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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um novo tempo uma nova história

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptySeg 24 Ago 2020, 21:46

Relembrando a primeira mensagem :

Um novo tempo uma nova história

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hino Akikazu. A qual não possui narrador definido.


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new man reformed
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptyDom 11 Out 2020, 22:04


A forte mobilização dos seguranças da mansão denunciava que talvez a dupla estivessem em maus lençóis. "O que será que foi? Eu não cumpri com o horário?" – Alguns metros vencidos, já dentro da residência, e sua expectativa era confirmada. – Ah! Esses homens?! – Fazia-se de desentendido por um instante, levando a mão direita até o coro da cabeça para coçá-la por estar um pouco sem graça. – Bem.... AARRGH... São os seguranças do prefeito Dimas. Tivemos o prazer de fazer uma visita para ele e como cortesia ele nos disponibilizou alguns dos seus seguranças para nos acompanhar até em casa. Isso não é ótimo? Kate-sama é muito querida. – Clarearia o acontecido.

A cena seguinte era bastante esclarecedora para Hino Akikazu, pois era simples, pura e sincera. Inicialmente o jovem trabalhador havia estranhado as circunstâncias apresentadas dentro daquela mansão. James, o patrão, era um humano comum, assim como Rex, mas Kate, sua filha, era uma anã da raça Tontatta e o cozinheiro, Leo, um humanoide com características animais, e com toda aquela variedade de raças era causada uma grande confusão na mente de Hino que chegou a cogitar um círculo criminoso e esteve preocupado em especial com as condições de Kate, mas, vendo todo o cuidado por parte de James e o carinho correspondido pela anã desarmava qualquer aflição que pudesse ter atingido Hino.

– Obrigado! – A simplicidade na resposta era o melhor que poderia oferecer à dupla ao ver que pai e filha, independente se eram biológicos ou não, estavam reunidos e felizes juntos. Após o susto enfrentado, eles deveriam ter muito que conversar. "Espero que ela fale bem sobre mim." – Piscaria para Kate com o olho direito e um sorriso estampado no rosto. Seu coração estava em paz, pois havia dado o máximo de si para a proteção da anã.

[...]

– É uma visão muito bonita mesmo, não é? – Leria ao seu colega ao pegá-lo momentaneamente de calça arriada. – E pensar que devagar, devagarinho, ela atravessa o mundo. – Dirigiria-se para a janela onde havia visto Leo admirar a lua e repetiria o seu movimento. – Permita-me perguntar, Leo, mas você tem família?  Sente saudades deles? – Perguntaria. – Eu deixei para trás minha mãe e meu irmão, sinto muito a falta deles. – Assumindo uma pose relaxada, com a palma da mão direita aberta apoiando o queixo e a mão esquerda na altura do bíceps direito, divagaria mesmo sem ter a certeza se Leo estaria interessado naquele tipo de conversa. – Mas sou um otimista e acredito que essa separação seja necessária para amadurecermos e evoluirmos como pessoas. – Então um estalo e com ele o seu despertar, lembrando que haveria mais cedo perguntado sobre o cardápio. – É verdade, a comida. – Voltaria para a bancada.

– Por favor, me vê um pouco de cada. – Responderia ao ouvir sobre as opções. – Minha avó era uma especialista em shimeji, não me lembro de ter comido um melhor do que o dela. Mas como uma teimosa que ela é, vai levar a receita com ela quando partir dessa. – Relembraria em voz alta ante as diversas recusas escutadas a respeito de ouvir sobre a receita. – Mas irei parar de falar, acredito que esteja cansativo de ouvir das minhas baboseiras, não é? – Assim que recebesse a refeição, uniria as mãos em sinal de prece e teceria antes de comer. – Obrigado pela refeição! Hora do show! – Começaria inicialmente com uma unidade do salmão com cream cheese e um pouco da cebolinha, em seguida misturaria o sunomono com o arroz e mandaria ver garganta abaixo, deixando o shimeji para o gran finale. Entre uma bocada e outra, tomaria uma dose do chá verde como acompanhamento. – Então Leo, o que te trouxe até aqui? Você tem um sonho ou objetivo em mente? – Colocando em dúvida a sua última promessa, voltaria a bombardeá-lo com uma nova pergunta. – Estava tudo ótimo, você é um grande cozinheiro, Leo. – Diria independente da qualidade dos alimentos oferecidos. Primeiramente pelo trabalho ao preparar todos aqueles pratos, não precisava ser nenhum especialista para saber sobre isso, segundamente primeiramente.

Depois do jantar, retornaria para a janela, se ela tivesse disponível, onde poderia admirar novamente a lua, a vizinhança e também fumar sem incomodar ninguém. Acendendo o cigarro com o fósforo atrás da parede para que o vento circundante não pudesse dificultar a sua vida, colocaria-o entre os lábios e então o tragaria na direção da rua. Em uma noite como aquela, o cigarro servia para aquecer o coração. – Então meu amigo Leo, onde é que fica o alojamento dos funcionários? – Perguntaria ao chef. – Tenha uma boa noite, amigão. – Despediria-se. Caso o mesmo já não se encontrasse mais ali, procuraria se informar com a primeira pessoa que surgisse em seu caminho, afinal aquela era uma grande casa e para a sua manutenção provavelmente fossem vários os funcionários ali trabalhando. – Boa noite, amigo(a)! Meu nome é Hino Akikazu, o segurança, você sabe onde posso encontrar as instalações dos funcionários? – Com as orientações que teriam sido lhe passadas, seguiria para lá prontamente.

Como se tratava de uma família abastada, sua mente lhe fazia imaginar um quarto grande, com direito a frigobar e armários com guloseimas diversas, uma cama confortável e um banheiro próprio, privilégios esses encontrados na casa dos seus últimos empregadores, os Utamaras. Assim que chegasse ao destino, procuraria entrar e fazer o reconhecimento da instalação, se suas expectativas seriam confirmadas ou não. A ordem do seu patrão havia sido clara: Encontrá-lo uma hora após o nascer do sol. Para atender essa expectativa e a máxima satisfação do seu empregador, procuraria abrir espaços que permitissem a entrada do sol no cômodo e consequentemente à sua cara, como uma janela ou persiana vertical. Também procuraria um relógio que pudesse ser programado com o horário proposto antecipadamente. Sua espada seria guardada na cômoda mais acessível para uma maior facilidade na hora de encontrá-la. Depois que todos os cuidados necessários tivessem sido tomados, finalmente se deitaria no local mais apropriado como uma cama ou sofá e dormiria o quanto antes.

[...]

Independentemente do horário estabelecido quando despertasse, pularia da cama - modo de dizer - entusiasmado com o inicio de mais um dia e uma nova oportunidade de se testar e vencer. – O que será que vamos enfrentar hoje? – Pensaria em voz alta com uma confiança inabalável. Dormir para ele era perca de tempo, gostava mesmo era de colocar a mão na massa. Procurando por um lavatório, tinha como objetivo dar uma batida de água rápida pelo rosto e colocar o cabelo na régua, por assim dizer. Por último, tomaria a espada para si e a colocaria novamente em sua bainha. Com os preparativos encerrados, sairia do quarto em direção ao escritório de James.

Seguindo os mesmos passos adotados anteriormente com batidas na porta ou sino, anunciaria a sua chegada. – Com licença, o senhor havia pedido para me ver. Qual é a tarefa de hoje? – Aguardaria a resposta do patrão.  
               
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptyQua 14 Out 2020, 21:25



Um Novo Tempo, Uma Nova História — 10

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O mink se surpreendeu com o olhar admirado que Hino deu a lua, já que os humanos preferiam o sol e o calor do que a lua e a escuridão, e deu um longo suspiro com a primeira pergunta do jovem. — Venho de uma ilha muito longínqua e deixei toda a minha alcatéia, minha família, para trás. — Mais um suspiro, levantando-se e indo até a chaleira, checando-a mesmo sem esta ter feito som algum. — Parti em busca de aventuras e, hoje, meu único objetivo é juntar dinheiro o suficiente para retornar a minha terra. — Seu tom mais jovial havia sido substituído por um mais ressentido, arrependido. Engraçado como os dois tinham sentimentos parecidos, apesar da grande diferença visual entre ambos. Mesmo com o outro de costas, Hino podia perceber o mink respirando bem fundo, com seu tronco expandindo e contraindo junto dos seus pulmões. Ao se virar, já havia recuperado parte do seu bom humor e serviu o segurança como pedido, também enchendo as duas xícaras. — Eu já jantei. — Explicou a ausência de um prato para si próprio.

Hino, inspirado com a comida disposta a sua frente, comentava sobre a sua avó e seus dotes culinários. O meio-lobo dava um leve sorriso devido a pequena história. — Para ser sincero, duvido que o meu esteja melhor. — Seus ombros e mãos se levantaram, como se livrando-se da culpa. — Minha especialidade é carne, mas mesmo na mansão do chefe é raro ter carne, de qualquer tipo. — Novamente a expressão do cozinheiro mudou, desta vez para uma mais azeda. — Essa ilha mal cheirosa, cheia de industrias, sem flora, sem animais… Grrr!

