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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Art. 4 - Rejected by the heavens

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MensagemAssunto: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptySex 04 Set 2020, 21:54

Relembrando a primeira mensagem :

Art. 4 - Rejected by the heavens


Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionária Helves. A qual não possui narrador definido.

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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptyQua 16 Set 2020, 23:46

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No fim não importou muito a força como Helves lidou com a situação. O barman realmente conhecia Natalie, porém não era exatamente da forma que ela estava esperando naquele ponto. Ter alguém que saiu daquele inferno subir tanto na hierarquia de Stanford realmente trazia orgulho, algo que a celestial não conseguia se imaginar trazendo para sua antiga ilha. "Trilho o caminho que eles obviamente não gostariam, pois quem acabou com a nossa felicidade naquele tempo era justamente um bando pirata." Infelizmente ela nunca encontrou os responsáveis por tudo isto, mas ao menos podia ajudar o mundo da sua própria forma enquanto buscava mais respostas. E como aquele sujeito realmente queria ajudar Natalie, como qualquer pessoa normal faria, pois a deixar nas mãos de Vladimir seria o pior fim para a mulher. O objetivo de ir até o bar já havia sido concluído, restando bem pouco para as duas garotas fazerem ali. Após receber a informação que precisava ela virou-se de costas para o barman, caminhando então ao exterior do estabelecimento. – Obrigada. – finalizava com o agradecimento, cobrindo novamente seus cabelos com o capuz.

O rum havia dado a energia que Helves buscava para continuar naquela região horrorosa. Encontrar Varis parecia o único motivo para permanecerem ali, mesmo que fosse uma tarefa perigosa segundo o barman, ainda se mostrava a melhor opção na busca por Natalie. O núcleo do sumidouro soava um pouco estranho. Como já sabia do perigo, pensar nas coisas que aconteceriam com Aya se Helves fosse um pouco desatenta a preocupavam. "É o tipo de risco que aceitamos passar, viver do jeito que quero vai ser muito mais perigoso do que encontrar essa pessoa." Focada no objetivo que lhe era dado ela decidiu avançar tendo noção do perigo, entendendo que deveria proteger a sirena a todo custo se a situação estivesse complicada. – Fique atenta e me use de escudo se for necessário, lidarei com os problemas enquanto sua segurança estiver garantida. – proferia para Aya, tocando o rosto dela cuidadosamente antes de realmente seguirem ao núcleo.

Encontrar o tal Varis era a missão ali, não importava muito os problemas no caminho, pois Helves tentaria lidar com estes apenas movendo-se furtivamente até encontrar seu alvo. "A guarda não entrar aqui me dá certa vantagem." E se algum perigo estivesse no caminho da celestial, não existia muito a ser feito fora desaparecer com o problema. Sem medo de ser vista e descoberta ela lançaria uns pequenos fantasmas intangível que atravessaria os problemas, buscando trazer a negatividade deles para fora de uma forma que permitirá a travessia tranquila de Helves e Aya até encontrarem Varis. Lidando com alguns ainda poderiam existir outros, por isso o corpo dela ainda poderia ser usado para bloquear golpes na direção de Aya, impedindo qualquer coisa de alcançar a sirena, colocando como prioridade a segurança da mesma.

E se ao fim de tudo Varis fosse realmente encontrado no núcleo do sumidouro, Helves iria diretamente até ele questionar sobre o paradeiro da ex-lider da guarda. – Saberia me informar onde encontro Natalie? Tenho plena certeza que ela se esconde nessa região. – não era exatamente verdade, Helves apenas imaginava que a mulher estaria por ali, dizer aquilo era apenas uma forma de trazer a verdade para fora. Varis provavelmente sabia onde Natalie realmente estava, então poderia esclarecer a afirmação da pirata.


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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptySex 18 Set 2020, 21:17



Helves recebia informações vindas do dono do bar local, ao se dirigirem a porta, a jovem celestial agradecia pelas informações, o velho então acenava com a cabeça deixando as garotas livres para seguirem com seu novo destino. Tinham que encontrar o tal Varis, o homem que provavelmente sabia de tudo que acontecia dentro do sumidouro, a questão era, apenas sabiam que ele vivia no centro do bairro, mas em que lugar o mesmo vivia?

As garotas mesmo sabendo da periculosidade da região, não tinham medo de adentrar mais a fundo daquele bairro horrendo, Helves já tinha planos de proteger Aya a todo custo colocando seu corpo a frente dos possíveis golpes dos inimigos. - De todos os lugares dessa ilha, esse realmente aprece ser perigoso! A sirena falava olhando a sua volta.

Conforme as garotas iam andando, o lugar ia ficando cada vez mais escuro, realmente parecia ser noite naquele lugar, as iluminações vinham dos postes e dos próprios prédios. Como sabiam que os guardas não entravam tanto para dentro do bairro, Helves e Aya andavam em meio a rua, algumas pessoas olhavam para as garotas se entre olhando em seguida, Helves poderia notar que conforme iam se aprofundando mais no bairro, os habitantes ali utilizavam de máscaras que filtravam o ar, pois talvez para pessoas que passassem apenas algumas horas ali o local não faria tão mal assim, mas já para as pessoas que viviam naquela região, provavelmente tinham seus sistemas respiratórios com dias contados.

Enquanto andavam sem achar nenhuma dica de onde encontrar o tal Varis, Helves sentia algo estranho, como se tivesse alguém seguindo a mesma, ela olhava a sua volta e não via nada além dos olhares vindo dos próprios habitantes que não eram acostumados a receber visitas assim, ainda mais de alguém que não tinha asas.

