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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Log que vale Dois Bilhões de Berries

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptySab 10 Out 2020, 13:43

Relembrando a primeira mensagem :

O Log que vale Dois Bilhões de Berries

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Takamoto Lisandro e Nakamura Blum e dos(as) civis Max Evans e Ares Coldwood. A qual não possui narrador definido.


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Razard
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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptySab 09 Jan 2021, 19:26



TAKAMOTO & BLUMAYDEN


Com a garotinha encurralada contra uma pedra que havia na beirada da estrada, a dupla de contraste nos cabelos tentava convencer a garota com uma abordagem diferente da usada anteriormente. Era possível ver nos olhos da jovem, e também pelo seu corpo, que ela parecia de fato um animal selvagem e que estava determinada a se defender a qualquer custo, porém os dois também estavam determinados a ajudá-la.

Quando o ruivo deu um pequeno passo para se aproximar da garota, ela imediatamente reagiu ao levantar a guarda ainda mais e recuar o máximo possível, até ficar com as costas contra a pedra. No entanto, as palavras dos dois pareciam estar fazendo algum efeito. Afinal, mesmo com a garota rangendo os dentes de raiva, o estômago dela continuava a gritar de forma bastante audível a todos ali presente.

Depois de ouvir a oferta de Takamoto, o olhar da garota já não eram tão ariscos como no início e os dentes que ela mostrava de raiva, agora davam lugar a uma expressão mais melancólica. Os dois não sabiam bem o que havia acontecido com ela, mas eles sabiam que eles tinham provocado algo. O “golpe” final vinha quando um rugido fenomenal surgia da barriga da garota. O som era tão alto que ela arregalava os olhos e perdia completamente a pose de luta. Ela não só parecia faminta, parecia que ela não comia a dias!

Por um momento os olhos da garota perdiam o foco, como se ela perdesse a consciência por um breve segundo, para em seguida ela olhar na direção da dupla. Diferentemente de antes, agora de seus olhos escorriam lágrimas e um pedido de ajuda. Finalmente cedendo ao convite de Taka e Blum, a garota acabava largando a faca e erguendo a outra mão, mostrando a Log Pose roubada. Ela precisava de três passos para concluir o caminho até os dois homens, porém, um barulho ainda mais alto que o estômago da garota interrompida aquele momento.

O barulho era na verdade o som de um tiro de uma arma de fogo que vinha da direita dele e, diante dos olhos dos três, a Log Pose explodia na mão da garota! - Hahaha! Você quase conseguiu garota! - A voz de Karthus interrompia o momento e quando todos olhavam para o lado conseguiam ver Karthus, segurando um lagarto gigante no ombro e com a arma apontada na direção de vocês, com fumaça ainda saindo da boca do cano. Ao lado do homem, vocês viam Marx, de queixo caído ao ver Karthus acertar algo tão pequeno a mais de vinte metros de distância e sem nem machucar a mão da jovem que segurava o alvo, e a sua fiel companheira sem nome mas que vocês chamavam de Pata.

Ao olharem novamente para a garota, vocês notaram que, depois da Log Pose explodir, ela continuava a encarar o local onde estava o objeto antes e após alguns segundos ela simplesmente cedia completamente e desmaiava para frente, dando a chance de um de vocês segurá-la antes de cair de cara no chão.

Depois daquele espetáculo por parte de Karthus, o homem junto de Marx e o crocodilo gigante iam até onde vocês estavam. A pata era a primeira a chegar até vocês e logo depois de cumprimentar ambos com um barulho, que poderia ser traduzido como um “oi”, ela se aproximava da garota e, com cuidado, começava a cheira-la.

Karthus e Marx demoravam um pouco mais para chegar perto. Ao chegar ele colocava a enorme fera no chão e falava. - Uffa, foi por pouco que ela ganhou a aposta e quase conseguiu me roubar. Graças a vocês eu ganhei novamente! Hahaha! - Com muito bom humor o velho Karthus se gabava de ganhar mais uma aposta. Porém, o homem então olhava na direção da garota e acabava notando algo que mudava todo seu semblante. - Arf… Esse cara é mesmo muito medíocre em usar uma criança nesse estado. Venham, tragam ela e você pode usar minha cozinha para preparar esse lagarto gigante aqui e talvez eu reconsidere nossa aposta. - E assim o dono do farol se virava, colocava o jacaré gigante no ombro com bastante facilidade e seguiu andando para a direção do farol.

Ambientação:
 


ARES


Já havia sido difícil para Ares reunir suas forças para se levantar e agora aquele povo queria que ela lutasse com uma fera poderosa como aquela. O pouco que Ares havia lutado contra aquele bicho, ela havia sido capaz de descobrir um pouco de sua força, afinal, havia sido culpa dela que Ares estava onde estava. Felizmente, Ares havia sido encontrada por um grupo de pessoas que estavam dispostas a ajudá-la e segui-la para a batalha. Com isso em mente, a jovem bolava um plano para enfrentar aquela criatura e sair daquele local.

Quando a jovem começava a falar, todos olhavam para ela e a ouviam com atenção e devoção. Ao mencionar que a luta iria acontecer, todos os presentes comemoraram silenciosamente com um largo sorriso e quando Ares pedia ajuda a Hitvall e alguns guerreiros todos batiam palmas. Hitvall dava um passo à frente, como se tivesse sido convocado por ti, e batia no peito em uma postura confiante. - Eu e meus guerreiros aceitamos seu chamado, grande Yaretzi! Mas eu lamento dizer isso, não conseguirei encontrar 3 guerreiros, porque todos os nossos guerreiros querem lutar ao seu lado contra o Sobeke! - Quando o líder daquele acampamento falava aquilo, imediatamente surgiam dez “guerreiros” da pequena multidão que se formava ao redor de vocês.

Altos, baixos, magros, fortes e gordos. Haviam lutadores de todos os tipos e todos eles possuíam um semblante determinados a lutar. Além disso, todos portavam uma lança improvisada com pedras afiadas no lugar de onde seria a lâmina e um escudo de madeira, também improvisado. Por mais determinados que eles fossem, era impossível dizer se eles eram bons de batalha ou não, aquilo somente seria provado na luta em si.

Aquilo por si só era uma prévia para a sua pergunta, mas quando você a fazia, o líder olhava para baixo, um pouco decepcionado, mas logo depois ele sacou da cintura a sua própria lâmina e a estendia a você. - Esta é a única lâmina que temos aqui. Infelizmente nossas armas foram feitas das pedras que retiramos dessa caverna e de madeira que encontramos um pouco mais acima de nós. Mas essa espada aqui foi nos dada pelos deuses. Assim como eles a trouxeram até nós, eles enviaram essa espada dos céus para nós como presente! Por isso ela é o símbolo da nossa liderança e por isso lhe entrego! - Havia um pesar na voz do homem que, além da espada, ele carregava uma lança, também improvisada, mas nenhum escudo à vista. - Eu também sou o único guerreiro que sabe usar essa arma entre nós, o grande Yaretzi.

A espada em si não era lá das melhores. Na verdade ela parecia bem desgastada, apesar de afiada, porém era, ao que parecia, a única arma de verdade que eles possuíam, o que acabava por explicar o porquê eles estavam presos naquele local.

NPCs em Cena:
 
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Takamoto Lisandro
Narrador
Narrador
Takamoto Lisandro

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptySab 09 Jan 2021, 22:15




O Log que vale Dois Bilhões de Berries
Alma do Cozinheiro.



