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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 O Log que vale Dois Bilhões de Berries

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptySab 10 Out 2020, 13:43

Relembrando a primeira mensagem :

O Log que vale Dois Bilhões de Berries

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) caçadores de recompensa Takamoto Lisandro e Nakamura Blum e dos(as) civis Max Evans e Ares Coldwood. A qual não possui narrador definido.


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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptySab 05 Dez 2020, 23:00




O Log que vale Dois Bilhões de Berries
Caraca².



Blum não estava nada contente com o resultado e eu muito menos, tinha que engolir em seco as críticas do regente e assim aceitar as consequências da minha aposta. De joelhos, apenas supliquei uma coisa, queria provar o prato da garota que me derrotou, ela levou a sobremesa até minha boca, peguei com meus lábios sem sentir o gosto, olhei nos olhos dela tão rubros quanto fogo. Não havia razão para hesitar, coloquei para dentro e senti minha língua se permear com tamanha doçura e sutileza, porém tinha algo mais na receita, sentia uma forte lembrança em conjunto com as sensações impostas pelo doce.

A nostalgia de uma vez sentir na ilha de gelo, meus olhos começavam a arder como se tivesse acabado de virar uma garrafa de pimenta vermelha, mas não sentia qualquer ardor em minha boca. Pisquei algumas vezes sentindo todo o ambiente se escurecer, não conseguia enxergar Blum e muito menos Don Karthus, por um momento me perdi da minha mente e fiquei estático tentando entender o que estava se passando. - Blum?! Urahara?! - Busquei por meus companheiros sem resposta, o céu estava tão escuro e no horizonte conseguia ver uma luz vermelha tenebrosa, o farol era tão assustador assim? Aquela estrutura parecia me chamar de alguma forma, em meus pés papéis criando uma trilha até aquela edificação.

Levantei sem pestanejar, não sabia ao certo o que estava acontecendo, mas nesses últimos meses já havia passado por loucuras ainda maiores, minha mente não seria quebrada tão facilmente. - Droga, tô entendendo é nada. - Cocei minha nuca buscando lembrar do que tinha acontecido anteriormente, só havia comido o biscoito, do biscoito vim parar aqui, se não fosse alguma entidade como Treze, só poderia dizer acabei de ser drogado novamente, a experiência anterior foi horrível.

Senti um calafrio percorrer minha espinha, crianças invisíveis rindo e sons estranhos, meu coração acelerava de súbito, mas não era hora de tremer na base por mais que estivesse nervoso. - Ei, alguém! Aparece aí! - Falei enquanto caminhava na direção proposta pelos papéis, teria de resolver o que ocorria nesse momento, é meu dever retornar a realidade, ainda tinha de pagar com a aposta e conseguir o Log Pose de algum jeito. - Seja quem for, cai dentro! - Gritaria forçando meu corpo a seguir em frente.


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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptySeg 07 Dez 2020, 23:55







O
Farol

Ares e Max

O pedido de socorro da pequena Ares ecoa por toda a caverna, despertando todo o potencial heroico de Max Evans, que dispara ao encontro da celestial. Por conta do tremor algumas estalactites começam a cair, mas o jovem de cabelo laranja consegue ir se esquivando, saltando para os lados e realizando manobras impressionantes, dignas de um acrobata de primeira. Por fim, Max consegue chegar em Ares, não demora a coloca-la em seus braços e ergue-la com certa facilidade, já que a garota é bem leve.

O próximo passo é sair da caverna, o trajeto não é tão longo assim, mas por conta da euforia do momento e do perigo eminente, a distância parece se tornar bem maior do que quando entraram ali. Apesar de tudo, Max corre igual um avestruz e em questão de poucos instantes consegue alcançar a saída, vendo a luz do dia confirmar o sucesso da sua fuga.

Assim que consegue de fato sair da caverna, Max e Ares se veem de volta ao paredão da Reverse Mountain, há [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] por toda a montanha e outras cavernas igualmente cativantes. Acabam por se deparar com os três indivíduos de antes, o único que parece ter desaparecido sem deixar rastros é o homem com quem Ares lutou.

- Não se mova! - Ordena o rapaz moreno, apontando outra vez a cimitarra em direção de Evans e de Ares. Próximo dele está o loiro e a mulher de antes, seus companheiros.

Max continua com a pequena em seus braços, e não hesita mesmo estando em clara desvantagem numérica, resolve contar toda a verdade, sendo bem sincero e até mesmo apelando para o emocional dos desconhecidos. Mas perder tempo ali, bem na frente daquela perigosa caverna, acaba não sendo a escolha mais sábia, pois a criatura sai com tudo para fora, impedindo o moreno de responder.


Ela destrói parte da entrada ao sair, graças ao seu corpo de proporções elevadas; quando sai, faz com que Max e os outros três se afastem para trás instintivamente, a besta acaba entre os dois grupos. Trata-se de uma espécie de crocodilo gigante! Tem ao todo 8 patas, 4 em cada lado de seu corpo; as pressas e as garras são absurdamente grandes, todas parecem bem afiadas e perigosas.

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A enorme criatura [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], se virando para o lado; ela acaba [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] com Max e começa a deixar muita baba escorrer. Por estar mais próxima, o rugido também fica bem mais alto e isso certamente incomoda Ares, fazendo sua cabeça doer pelo barulho elevado. - Ma-mas o que diabos é isso?!? - Exclama o moreno, espantado com a aparição. - Eu não sei, só sei que não quero virar lanche dessa coisa. - Responde o loiro.

