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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptyDom 18 Out 2020, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptySex 30 Out 2020, 23:27



Ver a coadjuvante se autoproclamar como melhor modelo de Tuntz Tuntz me faria encará-la de cima a baixo, e novamente de baixo para cima, com minhas sobrancelhas caídas num olhar ofuscado pelo desânimo. - Agora compreendo a razão de Alvi estar tão desesperada para contratar-me. - Não teria objeções contra o fato da coadjuvante estar no ápice das modelos, minha pessoa somente expressaria a falta de empolgação por ela não ser capaz de impressionar-me, e bem, se a coadjuvante é a melhor eu nem quero imaginar o restante… Mas para felicidade do público esses problemas estavam praticamente resolvidos, com minha chegada na ilha com certeza irá elevar o nível das modelos, talvez, apenas talvez, meu comentário teria soado propositalmente com ligeiras pitadas de sarcasmo, tentando propositalmente irritar a coadjuvante devido a sua pose arrogante. - Chamo-me Karelina Lawford, mas a vossa pessoa concedo-lhe a honra de referir-se a mim apenas por Karelina-sama. - De fato a coadjuvante me instigou a querer provocá-la, minha pessoa manteria um adorável sorriso em seu semblante, enquanto minha voz adocicada iria transmitir uma falsa benevolência ao querer ser tratada como superior pela coadjuvante.

Após ter-me apresentado adequadamente a coadjuvante minha pessoa se dedicaria com os cuidados de minha aparência divina, ficando bem atenta e analisando em minúcias o trabalho da assistente, pois como seu aspecto está péssimo ela poderia muito bem pesar a mão na hora de maquiar-me ou ainda pior, me deixar borrada, como eu poderia desfilar com uma terrível mancha em minha face angelical. - Vá descansar, eu irei finalizar por conta própria. - Diria com uma voz frígida entonada propositalmente a fim de aparentar autoritarismo enquanto demonstro meu aborrecimento acenando a cabeça em negação, acreditando que desta maneira eu poderia me livrar da assistente além de impedi-la de cometer maiores equívocos, e sim eu iria corrigir os erros da assistente, passando removedor de maquiagem na pele caso houvesse necessidade, para então refazer, utilizando cores sem muito brilho e destaque, além de usar bastante base para ofuscar todo o esplendor da pele, pois seria problemático para o desfile caso minha pessoa recebesse mais destaque que as roupas, infelizmente esses são os ossos do ofício que preciso lidar… Também prenderia meus cabelos sedosos a fim de evitar que eles recebam muito foco e assim poder manter as atenções nas vestimentas, mesmo sendo essa uma tarefa provavelmente impossível, afinal as roupas estariam "competindo" comigo.

Considerando a variedade das roupas, o ideal seria uma maquiagem e penteado para combinar perfeitamente com cada look, entretanto devido ao curto tempo de troca entre um conjunto de roupas eu assumo que iria faltar tempo para tanto perfeccionismo, fazendo apenas os preparativos básicos além de usar cores neutras. Alguns looks praticamente falavam por si só, entretanto haviam os mais exóticos por assim dizer, esses despertaram minha curiosidade de perguntar a respeito do tema e inspiração que foram usadas na confecção.

Roupa 1:
 

Confesso que o primeiro conjunto de vestimentas imediatamente chamou minha atenção. " Nada mal… Eu poderia comprá-las para vestir casualmente." pensava enquanto observava atentamente as roupas, segurando cada peça estendida em minha frente pelas pontas, virando-as de ambos os lados.

Ao ter a "imensa alegria" de cruzar novamente coadjuvante antes do desfile ser iniciado, eu estava prestes a dar uma resposta a altura da provocação feita, quando felizmente pude escutar a voz de Alvi, assim me contive para não dizer algo que iria provavelmente deixaria minha chefe ofendida além de claro implicar com a coadjuvante. Minha pessoa apenas colocou os dedos juntos e esticados em frente a boca para esconder um risinho fofo com meus olhos fechados num semblante adorável, além de virar ligeiramente o rosto para o lado, para manter a boca totalmente escondida de Alvida, enquanto no outro canto um sutil curvatura seria desenhada em meus lábios, com minha pessoa fazendo de que a coadjuvante visse todo o deboche destinado a si graças a situação constrangedora. - Pff! - E propositalmente "deixaria escapar" um risinho abafado repleto de puro, para que somente a coadjuvante possa escutar. - Claro, estamos nos entendendo perfeitamente. - Em seguida todo o cinismo de minha pessoa iria desaparecer enquanto demonstro um largo sorriso carismático para Alvida, e teria acenado amigavelmente, fazendo minha voz soar muitíssimo meiga, comigo desejando fervorosamente que a coadjuvante esteja se remoendo de raiva, ódio e rancor em vossas profundezas.

E quando o momento chegasse… It's show time! Não haveria como deixar de ficar um pouco ansiosa, afinal chegava a hora de minha pessoa estar no local onde naturalmente pertence, um "pedestal" acima dos mundanos, um sorriso contente iria formar-se nos cantos dos lábios, eu só conseguia imaginar todos os olhares do público fascinado por minha presença, entretanto eu não poderia deixar tal entusiasmo tomar o controle, pois a platéia não veio exatamente por mim… Mas esse o momento com toda a certeza chegará.
Prosseguindo com o espetáculo, minha pessoa estaria prontíssima para o desfile, sem qualquer sombra de dúvida. Ao caminhar pela passarela daria passos longos colocando um pé à frente o do outro, deixando que o ritmo de meu desfilar fique responsável por naturalmente manter o gracioso balançar do quadril em harmonia com mover de meus braços, apesar da postura ereta e os ombros abertos, manteria muita desenvoltura realizando o ato de desfilar com leveza, meu queixo ficaria discretamente baixo para o público poder contemplar a lindíssima face ostentada por mim, entretanto o olhar elevado seria fixado atentamente em um ponto adiante a passarela, permitindo que apenas um sorriso aparente esteja visível.

Ao chegar no final da passarela eu iria permitir-me a olhar para o público movendo somente os olhos além de evidenciar o sorriso desenhado nos lábios, então interromperia o meu caminhar com as pernas mais afastadas, apoiando uma das mãos na cintura deixando que o peso do corpo fosse apoiado na lateral do quadril, pausando por alguns instantes antes girar parcialmente o corpo em torno dos pés, exibindo parte do meu perfil estonteante, ao mesmo tempo iria redistribuir o peso do corpo "jogando" o quadril para o outro lado, por fim iria prosseguir com o giro dando as costas para o público e então retornaria desfilando para o início da passarela.

Sem perder tempo iria me dirigir camarim para colocar o segundo look, mas sem pressa ou ansiedade, seria um vexame abominável permitir que a impaciência me deixasse com um fio de cabelo despenteado, ou me fazer não um amassado nas vestimentas, sendo assim manteria a mesma atitude além dos cuidados quando fosse desfilar com os outros dois conjuntos de roupas subsequentes.

Roupa 3:
 


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptySab 31 Out 2020, 19:38




- E o que esse seu cérebro de passarinho está entendendo fofa? Porque tudo que vi aquela porca gorda fazer foi adotar uma leitoa.  - Sophie não se deixava provocar facilmente e respondia Kare no que julgava ser adequado a alguém da estirpe da morena, ao menos no nivel por ela considerada. A mulher parecia ter algum certo tipo de Dom, um talento natural raro, ou mesmo uma habilidade especial voltada a ofender todas as pessoas a sua volta. - Hohoho, Sama? Você? Foofa você é tãaoo engraçada, devia tentar o circo mesmo, lá essa sua cara de palhaça faria muito sucesso. - "Faíscas figurativas" voavam entre o olhar das duas mulheres. O clima tempestuoso fazia com que aqueles que por ali transitavam se afastaram alguns passos no momento em que precisassem passar pelo setor onde elas estavam. As palavras afiadas de ambos os lados eram ditas com vozes "repletas de mel", ainda que a voz de Sophie não fosse tão bela quanto a de Kare.  


>><<

A maquiagem, talvez a contra-gosto de Kare, era um pouco pesada. Abigail teria explicado que esse era como se usava em desfiles e se Kare olhasse poderia ver outras mulheres com a maquiagem igualmente pesada. Os tons preparados para Kare tinham as cores douradas com bastante brilho, mas todavia a maquiagem também variava  de acordo com a roupa selecionada, pois afinal, nem toda roupa deveria ser usada com uma maquiagem agressiva e este era o caso do primeiro modelo que seguia um tema mais "comportado casual" . Todavia, por melhor que fosse a execução do trabalho da assistente, mesmo que sua proficiência não estivesse sendo afetada pelo cansaço físico ainda não era o suficiente para agradar os altos níveis de Kare e assim a jovem começava a fazer ela mesma o serviço de maquiagem, enquanto a assistente preparou as roupas na ordem que seriam usadas.

A correria aumentava no camarim, assistentes começavam a eventualmente esbarrar uma nas outras e um certo caos se instalava nos momentos finais que antecedem o início. Algumas das modelos também eram cruéis com suas assistentes, não tendo sido este um privilégio exclusivo de Sophie, provavelmente assim como os macacos elas também aprendiam por meio da observação e como Sophie atualmente era o topo ela era também que era observada e imitada, muito embora as próprias modelos odiassem passar por aquilo que estavam fazendo suas assistentes passarem. Nesse caos estava Abigail e estranhamente para ela estava finalmente sendo uma experiência razoável, tirando alguns pontos, Kare não chegava a ser tão má quanto as outras modelos.

Para, talvez a surpresa geral, o primeiro conjunto agradava Kare. Não havia nada de espetacular nele, era apenas bonito, casual, confortável, mas mesmo assim parecia elegante e algo que ela conseguia se ver usando mesmo que não por obrigação. Assim com ajuda para se vestir terminou-se de aprontar.

>><<

Em um espaço tão pequeno era impossível esperar não trombar com os indesejados, principalmente quando estes faziam certa questão de mostrar-se a sua frente. Todavia desta vez, não era preciso que ela mesma lidasse com Sophie, pois a língua venenosa da mulher fazia esse serviço sozinha. Alvida que chegou em um momento "oportuno" não pode deixar de "enxugar" o veneno da outra. Kare tentava ocultar o divertimento em sua face, ainda que suas tentativas fossem desnecessárias, pois Alvida estava bem ciente de sua risada afinal o brilho em seu olhar gritava isso. - Isso… Somos quase irmãs. - Falou como alguém que desejava morder a própria língua até arrancá-la da boca.

>><<

Kare seria a penúltima a entrar no palco, a frente delas iriam todas as outras exceto Sophie que estava logo mais atrás dela, mas agora olhando para os lados ligeiramente desconfiada.

A passarela estava a pouco mais de um metro e meio acima do solo, de ambos os lados da mesma existiam poltronas forradas, dos pontos iniciais até o meio estavam as pessoas "menos" influentes enquanto no trajeto mais final estavam as de maior prestígio. Os fotógrafos estavam levemente mais atrás, com câmeras de aspecto robusto montadas em tripés com lentes pesadas a frente. Todo o restante era um tanto escuro, sendo assim só a passarela estava iluminada com uma luz de um branco puro. Quando Kare entrou, percebeu logo a dificuldade que essa iluminação proporcionada. Era difícil ver além da passarela e logo ao entrar ficava momentaneamente "cega" devido ao brilho mais forte.

