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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A primeira conquista

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MensagemAssunto: A primeira conquista   A primeira conquista - Página 2 EmptySex 16 Out 2020, 18:16

Relembrando a primeira mensagem :

A primeira conquista

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mayu. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista - Página 2 EmptyQui 12 Nov 2020, 19:28




Galho Seco [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

A Primeira Conquista



Enquanto passei pelo porto, fui tomada pelo sentimento de felicidade ao ver que um festival estava sendo preparado ~ É aqui que nascem boas lembranças ~ pensei enquanto me direcionava para a praia a oeste e lembrava das inúmeras vezes que tentava animar os pais nesses eventos.

Limpando minha mente comecei a me concentrar na situação que me encontrava, tentar me esgueirar para ouvir e o'que o homem estava conversando. - Como assim você perdeu o mapa?! - Será que estava falando com Judeau? ~ Ele poderia ter perdido um mapa de tesouro durante a fuga ou será outro mapa? ~ Me questiono enquanto olho os papeis que recebi - Bom, não tem problema, basta encontrar o Porto de Prata e seguir à oeste, não tem erro... Isso mesmo! Estarei no aguardo. - Finalizava o homem e confirmava minha segunda suspeita.

Senti um frio na espinha ao pisar no galho seco, eu sou espiã horrível mesmo. Apesar do homem parecer desarmado, eu queria agir logo; ele poderia facilmente está escondendo uma pistola ou algo assim. Sem muita escolha, resolvo sair com a espada embainhada e tentando ficar mais tranquila  - Olá, tá tudo bem. Sou amiga de Judeau. - faria uma breve pausa para ver a reação do homem e continuaria - Encontrei com ele na cidade, vou me juntar a vocês. Sou carpinteira então posso cuidar do navio, sem contar que conheço Kano, vai ser mais fácil achar o tesouro com minha ajuda - apontaria para meu peito e sorrindo amigavelmente tiraria minhas ferramentas da mochila para mostrar que estava dizendo a verdade. Também mostraria o mapa - Viu, ele até me deu o mapa para encontrá-los -

Se o homem concordasse, subiria no navio dizendo  - Se bem que acho que ele tá mais interessado em mim do que no oficio HAHAHA. Gostei do seu Den Den Mushi, posso ver? - Perguntaria já com a mão em direção ao dispositivo. Após isso esperaria Judeau chegar e contaria sobre meu objetivo de ajudar a encontrar o tesouro - Então que tesouro estão procurando e que informações já possuem?- E com a resposta forneceria informações que soubesse de Kano ou do tesouro se soubesse, histórias, lendas, geografia da ilha e elementos culturais que pudessem ser uteis, comentaria sobre o dono da Abismo Mental que vende informações, realmente estou querendo participar da busca. Sorriria para eles o tempo todo querendo parecer legal, amigável e bonita. Se não tivesse mais nada a fazer, partiria com eles mesmo que perceba que vão roubar o tesouro de alguém.

Se o senhor não aceitasse, diria para esperarmos Judeau voltar para confirmar minhas falas e então tomaria o rumo de ajuda-lós com  a busca.

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista - Página 2 EmptySab 14 Nov 2020, 18:24




A Primeira Conquista

Mayu se revela dizendo ser uma amiga de Judeau, o que deixa o velho confuso. - Amiga? - Ele analisa a jovem dos pés à cabeça, franzindo as sobrancelhas, desconfiado. Mayu continua tentando se esclarecer, mas o velho se mantém atento e receoso. - Pensei que ele preferisse trabalhar sozinho, mas talvez eu tenha me enganado e você esteja falando a verdade. - Comenta.

Mas quando Mayu mostra o mapa que dá exatamente onde eles estão, o velho retoma toda a desconfiança. - Mas... Esse é o mapa que eu enviei para ele! Ele disse que perdeu, e agora está nas suas mãos... Você roubou dele?! - Apesar dele não acreditar na jovem, ele aceita a proposta de esperar a chegada de Judeau para resolver a situação, mas não deixa Mayu subir no barco.

E o tempo começa a passar. O homem fica sentado no barco, ele até tenta continuar com a leitura do livro, mas não consegue se concentrar, encarando Mayu que está na praia; a jovem permanece ali, olhando o vai e vem das ondas, volte e meia notando também a movimentação de alguns caranguejos; um chega perto o suficiente para encostar na perna da loira, mas se esconde na areia logo em seguida.


Após se passar 1 ou 2 horas, a espera finalmente chega ao fim, quando alguns arbustos começam a se agitar, anunciando a chegada de alguém. Tanto Mayu quanto o velho voltam suas atenções para a mata, e Judeau surge correndo, só parando para tomar um pouco de folêgo, está ofegante. O jovem percebe a presença de Mayu e se assusta.

- Você! O que está fazendo aqui??? - Apesar da curiosidade e do espanto, ele escuta o que Mayu tem a dizer. - Você deve estar falando deste tesouro aqui? Hehe. - Judeau abre um largo sorriso, enquanto revela um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] marrom, que ao ser aberto emana um forte brilho; o saco está lotado de pedras preciosas.

