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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap.1 Deuses entre nós

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ADM.Tidus
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ADM.Tidus

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MensagemAssunto: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptyQui 17 Set 2020, 19:14

Relembrando a primeira mensagem :

Cap.1 Deuses entre nós

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Uriel Seraphim. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
arthurbrag
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptyTer 17 Nov 2020, 13:26



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O cozinheiro não esconderia o espanto ao saber que aquela figura veio do Novo Mundo. Sua noite ficava mais interessante a cada momento.

- Você é bem novo para viajar sozinho, não? – perguntaria Arthur. Mas depois pensaria em si mesmo com essa idade. Já havia passado por mais lares adotivos do que podia contar e aos quatorze já começou a trabalhar por conta própria. Não era tão diferente de Gin. E também já havia bebido nessa idade. Mas não gostava, álcool nunca foi um dos seus pecados. Sempre teve outros mais fortes lhe perseguindo. Afastaria esses pensamentos, contando também para o urso seus objetivos. - Sabe, nossos planos são parecidos. Também estou procurando algum grupo de desajustados que me deixe ir para o mar com eles. Já estou cansado dessas ilhas, desse blue. Quero ir mais longe for possível. Me perder nessa imensidão.  

Quando ele falou das mulheres bonitas, Arthur sorriria animado, pensando novamente em Yvonne. Percebia que outros caras também babavam em cima dela. Mas era de se esperar, sua beleza chamava a atenção por onde passava. Voltaria para a conversa com Gin.

- Realmente, acho que ainda não encontramos a parte agitada da cidade. Devo explorar melhor amanhã, conhecer mais sobre Briss. Acho que vou para o porto.  

Quando sua refeição finalmente chegasse, seus olhos brilhariam de animação. Arthur sabia que o cérebro precisa de alguns minutos para dar-se conta de que seu estômago está cheio. Então faria questão de comer mais lentamente possível, saboreando com toda a atenção as cores, texturas, cheiros e temperos.

Antes da primeira garfada, respiraria profundamente. Inalaria e exalaria. Prestaria atenção às cores, cheiros, texturas, sabores, temperaturas e até mesmo os sons da comida. Mastigaria suave e lentamente. Sentiria suas emoções se acalmando e seu corpo relaxando. O alimento tinha um poder fascinante em seu corpo e em seu humor.

Só quando terminasse a refeição lembraria de Gin em sua frente. Poderia ter perdido alguma coisa que ele havia dito.

- Desculpe, disse alguma coisa? – perguntaria Arthur para o urso, com simpatia. – Nossa, esse restaurante tem um bom chef. Estou curioso para conhecê-lo. Se importa se eu deixá-lo? Tenho certeza que achará outras companhias essa noite. Quem sabe nos encontramos novamente?

E sorrindo se afastaria da mesa em direção a Yvonne. Esperaria ela estar desocupada, sem atender ninguém ou resolver nada, para chegar próximo dela.

- Mulher mais bonita de Briss Kingdom – chamaria ele, com um sorriso animado. – Posso te pedir um favor? Adoraria conhecer o chef da casa.

Arthur esperaria a resposta com empolgação. Sempre gostou de conhecer chefs e seria o primeiro que conheceria nessa nova ilha. Se conseguisse conhecer o responsável, observaria com detalhes sua aparência, sua postura e sua cozinha. Buscava descobrir se era organizado, se trabalhava de forma calma ou agitada, se tinha alguma característica que chamava sua atenção.

- É um prazer conhece-lo. – diria Arthur, com um sorriso respeitoso. – Também sou cozinheiro. Meu nome é Arthur, trabalhei em Baterilla por muitos anos com o chef Amos. Assumi seu restaurante quando ele morreu. – o ruivo ficaria em silêncio por alguns instantes, meio que perdido em suas lembranças. Depois, continuaria. – Parabéns pela sua comida e seu restaurante. Se precisar de alguém para trabalhar, devo ficar na ilha por alguns dias. Adoraria aprender um pouco com você.

Depois de conversar com o chef – ou, caso não conseguisse esse encontro – voltaria a encontrar Yvonne. Dessa vez, esperava finalmente conseguir o seu momento com ela.