Os três chegam a um consenso e saem correndo na direção oposta ao da criatura; eles se aproveitam do fato da besta estar totalmente concentrada em Max Evans. E talvez pela adrenalina do momento, pelo medo ou quem sabe até desejo de manter-se viva, Ares tem uma súbita sensação de energia voltando ao seu corpo, o que não muda o fato de estar bem machucada e fraca, mas pode ao menos andar com suas próprias pernas se assim desejar, embora correr ainda possa ser um certo desafio. Irá Max realmente conseguir encarar aquilo e defender a pequenina? Ou morrerá como um verdadeiro herói ali mesmo? Seja como for, a situação é crítica para a dupla.

Blum

Blumayden educadamente recusa o biscoito, sua mente está repleta de preocupações e o apetite parece sumir diante da inevitável punição que está prestes a sofrer. - Poooxa. - A gatinha fica um pouco chateada, mas não tanto, ela logo se anima ao avistar um novo alvo.

Conforme Blum se aproxima de Karthus, percebe a clara estranheza no olhar de Takamoto, então chama pelo seu irmão, mas não recebe resposta nenhuma, nem mesmo após repetir o processo. Ao se aproximar e analisa-lo melhor, nota que de fato ele está alterado, suas pupilas estão dilatadas e a mente parece ausente, é uma reação que pode resultar de diferentes situações; após observar um pouco e pensar em todos os acontecimentos recentes, Blum chega a uma conclusão: A sobremesa da gatinha é o problema!

- Vai com calma, nyaah! - Blum vê a gata esgueirando-se ao redor de Urahara, dando-lhe o último biscoito, mas ele parece abatido antes mesmo de comer o lanche, os olhos dele tomam a forma de corações e ele volta a ter sangramento nasal. Blum vê mais um dos seus aliados sendo retirado de circulação.

A única opção que sobra é tentar ganhar tempo, e é o que Blum faz, começa a dialogar e tentar convencer Karthus para que ele espere um pouco antes de seguirem para a punição. - Tsc! Atordoado?! Estão tentando me passar a perna, garoto?! - Ele bate com o punho na mesa, não parece nenhum pouco contente com aquela desculpa.

De repente, um rugido alto e não tão distante é escutado, seguido de altos estrondos que parecem rochas caindo. - Mas o que?? - A cada instante o dia de Karthus parece piorar, pois além de ter problemas com dois devedores, agora também há alguma criatura acabando com a calmaria do seu farol. - Irei deixa-lo pegar um pouco de ar, mas nem pensem em fugir! Ou se não serei obrigado a caça-los! E quando você menos esperar, eu estarei lá! - Ele exclama, dando de ombros e indo verificar o que está causando todo aquele alvoroço.

Blum consegue o que desejava, agora tem mais tempo para controlar a situação, porém, não consegue a ajuda de Urahara, sendo obrigado a carregar Takamoto para fora sozinho. - Mas eu queria tanto aquele brinquedo... - O caçador está agindo estranho, ele está cabisbaixo, lágrimas escorrem de seus olhos e ele está sendo consolado pela gatinha. Aparentemente o efeito colateral daquela sobremesa varia de quem a consome, já que os três casos são bem diferentes uns dos outros.

Com certa dificuldade e tendo de exercer bastante força, Blum leva Takamoto para tomar ar puro. O céu está limpo, uma brisa agradável pode ser sentida, o farol está logo ali adiante; Karthus está se afastando do local a passos largos, claramente aborrecido. - Quac! Quac! - O pato surge, correndo ao redor de Taka e Blum, deve estar preocupado com o ruivo.

Juntando todas as informações coletadas com os seus conhecimentos em farmácia, algo vem na mente de Nakamura Blum; talvez ele esteja errado, mas ingerir bebidas alcoólicas tem certa chance de ajudar, ao menos é eficaz para combater os efeitos de um droga chamada Shogyl, que aplica condições muito similares aos daquela sobremesa; por outro lado, provavelmente Taka irá se recuperar sozinho, pois drogas com efeitos similares a essa não costumam ter longa duração, ou talvez esteja totalmente errado nas suas análises, é difícil ter total certeza sem saber exatamente contra o que está lidando.

Takamoto

Takamoto chama pelo nome de seus companheiros em vão, ninguém ali irá escuta-lo, está completamente sozinho. O que resta ao ruivo é seguir adiante, e talvez ele perceba isso, afinal se levanta e começa a rumar em direção do farol. Todo aquele cenário faz o coração de Taka acelerar, seus questionamentos são lançados ao vento, pois não recebe nenhuma resposta de volta, exceto por mais ruídos estranhos, que servem apenas para deixa-lo mais tenso.


- Seja quem for, cai dentro! - São as palavras proferidas pelo ruivo, logo após ele ficar diante do farol, uma edificação bem maior do que consegue se recordar, além de mais imponente e sinistra. De repente, Takamoto escuta uma voz familiar ecoando pelas montanhas, se parece muito com a voz de Blum. – Taka? – Mas está tão distante, que parece mais ecos vindos de um outro mundo. Essas palavras fazem o ruivo perder a atenção, acaba desviando o olhar do farol, observando os arredores e não conseguindo identificar exatamente de onde veio o chamado.

Quando Takamoto está se virando de volta para o farol, algo áspero e duro acerta sua face com força, como o soco de Blum, porém, muito mais forte. O impacto faz o ruivo [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] longe e perder todas as roupas no trajeto, exceto pelas íntimas, aterrissando em uma posição nada agradável naquele solo seco.

Agora Taka está uns trinta metros de distância do farol, e consegue ver aquela edificação literalmente se desprendendo do solo, levando parte do chão consigo; é como se o farol ganhasse vida, além de um novo [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], que lembra muito a uma aranha, porém, toda feita de pedra e tijolos; foi uma daquelas "pernas" que acertou o ruivo. A coisa começa a tentar se equilibrar, como se estivesse se acostumando com o novo corpo; começa então a caminhar desajeitadamente na direção do ruivo... Seu desejo? Provavelmente é esmaga-lo!