Os flashs dos fotógrafos felizmente não eram prejudiciais, já que eles não existiam, visto que a mesma iluminação que a cegava também proporcionava uma idealidade para eles. Havia silêncio em todas as passadas. Kare em todas elas passou por uma ruiva de pele escura e cabelos cor de fogo, possuidora de uma testa levemente proeminente, alta e bastante magra.

Já por sua vez, após posar aí final ela se deparava indo diretamente "contra" Sophie e muito embora a morena pudesse ser um pessoa desagradável não poderiam haver dúvidas quanto a sua habilidade na passarela, seus passos pareciam leves, mesmo com o imenso salto que usava, fazendo parecer que a mulher flutuava cada vez que andava. Sua "capa", flutuava atrás dela fazendo parecer que ela estava andando muito mais rápido do que realmente.

roupa2:
 


Era a terceira roupa, até então o desfile ocorria bem. Kare, mesmo que fosse sua primeira vez, estava-se saindo bem, o que de fato, ao menos para ela, era o esperado, até mesmo o óbvio. Todavia, isso era apenas para ela, pois para outras, não só Sophie, aquilo era uma afronta. A performance da morena não era outra coisa senão ultrajante para muitas das meninas que ali estavam. Olhares de desagrado a receberam durante o intervalo, não muito depois estavam se preparando para recomeçar, Sophie dessa vez não atacou Kare, pois estava ocupada a conversar com a ruiva negra.

- Certo Queridas, chegamos a metade, está tudo lindo então mantenham o foco. Vamos começar novamente.

>><<

A ruiva vinha em uma posição estranha, seu olhar estava fixo em Kare e não na passarela, sua posição deslocada para dentro do palco, nesse trajeto seu ombro acertaria o de Kare.


>><<

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptyDom 01 Nov 2020, 18:16



O segundo look também se destacava aos meus olhos, pois apesar de ser um tanto quanto apelativo em relação ao primeiro conjunto, eu podia facilmente me ver vestindo tais roupas, e devo lhes dizer que a visão é magnífica. "Talvez eu poderia usá-lo em alguma ocasião que não seja necessária tanta formalidade, provavelmente algum show." Fiquei encarando ambos conjuntos de vestimentas, tentando decidir qual deles minha pessoa deveria escolher, porém, não obtive sucesso.  "Eu posso comprar ambos." Sorri animada enquanto acenava com a cabeça de forma afirmativa, sem desviar minha atenção dos conjuntos de roupas, como cada look possuía uma proposta diferente creio que não haver grandes problemas trazer uma maior diversidade para o meu guarda roupa, entretanto… O quinto também é interessante, ele com certeza poderia ser uma opção viável. "Quantas escolhas difíceis." Iria pinçar o meu queixo com o polegar e o indicador, enquanto fixava o olhar cerrado nos 3 looks. "Todos são agradáveis, que difícil!” Enchi minhas bochechas de ar ao mesmo tempo que franzi o cenho tentando forçar minha mente a decidir.

Apesar de minha pessoa preferir simplesmente ignorar toda a existência irritante da coadjuvante, há certos momentos que não se podem deixá-los escapar, e a resposta da coadjuvante para Alvi é uma dessas ótimas ocasião que não pode perder a oportunidade. - Exato, eu não poderia ter dito melhor, é como se eu tivesse uma irmã mais nova que necessita ser aconselhada. - Enquanto a coadjuvante parecia engasgar com as palavras minha pessoa por sua vez iria deixá-las fluir com bastante leveza, mantendo um tom de voz meigo em harmonia de meu sorriso adorável, enquanto rebaixo a coadjuvante que possui mais experiência em relação a mim no ramo.

Mesmo sendo muito tentador alfinetar a coadjuvante,ao cruzar com ela na passarela simplesmente prosseguiria com o desfilar, fingindo nem sequer ter notado sua existência vulgar, pois nesta ocasião o profissionalismo vem antes. "Alvi deveria ter me deixado encerrar o desfile sozinha!" Durante a pausa no desfile eu iria até o camarim refletir sobre o desfile, não fiquei nem um pouco contente com o fato de dividir a atenção do público com uma mera coadjuvante, cruzei os braços abaixo do busto enfezada, enquanto inspirei fundo pelas narinas. "Mas quem perde é ela, permitindo uma desqualificada barata encerrar comigo." Então expirei rapidamente pela boca, permitindo que todo o estresse acumulado fosse extravasado, não teria deixado-me abalar, pois se Alvida é incapaz de perceber a nítida superioridade de minha pessoa em comparação a coadjuvante o ateliê que sofrerá as consequências no final.

Antes do desfile ser retomado eu aproveitaria para beber um pouco de água, pois tantas implicâncias trocadas com a coadjuvante além da excitação de desfilar em uma passarela deixou-me com a boca seca, sem seguida seria o momento de vestir o quarto conjunto e retornar ao "palco". "O que!?!" Ver a assistente de palco ruiva atravessando a passarela para vir em minha direção era quase desesperador, em circunstâncias normais eu poderia livrar-me dela as mãos e pernas amarradas, mas no meio do desfile, com qualquer movimento brusco ou alteração na postura acima da passarela poderia ser vista como rude e deselegante para o público, além de minha pessoa ter quase congelado a musculatura da face para não demonstrar surpresa diante da platéia, a fim de manter meu semblante plenamente confiante.

Precisei pensar rápido, e só havia uma chance, qualquer erro ou imprecisão seria imensamente imperdoável agora, não iria alterar nada em meu desfile, seja velocidade dos passos, o ritmo harmonioso do balançar de meu corpo, o semblante com sorriso aparente, tudo permaneceria na mais perfeita normalidade pois não desejo que o público perceba qualquer indício de ansiedade ou preocupação em minha pessoa. Caminhando na direção indicada eu iria aguardar até a ruiva estar a poucos centímetros, ou melhor, milímetros de acertar-me com o ombro, então eu iria trazer a perna por trás do corpo circularmente semelhante um compasso, para minha pessoa poder escapar do "golpe" enquanto o giro seria completado comigo atrás da ruiva, tentaria ao máximo fazer movimentos abruptos e desnecessário, além de ter a intenção de executar o giro corporal com extrema rapidez a ponto de nenhum dos ali presente poder ser capaz de enxergar. Na verdade, isso era o que eu gostaria de fazer, mas… A vontade de exibir diante do público falou mais alto, quando minha pessoa estivesse a girar para trás da ruiva eu iria também balançar o pescoço junto da cabeça para fazer esvoaçarem meus longos e esbeltos cabelos.

Se após este pequeno incidente com a ruiva o desfile fosse continuado sem grandes problemas, eu retornaria até o camarim para trajar o último conjunto de roupas. "Agora só me falta a coadjuvante tentar aplicar-me uma rasteira." Não era tão simples esquecer o ocorrido, afinal aquela ruiva quase arruinou o MEU momento de brilhar, inadmissível! E minha pessoa pensava no que mais poderia aguardar.

Roupa 5" :
 

Como este seria meu último momento na passarela no dia de hoje eu tomaria a liberdade de ousar um pouco, seguindo com mais confiança pela passarela, mantendo o queixo ligeiramente erguido enquanto prossigo a desfilar, desta vez agregando maior sensualidade no envolvente rebolado do quadril a cada passo dado, iria prosseguir em direção a passarela excessivamente luminosa crendo que meus olhos poderiam ter se acostumado após ter caminhando anteriormente pela passarela, chegando no final, além das duas poses comuns, eh iria virar-me de costas para o público, encarando a platéia ali presente por cima da ombro, concedendo-os o privilégio de contemplarem um belíssimo e cativante sorriso no canto de meus lábios, na sequência… Minha pessoa se veria obrigada a fazer algo extremo repúdio, posar, com outra pessoa em cima do palco… O momento era pra ser >>MEU!<< Mas fui obrigada a dividir os holofotes, entretanto os fãs ainda necessitam de algo para idolatrar, e não posso simplesmente deixá-los desamparados, e por isso de forma não muito delicada eu iria envolver a cintura coadjuvante em minhas mão em seguida a puxaria em minha direção para podermos tirar diversas fotos juntas, com nossos corpos e rostos bem próximos.

Dentro do camarim, definitivamente minha primeira preocupação seria a de remover todas as toneladas de maquiagem que cobrem minha face admirável, eu não deixaria o local do desfile imediatamente pois Alvi pode ter algo relevante a dizer sobre o próximo trabalho, e também. - Alvi, estas custam quanto? - Apontaria para os dois primeiros conjuntos de roupas, com minha pessoa deveras interessada em adquirí-los, enquanto o quinto look seria ignorado pois ele não ficou tão bom vestido em minha belíssima pessoa quanto eu imaginava.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptySeg 02 Nov 2020, 14:01




O cenho de Sophie franziu-se levemente ao ter sido chamada de irmã mais nova, mas isso foi apenas por um instante enquanto seus neurônios apressadamente trabalhavam e ela voltava a sorrir radiante. - Exato, a irmã mais nova e mais bonita que precisa ser aconselhada pela mais velha com anos de experiência que já passou do ponto de fazer para o de ensinar. - Seu sorriso era brilhante e sua voz cheia de graça, pois considerava ter sido capaz de sair por cima da outra.

- Percebe-se. - Alvida também sorriu, afinal considerava essa interação entre ambas de certa forma benéfica. A verdade é que do ponto de vista de Alvida, Sophie havia se acomodado, acostumada a ser a melhor e por tal havia parado de se esforçar. Alvida bem sabia que Kare não ficaria junto ao Ateliê por muito tempo e por isso planejava extrair tudo o possível da morena antes de sua saída e esta rivalidade com Sophie era apenas mais uma destas coisas, um pontapé dado pela Okama para retirar sua melhor modelo da estagnação em que havia se firmado. Ambas as mulheres podem não perceber e tomavam Alvida por muito menos do que a "mulher" realmente era. Alvida as deixou com um sorriso caloroso de alguém que estava extremamente insatisfeita, tal comportamento deixou Sophie apreensiva por não saber o que havia perdido.

>><<

O intervalo corria e Kare não parecia muito satisfeita, o que fazia Sophie se sentir ainda melhor, visto que estava estampado na cara da morena seu desprazer. Sophie é claro imaginava que isso era devido a outra ter percebido o quão inferior era se comparado a sua digníssima pessoa… Bom, as pessoas podem ser inocentes assim, não há nada que possamos fazer e como já dizia o ditado: "A ignorância também é uma benção".

>><<

A entrada com a quarta roupa começou.

