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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap.1 Deuses entre nós

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptyQui 17 Set 2020, 19:14

Relembrando a primeira mensagem :

Cap.1 Deuses entre nós

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Uriel Seraphim. A qual não possui narrador definido.


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K1NG
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptySeg 21 Dez 2020, 00:35




Deuses entre nós

Briss ~ 27º ~ Noite



Uriel Seraphim (XXI)
A mente de Uriel vagueava. A escuridão tomava formas sinistras e em um simples passar de segundos, talvez minutos, quem sabe horas, ele não estava mais consciente, nem ao menos ciente, do que acontecia a sua volta. Dormindo profundamente ele transitava entre dois mundos, estes que, agora, eram terrivelmente assustadores e cruéis.

O corpo do rapaz estava intacto, perfeito, e sem nenhum tipo de roupa. Pelado! A luz de uma fonte indistinguível, distante e bem fraca, era a única direção que tinha ante a aquele breu sem fim. O céu parecia não fazer sentido. Era escuro, porém não parecia ser noite. Pouco a pouco ele parecia conseguir encostar no céu, ou qualquer coisa que aquilo se parecesse. Notável era também que seus pés eram encobertos por uma nuvem negra, névoa talvez.

Sons, similares a sorrisos sapecas, eram emitidos da escuridão. Formas sensíveis a luz e aparentemente sólidas começavam a fazer cócegas pelo corpo do celestial. Uriel sentia dedinhos pequenos e escuros tocando sua barriga, peito, braços e pernas. Eram gelados como o refrescante hálito do abismo sem fim que estava sobre sua cabeça.

Distante dele a luz piscava lentamente, além do barulho misterioso de um cochichar distante e indecifrável.

Distribuídas pelo céu algumas mãos abriam e fechavam, todas estas também escuras como as nuvens, ou névoas, que encobriam o pé do rapaz. Elas acenavam, faziam gestos obscenos e até chamavam o rapaz. Todas tentavam sinalizar algo, seja positivo, o que era raro, ou seja negativo, a grande maioria.

Também pela escuridão que envolvia o rapaz alguns sorrisos largos e amarelos, se abriam, como figuras de algum tipo de livro. Eram distantes e nem ao menos tangíveis, porém eles emitiam uma presença diferente das sombras que atormentavam o celestial caído. Os sorrisos se abriam e vomitavam abóboras de todos os tamanhos e formas, todas com dois círculos perfurados em sua casca. De dentro de tais círculos uma luz se acendia lentamente.

A cada passo que Uriel dava da luz, fraca e falha, mais as sombras, sorrisos, mãos e abóboras ficavam ativos. – Szcsctczstczcxcs.


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Salazar Merlin (VII)
A pergunta era ignorada por ambos os tritões, e até mesmo o homem pasmo, que acompanhavam o desenrolar da cena frente aos olhos agressivos e assustados. A mulher chorava descontroladamente e, sem direção, estava chocada se se mover ou nada parecido. Uma arma, grande e aparentemente potente, escorregava de sua mão. – Zander...

As figuras ainda presentes saíam correndo da cena grotesca que acabava de ocorrer. – Acho melhor a gente nem se envolver com isso. – Arkad dizia. – Se a milícia daqui achar que estamos envolvidos com isso vamos estar muito ferrados. – Ele levava uma mão até o queixo, como que pensando no que fazer. – Acho que tem um médico que mora aqui perto. – Falava olhando para o lado, uma rua. – Não é um dos melhores, mas é bem melhor do que ter de ficar aqui mais tempo...

O velho começava a caminhar na direção da mesma. – Não são nada parecidos com a marinha. – Arkad explicava. – São simplesmente “justiceiros, que querem fazer justiça com as próprias mãos”! – Completou, dando ênfase a frase. – A questão principal é que a marinha tem seus limites morais e éticos. – Arkad olhava bem sério para Salazar. Ele exibia, de forma bem expositiva, um largo corte atrás da orelha que se estendia até a base da nuca. – Eles não têm limites com os prisioneiros. – Sorriu, amedrontadoramente. – Essa orelha nem é minha! – Sorriu mais uma vez, de forma cada vez mais macabra.

