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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento

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MensagemAssunto: [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento   [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento EmptySex 09 Out 2020, 19:37

Nome: Kenny Smith
Idade: 39 anos
Sexo: Masculino
Raça: Humano
Tamanho: Médio
Estilo de Combate: Atirador
Localização: Budou Island - North Blue
Grupo: Civil
Vantagens: Ambidestro
Desvantagens: Vício - Álcool (3 pontos)
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MensagemAssunto: Re: [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento   [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento EmptySeg 12 Out 2020, 18:28

~Mini-Aventura APROVADA~


Olá, seja bem-vindo ao OPRPG!!

Eu sou um Orientador, minha função é lhe ajudar a se adaptar neste universo do OPRPG.

Sendo assim irei lhe orientar de todas as formas possíveis, a partir de dicas no decorrer desta Mini-Aventura. Como esse fórum é bem complexo em suas regras, também irei tentar responder suas dúvidas, por isso, no menu de navegação (parte superior do site) existe um link M.P. O mesmo corresponde às mensagens privadas. Lá você poderá, em qualquer momento que achar necessário, me enviar dúvidas de como prosseguir no jogo; ou pode entrar no seguinte link: https://www.onepiecerpg.com/f3-duvidas-criticas-e-sugestoes , e criar um tópico para algum membro da Staff responder; mas caso tenha dúvidas durante a Mini, pode colocar em "off" no próprio post.

Sim... Vamos ao que importa?

Abaixo seguirão algumas dicas para que leia antes de criar seu primeiro post.

DICAS:


  • Lembre-se que você apenas narra as ações de seu personagem, seu personagem nunca FAZ ele sempre TENTA e também demonstre desde o 1º post qual o seu objetivo na aventura.
  • O ambiente que você se encontra, NPC's e todo o resto que compõe sua aventura, quem cuidará disso sera seu narrador.
  • As mini-aventuras servem para corrigir seus erros na narração durante a aventura e também formas melhores de deixar sua narração mais interessante.
  • Caso a Mini-Aventura fique sem post durante 5 dias por parte do player, a mesma será cancelada.


O 1º post é seu e eu serei o seu Orientador.

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MensagemAssunto: Re: [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento   [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento EmptyQui 15 Out 2020, 15:31



Kenny Smith
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Hoje é o dia da caça
Amanhã do caçador




Passar alguns anos na prisão pode ser um bom aprendizado. Descobri boas coisas na minha " breve " estadia de sete anos. Primeiro: marinheiros podem - e são - tão desonestos quanto as tripulações de piratas que assolam os mares. Segundo: Sua estadia, por menor que seja, lhe transformará tanto fisicamente quanto psicologicamente em alguém que você não conhece. Passe você um dia ou quinze anos na prisão, as mudanças serão perceptíveis. Digo por experiência própria, já que todos os desgraçados que conheço e que calharam de passar pela mesma situação que eu ou estão mortos ou saíram da prisão piores do que entraram. E terceiro, mas não menos importante: o álcool é horrível. Bom, beber uma merda ainda é melhor do que não beber nada. Algumas pessoas agarram-se à família para sobreviverem à prisão. Outras, a algum desejo mundano em específico. Sete longos e malditos anos esperando pelo dia em que poderia beber algo de verdade novamente. A espera valeu a pena, posso afirmar. Mas acho que passei do limite. Afinal, não lembro de absolutamente nada que ocorrera na noite anterior.

[...]

Porra...Que horas são? — Abri lentamente os olhos e, ao fazê-lo, notei que o teto acima de mim era o mesmo da espelunca em Micqueot que eu alugara ontem pela tarde. Ótimo. Pelo menos desta vez tive o bom senso de me locomover até o quarto antes de desacordar. Meu corpo doía, a cabeça latejava e a boca parecia estar ligeiramente seca. — Cacete...Eu tinha esquecido essa sensação de merda... — Levaria as mãos até a frente do rosto e, sem aviso prévio, começaria a me estapear. Não é um jeito inteligente de anular a ressaca, mas eu esperava que essa ação fosse capaz de afastar a sonolência que também me afligia. " Eu REALMENTE quero levantar?" Com um salto, levantaria da cama em que estava jogado poucos instantes atrás. Tateei o corpo em busca de indícios que me levassem a descobrir o que acontecera na noite anterior. Um hematoma, uma carta, sei lá. Posso ter deixado algo passar despercebido, mas no fim apenas encontrei minha bolsa de dinheiro em um dos bolsos do colete. Acho que o dinheiro seria suficiente para eu fazer o desjejum. — Não dá pra ter ressaca se beber mais, né? — Heh, essa opção é mais a minha cara, não acha?

