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 Livro Um - Atitudes que dão poder

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MensagemAssunto: Livro Um - Atitudes que dão poder   Livro Um - Atitudes que dão poder EmptySab 26 Set 2020, 22:20

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Alex Fate. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Livro Um - Atitudes que dão poder   Livro Um - Atitudes que dão poder EmptySex 02 Out 2020, 01:16









 

 





Começando por baixo




 

Algo parecia incomodar o filho do meio da família Fate e é de conhecimento geral que se mudar é um saco. Ter que se reestabelecer em um novo local, a saudade que bate de casa, e as amizades que não sobrevivem a tal mudança drástica são motivos que fazem o processo de mudança tão complicado. É argumentável que o rapaz já deveria estar acostumado, mas a realidade é que ele já estava. Ele notou que havia algo diferente sobre si mesmo, e era aquilo que o preocupava. - Aahhh~ - Ele respirou fundo enquanto apreciava sua doce liberdade. - Que saudades disso! Tantas possibilidades! Puta merda! Só que... Eu sinto que toda minha força se esvaiu depois de ficar tanto tempo evitando conflito, então não vou poder me estabelecer a força... - Ele refletiu silenciosamente consigo, mostrando inicialmente um sorriso de excitação que lentamente se transformou em um olhar preocupado. - Bom, teremos que fazer isso a moda antiga. Primeiro devo arranjar armas, e fazer uns arranjos. Bem possível que eu mate dois coelhos em uma cajadada. - Ele seguiria seu raciocínio com a mão no queixo.

Ele se colocaria a caminhar pelas ruas de Yotsuba, observando discretamente os becos em busca de algo “interessante”, mas o que ele almejaria primariamente uma loja de artigos letais a preços consideravelmente razoáveis. Ele andaria bem rápido, mas sem correr para não chamar atenção. Caso encontrasse a loja, ele observaria e analisaria o vendedor para se aproximar com uma proposta indecente e uma abordagem apropriada. - Olá, eu vim barganhar. - Ele diria, respeitosamente caso encontre o mercador. - Gostaria de comprar duas armas de sua loja, mas a oferta que lhe faço é de duas por uma! Eu sei que isso lhe soa insano, mas escute bem! Este que vos fala tem uma oferta tão maravilhosa quanto eu! Me ofereço a pagar pela segunda arma em serviço! SIM! Trabalharei para o senhor em troca da segunda arma e ofereço continuar trabalhando em seu estabelecimento, mesmo após pagar pela arma, a troco de poucos centavos! Tudo que isso irá lhe render serão uma bolsa de kunais, uma de senbons e um uniforme. - Ele se inclinaria sobre o balcão, encarando o vendedor nos olhos. - Sei que é irresistível...- Ele diria com uma voz de veludo, de maneira provocativa.- O que acha?

No melhor dos casos, ele sairia dali e iria direto para uma taverna ou bar. Buscaria por um lugar para se sentar e observaria os arredores enquanto aguardaria ser atendido  



 

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MensagemAssunto: Re: Livro Um - Atitudes que dão poder   Livro Um - Atitudes que dão poder EmptyTer 06 Out 2020, 19:25


Era um dia quente em Shells Town, era possível avistar várias crianças brincando enquanto seu pais trabalhavam nos mais diversos comércios, pessoas de todos os tipos estavam situadas ali resolvendo seus assuntos, a cidade estava muito movimentada como sempre. Alex Fate, um jovem arisco que visava seguir os passos de seu falecido pai havia escolhido Yotsuba Island para começar sua carreira, a prol disso estava ele localizado na Baixa Shells Town, uma área mais pobre, onde a massa trabalhadora e pequenos comerciantes de classe média viviam.