Ao virarem uma das esquinas da rua, Helves se deparava com uma dupla de homens vestidos de trajes negros e máscaras que lembravam o bico de um corvo, olhos avermelhados, a garota conseguia escutar os habitantes que corriam para de volta das casas e prédios. “São os corvos”.

- Ora, ora, ora, oque temos aqui dentro do nosso ninho! Dizia um dos tais corvos, antes mesmo que Helves pudesse agir um terceiro pulava na direção de Helves que instintivamente fazia um dos seus fantasmas negativos atravessar o homem, o fazendo cair de joelhos pedindo que os seus colegas o matassem pois não merecia viver, a celestial identificava o homem sendo o ser que estava seguindo elas desde que adentraram mais a fundo do sumidouro.

- Não sei quem são vocês, e nem oque querem aqui, mas preparem para serem expurgadas! O homem falava retirando um chicote cheio de espinhos enquanto o outro colocava uma soqueira em sua mão direita, quanto o terceiro ainda estava de joelhos no chão.

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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptyDom 20 Set 2020, 13:01

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O aviso no fim não serviu de muita coisa. Helves levou Aya para aquele local assombroso e cheio de perigos, colocando ambas em ricos sem nem ter noção de onde o ataque poderia chegar. "Só os olhares já me deixam levemente assustada." As máscaras claramente davam certo medo, era inviável viver em um lugar escuro e nocivo. "Prefiro não arriscar, vou ter que comprar uma máscara dessas." Se precaver e deixar a sirena segura de qualquer perigo gritava mais alto na mente da celestial, que simplesmente não conseguia deixar de preocupar-se com Aya mesmo sendo seguida por algum ser desconhecido. Corvos surgiam do nada, como se realmente fossem os donos do lugar, fazendo todos os civis fugirem de imediato durante a aproximação dos seres com aquelas máscaras diferenciadas.

Claro, o ninho de vocês... – comentava após derrubar um dos corvos com o pequenino fantasma, olhando fixamente os outros dois que ainda estavam de pé. "Fico feliz que eles não querem conversar, estava sentindo falta de lutar um pouco." Com todos os poderes que ela havia adquirido de uns tempos pra cá era quase impossível ter uma luta justa, mas ainda dava para ser divertida ao menos aos olhos dela. – Fique perto, sei que pode cuidar da minha retaguarda. – proferia, sorrindo brevemente para a sirena enquanto apertava sua mão direita, soltando-a para o combate. Helves esticava sua mão esquerda à frente do peito, liberando 15 fantasmas negativos de lá, deixando todos estes livres para rodear ambas as garotas em encostar nelas, avançando contra qualquer um fora elas duas na intenção de os derrubar com a negatividade. Aquilo serviria de proteção e a qualquer momento poderiam ser usados no ataque, algo que facilmente criaria aberturas se feito corretamente.

A oportunidade perfeita de utilizar a nova magia aprendida com Genkai parecia ser aquela, talvez por isso a celestial simplesmente deixou de lado suas armas inicialmente, buscando explorar os limites do poder e também de sua força sem qualquer auxilio dos armamentos. Com o haki ativo a intenção dela seria avançar rapidamente ao corvo ainda incapacitado pela negatividade, realizando um golpe em sua nuca ou cabeça para o deixar inconsciente rapidamente. Feito isto, Helves procurava retirar a máscara que este usava, protegendo-se com os fantasmas, além de manter sua atenção com o haki e os olhos de leve. – Pegue e coloque. – jogaria a máscara na direção de Aya, imaginando que aquela coisa tinha algum tipo de mecanismo que os deixava seguros contra o ar do sumidouro.

Em sequência Helves deixaria de lado o inimigo provavelmente desmaiado, partindo para cima dos dois que ainda estavam de pé. Parte de suas crias fariam o trabalho de distrair e controlar a movimentação dos corvos, avançando contra eles basicamente o tempo inteiro enquanto a outra parte continuaria protegendo a celestial e sua companheira. No meio dos avanços os fantasmas Helves esperava prever a movimentação dos corvos com sua nova magia, avançando então com simples socos ou chutes contra os braços/pernas dos adversários. "Danificar um pouco a forma de ataque e esquiva deles deve resolver o problema." Como qualquer um deles poderia ser pego pelos fantasmas a ideia da pirata seria avançar contra a pessoa acertada, sacando imediatamente o  seu melhor machado, visando um corte no peito ou pescoço do adversário, afastando-se quase que imediatamente após o golpe ser desferido.

O maior problema estava no caso deles resolverem ir contra Aya ou simplesmente fizessem ataques antes, durante ou depois dos avanços de Helves. Nessa situação a celestial faria de tudo para esquivar dos golpes com a previsão do haki ao movimentar seu corpo o mínimo necessário até estar fora de onde o ataque acertaria, mantendo-se ainda por perto do oponente ou da sirena. Esquivas só seriam feitas se a companheira de Helves estivesse segura depois da garota se esquivar, caso contrário restava para ela pegar alguma de suas armas, seja o machado ou simplesmente uma das pistolas e assim bloquear os golpes. Até mesmo o corpo dela serviria para isto, sacrificando um dos braços se fosse necessário, bloqueando o golpe sem deixar que nada conseguisse alcançar Aya.

E assim que tudo com ela estivesse bem o contra-ataque seria realizado, ignorando suas armas, simplesmente avançando rapidamente contra algum dos alvos, lançando a maioria das criações negativas contra o alvo em uma perseguição até este ser acertado, criando então 5 fantasmas explosivos nos arredores dele em um tamanho que o impacto seria forte o suficiente, recuando de volta para a sereia logo em seguida enquanto os explodia num dos corvos. A mesma coisa seria feita nos outros se ainda estivessem ativos no combate, buscando finalizar aquilo o quanto antes com as explosões.