Não se engane, porém, em achar que eu realmente estou indo beber algo de qualidade. Com uma breve espiada em minhas vestes e semblante você provavelmente seria capaz de deduzir uma coisa: esse cara é um fodido. Concordo. Não sou rico nem estúpido a ponto de gastar mais de dez milhões ou mais de berries em um vinho antigo da Adega dos Chisanvine ou em uma dessas vinharias de merda. E nessas situações, quando seu bolso está parcialmente vazio e você ainda possui bom senso, o melhor a se fazer é ir até um bar qualquer. Podem não ser tão chiques nem tão prestigiados quanto as tão famosas adegas de Micqueot. Foda-se, tenho certeza que o álcool ainda é melhor que o da prisão.

Deixaria a espelunca em que encontrava sem me alongar mais no local. Tampouco daria-me ao trabalho de certificar-me se a porta atrás de mim fora devidamente trancada ou não. — Agora...Onde fica o maldito bar? — Sim, me perdoe por ter esquecido a tão importante localização do bar. Acho que, enquanto estive preso, meu cérebro decidiu esquecer algumas informações em prol de outras. Tsc, que merda. Cara fechada, mão nos bolsos, sairia a procura de qualquer alma viva que se colocasse em meu caminho. — Aí, camarada. Onde fica o bar mais perto? — Acho que é válido mencionar que eu abordaria somente as pessoas que estivessem andando em direção contrária à minha. Afinal, não é uma boa ideia um homem subnutrido, mal-vestido e com a boca fedendo a cachaça chegar por trás de alguém distraído.

Caso não houvesse ninguém caminhando pelas ruas (ou, se houvessem, fossem inúteis a ponto de não saberem me indicar a direção desejada) eu adotaria outra tática para chegar ao destino. Placas de sinalização, anúncios ou, se eu tivesse a sorte, até encontrar algum embriagado. Bom, onde há bêbados deve haver um bar próximo, não? Agarraria-me a essas pistas na tentativa de chegar ao destino, independente de ser - ou não - necessário que eu andasse bastante para tal.

Encontrando o bar, não deteria a ficar muito tempo no lado de fora. Porra, todo mundo sabe que o importante acontece lá dentro. Ao entrar no bar, iria até uma bancada, cadeira, ou o que quer que houvesse lá onde eu podia ser atendido. Esperaria pelo barman, mas considerando que o desgraçado incumbido de tal tarefa estivesse bastante ocupado para me atender, eu faria questão de deixá-lo saber que eu esperava ser atendido. — Aí, campeão! Tem como vir aqui de uma vez? — Enquanto uma mão o chamaria com os dedos, a outra iria até o bolso do colete e de lá removeria o - humilde - saco de dinheiro.

Me 'vê' duas da tua bebida mais barata. — Os dedos indicador e médio da mão direita seriam os únicos levantados, reforçando a ideia de quantas garrafas ou copos eu desejava. " Ah, Kenny, mas por que escolher logo a pior birita do bar? " Pff... Eu não sou idiota de partir logo para as melhores. Não, pense que...pense que... Porra, sabe aquela idiotice conhecida como etiqueta à mesa? Então, a pior bebida, para mim, corresponde ao aperitivo. Aí depois vou ter a bebida-couvert, bebida-entrada. Heh, mal posso esperar pela bebida-prato-principal. Ah...O dia vai ser longo...

Considerações:
 


1.

vem pro bar

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MensagemAssunto: Re: [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento   [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento EmptySex 16 Out 2020, 02:25


Acordar sem se lembrar de nada que ocorreu na noite anterior não era lá a melhor das sensações, já diriam alguns. Kenny era naquele momento a prova mais viva disso. Não é como se ele fosse um pobre coitado que acordou e tinha perdido a memória. Longe disso. Sintomas de uma forte ressaca tornavam tudo ainda pior, mas davam mostras de o que de fato poderia ter acontecido e qual a causa da lembrança deturpada. A cura pra isso? Segundo ele mesmo, beber mais um pouco. Errado não estava e convicto disso, deixou a espelunca em que se encontrava sem muita enrolação.

A passos tranquilos, ao deixar o recinto, pode perceber um pouco da beleza característica de Micqueot, a cidade dos vinhos. Como era apenas manhã, mas já próximo do início da tarde, por volta das onze, pode notar que não acordou tão cedo assim e, devido a esse horário, a cidade já estava bem movimentada.

Pessoas andando pra lá e pra cá, muitos trabalhando, outros apenas passeando, tinha aqueles que pareciam estar indo atrás de algum serviço e outros apenas se preparando para ir almoçar. Não era difícil notar alguns padrões que indicavam essas coisas comuns a praticamente todo tipo de sociedade. E foi uma dessas pessoas que pareciam mais apressadas, talvez pra ir almoçar, que ele viu a oportunidade de questionar uma informação muito útil.

-Um bar? Respondeu com uma cara de julgamento. -Bom, a essa hora poucos vão estar abertos, mas você deve encontrar um se descer aquela rua ali. Completou apontando na direção a que se referia.

