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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

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MensagemAssunto: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptyDom 18 Out 2020, 18:35

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptyTer 27 Out 2020, 19:05



- Creio que ele não usará nenhum utensílio nocivo. - Respondia a Vick após comentar a respeito de minha coragem, não culpo por ter esse tipo de desconfiança, afinal pode não ser muito sensato deixar que um maníaco psicótico se aproxime tanto, mas o que minha pessoa poderia fazer? Meus nobres pésinhos necessitam de cuidados constante, como minha pessoa poderia negligenciar atenção a eles quando oferecida?

Quase soltei uma risada deselegante ao escutar o pedido de Day, infelizmente para ele minha pessoa ainda não o considera apto a beijar meus majestosos pés, por tal razão ele terá de se contentar em apenas apreciá-los e tocá-los, elevando o dedão do pé livre eu o movi até a ficar na frente do rosto de Day e o balancei com suavidade para esquerda e para direita negando seu pedido num gesto um tanto provocativo. Por fim apenas apoiei minhas costas no encosto do assento, inclinando o pescoço para trás, apenas desfrutando dos mimos recebidos, meus olhinhos por vezes reviraram quando Day apertava no "lugar certo", e em meus lábios a aquela experiência era refletida num num sorriso largo de satisfação, vez ou outra meus dedinhos eram encolhidos com minha perna se contorcendo quando o estímulo era deveras intensos, mesmo comigo soltando poucos gemidos agudos e impertinentes, enquanto a maioria era abafada, Vick me repreendia. - ...Tá… - Disse em meio a um suspiros quente e ofegante, também mordiscava o dedo indicador enquanto meu olhar entreaberto carregado de prazer seria direcionado a Vick, para ser sincera, minha pessoa pode relaxar tanto a ponto de não sentir vontade de retrucar.

>><<

Como se eu pudesse me sentir ofendida por deixar de comprar um vestido que nem foi feito exclusivamente para minha pessoa, além de nunca sequer eu ter tido interesse em comprar algo na loja de roupas. Entretanto na Íchos Clef a situação seria um tanto diferente. - Boa tarde, estou a procura de um violino, desejo ver apenas os que foram construídos pelo artesão mais capacitado da ilha. - Dizendo sem grande motivação na voz pois não queria ver centenas de amostras sendo assim tentei reduzir o número de exemplares. Meu olhar ligeiramente desinteressado percorria o interior da loja. "Quantos mundanos." Achei muito incomum ter pessoas de diferentes estirpes frequentando a mais renomada loja de instrumentos, eu tinha em mente que haveria um público seleto, mas dei de ombros ignorando-os, enquanto retomava minha atenção a procura do violino. - E o som produzido por eles é realmente refinado? Ou o luthier responsável por suas construções se dedica apenas em deixá-los bonitos? - Iria encarar atendente pelo canto dos olhos, afiando o olhar em desconfiança, questionando a qualidade do violino com a intenção de fazer a recepcionista defender a excelência do produto.

Caso minha despretensiosa abordagem seja bem sucedida. - Ohh! Ele(a) constrói instrumentos tão bons quanto vossa pessoa diz? - Iria abrir bem os olhos ao encarar a atendente, minha pessoa fingiria estar surpresa a ponto ficar boquiaberta além de manter as sobrancelhas erguidas. - Com esse nível de habilidade ele(a) deve se alguém muitíssimo solicitado, aposto que é praticamente impossível encontrá-lo. - Dizendo como se fosse uma pergunta retórica, sem de fato estar dirigindo tais palavras a atendente, pois desejo que minha reação admirada faça a recepcionista me contar mais a respeito do artesão, sem que ela perceba. Dando seguimento a minha busca por informações, usarei a tática de me referir a pessoa por um apelido carinhoso, quando na verdade eu apenas não decorei seu nome. - Su, serei sincera com vossa pessoa, meu antigo violino foi furtado durante minhas viagens pelas ilhas da grand line, e agora preciso de um novo pois tenho um show agendado no teatro Chords daqui a menos de um mês, e eu desejo pessoalmente entregar um convite na primeira fila para a pessoa que foi a responsável por permitir minha apresentação de ocorrer, vai ser minha forma de agradecer, por tal razão desejo saber onde encontro esse luthier. - Visivelmente entristecida iria juntar as mãos girando os polegares um em volta do outro, com meu olhar cabisbaixo e a voz deprimida durante boa parte do monólogo, então iria direcionar a ela um olhar trêmulo a fim de deixá-la comovida.

Se o simples truque fosse o suficiente para fazê-la falar o paradeiro do artesão, toda o Sr entristecido em meu semblante iria desaparecer como se nunca houvesse existido. - Ótimo! Obrigada pela informação Su, até breve. - Acenaria com a mão mandando um "tchauzinho" enquanto ela poderia ver a alegria estampada em meu olhar, além do sorriso travesso, logo antes de minha pessoa se afastar com intuito de deixar a loja.

Entretanto caso a recepcionista se recuse a transmitir a informação que desejo, me verei obrigada a utilizar artifícios pesado. - Não seja tão frígida… - Dizendo num tom dengoso, enquanto iria provocá-la com o olhar lascivos. - Uma senhorita tão gentil quanto vossa pessoa não combina com essa expressão amargurada. - Lentamente iria me aproximar da atendente ficando com meu rosto próximo ao dela. - Nós podemos ser ótimas amigas, e amigas não guardam segredos uma da outra certo? - Prosseguindo com minha fala claramente mal intencionada. - E claro que amigas também cuidam uma da outra, por exemplo de minha amiga estiver muito cansada eu poderia pagar uma massagem relaxante em um spa. - Se a atendente não recusasse eu iria envolvê-la por trás do ombros, trazendo-a até mim para que meus lábios fiquem próximos de sua orelha, lhe proporcionando a oportunidade de escutar minha doce voz, então mostraria a ela uma nota de 100k, colocando-a dentro da gola de sua blusa perto do ombro. - E também alguém para fazer suas unhas, afinal não quero que minhas amigas pareçam desleixadas. - Mantendo a voz maliciosamente adocicada enquanto lhe dou outra nota. - Também não podemos esquecer da maquiagem. - Mais uma nota de 100k seria entregue. - Mas do que adianta tudo isso sem roupas novas para minha amiga tão querida. - Esconderia outra nota em sua camisa. - E claro, uma bolsa nova para combinar com as roupas. - Vagarosamente eu iria aproximar meus lábios cativantes a orelha da atendente, enquanto-a a mantenho firmemente envolvida pelo ombro, tentando impedir que os demais mundanos possam compreender o que está acontecendo entre nós. - Agora que nossa amizade foi estabelecida você pode me contar o que desejo saber, certo? Entretanto. - Com a recepcionista "presa" em meu enlaço. - Amigas não enganam uma a outra, e coisas ruins podem acontecer com amizades falsas… - Diria com a voz bastante perversa sem dar muitos detalhes do que poderia acontecer com ela caso me enganasse. - Mas se lembre, quanto mais sua amiga ficar contente melhores podem ser os presentes dela. - Por fim iria finalizar enfatizando os benefícios de nossa "amizade", permitindo que minha voz seja soada carinhosamente aos ouvidos da atendente. Se depois de meus incentivos a recepcionista cooperar comigo. - Excelente… - Dizendo num tom de voz calorosamente satisfatório, e como uma última travessura iria soprar atrás de sua orelha antes de me desvencilhar para deixar a loja, a fim de deslocar até o endereço do artesão.

Entretanto se minha procura por informações fosse infrutífera. - Vamos até uma loja de den den mushis. - Dizendo a Vick a respeito de nosso novo destino, pois são utensílios úteis para nós, além de minha pessoa poder utilizar esse tempo para pensar em uma nova forma de descobrir onde encontrar o luthier "mais renomado" de Tuntz Tuntz.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptyQua 28 Out 2020, 12:40




- EntendoEntendo… Uma mordida talvez? -  Certo, a esperança era a última que morre, então talvez se Kare não houvesse permitido os beijos o único motivo poderia ser por ela desejar algo mais ousado… Sim… Daymond torcia por isso enquanto se mantinha hipnotizado pelo pé de Kare que lhe acenava negativamente, esperando que talvez o movimento mudasse.