Era como um animal contra a parede, tudo que precisava era de amor e carinho para que todos os machucados em seu coração fossem tratados, sua barriga roncava mais alto que meus pensamentos, ela não parecia que iria durar muito sem receber uma boa nutrição, não deve sequer ter comido a alguns dias pela aparência e falta de energia. Parecia que nossas palavras haviam chegado até ela, não tinha qualquer intenção hostil, jogava a adaga no chão e estirou a mão oferecendo o que seria uma bússola estranha. - É melhor devolver para o Kart-! - Antes de completar seu nome, um disparo era efetuado ao longe, a mão da garota era atingida, arregalei os olhos prestando atenção em seu estado, porém tudo que havia sido destruído realmente era aquele objeto, os estilhaços voavam e a mão da garota estava intacta, por instinto, tomei a frente da menina e fiquei entre o atirador e ela.

A fúria que se juntou rapidamente se foi da mesma maneira, o atirador era nada mais que o regente carregando um animal gigante em sua posse. - Que diabos? - Não entendia muito bem, mas Karthus não machucou a menina e Marx estava ao seu lado, ele não deixaria que o velho ferisse alguém inocente. O pato também estava junto com eles, acho que os três estavam em algum tipo de caça, falta só ali entre eles a Ares que havia sumido a bastante tempo, não acho que a garota sumiria sem se despedir, afinal para ela, eu ainda estava a devendo pelas confusões anteriores nos Blues.

O pato se aproximava da menina fazendo uma espécie de inspeção, parecia que o assalto era uma aposta efetuada por Karthus, suas palavras ficaram mais sérias expressando que tinha alguém por trás das ações da menina. Olhe de relance para Blum, ele também havia escutado alto e claro, algum adulto estava por trás de tudo, gostaria de perguntar mais a fundo sobre a menina à Karthus, porém não queria a fazer fugir por tentar bisbilhotar onde não era chamado. - Pode ser, farei um bom assado de panela. Tenho de cumprir minhas promessas. - Fitaria a garota e a pegaria pela cintura. - Com licença. - A deixaria em cima do pato que parecia bem mais manso com minha pessoa, de alguma forma, nossa relação havia ficado melhor, não recebia mais bicadas ou era encarado com raiva desde o incidente em Flevance.

Cuide dela por enquanto. - Falaria para a pato, já que a ave não estranhou ela, poderia confiar nela. Não deixaria que Karthus tomasse muita a frente, ele rumava em direção ao farol e precisava trocar algumas palavras com ele longe da menina, ficaria ao seu lado, observaria a caçada do regente, ele havia abatido um dos grandes, acho que poderia fazer o mesmo, talvez um bom soco na cabeça da criatura poderia a fazer apagar. - Karthus, agradeço por disponibilizar a cozinha.. Mas.. Quero saber da garota, quem pode deixar uma menina em tal estado? - Indagava caminhando até a residência dele, ouviria as respostas e enfim no ponto de chegada, pegaria algumas ferramentas liberadas por Don para fazer cortes na carapaça da criatura.

Retiraria a parte com gordura e carne, o assado de panela tinha que ter seu próprio molho, tenho certeza que ficaria uma delicia. - Vou preparar um bom jantar, fiquem esperando. - Antes de iniciar realmente, iria falar com Marx que havia sumido a algum tempo. - Eae Marx! Por onde tu andou cara? - Perguntaria, depois de ouvir o que ele tinha para dizer, iria rumar a cozinha e preparar uma refeição para todos.


Offs/Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptySab 09 Jan 2021, 23:15


Cap. III
O Log que vale Dois Bilhões de Berries

Segunda Chance
Calmaria

Não deixava transparecer, mas alegrava-me que conseguimos convencer a garotinha. Logo, após esse evento ouvia-se um disparo de longe, assustava-me, porém ao olhar para trás aí que realmente tomava um baita de um susto. Estava bem na nossa frente o demônio que queria arrancar nossos cabelos e em seu ombro havia uma criatura horrenda. - É hoje senhor. - Fechava meus olhos e esperava pelo pior, não tinha cumprido minha palavra de aguardar no farol e agora íamos ficar reluzentes como um cristal.

Em meio a um sentimento de decepção, percebia um pouco de alivio, ao ver o pato junto com Max, isso de fato aliviava um pouco o estresse ao vê-los bem, entretanto, logo, logo o lutador alaranjado encontraria um destino cruel.

Antes que pudesse citar alguma palavra o velhote chegava gargalhando e se gabando por ganhar mais uma aposta. Aparentemente ele não estava enfurecido e aquele mostrengo em seus ombros não tinha mais sinal de vida. Então Karthus continuava com sua falação, a qual eu escutei com bastante cuidado por conta da seriedade em suas palavras. - Homem por trás disso? - Eu e Taka trocávamos olhares, era notório seu olhar de indignação e sede por justiça. - Maldito! Não devemos nos meter onde não somos chamados…

Antes de falar algo era surpreendido pelo restante da fala do velho, ele havia concedido a nós uma segunda chance. Não sabia se tinha convencido ele ou algo parecido, mas por algum motivo ela estava de bom humor, agora devemos agarrar essa oportunidade com todas as forças, e novamente Takamoto tinha a responsabilidade de fazer a comida para velhote.

Agora meu único dever era prestar atenção na garotinha, andando ao lado do pato que a carregava. Devia prestar atenção se a mesma apresentaria algum sinal de febre para aplicar os primeiros socorros o quanto antes, se notasse que a mesma tivesse sinal de desidratação como é comum, falaria com Karthus para pegar um soro fisiológico em sua casa, e de um jeito improvisado, aplicar o soro na veia da menina. Além é claro deixar ela em um local confortável na casa do velhote.

Em um momento oportuno falaria com Max e o questionaria. - O que foi que aconteceu? E onde está Ares, deixar aquela menininha por aí é um grande problema.

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptyDom 10 Jan 2021, 02:46

Eu sou a tempestade que se aproxima


Não posso dizer que não ficava feliz vendo o esforço daquelas pessoas. Rapidamente eu havia conseguido 10 guerreiros para me auxiliar naquela situação, porém não tinha tanto sucesso em relação a arma, que não parecia muita coisa - Está tudo bem. É uma arma entregue pelos deuses, não é? Certamente deve ser poderosa o suficiente para derrotar Sobeke! - tentava animar ele, com uma voz de confiança, enquanto recebia a arma. Iria analisar cada parte dela, o cabo, a lâmina, o quanto pesava. Não sou nenhuma especialista para dizer se ela estava em boas condições ou não, mas acredito que conseguiria dizer se é capaz de cortar algo baseado na minha experiência de mais cedo, ainda fresca em minha memória.

Tendo pego a arma, iria levantar ela para cima e falar para que todos ouvissem - Com esta arma eu irei derrotar Sobeke e libertar vocês deste solo! Será uma batalha difícil, pois ainda não domei o poder desta arma completamente, porém assim que conseguir, vamos caminhar para a vitória!! - a adrenalina no meu corpo era clara. Era a primeira vez que alguém realmente me via como entidade e confiava em mim. Durante minha vida toda nunca senti tamanha confiança em algo antes. "Eu VOU livrar esse povo daqui nem que tenha que sacrificar minha vida!", porém, antes disso, eu precisava dominar completamente a forma de luta daquela arma. Provavelmente ainda não seria capaz de entender corretamente a maneira de realmente lutar com uma, porém se pudesse conseguir um conhecimento básico seria um progresso. Então, tendo dado meu discurso, iria para algum local na gruta um pouco afastado e pediria para Hitvall me acompanhar.