A mata que rodeia a praia está barulhenta, o som de muitos passos e vozes podem ser facilmente captadas. Judeau corre na direção de Mayu e agarra sua mão, puxando-a até o barco, mas não de uma forma agressiva e sim tentando ser o mais gentil possível. - Venha! Ou eles vão te capturar. - Quando embarcam, o rapaz dá um sinal para o velho, que solta as amarras e levanta a vela, logo a embarcação é colocada em movimento.

Conforme se afastam da costa, homens armados surgem na praia, mas estão fora do alcance. - Ufa, essa foi por pouco. - Judeau se joga no barco, deitando de costas e olhando para o céu. O velho carrancudo deixa de encarar Mayu, pois agora está mais interessado nas posses de Judeau. - Pelo visto deu tudo certo, vou te levar até Toroa Island, mas quero a minha parte! -

Judeau relaxa um pouco, antes de sentar-se encostando próximo da proa, ele segura o saco com firmeza e sorri. - Claro claro, você terá sua parte assim que chegarmos lá. - E rapidamente volta sua atenção para Mayu. - Desculpa por antes, mas seria perigoso deixa-la na praia. Agora você está tão envolvida nisto tudo quanto a gente, acho que te devo algumas explicações... Como eu disse no nosso primeiro encontro, sou um caçador de tesouros, encontrei isto daqui em uma embarcação afundada. - Ele levanta o saco e balança. - O problema é que alguns piratas estavam na minha cola, queriam me roubar assim que eu encontrasse o tesouro, mas consegui fugir deles... Bom, não totalmente, eles são bem persistentes e ainda estão atrás de mim, estão até contratando mercenários para me caçar. -

Ele se aproxima de Mayu e segura a mão direita dela com as suas duas mãos, a jovem sente algo se envolvendo em sua palma; quando Judeau se afasta, ela percebe que há uma grande pedra de safira em mãos. - É para você, sei que não se compara ao seu brilho e nem à sua beleza, mas espero que goste. - Ele volta a se sentar, buscando relaxar um pouco.

Os ventos estão fortes, fazendo os fios de cabelo de Mayu se agitarem; o velho assume o leme e começa a conduzir a embarcação; ao que tudo indica estão indo para Toroa Island, e Kano vai ficando no horizonte, Mayu acaba por partir de sua terra natal de uma maneira bem incomum.

- Me conte um pouco sobre você. Confesso que foi uma agradável surpresa encontrá-la na praia, mas por que você estava lá? - Judeau tenta puxar assunto com Mayu, afinal terão uma longa viagem pela frente.

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista - Página 2 EmptySeg 16 Nov 2020, 23:05




Viagem

A Primeira Conquista [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



Foi um pouco mais agitado do que esperava mas finalmente estou saindo de Kano para iniciar minhas aventuras. Estendendo a mão esquerda, pego a safira das mãos de Judeau e trago mais perto dos olhos  - Uau, é linda. Obrigado, estou saindo de Kano sem muito dinheiro então vou aceitar sua generosidade - A pedra era bonita, talvez fosse útil em um projeto e se não havia sido roubada de um vivo não tinha motivos para não aceitar. Olhando Kano sumir no horizonte e com o vento soprando meus cabelos, levo as mãos até as pulseiras da família um pouco emocionada ~ Por favor, fiquem seguros ~ faço o  desejo internamente esperando que o destino possa ser bom com eles.

Respondendo a pergunta do companheiro de viagem, seguro novamente as ferramentas na mão - Meu nome é Mayu, uma carpinteira de Kano. Estou saindo de casa para me alistar na marinha, que bom que estão indo para Toroa Island, soube que tem um quartel por lá. A propósito, vou guardar segredo sobre vocês - termino com um sorriso e guardando as ferramentas, sabia que caçadores de recompensas não ligam para leis para cumprirem seu oficio, ainda mais oque amam suas aventuras e trabalho mas não tinha problema, se um dia acabar encontrando-os cometendo crimes quando for uma marine, prender eles será meu trabalho - E vocês, são um grupo?- olho para o senhor no leme - Conta uma de suas aventuras, parecem ser boas - e reagiria com risadas ou expressões de surpresa, independente se são boas ou ruins. Após isso ou se não contasse a história, pegaria alguns papéis e lápis para começar a desenhar. Bem em cima como um titulo, estaria escrito “ Gaivota do Mar ” e logo abaixo começaria a desenhar uma embarcação em perspectiva, com linhas bem curvas e firmes, gastaria bastante tempo nos detalhes, seria uma mistura de arte com projeto. No canto inferior direito colocaria a gaivota da marinha ~ Até que está bom. Acho que posso tornar isso real um dia, mas preciso aprender sobre engenharia mecânica se quiser que seja rápido, navios a vela possuem limitações. Vou procurar alguém para me ensinar depois que ganhar meu salário ~