No caminho haviam vendas pelos dois lados da rua, e uma intensa movimentação comercial, mas nada de anormal, Alex caminharia a uma casa velha, porém bem cuidada, onde estava escrito em um placão vermelho: "Samurai Weapons", e mais abaixo em outra placa inferior em tamanho à outra "Loja de Artigos Ninja". Lá dentro era um local rústico, as paredes e piso eram feitos de pedra polida, e era vísivel diversas espadas presas a bainhas na parede, juntamente com suportes pequenos onde estavam shurikenks e outras armas. Após Alex entrar na loja, o dono da loja que estava agaixado no balcão levanta e vai atendê-lo.

Olá. Deseja comprar algo aqui?-de gozaru

Era um homem de pequeno porte, careca e com uma barba longa de cor branca vestindo roupas de ferreiro um pouco rasgada.

-Hum... trabalhar aqui não é?

O homem pensava enquanto o olhar astucioso de Alex o atravessava como uma flecha, com suas notáveis habilidades e uma lábia potente, era díficil escolher o não, mesmo com tantos furos nesta proposta.

- Tudo bem rapaz, está dentro, só me dizer onde mora e o trabalho é seu, aliás, meu nome é Okimaru.

Após a resposta de Alex, Okimaru agaixa-se novamente ao balcão e pega de lá uma caixa cheia de kunais logo após retira outra com senbons e os saca em uma bolsa de couro guardada no fundo da caixa. O armamento não era de boa qualidade, porém estava em bom estado, então o vendedor propõe o preço.

- Vai custar 30.000 Bellies e um mês de serviço.

Ao sair da loja Alex contiuava caminhando, ainda estava no pico da movimentação comercial e haviam muitos marinheiros patrulhando pelas redondezas, ele então avista uma construção enorme, onde era posível escutar muito barulho dali, olhando mais de perto aparentava-se uma taverna. Alex adentrando a taverna dá de cara com uma briga de bêbados logo na entrada, ao sentar uma balconista se aproxima dele.

- O que vai querer?

Escutando o pedido ela anota o pedido e entrava para o interior do estabelecimento.

Era um local bem movimentado, onde haviam várias pessoas jogando, bebendo e gastando dinheiro fora, estava presente uma decoração cara, assim como a casa se avalia de fora, apesar de toda a bagunça, não havia nenhum tipo de vigilancia sobre aquela taverna, muito menos ação da marinha.

Cinco minutos depois voltava a garçonete com o pedido em mãos e ao entregar-lhe logo o pergunta:

- Você é estrangeiro? Nunca te vi por aqui.

A mulher possuia cabelos vermelhos e lisos, seios avantagados e um batom vermelho forte na boca, estava vestindo uma roupa que atraia a atenção de todos os homens da taverna.

- Você até que é um bom homem sabia?

Os olhares de todos ali estavam se direcionando a Alex, olhares de inveja e rancor o cercavam ao ver a garçonete flertando com o jovem, aquela taberna era um lugar fora do alcance da marinha, e a maioria das pessoas que ali estavam eram barras-pesadas, que bebiam lá para descançar sem a marinha na cola deles.

Agora cabia a ele mesmo decidir se responderia aos charmes da moça e correria o risco de arranjar alguma briga, ou se ele iria evitar confusões e sairia da taberna para não chamar atenção alheia.

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Objetivos:
 


Legenda:
-Falas
(Pensamentos)

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MensagemAssunto: Re: Livro Um - Atitudes que dão poder   Livro Um - Atitudes que dão poder EmptySab 17 Out 2020, 01:58









 

 





A toca do coelho




 

Já havíamos começado mal. As suspeitas de Alex pareciam não dar frutos, talvez a sujeira da ilha estivesse bem melhor escondida do que ele pensava. O interesse de Alex na ilha diminuía consideravelmente, mas ele não deixava aquilo abate-lo tão facilmente, visto que em cada ilha que passou, ele conseguiu armar um esquema para alcançar o topo.

- Sempre tem sujeira em baixo dos panos... - Ele indagou – Acabei de chegar. Não vai ser de cara que eu vou encontrar a mamata, mas assim que eu conseguir, não irá sobrar um de pé. - Ele sonhava, em meio a sua caminhada em busca de seus apetrechos. Após atravessar um mar de gente daquele que parecia ser um distrito comercial, Alex se deparou com uma loja convenientemente especifica para seu estilo de luta. Ao encarar a placa, ele espremeu os olhos, expressando uma certa desconfiança e refletiu sobre a possibilidade de ele estar protagonizando algum tipo de comédia romântica.  