Tendo chegado no local, tentaria começar pelo mais simples - Como eu disse, não sei como lutar utilizando esta arma, porém seria de grande ajuda se você pudesse me ensinar pelo menos o básico por enquanto - então, tentaria segurar nela de forma apropriada, provavelmente com as mãos e colocando a lâmina para frente, um pouco abaixo da minha cintura. Olharia para Hitvall com uma expressão esperando ele me julgar, e assumindo que ele iria tentar melhorar minha postura, começaria trabalhando nisso. Como luto Taekwondo, sei muito bem que uma simples postura e forma de se utilizar o que você têm pode ser a chance principal para a derrota ou para a vitória, portanto aprender a como segurar uma espada da forma correta certamente me ajudaria imensamente na luta contra o crocodilo. Como próximo passo, tentaria dar alguns golpes no ar, para começar a me acostumar com o peso da arma e a forma correta de a movimentar, dando alguns ataques sem obstáculo ou oponente para testar sua distância, a maneira como ela corta o ar e achar os movimentos mais corretos para uma luta, por exemplo, seria bom dar um corte mais baixo, porém rápido e sem força, ou vale mais a pena um corte demorado com mais força? Talvez estivesse tentando prestar atenção em coisas inúteis para o combate, mas para alguém que nunca tentou lutar com uma lâmina, era o melhor que eu poderia pensar no momento. Iria contar com a ajuda de Hitvall para responder as respostas que não pudess descobrir sozinha...

Objetivos:
 

Histórico:
 


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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptyDom 10 Jan 2021, 18:36



TAKAMOTO & BLUMAYDEN


Agora com boa parte do grupo reunido, Blumayden, Takamoto, Max e a pata seguiam Karthus de volta para o farol. Dessa vez eles estavam acompanhados de uma garotinha que, gentilmente, era carregada pela pata. Para a surpresa de Takamoto, o animal não havia estranhado a garota e, na verdade, parecia ter gostado dela pois sem reclamar ela havia deixado o ruivo pôr a garota em sua garupa.

Aquela jovem misteriosa havia sido uma surpresa para o grupo, principalmente depois que Karthus compartilhou uma informação sobre o possível motivo dela ter tentado furtar uma Log Pose. Takamoto imediatamente havia demonstrado uma preocupação e interesse com a situação da jovem, afinal, ela estava sendo forçada a cometer um crime em nome de outra pessoa.

Diferentemente do ruivo, Blum sabia que acabaria se metendo em mais uma confusão por causa daquela garota e, de certa forma, ele relutava querer entender o motivo por trás dela. No entanto, sendo um médico ele não podia negar o estado em que ela estava. Não somente mal nutrida, a garota estava em um estado deplorável para sua idade. Apenas olhando para ela com mais calma, enquanto ela estava em cima da pata, era possível notar vários hematomas, arranhões e até mesmo cicatrizes de cortes em sua pele. Marcas esse que, pela sua experiência, ele só havia visto em guerreiros de idade avançada.

Aproveitando a caminhada até o farol, Takamoto deixava a garota com a pata, que respondia com um belo - Quak! - para se aproximar do regente do farol e lhe perguntar mais sobre a garota. O regente olhava com o olho torto para o jovem ruivo, ainda relutante se deveria contar, mas acabava cedendo e falando. - Não costumo falar das minhas apostas com outras pessoas, mas como vocês me ajudaram a vencer, então não vejo problema em falar. Essa garota faz parte de um grupo estranho que chegou um pouco antes de vocês. Eles tinham mais ou menos umas dez pessoas, incluindo essa garota, e o que parecia ser o líder deles não parecia ser dos melhores tipos de gente que eu já conheci. - Karthus falava com uma seriedade que você ainda não havia visto nele. - A aposta que fizemos tem mais de uma semana e por algum motivo ele queria duas Logs, portanto eu falei que se ele conseguisse me roubar uma, daria a outra pra ele. Desde então o grupo dele já tentou várias vezes me roubar, sem sucesso é claro! Haha! Acho que ele estava muito confiante que conseguiria elas com facilidade, mas não foi esse o caso.

Assim que o homem terminava de falar, vocês chegavam ao farol e ele rapidamente “jogava” a criatura que carregava num local ao lado da construção. - Bom, agora eu vou esperar pela minha refeição. Vocês podem ficar à vontade para usar minhas ferramentas de cozinha. - Ao ouvir aquilo, Takamoto imediatamente ia até a cozinha para procurar pelas ferramentas que iria precisar. Como seu amigo Dom não estava ali e seus próprios utensílios de cozinha estavam no navio, ele teria de usar o que Karthus tinha a disposição. Felizmente ele tinha os utensílios necessários, porém, a faca era a única coisa que parecia precisar ser amolada antes de começar.

Naquele tempo em que Takamoto procurava pelas ferramentas, Blum se aproximava de Karthus e pedia autorização para pegar soro e ajudar a garota ferida. - Ham? Eu não vou gastar isso com essa garota, sabe o quanto é difícil conseguir esse tipo de coisa por aqui. Se você quiser pode usar água, sal e açúcar para fazer um soro caseiro! Se você quiser eu tenho um Kit de primeiros socorros, mas também não gaste todas as minhas bandagens! Eu vou pegar ele pra você. - Depois que Karthus falou aquilo, ele entrou na casa dele para retornar um pouco depois com o kit em mãos. O kit em si já não estava completo, na verdade ele estava quase incompleto, tendo apenas uma tesoura, algumas bandagens, linha e agulha para pontos, um estetoscópio e um pouco de álcool. Com sorte aquilo seria o suficiente para ajudar a garota.

Ao retornarem ao exterior do farol, Blum e Taka acabaram se encontrando no retorno de suas tarefas. Blum ia até onde a garota estava para cuidar dela e Taka havia acabado de afiar a faca e se dirigia a panela, que Karthus possuía e que ficava do lado de fora da casa, para começar os preparativos. Além dos dois ali, Max também estava lá. O lutador que havia sumido junto de Ares estava colocando a garota em uma cama improvisada, adiantando o trabalho que Blum teria para ajudá-la e até o momento não havia falado nada. No momento em que ele colocava a menina sobre os panos, Takamoto e Blum acabavam por indagar Max e sua reação não poderia ser mais única e preocupante!

Antes com uma expressão séria e distraída, Max agora levava as mãos à cabeça e fazia uma careta como se tivesse esquecido de contar algo muito importante. No caso ele tinha esquecido mesmo. - Caralho! Esqueci de dizer! Eu fui procurar pela Ares e acabei encontrando ela com quatro caras estranhos. Ela estava lutando contra um deles enquanto os outros três só observavam! Então tentei ajudar ela e ai do nada um rugido enorme ecoou pela caverna. Todo mundo ficou assustado, saiu correndo e do nada esse jacaré gigante surgiu do fundo da caverna que eles estavam lutando! Os quatro caras misteriosos sumiram e o jacaré veio atrás de nós dois mas por sorte a pata e o Karthus ouviram o barulho e vieram correndo nos ajudar. Só que no processo o jacaré deu uma rabada na Ares e ela saiu voando do precipício e caiu lá embaixo, no mar! Depois disso eu não a vi mais e no caminho até encontrar vocês eu perguntei ao Karthus se ela poderia estar viva e ele falou que talvez sim. - Max usava todo o ar de seus pulmões para explodir os acontecimentos dos últimos momentos para vocês.