Depois de um tempo olharia a embarcação para ver se possui falhas ou parte que poderia ser melhorado e diria para Judeau - Ouvi que se passar óleo de fuka-sa nas madeiras antes de utilizá-las elas ficam mais resistentes, pode usar no próximo navio - falaria ainda olhando para o veículo com baixa resistência, se tivesse algum defeito ou quebrado consertaria para eles. Viagens nos blues são tranquilas e até mesmo um bote pode dar conta mas é sempre bom prevenir. Se não tivesse mais algo para fazer, observaria o mar atenta para caso passasse outro navio, os piratas poderiam não ter desistido de pegar o tesouro.  Passando um deles, avisaria imediatamente -Judeau, sabe atirar com canhões? - apontando para o inimigo e seguiria para as armas para dar suporte já que não tinha uma boa mira - Você mira, eu acendo e recarrego - acenderia o pavio quando mandasse e recarregaria o mais rápido que conseguisse, tampando os ouvidos a cada disparo. Caso chegassem próximos sacaria a espada e me prepararia para o combate ou consertaria o barco caso vecessemos e ocorresse algum dano durante a batalha. Se fosse um navio da marinha, avisaria o velhinho e perguntaria - Podemos seguir tranquilos? - se sim, apenas apoiaria na lateral no barco e esperaria nossa chegada, e se fosse um não sugeriria para eles - Vou me jogar no mar e fingir que estou me afogando. Eles vão ter que parar para me socorrer, afinal sou apenas uma civil. Sem contar que já terei meu meio e justificativa para me tornar um deles HAHAHA - pegaria minhas coisas, pularia no mar e começaria bater os braços descoordenadamente mas fazendo meu melhor para ficar na superfície com a força das pernas, gritando - [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. ELES ME RAPTARAM - ignorando qualquer corda que jogassem fingindo não conseguir segurá-la pelo pânico do afogamento ~ Vão ter que parar para mandar um bote. Não sacrificariam uma possível [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]~.  No caso da viagem ocorresse bem e chegássemos sem problemas - Obrigado por me trazerem até aqui. Boa sorte e cuidado. - apertaria a mão dos dois.

Em Toroa, iria buscar o quartel, para isso procuraria uma banca de mercadorias ou alguém trabalhasse no porto e perguntaria - Com licença, onde fica o quartel da marinha? Sou nova na ilha então seja bem detalhista - e logo depois iria tentar seguir as instruções parando mais pessoas caso não conseguisse encontrar. Lá acamparia na porta se fosse noite ou perguntaria para algum marinheiro - Olá, gostaria de me alistar, oque preciso fazer? - e seguiria suas instruções. -  Se tivesse algum marinheiro ou navio da organização no porto, tentaria me aproximar de alguém de uniforme para fazer a mesma pergunta anterior.

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Última edição por Rangi em Sex 20 Nov 2020, 08:23, editado 1 vez(es) (Razão : consertar o histórico; nª de post estava como 01)
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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista - Página 2 EmptySex 20 Nov 2020, 05:01




A Primeira Conquista

A jovem e bela Mayu agradece pela safira, olhando mais de perto; a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] é azul como o mar. - Que bom que gostou. - Diz Judeau, sorrindo.

A loira finalmente se despede silenciosamente da sua terra natal, mexendo nas pulseiras, enquanto o barco vai se afastando pouco a pouco da ilha. Mayu terá uma longa viagem pela frente e aparenta estar disposta a dialogar com o jovem caçador de tesouros; suas primeiras falas deixam ele surpreso. - Marinha é? Que legal, espero que dê tudo certo, já conheci bastantes marinheiros durante minhas viagens. E agradeço o seu sigilo. - Mayu dá continuidade na conversa, citando o velho que aparenta um hábil navegador. - Não necessariamente, eu costumo trabalhar sozinho, mas o meu barco foi destruído e ainda não tive tempo de comprar um novo. Eu encontrei este senhor recentemente, ele aceitou me ajudar na fuga e acertamos um ponto de encontro, e cá estamos agora. - Judeau parece alguém bem despreocupado e tranquilo, que gosta de conversar; se anima quando Mayu pede para que ele conte uma história. - Pois bem então... Você já ouviu falar no Arquipélago Sandine, certo? Um conjunto de ilhas desérticas que abrigam centenas de tesouros, mas são locais perigosos, não apenas pelo clima como também por abrigar criaturas extremamente perigosas e assustadoras! Certa vez me aventurei pela região, e... - Ele sorri, levantando a camisa e mostrando uma grande cicatriz nas costas, aparentando a mordida de alguma animal. Ao abaixar a camisa, ele continua a história, transbordando orgulho. - Foi uma briga acirrada, uma cobra gigante me atacou, mas eu consegui derrota-la e encontrei um baú cheio de ouro soterrado nos arredores, mas se pensa que isto foi tudo está enganada, para retirá-lo de lá eu tive de enfrentar escorpiões enormes, miragens e até bandidos do deserto, mas no fim deu tudo certo. -

Judeau gesticula bastante enquanto fala, leva jeito para contar histórias e prender a atenção das pessoas; além disso ele se deleita das reações de Mayu, empolgando-se ainda mais. Depois que termina de falar, ele se levanta e vai até a cabine, procurando algo para beber; enquanto isto Mayu revela uma caderneta de anotações que tinha guardado no bolso e um lápis, começa a fazer algumas anotações, enquanto vê o tempo passar; as ondas estão boas e os minutos voam como o vento.


