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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Cap.1 Deuses entre nós

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyQui 17 Set 2020 - 19:14

Relembrando a primeira mensagem :

Cap.1 Deuses entre nós

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Uriel Seraphim. A qual não possui narrador definido.


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K1NG
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyTer 3 Nov 2020 - 14:31




Deuses entre nós

Briss ~ 27º



Uriel Seraphim
A noite permanecia tranquila. Saindo do lixão em direção a Briss Uriel encontrava nada mais do que poucas pessoas nas ruas, alguns conversando em pequenos grupos antes de se acomodar dentro de casa. O bairro industrial aparecia ao fundo, bem como as pessoas mal encaradas que transitavam perto dele. Jovens novos demais com garrafas de bebida na mão, garotas com roupas muito curtas e velhos estranhos que não deixavam de olhar ao seu redor eram o que compunham a entrada do bairro industrial, mal falado por todos.

A avenida principal era extensa e bem longa, não se via o seu fim, porém os prédios que delineavam suas calçadas e esquinas não eram nada como os do centro, mas faziam o seu papel naquele “mundinho” separado de Briss. De fato, ainda haviam alguns estabelecimentos abertos, todos com uma ou duas pessoas terminando seus afazeres, outros se preparavam para finalizar mais um dia de serviço, e haviam uns que acabavam de abrir, como era o caso de um movimentado bar.

Caligola era seu nome, e uma placa brilhante com desenhos de duas mulheres e um coqueiro dava muito o que imaginar. – Oi docinho... – Disse uma garota com um copo na mão.

Algumas mesas vazias e outras bem cheias estavam dispostas pelo grande salão. O alto barulho da música e das pessoas conversando dava um clima ainda mais movimentado ao lugar, junto com as luzes estroboscópicas que deixavam o ambiente uma verdadeira festa noturna.

Várias pessoas observavam a entrada do celestial, mas logo voltavam a atenção ao que estavam fazendo. Após dirigir a fala a um rapaz qualquer Uriel via que ele ria de sua cara. – Ta me achando com cara de maluco? – Saindo de perto dele.

De fato era um local bem promissor para se encontrar pessoas, o problema era a abordagem.

~

Joe "Kisame" Blow
A noite sorria para Kisame com o luar que dava as caras ante as maravilhosas ondas do mar. A brisa soprava sobre suas vestes negras balançando-as como algo bem refrescante, junto com algo bem inusitado a ser sentido a uma distância. O tritão já era acostumado com o cheiro forte dos peixes, que acabavam de ser pegos e levados ao porto em uma rede enorme. O rapaz anda ouvia algumas conversas paralelas próximo as docas: - Rapaz, chama a polícia! Roubaram o barco do Montanha! Rápido! – Gritou um jovem completamente ensopado, parecendo que saiu d’água a pouco tempo. Outro corria na outra direção com uma mão no nariz que claramente estava sangrando.

O porto estava vazio, salvo pelo caso do último barco que acabou de atracar e dos dois jovens que estavam desesperados por uma solução para aquele roubo. Eles se reuniam em grupo e conversavam mais detalhadamente, o que impossibilitou a Kisame de ouvir o resto do assunto.

Um bar recebia as brisas marítimas de frente do outro lado da rua do porto. Era bem movimentado, em especial por marinheiros e alguns outros velhos fedidos. Ele estava com cerca de cinco ou seis clientes no momento em que o tubarão encapuzado se dirigia a ele, o dono do mesmo estava a porta conversando com um marinheiro gorducho que sorria com um copo de bebida na mão. Uma linda dama limpava as mesas e conversava com os clientes dentro do bar.

As ruas pouco movimentadas ditavam a noite em Briss.

A mulher recebia o tritão sem perceber quem era com alegria. – O suficiente! – Sorriu a dama. Seus lábios vermelhos e cabelos escuros chamavam a atenção de qualquer um que a fitasse. Era uma mulher espetacularmente bonita, porém uma aliança brilhava em sua mão esquerda. Ela acompanhava o tritão até uma mesa, vazia e bem limpa, e colocava o copo de bebida sobre a mesa. – Aqui está! Se precisar é só me chamar ou a meu marido. – Novamente sorriu se despedindo.