>>Na loja de Violinos<<



- É claro, os Violinos ficam por aqui, mas… - A vendedora havia achado um tanto curiosa a solicitação sobre a especificidade de ser o melhor artesão da Ilha, mas não cabia a ela questionar as ''superstições'' de seus fregueses, afinal, fosse o melhor violino de algum artesão de fora, ou da ilha, ainda seria uma grande venda. - O mais famoso e competente da ilha é certamente o Senhor Etienne Valelot, temos apenas dois exemplares dele no momento. O som de ambos é magnífico na mão de um musicista de excelência, a principal diferença entre eles está no acabamento e também na madeira utilizada, já que o formato do instrumento já é perfeito para o seu propósito. - Enquanto a jovem vendedora, de aparência refinada e intelectual, explicava eles chegaram na seção dos violinos.

Tal como havia sido sua explicação, os modelos em termos fundamentais não variam, todos, ao menos para os olhos, pareciam ter o formato idêntico. Chegaram a um expositor duplo com formato de pedestal onde os violinos estavam escorados levemente inclinados um na direção do outro. - Esses são os dois Valelot's que possuímos. - Um dos modelos tinha uma cor mais escura e profunda, mas sem perder o brilho, enquanto o outro possuía uma coloração mais clara, um marrom com traços de vermelho em seus veios.  Ambos possuíam um apoio para o queixo bem acabado e firme, perfeitamente polido e com um leve acolchoado em couro bem tratado de cores marrom em diferentes tonalidades a combinar com a peça na qual estava fixadas.

- Valelot é certamente o melhor artesão de violinos da ilha, então o som é realmente bom, gostaria de experimentar? - A jovem ofertava o violino para Kare após pegar um arco que estava preso ao lado do pedestal. - Temos uma sala de som se a senhorita desejar. - Kare todavia ainda permanecia ''provocando'' a vendedora. - Com toda certeza. O próprio Bast utiliza dos serviços dele para cuidar do seu Alaúde, mesmo que a especialidade de Valelot sejam violinos.  As pessoas bem que tentam, mas assim como muitos mestres ele também aprecia sua privacidade, seria realmente complicado criar obras primas ao ser constantemente importunado. - A vendedora, mesmo sendo alguém experiente em seu ofício, se deixava levar pelo ritmo imposto por Kare, afinal, um de seus muitos papéis era ser agradável e prestativa aos clientes, afinal… Aquela era uma venda de aproximadamente 20 milhões, ela receberia uma comissão muito boa e após o falecimento dos seus pais e ela ter se tornado responsável por seu irmão menor que atualmente havia se tornado um encrenqueiro na vizinhança… bem… ela precisava do dinheiro.

Kare finalmente jogava sua cartada, revelando suas verdadeira intenções. Su não perdia o sorriso, e sequer entrava em discussão sobre a veracidade das informações ditas por Kare, todavia. - Eu lamento Senhorita, mas somos todos instruídos a não revelar o endereço do Senhor Valelot.

É… infelizmente para Kare seus métodos ''furtivos'' não haviam funcionado, afinal, aquele era um mundo movido pelo dinheiro e para Su, uma venda, era um bom dinheiro para ela e seu irmão, ainda que Kare não o soubesse.

- Peço que entenda Senhorita, não é isso, mas são ordens da casa.   - Kare não se dava por satisfeita e ia avançando sobre a mulher a passos lentos. A vendedora, que ainda tinha o violino e arco em mãos não recuou e por isso acabaram ficando cara a cara. Se uma certa tenente visse isso poderia ficar enciumada. - Hunn? - Su nada falava sobre serem amigos, apenas demonstrava interesse em entender o que Kare desejava com aquela conversa e pouco a pouco o rumo ia se tornando mais claro. - Entendo Senhorita, realmente a vossa pessoa parece uma boa amiga, mas eu tenho gostos caros e os SPA e roupas da ilha não são baratos e eu lamento, ainda não consigo me lembrar do endereço dele. - Talvez eu devesse pedir pro Gerente me lembrar? - Era mais ou menos uma ameaça da qual ela esperava conseguir mais dinheiro e também impedir que Kare tentasse o mesmo com os outros vendedores. - Sua amiga também gosta de brincos, não posso ter um vestido novo sem belos brincos não acha? - Mesmo assim, a vendedora não seria tão gananciosa e pararia no com 700k. Este valor era quase o dobro do que seria sua comissão ao vender o violino, então ela estava bastante contente. - Venha, vamos testar o violino. - A atendente chamava Kare para o que era uma sala reservada para estes fins, local no qual ela guardaria seu dinheiro ''suado'' em sua carteira e depois, enquanto Kare tocasse, explicaria para Vick onde Valelot morava.


>><<



Após deixar mais 11kk na loja de Den Den mushis a jovem, junto a sua ''gangue'' partiu para o endereço que havia recebido. Dessa vez, não no centro da cidade, mas em um bom bairro. Ruas pavimentadas com pedras brancas e douradas, casas amplas, mas sem ser mansões. Haviam floreiras e canteiros, além de chafarizes em vários locais.

A casa de Valelot ficava mais para a borda do bairro, próxima a um rochedo, mais ao lado havia uma pequena cachoeira, embora fosse alta, mas estreita. A casa estava fechada, portas e janelas. Não havia portão de modo que era possível chegar até as portas duplas de carvalho à frente da porta. Ainda próximo a cachoeira, diagonalmente atrás da casa principal era possível ver uma construção menos requintada, mas feita de paredes de pedra cortada sem pinturas ou muitos adornos.


>><<


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Última edição por Furry em Qua 28 Out 2020, 19:03, editado 3 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptyQua 28 Out 2020, 18:55



Arqueando uma sobrancelha intrigada com as insinuações da vendedora, a fitei num olhar de preocupação por alguns instantes me questionei se ela iria aceitar ou não minha "amigável proposta", mas toda a insegurança se esvaiu ao escutar a respeito de seu interesse em brincos. - Com toda certeza, os escolha belíssimos brincos para harmonizarem em vosso semblante, mas antes sua amiga necessita de ter a generosidade cativada. - Com um sorriso satisfeito expresso no canto dos lábios concordei totalmente com o pedido da assistente em solicitar pelos brincos, revelando-a outras duas notas de 100k, mas só as entreguei quando obtive a informação desejada, apenas como uma pequena precaução para evitar que nossa tão bela amizade seja corrompida. Após "testar a sonoridade dos violinos" minha pessoa deixou a loja, e como não houve necessidade de fazer grandes desvios até a loja de den den mushis, optei por comprá-los. - Assim poderemos nos comunicarmos mesmo a distância. - Entregaria um baby den den mushi a Vick, enquanto lhe mostraria outro baby que ficaria em minha posse, por último o den den mushi "normal". - E este é para mantermos contato com nossos benfeitores, por assim dizer. - Também entregaria den den mushi "normal" a Vick para que ela pudesse mantê-lo guardado com a jog, até retornarmos para a residência onde estamos hospedadas.

Durante o trajeto até o morada do artesão não pude ignorar a ornamentação das ruas, para os padrões artísticos da ilha não fiquei surpresa, mas era agradável aos olhos observar as decorações do pavimento, e um pouco reconfortante estar nesse bairro, em comparação o constante movimento na região central de Tuntz Tuntz, entretanto as moradias não me cativaram, pois seu nível de sofisticação não era muito diferente do que minha pessoa havia visto em Lvneel ou nos bairros mais requintados de Budou.

A da aprazível trajetória minha pessoa não se sentirá tão entretida a ponto de perder o foco, e ao chegar na residência do artesão. "Espero que o Sr. Luthier esteja presente." Era uma inevitável preocupação ao ver as portas e janelas fechadas, porém só a uma maneira de descobrir, seria tocando a campainha ou em caso de ausência da mesma, bateria algumas vezes na porta, aguardando ser recepcionada.