Spoiler:
 

Nesse momento um dos conflitos de palco se instalava. As pessoas que estavam sentadas mais ao centro, bem como aquelas sentadas na ponta da passarela podiam perceber claramente que algo estava errado, era nítido para eles que a ruiva estava fora de posição e começava a se tornar preocupante conforme ambas as mulheres se aproximavam uma da outra sem corrigir a trajetória. Murmuros de: Elas não estão vendo? Se espalharam baixinho entre os espectadores que começavam a prender a respiração aguardando o momento da tragédia, os fotógrafos nada bobos e muito experientes estavam em completa atenção, todas as câmeras erguidas e apontadas para o momento em que fosse ocorrer. Bem, seria uma tragédia para Alvida, concorrentes sorriam ao assistir e antecipar a vergonha que o Ateliê da ruiva sofreria, mas…

Os fotógrafos clicaram, as pessoas largaram os suspiros que seguravam em antecipação, mas…

A única coisa caindo era o chapéu da cabeça da negra ruiva, que no desespero se atrapalhou esticando os braços a frente e torcendo levemente o passo falseando no salto alto e quase caindo. Kare, por outro lado, seguia em frente como se fosse um fantasma a ter passado por dentro da outra, seus cabelos criavam um alô negro ao seu redor, cabelos estes que estavam anteriormente presos em um coque dentro do chapéu… Os fotografos abanavam o papel tentando revelar rapidamente a foto a fim de entender o que havia acontecido, outros conversavam com seus pares, mãos a frente das bocas enquanto questionavam-se uns aos outros, pois afinal para todos ester que assistiam Kare e a negra deveriam ter trombado uma na outra em uma grande gafé modelistica, mas então porque apenas a negra havia sofrido algo? Aos olhos e percepções "mundanos" a caçadora extrapolou os conceitos humanos, ao menos no que se diz respeito a sua velocidade e beleza. Dentre os presentes, apenas três pessoas haviam conseguido vislumbrar o ocorrido, dentre elas duas mal haviam conseguido entender enquanto a terceira a perceberá em sua totalidade. Sophie tinha a vaga impressão, Alvida que já conhecia Kare tinha uma boa compreensão, enquanto dentre a plateia, um homem sentado mais afastado tinha a compreensão completa, mesmo que não por seus olhos, afinal estava ele de óculos escuros e com um capuz que cobria sua aparência de olhos curiosos.


Retornou, passando por Sophie, mas nenhum acidente ocorreu entre elas, exceto a olhada de canto que a outra havia dado a Kare no momento em que seus corpos se cruzaram. Aquilo havia abalado um pouco Sophie, pois mesmo ela não havia entendido em totalidade o que ocorrerá. Era para Kare ter caído, torcido o pé, ou ao menos cometido uma gafe, mas então porque Selena, A Negra Ruiva, era a única a ter passado vergonha? Ela sabia, mas ainda recusa a acreditar.

Selena havia terminado o desfile, mancando para dentro do camarim enquanto parecia chorar.  Todas as outras modelos haviam visto, afinal, era a quarta roupa e todas haviam terminado suas entradas podendo assim assistir os momentos finais. Restaria apenas mais uma entrada, mas esta não seria protagonizado por elas.

>><<

Dentro do camarim, ao retornar, Kare veria um grupinho de modelos formando uma roda ao redor de Selena, está com a perna cruzada agarrando o tornozelo que parecia estar um pouco inchado. Sophie entraria logo depois, e iria direto para seu lugar já trocando a roupa para sua última entrada, parecia certamente determinada.

- Selena! Depois iremos conversar Querida. Agora todas vocês deixem ela aí. - Alvida enxotou as modelos que acudiam Selena. - Queridas, agora é o GranFinale, não me desapontem. - Alvida dizia para Kare e Sophie, mas seus olhos estavam cravados de forma dura em Selena, de modo que a falta de confiança vinda junta ao recado não era dirigida a Kare, mas sim a outra parte.

>><<

A música era trocada, Kare ao lado de Sophie aguardavam na ponta da passarela, cada uma em uma passagem ao lado fora da vista do público. Entraram juntas como programado, cada uma pisando de forma mais arrogante e confiante que a outra. A passarela, embora grande, nesse momento parecia pequena, quando nenhum das duas era do tipo que atura dividir os louros.

Tinham perfis diferentes, ao menos no que se dizia respeito às poses mantidas acima do palco. Kare encarava os mundanos com olhos cheios de malícia, suas poses e seus movimentos exalavam isso, enquanto por outro lado Sophie mantinha um olhar arrogante e imperioso que recusava-se a contemplar as pessoas abaixo. Sua postura era mais rígida e firme, sem a sensualidade de Kare, mas que passava uma impressão autoritária de certo temor.

Ainda assim, foi pega de surpresa ao ter Kare virando-se para si, Sophie acabou demonstrando um leve enrugado junto aos olhos, mas que logo se suavizou. Não tendo como escapar sem fazer feio ela se viu obrigada a abraçar Kare também, segurando a dançarina pelas ancas, seu indicador e polegar em um aperto mais justo dando uma beliscada por sobre a roupa de Kare. - Exibida. - Um leve murmúrio por entre o sorriso alcançou os ouvidos de Kare.

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Alvida recebeu ambas no camarim com um abraço, Sophie tentou escapar, mas os braços musculados da ruiva eram fortes demais para os corpos esbeltos das duas. Kare poderia ter evitado com sua agilidade, mas seria afrontoso não seria? Um abraço de "quebrar" ossos durando apenas alguns segundos antes da mulher Okama sorrir-lhes agradecendo o bom trabalho.

Abigail havia deixado a cabine de Kare limpa, já com os produtos de limpeza e hidratação preparados. Alvida mais uma vez dava ordens a todos para que começassem a se preparar, enquanto ela própria deixava o camarim para prestar os últimos agradecimentos ao público junto com mais da divulgação.  

Ao retornar ela era logo abordada por Kare. - Se você fizer o merchan enquanto usá-los Querida, não custaram nada. Mas lembre-se de dizer que o Atelier Le Blanc é o responsável. - Kare poderia recusar, isso implicaria em Alvi um pouco chateada, mas lhe daria o preço de qualquer jeito. Em torno de 8kk cada.

>><<

A saída estaria envolta em pessoas, principalmente repórteres que eram afastados por cordões de isolamento. Haviam questionamentos sobre o ocorrido na passarela entre Kare e Selena, perguntas sopradas ao vento assim que Kare foi vista por eles. Vick estava logo atrás, com Poky nos braços, mas precisou se mover quando alguns mais atrevidos começaram a passar por baixo das fitas esquivando-se dos seguranças da companhia para tentar chegar até Kare. Vick ter-se-ia movido para impedir-los. Soltando Poky que também correu para esse propósito agarrando os tornozelos de um dos três homens que havia furado o bloqueio.

Mais a frente, uma figura com capuz se escondia atrás dos primeiros repórteres, seu corpo era esbelto e pequeno, se Kare seguisse caminhando sentiria subitamente uma sensação de perigo urgente.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptyTer 03 Nov 2020, 12:31



"Deveria ter caído da passarela e quebrado ambas as pernas, para pensar cinquenta mil vezes antes de cogitar me sabotar novamente." Pela ausência de maiores comoções e do barulho típico de alguém se estatelando no chão assume que a mulher de testa avantajada havia tido um desfecho muito complacente, considerando o sacrilégio de ter tentado arruinar o MEU momento, no MEU desfile, pois é claro que minha pessoa não iria cometer a gafe de interromper o desfile virando o rosto para ver o estado da testuda-sabotadora. Admito que foi necessário um esforço considerável para conter a vontade de rir da desventura ocorrida com a ruiva. "Mas se fosse tão grave com certeza faria o desfile ser interrompido." Eu realmente desejava que o sofrimento da mulher fosse maior, entretanto manter a fluidez do desfile possuía uma significância infinitamente superior a pequenos caprichos, afinal de acordo com o sucesso minha pessoa irá receber mais destaque.

Simplesmente iria ignorar a modelo chorosa e trupe de elenco de apoio que aglomerou-se, pois meu único interesse no momento é o desfile, pouco me importa se ela está bem, ou a motivação que levou a ruiva a tentar me prejudicar, até mesmo porque era algo óbvio, inveja de minha ilustríssima pessoa.

Na passarela durante o encerramento do desfile junto da coadjuvante eu não me limitaria a fazer apenas uma pose, iria me virar de costas esperando que minha "irmãzinha inexperiente" fizesse o mesmo para ficarmos apoiadas uma de costas para a outros, com nossos rostos aproximados, durante a pose eu também manteria uma das mãos propositalmente apoiada no glúteo da coadjuvante. - Esnobe. - Ela merecia uma resposta melhor elaborada, entretanto isso poderia ser notado pelo público portanto me limitei a praticamente cochichar quando estivesse com o rosto ao lado da coadjuvante, para manter a pose sensual enquanto iria ostentar um sorriso meigo para os fãs, mas, não poderia me conter totalmente, quando estivéssemos com as costas coladas eu iria beliscar a coadjuvante, apertando somente os dedos na polpa de se bumbum, de forma que até quem estivesse atrás de nós teria dificuldade em visualizar. Durante a transição de uma pose para outra eu manteria a coadjuvante o tempo todo envolvida pelo quadril, e assim evitar que ela se afaste me fazendo perder equilíbrio.

"Entendo… Então está a sensação de estar diante da morte." Os braços torneados de Alvida sendo abertos enquanto se aproximavam de mim me causava um arrepio, eu pude ver minha gloriosa vida passando diante dos meus olhos, a medida que os braços músculos pareciam maiores e se aproximando cada vez mais, minha pessoa ficava congelada incapaz de proferir qualquer palavra. "Minha roupa, meu cabelo ficarão assombrosamente amassados." comecei a imaginar todas a possíveis tragédias que os braços de Alvida iriam causar. No fim meu corpo iria se mover praticamente sozinho, talvez fosse o instinto de sobrevivência, iria dar um passo para trás a poucos instantes da prisão disfarçada de abraço selar minha "irmãzinha", concedendo a coadjuvante a oportunidade de ter todo o afeto de Alvi para si, em seguida eu iria envolver ambas em meus braços, num abraço com menor agressividade, para demonstrar a Alvida que não recusei seu afeto, apenas era muito brusco.

- Hmm… Acredito que minha pessoa não teria a menor das dificuldades em fazer a divulgação, mas... - O preço não era o problema, entretanto se eu fizesse propaganda do ateliê haveria maiores de chances de minha pessoa encontrar outras(os) utilizando roupas idênticas a mim, e tal fato não me agrada nem um pouco, eu ficaria nitidamente pensativa fitando Alvida enquanto considero a proposta. "Esta opção é mais vantajosa para Alvi." Eu me sentia um tanto endividada com Alvi, depois de diversos presentes e caprichos proporcionados por ela, e está situação consegue ser ainda mais insuportável. - Tudo bem, eu farei. - Após refletir por alguns segundos eu daria uma resposta convicta para Alvi, encarando-a com um brilho obstinado em meus belíssimos olhos alaranjados.

- Ara ara… - Abracei a cintura abaixo do busto enquanto apoiava o cotovelo direito acima do punho esquerdo que envolvia meu corpo, na sequência iria levar a mão direita até a bochecha, repouso minha face esbelta nos dedos. - Pobres mundanos, incapazes de reprimir seus instintos. - Fitava amavelmente os três sujeitos que pulavam pela faixa de segurança, deduzindo que não passavam de meros fãs dispostos a fazer de tudo por um milésimo de minha atenção, eu não posso culpá-los por isso, afinal é perfeitamente compreensível quando se está diante de minha pessoa, durante a clara demonstração eufórica de adoração feita pelos fãs, eu seria incapaz de esconder um sorriso extremamente satisfatório em meus lábios.

Então outro calafrio desagradável percorria toda a superfície de meu corpo encantador. "Outro abraço destrutivo? A ruiva agora está tentando me atingir com a testa? Outro fanático querendo bisbilhotar minhas roupas íntimas?" Comecei a olhar ao redor, a princípio mais confusa do que preocupada, pois eu não compreendia a razão de sentir que algo ruim estava acontecendo, e instintivamente em meus pensamentos vieram possibilidades capazes de causar-me tal aflição.