Era notável o quão preocupado ele havia ficado quando se lembrou do que havia acontecido, e, assim como vocês, Karthus, que havia acabado de voltar do interior do farol, acabava ouvindo tudo e estava completamente surpreso. - Uau. Essa é uma bela história. Haha! - Comentava rindo, a princípio. - E como eu falei, se ela caiu do penhasco direto na água tem a chance dela ter entrado em uma das cavernas submersas que entra por baixo da montanha. Como a corrente é muito forte, qualquer coisa que cai por aquela região acaba voltando pra montanha, mas por baixo. E para chegar nessas cavernas submersas por dentro da montanha é bem difícil. Existem diversos túneis que podem levar até lá. E se ela não entrar em uma dessas cavernas… bem, ela está morta. - O homem falava com certa naturalidade em sua voz, como se já tivesse visto isso acontecer outras vezes ou só como se não se importasse com esse tipo de coisa.


Ambientação:
 


ARES


Assim como o homem havia falado, a única espada que eles possuíam não era lá nada de mais. Não precisava ser um mestre da lâmina para perceber que ela estava bem desgastada e com a empunhadura completamente fragilizada. Talvez a lâmina durasse alguns golpes contra a carcaça do jacaré atroz que Ares já havia lutado, mas não mais do que isso. - Sim! Uma arma divina não poderia ser mais digna de uma divindade! - O homem falava com uma devoção incrível e acreditava realmente que aquela era uma arma sagrada, porém, estava claro aos olhos de Ares que aquele pedaço de metal mal afiado estava longe de ser algo divino.

Infelizmente aquela era a única arma, que era feita de metal de verdade, que Ares iria conseguir encontrar naquele local. Todas as outras armas eram feitas de madeira e pedras e muito dificilmente conseguiria causar algum dano no Jacaré. Independente disso, a jovem celestial dava mais um passo à frente, agora empunhando a arma em posição de vitória, para anunciar a todos os presentes. Apesar de estar completamente ferida e exausta, seu corpo estava começando a se recuperar, principalmente depois que havia ingerido aquela gororoba asquerosa.

A pequena multidão reagiu com alegria ao pronunciamento de Ares. As pessoas se levantaram e começaram a dançar e comemorar por um momento. Fazendo barulho, danças e se abraçando em alegria, o povo se perdia um pouco em sua celebração, o que dava a Ares um espaço para falar com Hitvall.

O homem logo percebia sua aproximação e lhe dava atenção para ouvir o seu pedido. Com um largo sorriso no rosto, o espadachim concordava e rapidamente respondia a Ares. - Mas é claro, grande Yaretzi. Será uma honra ensiná-la tudo o que sei! - Logo após falar aquilo, o homem se dirigia até a multidão e batia palmas com força para chamar a atenção de todos, que imediatamente respondiam ao chamado. - Escutem todos! Nossa redenção se aproxima e todos precisarão estar prontos para nossa luta. Esperamos anos por essa oportunidade e, portanto, não podemos deixá-la escapar! Preparem todas as armas e armaduras que conseguimos montar esses anos. Noirin, nossa curandeira, verifique se todos os homens estão em capacidade de lutas e prepare também mais medidas curativas com os fungos para nossa Yaretzi. Agora vão! - E com mais uma palma todos ali se dispersaram. - Agora podemos ir treinar! Venha, te levarei para o nosso local sagrado!

Ficava claro que Hitvall era de fato um líder natural e que as pessoas ali confiavam em suas palavras, mas não só com palavras se fazia um líder. Ele precisa se mostrar forte para assegurar sua posição, precisava ser justo para manter seu povo unido e sábio para tomar as melhores decisões, e, até então, Hitvall estava demonstrando todas essas características. Depois que todos se dispersaram pela caverna e pararam de te cercar, você finalmente conseguiu ter uma visão mais ampla do local. Era um local bem amplo, onde para a direita você via uma subida irregular e para o outro lado uma descida. - Naquela direção - apontava para a subida - é onde fica o portão guardado por Sobeke e por onde iremos sair mais tarde. Agora estamos indo para onde os presentes dos deuses chegam até nós. Inclusive foi por onde você veio também. - Deixando aquela espécie de “clareira” para trás, vocês entravam por um túnel natural amplo, que descia um pouco mais, e levava até uma parte mais profunda da caverna. O local era surpreendentemente muito mais bonito do que o que vocês estavam antes. Ali era possível ver algumas plataformas de pedra natural que ficavam em um nível abaixo do que você estava. Ao fundo do local, você via uma cachoeira que transbordava água, sem parar, em um pequeno lago que ficava logo à frente. - Você veio direto daquela cachoeira e quem te viu chegar foi nossa curandeira. Ela te tirou dali antes que você afundasse no lago. Mas enfim, vamos ao que interessa.

Sem demorar muito o homem saltou da plataforma que vocês se encontravam para a parte mais baixa do local. Era um salto não muito grande, sendo um pouco menos de dois metros de altura, e você conseguiria fazer aquele salto com muito mais facilidade e graça do que o homem usando sua aerodinamicidade.

Uma vez posicionados na plataforma, o homem sacou a lança dele e esperava que você sacasse a espada que havia sido dada por ele. - Primeiramente vamos corrigir essa postura. Você coloca seu pé dessa forma para fazer a base e segura a arma dessa maneira. - De uma maneira bem didática, Hitvall começava arrumando sua postura e somente depois ele começava a ensinar como segurar a espada, as posturas básicas e os golpes básicos. - Eu nunca ensinei ninguém, mas quem me ensinou a lutar com a espada foi meu pai, portanto vou fazer como ele me ensinou. Infelizmente nos faltará tempo para isso, mas o básico você conseguirá entender.

As primeiras meia hora de treinamento focaram em corrigir sua postura e movimentos básicos com a espada. Depois disso ele te colocava para praticar esses movimentos básicos por mais uma hora e meia. Durante esse período, vocês faziam pequenas pausas para que ele fosse corrigindo os movimentos e também para que você não ficasse exausta com o treinamento. Após isso, ele começou um treinamento mais prático onde ele fazia pequenas lutas contra você. Usando a lança dele, ele explorava todas as suas aberturas e movimentos falhos para lhe punir e ensinar. Vocês ficavam naquilo mais duas horas onde, novamente, fazia mais algumas pausas, inclusive para se alimentar, até que finalmente, depois de quatro horas de treino, um dos guerreiros aparecia e falava: - Hitvall. Grande Yaretzi. Os preparativos estão prontos e os homens estão armados para a subida. Estamos somente esperando por vocês.

Acenando positivamente com a cabeça, Hitvall liberava o homem, que retornava imediatamente, e guardava a lança no suporte improvisado que havia em suas costas. - Bom, acho que chegou a hora! Vamos nos preparar e nos alimentar antes de subirmos. Será uma longa jornada até o Sobeke! - Falava o homem, já lhe convidando a retornar com ele para a clareira.