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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptyQua 23 Set 2020, 08:35



Helves se encontrava no meio de uma pequena complicação na encruzilhada atrás do tal Varis, mas seus novos inimigos não a desmotivava, muito pelo contrário, fazia muito tempo que a garota não lutava, e a mesma estava bastante empolgada com a situação, a celestial pedia para que Aya cuidasse de sua retaguarda, sem contradizer a menina dava as costas para Helves cuidando de suas costas.

Helves então começava a preparar o terreno para a batalha colocando diversos fantasmas entre elas a fim de criar uma zona de defesa contra o avanço dos inimigos. Ativando o Haki da observação Helves tinha o plano de neutralizar o inimigo ainda de joelhos por conta dos seus fantasmas negativo, com isso em mente a garota aproveitava a proteção de seus fantasmas para aproveitar a brecha que os inimigos davam para poder assim acertar a nuca do inimigo de joelhos, fazendo o mesmo desmaiar perante Helves.

Enquanto Helves atacava um dos outros avançavam contra Aya, mas a garota apesar de ingênua não era indefesa, conseguia bloquear o golpe do homem assim fazendo com que um dos fantasmas negativos de Helves passassem por ele fazendo com que ele caísse de joelho pedindo pela morte, Aya então o chutava jogando para longe. Nesse meio tempo Helves tirava a máscara do primeiro corvo derrotado a fim de dar a Aya a menina estava certa ficar muito tempo ali no ar nocivo do sumidouro poderia acabar com a saúde das mesmas.

Assim que Helves retirava a máscara do homem, ela podia ver o rosto do mesmo, era um rosto comum, com alguns ferimentos, e olhos profundos por conta da falta de luz, mas tinha algo bem diferente nele, em sua testa tinha uma tatuagem em formato de olho, mas não era uma tatuagem comum, pois ela fazia o movimento de piscar como se realmente fosse um terceiro olho. Helves não sabia se era coisa da visão dela ser afetada pelo sumidouro ou se aquilo era real, em seguida a mesma entregava a máscara para Aya que rapidamente a colocava.

Helves então corria na direção dos inimigos restantes, um deles ainda estava caído, com Aya a sua frente com tudo sob controle até então, Helves fazia uma investida na direção do homem ainda de pé que retirava uma pistola de seu bolso atirando algumas vezes na direção da garota, mas graças ao Haki Helves esquivava com maestria das balas do homem que recocheteavam pelo sumidouro.

Vendo que talvez atirar contra a celestial fosse um pouco inútil, o corvo apontava sua arma para Aya, graças ao Haki Helves percebia a movimentação do homem, que assim podia fazer um movimento rápido de defesa, retirando seu machado a garota tomava a frente de Aya assim bloqueando a maioria dos ataques direcionados a sirena, Helves com maestria bloqueava os tiros, mas ao se distrair ao ver se Aya estava bem um dos tiros atingia o braço direito da garota.

Helves aproveitava disso para então criar seus fantasmas explosivos e os enviar na direção do corvo que tinha atirado nelas, sem muita reação contra aquilo o corvo era pegado pelas explosões da garota, uma nuvem de toxinas com poeira se formavam no local parecia que a luta tinha se chegado ao fim, mas conforme a nuvem ia se dissipando a silhueta do homem ainda permanecia de pé.

- Não sei que poder é esse, mas me irritou muito! Dizia o corvo, que logo Helves conseguia ver ele com nitidez, mas parecia ser palavras ao vento, pois o homem estava sangrando muito por conta da explosão, parte de suas roupas estavam já rasgadas, mais um movimento Helves poderia acabar com tudo aquilo e seguir em busca do Varis.

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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptyQua 23 Set 2020, 13:09

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A derrota dos corvos parecia inevitável. Helves ainda não era forte o bastante para lidar com muita gente ao mesmo tempo e sair sem ferimentos, mas conseguia ao menos derrotar três inimigos sem se ferir tanto, além de proteger Aya durante todo o combate. "Minha única preocupação é aquele olho..." A tatuagem esquisita que se movia na testa de um deles obviamente chamava atenção, mas o real problema nem era esse. O sujeito que tinha tal marca já havia sido derrotado, não estava acordado ou algo do tipo e mesmo assim o olho parecia se mover. – Conhece alguém chamado Varis? – questionava o único corvo ainda de pé. – E também... Esse olho na testa dele, por qual motivo possuem isso? – era o tipo de pergunta que Helves já esperava não receber resposta alguma. Com calma ela escutaria se o oponente ainda fosse falar algo, do contrário a jovem pirata simplesmente avançaria rapidamente, utilizando o Kami-e junto do Haki para esquivar de golpes que poderiam a acertar, tomando cuidado também para não deixar nada chegar até Aya, bloqueando ataques que poderiam alcançar a sirena.

Helves não estava ali para massacrar ninguém, muito menos sair matando qualquer pessoa que aparecia em seu caminho, talvez por isso o semblante em seu rosto não era de extrema felicidade mesmo após lutar depois de tanto tempo. – Mudarei esse lugar, até lá não posso deixar ninguém me impedir... Então me desculpe por tratar as coisas assim. – dizia antes de finalmente o atacar, desferindo um soco direto na barriga colocando força o suficiente para o derrubar sem precisar de outro golpe. Aquilo poderia não ser o bastante, então se o corvo ainda estivesse de pé outro ataque seria dado, visando o queixo em um gancho que se tudo desse certo o arremessaria direto ao chão sem forças para continuar de pé. "E a máscara vai me servir bem, não posso ficar doente no meio disso tudo... É uma pena ter que fazer isso, mas eles começaram e provavelmente possuem outras guardadas." Uma onda da alivio passaria pelo corpo da celestial, respirando fundo ao fim do combate.