Off:
 


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Takamoto Lisandro
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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptyTer 08 Dez 2020, 23:43




O Log que vale Dois Bilhões de Berries
Amassar o Farol.



Por um fio de segundos, ouvi a voz do Blum ecoar na minha cabeça, não soube de que direção vinha e muito menos se era real, tudo aquilo que acontecia me deixou cabreiro. Ele parecia estar a mil quilômetros de distância, mesmo assim rodei feito bobo tentando encontrar meu irmão em meio a escuridão, foi naquele momento de busca que sentia um forte golpe direcionado a minha cara, era duro feito pedra, mordi com força aguentando a dor enquanto meu corpo era lançado para longe, todo breu impossibilitava ver o que tinha me atingido enquanto voava, meus olhos se reviraram e meu dentes rangiam.

De bunda para cima e cabeça para baixo, senti um frio percorrer pelo meu corpo, girava meu corpo enquanto me deitava, estava sem minhas roupas do corpo, sendo mais exato, estava semi-nu. A cueca samba canção com estampa de leão aparecia, não tinha tempo a perder com vergonha, a mesma pessoa que me atingiu não estava afim de conversar e muito menos deixaria que o diálogo fosse a solução depois do golpe que tomei sem qualquer aviso. - Cai dentro! - Formei minha base e olhei adiante para a direção ao qual estava antes de ser lançado, era como uma cena de terror acontecendo, o farol ameaçador ganhou vida, toda sua movimentação era bizarra, ele quebrava o solo e pernas robustas sustentavam sua base, era como se fosse uma aranha.

Espero não ganhar aracnofobia, pois o clima era horripilante, o barulho estranho aumentava além que tinha um farol aracnídeo atrás de mim. Se era real ou não, não sabia ao certo, poderia ser apenas mais uma peça de um dos seres mais poderosos deste mundo ou uma simples alucinação, mas não deixaria que minha vida fosse subjugada por uma construção maldita. - Pode vim! - Engolia o medo com um sorriso, por mais que estivesse semi-nu, no meu braço carregava o presente dado por minha mãe, o colocaria rapidamente como uma faixa em minha testa e travaria meus pés no chão com força.

Não havia treinado tão duro para nada, seria a hora de mostrar o resultado de todas as experiências e lutas que tive até aqui, teria de enfrentar um oponente completamente feito de tijolos e cimento além de outras coisas para construção. - Se tem uma coisa que eu vou fazer com você é.. EU VOU TE AMASSAR! - Esperaria que ele viesse a ficar em uma distância certa para que viesse apunhalar com suas garras, aplicando o básico de taek iria sobrepor minha perna sobre a dele a fim de iniciar em um pulo uma corrida até sua base. - Só preciso de um soco. - Sentiria meu sangue correr por todo meu corpo, bloquearia possíveis ataques direcionando meu corpo para o lado e forçando o ataque a ser redirecionado enquanto continuaria a escalar, o calor gerado se direcionar ao meu punho, era a hora de mostrar a força de um homem. - TOMA ESSA! - Tentaria desferir um soco no farol o fazendo entortar o amassando.


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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptySab 12 Dez 2020, 00:07


Cap. III
O Log que vale Dois Bilhões de Berries

Max e Ares onde estão vocês, meus filhos?
Uma esperança com pena

- Droga! Mais um companheiro abatido. – Olhava para Urahara e apertava os punhos, como toda aquela situação havia chegado nisso? Trocava olhares com a mulher gato e lastimava, essa dona má sorte não largava do meu pé, a cada instante faz feitos extraordinárias para acabar com minha paz. Como iria imaginar que a gata que resgatei poderia se tornar nosso algoz?

Mesmo com tanta energia negativa circulando o local, conseguia convencer o velhote e ganhar um pouco mais de tempo. Ironicamente o destino dava uma salpicada de sorte no meu caminho, bem, não do jeito que eu esperava, ouvia-se um grito aterrorizante de uma fera, chamando a atenção de Karthus e ajudando o mesmo a aceitar minha proposta. Não podia negar que ajudou, entretanto, tinha algo muito errado nessa história e meu sentido aranha pressentimento dizia que algo de ruim estava acontecendo e de alguma forma isso me afetaria. Podia parecer maluquice, porém os eventos decorrentes de minhas aventuras passadas faziam me acreditar.

No momento só restava-me esperar algum companheiro chegar aqui, mas quanto tempo eles poderiam demorar? Será que estavam no Hawk ou saíram para algum lugar? Pensando melhor era uma grande incerteza contar com eles agora, e caso saísse para chamá-los, o velho, provavelmente, iria arrancar meu couro. Além disso, Taka estava inconsciente pelos efeitos do biscoito e eu não tinha os aparatos médicos comigo para passar mais rápido o estado do cozinheiro. – Droga! Não é como se uma luz fosse abrir assim do nad- Paralisava ao ouvir um som bem familiar. – Quac! Quac! – O PATO!

A ave surgiu para ser meu último truque na manga. – Sei que está preocupado com esse cara, mas não se preocupe. – Diria aconchegando a cabeça do pato com minha mão, se assim deixasse. – Preciso de um favor, ache a Ares e o Max para podermos salvar esse idiota aqui! – Proferiria cada palavras seriamente e bem devagar para que o mascote entendesse. Caso o pato ainda tivesse confuso faria alguns gestos para simplificar, apontaria para o além. – Procurar! – Puxaria meu cabelo de modo que parecesse espetado. – Max. – Após isto abaixaria meus cabelos e faria um gesto de corpo de mulher(famoso violão). – Ares. – Juntaria as duas mãos como se fosse uma reza e depois apontaria para o ruivo. – Ajudar! – Caso o animal ainda permanecesse hesitante, pediria um biscoito para a gatuna, se ela ainda tivesse. – Recompensado pelo trabalho. – Apontaria para comida, assim poderia despertar algum interesse da ave, dessa forma, fazendo a me ajudar.

