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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 A primeira conquista

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MensagemAssunto: A primeira conquista   A primeira conquista EmptySex 16 Out 2020, 18:16

A primeira conquista

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Mayu. A qual não possui narrador definido.


Equipe One Piece RPG

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista EmptyQua 28 Out 2020, 19:52

POST 01

    Na carpintaria, Mayu fazia um movimento constante com as mãos lixando o objeto de madeira a sua frente, um rec, rec, rec possivelmente poderia ser ouvido. Após ficar com a superfície boa, sopraria para tirar a poeira e passaria um pano seco, depois, procuraria uma lata de cera ou verniz e aplicaria uma camada na bokken que estava confeccionando. Com a espada pronta, levaria para o suporte onde deixaria para secar junto às outras armas idênticas que haviam sido encomendadas.  Olharia em volta para ver o horario e se tinha alguém próximo, se estivesse sozinha, pegaria um pacote em baixo da bancada, outra bokken, mas essa era para mim, usando um cinzel e um martelo, entalharia na vertical os kanjis 巨大な (colossal), era assim que seriam meus projetos e conquistas, colossais. Se tivesse alguém, só pegaria o pacote e as ferramentas, cumprimentaria quem estivesse ali e iria para casa independente do horário. Tomaria um banho, comeria algo e esperaria até a manhã seguinte.

    Quando acordasse, me aprontaria para iniciar a aventura, roupas, ferramentas, a bokken e minhas preciosas pulseiras. Discretamente, colocaria uma carta na cabeceira dos meus pais, na carta explicaria o paradeiro de Miya; em nosso último encontro ele havia contado sobre seu plano de fuga e desejo de se unir aos revolucionários, também deixaria o pedido para que mantivessem segredo e que queimassem a carta. Após comer algo, me despediria dos meus pais com um abraço.
Bom, até mais então, amo vcs. Ahhhh tem um presente na  cabeceira de vocês —  Diria dando uma piscadinha

    ~ Tudo pronto, agora só preciso ir me alistar ~ Sairia correndo a procura de uma loja de armas. Caso não encontrasse, perguntaria a alguém —  Com licença, poderia me informar onde fica uma loja de armas? —  Se tivesse sucesso em conseguir e entender a informação me direcionaria até o local
Oláa, preciso comprar uma espada, quais são as opções —  Diria com muito entusiasmo, estou procurando algo em até 50.000 berries —  É todo meu dinheiro mas quero uma boa arma.
Legenda:
 


Help:
 

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista EmptyQui 29 Out 2020, 18:54




A Primeira Conquista

Horário: 23:45
Temperatura: 25° C
Localização: Xangu

O expediente da jovem Mayu acabou já fazem algumas horas, está de noite, e o silêncio da carpintaria só é quebrado por uma leve garoa e pelo trabalho árduo da carpinteira, que logo chega ao fim. A jovem percebe que está sozinha, os demais funcionários já foram embora, isso porque já são quase 00:00 horas, e só agora percebe que perdeu totalmente a noção do tempo. A garota revela uma bokken e entalha nela uma palavra com bastante significado (巨大な); em seguida resolve ir embora, afinal precisa ir descansar, já que não é uma máquina.

Por já ser bem tarde, as ruas da cidade estão vazias e silenciosas, não demora nada até Mayu chegar em sua casa, que inclusive fica na mesma rua da carpintaria. Pelo visto seus pais já estão dormindo, então a jovem apenas toma um banho, come um miojo delicioso e nada saudável, e por fim desaba na cama.


~ Muitas Horas Depois ~


Horário: 10:30
Temperatura: 30° C
Localização: Xangu

Nasce um novo dia, o sol parece despertar com força total, está quente e abafado, não há sinais de nuvens no céu; Mayu acaba acordando mais tarde do que o costume, mas não deve ser um problema, já que é domingo e não possui nenhum compromisso agendado. Ainda assim será um dia bem corrido para a loira, que já tem diversos planos em mente; primeiro se organiza, vestindo uma roupa adequada e apanhando tudo que irá precisar; em seguida deixa uma carta para seus pais e desce para o andar debaixo, encontrando-os.

- Bom dia querida. - Cumprimenta sua mãe, com uma expressão tranquila. - O café já está na mesa. -

Apesar de ter acordado tarde, o café da manhã ainda está quentinho e com um cheiro ótimo. Tem panquecas e café com leite; a jovem senta-se na mesa e começa a comer; seu pai está lendo jornal e tomando café puro, distraído.