A rua se estendia por um bom caminho. Era muito bem feita, além de que os prédios, todos residenciais, tinham todo um ar bem mais moderno e trabalhado. Era um local aparentemente nobre, sem nenhuma sujeita, falha ou qualquer outra coisa que remetesse aos bairros operário e da avenida do porto. – Estamos chegando. – O velho dizia. Ele tomava direções bem práticas, curvava algumas ruas e enfim estava frente a um prédio.

Arkad levava a mão até a porta, porém antes de bater ele repensava em sua ação. Parecia pensar... o que durava bons e duradouros segundos. – Tomara que ele não atenda. – Deu dois toques na porta.

Por um tempo um silêncio sepulcral era o único companheiro da dupla naquela noite. Porém o som de passos ecoava do outro lado da porta. O trinco emitia um som de trava e em seguida a porta se abria. Lentamente revelando algo que se parecia com uma raposa. – Você não! – Disse, bem assustado, porém ainda mais nervoso.


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Joe "Kisame" Blow (IX) & Tensei K. Kallis (VIII)
A cena era triste, porém apenas para quem perdeu algo. Os dois tubarões pareciam não se importar muito com a morte de Zazá, além disso, em um tom obviamente ameaçador, Kisame tinha planos de executar o outro rapaz, que estava em estado de choque olhando o corpo sem face do antigo dono do bar.

Frente ao corpo a mulher chorava inconsolavelmente. Não se dava nem conta do que os tritões falavam. As lágrimas caíam sobre o corpo de seu falecido marido e a arma escorregava de sua mão. – Zander... – Soluçava.

A figura via Kisame morder o pé de mesa algumas vezes e isso o assustava também. – Eu não quero ser o próximo! – O rapaz corria desembestado para longe dali.

Ambos tritões saíam da cena do crime, deixando uma evidência preciosa: os dentes afiados. Eles se direcionavam a uma loja de armas, porém, não viam nenhuma loja, seja de armas como de qualquer outra coisa, aberta.

Numa avenida larga e longa havia uma luz, de outro restaurante. Um homem e uma criaturinha saíam deste e paravam frente a um enorme ser misterioso vestido de preto.




Arthur Diggory (VII) & Gin Yazamki (VII)
Arthur conseguia acalmar o mink, porém a situação com Yvonne e o marinheiro não eram nem um pouco boa. – Só leve seu amigo daqui. – Disse o marinheiro, sério, sem tirar os olhos de nenhum dos dois. – Tudo bem... acontece... – Yvonne disse. Romanov não aparecia no salão principal, porém era claro que ele não gostaria do incidente. Aquele restaurante significava muito para ele.

Dado os fatos, após a dupla sair do restaurante, ambos se entendiam. Agora, com outra direção e outros planos, eles vagavam pela cidade de Briss à noite, procurando outro lugar para comer.

Não faltavam lojas, e inclusive lanchonetes e restaurantes, porém todos fechados. Não era nem um pouco cedo na cidade. Além disso não havia algo que de fato chamasse a atenção de Arthur ou Gin. Eram talvez dez ou onze horas da noite.

- Perdidos, senhores? – Disse um homem, enorme, com um sobretudo, chapéu coco e uma bengala.

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Iruh Infamus (VII)
Os que ali corriam não conseguiam se concentrar, ou pelo menos perceber, o que Iruh falava. Eram palavras distantes para eles. Porém Nadja parecia interessada. – Dois o que? – Disse sem entender muito bem. – Vamos lá então... – Continuou. A mão do ruivo estava sempre próxima a seu quadril ou envolvendo sua mão, isso não a incomodava, ela até parecia gostar deste tipo de contato físico. – Isso é uma novidade... um crime acontecendo em Briss? – Sorriu. – Seja quem for se não sair da cidade o mais rápido possível vai estar ferrado. – Exclamou.

A brisa era fresca, típica de orlas marítimas e de praias. O porto não estava muito distante de onde o casal caminhava. Um garoto e um velho, logo a frente, talvez uns trinta metros, estavam parados frente a uma forte luz de algum estabelecimento. O som de lamento era perceptível.

No porto a dupla via algumas pessoas cainhando pra lá e pra cá. Não estavam perdidas, mas sim preparando um barco para sair. Eles pareciam com pressa. – Eu marquei a cara dele, não deve estar longe. – Disse um dos homens. – É um velho e um cara com asas! – Disse outro. Eles estavam muito bem armados e o barco parecia ter sete ou oito pessoas.

