em ação no momento em que Kare fica incomodada com a hipocrisia dos bichanos. Todavia essa é a história dela e por tal teremos de aceitar os incômodos que a ela competem.

A luta havia chego ao seu fim. Os felinos não haviam de fato sido um desafio para Kare… bem… não fisicamente ao menos, já psicologicamente não é possível afirmar tal fato, pois até o fim eles haviam sido hábeis em seu papel de tentar acabar com a paciência das 9 vidas dela.

Felizmente para a morena algumas coisas existiam para lhe alegrar o dia…. Bem… essa era a intenção muito embora esses atos do destino parecessem a deixar ainda mais perplexa com o mundo.   - Eu… hehe, senti algo, mas… achei que era uma das meias da Vick… As que peguei… - A tenente ergue a saia revelando meias listradas multicoloridas e felpudas. - Achei que podia ter uma dentro, mas não queria perder tempo. - pooooookyunnnn. - Bocejou elevando as patinhas numa clara afirmação de: - Estava confortável e quentinho.  - Eles eram uma boa dupla.

Vick por sua vez parecia ser incapaz de processar as palavras de Kare e terminava por ser mal educada ao deixar a morena inicialmente sem resposta. E a porta se fecha com um rangido devido ao impacto anterior que havia sofrido trazendo assim um som lúgubre a arrepiante ao cômodo destruído e ensanguentado, um rangido que fazia um belo dueto com o ronco de dor liderado por Steave que sofria com o peso de servir de apoio para a lança de Kare.

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- Nyoo, eu não v-vou cooperar com com um-a tiiranaa. - Nyandudu se empurrava com muito esforço para frente. Sim… Ele gostava de erva de gato, mas não se venderia a este baixo preço para alguém vil e cruel como Kare. - Eu vou ligar pra.. - A nervosinha nem tinha tempo de terminar e Kare a interrompia mandando-a ir até a cozinha. - Pe?Pepinos? - Ficou confusa e perplexa. - NYOOO, TIRANA, VOCÊ É UM DEMONIO NA TERRA, SEU SER CRUEL. - Nyandudu já começava a se exaltar e vendo a reação a tenente conseguiu ligeiramente imaginar o que Kare pretendia. - Vamos Poky, vamos pegar pepinos. - E la se ia a tenente para a cozinha, enquanto Kare batia com a ponta da sua lança nas costas do felino travando o seu avanço rastejando na direção de Nyangugu. - Nyooooooo. - Gemeu, afinal estava com um ferimento profundo que sangrava.

Kare então com o objeto grande, grosso e alongado em mãos começava a se aproximar novamente do gato. Poky da gola da tenente observava com muito interesse o que se desenrolava. - NÃO, EU NÃO SEI DE NADA. SÓ ESTAVAMOS DE PASSAGEM QUANDO VOCÊ NOS ATACOU. NÃO, NÃO, TIRA ISSO DAQUI, SOMOS INOCENTES. SOCORRO. NYOOOOO. - Kare se aproximava com um olhar maligno nos olhos enquanto segurava o pepino grande e grosso de forma ameaçadora. Nyandudu se arrastava com mais afinco empurrando-se com vigor com braços e pernas agora na direção oposta a sua irmã, Kare passa a passo se aproximava por trás do felino com intenções terríveis.

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Suando… Embora gatos não soassem, estava Nyandudu encostado na parede com olhos vestidos olhando para o pepino que lhe era apontado enquanto soltava o bico. - Nyo, Sim, Sim, só vai com isso pra lá. - Ele concordava com os perigos que o aguardavam e apenas pedia misericórdia, pois iria responder tudo. Gatos não eram mesmo conhecidos por sua coragem. - Nyo. Foi uma mulher…. Como era o nome…. Ela parecia doida e psicótica e tava fedendo a mofo. Ela gritava algo sobre se vingar de você e do Bast… Tínhamos que ir atrás dele também, mas começamos aqui. - Ele  explicava. A Nervosinha estava parada ao lado de Kare e ouvia a história com um semblante preocupado, pois era alguém que desejava vingança não só de Kare, como também de Bast. - Porque tem sempre alguém querendo te matar? - Bem, essa era mais ou menos a pergunta seguinte de Kare.