De imediato iria distribuir minha atenção para os mundanos presentes no local, encarando atentamente os arredores com rapidez, a fim de poder cobrir o maior quantidade de terreno possível em um curto intervalo de tempo, iria primeiramente por alguém tentando me agredir, se fosse algum conhecido eu simplesmente iria desviar dando um passo no sentido oposto ao do "ataque" enquanto inclino meu corpo para trás ou uma curta corrida de acordo com a necessidade. Porém se fosse algum sujeito estranho eu tomaria a liberdade de dançar com ele, desviando de seus golpes a passos rápidos e curtos para longe, enquanto projeto meu corpo para uma direção diferente do ataque, me mantendo propositalmente próxima ao atacante enquanto cada passo de minhas evasivas seria conectado de maneira rítmica ao passo subsequente, como em uma coreografia improvisada, aguardando por um momento oportuno, onde eu iria rapidamente chutar o pé de apoio do agressor antes que ele tocasse no chão, com a intenção de derrubá-lo. - Qual a razão de tanta agressividade? - Prostraria as mãos na cintura enquanto iria fitá-lo piedosamente de cima para baixo, afinal se tratava de alguém cujo a mediocridade me impede de sentir raiva, mas se ele tentar puxar minha perna eu iria pisar com o calcanhar nas costas de sua mão. - Eu lhe fiz uma pergunta, por acaso é incapaz de ouvir? - Ainda mantendo a superioridade eu perguntaria com um leve tom de aborrecimento e ansiedade na voz, ao mesmo tempo que iria movimentar o calcanhar de maneira semi-circular para causar mais dor ao mundano hostil.

Entretanto caso haja mais de um agressivo eu não seria seletiva, e dançaria com todos aos mesmo ao tempo, dando passos ligeiros com intenção esquivar-me a poucos instantes de ser golpeada, ao mesmo tempo iria conduzi-los em minha dança envolvente para poder fazê-los perderem a cautela em deus ataques e assim acabem golpeando um ao outro. Mas se fosse um atirador ou alguém arremessando projéteis eu simplesmente iria mover meu corpo para longe da trajetória do disparo. "Seria um disperdicio do solado de meus sapatos persegui-los." Nem me daria o trabalho de correr atrás dele, pois tenho outros compromissos para o dia de hoje e não quero correr o risco de arruinar os calçados novos.

Entretanto se tentassem atacar outra pessoa além de mim. - Tsc… - Iria resmungar desgostosa, pois em uma ocasião normal não iria me afetar, entretanto será horroroso caso ocorra uma tragédia no final do desfile, as notícias da catástrofe poderia ofuscar minha foto nas capas dos jornais de amanhã. Não muito motivada agiria como uma heroína, me aproximando do agressor para poder chutar verticalmente seu punho de baixo para cima e depois o centro de sua face com calcanhar em um chute lateral giratório.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptyTer 03 Nov 2020, 14:45




Se rancor pudesse matar, Selena estaria enterrada neste momento, todavia fosse provável que Kare também já estivesse. Felizmente para Alvida, diferentemente de sua outra funcionária a jovem dançarina sensual estava se saindo acima do esperado. Não falo sobre suas habilidades na passarela, mas sim em seu comportamento emocional em portar-se de forma ética e profissional.

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Kare e Sophie "dançavam" no palco, ou talvez fosse mais preciso dizer que duelavam? Os beliscões eram trocados de formas discretas, forçando cada uma a se manter composta ante a agressão da outra. Sophie é claro havia tentado fugir, mas Kare era uma dançarina experiente que sabia muito bem conduzir o seu par e assim não deu qualquer chance de escapatória para sua "assistente" de palco. Mas houveram é claro, represálias e em certo momento, em uma das poses a morena foi alvo de um beliscão no biquinho…. Sim… ali, por cima do bojo fino junto a uma leve torção. - Biscate. - Foi novamente xingada em cochicho.

Todavia a tormenta de Kare parecia ainda estar longe do fim. A passarela havia sido apenas a primeira das provações pelas quais ela passaria naquele dia. Um abraço mortal, uma arma aplicadora de frisos, um quebra costelas, uma amarrotador de roupas, um transferidor de fluidos corporais….. ? - UUUUHHNNNNNNN. VOCÊ VAI ME QUEBRAAAARRRR. - Sophie gemia nos braços de Alvida, enquanto Kare, mais ágil havia conseguido bolar uma solução protetiva adequada. - Só porque eu planejava tirar uma casquinha de você Querida. - Alvida "reclamou" mas não se magoou por Kare ter fugido de seu abraço, afinal ainda assim havia sido retribuído.

Fecharam o acordo das roupas logo depois. Kare havia ficado inicialmente com algumas ressalvas quanto ao pedido de Alvida, afinal algumas implicações muito sérias, tais como, mundanos usando os mesmo modelos que ela poderiam surgir. Alvida que possuía um sexto sentido logo percebeu o fato. - Garantirei que não sejam feitas roupas que nem as suas Querida, não precisa se preocupar. - Alvida lhe piscou. - Uma mão precisa lavar a outra afinal. - Dava um sorriso cumplice para Kare. - Mandarei que entreguem para você depois, ou eu mesma irei, ai podemos ver como as fotos ficaram.

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A terceira provação de Kare logo se apresentava diante de si, está que inicialmente parecia-lhe muito do seu agrado. Ver os mundanos lutando por apenas uma nesga de sua atenção, do seu ser, era algo que muito lhe agradava, ainda que talvez se perguntado ela não o admitisse atribuindo o fato apenas ao óbvio e esperado. Ainda assim a sensação agradabilíssima pouco durou, um desconforto logo cresceu em seu corpo, um arrepio, um tremor, um mal estar? Haviam muitas possibilidades para dizer como ele fora sentido, mas a verdade era o seu Haki desperto e não controlado que lhe permitia sentir essas coisas, às vezes convenientes, outras talvez nem tanto.

As preocupações da jovem…. O-b-vi-a-men-te foram certeiras. Certamente essa iminente sensação de crise só poderia ser devido a um novo abraço de Alvida, ou a uma cabeçada da ruiva, afinal aquela era sem dúvidas uma testa mortal…. Ou ainda mais grave…. Um mundano fanático desejando suas fotos intimas… talvez o mesmo que havia invadido sua residencia e sido pego por Poky? Talvez ele ainda não houvesse aprendido sua lição….


Kare imediatamente começava a procurar pela origem de tal mal estar, mas… Como alguém que vê a todos os mundanos como, apenas mundanos, poderia neles perceber alguma diferença? Assim como um leigo em gatos é incapaz de ver o sexo dos filhotes a jovem era incapaz de perceber com seus olhos as diferenças nos mundanos.

Os olhos dela perscrutam o local, mas dos seu ponto de vista todos eram iguais. Pobres mortais sedentos por um pouco da sua divindade. Conseguia sentir, mais ou menos o lado de onde o desconforto vinha, mas embora olhasse para aquela direção não conseguia discernir o motivo para tal. A sensação de desagrado perdurou, o semblante dela havia se tornado sério durante este breve momento, seus olhos afiaram-se enquanto procuravam, olhos de alguém acostumado a loucura, a morte, ao sangue. Um olhar cruel em um rosto angelical. Os repórteres esqueceram nesse momento as fotos, o silêncio recaiu sobre o local e alguns engoliram em seco. A sensação de desconforto subitamente desapareceu.

Kare pode por um momento ver os olhos nervosos dos mundanos, sendo capaz de apenas naquele breve instante ser capaz de entender o sentimento deles, ainda que possivelmente não entendesse porque estavam sentindo aquilo. Fosse o que fosse acontecer o relance de seus olhos repletos de chamas infernais haviam desestimulado o acontecido. - Senhorita, vamos? Tomei a liberdade de chamar o Senhor Khot novamente para lhe servir. - Assim como apontado por Vick, mais a frente o jovem guia prestava uma saudação elegante ao lado de sua amada ave. Atrás da mesma havia um carro coberto no qual Kare e Vick poder-se-iam sentar dentro e fechar as cortinas púrpuras nas janelas. O Jog batia o pé excitadamente no chão enquanto aguardava para partir.

- É uma honra ser novamente útil a Senhorita. - A voz do jovem guia permanecia charmosa, muito embora ele fosse bastante novo, mas Kare, que ainda mantinha-se em um estado de alerta sentia que havia algum temor vindo dele. Talvez…. Isso estivesse começando a ficar irritante, sentir essas coisas, vindas dos outros. - Para onde a Senhorita deseja ir? - Khot endireitou a postura movendo-se para abrir a porta do carro para Kare, Vick e Poky.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptyTer 03 Nov 2020, 20:18



- Receio que não seria uma mera casca. - Coçava superficialmente a bochecha com a ponta do dedo indicador, enquanto iria esboçar um sorriso desconcertado ficando com o semblante levemente ruborizado, não via tanto problema em Alvida desejar por um pouco de afeto, entretanto aquele abraço provavelmente teria arrancado meu espírito do corpo, portanto o melhor seria deixar que somente a coadjuvante lidasse com tal demonstração intensa de carinho, afinal minha “irmãzinha” havia tido um comportamento horrível no desfile e talvez sirva como uma repreensão adequada… Até parece… Vendo que a coadjuvante ficava bem vulnerável com o forte abraço de Alvi, eu iria deslocar minha mão até abaixo do quadril da coadjuvante, simulando uma garra com o dedo indicador junto o polegar, então iria cravar meus dedos, torcer até o limite, e em seguida puxaria mantendo a prensa até que o bumbum da minha “irmãzinha” escapasse de meus dedos, o beliscão seria aplicado próximo a borda para causar a coadjuvante metida uma sensação bem dolorosa. "O agradável som da vingança." Iria me permitir devanear prazerosamente com meus olhos brilhando de pura satisfação ao escutar os possíveis gritos lamuriosos da coadjuvante.

Ergui as sobrancelhas surpresa com a aparente habilidade de Alvi em ler mentes enquanto meu olhar era direcionado para ela. - Perfeito! - Cerrei os punhos resoluta por ter estabelecido um “acordo” aceitável para ambas as partes, ao mesmo tempo iria ligeiramente acenar em afirmação com a cabeça, deixando um sorriso genuinamente contente ser expresso em minha admirável face. Sem o receio de encontrar outros mundanos com vestimentas exatamentes iguais as minhas, tornava mais estimulante cumprir o acordo.

"Hmmmmmm…………” Levando os dedos até a lateral da cabeça começava a sutilmente esfregar meus cabelos utilizando as unhas, meu olhar era deslocado de maneira geral pelos mundanos na localidade, entretanto eu somente fiquei mais confusa, pois além de não identificar a causa do sentimento incômodo, o restante das pessoas estavam exatamente iguais como de praste. "Ainda se parecem filhotes sem presas ou garras” A confusão se fez presente em meus pensamentos, pois eu não compreendia como poderia me sentir aflita, sendo que estou cercada de seres inofensivos. - É, vamos. - Me permiti olhar uma última vez para o público esperando que talvez um milagre aconteça e me explique o motivo dessa preocupação, mas sem nenhuma resposta satisfatória simplesmente adentrei na carruagem junto com Vick. - Jovem Guia, por gentileza conduza o jog até minha residência. - Não me deixaria ser dominada por uma simples sensação ruim, rapidamente estaria recomposta para dizer educadamente o meu destino ao Jovem Guia, enquanto afagava as penas do pescoço da ave como forma de cumprimento, por fim iria cerrar meu olhar nas costas do rapazote quando o mesmo se virasse, pois novamente me sentia incomodada e parecia ser algo vindo dele, enfim, iria simplesmente sacudir a cabeça esperando me livrar destas sensações, para entrar na carruagem e fechar as cortinas, se fosse necessário eu explicaria como chegar ao novo endereço ou deixaria que Vick ficasse encarregada desta tarefa.

