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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 The One Above All - Ato 2

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptyTer 15 Set 2020, 23:22

Relembrando a primeira mensagem :

The One Above All - Ato 2

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheiro Drake Fateburn. A qual não possui narrador definido.


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CrowKuro
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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptyQua 06 Jan 2021, 20:24

The One Above All - Ato 2


Ao chegar e ver aquela situação, era óbvio que de fato eu me sentia nervoso, a culpa de tudo aquilo era minha, eu havia falhado em protegê-los e não tinha sido rápido o suficiente para chegar no campo de batalha, até porque, eu nunca imaginaria que uma comodoro tão forte quanto Hana poderia ter caído com tamanha facilidade e rapidez contra um inimigo tão inferior. Sim ele aos meus olhos é muito inferior, e sua única vantagem ali era apenas as vidas daqueles que eu tanto amo e daria de tudo para proteger.

A situação era a pior possível, o caos estava instaurado, Hana em um incêndio e ainda amarrada, seu pior pesadelo estava acontecendo, e além de tudo isso, meus filhos estavam nas mãos de um ser tão desprezível, aquilo para mim não tinha outro caminho a ser tomado, a não ser a minha própria renúncia.

Eu analisava bem a situação, nessas horas meu temperamento calmo me era bem útil a tomar decisões e me manter sereno o suficiente para saber o que escolher em alguns momentos críticos, de imediato nas solas dos meus pés, enquanto em contato com o solo, eu os perfurava, usando de pequenas estacas giratórias envoltas em haki que perfurariam o solo para baixo e para frente, criando caminho até embaixo do hotel, com uma certa profundidade, uma profundidade boa o suficiente para que não quebrasse a superfície enquanto avançava e perfurava, mas que não fosse fundo demais para não atrapalhar seu avanço.

O tamanho dos tentáculos seria um tanto grandes em questão de espessura, então a profundidade seria medida para que o chão não tremesse com o avançar da broca ou que houvesse rachaduras no solo, com isso ao enfim estar posicionado de baixo do hotel, eu o suspenderia, em linha reta para cima enquanto usando meu haki da observação buscaria a localização de Hana dentro daquele mar de fogo, envolveria os tentáculos com haki e assim avançaria com eles até Hana, a englobando em uma cápsula de mochi envolto por haki e a tirando dali de dentro, a colocando de forma segura fora do fogo e distante do hotel, sem que o homem percebesse que ela estava a salvo.

Após ela estar finalmente bem, só havia mais uma coisa a se fazer, salvar a vida dos meus filhos, e eu não mediria esforços para tal, no exato momento em que Hana estivesse a salvo, eu desconectaria os membros de mochi de meus pés e o deixaria se desmanchar, enquanto eu olharia diretamente para o homem e o diria.-Como eu já disse, ninguém mais precisa morrer… Se tem alguém aqui que deve morrer, esse alguém sou eu… Não é? Meu olhar era sério e ao mesmo tempo sombrio, meu semblante não deixava aquilo ter o ar de mentira, e então eu continuava.

Ainda olhando diretamente em seus olhos, e preocupado com as crianças, já que Hana agora estaria a salvo.-Se você quer levar a vida de alguém, que seja a minha própria, eu não vou resistir e nem tentar algo contra você… Será uma troca justa, a vida dos três, pela minha própria, o que me diz? Eu me colocaria de joelhos ainda olhando dentro de seus olhos, porém, meus sentidos estariam no máximo, o mas aguçados possível, visão, audição, percepção e juntamente a meu haki da observação ativo para ter de fato uma melhor antecipação de algum movimento suspeito vindo do homem.

Meu olhar era firme, um olhar convicto, minhas expressões  e palavras não deixariam que aquele homem acreditasse ser o contrário, mesmo que eu pudesse estar mentindo, afinal, mentir para mim era algo tão natural, isso vinha desde sempre ao meu lado, porém, daquela vez, eu de fato estaria dizendo a verdade, mas estaria entrando em sua mente sem que ele percebesse, e nesse assunto, meus conhecimentos em psicologia se faziam inteiramente perfeitos, manipular as pessoas com meias verdades é algo que de fato apenas um bom mentiroso conseguiria fazer, mas manipulá-las com a própria verdade? Isso era algo completamente diferente, nem mesmo minhas intenções eram de mentira, eu de fato estava entregando minha vida pela vida de Hana e a de meus filhos.

Estaria atento a qualquer tipo de hesitação do homem, buscando sempre sanar a dúvida que eu visse surgir no ar e em sua mente, com suas atitudes, meu olhar continuaria fixo nos seus, em cada detalhe que ele mostrasse, forma de agir, andar, respirar, olhar, tudo o que pudesse me mostrar algum ponto fraco ou que ele estivesse de fato acreditando naquilo que eu diria, e com isso eu sempre reforçaria tal questão.-E então, o que está esperando? Não é melhor ter a cabeça daquele que derrotou o próprio Deus dessa ilha? O ser supremo? Aquele que todos viram sair do castelo do rei com seu corpo mutilado como se fosse uma alegoria ou um troféu? Sua fama seria lendária se tirasse minha vida e mostrasse isso a todos.

Continuaria com meu olhar direto no dele, demonstrando de fato a verdade, aquilo não era uma mentira, de fato era a mais pura verdade, eu estava pronto para dar minha vida pela deles e nada mais me importava.-Até eu sei quando perco… Eu sei quando devo parar e desistir, contra Magnus foi diferente do que agora, contra ele eu tinha motivos, muitos motivos para fazer o que fiz e não desistir nunca de tentar… Mas você… Você ainda não me deu motivos para que eu fizesse com você o que eu fiz com ele… Olha pra esse corpo morto, olha como tá esse verme, ele mereceu terminar assim, mas nem eu nem você e nem eles mereceram isso… Eu aceito a realidade e estou pronto para o que for acontecer, então, leve minha vida, mas deixe a deles em paz, deixe que eles sigam suas vidas.

Minha feição se tornava mais calma e aliviada, buscando fazer com que aquele cara de fato largasse deles e me matasse.-Eu estou pronto para morrer, se é isso o que você quer… Só peço que por favor, coloque eles longe desse caos, eles são apenas bebês e não precisam sentir ou ver isso… Deixe-os ali naquele canto. Com isso eu apontava para um lugar onde estivesse longe do hotel e dos escombros e longe principalmente de onde eu morreria, estenderia dois tentáculos de mochi que iriam até o homem, sem demonstrar nenhuma hostilidade, apenas fazendo com que eles fossem ao homem, da forma mais calma possível, moveria ele bem devagar para que o homem não se assustasse, demonstrando de fato que eu não queria atacá-lo.