-- Nyooo… Bem… não era beeemmm assassinar… Nyagmong se empolga. Era pra te levar amarrada em um saco só um pouco machucada. - Isso confirmava que a situação era talvez um pouco mais leve e sim, que os planos eram apenas para Kare. - Nyo Nyo.. A maluca talvez quisesse te matar…. Isso ou… Te lamber inteira. - ele acenava afirmativamente com a cabeça bem rápido. - Nyo, eu só vi a Nyangugu pegando a lança, eu juro… Mas pode… naynnn… ter pego algo brilhante… Ela adora coisas brilhantes. Mas eu faço ela devolver, não machuca ela. - Você tirou o colar que te dei? - Agora que ele havia falado a tenente notava que Kare estava sem o colar, mas não recordava se ela havia tirado, ou estava no pescoço antes de tudo começar.


Uma cortina foi arrancada…. Bem, o que era mais um dano naquela sala destruída. Após algum tempo Vick retornava e durante todo o tempo evitou olhar para a tenente Marian. Era como se fingisse que a mesma não estivesse ali. Os quatro gatos, um de costas para o outro eram amarrados. Haviam achado num dos bolsos de Nyangugu o colar de Kare, a presilha da Nervosinha e dezenas de outros anéis de diferentes qualidades. - A sim… Vou me trocar. - A tenente concordava. - Senhorita Marian? - A tenente que já estava indo para o quarto delas parou no meio do passo olhando para Vick. - Depois de tirar. Por Favor queime isso. - ????. - A cabeça da Tenente se inclinou sem entender porque Vick a havia pedido isso, mas acenou após um instante afirmativamente.

A tenente voltou não muito depois vestida adequadamente e sem a roupa de empregada de Vick. - Cuida deles primeiro Vick, eu estou bem. - A tenente não negava sua natureza, mas com isso acabava frustrando parte da vingança de Kare contra os felinos. - Só vou pegar um gelo, não foi nada.


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- TIRA, TIRA, TIRA. - SOCORRO NYANDUDU, ME SALVA. - Apenas os dois estavam acordados, a frente deles estava Poky com uma bandana verde amarrada em sua cabecinha, um olho fechado e um pepino em cada uma de suas patas dianteiras ameaçando de forma cruel os gatos indefesos, isso durou quase um minuto. POKYY!!! Não seja mal, para com isso. - AAANEEEE- SSANNNN. - O ranhendo Nyandudu gritou alegre para a Nervosinha, sua salvadora. - PERVERTIDA ANE-SANNNNNN. - EU NÃO SOU. - OBRIGAAAADOOOO. - Ambos gritavam juntos ignorando o protesto da nervosinha e desse momento em diante ficaram a olhando com olhos brilhantes. Lhe pediram leite, o que também foi atendido pela tenente de bom coração, mas a erva foi negado o que deixou os felinos com olhos chorosos.

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Algum tempo depois chegaram alguns soldados da marinha a residência. Momento este onde descobriram que o grupo de felinos era um grupo relativamente famoso por furtos e sequestros. Não eram realmente perigosos, mas pareciam ter irritado um bom numero de nobres com o sumiço de seus pertences. Mas ainda que não fossem terríveis assassinos vilanescos eram ainda de algum poder e habilidade por terem conseguido se manter livres até o momento. Todos possuíam no grupo alguma recompensa, nada grandioso, mas como estavam todos vivos e eram quatro o valor final havia ficado em 51kk. - O grupo se chama NyanNyanNyanNyanNyanNyanNyanta. - Informou um marinheiro e foi realmente muito estranho ver um humano falando aquilo.

Os quatro foram levados, a nervosinha se despediu de Kare e seguiu junto com os marinheiros, afinal o trabalho há havia chamado. A sala estava destruída e o quarto de Kare também não estava muito bom. Vick não havia pego o interrogatório, então estava um pouco alheia aos fatos completos. - Lhe trouxe um chá quente Senhorita. - A mulher aparecia à frente de Kare carregando uma bandeja com uma única xícara fumegante em cima e após entregar ergueu uma poltrona para a morena se sentar.