A julgar pelo nível da vizinhança além da residência em si eu esperaria que algum servo viesse até a porta. - Boa tarde, chamo-me Karelina Lawford e desejo me encontrar com o Sr. Luthier. - Diria num tom de voz cortês, portando-me educamente em frente a porta. Entretanto, como as notícias nesta ilha se espalham rapidamente não iria surpreender-me caso o(a) servente me reconhecesse graças aos jornais locais, e considerando o que a vendedora de Íchos Clef comentou a respeito da relação entre o Sr. Santo e o Sr. Luthier creio ser plausível que o servo em questão tente fazer minha pessoa se retirar "educamente" da residência, para evitar tal possibilidade eu tomaria a palavra caso o servo em questão venha a demonstrar surpresa e/ou nervosismo diante minha presença. - O Sr. Luthier realmente será tão deselegante a ponto de expulsar alguém que veio unicamente para encontrá-lo, sem antes mesmo de saber o motivo da visita? - Apesar do comentário que facilmente poderia ser interpretado como sarcasmo com leves pitadas de ironia, meu semblante se manteria adorável, esboçando um sorriso deixando que a voz soasse afavelmente, mesmo comigo tendo alfinetado a etiqueta do Sr. Luthier. - E também não perdendo mantê-lo ocupado por um longo período. - Dizendo num tom de persuasão, tentando também manter o(a) servente ocupada, para que o Sr. Luthier possa perceber a demora e venha pessoalmente descobrir a razão do servo ainda não ter retornando.

Provavelmente esteja virando rotina, mas, se novamente uma abordagem, digamos, mais carismática seja infrutífera, eu iria usar de métodos não muito agradáveis, colocaria o pé a frente da porta para impedir que ela seja fechada na minha frente. - Compreendo perfeitamente que o Sr. Luthier se encontre indisponível para receber minha pessoa, entretanto. - Colocando o dedo indicador abaixo dos lábios meu olhar seria desviado para cima, num semblante pensativo. - O que aconteceria se algum servo vendesse a informação sobre o endereço dele a algum dos jornais da ilha, o Sr. Luthier preza tanto por sua paz e privacidade, tenho certeza que o empregado empregado será demitido por ter traído a confiança dele, ou até mesmo vários empregados possam perder o emprego pelo Sr. Luthier não poder mais confiar em seus funcionários, vossa pessoa não concorda? - Inicialmente eu teria dito como estivesse a fazer uma suposição despretensiosa, mantendo a ingenuidade em minha, com a única intenção de evidenciar o cinismo, pois ao terminar meu breve discurso eu daria ao servo um sorriso meigo, com o olhar maquiavélico sendo lentamente direcionado a ele, para que assim minha intenção maliciosa possa ser perfeitamente notada. Desta maneira eu pretendo demonstrarmostrar o quão nociva minha pessoa possa vir a ser caso seja expulsa da residência, pois como boa parte dos jornalistas da ilha não prezam pela privacidade das pessoas creio que seria bem simples encontrar algum disposto a colaborar com essa falsa notícia.

Com minha presença sendo permitida na moradia. - Obrigada, irei aguardar pelo Sr. Luthier. - Agradecendo educamente pela oportunidade de encontrar-me com o mais renomado artesão instrumentista de Tuntz Tuntz, antes de adentrar em sua residência com a cabeça erguida e um encantador sorriso estampando meu semblante.

Se eu me encontrasse com o Sr. Luthier após a abordagem incisiva, e o mesmo comentasse algo a respeito ou demonstrasse estar receoso. - Ara ara, não agregue tanta importância a um comentário despretensioso. - De maneira corriqueira iria abanar o ar em frente ao meu rosto com os dedos, fazendo menção de que minha atitude anterior era algo de baixa magnitude portanto não haveria necessidade de tamanha preocupação, enquanto a outra mão seria graciosamente apoiada na na bochecha numa tentativa de parecer mais fofa e amável. -  Entretanto este encontro é muitíssimo estimado por minha pessoa, se ao menos escutar atenciosamente meu pedido não farei nada para lhe prejudicar. - Diria com sinceridade, abaixando um pouco as sobrancelhas em sinal de arrependimento, pois desejo evitar qualquer desavença com ele.

Se não houvesse a necessidade de chantagem ou após a os ânimos estarem apaziguados. - Creio que vossa pessoa já tenha ouvido falar de mim nessa ilha, mas meu nome é Karelina Lawford. - Teria apresentado-me pela segunda vez, somente por formalidade levando a mão ao busto.  - Desejo que você construa um violino dedicado  a minha pessoa. - Iria direto ao assunto pois imagino que minha presença não seja muito apreciada, com meu olhar honesto direcionado ao  Sr. Luthier e bem provável que um pequeno sorriso alegre force em se fazer nos lábios.

Caso minha pessoa seja questionada a razão de fazer um pedido diretamente ao Sr. Luthier ao invés de simplesmente comprar qualquer violino em Íchos Clef. - Além de seus violinos serem os melhores a serem encontrados em Tuntz Tuntz, eu prezo pela exclusividade, não desejo ter algo que possa ser encontrado em uma loja. - Provavelmente não é a razão mais nobre do mundo, mas é uma das poucas coisas que de fato me cativam, entretanto ao enfatizar o talento do Sr. Luthier minha voz teria não teria uma tonalidade muito estimulante. - Por isso me dei o trabalho de vir pessoalmente a vossa residência fazer o pedido. - Com o olhar resplandecente não iria desviar minha atenção ao Sr. Luthier, sem poder conter que em meus lábios seja desenhado um pequeno sorriso contente e ligeiramente infantil, graças a genuína alegria de poder adquirir um item exclusivo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptyQua 28 Out 2020, 21:24




Não havia campainha, em seu lugar havia duas grossas argolas douradas presas nas bocas de leões ornamentais, estas com o propósito de servir de "batedor". Três sonoras batidas ecoaram residência a dentro existindo então um breve intervalo entre estas e a porta se abrir. Um senhor alto e magro, de pele branca enrugada pela idade, mas que ainda mantinha um aspecto saudável. Seu rosto perfeitamente barbeado exibia apenas um bigode grisalho bem aparado, seus olhos estavam fechados em formato de meia lua. O senhor vestia um terno servil preto e em seu braço dobrado a frente do abdômen havia uma toalha branca dobrada. - Boa tarde Senhorita, deseja algo na residência Valelot? - Havia um tom cortês na voz do senhor que assim como previsto por Kare, era um empregado. - Entendo, a Senhorita veio a procura do jovem mestre. Todavia lamento Senhorita Lawford, o jovem mestre não está podendo receber ninguém no momento. - Kare, todavia, não planejava aceitar a recusa. - O jovem mestre certamente não seria, porém este servo por outro lado sim. - Os olhos do mordomo se abriram, era um olhar arguto muito afiado. Trazia um sentimento de urgência e perigo o suficiente para fazer os pelos de Poky se arrepiarem. - Então? - Seus olhos se fecharam novamente. - Se estiver disposta a abandonar a ironia porque não me explica o que deseja enquanto tomamos um chá? - Embora Kare houvesse "abandonado" a etiqueta o mordomo da residencia havia  decidido relevar.  

O senhor dava um passo ao lado convidando Kare para entrar. A casa pelo lado de dentro era impecavelmente arrumada, um serviço que poderia ser esperado da própria Vick. Uma sala com um pé direito alto a frente de uma escada que subia para ambos os lados dando acesso aos corredores do segundo andar. Sofás macios de couro rugoso estavam disposto dos dois lados de uma mesa de centro baixa. - Sentem-se. - Após fechar a porta, se elas houvessem entrado, e ter passado novamente a frente delas o mordomo teria feito sinal para os sofás. O interior estava iluminado  por luzes amareladas não muito intensas.

>><<

Cinco minutos haviam se passado, passos soaram no corredores de cima onde um jovem de uns 15 anos sentou-se com as pernas passando pelos vãos do parapeito, ele ali sentado observava Kare abaixo. Dois minutos mais tarde o mordomo retornava sentando no sofá oposto a Kare após soltar xícaras fumegantes a frente da dupla e dele próprio.

