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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Dever do soldado Act II

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MensagemAssunto: O Dever do soldado Act II   O Dever do soldado Act II EmptyDom 18 Out 2020, 18:35

O Dever do soldado Act II

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Ineel Von Ritter Bitencourt. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: O Dever do soldado Act II   O Dever do soldado Act II EmptySeg 19 Out 2020, 06:08

O dia havia finalmente chegado, o maldito gesso tinha sido retirado de minha perna, que agora sentia pela primeira vez em meses o vento assoprando a pele em uma calmaria que me gerava um bom conforto. Pieck se ausentava para fazer algo e me deixava a sós com a enfermeira que gentilmente realizava os procedimentos finais e em questões de minutos estava livre para checar por conta própria se minha perna ainda era a mesma. - Beleza!!! Vamos lá! Hihihihi - Gritaria, demonstrando uma certa euforia com um largo sorriso, me levantando da cama e me colocando de pé pela primeira vez sem um apoio depois da fratura, então começaria dando passos calmos pelo quarto, e logo depois um salto bastante energético para provar a si mesmo que estava totalmente recuperado. Ihuuuuuuuu! - Comemoraria.

Como primeiro ato, buscaria rapidamente fazer a higiene pessoal como escovar os dentes, fazer a barba, vestir o uniforme e engraxar os sapatos para ficar bem apresentado. ''Não posso decair o padrão, meu avô ficaria orgulhoso se eu conseguisse uma promoção rapida!''- Indagava, de fato almejando realizar a prova para sargento. Saindo dos meus aposentos, esperaria encontrar companheiros no convés onde saudaria todos ao menos uma vez com um sorriso sincero e um aceno de cabeça, porém atento para dar um tratamento diferenciado para superiores sendo que uma vez identificado que o militar teria uma patente superior, imediatamente o saudaria prestando uma boa continência mantendo-a até que o sujeito respondesse ou fosse embora para outro canto do navio. Caso avistasse a sargento lucy, tentaria me aproximar sutilmente onde primeiramente a saudaria com uma continência, em seguida com cumprimentos mais cordiais. - Bom dia (Boa tarde) Sargento! Como a senhora está? - Diria, incentivando uma leve conversa, e então completaria. - Entendo.. A senhora poderia me dizer se a cozinha está aberta? Estou morrendo de fome hehe - Questionaria, tendo a resposta então, me direcionaria para a cantina onde comeria o que quer que fosse servido para repor as bases. Logo após buscando por pieck, perguntando para outros soldados se preciso, chegando até a mesma abriria um sorriso. - Eae! hihihi, tem alguma missão? Sabe, eu tô pensando em me aplicar para o teste de sargento.. Você sabe como é? - Perguntaria, animado.

Caso não encontrasse com a sargento lucy pelo navio, não perderia tempo em ir direto a pieck para obter informações sobre o teste para sargento, além de saber se havia missões disponíveis. - Vamos comer algo antes por favor! - Falaria para pieck ao final, buscando uma boa refeição e em seguida se colocando disposto a realizar as novas tarefas que me aparecessem. 
OFF(Objetivos) :
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Ficha da Pieck (NPC acompanhante) :
Spoiler:
 

~ Falas
~ Pensamentos

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Ficha :
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MensagemAssunto: Re: O Dever do soldado Act II   O Dever do soldado Act II EmptySab 14 Nov 2020, 12:07




O dever do soldado

Cap. I  - Aguas turbulentas


O Navio estava tranquilo, os marinheiros aproveitavam a tranquilidade momentânea. Uma brisa refrescante corria por todo navio anunciando uma chuva distante, a brisa atingindo a perna de Ineel produzia calafrio mas o mesmo não o impedia de saltar e testar sua perna; sem sequer ouvir as advertências e precauções da enfermeira ele sai correndo para seus aposentos para que possa começar seu dia de verdade, com os processos higiênicos cotidianos. Um frio percorreu sua espinha quando após levantar a cabeça depois de cuspir e ver nos fundos de seu quarto um tritão tubarão que com um piscar de olhos desaparecia.