Não sabia se surtiria algum efeito no pato, porém era a única opção que tinha naquele momento, faria um grande esforço para passar a mensagem ao animal, repetindo passo a passo os meus gestos. – Por favor, entenda! – Caso não obtivesse êxito, teria que apenas contar com a paciência de Karthus para algum aliado aparecer. Se não obtivesse sucesso, apenas um futuro brilhante me aguardaria, bem, não no bom sentido. - Pelo menos posso sair logo daqui e renovar minhas forças com o mayoo!

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptySab 12 Dez 2020, 19:47


Act 07
Enter the Heat of the Moment!




Durante alguns momentos eu não pude acreditar que estávamos fora da caverna, não livres do perigo mais ao menos fora da caverna, eu havia explicado com detalhe a nossa verdade e pelo ou menos naquele momento, um raio de esperança aparecia, me fazendo acreditar mais uma vez que tudo iria ficar bem.

A calmaria, entretanto, não durou por muito tempo. Naquele momento, o que eu esperava que aconteceria se inverteu, por enquanto eu tinha esperança de que a criatura ia permanecer na caverna, mas aparentemente irritamos o suficiente ela para que ela levasse a roupa suja pra ser lavada do lado de fora.

O monstro se colocava na minha frente, gigante, não saberia identificar aquela criatura, nunca a tinha visto até o momento, parecia similar a um crocodilo mas o número de pernas e nem o tamanho indicava ser um, além disso, de quem foi a ideia dar tantos dentes e tantas garras para um bicho desses?

Mais uma vez tentaria respirar, me manter presente no momento enquanto o animal se locomovia até que ficasse de frente comigo e Ares. Eu tentaria permanecer o mais imóvel quanto possível para que a criatura não simplesmente desse um bote, tentaria ainda dar calmos e lentos passos para trás tentando criar uma certa distância entre nós.

" Não creio que consiga nos tirar daqui com essas, hein" Falava com Ares em tom de brincadeira com um leve sorriso no rosto, claro, que não só por ela mas por mim também eu precisava pensar em algo e rápido.

Naquele primeiro momento não pude pensar em mais nada além de correr o mais rápido que pudesse na direção oposta do animal, mas que bem isso me faria, eu provavelmente seria alcançado rapidamente, Eu observava alguma das cavernas e tinha uma ideia, e no momento era o que havia me restado.

"Presta atenção, olhe por cima do meu ombro, ou pelo ou menos tente ver a criatura, se isso der errado tenta usar qualquer força que tiver pra se jogar pra longe de mim. Desse jeito só da ruim pra um de nós."

Eu iria correr com toda energia em meu corpo para a entrada da caverna mais próxima de mim (sem ser a que o monstro saiu), utilizando de aceleração e toda fé que havia em meu corpo eu ia rumo a caverna e no último instante possível tentaria mudar de direção subitamente me jogando com o máximo de força nas pernas para a esquerda. Tentando cair de costas para não ferir Ares que estava em meus braços.

A ideia era usar a grande massa do animal junto com sua velocidade para que ele não consiga parar seu movimento a tempo e batesse nas rochas que compunham a entrada da caverna, ou começasse a entrar na caverna devido a velocidade, conseguindo mais tempo para que nós pudessemos fugir.

Caso meu plano tivesse êxito eu tentaria me levantar, pegar Ares novamente, se necessário e correr na direção em que os outros correram.

Caso o monstro desse qualquer tipo de sinal identificável de que iria dar um bote ou algo do tipo antes que pudesse executar meu plano eu tentaria então manter as pernas firmes pra que eu possa me arremessar para qualquer lado que me deixe mais distante da boca da criatura. Me levantaria segurando Ares e iria correr em direção oposta a que o bote foi dado,




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-- Pensamento --

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" Scott Ashwood "
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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptyTer 15 Dez 2020, 01:08

Sacrifício


E mais uma vez esse local amaldiçoado conhecido como "Grand Line" mostrava suas garras para mim, dessa vez pelo menos 40 delas. Graças a ajuda de Max, eu ainda estava viva de alguma forma, apesar de ainda estar um pouco tonta pela perda repentina de sangue e com a cabeça doendo pelo enorme rugido que a criatura soltava enquanto fora da caverna. Era a pior das situações até agora, até me fazia sentir falta daquele diabo de antes, apesar que 50% de tudo isso é culpa dele também...