- E então, seu turno terminou? – perguntaria ele, com um sorriso provocante. – Podemos sentar em algum lugar a sós para conversar. Ou se quiser me mostrar algum lugar especial em Briss, sou completamente seu esta noite. - Se aproximaria  um pouco da mulher, falando baixinho próximo ao seu ouvido. - Pode fazer o que quiser comigo, Yvonne.

Arthur se mostraria realmente disponível para a mulher, seguindo-a para onde ela quisesse. Mostraria seu interesse pela jovem em cada olhar, cada sorriso e cada toque.


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Arthur Diggory:
 

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Iruh
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Iruh

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptyTer 17 Nov 2020, 14:15



Deuses entre nós
Iruh Infamus





    Com olhar calmo em meu rosto, dirigiria minha atenção ao homem de pequenas asas ouvindo sua conversa com o garoto, o fato dele comentar sobre sair da ilha de barco no dia seguinte, chamaria me atenção permeando curiosidade nos olhos escarlates, afinal apesar de não ter feito nem um dia minha chegada a Briss, minha verdadeira intenção é ir aonde as pessoas tem recompensa pela cabeça bem maior do que o valor de qualquer mansão em Briss, isso me faz pensar que esses lugares tem muita mais riquezas do que em uma ilha do SouthBlue.
    - Não por isso. - Responderia com um sorriso simpático, - Cheguei em Briss hoje, não conheço nenhum navegador infelizmente, mas se você precisar de um médico para sua tripulação eu conheço um cara que segundo você parece ser forte. - continuaria demostrando meu interesse, - Me chamo Iruh e essa é a ... - diria dando tempo para a linda moça poder responder.
    Após ele sair para o porto, me voltaria a ela com um sorriso colocando minha capa ao seu redor gentilmente para a proteger da frente fria que vem aumentando, - Por você eu lutaria com um dragão meu anjo. - responderia seu elogio, talvez com um tom meio bobo causado pela beleza de seus olhos brilhantes, levaria minha mão em seu rosto colocando seu cabelo por de trás da orelha em conjunto com um beijo em sua testa carinhosamente, - Vamos entrar antes que chova então. - reagiria gentilmente a sua preocupação sobre o clima.
    Ao entrar no bar, iria ao balcão em procura de poder comprar um maço de cigarro - Olá boa noite ! poderia me ver um maço de cigarro e um isqueiro ? - bandaria educadamente ao ver alguém que pudesse me atender com os olhos fixos e um sorriso, - Gostaria também de uma dose avantajada de seu melhor Rum, e o que a linda moça desejar. - pediria dando a oportunidade dela fazer um pedido, me assentando após fazer o pedido.
    - Conte me sobre você meu anjo. - abordaria ela com um sorriso, dando para ela toda minha atenção, - Como você ja sabe cheguei a pouco tempo em Briss, me conte sobre aqui, tem bastante gente rica ? - perguntaria após ela contar me sobre ela, mas dessa vez começaria a dar um pouco atenção ao meu redor também.
   Procurando alguém que pudesse me ensinar furtividade ou intimidação, tendo como parâmetro de busca as expressões das pessoas, intimidadoras, ou que parecessem ter mãos leves; mas mesmo assim ouviria cada palavra dela relacionada a Briss, procurando uma oportunidade de talvez realizar um pequeno furto antes de sair da ilha.


Continua ...








Objetivos:
 

Histórico:
 

Personagem:
 

Legenda:
 

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1 divisão de Demônios

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Piratas Pandamônio!



Última edição por Iruh em Qua 18 Nov 2020, 21:48, editado 1 vez(es)
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Tensei
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptyTer 17 Nov 2020, 19:01



Após minha fala um homem aparentando certa idade se aproximou, seu físico era formidável e ele não demonstrou medo ou qualquer sentimento de intimidação próximo a mim. Depois de me questionar sobre arrumar confusão naquele local ficou claro para mim que aquele homem seria o dono do bar, e mesmo sendo mais velho ele devia ter acabado com diversos arruaceiros ao longo dos anos, seus músculos mostravam isso. Sorri para o mesmo mostrando todos meus dentes brancos e ponteagudos —Sabe velho, eu só quero aproveitar minha vida, não me leve a mal.— Enquanto falava gesticulava com o corpo, erguendo os braços e sorrindo como alguém despreocupado.