Quando termina a refeição, Mayu decide que chegou a hora de partir, não perde tempo e abraça seus pais, enquanto se despede.

- Também amamos você!!! - Diz a mãe da garota em meio ao abraço. - Tome bastante cuidado lá fora. - E completa com um beijo na testa da filha.

- E se alguém te aborrecer, é só me avisar. - Acrescenta o pai com o seu jeito brincalhão; ele é um homem consideravelmente forte, com músculos bem definidos e aparência rústica, mas sua personalidade não combina nenhum pouco com lutas.



Após sair de casa e ser pega pelo sol escaldante, Mayu vê ruas bem movimentadas, há muita gente perambulando pela [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], em sua grande maioria pessoas trajando quimonos, yukatas e outras vestimentas tradicionais e características da região. Há também bastantes pessoas com armaduras dos mais variados tipos, estes certamente estão sofrendo com o calor. As casas de madeira também apresentam um estilo único, mas seja como for, a preocupação inicial da jovem é comprar uma espada, algo que lhe ajudará bastante caso se meta em problemas.

Mayu conhece bem a cidade e sabe onde encontrar lojas de espadas, e inclusive tem bastantes opções, mas a mais próxima fica quase no centro comercial da cidade, à algumas poucas ruas de distância. Encaminhando-se ao local, a jovem observa diversas pessoas trabalhando em uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], há muitos carpinteiros e arquitetos por ali, mas Mayu não sabe do que se trata e poderia verificar depois.

A jovem leva apenas 5 minutos e chega no estabelecimento desejado, há uma placa escrita "Abismo Mental" na entrada, um nome no minímo peculiar para uma loja. O [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] é ainda mais incomum, bem pequeno em questão de espaço, mas extenso se olhar para cima; no geral é um local bonito, organizado e bem iluminado; nota-se que há muitos produtos exóticos por toda a loja, a diversidade é imensa, mas Mayu já conhece o local, todos que moram nos arredores sabem que nesta loja podem encontrar de tudo, mesmo as coisas mais improváveis de se achar e que nem sequer no mercado negro são vendidas. Há um forte cheiro por toda a loja, algo que lembra perfume, mas muito estranho e forte para ser um; o [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] está logo atrás do balcão, é um sujeito tão estranho quanto a sua própria loja, ele está trajando um manto marrom, cobrindo todo seu corpo e parte do rosto; sua idade já é avançada e isso fica evidente ao se ver a longa barba branca, assim como pela voz.

- Seja bem vinda... Mayu. - Ele se adianta, antes mesmo da garota falar algo, já colocando algumas espadas acima da mesa, como se soubesse o que a jovem planejava pedir. Na realidade existe todo um mito e especulações ao redor deste homem, pois muitos acreditam que ele é capaz de prever o futuro; seja como for, ele não vende apenas produtos, como também informações; não há nada que ele não saiba, é como se fosse onipresente, e sempre compartilha tais informações pelo valor certo.

Após a jovem manifestar seu desejo em comprar uma espada, ele sinaliza em direção do balcão, onde já colocou 10 espadas bem diferentes; como sempre a diversidade da loja é impressionante.

- Escolha aquela que o seu coração mandar. - Aconselha, com uma voz bem calma e postura de erudita. - São apenas trinta mil cada uma. -

Todas são relativamente comuns, mas possuem diferenças em seus formatos. Há uma bela Katana, que parece estar em boas condições, além de ser o tipo de espada mais popular e vendida no mundo; também há outras opções geralmente utilizadas por estrangeiros ou piratas, como é o caso da Cimitarra; Falchion; Cutlas; Sabre; algumas outras mais voltas para perfuração e que prezam agilidade ao invés de força, como a Rapieira e o Florete; e por fim algumas bem tradicionais de Kano, pouco comercializadas nos dias de hoje, como é o caso da Jian; Dao; e Dadao.

Antes que a jovem possa tomar uma decisão, algo puxa sua atenção, são gritos vindos do lado de fora e o som de caixotes sendo derrubados. - Ahhhhh! - - MALDITO! VOLTE AQUI! - - Atrás dele! - Olhando pela janela, Mayu vê um vulto passando pela rua, parece tratar-se de um homem, e está fugindo de outros sete homens fortemente armados, que estão furiosos; nota-se também uma mulher se levantando do chão, além de diversos caixotes quebrados e frutas caídas. Talvez não seja nada demais, ou talvez seja.