Se Kare perguntasse iria descobrir que Vick havia acordado mais cedo e saído para tratar Ashura que ainda estava precisando de cuidados médicos após o combate que haviam tido. - É o anjo que arrancou as próprias asas Senhorita. O Osho. - Ela explicaria para Kare se a mesma não lembrasse mais de quem se tratava. - Peço desculpas por não estar presente para poupar a Senhorita de tais aborrecimentos. - Ela em pé à frente da poltrona se curvava em um angulo de 90 para Kare em pedido de desculpas. - A Senhorita descobriu os responsáveis? - Mesmo que não houvesse acompanhado o interrogatório ela não era exatamente burra. - Foi Lust novamente? - Dava o seu melhor palpite.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 5 EmptyQua 11 Nov 2020, 09:52



Ao contrário do que eu podia imaginar ter minhas perguntas respondidas me causaram maiores dúvidas. "Ao Sr. Santo e a mim?" Ele e Lust eram meus principais suspeitos de terem contratado o ataque, mas saber que havia sido outra mundana fazia todas as minhas desconfianças caírem por terra. - Então uma lunática moribunda tem recursos suficientes para contratar assassinos profissionais? Não que vossos serviços aparentam custar algum valor significativo de qualquer maneira… - Era curioso pensar que uma mulher insana e mal vestida poderia pagar pelo trabalho de uma trupe de criminosos, mas os contratados em questão não aparentam tanta eficiência, talvez tenham aceitado o trabalho por um punhado de ração… Fato é que com as poucas informações seria bastante irritante perseguir a contratante, quantas plebéias mal cheirosas poderiam existir na ilha, por tal razão não fiz mais perguntas, mas talvez eu vá visitá-los na prisão para tentar extrair maiores informações quando estiverem menos eufóricos.

- Eu não usaria a gargantilha na ocasião que estávamos vivenciando... - Respondia o fato de não utilizar o presente da Nervosinha, enquanto desviava olhar para o lado deixando um ligeiro sorriso impertinente ganhar forma no canto dos lábios com as palavras sendo entonadas de maneira ligeiramente maliciosa, desejando "relembrar" a tenente das diversas indecências que foram realizadas no quarto.

Ter recuperado a gargantilha que minha pessoa não possuía o conhecimento de ter sido furtada era um tanto reconfortante, porém minha pessoa não poderia perdoar tais felinos arruaceiros com a mesma facilidade que a marinheira. - Poky não abaixe sua guarda, ou eles podem tentar roubar suas uvas brilhantes e extremamente suculentas. - Fingindo estar preocupada apenas com o precioso alimento da bolota felpuda disse como se estivesse o alertando, mas meu real desejo era instigar Poky a ameaçar cruelmente a gataria com os pepinos. Então iria simplesmente me virar de costas pois se minha pessoa visualizar Poky atormentando os felinos será incapaz de conter o riso, arruinando totalmente a pose preocupada. E se uma certa marinheira com tendências indecentes que fica facilmente agitada vier protestar contra a minha pessoa, eu iria envolvê-la por trás cintura com ambas as mãos ao mesmo tempo que iria puxá-la de encontro ao meu corpo, apalpando-a do quadril até o topo das costas. - Estou apenas conferindo se não há outros pertences que foram afanados. - As palavras aparentemente ingênuas seriam ditas num tom cômico com sutis pitadas de perversão, permitindo que a Nervosinha facilmente entenda minhas intenções duvidosas, pois não desejo receber sermões de uma marinheira.

- Nyan! Nyan!? - Ao tentar reproduzir o nome do grupo criminoso sem perceber elevei o tom de voz oferecendo uma entonação deverás fofa em minhas palavras simulando miados adoráveis, mas percebendo a complexidade do nome simplesmente desisti de decorar após a primeira tentativa fracassada. - Ao menos eles possuem algum valor, talvez o suficiente para pagar os danos causados a residência. - Me lamentei deixando o olhar cair ao mesmo tempo que suspirava na tentativa de me conformar com a situação e enxergar algo positivo nessa tentativa fracassada de assassinato. - Há algum carpinteiro decente na ilha? - Direcionava a pergunta principalmente para a Nervosinha, acreditando que o fato dela estar a mais tempo na ilha poderia fazê-la ter esse tipo de conhecimento, mas ficaria satisfeita se algum outro marinheiro me respondesse. Claro que minha pessoa não se dignaria a procurar por um carpinteiro tão tarde, mas… - Você poderia contratá-lo amanhã de manhã para fazer os reparos necessários em minha morada? Pode utilizar parte da recompensa como pagamento. - Dizendo com minha voz adocicada junto de um olhar meigo enquanto estaria a enrolar uma mecha de cabelo nos dedos tentando parecer bem fofa, pois eu realmente gostaria de evitar ter de procurar por alguém possa consertar os estragos na residência, então se a Nervosinha ostentar tamanha boa vontade e pudesse fazer tal favor durante seu tempo livre eu ficaria deveras contente.

