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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

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MensagemAssunto: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptyDom 18 Out 2020, 18:35

Apresentação 6 ~ Falência Bombástica

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensa Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptyDom 18 Out 2020, 21:17



Naturalmente minha pessoa não iria perdoar a Nervosinha tão facilmente, principalmente por ter me tratado com tamanho descaso, logo eu que sou alguém extremamente amável, gentil, bondosa, maravilhosa, agradável, encantadora, belíssima sim eu sei, já falei belíssima antes, mas é sempre bom enfatizar. - Claro que não lhe perdôo, vossa pessoa nem mesmo me convenceu de que está arrependida. - Cruzava os braços inclinando o queixo para cima ao mesmo tempo fechei os olhos, respondendo a tenente com bastante frieza. - Só irei aceitar vosso pedido de desculpas se me apresentar a ilha. - Sinceramente eu irei adorar ver qual será a reação da Nervosinha após outra inocente brincadeira, porém meu semblante rapidamente tornaria-se amigável, com um ligeiro sorriso travesso no canto dos lábios, permitindo que a voz seja soada num ar de maior leveza além de meu olhar dócil direcionado a ela. - A verdade é que ainda não tive a oportunidade de conhecer bons estabelecimentos para aproveitar a ilha, então seria muito apreciado por mim ter vossa companhia durante esse passeio. - Seria sincera ao conversar com a tenente de maneira sucinta, sem mais joguinhos, ao menos por enquanto, evitando de usar a palavra "encontro" justamente para impedi-la de honrar seu apelido.

Sendo assim iria terminar de comer o café da manhã para assim poder agraciar a Nervosinha com minha ilustre companhia durante o nosso encontro. - Irei levar a jog. - Avisando a Vick para caso a mesma tenha vontade de sair já ficar ciente de que a montaria estará indisponível, pois como a ilha é consideravelmente grande minha pessoa dispensa gastar horas e horas caminhando para chegar de um ponto a outro. Não ficaria surpresa na possibilidade de uma certa bolota de pelos se convide para o passeio. - Você não tem jeito. - Iria suspirar me conformando com a situação, enquanto acenava negativamente com a cabeça, apesar do sorriso afável estampado nos lábios indicar que não o impediria de nos acompanhar.

Em seguida iria acariciar as penas da ave percorrendo com a ponta de meus dedos da cabeça até a base do pescoço sendo como uma pequena recompensa por me transportar pela ilha, então ajudaria a Nervosinha subir na jog, comigo montando logo em seguida atrás dela, pois mesmo não sendo a posição maior eficiência no sentido de locomoção minha pessoa poderia cavalgar num ritmo mais lento e utilizar do tempo para poder conversar com a marinheira, também podendo observar a ilha tendo maior tranquilidade, e por ultimo, e mais importante, eu poderia manter a Nervosinha bem firme em meus braços, envolvendo-a pela cintura enquanto mantenho as rédeas presas nas mãos prostradas a frente da tenente. - Agora vossa pessoa não tem chance de fuga. - Dizendo num tom leve de brincadeira, com meu queixo propositalmente apoiada acima dos ombros da marinheira, deixando-a sentir uma maliciosa pitada de luxúria na tonalidade de minhas palavras proferidas próximas de seu ouvido, puxando-a sutilmente contra mim enquanto mantenho a região do busto apoiadas nas costas da tenente.

Eu presumo que a Nervosinha terá certa dificuldade por assim dizer, em conduzir a trajetória de nossa pequena excursão, e para auxiliá-la. - Há algum local que vossa pessoa gostaria de visitar? - Com tal pergunta pretendo dar a Nervosinha um foco inicial nos estabelecimentos a serem explorados. Apesar de minha intuição dizer que ela irá desejar entrar em uma loja de katanas, bom, quanto isso eu não teria problema, afinal também é de minha vontade que a tenente se divirta um pouco. E se de fato ela me guiar até um estabelecimento que comercialize espadas eu educadamente a acompanharia, esperando o mesmo comportamento de uma criança empolgada por estar no meio de uma loja de brinquedos. - Você poderia me contar um pouco mais a respeito dessa katana? - Perguntaria na possibilidade da Nervosinha encontrar uma espada, imaginando que ela iria gostar de falar sobre essas coisas, apesar de meu interesse ser praticamente nulo, eu não poderia deixar de achá-la minimamente adorável por comportar-se de maneira tão enérgica. Após alguns minutos eu iria simplesmente roubar um rápido beijo dos lábios da Nervosinha. - Vossa pessoa parecia tão fofa, a ponto de eu não poder conter-me. - Dizendo num tom de divertimento com nossos rostos ainda próximos, a verdade é que minha paciência não é eterna, e o beijo seria um artifício para silenciá-la caso a mesma continue a falar desenfreadamente, mas também não posso negar que a beijei para me divertir com a possível reação da tenente ficando ruborizada de timidez.

E como o fato de minha pessoa ser extremamente benevolente não é nenhum segredo parte de minha atenção seria dedicada a observar a tenente, para o caso dela demonstrar certo interesse em algum estabelecimento, provavelmente permanecendo por alguns segundo encarando fixamente um local, talvez uma loja de doces e sobremesas, ou talvez um parque, isso irá depender do interesse possuído pela tenente. - Vamos, quero conhecer aquele lugar. - Agiria como se não houvesse percebido o Interesse da marinheira, conduzindo o jog até o local responsável por cativar a nervosinha.

Durante a cavalgada pelas ruas de Tuntz Tuntz minha pessoa observaria as construções da cidade, principalmente os estabelecimentos comerciais, lojas de roupas e alfaiates, além de lojas especializadas em vender instrumentos musicais, guardando o nome além do localização dos comércios cujo a fachada fosse a mais sofisticada e elegante, acreditando que estes iriam possuir os produtos de melhor qualidade. Entretanto, não iria visitá-los neste momento, tendo o interesse de conhecê-los quando a Nervosinha e eu estivermos a retornar para a residência onde estou hospedada.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptySeg 19 Out 2020, 21:10




- Eu.. EU.. - ela tentava começar a se explicar, queria dar de algum modo a veracidade que Kare esperava em suas desculpas, mas antes mesmo de ter a chance de fazê-lo Kare por si mesma aliviava o clima fazendo com que o coração da Nervosinha se tornasse um mar de confusões. - Você é cruel. - Disse a jovem, mas havia um sorriso em seu rosto. Kare prontamente explicava o porquê do seu pedido, evitando fazer usos de palavras que pudessem deixar a pequena jovem agitada. - Acredito que vai ser bom esse encontro para as Senhoritas. - Todavia Vick não colaborou com os planos de Kare. - E-E-Encontro??? - o rubor começou a subir pela face da nervosinha, vapor saltava de seus ouvidos como em uma locomotiva, seu lábio inferior era preso em meio ao seus dentes, suas mãos sobre o colo apertavam a bainha da saia a puxando para baixo em direção aos joelhos. - Si-Sim. Um encontro vai ser ótimo. - Com o rosto todo vermelho e mantendo o olhar em direção ao mármore da ilha ela afirmava acenando afirmativamente com a cabeça. - E-Eu vou me esforçar. - ela não parecia estar falando com ninguém além de si mesmo, embora as palavras estivessem saindo altas de mais para esse propósito. - Pokyun pokyun pokyun … - Poky a encorajava com sua torcida, pois Poky muito gostava das namoradas de Kare, afinal fosse Lícia ou a Tenente ambas lhe tratavam muito bem.

Como Kare suspeitava a doninha sapeca desejava ir junto, era o mínimo esperado de tal bolinha felpuda de pelos. Vick por sua vez não tinha qualquer pretensão na utilização do Jog.

As penas eram ásperas ao toque, característica de uma ave robusta que não necessita de voar e sim permanece no chão onde há muita poeira. Sua plumagem grossa também lhe protegia dos intemperismos e de colisões durante a corrida como galhos afiados de arbustos. O jog, o qual Kare já devia ter dado um nome, batia o pé direito com força no chão enquanto aguardava ansioso para poder cavalgar. Sua cabeça sacudia e suas penas vibraram ao toque de Kare.

- Obrigada. - Agradeceu a ajuda a subir e logo se viu "cercada" por Kare que sentando-se atrás a abraçou. O cochicho ao pé do ouvido a arrepiou. - E-Então a-agora eu tenho que dar uma re-recompensa p-pela ca-captura. - Ela custou um pouco a conseguir proferir essas palavras, mas no fim havia feito embora estivesse embaraçada com um sorriso tímido no rosto sem revelar os seus belos e pequenos dentes brancos.

A recompensa? Bom, essa ela entregaria depois.

>><<

O movimento era menor e a cidade menos multicolorida. Todavia os arabescos que enfeitavam o chão e algumas paredes eram bastante bonitos a luz dourada do sol. Esculturas de jade brilhavam ao sol em seus pedestais no alto das construções. Essas não eram, em grande maioria, práticas, mas sim feitas para parecerem belas, fluidas e musicais. Arcos, angulos, e curvas. Não haviam muitos prédios retos e quadrados. - Pokyun Pokyun Pokyun. - Poky apontava para uma rua onde havia um comércio de frutas. - Nem vem, você acabou de comer. Depois a gente passa. - Por essa nem mesmo o sagaz Poky esperava, talvez ele não fosse mais gostar tanto assim da tenente?