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista EmptySex 30 Out 2020, 15:22


Post 02

    ~ Hmmm, um delicioso café da manhã para um grande dia ~ Mayu animava-se já que hoje iria atrás de seus sonhos, sair permanentemente de Kano e navegar até a Grand Line seria algo difícil mas um passo importante para grandes conquistas que queria alcançar.




Se alguém te aborrecer é só, me avisar — Disse o robusto e preocupado pai.

HAAHAHAHA, pode deixar pai — respondeu Mayu, apesar de concordar a garota sabia que o pai não poderia lutar com oque ela enfrentaria ~ Piratas não são fáceis de lidar pai ~ não queria dizer aquilo em voz alta para não preocupá-los.





    Enquanto andava pela cidade e via aquelas pessoas de armaduras, a jovem se sentia agradecida por ter escolhido roupas confortáveis mas aquele sol poderia machucar sua pele oque fez a garota adiantar o passo até a loja, isso até ver aquilo… uma construção. Em Kano a maioria das construções são de madeira então praticamente todas acabam prendendo a atenção de Mayu mas hoje era um dia importante, ela teria que se adiantar para ir ao Porto de Ouro e pegar um navio para a ilha mais próxima, afinal não havia sede da marinha onde estava  — Uma construção, não mesmo, hoje eu preciso garantir uma passagem, se tiver tempo eu passo aqui depo…

.

.

.

.
AGORA
— disse a garota inicialmente baixinho como uma reflexão e praticamente gritando no final. Quem ela queria enganar, se saísse de Kano sem dar uma olhada naquilo, não dormiria por dias.

    Parando para olhar a construção, inicialmente focaria em ver oque estava sendo construído, uma casa, templo,etc… Depois nas formas e detalhes; se tivesse algo de novo que não conhecesse tomaria todas as notas mentais que pudesse naquele momento, ou em um caderno se tivesse lembrado de pegar um ~ Nossa isso é incrível, com certeza vou usar em um projeto ~. Se não tivesse nada interessante ou quando terminasse as anotações, observaria os trabalhadores, para saber se estavam fazendo tudo certo, o menor erro que tivesse já sairia gritando furiosamente — Ei idiota, não é assim que se faz — logo me adiantaria para ensinar a(s) pessoa(s) o jeito correto e até faria no lugar. Madeira é preciosa, construções são preciosas, se for feito errado pode cair e matar alguém ou pior, pode ficar mal efeito e inutilizável. Se tivesse falhas no projeto que soubesse como resolver, afinal não sabia sobre edificações, iria direto no arquiteto para corrigir, usando minha beleza e o título de carpinteira para ele não me afastar direto, afinal ninguém queria sangue do chefe sujando o ambiente de trabalho, ou queria?. Depois de tudo começar a ser realizado da forma certa ou se não tivesse nada nem ninguém para corrigir iria seguir meu caminho, super animada. Algo bem feito deixa a garota com tanto bom humor.

    Ao chegar no Abismo Mental, o sentimento de conforto e curiosidade brotava, o ambiente sempre forçava-a prender a respiração por alguns instantes. A loja era diferente do comum, única; a organização e cheiro eram perfeitos mas os produtos exóticos e perfeitos eram oque deixavam a garota quase num transe, não havia lugar melhor para conseguir a espada que tanto desejava.  - Seja bem vinda.. Mayu. - o dono tirava a garota do transe com um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. O senhor ainda havia posto vários tipos de espadas no balcão — Como você… ah deixa para lá - O senhor misterioso era alguém que ela respeitava muito, principalmente por conseguir fazer coisas que ninguém sabia como, assim como a loja, ele era especial ~Será que ele sabe algo do Miya, esse cara sabe de tudo ~. Deixando o pensamento de lado, seguir o coração, era oque ele havia dito, o da jovem apontava para a Katana mas cada mão foi numa espada, a direita na Katana e a esquerda na Jian . Por alguns segundo pararia para ver os detalhes nelas, até que começa um evento lá fora.

