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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um novo tempo uma nova história

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptySeg 24 Ago 2020, 21:46

Relembrando a primeira mensagem :

Um novo tempo uma nova história

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Hino Akikazu. A qual não possui narrador definido.


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new man reformed
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptyQui 10 Set 2020, 16:27


Finalmente o término daquele teste havia chegado e com ele o fruto de ter sido bem-sucedido emplacava uma empolgação ímpar por parte de Hino que flexionava os joelhos e então saltava com o punho direito com um soco para o alto e o braço esquerdo na altura da cintura em formato de L. – É isso! – Aquele, por sinal, era um traço recorrente de sua personalidade ao ter reações mirabolantes sempre que entusiasmado com algo. O motivo da vez era a conquista do emprego. "Mãe... Jhin... Torçam por mim." – Confiava que ainda que a distância os separasse os dois ainda estariam na torcida por ele.

– Não posso esperar para conhecê-la, estou muito animado em poder trabalhar para vocês. Darei o meu melhor. – Responderia ao agora colega de trabalho, acompanhando-o para dentro da mansão novamente, tomando o cuidado de repetir todo o ritual realizado por ele, como retirar os sapatos para pisar dentro da residência e procurando sempre se manter atrás, não mais do que dois metros. Em frente à porta do quarto que Rex batia, Hino aproveitaria para pentear o cabelo com o auxilio das próprias mãos, colocando-o para o lado direito da testa e também ajeitaria o lenço branco no comprimento das costas que com a luta anteriormente travada devia estar bagunçado. Tudo isso tentando passar uma boa impressão para a sua patroa.

Preocupado com a imagem que iria passar inicialmente, pois diz que a primeira impressão é a que fica, Hino nem havia se dado conta do tamanho da porta que Rex havia batido, para ele era apenas um engano ou um trinco secreto que guardasse a verdadeira porta. Assim que a porta é aberta, no entanto, uma surpresa. Todos os móveis eram planejados e muito pequenos. "O que é isso?" – Questionava-se intimamente. Escutando o que parecia ser um cochicho, Hino levava algum tempo para descobrir a origem daquela voz devido ao tamanhico daquela pessoa. – Olá! – Ajoelharia-se à frente dela para que pudesse reduzir a diferença do tamanho e pudesse compreendê-la melhor, estendendo a sua mão direita, apenas com o dedo mínimo ereto para cumprimentá-la. – Eu sou Hino Akikazu, o mais novo contratado da família. Estou a sua disposição para servir como preferir. – Leria à anã. Era curioso como aquele que se apresentou como o seu pai anteriormente tinha o tamanho de uma pessoa normal e a jovem extremamente pequena. – Seu pai se mostrou bastante preocupado com o seu bem-estar, espero corresponder às expectativas. – Lançaria no ar a fim de investigar o apreço da jovem pelo homem.

Todavia, antes que fossem explorar a cidade para satisfazer as vontades de Kate, Hino precisava correr atrás de uma cartela de fósforo ou um isqueiro, itens esses que como não tinha dinheiro para comprar, poderiam ser facilmente encontrados na cozinha. – Com licença, Kate-sama, você poderia me indicar onde fica a cozinha e me conceder um minuto? – Perguntaria à jovem. – Podemos combinar um lugar para nos encontrar ou você poderia me acompanhar, como ficar melhor pra você. – Caso ela não concordasse com aquilo e não passasse a informação, obedeceria a sua ordem sistematicamente. Afinal de contas, o seu objetivo era durar mais do que um dia no cargo.

Caso tivesse uma resposta positiva, seguiria imediatamente para o cômodo indicado e procuraria por um profissional que ali trabalhasse. Como uma casa de alto padrão, o trabalho ali desenvolvido deveria ser bastante sofisticado. – Olá, meu nome é Hino! Faço a segurança de Kate-sama, vocês teriam uma cartela de fósforo ou um isqueiro para me doar? – Perguntaria a primeira pessoa que surgisse a sua frente, em especial aqueles que vestissem avental ou o famoso chapéu branco. – É para acender o cigarro ou mesmo ajudar no desempenho da função quando a situação exigir, como conseguir luz, etc... – Acrescentaria, caso fosse questionado sobre o motivo. – Obrigado! – Despediria-se. – Tudo bem, aceito a orientação. Até mais! – Responderia caso o item fosse negado, não menos animado.

Com ou sem o item que faz fogo em mãos, seguiria para o local combinado com a jovem, isso, claro, se ela já não tivesse com ele naquele momento. – E então, para onde vamos? – Perguntaria. – Eu recomendo que você fique em meus ombros. Minhas pernas são maiores, as passadas são largas e consequentemente vamos ir e vir mais rapidamente. – Sugeriria. Assim que tivesse o destino bem definido, seguiria prontamente para a direção apontada, sempre buscando estar atento na vizinhança, perfis suspeitos, becos e corredores que pudessem ser usados como atalhos.    

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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptyDom 13 Set 2020, 17:05


UM NOVO TEMPO UMA NOVA HISTÓRIA


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Wars Island
11:40h AM
Dia quente com céu limpo, 29ºC


Hino se arruma levemente antes de entrar no quarto de sua nova patroa, arruma os cabelos com a próprias mãos e arruma suas roupas, quando ele entra no quarto, era realmente um espanto.

Uma criatura tão pequena como ela, fazia muito sentido o seu pai querer um guarda costas para ela, afinal uma pessoa poderia colocar ela dentro de seus bolsos.

Hino se agacha perto da pequena, se apresenta de forma confiante, ela dá um leve sorriso para ele como se estivesse animada.

— Meu pai se preocupa demais as vezes, mas não o culpo, nos valemos muito dinheiro no mercado negro sabe...

Ela parecia um pouco triste quando fala isso, talvez algum passado obscuro atormentava a pequena cabeça da anã, ela penteava seus pequenos cabelos esverdeados quando Akikazu faz uma pergunta

— Ah sim, a cozinha fica no andar de baixo, leve o tempo que precisar!

— Não se preocupe, eu ainda estou terminando de me arrumar, você pode voltar para cá quando terminar.


Kate falava com um sorriso no rosto, talvez ela estivesse feliz que sairia um pouco, Hino segue o caminho até a cozinha da casa, chegando lá ele pode ver um lobo humanoide com roupas de cozinheiro.

Lobo:
 

Mas que dia doido era aquele, uma hora uma anã, e agora um lobo humanoide? Sem pensar muito sobre isso ele se apresenta e pede uma caixa de fósforos

— Ah, olá Hino, meu nome e Leo sou o cozinheiro da casa, uma caixa de fósforos? Bem, eu não estou usando essa aqui, toma ai!

Ele joga em direção a ele a caixinha

— Só não vai dar com a língua nos dentes em hahahahaha.

Hino agradece ao lobo Leo e volta ao quarto de sua patroa, chegando lá ele bate na porta e entra.

— Eu estava querendo passear um pouco hoje, pegar algumas roupas que a minha costureira fez para mim essas coisas.

O brilho nos olhos da menina eram prova de que ela não saia muito, como se ele tivesse falando algo engraçado ela solta alguns risinhos e diz:

— Você nunca viu um tontatta antes ne? Nós temos a força de seres humanos normais, mas a nossa verdadeira defesa e nossa velocidade, nenhum ser humano corre como a gente.

— Mas eu aceito o seu ombro amigo!


Antes de sair o pai se despede de sua amada filha e fala para ambos tomarem cuidado, o dia realmente era divertido, Hino fica em alerta o tempo todo, enquanto a Kate aproveita cada segundo.