Em suma os que ali estavam conversavam sobre futebol, outros conversavam sobre o trabalho e os marinheiros riam sobre alguns assuntos relacionados a roubo e invasão que os deixavam "soltinhos" no bar. – Heh, esse idiota não vai longe. Ele bateu num velho na loja de bebidas. O coitado está com tanto medo que nem sequer falou muito o que o maluco de asas fez. – O marinheiro tomava uma golada profunda. – James, para de falar de trabalho! Vamos aproveitar a folga! HAHAHAHA!

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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyTer 3 Nov 2020 - 15:53

Daria uma piscada de canto de olho para a mulher com o copo, e iria até o balcão, pediria duas cervejas ao barmen e acenaria com a cabeça para que ela fosse ao meu encontro, e levantaria meu copo com um sinal de brinde -Vem sempre aqui? Ou está conhecendo novos ares? Aqui não parece ser um lugar para uma bela dama como você. Me aproximaria dela e colocaria minha mão em sua nuca me aproximaria de seu ouvido e sussurrando diria, -Sei bem o que você está esperando, mas a minha pergunta é outra, o que te faz pensar que eu sairia com uma prostituta? Me afastaria dela puxaria uma cadeira de uma mesa subiria nela e diria, -Um minuto de sua atenção senhores, por favor um minuto, sou um jovem aventureiro que caiu do céu, vocês podem ver pelas asas HEHEHE, enfim, estou bêbado e quero sair desse reino horrível chamado Briss, mas, para que eu possa fazer isso preciso de um navegador, um que seja  forte o suficiente para fazer parte de minha tripulação, então jovens senhores, se alguém achar que é um homem de verdade me encontre no balcão    


Me aproximando do balcão continuaria tomando minha cerveja e esperaria até que algum dos seres no bar se manifestassem, o primeiro que aparecesse eu diria, -Um ser valente diante de mim senhoras e senhores! Venha aqui que eu vou te contar o que vai acontecer, você vai pagar minha bebida, e vamos sair daqui por aquela porta, ai eu te explico, depois que ele pagasse sairia do bar e começaria a caminhar até aonde deixei o barco com Arkad, -Navegador certo? Imagino que já tenha pilotado diversos barcos, vou te apresentar a um amigo, o nome dele você vai descobrir cedo ou tarde, enfim, deixe tudo comigo


Chegando no barco procuraria por Arkad e diria, -E aí? O que você conseguiu pilhar do que tinha no barco? A, e esse aqui será o nosso navegador, por enquanto peço que se conheçam melhor. Eu só tenho mais uma coisa a fazer. me viraria e iria até o quartel da marinha, ao entrar eu diria, -Queria relatar um roubo de um barco no porto