— Já que é o dono, pode me arrumar uma boa dose de whisky? Dinheiro não vai ser problema. — Depois de falar tentaria olhar em voltar para finalmente observar as pessoas ao redor, não tinha ninguém em especial em mente mas procurava qualquer um que chamasse atenção a primeira vista. E claro aquela altura não poderia me esquecer de meu mais novo acompanhante —Kisame-san, vê alguém interessante?— Perguntaria ao homem peixe que estava comigo e aguardaria uma resposta do mesmo.

Assim que o dono do bar voltasse, ou caso ele se recusassem a me servir eu começaria uma confusão. Confirmando que minha soqueiras estavam nas mãos eu tentaria atacar o mesmo sem avisar, assim que ele recusasse, ou assim que ele me servisse. Executando um soco de cima para baixo com a mão esquerda aproveitando de minha envergadura, mirando no rosto do velho. Sendo efetivo ou não nesse primeiro ataque eu usaria a mão direita para tentar acertar um soco na altura do peito do homem, afim de jogar o mesmo para longe ou somente causar alguns poucos danos.

Caso o dono do bar sacasse se alguma arma branca (espada/faça/foice) eu tentaria sempre me manter a uma distância mínima de 2 metros do mesmo, me mantendo atento a qualquer movimento e sempre tentando me esquivar para a direção contrária caso ele executasse algum corte. Pulando para direita caso ele atacasse na esquerda e assim por diante. Em qualquer caso eu tentaria aplicar um soco com a mão esquerda na direção do estômago do homem caso conseguisse executar uma esquiva com sucesso, e então voltaria a tentar me manter a 2 metros

No caso dele sacar alguma arma negra (pistola, espingarda, etc) eu tentaria jogar alguma mesa no chão e então me esconder atrás da mesma, devido ao meu tamanho talvez tivesse que jogar duas ou mais, e se precisasse tentaria fazer isso. Esperaria ele executar alguns tiros até ouvir ele recarregar, ou ao enos achar isso. E então partiria para cima do mesmo na tentativa de executar 2 socos seguidos no peito do homem, usando primeiro a mal direita e em seguida a esquerda. Caso a arma caissse eu não me esconderia mais, mas caso não eu tentaria voltar para trás de alguma mesa.

Um ponto importante é que eu buscaria por alguma brecha a QUALQUER momento para tentar morder o homem no rosto ou no pescoço, apertando com toda força de minha mandíbula. Mas só faria isso se tivesse oportunidade. Aguardaria movimentos do mesmo sempre tentando manter a distância de 2 metros ou mais.

Histórico:
 


Objetivos/Off:
 

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1° Divisão de Demônios, o Leviatã.
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Salazar Merlin
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Salazar Merlin

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptyTer 17 Nov 2020, 19:44




A cena dos homens com medo do celestial parecia um pouco patética, Salazar encostava uma de suas mãos na testa como se lamentasse não pode ver o cabelo de fogo e o homem "anjo" lutarem, que pena.

-Um homem que caiu do céu, o mundo deve ser incrível além dos blues, eu me chamo Salazar Merlin, é eu treino bastante minha mira nas horas vagas.-

O garoto notou que aquele homem com as asas era bastante empolgado e comunicativo, avançou em direção ao outro rapaz que se identificou como Iruh, logo o anjo também se pronunciava sobre sua identidade era Uriel.

-É o que dos mares? Você é bem agitado, só de te ver me da sono, eu sou um bom navegador, pelo menos eu me considero um, tenho boas habilidades de pilotagem do navio, pode contar comigo, contato que nós iremos para o novo mundo, minha vontade é conhecer os mares.-

Salazar seguia Uriel sem pensar se aquilo seria um problema ou não, o homem não parecia ser um rapaz ruim, observando todo o local onde estava indo caso precisasse retornar não queria se perder, se chegarmos ao nosso destino.