Após uma passagem de tempo indefinida, algo em torno de 1 hora, Mayu consegue terminar seu desenho e toda a reflexão envolvida, elaborando uma boa ideia que um dia pode se tornar realidade. A jovem carpinteira faz um check-up no navio, notando que não há imperfeições, embora a qualidade da madeira não seja tão boa assim. - Besteira! Isso não passa de conversa fiada, um golpe para venderem esses óleos inúteis. - Diz o velho, quando Mayu comenta com Judeau sobre o óleo de fuka-sa.

A viagem segue tranquila por mais 2 horas, ainda é de tarde e algo surge no horizonte, um amontoado de terra, que deve tratar-se de uma ilha, mais especificamente Toroa Island! Porém, algo inesperado acontece. - CUIDADO! - Grita Judeau, se jogando na direção de Mayu; ele agarra a jovem e com o impulso lança ambos ao mar. O som de uma explosão ecoa pelos arredores e o barco é totalmente detonado, pedaços da madeira voam para todos os lados e se espalham pela água.


Mayu afunda alguns metros, vendo que algo está rolando na superfície, estava despreparada e por isso acaba engolindo bastante água, a adrenalina percorre seu corpo, seu coração dispara. Judeau segura a mão da jovem e começa a nadar para cima, quando chegam a superfície notam a presença de uma caravela com uma caveira na bandeira; no convés da embarcação há marujos com rifles apontados para o mar, os piratas lançam cordas para a água, e tanto Judeau quanto Mayu acabam sendo obrigados a subirem a bordo, ou então seriam engolidos pelas ondas, já que Toroa Island ainda está um tanto quanto longe para conseguirem nadar até lá.

Chegando no [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], molhados e exaustos, Mayu e Judeau estão cercados por uns dez piratas, todos com rifles ou pistolas em mãos, estão rindo da situação. Logo surge entre eles um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] gordo e com a postura de um capitão, ele parece aborrecido.

- É o fim da linha! Não tem mais para onde fugir, finalmente consegui te capturar! Agora me diga... - Ele saca uma de suas muitas pistolas. - Onde está o meu tesouro? - Sua voz é bem rouca e traz uma incomoda sensação a quem escuta.

- Tsc... - Judeau ignora o pirata e olha para Mayu. - Você está bem? Se feriu? - Ele pergunta, preocupado.

A situação não poderia ser pior, mas ao menos a jovem ainda possui a katana que comprou em Kano, tendo uma forma de defender-se na pior das hipóteses. Não está ferida, mas suas roupas estão encharcadas, perdeu algumas moedas (valor desconhecido ainda), o lápis e além disso a caderneta acabou molhando (tornou-se inutilizável).

Obs:
 

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista - Página 2 EmptySeg 23 Nov 2020, 16:39




Cercados

A Primeira Conquista [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



    Finalmente Toroa surgia tomando o horizonte e minha atenção para si. A bela ilha encantava-me ao longe mas a breve distração custou caro quando os piratas surgiam em nosso encalço e o som do ambiente era preenchido com o disparo de um canhão.

    Subitamente, a embarcação estava estilhaçada e eu era engolida pelo mar. Por sorte Judeau conseguiu se sair melhor, salvando-se e me ajudando com o afogamento. Ainda assim, a situação tornava-se mais complicada e nosso único refúgio nos colocava cercados por patifes.



    Assim que chegássemos a bordo, olharia em volta observando o local e nossos inimigos, apontando a katana para eles  - Arf, arf, estou bem mas precisamos dar um jeito nessa situação, vão nos matar ou vender mesmo que entreguemos o tesouro - sussurraria para colega, não tinha certeza se suas pistolas funcionariam depois de cair no mar - Onde vocês acham? Agora no fundo do mar seus idiotas - falaria com irritação, apontando para os destroços com uma das mãos. A realidade é que não fazia a menor ideia onde estava mas precisava ganhar tempo e fôlego, possivelmente em um lugar seguro mas onde seria seguro o suficiente para caçadores de recompensas? Em fortes baús ou ~...com eles mesmos~ pensaria chegando a uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] idéia. - Pelo menos só uma parte dele - mexeria nos bolsos procurando a safira e o saco/recipiente onde guardava minhas berries se ainda estivesse comigo. Se encontrasse, notaria que estava mais vazio que antes mas que deveria servir. Levantaria a linda pedra azul para que todos pudessem ver e colocaria dentro do saco - Para o deck inferior - sussurraria mais um vez enquanto fechava o pacote - Pegue minha parte - gritaria logo em seguida, jogando o objeto acima da cabeça de todos em direção ao capitão, esperando que tomasse a atenção de todos mas com certeza iniciando meu plano.