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyTer 3 Nov 2020 - 21:42




Kisame
Há um Monstro na água



A minha paciência já estava chegando ao fim, sentia a brisa do mar suave como bumbum de neném que tocava a minha pele, respirei profundamente sem entender direito o que estava acontecendo por ali, alguém havia roubado um barco, de primeira viagem ainda não tinha me importado muito, mas algo me chamou atenção na conversa dos rapazes (marinheiros) que estavam bebendo, eles pareciam estar falando sobre o mesmo rapaz que roubou um barco, me aproximei de forma estrondosa empurrando duas ou três cadeiras meio que por acidente, só conseguia pedir desculpas da forma mais educada e grosseira que conseguia, pois as palavras saiam de forma feroz sem o sentimento de real culpa; -Me desculpem, eu fiquei um pouco afobado com a conversa dos senhores e eu bebi de mais também.- Uma breve pausa para averiguar as roupas dos rapazes, no mesmo momento que estava arrumando a terceira cadeira me fingi de idiota e rapidamente me deixei tropeçar uma segunda vez para então apoiar uma de minhas mãos sobre a mesa dos rapazes, caso eles se enfurecessem iria recuar alguns passos e pedir-lhes desculpas. -Me perdoem por favor, eu sou estabanado mesmo, eu queria era saber mais sobre este homem, acho que é um companheiro meu que precisa levar uns tapas e ser preso para se reabilitar.- E lá estava eu mentindo de maneira patética para homens que aparentemente desprezavam bardeneiros, mas para mim parecia que este rapaz era forte e precisava acha-lo para ver com os próprios olhos. Caso as desculpas tiverem sido aceitas e eles tiverem me dado informações colocaria uma de minhas gigantescas mãos sobre o ombro esquerdo do homem mais perto de mim e o empurraria de encontro ao outro com a intenção de fazer os mesmos baterem as cabeças com tanta força a ponto de desmaiar, se o outro homem esquivasse eu continuaria com o empurrão com a força de um tritão para que este voasse em direção a parede e se quebrasse inteiro, precisava causar uma confusão agora, uma para não ter que pagar a bebida comprada, afinal cada centavinho de berries era importante para mim; -Se vocês deixarem o dinheiro de vocês e irem embora eu prometo que não lhes devoro.- A conversa poderia parecer estranha para os ouvidos dos outros, mas para mim que sei o que sou é divertida. -Agora se vocês são fortes, vamos brincar, eu gosto de uma boa briga depois de beber um pouco, mesmo que tenha sido um pouquinho.
A qualquer momento que os homens me atacassem eu recuaria alguns passos e sairia do campo de alcance assim esquivando-me de ataques como socos e chutes, por eu ter o corpo grande e robusto comparado aos humanos eu ignoraria totalmente as outras presenças, não me importando de esbarrar neles e muito menos de feri-los se rolasse um combate, e tão pouco já me importava em mostrar minha verdadeira face, pois eu sou um tubarão e tenho orgulho de minha raça, quem achar o contrário disto sofrerá as consequências da fúria de um tritão.
Tentaria apenas derrotar dois dos marinheiros ali, o restante eu esperava intimida-los com a força utilizada, ou com a aparência, iria deixar o chapéu cair enquanto recuava (esquivava), assim causar intimidação.
Se conseguisse derrotar os rapazes saquearia seus corpos desanimados e os botaria um sobre cada ombro meu e seguiria para algum quartel general da marinha, diria que eu mesmo os derrotei, porém faria isso de uma distância de uns trinta metros de distância de algum oficial e me prepararia para me defender utilizando meus braços de algum golpe que pudesse ser desferido a mim. - Eu derrotei estes panacas e queria saber onde eu posso encontrar o bostinha que roubou um barco hoje mais cedo no porto da cidade;-

OBS: Após vencer o combate obviamente iria me ajeitar com o manto e o chapéu para andar as ruas e também para ficar diante de outro oficial
Eu estipulei que seriam DOIS marinheiros conversando e não que houvessem mais, se houverem mais a vida segue no bar auhsuhsa



Considerações: - Se tiver mais alguma dica para me dar agradeço, aprender o suficiente até a Grand Line; Meu personagem é impulsivo e gosta de uma boa luta, então agi conforme isto, e ele também é ganancioso logo não iria pagar a bebida; Eu tenho intimidação, use isto na narrativa de minhas palavras.


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Última edição por Joe Blow em Qua 4 Nov 2020 - 19:22, editado 6 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyTer 3 Nov 2020 - 23:04




—Cinco peixinhos foram nadar, além dos corais para brincar. A mamãe gritou Glub Glub Glub... —
Enquanto começava a nova jornada de minha vida cantava uma canção que minha mãe costumava cantar sempre. Parando para pensar era uma canção sobre abandono dos filhos e de uma peixe que só queria se livrar das crias e por isso os mandava brincar sempre no mesmo lugar, ainda sim eu gostava dela. Havia acabado de chegar na ilha conhecida como Brisa Kingdom e por isso não conhecia nada da mesma, as pessoas no barco se recusaram a me dar informações e somente me olharam com nojo; Só mais um dia na vida de um tritão bonito.

Trajado com minhas vestes costumeiras, sendo a camisa havaiana e bermuda azul não tentava me esconder enquanto caminhava, e sabia que isso poderia me gerar problemas. Mesmo eu não ligando ou tento qualquer tipo de preconceito com os humanos, eles não me viam de forma tão amigável, e eu nunca fui de fugir de uma confusão. No caso de olhares mal encarados, eu iria simplismente sorrir, revelando minha boca com todos meus dentes e olhar profundamente nos olhos da pessoa(s) que me encarasse. Apesar de tudo ainda me restava um problema, oque fazer agora? Havia chegado com pouco dinheiro, não conhecia a ilha e muito menos alguém, qual seria meu próximo passo?