Muitos marinheiros caminhavam pelos corredores mas por algum motivo nenhum superior podia ser visto, os soldados pareciam mais relaxados e descontraídos como civis passeando pelas calçadas de uma bela cidade. O calafrio o percorre novamente como uma larva parasita procurando onde se alojar entre seus ossos, no final do corredor para o deck superior o tritão tubarão estava, os olhos de Ineel dicerniam mais detalhes na aparição como; algemas em seus pulsos, pernas e pescoço, uma gaivota marcada a brasa em seu pescoço e os trapos manchados de sangue que vestia - POR QUE?... POR QUE?...- resmungava o tritão, sua voz ecoava pelos corredores e se multiplicava na cabeça e Ineel, a criatura caminha com seus passos pesados pelo corredor e desapareceu novamente.

No Deck Ineel podia ver a Ilha de Dawn com seus muros altos, e Luce apoiada na proa observando o mar e a ilha a sua frente, o soldado a sauda e inicia um diálogo mas não tem resposta, ele se aproxima mais um pouco e repara com o jornal em mão a Sargento dormia em pé. Se dirigindo a cantina e encontrando Pieck tomando café, Ineel reúne em sua bandeja um desjejum caprichado e se junta a companheira na mesa perguntando logo de cara qual era o próximo passo dos dois- Bem, eu encontrei o Tenente e…- algo estranho acontece com Pieck sua face se paralisa em horror olhando para Ineel, o mesmo ao olhar para as próprias mãos repara que suas unhas caíam uma a uma assim como seus dentes; seus dedos se fecham e abrem com membranas e sua pele começa a adquirir um tom azulado; seu corpo cresce de maneira surpreendente e não cabe mais no pequeno banco e mesa o obrigando a se levantar, seu uniforme por algum motivo cresce também se ajustando a seu novo corpo, seu nariz estica com serras e sua boca se enche de dentes afiados. De sua companheira aterrorizada um grita é ouvido e todos os marinheiros na cantina se põem de pé de prontidão para o combate, Pieck cai para trás e recua - Monstro, monstro!- uma bandeja acerta a face do tritão e um marinheiro finca uma faca da cozinha em sua coxa; de trás salta outro que apanha seu pescoço em uma chave de braço e o derruba com seu peso sobre a mesa, Ineel se debate quando o oxigênio não alcança seus pulmões mas seus braços são segurados por outros marinheiros- Apaga ele logo!- grita um dos marinheiros com dificuldade de conter o tritão e com uma bruta pisada tenta apagar Ineel mas consegue apenas na terceira tentativa.

Inconsciente, imagens passam por sua cabeça; Uma grande fileira de tritões maltrapilhos unidos por algemas com correntes em seu pescoços, construíam em algum mar distante um forte, humanos com uniformes rústicos da marinha controlavam os escravos com agressões e gritos- Por que? Por que meu povo?- ao se virar para trás Ineel vê o mesmo tritão em que se transformou, preso a um tronco coberto de hematomas e feridos - Oque fizemos contra vocês?

Ao despertar Ineel está sendo arrastado por um grupo de marinheiros por um corredor úmido, não estava mais no navio e caminhando a frente dele um tenente e um homem de terno dialogam- Deixe eu ver se eu entendi, este tritão invadiu seu navio e atacou uma tripulante?- questionou o homem de terno - Pelo que me reportaram sim, eu fiz essa solicitação rápido para que pudesse interroga-lo o quanto antes- disse o tenente olhando de soslaio para o prisioneiro- Quer que eu traga minha equipe de tortura e interrogatorio?- sugeriu o homem de terno mas uma simples balançada negativa de cabeça o respondeu - Não, quero eu mesmo interrogar esse maldito peixe!- a raiva em sua face era visivel. Os dois líderes se separam em um corredor e Ineel segue com os marinheiros para uma sala pequena onde é acorrentado a uma cadeira resistente, do lado da porta dois sargentos incluindo Luce e a frente do tritão do outro lado da mesa o Tenente acende um cigarro e questiona- Quem é você e qual eram suas intenções.



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