A tenente foi guiando, diferente do esperado por Kare a primeira parada não foi diretamente em uma loja de armas, e sim apenas passeiam pelos locais enquanto avançavam mais para o centro, mas sem se aproximar do teatro principal que havia sido o primeiro palco confrontuoso de Kare em Tuntz. Sendo o centro da ilha o numero de residências era muito menor, a maioria dos locais eram estúdios, lojas de instrumentos, escolas, pequenos teatros ou cinemas, restaurantes, padarias, cafeterias. Lojas de armas tão pouco existia ali, afinal esse era o centro musical.

Obviamente foram, em muitas ocasiões diferentes, alvo dos fotógrafos. Para a tenente era especialmente embaraçoso e ela sempre tentava virar o seu rosto e se cobrir com a mão.

- Esse aqui é o arco dos desejos. - Passavam por cima de uma grande ponte de pedra, talvez a mais comprida que Kare já havia passado desde que chegara na ilha. A ponte traçava um arco alto por cima de um rio, era bastante larga e possui em suas laterais uma calçada elevada para os pedestres. Em ambos os acessos haviam palanques onde era possível amarrar a montaria para fazer a travessia a pé, está de aproximadamente uns 50m. Sobre a ponte havia diversas pessoas. Algumas sozinhas, outras em casais, todos de idades variadas. Era possível em alguns momentos ver o ato de jogar algo de costas por cima da murada em direção às águas calmas do rio abaixo.

>><<

- Aqui é a fonte secreta. - Num ponto já mais afastado do centro, talvez próximo a praça na qual Kare havia feito sua estreia pública, em um local acessível após passar por algumas ruas estreitas entre apartamentos de dois ou três andares com cordas esticadas de uma para o outro onde havia roupas estendidas e varandas pequenas cobertas de folhagens verdes em cascata elas chegaram em uma pequena praça. No centro uma fonte clássica com três andares com água jorrando no topo. Ao redor dessa fonte havia uma tela, como um cercado de 1m de altura. Nessa tela havia cadeados fechados, aos milhares. E no fundo da fonte em igual proporção existia as chaves desses cadeados. - A história é… - A tenente explicava a história por trás do mito de guardar segredos e os cadeados.

>><<

- Aqui. - A tenente puxou Kare para dentro de uma loja e não… Não era de Katanas, mas sim de acessórios. Dentro balcões de vidro com variedades em seu mostruário. Colares, anéis, brincos, pingentes, presilhas, pulseiras entre outros tipos de acessórios. - Você prefere o que? - A tenente desejava saber entre os modelos - se anéis, ou colares, ou talvez pulseiras, tendo essa informação ela iria escolher um para dar de presente para Kare. Já Kare, se pergunta-se para a tenente a resposta seria uma presilha para cabelo.

>><<

No almoço Marian seguiu para um restaurante com vista para o mar. As mesas estavam na calçada e ocupavam toda aquela secção do restaurante até o parapeito que separava a calçada da praia mais a frente. Cada mesa possuia um guarda-sol acima, a brisa fresca soprava em direção ao mar. Havia cheiros diversos de comida no ar. - Você escolher. - Marian empurrava o cardápio para Kare.

Assim que Kare pegasse o cardápio a doninha correria para ler junto, muito provavelmente ficando a frente da visão de Kare. - Hihihi. Acho que ele quer escolher também. - A tenente soltava uma risadinha com a mão em frente a boca.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptyTer 20 Out 2020, 04:25



Minha intuição me diz que Vick comentou do encontro propositalmente para deixar a tenente eufórica. "Vick sempre foi de implicar?" Questionava pois ver uma pessoa que preza tanto pela eficiência fazendo brincadeira, era no mínimo inusitado, quando a conheci nem sequer compreendia minhas ironias, agora faz comentários provocativos com certa naturalidade. "Quando ela mudou desta maneira?" Minha pessoa era incapaz de supor o motivo em tal alteração comportamental, apesar de eu não me esforçar em tentar entendê-la, afinal não é algo que de fato me incomoda.

A reação da Nervosinha era bastante previsível, porém não deixa de ser divertida, ao ponto de fazer com que minha pessoa precisasse cobrir os lábios com os dedos da mão dobrados e assim abafar um risinho, com meus ombros encolhidos além dos olhos fechados. "Se ela estivesse mais próxima provavelmente eu morderia sua bochecha." Eu tive boa surpresa de escutar a tenente falando que iria se esforçar, talvez este seja o lado de sua personalidade que mais me atrai, afinal ter alguém para se esforçar por mim pode ser deveras proveitoso.

Quando a tenente respondeu meu comentário malicioso de imediato um sorriso satisfeito formou-se nos lábios, comigo mordiscando o inferior apreciando aquelas palavras, mesmo sendo ditas com certo nervosismo ainda eram estimulantes. Então cativada pela tenente iria beijá-la atrás da orelha para logo em seguida morder na pontinha esticando-a. - Estou cobrando adiantado uma parcela da recompensa. - Diria num tom libidinosamente divertido, "justificando" minha atitude.

Porém nem tudo era agradável, tive de enfrentar um temível dilema, escolher entre agraciar os fãs eufóricos por uma mísera foto de minha pessoa ou o conforto da Nervosinha. Bom, os paparazzi terão de se contentar em fotografar-me numa ocasião mais propícia, aproveitar o encontro com a tenente me causa maior agrado. - Ara ara… A tenente faz realmente sucesso com os fotógrafos. - Nem por isso iria deixar de brincar com a situação, insinuando que os paparazzi estavam ali pela marinheira, comigo logo em seguida acelerando a cavalgada para nos afastarmos.

- Arco dos desejos? - Pensei alto enquanto mantia a ponta do dedo indicador abaixo do lábio inferior. "Parece algo comum de se encontrar numa fábula." Me soava bastante fantasioso tanto o arco quanto a tal fonte secreta, talvez a história pudesse render um livro de ficção, porém o detalhe que definitivamente se destacou aos meus olhos era a quantidade de pessoas acreditando em algo do gênero. "Por que fazer pedidos há um arco? Ou para uma fonte?" Era algo bastante peculiar, fiquei apreensiva ao notar o quanto estes locais eram populares. "Quando se deseja algo não é mais fácil simplesmente apanhá-lo." Provável que o principal motivo não entender as razões que motivariam alguém a fazer pedidos assim seja o fato de ter sempre conseguido tudo que desejava no mesmo instante, mas essa é apenas uma hipótese sem fundamentos.

>><<

"Minha preferência…" Este passeio havia se tornado estranhamente reflexivo, jóias sempre despertaram meu interesse, talvez como sendo algo a se colecionar, mas nunca havia pensando em qual estilo de acessório era meu preferido. - Gargantilhas. - Respondendo de maneira convicta, após alguns instantes de introspecção, colares e gargantilhas no geral causam um destaque satisfatório, evidenciando a beleza além de atrair a atenção. - Poderia me ajudar a colocá-la? - Se a Nervosinha não me entregasse um embrulho fechado eu iria me sentar de costas para ela, segurando os cabelos enrolado acima do pescoço, oferecendo minha nuca desnuda para a marinheira. Em seguida iria virar-me em sua direção, permitindo os cabelos de caírem, tocando-a com a ponta dos dedos cuidadosamente abaixo do queixo. - Obrigada. - Beijando-a na bochecha próximo do canto de seus lábios , agradecendo tanto pelo presente quanto pela cortesia.

Ter recebido um presente da Nervosinha me deixou com vontade de retribuir o gesto carinhoso, não hesitaria em devolver a pergunta a respeito de qual acessório seria o favorito. Meu braço direito abraçou a cintura enquanto o cotovelo esquerdo era apoiado acima do punho direito, mantendo o queixo apoiado no polegar. "Esta será uma missão complicada." Enrijecendo meu olhar, comecei a analisar mentalmente as condições para escolher um presente no mínimo perfeito para a Nervosinha, o fato dela ter preferência pro presilhas limitava meus alvos. "Algo fofo e adorável acredito que irá harmonizar com ela, mas não pode ser infantil, talvez nas cores azul e branco assim a Nervosinha poderá utilizá-la enquanto trabalha e não deve ser excessivamente chamativo." Com as metas minuciosamente traçadas, restaria minha parte favorita, a missão de reconhecimento, não ficaria surpresa se caso demorasse, afinal sou incapaz de aceitar algo que não atenda minhas exigências. A boa notícia é o fato de preço definitivamente ser uma solução e maneira alguma um problema. Talvez eu tenha sido levada pela natureza da Nervosinha, me esforçando para agradar outra pessoa além de mim mesma.

