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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Log que vale Dois Bilhões de Berries

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AutorMensagem
ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptySab 10 Out 2020, 13:43

Relembrando a primeira mensagem :

O Log que vale Dois Bilhões de Berries

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Takamoto Lisandro e Nakamura Blum e dos(as) civis Max Evans e Ares Coldwood. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Blum
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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptyQui 17 Dez 2020, 22:45

[quote="Blum"]

Cap. III
O Log que vale Dois Bilhões de Berries

Voltando a tona
Dê um mayo pro seu médico

- O que é isso? Que sensação é essa emanando em todo o meu corpo? – Meus braços tremiam, minha barriga roncava, meus lábios ficavam secos e um grande vazio acumulava-se dentro de mim. Uma sombra negra começava a puxar todo o meu ser, minhas pernas pareciam se afundar cada vez mais. Meus olhos começavam a se embaçar e até mesmo conseguia ver um vulto adentrando a casa do velhote. Conseguia só ouvir um zumbido ecoando por toda minha cabeça.

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- BORAAAA!!! – Ouvia uma voz grave gritando, mas não sabia de onde era. Pelo tom da voz, era um grito radiante e inspirador que atiçava todo o meu ser, minha alma sabia o que eu precisava para livrar-me de toda aquela fadiga, sim, estou falando dele, o grandioso, magnânimo, inspirador: arroz com maionese.

Me desligava do mundo e todo os meus problemas no momento, havia algo maior a ser concretizada e era alimentar-me do alimento dos deuses. Erguendo a cabeça com o olhar cintilantes e esperançosos correria em direção a embarcação, ignorado qualquer acontecimento, apenas seguiria rumo ao meu objetivo. Hawk estava esperando-me com braços abertos e logo, logo estaria junto a ela para deliciar-me da comida extraordinária.

Chegando no navio, apenas correria diretamente para cozinha, pegaria maionese e o arroz que tivesse sobrado, se não tivesse restado, apenas pegaria do armazém e preparai algo parecido arroz ou quase isso, era simples fazer, é só colocar arroz dentro de uma panela com água e jogar salpicada de sal. Conseguindo o essa neve dos deuses, acrescentaria o molho dourado e enfim, desfrutaria daquele prato abençoado. – Obrigado pela refeição! – Batia as duas palmas da minha e curvaria-me, queria demonstrar todo apreço ao arroz com mayo.

Levantaria-me da cadeira a qual estava sentando e iria até o convés. – Tudo tranquilo, Don? – Questionaria o atirador e, por favor não esteja bêbado novamente. Jogando uma conversa fora com atirador, travava o meu corpo e percebia o desastre que havia feito. – Se eu não lavar essa aquela louça, o cozinheiro provavelmente ficará puto comigo. – Iria novamente a cozinha e terminaria o trabalho pesado.

- Mais que sol brilhante. Fazia tanto tempo que não via... Brilhante, luminioso... Eh, acho que entrei em uma enrascada agora. - Não tinha] o que fazer, deviria voltar o quanto antes a casa daquele demônio de cabeços grisalhos. Se eu não conseguir voltar antes de Karthus, o mesmo faria de mim picadinho.


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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptyDom 20 Dez 2020, 15:07







A
Refeição

Ares

A pequena alada desperta consideravelmente confusa, e de fato é uma situação bem estranha e inusitada. As poucas palavras de Ares geram certa surpresa no público, o mesmo indivíduo de antes é quem se manifesta para responde-la. - Anjos? É uma honra enorme que nos veja assim, Yaretzi. Estivemos a sua espera por muitos anos! - Ele ergue a cabeça, levantando-se, e os demais fazem o mesmo.

- Eu sempre acreditei na profecia... No dia em que a grande Yaretzi desceria dos céus para nos guiar para casa. - Comenta uma guerreira. - Está tão ferida, coitadinha... Qual dos deuses lhe atacou, senhora? -

Uma criancinha rodeia Ares, olhando para as asas da celestial com curiosidade e admiração. - São tão lindas. - Ela teria tocado, se não fosse advertida antes.

- Não seja rude Miztli! Nossa deusa está exausta, não consegue ver? - Aquele que parece ser o líder toma a dianteira novamente, sinalizando para a multidão. - Tragam algo para ela comer! -

Quando ele diz isso, não demora nada e um homem enorme, com pelo menos uns 2 metros, bem forte, se aproxima trazendo uma grande panela que é aterrissada no solo pouca coisa à frente de Ares. Um aroma forte de carne e sangue vem da panela, no interior há uma espécie de sopa com diversos pedaços de carne e sabe-se lá o que mais, o caldo é consideravelmente avermelhado, parece estar quente. Uma pessoa entrega uma tigela bem rústica, feita de pedra para o grandalhão; com o auxílio de uma concha, ele enche tal recipiente com a estranha sopa, adicionando uma colher e se aproxima de Ares, estendendo o braço para que ela pegue.

As demais pessoas olham para Ares extremamente felizes e incrédulas de que este dia finalmente chegou.

Blum

Ignorando totalmente as palavras proferidas por Takamoto, ou melhor dizendo, sem nem sequer notar o que ele diz, Blum cede por completo ao seu grande desejo de comer arroz com maionese! O jovem rapaz dispara a toda velocidade em direção do navio, a língua está salivando mais do que o normal, seu corpo está sedento pela refeição.

Hawk está no mesmo local de antes, Blum sobe ao convés com pressa e já se encaminha para a cozinha. Para sua sorte não teve trabalho de encontrar os ingredientes desejados, no caso, uma panela com pouco arroz sobrando, mas suficiente para uma refeição, e também a deliciosa maionese; misturando ambas as coisas, Blum consegue a sua fabulosa refeição.

Abra:
 

O gosto é tão divino quanto se lembra, a fome ajuda a deixar o prato ainda mais saboroso, a textura macia e cremosa faz sua mente ir as nuvens; por um momento o rapaz se sente totalmente em paz, seus problemas parecem sumir, e seu corpo relaxar.