16:00h

Só faltava apenas mais um local, a costureira da menina, ela parece um pouco apreensiva de ir para lá.

— Temos que tomar cuidado, essa área e um pouco mais perigosa na cidade...

Hino vai seguindo a direção que ela vai lhe explicando, realmente a paisagem vai ficando mais estranha, e olhares curiosos sempre ficam de olho nos ombros dele, eles chegam na loja da costureira.

— Ahh, olá minha pequena boneca, veio pegar suas roupas certo? Irei pegar lá atrás, só um momento!


Costureira:
 

Ela vai para a parte dos fundos da loja, de repente alguns homens entram na loja, eles rodeiam Hino e Kate, ela parece muito assustada com aquilo.

— Ora ora, olhem o que temos aqui?! Uma anã! Vocês sabem quanto um fio de cabelo de uma pequena dessas vale?


Bandido:
 

Os homens começam a rir em conjunto, a situação ficava meio tensa, Akikazu olha ao seu redor, e ele pode ver que são 5 homens ao todo, lutar seria difícil, como ele resolveria essa situação?


Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptyTer 15 Set 2020, 00:44


O patriarca daquela família era realmente uma pessoa intrigante. Não bastasse ter uma filha anã, seu cozinheiro era um humanoide com a aparência de um lobo. "Isso está ficando cada vez melhor." – Pensava ao conhecer Leo. – Seu nome é muito bonito, Leo, o meu favorito. Fico devendo uma. – Responderia a gentileza com um piscar de olhos, confirmando que manteria o favor guardado. Passando para buscar Kate, a jovem apresentava uma série de informações e nomes que nunca tinha ouvido falar antes. "Tontattas?!" – Perguntava-se. – Que? Sério? Com todo o seu tamanho você ainda consegue ter a mesma força do que eu? – Faria uma pausa artística, com a boca aberta e coçando a cabeça com a mão direita. – IIIIIIIIIIIIIIINCRÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍVEL! – Gritaria entusiasmado com aquele fato. – Isso é demais! Tontattas são as melhores pessoas. – Aquilo era surpreendente.  

[...]

O passeio, ou melhor, a estadia pelo centro para cumprir com os compromissos da agenda de Kate naquele dia estava correndo tranquilamente bem. Aquela poderia ser uma excelente oportunidade para que o recém-chegado pudesse conhecer melhor a estrutura e a identidade multicultural da ilha. Pelo contrário, Hino mantinha os olhos situados em uma só direção, aquela que fosse do interesse de Kate. Ainda mais com a informação apresentada pela Tontatta em ser um território hostil. – Não se preocupe. Se eu não tiver meus braços, eu chutarei! Se cortarem minhas pernas, eu ainda tenho minha cabeça. Sem arrancarem a cabeça, bem, eu morrerei com a certeza de que você estará sã e salva no conforto da sua casa. – Buscaria tranquilizá-la.  

Chegando ao destino final, Hino enxergava com bons olhos o quanto Kate parecia ser querida pela dona do estabelecimento com um tratamento bastante carinhoso em sua chegada. Sua empolgação, no entanto, era freada pela chegada daquele grupo. Inicialmente os analisaria dos pés à cabeça e procuraria entre o quinteto aquele que pudesse ser visto como o mais durão ou difícil de lidar entre eles. Características como cicatrizes, proeminência dos músculos, seriam investigadas para se chegar até essa conclusão. Com a mentalidade de um caçador e o indicio de confronto iminente, não podia deixar de querer lutar com o mais forte entre eles caso a bomba explodisse.
Em seguida, tatearia os bolsos da calça a procura do seu maço de cigarros e a cartela de fósforo recém adquirida e assim que as desfrutasse levaria o cigarro à boca e com o fósforo o acenderia. – Ahhh! Aaah! – Pela primeira vez em muito tempo teria saciado o seu vicio, aquela sensação da fumaça sendo inalada para os pulmões e aquecendo todo o seu corpo já estava batendo uma saudade. – Isso é ótimo, nunca me canso disso. – Exalaria o vapor do cigarro para o lado, longe de qualquer pessoa por pura educação.

– Por favor, senhorita, acomode-se. – Reforçaria com um sorriso e com os olhos voltados para o tecido da roupa para que Kate se colocasse em uma posição segura em seus ombros. Esperava que ela entendesse o sinal. – Olá companheiros, nós já estamos de saída, apenas viemos retirar um pedido. – Sinalizaria aos mesmos em um tom amistoso. Ainda que em clara desvantagem numérica, poderia usar a sua aceleração ao seu favor. Imaginando que a pergunta lançada pelo homem tivesse sido direcionada aos seus amigos, ou melhor, torcendo para aquilo, aguardaria até que uma resposta ou mesmo o silêncio fosse apresentado. – Essa informação mudou o meu dia, obrigado! – Responderia ironicamente.

Adotando daquela máxima; um olho no peixe e outro no gato, Hino não esperava a hora que a costureira retornasse com a mercadoria. Com ela, guardaria consigo e se viesse em uma sacola daria duas voltas ao redor do pulso esquerdo. – Minha patroa agradece pelos serviços. – Caso precisasse de pagamento, buscaria desconversar. – Meu patrão irá entrar em contato para agendar o pagamento. – Trocaria olhares temorosos com a costureira, uma vez que a situação parecia exigir. Com a mercadoria em mãos, procuraria a saída da loja. Se não fosse interrompido em sua missão, ótimo. Na rua, apressaria os passos sempre buscando o espaço mais movimentado para voltarem para casa.

No entanto, se a ameaça se confirmasse e o grupo resolvesse se colocar em sua frente faria uma última observação. – A vida de alguém... Pequena ou grande, longa ou curta, redonda ou quadrada, qualquer que seja o seu porte, não tem preço. – Iniciaria. – Minha patroa aqui irá chegar em segurança em sua casa e eu irei assegurar isso. Aquele que tenha dúvida se irá morrer hoje eu recomendo que se afaste. – Projetaria ao quinteto paralelamente a um último trago no cigarro. Esse trago, no entanto, traria um elemento surpresa com ele, reunindo o máximo de fumaça na boca e como um fumante experiente tomaria o cuidado para não inalar para, ao término de sua fala, exalar uma grande quantidade de fumaça em frente ao quinteto para que pudesse ganhar tempo. Smoke no Jutsu!

Se já tivessem chego até esse ponto, Hino procuraria fugir pelo cômodo que a proprietária havia entrado para recolher o pedido de Kate. – Segure-se em mim, Kate-sama. – Alertaria a Tontatta. Hino sabia que o espaço confinado poderia ser favorável a ele que estava em menor número. Acessível ou tortuoso que fossem aqueles corredores procuraria manter a calma para que pudesse encontrar a solução mais rápida e segura. Janelas, portas e entradas de ventilações seriam averiguadas para possível porta de saída daquele estabelecimento. Máquinas de costura, armários ou qualquer que fossem as ferramentas de trabalho ali oferecidas seriam jogadas ao chão ou mesmo empurradas contra aqueles que tivessem vindo ao seu encalço. Encontrada a oportunidade de fuga, tomaria-o prontamente.

Caso fosse encurralado ou mesmo próximo de ser capturado, sussurraria para a sua cliente. – Esconda-se por perto e eu irei atrasá-los. Com o seu tamanho você deve passar despercebida. – Se ela seguisse a orientação, traria para frente do peito o cachecol que geralmente voava com a corrida e ficava na parte de trás das costas com o objetivo de repassar aos interessados em Kate a falsa impressão de que ela ainda estivesse com ele. Caso objetos fossem arremessados contra ele, procuraria desferir um corte com a lâmina na diagonal, pois as chances de acertá-lo eram maiores. Por hora, estaria concentrado em fugir.