Ao estar próximo dele o suficiente, eu o pediria olhando em seus olhos.-Posso vê-los uma última vez? Não se preocupe… Não tenho intenção de tentar nada e nem de fugir, apenas quero me despedir deles, eu já estou preparado para morrer… A palavra de um homem ainda deve valer de alguma coisa nesse mundo, não é? Mesmo nessa situação? Continuaria olhando em seus olhos, da forma mais calma possível, eu de fato estava demonstrando que já havia desistido de tentar qualquer coisa e estava pronto para morrer.-Sabe… Vou te dizer algo que talvez faça você acreditar em mim… Minha esposa já está salva, fora das chamas, eu mesmo a salvei enquanto conversamos, talvez você não tenha percebido… Eu só quero deixá-los vivos, e para isso eu decidi dar a minha vida em troca, e foi uma escolha bem fácil para mim, devo admitir… Por que ele está me dizendo isso, você deve estar se perguntando. É por que eu de fato não pretendo fazer nada contra você, só quero que de fato os deixe em paz, e se minha vida for o preço a pagar por isso, eu não ligo! Permaneceria com meus tentáculos próximos ao homem, a espera de que ele me deixasse pela última vez ver meus filhos, meu haki da observação estaria ativado, e eu estaria completamente atento a tudo que o homem fizesse, e caso ele deixasse que eu os abraçasse pela última vez, era o que eu faria.

Os abraçaria, e beijaria suas testas enquanto ainda dormiam, eu não queria acordá-los e não o faria, após finalmente terminar de me despedir, usaria alguns tentáculos de mochi em forma de berço e os colocaria o mais distante possível tanto de mim quanto do homem.-Não quero que eles acordem com algum possível grito, ou barulho que possa vir dessa execução. Eu me manteria ali, calmo e parado frente ao homem, o deixando confortável para assim selar o meu destino, sem agir de forma agressiva, apenas pura calma e um olhar vazio, e deixaria que ele percebesse tudo isso, cada sentimento meu naquela situação, afinal, seu haki da observação poderia ser útil para isso.

Eu estava preparado, Nozel e Acier estando longe e Hana a salvo, era hora de eu finalmente partir, estaria ali parado e me colocaria de pé na frente do homem, de forma gentil e calma abriria meus braços e o olharia diretamente, buscando o deixar confortável e de fato entender que eu não faria nada com ele, o acolhendo e mostrando que não haveria perigo.-Não hesite… Faça o que tem que fazer e acabe logo com isso. Deixaria o homem vir até mim para executar seu movimento, e permaneceria parado de braços abertos olhando fixamente em seus olhos, eu começava analisar todo o cenário atual, movimentos do homem, atitudes e forma de vir até mim e o deixaria fazer o que pretendesse.

Claro, eu não iria deixar que ele apenas me matasse ali sem fazer nada, tudo isso, toda essa amostra de calma e frieza tinham um propósito, eu estava manipulando a mente de um homem, porém, não com mentiras, mas com verdades, eu busquei fazê-lo acreditar em tudo aquilo, e perceber que de fato eu não estava mentindo quando estava pronto para dar minha vida a eles, e eu realmente estava, porém, meus planos por trás de tudo aquilo ainda existiam, psicologia, a arte de conhecer a mente humana e até manipulá-la, para mim isso era fácil, como um artista de circo eu sabia como fazer meu público me dar a atenção necessária, meus truques de mágica sempre foram muito bem executados, e agora não seria diferente de nada disso.

Tendo em vista o bem estar de Hana e das crianças, sabendo que estariam distantes tanto de mim quanto do homem, eu o esperaria avançar contra mim, e até mesmo desfazia meu tentáculo de mochi que eu havia lançado para colocar as crianças longe, demonstrando de fato não ter intenção para fazer nada contra ele, afinal, se eu quisesse fazer algo, eu poderia desde o momento em que ele tivesse me entregado os bebês, não é? E era isso o que eu queria que ele pensasse.

O deixaria vir até mim na sua tentativa de me executar, e estaria disposto a receber o golpe final tranquilamente, porém, no momento em que ele o fizesse, eu o deixaria me acertar, porém, moldando meu corpo para que nenhuma parte vital fosse atingida, mas mesmo assim, eu seria ferido em seu ataque e atacaria de volta, na mesma proporção, lançaria quatro tentáculos saindo da parte frontal do meu corpo, fortemente revestido com haki para perfurar seu tórax e estômago, sendo mais preciso em órgãos vitais, com a ajuda dos meus conhecimentos em anatomia e estaria disposto a sofrer o golpe do homem, de forma não fatal para que ele fosse morto naquele momento, era uma troca justa, eu diria que uma troca equivalente, porém, aquele que tivesse mais recursos e formas de lidar com o golpe do adversário poderia sobreviver saindo com apenas um ferimento em seu corpo.

Meu intuito era de fato receber seu golpe, e demonstrar a ele a todo momento que eu estava disposto a tal, e logo, o pegando de surpresa, prenderia sua arma, fosse punho, pernas, espadas, ou o que fosse, eu meu mochi revestido com haki, o deixando de guarda baixa para o golpear de forma letal, um golpe que faria sua vida se extinguir, um golpe que de fato demonstraria a minha verdadeira natureza, a natureza dissimulada de um assassino, ao qual até mesmo suas intenções são um mistério, e conseguir escondê-las, só poderia ser possível graças a meus conhecimentos em psicologia, eu não só usaria eles para entrar na mente do meu adversário, mas também para fazer com que minha própria mente estivesse sendo enganada a respeito das minhas verdadeira intenções, dessa forma, buscando burlar qualquer forma de uso do haki da observação de agir contra alguém, já que essa pessoa estava demonstrando suas verdadeiras intenções.

Uma cobra, uma serpente em termos de ser alguém completamente imprevisível, alguém que está tramando algo, mesmo sem estar demonstrando isso, uma mente completamente genial e astuta, essa poderia ser a definição que poderia ser dada a mim nesse momento, alguém que sempre está esperando na espreita para abocanhar seu adversário, mesmo que isso possa lhe custar algo, como um ferimento ou até mesmo sua própria vida, essa era definitivamente a definição de insanidade.

Porém, caso o homem se recusasse a dar às crianças a mim, eu continuaria o observando, buscando brechas que o mesmo me desse, tanto para salvar as crianças de suas garras, quanto para atacá-lo de forma que pudesse salvá-las juntamente com o ataque, usando de minha akuma no mi para fazer as duas coisas ao mesmo tempo, golpea-lo enquanto as tirava de suas mãos com braços de mochi, sendo assim, deixando meu corpo completamente exposto a receber algum golpe vindo do homem.

Caso essa oportunidade surgisse em algum momento daquele sermão, eu a usaria de forma extremamente veloz, adrenalina correndo pelas veias, meu haki da observação afiado e pronto para me auxiliar, eu usaria um avanço explosivo, aproveitando da pouca distância entre mim e ele, usando minha akuma para criar molas nas pernas enquanto com mais o auxílio do soru, eu pudesse atingir uma velocidade alta o suficiente para atacá-lo de forma repentina.