Quando se dá conta já terminou de comer tudo, não sobrou nem mesmo um grão de arroz no prato, agora se sente satisfeito. Após agradecer pela refeição, o jovem se retira da cozinha e retorna ao convés. Avista Don em um canto, e teria falado com ele, mas percebe que o mesmo está deitado tirando uma soneca; além disso percebe algo mais importante: esqueceu de lavar a louça!

Voltando para a cozinha, Blum lava o prato, talheres e até mesmo a panela vazia, tendo mais trabalho do que o previsto. De repente, distraído com a louça e com o sol, o rapaz acaba recordando de um certo detalhe: Ele não devia ter saído do farol! É quando se lembra de tudo, percebendo a enrascada em que se meteu.

Max

Apesar de todo o choque do momento, Max não parece inclinado a fugir e nem se esconder, no fundo ele ainda nutre alguma esperança de que Ares esteja viva, afinal ela tem asas para voar. A pata continua na luta contra o crocodilo, mostrando uma bravura sem igual, é o pet de Takamoto, o que também lhe torna uma companheira de viagem do jovem de cabelo laranja; Max não deixaria outro companheiro ser abatido pela fera, então ele avança.

A penosa se move com agilidade e golpeia com destreza, mas ainda assim mantem a graciosidade em cada movimento; suas bicadas parecem machucar, ela acerta os dedos daquela besta gigante, e arranha a carne do animal com as suas enormes garras. O crocodilo recua ganhando espaço, nesse momento ele realiza um rodopio de 360° graus, similar ao de antes, desta vez a sua cauda alveja a criatura amarelada; talvez por já ter visto aquilo antes, talvez por instinto, ou quem sabe até por ambos... Max se joga na direção da pata e derruba ela, a cauda do crocodilo passa por cima dos dois que estão caídos no chão.

Mais disparos são realizados, Karthus bombardeia o crocodilo com gosto. - Tsc! Como ousa perturbar a paz do meu farol? - Quando a munição acaba, ele joga o canhão de mão no chão e saca um grande porrete do inventário.

A pata se levanta junto de Max, mas se afasta alguns passos, ambos estão bem, a criatura amarela cessa os ataques. O crocodilo berra recuando para trás, aparentemente sem enxergar nada. Quando Max se dá conta, tudo o que vê é a figura de Karthus nas alturas, e se aquilo foi resultado de um salto, então perdeu um salto incrível! O poderoso guardião do farol cai diretamente na cabeça daquele crocodilo gigante, e no exato momento da queda ele acerta a nuca do animal com o seu grande porrete; bastou um único golpe físico para a criatura ser derrota; o impacto e impulso da pancada empurra todo o corpo do animal contra o solo, a pressão é enorme, várias rachaduras surgem no chão ao redor da besta, uma onda de vento é gerada agitando as vestes de Max e as penas da pata.

- Criatura tola... - Após tamanha demonstração de força, o velho desce do crocodilo em um salto, caminha ao lado da besta até chegar ao seu centro; ele guarda o porrete e com apenas uma única mão ergue todo o corpo do animal, como se fosse um brinquedo. - Você vem?! - Questiona ele, começando a dirigir-se ao farol.

Takamoto

Takamoto recobra a consciência em meio a um susto... Finalmente voltou para a realidade. Após se inspecionar minuciosamente e confirmar que não há nada de errado com seu corpo, o ruivo se coloca de pé usando a parede como apoio; percebe que Blum está logo adiante, e até tenta dialogar com ele, mas o azulado está em outro mundo, parece que suas palavras não o alcançam.

Estaria Blum alucinado? Talvez também tenha comido um biscoito. Seja lá qual for a razão, ele sai correndo em uma velocidade surpreendente, digno de um corredor profissional, deixando Takamoto ali sozinho.

Refletindo sobre os eventos recentes, o ruivo levanta uma hipótese sobre o que causou seu fracasso no teste, e isso o deixa inconformado. Os sentidos de Taka parecem voltar ao 100%, este se aproxima da residência de Karthus cheio de vigor e com um belo chute arromba a porta, proferindo algumas palavras e apontando o dedo.

Mas olhando com atenção, o ruivo não encontra o velho ali dentro, muito pelo contrário, vê a felina em sua forma animal [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] para alguma coisa ali presente. Ainda na entrada, buscando com a visão a tal presença que incomoda a gata, Taka percebe um vulto vindo em sua direção, tão rápido que a princípio não consegue ver do que se trata.

O vulto sai da casa e empurra o ruivo para o lado, não tem tanta força física, mas é ágil; Takamoto não consegue reparar tão bem na figura, mas aparenta ser um humano, longos fios de cabelo verde voam ao vento. Esta pessoa corre se afastando da casa, algo parece brilhar em sua mão.

Se optar por seguir ela, irá encontrar Blum e presenciará o momento em que ela irá esbarrar no azulado.

Blum (e Takamoto?)

Após deixar a embarcação, seguindo pelo caminho que leva de volta ao farol, por alguma razão Blum não dá tanta atenção ao caminho, talvez por estar pensativo? Seja qual for a razão, uma pessoa vem correndo na direção oposta à sua, tão desconcentrada quanto ele. Os dois se esbarram, Blum sente algo se chocando com seu corpo, mas não cai, já a figura a sua frente por outro lado acaba caindo no chão.

- Ai! - Olhando para ela, o azulado vê que é uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] jovem, pequena e magra; tem um longo cabelo verde, liso; pele pálida; traja uma roupa branca bem simples e surrada. Na mão esquerda dessa garota é visível um log pose, talvez Blum saiba o que é, talvez não, mas ela esconde atrás das costas assim que se levanta. - Afaste-se! Não chegue mais perto! - A garota exclama, franzindo a sobrancelha, assustada e revelando um punhal em sua mão direita, enquanto se afasta dois passos para trás.

De repente, a barriga dela ronca bem alto, ela range os dentes e fraqueja, encarando Blum com ainda mais intensidade.

Se Takamoto tiver optado por seguir a garota, ele estará um pouco atrás dela e presenciará toda a cena.

Off:
 


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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptyDom 20 Dez 2020, 18:14




O Log que vale Dois Bilhões de Berries
Alma do Cozinheiro.



