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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

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MensagemAssunto: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptyDom 18 Out 2020, 6:35 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptyQua 21 Out 2020, 7:52 pm



Sorri deveras intrigada pelo pedido da tenente, então levei o dedo indicador dobrado abaixo do lábio enquanto apoiava o queixo no polegar, pensando se deveria ou não atender seu clamor. "Não imaginei que ela ficaria tão interessada." Para lhes dizer a verdade eu pretendia cativar esse desejo na Nervosinha com um pouco mais de incentivo, mas como não há necessidade. - Está bem, entretanto, você deve apenas observar. - Dizendo numa tonalidade calorosamente sedutora. Em seguida teria me aproximado da tenente, a ponto de nossos corpos quase se tocarem, e lentamente iria remover minhas vestes, peça por peça, libertando primeiro os meus braços para deixar que a blusa simplesmente escorregar pelas curvas voluptuosas de meu corpo, depois colocaria os polegares por dentro do short, e os abaixaria devagarinho, demorando longos segundos para retirar o sutiã para que a Nervosinha possa ficar ainda mais ansiosa. E caso a tenente se comporte eu lhe daria uma compensação no mínimo excitante. - Poderia me ajudar? Está um pouco apertada. - Me insinuava com a voz maliciosa para marinheira, permitindo que ela pudesse remover a última peça de roupa que minha pessoa ainda trajava. Porém se a Nervosinha não houvesse seguido minhas instruções eu iria segurar em seus pulsos, para afastar as mãos dela. - Garotas desobedientes não ganham prêmios. - A perversão na voz estaria bastante presente em minha repreensão, em seguida diria para a tenente se virar de costas novamente sem poder ver o restante do show privativo. Em ambos os casos eu iria prosseguir com o ato de segurar seus pulsos atrás das costas.

>><<

- Qual a razão de tanta maquiagem… - Não era um questionamento consciente, apenas desabafei ao vento fazendo com que meus pensamentos desiludidos se tornassem palavras, e de fato eu não esperava em receber uma explicação, mas ocorria o oposto. "Francamente… Os mundanos possuem a incrível capacidade de serem infinitamente incompetentes, nem sequer podem criar uma câmera fotográfica capaz de capturar toda a minha estonteante beleza…" A explicação não me agradava nem um pouco, entretanto eu colaborei com os maquiadores, pois era a ação menos nociva a ser feita.

O "figurino" escolhido para a sessão de fotos me pareceu adequado com contexto, portanto não fiz exigências drásticas a fim de alterá-lo, eu tive idéias de acrescentar alguns adereços para intensificar o impacto de cada fotografia. - Talvez uma coroa, ou diadema bem alto e pontiagudo, de preferência dourados com pedras roxas para criar uma harmonia com o figurino, além de não haver melhor acessório para simbolizar a grandiosidade de uma rainha. - Dizia como se estivesse sugerindo aos responsáveis por escolherem as as roupas, meu olhar era desviado para cima além das mãos apoiadas na cintura comigo ficando pensativa. - Pulseiras e tornozeleiras pretas com espinhos cor de ouro… Poderia criar um aspecto de tirania, que é ótimo nesse caso. - Continuava com as sugestões, considerando não somente a imagem mas também o "impacto" que elas iriam causar ao público. - Hmm… Falta algo a mais… - Fechei o semblante com os olhos entreabertos pensando no último acessório para "fechar" toda a composição do look, algo equivalente a cereja do bolo. - Um chicote. - Comentei obstinada, pois a "arma" agregaria bastante simbolismo, e seu pudesse escolher seria um modelo rígido porém flexível com a ponta de couro.

Tendo rapidamente decidido o figurino, pois considero um passatempo muitíssimo relaxante portanto eu tinha a impressão de ter se passado pouquíssimos minutos, só havia um ocorrido que minha pessoa não poderia ignorar. "Onde está a servente com meu chá?" Meus olhos percorriam o camarim tentando encontrá-la ou ao menos a xícara, pois eu confesso que não me recordo de seu rosto, apenas da voz tão adorável quanto um ganso engasgando. "Aparentemente precisarei discipliná-la…" O pensamento sádico ganhou vida no sorriso perverso ornado em minha face, ao mesmo tempo que eu envergava o chicote segurando-o em ambas extremidades. Talvez minha pessoa esteja se deixando levar pela personagem… Como possuo um compromisso nesse exato momento a punição da servente terá de ser prorrogada.

Obviamente o comentário de Alvida era redundante, pois independente de vestimentas, acessórios ou maquiagem minha pessoa continuará sendo divina, mas, elogios jamais serão excessivos quando destinados a mim. - Só espero não ser ofuscada por sua presença Alv. - Fui preenchida de tanta satisfação de forma a ser incapaz de esconder o sorriso adorável quase infantil ao receber, fechei os olhos apreciar o agrado recebido aos meus ouvidos, comigo retribuindo a gentileza enfatizando o destaque de Alvida no vestido cor de vinho, numa modéstia puramente fingida, com o único intuito de minha pessoa poder mais elogios.

- A respeito do contratempo anterior, não há razão para ficar preocupada, se tratava apenas de um cãozinho escandaloso, mas ele já foi devidamente silenciado. - Comentava de maneira despreocupada, enquanto abanava o ar próximo ao rosto insinuando que o tal problema era pouquíssimo relevante, fazendo minha pessoa não se sentir contente por ter o solucionado, pois era algo totalmente previsível, comigo desejando que Alv pudesse esquecer do assunto sem importância, afinal a maiores prioridades para minha pessoa se dedicar.

E o que dizer do elenco de apoio… Meus olhos ficaram incrivelmente confortáveis naquele cenário, havia uma bela diversidade de conteúdo a ser apreciado. "Vick novamente não deixou a desejar…" Me recordava de que ela havia sido a responsável pela seleção dos integrantes, e felizmente ela mostrava novamente sua eficiência. Talvez a maior surpresa seja o fato de minha pessoa ter ficado fascinada justamente pela pessoa de menor atratividade. "Ótima escolha." Minhas sobrancelhas foram elevadas com os olhos bem abertos na direção do ruivo esguio. "Talvez assim o público compreenda o quão minha pessoa é superior ao Sr. Santo, talvez eu deva descobrir a localização daquela mulher para lhe enviar uma foto, e assim ter certeza de que ela também receberá o recado." Apesar de meu olhar ter sido afiado contra o ruivo no estúdio, meus pensamentos estavam distantes, eu tentava imaginar qual seria a reação de Lust e do Sr. Santo ao verem as fotos de minha pessoa estando acima deles nesta representação que apenas antecipa a realidade, enquanto um discreto sorriso era desenhado em minha boca.

Após piscar os olhos retornaria a realidade estando prontíssima para o ensaio, eu provavelmente não terei a problema em seguir as orientações dos fotógrafos para realizar as poses, entretanto se me fosse permitido sugerir algumas poses é óbvio que eu não hesitaria em sugerir.

A primeira seria com minha pessoa sentada no trono, mantendo as costas eretas e os ombros abertos, erguendo ligeiramente o queixo e além de arrebitar o nariz por consequência, com o brilho soberbo de meu olhar fixo a câmera, e na curvatura sutil nos cantos dos lábios um sorriso sutil seria responsável por expressar a satisfação de estar no domínio. Apoiaria o cotovelo esquerdo no braço do trono, enquanto manteria o chicote o chicote pela mão direita, aparentando estar prestes a golpear, teria cruzado as pernas apoiando o solado do sapato nas costas do ruivo que estaria alguns centímetros a frente, com os joelhos dobrados, as mãos no chão e de cabeça baixa.

A segunda pose eu permaneceria praticamente deitada no trono com muito conforto, apoiando as costas um dos braços do trono, e a perna esquerda dobrada acima do outro, enquanto a perna direita estaria "livre" mas flexionada comigo prostrando a sola do calçado nas costas do ruivo próximo ao cóccix. Iria mordiscar a ponta do chicote com um sorriso sedutor nos lábios, encarando a câmera através do canto de meus olhos alaranjados, permitindo-me arquear as sobrancelhas num semblante depreciativo.

A terceira pose sugerida seria com minha pessoa mantendo as pernas afastadas, apoiando as solas das botas no ruivo, uma acima da nuca e a outra novamente próxima ao cóccix. , segurando o "assento" do trono com os braços esticados entre as pernas, teria me inclinado um pouco para evidenciar o busto salientado entre meus braços, e o centro do chicote ficaria preso em meus lábios com um pequeno sorriso luxurioso, fixando o olhar intensamente lascivo contra a câmera.

Apenas um adendo, eu não colocaria força ao pisotear o ruivo, pois mesmo sendo uma possibilidade deveras relaxante, não me parece tão satisfatória quanto fazer o Sr. Santo e Lust beijarem a sola de meu sapato. Quando a sessão de fotos fosse encerrada. - Há algo mais para ser feito Alv? - Iria questioná-la na intenção de descobrir se haveriam mais trabalhos ainda hoje.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptyQua 21 Out 2020, 10:54 pm




Embora para Kare pudesse ser uma surpresa também poderia ser por outro lado natural, afinal, seguir ordens era algo para o qual um marinheiro era ''naturalmente'' condicionado. Assim, esse jogo, era de alguma forma familiar e tentador para a tenente que agora mordia os lábios enquanto se virava para assistir Kare, que quase sem lhe dar tempo aproximava-se. - Tão má. - falou, mas certamente não era uma crítica ou reclamação. E assim, como já dito, a tenente era realmente uma boa menina. Seus olhos brilhavam em tentação, mas ambas as mãos permaneciam estáticas ao lado do corpo com apenas pequenas trepidações antes de se controlarem novamente o que foi um bônus para ela. Infelizmente a criatividade da tenente ainda era um tanto limitada e não aproveitou aquele momento para remover aquela última peça com a boca, ainda que houvesse feito a retirada imitando a vagarosidade com que Kare havia retirado o shorts.