-Você disse que teria algo para mim, o que seria?-

Merlin esperava um pouco atento e morrendo de curiosidade



Atributos:
 

Observações:
 

Modelo De Ação:
 

Objetivos Briss:
 

Histórico:
 

informações:
 

OFF:
 

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Gin Yamazaki
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptyQua 18 Nov 2020, 19:58

Se mantendo atento a mulher que a todos parecia chamar a atenção, ela parecia ser muito cobiçada todos os dias pelos homens neste restaurante, mas Gin era respeitoso e já notará que a mesma não lhe daria bola, afinal ela também parecia interessada no rapaz a sua frente; -Sim, sou novo mesmo, mas eu não vou viajar sozinho, eu vou encontrar companheiros que viagem comigo, badum tiss.- De fato não era viajar sozinho e sim viajar com amigos, mas acho que o homem queria dizer era sobre viajar sem responsáveis como pai e mãe, ou algum familiar. -Olha, me perder eu não quero não, só precisamos encontrar pessoas dispostas a ir tão longe nesse mar enorme.- O prato do homem havia chegado, Gin ficou um pouco atento ao jeito que o rapaz parecia apreciar sua comida, lhe parecia estranho pois era acostumado a ver outros minks devorando suas comidas com unhas e dentes; -Você é um sujeito engraçado, gostei de você.- Gin havia dito isto de forma leviana que talvez o rapaz nem tenha notado, porém o mesmo não se deu o trabalho de repetir a frase, era algo besta. O sujeito parecia se despedir do urso que só lhe fez um gesto gentil e delicado. Após as despedidas Gin tentaria procurar pela moça que lhe parecia flertar, se acha-la iria lhe dar um beijo na mão e perguntar se a mesma gostaria de uma companhia para o restante da noite. -Boa noite querida, posso lhe fazer companhia no restante da noite? Eu sou novo na cidade.-  

legenda:
 

Objetivos:
 



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1° Divisão de Demônios

-A tropa do Urso ta em Outro PATAMAR!
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptyQua 18 Nov 2020, 20:20




Kisame
Há um Monstro na água



"Aquele tritão era igual a mim, procurava desafios, homens fortes e interessantes, como alguém de mesma raça podia ser tão igual a mim mesmo, comecei a gargalhar de forma descontrolada como se tivesse achado o amigo perfeito" -Hehehe, como você é interessante...- Falei isto após o mesmo ter impedido Tensei de causar problemas, porém ele despertou minha sede por batalha, era a chegada a hora, o homem do bar se mostrou interessante, e aparentemente para os dois homens tritões. -Sim, aquele homem é interessante. Heeheheehe- Sorrindo de forma descontrolada, estava ficando sedento por sangue, queria lutar para testar o poder daquele humano; -Eu queria uma garrafa cheia de rum, vai trazendo conforma vai acabando, no fim nos acertaremos as contas.-
Caso Tensei inicie uma confusão no bar, eu iria proteger o mesmo de ataques de outros ao redor, pondo meu corpo  atrás do dele esperando por ataques, ficando em guarda, com as mãos frente ao corpo, um sorriso sanguinário sempre estampado no rosto. -Nos perdoem homem, mas a gente é sedento por homens habilidosos, acho que é nosso sangue que nós da isso.- Me senti tentado a me meter na luta de Tensei, mas me firmei esperando ataques diretos onde iria esquivar-se deixando o golpe passar, caso fosse um soco iria de ataque com os dentes para triturar os ossos deste braço. (ou perna se for chute)

Caso ninguém se intrometa iria jogar uma das mesas em direção da porta para que ninguém entrasse ou saísse, faria um gesto para que a mulher do homem se escondesse nos fundos do bar caso ela estivesse ali presente, e aos outros para que fossem juntos, pois a coisa ali iria pegar fogo, como ninguém pareceria se meter iria sentar em uma das mesas que tivessem uma garrafa intacta ou um copo de rum e beberia enquanto eles lutavam; -Pega ele Tensei hehehehe; -

Considerações: - Minha ação de combate só é válida se a de Tensei for.

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Kisame, PauTora:
 
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1° Divisão de Demônios

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O Rei Da Confusão, Pandemônio
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptySeg 23 Nov 2020, 17:22




Deuses entre nós

Briss ~ 27º



Uriel Seraphim (XVIII) & Salazar Merlin (IV)
Salazzar e Uriel não tardavam em chegar na embarcação. O pequeno navio cargueiro ainda parado em um antigo porto, este sujo e repleto de enormes caixas e grandes sacos sobre coisas desconhecidas, se movia calmamente com uma figura deitada na cabine que levava a área inferior. – Fala, capitão! – Arkad respondia, sem se levantar. – Achou o navegador? – Ele não tinha tempo de esperar a resposta, já que o celestial o irrompia com uma sequencia de perguntas. – Claro, claro! É um navio de pesca, tem algumas cargas com mantimentos lá em baixo, fora que os documentos de alguns dos marujos ainda estão aqui. Tem uma carta de serviço e mais algumas outras coisas reviradas numa pasta lá em baixo. – Ele soltava a fumaça de cigarro presa em seus pulmões. – E esse aí? É o navegador? Heh. Ele parece meio jovem, não acha? – Arkad sorria ironicamente. Em nenhum momento ele se levantava do teto da cabine.