A porta não estava trancada, se tivesse o trinco tinha quebrado, pois meu chute havia feito entrada triunfal que imaginei, porém não havia sinais de nenhum velho regente que gosta de apostas naquela residência, meu dedo ficava apontando para o vácuo e a única coisa na minha frente era um gato branco rosnando para um canto. - Ué. - Inclinei a minha cabeça confuso com a situação, por onde estaria Karthus? Iria ter que procurar o homem para acabar com todo o mal entendido e reviver a aposta, abre mais o feixe da porta, rapidamente algo passa por mim batendo no meu troco de leve me desequilibrando por alguns segundos, só consegui enxergar de relance, fios de cabelo verde e carregava algo brilhante, um ladrão tão pequeno por essa bandas só poderia significar duas coisas, um anão gatuno ou uma criança má.

Olhei mais uma vez para dentro da casa do regente antes de me despedir do protetor da casa, fechei a porta indo em direção ao vulto, se fosse um ladrão anão, recuperar seu precioso tesouro faria com que aceitasse minha revanche com mais facilidade, não iria ceder. Caminhava em direção ao Hawk, conseguia visualizar Blum e o que seria o pequeno gatuno colidindo contra sua pessoa, a pequena se levantava rapidamente escondendo em suas costas o item roubado, forcei os olhos para ver de longe do que se tratava, era um Log Pose, a tal ferramenta utilizada pelos navegadores para cruzar a Grand Line.

Pelos cabelos longos diria que se tratava de uma garotinha, podia estar enganado, mas me aproximei devagar e olhei para Blum, queria que ele a distraísse assim faria alguns sinais com as mãos bem simples para que ele batesse um papo com ela. Não seria muito dificil de aproximar já que a mesma fazia isso inconsciente da minha presença dando dois passos para trás ajudando com meu objetivo, quando estivesse próximo o suficiente, abaixaria meu torso em conjunto com meu agachamento lançando um dos meus braços ao redor da criança e a agarrando com sutileza, era mais um abraço do que aprisionamento, não deixaria que ela utilizasse o que parecia ser um punhal olhando pelo punho da arma.

Ora, ora. Parece que alguém está com fome. - Tinha certeza de não apertar a pequenina, só faria força o suficiente para travar seu braço com a arma. - É trabalho de um cozinheiro alimentar os esfomeados, Blum, prepare a mesa. Temos uma convidada. - Somente com um dos braços a pegaria como se fosse uma mala e levantaria a deixando imobilizada abaixo da minha axila.

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Não vou te soltar antes de acabar com você. - Faria uma expressão maligna, acabaria mesmo é com a fome da pequena, seguindo meu ofício não ficaria parado ao ver uma criança nesse estado, possuía uma pele anêmica e nenhuma gordura corporal, não se alimentava direito deve fazer semanas, meu coração de cozinheiro batia forte, não iria ficar parado.

Chegando no navio, olharia para os lados procurando Don, se achasse o cowboy bundão, o chamaria para comer alguma coisa também. - Ei Don! Bora comer! - Falando nisso, sentia a falta de Ares e Max, fazia um tempo que não os via, tomara que não estejam se metendo em problemas. Por enquanto, faria o que tinha de ser feito, sorrindo e mesmo contra a vontade da garota, levaria ela para a cozinha e a colocaria em cima de uma das mesas segurando ambos os braços e com um sorriso no rosto falaria. - É a hora final, vou acabar.. Com essa sua fome. - A soltaria e pediria para Blum cuidar da garota. - Não deixe que ela te mate Blum, cuide dela enquanto faço nosso almoço. E não se preocupe, o arroz com maionese que tava te devendo, vou pagar agora.

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Arregaçaria as mangas e colocaria a faixa branca em minha testa, enquanto criaria a refeição, conversaria com a pequena mesmo estando de costas. - Qual é o seu nome? - Se ela não quisesse responder teria que usar alguns truques. - O meu é Takamoto, é falta de educação não se apresentar de volta, seus pais não te ensinaram? - Buscava por informações da garota, não acho que seja comum uma criança no farol.


Offs/Objetivos:
 

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Última edição por Takamoto Lisandro em Seg 21 Dez 2020, 16:52, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptyDom 20 Dez 2020, 22:14

Heal


Pouco a pouco meus sentidos voltavam ao normal e começavam a encarar a realidade pouco a pouco. Após minha pergunta sobre anjos e a ignorância daquelas pessoas ficava claro que eu ainda estava em terra firme, provavelmente viva, apesar de ter algumas dúvidas sobre isso. Todos eles me olhavam com admiração, me fazendo lembrar da situação que havia ocorrido antes e como eu não sentia que merecia aquela admiração...

Rapidamente uma das mulheres ali mencionava meu estado, falando sobre um deus ter me atacado e eu tentava me conter com toda aquela adoração - Ah, eu acabei lutando contra um demônio que conseguia desprender o rosto, como se ele fosse uma gosma. Depois de enfrentar o demônio, apareceu um crocodilo gigante com 8 patas e me atacou enquanto eu estava fraca, por sorte, consegui escapar, ao que parece - falava, tentando não desmentir aquelas pessoas. "Será que existe realmente um deus crocodilo para estas pessoas?", pensava. Não muito tempo se passou e o aparente chefe do local chamou um homem forte que veio deixar comida, supostamente para mim. Tentei manter ao máximo a compostura perto daquele homem forte, já estava cansada de ter que lidar com coisas capazes de lutar por um dia só. Apesar disso, a comida parecia deliciosa, e mesmo com meu cérebro tentando me alertar que poderia ser perigoso aceitar coisas de estranhos, meu corpo fraco e faminto me impedia de dar atenção para ele. Em instantes começaria a me alimentar o melhor que pudesse, pediria até mais caso achasse que não fosse o suficiente para recuperar toda minha força.