Minha prioridade seria a vida das crianças, tendo Hana salva, isso era o mais importante, deixaria meu corpo exposto o golpeando diretamente no peito, como um encontrão usando meu ombro para o jogar para trás enquanto ele soltava as crianças com o impacto, e com isso usando meus tentáculos juntamente ao golpe para pegá-las e afastá-las dele, com isso usaria mais dois tentáculos para o arremessar para trás enquanto usava a força de empurrão para dar impulso para trás, sendo assim saindo do seu campo de contato, mantendo os dois próximos a mim e a salvo.

No caso de Hana, caso ele acabasse por perceber que eu estava tentando salvá-la, eu tentaria agir da forma mais rápida possível, tirando ela daquele inferno de chamas enquanto o fazia acreditar que de fato estaria pronto para dar minha vida pela deles.-Eu já fiz minha escolha… Escolhi deixá-los vivos enquanto você tira a minha vida. Com isso, buscando com que o homem não interferisse e nem machucasse as crianças.

Dessa forma, estaria ali pronto para agir de forma rapido a qualquer brecha dada por ele, fosse um piscar de olhos, um bocejar, um olhar para onde não deveria e usaria isso para salvar as crianças, as mantendo em meus braços protegidas enquanto usaria de tentáculos para se fazerem como meus braços para lutar enquanto os protegeria.

E dessa forma, caso Hana estivesse ainda dentro do quarto, eu usaria mais tentáculos para destruir a parte onde seria nosso quarto, e usando o haki da observação encontraria facilmente lá dentro, e a englobaria em uma cápsula de mochi com haki e a tiraria de lá o mais rápido possível enquanto buscaria manter o homem distante de mim e dos bebês, e também buscando desferir alguns danos a seu corpo com os tentáculos.

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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptyDom 10 Jan 2021, 15:58




Aquele hotel parecia ser o próprio inferno. As chamas, o calor, os dois demônios e as pobres almas inocentes que ali se encontravam. O fumo das chamas começava a tomar conta do local, fazendo os olhos e os pulmões começarem a arder, mas Drake estava acostumado a se manter focado e calmo em momentos de grande tensão, o que lhe vinha a ser bem útil. O marinheiro procurava por Hana e a encontrou rapidamente, socorrendo ela imediatamente, protegendo ela das chamas criando um caixão de mochi negro.

Uma vez colocando a mãe de seus filhos em segurança, Drake partiu e voltou até ao homem que segurava os seus herdeiros - Alguém precisa morrer. - retrucou o homem, passando a mão docilmente no rosto da filha de Fateburn. O homem não fazia nenhum movimento suspeito, porém mantinha a sua distância escutando Drake. Pedaços de madeira em chamas caíam por todo o lado, era incrível as crianças estarem tão calmas numa situação tão caótica.

O marinheiro parecia tentar barganhar a sua vida pela vida das pessoas que amava e realmente se importava, o homem sorria - O que estou esperando? - ele dava um passo na direção de Drake - Eu não queria a sua cabeça… Não agora. Mas acho que você merece um fim digno. - Drake não desistia de tentar convencer o seu inimigo a deixar aquelas vidas tão jovem viver. O homem parecia ser seduzido pelos argumentos do marinheiro, devolvendo-lhe os seus filhos - Sou um homem de palavra. Não machucarei os seus filhos. - Fateburn beijava a testa das suas crianças e colocava elas em segurança, próximas da mãe.

O homem se aproximou de Drake a passos lentos, tirando uma faca do bolso - Eu irei me certificar de tratar as suas crianças muito bem. - ele abria um sorriso sádico no rosto. Hana parecia começar a recuperar a consciência e, mesmo não vendo ele, a garota chamava por si com todas as forças que lhe restavam. A sua voz não era muito alta, mas era o suficiente para chegar até aos ouvidos de Drake.

A faca do executor era completamente negra e encostava ela bem no centro da testa de Drake - Os homens são criaturas fáceis de manipular… - sussurrou o homem - No final não passam de animais, colocando a segurança das suas crias em primeiro lugar. - o homem demorava o seu tempo para dar o golpe final, parecia estar apreciando aquele momento - Mesmo que eu morra, eu já ganhei. - o homem guardava a faca sem realizar nenhum golpe, em vez disse ele se afastou até a janela e mostrou dois vivre cards - Agora que eu sei o que realmente é importante para você, tenho vantagem no próximo embate. - o homem então pulava pela janela, deixando Drake vivo.

Não demorava para chegarem reforços que começavam a apagar o fogo do hotel, socorrendo Hana e as crianças, dando oxigênio e cuidados médicos. Não parecia existir nenhum sinal daquele homem, era como se já tivesse planejado a sua rota de fuga e estando um passo à frente de Drake. Contudo, o mais importante era que tanto Hana, as crianças e a própria ilha podiam finalmente descansar. A guerra chegara ao fim, assim como a chuva terminava de soltar as suas últimas gotas, agora restava a todos se recuperarem e prepararem para uma luta fácil porém demorada: reconstrução.

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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptyDom 10 Jan 2021, 16:33

The One Above All - Ato 2
A cena do homem vindo em minha direção era exatamente o que eu queria, com meus filhos e Hana a salvos, eu podia finalmente agir e fazer aquilo o que eu queria, matar o verme que estava em minha frente. Porém, por algum motivo eu não o golpeei como havia planejado e o mesmo não fazia nada contra mim, apenas parecia querer uma vitória emocional ou algo do tipo, mas sinceramente, não fazia sentido para mim a sua desistência, afinal ele tinha a faca e o queijo na mão para agir, e agora estava me dando a chance de matá-lo sem ter preocupações.

O homem mostrava seus vivre card, dizendo que quando eu quisesse poderia ir atrás dele, eu o pegava e podia o fazê-lo agora mesmo, mas eu olhava para Hana e as crianças e decidia não seguir com aquilo, eu me mantinha ali, parado olhando fixo para a direção em que o homem seguiu, e assim, permanecia, com um olhar tão sério e cheio de ódio que ia totalmente contra a calma que eu estava momentos atrás.

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Eu permanecia observando aquilo enquanto pensava no que tinha acontecido, e não conseguia me perdoar por isso, Hana e as crianças eram atendidas e eu acabava por ter um ataque de raiva, algo que eu precisava fazer para liberar aquela frustração que estava sentindo, e então, quatro tentáculos surgiam de forma imediata de minhas costas e enquanto eu me ajoelhava socando o chão com toda a minha força, os tentáculos também batiam no solo juntamente a meu golpe, criando uma deformidade no local do impacto.-Não vai ser hoje… E nem amanhã… Mas eu vou te matar! Sussurrava enquanto me reerguia indo em direção a Hana e as crianças.