>><<

" Diário de um inventor: Produzir câmeras fotográficas melhores. " - Essa era uma necessidade amplamente prioritária aos conceitos de Kare, infelizmente esses planos no momento ficariam apenas em seus ideias. A figurinista no entanto, diferente do maquiador, encontrou um desafio maior precisando apressadamente procurar outras peças que pudessem agradar a total excelência de Kare. Não que não existissem tais acessórios ali, mas encontrar algum que pudesse atender aos padrões da morena poder-se-ia mostrar um desafio. Felizmente, embora se possa idealizar o contrário, aquele era uma situação a qual a pobre jovem já estava acostumada e pode executar o papel com um sorriso no rosto enquanto tentava agradar sua ''cliente''. Claro… isso não quer dizer que ela não tenha vontade de cuspir dentro do suco de cada uma das modelos que fazem essas exigências absurdas. No fim, a assistente da figurinista era quem mais havia sofrido, afinal ela era a correr atrás das peças ditas por sua chefa.

- A senhorita precisa de algo mais? - A, um tanto incerta, tensa e cansada, assistente perguntou após perceber o olhar de Kare pelo local, como se procurasse por algo.


>><<

- Hora Querida, não precisa se preocupar, não participarei da secção. Irei permitir que você brilhe sozinha dessa vez Querida. - Alvida, com o sorriso escondido atrás do leque, piscava para Kare após terminar de falar, mas logo despediu-se e com palmas começou a chamar a atenção dos demais iniciando uma breve apresentação de Kare. - Queridas, Queridos. Essa Querida aqui é a mais nova modelo do Ateliê, sejam todos gentis. - É…. Certamente era uma apresentação? Mas de todo modo, Kare era alguém que dispensava apresentações e talvez fosse este o pensamento da ruiva? De toda forma, as pessoas que haviam interrompido seus afazeres apenas acenaram em concordância antes de responder em unisom. - Seja bem vinda. - Seguido de um coro de palmas.


E bem, o que dizer de Vick? Talvez a empregada não fosse realmente humana. Sim… essa era a explicação mais plausível. Vick era alguém que em 95% do tempo consigo atender as expectativas de Kare e não apenas em sua área de atuação, como também nas mais diversas minúcias que de outra forma seriam um martírio tedioso para a morena e se isso por si só ainda não é de alguma forma assombroso a empregada também parece conseguir, até algum ponto, compreender Kare, seus desejos, suas vontades e seus trejeitos. E se ainda não estiver convencido…. KARE OUVE A OPINIÃO DE VICK. Sim, Vick certamente não era humana e se considerarmos Kare um arquidemônio, Vick devia ser no mínimo um demônio, enquanto Poky nesse contexto poderíamos classificar como uma besta demoníaca…. Sim, assim parece certo.

Mais algumas palmas de Alvida e todos começaram a se mexer dirigindo-se aos seus postos. Aparentemente, todos, com exceção de Kare, já haviam ensaido. Inicialmente havia duas principais posições do trono ensaiadas por eles. O principal diferencial era justamente o ruivo. Primeiramente ele ficaria de quatro e virado para frente. Com o rosto abaixado, erguido, meio de lado. Algumas com mascara, outras sem. Já na outra ele estaria de lado com basicamente o mesmo se repetindo, horas olhando para câmera e noutros momentos não. Os outros modelos tinham funções mais fáceis, ajoelhados ao lado de Kare, um joelho no chão e a outra perna em um ângulo de 90, seus braços servindo como os apoios de braço do trono, três deles estariam sempre atrás de Kare. Um geralmente no centro de braços cruzados, ou mostrando os músculos com os braços flexionados em direção a cabeça, enquanto os das laterais faziam pose cada um para o seu lado. Em algumas fotos, estes, estariam de costas. As mulheres com os abanadores teriam ficado geralmente mais ao fundo, enquanto a com a bandeja estava ajoelhada a frente com a prata erguida para Kare com uma taça repleta de um vinho de coloração bastante vermelha.

Já Kare. As poses seriam diversas. Cada clique a BIBA fotografa a enchia de elogios chamando-a de diva, linda, perfeita, magnânima e muitos outros elogios. - AIII, ARRASOU, AGORA DE PERNAS CRUZADAS PRO LADO E ACARICIA O JORGE. - O nome do modelo não era Jorge, mas Kare após algumas tentativas havia entendido que era o musculoso de barba bem aparada a sua direita e não o sujeito com o bigodinho fino.

Vick assistia impassível as fotos e não muito atrás de Vick havia a mesma modelo que antes havia ''invadido'' o camarim de Kare apenas para ser confundida com uma servente, seu rosto ainda era soberbo, mas havia uma pequena e quase imperceptível ruga se formando ao lado de seu olho devido a raiva que acumulava ao observar a seção.

Paparicada a dançarina e agora modelo não teria percebido as horas passando. Algumas pausas haviam sido feitas, bebidas frias e quentes servidas. Os modelos conversavam entre si, mas ainda não se sentiam confortáveis para falar com Kare. Os momentos finais, teriam ouvido as sugestões da própria modelo e tentado as novas poses quanto Kare ''coordena-os'' a assumir suas posições.

>><<

- Por hoje era isso Querida. Vamos trabalhar nas fotos e amanhã você pode vir pra participar da seleção. Elas vão ser usadas na revista junto a uma matéria de empoderamento feminino que deve sair antes do final de semana. Depois do lançamento teremos um desfile de uma nova grife no qual conto com a sua presença Querida. Você vai trabalhar junto da nossa outra modelo principal. - Esta que coincidentemente era a ''incopetente secretária do chá".

Já eram passadas de duas da tarde. Vick aparecia ao lado de Kare para acompanhá-la a se trocar. Não havia qualquer reclamação da jovem sobre a quantidade de fotos, ou o tempo que havia levado, incluso Vick sequer parecia ter se mexido durante todo o processo de tal forma que era até mesmo possível esquecer que ela estava ali.

>><<

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptyQui 22 Out 2020, 11:14 am



Vendo a assistente exasperada correndo de um lado para outro. "Se os empregados da mansão Lawford possuíssem tanto empenho em cumprir minhas ordens talvez eu não tivesse passado por tantos aborrecimentos…" Refletia sobre todas as tragédias que minha pessoa sofreu em sua vida cercada de empregados cujo a principal função era atender os pedidos simples que eu fazia, e nem mesmo isso eram capazes de exercer rapidamente, isso para não comentar da vez eu eu pedi por um poney com asas e disseram que era impossível… Enfim, melhor ignorar tais desprazeres.

Quando a assistente me questionou sobre eu desejar algo a mais, pisquei os olhos retornando a realidade, com o olhar direcionado a ela. - Você fez o suficiente. - Não era um elogio, e sim um comentário de alívio mínimo pela assistente ter sido capaz de conseguir os adereços que pedi. Entretanto, ao observá-la mais atentamente iria suspirar sentindo os ombros ficarem pesados. "Como posso permitir que uma serva tenha uma aparência tão desleixada." Não seria estranho se a assistente estivesse com as roupas e cabelos desarrumados após correr por todo o ateliê. - Venha aqui. - Diria com frigidez analisando-a de forma meticulosa, então deixaria o chicote acima da bancada junto com as maquiagens, para tentar salvar a assistente de sua aparência deplorável, ajeitando os seus cabelos, colocando-os por trás das orelhas além de abaixar os fios rebeldes, em seguida iria desamassar sua blusa, envolvendo-a por trás do pescoço com minhas mãos para que eu possa desdobrar a gola ou ao menos ajustá-la. - Agora preciso ir, beba um pouco de água, não desejo receber notícias de que vossa pessoa desmaiou exausta. - Dizendo num tom autoritário apesar de ser uma sugestão, após ter deixado a assistente minimamente apresentável eu daria as costas para ela, tendo pego novamente o chicote enquanto lhe aceno ao distanciar-me. "Francamente, como ela pretende continuar a me servir se nem mesmo pode cuidar de si." É óbvio que eu ficava desgostosa por ter de cuidar dos outros funcionários, mas infelizmente é um mal necessário. Entretanto, se por algum motivo a assistente não me responder por ficar sonhando acordada, eu iria puxar a ponta do chicote para deixá-lo um pouquinho tensionado, soltando-o ao lado de seu quadril, sem intenção de machucá-la, mas sim para lhe causar um pequeno susto e assim fazê-la "acordar". - Não me ouviu? - Diria num tom de divertimento tentando prender o riso, pois mesmo sendo um claro sinal de incompetência continua sendo cômico.

>><<

- Então minha pessoa tem realmente muita sorte. - Com os olhos ainda fechados eu esboçava um sorriso alegre exalando fofura. "Aposto que foi proposital…" Quando Alvida se afastasse eu lentamente iria abrir um dos olhos , encarando-a mortalmente, ela não somente deixou de me elogiar, como ainda teve a audácia de se gabar… Mas, claro, eu não daria a ela a satisfação de saber que fiquei incomodada.