Sobre uma mesa dentro da cabine, no barco, duas espadas, algumas facas e um revólver estavam dispostos e espalhados. Um cartucho de balas de uma arma estava também sobre a mesa, mas claramente não era do mesmo tipo de arma que também estava sobre a mesma. Alguns papéis e cartas estavam jogados sobre uma cadeira acolchoada e, no teto da cabine, em uma gaveta reclinável e facilmente fácil de ser camuflada, repousava duas chaves. – Quer minha opinião, capitão? – Arkad surpreendia os dois rapazes por colocar a cabeça, de ponta cabeça, do lado de fora da janela. – Este barco aqui é de alguém muito importante.
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Joe "Kisame" Blow (VI) & Tensei K. Kallis (V)
O velho ouvia o pedido dos rapazes e acenava com a cabeça. – Já entendi. – Voltava para trás do balcão pegando dois copos e uma garrava de bebida pela metade. Ele não deixava de olhar para algumas pessoas no bar.

Ambos os tritões notavam que um pequeno grupo de pescadores estava em um canto do bar, especialmente Kisame percebia que eles não estavam lá antes, assim como também um grupo de operários, sujos e com roupas que claramente indicava a profissão deles: mecânicos. Eles eram homens corpulentos e repletos de marcas de trabalho, cansaço e é claro idade. Os olhos fitavam os dois tritões que estavam inertes frente a porta.

A volta do velho do bar não foi demorada. Com uma mão ele entregava os copos, mas sua experiência em brigas de bar não estava nem um pouco enferrujada. Com um dos copos cheio ele lançava sobre o rosto de Tensei. O álcool caía sobre seus olhos, nariz e boca. Em seguida o velho quebrava a garrafa de bebida na quina da porta do bar e a apontava para Kisame, durante isso o mesmo dava alguns passos lentos para trás, para dentro do bar.

O barulho da garrafa e do possível grito de dor do homem peixe foi o suficiente para criar um gatilho no bar. Os pescadores e os operários se levantavam, alguns sacavam facas de cortar peixes e outros estavam munidos com seus próprios punhos. Eles se dirigiam em massa até a porta, eram quatro pescadores e três operários. O velho do bar erguia a voz ante aos dois arruaceiros. – Já estamos acostumados com pessoas causando problemas por aqui, acha que eu tenho este bar justamente no bairro industrial a quanto tempo? – O velho sorria, não por confiança ou por ironia, mas simplesmente já estar acostumado com cenas como aquela.

Dois ou três segundos depois os homens saíam da porta do bar a avançavam na direção dos tritões. Dois pescadores seguravam longas e afiadas facas, enquanto os outros dois portavam canivetes. Os operários cerravam os punhos e olhavam sérios para os dois homens peixe.

O velho novamente proferia. - É o seguinte, não faz nem dez minutos que alguns marinheiros saíram daqui. Eu acho melhor vocês darem o fora, ou nós teremos que comunicar as autoridades. – Ele olhava para Tensei e para Kisame lentamente, de forma imponente e ameaçadora. – Não queremos mais problemas, estamos apenas aproveitando a noite.

De dentro do bar algumas pessoas comentavam o que ocorria do lado de fora. “Hah, os caras são muito otários para enfrentar o Zazá.”, disse um jovem que olhava atentamente o desenrolar da situação. A esposa do dono do bar recolhia alguns copos e garrafas, os guardando sob o balcão, ela também não tirava os olhos da porta do bar enquanto procurava por mais alguma coisa em seus bolsos.
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Arthur Diggory (IV)
As conversas no restaurante rendiam destinos separados, pelo menos por enquanto.

Arthur se dirigia a Yvonne, que concordava com a ideia. – Claro, vem comigo. – Ela segurava em sua mão. Era quente e macia, além de que o rapaz facilmente conseguia sentir o perfume vindo de seu cabelo, pescoço e ombros.