O homem pouco fez questão de esperar qualquer outra coisa que pudesse ser dita pelo rapaz e apenas seguiu seu caminho, parecia ter pressa pra chegar onde quer que fosse, mas ao menos tinha dado ele a valiosa informação, o que lhe permitiu andar exatamente naquela direção e sem muitas dificuldades notar uma placa que indicava claramente que se tratava de um bar.

A entrada do lugar não tinha nada chamativo, apenas uma parede de madeira e sem janelas, com uma porta dupla e a placa que indicava o nome do estabelecimento: ''Dom Bosco's Bar'' - Do lado de dentro, quando entrou, pode ver que não era um simples bar também. Tinham algumas mesas, com pessoas sentadas a ela e comendo, outras aparentemente esperando suas refeições chegarem e ao balcão, alguns bancos que comportavam aqueles que pareciam apenas querer beber ou pedir algo um pouco mais rápido, que foi exatamente onde ele escolheu pra se sentar e quando atendido, pediu por duas bebidas.

-É pra já, campeão. Respondeu sorridente o homem do bar. -Aqui estão. Completou instantes depois quando trouxe duas garrafas de aproximadamente meio litro de uma cerveja com uma cor meio alaranjada e um pequeno copo simples para caso ele preferisse beber daquela forma. -Mais alguma coisa? Questionou esperando por alguns instantes.

Naquele momento, ele pode ver também que uma bela moça, bem jovem, de cabelos claros, saiu de dentro de uma porta que estava atrás do balcão e carregando algumas bandejas, aparentemente trabalhava ali e ia entregá-las em alguma mesa. Ao lado dele, uns dois bancos a direita, tinha um homem sentado e bebendo tranquilo, mas, se notasse com mais atenção, a expressão dele parecia de alguém que estava bem triste com alguma coisa.

Dicas e Orientações:
 

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MensagemAssunto: Re: [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento   [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento EmptySab 17 Out 2020, 02:55



Kenny Smith
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Hoje é o dia da caça
Amanhã do caçador




Não por agora, chefia. Tenho que cuidar dessas duas belezuras primeir- Heh, e meu amigo...Que belezura, hein? — À princípio referia-me às cervejas dispostas em minha frente. Contudo, já no fim de minhas palavras, atribuía o termo não à cerva, mas sim a uma mulher. E que mulher, senhoras e senhores. Bom, pode ser exagero vindo de um velho que há muito não tem a chance de conversar com uma dama como aquela, mas a verdade é que ela era, no mais absoluto significado da palavra, graciosa. Lindos cabelos claros. Um corpo sem igual. E ainda tinha o toque da juventude. Ah...Se de fato existe uma entidade superior, aquela moça é, sem sombra de dúvidas, um anjo. — Aí, guerreiro! — A convocação seria mais uma vez destinada ao barman. Desta vez, porém, não estava interessado em tratar de bebidas. Minha dúvida estava além disso. — Quem é aquela gracinha segurando a bandeja? — Apontaria na direção da mulher, acompanhando-a não somente com um dos dedos indicadores, mas também com os olhos exalando curiosidade. — Que lindo nome, não acha? — Independente do nome da mulher, minhas palavras seriam estas. Poderia ser até um daqueles nomes estranhos ou amaldiçoados pelos quatro cantos do mundo, não importava. Se a moça é linda, semelhante é seu nome.

Agora, se me permite... — Um sorriso de canto de boca se formaria em minha face. Paralelamente a isso, deixaria de olhar em direção à mulher e desviaria a atenção para as garrafas à minha frente. Tsc, achou mesmo que eu seria capaz de conversar com uma mulher daquelas? Por favor...Uma mulher jovem e bonita como aquela jamais daria bola para essa carcaça velha e cansada que vos fala. Não, eu reconheço os limites de minha própria mediocridade. Para mim cabe apenas a função de observá-la. Engoli-la com os olhos e ter a esperança que, de alguma forma, ela tome ciência da minha existência. " Ah, se eu fosse mais jovem e não estivesse tão na merda quanto estou hoje...Talvez eu tivesse uma chance. "

Levaria a mão direita até a extremidade superior da garrafa e removeria a tampa da mesma. Tampa esta que empurraria para longe com a mão, sem me importar exatamente onde cairia. Então enfim viraria a garrafa, esperando pacientemente que a cerveja caísse dentro do copo. Admito que até mesmo o barulho da bebida chocando-se ao fundo do objeto me animava um bocado. Uma sensação nostálgica, suponho. Não alongaria o ato de levar o copo até os lábios e, quando estes estivessem unidos, entornaria a bebida para dentro da boca de forma tão ou mais sedenta quanto uma pessoa cansada bebendo água. Engoliria tudo de uma vez (hahaha muito engraçado). Pouco aproveitaria o sabor da bebida e, se não fossem pelos pingos de álcool no canto da boca e embaixo da língua, provavelmente acreditaria estar bebendo água. — Ahhh! Essa merda valeu o preço! — Mentira. A emoção por finalmente ter ingerido álcool depois de anos me cegava quanto ao verdadeiro sabor daquilo: uma merda de primeira. Contudo, isso não me impediu a continuar bebendo. Afinal, já estaria enchendo a segunda dose quando, subitamente, pararia de entornar o líquido no copo. Tornaria a fitar um sujeito com aspecto tão deprimente quanto o meu. Um homem a duas cadeiras de distância de mim. Ouso dizer que estava triste, o que por si só já era algo bastante estranho. Como alguém pode ficar triste bebendo, caralho?...Ah, é verdade. O álcool às vezes tem dessas.