O espadachim agradeceu pela comida e partiu para o ataque, enquanto Leo saboreava o chá, lentamente. A cozinha ficou em silêncio, com exceção dos leves sons dos dois se alimentando, até que Hino fez mais uma pergunta ao mink. Este permaneceu bebendo o chá, olhando para algum ponto entre a geladeira e o armário, parecendo alheio. Quando já parecia que a pergunta não seria respondida, ele falou: — Aqui "aqui"? — Se mexendo na cadeira, buscando uma posição mais confortável, voltou seu olhar selvagem para o humano e continuou: — Hm… Havia saído da minha ilha a uns… Três, quatro meses? É difícil manter as contas no mar, ainda mais lembrar depois de tanto tempo. — Um sorriso escapou dos seus lábios enquanto tomava mais um gole da bebida quente. — O importante é que fui capturado por uma bando de piratas e levado para uma ilha chamada… Sabody? Sabady? Algo assim… Lá eu consegui escapar da jaula onde fui preso e, durante minha fuga, me esbarrei com o chefe e a pequena. Pensei que ele ficaria bravo comigo, por ter quase o derrubado, talvez com medo por causa da minha aparência... — Um sorriso brotou no rosto do cozinheiro enquanto as lembranças retornavam, silenciando-o brevemente. — Ao invés disso, ele pareceu entender mais ou menos o que ocorria e me deu abrigo, com a pequena dizendo que eu era "fofinho" por causa do meu rabo e meus pelos! HUUUHUUUHUUU! — Sua gargalhada era… diferente. Quase como um uivo. — E, basicamente, foi assim que vim parar aqui. Tenho trabalhado para o chefe desde então e economizado cada berrie e, daqui a um ano ou dois, acho que conseguirei retornar a minha terra. — Finalizou, sorridente.

Hino, ao terminar sua refeição, se aproximou da janela para uma tragada, enquanto Leo tirava o prato e as xícaras, lavando-as e guardando-as em seus respectivos lugares, além de guardar a comida na geladeira e pôr um robusto cadeado na mesma!Anti-Rex, esse daqui! HUUUHUUU! — Dali, ambos partiam para a ala oeste da mansão, onde haviam diversos quartinhos, cada qual para um funcionário. Bem diferente do que Hino havia imaginado, o quartinho preparado para si possuía apenas uma cama estreita, uma mesinha de cabeceira e uma cadeira de aparência frágil. Todas as seis faces do lugar eram brancas, assim como seus móveis, e uma pequena janela era visível bem acima da cama, bloqueada por barras de metal. — Simples, mas seu. Cada um traz flores, quadros, livros… E o que mais desejar para deixar mais aconchegante. Se você continuar trabalhando para o chefe, poderá fazer o mesmo! — Informou, antes de lhe explicar como chegar ao banheiro dividido pelos empregados e partir rumo ao seu próprio quarto. — Quem sabe depois eu lhe mostro o que fiz com o meu. HUUUHUUU! — Poucos minutos depois, Hino adormecia no colchão macio.

[...]

Como pretendido, o nascer do sol iluminava o quarto e suas paredes brancas pareciam refletir toda aquela luminosidade como se fossem cegar o pobre segurança, despertando-o do seu sono. Precisou enfrentar uma pequena fila para usar o banheiro, sendo precedido por uma bela mulher, a qual já estava dentro do recinto quando chegou, Rex, que lhe deu um aceno e um resmungo de bom dia, e um homem magro e esguio, na casa dos cinquenta anos. Não demorou para estar em frente ao escritório do Sr. James e, após bater e ouvir uma resposta, se portar ao mesmo.

Akikazu, bom dia! — O homem mexia em alguns papéis, mas os pôs de lado ao ver o espadachim entrar. — Você chegou cedo, mas imagino que seja melhor do que tarde... — Comentou enquanto também colocava de lado uma caneta de ponta de pena e um monóculos que usava, destinando toda a sua atenção para o jovem de Lvneel. — Bem, indo direto ao ponto, tudo me leva a acreditar que o ocorrido ontem não foi um atentado a minha pessoa ou a minha filha, especificamente. Contudo, pelo o que a minha filha relatou, não posso deixar de lado que esses bandidos talvez sejam raptores. Houve dois casos recentes de desaparecimento na ilha e tudo isso pode estar relacionado de alguma forma.

Após um abrupto tapa na testa, o homem abria uma gaveta e tirava de lá uma pequena bolsinha de pano, arremessando-a para que Hino a segurasse. — Perdão, jovem, estou tão estressado com isso que me esqueci dos seus serviços e de recompensá-los! Aí está seu pagamento por proteger a minha pequena ontem e mais virá se me ajudar a solucionar esse mistério, seja capturando esses delinquentes ou provando que tudo não passa de paranóia minha. Mas... — Curvando-se para a frente e unindo as mãos para apoiar o queixo, continuou: — Antes de lhe contar o que planejei, gostaria da sua opinião de como deveríamos prosseguir para capturar esses marginais. Talvez você note algo que passou despercebido para mim.

Legendas:
  • Kate
  • Prefeito Dimas Connor
  • Sr. James e Associados
  • Civil


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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptySab 17 Out 2020, 18:33


Suas raízes são como as de uma árvore, sem elas você é fraco e fácil de derrubar. Com essa filosofia em mente Hino Akikazu guiava sua vida longe de sua família. Como comentado com o cozinheiro, a mais breve e rara lembrança como os temperos de sua avó ainda estavam enraizados e momentos como aquele compartilhado com o lobo permitia que permanecesse vivo. Além do mais, conhecer novas culturas era um dos maiores prazeres do espadachim, fazendo com que os jeitos e trejeitos esboçados por Leo durante a maior parte da prosa concebessem um sorriso em Hino, no entanto, ao ouvir sobre a sua origem e o obstáculo enfrentado por ele em sua jornada, era dominado por uma forte comoção por nem todos poderem experimentar a sensação de serem tratados com a consideração e respeito. – Ainda bem que você encontrou uma família que te trate com o respeito que você merece. Nunca aceite nada menos do que isso. – Externaria os seus votos de positividade e torcida por seu sucesso.  

Outro movimento que não podia passar despercebido era o cuidado demonstrado pelo mink ao trancafiar a geladeira, apresentando um lado cômico da convivência entre os funcionários. – Então Rex não é só um rosto bonito e braços ágeis, mas também o campeão em dar prejuízo? Hahahahaha! – Não podia deixar de se divertir com a cena. – Ficarei esperto com ele. – Prometeria.

Em seu quarto, por mais que suas expectativas não tivessem se confirmado, valorizava e muito a acomodação oferecida pelo seu empregador. Mesmo que não tivesse o mesmo nível de serviços secundários como o já citado frigobar da mansão dos Utamaras, cumpria com o seu objetivo e era recompensado com o conforto e a boa companhia dos moradores daquela casa. Por isso, deitou-se naquela noite com a mente e corpo tranquilos.

[...]

Recepcionado no escritório do seu patrão, a primeira grande noticia de sua jornada: o primeiro salário. Uma quantia de 25.000 berries que saltava aos olhos como se o próprio símbolo da moeda estivesse escancarado em sua face. Para alguns, uma merreca, o troco do lanche, para Akikazu, um estimado valor que ele conquistou como resultado dos esforços do seu trabalho. – Obrigado patrão, será muito bem-vindo para as minhas futuras pretensões. – Guardando o dinheiro junto ao montante que possuía, agradeceria com uma reverência para demonstrar respeito. – Ainda que o senhor tenha me pagado antecipadamente, não comprometerá em nada o meu comprometimento com a sua filha. Não permitirei me acomodar e enquanto eu estiver nessa função ela terá minha total atenção e entrega. – Asseguraria ao seu patrão de que manteria o nível de foco e empenho na execução do dever.

"Casos recentes de desaparecimento?!" – Surpreenderia-se com o relato do seu patrão. Após recentemente conhecer o prefeito e ter o prazer de compartilhar boas experiências com ele, lembrava-se que ele parecia estar bastante à vontade, não que ele tivesse fazendo pouco caso ou não tivesse entregando o máximo de si, mas na visão de Hino, se ele estivesse em sua posição, ele estaria buscando freneticamente junto às autoridades pertinentes a pronta resolução do caso. "Deixe de pensar besteira, Hino! O prefeito é um bom homem e tem outras responsabilidades." – Lutaria para esquecer o cenário imaginado por ele, chacoalhando levemente a cabeça.

Despertado pelo questionamento de James, não tinha muito o que acrescentar senão relembrar o ataque. – Era um total de cinco pessoas, o que me leva a crer que eles agem em grupos, isso trabalhando com a hipótese de que fazem parte de alguma organização. Eles deixaram claro que a raça de Kate possuía muito valor, o que para mim ignorantemente era mera especulação, para eles um conhecimento calculado e pela complexidade do movimento que eles estavam dispostos a executar, deveriam ser especialistas em roubo de cargas humanas. Mas geralmente esses são os peixes pequenos... – Possesso de raiva, pois não gostava de tratar qualquer pessoa que fosse como mercadoria, cerrava os punhos das mãos e trancava a mandíbula. – ...Esse tipo de atividade gera lucros incalculáveis para os traficantes e exploradores, é ai que mora o perigo. O perfil de interessados pode variar desde pessoas ligadas ao entretenimento, farmacêuticos, leiloeiros e piratas. Para isso precisaríamos chegar até os atacantes ou poderia me infiltrar no submundo do crime, o senhor possui algum contato confiável? – Falaria com a propriedade de quem conhecia a mente humana. – É importante frisar que o prefeito garantiu que ajudaria nesse assunto no que fosse possível, talvez não diretamente, mas podendo empregar alguns dos seus homens ou contatos para nos ajudar. – Salientaria. – Penso que com as minhas qualidades, de alguém que cresceu desenvolvendo atividades como a caça, onde aprendi a interagir com a natureza e os seus elementos, o que suas espécies comem, quando comem e onde comem, identificar rastros e passagens, certo de que com a sociedade em que vivemos não é totalmente diferente, estou confiante que posso agregar e chegar a um desfecho definitivo. – Apresentaria confiantemente.