"Hunpf! Agora pretende fazer as pazes, como se uma simples recepção fosse o suficiente para eu lhe perdoar!" De braços cruzados a encarei pelo canto dos olhos, estando muitíssimo determinada a não me deixar levar pelo público... Após a primeira palma… "Está perdoada." Me vi acenando de volta para o público com toda a doçura de minha pessoa sendo expressa no mais adorável dos sorrisos. "Sim, continuem!" Fechei os olhos inspirando profundamente como se absorvesse todo o vigor das palmas, finalmente minha pessoa recebia o merecido tratamento, sendo aplaudida apenas por eu estar presente no ambiente. "Ei! Porque eles pararam tão rápido? As palmas de suas mãos ainda nem começaram a sangrar." Os aplausos duraram tão pouco… Eles precisam se esforçar mais queiram realizar uma apresentação digna de alguém de minha estirpe.

Felizmente a sessão de fotos havia sido gratificante o suficiente para me fazer relevar a falta de empenho do público durante minha recepção, confesso que precisei me forçar a manter a pose durante certos momentos de tantos elogios realizados pelo fotógrafo.

O problema de contracenar com mundanos era o trabalho que poderia ser simplesmente ignorado caso só houvesse minha pessoa em cena, afinal o motivo das fotos precisarem ser trabalhadas era para corrigir as imperfeições dos outros, certo? Pois como poderiam corrigir imperfeições de um ser perfeito como eu? Enfim…

Aproximei meu rosto ao de Alvida, em seguida acenei com a cabeça negativamente, deixando o olhar cair em desapontamento. - Lamento mas este é um trabalho impossível. - Então deixando que um sorriso exagerado em arrogância ficasse evidente no canto da boca. - Quando eu estiver na passarela não haverá espaço para outra protagonista. - Esclarecendo o motivo de minha pessoa "recusar" o trabalho, pois eu simplesmente iria roubar todos os holofotes quando subisse no palco, sendo impossível haver qualquer tipo de igualdade, no máximo a outra modelo seria a coadjuvante, bom, eu não iria berrar, mas também não faria questão de abaixar o tom de voz.

- Mas a respeito das fotos… - Teria desviado olhar um pouco receosa. - Eu poderia ficar com uma cópia? Quero mostrá-la a alguém. - Enrolava uma mecha de cabelo nos dedos, sem poder evitar de ficar sem graça, e é bem provável que minhas bochechas estejam ruborizadas, com o brilho ingênuo de meu olhar se perdendo na própria imaginação. Não desejo enviar as fotos para Lust, pois até eu descobrir sua localização ela provavelmente já terá visto, ou as fotos estarão ultrapassadas, quero mostrar a foto para outra pessoa...

- Eu também gostaria de pegar o figurino emprestado por 2 dias. - Se antes havia algum resquício de ingenuidade em minha pessoa ele teria simplesmente desaparecido. - Terei um encontro onde ele será muito proveitoso. - Diria sem esconder um risinho malicioso, acreditando que Alvida irá rapidamente entender qual tipo de encontro estou a me referir. E caso eu possa ficar com figurino emprestado. "Irei me certificar de fornecer a Nervosinha uma noite deveras agitada." Iria envergar rapidamente o chicote enquanto mordiscava o canto do lábio inferior devaneando com os atos luxuriosos que eu poderia realizar com a tenente.

Eu estava convicta de que não havia mais nada a tratar com Alvida quando. - Alvi! - O pensamento tardio me fez exclamar elevando o volume da voz. - Onde posso encontrar o melhor alfaiate da ilha? - Perguntava com a voz soando normalmente, eu havia procurado por alguns ateliers e lojas de roupa no meu encontro com a tenente, mas Alvida poderia ser de grande ajuda, pois eu iria economizar tempo de ficar procurando por toda Tuntz Tuntz em busca de um alfaiate com o mínimo de competência.

Pronto, creio que agora posso deixar o ateliê, porém, eu logicamente iria retirar a tonelada de maquiagem e também vestiria roupas de maior casualidade para exercer o meu esporte favorito, fazer compras! - Como o ensaio terminou cedo pretendo ir em busca do figurino perfeito para minhas performances nesta ilha. - Diria para Vick, a fim de informá-la resumidamente qual será meu próximo passo e também minhas motivações. Por fim eu iria sair do ateliê de Alvida, a procura do alfaiate que ela havia recomendado, ou então eu iria frequentar as lojas que mais chamaram minha atenção no dia anterior.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptyQui 22 Out 2020, 12:39 pm




Ações inesperadas com consequências imprevistas. Mals entendidos que tornavam as ações semi-altruístas da dançarina em atos de simpatia. A assistente que inicialmente havia se encolhido imaginando que receberia algum esporro ou mesmo algum tipo de agressão era vista no momento seguinte com um olhar surpreso estampado na face enquanto tentava balbuciar alguma coisa, mas sem muito sucesso. Por fim, as palavras "gentis" de Kare a tiravam de seu estupor. - Ah, hnm, ah, sim irei beber. Obrigada. - Assim que Kare começava a andar deixando o camarim a assitente atrás dela inclinava seu tronco em uma pequena vénia de agradecimento. Assim, ao menos aos olhos daquela assistente, Kare era uma pessoa muito, muito, muito boa.

>><<

Após mais uma partida de um dos esportes mais arriscados de todos os tempos - A troca de farpas - Kare seguiu adiante, teria de deixar a resolução daquela partida para outro momento, afinal Alvida ainda era, de alguma forma, útil, mas era inevitável não manter aquele rancor em seu coração, rancor este que seria levado para a vida toda…. Ou talvez até as palmas de recepção dos outros funcionários. Kare deleitava-se com os aplausos, estes que a agradavam muito devido a sua natureza. Seus olhos fechados permitiram que seus ouvidos se enxerem de regozijo e deleite pelos sons e talvez por isso perdeu o sorriso de satisfação no rosto de Alvida. As palmas, embora tenham levado quase um minuto, pareciam ainda ínfimas para Kare. Todavia Alvida havia acenado para eles a fim de interromper julgando que já havia deixado Kare deleitar-se o suficiente.

>>Após a sessão de fotos<<

Alvida se abanava com o leque. - Tenho certeza que a Sophie pensa do mesmo jeito Querida. - Alvida respondia Kare, pois bem conhecia o temperamento de sua outra modelo. - Mas tenho plena certeza que ter uma rival será bom para ambas. - Kare poderia refutar a possibilidade de existir uma pessoa no mundo que pudesse lhe proporcionar qualquer rivalidade, mas isso também seria respondido por Alvida. - Isso Querida… Vai ser um ganho para mim. - Alvida tinha muita confiança em Sophie e se, a bravata de Kare se mostrar algo além disso e se tornar algo real a dona de tal talento não poderia de maneira alguma ficar decepcionada.

Sophie que estava próxima, mas nem tanto, foi capaz de discernir brevemente o conteúdo da conversa. Ainda que nesse momento, escutando ou não, a importância era mínima, pois ela própria já havia decidido esmagar Kare embaixo do seu salto agulha até que não restasse nada. E assim, provavelmente sem sequer saber, Kare havia ganho uma inimiga no palco, mas o que é mais uma estrela no céu?

- Geralmente não cedemos qualquer fotos as modelos, mas acho que posso lhe fazer esse favorzinho Querida. - O motivo era simples. As fotos eram propriedade do estúdio e Kare havia sido "paga" para posar para as mesmas. As fotos não eram entregues para as modelos, pois estas poderiam vir a vender/negociar com possíveis concorrentes do Ateliê. Alvida no entanto havia cedido, por ''confiar'' na personalidade de Kare sabendo que o pedido de uma foto teriam motivos completamente diferentes ao profissional.

Todavia a exigência seguinte de Kare era um pouco surpreendente até mesmo para Alvida. - Hora, Hora.   - Um sorriso perverso surgiu nos lábios da ruiva que parecia conseguir farejar os motivos escusos por trás do pedido. - Talvez eu desejo saber dos detalhes mais tarde. - Alvida dava uma piscada para Kare. - Apenas o devolva nos conformes Querida. - Alvida por fim concordava com o pedido.

Alvida já estava de saída quando um tom agudo e urgente chamou novamente sua atenção. - Desmond Merrion. Sim, é o Desmond Merrion. Ele pode ser um tanto excêntrico, mas é o melhor. - Era um pouco suspeito ver justamente Alvida chamar alguém de excêntrico. - Ah, Abigail. Bem na hora. - Por trás de Kare a assistente de antes se aproximava com uma garrafa de água fresca. - Oiii? Ah… Bom trabalho. - Ela entregava a garrafa para Kare o que fazia uma sobrancelha de Alvida levantar. - Pode explicar onde elas podem encontrar o Desmond. Sabe? Aquele.- Alvida piscava para a assistente. - Claro, pode deixar comigo. - A assistente agora estava com o cabelo penteado e parecia ter retocado a maquiagem, pois tinha seu rosto levemente mais corado que antes. - CUIDAAAADDOOO COM ESSES MACHADOS QUERIDOS. Não quero ninguém perdendo a cabeça. - Alguns funcionarios de macacões começavam a arrastar o cenário, muito embora as armas parecessem bastante reais.