No final de tudo, a minha preocupação maior era com Hana e os bebês, e por isso, eu a pegava no colo caso fosse necessário e as crianças em tentáculos, os envolvendo como se fossem berços envoltos por Haki e seguia para fora daquele lugar, para longe das chamas principalmente, que era um trauma profundo para Hana, e com isso, os deixava serem cuidados pela equipe de médicos, dando total prioridade a eles, já que eu mesmo que ferido, não estava ferido gravemente, e eram ferimentos que eu podia lidar tranquilamente até que fosse cuidado pelos médicos.

Enquanto eles fossem atendidos, eu me manteria ao lado dos três, deixando de lado o olhar enfurecido e o ódio pelo homem, agora me focando em apenas dar tranquilidade a eles, porém, ainda me culpando pelo o que havia acontecido, e em meio a isso, pediria a alguns soldados que fizessem algo por mim.-Preciso que mandem uma equipe de busca para o castélo e tragam Tora, Gabriel e Lúcifer, mesmo que estejam mortos! Com a situação não consegui saber como estava o andamento da batalha de Lúcifer e Gabriel... Tora provavelmente está morto, ou apenas inconciênte... Tragam os três e os deem tratamento médico. Encerrando assim meu pedido e esperando ao lado de Hana e das crianças pelo retorno do grupo de busca com suas notícias.

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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptyTer 12 Jan 2021, 11:09




Mais um capítulo se fechava, mais uma história que seria contada para as próximas gerações como forma de inspiração. Mas aquilo não era o final, aquela não seria a última vez que Drake veria aquele homem e o próximo encontro deles terminaria com sangue e morte de pelo menos um deles. Drake se aproximava da sua família e envolvia eles nos seus braços, confortando Hana - Drake… - ela sorria através da dor que sentia no corpo, a sua felicidade era muito superior ao fumo ardente que estava nos seus pulmões, saber que Drake e as crianças estavam seguras fazia a garota sorrir e soltar uma lágrima de alívio.

Drake deixou que os médicos dessem o suporte necessário para as pessoas e ordenava que fossem buscar os seus amigos de prisão. Demorou alguns minutos, mas o incêndio já havia terminado e o trio chegava - Vejo que não morreu… - disse Lúcifer rindo sendo carregado por Gabriel. Ele estava bem ferido, com a mão direita em falta e com uma cicatriz bem feia no olho esquerdo. Gabriel já tinha faixas por toda a cabela e no braço esquerdo, parecia que dos três era o em melhor estado. Tora estava bastante ferido, cheio de cortes e tiros -os quais já haviam sido enfaixados - com até mesmo uma ferida na sua cauda, porém nem se comparavam a Lúcifer.

A resistência do mink era incrível, mesmo cheio de ferimentos ele carregava consigo algo interessante - Achamos um rato tentando fugir. - disse Tora enquanto arrastava James pelo braço, ele ainda estava acordado mas estava todo surrado. - Achei que você quisesse decidir o destino dele. - Tora pisava o rosto de James, Gabriel e Tora cuspiam no seu rosto. O mink atirou James para perto de Drake, a face de terror na cara do homem podia se assemelhar à de um homem que via o próprio demónio na sua frente. Ele tentava falar, mas gaguejava devido ao medo - P-p-po-por f-fa-fav-favor… - ele tentava se arrastar para longe de Drake, mas não tinha qualquer sucesso. M-me dê u-uma cha-chance…

Ele tentava fugir, se arrastando, mas as feridas nos braços e nas pernas não permitiam e, para piorar a situação do homem, o chão estava molhado, aumentando a dificuldade. Hana segurava as crianças, afastando-se de Drake para que ele pudesse fazer o que quisesse. Os médicos pareciam ter finalmente terminado de tratar Hana e as crianças - Vai precisar de cuidados? - perguntou um dos médicos - A gente tá indo até outro local procurar mais feridos, ainda existem muitas vidas para salvar, mas eu posso ficar para trás e tratar você.

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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptyTer 12 Jan 2021, 14:45

The One Above All - Ato 2
Enquanto eu cuidava de Hana e das crianças, eles eram tratados e cuidados pelos médicos, Hana parecia estar bem, e isso me deixava feliz e com grande alívio, as crianças também estavam bem e aquilo pra mim era o que mais importava. Algum tempo depois, os soldados enviados voltavam com Tora, Lúcifer e Gabriel vivos, era inacreditável ver Tora de pé, quando parecia estar morto naquele campo de batalha.-Então, vocês estão vivos, seus idiotas! Fico feliz em vê-los bem. Eu continuava próximo a Hana, Acier e Nozel e então dava um beijo em cada um enquanto me levantava com calma para ir até os três.

Ao ver eles se aproximando, eu percebia que algo mais vinha junto deles, e Tora então me dizia que acharam o maldito do James, sim, o verme que eu jurei matar antes de sair do inferno daquela prisão. Tora o jogava no chão próximo a mim e eu o via como o verme que era, porém, eu olhava para Hana e as crianças, não queria fazer nada na frente deles, mas Hana parecia me conhecer mais do que eu mesmo e então pegava os dois e se afastava do local, e eu me virava novamente para o lixo estirado no chão.-Ora, ora, ora… Vejam só o que temos aqui… Parece que o dia não para de me trazer surpresas, não é mesmo, James? O homem tentava se afastar de mim como o diabo foge da cruz, era nítido o desespero em seus olhos e aquilo me enchia de alegria.

Eu observava a sua tentativa patética de se afastar e eu o deixava achar que conseguiria ir longe, enquanto dava alguns passos bem lentos em sua direção.-O que foi James? Está com medo de que? Nós somos amigos, não somos? E quando menos esperavam, seis tentáculos envoltos em haki surgiam em minhas costas e com pontas afiadas, e eu os mirava em James, cravando os seis em seu corpo, um em cada perna, um em cada braço e dois em suas costas na direção do pulmão.-Eu avisei que ia te matar não avisei? Assim como eu disse ao Magnus! Mas acho que os filhos da puta que vivem nessa ilha são surdos, ou não entendem a minha língua. Eu o erguia no ar, enquanto perfurado pelos tentáculos e eu daria a pior morte possível para aquele verme, e quando eu digo filhos da puta, eu quero dizer gente como ele e Magnus.

Com um dos tentáculos eu tentaria arrancar uma de suas pernas e um de seus braços, e quando os tentáculos referentes a esses dois membros estivessem livres, eu os lançaria em suas costas também, cravando dois extras para perfurar e atravessar o corpo daquele lixo.-Você poderia estar vivo, assim como nós estamos, James… Mas preferiu entregar a todos como um rato que você é, e agora vai ter o mesmo destino de um… Uma morte bem trágica. Após ter praticamente o matado, caso ele ainda estivesse vivo, eu o deixaria morrer agonizando e pedindo por sua vida, a não ser que Lúcifer, Gabriel ou Tora quisessem sua cabeça, mas aí era com eles, por mim, ele morreria ali agonizando como um verme faria.