– O senhor pode confiar a mim essa missão. Penso futuramente em trazer minha família para morar perto de mim e esse é o grande combustível que me move. Se eu não puder assegurar a segurança do senhor, Kate-sama, Leo, Rex, e qualquer outro residente dessa casa não me sentiria confortável para trazê-los morar nessa ilha. Ter a certeza que esses criminosos não estarão mais nas ruas será um grande passo e alívio para alcançar esse meu objetivo. – Comunicaria ao seu patrão, aguardando para ouvir o que ele esperava para a missão e de prontidão para iniciar.
                
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptyDom 18 Out 2020, 11:51



Um Novo Tempo, Uma Nova História — 11

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Apesar do seu semblante sério, o Sr. James se permitiu dar um largo sorriso ao bater palmas para o segurança. — Ótimo raciocínio, Akikazu, estou impressionado! Mas vamos por parte, como o querido Jack! — Levantando sua destra fechada em punho, com apenas o indicador apontando para o teto, enunciou: — Primeiramente, sim, é muito abrangente os possíveis interessados em algo macabro como isso para que começamos daí. — Levantando seu dedo médio, continuou: — Eu tenho alguns contatos, de fato, mas nenhum que possa o infiltrar no submundo da ilha. Sem contar que, assim como você deve reconhecer os cinco que atacaram a minha filha, eles também devem o reconhecer. — Mais um dedo para o alto. — Por fim, para ser bem sincero, não sei como saber caçar um animal o ajudará, já que nunca cacei na vida, mas espero que, de fato, nos seja útil.

Terminando de enunciar os três pontos, o homem baixou a mão, deixando ambas espalmadas sobre a mesa. Seus olhos permaneceram observando o segurança, enquanto o silêncio no recinto durava quase um minuto, como se o patrão buscasse as melhores palavras para explicar a sua própria ideia. — Tentei pensar em uma forma mais… agradável de dizer isso, mas… Enfim, o que eu pensei foi em usá-lo de isca, Akikazu! — Apesar de arriscar seu próprio pescoço ser basicamente o padrão para qualquer segurança, o homem parecia desconfortável com a própria ideia. — Gostaria que você seguisse só até a loja onde vocês foram atacados e investigasse por conta própria o ocorrido. — James deixou que Hino assimilasse a informação antes de prosseguir: — Leo, que aparentemente você já conheceu, está se preparando e irá seguí-lo disfarçado. Também enviei uma mensagem para o prefeito nas primeiras horas da manhã e solicitei o seu auxílio. Ele também enviará algum guerreiro para segui-lo de forma discreta. Sendo assim, imagino que os cinco de ontem tentem atacá-lo de alguma forma, mas haverá dois aliados para o ajudar o mais rapidamente possível. — Um suspiro de lamento escapou dos seus lábio, enquanto o homem se afundava na sua cadeira. — Queria mandar mais, mas quantos mais forem, mais fácil será para que vocês sejam descobertos. E, de qualquer forma, Rex elogiou sua performance ontem, então acredito que você e Leo consigam lidar com alguns marginais sem muita dificuldade.

Sr. James daria algum tempo para que Hino fizesse alguma pergunta ou observação. Após as resposta, ou uns trinta segundos em silêncio, finalizaria a sua ideia: — Por fim, espero que ao derrotarem os atacantes, seja possível arrancar algumas informações pertinentes, como para quem eles trabalham e se o ataque foi orquestrado ou não. Com isso, poderemos seguir adiante. — Endireitando sua postura, ficando completamente ereto na poltrona, e de expressão implacável, ordenou: — E é isso. Akikazu, sei que peço muito, mas apenas porque você já se mostrou capaz uma vez. Realmente espero que se prove capaz novamente. Agora vá! Você tem sua tarefa e eu tenho as minhas próprias investigações para fazer. — Com um aceno breve de cabeça, seu empregador lhe dava a indicação para que saísse e retornava a sua atenção para os papéis de antes.

Legendas:
  • Kate
  • Prefeito Dimas Connor
  • Sr. James e Associados
  • Civil


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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptyTer 20 Out 2020, 19:50


Após avaliar os detalhes acrescentados por James, um comentário em especial lhe chamou a atenção. "Assim como você deve reconhecer os cinco que atacaram a minha filha, eles também devem o reconhecer." – Se bem trabalhado, aquilo podia agir como uma vantagem. "É isso... Se não pode contra eles, junte-se a eles." – Em sua mente um estalo o fez exalar confiança. – Pensando bem, pode não me usar só como a isca, mas como a vara de pescar e o próprio peixe também. – Adicionaria. – Eu preciso saber se Kate visita essa costureira regularmente. Se ela segue um calendário, como uma vez por semana ou uma vez a cada quinzena ou uma vez por mês, se sim, tem um dia certo da semana ou são visitas esporádicas. – Tomaria o tempo adequado para a pergunta. – É verdade que os cinco são os principais alvos, mas me preocupa se a costureira não tem relação com o ataque. – Justificaria. – Então estou indo nessa, espero trazer novidades em breve. – Com todas as respostas adquiridas, despediria-se.  

Era chegada à hora de começar o trabalho de campo. Seu destino era a loja que Kate frequentava para a confecção de suas roupas, afinal como uma anã especial ela tinha necessidades especiais. – Me deseje sorte, amigo. – Mendigaria ao passar pelo portão, independente de quem tivesse responsável naquela hora da manhã. Para o caso de encontrar Leo pelo caminho, aproveitaria aquela oportunidade para expressar o que pensava para aquela missão. – Minha ideia é ir a fundo dentro desse grupo e para isso não só derrotá-los é a melhor das opções. Chegara esse momento, é verdade, mas não agora. Eu pretendo me entregar como um colaborador, me infiltrar e então acabar com eles de dentro para fora. O que me diz? Está de acordo? – Não queria deixar nenhuma dúvida ou estranheza se os seus planos se confirmassem. Para o caso dele não concordar com a sugestão, tentaria convencê-lo. – Confie em mim. Você me alimentou durante a madrugada, quando todos estavam em seus sétimo sono, James me aceitou como seu empregado e Kate como seu confidente, e se tem uma coisa que eu não sou é mal-agradecido. – Diria pura e honestamente, certamente o sensibilizaria. –  Talvez possamos usar a loja de costura como ponto de encontro, certifique-se de que ela seja segura e confiável. – Apontaria. – Boa sorte para nós! – Remeteria oferecendo a sua mão direita para selar o acordo.   

Após o término, com ou sem o encontro, Hino seguiria pelo mesmo caminho adotado anteriormente. Quando chegasse ao estabelecimento, não entraria logo de cara, mas sim analisaria as construções vizinhas. Procuraria por terrenos ou arranha-céus em estado de abandono e também por bares, livrarias e pontos no geral que alguém pudesse se misturar sem passar despercebido. A justificativa de sua estratégia estava na apreensão por terem sido abordados assim que pisaram na loja. Era como se soubessem e esperassem pela chegada de Kate e que antes pudessem ter usado locais estratégicos como esses para se ocultarem. Se fosse encontrado uma localidade com essas descrições, seguiria até ela para analisá-la de perto.

Também buscaria se informar com os trabalhadores fixos ou moradores em situação de rua nas proximidades. – Olá! Estou procurando por um homem que usa uma máscara que se parece com o bico de uma ave, um conhecido o indicou para fazer negócios com ele e seu grupo. O endereço fornecido me trouxe para essa rua, talvez você saiba me dizer onde ele fica? – Perguntaria insistentemente, uma, duas, cinco, dez vezes, quantas fossem necessárias. Caso encontrasse muita resistência, sacaria uma quantia de cem berries de sua carteira, afinal de contas todos conheciam a linguagem do dinheiro. – E agora? Talvez se fizer um esforço você não se lembre? Tenho mais dinheiro comigo, quanto acha que vale essa resposta? Dê-me um valor. – Esperava dessa vez conseguir uma resposta que agregasse em sua busca para que pudesse partir. Se o valor não passasse dos 1.000 berries, estaria inclinado em pagar, caso contrário, recuaria.