Ao entrar na loja ele se deparou com uma figura bem caricata, que parecia ser bem maleável. A conversa flui bem e a proposta de Alex passou, até o senhor comentar sobre a localização da moradia, o que ele não esperava. - Hahahahaha! Bem! E-Eu... Para ser sincero, eu não tenho uma moradia atualmente... Pois acabei de chegar na ilha. - Ele assumirá uma postura mais humilde, mostrando embaraço pela possível frustração causada. - Mas não esquenta com isso, patrão! Eu irei dar o meu jeito. Nada que uns trabalhinhos por fora não resolvam. - Pela reação que o jovem observava de seu possível empregador, o maduro senhor não se importava tanto com a resposta. - Aliás! Me chamo Christopher, Christopher Nolan. Prazer em conhecê-lo.

Após ambas as partes chegarem a uma concordância, o garoto da família Fate deixou a soma em dinheiro sobre o balcão e caminhou em direção a porta, sem dizer uma palavra até o último instante. - Tenho que resolver alguns assuntos antes de retornar, senhor. Prometo que pegarei no trabalho assim que voltar.


Aproveitando a deixa, ele partiu para uma taverna que havia por perto. Uma daquelas bem clássicas com direito a: Briga de bebum; Fedor de cerveja derramada; Garçonetes assediadas vinte e quatro horas por dia e por aí vai. Ao se sentar no balcão, foi logo atendido, aquilo elevou levemente o seu conceito do lugar, o que lhe fez sorrir para a garçonete. -Uma cerveja. Por favor – A decoração cara lhe dava uma leve preocupação sobre o preço da cerveja, mas como um bom ator ele não tentou não perder a compostura. A atendente retornou e lhe serviu o drink e uma questão, que o rapaz prontamente rebateu de forma afiada. -Porque gostaria de saber? Por acaso é da marinha? - Ele ergueu o queixo e lhe encarou com um sorriso presunçoso e um olhar desafiador, como se acreditasse na própria brincadeira. Ele então riu reservadamente e complementou. - Sim, eu sou novo na ilha. Christopher Nolan, ao seu dispor senhorita.  - De repente, a moça soltou um elogio e o rapaz sorriu. Aquilo acariciou seu ego de uma forma que ele apreciava extremamente. - Fico lisonjeado, boa moça. Acredito que sua sabedoria é tão grande quanto seu charme é irresistível. - Ele sorriu e virou sua bebida, a terminando em algumas poucas goladas. Ele não era tão forte em relação a bebida, mas buscava impressionar a moça de alguma forma.

Ao notar que a sua conversa havia chamado a atenção dos demais, Alex sorriu. Seu ego que já estava inflado, ficou massivo. Aproveitando, ele diria: - Eu tenho uma proposta pra ti. Eu estava precisando de alguém para me mostrar a ilha e... - Ele ergueria o dedo indicador direito como quem pedisse por um momento, e cobriria sua boca com a mesma mão, abafando o arroto causado pela cerveja que bebera mais cedo. - Perdão. - Ele se desculparia e ajeitaria sua postura. - Não quero que perca seu tempo comigo, então gostaria de formar um contrato. - Ele daria uma pausa para moça absorver o que ele tinha acabado de dizer. - E se não achar isso uma boa ideia, nós podemos tratar disso como um encontro e nos conhecermos melhor enquanto você me mostra a ilha, que tal? - Se ela negasse o pedido ele responderia dizendo: - Vamos lá... Algumas horinhas do seu dia não irão fazer tanta falta. - Se ela aceitasse, ele seguiria dizendo: - Então eu vou querer duas coisas. A primeira é outra cerveja, já a segunda é saber quando você sai daqui pra poder te buscar mais tarde. Pode ser?