Bem, primeiro olharia em volta para tentar observar a cidade e perceber algum ponto turístico ou qualquer lugar que pudesse me chamar a atenção, não sabia exatamente que horas eram e por isso também só poderia deduzir que lugares estariam abertos. Inicialmente procuraria por uma loja de armas, ou mesmo um vendedor ambulante, olhando em paredes e cartazes e tentaria abordar alguém na rua —Onde acho uma loja de armas?— Questionaria a primeira pessoa que não me olhasse estranho, e iria torcer para ela não correr e saber a resposta. Caso não soubesse eu iria continuar procurando.

Se conseguisse encontrar uma loja ou mesmo um vendedor, iria me dirigir até o mesmo observando as armas do local com atenção para ver se alguma se destacava. Então perguntaria ao vendedor, ou a pessoa que estivesse atendendo —Quero um par de soqueiras, as mais simples que tiver.— Iria então aguardar a resposta, caso a loja tivesse eu pagaria o preço pedido, se eu tivesse o dinheiro obviamente. Se não eu iria sair e procurar por outra loja utilizando da mesma tática de antes. Aproveitaria também para procurar por diversão —Sabe onde posso beber algum bom nessa cidade?— Então esperaria as resposta de minhas perguntas, afinal também precisava da sorte de que o vendedor não tivesse preconceito com tritões, algo difícil no mundo humano.


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyQui 5 Nov 2020 - 13:05




Deuses entre nós

Briss ~ 27º



Uriel Seraphim (XIV)
O bar estava cheio. Parecia uma bagunça, porém muito bem organizada. A dama que Uriel acompanhava até o balcão, voluptuosa com suas curvas exuberantes, chamava a atenção de todos por onde passava. Mas ser chamada de prostituta? – Ta me estranhando, seu estúpido! – Se desgarrava dos braços do celestial e se afastava, passando por trás do balcão e adentrando a área para funcionários. Seus cabelos negros voavam enquanto ela saía enfurecida.

Novamente era momento para mais uma cena de Uriel. Ele estava empenhado em encontrar um navegador. A multidão o ouvia falar e de fato prestavam atenção.

Depois dos dizeres eles voltavam a conversar entre si. Poucos continuavam olhando para o rapaz retornar até o balcão. Um jovem em especial não tirava os olhos de Uriel, ele até tentava se aproximar, mas não tinha a coragem necessária para isso. Saindo do bar após alguns instantes depois do discurso de Uriel.

Um velho bêbado aparecia com um sorriso banguela e gargalhava para Uriel. – Você quer sair da c-cidade é? – Soluçou. O cheiro de álcool era forte vindo dele. – Eu tenho uma c-c-coisa pra t-te falar! – Ele levava a garrafa quase vazia até a boca e bebia mais um pouco, deixando escorrer um fio líquido pelas laterais do lábio. – Amanhã vai ter o negócio lá do doido! Juarez vai... - Um rapaz puxava o velho. – Vamos sair daqui maluco, já está tarde!

O tempo passava e ninguém se apresentava no balcão.

~

Joe "Kisame" Blow (II)
Um dos marinheiros parecia surpreso com a novidade. – Você o conhece? Tem que nos falar onde está! Agora! – Outro marinheiro reagia de forma um pouco menos preocupada. – Nah... vai falar isso lá no quartel, eu estou de folga! – Eles se entreolhavam, riam um pouco e logo voltavam a falar com o tritão ainda disfarçado. – Faz o seguinte, você está bêbado e não tem noção do que está fazendo. Amanhã cedo vai dar depoimento lá no quartel, é capaz de te darem uma nota por isso. – O mesmo marinheiro que conversava de modo preguiçoso proferiu. Eles continuavam olhando Kisame se levantar de suas quedas fingidas, mas sem mover nem um músculo, nem mesmo a bebida tomavam mais. O dono do bar, à porta, dava uma olhada para dentro do mesmo, parando por segundos sua conversa com o outro marinheiro gorducho na porta, e sua esposa, atrás do balcão, também olhava para o enorme rapaz sobre vestes escuras enquanto limpava um grande copo de vidro.