    Mayu pararia e olharia com atenção sem se afastar do balcão, após a breve análise e ter notado oque estava acontecendo., olharia para a pessoa no chão ~ Uma senhora… ~ instantaneamente escolheria a espada da direita, havia treinado com as desse tipo por muito tempo, se aquilo fosse um criminoso mesmo, não seria uma boa hora para testar algo novo. Deixaria a Jian em cima no balcão — A bainha…— disse apressadamente enquanto pegava o dinheiro. Após pagar daria meia volta para sair da loja — Obrigado senhor, boa sorte com as vendas

    Lá fora, olharia para a senhora e a ajudaria caso ainda não estivesse de pé — Alguém de assistência para ela…— gritaria. Direcionando o olhar para os homens correndo, flexionando os joelhos daria um impulso e me juntaria a [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], tomando cuidado para não esbarrar nas pessoas na rua ou pular obstáculos e usando o máximo de fôlego para acelerar e alcançar os alvos. Com a katana e bainha em mãos me aproximaria o máximo do fugitivo tentando notar uma arma em mãos ou no corpo, quando estivesse em boa distância, tentaria bater nos calcanhares para ele tropeçar. Se funcionasse eu apontaria a espada para a pessoa e flexionaria os joelhos, esperando um possível movimento e questionaria — Oque você fez? — falaria com uma certa ameaça e preocupação na voz, talvez arfando pela corria, ele poderia está roubando para comer ou teria um boa explicação. Se ele se movimentar para atacar eu apenas bloquearia e esperaria os homens chegarem para prendê-lo ou estocaria na coxa caso se movimentasse para fugir.

Caso atacasse durante a perseguição, bloquearia o ataque e me posicionaria para o combate.

E se não conseguisse alcançá lo gritaria para alguém a frente conseguir bloqueá-lo.

Se ele dobrasse para um beco ou em uma esquina, tentaria me jogar contra a parede amortecendo com o ombro para poder parar da alta velocidade e voltaria a persegui-lo, objetivando os calcanhares.
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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista EmptyDom 01 Nov 2020, 16:42




A Primeira Conquista

Quando passou pela construção, Mayu não resistiu a forte tentação e teve de verificar o que se passava ali. Demorou um pouco para reconhecer, justamente pela falta de conhecimento sobre edificações, mas chegou à conclusão de que aquilo se tornará um enorme estábulo. Inicialmente pareceu que não havia nada de tão incrível no projeto, além é claro da sua extensão, mas depois de olhar bem, notou algo de incomum; os trabalhadores estavam passando Óleo de Fuka-sa em todas as tábuas antes de utilizadas, a garota já ouviu recentemente algo a respeito, alguns dizem que tal óleo deixa a madeira mais resistente, mas ainda não teve a chance de comprovar tal teoria. A garota ainda deu sermão em um dos trabalhadores, que estava serrando a madeira de maneira irregular; o homem apenas se desculpou e começou a se atentar mais ao trabalho, pensando que Mayu fosse alguma superior realizando a fiscalização.

Com a curiosidade saciada, a jovem seguiu seu caminho.



Na loja, após conseguir compreender o motivo daquele alvoroço, Mayu faz sua escolha, optando pela katana. - Ótima escolha... Aqui está. - Diz o homem misterioso, entregando a bainha e recolhendo o dinheiro, concluindo por fim mais uma venda.

A espadachim agradece e sai da loja de maneira bem apressada, encaminhando-se até a mulher que ainda está caída, e ajuda ela a se levantar. - Muito obrigada jovenzinha. - A mulher agradece, dando umas palmadas na roupa para remover a poeira. Algumas pessoas se aproximam para ajudar, atendendo ao chamado da jovem.

- NÃO PERCAM ELE DE VISTA! - Grita um dos perseguidores. Eles estão se afastando bem depressa, e Mayu resolve se envolver naquilo, ela se prepara e dispara na direção do grupo. A jovem é muito veloz, vai avançando como uma bala e antes que perceba já está bem próxima do grupo.

O fugitivo começa a derrubar ainda mais coisas para criar novos obstáculos, dês de caixotes até pessoas; alguns dos perseguidores tropeçam e ficam para trás, mas Mayu consegue saltar pelos bloqueios e se manter na cola do alvo, notando que ele carrega duas pistolas consigo. Após percorrer alguns quarteirões, o fugitivo consegue despistar todos os homens que lhe perseguiam, mas acaba se deparando com uma rua sem saída e Mayu surge logo atrás dele, golpeando seu calcanhar e fazendo-o cair de cara no chão.

Ambos estão cansados, tanto Mayu quanto o fugitivo buscam recuperar o fôlego. - Filho da... - Ainda caído no chão, o homem se vira prestes a lançar um xingamento, claramente aborrecido; mas quando ele vê a jovem, suas palavras parecem fugir. Nota-se que [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] também é jovem, bonito e de físico atlético; suas vestimentas indicam ser um estrangeiro, claramente um homem do mar. Mayu lança um questionamento ao rapaz, que muda completamente a expressão, sua raiva passageira dá espaço para um belo sorriso.