Ao chegar na residência. - Irei banhar-me. - Avisaria a Vick que minha pessoa faria uso do banheiro pois queria apaziguar os ânimos após o desfile repleto de emoções distintas. Sabotagem, beliscões, fãs alucinados, sensações inexplicáveis de perigos, eram muitas informações para processar e nada melhor que um relaxante banho para me acalmar, confesso que este aviso seria como um pedido disfarçado, com a intenção de fazer Vick se prontificar a preparar a banheira, mas se ela não tomasse tal iniciativa eu faria por conta própria. - Obrigada. - Iria com um pequeno sorriso contente desenhado em meus lábios caso Vick fosse preparar a banheira para minha pessoa.

Após o banho, ou enquanto Vick está no banheiro realizando os preparativos da banheira eu iria até meu quarto e fecharia as portas, com muita calma, classe e elegância minha pessoa iria suspirar profundamente preenchendo os pulmões de ar, como se estivesse absorvendo todos os sentimentos vivenciados no dia de hoje. - Meu primeiro desfile… - Meu corpo começava a estremecer a ponto de minha pessoa cerrar os punhos numa falha tentativa de conter a empolgação. "Foi um INCRÍVEL SUCESSO!" Tomada pela alegria e empolgação eu pularia na cama abraçando o travesseiro contra o corpo e começaria a rolar de um lado para outro muitíssimo feliz, com meu rosto afundado no travesseiro ao mesmo tempo que um sorriso largo de pura alegria estaria estampado no semblante. "Era uma passarela, e eu estava acima dela, com todas aquelas pessoas me admirando." Meus dedos seriam afundados no travesseiro extravasando toda essa euforia, enquanto minha pessoa estaria cada instante do desfile em sua memória, sorrindo cada vez mais alegre e apertando o travesseiro com muita força. Entretanto se eu escutasse alguma batida na porta ou alguém abrindo-a. - IIIC! - Me surpreenderia deixando escapar um ruído causado pelo susto, para me recompor eu rapidamente me colocaria a sentar na calma com as pernas juntas, ao mesmo tempo iria ajeitar os cabelos com minhas mãos antes de repousá-las acima do colo, além da postura impecável, como não tivesse tido nenhuma atitude infantil e vergonhosa a poucos instantes atrás. - Pois não? - Me forçaria a manter um semblante neutro e agir com naturalidade para falar com quem houvesse adentrado no cômodo, talvez Vick haveria terminado de preparar o banho, ou uma certa doninha intrometida querendo algo.

Após estar devidamente banhada e enxuta minha pessoa escolheria algumas roupas leves e confortáveis no closet do quarto para aguardar pela presença de Alvi, enquanto deixaria que Poky ficasse em meu colo para lhe acariciar os pelos abaixo das bochechas com a ponta de meus dedos delicados, ao mesmo tempo lhe daria algumas uvas, provavelmente minha alegria fizesse eu me sentir bem ao mimá-lo um pouco, até Alvi chegar. - Sim, estas são magníficas. - Diria após escolher e receber as fotos, eu teria escolhido somente as fotografias que minha pessoa se encontra em maior evidência pois não desejava ter outros elementos que pudessem desviar a atenção do principal, neste caso, eu! - Tenho certeza de que elas serão muitíssimo apreciadas. - Um sorriso repleto de fofura indiscreta faria presente em meus lábios, além de provavelmente minhas bochechas ficarem um pouquinho vermelhas, comigo segurando com firmeza uma das fotos estendidas em minha frente, mas sem perder a delicadeza, pois seria inconcebível dobras, arranhões ou amassados, enfim qualquer mínimo dano que pudesse comprometer a fotografia mesmo, se possível eu as entregaria para Vick, deixando-a guardar em um local onde elas estarão totalmente protegidas, ou eu mesma faria isso após terminar de conversar com Alvi. - Quando é o próximo trabalho? - Perguntaria sem a empolgação anterior, apesar de nutrir algum interesse no assunto, pois trata-se de minha pessoa ter sua imagem divulgada por toda a ilha. Se minha conversa com Alvi ocorresse sem maiores problemas eu iria ter a gentileza de acompanhá-la até a porta.

Por fim restaria apenas aguardar pela chegada da Nervosinha, se houvesse tempo eu iria jantar em algum restaurante, ou então deixaria que Vick trouxesse a refeição, não seria exigente nesse assunto, porém eu faria uma pequena artimanha com a tenente, e para isso contaria com o auxílio de Vick. - Quando a Nervosinha chegar diga para que me esperar no quarto, mas se ela perguntar o motivo responda que é simplesmente um pedido meu. - Diria a Vick enquanto esboço um sorriso de cumplicidade com ligeiras nuancias maliciosas.

Quando a tenente chegasse em minha residência eu já estaria devidamente trajada para recebê-la, porém iria me esconder para que Vick pudesse-a conduzir até o quarto, após poucos minutos fazendo a Nervosinha esperar propositalmente com intenção de deixá-la mais ansiosa eu iria me dirigir ao quarto abrindo lentamente a porta, caminhando sensualmente em um ritmo lento até estar diante dela, enquanto tranco a porta do quarto. - Bem vinda tenente, hoje você irá receber uma intensa sessão de treinamentos exaustivos. - Eu estaria usando figurino apertado do ensaio fotográfico com suas características imponentes, e para tal eu iria assumir um papel adequado, encarando perversamente a tenente com meus olhos alaranjados sendo afiados contra ela, deixando que minha voz seja escutada num tom mais grave e autoritário, porém com uma malícia bastante fervorosa. - Espero que vossa pessoa não me desaponte. - Segurando o chicote em ambas as mãos eu iria fazê-lo envergar ao pressionar meus polegares contra o utensílio, então subitamente iria chicotear o ar ao lado de minhas pernas. - Está preparada. - Com minha voz abafada em meio de um suspiro perverso daria a Nervosinha a chance de se recusar a participar desses joguete, mas se ela concordasse. - Você não irá se arrepender. - Mordiscaria meus lábios libidinosos, antes de um sorriso lascivo poder ser visto em meu semblante, e devagar aproximar-me-ia da tenente, desfilando um passo de cada vez, permitindo que o rebolado sensual de meu quadril seja realçado, enquanto manteria meu olhar vil cravado ao dela, como se estivesse prestes a devorá-la por inteiro.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptyQua 04 Nov 2020, 10:33




- Você me pegou Querida. - - S--OUU A UN-IIICA P--EEEGAA A-AAQUI. - Sophie gemia meia profundamente agora que Alvida apertava ainda mais o abraço, Kare as envolvia então, mas obviamente que aquela pequena dose de sofrimento por qual Sophie estava passando nem de longe seria o suficiente para compensar o beliscão no mamilo que ela havia dado em Kare em cima da passarela. Assim a delicada mão de Kare começou a deslizar pelas costas da outra em direção ao seu bumbum enquanto aproveitava-se do aperto que Alvida lhe dava. Kare ter ficado abraçando a ruiva por fora fez com que o abraço se prolongasse um pouco. - AIAIAIAIAIAIAI. - O quadril de Sophie tentava escapar, ela rebolava tentando fugir do aperto em pinça que Kare lhe aplicava, mas o pouco espaço que possuía não era o suficiente para fugir do alcance dos dedos de Kare. Seu bumbum era sensível e aquilo provavelmente lhe deixaria uma marca.

Quando o abraço terminou Sophie estava vermelha, dolorida e meio sem ar. Um de seus braços envolvia a cintura em um abraço nas costelas enquanto o outro ia a suas costas com sua mão afagando a polpa de seu bumbum que latejava devido ao aperto de Kare. O olhar inflamado dela estava dirigido para a dançarina, olhos que claramente anunciavam que iria haver uma vingança à altura.

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Não havia ninguém que lhe chamava a atenção. O sentimento de urgência e perigo antes sentido era imediatamente substituído por um vazio repleto de confusão. Era, talvez, vergonhoso ter-se sentido ameaçada por filhotes e talvez por este sentimento junto a confusão o olhar antes perigoso de Kare tornava-se novamente sutil e harmonioso ao seu belo e impecável rosto. O demônio que antes havia sido refletido pelas chamas de seus olhos havia sumido sem deixar qualquer vestígio…. Ou ao menos assim teria sido se essa visão não tivesse ficado gravada nos corações daqueles que haviam presenciado. Kare havia ficado confusa, mas esse não era um luxo apenas dela, mas sim da maioria ali presente que após aquele pequeno momento ficaram igualmente confusos sem entender se o que haviam visto era mesmo real.

Todavia o episódio deixava a jovem com algo incomodo, uma sensação parecida com a que temos quando UM MALDITO MOSQUITO DEMONIACO DOS INFERNOS FICA ZUMBINDO NA MERDA DA NOSSA ORELHA QUANDO ESTAMOS TENTANDO DORMIR. Sim, poder-se-ia dizer que era algo similar a isso que a morena sedutora estava sentindo.

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- Irei prepará-lo então Senhorita. - era o esperado. Vick certamente tomaria a iniciativa em cumprir as vontades de Kare. Era uma amizade, mas também uma lealdade profunda que a empregada sentia por ela e muito embora não fosse em termos claros uma serva de Kare ela ainda assim cumpria essas funções, não por obrigação, mas por vontade própria. Um gesto que para ela servia para ao menos retribuir aquilo que Kare lhe havia proporcionado no passado.

Vick havia seguido para o banheiro, Poky saltou escalando Kare que dirigia-se ao seu quarto. Lá, com suavidade, trancou a porta. Poky mais uma vez saltava indo agora para cama onde sentava-se e observava sua dona eufórica a sua frente. Uma energia vibrante que tomava conta do corpo esculpido pelos deuses, o coração acelerado, uma sensação vibrante em seu estômago, tudo lhe parecia pura eletricidade. - POKYUNNNN!!   - Poky no momento seguinte teve que ''fugir'' para não ser esmagado no momento em que sua mestra pulou sobre a cama em um "peixinho infantil".


A sensação de finalmente estar fazendo uma das coisas para as quais havia nascido para fazer. Estar acima dos outros sendo contemplada e admirada, estar em evidência, em foco, sem idolatrada e adorada. Ela é claro obtinha sucesso como caçadora, mas… Qual era o mérito disso se não poderia ver as pessoas a lhe admirar? Talvez fosse estranho pensar que ser admirada por mundanos pudesse trazer essa sensação, mas… Se até mesmo os deuses criaram as pessoas para esse fim, porque não? Era o seu lugar, como a deusa que se imaginava ser.