Tendo encontrado uma presilha digna de presentear a tenente eu tomaria a iniciativa de colocá-la na marinheira. - Vem aqui. - Chamando-a com minha voz soando carinhosamente. Então de maneira cuidadosa colocaria algumas mechas de seus cabelos por trás da orelha para poder prendê-los com a presilha escolhida. - Assim seu rosto não ficará escondido. - Dizendo num tom de leveza, com meu olhar afável conectado a Nervosinha.

Porém, se eu não encontrasse nenhuma presilha que atendesse minhas exigências eu teria que infelizmente abortar a missão, pois não me parece nada agradável gastar todo o tempo do encontro visitando inúmeras lojas. - Vossa pessoa terá de aguardar mais um pouco por seu presente. - Claro que eu ficaria absurdamente chateada, para não dizer algo pior, porém tentaria contornar a situação desejando despertar alguma ansiedade na tenente enquanto terá de aguardar até minha pessoa encontrar um presente adequado.

O restaurante escolhido pela Nervosinha era visualmente deleitável, com a passagem do mar agraciando-me o olhos, apesar de minha pessoa enxergar uma amontoado de pelos aparentando estar maior se comparado ao normal devido a proximidade. - ...Terminaste de escolher...? - Perguntava de forma alegremente sarcástica para a doninha intrometida cujo a capacidade de não saber portar-se desafiava minha plenitude. Então iria fechar o cardápio com o Poky no meio, apertando os dedos em formato de pinça, mesmo que minha pessoa deseja, julgo ser praticamente impossível machucá-lo utilizando um mísero folheto, minha intenção seria a de apertar-lhe as bochechas. - Bolota de pelos atrevida, você ao menos sabe ler? - Comentaria com o semblante nitidamente irritado, em minha voz nada além do mais alegre cinismo seria notado, acreditando que Poky não sabe ler o próprio nome e apenas quis olhar o cardápio por ser enxerido.

Quando o garçom se aproximasse. - Polvo pomodori para a entrada, salmão ao molho maracujá como prato principal, uma jarra de suco de abacaxi com hortelã, e duas fatias de torta holandesa para a sobremesa. - Teria minha atenção direcionada ao garçom minha pessoa iria calmamente fazer o pedido, mantendo certa cordialidade em minha voz para tratá-lo com gentileza. - Se possível consiga também uma cadeira alta, e uma salada de frutas, sem laranja. - Mesmo com a doninha causando-me aborrecimentos não a deixaria passar vontade, pois, Poky deve ficar insuportável caso comece a reclamar de fome. Sendo assim colocaria a doninha na cadeira alta. - Comporte-se, ou mandarei trazerem apenas laranjas. - Ameaçando-o apenas caso a bolota de pelos se recuse a ficar na cadeira, tentando subir na mesa.

Então minha pessoa iria aproveitar a paz do ambiente para poder compartilhar de uma deleitosa refeição estando na agradável companhia da tenente. - Então Nervosinha, o que levou vossa pessoa a ingressar na marinha? - Perguntaria sem qualquer pretensão ou motivo secreto, apenas para mantermos o diálogo durante a refeição, mas caso ela tenha relutância em responder eu não veria razão para insistir.

Evidentemente eu não teria qualquer problema em pagar a conta, até mesmo iria tomar a iniciativa, mas se a Nervosinha tivesse objeções eu aceitaria de bom grado dividir a despesa, ou até mesmo deixando-a pagar.

Após o almoço eu iria permanecer sendo guiada pela Nervosinha em nosso encontro. Entretanto se novamente passássemos próximo das barracas vendendo frutas minha pessoa iria desviar brevemente a rota, desejando comprar alguns mantimentos para a bolota felpuda, e também para jog, neste caso deixaria a própria ave demonstrar interesse em algo, afinal ninguém melhor do que a própria pessoa (nesse caso ave) para escolher algo gostoso para si.

Confesso que desejava visitar algumas lojas de roupas, e provar algumas junto da Nervosinha, mas como a mesma não me parece compartilhar deste interesse eu abriria mão desta vontade, optando por fazer compras quando estiver mais tempo e calma de revirar Tuntz Tuntz em busca de um alfaiate que possa atender ao menos um centésimo de toda minha rigorosidade na escolha de roupas.

Entretanto não me parece uma má idéia apreciar algum entretenimento artístico. - O que acha de assistirmos alguma peça teatral? - Perguntando a opinião da Nervosinha, faz um bom tempo desde a última vez que fui ao teatro, talvez três ou quatro meses, uma eternidade praticamente, e como Tuntz Tuntz possui um amplo foco artístico creio que não serei atormentada pelo desprazer de assistir uma peça tediosa, assim espero. Com a Nervosinha concordando eu iria conduzir a jog até os teatros e casas de show vistas durante o passeio, em busca de alguma com ingressos ainda disponível para assistir de imediato, escolhendo um musical, pois creio ser o cargo chefe desta ilha.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptyTer 20 Out 2020, 12:41




A mudanças sutis de Vick continuavam a ser percebidas de forma gradual, claro que, não eram um incômodo, mas sim curiosas. Mudanças que ocorreram de forma tão lenta e gradual que eram até mesmo difíceis de se dizer quando haviam começado. Vick, em essência, permanecia a mesma empregada conspícua de semblante sério e de suma eficiência, mas pouco a pouco havia tornado-se confiante e confortável o suficiente para interagir de maneira mais humana com as pessoas das quais gosta, pois sim, suas implicâncias são na verdade o maior dos indícios sobre seus gostos e desgostos.

>><<

- Apressada… hmmmm… - a cabeça dela torceu-se conforme Kare puxava a pontinha de sua orelha, um arrepio lhe fazia soltar um gemido abafado de deleite e teria sido bom se pudessem manter esse prazer apenas para elas, mas nesta ilha rodeada por abutres os momentos de privacidade pouco eram respeitados. Kare todavia tomava a sábia atitude de acelerar o passo da Jog evitando assim que a Tenente Nervosinha sofresse demasiado assédio.

>><<

- Sim, Arco dos Desejos.. Ele é… hnmm, um lugar bem romântico não acha? - Marian logo ruborizou, uma de suas mãos enrolava de forma dengosa uma ponta mais longa de sua franja na lateral de seu rosto, sua face um pouco inclinada para baixo enquanto voltava a falar e explicar. - Não sei direito porque começou, mas é uma história local que se você jogar uma moeda por cima do ombro direito para dentro do rio por sobre a borda da ponte os seus desejos mais profundos irão sem dúvida se realizar.

Embora falasse sobre essas coisas a própria tenente não teria feito menção em realizá-las.


>><<

- Pode me mostrar as gargantilhas? - Sim, por aqui por favor. - A atendente, uma mulher magra de pele branca e de cabelos loiros perfeitamente lisos as conduziu até um mostruário à direita. - Alguma preferência Senhorita? - - Hnmmm, bem… Dourada. - Marian se inclinou para frente observando o balcão com um dedo apoiado no lábio inferior, parecia estar na pontinha dos pés. - Não muito fina. E com uma pedra bonita de cor laranja. - Deu uns passinhos para o lado. - Que nem aquela ali. - apontou uma posição com o mesmo dedo que estava nos lábios. - Essa é uma ótima escolha. É  de Topázio Imperial. Ele favorece muito o sucesso profissional e financeiro e trai fortemente a prosperidade e a fortuna. Ele também favorece a busca pela fama e reconhecimento,  aumenta nosso brilho pessoal, afasta a negatividade, ajuda a superar limitações e recarrega as energias do corpo. - A funcionária explicava enquanto depositava a gargantilha sobre um pano de veludo vermelho acima do vidro empurrando-o na direção da nervosinha, a mesma que só piscava diante de tamanha explicação suspeita, pois parecia casar bem de mais para ser verdade. - É assim mesmo? - Uma de suas sobrancelhas havia se erguido em suspeita. - Claro. - A vendedora dava um sorriso super simpático na medida certa para dispersar as dúvidas. - Então vou ficar, é perfeito. - Ela sequer perguntava o valor, isso neste momento não importava apenas pegando a joia não mão e virando-se para Kare com um largo sorriso. - Espero que goste. - Kare apenas virava-se ofertando seu belo pescoço para Marian. - Claro. - Marian bem mais baixinha precisou se esforçar um pouquinho para vestir Kare, mas no final a gargantilha havia se adequado bem ao pescoço da morena, a jóia de coloração laranja fazia um belo conjunto aos seus olhos de cor similar e o dourado ficava muito bonito em sua pele perfeitamente alva.

Spoiler:
 

Como gesto de agradecimento, embora a tenente verdadeiramente não esperasse por ele Kare retribuia o gesto, a escolha da tenente era é claro, algo muito mais prático, uma presilha. Felizmente a variedade das mesmas também era vasta e Kare poderia encontrar o que busca.

A gargantilha saiu por meros milhão e meia, enquanto a presilha custou oitocentos mil, mas Marian não daria qualquer importância para isso e apenas manteve-se radiante com um belo sorriso enquanto tocava carinhosamente com a ponta dos dedos a presilha azul com pedras brilhantes em seu cabelo.