- Então? Me explique o que deseja com o jovem mestre? - Com o semblante sereno o Mordomo ergueu a xicará da mesa soprando-a com suavidade antes de tomar um pequeno gole.

>><<

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptyQui 29 Out 2020, 03:45



Ao encontrar com artesão instrumentista houveram dois fatos que imediatamente se destacaram ao meu olhar, o primeiro era. "O Sr. Luthier na verdade é um Jovem Luthier…" De maneira provavelmente não muito discreta iria fitar o rapazote dos pés a cabeça, a forma de tratamento utilizada pelo mordomo me fazia presumir que se tratava de alguém jovem, mas eu não imaginei que iria me encontrar com um garoto.

- Então este rapazote é o responsável por construir os violinos Valelot? - Sorrindo maliciosamente iria questioná-lo com um tom de voz ligeiramente provocativo, enquanto o direciono meu olhar esnobe ao Jovem Luthier, tentando aparentar que minha pessoa esteja o desmerecendo por sua idade. Esta seria minha tentativa de confirmar a identidade do melhor artesão de Tuntz Tuntz, pois acredito ser um dilema enfrentado por ele, creio que não haveriam motivos para o mordomo ou este garoto tentarem me enganar, mas eu desejo livrar-me de qualquer desconfiança. E se o servo ou rapazote demonstrem ficarem ofendidos com minha pergunta eu tomaria como verdade o fato deste garoto ser a pessoa por quem busco. - Eu apenas estou surpresa, não imaginei que um rapaz tão jovial pudesse ser dono de tal competência. - Me explicaria assumindo um papel, enquanto estaria a esboçar um pequeno sorriso satisfatório por ter "confirmado" a identidade do luthier.

O outro agravante era o fato do mordomo tomar palavra, o Jovem Luthier me parecia mudo sendo tratado daquela forma. Ergui o queixo deixando meu nariz arrebitado numa demonstração de soberba, enquanto cruzava os braços e virava o rosto para longe do servo, me recusando até mesmo olhar para ele. - Hunpf! Meus desejos eu pretendo tratar diretamente com o Jovem Luthier. - Não estaria sendo propositalmente indelicada, ou sequer irônica, é apenas o meu mais genuíno descontentamento por não gostar de lidar com intermediários, principalmente um mero servente

Contando com a boa vontade do Jovem Luthier para não ser enxotada da residência após minha desavença com seu servo, eu iria retomar minha fala, ignorando por completo o mordomo. - Eu me chamo Karelina Lawford, e vim pessoalmente pedir para que você possa me construir um violino exclusivo. - Seria bem sincera ao fazer o pedido, sendo incapaz de conter a tonalidade alegre presente nas palavras, e principalmente no sorriso animado com meu olhar carregado de excitação, por se tratar de muitíssimo apreço.

Eu não ficaria tão surpresa se tentassem negar meu simples pedido, pois a reação inicial foi a de impedir que minha pessoa pudesse ao menos encontrar-se com o Jovem Luthier. - E há alguma razão específica para tal recusa? - Iria arquear uma sobrancelha intrigada em saber qual motivo o rapazote possuir por se recusar a construir o violino.

Ainda considerando eu teria de fazer algo que não me agrada… - E não há nada que Jovem Luthier deseje? - Iria direcionar meu olhar entreaberto ao rapazote num semblante deveras tentador, deixando que a malícia em minha voz seja discretamente, enquanto no canto dos lábios seria expressada certa lascividade. - Não é de seu interesse ter herdeiros para perpetuar vosso sobrenome? - Prosseguindo com fala, sem revelar minhas reais intenções. - Eu poderia ajudá-lo a conseguir uma adorável esposa, aposto que o Jovem Luthier possui alguém que gostaria de conquistar. - Então inclinar-me-ia para frente, permitindo que o garoto pudesse ver um sorriso inteiramente confiante desenhado em meus lábios, creio que nessa idade é comum se preocupar com relações românticas, ainda mais por se tratar de um adolescente provavelmente cheio de impulsos e desejos. Esta seria minha forma de "negociar" a confecção do violino, oferecendo algo em troca, eu iria preferir simplesmente pagar e pronto, não tenho a menor disposição para ceder em algo, mas como essa é a única maneira de rapidamente conseguir o melhor violino exclusivo, me vejo sem escolhas.

- E caso o Jovem Luthier se saia bem talvez eu lhe uma compense com uma surpresa especial. - Apoiando o dedo indicador abaixo do lábio eu diria como se estivesse pensando alto, fingindo um pouquinho de Inocêncio no comentário entonado com bastante malícia. - Mas não fique muito animado, pois não será fácil usufruir de tamanha satisfação. - Daria uma piscadela ao Jovem Luthier deixando que minha voz soasse com maior leveza para descontrair minha fala anterior. E talvez assim eu consiga fazer com que o rapazote sinta-se motivado a construir um violino destinado ao meu grandioso ser.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptyQui 29 Out 2020, 11:20




Era um tanto estranho ver como alguém como Kare poderia achar estranho ou desconcertante que fosse um jovem a ser o melhor em uma área, afinal, sua infância como descrito por ela não havia sido o mesmo? O garoto não desvia os olhos ao olhar de Kare, mesmo que a bela mulher o estivesse analisando por inteiro, ele apenas se mantinha olhando-a com interesse enquanto isso.

Não houve resposta a provocação de Kare, nenhuma negativa e nenhum aceno em confirmação, o jovem no alto permanecia a balançar os pés enquanto o mordomo bebericava o chá confortavelmente sentado enquanto olhava para Kare com seus olhos fechados. - Se pretende continuar com este jogo terei que pedir que se retire. - Por fim, após algum tempo de silêncio o mordomo soltou a xícara sobre um pires na mesa. Tomando aquilo como algum tipo de afirmação a morena prosseguiu. - Como foi a sua infância? - A voz do menino alcançou os ouvidos dela, era nada além de um sussurro, mas ainda assim pareceu preencher o cômodo onde estavam. O mordomo não recuou ou impediu, apenas permitiu que seu mestre que havia decidido falar o fizesse. - Eu não gosto que você destrate o Mestre Alonso. - Disse o jovem ao perceber a recusa de Kare em falar com o mordomo, ela ainda sem se importar seguiu direto ao ponto.

- Porque eu deveria fazer? - Ele espremeu a cara entre os espaços das hastes do corrimão, fazendo sua aparência ser ainda mais juvenil que sua idade real. Antevendo a negativa Kare o questionava sobre isso. - Não, nenhum motivo. - Do mesmo modo que ele não possuía motivos para recusar ele também não os possuía para aceitar.

- Algo que eu desejo? - o rosto dele se afastou e apoiou a testa no pilar. - Não, acho que não. - Voltou a enfiar as bochechas no vão.

- Ainda sou bastante novo, não acha? - Afastando novamente o rosto ele inclinou a cabeça para o lado em dúvida quanto às intenções de Kare por trás da proposta. Não estava bem certo se o jovem tinha esses interesses no momento. - Eu entendo porque você quer, mas não porque eu deveria fazer. - O jovem decidiu se levantar, saltando e se sentando sobre o corrimão a 4m de altura. - Eu não sei se você toca bem, não é ninguém conhecida por isso, é só alguém com dinheiro não é? Eu já tenho dinheiro.

Kare que costumeiramente não se importava com a existencia de outras pessoas estava nesse momento a frente de alguém que poderia ser tido como uma versão masculina sua em certos pontos. Alguém que havia sido habilidoso desde o inicio, a sétima geração Valelot o mais novo e mais hábil Luthier produzido pela familia Valelot, alguém que possuía uma visão muito parecida a de Kare sobre a facilidade de conquistar aquilo que desejava, uma visão de que a vida era entediante e sem desafios e por tal havia se concentrado em um pequeno desejo e vivido por ele. - Eu posso lhe emprestar um violino. - Sugeriu. - Tenho muitos. Você toca, se eu gostar… Eu penso. - Nesse momento os olhos do mordomo se abriram um pouco enquanto sua cabeça se inclinou para trás, a "voz" do jovem mestre havia soado diferente dessa vez e talvez pudessem perceber que essa era na verdade a primeira vez que ele falava. - A, sim.. … Você também tem que agradar o Mestre das marionetes Alonso. - Os olhos do mordomo voltaram a se fechar. - É problemático quando o jovem mestre me expõe assim. - A voz do "mordomo" encheu o ambiente de forma muito similar ao o que até então havia sido a voz do jovem mestre sem que ele abrisse a boca.