Na cozinha o rapaz percebia o quão limpo, organizado e bem estruturado era o loca. – Sim? – Disse um homem, não muito jovem, que limpava uma faca sobre um pano úmido em uma mesa metálica. Eram dispostos sobre a cozinha vários armários, maquinas menores e também algumas grandes arcadas de ferro que serviam de suporte para pratos, talheres e copos. O ruivo notava também sobre o chão, brilhante, alguns detalhes desenhados que remetiam a ingredientes como farinha, açúcar, sal e outros, ilustrados sobre a porcelana branca e acinzentada.

- É um prazer ouvir isso, garoto! – Ele levava a mão para o cumprimentar. – Eu tinha grandes planos no passado que me fizeram mudar de ideia..., mas certamente o futuro pode ser bem mais generoso com minha filha. – Ele olhava para Yvonne, que corava e ficava bem envergonhada. – Esse restaurante é uma herança de gerações de nossa família. Espero que possa passar ele para a próxima geração da melhor forma possível. – O mesmo guardava a faca em um tubo repleto de espetos e outras facas de vários tipos. – Me chamo Romanov, e você como se chama? – Ele olhava nos olhos de Arthur.
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Gin Yazamki (IV)
As garotas bebiam e conversavam o que Gin não pode ouvir antes de sua chegada, porém elas rapidamente mudavam de assunto e focavam total atenção no mink quando ele se aproximava da mesa. – Sim, claro que pode! – Uma delas respondia com alegria e entusiasmo. Ela empurrava uma cadeira, na lateral da mesa, para o urso se sentar. – Você é surpreendente! – O outra falava sem demora.

As garotas observavam com atenção a criatura que se juntava com elas. Era interessante que isso chamava a atenção de outros no bar, eles também olhavam Gin com certo interesse, porém não mais longo do que o que o mink já deveria estar acostumado ao viajar por estas terras.

Uma criança, sentada em uma cadeira frente ao balcão, também não tirava os olhos do pequeno animal. Ela sorria e parecia querer correr e apertar ele.

A porta se abria com a chegada de três marinheiros. Eles cantarolavam baixo alguma cantiga de navegar por mares desconhecidos e coisas deste tipo. Um deles era um rapaz bem gordo com um sorriso bobo no rosto. Eles estavam bem alegres, além de claros sinais de que beberam bastante. Os olhos errantes passavam pelo restaurante até encontrar uma mesa vazia. Se dirigiam até ela e se sentavam, voltando a cantar, entre eles, em um volume que não incomodava nem um pouco as outras pessoas. Enquanto isso o marine rechonchudo observava o bar com atenção.
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Iruh Infamus (IV)
O quarteto de jovens com os hormônios a flor da pele se despedia então, após algumas poucas palavras entre eles. A garota olhava para Iruh com os orbes cintilantes. – Me chamo Nadja. – Ela acompanhava suas mãos que subiam pela nuca até o cabelo loiro. Parecia querer beijá-lo, mas os acasos pareciam atrapalhar bastante naquela noite. Um bêbado saía esbarrando em várias pessoas ao sair do bar, e não foi difícil esbarrar em Iruh e Nadja. – Foi mal aê, parceiro.

No bar ele via o quão movimentado aquele ambiente estava. Eram várias pessoas fazendo várias coisas e falando várias coisas para agradar várias pessoas. Eles dançavam e cantavam, bebiam e se divertiam bastante. Um rapaz, do outro lado do balcão atendia prontamente o pedido de Iruh. – Aqui está! – Ele entregava o maço de cigarro e levava até ele um a pequena caixa de fósforos. A garota pedia apenas um coquetel. A bebida dos dois estava bem agradável aos olhos, o que rendeu um sorriso no rosto de Nadja. Ela parecia feliz com aquilo. Seus lábios vermelhos tocavam o copo e deixavam uma marca labial no mesmo.

Conversa ia e vinha e ela dava atenção também a sua volta, afinal, tanta coisa acontecendo o que mais poderia ocorrer? – Bem, tem alguns ricos sim no centro da cidade. Umas empresas de tecnologia e tem alguns velhos empresários que moram em alguns condomínios na área nobre da cidade... – Ela falava, mas passava a impressão de esconder alguma coisa. – Bem..., mas e você? O que veio fazer aqui em Briss? Tem tantos lugares melhores para conhecer! Eu nem sei o que faria para passear pelo mundo. – A ênfase em “tantos” dava muito o que pensar.
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NARRAÇÃO - XVIII

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Podem cortar todas as flores, mas não podem deter a primavera.