Se tivesse sido feliz em chegar ao lado de fora do estabelecimento, procuraria se colocar no meio do maior grupo de pedestres possíveis, pois acreditava que não era o objetivo deles um ataque em massa ou adentrar uma taverna, local popularmente conhecido por reunir pessoas de índole duvidosas e disposta a brigar com o menor indício de motim.       

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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptySex 18 Set 2020, 01:57


UM NOVO TEMPO UMA NOVA HISTÓRIA


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Wars Island
12:00h AM
Dia quente com céu limpo, 29ºC


A determinação de Hino fazia a menininha ficar definitivamente mais calma com o local que eles se aproximavam, já na costureira, a situação fica tensa, mas Akikazu não e besta e já começa a verificar qual alvo poderia ser melhor para derrubar primeiro.

Ele percebe que o homem que começou o discurso parece ser o “líder” entre eles, calmamente Hino enfia sua mão no bolso da calça, pega um sua carteira e um fosforo, ascende seu cigarro e aproveita cada segundo daquela nicotina que aliviava seu vício.

Ainda mantendo a educação e a classe, ele joga a fumaça do cigarro para longe dos narizes de todos.

— O... Ok!

Ela parece meio confusa com o que o rapaz decide fazer, mas começa a segurar firme e fica bem colocada no ombro dele.

— Ah sim, eu não tinha percebido isso hahahahahahaha.

Os homens atrás do “chefe” começam a rir de maneira sarcástica, Hino responde novamente eles de forma irônica, eles apenas ficam perto da porta de saída, como se estivessem o esperando.

Ele se aproxima do caixa e fala com a costureira

— Não se preocupe com isso, só a mantenha segura ok? E não precisa se esquentar comigo, eu sei me virar.

Ela falava enquanto dava uma piscada com o olho esquerdo, ele pega a mercadoria, se vira e tenta ir para a porta, mas é interrompido para os bandidos.

— E para onde você pensa que vai mesmo?

— Ah não se preocupe, se sua patroa tiver uma irmã gêmea, ela vai ir para casa em segurança hahahahaha, mas acho que não seja o caso, então passa ela para cá!

Em um mega trago do cigarro, Hino puxa toda a fumaça que seus pulmões aguentam, seus olhos lacrimejam e sua garganta queima, e no final ele solta toda aquela fumaça na cara dos homens, instintivamente eles fecham os olhos pela ardência.

O rapaz se vira e começa a correr para a parte dos fundos da costuraria, ele derruba o máximo de coisas para comprar tempo a eles dois

— Só não deixe o cachecol cair!

Se não fosse uma situação tensa até seria cômico ver ela se balançando para lá e para cá, se segurando com o máximo de força possível.

Ele continua correndo até uma porta, ele a abre e finalmente estava fora do estabelecimento, ele continua correndo e correndo de forma desesperada, até que, ele tromba em dois homens vestidos de terno, e uma figura se encontrava no meio deles dois.

Pessoa:
 

Os bandidos que o seguiam, quando veem a pessoa que trombou em Hino dão meia volta e saem correndo rapidamente, o homem olha para ele caído no chão e estende sua mão para ajudá-lo.

— Você está bem? Deixe me ajuda-lo!

Ele levanta Akikazu rapidamente, ele bate um pouco em suas roupas e pergunta

— Qual o seu nome meu bom rapaz? Meu nome é Dimas Connor  é um prazer conhecê-lo, vejo que estava em maus lençóis em, falando nisso, tem um bem limpinho na minha cama, não gostaria de se juntar a mim?

Ele fala enquanto arruma seus cabelos com um pente, e finalmente percebe a garotinha no ombro de Hino.

— Kateeeeee! Como é bom te ver aqui, como vai o seu pai? Esta saudável? Você continua linda como sempre, que tal me dar um beijo pelos tempos que não nos vemos hum?


A pequenina tenta esconder suas risadinhas, ela abre um sorriso e diz

— Olá senhor prefeito, é ótimo ver que o senhor está bem também, meu pai está saudável como sempre.

Ela se aproxima e sussurra bem baixo no ouvido de Hino:

— Não se preocupe por esse jeito dele, ele dá em cima de qualquer coisa que se mexa basicamente, mas não é uma pessoa ruim.

— Bem já que estamos todos juntos, porque não vamos caminhando para deixar a pequena em casa? Ou nós podemos passar em minha casa, ela fica aqui perto...


Legendas:
 

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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptySab 19 Set 2020, 10:47


"Eu preciso parar de fumar." – Correndo, Hino ignorava qualquer ser ou objeto que se colocava em sua frente. Era como se enxergasse apenas borrões que poderiam ser facilmente dissipados para proteger a vida de Kate. No entanto, na prática não era assim tão fácil e aquilo foi descoberto da pior maneira. "O que é isso? Eu bati em uma parede?" – Perguntava-se levando a mão direita até as nádegas em uma reação automática a fim de tentar amenizar o percalço do tombo até confirmar que se tratavam na verdade de alguns transeuntes. – AAARGH! – Levantando-se sem nenhuma cautela, pois se lembrara que precisava driblar os homens em seu encalço, assistia com curiosidade a reação dos criminosos que pareciam recuar.

– Yeeeah! – Esticava o punho direito a frente do corpo como um sinal de vitória. – É isso, eu sou Hino Akikazu, lembrem-se desse nome. Enquanto eu estiver por perto ninguém mexe com Kate-sama. Vocês precisam mesmo ter medo. – Comemoraria imaginando que ele teria sido o grande responsável por espantar os criminosos quando verdadeiramente, se dependesse única e exclusivamente dele, estaria muito provavelmente correndo até agora com os homens em sua perseguição. – Você está bem, Kate-sama? – Queria assegurar que todos os fios de cabelo da anã estivessem em seu devido lugar.

– Me desculpem homens, eu estava afugentando aqueles band-.... – Virando-se para o grupo que havia atingido mais cedo, suas vestes e aparências denunciavam que talvez não fosse aquilo que ele estava pensando. "Um engano?! Foram esses caras que fizeram com que os bandidos fugissem?" – Por um momento ficaria estático e sério. – Cof-Cof! – Tossia. – Pre-pre-prefeito?! – Kate estava realmente bem da cabeça? Talvez com a corrida e os balanços sucessivos do cachecol tivessem atingido diretamente o seu cérebro com falta de oxigênio e ela não estivesse raciocinando bem. "Não... Ela está falando sério. Esse homem é o prefeito da ilha e ele acaba de me cantar?" – Concluía.

– O-o-olá, senhor prefeito. – Apresentaria-se com uma completa mesura em sinal de respeito e certo grau de nervosismo. – Meu nome é Hino Akikazu, acabo de chegar à ilha e fui contratado como o mais novo segurança de Kate-sama. – Acrescentaria, também penteando o cabelo com as mãos e ajeitando a posição do seu cachecol. – Então Kate-sama, o que acha de fazermos uma visita ao prefeito? – Sugeriria de acordo com a proposta do prefeito, pois a opinião da Tontatta era a única que importava. – Ótimo, vamos nessa! – Se a resposta fosse positiva, aceitaria a sugestão do prefeito e caminharia com ele e sua equipe de seguranças até a sua residência. – Está bem então, depois desse susto nada melhor do que o conforto de casa. – Caso contrário, acataria a volta para casa sem problemas. Independente do destino tomado, Hino procuraria interagir com o prefeito e mesmo sua equipe, a começar pelos dois brutamontes.