De noite muitas coisas ocorriam, mas naquela situação os marinheiros estavam bem atentos quanto a movimentação do tritão, eles não eram bobos e sabiam muito bem o que poderia se suceder caso eles viessem a dar um passo em falso. – Estou te dizendo rapaz. Vai pra casa, toma um banho e vai dormir, amanhã você dá depoimento lá no quartel. Tchau! – Se despedia tentando mandar o rapaz ir embora.

Os três marinheiros continuavam olhando para o homem peixe sem piscar, eles estavam sérios. Um deles arqueava a sobrancelha esperando uma reação do rapaz. – E aí? Como é que vai ser?

-

Tensei K. Kallis (I)
O frio da noite em Briss começava a dar o ar da graça. As brisas marítimas flutuavam levemente até parar gelidamente no peito do tritão. Enfim, ele sabia que naquele horário as lojas estavam fechadas ou fechando, porém não custava tentar. – Cara... tem uma loja de armas fechando lá na frente, se você for rápido ainda consegue encontrar ela aberta. – Comentou um garotinho, não passava de seus onze anos. Ele finalizava com um “hangloose” após a fala e corria para a rua onde estava indo com uma bola de baixo do braço. De fato, entre as poucas luzes que ainda estavam acesas na avenida em que Tensei caminhava uma se destacava pela pouca força, talvez aquela fosse a loja de armas ao qual o garoto disse estar fechando. Apertando o passo ele conseguia chegar na mesma.

O vendedor se assustava brevemente com a chegada do brutamontes em seu estabelecimento. Ele tremia um pouco as mãos, mas reunia forças para dizer. – B-boa noite! Sim, tenho sim! – Apontou para uma prateleira repleta de luvas, todas com características únicas. Algumas apresentavam cabeças de parafuso na parte superior, outras eram mais lisas e não tinham qualquer extremidade pontuda e ainda outras eram bem rústicas repletas de correntes e pequenos cubos metálicos. – São só trinta mil, mas a qualidade vai te surpreender! – O vendedor entregava uma feita de metal escuro ao tritão, erguia os braços acima da cabeça esperando que o homem peixe as pegasse.

Após a venda ele respondia para mais uma pergunta. – Bem, se não me engano tem um bar lá perto do porto. A essa hora já deve estar cheio. E... tem um outro bar no bairro industrial... esse sim vive lotado. Heheh. – Ele dava algumas espanadas sobre as prateleiras.

O som de passos ecoava dentro da loja, assim como a rua onde ainda transitavam algumas poucas pessoas. – Ainda aberto, Hoppe? Vamos lá pra casa tomar umas! Hahah. – Disse uma voz encorpada do outro lado da porta entreaberta. – Vou esperar aqui fora. – O velho vendedor sorria e respondia. – Já vou indo! – Logo voltava a atenção ao tritão, mesmo com as mãos tremelicando entre uma espanada e outra. – M-mais alguma coisa, senhor?
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NARRAÇÃO - XIV

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Thomas Torres
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyQui 5 Nov 2020 - 17:06

Me levantaria do balcão colocaria a mão no ombro do bêbado e com força, puxaria ele, viraria ele e falaria, -Fala mais desse tal de Juarez, mas fala com calma, e vê se n gagueja, estaria segurando com força o braço do bêbado para que seu amigo não o puxasse e colocaria a mão no peito do amigo apenas para fazer ele manter distância, o intuito não era machucar ele, era apenas manter ele longe para que eu pudesse falar com o bêbado. -Agora, me diga amanhã onde? Onde vai ter um negócio doido?, esperaria pela resposta e sairia do bar sem pagar a cerveja e rapidamente viraria a esquina para que o dono do bar não me procurasse quando desse falta de mim


Esperaria em algum beco próximo pelo garoto para ver se ele estava me seguindo, mas esperaria observando o que ele faria para garantir que ele não era da marinha ou um agente infiltrado em um bar da zona industrial se ele saisse do bar o seguiria tentando não chamar sua atenção