Mais de dez minutos se passaram, Kare exultante sequer teria-os percebido passar. - Senhorita o banho está pronto. - Um toc toc delicado retirou Kare de seu momento eufórico, fazendo-a proferir algo extremamente impróprio, algo Poky de ser.   - O seu banho Senhorita. - Reforçou Vick a ouvir a indagação. Poky por sua vez estava escondido atrás do outro travesseiro com olhos espantados como se houvesse visto uma assombração. Ele tinha a certeza de manter-se quieto temendo o que poderia acontecer consigo caso fosse naquele momento descoberto. Pare ele felizmente a distração de Kare era tamanha que sequer havia percebido até então a bolinha de pelos infiltrada naquele seu momento juvenil.


>><<

Poky inicialmente havia ficado apreensivo de ir no colo de Kare, comportamente muito atipico da Doninha, mas logo havia sido persuadido ao perceber as uvas próximas a sua dona. Assim sentou-se confortavelmente nas belas pernas de Kare enquanto apenas abria a boca permitindo que os doces grãos fossem lhe entregue enquanto ele gemia em deleite pelo afago que acompanhava a refeição.

Alvida não demorou muito a chegar. Ou talvez Kare houvesse demorado muito no banho e para se arrumar. Fosse o que fosse a morena não havia precisado esperar muito por sua empregadora. Alvida entregou as roupas por Kare anteriormente escolhidas e conversaram trivialidades enquanto olhavam as fotos. Kare escolheu as que mais gostou enquanto Alvida defendia uma ou outra acima das demais. Acertaram-se sem muitos problemas e logo Vick seguia com algumas fotografias para alocar em segurança. - Teremos uma apresentação de dança no  Palais Garnier. É o segundo maior teatro da ilha. Eu sei que não chega aos pés do Chords, mas infelizmente aqueles turrões cabeças de pedra permitem apenas apresentações musicais lá. - Havia claro ressentimento na voz de Alvida quanto a isso. - Então pense no  Palais Garnier como o maior teatro da ilha gerido por pessoas inteligentes. - Alvida mandava um papo claro de vendedor. - Sei que você é talentosa e certamente não precisaria ensaiar querida, mas eu seria muito grata se você pudesse aparecer as tardes no Ateliê para ajudar as outras meninas, inspirar elas. A apresentação não pode ser inteira feita por você, mas pode ter um solo se me fizer esse favorzinho. - Alvida indicava com o polegar e o indicador à frente de seu olho direito um sinal de pequeno. A verdade era que ela queria que Kare ensaia-se, mas não queria fazer parecer isso. - O espetáculo será acompanhado por uma orquestra completa. Aqui. - Alvida puxava da bolsa um script que descrevia a peça que seria coreografada. [/color]


>><<


Vick, sem perguntar o porque, havia acatado o pedido de Kare. - Bem vinda Senhorita Marian. A Senhorita pediu que lhe esperasse em seus aposentos. - Kare podia ouvir a conversa de onde se escondia. - Brigada Vick, eu vou esperar lá então. Ela demora? - Acredito que a Senhorita não irá demorar, ela desejou que fique avontade. - A tenente sorriu e se despediu de Vick indo em direção ao quarto. - Levarei Poky para passear e garantir que ninguém se aproxime. Tenha uma boa noite Senhorita. - Após a nervosinha ter deixado a sala Vick ter-se-ia dirigido a Kare e junto a Poky saído da residência.

>><<

- O… Nossa…. - Marian estava sentada na ponta da cama de maneira bem comportada???  Ou foi impressão de Kare o travesseiro ter sido arremessado assim que a porta se abriu? Sim, aparentemente a nervosinha estava sentindo o doce aroma de Kare no travesseiro e envergonhada o arremessou assim que a porta se moveu. Estava prestes a cumprimentar a morena quando todas as suas palavras lhe foram roubadas devido ao figurino por Kare trajado. Ela demorou apenas um instante para entender, estar convivendo com Kare por algum tempo começava a fazer que ela entendesse como as coisas fluem. Assim que processou as palavras ditas pela outra ela imediatamente se levantou e prestou continência para Kare, seus olhos brilhavam e ela mordia o lábio inferior. Ainda era inexperiente e por tal motivo não arriscou palavras, apenas ações.

- Farei o meu melhor Capitã Lawford. - Finalmente conseguia responder, falou algo que para ela era o mais comum, já que improviso não era realmente o seu ponto forte. O coração dela martelava no peito, ansiosa por aquilo. Os dias com Kare eram sempre uma surpresa, imprevisivel, inesperados, quentes….. Sinto nesse momento muita pena dos próximos candidatos a relacionamento que ela possa ter, pois terão estes que se empenhar muito para superar a primeira experiência da vida dela. - S-Sim! - gaguejou, mas conseguiu falar firmemente no fim, sua voz alta e clara como se estivesse respondendo realmente a um superior.

A tenente ficou em posição de sentido, não prestava mais a continência. Seu rosto estava levemente vermelho abaixo dos olhos, em sua roupa leve já era possível ver os sinais de sua excitação, nas marcas pontudinhas que despontavam em seu peito. Mordeu sua língua dentro da boca, ansiosa para descobrir o que Kare pretendia fazer consigo.



>><<

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptyQui 05 Nov 2020, 08:41



Meus olhos ficaram abertos sendo fixados atentamente a Alvida, confesso ter sido surpreendida ao descobrir que meu próximo trabalho seria uma apresentação de dança, mas a principal causa de fascínio não tinha haver comigo. - As outras também sabem dançar? - Provavelmente essa indagação seria ofensiva aos ouvidos de minhas colegas, mas eu julgo ser totalmente ignorável suas opiniões, pois minha pessoa havia imaginado que as outras só tinham capacidade de desfilar e posar para fotos. - Não é como se eu pretendesse pisar no palco do Chords até que a organização venha implorar por minha presença. - Dizia com certo desdém na voz, enquanto iria erguer o queixo num ar de arrogância. Ser o maior ou segundo maior palco da ilha não tem muita relevância, afinal creio que jamais existirá um pedestal grandioso o suficiente que possa comportar minha magnífica pessoa, além do mais, se eu estiver presente, qualquer palco imediatamente se tornará o mais cobiçado. Comumente eu não seria seletiva a ponto de privar o público de me contemplar acima, entretanto eu desejo fazer com que o Sr. Santo fique muitíssimo amargurado ao tentar impedir minha inevitável presença acima do palco no teatro Chords, se for de outra maneira, não será prazeroso o suficiente.

Rapidamente minha pessoa ficaria conformada com o fato de frequentar os ensaios, afinal preciso ao menos visualizar a coreografia uma vez, pois ainda não possuo o dom da clarividência para saber quais serão as atitudes e escolhas futuras dos mundanos, além de meu interesse em supervisionar o ensaio e certificar-me de que nenhuma modelo atrapalhada irá errar um passo ou o ritmo durante o espetáculo. - Que seja, não haverá espaço para as outras, afinal minha pessoa irá naturalmente irá reinvindicar todos os holofotes. - Diria enquanto esboço um pequeno sorriso arrogante no canto de meus lábios ao enaltecer, em seguida meu olhar soberbo iria cair sendo desviado lateralmente, fazendo meu semblante aparentar desapontamento, talvez por minha pessoa ter reacendido uma mínima fagulha de esperança graças às palavras de Alvi comentando a respeito de minha pessoa encontrar uma rival, mas a Coadjuvante me parece ser exatamente o que seu apelido diz. - Não se preocupe, estarei presente nos ensaios. - Ao terminar de dizer me veria obrigada a engolir uma risada maldosa que tentava escapar, minha pessoa imaginava aquelas modelos dançando totalmente desengonçadas, com elas se esbarrando o tempo todo, definitivamente aparenta ser um ótimo espetáculo de comédia. - Mas inspirá-las… Não tenho certeza de que sou capaz, o comum é minha pessoa frustrar as demais quando percebem o abismo
responsável por nos separar. -
Cruzei os braços enquanto desviava o olhar para cima tentando pensar em maneiras de fazer com que as modelos sejam incentivadas a dançar no palco comigo, mas eu só consigo visualizá-las ficando desapontadas pela incapacidade de acompanharem-me.

- Irei me certificar de fazer o solo se tornar o ápice do espetáculo. - Não estaria a enfatizar minha superioridade apenas por satisfação, mas sim teria dito como se estivesse prometendo ou talvez ameaçando, permitindo que meu olhar entreaberto seja fixado de forma determinada aos olhos de Alvi, enquanto deixaria minha sede por competições que a muito tempo estava adormecida ser expressa em um sorriso perverso, pois minha pessoa teria enxergado uma possibilidade de se desafiar, fazer meu solo ser mais apreciado do que o restante todo o espetáculo, talvez seja uma forma interessante de competir contra as outras, mas desejo profundamente não estar superestimando as habilidades das minhas colegas.

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Meu olhar repleto de líbido foi fixado na Nervosinha ao notar o quanto ela ficava feliz em me ver, mesmo que a tenente não transmitisse em palavras, as reações honestas de seu corpo me fizeram esboçar um sorriso carregado de satisfação. - Poderia me explicar o que isso significa? - Diria num tom de inconformação como se estivesse a repreender minha subordinada pela postura inadequada durante a reunião, esclarecendo meu descontentamento eu iria envolver uma das pequenas colinas da marinheira em meus dedos, firmando-os por cima da blusa enquanto lhe faço uma relaxante massagem, atiçando a tenente na intenção de fazê-la dizer o que está sentindo, e como um incentivo a suas palavras, minha pessoa iria pressionar a ponta do dedo indicador contra o pico do pequeno monte, então começaria a circulá-lo, quando a tenente finalmente começasse a falar eu iria apertar o pontinho sensível entre o polegar e indicador, beliscando-a por cima da blusa, em seguida iria puxar, apenas para fazê-la gemer e gaguejar um pouco durante suas palavras.

- Essa postura impertinente, você me obriga a tomar atitudes drásticas para lhe corrigir. - Aproximar-ia meu rosto ao da tenente, fingindo culpá-la por sua natureza devassa, entretanto minha voz maliciosa sendo praticamente sussurrada em seu ouvido poderia facilmente esclarecer qual seria o tipo de atitude que pretendo ter a fim de discipliná-la. - Segure! - Sem maiores explicações irá erguer o chicote na horizontal em frente a boca de tenente. - Não o deixe cair. - Minha voz rigorosa teria soado perversamente em tom de ameaça, em seguida iria abrir expor as pequenas colinas da marinha, abrindo abruptamente os botões superiores de sua camisa. Então ficaria por alguns instantes apenas apreciando, com meus olhos sedentos, lambendo os lábios antes de envolver circularmente a base dos pequenos montes em meus dedos, pressionando-os para salientá-los, e sem maiores cerimônias iria envolvê-los em meus lábios deleitando-me com sua textura, ao mesmo tempo minha língua iria percorrer toda a extensão de cada colina, me permitindo a mordiscar e apertar seu ápice.

Em seguida minha pessoa iria apanhar o chicote que a Nervosinha estaria segurando com a boca, deslizando a ponta do objeto contra o topo de cada pequena montanha, desenhando círculos ao seu redor, além de pincelar o ponto sensível em diferentes direções. - Agora, remova o restante de sua vestimenta e assim eu poderei prosseguir com a avaliação física. - Em conjunto com as palavras autoritárias sendo entonadas de maneira bastante lasciva, minha pessoa iria deslizar a ponta do chicote pelo abdômen da tenente, descendo até alcançar a saia, iria aguardar o cumprimento de minhas ordens pela tenente, então utilizaria somente a extremidade do chicote para estimular verticalmente à superfície de sua fruta suculenta, então levaria o chicote até meus lábios, então iria lambê-lo bem devagar, podendo apreciar o prazeroso sabor do mel da tenente, enquanto iria fitá-la através do canto de meus olhos maléficos.

