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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Um Destino em Comum

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptySeg 24 Ago 2020, 21:45

Um Destino em Comum

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Lucius e Grim Lockhart. A qual não possui narrador definido.


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hitsu
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptyTer 25 Ago 2020, 22:35

Grim Lockhart
Diversos sentimentos se passavam na cabeça do pequeno Grim naquele início de dia, a não muito tempo atrás o mesmo se encontrava em sua residência junto a sua família, participando de diversos treinamentos de combate, achando que estivesse fadado a seguir os passos de seu pai ao qual era um assassino profissional assumindo então o seu lugar como o chefe de sua família, lembrava também da primeira vez que ouviu falar sobre piratas e de como eles eram livres, seu coração começava a pulsar mais forte com um sentimento de alegria, o mesmo fecharia os olhos por alguns segundos sentindo a brisa do ar, e em seguida levantaria os dois braços

-Ayeeeeeeeeeeeee, aqui vamos nós...

O jovem bradava a si mesmo, ou a quem estivesse ao redor e pudesse escuta-lo, isso não era um problema ao mesmo, que abria um sorriso de empolgação enquanto começava a caminhar analisando o ambiente ao seu redor com seus olhos, procurar uma loja de armas era seu primeiro objetivo, utilizaria de placas ou até perguntaria para quantas pessoas fossem necessárias sempre com um sorriso em seu rosto.

-Oi você sabe aonde fica a loja de armas da cidade? Sou novo por aqui como deve ter notado... também gostaria de saber qual cidade é essa, obrigado.

Ao obter a informação que conseguisse referente a loja de armas partiria em direção a mesma ao chegar na loja caminharia em direção ao atendente

-Olá gostaria de comprar uma foice, não preciso de nada extraordinário apenas uma que esteja afiada, pode ser a mais barata que você tiver obrigado, pode também me dizer mais sobre esta ilha? Sou novo nessa região.

Se o preço da foice fosse acima de suas economias, Grim apenas procuraria por outra loja ou algum outro vendedor que pudesse lhe vender uma foice abordando-o da mesma maneira até achar alguém que pudesse vende-lo a arma.

Conseguindo ou não a arma o jovem procuraria um bar, olharia ao redor por placas que lhe indicassem o caminho, ao sair a procura do bar o jovem também manteria os olhos e seus ouvidos atento ao redor, procurando qualquer discussão que pudesse vir a virar uma boa briga se por acaso tivesse qualquer briga ao redor, o garoto correria em direção a mesma tentando observa-la de perto.


Histórico:
 
Objetivos:
 
-Fala
"Pensamento"





Última edição por hitsu em Qua 26 Ago 2020, 22:27, editado 23 vez(es)
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ZackyStardust
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptyTer 25 Ago 2020, 22:47

Já havia algum tempo que Tomoe trabalhava e morava no estranho reino de Torino. Naquele dia, no entanto, ela estava decidida: era hora de partir. Para isso, tinha alguns planos, como adquirir uma reserva de cigarros, de fósforos e, principalmente, uma katana.

O dia da mulher já havia começado uma bosta. Estava sem café e sem cigarros. Também havia o fato de que era mais um dia que tinha sido acordada pelo canto de pássaros. A última vez que isso tinha acontecido fora no dia anterior. Mas parando pra pensar, não lembrava de nenhum dia que não havia sido acordada por pássaros em Torino. E Tomoe odiava ser acordada. Na verdade, odiava que qualquer um a acordasse - incluindo seu próprio corpo. Pelo menos o céu estava bonito - mas não o suficiente para lhe arrancar um sorriso.

Torino era tão diferente do que estava acostumada que chegava a irritar a espadachim. Nunca conseguia lembrar muito bem onde comprar coisas simples, mas estava disposta a caminhar pela vila inteira em busca do objetivo primário. Seu caminhar (desconsiderando a roupa natalina do gif) era firme e mantinha o tronco ereto - talvez até demais, deixando-a de nariz empinado. Sua expressão facial se mantinha dura, séria e claramente irritada. A roupa naquele dia era a de sempre, o que possivelmente a destacaria do resto dos viventes de Torino (fato que poderia ser ampliado por conta de seu tamanho, tanto em questão de altura quanto de músulos). Apesar disso, não dava a mínima pra olhares ou reações adversas. Queria fumar, e queria agora.