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyQui 5 Nov 2020 - 18:23




Kisame
Há um Monstro na água



Observei atentamente como as coisas fluem ao meu redor, os homens pareciam bravos com minhas atuações, realmente eu era muito ruim de atuar; -Ta certo, me perdoem, eu estou apenas brincando com vocês marinheiros, apenas uma alegria para homens que treinaram tão duro e trabalharam hoje o dia todo, me desculpem;- Eles não eram de fato tão fortes aparentemente para um ataque meu sem mais nem menos, e também não me demonstraram perigo, retirei meu chapéu como uma forma de cortesia e lhe pousei novamente na cabeça. -Perdoem-me pelo cheiro gostoso de peixe, muitos não gostam, mas eu exalo energia.- Sorrindo me retiraria do bar pagando a moça e sorriria para o seu marido, com passos arrastados pois a preguiça estava me tomando conta, continuei bebendo meu copo de cerveja de forma lenta, procurava algumas pessoas peculiares, me dirigia então para uma loja de armas, precisava comprar uma grande espada, observei os locais até encontrar uma.
Caso eu a encontre pediria uma espada de porte grande, onde humanos normais a segurassem com duas mãos o que faria que eu segurasse com uma. -Me vê uma espada de porte grande...- Pagaria caso meu dinheiro desse, se não desce sairia para o bar principal da cidade para roubar dos bebados e conhecer pessoas novas, chegando ao bar observaria a todos ali visando encontrar algum pessoal mais chacoalhado pela bebida e um outro pessoal para seguirem viagem, pois sem barca e sem navegador eu não iria a lugar nenhum, desta vez no bar dispensei a bebida fiquei apenas sentado em meu canto olhando tudo que acontecia.



Considerações: - A espada que eu quero não sei se eu quem escolho, mas ai vai a imagem nas considerações caso ela valha para você.
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O Rei Da Confusão, Pandemônio


Última edição por Joe Blow em Sex 6 Nov 2020 - 14:04, editado 1 vez(es)
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Tensei
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyQui 5 Nov 2020 - 18:53



Havia sido mais fácil do que eu pensei encontrar uma loja de armas, após perguntar a uma criança a mesma me respondeu sem parecer reparar muito em minha raça e por alguns segundos isso me encheu de esperança. Talvez o mundo não fosse um lugar assim tão ruim, os anos de escravidão haviam me marcado, mas eu podia me acostumar com tal vida de liberdade. A brisa noturna era boa e tentei por alguns minutos olhar as estrelas antes de adentrar na loja de armas, sabia me localizar por elas pois havia apreendido com meu pai a muitos anos atrás e se tivesse sorte até mesmo saber o horário, esperava que o céu estivesse limpo o suficiente para localizar o norte, a partir de meu ponto atual.

No entanto ao entrar na loja voltei a realidade, a expressão do velho e suas mãos tremendo mostravam oque a humanidade realmente sentia diante de seres diferentes. Sorri para o mesmo enquanto ele me respondia e me mostrava as armas, apesar de aparentar medo ele fora educado o tempo todo e consegui finalizar minha compra. Me senti mais seguro com as Soqueiras em mãos, mesmo sendo forte eu tinha traumas e andar armado era um modo de amenizar isso. Após ele responder minha última pergunta sorri, mostrando ao mesmo todos meus dentes, o velho havia saído educado e por mais que eu quisesse uma espada também, não seria dele que iria roubar —Por enquanto é só meu velho, pode me dizer a direção do porto? Sou novo na cidade sabe. — Após a resposta do mesmo eu deixaria a loja rumo ao local indicado

Caminharia sobe o luar na direção do bar atento, não deixaria a guarda baixa em uma cidade humana em nenhum momento, mas estamparia meu sorriso no rosto agora que tinha uma arma em mãos —Shsishsishsishsishi. A noite está linda para uns drinks, uma foda e um pouco de confusão!—
Falava sozinho enquanto andava, e sempre rindo, talvez está fosse uma de minhas maiores características, rir enquanto dá uma olhada no céu.