Caso os algozes fossem encontrados, não se desesperaria sequer sacaria sua espada para combatê-los, pois havia pensado em outra maneira de se aproximar deles e não exigiria combate. – Heeeey! Estão lembrados de mim? – Bradaria. – Sou o cara de antes, aquele que vocês tentaram atacar. – Asseguraria que tivessem a certeza de sua identidade. – Sabe... Eu estive pensando no que me disseram mais cedo, sobre os fios de cabelo daquela anã de meia tigela valer muito dinheiro e acredito que tenho o plano perfeito para fazer valer essa recompensa. – Para bom entendedor, meia palavra bastaria. – Onde podemos conversar a sós? – Colocaria-se disponível.  

Se os homens se mostrassem abertos a conversarem, seguiria prontamente com eles, com os braços levantados para o céu em sinal de que não representava perigo. Mesmo se fosse atacado nesse instante, não revidaria, mas sim buscaria fortalecer e recolher a região prestes a ser atingida para amenizar um eventual dano. Assim que tivessem chegado até o espaço apropriado, começaria a inflar o ego deles. – Mais cedo vocês me pegaram com as calças arreadas, de mãos atadas, não tinha nada que eu pudesse fazer senão demonstrar todo o meu apoio e serviços em favor daquela anã nojenta. – Tentaria apagar a disposição demonstrada na ocasião. – Eram muitas as testemunhas que poderiam me incriminar, vocês compreendem, não é mesmo? – Reforçaria. – Eu sou recém-chegado em Wars Island e pelo pouco tempo que estou dentro da casa de James eu conquistei a confiança de todos, inclusive Kate. Meu objetivo é ganhar dinheiro fácil nessa ilha e não me importo com os meios utilizados para alcançá-lo. – Apresentaria mais sobre ele, por mais que não representasse nenhuma verdade. – Vocês andam em maior número e isso me mostra que são um grupo temido e isso pode facilitar e muito que eu tenho em mente. – Continuaria.  

Durante a reunião, também seria um bom ouvinte e sempre que algum dos membros reivindicasse a vez da fala, assentiria positivamente com a cabeça como se estivesse concordando com aquilo, quando na verdade era pura tática de bajulação. – Pode ser um pensamento promissor. – Completaria, se o assunto tivesse relação com algum plano em si. – Compreendo. – Diria caso fosse um comentário supérfluo ou que colocasse a sua posição em dúvida. – O que eu estou oferecendo aos senhores é uma grande oportunidade de fazermos dinheiro fácil. O corpo de segurança não é confiável, apenas Rex pode ser tomado como uma ameaça, aliás, vocês sabem quem é Rex? – Aguardaria pela resposta, que não deveria vir. – Como pensei... São conhecimentos como esse, que eu sei e vocês não, que podem fazer toda a diferença. – Também procuraria manter contato visual com o homem que usasse a mascara em formato de bico e aquele que mostrou ter o máximo respeito dos seus colegas. Talvez o conquistando, ele se certificaria de que os outros o seguissem. – Você é o líder, não é? Se não for com o seu grupo, será com outro. Eu entrarei naquela mansão e só retornarei com aquela anã sob meu domínio, acha que tem o que é necessário para ter a vida de rico? – Lançaria para ele um mundo atraente.

– Minha oferta é 40-60. 40% do valor adquirido ficam pra mim e 60% dividem entre vocês. – Envolvendo números, aquela tinha tudo para ser uma fase critica da negociação, para isso, ficaria atento as reações que os homens pudessem apresentar, e caso a resposta não fosse positiva, recomeçaria. – Tudo bem, talvez eu esteja sonhando alto demais. 20-80 é o melhor que posso fazer. Vocês possuem as ferramentas, por assim dizer, mas eu conheço o caminho das pedras, sem mim vocês nem veriam a cor de tanto dinheiro. – Porém, caso aquilo não os atraíssem, e poderiam usar o fato de estarem em maior número como método de coerção, concordaria com eles independente do cenário que eles pudessem propor. – Negócio fechado. – Aguardaria pelo desfecho.  

Verdadeiramente Hino não tinha o menor interesse em agir contra os seus empregadores. Se ao menos os homens se mostrassem abertos a aceitar a proposta, ele se certificaria de prolongar o máximo possível ou mesmo impedir um ataque. A partir de uma resposta positiva, o seu papel seria de absorver o máximo de informações a respeito do grupo e suas atividades e repassar a Leo quando a oportunidade surgisse.  
                
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptyQua 21 Out 2020, 21:29



Um Novo Tempo, Uma Nova História — 12

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O Sr. James ponderava durante alguns momentos antes de responder: — Acho improvável… Minha filha confia na Jillian-san. Sem contar que, sempre que as roupas estão prontas, ela nos avisa e minha filha vai em algum dia posterior, mas nunca combinado, pois sempre me preparo antes de permití-la sair por aí. Desta vez, por sinal, ela foi até antes do comum, já que você apareceu tão rápido... — Os olhos do comerciante se estreitaram ligeiramente, mas ele logo deixou aquela ideia seguir adiante, assim como a conversa entre os dois.

[...]

Do lado de fora da mansão, mas ainda antes dos seus maciços portões, um sujeito alto e coberto por um suspeito sobretudo se aproximou de Hino lateralmente. A veste tinha a lateral do pescoço alta o suficiente para quase tocar o chapéu negro que ele usava, deixando seu rosto numa penumbra que tornava impossível assimilar suas feições. Também usava luvas, botas e calças longas negras, fazendo com que nenhuma parte do seu corpo estivesse visível. — BUU! — Sua tentativa de susto não seria muito efetiva, já que havia sido visto por Hino a uma distância considerável. — HUUUHUUU! — E sua risada fez com que todo o seu disfarce fosse por água abaixo.

Já esperando-o, Hino compartilhou seu plano com o parceiro. O movimento da destra do mink em direção a escuridão onde encontrava-se o seu rosto deu a entender que ele pensava sobre o assunto. — Bem, minhas ordens são duas: Primeiro, tentar me aproximar de um dos cinco discretamente. Se eu farejar ao menos um deles, devo conseguir segui-lo até sua base de operações ou algum ponto de encontro. Segundo, intervir imediatamente no caso de você ser atacado. O chefe foi bem veemente em relação a isso, então não pretendo contrariá-lo. No mais, acredito que você fique livre para seguir como preferir. Apenas evite entrar em algum local onde eu não possa seguí-lo! — Pediu, apertando a mão do segurança logo em seguida.

[...]

No dia anterior, Hino havia visitado aquela região com a sua patroa, no fim da tarde e distraído por causa da conversa entre os dois. Hoje, ainda no início da manhã e muito mais atento, o segurança observava os arredores com interesse, mas sem muito sucesso em sua busca. A mudança que ocorria entre a mansão do Sr. James e aquela região era drástica, embora atenuada pela transformação suave, mas constante, até ali. Os bares e lanchonetes eram verdadeiras espeluncas, quase todos fechados devido ao horário. As casas tinham uma aparência tosca, velhas e carcomidas pelo tempo. Vegetação era inexistente, com o céu oculto por uma densa névoa de poluição vinda das fábricas próximas, fato que havia passado despercebido devido ao pôr do sol do dia anterior, e os únicos animais vistos eram alguns gatos e cães de rua esporadicamente. Pedintes tinha de rodo em cada esquina e uma empregada — UMA EMPREGADA?!

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A empregada do prefeito estava prostrada em uma das esquinas do bairro, atraindo MUITO mais atenção do que deveria. Ela usava um bigode postiço e um óculos escuros, o qual baixou brevemente em reconhecimento a Hino, mas sua roupa permanecia sendo a mesma do dia anterior, uma verdadeira maid. Alguns dos pedintes do local haviam a rodeado, curiosos, e ocasionalmente a cutucavam, como se para se certificarem de que ela era real.

Indo até um pedinte afastado daquela cena, Hino tentava obter informações. — Hm… Não sei, vejo muitos rostos por aqui todos os dias... — O velho sujo informou com um leve sorrisinho zombeteiro no rosto, enquanto esfregava as mãos. Era óbvio o que queria. Hino compreendeu, mas não totalmente, e, ao sacar 100 berries do bolso e oferecer ao velho, este gargalhou tão alto que se engasgou e precisou de bons minutos para poder finalmente parar de tossir e limpar as lágrimas dos olhos. — Até eu ofereço mais do que isso numa troca de informações, garoto! — Virando-se para outro velho a uns 10 metros de distância, gritou: — Olha a ousadia desse moleque, Jorge! — Contrariado, Hino aumentou a sua oferta dez vezes, ainda não agradando o velho. Após escarrar e cuspir aos pés do segurança, apontou em uma direção e disse com claro desagrado: — Por ali.

Hino seguiu na direção indicada, andando por ruas desertas e tortuosas. Ocasionalmente, olhando para trás, poderia ver de relance Leo, "camuflado" com suas vestes ocultando sua raça. Outras vezes, via a maid do prefeito, seguida de perto por uma comitiva cada vez maior de moradores de rua e demais curiosos. Após alguns minutos, um baque surdo repetitivo atraiu a sua atenção e, entrando em um beco sem saída, se deparou com o delinquente do dia anterior. Ele estava só e sem máscara, de costas para a entrada do beco, socando algo que parecia um saco de pancada improvisado com uma calça e alguns trapos. Ele treinava alguns socos e chutes e, mesmo não sendo a sua praia, Hino poderia apostar seu salário e mais um pouco que ele era péssimo naquilo!