Infelizmente, eventualmente quando me sentisse cheia, iria tentar me levantar e chamar a atenção daquelas pessoas. Os olhares de admiração delas me deixavam extremamente feliz, ao ponto que até poderia deixar escorrer algumas lágrimas do rosto por conta do quão bons eles estavam sendo comigo naquele momento de necessidade. Porém, eu precisava ser sincera, tomei uma decisão mais cedo e iria levar ela mais um pouco adiante, pelo menos até onde fosse necessário.
- HOMENS E MULHERES, EU TENHO UM ANÚNCIO PARA FAZER E GOSTARIA QUE TODOS PRESTEM ATENÇÃO!! - diria, e então voltaria a falar da forma mais confiante e honesta que conseguia - Eu não sou a deusa que vocês esperavam. Ainda não. Como podem ver, fui fraca e não consegui vencer meus desafios, o que me tornaria extremamente arrogante por me chamar de deusa tão cedo, mesmo que eu seja uma divindade, preciso provar isso primeiro. Apesar disso, vejo que vocês estavam me esperando e parecem precisar de minha ajuda, então como uma das minhas tarefas para alcançar o estado verdadeiro de divindade que procuro, irei ajudar todos vocês da melhor forma que eu puder, especialmente depois de terem me recebido tão bem!

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptySeg 21 Dez 2020, 23:01


Cap. III
O Log que vale Dois Bilhões de Berries

A garota esquisita
Mais mayo

Levantaria os dois braços e daria um passo para trás. - Calma aí. - Mesmo enxergando um pouco de desespero na garota, eu não podia duvidar do que a mesma poderia fazer. - Droga! Esqueci de voltar pro farol e agora vem uma dessas para mim. - A dona má sorte atacava novamente, balançando o meu mundo de um lado para o outro. Meus olhos não podiam deixar de notar o que havia na mão esquerda da jovem, havia um aparato bem incomum, via que tinha uma espécie de ponteiro como é utilizado nas bussolas.

Roooonc!!! - A barriga da jovem rungia feito um leão. - Espera, ela só tá… - De repente aparecia Takamoto por detras da garota. - O que diabos ele vai fazer? Ele quer que eu distraia ela? - Olharia de um lado para outro e falaria avulsamente. - Eh… O dia tá bonito hoje, hein? Hehehe… - Cruz credo, eu sou péssimo para esse tipo de coisa. - Você sabe o porquê do céu ser azul? Bem, o sol… - Aproximaria minha mão sobre o rosto e tentaria esconder minha cara de vergonha. - O que diabos eu tô falando?

Não sabia se havia conseguido distrair a menina, estava contando com o boxeador para desarmar a jovem e saímos dessa situação inusitada. - Quê?! - O cozinheiro simplesmente pegava a jovem pelos braços e seguia seu rumo. Aparentemente ele havia notado que ela estava faminta, não era a favor de levar estranhos para o Hawk, no entanto, dessa vez vamos abrir uma exceção.

Caso a garota quisesse atacar a gente, apenas avançaria rapidamente para cima dela, e com a espada ainda embainhada faria um corte limpo na diagonal em direção a faca, visando desarmá-la. Não sabia o motivo de uma criança está naquele estado, mas com certeza a história por trás disso é nada agradável. - A gente tá parecendo sequestradores.

Novamente mudava minha rota e voltaria em direção a embarcação. Não demoraria muito para chegar na cozinha. -A gente não deveria tá lá no… - Meu pensamento era cortado quando o ruivo mencionava que iria fazer o deliciosíssimo arroz com maionese. Sim, eu havia acabado de bater o rango, porém não podia faltar respeito com a comida sagrada.

Me sentaria e aguardaria a preciosidade. - Não se preocupe a porta está aberta, você pode sair a hora que quiser, ninguém irá te impedir. Mas você deixará de comer uma comida deliciosa. - Aconchegava-me mais ainda na cadeira e olharia discretamente para a figura feminina. - O que é esse treco que ela tem na mão? Acho que deve ser algum brinquedo, nada de importante. - Colocando as mãos na cabeça e olhando para o tento, questionaria-me. - Hmm... Onde raios se meteu Ares e Max, e qual foi o destino do pato?


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Última edição por Blum em Ter 22 Dez 2020, 21:08, editado 1 vez(es)
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Masques
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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptyTer 22 Dez 2020, 20:09


Act 09
Aftertaste




Por aquele momento eu havia conseguido me enganar, enganar minha cabeça para que eu pudesse me concentrar no que eu devia me concentrar neste momento. Após meu avanço em direção a batalha, eu acompanhava de perto os movimentos certeiros da pata enquanto tentava ficar atento aos movimentos do crocodilo. Caso alguém precisasse de mim eu não iria deixar aquilo acontecer novamente.

O meu corpo se ajustou assim que eu reconheci um movimento por parte do animal grotesco e gigante, aquele recuo, como se precisasse de espaço, como se fosse utilizar uma arma tão grande que precisa recuar para compensar o arco desajeitado da arma."Esse desgraçado vai virar novamente!" Dei um impulso com todo meu corpo, me jogando em direção da pata para que nós dois pudéssemos ficar debaixo do movimento da cauda grotesca do crocodilo.

Pude sentir o vento que o ataque causou, ainda fiquei deitado por um momento junto da pata aguardando que o rodopio do crocodilo terminasse, me levantando aos poucos pude ver a pata recuando e confiando em seu instinto animal eu apenas acompanhei, tentando me manter entre o crocodilo e a pata, talvez ela não conseguia mais continuar e por isso estava recuando. Os tiros do velho do farol rompiam o momentâneo silêncio acertando em cheio a criatura que recuava, aparentando estar desnorteado, talvez tinha perdido a visão por causa dos ferimentos?

Uma sombra me fazia olhar para cima, apenas para ver o velho no alto, segurando alguma arma de impacto bruto, e após isso pude apenas sentir o impacto e o vento que fazia minhas vestes se mexerem. Eu colocava a mão na frente de meu rosto para que poeira não voasse em meus olhos, enquanto o velho se afastava da criatura indagando se eu iria o acompanhar ou iria ficar ali.

Por um momento eu olharia para o agitado oceano, no qual eu tinha ouvido algo cair. Provavelmente Ares, eu então novamente para o rumo do velho, eu precisava de um plano. Eu precisava de ajuda, eu precisava de Takamoto e Blum para conseguir procurar Ares, qualquer ajuda na verdade seria bem vinda. Talvez Urahara soubesse o que fazer naquele momento? De qualquer modo eu tinha que voltar para o farol primeiro para encontrar com eles, ou pra voltar para o Hawk para pedir ajuda.