>><<

- Pokyun ! - Poky negava com a cabeça, ele parecia disposto a manter o blefe de estar lendo o cardápio, Kare todavia possuía limites a sua paciência, a qual sejamos honestos não era muito ampla. - pokyunnnnnnnnnnnnnnn. - A doninha com as bochechas redondas presas no livreto do cardápio empurrava com as patinhas com força tentando-se livrar do aperto enquanto seus pezinhos escorregavam na mesa.


>><<

Os pratos começaram a ser servidos. Uma diferença de uma meia hora entre eles o que lhes dava tempo suficiente para comer e conversar de forma tranquila. Talvez não fosse os melhores pratos já comidos por Kare, todavia também não haviam motivos evidentes para desmerecê-los. Os produtos eram frescos e cuidadosamente limpos e preparados. O molho picante estava ao ponto, enquanto os molhos cítricos talvez pudessem ser um pouco mais ácidos, mas a nervosinha parecia bastante satisfeito e gemia de deleite a cada mordido. Vê-la comendo era de alguma forma divertido devido a alegria mais juvenil que ela expressava… Estranhamente a alegria parecia-se muito com a de Poky que enchia as bochechas soltando granidinhos enquanto mastigava as frutas com avidez, ainda assim, manteve-se comportado em sua cadeira de bebê que possuía sua própria mesinha.

- Hnmm, o capitão. Eu acabei ficando sozinha quando minha irmã ficou doente e o Iron assumiu tudo e cuidou de mim, mas… Ele não é exatamente um bom pai, hehe. Mas sempre cuidou bem de mim, só não é muito… hnmmmm.. Tipico? No fim acabei me acostumando a ver os soldados treinando, a viajar com a marinha e acabou sendo natural depois disso. - Tomou o suco. - Caçadora? - Ela devolveu a pergunta.

>><<

Marian quis dividir a conta. Cada uma tendo pago 150k. Caminhavam agora na orla da praia, tendo sido sugerido pela tenente para deixar a comida "assentar". Depois de um tempo chegaram a uma outra feira, dessa vez Kare parou para comprar suprimentos para os bichos, gastando outros 20k.

>>Teatro<<


Citação :
Madona Mia! conta a história de Suzy, uma garota de 20 anos prestes a se casar, que vive com a mãe, Carlota Sheridan, dona de um pequeno hotel em Bingo Bingo Island, na Grand Line, e que não conhece seu pai. Achando o diário da mãe, descobre que ela teve um relacionamento com três homens diferentes (Frank Costelo, Lucky Luciano, Salvatore Rinna) num curto período de tempo, meses antes de seu nascimento e que pode ser filha de qualquer um dos três. Resolve então convidá-los todos para o casamento - sem que sua mãe saiba - para tentar descobrir qual deles é seu verdadeiro pai, que nem Carlota sabe ao certo, e ter seu desejo, de que ele a leve ao altar, realizado.

Os ingressos para o musical haviam custado 150k cada, e davam direito aos semi-privativos do segundo andar da casa. Cabines com seis assentos acolchoados em foro vermelho, largos e confortáveis dispostos em duplas. Possuindo cortinhas, também vermelhas, que poderiam ser fechadas nas laterais tapando a vista dos demais assentos do elevado. Poky havia se escondido nas roupas da tenente e assim conseguindo entrar. Logo após a entrada era possível pegar alimentos se assim desejassem. Binóculos foram providenciados para melhor vista do palco. - Eu nunca vi uma peça. - cochichou para Kare após sentarem-se nas poltronas do meio. Poky agora saindo e sentando-se no braço da poltrona.

O teatro estava a meia luz, Marian fechou as cortinas e logo outros dois casais enamorados chegaram ao elevado sentando-se à esquerda e direita delas. Havia um burburinho de conversa, mas que logo cessaria assim que as luzes do palco se acenderam. O Narrador começaria a narrativa da crônica, dando o tom da peça antes de finalmente as cortinas se abrirem. Marian teria enlaçado seu braço ao de Kare, inclinando sua cabeça para se deixar no ombro da morena. Seu perfume mais amadeirado emanava dos seus cabelos curtos.

As músicas eram animadas, mas também tristes, as vozes eram claras e bonitas, mas isso para espectadores comuns como Marian, não significando que Kare poderia achar o mesmo, afinal seus padrões eram muito mais elevados. Marian por sua vez sorria, e até mesmo chorava, nãos aos prantos, mas era audível que segurava pequenos soluções e enxugava os olhos eventualmente. Após cerca de 1h haveria um intervalo, pessoas se levantariam para irem aos banheiros, o mesmo duraria 15min.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptyTer 20 Out 2020, 19:56



- De fato. - Concordava com a tenente, pois mesmo que eu não seja capaz de compreender a funcionalidade do arco, era um local que carregava muitos desejos, aparentando ter saído diretamente de uma fábula. E para não perder a oportunidade minha pessoa iria "testar" se o arco dos desejos fazia jus a sua fama, virando-me de costas e arremessando uma moeda prostrada acima do polegar direito por cima do ombro, então permaneceria imóvel como se estivesse aguardando por algo. - Hm…. - Com meu semblante sério sem desviar o olhar esperando pelo desejo ser realizado a qualquer momento, e "magicamente" meu braço iria se mover na direção da Nervosinha, apalpando duas vezes seu bumbum. - Ohh! Realmente funciona! - Exclamei surpresa com os olhos saltados e boquiaberta, por não conseguir acreditar no poder daquele arco. Após minha brincadeira totalmente despretensiosa um sorriso rebelde seria desenhando no canto de meus lábios indicando que havia sido apenas um pretexto para cravar minhas garras na marinheira, por fim iria puxá-la em minha direção, abraçando-a por cima dos ombros com o outro braço e assim poder beijá-la.

Quando notei a tenente conversando com a vendedora não me intrometi, voltando a olhar para as prateleiras, pois não quis estragar a oportunidade da Nervosinha em surpreender-me de forma positiva, mesmo que na grande maioria das vezes minha pessoa tenha sido decepcionada pelas surpresas mundanas, pois infelizmente possuo o terrível hábito sobrevalorar vossas capacidades, apesar dos pesares, ainda matenho boas expectativas pela tenente.

Ao vislumbrar-me diante do espelho meu olhar ficou radiante de imediato. - Você acertou nas cores. - O presente me deixava contente, pois o Nervosinha demonstrou não ter um gosto ruim, além da gargantilha escolhida cumprir sua função de enaltecer toda a gigantesca beleza de meu ser, também harmoniza com o brilho estonteante de meus olhos alaranjados.

>><<

Por alguns instantes fiquei atônita, Nervosinha e Poky tendo reações de alegria tão semelhantes era algo no mínimo cômico aos olhos de minha pessoa, que precisou desviar os olhos da dupla pois desta maneira a minha vontade de rir indelicadamente seria abafada.

Ter recebido uma pergunta espelhada era algo quase que previsível, e este é um assunto tão monótono que faz minha pessoa simplesmente querer evitá-lo. - Após uma crise familiar por assim dizer, eu precisava escolher uma profissão para arcar com as despesas. - Contando para a Nervosinha uma versão bastante resumida, não por desejar manter os detalhes, é só porque eu acho o assunto chato mesmo. - Mas aparentemente estou fadada a lidar com peixinhos de aquário. - Lamentava-me pelo lucro das recompensas ser irrisório, culpando os próprios criminosos por não possuírem um valor verdadeiramente significativo por suas cabeças, com Osh estando incluso na lista. - E, por incrível que pareça, não está sendo uma jornada totalmente desagradável. - Meu olhar reconfortante fora direcionado a Nervosinha, junto do sorriso afável que havia sido desenhado nos lábios após algumas lembranças virem a mente, e até mesmo um pouco de expectativa para o futuro.

>><<

A peça não era de todo ruim, ao menos era suficientemente aprázivel a ponto de não me fazer adormecer entediada, entretanto a ambientação aconchegante me despertava o desejo de fazer algo mais interessante… Luzes apagadas, cortinas fechadas, somente eu e a Nervosinha, era o suficiente para minha pessoa sentir vontade de cometer indecências. Porém, a Nervosinha parecia estar realmente apreciando a obra, sendo assim não quis atrapalhar sua experiência, acolhendo-a confortavelmente em meu ombro, aproveitando para apoiar meu rosto acima de sua cabeça, afinal haverá momentos e locais mais propícios para realizarmos nossa própria cena.