Ademais, há algo que vale a pena salientar. Por experiência, afirmo: são poucos os motivos que levam um homem ao bar no início da tarde. Primeiro: o coitado foi traído pela parceira. Segundo: o coitado foi demitido. Terceiro: o coitado é um vagabundo. E, bem, se a sorte não estiver a seu favor, existe a quarta possibilidade: o coitado foi demitido, tornou-se um vagabundo e consequentemente foi traído pela parceira. Eu posso estar enganado, é claro. Afinal, sequer sou o dono da minha própria verdade. — Heh, ele parece ter um jeitinho meio de corno, mesmo. — Sussurraria, ainda encarando o homem. Um homem na merda deve ser capaz de conhecer um semelhante, ou pelo menos é o que acredito. E admito que a tristeza do homem me emputecia um bocado. Porra...Essa aura negativa que emana dele tornava o ambiente mais pesado. E eu odeio beber em lugares assim.

Aí, qual o motivo da cara de choro? — Levando as garrafas de cerveja entre os dedos de uma das mãos e o copo parcialmente cheio na outra, me aproximaria do homem. Apoiaria o corpo na bancada e, então, voltaria a fitá-lo. Ah, sim. Onde estão meus modos? Sou Kenny. — Um meio-aceno de cabeça seria realizado em direção ao homem, simultaneamente ao ato de largar as bebidas e o copo sobre a bancada. Assim que o homem se apresentasse - ou não - eu apontaria com o indicador direito para a direção em que eu previamente estava sentado. — Seguinte, eu estava ali, ó. E acontece que essa tua cara de bunda-mole me dá tão desgosto, mas tão desgosto, que estou quase tendo um refluxo. — Uma pausa para recobrar o ar seria feita. — Então vamos fazer o seguinte: você fala o seu problema, eu te ajudo, você bota um sorriso nessa porra de rosto e eu volto a beber quieto. Que tal? — Ah, sim, esqueci de mencionar. Eu não sou muito bom em dar conselhos. Provavelmente a minha resposta não mudaria, independente do tipo de problema apresentado pelo homem.



Quer saber? Você precisa é de uma boa foda!

Considerações:
 
      


2.

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MensagemAssunto: Re: [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento   [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento EmptySab 17 Out 2020, 05:03


Com suas duas cervejas diante de si, Kenny bem que achou que o atendente não pudesse mais ajudá-lo naquele momento, dispensando o seu serviço. Isso, no entanto, mudou rapidamente quando ele notou que saia de dentro da parte restrita do estabelecimento uma bela e jovem moça. Sua aparência era chamativa, não houve um homem sequer naquele estabelecimento que não fixou seu olhar nela por pelo menos alguns instantes quando a viu, até mesmo aqueles que pareciam acompanhados e irritavam brevemente suas companheiras. Talvez isso explicasse um pouco do porque o lugar estava tão cheio também, mas o fato é que, Kenny também não fez diferente. Apreciou visualmente cada pedacinho da beleza dela e chamou rapidamente o homem que lhe atendeu, dessa vez com uma dúvida.

-É a Margary, minha filha? Algum problema? Ele respondeu com uma feição incomodada, ouvindo o elogio do homem em seguida que pareceu irritar-lhe ainda mais. -Sim, é lindo, é por isso que eu escolhi. Reagiu com ironia. -Mas isso não diz respeito a você. É melhor manter os modos se não quiser que eu te tire daqui. Terminou, virando as costas e deixando-o para beber enquanto atendia outros clientes.

O dono daquele bar parecia estar acostumado com aquele tipo de coisa, o que era notável em sua forma irritadiça de reagir a esse tipo de coisa, como tinha sido com Kenny, ainda que mesmo assim continuava a parecer que se irritava com isso. A moça, no entanto, mesmo muito namorada pelos olhos do Smith, não dava qualquer bola a ele. Nem mesmo tinha olhado em sua direção, o que mostrava que ela de fato estava ali apenas trabalhando e levava isso muito a sério, não se deixando perder em distrações fosse o que fosse.

Por outro lado, alguém que notava bem a presença dele era um homem sentado não muito distante dele, que também tinha chamado a sua atenção pelo modo como parecia triste. Smith tinha se dado o trabalho de levantar e caminhar até o sujeito, levando consigo as suas cervejas, claro, e puxado assunto com ele.

-Esquece isso... Falou meio desanimado quando questionado sobre as razões da tristeza. -Oi Kenny, eu sou o Kyle... agora pode me deixar em paz? Completou.