Após os marinheiros levarem os baderneiros felinescos minha pessoa se deslocaria até o sofá, ou até o que sobrou dele, para sentar-se de pernas cruzadas, mantendo as costas eretas e os ombros abertos numa postura impecável mas sem apoiar as costas no sofá, apanhando a xícara pela alça enquanto aguardar-ia antes de beber um pouco do chá. - Não havia como prever esse infortúnio, e o problema já foi resolvido sem maiores agravantes. - Minha pessoa não sentia vontade de descontar suas frustrações em Vick, nas profundezas de meus sentimentos eu estava feliz por ela estar a salvo.

Pausei para tomar mais um pouco de chá antes de prosseguir com a fala. - Os gatos disseram que foram contratados por uma plebéia louca, que desejava vingança contra o Sr. Santo e a mim, imagino que Lust não teria razões para atacar o outro ruivo. - Informando a Vick a minha ausência de suspeitas a Lust, minhas palavras seriam proferidas com apatia pois não desejo revirar toda a sarjeta de Tuntz Tuntz em busca de uma moribunda qualquer.

- A foto que eu escolhi quando Alvi veio nos visitar, onde vossa pessoa a guardou? - Minha voz tornar-se-ia pesada, com meu olhar rígido sendo direcionado a Vick, meu corpo parecia estar vivenciando um conflito interno de emoções, raiva, medo, preocupação, ansiedade, tive de me esforçar para manter a compostura, pois Vick não era a responsável por me causar tais sensações, minha pessoa somente se importava com aquela foto, e se ela estivesse intacta todas as minhas aflições iriam desaparecer.

- Vamos dormir. - Diria após terminar de beber o chá, afinal minha pessoa deseja simplesmente esquecer os acontecimentos desagradáveis ao invés ficar remoendo tamanho desgosto, sendo assim minha pessoa daria início aos preparativos para adormecer, primeiro eu mostraria os ferimentos a Vick deixando-a limpá-los antes de minha pessoa se banhar, afinal o banheiro não deve ter sofrido com o ataque, por fim eu me iria deitar-me de bruços na cama colocando os braços por baixo do travesseiro para que Vick possa fazer os curativos necessários, mas antes eu iria esperar a morena retirar possíveis impurezas do lençol, pelos de gatos, pequenos pedregulhos, poeira… Antes de finalmente depositar meu corpo acima da cama, e por acreditar que a porta ainda pode cumprir sua função de manter a casa trancada minha pessoa iria adormecer tranquila, pois amanhã irei me preocupar com os reparos da casa.

Se no restante da noite minha pessoa pudesse ter um sono tranquilo, sem outros assassinos animalesco invadindo a morada, eu iria me levantar após o amanhecer para ir até o banheiro desejando lavar o rosto, em seguida vestiria o look Graceful Purple, então convidaria Vick para desjejuar comigo em alguma cafeteria próxima.

Após estar devidamente alimentada minha pessoa se deslocaria até o ateliê de Des, pois desejo encomendar o vestido de gala, afinal nada melhor do que fazer compras para esquecer dos problemas. - Bom dia Des, vim realizar outro pedido, desta vez quero um vestido para ocasiões formais. - Ao encontrar o alfaiate meu humor seria revigorado, sem poder esconder animação na voz, às exigências seriam bem semelhantes ao figurino dos shows, mantendo todo o requinte e sensualidade da peça, a diferença seria a necessidade da roupa transmitir um ar majestoso, sendo assim o vestido poderia ser longo. Com as especificações impostas minha pessoa iria desviar o olhar malicioso para Vick esboçando um sorriso motivador, instigando-a motivar o alfaiate com sua incrível técnica de motivação. Bom, nem preciso dizer que exijo um par de sapatos para harmonizar com o novo look, por tal razão eu novamente pediria pela presença de Day, caso o pedido do conjunto de gala seja bem sucedido minha pessoa não se importaria em realizar o pagamento adiantado.


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