Já no destino a cera vista era bem chocante. Nadja não parecia bem, a mão ia até a boca, como que sentindo um enjoo. – ... – Ela suspirava de pavor.

Uma mulher chorava sobre o corpo morto de um homem sem face.

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NARRAÇÃO - XXI
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arthurbrag
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptySeg 21 Dez 2020, 12:29


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- Viajar com você? – repetiria a pergunta, surpreso com o convite. Com um sorriso, responderia para Gin. - Seria divertido. Vamos tentar achar alguma tripulação bem sem juízo que aceite dois desajustados como a gente.

Na medida que andavam Arthur perceberia que tudo estava fechado. Provavelmente era bem tarde e a melhor opção para eles era achar um lugar para passar a noite. No dia seguinte, precisaria visitar algumas lojas.  Comprar alguns mantimentos e quem sabe uma arma. Não tinha o costume de andar armado quando era chef do restaurante, mas se realmente ia se tornar um pirata, já estava colocando sua vida em risco andando desprotegido.

- Acho melhor a gente procurar um lugar pra dormir – diria Arthur para o mink, antes de se assustar com a figura em sua frente. Daria, por puro reflexo, um passo para trás ao ver o homem de chapéu coco. Algo em sua aparência o causara arrepios. Seria a altura? Ou o maldito chapéu? Onde já vira aquela coisa antes? Afastando esses pensamentos, o cozinheiro iria se recompor, dando umas tossidinhas antes de falar para ter certeza que manteria a voz firme.

- Não, estamos bem – diria. Não queria perguntar ao homem sobre um lugar para dormir, tinha a sensação que seria levado para uma espécie de mansão amaldiçoada e seria assassinado. Pode ser só neurose? Provavelmente. Mas o ruivo costumava seguir o seu instinto. - Obrigado por perguntar, senhor.

E, assim, procuraria algum motivo para sair daquela conversa. Se percebesse próximo dali outras pessoas, iria em direção delas. Analisaria com atenção a aparência dos mesmos, com curiosidade.  
- Boa noite – cumprimentaria, com o seu charme de sempre, independente de quem fossem. - Sabem de alguma espelunca para dormir aqui nessa cidade?  

E assim, esperaria a resposta observando com mais detalhes quem estava na sua frente. Também buscaria por Gin, esperando que ele o seguisse para longe do bizarríssimo cara de chapéu coco.  

Histórico:
 

Objetivos:
 

Arthur Diggory:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptySeg 21 Dez 2020, 13:33

Uriel estava em estado de choque sem reação diante ao que acontecia no lugar que ele agora estava, correr das sombras era a única coisa que ele podia fazer, as abóboras eram apenas abóboras e não podiam fazer mal a ele, ou era isso que se passava em sua mente. O celestial começava a correr até a luz enquanto suava frio e tentava se desvencilhar das mãos que pareciam puxar ele para as sombras, para a loucura, sem sua espada ele nem ao menos podia se defender de maneira decente apenas correr para a luz e fugir do paranormal


As mãos no céu e os sorrisos amarelos atormentavam a sua mente, o que acontecia não fazia mais sentido ele estava no Inferno, buscando por apenas uma coisa refúgio a luz, que era atraente como uma bela donzela e era segura para refugiar-se das sombras, as mãos que cobriam seu corpo o faziam engolir seco, ele estava nervoso mas não era a raiva comum que o celestial sentia, era medo, as trevas e o terror o faziam se sentir claustrofóbico, o fôlego que saia de seus pulmões sempre que sentia o frio das gélidas mãos que tocavam seu corpo fariam com que ele pensasse por uma vez na sua vida, de que era impotente, fraco, que não passava de um simples garotinho metido a pirata que gostava de magoar os outros -ISSO NÃO É REAL, NÃO PODE SER REAL, PAREM PAREM DE ME ATORMENTAR!