Caso conseguisse finalmente chegar ao bar iria tentar adentrar ao mesmo sem me importar com olhares indesejados ou de canto de olhos. Sempre me mantendo atento a possíveis ataques, agora principalmente pois estava em um lugar volátil. Iria então procurar duas pessoas, a mulher mais bonita e o homem mais bonito dentre todo o bar. Ao localizar os dois iria retirar uma moeda dos meus 20.000 que ainda tinha e jogaria ao alto, caso desse cara eu iria na direção da mulher e caso desse coroa eu iria na direção do homem, deixaria o destino escolher. Independente de em quem eu chegasse tentaria falar a mesma frase —Booa noite, que tal um drink?— Estou afim de beber com a pessoa mais bonita desse bar. Esperaria uma resposta.

Histórico:
 


Objetivos/Off:
 

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1° Divisão de Demônios, o Leviatã.
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Iruh
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptySex 6 Nov 2020 - 0:59



Deuses entre nós
Iruh Infamus





  Meus olhos de tons avermelhados fitavam o espaço no qual eu me achava, a procura de começar a associar as estalagens e casas que haviam em Briss, sendo provavelmente minha primeira vez alí não conhecia o local, logo me localizar não seria fácil, mas seria bom apenas sentir a brisa e a maresia da ilha, me encontrava provavelmente sozinho e por isso iria em busca de encontrar uma taberna para eu conhecer e ouvir um pouco as historias de bêbados sobre Briss.
  - Olá Tudo bem ? - Me dirigiria a pessoa mais próxima a mim com um sorriso, - Estou a procura de um lugar para eu beber um pouco, poderia me orientar a encontrar ? - perguntaria gentilmente; e seguiria as orientações, andando calmamente olhando placas e os estabelecimentos até encontrar, mas se por ventura não conseguir uma resposta que me indique o caminho, abordaria mais pessoas até encontrar um bar aonde pudesse beber e descansar de quem sabe a viagem até Briss.
  Chegando no estabelecimento, procuraria um lugar para me assentar, caso estivesse cheio esperaria por lugar desocupar e me assentaria, com a mão direita iria chamar a pessoa que estivesse atendendo os clientes, - Traga um rum suave, por favor. - pediria gentilmente, após o pedido me atentaria a ouvir as conversas, talvez notar as pessoas a procura de algo interessante, ou alguém que pudesse me ensinar pelo menos alguma das pericias(Furtividade, Luta de Rua, Intimidação).






Objetivos:
 

Histórico:
 

Personagem:
 

Off:
 


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1 divisão de Demônios
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Piratas Pandamônio!


Última edição por Iruh em Seg 9 Nov 2020 - 8:33, editado 1 vez(es)
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Salazar Merlin
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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptySex 6 Nov 2020 - 13:58




Lá estava Salazar por mais uma vez com sono, procurava um bar em meio a cidade toda, não queria ir para o porto no momento então procurou o bar com alguma movimentação em peculiar, o garoto tinha os olhos meio baixos parecendo com que não dormia a dias, porém recém havia de ter acordado não fazia muitas horas.
Observando todos os detalhes das casas ao redor percebendo os seus formatos era realmente uma cidade nobre onde as pessoas vinham passar as férias vivendo uma vida boa e tranquila, dizem que os piores piratas saem daqui devido a falta de tanta policia (marinha), talvez fossem apenas boatos devido a grande histórias que surgiram deste mar azul, continuando a caminhada com seu traje (terno) perfeitamente arrumado sem ter nenhum tipo de erro na beca.
Porém uma ideia chamou atenção do garoto, acabou de se recordar de que teria de ir até uma loja de armas antes de parti para qualquer lugar -Eae meu parcero, sabe me dizer onde fica a loja de armas.- Diria isto para a primeira pessoa que encontrasse esperando informação, após receber a mesma se ninguém o perturbasse o mesmo partiria para a loja, lá compraria sua pistola. Chegando nesta logo já pedia o que queria ser dar muitos ouvidos se o dinheiro pagasse compraria -Quero uma pistola a mais bonita que meu dinheiro puder comprar.- Após comprar, pagar e sair da loja, este iria para o bar principal da cidade, pararia diante da porte do lado de dentro do bar e observaria tudo o que estaria acontecendo a procura de rapazes para convocar para viagem, diziam que antigamente o bar era onde se começavam grandes amizades piratas;




Atributos:
 