Independente da resposta, ele viraria o segundo copo de cerveja, pois o que está prestes a fazer a seguir não era de seu agrado. Ele bagunçaria suas madeixas e colocaria sobre o balcão 20.000, os últimos centavos que tinha em seu bolso, e se levantaria. - O resto é sua gorjeta pelo ótimo serviço. - Ele sorriria. - Té mais. - Ele se caminharia em direção a porta com o nariz erguido ao máximo, como se quisesse deixar claro que era superior. Ele esperava que um dos cavaleiros presente puxassem uma briga, julgando pela inveja dos bebuns, mas ele temia atrair atenção indevida. Ao mesmo tempo, sua curiosidade e o desejo de observar aqueles homens eram maiores. Ele se permitiria ser surrado, mas sempre atento para golpes na genitália ou qualquer ataque bruto que fosse debilita-lo. A ideia era não demonstrar algum tipo de habilidade em combate para que tanto os marginais quanto as autoridades mantivessem a guarda baixa por perto dele, assim ele apenas agiria se julgasse necessário.

Ao se sentir ameaçado, ele puxaria, com a mão esquerda, 4 kunais e as arremessaria contra o pé que estivesse mais à frente de seu oponente o mais rápido o possível. Em seguida ele puxaria uma senbon e apunhalaria a parte interior de qualquer uma das coxas que tivesse exposta, cravando a agulha o mais fundo o possível. Por fim, Alex puxaria outra kunai, só que dessa vez, ele atingiria o queixo de seu oponente. Se mais de um se aproximassem ou se Alex percebesse que alguém estava tentando se aproveitar da situação, ele interromperia seu ataque, ocuparia ambas as mãos com armas e agarraria o oponente a sua frente, colocando uma delas em seu pescoço e apontando a segunda em direção ao comparsa. - Vamos acalmar os ânimos. Rapazes - Ele diria em tom sarcástico.

Se levasse uma surra, ele prosseguira saindo do bar e se posicionaria discretamente no lado de fora, esperando o seu agressor se retirar do recinto. No fim, Alex o seguiria até um local afastado e isolado, onde ele poderia emboscar seu oponente. Ao observar as redondezas e encontra o local apropriado, Alex arremessaria incessantemente as suas armas contra ele para derrota-lo antes que ele pudesse reagir. Se tivesse sucesso, o rapaz checaria seu corpo e roubaria tudo que ele tivesse de valioso e suas roupas.

Se Alex fosse obrigado a revidar e nocauteasse seu oponente, ele seguiria apenas roubando os itens preciosos e o dinheiro do moribundo. - Obrigado pelo empréstimo.  

De toda forma, assim que pudesse, ele partiria para o QG principal da marinha em busca de fazer mais grana.



 

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Última edição por gmasterX em Seg 26 Out 2020, 21:22, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Livro Um - Atitudes que dão poder   Livro Um - Atitudes que dão poder EmptySab 24 Out 2020, 18:28

O som das músicas não cobria completamente a tensão no bar, a conversa entre Alex e a garçonete fluia bem, e o jovem garoto parecia desperceber, ou simplesmente ignorar a situação em que ele estava se metendo.

A bela dama se escorava no balcão para escutar as conversas de Alex.

- Bem direto você em Nolan? Hoje às 19:00 estou livre.

Ela se retirava e buscaria a cerveja pedida pelo rapaz.

Enquanto ela estava lá dentro, os nervos dos homens na taberna já estavam exaltados ao máximo, era possível ver um silêncio não habitual ali. Quando de repente algumas pessoas estavam prestes a levantar para arranjar uma briga se escuta um grunhido na porta do estabelecimento. Um homem enorme entra na taberna enquanto a garçonete volta com a cerveja do rapaz.

O homem que havia acabado de entrar senta ao lado de Alex e olhando para a garçonete pede uma bebida também.

Shiina-chan, a de sempre.