>><<

Se Kare aceitasse Alonso iria buscar para a jovem um violino para que ela pudesse tocar na sala mesmo. - Se você me convencer poderá ficar com esse até que o seu esteja pronto. Levará um mês. - Ele sentava-se novamente enfiando a cabeça por entre os pilares. - E…. -  Inclinava a cabeça para baixo desviando o olhar.   - Você me ensina… - A voz era bem mais incerta que antes.   - Aquilo. - Aquilo o que?

Tanto o Alonso quanto o jovem Valelot estavam agora esperando que Kare tocasse.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptyQui 29 Out 2020, 22:44



Talvez seja incomum encontrar crianças se destacando entre os adultos por suas capacidade, apesar de comigo não ter sido diferente não esperava que o mesmo pudesse se repetir com o restante dos mundanos, mas para um luthier tão jovem seus interesses eram peculiares, por assim dizer. - Hmmm… - Tive de ficar alguns instantes pensando na pergunta do garoto antes de respondê-las. - Acredito que tenha sido normal, eu conseguia praticamente tudo que pedia no mesmo instante, fazia o que bem entendia, e nunca tive problemas porque era bem simples de resolver qualquer aborrecimento. - Então olhei de volta para o Jovem Luthier, com um olhar de dúvida pois na minha concepção aquilo era comum, mas não sei dizer se tal fato é aplicado aos outros.

Dei de ombros para o questionamento do garoto, mantendo as palmas das mãos voltadas para cima. - E existe idade correta? - Novamente não saberia como respondê-lo com certeza de algo, pois durante minha adolescência não era estranho ver casamentos sendo arranjados, claro que eu recebia propostas, mas as recusei, não havia ninguém que eu pudesse julgar como digno o suficiente de estar ao meu lado.

Mas apesar do Jovem Luthier não passar de um garotinho mal acostumado que só aceita fazer as coisas à sua maneira sem se importar com os outros, a conversa tomou um rumo minimamente divertido, eu cobri os lábios com as costas da mão abafando uma breve risada. - Entendo, então por minha pessoa não ser conhecida você assume que eu não saiba tocar, acredito que vossa preocupação seja plausível, mas poucos minutos eu nunca havia escutado falar sobre vossa pessoa. - Provavelmente há maneira mais sutis de dizer o que penso, porém, a intensa vontade de atiçar os mundanos é tão ardente em meu interior, a ponto de minha pessoa não poder se segurar, com um sorriso sereno desenhado nos lábios eu iria retribuir a desconfiança do Jovem Luthier insinuando que o mesmo é incapaz de construir um violino apenas por eu não tê-lo conhecido, provavelmente o mordomo sem classe terá mais motivos para não se afeiçoar comigo, mas eu faria isso principalmente para fazer o Jovem Luthier a respeito de reconhecimento e capacitação que essas duas características nem sempre estão em níveis iguais, além de minha pessoa poder apreciar qual será a reação do garoto diante este "dilema."

Eu sinceramente prefiro que meu comentário questionando a habilidade do jovem Luthier não cause maiores comoções, mas se fosse o contrário, eu tomaria uma atitude ainda mais audaciosa. - Para ser sincera vossa pessoa não compreendeu com exatidão o meu interesse no violino, mas irei lhe explicar com clareza, se eu estou aqui não é porque lhe considero um grandioso Luthier, e sim porque não há alguém mais capacitado disponível, sinceramente não espero que vossa pessoa possa fazer um violino digno de minha pessoa tocar, mas eu não tenho uma opção melhor. - Sim, eu com todas as letras estaria menosprezando o Jovem Luthier, mas não por desejar ofendê-lo, pois na verdade seria um desabafo sincero, após ter me decepcionado inúmeras vezes com os mundanos, não é como se eu pudesse esperar algo verdadeiramente fascinante vindo de outra pessoa.

Admito que não ficarei surpresa caso minha pessoa venha a ser enxotada após tal afrontamento ao Jovem Luthier, entretanto eu faria uma última tentativa de fazê-lo se interessar em construir um violino para mim, enquanto estaria a me levantar. - Irei me retirar, mas antes, atrevo-me a dizer que está decisão não lhe trará nenhuma satisfação. - Meu tom de voz soaria em desapontamento junto do semblante frígido, por ver o Jovem Luthier tomar uma atitude já feita por mim anteriormente mas que depois não me trouxe nada além de tédio. - Não seria mais divertido vossa pessoa me fazer engolir tais palavras? - Com um sorriso divertido e ao mesmo tempo confiante estampado nos lábios eu iria torcer para que o Jovem Luthier seja orgulhoso o suficiente para provar que estou errada, mesmo que provar algo a uma desconhecida não lhe dê ganho nenhum além de satisfação pessoal. Mas se insistirem com minha retirada, eu simplesmente daria as costas para o Jovem Luthier acenando brevemente por cima do ombro.

Prosseguindo com o diálogo, o Jovem Luthier pensava de maneira um tanto simplista, eu posso entendê-lo por pensar assim, afinal é uma forma rápida de lidar com os empecilhos da vida, e novamente eu não poderia dar a ele uma resposta complexa. - É apenas um capricho meu, vossa pessoa me emprestar, eu comprar na loja, de fato não há qualquer diferença. - Concordava com o garoto. - Eu simplesmente aprecio ter algo dedicado exclusivamente a minha pessoa, esta é a única razão por eu estar aqui. - Deixando que um sorriso afável estampasse meu semblante teria respondido o Jovem Luthier apesar de poder imaginar que tal resposta não seria tão empolgante quanto ele poderia imaginar, mas essa é a mais simples e pura verdade.

- Um mês! - Involuntariamente meu tom de voz seria elevado, devido a desagradável notícia a respeito do prazo, por causa do ato deselegante iria a boca com uma mão, para inspirar profundamente a fim de me recompor. - Quanto tempo… - Resmungava aborrecida por ter de esperar toda essa eternidade, enquanto fazia beicinho com as bochechas cheias de ar e o olhar zangado, entretanto como não possuo a mínima noção do tempo normal que se demanda para confeccionar um violino além de depender da boa vontade do artesão, que escolha minha pessoa tem além de esperar?

Sem hesitar iria apanhar o violino cedido pelo Jovem Luthier, pois minha pessoa não teria o menor problema de mostrar a ele a competência que ostento. A princípio eu colocaria o violino "deitado" em meu ombro, em seguida o "prenderia" com queixo, segurando-o pelo braço usando mão esquerda e empunhando o arco com a direita, primeiramente eu não iria tocar uma melodia, apenas friccionar o arco nas cordas, exercendo baixa pressão que gradativamente seria aumentada, desejando fazer com que cada nota fosse soada claramente. Se não houvesse problemas eu iria acenar rapidamente com a cabeça em afirmação, permitindo-me a sorrir confiante. Entretanto se o violino estivesse desafinado eu iria afiná-lo até o mínimo ajuste para deixar a sonoridade perfeita, do menor tom para o maior, usando minha memória auditiva como referência.

Após certificar-me da qualidade sonora, minha pessoa iria manter a postura ereta sem apoiar-me no encosto do assento, novamente colocando o violino em meu ombro, com as costas do instrumento apoiada na clavícula, utilizando a lateral da mandíbula para firmá-lo, envolvendo o braço do violino com a mão esquerda repousando meus dedos sobre a corda, por fim iria pinçar o arco com os dedos da mão direita mantendo grande leveza para permitir maior liberdade.