Os risos nas sombras contribuam com sua loucura, eles estavam caçoando dele, do pobre garoto, era complicado de dizer o que estava sentindo, ele apenas corria para a luz como se fosse a única coisa que fizesse sentido em sua mente, a única coisa que ele queria era ir embora, fugir, pro mais longe possível para algum lugar que as sombras não pudessem chegar. INSANIDADE era a única palavra que podia descrever o que o mesmo sentia como se pela primeira vez na sua vida ele estivesse fraco, ele se lembrava do passado e dos tempos difíceis enquanto se ajoelhava diante da luz e sussurrava chorando, o desespero era claro em sua vez -Eu não aguento mais, se era o Inferno que desejavam me levar vocês conseguiram, agora parem, pelo amor de tudo que é sagrado para vocês eu não aguento me tirem daqui

objetivos:
 

Atributos, vantagens e desvantagens, perícias:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptySeg 21 Dez 2020, 17:09

O rapaz chamado Arthur demonstrava interesse em se juntar ao urso, eles pareciam formar uma boa dupla, ambos pareciam se entender em senso comum.
Um silhueta estava vindo em direção dos dois garotos o que ao Mink parecia estranho em um horário tão tarde e com todos os recintos fechados, mas também teria que imaginar que ele também estava tarde da noite, em prontidão a silhueta tomou forma e o mink reparou no treco sobre a cabeça do homem, este reparando naquilo sorriu para o objeto como se tivesse visto um brinquedo. -Nem um pouco, e o senhor?- Caminhando ainda do lado de Arthur, seguindo assim seu caminho Gin parecia curioso sobre o chapéu do homem, porém ao longe via outras imagens se formando, estás eram também grandes de mais, o que deixou o urso admirado, este mesmo correu em direção dos homens se pondo em guarda sorrindo para eles. -Que porra vocês são?- Gin não conseguia ver o rosto deles ainda, mas começou a cuidar melhor, conforme tenta avançar em suas direções iria reparando em suas formas se conseguisse.

legenda:
 

Objetivos:
 



Histórico:
 
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1° Divisão de Demônios

-A tropa do Urso ta em Outro PATAMAR!
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptyDom 27 Dez 2020, 18:27



Tudo ocorria de forma rápida, o homem correndo e a mulher chorando só faziam o tempo em minha mente passar de forma mais acelerada. Kisame então me dirigiu algumas palavras enquanto deixavamos o local onde o homem morto descansava, levei minha mão até o meu ombro esquerdo, a dor não era muita mas o sangue ainda escorria e isso me irritava de uma forma estonteante. Ouvi as palavras de meu conterrâneo e então respondi o mesmo dando ombros -Voce faz oque quiser, assim como eu faço oque quiser. Não existem regras.- Falava de maneira calma, e não me importava de olhar para meu parceiro enquanto as palavras saiam de minha boca - Caso a gente discorde de algo é só conversar, regras só causam discórdia.- Como éramos iguais, não existia líder eu sabia que a melhor forma de resolver algo séria conversando, eu via o tritão como um parceiro conterrâneo com quem estava andando no momento. Não havia criado um forte laço ainda, mas o tempo estava correndo.

Após sair do bar e começar a caminhar pelas ruas escuras demoramos um pouco para encontrarmos outro sinal de vida. Este veio na forma de um ser de vestes negras e outro que caminhava na nossa direção. Antes que pudéssemos chegar ao homem de preto fomos interceptados pelos outros dois, um deles era algo que eu nunca tinha visto (e só tinha reparado nele quando se aproximou) um urso pequeno, que logo que chegou soltou uma frase que me fez rir. Meu sorriso foi sincero, e a gargalhada profunda - Somos o resultado da porra de tritoes. E você menor, oque é?- Me abaixaria para falar com o mesmo, e falaria em um tom amigável. Depois iria reparar na outro, o homem que acompanhava o urso, ele era bonito, com cabelos vermelhos e pele branca. Me fez sorrir e por um minuto esqueci da dor em meu ombro - Boa noite, infelizmente não sei de nenhum local. Mas por conhecidencia também preciso de um, afinal não tenho onde dormir hoje e duvido que vamos encontrar uma loja aberta essa hora.- Falei de forma gentil e aguardei uma resposta, no entanto não deixei de reparar no homem de preto e quartionei ambos sobre o mesmo -Quem é aquele?- Ele parecia ser misterioso e emanava um tom de força, então fiquei preparado.

Histórico:
 


Objetivos/Off:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptyQua 30 Dez 2020, 00:17




Iruh Infamus
Deuses entre nós


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 Minha empolgação para brincar com Nadja só aumentava, eu realmente almejava satisfazer os desejos dela, naquela noite, mas para minha infelicidade aquele incidente havia atiçado sua curiosidade, ver uma cena assim não ajudaria em nada meus planos maliciosos.