Em meio a essa situação, um dos médicos perguntou se eu queria tratamento, eu o olhava de forma bem calma e tranquila enquanto o respondia.-Bom, gostaria sim… E me desculpa por ter de ver essa cena tão horrível, esse desgraçado foi o culpado por quase nos matar na prisão e nos mandaram pro inferno… Sei que você como médico presa pela vida, e ter que ver ele morrer deve ser ruim, quer ir para um lugar diferente? Você não precisa ver isso, Tora e os demais podem cuidar do que lhe resta de vida.

Eu esperaria a resposta do médico, e então faria o que tivesse de fazer, e o deixaria cuidar dos meus ferimentos para poder seguir seu caminho juntos com os demais médicos, afinal, realmente parecia ter muita gente ferida no campo de batalha. Quando tudo estivesse pronto, e já tivesse tratado dos ferimentos, eu me levantaria bem calmamente, e olharia para os três, Tora, Lúcifer e Gabriel.-Preciso de vocês… Temos que ir a prisão para soltar aqueles homens, vocês sabem quem são criminosos e quem está ali dentro só porque o Magnus queria… Vou precisar da ajuda de vocês mais uma vez pra tirar eles de lá… Mas não precisa ser agora, vamos descansar e quando estivermos bem, podemos ir com mais tranquilidade Me mantinha olhando em direção aos três, esperando uma resposta, enquanto olhava em volta para ver se encontrava Hana.

E quando a encontrasse, seguiria até ela, porém, antes de ir.-Tora, Lúcifer, Gabriel… Obrigado! Podem ficar onde quiserem, vocês são bem vindos para ficarem o quanto quiserem, e também, se quiserem, podem se alistar na marinha… Dessa forma vocês podem fazer parte da minha frota, caso queiram, é claro. Olharia para os três e daria um leve sorriso, enquanto me virava de costas e seguia até onde estaria Hana.-Nos vemos depois! Vou cuidar um pouco da minha esposa e filhos… Qualquer coisa, podem me procurar, e caso decidam se juntar a nós, sou eu quem fará o seu alistamento. Um sorriso de canto era visto em meu rosto, e uma tranquilidade imensurável em meu semblante, parecia que nada daquilo tinha acontecido e então finalmente era hora de dar uma pausa para o descanso.

Em meio a meu descanso, pediria a alguém da marinha que ali estivesse, que me desse um den den mushi de contato direto com o Almirante de Frota da marinha, poderia ser qualquer um com um den den mushi que pudesse ligar diretamente a ele, ou mesmo que tivesse o número do mesmo, para que assim eu pudesse ligar, e caso conseguisse, ligaria imediatamente.-Alô… Aqui é o Comodoro Drake… Eu to falando com o Cavaleiro Branco? Esperaria a resposta e então continuaria logo em seguida, e caso fosse realmente ele, eu explicaria.-Olá velhote! Tô ligando pra dizer que Magnus está morto… E sim, eu o matei, só to ligando pra avisar, mas se preferir, posso pedir que enviem alguma foto. Com isso esperaria a resposta do homem enquanto ainda permanecia no telefone.

Estaria atento ao que ele diria, fosse um esporro por chamá-lo de velhote, ou qualquer coisa do tipo, eu não me importava o suficiente para ligar caso ele reclamasse de chamá-lo assim, então estaria atento ao que seria dito, e dessa forma tomaria as ações cabíveis a mim, caso me fosse pedido alguma coisa referente a morte de Magnus, ou qualquer outra coisa.

Porém, caso não fosse ele quem tivesse atendido, eu pediria para falar com ele diretamente, e dessa forma explicaria o ocorrido, e o que havia acontecido com Magnus, com isso, esperaria alguma ordem caso ele quisesse passar alguma, ou qualquer coisa que fosse, e então quando enfim tivesse resolvido o problema, desligaria o den den mushi, e assim voltaria para Hana e as crianças.-Finalmente acabou… vocês estão bem? Perguntaria a Hana enquanto me sentava ao lado dos três os abraçando.

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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptyQua 13 Jan 2021, 10:33




Ver os seus companheiros vivos fazia Drake feliz, mas o que parecia realmente dar um grande sorriso no seu rosto era ver que Tora, aquele que ele mais temia ter a vida comprometida, estava rijo e forte na sua frente, entregando para ele um presente, algo que Drake não esperava ver tão cedo. O trio ria ao ver o terror de James e pareciam incentivar Drake a terminar com a vida dele, fazendo o homem ter ainda mais medo.

Parecia que a única coisa que continha Fateburn de destroçar James em mil pedaços era Hane e as crianças, mas a mulher parecia saber bem quem era o pai dos seus filhos, pegando nelas e indo para longe - Tente não se sujar com sangue. Estou um pouco cansada e vou precisar que você segure um deles. - comentou Hana sorrindo, olhando para as crianças.

Drake falava com James, mas não recebia nenhuma resposta coerente. O homem tinha tanto medo que nem conseguia falar direito, falando meias palavras e coisas sem nexo. O homem mochi usou os seus tentáculos para penetrar o corpo de James, fazendo-o gemer de dor. O homem estava erguido no ar, preso por todos os seus membros que eram lentamente arrancados por Drake. Assim que um dos braços e uma das pernas se soltaram do corpo do homem, sangue voou para todo o lado, principalmente para o rosto de Drake, cobrindo totalmente a sua face de sangue.

O homem não parecia morrer de imediato, a sua morte seria bem lenta e miserável, morrendo por perda de sangue em apenas alguns minutos. O trio então pisava o corpo de James para que saísse mais sangue. O homem que ainda gemia de dor, clamava pelo seu Deus para que salvasse a sua alma, mas parecia que ele estava sozinho naquele mundo.

Drake então aceitava o tratamento do médico, pedindo desculpas por fazer ele testemunhar o fim de James daquela forma - Eu apenas salvo aqueles que merecem. Ele claramente mereceu o que recebeu. - disse o médico tirando um cigarro do bolso e levando-o à boca, falando num tom descontraído. Ele começou a analisar Drake e a tratar dele, não levando muito tempo para ter as suas feridas fechadas e cuidadas - Por enquanto isso é o melhor que eu posso fazer. Tente não se esforçar muito até receber um tratamento profundo. - disse o médico dando uma palmadinha nas costas de Drake, sorrindo e se afastando dele.

O comodoro Fateburn fazia uma proposta para o trio, uma proposta para se juntarem a ele à marinha, onde ele faria os exames. Gabriel foi o primeiro a aceitar a proposta de se juntar à marinha - Meter a porrada em pessoas e ser pago por isso? Só um louco recusaria. - Lúcifer levantava o braço com a mão em falta para Drake e respondia rindo com a sua situação - Quando eu tiver uma mãozinha eu dou uma mãozinha para você! - Tora também aceitava a proposta, porém sem dizer nenhuma palavra, apenas acenando positivamente com a cabeça.