"Senhor, primeiramente obrigado por toda sua ajuda, de verdade, com sua licença, o senhor cuida do farol não é? Qual seria o seu nome?" Eu tentaria falar com ele antes de ir em sua direção "Eu não sei se o Sr. viu, mas a minha amiga ela foi arremessada na água, tem alguma chance remota de que ela ainda esteja perto da ilha, ou na ilha?" Eu perguntava tentando achar qualquer chance em que eu pudesse me agarrar.

Então eu iria em direção ao velho rumo ao Farol, tentando obter respostas em relação a situação de Ares, prestaria atenção para ver se a pata esta nos acompanhando, se não tivesse eu voltaria até ela para chamá-la como se fosse um cachorro, afinal de contas eu não tinha experiência com outros animais. Caso ela tivesse dificuldade de andar ou algo assim, eu tentaria ajudá-la ou até mesmo tentar carregá-la, caso conseguisse, pediria caso não conseguisse, ajuda para o velho do farol, quem sabe ele ajudaria naquela situação da pata: "Poderia me ajudar a levar a pata?".





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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptySex 08 Jan 2021, 01:00



TAKAMOTO & BLUMAYDEN


Mesmo sendo rápida para passar direto pelo hábil cozinheiro, recém recuperado de um sonho totalmente incrível, a garota acabava dando de cara com Nakamura que seguia seu rumo de volta ao farol. Enquanto o homem de cabelos azuis caminhava despreocupadamente, a menina corria olhando para trás, averiguando se o ruivo estava a seguindo, e em certo momento eles se chocavam. O baque do encontrão era forte mas não o suficiente para derrubar nenhum dos dois e ali a garota reclamava e se armava contra o homem à sua frente.

Com a faca em mãos e com um objeto estranho na outra, ela segurava sua arma defensivamente na direção de Blum enquanto este tentava entender o que se passava e quem era aquela garota de cabelos verdes. - Você ai, nem um passo! Não se aproxime de mim! - Exclamava a garota que a curtos passos tentava contornar Blum. No entanto, algo surgia para chamar a atenção do homem de cabelos azuis. Seu amigo Takamoto e companheiro de viagem aparecia vindo da mesma direção que a jovem garota havia vindo. Quando os dois trocaram olhares, eles imediatamente sabiam o que fazer e com uma bela sinergia ambos começavam a se movimentar.

Blum, por sua vez, entendia seu papel e mesmo não o executando completamente bem, havia sido feito o suficiente para manter a atenção da jovem nele enquanto Takamoto se esgueirava por trás dela. Já o ruivo, ele precisava ser mais rápido e mais preciso, para não levantar suspeitas da garota, mas por um milagre divino, ele fazia menos barulho que o estômago da garota que gritava de fome e encobria seus movimentos.

Com uma ação rápida, o ruivo conseguia executar seu plano. Vindo por trás da pobre garota de aparência depletada, ele a agarrava com um abraço de urso e a prendia contra seu corpo. - Ahhh! Me solte! - O jovem cozinheiro conseguia sentir o quão frágil o corpo da pequena garota parecia ser, porém, ele não levava as ações dela em consideração e por isso a tratava com desdém. - Eu… falei… para… me… soltar! - Mesmo presa no abraço, com seus braços praticamente imóveis, a garota não cedia facilmente e se mexia mais agressivamente que um peixe recém tirado da água!

Usando todas as suas forças e vontade, ela conseguia conectar uma cabeçada, com a parte de trás da cabeça, no queixo de Takamoto. Este, surpreso pelo “golpe” que recebia, acabava cedendo o abraço e dando espaço para a garota se soltar um pouco mais o suficiente para fazer a inversão do punho da adaga e tentar fincar sua lâmina na coxa do indefeso cozinheiro.

O golpe teria pegado em cheio na coxa de Takamoto se não fosse pelo pensamento ágil de seu companheiro que sacava sua arma com precisão e desferia e um golpe contra a empunhadura da garota. O golpe de proteção havia sido bastante efetivo para desarmar a garota, mas não fazia nada mais do que aquilo. Tendo seu golpe bloqueado e não acertando seu alvo, a garota ainda conseguia espaço para se afastar de Takamoto e com grande agilidade ela pulava para o lado, ficando a dois metros de ambos os caçadores, que agora estavam lado a lado e encarando a jovem garota de frente. - Se você acha que eu vou comer da sua comida podre, você está muito enganado! Eu vi que o velho odiou sua comida! Eu prefiro ficar com fome! - Enraivecida e acuada num canto como um animal arisco, a garota esbravejava enquanto sacava uma outra adaga de um coldre de facas que ficava em sua coxa. Restava agora saber o que Takamoto e Blum fariam, pois se eles demorassem, a garota provavelmente encontraria uma saída para escapar novamente.


Ambientação:
 


ARES


Depois de conseguir recobrar a consciência, Ares se encontrava em um lugar misterioso, rústico e cheio de pessoas que a olhavam com grandes e esperançosos olhos. Ao redor dela, era possível contar a presença de pelo menos dez deles. Homens, mulheres e até crianças, todos vestidos de uma maneira peculiar, seguindo o padrão do homem com quem falava. Este por sua vez, trajava um "chapéu" de penas que os destacava dos demais e, juntamente de sua postura, ele aparentava ser o líder daquele local.

Enquanto a jovem alada ainda tentava entender o que se passava, ela percebia que o povo ao seu redor a tratava como uma divindade, chamando-lhe como tal e tratando-a com o respeito que ela merecia. Mesmo com o corpo todo dolorido, a forma como ela era tratada a enchia de alegria e paz, anestesiando um pouco as dores que sentia e que haviam sido tratadas enquanto estava apagada.