>><<

Estranhamente o lugar indicado por Alvida não era central. Conforme avançavam percebiam que o movimento diminuía cada vez mais. As construções tornaram-se mais humildes e sem muitas cores. - Local estranho para um estilista indicado por Alvida, mas é aqui. - Vick que também havia prestado atenção indicava uma casa com a fachada meio danificada, flores mortas em floreiras nas janelas, os vidros pareciam esfumaçados. Não haviam pessoas na rua e tão pouco parecia haver qualquer placa que indicasse que ali existia um alfaiate ou estilista.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptyQui 22 Out 2020, 7:37 pm



- Rival… - Fiquei incomodada com a palavra. - Nunca houve alguém a quem pudesse chamar assim. - Minha pessoa estava com sentimentos opostos dentro de si, havia a satisfação de ter estado no topo durante toda minha vida, mas em contrapartida o fato de ser sempre a melhor em tudo deixou de ser algo prazeroso pois era normalmente tedioso. - Espero que vossa pessoa tenha razão, mas devo estar apenas criando expectativas mirabolantes. - Apesar de minha pessoa estar aparentemente se gabando, meu olhar ofuscado com o peso nos ombros aumentando fazendo-os cair teria esclarecido se tratar de uma lamentação por não poder acreditar em alguém que seja realmente gratificante de superar.

"Ainda bem que minha única função é posar…" Uma sensação de alívio recaiu sobre minha pessoa após saber das razões que faziam Alvida não ceder às fotos para as modelos. "Se eu tivesse de lidar com tanta burocracia provavelmente iria enlouquecer." Era como se minha pessoa houvesse escapado de uma lenta e tortuosa morte. - Para lhe dizer a verdade eu ficaria contente em receber a capa da revista ou a foto com o logotipo do ateliê, tem alguém muito importante para mim a quem mostrar a fotografia. - Apesar de Alvida dizer que iria me ceder uma cópia da foto, eu demonstraria que aceito concessões devido a importância de meu objetivo. "Ele ficará muito mais muito orgulhoso de mim, tenho certeza!" Cerrei com determinação os punhos próximos ao rosto e acenei em afirmação com a cabeça, um sorriso infantil e um tanto bobo forçou a se manter presente em minha feição.

Quando assistente me trouxe a água não pude simplesmente ignorá-la. - Obrigada. - Esbocei-lhe um sorriso afável em harmonia com o olhar contente. - Você está mais vivida agora. - Haveria uma leve surpresa em minha voz por notar que a servente possuía um semblante de menor desconforto aos olhos, assim bebi a água estando um pouco mais confortável, pois uma serva com a qualidade de antecipar minhas vontades é um tanto agradável… - Desde que ele seja o melhor me darei por satisfeita. - Não fiquei exatamente feliz pela informação, pois o fato deste alfaiate considerado o superior ao restante não implica que ele será capaz de produzir algo digno de meu grandioso ser, entretanto, creio que as chances de minha pessoa ficar decepcionada são menores caso eu vá até o mais habilidoso dos alfaiates que Tuntz Tuntz tem a oferecer.

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"Seria isso que Alvi estava se referindo ao mencionar da excentricidade…" Em frente à fachada uma de minhas sobrancelhas tremia comigo engolido a seco o espanto, com o prédio naquele estado não ficaria surpresa caso o alfaiate chamado Des fosse especializado em trajes de horror. "Espero profundamente que isso não seja uma travessura…" Massageava as têmporas com o polegar e, o dedo médio em formato de pinça, numa tentativa de criar coragem além de engolir o receio de adentrar na assombrosa construção, a mínima confiança que possuo por Alvida ser o único motivo a fazer minha pessoa tocar a campainha, se é que há alguma campainha nesta "espelunca", ou então eu iria bater na porta. "Estava vazio, esteja vazio, esteja vazio, esteja vazio..." Não conseguia parar de desejar, pois assim minha pessoa teria um motivo para procurar outro alfaiate.

Mas se alguém abrisse eu iria inspirar fundo, preenchendo meu interior de pura coragem além de engolir a seco todas as incertezas, me restando apenas torcer para que o interior não seja tão horripilante quanto a fachada. - Boa tarde, estou a procura do alfaiate chamado Des! - Diria absolutamente convicta apesar de nem mesmo ter decorado o nome. - Preciso que ele costure e desenhe o melhor vestido de toda a sua vida. - Respondendo caso eu seja questionada a respeito das razões de minha pessoa estar ali, exigindo somente que Dês faça para mim o vestido mais incrível de toda sua existência.

Se o tal alfaiate aceitar meu modesto pedido eu não teria problemas em deixá-lo tirar as medidas de meu esbelto corpo, pois mesmo que saiba dizer exatamente quais as proporções possuo, ainda é um hobby muitíssimo agradável, pois se trata de algo que será dedicado única e exclusivamente para mim, como eu poderia ficar aborrecida com tal situação? Abrindo os braços a fim de mantê-los afastados do tórax iria permiti-lo a realizar as medições, e com bastante orgulho não tentaria encolher a barriga, pois um abdômen tão esguio e isento de gorduras quanto o meu dispensa qualquer tentativa de ser escondido.

Caso perguntem minha pessoa sobre os detalhes e funcionalidade do pedido. - Sendo sincera eu preciso de dois vestidos, mas devido a necessidade quero que vossa pessoa mantenha o foco apenas em um. - Convenhamos já estou a milênios sem um vestido de gala aceitável, mas como não há nenhum evento que se faça necessário trajar algo do gênero o figurino para os shows será a prioridade. - Desejo um vestido para trajar durante os meus shows, algo sensual, que enalteça toda a beleza de minhas curvas, que também não prive minha liberdade de dançar pelo palco, isso tira qualquer possibilidade de um vestido longo, e também nada de ombreiras ou golas bufantes. - Confesso que eu estaria um pouco empolgada… Ou talvez muito empolgada, gesticulando o tempo todo todos com as mãos agitadas como se estivesse desenhando o vestido em meu corpo, dizendo as palavras num ritmo acelerado, enquanto meu olhar ardente repleto de vivacidade por vezes se perdia ao visualizar o figurino na imaginação. - E também o vestido PRECISA ser escuro para contrastar com meu tom de pele, além de ornamentos dourados pois harmonizam incrivelmente bem com o brilho de meus olhos, de preferência ouro genuíno.. - Bom… Talvez parar de falar fosse um tanto quanto complicado… Pois quanto mais eu comentava do figurino maior era a empolgação que me percorria, com minha voz de princesinha mimada atingindo níveis altíssimos de frescuras.

Mas se por algum motivo "excêntrico" o tal melhor alfaiate da ilha se recusasse a costurar um vestido para minha amável pessoa, eu iria concedê-lo a oportunidade de se explicar, encarando-o ansiosa enquanto uma das sobrancelhas se mantém arqueada num ar de cobrança.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptyQui 22 Out 2020, 9:29 pm




Uma pequena parcela de desconfiança era impossível de não ser gerada. O local, onde o melhor estilista/alfaiate da ilha deveria estar/atender só poderia ser classificado como muquifo. O Jog, vendo aquele ambiente. Batia sua pata nervosamente no chão. Acima do telhado de telhas de barro um gato rajado de cinza e branco olhava para a dupla enquanto lambia a pata, ou talvez estivesse olhando para Poky enquanto o considerava uma possível refeição?

Havia um numero pendurado frouxamente na porta de madeira, a pintura marrom escura a muito desbotada e lascada e assim como pensado por Kare, não havia campainha. De forma involuntária a morena desejava que fosse um engano, que ali não houvesse ninguém e que fosse verdadeiramente uma brincadeira de mal gosto de Alvida… Exigiria uma vingança apropriada é claro, se assim fosse.

Vick amarrou a ave enquanto Kare, com Poky a seus pés - escondendo-se do gato - bateu a porta. As batidas fizeram o felino ir embora, após um momento a porta ainda não havia sido aberta, mas a cortina da janela ao lado sacudiu. Kare, nesse instante, começou a sentir uma presença dentro da casa, não parecia hostil, mas repleta de apreensividade. A presença, sábia ela, estava parada em pé ao outro lado de porta, mas não poderia dizer mais do que isso.

Após mais alguns segundos, bem BEEEMMM, lentamente a porta começou a ser aberta enquanto rangia em protesto pela falta de lubrificação em suas dobradiças. - Oiii. Quem é? O que quer? - Um sussurro quase inaudível soou pela fresta de uns 10cm que havia sido aberta. Uma mão magra e pálida segurava a porta, as unhas aparadas e pintadas de preto eram vistas. Um olho escuro, pintado de petro ao redor assim como o de um panda apareceu pela abertura. - Eu sou? Desmond. - O mesmo sussurro anunciou e a porta abriu-se um pouquinho mais. - O que? Quer de mim? - Kare, como se esperasse a resposta, respondeu-o fazendo com que a porta se abrisse um pouco mais, sendo agora possível enxergar o interior. Estantes, ou melhor, suportes de ferro com rolos de tecidos cobertos por um pano semi-transparente de cor branca dispostos em um ambiente escuro com poucos pontos focais. Móveis rústicos, feitos de madeira pesada e sem qualquer pintura, mas o mais "impressionante" era o próprio Desmond.
Spoiler:
 

- Como? Me acharam? - - Alvida nos deu o endereço do Senhor.   - Então foi ela, certo, ela sabe onde eu moro. Sim, faz sentido que tenha sido ela. Sim, se não ninguém viria aqui perguntando por Desmond…. Sim… Oiii, como vocês se chamam? - O sujeito abria espaço para que elas entrassem. Vick permaneceu parada esperando que Kare tomar a iniciativa.