Ares:
 

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptyDom 10 Jan 2021, 22:59

O caminho


A princípio não podia imaginar o que aquele povo entendia como algo divino, porém no momento que observei aquela bela cachorreira, consegui entender. A água bela e cristalina era algo lindo de se ver, e o fato de que tantas coisas caíam por ali fazia parecer algo que apenas uma divindade conseguiria fazer. "Seria realmente verdade? Eles disseram que eu caí de um lugar tão belo...é, sem dúvidas, isso realmente é um teste divino. Não posso mais duvidar destas pessoas, eu realmente estou aqui por ser uma divindade e fui enviada para guiar. Irei cumprir com o que tenho dito, e farei isso com a beleza de um deus!" dizer isso para mim mesma me motivava ainda mais para treinar e me tornar forte o suficiente para enfrentar aquele monstro chamado Sobeke.

Após algumas horas de treinamento eu fui convocada. Parecia que finalmente era a hora de encarar meu destino, porém antes disso, eu tinha algo que precisava fazer - Grande Hitvall, você pode ir em frente, me espere lá na entrada da caverna aonde estávamos. Preciso fazer algo em particular, algo muito importante - diria, e esperando que ele saísse, começaria a me despir. Havia algum tempo que não me tornava uma com a natureza, ficava sem as vestes que guardam meu corpo sagrado dos olhos maliciosos dos demônios, mas sentia que era a hora para isso. Iria me mover até a cachoeira, colocando um pé para testar a profundidade do local, e caso fosse raso o suficiente, entraria nele. Iria, com minhas mãos, mover a água para cima jogando água em meu rosto e no resto de meu corpo, com os olhos fechados. A força que eu conseguia sentir naquele local era insana, a beleza dele e os significados me faziam ficar extremamente leve e era como se não pudesse mais ser derrotada. Colocaria minhas mãos juntas e começaria a rezar baixo, enquanto cantava uma pequena melodia para agradecer pela minha jornada até aquele momento e para me ajudar nos futuros desafios.


Tendo finalizado tudo aquilo, iria me vestir e voltar para a lareira de antes. Esperava estarem todos ali prontos para o combate, me alimentaria e então daria uma respirada funda e começaria a caminhar em direção da entrada. No caminho, olharia para todos e começaria a falar um pouco mais baixo do que o comum - Nós precisamos ser um pouco discretos, não podemos chegar lá e enfrentar ele de frente. Precisamos analisar o terreno, pensar em como vamos atacar, e quem sabe podemos achar os guerreiros que vieram comigo até aqui. Essa vai ser uma batalha difícil, então espero que estejam prontos! - após isso, enquanto estivéssemos nos aproximando da entrada, iria andar devagar e não sair demais, apenas colocar um pedaço da cabeça para fora para ver como estava a situação no Farol e me preparar psicologicamente.

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptySeg 11 Jan 2021, 14:00


Cap. III
O Log que vale Dois Bilhões de Berries

Garotinhas em apuro
Preparando-se para a refeição

Uma notícia daquelas mataria qualquer um, não tinha como descrever o que ouvia em palavras. Minha expressão todo era preenchida por enorme vazio ao descobrir que...

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- Só tem maluco andando comigo! Como diabos eles arranjaram tanta confusão numa caverna? – Esse lugar definitivamente era amaldiçoado e por algum motivo odiava garotinhas, primeiro foi essa menina e agora a celestial, quem será o próximo? Com certeza o destino tinha um gosto perverso e errado. De qualquer forma, não podia esperar menos do local que era o inicio da Grand Line, isso significava que quantos mais avançássemos, as dificuldades iam aumentando.

- Ares morta? Não acredito nisso! – Falava o ruivo com convicção quebrando todo um clima negro. Coçaria a cabeça e pensava um pouco. – Eu e o Taka fomos atacados por uma tsunami, enquanto estávamos amarrados... Gosto nem de pensar, mas estamos aqui vivos. Se até um cabeça oca como meu irmão conseguiu sobreviver, imagina Ares. – Sabia que podia parecer ilógico, mas também não tinha caído minha ficha e não acreditava nesse fato.

Logo após preparar a refeição o cozinheiro mostrava-se bastante ativo e com uma expressão de coragem avassaladora. Questionava ainda mais o velhote sobre o que havia acontecido e como a garotinha que estávamos tratando e após conseguir suas respostas queria ir atrás da celestial o quanto antes. Suspirava, enquanto terminaria de comer a refeição. – Lá vem outra dor de cabeça... – Reclamaria, levantando-me e segurando o cabo da espada.


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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptySeg 11 Jan 2021, 23:40




O Log que vale Dois Bilhões de Berries
Alma do Cozinheiro.



Um grupo de pessoas subindo a Reverse só me lembra o fato que a maioria dos loucos que chegam a Grand Line por essa rota são geralmente piratas, não é uma regra já que posso provar que eu e minha trupe não somos. Ainda sim Karthus chamava o grupo de estranho, não sabia o real motivo de tal adjetivo, teria que ficar ligado a mais informações passadas pelo regente. Soube por ele que aquela bússola estranha era um Log Pose, o instrumento para velejar nas águas mais perigosas do mundo, ver um objeto tão importante virando estilhaços tirava um pouco de sua “importância”, o velho não queria falar muito sobre os perdedores da aposta, suas informações eram mais uma troca por ter tirado tempo da garota e não a deixando fugir.

Acho que perguntar mais a fundo não renderia tanto, ele parecia querer revelar mais sobre o grupo de estranhos, deveria apenas me apressar em cozinhar o lagarto e servir uma nutritiva refeição para a garotinha e seu estômago feroz, teria que deixar a carne bem suculenta para a menina poder ter uma boa absorção de nutrientes, comidas muito sólidas não era o recomendado, por isto o assado de panela deixaria a carne ao ponto de derreter na boca em conjunto com o caldo feito da gordura do animal. Só de pensar nas preparações e o resultado final quase babei, a fome era inevitável para todos, peguei as ferramentas certas na cozinha de Karthus e começava a fazer as preparações, mas antes ouvia o que Marx tinha para falar. Depois de ouvir toda a história, não esbocei nada, nada além de confusão. - Quê?!

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Não acreditava nas palavras do alaranjado, mas sua expressão amarga e sua voz preocupada apenas tornava os fatos declarados ainda mais verídicos. Baixei a cabeça por um momento, tinha muito o que pensar, Ares tinha sido jogada ao mar depois de um golpe do jacaré, antes disso havia enfrentado inimigos em uma caverna, teria que falar sobre isso quando realmente a gente encontrasse a celestial. - Ares morta? Não acredito nisso!

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Não sabia a verdade, Karthus explicou a situação ao qual a louca poderia se encontrar depois de ser jogada no mar, sinceramente não sabia se ela tinha sobrevivido, porém não queria acreditar que uma pessoa próxima de mim teve um fim, tudo que podia fazer agora era ter fé. - Impossível ela ter morrido, se ela tiver morrido, eu vou matar ela. Vamos ter que procurar ela, certo Marx? - Sorriria motivando o rapaz, queria ver a confiança brotar em seu coração, não poderia ficar parado sabendo que Ares poderia estar correndo perigo de vida estando ferida em alguma caverna por aí. - Ela nunca morreria antes de me fazer pagar a tal “dívida” com ela. Blum faça os preparativos para a busca, precisaremos de suas habilidade médicas. - A carne já estava na panela, não demoraria para chegar ao ponto que queria, finalizaria os pratos deixando o alaranjado cuidar de tudo. - Marx, fique aqui e cuide da garota, nós vamos trazer Ares até aqui. Sã e salva, pode apostar.