Distraído como estava, o bandido se assustou com a fala do segurança e se virou exaltado, puxando uma faca do cinto. — Q-Quem é você?! — Sem a máscara e sem seus companheiros para lhe darem coragem, parecia jovem e inexperiente, até mesmo com um quê de covardia, já que a faca tremia em sua mão. — Sou o cara de antes, aquele que vocês tentaram atacar. — Hino o relembrou. — Sabe... Eu estive pensand— A lâmina desceu com ímpeto e teceu um talho na bochecha esquerda do espadachim, cortando também sua proposta. — A-Acha que p-porque estou s-só e-eu não posso lid-dar com v-você?! C-Cai dentro, otário! — O jovem pulava para frente e para trás, tentando parecer perito no assunto, mas obviamente não sendo. A faca em sua mão ainda tremia, mas o corte de antes revelava uma destreza acima da demonstrada. Ou seria apenas sorte?

O beco ocultava os dois dos demais, e vice e versa. Contudo, não deveria demorar até a maid ou Leo chegar por ali e, provavelmente, se meter no assunto, para o bem ou para o mal.
Legendas:
  • Kate
  • Prefeito Dimas Connor
  • Sr. James e Associados
  • Bandido
  • Civil


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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptySex 23 Out 2020, 20:57


Com o depoimento de James, Hino descartava a possibilidade de Jillian ter agido ao lado dos criminosos, o que o tranquilizava. No final seria menos uma trama a ser investigada. – Ótimo, posso me concentrar apenas no grupo que nos atacou. – Pensava em voz alta.

Finalmente o encontro com Leo e com ele novas respostas. A primeira delas e crucial indicava um respeito grande perante as ordens de James, onde o mink sequer titubeava com a proposta do aventureiro. A segunda e não menos importante exibia um Leo bastante engajado, múltiplas-tarefas, deixando o seu toque e avental brancos de lado para se vestir como um verdadeiro profissional da investigação, o que tornava a situação bastante engraçada e leve. – Amigo, se eu te vejo na rua desse jeito e não conseguir mudar do lado da calçada a tempo, eu juro que me rendo e entrego meus pertences sem que você precise me dizer um ai sequer. Hahahahaha! – Brincaria, fazendo alusão a sua nova imagem com um quê de mistério e seriedade, digassi di passagi. – Desculpe-me por isso, não pude me conter. Mas pode ter certeza que eu o ouvi e irei levar em consideração tudo o que me disse aqui. – Talvez não fosse uma boa idéia tentar fazer as coisas funcionarem sozinho. Para tirarem o humanoide lobo da cozinha, capacitado ele deveria ser.

Durante a caminhada até o lugarejo, Hino era obrigado a se confrontar com a imagem nada agradável de um vilarejo altamente tecnológico vide as nuances cada vez mais sem cor e sem vida que surgiam pelo caminho. Isso o fazia questionar silenciosamente a disparidade do cenário apresentado na vizinhança da mansão onde estava residindo e na do próprio prefeito. Ao que parecia os mais afetados eram as regiões mais periféricas da ilha. Onde estava a lei da compensação ambiental? Foi quando entre um contraste e outro, aquela criatura parecia ter "acenado" para ele. "Não, não e não!" – Piscaria algumas dezenas de vezes até ser possível remover a poeira que havia poluído a sua visão. Porque sim, não encontrava outra explicação para aquilo que não fosse um engano. "Nem pensar, é uma mulher de bigode postiço e óculos escuros. Qual foi, querem me foder, paguem o jantar antes." – O prefeito Dimas era realmente uma pessoa peculiar. "Que seja, que possamos fazer o melhor possível para essa missão." – Quem ta na chuva é pra se molhar.

Em contrapartida, seu primeiro movimento havia se mostrado acertado. Tudo bem que a quantia inicialmente oferecida foi feita de pouco caso, e não podia acreditar que aquilo estava realmente acontecendo. Um morador de rua estava diminuindo a esmola que recebia? Não bastasse dar, ele queria mais o que? Um dia no salão de beleza? – O senhor é um brincalhão. Hahaha! – Seria o seu modo bem humorado de agradecer, esperava que não o aborrecesse. Se por um lado estava se sentindo aliviado com a pista recém-adquirida, por outro, a posição da maid naquela missão o preocupava. "Droga... Isso pode ser ruim. Ela está atraindo bastante curiosos." – Acenaria com a cabeça negativamente, levando a palma de sua mão direita até a altura da testa em pessimismo, como uma maneira de mostrar que aquela não estava sendo a melhor das idéias e poderia colocar em risco o resultado da missão. Em claro e bom tom, para que ela deixasse de segui-lo. Esperava que ela entendesse o seu gesto e recuasse, e talvez voltasse de maneira mais apropriada.

Valendo cada centavo de berries gastos com aquele senhor, havia sido feliz em chegar até a localização de um dos membros do grupo. Ainda que eles estivessem dispersos e não fosse o grupo em sua totalidade, era um cenário animador. E que movimentos eram aqueles? Com um pouco mais de esforço talvez conseguisse ser derrubado pelo vento, o que era difícil de conseguir em uma região fortemente desmatada como aquela. Todavia, contrariando a lentidão dos seus movimentos, o seu alvo mostrava um tempo de reação absurdo. – AAHHH! AARRRFF! – Balbuciava ante o corte recebido na altura da bochecha. – TSSC! – Rangia os dentes em sinal de raiva e esboçava levar sua destra na altura do pomo de sua katana. – Ledo engano, você não deveria ter feito isso. – Oh sim! Não pelo risco de desconstruir sua boa aparência, isso era o de menos, mas por seu irmão viver dentro do espectro do autismo.

Como vivenciado em algumas situações durante a adolescência dos irmãos Akikazu, eram frequentes as alterações emocionais em Jin sempre que uma mudança dentro de casa, rotina ou que ele pudesse notar em sua mãe e no próprio Hino, como um corte de cabelo novo, ocasionava. "Droga, você é um homem morto." – O medo em talvez ser mal visto pelo seu irmão ou espantá-lo em um reencontro o consumia.

Na contramão da raiva, o atacante mais parecia como uma criatura pequena e inofensiva, muito distante da realidade das grandes criaturas que Hino costumava caçar ao lado do seu avô ou mesmo os oponentes que geralmente escolhia na hora de optar por entrar em uma briga, geralmente aqueles que parecessem mais temidos. "Eu queria ver a mesma pose de valentão de antes, vai ver você não é assim tão confiante longe dos amigos." – Ponderaria. – Você é mesmo um pé no saco. Deveria ter entrado para a Marinha ao invés do mundo do crime, viajar em frota e fortemente armado. Mas vou te dar o beneficio da dúvida. Em resposta, o segurança sacaria sua katana com ela dentro de sua bainha negra. Ainda que estivesse próximo de iniciar sua investida, não queria feri-lo gravemente como só o potencial da lâmina permitiria.

Portando a katana em sua mão esquerda com a bainha voltada para baixo e a direita livre a frente do corpo, na altura do pescoço, aceleraria em máxima velocidade em direção ao oponente. Visando desarmá-lo, o objetivo era simples, com a parte externa do punho e pulso, assim que encurtasse uma distância suficiente de um metro, realizaria um tapa com o punho fechado, de baixo para cima, na altura da empunhadura que carregasse a faca. Era possível que o mesmo trocasse a faca de mãos, por isso, aguardaria até o último minuto para definir qual mão deveria atacar. Se fosse bem sucedido em seu ataque, com a parte não cortante da bainha da katana, buscaria um golpe na horizontal, da esquerda para a direita, mirando acertar os dois joelhos do oponente, com força suficiente para colocá-lo literalmente de quatro.

Caso a primeira estratégia não fosse possível de ser executada, partiria para o plano B. Mimicando os pulos adotado pelo bandido e contando com a sua perícia no campo da Acrobacia, segurando a empunhadura da katana com as duas mãos, mantendo ela acima da cabeça, realizaria um salto em sua direção como uma maneira de criar um elemento surpresa. Quando a queda ultrapassasse os seus pés do comprimento do pescoço adversário, realizaria um golpe descendente com a bainha da katana em direção ao lado direito do seu pescoço. Em complemento, uma joelhada grosseira com a perna esquerda relembrando os tempos que lutava na rua que teria como meta o centro da fuça.

Para se defender, levaria em conta que o único item que poderia representar algum perigo era a faca que já se provara cortante, e também não subestimaria a agilidade do adversário. Aquela era a vantagem da marca em seu rosto, obrigando-o a manter os pés no chão com humildade e disciplina. Se fosse atacado na vertical, volveria a bainha de sua espada na horizontal em direção a lâmina da faca, sempre com o braço alongado explorando o máximo de sua envergadura, para que pudesse encaixar um contra-ataque com o seu punho livre na altura do rosto do adversário.

Com a chance de sofrer um golpe em linha reta, moveria apenas a parte da cintura para cima do seu corpo, para a esquerda, com a bainha de sua espada na horizontal, flanqueando a lâmina adversária, então realizaria uma força oposta para fora visando desarmá-lo, com isso, buscaria um chute com o tornozelo direito, na altura do seu abdômen.