 Ao ouvir a movimentação dos homens em direção ao barco minha imaginação era despertada “Sera que foi um homem de asas e um velho que fizeram isso? Homem de asas? Será aquele falastrão de mais cedo?”

 Com meus longos braços cercariam Nadja em um abraço carinhoso, para quebrar o clima macabro que se encontrava aquele local.

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 Me aproximaria da outra dupla, e perguntaria para o velho – O que aconteceu aqui amigo? Quem fez toda essa barbaridade?



Fala - cc1d00
Pensamento - 0099ff


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   "A justiça pode se torna maligna. A realidade pode se tornar uma ilusão. E o significado pode ser encontrado em coisas sem sentido."

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Joe Blow
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptyDom 03 Jan 2021, 16:26




Kisame
Há um Monstro na água



Me senti um pouco mais seguro com a resposta de Tensei, pois se não houvessem regras eu poderia seguir a minha própria conduta, fora também o fato de que acabaram de destruir um bar, que também seria um problema quando amanhecesse e a marinha começassem a caça-los. -Também não queria encorajar ninguém, mas acho que vamos ter de lutar mais nessa cidade, vamos andando preciso de uma espada de verdade.- As luzes eram poucas agora nas ruas a maioria das pessoas já havia se retirado para dentro de suas casas, porém um homem vinha em vossa direção passado um certo momento na rua; O que assustava-me de verdade era o fato dele seguir em frente em uma noite escura na direção de dois homens grandes, imaginei o caminho inteiro quem seriam estes.
Porém por algum segundo me passou a cabeça de verificar se Tensei estava ensanguentado, porém apenas dei uma breve olhada, mas o que não me deu tempo suficiente para reparar por completo, podia ter sido apenas minha mente me pregando peças, mas estava por imaginar algumas manchas de sangue em sua roupa, mas também podia ter sido apenas imaginação, esperava mesmo que fosse, por que quem será que estava vindo a vosso encontro. - Um lugar para dormir? Não, não faço a menor ideia na verdade.- Procurei as costas deles de onde eles poderiam estar vindo e se tinha mais alguém por ele, mal me dei por perceber que havia um urso entre nos, analisei o mesmo por alguns segundos e voltei a sorrir para o homem mais alto. -Seu urso de pelucia é engraçado.-

Considerações: -

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Kisame, PauTora:
 
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptyTer 05 Jan 2021, 00:23



Zander? Salazar se questionava sobre o que seria Zander, caminho com os olhos focados nas costas do velhote, prestava atenção também em suas palavras, falava sobre milicia o que para o garoto era de pouca importância no momento, já estava com tanto tédio e preguiça de caminhar que assim que encontrassem um local para se sentar iria fazer rapidamente, sentia as pernas doendo mesmo caminhando poucas horas, de fato era um garoto sem musculatura, talvez a viagem lhe torne um homem de verdade.

-O que é Zander?-

Murmurando entre os dentes para que o velho falasse sobre ela mais tarde, mas acho que este talvez nem pudesse telo ouvido, ainda estava falando sobre prisioneiros e uma orelha que não era dele, Salazar não havia entendido porcaria alguma, só achou estranho o fato da orelha não ser dele.

-Claro que é sua, se está com você é seu!-

Salazar parou de questionar e de afirmar coisas quando percebeu que o velho não queria que a pessoa que eles foram visitar estivesse, o que era ainda mais estranho, a porta se abriu passando alguns segundos, Salzar deu alguns passinhos para trás para ter uma ampla visão de quem estava por aparecer.

-Tem algum lugar que eu possa me sentar enquanto vocês conversam?-



Atributos:
 

Observações (SIM):
 

Modelo De Ação:
 

Objetivos Briss:
 

Histórico:
 

informações:
 

OFF:
 

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptySex 08 Jan 2021, 00:18




Deuses entre nós

Briss ~ 27º ~ Noite



Uriel Seraphim (XXII)
Uriel percebia, ou melhor, sentia que estava cada vez mais próximo da luz mesmo que sua visão dissesse o contrário. Ainda que houvesse uma mínima esperança ele deveria se agarrar a ela e lutar por sua vida naquele mundo escuro e maluco. De onde surgiram aquelas mãos e aquelas bocas? Quem eram aqueles seres pequenos e endiabrados? E as abóboras, o que eram elas? Eram questões pertinentes em um ambiente impertinente.