Última edição por K1NG em Ter 24 Nov 2020, 18:40, editado 1 vez(es)
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Thomas Torres
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptySeg 23 Nov 2020, 20:40

Olharia para Arkad meio assustado e diria, -Como assim Arkad? Ta me dizendo que tipo roubamos o barco de um dos poderosos? me aproximaria da mesa da cabine preocupado, pegaria o revólver, as munições e as arremessaria ao Salazar -Essas ai servem? pegaria as espadas e ficaria com duas nas costas e uma na cintura. Voltaria a falar com o Arkad, -Você acha que pode ser perigoso para nós ficarmos mais tempo aqui? Porque se a resposta for sim podemos zarpar imediatamente antes que os burgueses cheguem até nós. Sinceramente, não existem muitos mais motivos para ficar na ilha, (Uriel se virou e pensou, que talvez tenha um) na verdade ''O nome do barco é Santa Elise Segunda!'', ou pelo menos foi isso que um bêbado fodido me disse no bar que eu achei o pirralho ai, a e por acaso o nome dele é Salazar. O bêbado também me disse que nesse barco vai acontecer um evento e um tal de Juaréz é o dono do lugar e se minha memória está boa, tudo acontece amanhã no barco que tem uma sereia na proa. O que me diz Arkad? UM EVENTO DE DESPEDIDA DO PIOR REINO DOS BLUES!?


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Sou Gavião fiel de origem louco
Nada bobo, não brigo pelo jogo, sou fogo contra fogo
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Piratas Pandamônio!


         
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptySeg 23 Nov 2020, 20:42



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Ah, o singelo toque de segurar as mãos macias e andar atrás de uma mulher, sentindo seu cheiro embriagante que vem dos cabelos. Arthur sentia falta de estar com alguém, já fazia um bom tempo. Quase se perdeu nos seus pensamentos pervertidos, mas voltou a si ao perceber a cozinha impecável a sua frente.

E naquele instante o desejo por outro prazer o consumiria por completo: cozinhar. Suas mãos quase formigavam. Era um lugar bem organizado e limpo, com lindas ilustrações na porcelana. O cozinheiro se via longas horas naquele lugar, se perdendo entre as panelas, os temperos e a rotina agitada de uma cozinha de restaurante. Era algo que estava em seu sangue.

– Meu nome é Arthur. – respondeu o ruivo, se perguntando quais planos aquele homem teve que abandonar. Não evitou um sorriso ao descobrir que Yvonne era filha do chef. A bela mulher tinha uma responsabilidade pesada em suas costas. Não é fácil cuidar de um restaurante. Queria que fosse apenas cozinhar. Mas lidar com as contas, os clientes, os funcionários... É foda. Não sinto muita falta, pra ser sincero. Só sinto saudades de cozinhar.

Então Arthur se viraria para Yvonne, sorrindo para a mulher. Ele achou divertido seu jeito mais envergonhado na frente do pai. Era fofo.

- Mas tenho certeza que Yvonne consegue encarar o desafio. – Arthur piscaria para ela, meio que a encorajando. – Me avise se eu puder ajudar em algo, Romanov. Tenho experiência especialmente em nutrição, gosto de garantir que as pessoas consigam recuperar a energia com a minha comida.

Ouviria com atenção as respostas do homem, mas não queria se alongar muito na conversa aquela noite. Ainda estava com os pensamentos em Yvonne. Quem sabe ela não mostraria para ele um lugar para passar a noite? Adoraria uma cama bem quentinha, ainda mais se for dividi-la com a mulher. Mas, se surgisse a oportunidade, perguntaria ao Romanov.

- Chef, gostaria de encontrar alguém que saiba sobre botânica na ilha antes de eu partir. Tem alguém pra me indicar? Gostaria de aperfeiçoar ainda mais meus pratos, conhecendo ainda mais sobre os ingredientes.

Assim, aguardaria uma resposta, agradecendo de toda forma – independente se ajudasse ou não. Depois, se lembraria por acaso do nome do restaurante. Não conseguiria evitar a curiosidade.

- Aliás, porque o restaurante se chama “Bar e Restaurante Gustaf”?