Então toda essa graciosidade rapidamente desaparecia quando eu tocasse o primeiro acorde, exercendo maior pressão ao atritar o arco nas cordas, produzindo um som alto e grave, a fim de impactar o público, evidenciando principalmente as cordas com tons maiores, e de forma contínua eu diminuiria a força utilizada no arco, abaixando a tonalidade como também iria transitar das notas mais altas para as menores, numa melodia angustiante, até que o som se torne bastante agudo, momento qual minha pessoa iria desacelerar o ritmo, tornando uma lenta melodia de aflição, e então subitamente voltaria as notas maiores com maior força na fricção do arco assim como iria acelerar os acordes, transformando a lenta aflição num tormento tempestuoso, finalizando o breve espetáculo a melodia tornaria novamente mais calma, mas nenhum um pouco relaxante mantendo a música angustiante até os últimos até os tons mais agudo num volume bem baixo, como se todo o sofrimento estivesse chegando ao fim, ou seria seria o presságio de uma enorme tempestade. Não haveria como saber, pois eu simplesmente iria parar de tocar devolvendo o violino ao mordomo.

Durante toda a apresentação eu teria mantido um olhar piedoso ao Jovem Luthier, com minhas sobrancelhas caídas em compaixão, como se ele não fosse nada além de um mundano que necessita de algo para adorar, e no sorriso lábios estaria refletido a confiança de ser a divindade ali presente para confortá-lo. - Caso possua a ambição de libertar-se desse vazio vá ao meu futuro espetáculo, mas até lá me recusarei a utilizar um violino que não tenha sido feito em minha homenagem. - Diria num tom de voz calmo e sereno, sem mais me aborrecer com os termos do acordo. - Me ofende vossa pessoa julgar que não possuo outros artifícios para utilizar em um espetáculo, mas se não puder aguardar pacientemente o pelo melhor show que vossos olhos poderão testemunhar sugiro que se apresse em realizar meu pedido. - Responderia se caso fosse questionada por não levar o violino, enquanto estaria a encarar o Jovem Luthier com um semblante excessivamente confiante.

Assim eu iria deixar a residência do Jovem Luthier pois meus interesses para o dia de hoje estaria finalizados sendo assim eu retornaria até a casa onde estou a me hospedar, e iria aguardar até o horário de ir buscar o vestido no ateliê de Des. A não ser que o Jovem Luthier queira aprender sobre "aquilo" antes de eu sair, seja lá o qual for o significado de "aquilo" para um adolescente mimado.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptySex 30 Out 2020, 08:23




- Se sua infância foi assim, você não deveria ficar surpresa pela minha idade. - A voz que preenchia o ambiente concluiu o pensamento explicando também o porquê da pergunta ter sido feita.

- Existe? Hnm? Não sei, mas tem o tempo correto? - Como a conversa parecia estar tomando um rumo estranho eles prosseguiram para evitar ficarem de rodeios.

- Certo… hnmm, talvez eu tenha que me esforçar mais, mas… A quanto tempo você procura por instrumentos? Eu sempre procurei por músicos e nunca ouvi seu nome, você pode ser só relapsa. - Ele não se deixaria ter o orgulho de seu nome ferido pelas palavras de Kare. Valelot não era uma família e sim um título e embora Kare não o soubesse e talvez nunca viesse a descobrir os instrumentos musicais Valelots remontavam a uma história de 500 anos e foram poucas as vezes que o sucessor das técnicas foi do mesmo sangue.

Agora que o jovem mestre havia assumido a real fala o mordoma apenas manteve-se impassível assistindo o desenrolar da conversa, seu "olhar" parecia distante, mas ele na verdade estava muito atento em observar a desenvoltura do jovem.

Talvez o garoto permanecer "indiferente" pudesse se tornar um pouco entediante para Kare, mas a verdade era que seria pouco provável que as palavras de um pudessem afetar negativamente a confiança da outra parte.  

- Uhum, você parece mesmo alguém caprichosa. - Ele não ficava surpreso, tão pouco desapontado com a justificativa rasa de Kare para desejar um violino exclusivo. - Você é bastante mimada. - Anuiu o jovem por fim, não era uma crítica ou deboche, apenas uma constatação de fatos dos quais ele nem gostava ou desgostava. Eles eram parecidos, mas haviam sido criados de maneira essencialmente diferente.  


- Hnm, um mês. Tenho outras coisas pra fazer. - Essa era provavelmente uma resposta que não agradaria Kare nenhum pouco.

>><<

O jovem e o velho olharam com algum interesse enquanto observavam a morena afinar o instrumento, este que, propositalmente havia sido entregue em bastante desacordo. Levou pouco mais de um minuto para deixá-lo do seu agrado. O tempo também havia sido importante, uma pequena fresta se abriu no olho do velho ao término.

Kare começava sua performance, sua música vinha a tentar trazer aos mundanos todo o sofrimento e ansiedade que provavelmente ela própria passaria tendo que esperar uma eternidade para ter um simples violino ao qual desejava. Um som caótico, mas não desafinado enxeu o ambiente da casa reverberando pelas paredes. O jovem que observava não se importantava tanto com a musica em si, praticamente quase não a escutava na verdade, sua atenção era dirigida unicamente a postara de Kare. Suas costas, seus braços, dedos, queixo. O jovem Valelot a observava para poder determinar o instrumento. É verdade que a mulher na loja havia falado sobre a forma "imutavel" do instrumento, mas essa era uma verdade que valia apenas para os leigos.

>><<

- A senhorita esvaziará o teatro se tocar assim, aconselho-lhe evitar tal performance. - A voz aprazível do mordomo foi a primeira a ser ouvida após Kare parar de tocar, embora muito provavelmente ela não fosse dar qualquer atenção ao homem, mesmo que no passado ele tenha sido o maior marionetista de todos os tempos e também o Sexto Valelot. - Mas não é ruim. - O garoto acima "elogiou". - Acho que com um empurrãozinho pode ficar perto do Bast. - Alguém iria morrer…

- Se quiser me mostrar o seu show pode voltar aqui. - O garoto falou agora levantando-se e deu um raro sorriso. - Vinte e nove dias então. - Ele "mostrava" sua "vontade" de agradar Kare, ou apenas estava aproveitando a oportunidade para se divertir naquele esporte que já conhecemos bem. A trocação de Farpas.

>><<

A meia noite veio, as ruas estavam agora "dominadas" por Gatos próximo a residência do alfaiate Desmond. - Você veio…. Mas está atrasada...Talvez eu deva jogar o vestido fora mesmo.   - Ele sussurrava pela fresta da porta, não era para Kare, mas para si mesmo. Era 00:01.

Ainda assim ele não o faria e após alguns outros cochichos abriria a porta para entregar o vestido. Algo parecido aconteceria ao meio dia posterior.

- Você veio… PensouPensou melhor e me deixará beijarBeijar seus pés? Ou MorderMorder? - Day estava sem maquiagem, diferente de Desmond e vestia-se de um branco puro. Ele também chamaria Kare para entrar e não negaria-se a fazer mais uma massagem nos belos pés da moça após lavá-los para só então calçar nos pés dela o sapato encomendado.

>>Dia do Desfile<<

O desfile não seria mais realizado no Atelie de Alvida devido ao manior numero de confirmações de presença anunciado, no lugar disso havia sido alugado um local mais central que normalmente seria utilizado para orquestras. Um palco comprido havia sido montado e decorado, luzes multicoloridas instaladas e apontadas para o palco. Cadeiras haviam sido dispostas bem próximas ao mesmo, mas também havia espaço para as pessoas em acentos mais distantes e também nos reservados do segundo andar. O local não era o mesmo em que Kare havia assistido a peça MadonaMia.

O camarín era "comunitário". Haviam gazelas com roupas para todos os lados, múltiplos assistentes, cabines semi-privativas com plaquetas indicando a quem pertenciam. A de Kare e de sua "rival" curiosamente estavam posicionadas lado a lado e também no ponto mais central, eram ligeiramente maiores que as outras. A assistente que havia ajudado Kare a se vestir na sessão de fotos a recebeu ao chegar no camarim.

- Bom dia Senhorita Kare, vou lhe ajudar hoje. - Estava maquiada, mas parecia cansada. Preparar tudo afinal era bastante exaustivo para a equipe.  