- Cszcscstszcszcs! – A voz se tornava mais alta e material. Aos poucos uma forma física se formava através do feixe de luz que descia do alto. Era uma figura baixa e com a aparência redonda. – Fffffzzzzzzzzzz. – Declarou em sua própria língua.

Uriel também notava que as abóboras, antes inanimadas, começavam a desenvolver membros, ainda que pequenos e aparentemente inofensivos. Elas abriam furos na parte inferior e dele uma sombra negra como piche descia e formava um corpo pequeno, desproporcional ao tamanho da cabeça, que seria a abóbora. – Ya! Yaiaia! – Gritavam em uníssono antes de correr na direção do celestial. Eles se lançavam ao alto com vontade e surpreendentemente explodiam! “Pow! Pow!” Os estouros da abóbora sendo explodida e pedaços voando para todos os lados davam uma outra cara às sombras que envolviam Uriel.

Por instantes as cascas da abóbora conseguiam perfurar aquela camada densa que envolvia o corpo do rapaz de asas. Elas rasgavam o tecido invisível e deixavam o celestial com os sentidos atentos e mais expostos.

A figura, que era misteriosa, continuava se aproximando, porém, centímetros frente a luz, ela parava. Dava uma boa olhada na direção de Uriel e sussurrava enfim, no idioma em que o rapaz conhecia muito bem. – Ocê sabe quem eu sou? – Indagou. Sua voz era de um sotaque ímpar. – Nóis não vai te infernizar se ocê fizer uma coisa pra nóis. – Sorriu. A esfera negra que guardava seu corpo se parecia com uma boca, a mesma daquelas amareladas que apareciam decorando o céu, porém esta era negra e nebulosa. A velha era estranha demais, seus lábios rachados e verrugas pelo rosto davam uma aparência bem necrótica, além de mais velha do que aparentava ser.

A ponta de seu dedo indicador esquerdo brilhava em azul enquanto a ponta de seu dedo indicador direito brilhava em vermelho. Ambas estavam apontadas na direção de Uriel quando, mais uma indesejada vez, ele sentia que algo o encobria. Era como à toalha quente e molhada fosse jogada sobre ele. O som que vinha do alto parecia distante, aos poucos, assim como a toalha que parecia crescer e crescer e crescer...

- Agora ocê vai parar de correr e vim fazer o que nóis quer. – A velha murmurou. Sua voz também parecia distante e curiosamente vinha do alto.

Uriel havia se transformado em um sapo!



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Salazar Merlin (VIII)
A criatura animalesca se revelava aos dois. – É um velho conhecido... – Arkad comentou, porém era bruscamente trespassado pela fala do rapaz inusitado. – Não! Eu não sou nada seu! Não tenho nada a ver com você, seu velho maluco! – Ergueu a voz, mas notando a hora ele se recompôs. – O que você quer? Já disse que não quero mais nenhum serviço seu. – Arkad sorria e respondia com calma. – Vai ter uma festa no barco do Montanha e o capitão desse belo garoto quer estar lá. – Ele apontava para Salazzar com o indicador.

A criatura olhava bem séria para os dois homens que apareciam a sua porta tarde da noite. – Tsc... entrem. – Ele saía da frente da porta, dando passagem para ambos.

Havia uma escada estreita que curvava na metade do andar e logo acima já levava a duas portas. Uma no final do corredor, que estava aberta, e outra na parede do lado direito deles, que estava entreaberta.

A porta à direita, entreaberta, acomodava uma garota, de vestes íntimas, que dormia como pedra, enquanto a porta ao fim do corredor era algo parecido com uma cozinha que dividia espaço com uma sala de estar. – Aqui. – Indicou o rapaz com traços de raposa. Ele entrava e olhava para os dois novamente.

Cadeiras eram puxadas, um espaço se abria para o trio e finalmente começavam a desembuchar o que tanto escondiam. – Arkad, não me leve a mal, mas eu não sei se vou poder cuidar de mais pacientes... – O rapaz respondia, ele parecia ter um peso em suas costas. O olhar cansado e de culpa não saía de seu semblante. Arkad respondia. – É simples, nós vamos pegar o navio do Montanha e sairemos daqui, vai dar tudo certo. Eu preciso que você dê uma arma para o garoto e que nos espere no barco lá no porto abandonado. – Falou. Arkad tinha uma confiança especial em tudo o que dizia.