    Escolheria minha linha de ação baseado em duas coisas, na distância que me encontrava da borda e em minha memória das janelas do navio durante a subida pelas cordas. Independente da distância mas lembrando de janelas fechadas, bloqueadas por canhões ou se não conseguisse lembrar.  Avançaria no pirata que estivesse mais próximo da escadaria que descia ao interior da embarcação ou porta na parte frontal do convés que é onde geralmente está a escadaria, dando vários passos curtos e rápidos em vez de longos e demorados, aterrissando cada um deles com a frente do pé e depois com os calcanhares, dando meu máximo para acelerar antes que o capitão terminasse seu movimento para pegar a isca. Com a ponta da espada mirando no peito, aplicaria todo meu peso e força sobre o alvo durante a estocada, como se meu verdadeiro objetivo fosse golpear além dele, pularia no último passo para mesmo que fosse atingida, a física me mandasse para frente e o derrubasse. Se desse certo aproveitaria todo o impulso para rolar sobre o chão e seguir para o acesso.

    Se estivesse perto e lembrasse de janelas abertas e sem canhões bloqueando-as, giraria a espada de forma que a lâmina fosse projetada pela parte inferior da mão; perpendicular ao dedo mindinho, viraria em direção ao mar e apoiando no parapeito com ambas as mãos, pularia paralelamente ao navio tentando fincar a arma na abertura durante a queda, 45° em direção ao solo, servindo como gancho e não me deixando cair. Usando o braço livre, puxaria-me para cima para que possa entrar no cômodo, empurrando caixas com cuidado ou algo que pudesse bloquear o caminho, evitando fazer barulho.

    Chegando no interior, procuraria ver se havia piratas no andar, assumiria uma postura de combate e caso houvesse ou chegasse um, partiria em sua direção concentrada em bloquear seu primeiro golpe e atacar em seguida com um corte horizontal no peito e depois uma estocada; errando ou sendo bloqueada, rolaria para o lado e bloquearia novamente para fazer mais dois cortes em X no peito. Se caísse por qualquer motivo e tivesse que lutar no chão, daria prioridade a bloquear o máximo que conseguisse, esperando uma abertura para levantar ou estocar no estômago. Se não aparecesse a oportunidade, procuraria uma garrafa de bebida com a mão livre, quebraria no chão metade dela para que ficasse pontiaguda e cortante, com a arma improvisada furaria as costelas do oponente. Se não houvesse inimigos, procuraria os aposentos do capitão, trancando a porta com chave e/ou mobília pesada. Começaria a procurar algo com valor para barganhar ou mais pistolas para usar como arma. Arrombaria baús com golpes de espada ou tiros de pistola e olharia em possíveis locais secretos, como fundos falsos e atrás de pinturas, algo sentimental ou valioso. Se estivesse ferida durante o combate, trocaria a arma de mão ou lutaria com dor se fosse nos braços; se fosse nas pernas só daria passos se fosse um atirador, bloqueando até chegar no alcance e cortando diagonalmente nas mãos, objetivando arrancar uns dedos, do contrário lutaria em uma postura firme com a mesma estratégia anterior, bloqueando principalmente, atacando quando tivesse uma abertura até que o oponente caísse. Contaria que Judeau estaria cuidando dos piratas que vinham atrás mas considerava a ideia que pudesse ser capturado.


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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista - Página 2 EmptySex 27 Nov 2020, 00:12




A Primeira Conquista

Embora esteja cercada e em clara desvantagem numérica, Mayu não se mostra disposta a render-se, sussurra algumas coisas para Judeau e depois lança ofensas aos piratas, um tanto quanto irritada. Mas a mente da jovem é clareada com uma ideia, ela pega o saco onde seus berries estão guardados e revela também uma safira, que brilha bastante ao ser erguida, graças ao posicionamento do sol. A pedra prende a atenção dos piratas, exatamente como Mayu desejava, a jovem coloca a safira dentro do saco e arremessa para cima; os piratas de fato se distraem com aquilo. - Droga. - O capitão dos piratas se prepara para apanhar o saco quando este caísse, passando a ignorar a presença de Mayu e Judeau. - Certo! - Responde o caçador ao entender o plano.


A futura marinheira avança em uma velocidade surpreendente na direção de um dos piratas, mais especificamente um que está próximo das escadarias que levam ao interior do navio e na parte frontal da embarcação. Os pés da jovem se chocam com a madeira velha do convés, provocando bastante barulho, mas ainda assim o marujo se dá conta do avanço tarde demais; brandindo a katana com perfeição, Mayu desfere uma estocada que perfura o peitoral do homem, fazendo-o grunhir de dor e ainda por cima cair de costas no piso quando a jovem salta e cai dando uma cambalhota, a lâmina é removida daquele corpo com extrema facilidade graças ao movimento gravitacional e pela ajuda do impulso.

Obviamente as atenções dos demais piratas são atraídas de volta para os prisioneiros, mas os dois tiveram tempo suficiente para cada um seguir adiante com um plano. - ATRÁS DELES!!! - Grita o capitão. Judeau corre para as escadarias e desce de maneira apressada; já Mayu realiza uma ação bem mais elaborada e até arriscada, a jovem resumidamente salta da embarcação, mas se mantem alinhada e finca a katana na lateral do navio, brecando sua queda ao mar.

Estando próxima de uma janela semiaberta e sem bloqueios aparentes, Mayu faz uma manobra e invade o cômodo; trata-se de um quarto estreito e comprido com diversas beliches simples nas duas laterais.