Era possível perceber que os animos entre os integrantes do bar haviam se acalmado, ao mesmo tempo em que alguns soltavam risadas. A garçonete voltaria com a bebida do Grandalhão e ao mesmo tempo, meio que propositalmente, soltou em voz alta após Alex deixar o dinheiro:

- Te vejo mais tarde docinho.

Neste momento Alex era capaz de escutar sussurros entre as pessoas do bar como: "Ele está ferrado" e "Esse estrangeiro vai ver o que é bom para tosse". Após isso ele quebra o copo de cerveja com as mãos, após apertar com tanta força.

- Eu escutei bem?

Diria com a cara cheia de nervos, após essa declaração de guerra um dos integrantes do bar gritou mais ao fundo:

- Agora você está ferrado estrangeiro! Vai conhecer a fúria de um dos homens mais fortes dessa cidade, que não tem medo nem da marinha! JACINTO PINTO AQUINO REGO!!

Jacinto possuía um porte grande, de aproximadamente 2,5 metros de altura, e estava ali pairado esperando o momento para destroçar Alex.

Photoplayer:
 

Observação:
 

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MensagemAssunto: Re: Livro Um - Atitudes que dão poder   Livro Um - Atitudes que dão poder EmptyQui 29 Out 2020, 09:54









|King Nothing|



O clima estava tão denso que dava pra cortar com uma faca, e Alex se orgulhava disso. Ele não só conseguiu a garota como deixo o restante com uma tremenda inveja. Por dentro, ele ria, pois por mais que eles se exasperassem, os homens pareciam evitar iniciar uma briga, o que era levemente decepcionante para ele. De qualquer forma ele já começaria a analisar o local para pontos de fuga e coisa que ele poderia usar em uma possível luta.

 Para a breve surpresa de Alex, a ruiva ouviu o papo mole de Alex e aceitou sua proposta. Involuntariamente o seu rosto mostrou por um momento breve uma expressão de descrença, que Alex rezou para que passasse despercebida. Sua descrença se dava principalmente por tudo estar indo tão certo, sendo que geralmente, a essa altura do campeonato ele já estaria correndo ou sendo surrado. Sua moral estava lá em cima, mas aquilo não podia aquilo podia subir a sua cabeça, já que o cenário parecia mudar quase que instantaneamente, como se fosse karma. O sujeito mais esquisito que ele tinha visto recentemente, se sentou bem ao seu lado. Ele tinha uma cara de poucos amigos, cheirava como alguém que já buscava briga e parecia ser meio durão, uma combinação que acabava com o ânimo de Alex. - Puta que pariu…. Sempre tem um bruta monte. - Ele disse, virando o rosto para longe do grandalhão e mostrando uma expressão de frustração. - Bom, tenha um bom dia hahaha, tchau! - Ele disse tentando sair dali o mais rápido o possível, mas pelo visto aquilo não seria possível.

Ele teria que tirar um coelho da cartola pra escapar dessa, e Alex meio que já planejava isso, só que não acreditava que precisaria bolar um plano mirabolante tão cedo. - Meus amigos... Somos todos cavaleiros civilizados. Estamos em um estabelecimento familiar, não devemos nos rebaixar a tal selvageria. - Ele diria, observando os arredores por pontos e objetos de interesse. Se aquilo desse certo, o que com certeza não aconteceria, ele apenas seguiria dizendo: - Bem, eu não quero confusão, então eu vou apenas sair daqui e não incomodarei mais. - Saindo pela porta o mais rápido o possível. Se eles insistissem na briga, mesmo com uma retorica tão bem feita, ele diria: - Bom, não custa nada tentar. - Em seguida, Alex agarraria uma cerveja de um dos bebuns na taverna, como se fosse apenas parte de seu ato, se apoiaria sobre o balcão, bem próximo de Jacinto e diria: - Um brinde para Regaça Pica da Silva. Um homem que voou baixo, mas que mesmo assim perdeu as asas e quebrou a cara feito Ícaro. Então, vamos dançar tango, garotão. - Ele viraria a cerveja em sua boca, prestando atenção em Jacinto para não ser atacado desprevenidamente. Agora, o seu curso de ação dependeria muito do que ele havia observado mais cedo. Para começar, ele definitivamente cuspiria grande parte da cerveja sobre o rosto de Jacinto, mantendo a quantidade o bastante para ele não se atrapalhar ou se engasgar enquanto luta com aquilo na boca. Após isso, se o estabelecimento fosse fechado, ele puxaria, em um movimento rápido, o máximo de kunais que pudesse com ambas as mãos e as arremessaria contra a iluminação do local, tentando reduzir a iluminação. Faria isso com todas as luzes presente menos uma, para poder usufruir de seus olhos avantajados. Caso contrário, ele apenas aproveitaria desse momento de surpresa para atirar o máximo de projeteis o possível contra os homens que estivessem mais próximos a porta, criando a ilusão de que ele iria apelar para uma escapatória desesperada.