Tomando seu tempo para explicar como ela havia chegado até eles, a jovem podia perceber que a cada palavra dita, sua plateia ficava ainda mais impressionada, principalmente quanto ela aceitava aquela sopa grotesca que lhe era oferecida. Ares não só aceitava um prato como ela repetia aquela refeição! A sopa tinha um sabor horrível de sangue e alguma outra atrocidade que ela não sabia o que era. Ela também era grossa e pegajosa, mas com um ato de extrema bravura a celestial engolia aquela gororoba e por muito pouco não colocava tudo pra fora! Aquele ato em si surpreendeu a todos, que suspiraram em um coro enquanto o líder tomava a frente.

- Meu Deus! Ela é mesmo nossa Yaretzi! Nossa guia que nos levará ao paraíso! Ela mesma sobreviveu ao Sobeke, o guardião do paraíso e a sopa de ossos! Isso é um sinal! É o sinal de que nossa ascensão está por vir! - Exclamava o líder daquele povo com bravura enquanto seus seguidores vibravam em retorno. Naquele momento, Ares via o que estava acontecendo e reunia suas forças para se levantar. Com dificuldade, pernas ainda bambas e com o estômago sendo revirado pela gororoba, a celestial reunia suas forças e anunciava com um grito que chamava a atenção de todos! Com um raio sua voz cortava a comemoração do povo que agora prestava atenção total em Ares.

As palavras da garota parecia surtir mais efeito do que ela esperava. O povo ali se reunia para ouvi-la falar e cada vez mais pessoas se agrupavam, ainda que mantendo um espaço para que ela pudesse falar e se movimentar livremente. Ao final de sua fala, muitos estavam chorando, outros vibrando, mas o líder deles parecia impactado! Emocionado pelas palavras ele fazia um sinal com a mão, silenciando todos ao redor e fazendo-os abaixar a cabeça. - Oh grande Yaretzi! Agraciada pela força divina de nosso criador e pela humildade de vossos servos! Tu és grandiosa e tuas ações honrosas! Eu, Hitvall, Cabeça de Pena, líder da tribo da gruta, agradeço humildemente pelo auxílio divino que nossa Yaretzi nos proverá! - As palavras do homem eram carregadas de respeito e eram devidamente aceitas pela população que abaixava a cabeça e se curvava para Ares. - Oh grande Yaretzi, nós estamos presos aqui há muito tempo! Impedidos pelo grande Sobeke, o crocodilo guardião do paraíso que devora a todos que tentam passar! Estamos esperando há anos pela aparição de nossa guia que nos levará na marcha final contra o guardião e nos levará para a ascensão! Mais cedo, quando ouvimos o rugido da fera ecoar pelas paredes de nossa gruta, sabíamos que algo iria acontecer. E aconteceu! Portanto, nos diga, oh grande Yaretzi, quando iremos a batalha da ascensão!? - Terminando sua fala, o homem estendia o braço em sua direção, convidando-a para respondê-lo e com muita atenção e apreensão as pessoas esperavam por sua resposta!

NPCs em Cena:
 

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptySex 08 Jan 2021, 23:11




O Log que vale Dois Bilhões de Berries
Alma do Cozinheiro.



O plano era efetuado, Blum tinha conseguido entender minhas insinuações e andei devagar, cada passo era silencioso como um cavalo saltitante, conseguia enroscar meu braço na pequena sabendo que ali tinha sido seu movimento final, minha força era meu maior trunfo e não seria uma simples criança que sairia das minhas mãos. - Já era. - Pelo menos foi o que pensei, ela esperneava e se mexia, parecia um peixe fora d'água. Sua magreza permitiu a levantar com mais facilidade do que achei, notava aquela falta de gordura, sentia somente pele e ossos. Sua determinação em escapar era impressionante, com um sorriso não a deixaria escapar, talvez fosse por a subestimar ou por sua grande vontade, acertou um bom golpe no meu queixo antes dos meus movimentos finais de imobilização.

Ai. - Ela escapava aproveitando do baque do golpe, é uma lutadora, apontava sua adaga para mim e contra-atacava, o golpe era amparado por um dos melhores espadachins que conheci em toda vida, meu irmão. - Obrigado Blum. - Levantei enquanto encarei a figura tão nova que parecia entrar em desespero, dois estranhos haviam a encurralado mesmo tomando espaço, era questão de tempo para ser derrotada. Naqueles poucos segundos que se passaram, fiquei puto, não pelo ataque, mas por ela falar mal da minha comida sem nem ter provado, Karthus não havia realmente ajudado, porém nunca se deve ofender um prato sem antes ter comido.

Minha expressão deve ter congelado, cerrei os olhos olhando para ela, encarava sua feição e toda aquela ladainha com as facas, dei o primeiro passo, era como um felino assustado mostrando suas garras ao predador. Daria o segundo passo e agacharia ficando na mesma altura da garota. - Você acaba de insultar meu maior orgulho, como cozinheiro não posso deixar isso passar barato. - Ficaria sério, ergueria o braço e estiraria minha destra e mudaria minha feição, um sorriso aconchegante. - Pode me dar a honra de mudar sua opinião? Não farei nada além de uma boa refeição, prometo. Doce ou Salgado, qual prefere? - Não deveria ter tentado a capturar de guarda baixa, a minha abordagem estava errada desde o começo, ela não parece confiar em ninguém e muito menos iria querer aceitar minha proposta, não podia fazer muita coisa, não brigaria com uma criança. - Vamos lá, o pior pesadelo de um cozinheiro é um estômago vazio.

Se a mesma tentasse me atacar, significaria que ela realmente não confiava em mim e assim teria que dá um motivo para ela confiar, não revidaria ou bloquearia, deixaria que a mesma me atingisse, se Blum tentasse intervir levantaria umas das mãos para dá o sinal de parar, aproveitaria do avanço da garota para colocar minha destra sobre sua cabeça suavemente. - Eu prometi que não faria nada além de um bom prato. - Sorriria mesmo ferido.

A garota poderia fugir, deixaria que a mesma tomasse seu rumo e gritaria. - Quando não conseguir aguentar mais, você sabe onde me encontrar, o cheiro da comida irá até você com toda certeza. - Não queria perseguir uma pobre garotinha, se ela pegou um Log do Karthus, ele mesmo o recuperaria já que é a pessoa mais influente daqui, se mesmo ligasse para o roubo.