Caso encontrasse alguma loja que vendesse cigarros, iria direto ao balcão, colocando uma das mãos ali e, encarando a pessoa que a fosse atender com o olhar mais cansado e irritado possível (até numa tentativa de intimidação pra conseguir um preço melhor), diria:

- Eu quero uma carteira de cigarros e fósforos. Quanto é?

Na possibilidade de ter o preço dito, já deixaria a grana ali. Provavelmente teria o suficiente, e não estava com paciência pra pechinchar. Sem se importar com possíveis regras, acenderia seu cigarro ali mesmo, já encaixando outra pergunta:

- Sabe de alguma coisa que precisa ser feita hoje? Preciso de uma grana.

Se tivesse uma resposta, iria pra direção informada a fim de procurar mais informações. No caso da pessoa não saber nada, iria para a costa de Torino na esperança de encontrar embarcações que precisassem de serviços, como leituras meteorológicas, transportes de carga, etc.

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Informações
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptyQua 26 Ago 2020, 00:42

Um Destino em Comum
Caso alguém pedisse para mim definir-me, saberia perfeitamente o que falaria. Mas não por minha percepção, mas pela das outras pessoas que normalmente pensariam. Era um tritão, uma raça que sofria absurdamente de um preconceito que não havia cabimento algum. Comparado com aqueles humanos que tomavam a maior parte de todos os lugares, pegando a perspectiva de aparência dele, sim, tínhamos uma aparência "monstruosa". Ao meu ponto de vista era um cara bonito na verdade, discordava categoricamente desses pensamentos contrários. Olhando a fundo o caso, todo aquele mal estar entre raças apenas alimentava o ódio. Como minoria, os tritões muitas vezes pereciam ao ódio e com isso as relações permaneciam naquelas circunstâncias. Mas não era por causa da gente certamente, também não era certo mas era entendível. Felizmente por uma boa criação, apesar de sofrer por muitos anos pelo escravismo, superava de certa forma ao ódio. Era exatamente por isso que me denominava um cara especial, de todas as formas possíveis. Definia-me especial, mas não de uma forma soberba.

Tinha um pouco menos de um ano que havia chegado aquele local, tinha vindo principalmente para procurar paz e fugir de coisas muito complicadas. Tinha uma mente boa certamente, mas algumas coisas me causavam repulsa no fundo da minha alma. Não era o fato que tinha um temperamento calmo e conseguia me controlar, que não nutria certos níveis de ódio. Era o fato de controlá-lo que me separava dos outros que sucumbiam ao mesmo. Não desejava a ninguém, seja tritão ou humano, que passasse pela humilhação de ser escravizado. Assim levar a vida lendo naquela ilha famosa também pela sua biblioteca era algo que tinha buscado. Assim levava minha presença em direção a biblioteca da ilha, tinha fome de aprendizado de muitas coisas e na verdade pensava no que ler enquanto caminhava para o local. Haviam muitas coisas que desejava e isso apenas complicava na hora de decidir, definitivamente tinha que ter um planejamento para o futuro.

Naquele dia então não sabia bem o que ler. Buscaria adentrar a biblioteca se possível e então buscaria uma pessoa disponível para atendimento para as pessoas. – Olá. Então, não sei bem oque ler hoje e sou uma pessoa bem aberta a leitura na verdade haha. Você teria uma sugestão, gosto pessoal ou mesmo algo que você ouviu sobre. Qualquer indicação estarei agradecido. – Sorria a pessoa que falaria, apesar de meu sorriso não ser bem receptível, afinal, era um tubarão branco no fim de tudo.

Tendo uma resposta negativa, sairia daquela pessoa e buscaria outra pessoa e faria a mesma fala com a mesma simpatia de sempre. Conseguindo em qualquer tentativa uma resposta satisfatória, responderia. – Muito obrigado, tenha um bom trabalho. – Assim buscaria adentrar enfim aos confins da biblioteca e buscar esse livro para então procurar algum lugar ali para me assentar e ler.