Ele parecia mesmo não estar nem um pouco em clima pra conversa e tentou virar um pouco o rosto como se quisesse ter encerrado a conversa ali mesmo após ter dito o que disse, mas, isso não foi nem perto de ser o suficiente para impedir Kenny insistisse em manter aquela conversa com ele.

-Que seja cara... Respondeu a proposta. Ele respirou alguns segundos, parecendo que não falaria, mas, depois desse suspense, continuou. -Hoje fazem sete dias que a minha mulher morreu. E eu continuo completamente perdido. Nada mais faz sentido, cara. O pior é que meu patrão falou sobre me despedir por eu não ter conseguido mais trabalhar na adega desde então. Eu sinto que estou no meu limite. Completou, aumentando ainda mais a cara de tristeza. -É isso... agora só me deixa. Quero apenas beber e ver se esqueço...

Talvez fosse um pouco inesperado, talvez nem tanto, mas ao menos agora fazia muito mais sentido o porque de uma cara tão triste. Era realmente uma situação delicada pela qual ele estava passando, mas, como se não bastasse tudo isso, as palavras escolhidas por Kenny para tentar ajudá-lo soaram muito mal. Como ele esperava que um homem que acabou de perder a esposa reagisse bem a um comentário de que ele precisava transar? A resposta para como ele reagiu, no entanto, foi levantar de uma vez de sua cadeira e dar um empurrão em Kenny que por não estar esperando, afastava-se para trás cambaleando, batendo o braço em suas duas cervejas e as derrubando antes de ele mesmo esbarrar em uma das cadeiras e bater nela caindo de costas ao chão também.

-Você está louco? Qual o seu problema? Perguntou irritado.

A cena, claro, chamou a atenção de todo mundo no estabelecimento. Alguns assustados, outros surpresos, mas pelo menos mais uma pessoa também irritada além do Kyle, o próprio dono do Bar.

-Esse cara está te enchendo, Kyle? Perguntou ele ao que tinha acabado de empurrar Kenny. -Eu avisei para manter os modos, mas pelo visto vai ser preciso tirar você daqui na vassourada. Completou, dessa vez para Kenny, antes mesmo da resposta de Kyle.

Ele rapidamente tomava em suas mãos uma vassoura que tinha pego atrás do balcão no qual ele atendia e saltava por cima do balcão, parando de frente para Kenny que ainda estava caído, mesmo que não tivesse se machucado e parecia muito preparado para dar umas boas pauladas nele.

Dicas e Orientações:
 

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MensagemAssunto: Re: [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento   [Mini-Azarado] Um falastrão beberrento EmptyTer 20 Out 2020, 17:31



Kenny Smith
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Hoje é o dia da caça
Amanhã do caçador




" Se alguma coisa pode dar errado, dará. " Não teve um sacana à quem essa frase foi atribuída? Tsc, o desgraçado sabe o que fala. Não bastando ter sido empurrado como também ameaçado, a bebida que eu aprazivelmente planejava consumir foi de encontro ao solo. O som dos estilhaços de vidro soavam tão dolorosos quanto levar um tiro no peito à queima-roupa.  — Porra... — Estava incrédulo, abalado e ligeiramente puto. E meu corpo doía. Não era capaz de afirmar, porém, se estava ou não machucado. Mas convenhamos: um homem beirando os quarenta anos de idade definitivamente não foi feito para esse tipo de atividade.

O único lado bom de toda essa situação era, mesmo que minimamente, ter chamado para mim a atenção da bela e doce Margary. Contudo, estar caído no chão parcialmente bebâdo não é o tipo de primeira impressão que eu costumo passar às madames, sabe? Abandonei essa prática faz alguns anos. — Você está cometendo um erro, companheiro. — Virando-me de frente para o barman após erguer o tronco, apontaria o indicador direito na direção do homem. Havia convicção em minhas palavras. Sinceramente, o que diabos eu havia feito de errado? As palavras que saíram da minha boca podem não ter sido as mais confortáveis, mas o conselho inegavelmente fora sensato. Duvide dos meus métodos, não de meus resultados. Se o Kyle olhasse ao redor e visse quantas mulheres bonitas e carentes há naquele bar, esqueceria em um piscar de olhos - ou uma boa foda, como mencionei anteriormente - o nome da falecida esposa.

" Pf, vassourada...Se eu tivesse uma arma eu fazia era você enfiar essa merda na própria bunda... " Era verdade. Contudo, admito ter sido uma benção o fato de eu não portar arma naquele instante. Sabe-se lá o que eu faria se tivesse uma pistola ou revólver à minha disposição. Não estou pronto para passar mais sete anos na cadeia...Mas passar alguns dias pelo crime de agressão não parece ser tão ruim quanto soa. Porra, que eu não me arrependa desta decisão. E eu já estou velho para lutar pela minha honra. Que seja pela bebida, então.