Evans começava a explicar seu plano e tentava criar um tipo de estratégia suicida para si mesmo, que mesmo corajoso, eu não podia deixar se realizar. Se eu queria ser capaz de utilizar o título de "Filha de Deus" eu tinha que ser capaz de salvar pelo menos um companheiro meu desse tipo de perigo. Apesar desse pensamento, fazer aquilo naquelas condições era quase impossível, pelo menos usando meu corpo inteiro, foi então que tive a ideia de usar a única benção divina que ainda restava em mim, a voz. "Depois de tudo que fiz com essas pessoas, vai ser bem difícil tentar convencer eles a serem aliados, mas é tudo que eu posso fazer no momento. Por favor, pai meu que está no céu, ajude a tornar isso possível", e foi com esse pensamento que enchi o peito e comecei a falar o mais claro e de forma mais imperativa que conseguia:
- ESCUTEM AQUI VOCÊS TRÊS!!! ESTÃO VENDO ESSA COISA?! VOCÊS ACHAM MESMO QUE VÃO CONSEGUIR ESCAPAR DELA ENQUANTO ESTIVEREM NO FAROL?! EU DÚVIDO MUITO! NOSSA MELHOR CHANCE É JUNTARMOS FORÇAS PARA DERRUBAR ELE, EU MESMO SENDO A ISCA SE PRECISAREM DE ALGUMA PROVA!! - tendo dito isto, eu iria largar dos braços de Max, mas sussurrando bem baixo em seus ouvidos - Me agarra e corre o mais rápido possível assim que tiver a chance - e dando três passos a frente, iria abrir meus braços e gritar na direção do monstro - PODE VIR CONTRA MIM, SEU LAGARTO GIGANTE! ACHA QUE VOU TER MEDO DE VOCÊ NO MEU CAMINHO PARA O PARAÍSO?! VOCÊ É SÓ MAIS UM OBSTÁCULO QUE EU PRECISO DERRUBAR!!! - e tendo mostrado que estava disposta a sacrificar minha vida pela chance de ganhar confiança daquelas pessoas, esperava que Evans conseguisse me salvar a tempo ou que aquelas pessoas pudessem me salvar, caso contrário, meu pai teria que puxar uma enorme carta de seu bolso para me ajudar e dizer que eu fui digna de passar em seu teste...

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptyQui 17 Dez 2020, 09:32







A
Pata

Blum

Com o surgimento da pata, Blum teve uma ideia brilhante, enviar o animal para averiguar a estranha situação. Começou o diálogo com palavras tranquilizantes e sendo amigável, mas a pata recuou um pouco quando o rapaz foi acariciar sua cabeça, dando algumas bicada de leve para afastar a mão do mesmo. - Quac?! - O animal pareceu confuso com o pedido do caçador, mesmo este falando bem devagar; inclinou a cabeça encarando Blum e tentando compreender.

Mas bastou fazer alguns gestos estranhos e até hilários para aparentemente conseguir algum progresso; a ave sai correndo logo após Blum explicar os alvos, já se ela está indo para o lugar certo e se chegará a tempo é uma outra história.

Blum permanece no local, junto de Takamoto.

Takamoto


Rola sanidade ai.

Takamoto se recompõe, o golpe duro que levou deixou sua face dolorida, mas não é nada que vá tira-lo do combate. O ruivo coloca a faixa - presente de sua mãe - na testa e se prepara para o embate, sem hesitar mesmo diante de um inimigo tão assustador.

O farol vai se aproximando do ruivo, seus passos fazem o solo tremer, não parece se importar nenhum pouco com as palavras e ameaças proferidas pelo caçador de recompensas. Quando chega a uma distância aceitável, ele ergue uma de suas "pernas" e desce com tudo, mirando sua pisada naquele ser que incomoda o seu descanso.

Takamoto não é mais o mesmo de tempos atrás, suas habilidades evoluíram e muito ao longo das últimas aventuras; se comparado com quando estava nos blues, agora ele pode se considerar um verdadeiro guerreiro do mar. Com uma bela evasiva, o ruivo consegue não apenas evitar o ataque - que provavelmente teria machucado, já que parte daquela perna finca no chão lançando destroços para todos lados - como também começa a escalar a construção viva, correndo a todo vapor.

O farol tenta fazer aquele humano inconveniente cair, tremendo e agitando todo o seu "corpo", mas não adianta de nada, seu destino já está selado. Takamoto continua subindo pela perna e sente seu corpo ferver de adrenalina, o punho se fecha e quando chega na base do farol, Takamoto direciona toda sua força e adrenalina diretamente ao punho, desferindo não um soco... Mas sim o soco!

Abra:
 

Foi preciso apenas um golpe, o punho do ruivo penetra nos tijolos provocando uma onda de impacto enorme, que se espalha e afeta a construção toda; o farol se inclina para trás e começa a desabar, seus tijolos fraquejam e vão se soltando do edifício, um grande buraco é aberto no exato local onde o ruivo acertou aquele formidável soco, lançando estilhaços e fragmentos para todos os lados.

Takamoto cai junto do farol, que se despedaça ao colidir com o solo. O ruivo fez muito mais do que apenas amassar o edifício, acabou destruindo-o por completo. Após cair, se juntando aos destroços, as velas se apagam e o ruivo é consumido pelas trevas.

Ares e Max

Max Evans começa a dar alguns passos bem lentos para trás, já a criatura continua babando e encarando-o como um delicioso petisco. O rapaz diz algumas palavras brincalhonas para a celestial, mas não recebe resposta, a garota deve estar muito abalada ou tensa pela presença daquela besta enorme. Em seguida, Max explica seu plano para sua filha a pequenina, mas a mente de Ares trabalha diferente, ela é naturalmente teimosa, e acaba tendo uma outra ideia, uma que envolve trazer aqueles três indivíduos de antes para seu lado, mesmo que para isso precise arriscar sua própria vida, uma tarefa claramente muito arriscada.


O combatente de cabelo alaranjado começa a correr na direção de uma caverna aleatória, mas Ares enche seu pulmão e exclama belas palavras, sua linda voz ecoa até os horizontes, a criatura ruge em fúria. A pequena celestial ainda sussurra algumas palavras no ouvido de Max e se solta dele, aterrissando no chão e dando três passos adiante; neste momento o crocodilo avança, mas Ares não se intimida, a anjinha abre seus braços e exclama novas palavras, dessa vez direcionadas a criatura, que não parece nem se importar. Os dados são lançados, Ares coloca seu destino nesta perigosa jogada.