Uma cadeira ao lado se girou. Sophie sentada ali ergueu levemente o olhar para a dupla que conversava. (Vick havia ficado fora junto a Poky.) - Com essa ai, nem um exército seria capaz de ajudá-la quanto mais você A...A… , a desculpa fofa, não tem como eu lembrar o nome de uma ninguém que nem você. - As palavras eram dirigidas a Abigail que iria ajudar Kare. Um sorriso de deboche estampava o rosto de Sophie.

Abigail imediatamente murchou frente a Sophie e parecia estar se esforçando para não sair correndo.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptySex 30 Out 2020, 11:43



Apesar do comentário deveras provocativo do mordomo eu me dignaria a pensar seriamente no assunto, desviando meu olhar para cima enquanto apoio a ponta do dedo indicador na bochecha pensando numa possibilidade plausível para concretizar o comentário. - Se o empurrão me derrubar de um abismo e durante a queda meus braços se quebrarem, provável eu alcançaria um nível que daria alguma chance do Sr. Santo poder competir, ou talvez minha pessoa esteja sendo muito otimista. - Não ficaria ofendida pela insinuação do mordomo, afinal minha pessoa tem perfeita ciência de que o Sr. Santo é indescritivelmente inferior a mim, e seria apenas uma questão de pouquíssimo tempo para os restantes dos mundanos também perceberem.

Me vi obrigada a cerrar os dentes para conter uma gargalhada escandalosa após escutar tal demonstração de pura prepotência por parte do Jovem Luthier. - Certo, certo, se vossa pessoa me entregar o violino amanhã e implorar por minha presença, talvez eu considere a idéia de apresentar-me em sua residência. - Diria num tom risonho, enquanto tentava lutar contra o sorriso que insistia em se fazer presente no contorno de meus lábios, toda essa ingenuidade era simplesmente hilária, como se minha pessoa tão grandiosa se desse ao trabalho de correr atrás de um fã.

Como não havia margem de negociação para o prazo, minha pessoa tinha a mais plausível das preocupações. - Só espero que o Sr. Santo possa resistir em se manter no topo durante um mês. - Pensei alto enquanto inflei uma das bochechas e cruzei os braços desviando o olhar aborrecido para o lado, pois se caso minha pessoa viesse a ser reconhecida como a melhor antes de ter o violino em mãos não seria tão divertido quanto fazê-lo enxergar sua mediocridade com minha pessoa utilizando da mesma competência que ele julga ser bom.

>><<

Não muito contente tive de ir buscar o vestido e os sapatos para o figurino de meus futuros shows, esses horários específicos eram de fato um incômodo, e por isso adiei o pedido do meu traje, pois se os prazos fossem os mesmos iria gerar conflito com os outros compromissos.

Já no camarim, minha pessoa foi recebida com uma notícia não muito animadora. - Certo, mas não exagere. - Com um semblante nitidamente aborrecido aconselhei a assistente que iria cuidar de mim, pois o fato dela aparentar cansaço me deixava em dúvida se ela seria capaz de exercer tal função de maneira adequada.

Então, surgia uma outra mulher que a até o momento eu não havia notado, talvez a presença dela seja muito fraca. - Hmmm… - Fixei meu olhar semi cerrado contra a mundana que tomava a palavra, analisando-a minuciosamente tendo uma sensação de déjà vu. "Eu já a conheci antes?" Permaneceria calada e indiscriminadamente a encararia, tentando recordar-me de quem seria essa, e quando ela novamente falasse algo. - Ah! Você é a servente que esqueceu de trazer meu chá a dois atrás. - Bateria com a base do punho cerrado na palma da outra mão aberta, estando boquiaberta e deixando meus olhos bem abertos numa expressão de surpresa. - Eu não lembrava do seu rosto, mas sua voz irritante é inconfundível. - Comentaria num tom de voz alegre e elogioso, afinal a voz dela havia sido o motivo de ser lembrada.

Se caso após eu recordar-me da servente ela se retirar do camarim aparentando estar irritada. - Eu falei algo de errado? - Iria coçar as costas da cabeça com a ponta dos dedos, dirigindo minhas palavras para a assistente num olhar confuso. "Eu ainda nem a repreendi." De fato era incapaz de compreender tal comportamento, afinal eu nem havia dado motivos para isso.

Porém se por um acaso do destino minha pessoa recebesse a inimaginável notícia de que a servente na verdade é uma modelo. - Ehh! - Exclamaria abismada com a notícia, levando os dedo os até a frente de minha boca aberta. - Você deveria ter dito antes! - Prostrando as costas da mão atrás da cintura eu iria inclinar o tórax ligeiramente para frente enquanto arqueio as sobrancelhas enraivecida repreendendo a modelo/servente, atribuindo a ela toda a culpa dessa confusão. - Desde que vossa pessoa cumpra com sua função de coadjuvante eu posso relevar esse incidente. - Assim eu demonstraria toda a compreensão de minha generosa pessoa ao dizer que poderia perdoar a modelo, e apesar de Alvida ter dito que a outra modelo estaria no mesmo nível de competir comigo, eu sinceramente não consigo enxergá-la desta maneira, no máximo ela poderia fazer com que minha pessoa receba maior destaque.

Por fim iria relevar qualquer intriga causada pela servente-modelo-coadjuvante, pois tenho outras prioridades no momento, obviamente me refiro aos preparativos para o desfile, estaria muitíssimo concentrada em meu próprio ser para poder dar atenção a ela.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptySex 30 Out 2020, 12:40




-  Isso não vai acontecer. - O garoto respondia. - Mas se você implorar para que eu termine antes, hnmmm, bem, Posso fazer em 25 dias, talvez?  

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- Aiai Querida, você trabalha no picadeiro também? Tãoooo engraçada você. Juro, se eu me tornasse mais jovem cada vez que uma besteira deixa essa sua boca eu já teria voltado a uma vida passada. - Sophie não se abalava pelo "falso" desentendimento de Kare. Afinal, para ela só poderia ser isso, a novata estava a tentar provocá-la, mas ela já era versada neste jogo e não se deixaria enganar. - Mas não querida, embora possa ser demais para alguém do seu calibre entender eu sou Sophie a melhor modelo da ilha. - ela se apresentava, mas sem qualquer cordialidade ou respeito para Kare. - E você é o mais novo bichinho da Alvida, estou correta?   - Ela se levantou com um sorriso aprazível e falso, seus olhos levemente fechados encaravam Kare nos olhos, possuíam a mesma altura, embora a outra fosse mais esbelta com curvas mais "características" de modelo.  

Kare todavia não poderia agir diferente e voltava a situação para algo completamente impossível para a maioria das pessoas entenderem, como poderia ser ela a estar ofendida? - Não se deixe enganar querida quem tem talento aqui sou eu, você só caiu aqui por sorte, mas a sorte logo logo vai acabar e você vai voltar pro buraco do qual nunca devia ter saído, Fofa.

Talvez a verdadeira decisão daquele embate teria de ser deixada para as passarelas… Nós telespectadores torcemos avidamente para que o barraco e a baixaria sejam amplamente instaurados.


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Kare foi conduzida pela assistente, um pouco tremula, para a sua "cabine". Havia um espelho grande, muita iluminação, produtos de maquiagem e também fixadores para o cabelo. Próximo havia uma arara com roupas, as quais Kare poderia olhar, pois estes seriam os modelos por ela desfilados. (PS: Escolha 3 pps de roupas e ponha em seu post como sendo modelos, eu colocarei outros 2.)

A casa começava a encher, não era um público aos milhares, pois afinal um desfile de moda é um tipo diferente de entretenimento. Claro que, se fosse uma competição de camisa molhada o resultado seria completamente diferente. Outras modelos transitavam pelo camarim, nenhuma dirigiu qualquer palavra para Kare embora se juntassem para conversar entre elas. Sophie também não era procurada para conversar. Eventualmente foi possível ouvir a outra reclamando com sua assistente, não eram gritos, nem palavras rudes, mas era um jeito de caçoar da outra que utilizava-se de subterfúgios, isso só servia para piorar e deixar a assistente mais desesperada.