Observações:
 

Modelo De Ação:
 

Objetivos Briss:
 

Histórico:
 

informações:
 

OFF:
 

                                     


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MensagemAssunto: Re: Cap.1 Deuses entre nós   Cap.1 Deuses entre nós - Página 4 EmptyDom 8 Nov 2020 - 8:02



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Independente de onde estivesse, Arthur separaria alguns segundos para se esticar um pouco e pensar nas últimas decisões de sua vida. Passou os últimos anos entre a cozinha do restaurante que trabalhava e o pequeno apartamento alugado. Mas havia abandonado tudo isso para seguir o sonho meio inconsequente de se tornar um pirata. Olharia para fora, em busca de ver o clima daquele dia e tentar descobrir que horas eram. Independentemente do tempo, diria para si mesmo com um sorriso:

- Parece um dia perfeito para mudar de vida.

O jovem já havia se despedido de todos que conhecia em Baterilla e tudo era completamente desconhecido em Briss Kingdom. Era hora de encontrar gente nova e recomeçar. Não seria a primeira vez que começava do zero em sua vida. Mas era a primeira vez que estava realmente empolgado com isso. Ele tinha alguns planos, é claro. E seguiria firme com eles.  

Se houvesse um banheiro com espelho por perto, daria uma boa olhada em sua aparência. Estava bem vestido? O cabelo estava bom? Estava cheiroso? Se necessário, lavaria seu rosto na pia, garantindo que estivesse com uma visão agradável para quem olhasse.

Antes de sair, Arthur também avaliaria sua saciedade. Se estivesse com fome, mesmo que leve, seguiria para algum restaurante ou bar que nunca tinha entrado para experimentar algo do cardápio. Se fosse manhã, pediria um pão da casa com café. Se fosse próximo ao almoço, pediria a sugestão do chef. Se já fosse noite, pediria uma porção de frutos do mar e uma cerveja. E, se por acaso não estivesse com fome, também seguiria para o local, pedindo apenas um café forte independente do horário.

- Obrigado. – diria a quem lhe servisse, com um sorriso nos lábios.

E então observaria tudo ao seu redor. A aparência de quem lhe serviu, seu jeito de se portar. Quem mais estava no restaurante: clientes, funcionários... Havia um possível gerente? Era possível ver a cozinha do salão? Se sim, faria questão de observar o chef com atenção. Também prestaria atenção no restaurante em si. Como era o local? Confortável? Pequeno?

Arthur sempre foi muito observador e, nessas épocas de mudança de vida, precisava contar ainda mais com a sua percepção. Foi ela que o salvou no passado e poderia salvar novamente. Quando a comida ou a bebida chegasse, apreciaria com cuidado, sentindo os aromas e sabores. Depois, refletiria sobre seus planos. Aquele poderia ser um bom lugar para encontrar alguns piratas e cair nesse mundão? Se encontrasse alguém que parecia interessante e disponível para conversar, se aproximaria da pessoa em questão. Depois, com um sorriso e olhando a pessoa nos olhos, perguntaria com todo o seu charme.

-  Posso me sentar? - E, caso a resposta fosse positiva, ele se ajeitaria na cadeira. Tiraria alguns segundos para observar a pessoa na sua frente e depois, se apresentaria. -  Sou Arthur. O que te traz aqui hoje?

Se a primeira pessoa rejeitasse de imediato seu convite, olharia ao redor para ver se mais alguém parecia disposto a conversar. Se sim, agiria da mesma forma. Se ninguém do lugar se mostrasse interessado, voltaria para sua mesa e aguardaria aumentar o movimento.

Se fosse abordado, antes mesmo de decidir chegar em alguém para conversar, ouviria a pessoa com atenção. Começaria a conversa da mesma forma, perguntando o que o trazia naquele lugar e se apresentando. Também se mostraria igualmente simpático, sorrindo e observando a pessoa com atenção. Aceitaria uma bebida ou se sentar em outra mesa, mas nada além disso. Queria observar a pessoa antes de qualquer coisa. E se considerasse sua aparência ou seu jeito interessante, não disfarçaria seu possível interesse.

Objetivos:
 

Arthur Diggory:
 

Histórico:
 

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