Ele poderia se culpar por não ter a salvado, não deixaria que um companheiro tivesse que carregar a mesma dor que tinha em meu coração, este sentimento pesado e cruel nunca te deixa em paz e aperta e pesa todo o seu ser. - Vamos Blum! - Ele havia terminado de comer sua refeição, tínhamos que achar alguns rastros, se não me engano, um caçador experiente poderia nos ajudar, ainda bem que Urahara estava do nosso lado. O amigo de Marx poderia ajudar nesse tipo de situação, indo até ele, pediria sua ajuda. - Urahara, parece que Ares se meteu em problemas, precisamos que você descubra traços de pessoas em meio às cavernas do Farol, alguém deve ter visto ela por aí.

Agradeceria esta ajuda, ele seria nosso guia, mesmo que não tivéssemos nenhuma pista do paradeiro da filha de Deus, deveria perguntar para os transeuntes do lugar sobre estas cavernas, não queria pensar no pior.


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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptyTer 12 Jan 2021, 11:56



TAKAMOTO & BLUMAYDEN


A fala de Max não só pegava a todos de surpresa, como era um baque horrível de absorver. Deixando Blum e Taka boquiabertos com os acontecimentos recentes, Max praticamente se ajoelhava e levava as mãos para cobrir o rosto em um completo sentimento de vergonha. - Me desculpem! Eu esqueci completamente! - Ele exclamava antes das reações de vocês se concretizarem. Foram poucas vezes que vocês viram o homem daquela forma e, portanto, vocês sabiam o quão mal ele estava com toda aquela história.

Felizmente, para Max, nenhuma das reações de vocês envolvia agressão física e quando os irmãos demonstravam mais incredulidade, com o fato de Ares estar morta, do que preocupação, o homem de cabelos alaranjados começava a se recompor. À distância o regente do farol observava vocês conversar e ria silenciosamente. O velho regente estava a alguns metros de vocês, brincando de limpar sua arma enquanto esperava pelo assado ficar pronto. E por falar em assado.

Até o momento, Takamoto havia apenas preparado os legumes, que iam dar sabor a carne, e o caldo, mas sem realmente encostar na carne de verdade. O fato dele descobrir o que havia acontecido com Ares o havia surpreendido um pouco e desviado sua atenção da preparação. Logo depois do cozinheiro preparar os legumes, ele pegava sua faca e começava a se dirigir até o grande jacaré que jazia ao lado do farol, há poucos metros de onde ele cozinhava. Max que antes estava triste, agora estava enfurecido com aquela criatura morta e chutava a cabeça dela continuamente. - Sua criatura desgraçada! Se Ares estiver ferida, eu vou te chutar até a outra vida! - O homem chutava a criatura na cabeça, mas Takamoto não se importava pois ele não ia tirar um pedaço da cabeça e sim da cauda, porém, por um breve momento, enquanto o ruivo passava por trás de Max, os olhos dele cruzaram com o da criatura e, praticamente em câmera lenta ele viu aquela cena acontecer.


Antes com os olhos fechados, a criatura agora estava de olhos abertos, porém completamente imovel até o momento. Sem ninguém perceber aquilo, inclusive Max que estava chutando o focinho daquele bicho, ele havia acordado. No momento em que ela abria os olhos, Takamoto, Blum e até mesmo o próprio regente do Farol notavam, porém, era tarde demais. Entre um chute e outro de Max, a criatura se movia com uma velocidade extremamente ágil, praticamente em um piscar de olhos e como um verdadeiro predador, ela abocanhava Max com uma força impressionante.

A cena que se fazia diante dos olhos de vocês era chocante! A criatura conseguia morder o corpo de Max por completo, deixando apenas alguns membros saltando do lado de fora da boca e espirrando sangue para todos os lados! O sangue saia com tanta força, por conta do impacto, que era jogado na cara e roupa de vocês que, ainda sem reação a tal brutalidade, somente conseguiam ficar pasmos com a cena. - O q-que!? - Nem mesmo o experiente regente do farol estava esperando por aquilo, principalmente por ele ter tido a certeza de ter matado o bicho.

Enquanto vocês ainda se recuperavam do baque da cena para poder reagir, a criatura imediatamente fazia seu segundo movimento. Depois de abocanhar Max, que gritava dentro da boca da criatura, ela rapidamente fez um giro em 360º para jogar sua cauda em todas as direções e terminar dando uma rabada potente no farol! O giro fazia com que a cauda da criatura acertasse a todos que estivessem próximos, principalmente a garota que havia sido colocada relativamente perto da criatura.

Takamoto e Blum eram acertados por essa rabada e caiam para trás, voando alguns poucos metros, e por isso não conseguiam nem sequer reagir para tentar pegar a jovem garota que voava por cima da cabeça deles. Porém, os dois viam Karthus agir rápido, largando sua arma no chão, e pulando para o lado para pegar a garota em pleno ar, evitando assim que ela fosse arremessada a metros de distância.

O fim do giro da criatura terminava com ela acertasse um golpe potente no Farol, gerando um estrondo altíssimo e até estremecendo um pouco a estrutura do mesmo. - MEU FAROL! - Gritava Karthus ainda segurando a jovem desacordada em seus braços. Ao final daquela rabada, a criatura havia criado espaço para, ainda com Max dentro de sua boca, dar uma arrancada feroz para a direção de onde Karthus e Max havia vindo, ou seja, de volta a caverna! - Vocês dois! Vão atrás dela! Eu vou cuidar da garota e colocar ela num local seguro e me junto a vocês dois! VÃO LOGO E TRAGA AQUELA DESGRAÇA DE VOLTA! - Karthus agora estava completamente alterado e gritava com os dois, praticamente ordenando-os.



ARES


Depois que Hitvall deixava o local, acatando o pedido de Ares, e após a jovem conferir se realmente não havia mais ninguém ali, ela se despiu completamente e caminhou até o lago que se formava na queda da pequena cachoeira. Olhando para o lago, Ares conseguia ver que havia uma parte rasa logo a frente dela, onde ela conseguia sentar e se lavar, porém, olhando para frente ela não conseguia ver o fundo do resto do lago.

Decidindo se manter naquela região, ela se lavava naquelas águas cristalinas e extremamente geladas. Por mais frio que a água estivesse, Ares conseguia suportar para se lavar. Essa era a primeira vez que ela tomava um banho em algum tempo e, desde que havia chegado naquela caverna, ela ainda não havia tomado nota dos ferimentos que havia em seu corpo. Com os braços e pernas cheios de cortes, alguém havia colocado um pouco de musgo em cima das várias feridas que possuía.

Já durante o banho, a jovem celestial conseguia sentir uma conexão com o local e imediatamente sentia seu corpo tendo uma leve melhora. Assim, depois de se banhar, ela se vestia e ia ao encontro daqueles que à esperavam. O caminho de volta para a clareira era fácil, afinal era um único túnel, e ao chegar lá Ares encontrava com toda a “tribo” reunida. Além dos guerreiros, a celestial via todas as mulheres e crianças que esperavam pela garota para liderar seus bravos guerreiros. Hitvall estava no meio deles, com seu penacho, uma lança e escudo nas costas.