– Então rapazes, trabalham há muito tempo com segurança? Alguma dica para ser bem-sucedido nessa área, atalhos, cuidados, etc... – Perguntaria-os. – Entendo. – Diria caso fosse respondido, o que acreditava ser difícil. – E o senhor, prefeito, tem uma ilha e tanto em mãos. Eu consegui uma oportunidade de emprego rapidamente, acredito que essa facilidade seja muita em conta dos seus esforços. Como é gerir uma ilha como essa? Imagino que deva ser bastante árduo. – Direcionaria ao prefeito e sua grande oportunidade de adquirir mais experiência. Veria o quanto ele era aberto a conversas. Assim que tivessem chegado ao destino final, aguardaria que o dono - Kate ou o prefeito - sinalizasse a entrada.          

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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptyQua 30 Set 2020, 20:42



Um Novo Tempo, Uma Nova História — 07

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Nã~ — A jovem tentou negar, mas foi rapidamente cortada pelo prefeito. — Então está decidido! — Agarrando o segurança da tontatta pelo braço, Dimas deu o primeiro passo e o grupo passou a se dirigir rumo ao subúrbio mais pomposo da cidade. Negar agora seria uma grande desfeita para com aquela persona de grande importância na cidade, então, com um suspiro, a pequena aceitou o destino e permitiu que Hino se deixasse levar pelo outro.

A tarde havia passado veloz enquanto a pequena se divertia, em uma das raras vezes que havia conseguido sair de sua casa, e o sol já começava a se pôr no horizonte, escurecendo a cidade e tingindo de rubro o céu, de um horizonte a outro. — Que bom que os achei naquele momento. — Comentou, apesar de, tecnicamente, Hino os ter encontrado acidentalmente com aquele esbarrão. — Essa área se torna um pouco mais… sombria com a chegada da escuridão. — Um largo sorriso estava estampado em seu rosto, apesar das palavras sérias.

Durante o caminho, Hino tentou puxar conversa com os seguranças, ambos sendo dois armários de músculos e de rostos emburrados. — Humpf! — Foi a única resposta que teve. Já com o prefeito, teve mais sorte: Seu elogio fez o homem gargalhar com um misto de orgulho e satisfação. — Eu tento fazer o melhor. — Disse, forçando um tom humilde. — Bem, se largar a cidade as traças, sua sujeira manchará a minha beleza, e isso seria inconcebível!

A caminhada durou algo em torno de quinze minutos, com eles logo parando diante de uma grande casa de alvenaria, algo incomum dado que boa parte das casas eram construídas de madeira e a alvenaria era algo exclusivo para as fábricas. Quase que exclusivo, aparentemente. — Bem vindo ao meu lar! — Gesticulou com uma mesura espalhafatosa, como se apresentasse a construção aos dois convidados. — Mi casa, su casa! — Falou, numa língua estranha, enquanto abria a porta e sinalizava para que os dois o acompanhasse. Os seguranças se prostraram na entrada, tão imóveis quanto estátuas.

Que linda~! — Disse a pequena, com seus olhinhos brilhantes. E, de fato, era uma bela casa. Por fora, era geométrica até demais, passando mais a ideia de um forte do que de um lar, como se quem a tivesse construído não fosse muito criativo. Já por dentro, tapeçarias, quadros, vasos e plantas decoravam ricamente os recintos bem iluminados, o suficiente para que o prefeito pudesse receber verdadeiros Reis sem demérito. — Obrigado, minha linda! Que tal um chá após essa longa caminhada? Café, talvez? Um bolinho para acompanhar, lá no meu quarto? — Indagou, com uma camareira surgindo ao seu lado, mesmo sem ter sido chamada.
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptySex 02 Out 2020, 20:40


Aqueles dois homens faziam jus ao estereótipo do segurança "grandão, fortão e caladão" e ignoravam a tentativa de Hino em tentar interagir, o que já era esperado por ele e por isso não se frustrava. Era compreensível, afinal de contas, eram os responsáveis por garantir a segurança da autoridade mais importante da ilha o que não deveria ser uma tarefa das mais fáceis e exigia atenção máxima. "Isso é incrível, por onde eles andam as pessoas param para observar. É um dom. Eu quero estar nessa posição algum dia e irei trabalhar arduamente para conquistá-la."  Pensava enquanto caminhavam em direção a residência do prefeito. Kate até que tentou desconversar, mas a vontade do prefeito em descobrir a marca do shampoo ou o creme hidratante que Hino usava era grande, mal sabia ele que a sua boa aparência era herança de família e não exigia muitos cuidados.    

Assim que chegaram ao destino final, ficou ainda mais claro o quanto Dimas se importava com a imagem, e não era só a física, mas material também, uma vez que o material empregado na construção de sua mansão destoava das demais - e isso não foi nem um trocadilho -, muito provavelmente resultado de uma importação. – Isso é um sonho, sua mansão é a mais bonita que eu já tive a oportunidade de conhecer, e olha que já frequentei a casa de pessoas podre de ricas. – Hino já havia entendido a principal língua de Dimas: a bajulação. – Os materiais utilizados para a construção vieram do comércio interno ou veio de fora?! Se me recordo bem do momento em que cheguei ao vilarejo, o porto era enorme, vocês devem enviar e receber muitas cargas diariamente além de empregar muitas pessoas. Quem é o principal parceiro econômico de Wars Island? – Buscaria absorver o máximo de informação que conseguisse enquanto estivesse próximo daquele homem, isso se ele se mostrasse aberto, sem contar as segundas intenções.

Kate-sama, a senhorita está confortável? Precisa de algo? Basta me dizer. – Preocupava-se com o bem-estar da Tontatta. – A adrenalina abaixou? Está mais tranquila? – A caminhada pelo lugarejo poderia muito bem servir como uma distração, mas não apagava o susto recém enfrentado. – Imagino que seu pai não ficará contente quando descobrir sobre o atentado e os seus passeios ficarão ainda mais restritos. Se for do seu interesse, podemos manter em segredo. – Sugeriria com um sorriso estampado no rosto e uma piscadela. – Porém acho importante que ele tome conhecimento disso, pois tenho certeza que ele não medirá esforços para reforçar ainda mais a sua segurança. – Completaria.

Eu aceito um café, por favor. Como estou a serviço não é ideal tomar bebidas alcoólicas, mas em outra oportunidade ficaria muito contente em aceitar o convite para um drink. – Já tentaria barganhar o seu retorno. Se o seu pedido fosse aceito e a bebida entregue, receberia sem floreios, tomando o café com cuidado para não se queimar e também apreciar essa bebida tão boa. – HUUUUUM! Uma delícia! Quase consigo enxergar os grãos dançando no céu da boca. – Expressaria, mesmo que sua expectativa sobre a qualidade do produto não se confirmasse, pois Hino não é o tipo de fazer desfeita para as pessoas.

Outro detalhe que chamava a atenção de Hino naquela propriedade era a quantia de vasos e plantas ali existentes, o que demonstrava certo apreço pelos itens, na ilha propriamente dita, havia encontrado uma vegetação rara e fragilizada. Talvez ele soubesse que com o avanço que estava propondo e a eventual destruição que isso implicasse ante as reservas naturais, fosse uma maneira de se redimir oferecendo um espaço em sua mansão para elas, sem contar que cumpriam o seu papel de enriquecer ainda mais o que já era bonito. Ou apenas mais uma vaidade de sua personalidade. – Visto de fora é realmente muito bonito e aqui de dentro parece que estou do lado de fora. – Soltaria vislumbrando o seu enorme interior. – Imagino que o senhor receba personalidades importantes de todo o mundo aqui, e fico até lisonjeado pelo convite. Eu sou natural de Lvneel Kingdom, o senhor conhece? Minha mãe e irmão ainda moram lá, espero que consiga no futuro trazê-los para morar próximo de mim. – Sonharia em voz alta.