Para o caso de sofrer um ataque na horizontal, independente da origem que partisse, buscaria se esquivar para o lado contrário - da direita para a esquerda partiria da esquerda para a direita, e vice-versa - tomando o cuidado de inclinar o corpo para fora do alcance da lâmina para criar uma abertura e desferir um golpe na diagonal, de cima para baixo, visando suas costas.

Cogitando que ele pudesse lutar desarmado, seguindo o treinamento que estava sendo realizado antes de ser interrompido, apenas o fintaria, de um lado para o outro, até o momento que encontrasse uma abertura para realizar uma de suas investidas em mente.

Todos os seus ataques e até mesmo nas possibilidades de defesas, não atacaria de maneira letal, mas sim em regiões que pudessem neutralizá-lo por completo. Se lograsse êxito, aproveitando-se da sua vulnerabilidade, moveria para as costas do oponente e então fincaria levemente a chape da bainha no comprimento de sua coluna. Com um pé no limite da covardia, provavelmente o paralisaria. – Os homens mandados para me seguir estão para chegar, o que você pretende fazer? Ficar aqui como um porco prestes a ser levado para o abate ou nos mostrar uma saída e ouvir o que eu tenho a dizer? – Ofereceria ao seu alvo.

Com uma resposta positiva, seguiria com ele pelo atalho indicado. – Você prefere atacar para matar ou atacar para cortar? – Mencionaria durante o caminho, mostrando que com um pouco mais de firmeza e força o corte poderia ter colocado Hino em sérios problemas. Com a chegada ao destino final, voltaria a dizer. – Mais cedo, com o interesse na Tontatta, fale-me sobre as condições de trabalho. Quais eram os planos? Para onde a levariam? Já possuem um interessado na compra? – Perguntaria. Ou melhor, exigiria. – Eu posso ser útil e nos colocar dentro da mansão, mas claro, eu precisaria conversar com quem realmente tem o poder de decisão, o que acredito não ser o seu caso. O que me diz? – Aguardaria pela sua posição.

Caso fossem interrompidos no beco com a eventual chegada de Leo ou da maid, descartaria o seu plano inicial e então colaboraria com os seus colegas de missão. Segurando o bandido pelo cabelo, inclinaria a sua cabeça para trás e dizendo assim que os seus dias de glórias estavam acabados. O mesmo questionamento anteriormente citado seria lido ao homem, com um acréscimo. – Para quem vocês trabalham? Onde os encontramos? – Finalizaria.

Também ficaria atento em possíveis rotas de fuga, como escadas ou caçambas de lixo que pudessem ser escaladas, se necessário fosse. O mesmo morador de rua que lhe vendeu a informação, também poderia acusar a sua posição para terceiros, sem contar que a maid estava sendo cortejada e com a chegada dela, poderiam atrair um público indesejado. Queria discrição acima de tudo.        
                
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptyTer 27 Out 2020, 20:12



Um Novo Tempo, Uma Nova História — 13

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O sangue dos dois lutadores fervia, inundado de adrenalina, enquanto suas armas eram postas a frente e seus olhos buscavam por brechas e oportunidades. Hino foi o primeiro a avançar, acertando um tapa na destra do bandido. A mão dele baixou por um momento, mas com esforço ele a trouxe de volta e golpeou com uma estocada. Mudando sua estratégia, Hino desviou com um movimento de corpo e prosseguiu com um giro de sua bainha, desarmando o garoto e chutando-o no abdômen.

O larápio recuou dois passos, enquanto sua pequena lâmina girava e caía alguns metros adiante. Seus olhos se prenderam na arma por um momento, como se ele estivesse dividido entre buscá-la ou não. Por fim, voltou sua atenção para o espadachim e levantou seus punhos. Um jab, não tão rápido, foi desferido e contra-atacado com um golpe descendente da bainha e uma joelhada ascendente.

Caído e com sangue escorrendo do seu nariz, o bandido lamentou: — Gobendasai! — Sua voz estava fanha devido ao entupimento de uma de suas narinas. — Perbão nelo bacilo! — Desculpou-se novamente.

Com a proposta do segurança sendo por fim ouvida e acatada, o larápio o levou até o limite do beco sem saída. Ou melhor, aparentemente sem saída! Havia uma passagem tão estreita entre a parede de fundo e a parede lateral que era quase imperceptível para olhos desatentos. Os dois precisaram se espremer e andarem de lado, como caranguejos, com uma parede a frente e outra atrás, altas e imponentes, até saírem do outro lado. Hino ouviu algum xingamento pouco antes de sair daquele imprensado e teve a impressão da voz ser a mesma do lupino.

[...]

Eu dão sei! — Informou. Sua voz estava um pouco menos anasalada, embora seu rosto inchasse mais a cada momento. — Fui abeito nos 'Desmontela' a uma semana, bão sei buito. Sabia que somos os segundo baiores? Perbemos apenas pros 'Desmonta', por enquanto! — Se gabou, apesar do seu estado deplorável. — Eles copiaram o bosso nome, obviamente!

[...]

A dupla caminhou por cerca de quinze minutos, se aprofundando cada vez mais no subúrbio da ilha. O jovem usava becos e passagens estreitas e desertas, como se objetivasse descartar seguidores. Houve meia dúzia de vezes que ele sumiu da vista de Hino entre uma curva e outra e, se quisesse, teria evadido facilmente, mas não o fez. Hino, por sua vez, sentia-se cada vez mais desnorteado com tantas passagens e curvas. Apesar de ter feito todo aquele caminho pessoalmente, dificilmente conseguiria retornar sem um guia. Sequer sabia mais de qual direção havia vindo, estava totalmente a mercê do larápio.

Por fim, terminaram a caminhada em mais um beco, este completamente imundo com fuligens e peças velhissimas de máquinas jogadas por todos os cantos. O mais jovem bateu numa porta de metal que havia no fundo e, após alguns segundos, uma pequena parte foi deslizada para a lateral, permitindo que os dois vissem um par de olhos castanhos. — Opa, é o Jorge! Abre aí! — Os olhos se estreitaram, observando aquela massa circular que era o rosto do bandido. Parecendo perceber o seu estado, o larápio corou fortemente antes de se explicar: — É que eu comi amendoim sem perceber. Haha! Avisa o Solas, tem alguém que ele vai gostar de conhecer! — A portinhola foi fechada sem resposta e os dois aguardaram.

Um minuto se passou. Dois. Cinco. — Haha, liga não, é assim mesmo! Haha. — Dez. Quinze. Vinte. Jorge, como Hino havia descoberto ser o nome do larápio, alternava o olhar entre a porta e o segurança, inseguro. — E-eles d-devem abrir logo, logo. Haha! — Vinte e três minutos de espera e a porta se abriu para dentro. Com um visível suspiro de alívio, Jorge passou por ela e gesticulou para que Hino fizesse o mesmo. Os dois andaram por um corredor mal-iluminado que não devia ter mais do que cinco metros, até pararem em uma sala circular com cerca de cinco metros de diâmetro e igualmente mal-iluminada. Por que diabos haviam demorado tanto para avisarem o tal de Solas e voltar era um mistério.

Por sinal, havia um homem alto, esguio e careca sentado no centro da sala, fumando um cigarro requintado, assim como suas vestes. Apesar da parca luminosidade, provinda de dois candelabros nas laterais do aposento, usava óculos escuros. — Jorge, não é? — O garoto levava algum tempo até perceber que a pergunta havia sido dirigida a ele, se atrapalhando com as palavras. — Oh! Ah... Eh… I-isso, senhor! — Uma longa tragada era dada pelo careca, com este soprando a fumaça longamente antes de continuar. — Espero que seu amigo tenha mais cérebro do que você, ou ambos tomarão uma surra! — Jorge tremia da cabeça aos pés, sem nem mesmo conseguir pronunciar uma resposta, enquanto que o tal de Solas observava Hino, esperando. A fumaça antes soprada girava debilmente sobre a cabeça do careca.

Legendas:
  • Kate
  • Prefeito Dimas Connor
  • Sr. James e Associados
  • Bandido
  • Solas
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptySab 31 Out 2020, 15:27


– ARF! ARF! – Ao término do confronto, Hino estava bastante ofegante. Mesclar os movimentos do seu estilo de luta principal com os movimentos grosseiros da luta de rua era sempre um trabalho cansativo. "Ele é desengonçado, mas rápido..." – Observava. "Ainda assim, não posso perdoá-lo. Essa luta está longe de ter chegado ao fim." – Franzindo o cenho pelo fato de que deveria mantê-lo vivo uma vez que morto não o levaria a lugar algum, aguardaria pelo primeiro deslize que ele desse para o acerto de contas definitivo. – É bom você não estar de brincadeira comigo. – Bradaria, seguindo junto ao mesmo pela passagem tortuosa. Ainda que tivesse desenrolado a situação para aquela finalidade, toda aquela abertura causava bastante estranheza e até por isso redobraria sua atenção, mantendo sempre um olho no peixe, outro no gato.