Antes de atacar o desgraçado, era necessário que eu - obviamente - me pusesse de pé. Recolheria as pernas para próximo do corpo, flexionando os joelhos e colocando as solas dos sapatos de encontro ao chão. Paralelamente a isso, apoiaria ambas as palmas das mãos no chão atrás de mim. A posição de minhas mãos seria tal que os dedos estivessem apontando para o lado oposto à ação. Ou seja, apontados para trás. Sem aviso prévio - a não ser talvez por um grunhido de esforço - faria força tanto com meus membros superiores quanto inferiores: empurraria o chão tanto com os pés quanto com os dedos das mãos, no intuito de enfim me erguer. Levantaria o corpo de maneira completamente vertical, sem buscar uma aproximação ou distanciamento imediato. Heh, eu terei muito tempo para isso no decorrer da luta.  

Mas o Kenny aqui é macaco velho. Nada me afirmava que eles simplesmente iam esperar eu levantar, não é? Se alguém - barman ou não - fosse louco o suficiente para tentar me impedir de erguer-me, eu não teria outra opção a não ser reagir. Considerando que tentassem fazer com que eu perdesse algum dos membros de apoio - braço e/ou perna - eu apressaria o levantamento, realizando um esforço desproporcionalmente maior - quando comparado aos outros membros - na parte do corpo que o inimigo buscava atingir, além de recolhê-lo para junto ao corpo logo após o movimento. Com isso, planejava fazer com que o oponente errasse o timing do golpe. É claro que a pressa do movimento poderia acarretar em uma menor estabilidade corporal. Assim sendo, apoiaria ambas as mãos no balcão ao meu lado na intenção de manter-me em pé.  

Elevado, enfim poderia dar início ao meu ataque. — Eu realmente não queria chegar a esse ponto. — Heh, mentira. Já aviso de antemão que eu não sou um daqueles idiotas que preza uma luta limpa e justa. Não, se tem algo que eu aprendi é que justo é fazer o necessário para ganhar. Dedo no olho, chute no saco, morder orelha, o que for. Mas você já deve ter imaginado que eu sou esse tipo de sujeito, então nenhuma surpresa até aí.  — Ah, não sejam cuzões a ponto de interromperem. Finjam que isso aqui é uma coreografia onde um homem velho e puto deita um barman na porrada e que depois disso foge com a filha boazuda dele. — Com um sorriso travesso no rosto, correria os olhos ao redor do bar, procurando por minha amada. Ou, pelo menos, era isso que eu queria que os paspalhos pensassem.

Aquelas palavras não seriam em vão. Enquanto eu olhava ao redor, me atentaria a notar se havia alguma garrafa de bebida na bancada próxima a mim. Afinal, o próprio Kyle estava bebendo antes de toda essa merda acontecer. Havendo ou não uma garrafa em meu alcance, eu avançaria contra o barman. — VAMOS! Você não ia me tirar à vassourada? E aí? — Enquanto gritava, uma das mãos - a mais distante da bancada - chamaria o barman para a briga, sendo movida para frente e para trás. Tinha a esperança de que, com isso, o inimigo ignorasse o que eu estava tramando fazer com a outra mão. Estando próximo o suficiente do inimigo, atacaria. Ergueria a mão livre e giraria o braço a partir da parte de trás do corpo, para que este adquirisse velocidade. Havendo uma garrafa - vazia ou não - sobre a bancada em meu alcance, eu a pegaria enquanto o braço estava girando. Pressionando-a fortemente com todos os cinco dedos, eu amassaria a garrafa na cabeça do homem, não poupando forças na hora de fazê-lo. Se não houvesse uma garrafa, porém, eu simplesmente daria um tapa de mão aberta na orelha do homem, no intuito de o desorientar mesmo que minimamente.

Contudo, havia a possibilidade do barman ser capaz de desviar do golpe aplicado, fosse a garrafada na cabeça ou o tapa na orelha. Nessa situação, eu daria o ataque como terminado caso ele simplesmente esquivasse, mas não posso dizer que faria o mesmo se a reação dele fosse bloquear o meu golpe. Com a outra mão - a que não aplicava o tapa/segurava a garrafa, no caso - eu agarraria no cabo da vassoura na parte mais baixa desta (no alcance da minha mão). Seguidamente, puxaria o cabo para cima, na esperança de que a vassoura ficasse mais na horizontal do que na vertical. Isso seria apenas uma precaução para o que eu estaria fazendo logo em seguida: uma cabeçada. Sim, isso mesmo. Eu queria ter certeza de que não houvesse uma vassoura entre mim e o homem na hora de aplicar o contra-ataque. Deslocaria o pescoço o máximo possível - ao ponto de ser capaz de ver o teto do bar - e, logo após isso, moveria o pescoço para frente enquanto realizava um impulso frontal com a cabeça. A intenção era clara: fazer com que minha testa atingisse em cheio o nariz - e região - do homem. — Argh! Meu pescoço, porra! Estalou foi tudo!