Ainda estava cedo para bombardeá-lo com muitas perguntas, então seria sucinto inicialmente, aguardando para que novos elementos fossem trazidos a tona para que pudesse ir se soltando aos poucos.             

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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptySab 03 Out 2020, 22:46



Um Novo Tempo, Uma Nova História — 08

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Hino pensou que bajular o prefeito lhe traria resultados e não poderia estar mais certo. Cada elogio tornava o sorriso do homem ainda mais brilhante, sua postura ainda mais confiante. — Ah, que nada! Por fora ela não é mais bonita do que uma caixa de sapato! — E, antes que Hino ou a pequena Kate pudesse argumentar, ele emendou: — Já por dentro! — Com um movimento energético, gesticulou com o dedo indicador para dar ênfase. — Ah… por dentro eu fiz o possível para minha humilde residência se tornar acolhedora aos meus ilustres visitantes! — O ouro dizia o contrário, de forma que ninguém mais precisava sequer comentar sobre.

Dimas os conduziu até a sala de estar, depois de ter a proposta de irem para o quarto ignorada, e se sentou em uma poltrona acolchoada, de frente a um centro de mesa baixo e decorado com um belo pano alvo de renda. Hino ficou livre para escolher entre um largo sofá de cinco lugares à esquerda do prefeito ou uma das duas cadeiras de encosto alto do outro lado do centro.

Oh, isso eu não sei informar! Essa casa foi construída a muito tempo e é utilizada pelo prefeito em exercício, atualmente eu! — O homem riu, como se houvesse contado uma piada, antes de continuar. — Mas a decoração é meio a meio, diria. — A pergunta foi de fato inesperada, tirando o sorriso do rosto do prefeito enquanto ele acariciava a sua rala barba, pensativo. — As plantas vieram de Toroa, lembro que tem algumas esculturas do Arquipélago Wushu e uns quadros do South, mas também tem muita coisa daqui. — Murmurou, enquanto fazia um levantamento mental sobre os itens usados na decoração.

Era esse momento que Hino aproveitava para checar o bem estar da sua cliente. — Estou bem, foi só o susto mesmo. — Disse, dando um leve risinho. — Mas agora que passou, foi divertido! Nunca tinha fugido pela minha vida antes! — Riu novamente, cobrindo a boca com sua mãozinha de um jeito fofo. Já sobre a proposta do seu guarda-costas, a menina respondeu de voz firme: — Meu pai descobriria de qualquer forma. E mesmo se não descobrisse, o contaria, é algo muito importante para esconder. Pode até mesmo ser um ataque a nossa família, embora não tenha parecido...

O comentário da pequena tirou o prefeito dos seus devaneios — Sim, ele ainda sussurrava de onde havia vindo essa ou aquela mobília. — e seus olhos brilharam de lágrimas enquanto comentava: — Oh! O que houve foi uma desgraça e se for um ataque proposital, como você supôs, será ainda pior. — Sua cabeça pendeu enquanto ele a meneava levemente de um lado para o outro, tristonho. — Diga para o seu pai me procurar e o ajudarei como possível para resolver esse problema, seja ele qual for!

A empregada voltou nesse momento com uma bandeja em mãos. Com maestria serviu os três: Café para o prefeito e para o guarda-costas e um pequeníssimo copinho com chocolate quente para a tontatta. A pequena ficou surpresa, obviamente, por ter um utensílio do seu tamanho na casa de outrem e o prefeito ficou feliz em explicar: — Eu sabia que você acabaria por me visitar algum dia e me preparei para tal. Sei que não é tão delicado como os da sua casa, mas...Não, imagina! Agradeço enormemente pela hospitalidade. — Apesar de cortar seu anfitrião costumeiramente ser uma falta de respeito, o prefeito apenas sorriu largamente para Kate. A empregada se afastou com a bandeja vazia, ficando em pé próxima da parede, quase oculta por uma das plantas do local.

Hm… Que coincidência! — Disse ao ouvir o comentário de Hino, dando um gole em seu café antes de continuar: — Aqui no North Blue, a ilha que mais negociamos é a de Lvneel Kingdom. Nosso melhor parceiro comercial do blue, como você disse. — Após olhar para os lados, desconfiado, se curvou na direção dos seus convidados e comentou: — Se me permite, seu rei é um pouco… excêntrico. — Endireitando a sua postura e dando mais um gole em sua bebida, continuou: — Mas um bom homem, sim. Me deu alguns conselhos muito úteis...

A conversa rendeu bastante, com o prefeito dando mais atenção ao jovem do que a pequena nobre em seu ombro, até mesmo esquecendo das suas cantadas esquisitas em meio ao papo sobre importação e política. Seria sorte ou apenas a sua aparência que atraiu a atenção do homem? De qualquer forma, estava ficando tarde e a pequena devia ser levada de volta para casa, além de um fato importante que a própria trazia a tona: — Eu devo voltar para casa logo. A costureira já deve ter enviado alguém para avisar o meu pai sobre o ocorrido e se demorar, ele pode achar que conseguiram me capturar. — Dimas, terminando de bebericar o café, disse: — Oh, sim, entendo perfeitamente. Terminem suas bebidas e pedirei que alguns seguranças os acompanhem até em casa. — E, se alguns dos dois tentasse negar, acrescentaria: — Eu insisto, basta um susto por dia! — E, apesar do largo sorriso, deixaria claro que não aceitaria um não como resposta.

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Última edição por ADM.Noskire em Sex 09 Out 2020, 20:01, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptyQua 07 Out 2020, 22:58


Hino tinha a liberdade para escolher onde se sentar e optava pelo sofá, até por conta da proximidade que manteria ao lado do prefeito. Talvez o ângulo escolhido beneficiasse ainda mais a sua beleza natural, talvez sequer fosse necessário. Líderes mundiais comumente possuem uma residência oficial, e com Dimas não era diferente. Essas construções tendem a ficar em lugares estratégicos, com amplo acesso a imprensa e ao poder militar, uma vida facilitada por um único cargo e muitas responsabilidades. É verdade que alguns líderes não contribuem em nada para o fortalecimento do seu país e apenas os roubam, mas Dimas conseguia transpassar uma genuinidade e espontaneidade impar ao jovem Hino, que passava a respeitá-lo.

A anã confirmava que estava tudo bem com ela, para o alívio do segurança temporário. – Ufa! Talvez eu ganhe mais algum tempo como seu segurança particular. – Brincaria. – Desculpe-me perguntar, Kate-sama, sei que pode soar meio rude fazer essa pergunta a uma moça, mas quantos anos você tem? E qual seria a expectativa de vida de uma Tontatta? É esse mesmo o nome que você havia me dito, ou estou enganado? – Lançaria sem compromisso. – O prefeito é um homem de classe e de bom gosto, talvez possa me dar uma aula de etiqueta aqui. Afinal, eu deveria ou não ter perguntado a idade de Kate-sama? Hahaha. – Voltaria à carga ao prefeito. Agora tratando o assunto com a seriedade que ele exigia, franziria o cenho e uniria o punho direito na palma da mão esquerda, com a costa ligeiramente envergada. – Me entristece que as pessoas não possam mais ter a liberdade de ir e vir. Independente de sua raça, todos deveriam poder viver em paz. – Ainda que fosse nobre o pensamento de Hino, sabia que aquele era um cenário impraticável. – Quem eram aqueles homens? Vocês já os viram antes, sabem para quem eles trabalham? – Talvez não tivesse sido a primeira vez do ocorrido e pelo que Kate havia colocado, seu pai tinha meios de descobrir quem era(m) o(s) autor.