- Calminha com isso ai. - Começa ele, apontando para a katana da garota. - Você entendeu errado, eu não sou o vilão desta história. -

Ele vai se levantando bem devagar, mantendo as mãos para cima, mas não parece estar realmente preocupado em ser atacado, muito pelo contrário, está transbordando confiança. Ele leva a mão direita até o cabelo e [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para trás, enquanto fala de si mesmo. - Eu me chamo Judeau Markgraf von Westwood Torger! E sou o melhor caçador de tesouros de todo o West Blue. - Seus olhos se encontram com os da loira e ele sorri, completando. - Mas acho que você é o maior tesouro que já encontrei. Como se chama? -

De repente, um dos [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] que estavam atrás do rapaz surge, bem no começo da rua deserta em que estão; ele traja um quimono azul escuro e um chapéu de palha - típico da região - que esconde seus olhos. Judeau se coloca na frente de Mayu e estende o braço para que ela se afaste.

- Olhe bem, ele não passa de um mercenário, foi pago para me capturar. -

Judeau saca os dois revólveres e se prepara para o provável confronto. - Parece que não vou conseguir fugir deles sem ter que brigar. -

Já o suposto mercenário saca uma katana e começa avançar a passos lentos, empunhando a espada com ambas as mãos. - Não tem para onde fugir, apenas desista! - Anuncia ele com uma voz grave e intimidante. - E você não se envolva nisto, ou serei obrigado a elimina-la. - A ameaça é direcionada à Mayu, que está bem próxima de Judeau.

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista EmptySeg 02 Nov 2020, 13:34

Post 03


    Depois da perseguição eu me sentia cansada. Finalmente havia alcançado o homem que claramente não era de Kano. Não vou mentir, foi bom tomar um fôlego. ~ Judeau oque? Que nome complicado. ~ A tensão que estava em relação a ele se dissipou com “... o melhor caçador de tesouros do West Blue.”, agora ele parecia interessante e até que era bonitinho.

    — Tá legal senhor caçador, vamos conversar primeiro — disse tentando entender melhor a situação, se ele realmente fosse o'que dizia, tudo podia ser apenas um mal entendido ou ele só estava roubando mesmo.

    Com o suposto mercenário surgindo me coloquei de lado entre os dois homens, com as costas virada para a parede e joelhos preparados para uma investida caso necessário. Após as ameaças eu estava cada vez mais confusa sobre quem estava certo mas como o pessoal daqui não gosta muito do “vivo” nos famosos ”capturado vivo ou morto” prefiro entregá-lo eu mesmo caso ele fosse o vilão aqui. Virando para Judeau daria um sorriso brincalhão e um piscadinha tentando passar confiança, avançaria com a katana fazendo um corte na diagonal de baixo para cima, mirando no peito; faria o possível para que o corte não fosse profundo. Durante a aproximação para o golpe falaria baixinho - Finja - para garantir que entendesse o plano. Talvez isso mostrasse para o mercenário que estava do lado dele (do mercenário) ~ Na pior das hipóteses, terei que lutar com ele pelo caçador, ou seria Judeau atirar nas minhas costas? ~ agora estava mais insegura se ia dar tudo certo no final  ~Devia ter pensado em um plano melhor ~

    Se Judeau tivesse entendido a ideia e ficasse imovel viraria para o Kimono Azul, esse seria o nome substituto para o mercenário, e diria - Lamento senhor, ele é minha presa agora - Flexionaria os joelhos novamente e deixaria os pés bem firmes, assumindo uma boa postura para combate, no fim ele disse que não era para me envolver e não que queria ajuda. Se ele avançasse para me atacar, seguraria minha espada com ambas as mãos e bloquearia o ataque. Impulsando firmemente o solo empurrá-lo-ia com a espada para trás com toda a força  e o estocaria nos dois braços. Caso desse certo faria mais um corte horizontal mirando nos dois braços e ordenaria - Recue -

    Caso conseguisse bloquear minhas estocadas, eu recuaria para reassumir a postura adequada e me preparar para bloquear novamente, me aproximaria de Judeau para propor uma nova ideia - Atira mas sem matar- Com um tiro bem sucedido,  pegaria as pistolas e golpearia o atirador na cabeça para que perdesse a consciência, logo buscaria ajuda para levá-los no médico. Se o tiro fosse ruim ou bloqueado, aproveitaria da distração e aplicaria mais um golpe diagonal no mercenário, e o chutaria para trás, esperaria para ver se continuaria a luta ou cairia no chão. No fim, buscaria ajuda para ir ao médico