Mas durante o intervalo a Nervosinha não poderia reclamar de estar assistindo a peça teatral… Enquanto os outros espectadores estivessem a levantar para deixar a sala seja lá por qual razão eu iria acariciar o rosto da tenente com a pele macia de meus dedos, aproveitando para enxugar-lhe as lágrimas utilizando o polegar. E quando a Nervosinha ficasse de pé para deixar a sala, eu iria permitir que ela caminhasse até passar em minha frente, e então subitamente a “raptaria” puxando-a pelo punho até meu colo. - Essa peça me inspirou a encenar. - Sussurrava maliciosamente para a marinheira, permitindo que uma de minhas mãos fosse encaixada em seu busto. - Se ensaiarmos em silêncio não iremos chamar atenção. - Comentava bem baixinho sem esconder o atrevimento estampado nos lábios, intensificando a firmeza no aperto a fim de manter nossos corpos praticamente encaixados um no outro, iria conectar nossos lábios num beijo ardente, permitindo que nossas línguas criem sua própria cena, enquanto minha mão iria despreocupadamente deslizar para o interior de suas vestes, indicando uma massagem deveras relaxante nos pequenos montes da Nervosinha. Não cruzaria outras linhas, pois minha intenção era única e exclusivamente atiçar a marinheira, enquanto nos divertimos um pouco durante o intervalo, podendo sermos descobertas a qualquer instante. Entretanto caso a tenente se entregue aos impulsos carnais eu iria despí-la parcialmente para logo sem seguida beijar uma das colinas, dando a minha língua a liberdade de explorar circularmente o ápice. E antes que o intervalo termine iria acolhê-la num abraço aperto repleto de carinho, pois nós precisamos descobrir qual será o desfecho da peça.

Após o fechamento das cortinas eu permaneceria mais alguns segundos ou minutos com a tenente acolhida em meu corpo, permitindo a mesma de se recompor. - Para onde você irá me levar agora senhorita Nervosinha. - Perguntava baixinho com a doçura ficando perfeitamente nítida na tonalidade da voz. De acordo com a resposta eu me permitiria a continuar sendo conduzida ou. - Podemos aproveitar o restante do dia em minha residência. - Dizendo sem qualquer intenção libidinosa, apesar do brilho característico em meu olhar revelar o contrário.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptyTer 20 Out 2020, 22:23





Um tanto repentinamente Karê desceu do jog, a tenente foi logo atrás após passar o arreio da ave em volta de um dos pilares e correu atrás de Kare observando-a apenas para parar surpresa ao ver a morena se posicionando para jogar uma moeda para a surpresa da Nervosinho que havia achado que a caçadora daria pouca, quase nenhuma, importância para o dito. - E?? - Seus olhos espectantes observavam-na. - O que você pe... - A tenente andava a pequenos passos para frente enquanto falava, pisando com a ponta dos pés de de forma suave enquanto mantinha o corpo inclinado para frente com um olhar curioso no rosto até que foi surpreendida tendo sua bunda subitamente apalpada por Kare fazendo com que se interrompesse.  … uiii. - Assustou-se caindo na risada na sequência, tirando as mãos que haviam ido para sua bunda e levando-se á frente dos lábios para esconder o riso envergonhado devido as pessoas que estavam olhando na direção delas. Todavia, Kare não ligava e puxava a Nervosinho pela bunda para perto de si abraçando-a e lhe dando um beijo, o qual, ainda que com timidez, foi retribuído.

>><<

As cortinas do primeiro ato se fecharam. Aplausos soaram da plateia, incluso da tenente que tinha um sorriso no rosto. Ela estava feliz, não só pela peça, mas pelo momento que estava podendo desfrutar. Deitada no ombro de sua amante e acariciando o pelo macio de Poky enquanto assistia um mundo diferente do seu. As mãos delicadas de Kare tocavam o seu rosto, a sensação de ternura e o calor familiar lhe deixavam ainda mais encantada.

Foi nesse mundo próprio que ela praticamente nem viu o tempo passar. O intervalo havia chego e ela pegou-se piscando como se despertando de um sonho do qual não desejava acordar. Poky que viu os outros humanos se levantando logo pulou do braço da cadeira para o chão. Seu objetivo era claro, furtar a comida que ficou nós outros assentos. Vendo a ação da doninha a tenente percebeu a situação e também levantou imaginado que era o que devia fazer já que todos os outros estavam fazendo, mas nesse momento sentiu o aperto em seu pulso, súbito e imprevisível Kare a puxou, a jovem desequilibrada cedeu caindo sentada no colo da morena. - O que você tá fazendo? - agitada perguntou em um "sussurro gritado", mas já havia sido dominada. A mão de Kare já lhe apalpava o busto. Ela estava sentada meio de lado, com as costas semi-apoiadas no braço que separa as poltronas, um dia braços de Kare lhe apoiava, enquanto o outro deslizava maliciosamente por seu decote, desabotoando um dos botões da camisa da tenente. Os dedos hábeis não encontraram obstáculos nós pequenos botões azulados e um depois do outro se abriu ao toque dos dedos mágicos de Kare. Ela estava sem sutiã, logo Kare não teve quaisquer outros impedimentos, suas mão acolheu a pequena maçã, envolvendo-a e acariciando. A tenente abraçou Kare, passando um braço por sobre o ombro e por trás do pescoço. Olhava assustada, ou talvez nervosa, para os lados, mas não tomou atitudes para escapar dos toques de Kare. - Tá. - concordou a tenente sussurrando em cumplicidade, ateevendo-se tão pouco a dizer muitas palavras. Cedeu ao beijo contente, deixando que Kare a conduzisse naquele dueto, o ensaio para algo mais além. As cervejas dela estavam maduras, os dedos libidinosos de Kare logo percebiam o fato e a mesma sentia fome, afinal era um fruto pronto para ser devorado. Afastou suas bocas e com as costas da mão afastou o decote inclinando-se para frente para aninhar aquela pequena cereja em sua boca ávida.

Minutos se passaram assim, alternadas entre beijos e carícias. A Tenente toda via não chegará a ser tão ousada em seus toques apenas tendo acariciando o rosto e cabelos de Kare enquanto está lhe beijava.

>><<

- Hnmmm, não sei, alguma sugestão? - A tenente tinha uma, mas não atreveu-se a dizer, muito embora o que desejava era o mesmo que Kare propunha.

- Bem vindas Senhoritas. Vick as recebia do lado de fora tomando as rédeas da ave. - Irei fazer algumas compras Senhorita, volto em duas horas. - Vick fazia uma pequena reverência. - Deixei a banheira pronta. - Claro que ela havia deixado.


>><<


A tenente teria passado a noite com Kare, e metade do dia seguinte, ao menos até metade da tarde quando viria a se despedir dizendo que precisava voltar ao navio, pois sua folga havia terminado. - Posso vir em dois dias? - teria perguntado antes de sair. - A noite, Vick já me avisou dia ensaios.

Os ensaios começariam no dia seguinte, ou melhor dizendo, as secções de fotos que havia sido seu contrato com Alvida.

>><<

- Bem vinda denovo Querida, estamos prontissimos para você. - Alvida as recebia na porta do Ateliê junto a um rapazote magrelo que segurava uma prancheta, provavelmente era o assistente da mulher.

No interior outras modelos corriam, assistentes e maquiadores iam de um lado para o outro. Kare também seria guiada para um privado para receber cabelo e maquiagem. Enquanto passavam pelos corredores a morena poderia perceber alguma olhares lacivos em sua direção, Vick teria se separado dela e ido para o estúdio ver o cenário e os outros modelos.

>>Se houvesse ficado na cabine esperando o maquiador.<<

Uma batida na porta seguido da mesma sendo aberta. - Então é você a novata? - uma voz anasalada um tanto aguda soou, não era o maquiador, mas sim uma das funcionárias ou seja, uma das modelos. - Do jeito que estavam fazendo estardalhaço, eu achei que seria alguma coisa. - a voz era repleta de arrogância e desprezo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptyQua 21 Out 2020, 11:34




Retornando para a residência. - Obrigada. - Agradecia a Vick por sua tão estimada eficiência em deixar a banheira previamente preparada. E para enfatizar o quanto minha pessoa é incrivelmente prestativa eu iria prontificar-me em ajudar a Nervosinha livrar-se de suas roupas para que a mesma possa se banhar tranquilamente.

Removendo primeiro a camisa eu ficaria deveras cativada pelas costas desnudas da marinheira, percorrendo toda sua extensos com meus olhos cobiçosos, não residindo a tentação eu iria deslizar as pontas dos dedos médio e indicador do cóccix, entre os furinhos do quadril até o início de sua nuca, tocando levemente a superfície da pele para poder lhe causar um arrepio. - Retire o restante das vestes. - Ordenando-a num sussurro quente com meus lábios a poucos milímetros de sua orelha.