Mesmo com uma dificuldade na voz, era possível entender o que ele estava dizendo, e o cenário não parecia ser nada promissor. "Sério... Uma semana?! O quanto esse cara consegue ser influente? Estou por conta própria?" – Ao que tudo indicava o homem ao seu lado era um peixe pequeno e isso poderia dificultar seus planos. – ARF! – Entre as várias voltas e reviravoltas, Hino fazia pausas, repousando com o ombro esquerdo ao primeiro apoio que surgisse. – Já chegamos? – Com uma resposta, talvez o seu corpo colaborasse e o desse um gás extra. – E agora? – Insistiria. "Em que buraco eu fui me enfiar?" – Hora e outra olhando para trás a fim de confirmar se algum dos seus aliados estaria em seu rastro, à resposta era preocupante. Estava sozinho e perdido. "É isso, não tem mais volta." – Ciente das condições em que se encontrava, não poderia vacilar.  

Independente do cansaço e as passadas lentas, uma mensagem positiva: Não importava os desencontros, o seu algoz sempre estava lá a sua espera, falando com convicção sobre o grande número de membros do seu grupo e a influência que eles exerciam dentro daquela ilha. "Desmontela, Desmonta, que raios de nomes são esses? Dois irmãos brigaram e criaram esses grupos rivais para se provocarem?" – Aquele era para ele um motivo de orgulho, ou seria um meio de garantir a sua sobrevivência?

Após chegarem ao destino final, arcado e com as duas mãos sobre os joelhos, Hino arquejaria. – Onde estamos? Que parte da ilha é essa? – Perguntaria com antecedência para o caso de ser necessária uma fuga. Manteria-se naquela posição até que pudesse sentir uma melhora em sua aptidão. A vizinhança entregava que talvez se tratasse de um local de desmanche, e que talvez fosse essa a origem do nome "Desmontela". – Então esse é o seu nome... – Observando a demora e a apreensão do agora reconhecido Jorge, aquela se mostrava ser uma informação útil. – Não se preocupe. Se eu quisesse te matar eu já teria feito há muito tempo. Vamos pensar positivo e torcer para que essa seja uma parceria vencedora. – Buscaria tranquilizá-lo. Com a energia recuperada, ajeitaria a sua postura, o lenço em seu pescoço e o cabelo para o lado direito no aguardo de que fossem recebidos. – Pelo visto a pontualidade não é o ponto forte de vocês. – Provocaria em um tom baixo.

Com a porta finalmente se abrindo, um misto de seriedade e suspense o envolveu. Naquele momento crucial, só conseguia pensar em casa e no que deixou para trás. O que o aguardaria atrás daquela porta? O longo tempo de espera talvez fosse só um teste de resiliência e agora o verdadeiro teste deveria iniciar pra valer. "Você consegue." – Firmando os membros inferiores, com passadas curtas, mas firmes, a cabeça erguida e máxima atenção, corajosamente acompanharia Jorge e o guia para dentro daquele mundo desconhecido.

Guiados até a sala final, o homem ao centro parecia um pouco assustador... E aquilo despertava certo interesse em Hino, fazendo-o esboçar um sorriso. "Se for necessário chegarmos às vias de fato esse é o homem que eu quero enfrentar." – Em uma primeira abordagem, alcançaria no bolso de sua vestimenta uma unidade de cigarro e a caixa de fósforos. Com os itens em mãos, prensaria o cigarro entre os lábios enquanto que com a caixa na mão esquerda e o palito na mão direita, riscaria o palito na tira de acendimento. Após produzir a chama, aproximaria da ponta do cigarro e o acenderia. Se necessário fosse, usaria as mãos em formato de copo a frente das chamas para protegê-la do vento circundante. Assim que terminasse de acender o cigarro, assopraria o fósforo para apagá-lo e evitar que queimasse os dedos da mão.

– Parece que compartilhamos do mesmo vício. Parece, ainda, que o seu cigarro é mais sofisticado que o meu. – Teceria ao careca, quase como um elogio ao passo que tragaria o cigarro e assim saciando o vício. – Pra ficar melhor só com um café preto. – Como um sinal de engajamento, procuraria pelo primeiro assento que pudesse localizar em sua frente, como um banco ou caixote. Se fosse localizado, sentaria levemente inclinado, com a parte frontal do corpo aberta, os cotovelos na altura da perna e as mãos unidas à frente do rosto. – Conheci o nosso amigo Jorge aqui durante uma tentativa de sequestro de uma Tontatta. – Iniciaria. – Ele abriu os meus olhos para o potencial que essa raça possui em atrair interessados e dinheiro. – Completaria. – Enfim, eu estou trabalhando para ela, com um amplo acesso de sua residência e conhecimento das pessoas e serviços ali prestados, bem como todos os atalhos possíveis. – Faria uma breve pausa. – Trata-se de uma família altamente protegida e é ai que eu precisaria da ajuda de vocês. Enquanto eu entro com o plano, vocês entrariam com os recursos como homens e investidores. – Acompanharia-o uma segunda tragada.

– Mas como na vida tudo tem um preço, não darei essa informação a vocês de graça. Meu objetivo é sair dessa ilha assim que tivermos a grana, para isso eu pretendo conhecer a estrutura da organização de vocês, o que podem me oferecer para o serviço, e o interessado na aquisição da Tontatta. – Aguardaria por uma resposta, deixando sua destra próxima da empunhadura de sua espada. Seus olhos percorreriam o cenário ao redor visando possíveis rotas de fuga, bem como a movimentação - ida e vinda - de terceiros. – Diferente do que imagina, pelo pouco que vi, acredito que Jorge seja um líder nato e o mais adequado para liderar essa missão. – Apostaria alto, ainda que Jorge não fosse bem-quisto.      
         
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptyTer 03 Nov 2020, 12:26



Um Novo Tempo, Uma Nova História — 14

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Estamos próximos do vilarejo Kuen! — Jorge respondeu, enquanto ainda aguardavam pela porta ser aberta. — M-m-m-matar?! — Ingadou. Pelo seu tom, ficou claro que aquela possibilidade não havia passado em sua mente até então.

[...]

Já na sala, Hino não respondia o líder daquele bando de imediato. Havia aguardado quase meia hora por aquela audiência e se sentiu no direito de fazê-lo esperar por alguns segundos enquanto acendia o seu cigarrinho. Contudo, ao colocar uma das mãos dentro do bolso, um click foi audível vindo de trás do careca: Das trevas que envolviam as bordas da sala, a ponta de um cano de revólver se tornou visível, apontado na direção do segurança. Jorge gemeu ao seu lado, visivelmente amedrontado, mas permaneceu em seu lugar. Hino puxou o cigarro e os fósforos e, ao ver os itens, Solas fez um gesto e o revólver sumiu na escuridão novamente.

O careca aguardou e ouviu os comentários do segurança, mas não respondeu. Seu único movimento nesse meio tempo foi mais uma tragada em seu cigarro e nada mais. O único assento no recinto era o qual Solas estava sentado, obrigando que os dois convidados permanecessem em pé, desconfortáveis diante a presença do careca.

Hino começou a explicar o que queria ali e, ao mencionar a tentativa de sequestro, os olhos do tal Solas se desviaram na direção do mais jovem, estreitando-se e fazendo com que o garoto suasse frio. O restante ele escutou em silêncio e sem reações. Ao fim, ele tragou mais uma vez, lentamente, sem a menor pressa. — Você é ambicioso, o que é bom! — Mais uma tragada. — Antes de mais nada, qual o seu nome? Me disseram que Jorge disse o meu para você, então estou em desvantagem aqui. — Após a resposta, continuou: — Você tem uma informação interessante. Informação essa que eu poderia adquirir a força! — Seu lábio se curvou levemente para cima, enquanto seus olhos estudavam o segurança diante sua intimidação. — Mas sou um cara justo e estou disposto a tentar negociar antes disso! — A ênfase que deu em certas palavras deixava bem claro as suas intenções.

Após ponderar por um momento, levando o cigarro aos lábios enquanto isso, propôs: — Amanhã, ao meio dia em ponto, você irá até a Apple e contará ao Jacques aqui sobre a casa da tontatta. — Com suas palavras, um espadachim alto e esguio deu dois passos adiante, saindo das sombras e se tornando visível para Hino. — Endereço, entradas, quantidade de funcionários, se possuem armas, onde a anã costuma ficar, seus horários… Tudo! Jacques então lhe dará uma bolsa com quinhentos mil berries e você sairá da ilha como tanto quer. Agora, se trouxer a anã junto, aí dobrarei a sua recompensa! Que tal?

Solas se manteve em silêncio por um minuto, saboreando seu fumo e deixando que sua proposta fosse analisada pelo segurança. — Se você não estiver lá na hora marcada, colocarei os quinhentos mil como recompensa pela sua cabeça. Se a marinha aparecer ou algum caçador, se alguém lhe seguir ou se qualquer coisa der errado, mesma coisa. Se tentarmos pegar a anã e suas informações forem incorretas, então será um milhão pela sua cabeça. E quando o pegarmos, se arrependerá de nos enganar até o último dia de sua vida. Fui claro? — Curvando-se para frente, apagou seu cigarro no braço da cadeira e jogou-o na direção de Hino, errando-o.

Agora, se não tiver nenhuma pergunta, pode ir. — Jorge também se virou para sair, mas… — Você fica! — Balançando a cabeça negativamente, o careca continuou: — Nunca um novato cometeu tantos erros seguidos em tão pouco tempo. Precisamos ter uma conversinha... — Solas se levantou e começou a arregaçar as mangas da camisa, aproximando-se do garoto de forma ameaçadora.