A besta apresenta grande agilidade e uma agressividade sem igual, avançando a passos pesados, mas ao mesmo tempo velozes. Mas o crocodilo gigante subitamente cessa o avanço e realiza um rodopio de 360° graus, sua cauda bate nas paredes da Reverse Mountain e provoca destruição, essa mesma cauda se [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] alvejando Ares, que se vê em uma situação problemática; suas preces não foram atendidas. Max nem sequer tem tempo de tentar salvar Ares, o rapaz apenas vê a pequena sendo atingida em cheio pela grande cauda da criatura e simplesmente sumindo, de tão rápido que o golpe foi; em seguida escuta o som de água e nota que algo caiu no mar, provavelmente é o corpo de Ares já sem vida.

- GAAAAAARRRRRHHHHHH! - A besta literalmente se joga na direção de Max, abrindo bem a boca para engolir o corpo do rapaz por completo; se aproveitando do choque que provavelmente lhe causou e/ou a distração gerada pelo acontecimento.

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De repente, uma explosão! Max tosse, fumaça é levantada, mas se dissipa com certa velocidade. Percebe que a criatura cessou o avanço, na realidade foi ferida, ela balança a cabeça descontroladamente; analisando a situação, nota que a fuça do crocodilo foi atingida por algum disparo explosivo. Olhando para trás, Max avista uma figura grande, é ninguém mais e ninguém menos do que Karthus, o dono do farol, com o que parece ser um canhão de mão.

- Para trás! - Ele exclama, efetuando outro disparo, que explode ao acertar o crocodilo, fazendo-o recuar ainda mais.

E eis que surge ainda mais reforços. - QUAAAC!!! - Max vê uma coisa amarela saltando sobre sua cabeça, é a pata ainda sem nome que acompanha Takamoto, dando uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] no crocodilo; ela parece habilidosa em combate, já que consegue acertar com suas unhas afiadas bem em um dos olhos da besta, que grunhe de dor. O crocodilo perde o controle, atacando sem parar tudo que é direção, freneticamente; a ave vai se esquivando e aplicando bicadas certeiras, poeira é levantada, rochas vão sendo destruídas, novos buracos vão se formando na parede da reverse.

Karthus se aproxima de Max e agarra o braço deste, puxando-o alguns metros para trás. - Você está bem? - Ele questiona, mas sua atenção rapidamente se volta ao crocodilo e ele levanta o canhão novamente.

A correnteza está muito forte e o mar está bem agitado; não há nenhum sinal do corpo de Ares, provavelmente já foi arrastada para longe dali. Max falhou em proteger a garota... Mas ainda não há tempo para lamentações, até porque ainda está correndo perigo, não apenas ele, como também o pet de Takamoto, que está enfrentando o crocodilo diretamente.

Blum e Takamoto

Blum ainda se encontra no mesmo local, já se passaram alguns minutos, mas tudo o que pode fazer é apenas esperar que o melhor aconteça. Nem a pata e nem Karthus retornaram da investigação; além disso consegue escutar alguns rugidos distantes, é como se algum monstro estivesse a solta.

Apesar de estar um tanto perdido em seus pensamentos, com fome e com a boca salivando só de imaginar uma tigela de arroz com maionese; Blum capta o momento em que um vulto parece adentrar na residência de Karthus, ágil como uma bala. Algo de muito estranho está acontecendo ali, mas antes que o rapaz possa resolver ir verificar, percebe uma reação vinda de Takamoto.

O ruivo desperta aos poucos, sente-se um pouco zonzo, mas ao menos seu corpo está em perfeito estado, não sente nenhuma dor física, e mais importante: está com todas as roupas novamente. Percebe que está encostado na casa de Karthus, o céu está claro mais uma vez, não muito longe o grande farol parece encara-lo, não, na realidade o farol continua o mesmo de sempre. Por fim nota Blum bem próximo, e mais ninguém... Foi tudo um sonho? Uma alucinação?

Ares

Algum tempo depois

A pequena Ares desperta repentinamente, tossindo, engasgando e cuspindo água.

- Ela acordou! - Anuncia uma voz feminina, repleta de empolgação.

Embora ainda esteja meio desnorteada, e sinta dores pelo corpo todo (os sangramentos foram estancados), a celestial está viva! Porém, o ambiente não lhe é nenhum pouco familiar; ao que tudo indica está em uma [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]; logo adiante há uma escadaria gigante que leva para uma forte luz, talvez seja a saída? O teto está muuuuuito distante, as rochas são enormes e o ambiente é no mínimo sinistro. A pequena vê que está rodeada de pessoas estranhas, todas vestidas com roupas tribais, o que não combina nenhum pouco com o ambiente cavernoso.

- Yaretzi! Você realmente veio! - Um [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] se manifesta, se curvando. Os demais também fazem o mesmo, alguns começam a falar coisas em línguas estranhas, já outros parecem tão emocionados que chegam a chorar. - Estávamos a sua espera, ó grande deusa. -

Off:
 


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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptyQui 17 Dez 2020, 17:45

Memento Mori?


Se eu tinha qualquer dúvida que meu pai estava olhando para mim, elas se tornaram certezas imediatamente. Tendo me jogado na frente daquele enorme crocodilo era apenas uma questão de ter confiança que meus companheiros iriam me ajudar, porém, por pura graça divina, a criatura decidiu me atacar usando seu enorme rabo, e tudo que consegui ver foi isso. Não tenho memórias do que aconteceu antes ou depois, apenas vi aquela cauda enorme vindo em minha direção e então tudo ficou preto.

A sensação que tinha após aquilo era como se meu corpo tivesse evaporado. Eu havia me tornado como gás, como se meu corpo estivesse flutuando pelo vento e tudo que fosse real não fosse mais. Em minha visão eu encontrava nuvens, pássaros e via o céu azul como se fosse parte dele, e tudo que pensava era "Então foi aqui que acabou. Não esperava me tornar uma com o céu tão cedo, afinal, acreditava que minha jornada tinha apenas começado. Apenas aquilo era o bastante para chegar nesse ponto?", tal pensamento era tudo que se formava enquanto eu olhava o resplendor rosto do planeta, diretamente no Farol aonde eu estava. "Foi uma boa aventura..."