Histórico:
 

Objetivos:
 

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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptyQua 26 Ago 2020, 21:01

Um Destino em Comum


O inicio



Horário: 08:30
Temperatura: 15°C
Localização: Torino Kingdom

Grim Lockhar

Grim tinha coisas a fazer, recomeçar sua vida, viver da forma que considerava a correta, por isso ele logo se levantava após algumas lembranças de seu passado.

Aos gritos ele parecia animado com a nova caminhada, não demorava muito e já pensava nos objetivos primários, pelos seus arredores, podia ver a vila onde estava, construída no interior da grande arvore, apesar da aparência simples, a vila tinha uma tecnologia avançada em certos pontos, muitas vezes superiores a demais ilhas deste vasto mundo.

Seguia então a busca de uma arma, considerava o primeiro passo para seu recomeço.

Com a ajuda de algumas pessoas que lhe guiaram, Lockhart pode chegar a uma loja, bem rustica, a procura de uma Foice, o vendedor dizia: — Bem-vindo menino... você não é jovem demais para estar querendo uma Foice? Enfim, se me pagar não deixarei de lhe entregar, 30 mil e negocio fechado! Sobre a ilha? Pelo o que pode ver, somos uma tribo que vive aqui, não tem muito o que se fazer por aqui garoto HAHAH.

Recebia sua Foice e logo seguia a procura de algum lugar para tomar algo, não parecia ser algo comum em uma ilha de tribos, porém a longe, podia ouvir varias pessoas falando e uma multidão que formava um círculo.


Tomoe Gozen

Um pouco afastada, Tomoe era acordada pelos pássaros, algo normal em seu cotidiano, pouco tempo se passava após seu despertar e poucos fatores já foram suficientes para aborrece-la.

Acordava e já sentia uma vontade de fumar, não demorava e chegava ao habitual local de compra, o dono já sabia até o pedido, deixava ao balcão o maço de cigarro e a caixa de fósforos, recebia então os 30.000 Berries.

Ainda por ali e questionando sobre um possível trabalho, o velho Carter, dizia com um alegre sorriso: — Então cara jovem, parece que tem um homem arquitetando um campeonato de luta, parece ser aberto a todos e a recompensa para o campeão é de 50 mil berries, talvez posse ser bom para você!

Continuava dizendo: — Caso ganhe, já sabe onde encontrar os melhores cigarros da ilha GUAHAHAH!

Gozen então seguia para o local onde era organizada a luta, por lá alguns homens iam se reunindo, desde pequenos portes até grandes portes.

Um homem encapuzado dizia: — Pois bem que será os primeiros? – Com um homem alto e gordo se aproximando, o encapuzado então dizia: — Mais alguém?


Lucius

O tritão demorava para decidir seus rumos, Lucius apesar de seus problemas com esse injusto mundo, tinha ambições e vontades maiores que os demais fatores, o problema era, aquele dia, ele não sabia bem o que fazer.

Falando com o bibliotecário, o mesmo respondia: — Uma coisa que eu gosto de ler são livros sobre... como posso dizer... Ciencias proibidas, não diga a ninguém, mas se quiser ler, tome isso.

Entregava então um livro ao Tritão, — Me devolva ao fim da leitura cara ‘amigo’!




Off:
 
Consideração:
 
Consideração 02:
 
Informações:
 
bichaelson

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ZackyStardust
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptyQua 26 Ago 2020, 22:59

Com o cigarro devidamente comprado e aceso com um fósforo, Tomoe podia tragar à vontade. A sensação da fumaça queimando a garganta levemente e preenchendo o pulmão com um pouco de oxigênio era fantástica, ainda mais se somada com a suave tonturinha que dava no final. Soltar a fumaça era outra satisfação. Cada vez que puxava o ar através do cigarro, era uma combinação aproximada de 60% fumaça e 40% ar puro (até pra não desmaiar por pressão baixa). A cada nova tragada, tentava pegar um pouquinho a mais de fumaça para que, quando fosse expelir, se sentisse uma verdadeira maria fumaça, poderosa, imponente e imparável. Não conseguiu esconder o sorrisinho de satisfação, não só pelos efeitos do tabaco como também pela sensação de simplesmente estar fumando. Seu mal humor era levemente apaziguado com isso, já que o fumo baixava um pouco sua pressão sanguínea, causando não só aquelas tonturinhas deliciosas como uma certa calmaria.