Caso a oferta fosse aceita, apenas viraria as costas e diria. - Me siga. Vou te fazer algo incrível. - Iria rumo ao Hawk e deixaria que ela entrasse no meu solo sagrado também conhecido como cozinha, era a hora de preparar algum prato. Ao avistar o atirador, apenas faria uma breve saudação. - Temos visita Don.


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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptySab 09 Jan 2021, 00:13


Cap. III
O Log que vale Dois Bilhões de Berries

Não irrite um cozinheiro
Eles podem ser cabeça oca

Conseguia intervir no golpe e deixar o cozinheiro seguro, menos uma trabalho para mim. Sabia como era horrível passar um bom tempo sem colocar uma comida na barriga, porém a garota parecia decidida em sua escolha. - Bem, Taka, vamos para o farol, já que ela não quer nossa ajuda. - Virava a cabeça para trás esperando uma concordância com o ruivo. - Eh, Taka… - Levantava um dos braços e acenava, aguardando uma resposta do mesmo.

Rangia os dentes, pois sabia que não sairia coisa boa dali. - A garota conseguiu irritar essa besta quadrada. - Cobria o rosto com a palma. - Ela tinha que falar da comida dele? - Takamoto assumia uma feição nada agradável, sabe lá o que o boxeador poderia fazer. Me recordo bem quando éramos criança, um grupo de garotos falou mal de um pudim feito por ele? O que o ruivo fez? Digamos que ele usou artifícios nada ortodoxos para as crianças comerem sua comida.

A garotinha estava armada, mas era com ela que eu estava preocupado. Ninguém sabia o que estava a passar na cabeça do ruivo. Com a mão em cima do cabo da espada, tentaria me aproximar para resolver algum possível conflito que ocorreria, entretanto, o cozinheiro me advertia com um sinal que minhas ações não seriam necessárias.

Notando a atitude serena do meu irmão percebia que não havia nada para me preocupar. - Francamente, esse cara me deixa preocupado. - Suspiraria. - Esse idiota é que nem chulé, quando decidi uma coisa, não sai do seu pé. - Falaria para garotinha, coçando a orelha. - Não quero te forçar a vir conosco ou algo do tipo, mas eu posso afirmar que esse cara faz uma baita de uma comida! - Sorriria.

Agora apenas seguiria o rumo dos acontecimentos, se a garota não quisesse ir com a gente iríamos rumo ao farol, caso quisesse, iríamos para o adorável braços do Hawk.

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptySab 09 Jan 2021, 16:55

A proposta


Aquelas pessoas realmente não me ouviam, porém acho que não é por mal. O jeito que eles falam, o jeito que eles agem, provavelmente estão presos aqui há muito tempo e não conseguem sair de forma alguma. Me questionei até um pouco o motivo, já que o local era a suposta passagem por vários piratas, certamente algum deles teria passado por ali.
- Bom, não vai ser algo fácil de resolver. No meu estado atual eu quase não consigo lutar e aquele crocodilo era sem dúvidas forte, porém, acredito que não seja forte o suficiente para aguentar o que tenho em mente. - eu dizia, raciocinando sobre como exatamente iria conseguir derrotar aquela criatura estando tão fraca, porém já tinha algo pensado, só precisava de recursos para o plano - Bom, Grande Hitvall, gostaria que você e mais um ou dois dos homens mais fortes neste local me acompanhassem. Eu não vim sozinha para este local e tenho dois companheiros muito poderosos me acompanhando, se os seus guerreiros mais fortes e os meus guerreiros mais fortes pudessem lutar juntos contra Sobeke, tenho certeza que poderíamos vencer. - eu disse, esperando ser convincente o suficiente. Achei que era um proposta básica que eles provavelmente iriam aceitar, já que me vêem como uma divindade, pessoas escolhidas pessoalmente por mim seria algo de admirar, eu acredito. Também não tenho certeza se o Diabo Ruivo consegue lidar com o crocodilo mesmo ele sendo tão forte, mas vale a pena tentar.

Tendo isto em mente, eu precisava me preparar para a expedição e em como lutar contra aquele monstro. Pra começar que teria que ter alguma forma de realmente machucar ele, mas meu corpo provavelmente não iria aguentar tentar passar pela pele dura que ele aparentava ter apenas com um chute, e foi nesse momento, com esse pensamento, que eu pensei em algo - Ei, vocês por acaso teriam algo parecido com uma lâmina? Algo como uma espada? - sim, eu me lembrava, antes de ter a confusão com a criatura eu havia enfrentado um homem que utilizada de uma lâmina para lutar comigo. "Isso é perfeito. Eu pensava que aquele homem era muito forte, mas a realidade é que a lâmina quem permitia ele passar pela minha carne tão facilmente. Se eu conseguir uma lâmina como aquela, talvez o crocodilo não seja problema!", no entanto isso levantava outro problema, eu não sabia lutar utilizando a arma, o que seria de fato triste numa ocasião como aquela, então decidi apelar, para caso eles realmente tenham o objeto - Bom, eu vou precisar da ajuda de um de vocês, aquele que for mais habilidoso na arte da espada. Nunca realmente precisei utilizar de uma, mas para derrotar Sobeke, precisarei aprender, então, gostaria de um mestre! - diria, caso aquela tribo tivesse algo como uma espada com eles.

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 5 EmptySab 09 Jan 2021, 19:26



TAKAMOTO & BLUMAYDEN


Com a garotinha encurralada contra uma pedra que havia na beirada da estrada, a dupla de contraste nos cabelos tentava convencer a garota com uma abordagem diferente da usada anteriormente. Era possível ver nos olhos da jovem, e também pelo seu corpo, que ela parecia de fato um animal selvagem e que estava determinada a se defender a qualquer custo, porém os dois também estavam determinados a ajudá-la.

Quando o ruivo deu um pequeno passo para se aproximar da garota, ela imediatamente reagiu ao levantar a guarda ainda mais e recuar o máximo possível, até ficar com as costas contra a pedra. No entanto, as palavras dos dois pareciam estar fazendo algum efeito. Afinal, mesmo com a garota rangendo os dentes de raiva, o estômago dela continuava a gritar de forma bastante audível a todos ali presente.