De repente todos os meus sentidos voltaram. Rapidamente eu me levantava, tossindo e jogando água por todos os cantos de meu rosto, porém isto não era o que mais me perturbava, pois assim que tinha a visão de volta, enxergava uma enorme caverna e com algumas pessoas ali comigo, as quais nunca havia visto na vida ou sequer entendia a escolha de roupas delas. Meu corpo ainda doía, o que eu estranhava "Pensei que no paraíso não havia corpo físico...". Olhava por meu corpo e parecia que não havia sangramento. Apesar que aquele local era um pouco estranho para um paraíso, os habitantes me chamavam de deusa, o que provavelmente era um sinal que já não estava mais no mundo mortal.
- ...vocês são anjos? - questionei, encarando todos aqueles seres. Era o único pensamento óbvio naquele momento. "Provavelmente meu pai está preparando minha chegada e estes seres estão aqui para me guiar por essas escadas até a luz, sim, provavelmente é lá aonde fica o verdeiro paraíso"

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptyQui 17 Dez 2020, 20:11


Act 08
Grit those Teeth




 O sussurro de Ares me mostrava que ela tinha outros planos, talvez fosse melhor que o meu, mas mesmo segurando com força, sua decisão estava feita, o plano dela claramente fazia sentido mas eu não acreditava que eles voltariam para nos ajudar, não importa a situação. Confiei em Ares, entretanto, ao ver ela se soltando de mim vi a imensa coragem presente em seu coração e por mais que pequena em estatura naquele momento, para mim Ares estava gigante, sendo exatamente quem eu gostaria ser.

Entretanto, a natureza do ar foi trocada subitamente. A minha teoria de que a criatura deveria ser lenta pelo seu tamanho era completamente provada errada em um rodopio. Quando no momento eu entendi o que ocorria, simplesmente não havia tempo, uma mão foi tudo que deu tempo de tentar alcançar Ares. Eu nem pude escutar o que atingiu minha companheira, dado o barulho de destruição que vinha da cauda do animal que destruía tudo que tocava.

Um borrão vermelho aparecia em minha frente e após um tempo um barulho na água, por um momento eu pensei em largar tudo e correr pra direção dela, mas eu estava preso ali, preso com aquele animal, aquele monstro. A situação havia me deixado incrédulo, o choque por sua vez, havia me deixado imóvel.

- A...res... ARES! Eu fa..., eu então era interrompido pelo rugido, ou grito, ou qualquer coisa que seja o barulho grotesco daquela coisa que vinha em minha direção, por um instante eu não havia para onde ir, e eu só via a enorme boca do crocodilo vindo em  minha direção. Parecia que eu estava olhando pro meu fim.

Porém, o destino tinha outros planos pra mim, uma primeira explosão cessava o avanço do fim iminente e após a fumaça se dissipar, eu pude ver que a criatura ali estava sentindo dor, que ela estava balançando seu corpo de modo errático. Olhando da onde o tiro podia ter vindo eu conseguia ver o senhor do farol?

O segundo tiro era acompanhado de uma ordem para que a criatura se afastasse a explosão que vinha do projétil forçava a criatura a se afastar mais um pouco. Antes que eu entendesse completamente a situação e como eu não havia morrido ainda, o pato de Takamoto avançava em direção a criatura  sem medo, sabendo exatamente como atacar e quando atacar.

Sendo ajudado pelo velho do farol, que fitava o monstro novamente para contê-lo e ajudar o pato naquela batalha, eu por um instante confiei em Ares, ela havia caído na água, ela tinha asas, eu não sei se ela sobreviveu, mas esse não é o momento de ficar imobilizado e muito menos o de falhar novamente.

Faria o gesto de limpar a poeira da roupa, estralaria o pescoço. " Não, mas isso lá importa agora? Eu tenho um companheiro pra ajudar! Ajuda o pato! E iria em direção a batalha que estava sendo cravada ali.

Eu tentaria ficar atento para dar suporte ao pato do Takamoto, afinal de contas ele parecia saber exatamente onde atacar e quando atacar. Caso fosse necessário eu tentaria  ir em direção ao pato para tirá-lo do perigo iminente,  esse era meu foco, salvar aquele pato.  Se eu visse que a luta estava engrossando para o pato, eu tentaria tirá-lo da li o mais rápido possível, tentando levá-lo para direção do velho com o canhão.

Caso a oportunidade fosse dada eu tentaria jogar terra nos olhos da criatura para criar tempo o suficiente para que eu agarrasse o pato e corresse em direção ao velho do farol na mais alta velocidade que eu pudesse.




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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptyQui 17 Dez 2020, 20:58




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Amassar o Farol.



Foi correndo na direção daquele farol que senti minha força alcançar o máximo, poderia até mesmo dizer que estava em uma forma além da presente como se estivesse anos no futuro, mas nada disso importava agora, olhava para frente diante de um inimigo incomum que só queria travar suas garras em minha pessoa. Rugindo e correndo em direção a ele, fui espetado por alguns pedregulhos ao desviar de seu ataque principal, a pata fincava o chão quebrando tudo e espatifando as rochas para cima, havia pulado em sua perna e garantido meu equilíbrio, não daria chances para o medo ou hesitação, tinha que acabar com aquilo o quanto antes e retornar para Blum, ele tinha falado antes, mas parecia tão longe, não vou deixar meu irmão esperando.