- A gravidade da situação é maior do que eu previa, terei de discipliná-la imediatamente. - Sem esconder a satisfação estampada em meu sorriso eu iria empurrar a tenente de costas para a cama, mas com certo cuidado pois não desejo machucá-la, então começaria a me despir sem muita pressa, permitindo que a Nervosinha possa me contemplar um pouco, antes de minha pessoa também subir no colchão, pois minha pessoa teria preenchido sua flor com beijos beijos molhados sem me importar com os sons obscenos causados por minha língua, enquanto o chicote ficaria ao lado de nós duas.

Minha intenção seria apenas a de deixar a Nervosinha muitíssimo estimulada, pois antes que ela pudesse extravasar toda a excitação eu iria me ajoelhar em volta de sua cabeça, expondo a ela que a excitação transbordava de minha pessoa. - Seu comportamento impertinente é o responsável por me deixar nesse estado, como minha subordinada você tem a obrigação de corrigir os próprios erros. - Um risinho malicioso escaparia, enquanto tentaria manter a pose tirana, porém minha voz luxuriosa em meio a respiração ofegante provavelmente iria extinguir qualquer possibilidade de minha pessoa aparentar imponência. Eu apenas queria receber antes de proporcionar prazer a Nervosinha nessa ocasião, porém eu iria atiçá-la com provocações, usando uma de minhas mãos para estimular as colinas enquanto o chicote iria deslizar até a região mais sensível e suculenta da tenente.

Claro que minha pessoa jamais deixaria a Nervosinha insatisfeita, e poderia causar algumas marcas graças ao chicote, mas apenas se a tenente demonstrar gostar dessa experiência, digamos, mais impetuosa. Talvez minha pessoa possa ter um desgaste superior ao normal, pois a “Capitã Lawford” teria se dedicado bastante em fazer o corpo da marinheira estremecer até que lhe falte forças, devido às inúmeras demonstrações de afeto realizadas por minha pessoa, após tantas emoções serem vivenciadas por nós, eu me deitava de costas no colchão enquanto iria envolver a tenente por baixo pescoço, trazendo-a até próximo de mim, deixando que nossos corpos ficassem conectados e assim poderíamos adormecer juntas.

Na manhã seguinte iria prosseguir com minha rotina matinal, banhar, desjejuar, acompanhar a Nervosinha até a porta e me despedir dela com um breve beijo, porém quando eu estivesse a sós com a marinheira, iria lhe fazer uma pergunta que aparenta causar-me certo incômodo. - Ontem a noite, que tipo de indecência você estava fazendo com meu travesseiro? Devo me preocupar? - Iria questioná-la fingindo estar perplexa mantendo as sobrancelhas arqueadas além do olhar desconfiante, enquanto inclinava o corpo para longe da morena. Porém caso ela fique envergonhada eu não a faria sofrer por muito tempo, e lhe daria um beijo na testa enquanto acaricio as costas de sua cabeça, creio que assim poderia demonstrar se tratar apenas de uma piada.

Após me despedir da tenente eu iria me deslocar até o ateliê de Des, acompanhada por Vick, podendo finalmente fazer o pedido do vestido de gala, as exigências e termos seriam bem parecidas com as do figurino, a principal diferença seria. - O vestido pode ser longo, mas preferencialmente com uma fenda nas pernas, e ele precisa transmitir uma atmosfera de formalidade, sem perder todo o ar sensual e elegante, consegue fazer? - Minha voz ansiosa demonstraria comum alegria de minha pessoa pedir por roupas de alta costura, mas sem toda a euforia da última vez, afinal fazia pouco tempo entre um pedido e outro. - Faça o seu pior. - Diria a Vick num tom de voz animado desejando incentivá-la a usar suas técnicas de persuasão contra o alfaiate, e assim deixá-lo inspirado a criar outra obra prima. Quando o desenho do vestido estivesse concluído eu iria pedir pelo Day, pois é inconcebível comprar um vestido novo sem um par de sapatos combinando. Então iria pagar adiantado pelo conjunto de roupas, aguardando descobrir qual será o horário de entrega, por fim me deslocaria até o ateliê de Alvi, a fim de supervisionar o ensaio das modelos-dançarinas.


Histórico:
 
Perdas e Ganhos:
 
Objetivos:
 
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptyQui 05 Nov 2020, 19:37




- Algumas das meninas sabem, mas não todas. A maior parte do grupo de dança é formado por outros integrantes. - Alvida respondia o questionamento de Kare, não o achando ofensivo, pois achava ser o correto imaginar que não poderiam haver assim tantas pessoas polivalentes hábeis espalhadas por aí. - Do jeito que o velho Chords é… Bem, essa pode ser uma tarefa difícil, mas… Hoho, conte comigo querida, vamos fazer isso. - Planos começavam a passar na cabeça de Alvida, pois ver o velho, o qual ela não gostava, implorar, mas ainda que seu desejo fosse essa a ruiva acreditava ser algo difícil de se realizar, ao menos por conhecer a personalidade daquele homem.

Kare podia ter um pensamento um pouco errado no momento, pois embora Bast ostentasse algum poder de decisão a palavra final não cabia a ele, como também poderia não caber ao próprio Chords.

Prosseguiram a conversa acertando-se nos detalhes. Kare, sem o poder da clarividência, aceitava sem muitos problemas participar dos ensaios. Afinal precisava garantir que nenhuma destrambelhada fizesse algo tão deplorável que pudesse deixar uma má impressão no SEU momento de brilhar.

- Entendo Querida, mas elas não precisam saber da verdade, precisam? - Alvida insinua que Kare poderia… bem… distorcer algumas palavras e transformar sua história em algo que pudesse vir a inspirar as outras dançarinas. - Deve ser tãoooo chato brilhar em meio a um monte de estrelas apagadas. Não seria melhor brilhar mais forte que muitas outras estrelas brilhantes? - Alvida em alguma outra vida devia ter sido um demônio sugador de almas, sim… isso é o provável.

>><<

- Issuuuuuu. Hmm. - Foi difícil para ela falar, embora o toque de Kare ainda não houvesse sido amplamente estimulante, ela no estado que se encontrava viasse vulnerável a qualquer pequeno estímulo. - É culpa sua… - conseguiu dizer, na verdade havia ido até mais longe do que o possivelmente previsto por Kare. A Nervosinha conseguirá ser afrontosa em sua resposta o que… bem… não necessariamente é algo ruim… bem… não neste momento, hehe. Ainda assim, culpar um "superior" não era uma conduta sensata e como se já não bastasse sua inadequada postura agora existia o agravante de sua língua impertinente. Certamente isso precisava ser IMEDIATAMENTE corrigido. - Siiiiimmmm… a-a capi-pitã é a culpa--da e deve a-assumiiiirrrrrr, hnmmmm… A re-responsábilidade. - Os dedos de Kare circulavam os já sensíveis bicos da tenente causando-lhe todo o tipo de arrepio em seu corpo. - Por sua subor-bordinada. - A tenente incentivava Kare a tomar providências enquanto continuava a ser impertinente sem suas respostas. Seu rosto mais ruborizados fazia um par muito belo com seus lábios vermelhos que agora estavam a ser mordidos para abafar os gemidos que queriam escapar.

O chicote foi encostado nos lábios da tenente, está que demorou um pequeno segundo para atender, mas abriu a boca mordendo o cabo. Estava agora "amordaçada" e talvez por isso não gritou quando foi pega de surpresa, assustando-se, pela brusquidão que Kare havia aberto sua camisa. Os botões de madeira voaram após seus pontos terem sido arrebentados. Kare a contemplava, o corpo estreito da tenente, que poderia ter sido muito mais delicado se não fosse o constante treinamento militar. Uma barriga firme com traços dos músculos, o mesmo em seus ombros, mas esse mesmo treinamento lhe dava aquela pequena curva acinturada que salientava bem os seus quadris, seus pequenos seios combinavam bem naquele corpo, as pequenas auréolas rosadas agora já levemente avermelhadas estavam apontando na direção de Kare. Essa pausa dava a tenente o tempo de se recompor do susto, ela olhava para Kare com seus olhos negro brilhando em seu rosto corado, sua respiração acelerada era o traço mais marcante da sua espectativa.

O "intervalo" não persistiu por muito tempo e logo Kare fartou-se naquela "pequena" refeição. Devido ao "personagem" a tenente lutava para manter-se firme, afinal, não havia recebido a permissão para "descansar" e por tal manteve-se em sentido enquanto "sofria" terrivelmente sob os abusos de Kare. Ainda que seu autocontrole fosse bom era-lhe quase impossível evitar que seu corpo tremesse e desse pequenos pulos conforme mais sensível estava. Todavia essas pequenas demonstrações contidas tornavam ainda mais prazeroso para Kare continuar sua "disciplina".

Kare recuperou o chicote, deslizando-o pelo local disciplinado. - Cuidado. - Marian falou baixinho ao sentir um pouquinho de dor devido a superfície mais áspera em contato com as muito estimuladas colinas. O pequeno pedido não atrapalhava em nada a brincadeira, mas já informava para Kare que embora a tenente gostasse do jogo ela não desejava sentir dor. A velocidade com que Marian tirou o resto da roupa demonstrava a "eficiência" com a qual ela havia aderido ao papel, pois em um instante já estava novamente em pé nua a frente de Kare. - Sim capitã. …. Pronto Capitã… - As duas coisas haviam sido ditas quase ao mesmo tempo.

A inspeção de Kare era minuciosa e seus atentos olhos junto a sua vasta experiência logo lhe indicavam o cerne do problema. Uma verificação mais precisa era realizada e logo ela tinha toda a confirmação de que precisava. Marian moveu os labios, falando sem produzir sons. "A culpa é sua." E certamente essa era uma das melhores coisas a ser culpado.

Todavia o problema de insubordinação estava se agravando e Kare precisava logo corrigir aquela língua impertinente de sua subordinada. - A capitã vai me disciplinar agora? - A tenente caia de costas na cama, permitindo-se espalhar e ficar vulneravel a Kare. Não escondia nada, não se protegia e se entregava por completo, sua mão seguiu até atrás da cabeça da morena, seu toque suave dançou pelos cabelos macios da dançarina. Um toque gentil que apenas expressava o desejo de querer mais tal como os dedinhos de seus pés que se contraiam expressando o mesmo desejo. Kare a conduzia e o corpo dela cantava de acordo.

- Esse parece um "erro muito grave", talvez eu precise de muito tempo para corrigir capitã. - Ela mantinha-se impertinente, mesmo com sua cabeça presa entre as pernas de Kare. E assim como haviam sido suas palavras a tenente ter-se-ia dedicado a levar bastante tempo, mantendo-se no "personagem" levemente impertinente que havia incorporado. Teria ficado brincando com Kare, estimulando-a com lentidão de modo que a morena pudesse demorar bastante para chegar onde desejava. Um toque suave substituído por um toque cheio de fome, um leve soprar alternado com doces mordidas na pele macia das coxas da dançarina. As mãos da tenente seguravam Kare pela cintura e horas teriam tentado impedi-la de rebolar, a tenente insubordinada parecia querer controlar.