Ignorou, como sempre, quase tudo que o atendente da loja falou. A exceção fora o torneio de luta, que Tomoe imediatamente seguiu as direções. Lá, pessoas de todos os tamanhos estavam prontas para o combate pelo prêmio de 50.000 berries. Com essa grana, ela imaginava que daria pra comprar uma katana razoável. No local definido, uma pessoa encapuzada (e possivelmente suspeita) já chamava os lutadores. Um homem alto e gordo já parecia estar pronto pra porrada, então Tomoe se aproximaria, erguendo a cabeça.

- Eu vou. Anota aí, Tomoe - Diria ela, com a fala meio abafada por conta do cigarro no canto dos lábios. Tragou rapidinho, e concluiu, ao mesmo tempo que soltava a fumaça: - O sobrenome é Gozen.

Já esticaria os braços pra cima, iniciando uma sequência de alongamentos rápidos. Não queria ter cãimbra no meio da luta, né? A série não demoraria muito, e logo estaria pronta para o combate. E no caso deste já iniciar, não diria nada, nem reagiria a possíveis provocações. Ergueria seus membros, protegendo o rosto em uma postura similar à de um boxeador. Faria tudo isso com o cigarro na boca, tragando e soltando com a boca, volta e meia entre algumas respirações. Mais do que lutar, naquele momento ela queria aprender.

Aprendendo a perícia Luta de Rua
Soundtrack:

Spoiler:
 

A chance de seu oponente não ter um estilo de luta formal era altíssima, na cabeça da espadachim. Tomoe queria aprender como as pessoas lutavam informalmente, até porque o estilo principal dela se baseava em utilizar uma espada, e haveriam situações em que não teria uma. E, apesar de não parecer, a mulher era um gênio. Aprender através de análise poderia ser simples.

Para isso, não iniciaria o combate. Utilizando-se da aceleração, começaria com breves passos para um lado e outro, como o gingado de um lutador que, além de manter seus músculos aquecidos, estaria pronto para qualquer coisa. Apesar de não ser excepcionalmente veloz, ela conseguia atingir sua velocidade máxima em um único instante. Isto, junto com sua alta precisão em golpes e com sua visão aguçada, seriam essenciais para que pudesse absorver o máximo possível desta "aula".

Analisaria com atenção cada movimento e nuance corporal do oponente. Caso recebesse uma carga logo de cara, saltaria rapidamente para o lado, recuando um pouco mais logo em seguida mas sem ultrapassar o espaço delimitado (caso houvesse um). Não queria contra-atacar. Pelo menos, não com força demais.

No caso de uma aproximação mais razoável, manteria os movimentos de perna e dos quadris, rodeando o oponente e o analisando cautelosamente por todos os ângulos. No caso de receber um soco ou uma sequência deles, tentaria bloquear com seu antebraço. Assim, poderia não só analisar o movimento do oponente, como também sua força, resistência e reação aos pequenos contra-golpes. Também tentaria prestar a atenção nas fintas, a fim de aprender a diferença de movimento de um golpe verdadeiro de um falso. Isso seria útil não só no aprendizado, mas para esse combate e outros futuros.

No caso de chutes, se este fossem inferiores (na canela ou no próprio pé), cravaria o pé no chão, utilizando-o junto com a canela como escudo. Caso fossem mais altos (como na altura da coxa ou da cintura, por exemplo), levantaria uma perna e utilizaria a canela como bloqueio. Novamente, observaria cautelosamente cada nuance muscular do movimento. Assim como nos socos, queria entender os movimentos musculares, a força, resistência e reação, além de aprender como fintar e diferenciar tais movimentos de golpes reais.