Suas tentativas de agitação não conseguiam trazer o desequilíbrio ao meu corpo, sentia meus pés firmes como se estivessem colados a perna aracnídea da estrutura, ficando frente a frente, só precisaria de um soco. Meu peito queimava, minhas costas ficavam ouriçadas enquanto meu punho se fechava, apertava bem transmitindo todos meus sentimentos para este golpe, a perspectiva mudava, enxergava tudo em câmera lenta observando todo meu movimento, desde as pontas do dedos até meu último fio de cabelo em pé. Foi somente com este soco, o soco que o farol não havia como aguentar. Seus tijolos eram quebrados assim como todo o seu ser, enfim tinha feito algo que queria desde o início, finalmente havia amassado o farol.

Mesmo com minha vitória, não retornei, incrédulo cai ao chão junto com todo o entulho, meu corpo era coberto por aquela escuridão que me rondava, estiquei a mão na esperança de sair dali, não queria ser simplesmente apagado. - AAAAAAAAAAH! - Acordei no grito, meus olhos tremulavam e a minha frente estava meu irmão azulado. - Mano, que sonho doido! - Balancei a cabeça ainda zonzo sem me levantar, passei minhas mãos rapidamente pelo corpo percebendo minhas roupas e depois o tato ia entre meus cabelos para saber se já não estava com ele, era verídico, ainda não estava careca.

Tentaria levantar, ao menos ficar sentado no chão, senti uma forte tensão, fitei o farol e não parecia que estava me encarando, mas no fundo, poderia ser que esteja esperando por uma revanche. - Ei Blum! - Ele parecia meio mal, talvez preocupado? - Cadê o pessoal e o Karthus? - Ele estava estático, não esboçava qualquer reação. - Blum? Alou Blum? Terra chamando Blum, atenda! - Seus olhos ficavam sérios e afiados, algo estava rolando aqui e em um instante ele começava a correr gritando. - Quem diabos é MayoMan? - Ele corria em direção ao navio, parece que eu não sou o único a ficar louco, aquele biscoito, finalmente havia lembrado do seu cheiro, o sabor é idêntico ao cheiro de uma erva alucinógena, graças às experiências na ilha do gelo, sabia mais sobre botânica. - Aposto que foi assim que ela conseguiu agradar Karthus, a língua dele não estava sã por assim dizer. - Levantaria dando palmadas na minha traseira e olharia para a cabana do regente.

Não vou deixar que as coisas terminem assim, Karthus poderia muito vem estar sobre o efeito da erva durante a averiguação do meu prato, tinha que falar com ele, eu poderia ficar careca pelos meus erros, mas Blum havia se comprometido a ficar também acreditando no meu prato. Faria Karthus renunciar sua decisão, minha sobremesa não podia estar tão ruim assim, indo a residência de Don Karthus, entraria sem rodeios querendo uma reavaliação. - Karthus, eu prove meu prato novamente! - Daria um chute para abrir a porta e jogaria meu indicador para frente apontado para a figura daquela casa.


Offs/Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: O Log que vale Dois Bilhões de Berries   O Log que vale Dois Bilhões de Berries - Página 4 EmptyQui 17 Dez 2020, 22:45

[quote="Blum"]

Cap. III
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Voltando a tona
Dê um mayo pro seu médico

- O que é isso? Que sensação é essa emanando em todo o meu corpo? – Meus braços tremiam, minha barriga roncava, meus lábios ficavam secos e um grande vazio acumulava-se dentro de mim. Uma sombra negra começava a puxar todo o meu ser, minhas pernas pareciam se afundar cada vez mais. Meus olhos começavam a se embaçar e até mesmo conseguia ver um vulto adentrando a casa do velhote. Conseguia só ouvir um zumbido ecoando por toda minha cabeça.

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- BORAAAA!!! – Ouvia uma voz grave gritando, mas não sabia de onde era. Pelo tom da voz, era um grito radiante e inspirador que atiçava todo o meu ser, minha alma sabia o que eu precisava para livrar-me de toda aquela fadiga, sim, estou falando dele, o grandioso, magnânimo, inspirador: arroz com maionese.

Me desligava do mundo e todo os meus problemas no momento, havia algo maior a ser concretizada e era alimentar-me do alimento dos deuses. Erguendo a cabeça com o olhar cintilantes e esperançosos correria em direção a embarcação, ignorado qualquer acontecimento, apenas seguiria rumo ao meu objetivo. Hawk estava esperando-me com braços abertos e logo, logo estaria junto a ela para deliciar-me da comida extraordinária.

Chegando no navio, apenas correria diretamente para cozinha, pegaria maionese e o arroz que tivesse sobrado, se não tivesse restado, apenas pegaria do armazém e preparai algo parecido arroz ou quase isso, era simples fazer, é só colocar arroz dentro de uma panela com água e jogar salpicada de sal. Conseguindo o essa neve dos deuses, acrescentaria o molho dourado e enfim, desfrutaria daquele prato abençoado. – Obrigado pela refeição! – Batia as duas palmas da minha e curvaria-me, queria demonstrar todo apreço ao arroz com mayo.

Levantaria-me da cadeira a qual estava sentando e iria até o convés. – Tudo tranquilo, Don? – Questionaria o atirador e, por favor não esteja bêbado novamente. Jogando uma conversa fora com atirador, travava o meu corpo e percebia o desastre que havia feito. – Se eu não lavar essa aquela louça, o cozinheiro provavelmente ficará puto comigo. – Iria novamente a cozinha e terminaria o trabalho pesado.

- Mais que sol brilhante. Fazia tanto tempo que não via... Brilhante, luminioso... Eh, acho que entrei em uma enrascada agora. - Não tinha] o que fazer, deviria voltar o quanto antes a casa daquele demônio de cabeços grisalhos. Se eu não conseguir voltar antes de Karthus, o mesmo faria de mim picadinho.


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Falas #0066FF | Pensamentos - #FF6600
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