Ao se aproximar você conseguia ter uma visão melhor dos guerreiros que te acompanhariam. Todos eles tinham uma espécie de roupa, que na verdade era alguns pedaços de panos para cobrir algumas partes do corpo. Em adição, eles também usavam adornos dourados no corpo, uns mais e outros menos, e complementaram com ossos que servem de armadura. Hitvall era o único diferente. Ele apenas tinha uma roupa de tecido que cobria as partes de baixo enquanto usava uma capa e o penacho, que era um elmo com penas, na cabeça.

Ao notar sua aproximação, Hitvall pegava uma cumbuca improvisada e enchia com a soca grotesca que você havia tomado anteriormente. - Tome Yaretzi, isso ajudará a todos nós! Essa é nossa sopa de fortalecimento, por isso demos a você antes, pois você precisava se recuperar, e agora você precisa de ainda mais força para o combate! - Lhe entregando um e depois servindo um para si mesmo, o homem aproveitava o momento para falar e fazer um brinde. - Escutem todos! Bebam da sopa para ficarem fortes e sobreviverem ao Sobeke. Esta é a luta da nossa glória e ascensão! De hoje não passará! - O homem terminava de falar gritando e era respondido por todos os outros com um grito em comemoração para, em seguida, todos consumirem da soma.

Terminando o ritual, todos seguiam para a subida que seria a entrada indicada por Hitvall anteriormente. Ao iniciar a escalada o líder da tribo falava com você - Temos que escalar isso aqui e depois andar alguns minutos subindo na caverna para chegarmos onde o Sobeke está. - Era necessário bastante força para escalar aquela caverna. Mesmo tendo lugares onde a subida fazia uma parada, ainda era difícil pois a rocha era escorregadia e estava cheia de musgo. Para a sorte de Ares, um dos guerreiros sempre a ajudava a subir e pouco tempo depois vocês chegavam a uma fenda na rocha.

Passando um por um, Ares comentava o plano com Hitvall e ele concordou de imediato. Assim vocês seguiram por mais um um breve momento até que chegaram em outra fenda, só que maior. Essa tinha o espaço para duas pessoas passarem de uma vez só, porém, era só isso. Ao olhar ao redor da fenda, Ares podia ver marcas de arranhões profundos na rocha, mas, por algum milagre, a fenda se mantinha firme e forte. - Sobeke fica depois dessa fenda. - Comentava Hitvall em tom baixo e se abaixando para sacar o escudo e a lança. Todos os outros guerreiros faziam o mesmo que o líder, porém continuavam em silêncio.

Assim Ares tomava a dianteira e passava a cabeça pela fenda para investigar. Ao olhar, demorava um pouco para seus olhos identificarem o espaço. O local estava completamente escuro, muito mais do que a clareira que vivia Hitvall e sua tribo, mas a única certeza que Ares tinha era que não havia sinal de vida naquela sala. Olhando mais um pouco, Ares via pelo menos três túneis naturais na pedra que levavam para caminhos diferentes. Diferentemente do esperado, o lugar parecia vazio, mas foi só Ares pisar fora da fenda que um grito ecoou de um dos tuneis. - AAHHH! - Era uma voz masculina e que estava proxima, mas como o tunel virava era impossível saber onde ele estava, até que de um dos túneis sai um nativo correndo desenfreadamente!

- Ei! Aquele é o Kalte! - Gritava um dos guerreiros que te acompanhava. Logo depois do homem fazer a curva e começar a correr na direção de vocês, sons de passos extremamente pesados vinham do túnel que havia saído o homem. - Corram! Ele esta vindo! - Gritava o homem enquanto se aproximava de vocês e, logo em seguida, surgia do tunel o Sobeke!

Por conta do homem que estava correndo na direção de vocês, os guerreiros se adiantaram e saíram do túnel para ajudá-lo e quando o Sobeke apareceu, os olhos dele imediatamente fixaram em vocês. A criatura tinha sangue escorrendo da boca e um sangue mais escuro escorrendo de seu corpo, como se já estivesse ferida, mas ela freneticamente fuzilava vocês com o olhar! Agora não havia mais surpresa, a luta iria começar! - Homens! Vamos cerca-lá! - Gritava Hitvall e imediatamente os homens ao seu redor formavam uma formação de meia lua, bem desorganizada, e começavam a avançar!

Ares:
 

NPCs em Cena:
 

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptyQui 14 Jan 2021, 23:42


Cap. III
O Log que vale Dois Bilhões de Berries

Fogo
Siga em frente!

Não conseguia dissimilar o que ocorria diante dos meus olhos, um grande parceiro que sacrificou sua vida para salvar um simples chapéu agora estava... Mordia meus lábios. Um companheiro e quem sabe ele podia ter se tornado um grande amigo e ter enchido meu saco no futuro, uma sensação negra acumulava-se no meu coração, fazia contorcer toda a minha barriga, o que eu sentia? Simplesmente fúria.

Esse sentimento encardido rasgava meu peito e incendiava minha garganta, toda aquela explosão queria sair e logo ceder pela fúria. Entretanto o caminho da espada de meu mestre parava essa impulsão e mostrava-me a direção correta. Deixar-me levar por esse ódio apenas estaria cavando minha própria sepultura. Eu devia controlar toda essa chama da minha alma e dividi-la pelo corpo.

Mas o que mais tinha medo era do que estava diante dos meus olhos, meu irmão estava estático como se estivesse perdido, nunca tinha visto aquela expressão dele antes, mesmo sofrendo e cansado, ele sorria, Taka estava diferente, seus olhos não continham mais sua essência, era como se tivesse se quebrado, perdido a confiança, fitei aquele vazio, se havia alguém mais furioso, triste ou desesperado. Eu tinha certeza que esse alguém é meu irmão, se Max tiver morrido, eu não posso deixar que Lisandro se perca. - Taka! Taka! - Gritei calmo, meu corpo queimava e precisava que ele voltasse a si.

Bati em seu rosto com um soco e ganhei sua atenção, ele não reagia como antes, era como se tivesse completamente esgotado. - Temos que pegar o jacaré! Max pode estar vivo, e mesmo se não estiver.. PRECISO DE VOCÊ!- Era claro que ele havia perdido muito sangue, precisei reconhecer que era difícil que ele estivesse vivo, meu irmão precisava da verdade e de motivação, uma vez ele perdeu um amigo para uma fera, talvez estivesse se culpando nesse exato momento, não deixaria que esse peso arrastasse meu irmão para o limbo. - A GENTE PRECISA VINGAR O MAX! CADÊ SUA DETERMINAÇÃO?!- Era um grito desesperado, não era culpa dele, ele precisava saber. - Karthus não sabia que o bicho estava vivo! Vamos matá-lo de uma vez! Não podemos deixar ele fugir! - Sua feição retornava assim como suas lágrimas caiam, ele sempre foi o emotivo, sua feição ficava séria, nós faríamos aquele animal passar pelo o inferno.

Fechava meus olhos e aos poucos começava a escutar apenas o crepitar das labaredas ecoando em todo meu ser. – Estilo das duas espadas. – Correria em direção a criatura, desembainhando as katanas. Deixaria a lâminas bem próximas, pois sabia que a o jacaré poderia atacar a qualquer instante e seria necessário bloquear o ataque colocando as duas espadas em um formato de X. Além disso. – Blum! – Exclamava o cozinheiro transbordando de fúria, segurava firmemente o cabo e me inclinava um pouco mais, assim Takamoto pulava em cima das minhas espadas, então jogava todo meu corpo para frente a fim de lançar o ruivo para frente e enfrentar a fera.