- NÃO TEM PARA ONDE FUGIR! DESISTAM! -

Os gritos do pirata ainda são audíveis, ele está furioso. Escuta-se o som de diversos passos no piso superior, certamente estão se encaminhando para vasculharem o interior do navio. Enquanto isto, separada do companheiro, Mayu avança e sai do dormitório, chegando a um corredor com várias portas fechadas, adiante há um marujo que parece confuso com toda a situação e se espanta com o surgimento repentino da jovem. - Quem é você?! - Questiona ele, mas não parece tão preocupado em receber uma resposta, já que revela um sabre e a avança contra Mayu.

O homem junta as mãos no cabo e ergue a espada até acima da cabeça; em seguida ele desce a lâmina para cortar Mayu ao meio, mas a jovem consegue bloquear o ataque ao colidir a lâmina de sua katana com a espada do homem. Mayu é ligeramente empurrada para trás após se defender do ataque, retribui com um golpe horizontal, mas o marujo recua para trás e a lâmina da jovem acerta a parede do corredor; a estocada posterior tem sua rota desviada por um movimento de parry do homem, ele avança com um jogo de corpo para cima da loira, acertando-a com o ombro. Embora caia, Mayu consegue se erguer e lançar dois golpes que acertam em cheio no homem, formando um X sangrento em seu abdômen e derrubando-o no chão. - Gyaaarrrr! - Ele deixa o sabre cair e parece fora de combate, embora ainda esteja vivo.

Priorizando encontrar algo que possa ajuda-la, Mayu avança até o final do corredor e se depara com uma porta que se destaca, parece muito mais elaborada do que as demais. Ao adentrar, se vê no que parece ser a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] do capitão logo na parte de trás do navio. No cômodo há uma mesa com um mapa e alguns outros papéis, uma cama mais ao canto, duas pinturas e alguns armários; e embora seja relativamente simples, com certeza é o local mais sofisticado da embarcação.

O som de tiroteio ecoa por todo o navio, provavelmente Judeau está lutando bravamente com os piratas em algum outro local do transporte naval. Mayu revira os pertences do pirata, percebe que os quadros podem ter algum valor, pois eles se destacam no cenário. Há também um baú próximo da cama, está trancado e antes que a jovem possa se aproximar dele, a porta do cômodo é bruscamente chutada e um tiro é disparo. Mayu sente o impacto, é como levar o coice de um cavalo, sua pele arde, enquanto que suas costas se chocam com a parede. O tiro pegou de raspão na sua costela, não é um ferimento que precise se preocupar, mas ainda assim queima.

- Não gosto que fucem nas minhas coisas. -

É o capitão do navio, ele está sozinho e bloqueando a única saída do quarto, o que significa que Mayu terá de encara-lo se quiser sair dali, já que as janelas do cômodo são pequenas demais para fugir. O pirata guarda a pistola e revela uma clava cheia de espinhos, colocando um sorriso sádico no rosto, misturado com uma evidente raiva. Ele começa a avançar a passos lentos...


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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista - Página 2 EmptySex 27 Nov 2020, 18:19




Dessa eu não saio ilesa

A Primeira Conquista [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



    A batalha estava se desenrolando bem até agora. Meu coração batia fortemente e um leve sorriso refletia a animação do combate anterior, o mesmo sorriso de quando praticava com Miya.

    Após a escandalosa entrada do pirata, minhas mãos instantaneamente se movimentam, indo até as costelas e pressionando a região ardente. Meu corpo inteiro treme pelo choque e procuro ver o sangue no tórax para confirmar o disparo  -
Só de raspão… - volto a me concentrar no inimigo agora com uma clava. Uma rápida e intensa respiração vem em seguida para acabar com a tremedeira. Os punhos cerrados em volta do cabo fazem os nós dos dedos ficarem ainda mais brancos. A luta iria começar a qualquer instante.

~ Ele é pesado ~ é a primeira coisa que penso enquanto dou um passo a frente com a perna direita mas ainda mantendo o peso sobre a traseira para que possa dar um dash se necessário. Olho fixamente em seus olhos. Quando ele puxar a clava para trás para que possa atacar em seguida, me atento a direção, se é na horizontal ou vertical.

    Se optar por golpear na horizontal solto uma das mãos da katana e fico na posição do cavalo com os pés alinhados e firmes no chão. Com a mão solta, bloquearia a clava com o antebraço, preparando-me psicologicamente para o momento que os espinhos cravarem na pele. Coloco toda força sobre a perna oposta ao ataque, empurrando o chão para que não seja arremessada contra a parede. Desvio o olhar levemente para baixo, e rapidamente perfuro um dos pés do gordo capitã com a lâmina virada para ele. Quando tiro a espada do membro, faço com força e velocidade para que suba cortando o coldre das pistolas se tiver ângulo para isso. Não quero ter que me preocupar com elas de novo. Se ele ainda estivesse aplicando força na clava tentando me empurrar, jogaria meu corpo para baixo ao mesmo tempo que removeria o braço preso na arma, deixando a inércia continuar a trajetória e empurrando o homem para que tomássemos distância mais uma vez. Seguraria a katana novamente com as duas mãos, levantaria acima da cabeça e realizaria um corte vertical, do tipo que todos os espadachins treinam diariamente, procurando alcançar profundidade dessa vez. Se fosse bloqueado, daria dois passos para atrás e novamente atacaria de cima a baixo, recuando novamente mas para tomar um pouco de fôlego e me preparar para bloquear, dessa vez com a espada mas apoiando a mão na parte não lâminada para que não ceda ao peso do capitão.