Drake então se afastava do trio e se aproximava de Hana e das suas crianças que estavam próximas a um acampamento marinheiro que estava sendo levantado para dar início à organização da cidade da ilha após uma guerra tão feia. Existiam alguns Den Den Mushis no local, que recebiam chamadas de várias pessoas de altas patentes da marinha, dizendo que em breve chegariam ao local para dar assistência à reconstrução do local. Num dos Den Den Mushis já estava em linha o Almirante de frota que ordenava ao soldado para passar a chamada para o seu superior mais próximo: neste caso era ninguém mais ninguém menos que Drake.

Fateburn falava para o almirante o que ele considerava ser o mais importante sobre o fim daquela guerra - Vejo que fez um excelente trabalho, Comodoro. - disse o velho pelo caracol de comunicações - Venho ouvido o seu nome e da sua prima há uns bons tempos. - o rosto do Den Den mushi se tornava um rosto sério - Estive vendo os seus ficheiro de perto e com atenção… E eu acho que está desperdiçando a sua vida como Comodoro. - o rosto do Den Den Mushi virou um sorriso - O que me diz de usar essa sua força e inteligência como Vice-Almirante?

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Última edição por Skÿller em Sab 23 Jan 2021, 09:56, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptyQua 13 Jan 2021, 17:35

The One Above All - Ato 2
A vida de James se esvai lentamente e cada segundo parecia uma bela taça de vinho sendo apreciada, vendo como o trio cuidava bem dos momentos finais do verme inútil que se quer conseguia dizer uma palavra direito, eu me retirava, deixando claro a eles o meu motivo de fazê-los membros da marinha, com isso, esperava que o médico tivesse terminado os cuidados e então o agradecia.-Oh, bem melhor agora… Pode deixar, não vou me esforçar por agora! Tenho mais medo do que vai acontecer quando eu chegar sujo de sangue perto da Hana, do que vai acontecer com meus ferimentos caso eu me esforce demais. Diria aquilo com um leve sorriso sarcástico no rosto.

Me levantava calmamente e então seguiria meu rumo, ao me aproximar de Hana, eu a pedia um pequeno e breve momento para lavar meu rosto.-Espera só um pouquinho… Acho que respingou um pouquinho em mim! Diria aquilo com a cara mais lavada do mundo, literalmente, estava lavada de sangue, e logo iria até a fonte de água mais próxima ali para lavar meu rosto e mãos, para que não sujasse os pequenos.-Pronto! Agora eu to limpo, pelo menos um pouco… Ainda preciso de um banho, com urgência… Bom, me deixa só fazer uma ligação para o velhote e já venho segurálos. E assim eu seguia rapidamente, e ao andar um pouco via alguns estandes com telefones que recebiam ligações diretas de muitas pessoas de alta patente da marinha e um deles era justamente o de quem eu queria falar naquele momento.

Ao iniciar a conversa, o homem me respondia de imediato e parecia saber exatamente quem eu era, ele elogiava minhas ações e trabalho e logo em seguida me fazia uma proposta bastante tentadora, me chamando para me tornar um vice almirante, na hora que ouvi suas palavras, um leve sorriso de canto surgia em minha boca, e logo em seguida eu o respondia.-Oh… É uma honra ser convidado diretamente pelo próprio cavaleiro branco… Mas bem, é claro que aceito! Dava uma breve pausa e então voltava a falar.-Então é isso? Tudo certo então sobre a cabeça de Magnus? Aguardaria sua resposta brevemente e a ouviria com atenção, e quando o homem enfim terminasse de explicar tudo, eu me despediria logo em seguida desligando o den den mushi.-Então tá certo… Espero um dia poder me encontrar pessoalmente com você, seus feitos me chamam atenção! Com sua licença chefe... Desligaria o den den mushi logo que pudesse e assim seguiria até Hana novamente para cuidar dos pequenos enquanto ela descansava.

Ao me aproximar da minha dama de ferro, a abraçaria por trás e falaria suavemente em seu ouvido.-Parece que seu marido finalmente se tornou um vice almirante... Esperaria por sua reação e então a explicaria como tinha acontecido e porque.-Bom, acabei de falar com o Almirante de Frota… E o próprio me perguntou se eu aceitava o cargo, bom, eu aceitei… Ser apenas um comodoro já tava ficando chato. E terminava com um leve sorriso me colocando de frente a ela e então a beijando.-Agora deixa os pestinhas comigo enquanto você descansa… Outra coisa, como você está? Em relação a você sabe o que… Seu trauma e tals? Esperaria uma resposta direta dela enquanto a olhava nos olhos, segurando as crianças e ela em meus braços.

E enquanto eles estivessem envolvidos por mim eu a diria a deixando colocar tudo para fora e desabar se fosse o caso, enquanto colocaria sua cabeça em meu peito e olharia para o horizonte com o semblante mais sério que eu poderia ter, demonstrando de fato a culpa por ter deixado aquilo acontecer.-Não precisa se fazer de forte… Eu sei exatamente o que te faz mal e o que te afeta… E agora você também sabe bem o meu ponto fraco, então, se tiver que colocar para fora, pode fazer, eu to aqui! E assim continuaria a abraçando e deixaria que ela colocasse tudo pra fora se fosse de seu desejo.

Após algum tempo, quando ela estivesse mais calma e mais aliviada, caso ela tivesse de fato desabafado eu a diria.-Desculpa… Me desculpa por ter demorado e ter deixado isso acontecer… Se eu tivesse ligado com antecedência pra te avisar, talvez isso não tivesse acontecido, se eu tivesse sido mais forte isso não teria acontecido… Me perdoa! Eu não deixava ela ver meu rosto, colocando meu queixo sobre sua cabeça enquanto ela estivesse deitada com a sua cabeça sobre meu peito, dessa forma não deixando que ela visse que algumas lágrimas caiam de meus olhos, porém, ainda com um semblante bastante durão, mas impossível conter a água de cair.

Com isso, eu resolveria um lugar onde nós poderíamos ficar sem mais problemas e onde a segurança fosse a melhor possível, tendo em vista a grande quantidade de marinheiros estando ali, encontraria um lugar onde Tora, Lúcifer e Gabriel pudessem estar perto, como quartos um ao lado do outro, para caso acontecesse algo, estivéssemos próximos o suficiente para conseguirmos nos comunicar de forma rápida, e assim, levaria as três preciosidades da minha vida para descansarem.

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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptyQui 14 Jan 2021, 14:56





Tirar a vida de James parecia apenas melhorar o dia de Drake, como se isso não fosse o suficiente a sua promoção vinda diretamente do Almirante de Frota dava como por terminado o seu dia - Já dei instruções para alguns Comodoros e Capitães que estão a caminho da sua localização. Aproveite para descansar enquanto pode. - o almirante de frota desligava o Den Den Mushi após Drake terminar de falar. Ali perto havia um balde com água, onde Drake limpou o sangue no seu rosto.