Outro ataque que eu estava disposto a realizar no decorrer da luta era consideravelmente simples, mas igualmente efetivo. Estando no alcance do barman, esperaria por um momento oportuno para agarrar a vassoura que ele segurava. Para tal, não me importaria em levar alguns poucos golpes durante a tentativa de segurar o objeto. " Tsc, é um pequeno preço a ser pago. " Com as mãos no objeto, faria força para não só erguê-lo até a altura do pescoço do inimigo como também colocá-lo na horizontal. Paralelamente ao ato de erguer a vassoura, andaria em semicírculo, na esperança de fazer com que o barman ficasse de costas para a bancada. A fim de facilitar o que eu pretendia fazer - tanto erguer a vassoura em horizontal na altura do pescoço do homem quanto colocá-lo de costas para bancada - eu daria alguns chutes e joelhadas na parte inferior de seu corpo, na esperança de que a dor causada o desconcentrasse um bocado. Chutes com a sola do sapato na altura do joelho e joelhadas na barriga seriam distribuídos tão normalmente quanto abraços.

O melhor que poderia acontecer seria o homem de fato ficar de costas para a bancada e com a vassoura na altura de seu pescoço. — Me dá....essa porra...dessa vassoura! — Daria sucessivos chutinhos na perna do inimigo para que ele perdesse o apoio e consequentemente ficasse na iminência de cair. Nessa hora, empurrando a vassoura para frente, tentaria prensar o pescoço do inimigo contra a bancada, asfixiando-o. Calma lá, eu não quero matar ninguém (ainda)! Mas desacordar já é outra história. — Dorme de uma vez, caralho.

[...]

Por mais que o ataque seja a melhor defesa, isso não quer dizer que eu necessariamente preciso ser um retardado que não se importa com a defensiva. Minha defesa seria dividida em dois aspectos: desviar de algumas das vassouradas do barman ou, na pior das hipóteses, defender-me de qualquer outro idiota que ousasse se intrometer na luta. É válido mencionar que, por mais que o oponente principal estivesse em minha frente, eu me manteria atento aos arredores.

Em relação ao barman, eu apenas bloquearia dois tipos de ataques: os mais fortes ou aqueles que tinham como intuito uma região vital. Para isso, ergueria ambos os braços e uniria um ao outro - como um escudo de carne - e os colocaria na trajetória da vassoura, viesse o golpe pela esquerda, direita, por cima ou até por baixo. Para mim seria mais viável sacrificar os braços do que alguma outra parte mais importante. E vassouradas não podem doer tanto assim, não é?

Se algum desgraçado tentasse se intrometer na luta, eu não esperaria até que este estivesse em meu alcance. Correria em direção à bancada ao lado e, passando primeiro uma das pernas para o outro lado, deslizaria a bunda sobre a mesma, de modo que eu passasse a ser o único indivíduo do outro lado da bancada. — Uma bebida, senhores? — Não ache que isso seria fugir. Tsc, por favor. Meu medo era que esse ato de coragem de um dos civis atiçasse a vontade de luta dos outros. Eu posso lidar com dois inimigos ao mesmo tempo, mas não dezenas. Inclusive, impediria qualquer indivíduo de pular a bancada depois que eu o tivesse feito. Empurraria, daria socos ou, se houvesse à minha disposição, até mesmo garrafadas. — Desistam! Não vão passar!

[...]

Mas eu estou sendo muito inocente em acreditar que tudo daria certo. Não, havia a possibilidade de eu ser derrubado por uma vassourada ou por algum sujeito cujo avanço não percebi. Nessa situação, me colocaria de pé novamente o mais rápido possível, nem que para isso eu tivesse que tirar alguém de mim na base da porrada.

Além disso, se eu chegasse a ser agarrado por alguém - fosse pelas costas ou pela frente - eu simplesmente daria uma cabeçada no sujeito. E, se isso não fosse o suficiente para me libertar, tentaria morder a parte do corpo mais próxima a minha boca. Pescoço, orelha, o que fosse. Lembre-se, pode tudo em uma luta.

Considerações:
 
      


3.

luta (in)justa

O North Blue não precisa de um herói
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~Mini-Aventura ENCERRADA~


Observações:
Primeiro de tudo desculpa a demora, era pra eu ter pego a mini antes, falei com o Toni e ele disse que tua mini era só finalizar, teu combate ficou bem interessante apesar disso, ainda tenho algumas dicas pra você levar pra aventura, a primeira delas é que não faça tão poucas defesas como fez, ainda mais usando bloqueios tão simples, use mais casos gerais de esquiva, principalmente por que teu EDC não é dos mais viáveis pra bloqueio.

Então eu peço que leia abaixo algumas dicas gerais que gosto de dar para combates, elas listam uma serie de possibilidades de combate que eu considero muito importantes:

-Ataques Independentes: São os ataques que tu vai tentar realizar independente das condições, se um errar ou acertar tanto faz, você bateria com o outro, neles é bom sempre criar os ataques bem pensados e estruturados.