    Se em qualquer momento ele aceitasse que Judeau seria minha propriedade agora, falaria - Lamento Kimono Azul mas preciso dele como moeda de troca - Daria as pistolas para o mercenário e quando finalmente tivesse ido embora apoiaria homem do mar nos ombros - Agora pode me dizer mais sobre você - falaria enquanto me direcionaria para um médico ~ Acho que vou demorar mais do que pensei para sair de Kano~, Caso o corte tenha sido mais leve do que havia imaginado e ele não precisasse de um médico, tomaria suas pistolas e questionaria-o para me contasse toda a história, claramente com as pistolas engatilhadas e apontadas para o bonitinho, não queria atirar mas se ele avançasse não teria escolha.
Histórico:
 

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista EmptyQui 05 Nov 2020, 22:19




A Primeira Conquista

Mayu se encontra em uma situação complicada e confusa, então assume uma postura defensiva, permanecendo atenta. Porém, após uma rápida reflexão, ela decide o que fará, voltando-se para Judeau e avançando repentinamente na direção dele; ele consegue escutar as palavras de Mayu e provavelmente compreende o plano dela. A jovem golpeia Judeau com sua espada, um golpe diagonal, bem de leve, quase que de raspão. - Gaaargh! - Encena um grunhido de dor, jogando-se para trás e caindo de costas no chão; ele ainda estende a mão na direção de Mayu e parece fingir estar agonizando. - Por quê?!? - Mas deixa a mão desabar no chão e fecha os olhos, como se tivesse morrido.

Aquilo claramente é uma encenação fajuta por parte do jovem, mas talvez a distância ajude na mentira, fazendo parecer mais real. Mayu proclama aquele indivíduo como seu alvo, mas o mercenário não parece se importar com as palavras dela.

- Tsc! Não devia ter se metido, garota tola. - Ao dizer isto, ele avança bem furioso na direção dela.


Mayu se prepara para o confronto inevitável, tomando uma postura de combate e focando toda sua atenção no espadachim.


Quando o mercenário chega bem próximo, ele ergue sua katana com ambas as mãos e desce em um golpe vertical, já Mayu leva sua lâmina de encontro com a arma do oponente, fazendo ambas se chocar; o campo sonoro é preenchido por espadas se cruzando e fortes pisadas no chão, Mayu tenta impulsionar-se para frente e empurrar o mercenário, mas ele tem a mesma ideia e ainda mais força, a jovem então sente seu corpo recuando conforme o avanço dele, até que as espadas se desvencilham e ele lança mais um golpe, desta vez horizontal e vindo da direita, mas Mayu consegue aparar o golpe com maestria; no embalo, a futura marinheira aproveita-se de uma brecha e efetua uma estocada, que acerta o braço esquerdo do homem; tenta outra estocada, mas antes que consiga acertar o mesmo golpe no outro braço, o homem aperta o cabo de sua katana com mais força e revida, dando um puxão para cima, golpeando a lâmina de Mayu e forçando a espada dela a ir para cima, consequentemente fazendo a jovem erguer o braço com o impulso repentino, quase que tirando os pés do chão e mostrando uma grande abertura; o mercenário aproveita, levantando a perna e encaixando um belo [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] bem no estômago de Mayu. A jovem é empurrada 2 metros para trás com o impacto do golpe, os chinelos de madeira dele são bem duros e machucam bastante.

Certamente não será um oponente fácil de lidar, então a jovem pensa em solicitar a ajuda de Judeau, mas não consegue tempo para isso, pois vê outro avanço do mercenário. Ele junta as mãos na katana e começa a desferir diversos golpes, alguns horizontais vindos da direita e outros da esquerda, alternando também entre ataques diagonais e verticais de cima para baixo, além de alguns chutes, sempre com movimentos firmes e constantes. - Você irá morrer! - Proclama ele em meio aos ataques furiosos. Mayu consegue ir evitando ser atingida, utiliza da sua katana para bloquear a lâmina do oponente, sua espada colide com a do mercenário diversas vezes, são golpes pesados e seu corpo vai sendo empurrado para trás a cada nova defesa que faz, mas não encontra oportunidades de revidar, sendo obrigada a manter-se na defensiva

O confronto é interrompido quando se inicia uma saraivada de balas, o mercenário até tenta recuar, mas acaba sendo alvejado e baleado em diferentes partes do corpo; quando o tiroteio acaba, o espadachim finca sua katana no chão e fica agachado, com o joelho esquerdo beijando o solo e a perna direita flexionada, está ofegante e ferido, mas permanece vivo.