Já dentro, teriam seguido até um local, dois cômodos depois, este já melhor iluminado, mas igualmente tenebroso. Bonecas de pano estavam espalhadas pelo local, a qualidade dos trabalhos era admirável, mas…. As bonecas tinham algumas feições bastante mórbidas. Todavia, decidida a acabar com tudo aquilo Kare já se posicionava para que Desmond pudesse medi-la. - xx, xx, xx. xx. Busto, cintura, quadril e altura. Os ombros é xx e as coxas xx. - Desmond sequer se aproximou. Simplesmente falou os números após olhar para Kare por menos de dois segundos. Ele, embora sussurra-se parecia agitado. - Eu não costumo fazer pedidos pessoais, mas…. Como foi Alvida e você é...   - sua voz diminuiu ainda mais. - … bonita. - Voltando ao "normal" - … eu vou fazer.   - Vendo que o mesmo aceitava Kare começava a explicar, Desmond a encarava com olhos mortos, mas parecia prestar atenção…. Ou talvez estivesse dormindo com os olhos abertos.

- Certo. Espere um momento. - Desmond seguia até uma boneca de pano, meio bizarra, sentada em um sofá roxo escuro e de suas capa curta puxava uma faca pequena e curvada com a qual subitamente esfaqueou a boneca de pano estripando-a na frente de Kare. Poky gritou e correu para trás de Vick, mas até mesmo a impassível empregada havia ficado chocada com o comportamento. Guardando a faca ele esticou a mão e puxou um papel de dentro da boneca. - Eu gosto de preto e dourado. Combinam, ficam bem. Sim, é muito bonito. - Ele vinha sussurrando enquanto caminhava na direção de Kare com um papel na mão. - Algo? Assim? - No papel havia um desenho bastante artístico de um vestido que seguia as instruções que Kare havia dado. - Posso fazer outro ou modificações. - Quando disse isso ele tirou novamente a faca curta e curva da capa, havia um certo brilho satisfeito em seu olhar negro. - A Chiquinha ali disse que tem um vestido que você vai adorar. - Ele apontou para uma boneca que mais parecia um monstro.


Ele estriparia quantas bonecas fossem necessárias até que Kare se desse por satisfeita. O método, embora excêntrico, produziria excelentes resultados e os vestidos embora pudessem precisar de um ou outro ajustes eram bastante bonitos, mesmo que ainda no papel e Desmond… Se é que o seu nome era esse, era bastante rápido em entender os pedidos de Kare. Nos desenhos até mesmo a aparência de Kare era reproduzida. - Vai… custar 10. Você, pode pegar hoje à meia noite. Se não pegar eu vou queimá-lo. -


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptyDom 25 Out 2020, 8:58 pm



O sinistro ranger da porta decretava a extinção de minha esperança, havia alguém no interior do "ateliê", seja por sorte ou azar quem me atendia era o próprio Des, ao menos fui poupada de lidar com assistentes e secretários, como a identidade de Des era confirmada tive a decência de apresentar-me para ele. - Chamo-me Karelina Lawford a honra é inteiramente sua. - Permitindo que a soberba se fizesse presente na tonalidade de minha voz comigo erguendo orgulhosamente o queixo. - E o prazer todo meu. - Terminava minha apresentação fitando-o intensamente, com um sorriso ligeiramente malicioso desenhado nos lábios.

Em seguida iria apresentar meus companheiros. - Este é Bartholomew Poky Robberts, mas tem preferência de ser chamado apenas por Poky. - Apontando com ambas as mãos estendidas na direção da bolota felpuda. - E esta é… - Deixaria que Vick se apresentasse de maneira a julgar ser a mais adequada para si, apontando em sua direção apenas com os olhos.

O interior do recinto evidenciava minhas suspeitas. "De fato aparenta ser o cenário de uma peça horripilante." Era um tanto complicado dizer o elemento que mais chamou minha atenção, sejam os trejeitos misteriosos por parte de Des, ou a decoração do ambiente, a única certeza era a dificuldade em acreditar que esse local é o ateliê do melhor alfaiate de Tuntz Tuntz.

Como posso lhes explicar… Fiquei um tanto desapontada por Des não tirar minhas medidas, mesmo que isso poupe meu tempo, era uma etapa que eu aprecio vivenciar ao ter roupas feitas com exclusividade, de qualquer maneira tal descontentamento fora ofuscado pela forma peculiar do alfaiate "desenhar" as roupas, mantendo olhos bem abertos fiquei abismada com sua voracidade de trazer a tona cada desenho. - Nada mal… - O primeiro esboço estava aceitável, porém não atendia todas minhas exigências, os seguintes atingiam o mesmo patamar. - Não, não… - Minha intuição me dizia que mesmo Dês esquartejando dezenas de bonecas esse iríamos permanecer no impasse. - Permita que sua criatividade preencha toda a extensão de vosso ser, não pense em criar apenas mais um vestido, e sim uma obra prima, a qual fará seus olhos brilharem com a mais genuína satisfação quando estiver o concluído, que lhe deixará estremecido de excitação, uma idéia capaz fazê-lo ficar ansioso por costurar cada fio do tecido. - O o brilho ardente em meus olhos alaranjados estaria a reluzir como uma labareda de empolgação podendo ser capaz de fazer com que as estrelas mais reluzentes fiquem parecendo simples faíscas, minha voz carregaria consigo todos esses sentimentos de agitação, alegria, paixão, enquanto tento expressar em palavras qual seria sensação que minha pessoa gostaria de causar ao trajar o vestido acima do palco, numa tentativa de inspirar Des a criar o mais magnífico vestido. - Você consegue, certo? - Iria segurar firmemente suas mãos próximas ao mim, enquanto nossos rostos teriam permanecidos perto de se tocarem, mantendo meu olhar profundamente conectado a Des, comigo podendo apenas aguardar por uma resposta.

O preço era irrisório, o que são meros 10 milhões, simplesmente iria apanhar um maço com a quantia e soltar na mão de Deus, entretanto o horário de entrega… - O prazo é ótimo. - Normalmente eu esperaria por semanas ou até meses por uma simples peça feita sob medida, então Des ser capaz de confeccionar o vestido em menos de um dia é digno de reconhecimento. - Confesso que eu iria preferir buscá-lo no amanhecer do próximo dia, mas se não haver outra alternativa estarei aqui a meia noite. - Seja lá qual for a razão deste horário tão excêntrico, eu não iria problematizar, pois caso Des se recuse a costurá-lo eu teria de me contentar com um vestido feito pelo segundo ou terceiro melhor alfaiate da ilha, definitivamente isso é mais aborrecedor se comparado a vir buscar pelo vestido tarde da noite.

Com o problema do vestido sendo solucionado faltaria agora o-os, os, os…. - Não, não, não, não, não! - Comecei a caminhar de um lado para outro inquieta pisando firme no chão. "Como eu pude esquecer de perguntar por algo tão importante, é inadmissível, inaceitável, imperdoável…" Com a ponta dos dedos pressionei o cenho bem no meio dos olhos, numa tentativa desesperada de acalmar-me para poder raciocinar direito. - Des, por acaso vossa pessoa também confecciona sapatos? - Sim, sapatos, óbvio, como minha pessoa poderia ter um vestido deslumbrante sem um belíssimo par de sapatos para combinarem? Caso minha pessoa tenha os ouvidos agraciados com a estupenda notícia de Des também ser capaz fabricar sapatos eu provavelmente não hesitaria em me desfazer da quantia exigida pelo trabalho. - Os sapatos precisam harmonizar majestosamente com o vestido. - Toda a aflição teria desaparecido restando apenas uma sensação divina de alívio e felicidade em meu interior.

Entretanto… Caso Des não confeccione sapatos, eu poderia compreendê-lo, afinal cada artista tem sua especialidade, mas, ainda é uma notícia muito entristecedora. - Tudo bem… - Iria suspirar bastante desanimada com a voz fraquejando. - Você tem um den den mushi que eu possa usar, gostaria de ligar para a Alvi e perguntar onde posso encontrar um sapateiro excelente. - Meus olhos seriam direcionados ao alfaiate, desta vez sem a animação presente, assim como minha voz desesperançosa. - Obrigada... - Agradecendo caso eu puder realizar a ligação.

Se não haver den den mushi no ateliê de Des, eu iria me deslocar até o local onde Alvida trabalha, em qualquer uma das possibilidades se eu conseguir falar com ela. - Aaaalvi! - Um longo clamor choroso seria proferido. - Preciso saber onde encontro o sapateiro que seja superior ao restante. - Com os olhos marejados, lutando para conter as lágrimas prestes a escorrer através das bochechas preenchidas de ar, comigo fazendo beicinho e os lábios tremendo. Mas toda essa depressão iria subitamente desaparecer se minha pessoa receber uma resposta satisfatória. - Certo! Irei até ele, agradeço profundamente pela informação. - Inspirando profundamente estaria novamente a sorrir muitíssimo contente, com o ar esperançoso se fazendo novamente presente em meu olhar.

Caso eu descubra a localização do sapateiro antes de deixar o ateliê de Des. - Obrigada por me prestar seus serviços. - Me curvaria brevemente numa graciosa reverência, mantendo os dedos entrelaçados com as mãos juntas do corpo. A única diferença entre meu agradecimento diante da possibilidade de sair do ateliê sem saber onde encontrar o sapateiro seria a tonalidade da voz, neste último caso minhas palavras teriam soado sem nenhum ânimo.

Com minha pessoa descobrindo o paradeiro do sapateiro o mais sensato a se fazer é deslocar-me imediatamente ao vosso encontro, permitindo que a jog possa correr um pouco pelas ruas de Tuntz Tuntz, enquanto iria desviar de transeuntes e possíveis obstáculos, como carroças, sendo uma maneira de também extravasar minha empolgação, após momentos terríveis de aflição agonizante.