Voltando para Hana, Drake a abraçava por trás, sentindo o seu calor e felicidade encarando as crianças que ela amamentava. Hana estava num lugar mais privado, onde os olhares alheios não pudessem vê-la realizando uma tarefa tão íntima com os seus filhos. A notícia da sua promoção fez os olhos de Hana arregalar os olhos - O meu marido virou um vice-almirante? - parecia que o filho de Drake havia terminado de comer, mas a filha parecia esfomeada. Nozel ao ver o seu pai esticava os seu bracinhos para ele, pedindo para que fosse segurado por ele. - Parabéns, amor.

O garoto sorria no colo do pai, passando a mão no seu rosto como se quisesse brincar. Ao ouvir a pergunta de Drake, Hana ficou claramente abatida, lembrando-se do evento recente - As… Chamas... - Hana engoliu em seco, procurando forças para continuar a falar - Elas estavam por todo o lado mas… - Ela sorria, olhando para Acier - Eu enfrentaria o inferno por eles. - ela puxava Drake lentamente para si, encostando a sua testa na dele, fechando os olhos - Por você. - A garota tinha as mãos tremendo, era obvio que ela sentia medo e ainda estava em choque, mas fazia de tudo para superar aquele passado trágico, aquele terror do fogo.

Drake pedia desculpas por ter demorado tanto, mas a garota não aceitava o seu pedido de desculpas - Não. Não se desculpe. - ela dava um beijo no pescoço de Drake enquanto ele tinha o seu queixo na cabeça da mulher - Você é o homem mais forte que eu conheço. O que importa é que no final a gente está bem. - ela entregava Acier para o pai segurar. - Você fez o seu trabalho como pai e protegeu os seus filhos como pôde, assim como eu fiz o meu melhor para segurar a barra até você chegar. - ela abraçava Drake com força, doendo um pouco porém numa dor confortável, podendo até mesmo sentir os batimentos da garota - Você me torna forte. - ela puxava o rosto de Drake e limpava as suas lágrimas. Apenas agora Drake poderia perceber que Hana também estava chorando, derramando lágrimas de felicidade - Se algum dia o vice-almirante se sentir fraco, eu mesma irei me certificar de levantar o seu ânimo. - ela soltava um pequeno riso, mas aos poucos ela perdeu as forças e começou a adormecer abraçada a Drake.

O acampamento que os soldados estavam montando finalmente estava pronto. Ele não era nenhum hotel de 5 estrelas, porém ele dava um teto e camas para todo mundo, para todos aqueles que haviam lutado na guerra, para aqueles que haviam sofrido com a guerra e para aqueles que haviam perdido tudo na guerra. Existia ali um cantinho de esperança e Drake conseguia escutar através dos Den Den Mushis que mais acampamentos começavam a ser levantados pela ilha, abrigando civis e soldados, contudo parecia que existia uma clara falta de organização, como se todo mundo estivesse trabalhando sozinho, sem alguém para passar as ordens e liderar. Haviam ali algumas camas livres bem protegidas do frio e do vento, onde Drake colocou as três pessoas mais importantes na sua vida.

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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptySex 15 Jan 2021, 12:45

The One Above All - Ato 2
Após todo o problema parecer enfim terminado, Hana finalmente caia no sono junto de Acier e Nozel, enquanto se mantinha abraçada comigo, logo que eu percebia que ela tinha dormido, a pegava no colo, usando alguns braços de mochi para segurar Nozel e Acier em uma cestinha de mochi e haki, e então levava os três para a cabana que seria destinada a nós em meio ao acampamento da marinha, colocando os três deitados gentilmente sem acordá-los.

Após ter feito isso, sairia com bastante calma e cuidado para que não despertassem, e assim os deixaria dormindo bem calmos e tranquilos, me retiraria da cabana e então pedia para que alguns guardas tomassem conta dela para mim.-Fiquem de olho aqui para mim… Não deixe que ninguém estranho se aproxime, eu já volto, vou só resolver algumas coisas rápidas. Deixaria claro que não demoraria e que não saíssem do lugar até eu voltar.

Com isso, seguiria para algum lugar para tomar um banho, já que eu estava mais sujo do que um mendigo, tinha sangue de filho da puta em partes que eu nem lembrava que existiam, e eu não poderia me deitar ao lado deles, na mesma cama parecendo um pedaço de trapo sujo e imundo, com isso, perguntaria para qualquer guarda que encontrasse onde teria um chuveiroe assim, seguiria para me banhar rapidamente para voltar antes que pudessem perceber que eu tinha saído.

Caso encontrasse o local, rapidamente me prepararia para me banhar, tiraria minha roupa e a lavava enquanto me banhava, buscando tirar a quantidade imensa de sangue dela, enquanto me banhava com o maior cuidado possível para não deixar nada sujo, com isso, ao acabar, me secaria e vestiria uma roupa limpa e seguiria para a cabana onde estava Hana e os bebês para assim me deitar e dormir junto deles até que a manhã do dia seguinte se visse no céu novamente, colocaria as roupas molhadas para secar e então me deitaria a lado dos três. Porém, caso fosse dia ainda, me manteria ao lado deles apenas para cuidar do que precisassem, me mantendo atento como um lobo cuidando de sua alcateia.

Caso encontrasse Tora, Gabriel ou Lúcifer, ou os três juntos, avisaria a eles que no dia seguinte teríamos uma conversa sobre como iríamos até a prisão, tendo em vista a pequena melhora dos ferimentos já tratados, agora era hora de cumprir aquilo que foi prometido, a retirada daqueles que ficaram ao nosso lado de dentro daquela prisão nojenta.-Se preparem, amanhã vamos até a prisão… Eu ainda não cumpri tudo o que prometi. Com isso, seguiria tranquilamente para me deitar e dispensaria os guardas caso eles precisassem fazer alguma coisa.

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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptySex 15 Jan 2021, 21:07





Drake colocava a sua família para dormir e pedia para que um guarda ficasse de olho neles enquanto ele ia tomar um banho para limpar toda a sujeira do seu corpo. Os marinheiros pareciam todos muito ocupados para isso, porém, um dos soldados se voluntariou para vigiar o local. Facilmente Drake encontrou um local próprio para tomar um duche rápido, lá existiam outros marinheiros que limpavam o sangue e a terra dos seus corpos, aproveitando aqueles momentos de descanso antes de voltar ao trabalho.

A água não era tão quente como a água canalizada de um QG, porém ela era morna o suficiente para aquecer a pele. Existiam shampoos e sabonetes para que todos pudessem lavar os seus corpos de forma decente, infelizmente eram itens básicos e sem nenhum odor especial. Talvez não cheirar a terra, pólvora e morte fosse o suficiente.

No caminho de volta, após tomar banho e lavar suas roupas, Drake se encontrou com Tora, Gabriel e Lúcifer numa pequena zona médica, onde o terceiro parecia estar recebendo uma prótese temporária para a sua mão em falta - Estaremos aqui esperando por você. - disse Tora, os outros dois pareciam concordar.