Após expressar a sua preocupação, um serviço de excelência era prestado aos visitantes com direito a um copinho de chocolate para a anã que tinha um tratamento especial. – UAAAAAU! Isso é incrível! – Admiraria Hino boquiaberto. – Isso quer dizer que se o senhor receber um gigante em sua casa ele receberia um cópão ou tórtona gigante?! Isso é genial. Mais um grande acerto que vejo da parte do senhor. – Leria ao anfitrião, tomando a dose da sua bebida. O café, ainda que muito provavelmente não mencionado em nenhuma parte de sua história, era a sua bebida favorita. O gosto amargo descendo pela garganta, os dedos firmando na xícara impedindo que fraquejasse até chegar ao ápice da satisfação. Outra parte da conversa que o deixou extremamente animado foi o conhecimento de que Wars Island e Lvneel eram, na verdade, grande parceiro um do outro, cenário esse que o fizera avistar a reunião de toda a sua família. "Mãe... Irmão... Esperem que um dia eu irei buscá-los novamente e nunca mais iremos nos separar." O café e uma imaginação fértil, combinação essa perfeita.

– Estou muito satisfeito, estava tudo uma delícia e a conversa foi muito boa. Foi uma satisfação enorme ter sido convidado, é lógico que entendo a minha posição como o acompanhante de Kate-sama, mas de qualquer forma, foi uma honra gigante. Enquanto eu tiver forças para trabalhar eu buscarei as oportunidades para crescer dentro de Wars. – Perfaria ao mesmo tempo em que colocaria a xícara no devido lugar, uma cômoda talvez, e se levantaria a fim de estender sua mão direita até o prefeito para cumprimentá-lo. – Uma última pergunta... Como eu faço se quiser vir a morar nessa casa no futuro? – Perguntaria em um tom amigável e sorridente, mas com seriedade, referindo-se ao cargo de liderança daquele vilarejo e que como bônus possuía o direito de morar naquela casa. Para um bom entendedor, meia palavra deveria bastar. – Vamos nessa, Kate-sama? – Por fim, escutaria atenciosamente as palavras que ele teria a dizer antes de partirem novamente para a casa da Tontatta, seguindo-os até o portão de saída. – Até outra oportunidade. – Despediria-se.

[...]

Estando novamente no percurso da volta ao lar, Hino procuraria observar como se comportariam os seguranças disponibilizados pelo prefeito para acompanhá-los como indicado por ele. Queria observar como eles reagiam ao ambiente vizinho, os atalhos estabelecidos por eles, os sinais corporais que pudessem denunciar um indivíduo suspeito, respostas no geral. Queria entregar o seu melhor resultado e aquela era uma boa oportunidade para se aprender com os seus semelhantes. – O prefeito parece ser uma excelente pessoa. Achei ele muito engraçado. – Aproveitaria também para estreitar laços com a anã. – Seu pai tem negócios com ele? Que tipo de atividade ele desenvolve? – Se viessem a encontrar no caminho os atacantes de mais cedo, indicaria para os seguranças. – Foram aqueles homens, acho melhor desviarmos. – Não apontaria com o dedo, pois esse gesto poderia denunciar a posição do grupo, apenas com os olhos. Caso viessem a ser reconhecidos e atacados, enfrentaria aquela batalha ao lado dos seguranças procurando entre o grupo aquele que se apresentasse como o mais amedrontador, características que poderiam acusar essa imagem poderiam ser cicatrizes, armamentos como duas a três espadas, entre outros.

Se fosse preciso chegar a vias de fato, apoiaria-se em duas artes a qual era perito, acrobacia e luta de rua. Teria como objetivo zigue-zaguear em frente ao seu adversário com os braços mantidos confortáveis na altura do peito, cotovelos para dentro e as mãos para o alto. Independente do estilo de luta exibido pelo oponente buscaria descarregar sobre os mesmo chutes rasos na altura de seus membros inferiores, colocando uma ligeira dobra em seu tornozelo para trazer ainda mais potência aos golpes. Os chutes seriam efetuados na horizontal e diagonal, na perna oposta a que Hino usasse para atacar, ou seja, a direita chutaria a esquerda e vice-versa. Para se esquivar, se necessário fosse, dobrando os joelhos, criaria os impulsos para trás ou para as laterais, o caminho que fosse mais acessível e iniciaria um movimento de rotação para a direção externa ao eventual golpe recebido. – Vamos nessa, homens! – Hino não gostaria de prolongar uma luta desnecessária e por isso, a todo instante, na menor abertura que encontrasse, chamaria a atenção do grupo com ele para se focarem no retorno para a casa, onde reforços poderiam ser úteis.  

[...]

Se tivessem sido felizes em chegar à residência da família, com ou sem a necessidade de luta, agradeceria ao amparo recebido. – Obrigado pela companhia e, por favor, agradeçam ao prefeito mais uma vez. – Diria aos seguranças. – Um segurança sendo escoltado por outros seguranças. Eu sou mesmo uma vergonha para essa minha classe. – Sussurraria em tom de brincadeira apenas para Kate ouvir, colocando a mão sobre a boca para desarmar que o vissem. – Está preparada para enfrentar o seu pai? Pode deixar que eu assuma a responsabilidade. – Deixaria claro. – Onde você acha que ele deve estar uma hora dessas? – Sondaria com Kate e aquela que melhor o conhecia. Com a resposta, seguiria imediatamente para lá. – Permita-me que eu comece. – Pleitearia o discurso.

Assim que chegassem ao cômodo, bateria na porta ou sino que pudesse anunciar a chegada da dupla como um sinal de educação. – Com licença, podemos entrar? – Caso a resposta fosse afirmativa, entraria e se manteria em pé, ignorando qualquer convite para se acomodar, pois diferente da casa de Dimas, estava ali a serviço e apenas queria reportar o ocorrido. – Antes de qualquer coisa devo dizer que a filha do senhor é uma pessoa muito bem-quista. Todas as pessoas que tive o prazer de conhecer falaram muito bem ao respeito dela e sua família. – Iniciaria com um elogio. – Todas as necessidades de Kate foram atendidas nesse dia, com direito até a uma parada na casa do prefeito para tomarmos um café, que nos recebeu muito bem e mandou lembranças. – Completaria, sem de fato se lembrar se o prefeito havia mandado lembranças em seu nome, apenas por achar conveniente. – Porém, em algum momento, visando o grande potencial de mercado que Kate-sama aparentemente possui, um grupo lançou um ataque contra nós que em menor número e em um espaço confinado, logramos fuga e nos encontramos com o prefeito e seus homens no meio do caminho, que intimidou os atacantes que acabaram fugindo da cena. – Anunciaria o duro golpe recebido. – Não que eu não pudesse ter dado conta deles. Estavam no papo. – Complementaria. – Não quero ser evasivo, mas se vou continuar responsável pela segurança de Kate tenho que saber isso, o senhor se lembra de ter entrado em negócios que gerariam interesse de terceiros ou ter sofrido com ameaças nos últimos dias? É possível que tenha sido uma tentativa de retaliação ou apenas um interesse de mercado? – Com as respostas obtidas, seria muito mais fácil seguir com o trabalho.  