A máscara em melhor estado seria pega pela garota, buscando retirar o equipamento de respiração que provavelmente tinha dentro dela, caso contrário a colocar seria problemático. "Vão acabar notando quem eu sou de verdade se usar alguma máscara aqui.". E somente naquela hora ela realmente sentiria a dor do ferimento, tendo o corpo mais frio pelo fim do combate dificultava um pouco a situação. – Ahn... Devia ter tomado mais cuidado. – com todo o cuidado possível Helves faria uma breve analise do ferimento, vendo se a bala ainda estava presa em seu braço direito e também imaginando como faria o tratamento sozinha. "Aya vai ter que me ajudar um pouco, devo ter todos os equipamentos necessários na maleta." Ao menos não parecia ser algo tão sério, imaginar que depois de um combate as energias dela ainda pareciam tão altas, conseguindo se manter ativa. Comparando com tudo que já havia sofrido até aquele ponto realmente mostrava a evolução de Helves, conseguindo bater de frente com pessoas que claramente eram perigosas naquela região, só isso já seria um milagre antigamente.

Está tudo bem? – questionaria Aya durante a checagem do ferimento, também aproveitando aquele momento para ver todos os corvos. Qualquer equipamento útil, dinheiro ou simplesmente informações que eles possuíssem em seus pertences ajudaria muito. As armas também seriam pegas, pois poderiam ser úteis futuramente. ”As roupas não vão dar certo, é totalmente o estilo da Máscara da Morte... Isso junto da máscara deles me entregaria rapidinho." Com tudo pego e guardado na mochila a movimentação poderia continuar, seguindo para algum lugar mais reservado e que houvesse algum canto para se sentar. – Aya... Acabei me ferindo no combate, pode me ajudar a fechar isso? – questionaria ao mostrar onde tinha levado o tiro.

Estando apenas na frente de Aya não existia motivo para ter qualquer vergonha, retirando sua blusa por completo, dando uma visão melhor do ferimento e também deixando a mostra a cicatriz que ganhou enquanto estava longe de sua amada. "Asmodeus..." Lembrar de um dos oponentes mais perigosos que enfrentou acaba por dar mais confiança, a energia necessária naquele momento. Helves então começaria a guiar sua companheira em tudo que fosse preciso, abrindo a maleta e então indicando as coisas que ela precisaria fazer. Primeiramente limpar o ferimento para ter melhor visão do que acontecia ali, checando também se a bala permanecia lá dentro ou havia atravessado. A próxima parte seria retirar a bala caso ainda estivesse presa no corpo da celestial. Por fim suturar o ferimento cuidadosamente, colocando um curativo e então vestindo novamente a blusa junto do manto. – Muito obrigada. – finalizava com um beijo na testa de Aya, a abraçando antes de continuarem o caminho.

Todos os pertences seriam guardados para que ambas as garotas conseguissem seguir em frente na busca por Varis, indo de forma cautelosa já que tinham noção do inimigo que provavelmente encontrariam pelo caminho. Mesmo sem a guarda aquele lugar possuía os corvos, que pareciam bem mais problemáticos do que os guardas do lado de fora. Os evitar era a ideia, mas se algum dos inimigos conseguisse encontrar alguma delas, Helves simplesmente faria o mesmo de antes, tomando a frente para proteger Aya e aguardaria o avanço dos inimigos antes de realmente fazer seu ataque.


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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptyQui 24 Set 2020, 21:55



Apesar do notório aumento de poder que Helves tivera nesses últimos tempos, a mesma ainda não era rápida o suficiente para poder derrotar múltiplos inimigos e sair ilesa, um pequeno ferimento fora causada nessa troca de tiro entre os fantasmas da celestial e as balas do tal corvo. Na sua frente o mesmo tinha sobrevivido as explosões estava gravemente ferido e disposto a continuar a lutar.

Helves logo perguntava sobre o paradeiro do tal Varis e do porque da tatuagem estranha do homem, o corvo não falava nada mas apenas um riso podia ser visto na parte de sua máscara quebrada. Com isso a celestial partia para cima do inimigo, que disparava sua arma de fogo, Helves por sua vez graças ao seu Haki conseguia prever as movimentações das balas quanto do inimigo, e utilizando do seu rokushiki desviava com maestria enquanto se aproximava.

Helves então conseguia desferir um soco com toda sua força no estômago do homem, que caia perante ela, a mesma observava o tal corvo caído no chão, os inimigos foram neutralizados, agora restava a garota pegar a máscara do outro rapaz já que o do que estava a sua frente estava danificada, retornando para o que estava caído Helves retirava sua máscara e assim como no primeiro o rapaz tinha uma estranha tatuagem em sua testa lembrando um olho que se movimentava como se estivesse vivo.

Retirando o mecanismo de filtração da máscara para não precisar utilizar do conjunto inteiro e acabar por revelar sua identidade como Anna, Helves colocava o mecanismo no rosto para que assim não fosse exposta ao ar nocivo do sumidouro, em seguida a mesma palpava o corpo dos seus inimigos pegando por uma chave estranha e sua pistola, no outro o mesma chave, e sua soqueira, em ambos tinha não muito mais do que 50.000. - Esse lugar está tomado por vândalos! Dizia Aya se aproximando da jovem celestial.

Logo Helves pedia para sua amiga ajudar com os primeiros socorros, então a mesma só aceitava com a cabeça, seguindo para a esquina da rua, Aya ia fazendo tudo que a celestial pedia, retirando a bala do braço da garota, a movimentação na rua voltava.