Então permaneceria parada exatamente onde estou, afiando meus olhos repletos de líbido a tenente. - Não tenha vergonha de si mesma, estamos sozinhas aqui, e eu desejo apreciar cada detalhe, portanto não tente se cobrir. - Diria caso a Nervosinha faça valer seu apelido, na tentativa de tranquilizá-la pois considerando nossa relação é comum enxergamos a beleza natural uma da outra. Com a Nervosinha acatando minha sugestão, eu não faria questão alguma de esconder o brilho indecente em meus olhos entreaberta, estando a desejar cada pedaço dela, mordiscava o canto dos lábios expondo a lascividade que sentia logo antes da satisfação lentamente ser desenhado no sorriso de meus lábios. E para demonstrar o quão fiquei animada… Por assim dizer, iria acariciar a bochecha da tenente com as dos dedos, percorrendo sua face até minha mão chegar às costas de sua cabeça, local onde meus dedos seriam firmados num aperto rígido, trazendo-a até mim pois um beijo intenso é uma maneira mais efetiva de expressar minha excitação em comparação com meras palavras, mordiscando-lhe o lábio inferior quando nosso fôlego se esgotasse. - Agora vire-se, e não ouse espiar. - Ainda com meus lábios próximos a Nervosinha lhe daria outra ordem, e mesmo com as palavras ameaçadoras, minha voz libidinosa em meio a respiração ofegante creio que dificilmente a Nervosinha se sentirá em perigo.

Se a Nervosinha novamente seguir com minhas instruções eu iria rapidamente retirar as roupas que cobrem a perfeição de meu corpo magistral, em seguida iria apoiar-me nas costas da tenente permitindo-me sentir o calor de meu busto. - Tão obediente, assim fico com vontade de recompensá-la. - Dizendo num tom de voz ardente combinado com gemidos de pura excitação, beijaria-lhe indiscriminadamente a superfície do pescoço. Na sequência minhas mãos seriam cuidadosamente apoiadas nos ombros da marinheira, delicadamente percorrendo seus braços até alcançar os pulsos, e assim firmar minhas mãos "algemando-a" como minha prisioneira segurando-a pelos pulsos cruzados nas costas, mas sem exagerar na força. - Vamos, antes que a banheira esfrie. - Diria bem baixo, permitindo que minha voz adocicada seja apreciada pela Nervosinha, e como um incentivo extra iria envolver seu pequeno fruto macio, prendendo a ponta entre os dedos médio e indicador, oferecendo-lhe uma cativante massagem, desta forma a guiaria até o banheiro.

Mas se a tenente não estivesse disposta a realizar brincadeiras mais extravagantes minha pessoa não iria forçá-la.

Ao adentrarmos na banheira eu com toda a generosidade que ostento faria o possível para auxiliá-la, mantendo minhas pernas afastadas para que ela possa se acomodar confortavelmente em meus braços, assim teria mais facilidade em ajudá-la a lavar os ombros, o abdômen, os braços, as pernas, o pescoço, sempre mantendo um toque firme, mas sem perder o cuidado, e de forma alguma minha pessoa teria economizado nos beijos além das prováveis mordidas afetuosas, para que a Nervosinha fique bastante relaxada, mas não muito relaxada, a ponto de se dar por satisfeita.

Prosseguindo, deixaria a banheira após longos minutos de carícias trocadas e outras coisinhas também… Seria o momento de nos secarmos, pois seria problemático deixar a cama encargada, correto? E como o fato de minha pessoa ser absurdamente atenciosa já deve estar tão claro quanto um diamante recém polido, eu logicamente iria ajudar a tenente também nesta etapa.

Segurando-a novamente pelos pulsos, mas desta vez os erguendo acima de sua cabeça, apoiando-os na parede. - É necessário nos enxugamos apropriadamente, ou podemos acabar escorregando. - Minhas palavras de preocupação poderiam causar a impressão de que estou unicamente prezando por nossa segurança, mas a entonação tendenciosa denunciaria ser um simples pretexto para eu poder explorar a superfície corporal da tenente com a toalha segurada na mão livre, e mesmo tendo intenções obviamente maliciosas eu seria muitíssimo minuciosa ao enxugar afetuosamente o corpo da Nervosinha. - Aqui não está totalmente seco. - Diria após ter me dedicado em enxugar o busto da tenente, pois na sequência eu iria abocanhá-la, deslizando minha língua ao redor do fruto. - Viu. - Então eu novamente utilizaria da toalha para deixar o local bem seco, apertando algumas vezes, pois preciso ter certeza de que a região não está molhada.

Após nos enxugamos eu iria envolvê-la pela cintura, com ambas as mãos escorregando por detrás do quadril, até os dedos serem cravadas nas coxas da marinheira, na sequência iria puxá-la um pouco para cima e também contra mim, querendo dar a entender para que a Nervosinha fique em meu colo. - Não solte. - Diria com uma entonação impertinente na tonalidade da voz, não tendo qualquer vestígio de autoritariedade. Em seguida a região arredondada da tenente seria estapeada de baixo para cima, com os dedos de minha mão estando eretos e rígidos. - É para ter certeza de que vossa pessoa está segurando de maneira adequada. - O sorriso arteiro estampado nos lábios deixaria claro que se trata apenas de uma travessura, porém a Nervosinha não teria tempo de ficar aborrecida pois logo em seguida minha mão seria novidade até às costas da tenente, apoiando-a entre seus ombros e assim a beijaria, enquanto caminho tranquilamente até o quarto.

Com certo cuidado eu apoiaria as costas da tenente no colchão, "deitando-me" por cima, e sem maiores delongas seu pescoço seria tomado em meus lábios, mordendo-o sem muita força durante os beijos calorosos, ao mesmo tempo uma das mãos teria escorregado até abaixo do umbigo para que meus dedos carinhosos possam estimulá-la na superfície sensível, permaneceria deslizando circularmente meus dedos enquanto iria descer por seu pescoço até a clavícula preenchendo-a com beijos, até que eu consiga envolver a colina macia em minha boca, para fazer com que o prazer preencha-lhe todo a extensão do corpo, mas antes de sua luxúria ser extravasada. - Vossa pessoa ainda não me disse o que deseja, e por favor, seja bem clara com suas palavras pois não desejo ter dúvidas. - Provocaria a Nervosinha, fazendo-o sentir toda líbido presente em minha voz perversa, proferindo tais palavras quando meus lábios estivessem próximos de sua orelha, beijando e mordiscando-a na sequência, tudo para induzir a Nervosinha a se libertar com maior facilidade. - Como desejar. - A satisfação de minha pessoa seria muito bem expressa em minhas palavras ditas com bastante calma, na possibilidade da Nervosinha não esconder suas vontades de mim, e para recompensá-la eu iria me desvencilhar dela apenas para me colocar em sua frente, afastando as pernas com as mãos segurando nos joelhos, e assim, a faria sentir-se muitíssimo bem, enquanto me farto ao abocanhar o fruto mais doce e suculento possuído pela Nervosinha. Porém se o receio da marinheira fosse responsável por impedi-la de se expressar, ela teria de ficar contente apenas com meus dedinhos.

Como também possui de certas vontades a serem saciadas, a Nervosinha não seria a única a se esbaldar nos prazeres carnais. - Agora não seria um ótimo momento para vossa pessoa me oferecer a recompensa da captura? - Convidando-a maliciosamente para se aproximar de minha pessoa, que neste momento estaria sentada com as costas apoiadas na cabeceira da cama, e as pernas afastadas uma da outra, exibindo a cativante visão de minha flor úmida, que havia acumulado tanta tensão a ponto de inchar-se.

Após a agradável noite compartilhada com a Tenente, sem fazer questão alguma de me importar com a quantidade de vezes que nossos corpos estremeceram, ela teria sido muito bem acolhida em meus braços, permitindo-me encaixar-se com as costas dos ombros em meu busto, comigo mantendo nossas pernas entrelaçadas, além de lhe fazer carícias no rosto e afahar-lhe o cabelo até o sono recair sobre ambas.

Como a noite teria sido bastante prazerosa eu acordaria bem humorada, a ponto de não ficar aborrecida com "meu primeiro dia de trabalho." Mas antes, há uma certa tenente com tendências de nervosismo que tem o desejo de reencontrar-me, e seria muita crueldade negligenciá-la. - Se vossa pessoa não vier eu irei buscá-la, considere como uma ordem direta de sua superior. - Responderia o pedido da marinheira com uma "ameaça", segurando-a firmemente pelo quadril, deixando nossas testas tocarem uma na outra e assim aumentar a proximidade entre as faces, e para que minha pessoa não seja interpretada de maneira errônea eu daria a tenente um breve beijo carinhoso antes de soltá-la, removendo o peso da ameaça, expondo ser novamente outro joguete, porém eu ficarei deveras contente caso ela assuma tal personagem. E para não perder a tradição. - Boa sorte. - Dizendo alegremente após o tapinha no bumbum quando a Nervosinha se virasse.

Agora me resta ir trabalhar… "Não imaginei que tal dia chegaria." Suspirava me conformando com o fato, não que o trabalho seja desagradável, afinal irei estampar todas as capas de revistas além de estar presentes na primeira página dos jornais, pois é o mínimo a se esperar de alguém cujo a beleza faz os deuses da perfeição ficarem amargurados de inveja, entretanto, ainda era uma situação que eu não imaginava, me subordinar a alguém, é… Esquisito, pois eu aprecio a oportunidade mas ao mesmo tempo fico desgostosa, enfim, vamos direto para o ateliê, pois assim acredito que a aflição irá se esvair após a conclusão do trabalho.