    Se o primeiro ataque fosse na vertical, daria um pequeno dash para frente, ficando um pouco mais a frente do espaço onde o pirata mirava e cortaria na barriga me posicionando em sua lateral. Colocando a mão na parte não de trás da lâmina viraria para defender um golpe, mas não indo contra sua força e sim movendo-o para o lado, para que acerte o chão ou um móvel.  Cortaria mais uma vez horizontalmente correndo para a frente para ficar atrás do oponente e me viraria para ele rotacionando os pés. Dessa vez, faria uma estocada no peito.

    Se em algum momento percebe-se que ele estava colocando muita força em um golpe, tentaria estocar as mãos para que soltasse a arma, cortaria o coldre se já não tivesse feito, e faria um corte diagonal no rosto.


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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista - Página 2 EmptySab 28 Nov 2020, 18:35




A Primeira Conquista


Após confirmar que o tiro não lhe perfurou e recuperar a calma, Mayu se foca no pirata, se preparando para o combate inevitável. A jovem avança a perna direita e assume uma postura defensiva, aguardando a ação do oponente, que não demoraria a acontecer. - TOMA ESSA! - Ele exclama, correndo (não tão rápido) na direção da loira e erguendo a clava para trás, mas ele desce a arma em um movimento irregular, lançando um golpe horizontal e não vertical - como pareceu inicialmente -. Mayu não se deixa intimidar, empunha a katana com a mão direita e deixa o braço esquerdo livre, para usá-lo como um escudo, levando-o de encontro com a clava.

Quando a jovem bloqueia o ataque, ela sente os espinhos perfurando sua pele e um forte impacto tentando empurra-la para o lado; porém, Mayu consegue se manter firme, a clava acaba tendo o avanço interrompido pela força da loira. Resistindo a dor excruciante, Mayu volta sua atenção para baixo e perfura um dos pés do pirata; ele ruge de dor e pragueja diversos xingamentos, enquanto busca se afastar para trás em reação ao dano recebido. Ao mesmo tempo em que o gordo puxa a clava para trás, removendo os espinhos do antebraço da jovem combatente, Mayu também remove a katana do pé do homem e aproveita para lançar um golpe para cima, sua lâmina não acerta o pirata mas sim o cinto que prende as várias pistolas ao peitoral dele; as armas caem no piso.

- MALDIÇÃO! - O pirata é barulhento, ele continua gritando enquanto recua desastrosamente, quase caindo. O pé esquerdo dele está sangrando, assim como o braço esquerdo de Mayu.

Mas a luta não parece nem perto do fim, o pirata empunha a clava com ambas as mãos e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] a jovem, furioso. Mayu também empunha a katana com ambas as mãos, confrontando-o. O homem vai se aproximando devagar, mas de repente acelera o avanço, mesmo com o pé ferido; por ele não ser tão rápido, Mayu ainda consegue erguer sua espada e aplicar um golpe vertical, desce a lâmina alvejando a cabeça do pirata, mas ele flexiona o corpo e a cabeça para a direita, a lâmina da jovem acaba por cravar no ombro dele. Embora sinta que o golpe acertou e tenha colocado bastante força, Mayu percebe que a lâmina não vai tão fundo quanto desejava, e sente um forte impacto na barriga, o pirata a acerta com uma estocada. A loira é empurrada para trás, sua espada se desprende do corpo do homem e alguns furos surgem em sua barriga, não são profundos, mas são bem dolorosos.

O capitão não parece que dará tempo para Mayu reagir, avançando quase que no mesmo instante na direção dela. Mas algo acontece, um estrondo muito alto se faz presente, o navio treme e com isso todos tripulantes acabam perdendo o equilíbrio; Mayu cai de cara no chão, já o pirata consegue se agarrar na mesa para manter o equilíbrio. Novas explosões acontecem e a embarcação continua agitada, é difícil manter-se de pé com ele balançando tanto. Aparentemente o navio está sendo alvejado e bombardeado por alguém.

Uma bala de canhão atinge bem na parte de trás da embarcação, abrindo um buraco enorme na parede da cabine onde Mayu e o pirata estão. Estilhaços de madeira voam para todos os lados, algumas tábuas acertam a loira, mas por sorte nenhuma finca nela, já os ouvidos ficam zumbindo pelo barulho elevado. O mar está visível agora que há um grande buraco no cômodo em que estão, nota-se um outro navio se aproximando enquanto dispara continuamente.

- MAS QUE DIABOS ESTÁ ACONTECENDO??? - O pirata está confuso, perde totalmente a concentração na luta enquanto encara ceticamente o buraco; ver seu navio sendo destruído deve ser algo realmente frustrante.