No mais, se durante a trajetória eu encontrasse alguma loja que possua uma fachada requintada, Indicando haver peças de roupas caras e renomadas, eu iria interromper meu deslocamento a fim de adentrar na loja. - Boa tarde, estou a procura de um vestido barato, feito por algum alfaiate de baixo renome, fui informada de que um Desmond atende bem essas necessidades. - Fazendo o pedido a primeira pessoa que viesse a me atender, mantendo uma tonalidade irritantemente metida em minha voz, apesar de exigir algum de baixo valor. Pois este seria um teste, para descobrir se o melhor estilista indicado por Alvida é alguém conhecido pela qualidade de seus produtos, ou se foi apenas uma brincadeira de péssimo gosto feito por ela.

Caso a reação da pessoa que me atender enalteça a qualidade das peças confeccionadas por Des, eu iria simplesmente deixar a loja para ir de encontro ao sapateiro. Mas caso a reação confirme meu teste, eu não veria razão para continuar seguindo as orientações de Alvi, pois se ela me passou uma informação falsa sobre o alfaiate nada a impede de ter feito o mesmo com o sapateiro.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptySeg 26 Out 2020, 8:49 am




''Infelizmente'' para Kare, Desmond era completamente imune aos gracejos femininos. Ele piscou sem entender, o que deveria entender da apresentação da morena, fato evidenciado por sua cabeça levemente inclinada para o lado. - Eu? Não sei se entendi. Mas? Entre.   - O sorriso cheio de malícia de Kare era completamente ignorado, novamente não só Desmond não gostava da fruta, como também era ingênuo demais, além de socialmente inapto. - Ahh? Tem mais pessoas? - Ele sequer havia visto Vick até aquele momento. - Uma… Doninha?   - Olhava para Poky após a apresentação de Kare. Kare seguia, pronta para apresentar Vick, mas deixando que a própria disse-se seu nome, afinal não lhe era possível ainda discernir quando Vick diria seu nome real ou não, mas para sua surpresa foi Desmond que acabou falando. - A criatura mais bonita que já vi.   - Ele chegou até mesmo a suspirar e um pouco de cor retornou ao seu rosto. Os olhos sem expressão de Kare o fitavam sem interesse e era justamente essa falta de vida que lhe havia atraído. Mas essa forte impressão acabou por durar apenas um instante, pois logo ele perdeu-se em seus pensamentos sobre Alvida. (Post anterior)

As suspeitas no entanto não eram em nada tranquilizadoras ao entrarem no local. A aparência decrépita e apavorante só fazia a tensão aumentar sobre a veracidade da informação prestada por Alvida.  

Ainda assim, de alguma forma, o jovem esquisito havia conseguido surpreender Kare, pois ele afinal era alguém que realmente dava significado a palavra exentrico, todavia, embora o resultado de seu trabalho seja apropriado ainda não era satisfatório. O modelo por ele criado era sem dúvida muito belo e seria um fabuloso vestido em qualquer lugar, todavia ao se ver na possibilidade de expressar o máximo de sua exigência a jovem dançarina sequer hesitava e despejava sobre o cabuloso rapaz todo o brilho do seu. Sua aura brilhante iluminou todo o ambiente, uma luz alaranjada que irradiava puro calor e deleite preencheu o cômodo com o calor das chamas motivacionais, sua voz firme e clara seria capaz de mover multidões que gritariam seu nome e lhe aplaudiram, sim, era um discurso inflamado que arderia a chama do desejo no coração de qualquer um, mas…. - Meu olhos… meus olhos… meus olhos. Muito brilhante.   - de cócoras no chão próximo a um canto Desmond se encontrava abaixando murmurando enquanto cobria seus olhos. - Acredito que o brilho da Senhorita pode tê-lo deixado cego. - Vick sussurrou um pouco mais atrás apenas para Kare ouvir. - A Senhorita me permite tentar? - Vick pedia permissão ainda em um sussurro.

- Acredito que deveríamos ir embora Senhorita, aparentemente Alvida só pode ter cometido um engano ao nos indicar este ser incapaz e deformado para um serviço, está mais do que claro que este pedaço de lixo é inútil e nunca, nem que ele tivesse dez vidas miseráveis ele seria capaz de atender as mais baixas expectativas da Senhorita. - Vick não havia saído de trás de Kare, mas seu tom de voz havia se elevado o suficiente para que Desmond pudesse ouvir alto e claro. Ele se levantou ligeiramente, seu rosto se virou na direção delas, lentamente e rígido. Seus olhos estava arregalados e rios de lágrimas fluíam deles, sua boca formava um O com um biquinho para frente. Ele, que até então estava abaixado, se levantou com um grito. - AHHHHHHHHHH. - ele puxou a faca… não, agora foram duas facas e correu na direção delas… ou isso era o que parecia, pois ele passou direto. - VOCÊ, VOCÊ, VOCÊ. - de forma perturbada ele esfaqueou uma boneca de pano pendurada na parede. Demorou cerca de dois minutos até que ele se acalmasse, Poky já havia morrido ao menos 5 vezes de susto nesse tempo, Vick arrumou o óculos na face três vezes e Kare? Ainda assim, após esse tempo ele retornou, sua respiração bastante ofegante. - Aqui.   - Aquele era o seu melhor. Se Kare aceitasse ele se viraria para Vick. - Obrigado…. Você quer… jantar?   - - Não. - - Certo. Eu achei que seria não. Me desculpe por pedir. -  

>><<

- Sim… A meia noite.   - Desmond balançava a cabeça em…. Negação? Todavia Kare já não mais o estava percebendo, pois andava ansiosa de um lado para o outro na pequena sala. - Eu? Alfaiate… Não? Acho que não? Talvez? Não… Não, sapatos, não.   -

Todavia, Kare conseguia ligar para Alvida. - Queriiida? O que foi? - Perguntou Alvida do outro lado, e ao ouvir ela precisou rir. - Certo. Peça ao Desmond pelo Daymond. Katcha. -Se assim Kare o fizesse. -  Ah? Sim… o Daymond.   - Ele ficou balançando a cabeça para cima e para baixo repetidas vezes, mas sem falar nada sobre o Daymond e após uns 30s. - Eu sou o Daymond. DesDes me falou que você quer sapatosapatos? SimSim? Deixe-me vez o vestido que o DesDes fez dessa vez, SimSim? -  Ele… Bem… Ainda era a mesma pessoa, mas seu tom de voz era completamente diferente. Ainda um pouco baixo, mas muito mais cheio de vida e repleto de outras peculiaridades. Agora ele??? Com a mão esticada para frente fazia sinal repetidamente pedindo o desenho. - SaltoSalto Fino? Grosso? PredrasPredras? Com qual altura? Deixe-me ver sua bunda.   -  Se Kare mostrasse a bunda. - Vai ficar ainda melhor com um salto alto, sim. Meia pata?   -  Ele esperaria ouvir algumas das expectativas de Kare para o sapato. - CertoCerto… Ao meio dia de amanhãAmanhã. DoisDois milhões e quero lavar seus péspés.   -   ?????.


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- Barato??? Um… Desmond? - Uma loira de cabelos cacheados parecia bastante desconcertada. - Bem, nós temos um Desmond, um momento. - Minuto depois a jovem retornava com um vestido vermelho e rosa. - Esse é o único Desmond que temos na loja. Se precisar de algum ajuste é possível fazê-lo, mas leva um mês aproximadamente. Ele, hoje está 28 milhões. Não sei lhe dizer quem pode ter lhe dado a informação, mas é raro qualquer loja consegui por a mão em qualquer roupa feita por ele e é na verdade a peça mais cara da loja.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptySeg 26 Out 2020, 4:29 pm



Aproximando-me de Vick teria uma das mãos cintura, com um pequeno sorriso satisfeito em meus lábios. - Um trabalho adequado como de costume. - Elogiava Vick por ter sido capaz de compreender Des além de cativá-lo a "desenhar" um vestido magnífico. Também não pude ignorar o empenho do alfaiate, fitando-o com aprovação em meu olhar, enquanto ele estripava, esfolava, e esquartejava a boneca, isso deve indicar que algo estupendo será criado, correto? Meus olhos eram preenchidos de contentamento ao testemunhar aquele estilista praticamente dando vida a sua arte.

Enquanto a bolota felpuda… - Francamente, como pode adormecer no meio deste espetáculo. - Era uma pergunta retórica pois não creio que Poky terá condições de responder-me, minha pessoa ficou deveras inconformada com descaso da doninha. - Terei de ensiná-lo bons modos. - Suspirei aborrecida enquanto sacudia rapidamente a cabeça tentando ignorar a doninha. Porém, verdade seja dita, eu já deveria ter disciplinado está bolota de pelos rebelde a muitíssimo tempo, mas negligenciei tal necessidade devido sua aparência minimamente aceitável, entretanto lhes garanto que tal comportamento não será novamente tolerado.

É claro que minha pessoa teria perguntado pelo Day ao alfaiate, pois eu necessito de alguém para confeccionar meus sapatos. E… Se minha pessoa tivesse de descrever este dia com uma palavra certamente seria contradição, pois novamente minha pessoa encontrava-se vivenciando sentimentos conflitantes, inicialmente havia o frescor por descobrir que eu poderia conseguir os sapatos sem deixar o ateliê de Des, posso jurar que meu corpo parecia ter se tornado mais leve além de eu poder até mesmo respirar com maior tranquilidade, mas convenhamos, que esta situação é no MÍNIMO esquisita, não bastava apenas o "ritual" sinistro de Des, como também houve a radical mudança de personalidade. "Exótico." Foi o único pensamento que me percorreu, enquanto nem pude dizer uma palavra sequer, comigo estando a encará-lo perplexa com as sobrancelhas elevadas.