Helves com seu haki percebia a movimentação de uma pessoa vindo para a sua direção, quando Helves olhava na direção da pessoa, a mesma conseguia ver no meio da estranha névoa um homem mascarado com uma cartola, em volta dele seguia uma escolta com mais dois daqueles corvos, e atrás dele homens que usavam máscaras que lembram uma coruja o mesmo parava a mais ou menos dez metros da garota, batia sua bengala no chão chamando a atenção de Helves que agora já estava com os primeiros socorros terminado.

- Peço desculpas pela hospitalidade dos meus corvos! O Homem fazia um movimento com a mão na direção dos corpos caídos, fazendo algo que pareciam pássaros saindo das cabeças deles e entrando na mão do homem, Helves podia ver que não tinha mais a tatuagem nas testas dos tais corvos.

- Soube que estava me procurando, bom estou aqui, oque a pirata Helves quer comigo? O homem dava uma pausa aguentando seu chapéu, os homens com máscara lembrando coruja pegavam os corpos dos corvos derrotados levando eles para o meio da névoa negra. - Desculpa, onde está meus modos? Me chamo Varis “O rei dos segredos”! O homem fazia uma breve reverencia, voltando complementando sua fala. - Não gosto de resolver negócios na rua, poderia me seguir até a minha casa? Assim o homem abria caminho estendendo sua mão na direção que o mesmo tinha vindo.

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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptySab 26 Set 2020, 04:26

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Helves não podia mais chamar aquilo de luta. A força que a celestial tinha estava bem distante de simples soldados controlados por algum ser maior, ficando claro que os corvos não estavam no nível dela, mas talvez o líder deles estivesse. Os novos pertences conseguidos dos inimigos derrotados poderiam ser úteis futuramente, imaginando que as lutas não terminariam por ali. "Melhor do que eu imaginava." O ferimento então ia sendo tratado com o auxílio da sirena, dando as indicações e recebendo um trabalho quase perfeito dela. "Não dá pra se esperar perfeição de alguém que nunca estudou sobre essas coisas." A nova magia estava se mostrando tão útil nos últimos tempos que Helves apenas conseguia sorrir ao notar a presença de mais pessoas se aproximando delas. Até a chegada real deles o ferimento já havia sido tratado corretamente, fechando tudo com o curativo. – Obrigada. – proferia a sua companheira, mostrando a ela um sorriso satisfeito com toda a ajuda dada até ali.

O homem com a bengala tinha um ar superior, claramente o líder que Helves imaginava estar por trás dos simples corvos derrotados. Sem pressa ela colocava a blusa assim que terminava o tratamento, jogando também o manto por cima dos ombros ao virar-se finalmente para todos que estavam ali perto, mantendo Aya atrás de si só por segurança.– Me avisaram dos perigos de entrar nessa região, imaginei que algo assim aconteceria. – respondia o homem, observando como a sua provável magia funcionava ao ver os pássaros voarem da testa dos três corvos derrotados. – O erro foi meu, não precisa se preocupar. – dizia tranquilamente, notando também a falta de tatuagem na testa dos homens derrotados, conseguindo imaginar que tipo de habilidade era aquela. "Então esse é..." Antes de conseguir pensar a apresentação do sujeito era feita, esclarecendo as dúvidas que Helves tinha até então, tendo plena noção que estava realmente na região dominada por Varis e não podia cometer grandes erros se quisesse sair sem mais ferimentos.

É, estive mesmo o procurando... Um lugar mais reservado será melhor, não acho que é bom todos saberem do tipo de assunto que estou tratando aqui. – terminava suas palavras já erguendo-se de onde estava sentada, ajudando Aya a fazer o mesmo para assim conseguirem seguir Varis pela névoa até onde pudessem conversar reservadamente. Conforme avançavam pelo caminho, a mão da pirata segurava a de sua companheira sirena, aproveitando para ficar entre ela e o rei dos segredos, tomando todo o cuidado possível para que não fosse jogada em uma armadilha logo de cara. – Se sentir algo estranho pode me contar, vamos tomar cuidado. – sussurrava tais palavras para sua amada, esperando que ela pudesse manter a atenção nos arredores assim como Helves estaria fazendo. O haki sempre presente na detecção de novas pessoas nos arredores, visando realmente qualquer perigo ou ação suspeita antes de acontecer, pois somente assim a garota poderia recuar antes de sofrer danos junto de Aya.

Chegando a casa do homem, se nada de suspeito fosse pego com os olhos ou as habilidades da jovem pirata, naturalmente ela entraria no local, acompanhando o rei ainda um pouco preocupada, porém já satisfeita que não havia acontecido nada pelo caminho. – Bem... – começaria a falar, sentando-se em algum lugar se houvesse dentro de onde conversariam, deixando os olhos pousados no homem durante suas palavras. – Escutei por aí que somente você saberia da localização de qualquer pessoa nessa região, então obviamente estive o procurando. – começava esclarecendo os motivos de estar ali e então seguia para o pedido, torcendo para que Varis não fosse um homem idiota como Marshall. – Procuro Natalie Hazelton, meus informantes disseram que ela talvez estivesse por aqui. E pelo jeito somente alguém com as suas habilidades saberia a exata localização dela, espero que consiga me ajudar nisso. – o tom sério permanecia até o fim, mantendo-se bem firme em tudo que falava. "A situação atual aqui só favorece ele, duvido que vá me ajudar se souber dos meus motivos... Isso seria um grande problema, não quero arrumar uma luta grande por aqui." E assim ela suplicava pela ajuda de algum ser superior naquele assunto, tendo certeza que alguém poderoso como Varis não seria influenciado apenas pelas palavras de Helves. Mas se uma luta acabasse rolando no meio do sumidouro, talvez toda aquela região fosse destruída e isso não parecia bater bem com o plano geral de restaurar Stanford.