Enquanto eu, demoraria um pouco mais para chegar, mas era o necessário para que o ruivo se tornasse o centro das atenções, continuaria avançando e quando estivesse próximo da o réptil daria uma rasteira. – Caminho do fogo! -  Com as duas lâminas faria um corte simultâneo nas articulações entre o braço e corpo da criatura, aplicaria uma extrema força e velocidade para tentar perfurar mais profundamente. Sabia que podia imobilizar o monstro acertando essa parte, seria inútil tentar cortar nas suas costas, visto que eram protegidas por uma carapaça bem resistente. No chão, rolaria para o lado e então recuaria para trás erguendo as espadas para tentar bloquear algum ataque. Se visse que não conseguisse bloquear, tentaria esquivar-me girando e erguendo minhas pernas, se fosse um golpe por baixo ou inclinando todo meu corpo para baixo, se fosse um golpe por cima.

Se a fera tentasse me engolir, deixaria que o fizesse, porém posicionaria uma lâmina para cima e outra para baixo, quando tivesse próximo da boca, pularia para dentro rapidamente e executaria em corte circular, desse modo, a fera não conseguiria me abocanhar primeiro.


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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 6 EmptySex 15 Jan 2021, 01:09




O Log que vale Dois Bilhões de Berries
Fragmentado.



Era um turbilhão, batalhando na cabeça e no coração de Takamoto, sentimentos que subiam e queriam sair, outros tentando manter o controle sobre a consciência do rapaz que apenas tentava entender tudo que perdeu naqueles poucos segundos. O otimismo de antes, a fé que tinha, o poder de proteger, a confiança de sua força, tudo ruiu assim como o farol que uma vez destruiu em meio aos seus delírios. Mesmo tendo sido atingido, jogado longe, machucado, nada se comparava com mente fragmentada do ruivo, seus instintos animais beiravam a insanidade querendo surrupiar toda a essência do cozinheiro, queria lhe impulsionar para frente e arrancar, rasgar, triturar a carne daquele jacaré, queria que a besta sentisse uma dor tão intensa que fosse o suficiente para acalmar o seu coração.

O frenesi era quase inevitável, porém existia um sentimento maior que a fúria, a tristeza e a dor da perda já eram recorrentes na vida de Lisandro. Ele decidiu criar em si a imagem da perseverança e poder para proteger à todos que gostava, era difícil reconhecer que tudo que estava construindo podia ser destruído, seus olhos se tornavam cada vez mais vazios, sua persona se afogava na dor, tinha consigo o trauma de sua mãe, era um peso que carregava nas costas todo dia e todo tempo, escondia o sofrimento por trás de seu sorriso e sua determinação, queria transmitir sua luz mesmo no fundo do poço.

Ficou estático sem dizer uma única palavra, seu irmão rumava até ele clamando por seu nome, ele não reagia, pensava apenas que tudo era sua culpa, não havia sido rápido o bastante, não havia sido inteligente decisivamente, não havia sido forte o suficiente. No final, restava a semelhança de Max com Paco, eram seus amigos e haviam sidos levados por feras na frente do boxeador. Sempre se questionou se não os tivesse conhecido, talvez agora estariam vivos, o jovem se indagava que se talvez sumisse.. Foi somente quando levou um soco de Blum que seu cérebro voltou a funcionar, o médico sabia o que era importante e mostrava que Takamoto precisava voltar.

O brilho que antes havia perdido, a força que duvidava que tinha, aos poucos os reais sentimentos do ruivo retornavam, não era somente culpa que sentia, a raiva se tornava fogo percorrendo todo o seu corpo. Ele somente tinha que fazer o que sempre fez com todos aqueles sentimentos, usar para se impulsionar e ir fazer o que achasse ser o correto, Max não gostaria que se abalasse por sua morte, o azulado tinha razão, este não era o momento para ficar parado.

O ruivo voltava a si mordendo os lábios e engolindo em seco, suas lágrimas desciam com facilidade até o queixo, tinha escutado seu irmão e reconhecia a situação. - Certo. - Afugentou a tristeza, fechou os punhos com força e gritou em direção a Karthus antes de disparar contra a criatura, o velho havia falado demais para alguém que possuía quase toda a culpa. - Trate de tratar dessa garota em primeiro lugar, não quero ver mais sangue derramado! Eu me encarrego de levar o inferno até a criatura! E quando eu voltar, é melhor estar preparado Karthus, pois se Max estiver morto, eu, eu.. - Seus olhos beiravam a de uma assassino, no entanto, não havia uma intenção assassina já que ele não era um. O regente deveria ficar preparado para receber muito mais do que essas palavras rudes, pois se seu companheiro não tivesse mais vida quando acabasse com o jacaré, poderia ser que o Don Karthus tivesse que enfrentar o diabo.

Seu corpo todo se aquecia, Takamoto atiçava seus músculos e fisgava sua mira em um único alvo, a besta seria caçada pelo próprio demônio como Ares sempre fala. Poderia ser o começo da lenda do Diabo Ruivo, sabendo que a criatura estava em vantagem de distância,  boxeador sabia que teria de encurtar seu caminho e olhando para seu irmão se concentrando pensou em uma coisa. - Blum! - Pulou em direção a ele, já tinham praticado essa manobra antes, o garoto possuía grandes habilidades acrobáticas além de ter aprendido os fundamentos do Taekwondo, o ruivo chutava com força as espadas enquanto Blum o direcionava em direção ao jacaré. O avanço seria efetuado na tentativa de alcançar ou chegar próximo do animal, a força de Lisandro já não era mais comum e dado todas as circunstâncias, ele excedia seu limite transformando toda seu sentimentalismo em energia.

Você. Não. Vai. FUGIR!!! - Um monstro enfrentando outro, alcançando ou chegando perto, o lutador já iniciaria seu desfecho com velocidade máxima dado sua aceleração, se tivesse a calda do jacaré a sua disposição, seguraria com força, mesmo que todas as veias dos seus braços rompessem, não deixaria que o jacaré escapasse. - UAAAAAAAAAAAAAAH! - Agarrando o rabo com os dois braços e colocando todo seu peso para frente, era hora de fazer o mesmo que o jacaré fez com ele, jogar ele para bem longe ou direcionar o corpo da criatura para outra direção além da caverna, Takamoto queria ficar entre a caverna e o jacaré, se a o rabo não fosse o alvo, teria que apenas impedir que a criatura de se locomover lhe dando um forte direto para o fazer rodopiar para os lados.

Aquilo não seria mais uma luta, o ruivo estaria preparado para efetuar um massacre. - É melhor cuspir o Max antes que seja tarde demais. - As veias saltavam de sua testa, seu rosto se avermelhava e seus olhos ficavam mais animalescos dado sua agressividade, não se tratava de intimidação, era apenas seu instinto. Esperava que a fera o atacasse, suas balançadas de rabo não funcionariam mais, Takamoto as pegaria para puxar o animal para si e disparar diversos socos em seu abdômen, se tentasse o devorar ou morder, levaria um gancho para levantar todo o seu ser, se tentasse alguma patada teria seus membros quebrados após o cozinheiro os bloquear com ambas as mãos e os apertar ao ponto de quebrar cada osso do animal.


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