>><<


Kare abriu os olhos. Marian respirava suavemente de encontro ao seu pescoço. A pequena tenente estava na verdade meio jogada por cima de si. Acordar por si só estava estranho. Tudo estava quieto, ainda estava escuro. Seus olhos percebiam as formas vagas do quarto. Seu corpo levemente dolorido devido toda a agitação anterior principalmente suas panturrilhas, afinal Marian havia se dedicado bastante na tentativa de deixá-la com câimbra.

O amanhecer provavelmente não tardaria, mas era dificil saber. Algo a havia despertado, sentia mais uma vez aquela sensação incômoda… Alvida estava embaixo da cama? Ou talvez dentro do armário? Talvez Selena caísse do Teto em uma cabeçada kamikaze?

Nesse pensamento percebeu algo no teto, uma sombra mais densa que parecia estar grudada e difere do restante. O teto do quarto era alto, talvez uns 4m de altura, algo brilhou quando a cortina sacudiu devido ao vento, porém a janela deveria estar fechada. Uma cabeça se torceu olhando para baixo em direção a Kare e havia uma garra brilhante na ponta dos dedos.


>><<

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 4 EmptySex 06 Nov 2020, 09:11









O desenrolar dos acontecimentos noturnos havia sido deveras prazeroso, com todo a energia gasta minha pessoa ficou tranquilamente reconfortada na cama, permitindo-se relaxar por inteira. "Eu estava correta em apostar naquele olhar." Pouco antes de fechar os olhos iria virar o rosto na direção da tenente, fitando-a com ternura e apreço, no dia que conheci a Nervosinha sua atitude obstinada me cativou, o fato dela se impor para proteger aquilo que lhe era precioso me fez desejar possuí-la, e fazê-la se dedicar com o mesmo empenho aos meus interesses, toda essa lealdade é muitíssimo apreciada em subalternos. "Ela ainda precisa crescer, e assim poderei chamá-la de aliada." Minha vontade era afagar brevemente a franja da marinheira, mas devido ao receio de acordá-la me contive, não pensei somente em aspectos físicos e sim em méritos profissionais como também psicológicos, apesar disso eu irei me atrever a confiar nela pois a tenente demonstra ser bastante esforçada quando se trata de atender expectativas. "E ela aprende bem rápido." Mordisquei os lábios deixando transparecer minha líbido em um sorriso cobiçoso, confesso que a Nervosinha conseguiu deixar-me verdadeiramente atiçada com sua atitude "rebelde" me afrontando em todas as oportunidades, com certeza tais ações forneceram um motivo para minha pessoa se dedicar.

Caso a Nervosinha perceba que minha eu estou a encará-la sem qualquer sutileza. - Estou planejando quais indecências e obscenidades irei preparar na próxima vez, além de um desejo que ainda não tive a oportunidade de concretizar. - Dizendo bem baixinho manteria um tom de voz ligeiramente cômico, utilizando propositalmente palavras que poderiam envergonhá-la. Então iria realizar a minha vontade tomando uma ação, aproximando meu rosto ao da tenente lhe daria um longo beijo afetuoso na testa, aproveitando para inspirar profundamente a fim de sentir o fragância de seus cabelos. - Tão cheiroso. - Dizendo de maneira carinhaosa, desejando demonstrar que não a julgava por ter feito algo parecido com meu travesseiro. E finalmente iria adormecer.

Não pude encontrar um problema, empecilho ou defeito nessa noite, sendo seria praticamente impossível que minha pessoa não viesse adormecer perfeitamente bem, aproveitando o momento de descanso que parecia ainda mais relaxante após toda a agitação noturna. Entretanto eu estava profundamente enganada. "Só pode ser um sonho…" Sentindo que o corpo ainda não estava totalmente recuperado, com aquela dorzinha gostosa no corpo me fazendo lembrar dos excitantes momentos vivenciados com a Nervosinha, as pernas ainda latejando após diversas ondas prazerosas terem percorrida toda a extensão de meu ser, todas essas sensações que me faziam simplesmente querer ficar aninhada na cama com a tenente em meus braços rapidamente se tornaram um incômodo.

Eu tinha a ampla certeza de que era real, mas minha pessoa desejava com todas as suas forças estar vivenciando um pesadelo, porém a sensação desconfortável anteriormente pressentida além da presença obscura no teto fez com que eu despertasse imediatamente, com meu olhar afiado na direção do teto, encarando-a com nenhum outro sentimento além de uma frieza violenta beirando a psicopatia. "Péssimo lugar, momento tenebroso." Se o mais profundo ódio não houvesse me dominado, provavelmente eu sentiria pena dessa presença, ter invadido a minha residência não me parece muito diferente de assinar a própria sentença de morte, eu poderia caçoar do péssimo criminoso que fôra antes de concluir seu trabalho, entretanto há tesouros que preciso proteger, e isso estaria acima de qualquer capricho ou infantilidade.

Bruscamente iria puxar meu braço debaixo da tenente para poder acordá-la e recuperar a minha liberdade de movimentos, ao mesmo tempo teria projetado as pernas para trás tomando impulso para me levantar com um pequeno salto caindo de pé no colchão com os joelhos flexionados, na sequência eu iria pular me deslocando parcialmente para a lateral, pois assim eu poderia me esquivar da presença no teto acreditando que tal criatura iria propositalmente cair contra mim quando eu me percebesse minha movimentação, no ar eu rotacionar-ia o corpo para aplicar um chute de calcanhar na presença erguendo minha perna para cima, com intenção de derrubá-la para fora do colchão.

Após novamente aterrissar minha pessoa iria puxar o lençol por cima da tenente a fim de deixá-la enrolada enquanto a traria para próximo de mim segurando-a firmemente em meus braços, com a tenente no colo eu iria saltar pular na direção da porta do quarto, colocando a marinheira de pé enquanto abriria a porta. - Victória temos visitantes indesejados! - Não chegaria a gritar porém iria exclamar elevando o tom de voz com afinco economizando nas palavras devido a urgência da situação, acreditando que apenas alertar Vick sobre os invasores será suficiente para ela saber como reagir.

Então iria empurrar a Nervosinha para fora do quarto, utilizando força suficiente apenas para fazê-la dar alguns passos, em seguida bateria a porta do quarto e imediatamente me afastaria alguns passos caso a criatura houvesse desferido uma investida em minha direção, e se assim fosse feito eu iria chutá-la de baixo para cima com o peito do pé a fim de afastá-la.

Tendo conseguido remover a Nervosinha do quarto. "Uma preocupação a menos." Ficaria aliviada afinal não creio que a tenente poderia combater os invasores em seu estado atual, além de provavelmente estar sem sua katana, e também não é de meu interesse deixá-la se ferir.

Durante minhas ações para tentar proteger/me livrar da tenente, eu teria lembrado também onde a lança está guardada, se a residência fosse contemplada com as maravilhas da vida moderna e possuísse energia elétrica eu iria ligar as luzes do quarto apertando o interruptor. Em seguida imediatamente iria correr até o local onde deixei a lança, apanhando-a e se houvesse tempo iria atacar a criatura ou algum outro ser que estivesse no quarto, priorizando apenas a proximidade, aplicando uma rápida estocada na altura do peitoral permitindo a haste deslizar pela palma de minha mão a fim de aumentar aumentar a velocidade do ataque antes de firmar e recolher a lança.

Se quando eu acendesse as luzes a criatura estivesse muito incomodada a ponto de não conseguir atacar ou se defender com eficiência durante alguns segundos. "Realmente funcionou." Seria um acontecimento feliz, pois era apenas uma tentativa de atrapalhar o invasor fazendo o quarto ser repentinamente iluminado após os olhos do invasor terem se acostumado com a escuridão. E caso esse intervalo de tempo até a recuperação do invasor seja relativamente eu iria me aproveitar para lhe desferir outra estocada, avançando um passo enquanto estico meus braços para poder atingí-lo no alcance máximo de minha arma.

Porém se a lança estiver guardada em um local que demandaria mais tempo para apanhá-la eu daria prioridade a recuperar minha arma, deixando as luzes apagadas pois desejo acendê-las quando puder tirar total vantagem da iluminação, enquanto isso eu teria me focado em desviar a passos rápidos e revidando com chutes pesado, girando o corpo em torno do calcanhar para me impulsionar aumentando a força por consequência, não tentaria acertar uma região específica pois minha orientação seria apenas pela visão da silhueta obscura.

Porém caso não haja energia elétrica eu tentaria apanhar a lança e iria aguardar por Vick, torcendo para que ela consiga uma lamparina ou algo do gênero.

A princípio não tomaria nenhuma atitude elaborado pois desejo analisar melhor o "campo de batalha" além de desejar identificar quem é o invasor ou se há mais de um. No geral eu tentaria manter a(s) criatura (s) distantes de mim, atacando principalmente com estocadas rápidas enquanto prossigo avançando com passos curtos, mesmo que eu não consiga acertar minha principal intenção seria pressionar o invasor com uma sucessão de ataques velozes para poder induzí-lo a se locomover até ficar de costas para uma das paredes do cômodo, e para isso eu iria aplicar cortes após o golpe perfurante na possibilidade da criatura tentar escapar até um local "aberto" no quarto. Se eu for atacada no processo, iria me afastar rapidamente enquanto iria cortar golpear a minha frente de maneira antecipada, com um corte vertical descendente a fim de manter o invasor distante, para manter a minha pressão na sequência eu iria lhe desferir um ataque perfurocortante ascendente.

A princípio eu evitaria utilizar de ataques amplos na horizontal, pois não desejo acertar móveis, paredes, graças ao comprimento de minha arma, entretanto se houver dois ou mais invasores e ambos estivessem um ao lado do outro, nessa situação eu tentaria um corte lateral para acertar múltiplos alvos atacando apenas uma vez. Porém, se houver um(a) atirador(a), ele(a) não será minha prioridade, eu somente tentaria desviar de seus disparos, inclinando o corpo para uma direção diferente da trajetória dos projéteis, a fim de poder me recompor com agilidade para golpear o alvo mais próximo, entretanto se minha pessoa for recebida com uma saraivada de tiros, me veria obrigada a saltar para longe preferencialmente mantendo-me longe das paredes, pois assim eu poderia ter liberdade de esquivar-me sucessivamente.

Com o quarto iluminando e minha lança em mãos. - Serei direta, se renda agora e terá o privilégio de ser preso. - Iria com a lâmina da lança na direção do invasor, enquanto estaria a encará-lo com meu olhar gélido, sem minha pessoa esboçar qualquer expressão em sua face, dizendo com bastante seriedade em minha voz calma, desejando dar a entender que a crueldade de minha pessoa faria a prisão parecer uma benção. Mas caso haja mais de um invasor. - Eu só preciso de um, escolham rapidamente quem desejam salvar, caso se recusem eu tomarei a liberdade de decidir. - Eu estava profundamente irritantes com meros mundanos tendo a audácia de invadir minha residência, mas nem por isso deixei o desespero dominar minha pessoa, mantendo a racionalidade durante todo o tempo, seria realmente agradável se eles desistissem apenas porque eu mandei, mas não tenho qualquer expectativa nessa possibilidade, por isso meu comentário que poderia ser facilmente interpretado como uma provocação seria para testar a reação das criaturas além de fornecer algum tempo extra para minha pessoa analisar calmamente os invasores presentes no cômodo.


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