Ouviria novamente a resposta com atenção, se mantendo se simpático e interessado o tempo inteiro. Também olharia para Yvonne sempre que possível, com um sorriso agradável nos lábios. Torcia para que ela se envolvesse na conversa também, para que pudesse conhecer mais sobre a deslumbrante filha do chef.

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Arthur Diggory:
 


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptySeg 23 Nov 2020, 21:46




Kisame
Há um Monstro na água



Notei que o velho era realmente experiente em brigas, ele tinha o estilo da rua, onde qualquer coisa poderia virar uma arma; -Hehehe, que vida cruel ein- Dei alguns passos em direção do homem do bar; -Você não pode conosco, e nunca mais me ameace com a marinha, ou jogarei fogo na sua mulher viva, e gargalharei enquanto você sente o cheiro dela por toda a cidade.- Caso o mesmo tivesse deixado me aproximar deste jeito de sua cabeça, logo estaria em situação vantajosa caso ele quisesse me atacar ainda, pois precisava apenas abrir a boca e arrancar o pescoço do humano;
Se nada acontecer para uma batalha minha entre o velho recuaria alguns passos assistindo a cena um pouco mais de longe, estava esperando por Tensei, queria ver se este iria desistir; -Os outros por favor assistam o que vai rolar, eu estou curioso e não estou afim de lutar com lixos agora, SENTEM CARALHO!!!!!!- Ordenaria com os dentes rangendo um no outro com ódio, estes lixos estão me incomodando. -Me Perdoem, continuem por favor, vamos ver o que acontece.- Se eu fosse atacado apenas me desviaria da forma que desse, não iria atacar ainda, queria assistir mais do que estava para acontecer, ainda estava me mantendo calmo, não queria ter que apelar para um incêndio no bar, mas ideia seria cogitada caso Tensei perdesse a luta, eu voltaria pessoalmente e jogaria rum sobre o prédio e lhe atearia fogo facilmente, e assistiria o show ao longe, pois o bar era uma bomba com todo aquele rum.

Considerações: -

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1° Divisão de Demônios

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 7 EmptyTer 24 Nov 2020, 11:04




Iruh Infamus
Deuses entre nós


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   Levando a bebida a boca suavemente, com uma enorme apreciação pelo seu aroma e sabor, isso possivelmente permearia minha mente de pensamentos nostálgicos de anos atrás, quando entrava a noite no escritório do meu tio, escondido para conseguir saborear suas bebidas caras que se encontravam na grande estante rustica dele.

    Me voltando a realidade que me encontrava, admiraria Nadja fitando sua beleza deslumbrante, que me deixava bobo com pensamentos um tanto pervertidos, enquanto ela contava sobre Briss; O fato dela parecer esconder algo, enquanto fala sobre a classe alta da ilha, certamente chamaria minha atenção, mas não alarmaria sobre no momento, iria usar minha simpatia para conquistar sua confiança primeiro.

   - Estou aqui apenas de passagem pretendo zarpar em direção a GrandLine o quanto antes possível, meu sonho é fazer riquezas e fama por lá ! - exclamaria com um sorriso, pegando em suas mãos continuaria, - Mas por enquanto que tal aproveitar a noite ? tem algo que você sempre quis fazer e não teve coragem ? qual seu maior desejo ? - perguntaria com um olhar que desviava pela os seus lábios, minha intenção era naquele momento fazer uma loucura com ela.

   - Além de todas esses desejos, me fala o que você sabe tanto ? poderia me ensinar algo nessa noite ? quem sabe você tenha uma profissão ou um pequeno Hobbie, estou interessado em te conhecer melhor. - Diria calmamente com uma voz suave e um tanto sedutora, meus objetivos eram claros para mim, aproveitar ao máximo minha estadia em Briss.

   Se porventura encontrasse alguém que me desse a impressão de tem experiências com roubos, talvez intimidadora, seja pela vestes, ou até mesmo pelo semblante, eu logo abordaria - Ei você quer beber com a gente ? eu lhe pago uma cerveja, em troca você me ensina algo essa noite ! - exclamaria com um semblante festeiro, para não dar chamar muita atenção esse pequeno chamado.


Fala - cc1d00


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   "A justiça pode se torna maligna. A realidade pode se tornar uma ilusão. E o significado pode ser encontrado em coisas sem sentido."

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