Depois de ouvir a oferta de Takamoto, o olhar da garota já não eram tão ariscos como no início e os dentes que ela mostrava de raiva, agora davam lugar a uma expressão mais melancólica. Os dois não sabiam bem o que havia acontecido com ela, mas eles sabiam que eles tinham provocado algo. O “golpe” final vinha quando um rugido fenomenal surgia da barriga da garota. O som era tão alto que ela arregalava os olhos e perdia completamente a pose de luta. Ela não só parecia faminta, parecia que ela não comia a dias!

Por um momento os olhos da garota perdiam o foco, como se ela perdesse a consciência por um breve segundo, para em seguida ela olhar na direção da dupla. Diferentemente de antes, agora de seus olhos escorriam lágrimas e um pedido de ajuda. Finalmente cedendo ao convite de Taka e Blum, a garota acabava largando a faca e erguendo a outra mão, mostrando a Log Pose roubada. Ela precisava de três passos para concluir o caminho até os dois homens, porém, um barulho ainda mais alto que o estômago da garota interrompida aquele momento.

O barulho era na verdade o som de um tiro de uma arma de fogo que vinha da direita dele e, diante dos olhos dos três, a Log Pose explodia na mão da garota! - Hahaha! Você quase conseguiu garota! - A voz de Karthus interrompia o momento e quando todos olhavam para o lado conseguiam ver Karthus, segurando um lagarto gigante no ombro e com a arma apontada na direção de vocês, com fumaça ainda saindo da boca do cano. Ao lado do homem, vocês viam Marx, de queixo caído ao ver Karthus acertar algo tão pequeno a mais de vinte metros de distância e sem nem machucar a mão da jovem que segurava o alvo, e a sua fiel companheira sem nome mas que vocês chamavam de Pata.

Ao olharem novamente para a garota, vocês notaram que, depois da Log Pose explodir, ela continuava a encarar o local onde estava o objeto antes e após alguns segundos ela simplesmente cedia completamente e desmaiava para frente, dando a chance de um de vocês segurá-la antes de cair de cara no chão.

Depois daquele espetáculo por parte de Karthus, o homem junto de Marx e o crocodilo gigante iam até onde vocês estavam. A pata era a primeira a chegar até vocês e logo depois de cumprimentar ambos com um barulho, que poderia ser traduzido como um “oi”, ela se aproximava da garota e, com cuidado, começava a cheira-la.

Karthus e Marx demoravam um pouco mais para chegar perto. Ao chegar ele colocava a enorme fera no chão e falava. - Uffa, foi por pouco que ela ganhou a aposta e quase conseguiu me roubar. Graças a vocês eu ganhei novamente! Hahaha! - Com muito bom humor o velho Karthus se gabava de ganhar mais uma aposta. Porém, o homem então olhava na direção da garota e acabava notando algo que mudava todo seu semblante. - Arf… Esse cara é mesmo muito medíocre em usar uma criança nesse estado. Venham, tragam ela e você pode usar minha cozinha para preparar esse lagarto gigante aqui e talvez eu reconsidere nossa aposta. - E assim o dono do farol se virava, colocava o jacaré gigante no ombro com bastante facilidade e seguiu andando para a direção do farol.

Ambientação:
 


ARES


Já havia sido difícil para Ares reunir suas forças para se levantar e agora aquele povo queria que ela lutasse com uma fera poderosa como aquela. O pouco que Ares havia lutado contra aquele bicho, ela havia sido capaz de descobrir um pouco de sua força, afinal, havia sido culpa dela que Ares estava onde estava. Felizmente, Ares havia sido encontrada por um grupo de pessoas que estavam dispostas a ajudá-la e segui-la para a batalha. Com isso em mente, a jovem bolava um plano para enfrentar aquela criatura e sair daquele local.

Quando a jovem começava a falar, todos olhavam para ela e a ouviam com atenção e devoção. Ao mencionar que a luta iria acontecer, todos os presentes comemoraram silenciosamente com um largo sorriso e quando Ares pedia ajuda a Hitvall e alguns guerreiros todos batiam palmas. Hitvall dava um passo à frente, como se tivesse sido convocado por ti, e batia no peito em uma postura confiante. - Eu e meus guerreiros aceitamos seu chamado, grande Yaretzi! Mas eu lamento dizer isso, não conseguirei encontrar 3 guerreiros, porque todos os nossos guerreiros querem lutar ao seu lado contra o Sobeke! - Quando o líder daquele acampamento falava aquilo, imediatamente surgiam dez “guerreiros” da pequena multidão que se formava ao redor de vocês.

Altos, baixos, magros, fortes e gordos. Haviam lutadores de todos os tipos e todos eles possuíam um semblante determinados a lutar. Além disso, todos portavam uma lança improvisada com pedras afiadas no lugar de onde seria a lâmina e um escudo de madeira, também improvisado. Por mais determinados que eles fossem, era impossível dizer se eles eram bons de batalha ou não, aquilo somente seria provado na luta em si.

Aquilo por si só era uma prévia para a sua pergunta, mas quando você a fazia, o líder olhava para baixo, um pouco decepcionado, mas logo depois ele sacou da cintura a sua própria lâmina e a estendia a você. - Esta é a única lâmina que temos aqui. Infelizmente nossas armas foram feitas das pedras que retiramos dessa caverna e de madeira que encontramos um pouco mais acima de nós. Mas essa espada aqui foi nos dada pelos deuses. Assim como eles a trouxeram até nós, eles enviaram essa espada dos céus para nós como presente! Por isso ela é o símbolo da nossa liderança e por isso lhe entrego! - Havia um pesar na voz do homem que, além da espada, ele carregava uma lança, também improvisada, mas nenhum escudo à vista. - Eu também sou o único guerreiro que sabe usar essa arma entre nós, o grande Yaretzi.

A espada em si não era lá das melhores. Na verdade ela parecia bem desgastada, apesar de afiada, porém era, ao que parecia, a única arma de verdade que eles possuíam, o que acabava por explicar o porquê eles estavam presos naquele local.

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