- Bom dia. - Cumprimentando-a com um sorriso alegre impossível de se esconder, denunciando que minha pessoa teve uma noite de muita agitação. "Isso é realmente necessário…" Fiquei muito desgostosa com a idéia de maquiar-me, porque, essas tinturas só servem para camuflar as imperfeições, e como sou naturalmente divina a maquiagem não passa de um borrado responsável por ocultar as maravilhas de minha face. "Espero que não façam nada exagerado..." Me restava apenas torcer para que usem pouca maquiagem, pois nem mesmo suspirar eu podia, afinal isso poderia fazer com que meu rosto fique borrado graças a incompetência mundana, portanto permaneceria com a face imóvel numa expressão congelada com um sorriso aparente. - Exato, mas não há razão para ficar preocupada, depois eu lhe dou meu autógrafo, e até mesmo tiro uma foto com vossa pessoa, agora poderia me trazer uma xícara de chá. - Minha pessoa estaria muito concentrada em olhar-me no espelho para ter a certeza de que nenhum dos maquiadores faria qualquer estupidez, sendo assim simplesmente assumi que a dona da voz seria uma subordinada qualquer, respondendo-a quando me fosse mais conveniente, além de mover a mão para cima e para baixo como se quisesse enxotá-la. - Ahh! - Erguendo o dedo indicador para chamar a atenção da pessoa. - Sem açúcar por gentileza. - E após ter feito as devidas exigências sobre o chá, minha pessoa iria aguardar pela conclusão dos preparativos por parte dos maquiadores e presumo que também dos figurinistas, sendo assim iria aguardar pelas próximas instruções.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptyQua 21 Out 2020, 12:57




Assim que entraram na casa, e após se despedirem de Vick, enquanto a tenente ainda circulava seu olhar mais uma vez pelo ambiente era ela surpreendida pelos braços de Kare a envolvê-la. O busto apoiado em suas homoplatas enquanto as mãos hábeis trabalhavam com suavidade boa botões da camisa. A tenente, em silêncio, inclinou a cabeça para trás apoiando-a no ombro de Kare enquanto permitia-se desnudar. Seus braços levados para trás e para baixo deixaram a camisa escorregar por sua pele revelando o seu corpo alvo. Ombros estreitos, costas esbeltas nas quais os ossinhos ficavam em evidência, lisas, sem outras marcas. Músculos delineados com suavidade em suas omoplatas e ombros. Um arrepio percorreu por estas costas conforme o dedo da sua amante traçava uma linha ascendente. Em silêncio Marian aceitava o pedido, levada pelo momento e pelos toques ela afastava-se alguns passos de Kare em direção ao centro do corretor e encaixava os polegares na saia. Era alguém tímida, mas também era alguém esforçada. Seu rosto vermelho era contrário às suas ações. A saia era removida lentamente, primeiro com ela de frente a revelar as alças da calcinha, depois virando-se de costa enquanto inclinava arrebitando o bumbum até ficar empinada para Kare, a calcinha era mais larguinha, preta. Virava-se novamente, deslizando os dedos pela alça enquanto dava um sorriso tímido para Kare com um rebolado meio sem jeito. Já nua levantou a sobrancelha a ser mandada a se virar. - Isso é muito injusto. - reclamou após o beijo, mas o fazia aí se virar. - Eu também queria assistir. - ela, entre sorrisos, ficava ameaçando a se virar. - Só uma espiadinha. - Justificava suas tentativas, até mesmo chamando Kare de malvada se fosse repreendida. O tempo que havia passado na cabana nas montanhas havia aflorado nela esse lado, ao menos, no que diz respeito a intimidade a jovem marinheira havia aprendido o prazer de aderir aos joguetes, ainda que em muitos outros momentos manteve-se fiel a sua personalidade romântica sonhadora.

- Uhum. - concordou entre os gemidos liberados enquanto era beijada. - Mereço ser recompensada. - Mexia a cabeça tentando tirar cada vez mais beijos de Kare. Perdida nas carícias se quer percebeu que era "algemada". Sem contrariar era conduzida por Kare em direção ao banheiro.

>><<

A água morna as envolve, mas mesmo essa água estava fadada a ferver. Os toques inicialmente sutis iam aos poucos esquentando, as carícias, se Kare permitisse, não seriam unilaterais, pois a tenente teria posta a mão para trás tocando também Kare. Banharam-se em "silêncio", afinal não haviam palavras ditas com suas bocas, não ao menos palavras sonoras.


- S-se b.. tem …. Hnmmm.. que ficam melhor molhadas. - suspirava-se com suas mãos apertando as próprias coxas sempre que Kare a abocanha a com avidez. - A-a-acho que a-agora tá seco demais. - reclamou timidamente após Kare mais uma vez tê-la enxugado novamente, a mão antes na coxa havia subido apertando e expondo a parte que ela julgava necessitar permanecer um pouco úmida.

Para sorte da tenente, Kare planejava logo mais hidratar todas estas partes, mas não ali no banheiro e assim com a pequena marinheira devidamente segura em seu colo começou a caminhar em direção ao quarto. As pernas enlaçadas em sua cintura se apertaram quando a tenente se ergueu um pouco mais buscando beijar Kare enquanto seguiam até que… - Aiii.. - as costas da tenente bateram de leve na porta fechada o que a fez começar a rir. - Me permita. - tirou uma das mãos do pescoço de Kare e abriu a porta, e assim ambas foram para o quarto de onde não mais saíriam até que o dia amanheceu.


>><<

- Tô morta. É só enterrar. - Anunciou após muitas peripécias. Estava deitada encolhidinha, seu corpo quase que por completo sensível fazendo com que os toques mais suaves a fizeram estremecer. Virou-se pro outro lado ao toque indutivo de Kare, si postura ainda mantendo-se encolhida e agora envolta a faziam sentir um outro tipo de segurança, a tranquilidade e o corpo cansado logo a fizeram bocejar. - Boa noite. - Suas mais agarraram o braço que a envolvia e assim logo dormiu.


>>Manhã seguinte.<<

A tenente sorria ao bater uma continência, a mesma era com a mão trocada, mas mesmo assim servia pra o joguinho de Kare. - Hiiiii. - virou-se par partir apenas para ser alvejada mais uma vez pelo tapa na bunda como tantas outras vezes antes havia sido. - Aiii. - e assim como tantas outras vezes antes ela dava um saltinho pondo tardiamente ambas as mãos atrás a proteger a sua poupança e saia a passos pequenos e apressados.


E já no Ateliê, embora Kare não houvesse entendido, a maquiagem era sim necessária já que uma câmera fotográfica não era o mesmo dos olhos e talvez a radiância natural de Kare fosse brilhante demais para meras câmeras conseguirem captar. Mas não só as câmeras eram incapazes disso, como aparentemente também outras funcionárias. Sem sequer tirar os olhos do espelho de onde se contemplava a caçadora respondeu a fulana de tal de modo automático.

Tal inesperada resposta foi capaz de deixar a outra modelo por um ou dois segundos estática com a boca semi-aberta com as palavras que pretendia dizer perdendo-se. - Ainda por cima é burra. Hunf. - conseguiu por fim recobrar-se do desequilíbrio sofrido e responder algo. - Tome cuidado pra não entrar no espelho. Byee. - Havendo julgado que era desnecessário perder tempo ali a outra morena deixou o camarim de Kare.


Maquiada, vestida e penteada. O processo levou uma hora. Os funcionários teriam explicado se Kare exigisse o porquê da maquiagem, a qual servia pra montar o personagem, mas também para reduzir o brilho da pele para que as fotos se tornassem mais nítidas. Kare também poderia opinar na roupa, que inicialmente constituía-se de espartilho preto com roxo, com um body por baixo, meia ⅞ e botas com o cano baixo e uma cinta liga.

>><<

O set, possuia vários equipamentos de iluminação dispostos ao redor do "palco" no qual havia uma representação mais bruta. Placas de acho, machados presos na parede, junto a escudos. Haviam ao fundo alguns barris de madeira com espadas. Homens semi-nus estavam espalhados pelo local. Praticamente todos tinham o biotipo similar. Eram altos, fortes, com os corpos definidos. Alguns possuam barbas bem aparadas, enquanto outros tinham os rostos lisos. A única maior exceção era um homem ruivo, magro sem quaisquer traços de modelo, sua feição um tanto pobre e seu figurino parecia de pior qualidade já que estava apenas com uma sunga de couro preta, enquanto os outros tinham suspensórios, colares, pulseiras, sunga e botas.

- Ooohhh, minha querida, você está ótima. Descansou bem depois de resolver aquele empecilho eu espero. - Alvida a recebia ao chegar na sala. Vestia-se com um vestido bufante de cor vinho.

Vick sentava-se em um banco alto próximo a câmera. Não muito longe dela haviam 3 belas mulheres, igualmente com seus corpos amostra. Biquínis pretos de couro minúsculos, coleiras com espinhos, assim como as pulseiras. Uma tinha embaixo de seus braços uma bandeja de prata, enquanto outras duas possuíam grande abanadores de penas vermelhas. - O que achou da produção?