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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptySeg 28 Set 2020, 21:15



Helves estava de encontro com a pessoa que procurava para enfim saber por onde poderia estar a antiga capitã da guarda da cidade, Helves se ajeitava de frente ao tal Vares proferindo algumas palavras sobre o mesmo não precisar se desculpar pois a mesma tinha entrado no sumidouro sabendo dos perigos que ali vivia.

- As vezes meus corvos esquecem o verdadeiro papel deles e acabam… Atacando pessoas inocentes! O homem falava olhando para o corpo de um dos homens que tinham sido derrotados por Helves e agora carregados pelos que usavam mascara de coruja. Helves então aceitava o convite do Varis a ir a sua residência para enfim terem sua conversa, a celestial logo então avisava a Aya para poder tomar cuidado e avisar a mesma caso pressentisse algo de errado, a sirena então confirmava com a cabeça e logo se mantinha logo atrás de sua amiga.

Caminhando pelo sumidouro, Helves via mais do mesmo, as pessoas que antes corriam ao ver os corvos, voltavam as ruas, não por não terem medo deles, mas por verem que o “dono” deles estava nas ruas, oque acalmava o temperamento daquele pequeno grupo. Após minutos caminhando Varis levava as garotas ao que parecia um prédio velho, a celestial conseguia ver que as janelas eram vedadas e haviam vários tubos pelo imóvel que lembravam filtros.

- Bem-vindas ao verdadeiro ninho! Varis fazia sinal mostrando o local, a sua porta haviam dois homens vestidos de corvos que ao verem seu líder se aproximando abriam a porta deixando espaço para que todos adentrassem ao prédio. Do lado de dentro diferente do exterior do lugar tudo parecia novinho em folha, a decoração parecia ser de um grande rei, uma jovem celestial sem máscara se aproximava de seu mestre pegando sua bengala, enquanto os homens de máscara da coruja subiam as escadas ornamentadas levando seus amigos caídos para algum lugar.

- Venham garotas, vamos conversar por aqui! O homem então seguia para uma porta dupla de madeira a direita do hall da entrada, Helves assim que entrava conseguia ver uma bela lareira e uma decoração tão pomposa quanto a que estava na entrada. Varis se sentava em uma grande poltrona que estava virada para um sofá, o mesmo fazia um movimento com as mãos para que Helves e Aya se sentassem, logo em seguida as mesmas o fizeram, e sem rodeios Helves ia direto ao assunto.

O Homem que ainda permanecia de máscara batia seus dedos nos braços da poltrona, e em seguida soltava um pequeno riso. - Direto aos negócios, gosto disso… o homem então pegava uma pequena caderneta que estava na mesinha ao lado da poltrona. - Então senhorita Helves, se esta atrás de informação, nada mais justo que me de informação! O homem então retirava sua máscara revelando seu rosto a garota.

A sua frente um homem pomposo de cabelos negros, olhos amarelados como o amanhecer. - Para mostrar que estou em boa fé, mostrarei o meu rosto a vocês! Um sorriso em seu rosto era nítido. - Posso até dar a informação que vocês querem, a final meus pássaros veem muita coisa por ai, mas o meu preço é uma informação tão digna quanto! O homem anotava algumas coisas em seu pequeno caderno. - Me deem algo valido que eu direi a localização da senhorita Hazelton, e por favor não mintam pois eu saberei! Então o homem levantava a cabeça olhando diretamente nos olhos de Helves com um breve sorriso.
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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptyQui 01 Out 2020, 13:27

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Só de olhar as ações de Varis ficava claro o quão respeitado ele era, mesmo que talvez não fosse da forma mais correta. "Me pergunto se isso é um verdadeiro líder... Fazer os seus seguidores sentirem medo quando escutam sua voz, conseguir os controlar sem precisar de muito esforço." Helves ainda tinha muito tempo para entender esse tipo de coisa, mas pra ela aquele tipo de liderança estava bem distante do ideal. Conviver com a Seasons havia mudado muito do que a celestial pensava, alterando também tudo aquilo que ela imaginava de um líder. "Sempre os vi agir normalmente, não acho que forçar algo me fará melhor. Sei que ainda preciso de um longo tempo até atingir o nível ideal para os meus companheiros, mas mesmo que chegar lá nunca seja meu futuro, espero que ao menos consiga criar um ambiente confortável para todos." Sendo pirata ou revolucionária sua personalidade real ainda era a mesma. Aquele tipo de situação em que se encontrava agora não era muito agradável, mesmo que Varis realmente fosse um líder de respeito para muitos, dificilmente seria visto como um bom homem a ser colocado na liderança aos olhos de Helves.

Pensar tinha tornado o caminho mais rápido, fazendo a pirata basicamente esquecer que estava no meio de um ambiente hostil e poderia ser atacada pelas costas mesmo depois de ser convidada para a casa do líder. "Vender informações realmente dá muito dinheiro." A quantidade de dinheiro que Helves conseguiria se quisesse seguir por esse caminho seria enorme, mas dinheiro não era sua razão para estar entrando naquela vida complicada. O prédio de Varis realmente chamava bastante atenção, talvez até mais do que a sala de Marshall. "Seria simples conseguir informações com os meus poderes, talvez seja um bom uso no futuro. Não pelo dinheiro, somente pela influência e poder que ganharei possuindo tanta informação." Foi somente quando ela entrou na sala onde teriam a conversa que a celestial voltou a si mesma, focando mais na conversa em si e também nas coisas que tinham pela sala. A quantidade de itens valiosos que poderiam ser retirados do prédio realmente impressionava, fazendo até mesmo a mão leve de Helves coçar um pouco depois de tudo que viu até ali. Sua força de vontade realmente a segurava naquele momento, pois já havia feito o seu roubo do dia, não tinha motivos para ser gananciosa.