Legendas:
  • Kate
  • Prefeito Dimas Connor
  • Sr. James e Associados
  • Bandido
  • Solas
  • Civil


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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 3 EmptySex 13 Nov 2020, 00:05


Aquele foi um movimento arriscado, Hino confessava. O click daquela arma, sinal de que acabara de ser destravada, foi o suficiente para congelar a sua espinha e, assim como o mandante provavelmente ficara seguro de que Hino não estava sacando nenhum armamento, estava igualmente ou mais aliviado. – Calmos, rapazes! São apenas o cigarro e o fósforo. Ainda não descobri uma maneira de criar um incêndio com apenas esses dois itens. – Buscaria amenizar a situação. Ao seu lado, Jorge estava assustadiço, muito provavelmente por um excesso de (des)confiança ao saber do que aquele homem à frente da dupla era capaz, e como um caçador no coração, Hino sabia que aquele instinto era prudente.

– Perdoe-me pela minha deselegância, meu nome é Hino, com H. Podemos dizer agora que estamos em pé de igualdade?!. – Rebateria, mesmo sabendo que aquilo não fosse verdade. Ignorando completamente o comentário seguinte, pois não tinha propriedade para assegurar que teria a capacidade de enfrentar tortura sem ceder, apenas manteria para si como um desafio pessoal. – Apple?! O que seria isso? Não reconheço apenas pelo nome. – Perguntaria, redobrando a sua atenção. Não queria deixar nada passar sem absoluta certeza. – Entendi. – Concordaria com o cenário proposto.

"Qui-Qui-Qui-Quinhentos mil berries." – Descrente com a informação apresentada pelo careca, Hino tossiria em espanto, claro, levando sua mão direita fechada em formato de copo na frente da boca para disfarçar. – Cof, Cof. – Ele realmente estava falando sério? Não era possível. Um valor astronômico como aquele pela informação que levasse à captura da Tontatta. "Agora eu posso imaginar o que atrai as pessoas para essa vida." – Para um valor como aquele, e muito provavelmente o menor valor estipulado pensando no quanto eles poderiam lucrar com Kate, talvez fossem capazes de duplicar ou triplicar aquele valor. Era surpreendente. – Está na hora de parar com o cigarro, está me fazendo mal, não sei como eu ainda insisto com isso. – Desconversaria.

– O que garante que vocês não me matarão assim que tiverem a informação? O que me mantém vivo é exatamente ela. – Leria ao mandante. – Eu faço questão de participar ativamente do plano, quero que eles saibam quem foi o responsável quando tivermos arrastando o corpo dela para fora de sua residência. – Falaria, com o braço direito levantado verticalmente, com a palma da mão para frente como se estivesse comemorando um gol a fim de mostrar confiança em seu plano. – Eu estarei lá na hora marcada, apenas se certifiquem de levar o meu dinheiro. – Asseguraria.

Virando-se para sair, para onde quer que fosse, pararia imediatamente ao tomar nota de que Jorge estava sendo intimado. O lado racional lhe dizia para contestar o que fosse que viesse a seguir, o outro, mais emocional, sabia que aquele era um preço barato a se pagar por alguém que procurou estar naquela vida. – O que pretendem fazer com ele?! – Perguntaria despretensiosamente. – Talvez eu possa ficar com a parte dele se ele morrer? Porque, claro, ele foi o grande responsável por descobrir esse plano potencial. – Tentaria chamar a atenção para o seu papel no plano e quem sabe aliviar a sua barra. Independente do parecer de Solas, sairia daquele lugar na primeira oportunidade.

[...]

Se o seu cigarro ainda tivesse forças para se manter aceso, daria uma última tragada antes de descartá-lo e pisar sobre ele com o pé esquerdo. Se tivesse conseguido sair, ou então encontrado um local isolado, analisaria a vizinhança visando saber se estava sozinho ou não. Caso solitariamente, relaxaria. "O que foi que eu fiz?" – Com as duas mãos na altura da têmpora, como se seus dedos tivessem entrelaçando os fios de cabelo querendo arrancar o coro cabeludo e com as pernas saltando como se fosse um caranguejo andando na beira da praia, aquela era mais uma de suas reações espontâneas exageradas. "MERDA! MERDA! MERDA! MERDA! MERDA! MERDA!" – Agora quem estava assustadiço era ele. "Eu sou um homem morto! Não... Eles vão atrás de Kate-sama com ou sem mim." – Eram vários os cenários que passavam pela sua cabeça. "Onde estão meus colegas? Se formos vistos juntos será um problema." – Refletiria. Caso fosse pego naquela posição vulnerável, trabalharia para contornar a situação. – Meus pés estavam queimando, é quase como uma resposta automática do meu corpo quando estou prestes a iniciar um dos meus sequestros. – Esperava que aquela desculpa colasse.

Depois de um momento a sós para poder respirar e colocar a casa em ordem faria uma ronda pelo entorno do quartel revirando as peças de máquinas vistas anteriormente escanteadas, como um animal faminto a procura de alimento. Hino, por sua vez, buscaria por objetos ou papéis de valor que pudessem agregar em sua jornada. Caso encontrado analisaria a sua estrutura e, se necessário fosse, removeria a poeira que pudesse ter sido impregnada no item. Com a busca se arrastando e a falta de encontrar algo voltaria para dentro do quartel.

De volta, o seu alvo seria, inicialmente, um local como refeitório ou sala de estar, onde geralmente os empregados se reúnem para jogar carteado e conversa fora em seu horário de descanso. O seu público eram os soldados, aqueles enviados para as missões nas ruas como o grupo enfrentado anteriormente, esperava, inclusive, que pudesse encontrar algum rosto conhecido. Se sua expectativa se confirmasse, mirando o grupo mais numeroso, forçaria uma aproximação despretensiosa, aos poucos, não necessariamente se sentaria junto a eles, mas próximo. Esses soldados certamente conheciam a rotina das ruas e esperava conseguir extrair alguma informação, um episódio recente, alguém se vangloriando de suas vitórias, respostas no geral que pudesse assimilar seriam bem-vindas.

– HAHAHAHAHAHA! Essa foi muito boa. – Caso fosse escutado uma piada, por pior e mais sem graça que ela fosse, riria para massagear o ego do contador. – Eu acredito em você, os Desmontela são horríveis. – Reforçaria caso o dito nome fosse suscitado no meio da reunião. Caso os membros da mesa não vissem sua aproximação com bons olhos ou o repreendesse, esquivaria-se com os braços levantados em sinal de rendição. – Já estava de saída, apenas procurando o banheiro. – Seguiria. Porém, caso fosse bem interpretado e aceitassem a sua aproximação ou o convidassem a se sentar, apresentaria-se. – Meu nome é Hino, estou aqui a negócios. – Procuraria por um assento e se sentaria. – Amanhã estarei me encontrando com o Sr. Jacques, tenho uma oferta muito promissora em mãos, um trabalho grande e que se bem-sucedido todos nessa mesa sairão ganhando, definitivamente. – Tentaria atraí-los. – No entanto, esse vai ser o nosso primeiro encontro e estou um pouco reticente, talvez vocês o conheçam a mais tempo do que eu e saberiam me dizer como proceder. Ele é um cara fácil de lidar? Bem humorado ou mal humorado? Coisas do tipo, vocês me entendem... – Pesquisaria. Com uma resposta satisfatória, levantaria-se da mesa com um aceno positivo com a cabeça. – Obrigado, aguardem por noticias. – Caso eles desconversassem, manteria-se na mesa como um sinal de boa fé. – Deixem pra lá, vamos falar de coisa boa: mulheres. É incrível com as mulheres de Wars Island são bonitas. Aposto com vocês que, se me apresentarem a mulher mais bonita dessa ilha eu consigo conquistá-la. – Insistiria pela confiança deles.  

Nessa altura do campeonato, caso Jorge já tivesse sido dispensado de sua conversa com Solas e pudesse reencontrá-lo, abordaria-o. – Então Jorge, o que passou? Estamos bem? – Sinalizaria. Caso a resposta fosse apreensiva, emendaria. – Porque segue esses caras? Você definitivamente não leva jeito pra essa vida. – Seria curto e grosso. – Qual a graça de viver pisando em ovos? Medindo as palavras? Isso não é liberdade. Você aparenta ser um cara inteligente, mas nunca chegará a seu máximo potencial dentro dessa organização. – Diria cuidadosamente em um tom suficientemente audível para ele. – Cuide da minha retaguarda, sirva como meu álibi e conquistaremos muito mais do que dinheiro, mas reputação e você será finalmente livre. – Ofereceria sua mão para selar o acordo. Com uma resposta confiante e de admiração por aquele grupo, diria. – Lembre-se, nunca um novato cometeu tantos erros seguidos em tão pouco tempo como você. – E, se tivesse conseguido intervir mais cedo, reforçaria. – Eu o salvei uma vez, mas você precisa cooperar se quiser que eu te proteja novamente. – Não sendo suficiente para chamar sua atenção, finalizaria. – Esqueça, você não está pronto para sentar-se à mesa dos adultos. – Retiraria-se, procurando um assento para que pudesse encostar a cabeça e descansar, ou ao menos tentar.     
         
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