Com o passar da surpresa inicial eu prontamente iria retomar o foco para o assunto de máxima prioridade. - Salto fino. - Convenhamos, dançar de salto grosso é para amadoras. - Claro pode haver pequenas pedras preciosas incrustadas no ouro, rubis ou diamantes, mas escolha apenas um tipo. - Não desejava uma enorme pedra, creio que ficaria cafona, mas de qualquer maneira é apenas meu gosto pessoal, obviamente as pedras foram escolhidas para harmonizarem com o figurino de modo geral, eu poderia ter escolhido pedras laranjas como âmbar ou citrino, mas elas mal seriam vistas em meio ao dourado, e escolher diversas pedras diferenciada iria fazer os sapatos virarem um arco-íris de tão brega.

Quando eu achei que não poderia ficar mais excêntrico havia aquele pedido, e mesmo com Des/Day sabendo minhas médias só de olhar, eu iria girar 180°, pois se minha pessoa é incapaz de compreender o que se passa na mente dos mundanos "normais", tentar entender esse sujeito suponho ser impossível. - Naturalmente que irá. - Sorrindo orgulhosamente daria de ombros com as palmas das mãos voltadas para cima, pois Des/Day apenas enfatizava o óbvio ao dizer que os sapatos iriam realçar minha grandiosa beleza. - Sim, meia pata é um modelo que me agrada. - Talvez peep toe também fosse uma boa escolha, mas me permiti escolher por gosto pessoal. - Certo, estarei aqui no horário informado. - Novamente o preço era irrelevante iria me desfazer da quantia cobrada sem hesitar, mas o horário… Seria tão simples se minha pessoa pudesse vir ao meio dia de amanhã para apanhar ambos os pedidos, mas era aceitar tais termos ou ficar sem as peças. - E após lavar meus pés terá de massageá-los. - Ergui o dedo indicador para lhe chamar a atenção, enquanto minha voz exigente teria-se mostrado incisiva durante a "negociação", como o próprio havia se prontificado a limpar meus pés seria um desperdício perder a oportunidade de ter meus pés delicados massageados. Sendo que mal conseguia esconder a ansiedade de ter alguém para me mimar, sentaria-me com as pernas uma ao lado da outra, abrindo e fechando os dedinhos dos pés após retirar os calçados, numa agradável agitação antes do relaxamento.

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Apesar de ter encontrado o sapateiro sem precisar sair do ateliê eu ainda manteria o interesse de descobrir se a indicação feita por Alvida era verídica. - Hmm… É tão raro assim? - Continuando a fingir que não possuía qualquer conhecimento sobre os vestidos costurados por Des eu apoiaria o dedo indicador abaixo do lábio inferior no canto esquerdo, dizendo ingenuamente, ao mesmo tempo que iria abraçar a cintura com o braço direito, inclinando-me para frente como se desejasse olhar o vestido em minúcias. - Vossa pessoa deve estar certa, quem me informou sobre esse estilista provavelmente se enganou. - O motivo de eu ter agido de maneira propositalmente irritante foi para que a atende me desse uma resposta rápida e seca, provavelmente tentando me esnobar, mas sua atitude prestativa faria com que eu conversasse normalmente sem a vozinha irritante. - O preço me parece bastante justo considerando o que vossa pessoa me falou a respeito da dificuldade em adquirir, mas este modelo não atende minhas necessidades, e ele não foi feito para mim, de qualquer maneira agradeço por vosso atendimento. - Alegremente afastaria da atendente dando-lhe um rápido aceno antes de deixar a loja, afinal eu havia comprovado que Des é um alfaiate de qualidade aceitável.

- Vamos até uma cafeteria. - Diria para Vick assim que deixasse a loja de roupas, pois como minha pessoa não havia almoçado poderia ser um tanto problemático negligenciar outra refeição. Chegando na lanchonete eu pediria a(o) garçonete/garçom pela sugestão da casa, assim como uma bebida para acompanhar, pagando por mim e por Vick sem grandes problema, além da bolota de pelos esfomeada. - Eu estou a procura de um violino, poderia dizer-me onde encontro instrumentos musicais de grande excelência nesta ilha? - Educadamente iria perguntar a quem viesse me atender agraciando-o com um afavel sorriso, após ter feito o pedido no estabelecimento. Após terminar de comer eu iria prosseguir até o local indicado pelo atendente da cafeteria, pois como a ilha é inteiramente focada no ramo musical creio que qualquer habitante saiba dizer qual a melhor loja de instrumentos.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptySeg 26 Out 2020, 9:34 pm




O surto psicótico, diferente do esperado, deixava Kare animada. Ou.. este talvez fosse o esperado? Se formos considerar a personalidade pouco ortodoxa da jovem. Poky todavia, embora não estivesse dormindo e sim tendo um ataque cardiaco, acabava sendo alvo da insatisfação da jovem e provavelmente seus dias futuros seriam tingidos de negro e seu passado de "fazedor" de truques voltaria novamente a seus dias presentes.

Com o vestido acertado, a jovem pode se focar em outro ponto de suma importância. Os sapatos. De um jeito estranho, o problema era logo resolvido, mas de vez de se tornar mais simples de entender ele acaba ficando cada vez mais esquisito. Um conversa direta, sem muito rodeios era logo travada, durante a qual se acertaram os pormenores do que Kare desejava. - RubisRubis então. - A ideia ela logo aceita e seguiam rapidamente com a conversa até o momento em que o pagamento era acertado, era um… No minimo esquisito, dinheiro e o desejo de lavar os pés de Kare, pedido este que provavelmente deixaria qualquer pessoa receosa, bem… Pessoas ficariam receosas, Kare por outro lado via algum tipo de oportunidade em entregar seus lindos e maravilhosos pesinhos na mão de um sujeito que acabará de esquartejar com muito afinco as bonecas de pano. - MaMaMaMaSaSaSaSaGemGemGem??   -  Day se agitava, ele na verdade tinha imaginado seu pedido sendo negado, mas para sua surpresa não só foi aceito, como incrementado. Ficou nervoso, tirou o quepe da cabeça e mordeu-o puxando entre as mãos e os dentes. - FechadoFechado, Massagem.   -  Ele, após se acalmar um pouco, concordou, mas, suas surpresas ainda não haviam acabado, pois Kare parecia disposta a pagar antecipadamente. - OhOh, Pagamento antecipado. - Falou ao perceber a morena se sentando por ali e retirando os sapatos enquanto erguia os pezinhos no ar movendo seus dedinhos. - Vou pegarpegar as coisas. - Com passos pequenos e super apressados Daymond deixou o recinto para o anterior e logo voltou com uma bacia com água morna e alguns outros produtos. No tempo em que ele havia saído Vick comentou. - A Senhorita é corajosa em permitir isso. - O olhar da empregada estava nas bonecas de pano estripadas pelo local.

Logo que retornou ele pôs a bacia a frente de Kare, permitindo que ela pusesse os pés dentro da água levemente quente, de modo que precisou as primeiras vezes por e puxar os pés até que conseguisse afundá-los. Claro, também poderia pedir que ele esfriasse a água. Assim que molhasse os pés, Day os pegaria um de cada vez. Estava sentado no chão a frente da bacia e ergueria os pés de Kare bem próximos ao seu rosto. Em sua mão um sabão e uma escovinha a qual talvez fizesse Kare ter algumas cócegas conforme ele escovasse. Os dedos estreitos de Day eram ótimos quando passavam por entre os dedos de Kare e ele não possuía qualquer pressa ou urgência em seu "trabalho". Lavava-os enquanto respirava bem profundamente, sem esquecer que a jovem lhe havia incubido de massageá-los. Após ter escovado e lavado ambos ele removeria a bacia colocando um pano no chão para Kare pisar. Mais uma vez, com os pés bem próximos ao seu rosto ele começaria a massagem e como um sapateiro ele realmente entendia muito bem de pés. Seus dedos finos apertavam com precisão os pontos dos pés de Kare fazendo com que arrepios prazerosos subissem por seu corpo. - A Senhorita deveria gemer mais baixo. - Repreenderia Vick se fosse necessário. - NãoNão, assim tá ótimo. Posso beijarbeijar?   - Com apenas seus olhos aparecendo por cima dos pés de Kare, olhando-a por sobre seus dedinhos, ele fazia mais "proposta", desejando agora poder beijar os lindos e sedosos pés da jovem.

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- O artista quase não os produz e é muito recluso. Ninguém, exceto algumas poucas pessoas devem conhecê-lo. Só conseguimos as peças por meio de um intermediário e os horários de entrega e locais são sempre peculiares. É um vestido que apenas um pequeno punhado de pessoas consegue pôr as mãos, ou mesmo ver. -  …… - Sim, provavelmente quem lhe informou se enganou, certamente não é um vestido barato. - Kare também "concordava" com isso e a vendedora logo começava a perceber as intenções de recusa da morena, logo agora que a jovem de cabelos cacheados estava esperando ser aquela que vendeu o vestido mais caro da loja. - Sim, eu entendo. Mas posso lhe mostrar outros modelos que estejam dentro do orçamento da Senhorita? Também temos uma confecção. - Vendo a recusa de Kare a cordialidade da vendedora se afastava um pouquinho, enquanto ela tentava apelar para outras táticas de venda alfinetando o orgulho de Kare ao inferir que a mesma não possuia verbas suficiente para um Desmond.