- Eiii boneca! Valeu pela ajuda, vou sempre me lembrar de você e da sua beleza! - Grita Judeau, sorrindo e acenando. Nota-se que agora ele está acima de uma casa, como ele chegou lá é um grande mistério, mas obviamente aproveitou-se da distração de Mayu e do mercenário quando estes estavam brigando.

Mayu não foi atingida pelos tiros, mas agora vê o seu alvo dando de ombros e fugindo, ele começa a pular de casa em casa, persegui-lo aparenta ser impossível; mas algo cai do bolso de Judeau quando ele pula, um pedaço de papel que curiosamente voa na direção de Mayu, caindo bem aos seus pés. Ao pegar e verificar, a jovem vê que há algumas palavras escritas > Estarei te esperando. <, além de instruções e o caminho que ele deveria traçar; Mayu sabe que aquilo leva para uma praia próxima do Porto de Prata, mas estaria ela realmente interesseda em se envolver ainda mais naquilo?

- Vocês estão bem?!? - Questiona uma voz grave, que vem de um homem pequeno e gordo, de vestes simples, carregando uma grande mochila; ele se aproxima bem depressa, parece preocupado. - O que aconteceu aqui??? - O homem se agacha perto do mercenário e checa as condições dele, em seguida tira um kit de primeiros socorros da mochila, pelo visto tem algum conhecimento médico.

Talvez pelo som dos tiros, mais algumas pessoas começam a surgir naquela rua sem saída, curiosas. O que Mayu fará agora? Sua barriga dói pelo chute que levou, mas não está necessariamente ferida.

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista EmptySeg 09 Nov 2020, 15:39

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    Nada como tomar uma surra no primeiro dia de aventura, faz você perceber como as coisas vão ser daqui para a frente e oque é necessário melhorar, no meu caso, o combate. Ficar na defensiva foi tudo que consegui fazer mas faz parte da vida, vou continuar melhorando pouco a pouco.

    Levantando-me, explicaria brevemente para o senhor que o mercenário se machucou trabalhando e sairia do local antes que os guardas e mais pessoas chegassem. Quando estivesse longe, pararia para fazer um descanso e então seguiria meu caminho até Judeau. Apesar dele ter me salvado mais cedo, eu que havia criado a oportunidade para a fuga, para mim estavamos quites. Ainda assim queria saber mais sobre ele que dizia ser o melhor, parecia ser alguém interessante e se realmente fosse um ladrão, capturar ele me faria ser a melhor marinheira, era isso que eu [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]. Seria uma pena acabar com seus sonhos se fosse apenas um aspirante a melhor caçador mas como já disse, é a vida. E se fosse um farsante qualquer, nada alegraria mais meu dia do que [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] de circulação.

    Seguindo as instruções do papel, esperaria chegar ao porto de prata sem problemas mas caso não encontrasse, pediria ajuda para alguém que estivesse passando. Lá, procuraria o local marcado imaginando que fosse um navio já que era na praia. Buscaria um local para escondida, [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]o local, observaria se Judeau já estaria lá, procuraria saber se teria tripulação ou outras pessoas por perto, olharia a bandeira para tomar mais informações do grupo, possíveis rotas de acesso, e daria atenção se teria a presença de guardas da Marinha de Happo próximos. Após ter todas as informações que achasse pertinente, tomaria a decisão de como proceder
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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista EmptyQui 12 Nov 2020, 16:35




A Primeira Conquista

- Que perigo! - Responde o provável médico, mostrando certo espanto, mas focando-se no tratamento do espadachim e deixando a conversa de lado.

Mayu aproveita-se para deixar o local o quanto antes, seus passos acelerados a levam até alguns quarteirões de distância e só então consegue dar uma pausa, descansando. As ruas estão movimentadas, mas a jovem não percebe mais nenhum sinal daqueles homens que perseguiam Judeau; com o papel ainda em mãos, Mayu decide que irá encontrar aquele rapaz que se diz o "melhor" em algo e descobrir mais a seu respeito.