Helves não estava esperando um problema no preço pedido por Varis, mas quando escutou as palavras do homem só restou a ela se calar por algum tempo, observando o então rosto do sujeito que comandava a região obscura do sumidouro. "Não tenho muito para oferecer... As coisas mais importantes e valiosas ditas aqui basicamente estragariam com tudo." Parecia um padrão dos vendedores de informações simplesmente fazerem pedidos quase impossíveis de se atender, Helves enfrentava o mesmo problema uma segunda vez, mas ao menos Varis não estava pedindo por todas as joias que ela usava. Mentir parecia burrice e não conseguir a informação ali forçaria algumas ações da jovem pirata. – Certo. – dizia rapidamente, passando a mão direita no rosto, jogando os cabelos para trás e então trazendo sua escolha real. Não existiam muitas informações que poderiam ser dadas. As mais importantes entregariam que ela era Anna, também ainda tinha o problema de falar sobre os revolucionários na ilha, algo que o homem na sua frente talvez até soubesse.

Como as coisas mais fáceis de conseguir a aprovação seria fatal no futuro de Helves, restou aos olhos dela apenas três escolhas ali. O problema era saber se Varis aceitaria, mas se este fosse o caso a garota poderia apenas desistir. Ser negada só a faria entregar ainda mais informações, chegando em um ponto onde não existia mais troca, seria apenas ela falando sobre informações que a envolviam de certa forma. – A morte de Andrew foi a coisa mais justa que eu fiz na minha vida. Não acho que é de conhecimento geral, foi um problema achar todas as informações, mas ele estava envolvido em um esquema de sequestro de celestiais em conjunto com Marshall, o sequestrador, Horace o sujeito que cuidava do laboratório e claramente o governo... Que foi quem fez esse lugar avançar tão rápido junto de Andrew. – aquela era uma pequena parte de tudo encontrado nos últimos tempos passados em Stanford e Karakui. – Este também é um dos motivos da destruição que causei no laboratório em Karakui... O projeto Lost Children, algo feito entre todas as pessoas e com o governo viabilizando isto. Tudo para criar um soro que seria usado na Madeleine Ford... O governo tem as mãos bem enfiadas nessa ilha, até mesmo o mordomo da Maddie era um simples espião do governo usado para observar tudo de perto. – finalizava um pouco aliviada, mas não conseguia se sentir satisfeita com a informação dada, parecia muito simples.

Imagino que saiba sobre a célula Seasons ter estado aqui não faz muito tempo, eles até mesmo se envolveram em boa parte da destruição que ocorreu... Mas a questão real é que ainda existem revolucionários aqui. – dizia com um sorriso no rosto, esperando que não fosse a informação mais fácil de se adquirir, pois tudo tinha sido feito secretamente e até então poucas pessoas sabiam. – E mais uma coisa... Não vou devo parar por aqui as ações que realizando, pois Andrew foi apenas um simples fantoche que retirei do poder. Digo isso como aviso, pretendo mudar Stanford para melhor, algo bem diferente do que Vladimir busca. Quero o melhor para essa ilha, um governante mais justo... – assim Helves finalizava com grandes esperanças que tudo dito até ali fosse suficiente para Varis aceitar e dar a ela as informações que precisava. Encontrar Natalie seria fácil com seus poderes, mas uma pequena aliança, uma troca de favores com uma pessoa de grande poder no submundo de Stanford seria útil. Pois se o homem quisesse tomar o outro lado, Helves sem pena o eliminaria, somente por isso não conseguia dizer a ele coisas mais profundas. Sem muito mais a ser feito a espera restava, relaxando um pouco onde estava sentada, aproveitando o momento para observar bem a expressão de Varis depois de escutar tudo, buscando enxergar tudo que ele sentia e pensava agora.


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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptyTer 06 Out 2020, 16:45



A oferta de Varis era dada, ele queria uma troca equivalente, informação em troca de informação, Helves logo então aceitava o pedido do homem, que dava um grande sorriso para a garota, a questão principal era, oque a mesma daria para o homem, sem que ela acabasse com todos os seus planos, ou que fosse de valor para que enfim conseguisse a informação que tanto desejava.

Assim Helves contava várias informações omitindo algumas coisas, mas nunca mentindo, Varis ia tomando nota em seu caderninho tudo que a garota falava, ao escutar sobre o projeto do Ford, Varis levantava a cabeça olhando em direção a celestial. - Tive algumas informações sobre esse projeto, e como minhas suspeitas estavam certos, o governo do mar azul tinha dedo nisso! O homem voltava anotar as coisas que Helves falava levantando a sobrancelha ao escutar que ainda tinham revolucionários na ilha.

- Interessante, revolucionários ainda na ilha? Ele dava uma pausa batendo com a caneta no caderninho. - Meus passarinhos não me trouxeram essa informação ainda! Ele dava um sorriso terminando suas anotações, em seguida ele se levantava indo em direção a uma estante com algumas bebidas, ele se servia e em seguida dava alguns goles em seu copo.

- A quantidade de informação dada, foi satisfatória, acho mais do que justo dar o que vocês procuram! O homem então ia até oque aprecia ser um arquivo, ele o abria vasculhando algumas pastas, em seguida de dentro de uma delas ele tirava oque aprecia ser um cartão de visita.