Por fim, depois de relatado o ocorrido, tentaria barganhar um descanso. – Vocês precisarão dos meus serviços? Posso ser útil em mais algo? – Caso a resposta fosse positiva e sua presença ainda requisitada, aguardaria para ouvir e obviamente acatar as orientações do seu patrão. Caso contrário, sairia em direção a cozinha onde havia conhecido o mink mais cedo para tentar uma merecida boquinha. – Grande dia. – Teceria ao primeiro funcionário da cozinha que avistasse, buscando se acomodar sobre um balcão ou cadeira que existisse. – Qual é o cardápio da janta? Aceito sugestões. – Encerraria.
               
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptySex 09 Out 2020, 21:44



Um Novo Tempo, Uma Nova História — 09

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Hino conseguia tirar leves risadas da pequena ao sugerir que permaneceria com o seu cargo por mais algum tempo, mas ao perguntar a sua idade, a pequena assumia uma expressão triste. O prefeito parecia entender a pequena, já que a sua expressão também se fechava ao passo que seus olhos vagavam para as cadeiras vazias, evitando o olhar do segurança. Após alguns segundos de silêncio, a pequena confessava: — Na verdade, eu só tenho mais dois dias de vid-HAHAHAHAHAHA! — Tanto Kate quanto Dimas começavam a gargalhar com o humor negro e a reação dela sobre o segurança. Depois de limparem suas lágrimas e alisarem seus estômagos, Dimas comentou: — Há perguntas que simplesmente não podemos fazer, se desejarmos ser politicamente corretos, ao menos. Por que sua perna é torta? De onde veio essa cicatriz? Ou quantos anos você tem? Para uma donzela ou uma vózinha. Certas coisas você apenas deduz ou espera que a outra pessoa comente sobre por conta própria, lhe dando a liberdade de perguntar mais. — No fim, apesar da brincadeira sem graça, o segurança acabou por receber uma ótima dica sobre aquilo que desejava aprender. — Quando você estiver livre, me procure que posso lhe ensinar um pouco sobre isso e muito mais! — Dimas concluiu, com direito a um movimento de cabeça para realçar seus cabelos negros e uma piscadela marota.

Sobre as suas preocupações, não conseguia tirar muito de nenhum dos presentes. O prefeito sequer havia visto o rosto dos meliantes e a pequena afirmou não conhecer nenhum. Mas quando comentava sobre a "tortona" gigante, mais uma vez o prefeito gargalhava, com a pequena dando alguns risinhos. — Para ser sincero, nunca havia pensado nisso! Não há gigantes em Wars Island, ou, ao menos, me esqueceram de avisar! Contudo, manterei isso em mente... — Seu tom brincalhão deixou em dúvida se falava sério ou não, só o tempo diria.

Dali em diante, a conversa fluía até que todos se moviam até a porta, enquanto a empregada recolhia os utensílios em sua bandeja e levava dali. Uma última pergunta era feita e o olhar do prefeito tornava-se subitamente astuto, mostrando um novo lado daquele galanteador. Sua expressão denunciava seu entendimento da pergunta, contudo, sua resposta era a seguinte: — Oh, eu não desejo roubar o segurança da Kate-san. Mas se algum dia ela não quiser mais os seus serviços, quem sabe eu não o pegue como segurança particular, vinte-e-quatro-barra-sete! — Três levantadas de sobrancelhas bem sugestivas foram dispensadas antes dele prosseguir: — E agora, minha linda, vou ganhar um beijo de despedida ou não?! — A pequena novamente dava leve risadinhas, escondendo o rosto com as mãos como a criança mais inocente. Dimas fazia biquinho, mas logo abria um largo sorriso e acenava para os dois, antes de fechar a porta.

[...]

Além dos dois sentinelas de antes, haviam mais quatro brutamontes esperando pela dupla. Todos usavam terno e gravata e portavam armas na cintura, alguns bastões e outros espadas. Seus músculos torneados eram visíveis até mesmo através das vestes e seus cabelos raspados fazia com que se tornassem quase cópias uns dos outros, principalmente devido a parca iluminação do trajeto. — Vamos? — Foi a única palavra verbalizada pelos quatro durante todo o caminho.

Assim que Hino saiu da casa do prefeito com Kate no ombro, os demais seguranças assumiram suas devidas posições: Um à frente, ritmando o passo do grupo, um de cada lado e um mais atrás. A distância entre eles era de exato 1.5m, formando um losango de diagonais idênticas, e seus movimentos tão semelhantes que pareciam ensaiados, como dançarinos em uma performance. — Meu pai é um negociante. — A pequena respondeu prontamente, sem acrescentar nenhum detalhe, mesmo quando o silêncio se prolongou entre eles.

[...]

Chegaram a casa da pequena sem delongas e sem problemas. Os quatro seguranças extras abriram sua formação e fizeram uma espécie de barreira a alguns metros da casa, com dois ficando voltados para a casa em si e os outros dois voltados para a rua, atentos. E assim permaneceriam, imóveis e calados, até que a pequena entrasse em casa.

Hino conseguiu tirar mais um risinho da pequena enquanto andava até a entrada da mansão. Rex já havia aberto o portão o suficiente para que os dois entrassem e sussurrou para o segurança: — Quem são esses caras e onde vocês se meteram?! O senhor está preocupadíssimo! — O portão foi fechado as costas de Hino e as falas do porteiro já os preveniram do que estava prestes a vir.

O segurança então perguntou: — Onde você acha que ele deve estar uma hora dessas? — Assim que sua boca fechava, a porta da mansão se abria com um estampido. — Bem aqui! — Respondia a pequena, enquanto seu pai saía apressado em sua direção, portando um rifle e diversos cartuchos presos ao redor do seu tronco. Com um movimento suave, quase que imperceptível para Hino, Kate pulava do seu ombro para o peito do seu pai, sendo abraçada por seus braços enormes, o que dava um ar cômico a cena que deveria ser dramática.

Minha pequena! Estive tão preocupado. — Hino pôde ouvir a pequena sussurrando para o pai coisas como "Estou bem" ou "Já passou" até que o homem finalmente se acalmou o suficiente para olhar para seu segurança. Seu olhar era firme e, embora passasse um quê de ira, Hino pressentia que não era dirigido a si. O que só se confirmou com as palavras do homem após seu relato do ocorrido: — Muito bem… Akikazu. Está dispensado por hoje, amanhã se dirija ao meu escritório uma hora após o nascer do sol! — Ordenou, deixando as perguntas do espadachim abertas, antes de adentrar a casa com Kate. A pequena, com apenas metade de si sendo visível para Hino, acima do ombro do Sr. James, sorriu e acenou para seu segurança antes de sumir de vista.