Se ele obtivesse sucesso em enegrecer o local com sua estratégia principal, ele aproveitaria o caos e suas longas pernas para correr em direção ao restante da oposição, tentando elimina-los o mais rápido o possível. No escuro, a sua noção de profundidade e percepção de objetos é bem pior, e Alex se aproveitaria disso lançando uma rápida sequência de senbons e kunais contra o capanga ao qual havia se aproximado, a uma curta/média. Se tivesse sucesso, ele repetiria o processo até que não houvesse mais alvos ou que Jacinto estivesse perigosamente na sua cola.

Agora com menos obstáculos em seu caminho, ele daria seu foco total ao grandalhão principal. Por não ter puxado imediatamente uma arma, acredita-se que seu oponente luta a uma curta distância, então Alex lutaria com isso em mente e se manteria num espaçamento considerável de seu oponente. Ele correria pela taverna e arremessaria suas armas contra ele. Se fosse necessário, o rapaz derrubaria bancos e cadeiras próximos no caminho de seu oponente, para fazê-lo tropeçar. Caso não conseguisse manter uma boa distância ou ficasse cansado, ele se posicionaria atrás de uma mesa, e correria em volta dela, arremessando mais kunais e senbons contra Jacinto enquanto isso. Se por acaso ele pulasse sobre a mesa para tentar surpreender Alex, o rapaz a chutaria, tentando vira-la, assim derrubando o bruta montes. Caso o gigante careca tentasse erguer a mesa e para arremessa-la ou algo do tipo enquanto o salão estivesse escuro, Alex aproveitaria para se agachar e se esgueirar para de baixo de uma outra mesa, onde ele aguardaria o grandalhão se aproximar para apunhalar um de seus calcanhares com uma kunai, caso contrário ele apenas se esquivaria e seguiria sua estratégia. Se caso Jacinto pulasse sobre a mesa, mas a mesa fosse presa ao chão, Alex apenas apunhalaria um dos pés de Jacinto e correria. Se Jacinto tentasse arremessar algo contra o rapaz, Alex se agacharia e arremessaria kunais contra as pernas de Jacinto em resposta.

Caso Jacinto mesmo assim entrasse em distância de combate, ou algum dos outros homens resolvessem entrar na briga, Alex usaria seu savoir-faire para evitar a todo custo golpes baixos ou a cabeça, gingando enquanto tenta aumentar a distância. Se fosse agarrado, o rapaz usaria do restante da cerveja que havia guardado em sua boca para tentar cega-lo novamente, em seguida ele arremessaria duas kunais contra um dos pés de seu oponente e por fim, efetuaria um pisão firme sobre as kunais cravadas no pé de seu oponente.

Naquela altura do campeonato, tudo que o rapaz queria era uma breve pausa. Combates diretos nunca foram sua praia, mas o mesmo não tinha muitos artifícios a utilizar além de sua caixola e sua sorte. O que deveria ser mais do que o suficiente.




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MensagemAssunto: Re: Livro Um - Atitudes que dão poder   Livro Um - Atitudes que dão poder EmptySex 06 Nov 2020, 22:42

Aventura cancelada a pedido do player.

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