- A senhorita precisa de alguma coisa a mais? - Abigail perguntou. A assistente já havia mostrado as roupas e informado Kare a ordem que iriam ser trajadas e qual era o tema e inspiração de cada uma, bem… o teria feito caso percebesse que Kare desejava saber, caso contrário teria ficado apenas em silêncio. O desfile seria composto de cinco roupas, as outras modelos se apresentavam normalmente com três modelos, enquanto Kare e Sophie usariam cinco cada. Teria aproximadamente quatro minutos entre a primeira e segunda entrada, então haveria uma pausa, a terceira entrada e a quarta viriam a seguir, a quarta fecharia o desfile antes da segunda pausa e no final, ela e Sophie fariam mais uma entrada, agora juntas.

(Você escolhe as roupas 1, 3 e 5, eu envio as 2 e 4. )

- Eu realmente acho difícil entender o que Alvi pode ter visto em você. Se bem que pode ser só aquela velha ficando doida de vez. - Eu ouvi isso Querida. - Oi Alvi, não vi você ai. - Sophie ficou um tantinho vermelha. - Espero que as duas estejam se entendendo bem. - Sorriu a Okama. - Vamos começar em 10 minutos, terminem de se aprontar.

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 3 EmptySex 30 Out 2020, 23:27



Ver a coadjuvante se autoproclamar como melhor modelo de Tuntz Tuntz me faria encará-la de cima a baixo, e novamente de baixo para cima, com minhas sobrancelhas caídas num olhar ofuscado pelo desânimo. - Agora compreendo a razão de Alvi estar tão desesperada para contratar-me. - Não teria objeções contra o fato da coadjuvante estar no ápice das modelos, minha pessoa somente expressaria a falta de empolgação por ela não ser capaz de impressionar-me, e bem, se a coadjuvante é a melhor eu nem quero imaginar o restante… Mas para felicidade do público esses problemas estavam praticamente resolvidos, com minha chegada na ilha com certeza irá elevar o nível das modelos, talvez, apenas talvez, meu comentário teria soado propositalmente com ligeiras pitadas de sarcasmo, tentando propositalmente irritar a coadjuvante devido a sua pose arrogante. - Chamo-me Karelina Lawford, mas a vossa pessoa concedo-lhe a honra de referir-se a mim apenas por Karelina-sama. - De fato a coadjuvante me instigou a querer provocá-la, minha pessoa manteria um adorável sorriso em seu semblante, enquanto minha voz adocicada iria transmitir uma falsa benevolência ao querer ser tratada como superior pela coadjuvante.

Após ter-me apresentado adequadamente a coadjuvante minha pessoa se dedicaria com os cuidados de minha aparência divina, ficando bem atenta e analisando em minúcias o trabalho da assistente, pois como seu aspecto está péssimo ela poderia muito bem pesar a mão na hora de maquiar-me ou ainda pior, me deixar borrada, como eu poderia desfilar com uma terrível mancha em minha face angelical. - Vá descansar, eu irei finalizar por conta própria. - Diria com uma voz frígida entonada propositalmente a fim de aparentar autoritarismo enquanto demonstro meu aborrecimento acenando a cabeça em negação, acreditando que desta maneira eu poderia me livrar da assistente além de impedi-la de cometer maiores equívocos, e sim eu iria corrigir os erros da assistente, passando removedor de maquiagem na pele caso houvesse necessidade, para então refazer, utilizando cores sem muito brilho e destaque, além de usar bastante base para ofuscar todo o esplendor da pele, pois seria problemático para o desfile caso minha pessoa recebesse mais destaque que as roupas, infelizmente esses são os ossos do ofício que preciso lidar… Também prenderia meus cabelos sedosos a fim de evitar que eles recebam muito foco e assim poder manter as atenções nas vestimentas, mesmo sendo essa uma tarefa provavelmente impossível, afinal as roupas estariam "competindo" comigo.

Considerando a variedade das roupas, o ideal seria uma maquiagem e penteado para combinar perfeitamente com cada look, entretanto devido ao curto tempo de troca entre um conjunto de roupas eu assumo que iria faltar tempo para tanto perfeccionismo, fazendo apenas os preparativos básicos além de usar cores neutras. Alguns looks praticamente falavam por si só, entretanto haviam os mais exóticos por assim dizer, esses despertaram minha curiosidade de perguntar a respeito do tema e inspiração que foram usadas na confecção.

Roupa 1:
 

Confesso que o primeiro conjunto de vestimentas imediatamente chamou minha atenção. " Nada mal… Eu poderia comprá-las para vestir casualmente." pensava enquanto observava atentamente as roupas, segurando cada peça estendida em minha frente pelas pontas, virando-as de ambos os lados.

Ao ter a "imensa alegria" de cruzar novamente coadjuvante antes do desfile ser iniciado, eu estava prestes a dar uma resposta a altura da provocação feita, quando felizmente pude escutar a voz de Alvi, assim me contive para não dizer algo que iria provavelmente deixaria minha chefe ofendida além de claro implicar com a coadjuvante. Minha pessoa apenas colocou os dedos juntos e esticados em frente a boca para esconder um risinho fofo com meus olhos fechados num semblante adorável, além de virar ligeiramente o rosto para o lado, para manter a boca totalmente escondida de Alvida, enquanto no outro canto um sutil curvatura seria desenhada em meus lábios, com minha pessoa fazendo de que a coadjuvante visse todo o deboche destinado a si graças a situação constrangedora. - Pff! - E propositalmente "deixaria escapar" um risinho abafado repleto de puro, para que somente a coadjuvante possa escutar. - Claro, estamos nos entendendo perfeitamente. - Em seguida todo o cinismo de minha pessoa iria desaparecer enquanto demonstro um largo sorriso carismático para Alvida, e teria acenado amigavelmente, fazendo minha voz soar muitíssimo meiga, comigo desejando fervorosamente que a coadjuvante esteja se remoendo de raiva, ódio e rancor em vossas profundezas.

E quando o momento chegasse… It's show time! Não haveria como deixar de ficar um pouco ansiosa, afinal chegava a hora de minha pessoa estar no local onde naturalmente pertence, um "pedestal" acima dos mundanos, um sorriso contente iria formar-se nos cantos dos lábios, eu só conseguia imaginar todos os olhares do público fascinado por minha presença, entretanto eu não poderia deixar tal entusiasmo tomar o controle, pois a platéia não veio exatamente por mim… Mas esse o momento com toda a certeza chegará.
Prosseguindo com o espetáculo, minha pessoa estaria prontíssima para o desfile, sem qualquer sombra de dúvida. Ao caminhar pela passarela daria passos longos colocando um pé à frente o do outro, deixando que o ritmo de meu desfilar fique responsável por naturalmente manter o gracioso balançar do quadril em harmonia com mover de meus braços, apesar da postura ereta e os ombros abertos, manteria muita desenvoltura realizando o ato de desfilar com leveza, meu queixo ficaria discretamente baixo para o público poder contemplar a lindíssima face ostentada por mim, entretanto o olhar elevado seria fixado atentamente em um ponto adiante a passarela, permitindo que apenas um sorriso aparente esteja visível.

Ao chegar no final da passarela eu iria permitir-me a olhar para o público movendo somente os olhos além de evidenciar o sorriso desenhado nos lábios, então interromperia o meu caminhar com as pernas mais afastadas, apoiando uma das mãos na cintura deixando que o peso do corpo fosse apoiado na lateral do quadril, pausando por alguns instantes antes girar parcialmente o corpo em torno dos pés, exibindo parte do meu perfil estonteante, ao mesmo tempo iria redistribuir o peso do corpo "jogando" o quadril para o outro lado, por fim iria prosseguir com o giro dando as costas para o público e então retornaria desfilando para o início da passarela.

Sem perder tempo iria me dirigir camarim para colocar o segundo look, mas sem pressa ou ansiedade, seria um vexame abominável permitir que a impaciência me deixasse com um fio de cabelo despenteado, ou me fazer não um amassado nas vestimentas, sendo assim manteria a mesma atitude além dos cuidados quando fosse desfilar com os outros dois conjuntos de roupas subsequentes.

Roupa 3:
 


Histórico:
 
Perdas e Ganhos:
 
Objetivos:
 
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