Ele tenta correr, ignorando a dor de seus ferimentos, provavelmente pretende se dirigir ao convés para averiguar a situação. Mas Mayu pode tentar impedi-lo se assim desejar.


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Estilo de Vida

A Primeira Conquista [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]



    Uma sensação familiar toma conta de mim, leveza e submissão à gravidade, estou em direção ao chão novamente mas com algo novo desta vez; isso mesmo, a dormência no rosto de virar íntimo com o piso. A segunda explosão reivindica minha audição trazendo um zumbido incômodo. Alvejo o novo buraco no cômodo em busca de identificar quem está se juntando a nós. Sinto uma animação muito forte se for a marinha ou uma preocupação moderada se for outro grupo.

    Levanto-me tentando reconquistar meu equilíbrio tomado pela violência dos últimos acontecimentos. Retornando meu foco ao comandante do navio, disparo ferozmente em seu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com a katana na mão boa e agarrando o coldre de pistolas largado com a outra. Tentaria pular sobre o pirata caído no corredor, seguindo para as escadas e voltando ao convés. Atacaria qualquer inimigo que estivesse bloqueando minha rota. Ainda correndo brandiria a espada irregularmente sobre o oponente para que saísse do caminho. Se bloqueasse ou desviasse, levaria a mão com o coldre até a base do pescoço quase no peito, prensando o acessório sobre a pele e empurrá-lo-ia para cima e depois rapidamente para baixo; o centro de gravidade mudaria no movimento ascendente e seria fácil manda-lo pro chão onde seria golpeado por mim. Notando armas de fogo sendo empunhada pelos piratas, buscaria cobertura dentro de um dos quartos.  Segurando firmemente em um móvel a espera de acabarem com a munição ou o navio ser sacudido com outro disparo de canhão, depois avançaria rapidamente sobre o atirador(es) cortando-o(s) na barriga. Se o navio fosse balançando enquanto corria, fincaria a espada entre as madeiras do piso, criando um suporte improvisado enquanto movimento o outro braço em busca de equilíbrio. No caso de encontrar com Judeau, guardaria uma pistola do coldre na parte de trás da calça para que fique escondida e daria as restantes para ele. Seguiria o rastro de sangue deixado pelo capitão se tivesse dificuldades em achar a escadaria.

    Imagino que todos subiram para o deck superior, curiosos para ver a situação atual ou se posicionarem nos canhões para uma batalha no mar, tentarei confirmar a suspeita olhando por todo o ambiente quando chegasse ao local. Atacaria o comandante dos piratas, principalmente se estivesse distraído, faria um corte diagonal em suas costas e recuaria -
Sei que é chato ver seu navio destruído - entendo bem o sentimento já que sou eu quem os constrói- Mas é grosseria fugir de uma dama, faço um novo para você se me derrotar - concluo com uma piscadinha. Acredito que ninguém irá nos atrapalhar enquanto se preocupam com Judeau e os novos aliados ou inimigos. Dessa vez eu que irei começar, sentia uma forte confiança sem muita explicação do motivo, talvez esteja começando a me acostumar com o novo estilo de vida agitado após algumas explosões, quase me afogar, pular da borda de um navio, enfrentar vários piratas e ser perfurada algumas vezes. Imagino o quão horrível minha aparência deve está. Parto para cima com outro corte diagonal originado no meu canto inferior esquerdo até o superior direito, dando um passo para trás logo em seguida e posicionando a espada na altura do [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], realizo um mini dash mirando uma estocada na cabeça. Tomando nota da alta velocidade que demonstrou anteriormente me preparo para a possibilidade dele me atacar enquanto golpeio; mudarei a trajetória da espada e baterei na maça para desviá-la e evitar essa situação, se não puder causar dano nele ao menos tenho que evitar receber também. Na possibilidade de ser tarde de mais para alterar a trajetória, aceitarei que vou ganhar novos furos, mas fazendo meu melhor para também causar bons ferimentos no tórax inimigo. Evitaria ao máximo grunhir de dor, nem que tenha que morder os lábios até sangrarem.

    Se chegar no convés e encontrar alguém já enfrentando o capitão, irei me juntar a ele na luta com o mesmos golpes que já planejava usar.

    Minha próxima sequência começará com estocadas na coxa, seguida de ataques no cabo da maça, objetivando cansar ou irritar o inimigo ao ter seu movimento interrompido algumas vezes. Após ter acertado ao menos duas vezes os membros inimigo ou quando perceber mais ferocidade em um dos movimentos do capitão, soltarei a katana e segurarei a arma inimiga com a palma da mão que ainda está inteira, pelo cabo ou nos espinhos se necessário e com a machucada sacarei a pistola que guardei na calça ou no coldre se não achei Judeau. Encostando-a no centro do peito puxarei o gatilho esperando o BAM que escutei várias vezes hoje.

    Se durante o combate os canhões ainda forem usados, interromperei meus golpes para tentar ficar de pé e se ainda sim cair, tentarei amortecer a queda com os braços, flexionando os cotovelos quando encostar na madeira e jogando meu peso sobre os ombros para fazer um rolamento comum aos espadachins.

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