A criatura, agora identificada como Yorag, puxava uma caixa de papelão com vários adesivos firmes. Ele abria e puxava um revólver da caixa, junto com dois cartuchos de munição. – Toma, isso vai servir para a entrada. – Antes de entregá-lo à Salazar ele puxava rapidamente. – Use com sabedoria! Não quero ter de cuidar de mais nenhum maluco que acha que é atirador! – Arkad sorria, como se se lembrasse de algo distante.

O trio parecia preparado para voltar ao barco. Arkad já havia cumprido com sua tarefa de conseguir um médico. Yorag fazia os últimos preparos para sair de casa, pegava equipamentos médicos e outros utensílios que seriam de grande valia. Arkad... dormia na cadeira como um velho senil.


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Joe "Kisame" Blow (X) & Tensei K. Kallis (IX) & Arthur Diggory (VIII) & Gin Yazamki (VIII)
A figura estranha e desconfortável ficava para trás. Ele apenas sorria com a resposta de Arthur e de Gin e caminhava na direção oposta da dupla. – Heh. Tudo bem. – A voz era bem perdida, com entonações que variavam o suficiente para não ser algo memorável.

Porém duas outras figuras surgiam frente a eles. Dois tritões de grande porte e musculatura, um deles ferido, se apresentavam como a raça que de fato eram: homens-peixe.

A noite estava em seu auge. Talvez era um bom momento para procurar abrigo, afinal os ventos frios começavam a dar as caras. A rua estava deserta e também não contava com a luz das lojas, apenas de algumas poucas residências e dos projetos de iluminação urbana, que nada mais eram do que finos tubos de ferro com uma engenhoca luminosa em seu todo.

Não havia um destino traçado por nenhum deles. Talvez uma viagem? Talvez apenas buscar por mantimentos e abrigos? Quem sabe?

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Iruh Infamus (VIII)
Um homem se aproximava da cena. Ele via a mulher de joelhos frente ao corpo estirado no chão e, mesmo sem ter atenção a quem respondia, falava distraidamente. – Parece que houve uma briga de bar. Dois gigantes na cidade. – As palavras saíam de sua boca de forma sem nexo, nem mesmo ele parecia acreditar no que dizia. A mulher chorava estática e sem reação.

Aos poucos mais pessoas vinham na direção do evento que ocorrera. Inclusive alguns destes vestiam um terno escuro com um brasão singular no peito. Eles conversavam entre si, eram quatro, e se separavam em várias direções.

- Iruh, acho melhor sairmos daqui... - Nadja comentou quando notou a presença dos homens de terno. – Lembra do que falei sobre os que fariam quem cometeu o crime sofrer? São estes aí... – Ela sussurrava no ouvido do ruivo.

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NARRAÇÃO - XXII

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptySex 08 Jan 2021, 10:24


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- Caramba... – murmurou Arthur, analisando com calma a aparência dos tritões a sua frente. Já havia se encontrado com essa raça magnifica uma vez no passado, mas nunca teve a chance de conversar com eles. Sentia-se genuinamente empolgado.  - Vocês são incríveis.

O primeiro tritão, com o nariz de serra, foi o primeiro a responder. Parecia estar curioso sobre Gin – o que não era de se surpreender – e estava procurando um lugar para passar a noite, assim como Arthur. O ruivo já se animou com a ideia, pensando que poderia conhecer ainda mais sobre eles.

- Vamos procurar um lugar então. A noite já está esfriando. – percebendo que Tensei perguntou sobre o homem de chapéu coco, Arthur apenas afastou a ideia, querendo apagar a imagem do homem de sua mente. - - Só um esquisitão. Vamos procurar algum lugar aberto?

E então começaria a andar, tentando fazer com que o grupo o acompanhasse. O outro tritão, com brânquias bem marcadas abaixo dos olhos, parecia achar que Gin era um urso de pelúcia. Arthur riu com a suposição, esperando que o próprio urso respondesse provando o seu valor.