Agora sim Drake podia finalmente dar por terminado o seu longo e duro dia, deitando-se na cama com a sua amada Hana. Assim que o jovem se deitou na cama, a garota adormecida abraçava ele com força, parecia que ela estava tendo um pesadelo, mas assim que sentiu o calor do corpo de Fateburn parecia que tudo ficava melhor no mundo dos sonhos.

A noite passou, trocando de turno com o sol, fazendo Drake acordar com o som de passarinhos que cantavam nos arredores. Hana parecia ter acordado primeiro que ele, contudo ela se mantinha abraçada a ele, sorrindo e admirando o seu homem. - Bom dia, senhor Vice-Almirante. - disse a garota sorrindo e se aproximando para beijar o rosto de Drake. O clima parecia estar bem melhor que o do dia anterior, com o céu limpo e com um sol preparado para aquecer toda a ilha para um dia atarefado ou então para colocar as roupas de Drake a secar.

As crianças começaram a chorar e, com isso, um forte odor a bosta chegava às narinas de Drake. Hana se levantava e começava a trocar a fralda de Acier - Já tem planos para hoje? - perguntou Hana enquanto limpava a bunda de Acier. Existia fraldas e toalhitas para limpar a bunda das crianças e pelo que parecia Hana estava passando por algumas dificuldades com Acier que não parava de se rebater.

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MensagemAssunto: Re: The One Above All - Ato 2   The One Above All - Ato 2 - Página 7 EmptySab 16 Jan 2021, 15:28

The One Above All - Ato 2
A noite era a melhor possível, finalmente descansava o que eu precisava e de fato parecia estar bem melhor agora que a manhã tinha nascido e o sol se colocado no céu, Hana ainda permanecia  deitada ao meu lado, abraçada comigo, e ter ela me acordando daquele jeito, era de fato a melhor sensação do mundo.

Eu me mantinha ainda um pouco com ela, enquanto a beijava de volta, e quando a mesma me perguntava se eu já tinha planos pra hoje, eu a respondia.-Bom… Você provavelmente vai querer me bater, mas sim… Eu ainda tenho uma promessa a cumprir! Olharia diretamente nos olhos dela e perceberia a dificuldade que ela estava tendo com Acier.-Meu deus… Como uma coisinha tão pequena pode ter um cheiro tão podre assim? Meus olhos estão lacrimejando E percebendo que a pequena criaturinha não parava de se debater, eu buscava aguentar o cheiro e então começava a brincar com Acier, usando brinquedinhos de mochi para ela tentar pegar.

Buscaria chamar a atenção dela para o brinquedo e então a deixaria pegar, e assim transformaria minha mão para a forma humana novamente para que ela não comece o mochi, e então me aproximaria dando um pequeno beijo em sua testa, enquanto esperava que Hana terminasse de trocá-la sem mais problemas e enquanto isso buscava passar mais tempo ali com eles, e entender melhor como aquelas pequenas coisas funcionavam, sim, as pequenas coisas são as crianças.

Enquanto isso, caso Nozel também estivesse acordado, brincaria com ele igualmente, fazendo cócegas na sua barriguinha enquanto fazia barulho de pum com a boca para o entreter, e assim, deixaria Hana mais tranquila para lidar com a limpaza, e também, aproveitaria o tempo que estava ali e explicaria o que eu tinha para fazer naquele dia.

Continuaria brincando com as crianças e então começaria a falar, e em alguns momentos, olharia diretamente para ela buscando perceber algumas mudanças em seu semblante de acordo com a notícia.-Eu ainda não cumpri a promessa que fiz, de libertar os homens que estão na prisão… Muitos ali tentaram nos ajudar e me viam como seu líder lá dentro, de certa forma, então vou explicá-la o que aconteceu e você vai entender um pouco do que aconteceu com aquele homem chamado James. Continuaria a observando atentamente para cada mudança de feição que ela tivesse.-Nosso plano inicial era o de colocar os guardas pra dormir e assim escapar da prisão sem mais problemas, lá, existe um homem com poderes de akuma no mi, a akuma da chave pelo que eu entendi, ele poderia criar chaves de todas as celas e algemas para que todos pudessem sair de lá, porém, James que se dizia um de nós, simplesmente vendeu a nossa liberdade para que ele próprio tivesse a sua.

Em alguns momentos mudaria meu olhar de direção, olhando para as crianças e brincando com elas, mas logo voltando a olhar fixamente para Hana.-E por conta disso, Eu, Tora, Lúcifer e Gabriel fomos mandados para o chamado inferno, um lugar tão vil, cruel, e horripilante quando você poderia imaginar… Aquilo de fato era o inferno! Eu dava uma pequena pausa, e respirava suavemente para continuar, aquilo de certa forma mechia com meus sentimentos, e aflorava algo que eu não queria que aflorasse, não até que fosse necessário.

Após a breve pausa, voltaria a explicar os motivos.-Todos lá dentro contavam comigo, e vê-los tendo suas esperanças despedaçadas foi uma das piores coisas possíveis…Nunca imaginei no peso que teria que carregar como um líder, e agora eu entendo o que de fato é ser um. Meu semblante ficava um pouco mais sério, como se alguma coisa estivesse me incomodasse, e logo, após uma breve pausa eu continuaria.-Então, não só eu, mas também Lúcifer Gabriel e Tora, eram vistos como os meus aliados mais próximos, uma espécie de comandantes… E ver os quatro sendo mandados para aquele lugar, um lugar que ninguém jamais havia saído, certamente quebrou muitos deles, mas eu prometi que voltaria, e prometi que soltaria eles… E a força necessária para fazer isso veio de você… Não teve um momento sequer que eu não pensasse em você lá dentro, e cada segundo que eu começava a me perder, era você quem me trazia de volta.

Eu a olhava de forma mais carinhosa e então continuaria.-Eu sei que você vai querer brigar, e que provavelmente vai me odiar… Mas eu preciso fazer isso! Magnus está morto, James está morto, não resta mais muita coisa que eles possam fazer, a não ser aceitar que perderam, e que se tentarem qualquer coisa, sofrerão as sanções de seus atos. Terminava minha explicação e então esperaria uma resposta de Hana enquanto eu brincava com meus filhos, eu me mantinha completamente calmo, minha voz era tão suave como se eu estivesse apenas contando uma história qualquer, eu definitivamente não me preocupava com o que estava indo fazer, já que eles provavelmente não teriam condições de retalhar.

Meu intuito não era matar ninguém, nem ferir ninguém, era apenas libertar aqueles que eu disse que faria, definitivamente, não pensava em atacar ou ferir ninguém, a menos que fosse necessário, e quando eu então obtivesse a resposta de Hana, eu só a olharia da forma mais alegre possível, independente de sua resposta, um leve sorriso que deixaria claro a felicidade estampada no meu rosto, por ter os três ali comigo e que assim ficaríamos para o resto de nossas vidas.

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