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Croissant com suco de laranja e também um café para Vick. Este havia sido o pedido que custou a Kare 15k Berries, incluso a torta de Maçã que Poky insistiu querer saltando no balcão onde as mesmas estavam a mostra. - A maior loja e também mais procurada é a Íchos Clef, fica próxima ao teatro Chords. Lá eles tem todos os tipos de instrumentos de todos os principais artesãos do mundo. - Após a explicação ele se retirou deixando que o trio apreciasse sua refeição.

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Um predio de arquitetura rebuscada. Querubins tocando flautins decoravam a fachada. Não havia fila para entrar, todavia o fluxo de pessoas era ininterrupto, alguns saindo, outros entrando, jovens, velhos, homens e mulheres, todavia se havia uma coisa em comum era que não possuíam qualquer coisa em comum. Alguns tinham aspectos pobres, enquanto outros vestiam-se como nobres.

Assim que entrassem na loja veriam primeiramente os mais belos e caros instrumentos, os de melhor qualidade e maior renome. Aqueles que desejavam coisas mais baratas e acessíveis deveriam caminhar até os fundos da loja, saindo do "hall" principal e indo para os anexos. Do meio da loja para o fundo haviam instrumentos bons, mas não tão renomados. Obviamente a maioria dos atendentes, os quais eram muitos, estavam todos próximos à porta e dos instrumentos mais mais caros. Ali com aqueles "abutres" o talento infelizmente não era importante. Cada vendedor olhava apenas para a aparência das pessoas que entravam, aqueles de estirpe mais humilde reciam não mais que uma olhada de relance, enquanto aqueles de aparência nobre eram logo abordados por algum vendedor e foi assim que Kare se viu ao entrar.

- Bem vinda a Íchos Clef, sou Suzan, serei sua consultora. - Uma recepção cordial seguida de uma vênia média com as mãos prostradas uma sobre a outra a frente do quadril. - No que posso servir-las? - Completou ao erguer o rosto novamente para Kare.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica - Página 2 EmptyTer 27 Out 2020, 7:05 pm



- Creio que ele não usará nenhum utensílio nocivo. - Respondia a Vick após comentar a respeito de minha coragem, não culpo por ter esse tipo de desconfiança, afinal pode não ser muito sensato deixar que um maníaco psicótico se aproxime tanto, mas o que minha pessoa poderia fazer? Meus nobres pésinhos necessitam de cuidados constante, como minha pessoa poderia negligenciar atenção a eles quando oferecida?

Quase soltei uma risada deselegante ao escutar o pedido de Day, infelizmente para ele minha pessoa ainda não o considera apto a beijar meus majestosos pés, por tal razão ele terá de se contentar em apenas apreciá-los e tocá-los, elevando o dedão do pé livre eu o movi até a ficar na frente do rosto de Day e o balancei com suavidade para esquerda e para direita negando seu pedido num gesto um tanto provocativo. Por fim apenas apoiei minhas costas no encosto do assento, inclinando o pescoço para trás, apenas desfrutando dos mimos recebidos, meus olhinhos por vezes reviraram quando Day apertava no "lugar certo", e em meus lábios a aquela experiência era refletida num num sorriso largo de satisfação, vez ou outra meus dedinhos eram encolhidos com minha perna se contorcendo quando o estímulo era deveras intensos, mesmo comigo soltando poucos gemidos agudos e impertinentes, enquanto a maioria era abafada, Vick me repreendia. - ...Tá… - Disse em meio a um suspiros quente e ofegante, também mordiscava o dedo indicador enquanto meu olhar entreaberto carregado de prazer seria direcionado a Vick, para ser sincera, minha pessoa pode relaxar tanto a ponto de não sentir vontade de retrucar.

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Como se eu pudesse me sentir ofendida por deixar de comprar um vestido que nem foi feito exclusivamente para minha pessoa, além de nunca sequer eu ter tido interesse em comprar algo na loja de roupas. Entretanto na Íchos Clef a situação seria um tanto diferente. - Boa tarde, estou a procura de um violino, desejo ver apenas os que foram construídos pelo artesão mais capacitado da ilha. - Dizendo sem grande motivação na voz pois não queria ver centenas de amostras sendo assim tentei reduzir o número de exemplares. Meu olhar ligeiramente desinteressado percorria o interior da loja. "Quantos mundanos." Achei muito incomum ter pessoas de diferentes estirpes frequentando a mais renomada loja de instrumentos, eu tinha em mente que haveria um público seleto, mas dei de ombros ignorando-os, enquanto retomava minha atenção a procura do violino. - E o som produzido por eles é realmente refinado? Ou o luthier responsável por suas construções se dedica apenas em deixá-los bonitos? - Iria encarar atendente pelo canto dos olhos, afiando o olhar em desconfiança, questionando a qualidade do violino com a intenção de fazer a recepcionista defender a excelência do produto.

Caso minha despretensiosa abordagem seja bem sucedida. - Ohh! Ele(a) constrói instrumentos tão bons quanto vossa pessoa diz? - Iria abrir bem os olhos ao encarar a atendente, minha pessoa fingiria estar surpresa a ponto ficar boquiaberta além de manter as sobrancelhas erguidas. - Com esse nível de habilidade ele(a) deve se alguém muitíssimo solicitado, aposto que é praticamente impossível encontrá-lo. - Dizendo como se fosse uma pergunta retórica, sem de fato estar dirigindo tais palavras a atendente, pois desejo que minha reação admirada faça a recepcionista me contar mais a respeito do artesão, sem que ela perceba. Dando seguimento a minha busca por informações, usarei a tática de me referir a pessoa por um apelido carinhoso, quando na verdade eu apenas não decorei seu nome. - Su, serei sincera com vossa pessoa, meu antigo violino foi furtado durante minhas viagens pelas ilhas da grand line, e agora preciso de um novo pois tenho um show agendado no teatro Chords daqui a menos de um mês, e eu desejo pessoalmente entregar um convite na primeira fila para a pessoa que foi a responsável por permitir minha apresentação de ocorrer, vai ser minha forma de agradecer, por tal razão desejo saber onde encontro esse luthier. - Visivelmente entristecida iria juntar as mãos girando os polegares um em volta do outro, com meu olhar cabisbaixo e a voz deprimida durante boa parte do monólogo, então iria direcionar a ela um olhar trêmulo a fim de deixá-la comovida.

Se o simples truque fosse o suficiente para fazê-la falar o paradeiro do artesão, toda o Sr entristecido em meu semblante iria desaparecer como se nunca houvesse existido. - Ótimo! Obrigada pela informação Su, até breve. - Acenaria com a mão mandando um "tchauzinho" enquanto ela poderia ver a alegria estampada em meu olhar, além do sorriso travesso, logo antes de minha pessoa se afastar com intuito de deixar a loja.

Entretanto caso a recepcionista se recuse a transmitir a informação que desejo, me verei obrigada a utilizar artifícios pesado. - Não seja tão frígida… - Dizendo num tom dengoso, enquanto iria provocá-la com o olhar lascivos. - Uma senhorita tão gentil quanto vossa pessoa não combina com essa expressão amargurada. - Lentamente iria me aproximar da atendente ficando com meu rosto próximo ao dela. - Nós podemos ser ótimas amigas, e amigas não guardam segredos uma da outra certo? - Prosseguindo com minha fala claramente mal intencionada. - E claro que amigas também cuidam uma da outra, por exemplo de minha amiga estiver muito cansada eu poderia pagar uma massagem relaxante em um spa. - Se a atendente não recusasse eu iria envolvê-la por trás do ombros, trazendo-a até mim para que meus lábios fiquem próximos de sua orelha, lhe proporcionando a oportunidade de escutar minha doce voz, então mostraria a ela uma nota de 100k, colocando-a dentro da gola de sua blusa perto do ombro. - E também alguém para fazer suas unhas, afinal não quero que minhas amigas pareçam desleixadas. - Mantendo a voz maliciosamente adocicada enquanto lhe dou outra nota. - Também não podemos esquecer da maquiagem. - Mais uma nota de 100k seria entregue. - Mas do que adianta tudo isso sem roupas novas para minha amiga tão querida. - Esconderia outra nota em sua camisa. - E claro, uma bolsa nova para combinar com as roupas. - Vagarosamente eu iria aproximar meus lábios cativantes a orelha da atendente, enquanto-a a mantenho firmemente envolvida pelo ombro, tentando impedir que os demais mundanos possam compreender o que está acontecendo entre nós. - Agora que nossa amizade foi estabelecida você pode me contar o que desejo saber, certo? Entretanto. - Com a recepcionista "presa" em meu enlaço. - Amigas não enganam uma a outra, e coisas ruins podem acontecer com amizades falsas… - Diria com a voz bastante perversa sem dar muitos detalhes do que poderia acontecer com ela caso me enganasse. - Mas se lembre, quanto mais sua amiga ficar contente melhores podem ser os presentes dela. - Por fim iria finalizar enfatizando os benefícios de nossa "amizade", permitindo que minha voz seja soada carinhosamente aos ouvidos da atendente. Se depois de meus incentivos a recepcionista cooperar comigo. - Excelente… - Dizendo num tom de voz calorosamente satisfatório, e como uma última travessura iria soprar atrás de sua orelha antes de me desvencilhar para deixar a loja, a fim de deslocar até o endereço do artesão.

Entretanto se minha procura por informações fosse infrutífera. - Vamos até uma loja de den den mushis. - Dizendo a Vick a respeito de nosso novo destino, pois são utensílios úteis para nós, além de minha pessoa poder utilizar esse tempo para pensar em uma nova forma de descobrir onde encontrar o luthier "mais renomado" de Tuntz Tuntz.


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