- O que vocês fazem em Briss? – perguntaria Arthur, ainda andando, sempre atento ao seu redor em busca de algum lugar aberto para dormirem. Também perceberia que um deles estava ferido. Já teriam se metido em alguma encrenca? Pensando nisso, o ruivo também ficaria mais atento para ter certeza que não estavam sendo vigiados ou seguidos. Esperava encontrar logo um local para ficarem.

- Opa, agora que eu percebi que nem me apresentei direito. Desculpem a falta de cortesia. – Ele sorriria, sem interromper a caminhada, olhando para os tritões - Meu nome é Arthur, sou cozinheiro. Talvez me torne um pirata em breve, mas para isso preciso de uma tripulação que me aceite.

Arthur continuaria simpático com os homens, independente das respostas deles. Ouviria com atenção cada fala, buscando conhecer mais sobre cada um. Quando finalmente achassem um lugar aberto, Arthur se adiantaria.

- Podem esperar aí, vou ver se consigo quartos pra gente -  diria ele, esperando que o pessoal aguardasse do lado de fora.

Entrando no lugar, observaria os detalhes do estabelecimento. Depois, com o sorriso mais bonito que tinha, abordaria a pessoa responsável pelo atendimento.

- Boa noite! Espero imensamente que possa me ajudar. Estou com alguns amigos ali fora e precisamos de um lugar para passar a noite. Não se preocupe, não traremos problemas. Arthur usaria tudo que tinha ao seu favor para passar a melhor imagem possível para quem o atendia, independente de quem fosse. -- Pode separar quatro camas para nós?

E, esperando conseguir, pegaria a chave dos quartos e agradeceria com entusiasmo. Depois, voltaria para o lado de fora, entregando as chaves. Não sabia quantos quartos teriam, mas dividiria da forma que achasse melhor. Se fosse apenas um quarto com quatro camas ou um quarto para cada um, não havia o que decidir. Apenas seguiriam para seus quartos.

Agora, se tivessem que dividir, sendo duas pessoas em cada quarto, Arthur preferiria a companhia de um dos tritões ao invés de Gin. Já conhecia o mink e estava mais curioso com os outros seres em sua frente. Sendo assim, jogaria uma das chaves para o tritão com as brânquias e diria:

- Você fica com o Gin, tenho certeza que ele vai adorar te provar que não é de pelúcia. – diria o ruivo, rindo - Mas cuidado, ele é bem encrenqueiro.

Depois, com um sorriso, se viraria para o tritão de nariz de serra.

- Você fica comigo, pode ser? – diria ele, sem esperar muito por uma confirmação, apenas andando até o quarto e esperando ser seguido. Entraria no quarto, destrancaria na porta e já sentaria em uma das camas. Olhando para o tritão, completaria. - Estou bem curioso sobre vocês, sendo bem sincero.

Histórico:
 

Objetivos:
 

Arthur Diggory:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 10 EmptySex 08 Jan 2021, 13:22

DEUSES ENTRE NÓS 

CAP. 1


Uriel olharia para a velha decrépita e depois olharia para si mesmo, como é possível ele ter virado um sapo? Talvez o mundo não estivesse  fazendo muito sentido ultimamente, pelo menos as mãos não iriam me tocar mais, ou é o que eu imagino, abóboras são horríveis e a partir de hoje eu odeio elas. Mas voltando ao assunto principal, eu sou um sapo agora! Terei de me acostumar a comer moscas? Eu vou poder beber novamente um dia? Será que eu posso falar? O medo que havia na mente de Uriel havia se tornado a mais pura espécie de confusão, eu olharia para a bruxa velha e tentaria falar, -E o que é que você quer ein sua puta, velha, desalmada, desgraçada, fodida, arrombada do CARALHO!?!?!
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Uma cena minimamente estranha, cada vez mais Uriel se sentia parte de algum desenho animado sobre um bêbado que virou um sapo, falando em bebida mesmo nesse mundo a sede me consome, se viraria e agora se direcionaria a velha novamente -Ok vamos recomeçar, o que exatamente você quer tem que ser algo simples e que esteja no meu alcance, se não nós não teremos um acordo, mesmo parecendo confiante Uriel estava preocupado já que não saberia a reação da velha, o sapo tentou se aproximar dela tentando ficar bípede naquele corpo estranho, se ele conseguisse ser bípede pararia em frente da velha sem conseguir esconder a sua preocupação
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objetivos:
 

Atributos, vantagens e desvantagens, perícias:
 

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