Unindo seu conhecimento prévio da geografia local, com as instruções visualizadas na folha, a jovem não encontra dificuldades em localizar o ponto indicado. Leva quinze minutos de caminhada, até que Mayu veja de longe o Porto de Prata, onde aparentemente estão organizando algum evento, já que vê um dragão serpente sendo confeccionado por um grupo de pessoas. Mas não é para o porto que Mayu vai, e sim para oeste dali, seguindo o litoral por mais cinco minutos, saindo da cidade e atravessando um pequeno bosque, chegando por fim em uma praia ligeiramente escondida.

É um belo [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], mas está quase que totalmente vazio, exceto por uma pequena [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] na borda da praia. Nota-se também a presença de uma pessoa, não é Judeau e sim um outro homem bem mais velho, já de cabelos brancos e barba longa, sentado naquela solitária canhoneira, distraído enquanto lê um livro e faz algumas anotações, até que um Den Den Mushi começa a tocar.

Pela distância Mayu não consegue ouvir muita coisa, mas esgueirando-se entre a mata acaba por captar algo.

- Como assim você perdeu o mapa?! - O homem velho eleva o tom, mas volta ao normal logo em seguida. - Bom, não tem problema, basta encontrar o Porto de Prata e seguir à oeste, não tem erro... Isso mesmo! Estarei no aguardo. -

O homem desliga o Den Den Moshi e voltaria para sua leitura tranquila, isto é, se a jovem não acabasse pisando em um galho seco e feito mais barulho do que devia.

- Quem está ai??? - Pergunta o homem, voltando sua atenção para a mata, mais especificamente em direção de Mayu, que ainda está escondida entre as árvores.

Um silencio se forma, até que Mayu tome alguma decisão.

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MensagemAssunto: Re: A primeira conquista   A primeira conquista EmptyQui 12 Nov 2020, 19:28




Galho Seco [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]

A Primeira Conquista



Enquanto passei pelo porto, fui tomada pelo sentimento de felicidade ao ver que um festival estava sendo preparado ~ É aqui que nascem boas lembranças ~ pensei enquanto me direcionava para a praia a oeste e lembrava das inúmeras vezes que tentava animar os pais nesses eventos.

Limpando minha mente comecei a me concentrar na situação que me encontrava, tentar me esgueirar para ouvir e o'que o homem estava conversando. - Como assim você perdeu o mapa?! - Será que estava falando com Judeau? ~ Ele poderia ter perdido um mapa de tesouro durante a fuga ou será outro mapa? ~ Me questiono enquanto olho os papeis que recebi - Bom, não tem problema, basta encontrar o Porto de Prata e seguir à oeste, não tem erro... Isso mesmo! Estarei no aguardo. - Finalizava o homem e confirmava minha segunda suspeita.

Senti um frio na espinha ao pisar no galho seco, eu sou espiã horrível mesmo. Apesar do homem parecer desarmado, eu queria agir logo; ele poderia facilmente está escondendo uma pistola ou algo assim. Sem muita escolha, resolvo sair com a espada embainhada e tentando ficar mais tranquila  - Olá, tá tudo bem. Sou amiga de Judeau. - faria uma breve pausa para ver a reação do homem e continuaria - Encontrei com ele na cidade, vou me juntar a vocês. Sou carpinteira então posso cuidar do navio, sem contar que conheço Kano, vai ser mais fácil achar o tesouro com minha ajuda - apontaria para meu peito e sorrindo amigavelmente tiraria minhas ferramentas da mochila para mostrar que estava dizendo a verdade. Também mostraria o mapa - Viu, ele até me deu o mapa para encontrá-los -

Se o homem concordasse, subiria no navio dizendo  - Se bem que acho que ele tá mais interessado em mim do que no oficio HAHAHA. Gostei do seu Den Den Mushi, posso ver? - Perguntaria já com a mão em direção ao dispositivo. Após isso esperaria Judeau chegar e contaria sobre meu objetivo de ajudar a encontrar o tesouro - Então que tesouro estão procurando e que informações já possuem?- E com a resposta forneceria informações que soubesse de Kano ou do tesouro se soubesse, histórias, lendas, geografia da ilha e elementos culturais que pudessem ser uteis, comentaria sobre o dono da Abismo Mental que vende informações, realmente estou querendo participar da busca. Sorriria para eles o tempo todo querendo parecer legal, amigável e bonita. Se não tivesse mais nada a fazer, partiria com eles mesmo que perceba que vão roubar o tesouro de alguém.

Se o senhor não aceitasse, diria para esperarmos Judeau voltar para confirmar minhas falas e então tomaria o rumo de ajuda-lós com  a busca.

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