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 6 ~ Falência Bombástica   Apresentação 6 ~ Falência Bombástica EmptyQua 21 Out 2020, 19:52



Sorri deveras intrigada pelo pedido da tenente, então levei o dedo indicador dobrado abaixo do lábio enquanto apoiava o queixo no polegar, pensando se deveria ou não atender seu clamor. "Não imaginei que ela ficaria tão interessada." Para lhes dizer a verdade eu pretendia cativar esse desejo na Nervosinha com um pouco mais de incentivo, mas como não há necessidade. - Está bem, entretanto, você deve apenas observar. - Dizendo numa tonalidade calorosamente sedutora. Em seguida teria me aproximado da tenente, a ponto de nossos corpos quase se tocarem, e lentamente iria remover minhas vestes, peça por peça, libertando primeiro os meus braços para deixar que a blusa simplesmente escorregar pelas curvas voluptuosas de meu corpo, depois colocaria os polegares por dentro do short, e os abaixaria devagarinho, demorando longos segundos para retirar o sutiã para que a Nervosinha possa ficar ainda mais ansiosa. E caso a tenente se comporte eu lhe daria uma compensação no mínimo excitante. - Poderia me ajudar? Está um pouco apertada. - Me insinuava com a voz maliciosa para marinheira, permitindo que ela pudesse remover a última peça de roupa que minha pessoa ainda trajava. Porém se a Nervosinha não houvesse seguido minhas instruções eu iria segurar em seus pulsos, para afastar as mãos dela. - Garotas desobedientes não ganham prêmios. - A perversão na voz estaria bastante presente em minha repreensão, em seguida diria para a tenente se virar de costas novamente sem poder ver o restante do show privativo. Em ambos os casos eu iria prosseguir com o ato de segurar seus pulsos atrás das costas.

>><<

- Qual a razão de tanta maquiagem… - Não era um questionamento consciente, apenas desabafei ao vento fazendo com que meus pensamentos desiludidos se tornassem palavras, e de fato eu não esperava em receber uma explicação, mas ocorria o oposto. "Francamente… Os mundanos possuem a incrível capacidade de serem infinitamente incompetentes, nem sequer podem criar uma câmera fotográfica capaz de capturar toda a minha estonteante beleza…" A explicação não me agradava nem um pouco, entretanto eu colaborei com os maquiadores, pois era a ação menos nociva a ser feita.

O "figurino" escolhido para a sessão de fotos me pareceu adequado com contexto, portanto não fiz exigências drásticas a fim de alterá-lo, eu tive idéias de acrescentar alguns adereços para intensificar o impacto de cada fotografia. - Talvez uma coroa, ou diadema bem alto e pontiagudo, de preferência dourados com pedras roxas para criar uma harmonia com o figurino, além de não haver melhor acessório para simbolizar a grandiosidade de uma rainha. - Dizia como se estivesse sugerindo aos responsáveis por escolherem as as roupas, meu olhar era desviado para cima além das mãos apoiadas na cintura comigo ficando pensativa. - Pulseiras e tornozeleiras pretas com espinhos cor de ouro… Poderia criar um aspecto de tirania, que é ótimo nesse caso. - Continuava com as sugestões, considerando não somente a imagem mas também o "impacto" que elas iriam causar ao público. - Hmm… Falta algo a mais… - Fechei o semblante com os olhos entreabertos pensando no último acessório para "fechar" toda a composição do look, algo equivalente a cereja do bolo. - Um chicote. - Comentei obstinada, pois a "arma" agregaria bastante simbolismo, e seu pudesse escolher seria um modelo rígido porém flexível com a ponta de couro.

Tendo rapidamente decidido o figurino, pois considero um passatempo muitíssimo relaxante portanto eu tinha a impressão de ter se passado pouquíssimos minutos, só havia um ocorrido que minha pessoa não poderia ignorar. "Onde está a servente com meu chá?" Meus olhos percorriam o camarim tentando encontrá-la ou ao menos a xícara, pois eu confesso que não me recordo de seu rosto, apenas da voz tão adorável quanto um ganso engasgando. "Aparentemente precisarei discipliná-la…" O pensamento sádico ganhou vida no sorriso perverso ornado em minha face, ao mesmo tempo que eu envergava o chicote segurando-o em ambas extremidades. Talvez minha pessoa esteja se deixando levar pela personagem… Como possuo um compromisso nesse exato momento a punição da servente terá de ser prorrogada.

Obviamente o comentário de Alvida era redundante, pois independente de vestimentas, acessórios ou maquiagem minha pessoa continuará sendo divina, mas, elogios jamais serão excessivos quando destinados a mim. - Só espero não ser ofuscada por sua presença Alv. - Fui preenchida de tanta satisfação de forma a ser incapaz de esconder o sorriso adorável quase infantil ao receber, fechei os olhos apreciar o agrado recebido aos meus ouvidos, comigo retribuindo a gentileza enfatizando o destaque de Alvida no vestido cor de vinho, numa modéstia puramente fingida, com o único intuito de minha pessoa poder mais elogios.

- A respeito do contratempo anterior, não há razão para ficar preocupada, se tratava apenas de um cãozinho escandaloso, mas ele já foi devidamente silenciado. - Comentava de maneira despreocupada, enquanto abanava o ar próximo ao rosto insinuando que o tal problema era pouquíssimo relevante, fazendo minha pessoa não se sentir contente por ter o solucionado, pois era algo totalmente previsível, comigo desejando que Alv pudesse esquecer do assunto sem importância, afinal a maiores prioridades para minha pessoa se dedicar.

E o que dizer do elenco de apoio… Meus olhos ficaram incrivelmente confortáveis naquele cenário, havia uma bela diversidade de conteúdo a ser apreciado. "Vick novamente não deixou a desejar…" Me recordava de que ela havia sido a responsável pela seleção dos integrantes, e felizmente ela mostrava novamente sua eficiência. Talvez a maior surpresa seja o fato de minha pessoa ter ficado fascinada justamente pela pessoa de menor atratividade. "Ótima escolha." Minhas sobrancelhas foram elevadas com os olhos bem abertos na direção do ruivo esguio. "Talvez assim o público compreenda o quão minha pessoa é superior ao Sr. Santo, talvez eu deva descobrir a localização daquela mulher para lhe enviar uma foto, e assim ter certeza de que ela também receberá o recado." Apesar de meu olhar ter sido afiado contra o ruivo no estúdio, meus pensamentos estavam distantes, eu tentava imaginar qual seria a reação de Lust e do Sr. Santo ao verem as fotos de minha pessoa estando acima deles nesta representação que apenas antecipa a realidade, enquanto um discreto sorriso era desenhado em minha boca.

Após piscar os olhos retornaria a realidade estando prontíssima para o ensaio, eu provavelmente não terei a problema em seguir as orientações dos fotógrafos para realizar as poses, entretanto se me fosse permitido sugerir algumas poses é óbvio que eu não hesitaria em sugerir.

A primeira seria com minha pessoa sentada no trono, mantendo as costas eretas e os ombros abertos, erguendo ligeiramente o queixo e além de arrebitar o nariz por consequência, com o brilho soberbo de meu olhar fixo a câmera, e na curvatura sutil nos cantos dos lábios um sorriso sutil seria responsável por expressar a satisfação de estar no domínio. Apoiaria o cotovelo esquerdo no braço do trono, enquanto manteria o chicote o chicote pela mão direita, aparentando estar prestes a golpear, teria cruzado as pernas apoiando o solado do sapato nas costas do ruivo que estaria alguns centímetros a frente, com os joelhos dobrados, as mãos no chão e de cabeça baixa.

A segunda pose eu permaneceria praticamente deitada no trono com muito conforto, apoiando as costas um dos braços do trono, e a perna esquerda dobrada acima do outro, enquanto a perna direita estaria "livre" mas flexionada comigo prostrando a sola do calçado nas costas do ruivo próximo ao cóccix. Iria mordiscar a ponta do chicote com um sorriso sedutor nos lábios, encarando a câmera através do canto de meus olhos alaranjados, permitindo-me arquear as sobrancelhas num semblante depreciativo.

A terceira pose sugerida seria com minha pessoa mantendo as pernas afastadas, apoiando as solas das botas no ruivo, uma acima da nuca e a outra novamente próxima ao cóccix. , segurando o "assento" do trono com os braços esticados entre as pernas, teria me inclinado um pouco para evidenciar o busto salientado entre meus braços, e o centro do chicote ficaria preso em meus lábios com um pequeno sorriso luxurioso, fixando o olhar intensamente lascivo contra a câmera.

Apenas um adendo, eu não colocaria força ao pisotear o ruivo, pois mesmo sendo uma possibilidade deveras relaxante, não me parece tão satisfatória quanto fazer o Sr. Santo e Lust beijarem a sola de meu sapato. Quando a sessão de fotos fosse encerrada. - Há algo mais para ser feito Alv? - Iria questioná-la na intenção de descobrir se haveriam mais trabalhos ainda hoje.

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