Só, pois Rex havia permanecido no portão, Hino passou pela porta e seguiu rumo a cozinha, onde encontrou Leo, o cozinheiro mink da mansão. Ele olhava absorto através de uma pequena janela para a lua crescente, o suficiente para só notar o humano quando este se sentou, arrastando a cadeira e produzindo um breve rangido. — Opa! — Soltou o mink, fingindo espanar a janela com a concha em sua destra antes de perceber quem estava ali. — Ô, rapaz! Não me dê um susto desse não! — Com uma mão no peito e outra na beirada da bancada, o meio-lobo precisou respirar algumas vezes antes de enunciar: — Com você aqui, já deduzo que ela esteja bem, o que é um alívio! Mas, bem, o chefe não comeu quase nada por estar preocupado com a Kate-sama, então sobrou bastante. Tem salmão com cream cheese e cebolinha, shimeji, sunomono e arroz, além de chá verde. — Enquanto Hino pensava nas alternativas, o mink lobo já levava a chaleira para o fogo e dispunha sobre a mesa duas xícaras vazias, uma para cada, sentando-se em frente ao segurança. — E aí?
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MensagemAssunto: Re: Um novo tempo uma nova história   Um novo tempo uma nova história - Página 2 EmptyDom 11 Out 2020, 22:04


A forte mobilização dos seguranças da mansão denunciava que talvez a dupla estivessem em maus lençóis. "O que será que foi? Eu não cumpri com o horário?" – Alguns metros vencidos, já dentro da residência, e sua expectativa era confirmada. – Ah! Esses homens?! – Fazia-se de desentendido por um instante, levando a mão direita até o coro da cabeça para coçá-la por estar um pouco sem graça. – Bem.... AARRGH... São os seguranças do prefeito Dimas. Tivemos o prazer de fazer uma visita para ele e como cortesia ele nos disponibilizou alguns dos seus seguranças para nos acompanhar até em casa. Isso não é ótimo? Kate-sama é muito querida. – Clarearia o acontecido.

A cena seguinte era bastante esclarecedora para Hino Akikazu, pois era simples, pura e sincera. Inicialmente o jovem trabalhador havia estranhado as circunstâncias apresentadas dentro daquela mansão. James, o patrão, era um humano comum, assim como Rex, mas Kate, sua filha, era uma anã da raça Tontatta e o cozinheiro, Leo, um humanoide com características animais, e com toda aquela variedade de raças era causada uma grande confusão na mente de Hino que chegou a cogitar um círculo criminoso e esteve preocupado em especial com as condições de Kate, mas, vendo todo o cuidado por parte de James e o carinho correspondido pela anã desarmava qualquer aflição que pudesse ter atingido Hino.

– Obrigado! – A simplicidade na resposta era o melhor que poderia oferecer à dupla ao ver que pai e filha, independente se eram biológicos ou não, estavam reunidos e felizes juntos. Após o susto enfrentado, eles deveriam ter muito que conversar. "Espero que ela fale bem sobre mim." – Piscaria para Kate com o olho direito e um sorriso estampado no rosto. Seu coração estava em paz, pois havia dado o máximo de si para a proteção da anã.

[...]

– É uma visão muito bonita mesmo, não é? – Leria ao seu colega ao pegá-lo momentaneamente de calça arriada. – E pensar que devagar, devagarinho, ela atravessa o mundo. – Dirigiria-se para a janela onde havia visto Leo admirar a lua e repetiria o seu movimento. – Permita-me perguntar, Leo, mas você tem família?  Sente saudades deles? – Perguntaria. – Eu deixei para trás minha mãe e meu irmão, sinto muito a falta deles. – Assumindo uma pose relaxada, com a palma da mão direita aberta apoiando o queixo e a mão esquerda na altura do bíceps direito, divagaria mesmo sem ter a certeza se Leo estaria interessado naquele tipo de conversa. – Mas sou um otimista e acredito que essa separação seja necessária para amadurecermos e evoluirmos como pessoas. – Então um estalo e com ele o seu despertar, lembrando que haveria mais cedo perguntado sobre o cardápio. – É verdade, a comida. – Voltaria para a bancada.

– Por favor, me vê um pouco de cada. – Responderia ao ouvir sobre as opções. – Minha avó era uma especialista em shimeji, não me lembro de ter comido um melhor do que o dela. Mas como uma teimosa que ela é, vai levar a receita com ela quando partir dessa. – Relembraria em voz alta ante as diversas recusas escutadas a respeito de ouvir sobre a receita. – Mas irei parar de falar, acredito que esteja cansativo de ouvir das minhas baboseiras, não é? – Assim que recebesse a refeição, uniria as mãos em sinal de prece e teceria antes de comer. – Obrigado pela refeição! Hora do show! – Começaria inicialmente com uma unidade do salmão com cream cheese e um pouco da cebolinha, em seguida misturaria o sunomono com o arroz e mandaria ver garganta abaixo, deixando o shimeji para o gran finale. Entre uma bocada e outra, tomaria uma dose do chá verde como acompanhamento. – Então Leo, o que te trouxe até aqui? Você tem um sonho ou objetivo em mente? – Colocando em dúvida a sua última promessa, voltaria a bombardeá-lo com uma nova pergunta. – Estava tudo ótimo, você é um grande cozinheiro, Leo. – Diria independente da qualidade dos alimentos oferecidos. Primeiramente pelo trabalho ao preparar todos aqueles pratos, não precisava ser nenhum especialista para saber sobre isso, segundamente primeiramente.

Depois do jantar, retornaria para a janela, se ela tivesse disponível, onde poderia admirar novamente a lua, a vizinhança e também fumar sem incomodar ninguém. Acendendo o cigarro com o fósforo atrás da parede para que o vento circundante não pudesse dificultar a sua vida, colocaria-o entre os lábios e então o tragaria na direção da rua. Em uma noite como aquela, o cigarro servia para aquecer o coração. – Então meu amigo Leo, onde é que fica o alojamento dos funcionários? – Perguntaria ao chef. – Tenha uma boa noite, amigão. – Despediria-se. Caso o mesmo já não se encontrasse mais ali, procuraria se informar com a primeira pessoa que surgisse em seu caminho, afinal aquela era uma grande casa e para a sua manutenção provavelmente fossem vários os funcionários ali trabalhando. – Boa noite, amigo(a)! Meu nome é Hino Akikazu, o segurança, você sabe onde posso encontrar as instalações dos funcionários? – Com as orientações que teriam sido lhe passadas, seguiria para lá prontamente.

Como se tratava de uma família abastada, sua mente lhe fazia imaginar um quarto grande, com direito a frigobar e armários com guloseimas diversas, uma cama confortável e um banheiro próprio, privilégios esses encontrados na casa dos seus últimos empregadores, os Utamaras. Assim que chegasse ao destino, procuraria entrar e fazer o reconhecimento da instalação, se suas expectativas seriam confirmadas ou não. A ordem do seu patrão havia sido clara: Encontrá-lo uma hora após o nascer do sol. Para atender essa expectativa e a máxima satisfação do seu empregador, procuraria abrir espaços que permitissem a entrada do sol no cômodo e consequentemente à sua cara, como uma janela ou persiana vertical. Também procuraria um relógio que pudesse ser programado com o horário proposto antecipadamente. Sua espada seria guardada na cômoda mais acessível para uma maior facilidade na hora de encontrá-la. Depois que todos os cuidados necessários tivessem sido tomados, finalmente se deitaria no local mais apropriado como uma cama ou sofá e dormiria o quanto antes.

[...]

Independentemente do horário estabelecido quando despertasse, pularia da cama - modo de dizer - entusiasmado com o inicio de mais um dia e uma nova oportunidade de se testar e vencer. – O que será que vamos enfrentar hoje? – Pensaria em voz alta com uma confiança inabalável. Dormir para ele era perca de tempo, gostava mesmo era de colocar a mão na massa. Procurando por um lavatório, tinha como objetivo dar uma batida de água rápida pelo rosto e colocar o cabelo na régua, por assim dizer. Por último, tomaria a espada para si e a colocaria novamente em sua bainha. Com os preparativos encerrados, sairia do quarto em direção ao escritório de James.

Seguindo os mesmos passos adotados anteriormente com batidas na porta ou sino, anunciaria a sua chegada. – Com licença, o senhor havia pedido para me ver. Qual é a tarefa de hoje? – Aguardaria a resposta do patrão.  
               
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