- Vocês vieram no local certo procurando pela Hazelton, mas já adianto ela não é a mesma de semanas atrás! O homem se aproximava de Helves entregando tal cartão, parecia ser o endereço de um ferro velho situado ali no sumidouro.

- Ela está nesse ferro velho, mas vou adiantando algumas coisas para vocês sobre o sumidouro! Ele voltava a se sentar em sua poltrona.

- como conhecem a ilha tem dois níveis centrais! Cidade alta e cidade baixa, dentro da cidade baixa existe o sumidouro que é o local que estamos, onde assim como uma cebola é cheio de camadas! Ele falava mexendo seu copo com movimentos circulares.

- A entrada, onde é o local mais tranquilo, O ninho que é onde estamos no qual eu tenho controle e por fim o lugar que chamam popularmente de “Orfanato”. Ele suspirava em seguida apontando para o cartão. - Esse ferro velho fica no orfanato, uma terra sem leis que nem eu tenho controle, meus corvos as vezes vão lá mas não são temidos ou tão pouco respeitados, Hazelton se encontrará lá, mas tomem cuidado.

Assim as informações foram trocadas, e Helves talvez tenha feito um aliado interessante, o homem tinha um aspecto um tanto duvidoso, mas por hora as estavam ajudando. - Ah uma informação de brinde… Meus pássaros acabam de me falar que vocês não são as únicas se dirigindo para o orfanato! Assim ele dava uma risada terminando de beber sua bebida.

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MensagemAssunto: Re: Art. 4 - Rejected by the heavens   Art. 4 - Rejected by the heavens - Página 2 EmptyQua 07 Out 2020, 22:59

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Não que as informações de Helves fossem ruins, mas estavam longe de serem as mais importantes que ela tinha guardada consigo. Felizmente o sujeito na sua frente parecia pensar um pouco diferente, aceitando a quantidade e qualidade de tudo que a celestial havia dito, seguindo então para entregar a localização da mulher tão procurada. "Realmente melhor..." Suspirava, aliviada que tudo tinha dado certo, pegando o então cartão que registrava a localização de Natalie. – Obrigada pelo aviso, imaginei que não seria tão simples chegar até ela. – antes de guardar o cartão observava onde o endereço, colocando este então no bolso enquanto se levantava. – Foi um prazer conversar até aqui, nos vemos alguma hora outra. – sorria, entendendo que provavelmente era alguém perigoso seguindo para o mesmo local onde Helves terminaria indo.

O orfanato. Pensar naquele nome só a fazia ter lembranças de Yakira, daquele orfanato onde precisou passar boa parte do tempo em que viveu no mar azul. Poucas coisas boas saíram de lá, talvez por isso ter algumas lembranças não causavam uma sensação tão ruim assim na garota. – E então... Acha que falei muito? – questionava a sirena, tendo algumas dúvidas se acabou entregando muito o jogo para Varis ou não. "Pareceu aceitável, mesmo que ele saiba sobre os revolucionários, dificilmente poderá fazer algo daqui de dentro." O cartão outra vez seria retirado para observar melhor o endereço, além de analisar se existia qualquer coisa suspeita nele. O haki estaria presente basicamente o tempo inteiro e Helves permaneceria perto de Aya, mantendo-a em uma posição segura sempre que houvesse algum outro ser nas proximidades.

Até chegarmos lá não teremos problemas, mas fique atenta de qualquer forma e... – Helves pausava um pouco a fala, movendo sua mão direita até a mão de Aya, entrelaçando os dedos e segurando-a. – Nunca deixe o meu lado, é perigoso. – com os olhos focados em sua companheira ela terminava sorrindo, mantendo mesmo assim a seriedade em suas palavras. A segurança de ambas era importante, por isso não podiam vacilar de forma alguma. Seguir em frente com todo o cuidado possível ainda era o foco e assim que estivesse entrando na região mais perigosa, Helves soltaria a mão de Aya, continuando ao lado dela, porém sem impedir a movimentação de si mesma e de sua amada. "Natalie... Ela não pode ter mudado tanto, preciso que ainda consiga me ajudar ou ao menos aceitar que fiz tudo isso para proteger a ilha." Os rumores envolvendo ela e Andrew provavelmente não eram reais, mas o desaparecimento da mulher só podia significar que algo real tinha acontecido. Algo que a mudou, talvez até tenha sido a morte de Ford e se este fosse o caso a aliança com ela se tornaria inviável.

Com atenção redobrada a pirata se encaminharia até o endereço dito no cartão, procurando o caminho mais curto e discreto possível, fazendo de tudo para evitar encontrar qualquer pessoa no meio daquele ambiente hostil. – Rápido... – murmurava impacientemente, decidindo até mesmo carregar Aya em seus braços se a velocidade estivesse muito lenta e alguém pudesse estar se aproximando. Helves queria se manter longe de confrontos ali, fazendo desvios para evitar problemas e finalmente chegar no endereço. Carregar a sirena seria apenas para escapar do perigo e também chegar depressa. Helves adentraria no lugar onde Natalie estava, procurando ser cuidadosa e também atenta aos arredores durante sua busca, sem forçar qualquer aproximação precipitada na direção da mulher até ter noção do que estava acontecendo ali.

A necessidade de lutar poderia acabar aparecendo sim, obrigando os poderes da garota a serem liberados, lançando pequenos fantasmas negativos de seus braços na direção de qualquer um se aproximando e aqueles distraídos, os atacando logo em seguida com disparos de alguma das pistolas nas pernas ou braços, procurando impedir qualquer aproximação futura. Helves não queria lutar de imediato, apenas impediria os avanços antes de pensar em algo, protegendo Aya com seu corpo ou apenas bloqueios em qualquer ataque indo na direção dela.


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