-Ataques Condicionais: Se teu post de combate ta solido, e tem ao menos 3 ataques que independem um do outro ou das ações do oponente, agora vem a hora do show onde tu pode fazer aqueles casos que a galera gosta, de imaginar coisas que o NPC possa fazer e tentar dar counter ou até algo mais importante. Atrelando que, se teu inimigo por exemplo fosse derrubado e ficasse no chão e tu não pudesse realizar os outros ataques, pulava em cima dele pra socar ele no chão por exemplo.

Mas vale sempre lembrar, ataques condicionais são um complemento de sua ofensiva, eles não devem ser pensados como a unica forma de ataque pois dependem de acontecimentos previamente estabelecidos para acontecer e podem ser ignorados.

-Ataques beeeeeem específicos: Bom se tu já viu teu inimigo lutando em alguns posts e ele possui trejeitos, ou manias, ou qualquer coisa notável, tu pode tentar usar ações que ele já realizou antes ao teu favor, nem sempre vão existir esses ataques específicos, as vezes teu inimigo não apresenta brechas, então esses aqui são os famosos, aproveite pra por se puder, mas nunca como a ofensiva completa, já que eles são arriscados, e pode ser que naquele momento não rolem de acontecer.

Depois de montar uma boa ofensiva é bom pensar em Defesas e coisas que quer fazer para conseguir apanhar menos:

-Defesas Gerais: Essa é a sua linha de defesa número 1 aqui você cria aqueles casos que falei acima, casos gerais que independem da arma do oponente ou de ações específicas, se ele te atacar elas vão servir, elas nunca vão cobrir tudo, mas ajudam, justamente por elas muitas vezes te livrarem do básico e acabar-se por apanhar mais de técnicas do oponente e coisas que vão mais além da capacidade normal. E não elas raramente vão te deixar 0 dano, mas elas ajudam a reduzir bastante os estragos. Minha dica pra elas é sempre ter os casos gerais pra corpo a corpo colocando que ajustaria sempre sua velocidade e movimentação ao alcance da arma que fosse usada contra você e não, não precisa descrever o nome da arma, exatamente dizer que ajustaria a distancia dependo da arma pois seu inimigo pode ter vaaaarrriiiiiiaaas.

E por último mas não menos importante lembrar do que tu tem na ficha, checa sempre tuas vantagens, perícias e pensa em como elas podem te ajudar aqui, as vezes uma akuma no mi, um Rokushiki, já vi muita gente que apanhou por esquecer de um recurso que tava a disposição na ficha, e veio perceber depois da merda ter rolado.

-Defesas Específicas: Essas aqui são situacionais, digamos que quase sempre são usadas mas de formas diferente, é mais ou menos o seguinte: Teu opnente te acerta um golpe que os casos gerais não cobre? Usou um Soru ou uma técnica bizarra? Agora tu cria casos para tentar se defender daquilo que ele fez ou variações disso, evitando que aquilo que foi usado seja tão efetivo uma segunda vez.

-Contragolpes/Counters: Bem eles são algo opcional, por que só da pra usar em PVE onde não tem limite de ataques, mas no PVP meio que não da pra fazer por que eles ainda seriam ataques. Porém se gostar de fazer counter no PVE vai fundo, tem nada a perder, mas lembre que eles não substituem as defesas gerais.

O forum possui aqui um tutorial também que fala mais de dicas ludicas de como usar cenario e se preparar ao seu favor: https://www.onepiecerpg.com/t40018-tutorial-de-combate é também um bom tutorial porem ele não aborda o que eu falei aqui que é mais "Tecnico" então peço que leia já que isso vai te ajudar a ter uma base maior ainda no combate.

Toda sua narrativa é boa, li a mini inteira e posso dizer que vai se sair bem em aventuras, espero que se divirta pra caralho, por ultimo O Toni pediu desculpas por ter precisado se ausentar, e disse pra eu finalizar aqui, boa sorte e bom jogo, nos vemos por aí.
-

O que fazer agora que terminei minha Mini-Aventura?
- 1º passo: Agora que encerrou sua mini-aventura basta criar a sua ficha na Criação de Personagens usando o Modelo de Ficha.
- 2º passo: Corra e crie sua aventura. Onde? Há um tópico chamado Crie sua Aventura, lembre-se de que você somente pode criar uma aventura se sua ficha for aprovada e dentro do limite de pedidos de criação de aventura pendentes. Caso haja alguma pendência espere alguém aprovar a aventura anterior, para postar a sua.
- 3º passo: Aventura aceita? Então procure um narrador, onde? Em T.N.D crie um tópico para solicitar seu narrador, e aguarde o ADM responsável pela área escolher um narrador para você.
- AH! Leia as regras para que você não venha a tomar punições.
- Lembre-se você tem 30 dias para pedir os 6 créditos da conclusão da mini-aventura neste link.
Att, Equipe One Piece RPG

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