Estaria pronta, também, para golpes sujos. Completamente ignoraria cusparadas, mas entenderia o valor moral de tais golpes. Pra certas pessoas, a vaidade era uma enorme fraqueza. Mas pra Tomoe, isso não importava. O perigoso mesmo seria algum golpe com areia - chute, arremesso, etc. Cobriria o olho funcional com uma das mangas do quimono, rapidamente se afastando para um dos lados, de forma que fosse possível fugir da nuvem levantada o mais rápido possível.

Sabia que talvez fosse importante aprender sobre agarrões ou outras técnicas de grappling envolvidas no conjunto de técnicas informais, mas isso Tomoe não deixaria acontecer. Um grapple, por mais útil que fosse, poderia ser mortal, então se limitaria apenas a aprender as iniciações deles: movimentos, energia, velocidade e força. Tentaria bloquear qualquer tentativa usando os próprios antebraços para emburrar os antebraços do oponente, se esforçando sempre para manter as mãos inimigas longe de qualquer parte "agarrável" da mulher - fossem elas seus braços, sua roupa ou etc.

Em uma possível abertura (como um espaço vazio entre um bloqueio e outro), tentaria imitar exatamente os mesmos golpes que receberia. A ideia, era um combo simples, para testar a eficácia dos ataques e para aprender como que seu oponente se defenderia. Começaria com uma finta de soco mirando no rosto com a mão direita, seguido de um chute lateral no joelho e concluindo com um gancho de esquerda no queixo do oponente.

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Última edição por ZackyStardust em Qui 27 Ago 2020, 16:27, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptyQua 26 Ago 2020, 23:48

Grim Lockhart


Parece que a sorte estava ao lado do pequenino naquele dia, o mesmo tinha conseguido uma nova arma por apenas 30,000 berries, e também informações sobre a ilha ao qual estava, o garoto não se empolgava muito ao saber que aquela era uma ilha mais tribal, porem de certa forma ficava feliz de estar em um lugar completamente diferente do qual fora criado durante toda a sua vida.

“deve ser bem tranquilo morar em lugar desses no final de contas”

O jovem se perdia em seus pensamentos quando algo subitamente o interrompia, mais ao longe garoto podia escutar diversas vozes enquanto uma multidão começava a formar-se, em um formato de círculo, aquele formato o fazia lembrar de um ringue de lutas, o garoto corria em direção ao local, tentando chegar o mais próximo possível, tentaria abrir caminho entre as pessoas com os braços se necessário fosse até conseguir ter contato visual com o centro da roda, se fosse alguma luta o jovem apenas observaria, naquele momento o garoto não gostaria de tomar parte em nenhuma briga desnecessária.




Aprendendo perícia Luta de Rua

Grim sempre teve uma facilidade acima da média em aprender as coisas ao qual se interessava, aprendeu a manusear foices de forma muito fácil quando menor, também era considerado um prodígio por parte de sua família, o jovem sabia que para ser pirata teria que saber muito mais do que somente usar uma foice, e se alguém o pegasse desprevenido e não tivesse tempo de usar a foice, nada melhor do que o bom e velho vale-tudo.

O garoto manteria a atenção nos lutadores, tentando memorizar todos os seus movimentos, focaria mais em quem usasse os truques mais sujos, tendo em vista que gostaria de aprender a se defender utilizando qualquer possibilidade em seu alcance, na tentativa de um ataque que pegasse o seu oponente desprevenido, procuraria analisar desde cuspidas nos olhos por parte dos lutadores até as tentativas mais improváveis como garrafas quebradas, areia nos olhos, madeiradas, murrão da roça.

O jovem começaria a se imaginar lutando contra aquelas pessoas, tentando em sua cabeça usar todos os truques sujos que tivesse observado dos outros lutadores, cuspes, empurrões, madeiras, vidro, socos e ponta pés qualquer coisa que pudesse utilizar como arma o garoto utilizaria, tentaria golpes também nos olhos, testículos ou qualquer lugar improvável e sem honra.

Fim do treino da perícia Luta de Rua

Conseguindo ou não aprender luta de rua, Grim procuraria por qualquer pessoa que pudesse lhe informar aonde fica uma biblioteca solicitando informações ao mesmo se não conseguisse com o primeiro seguiria até achar alguém que soubesse lhe informar.

-Ei, aonde fica a biblioteca dessa ilha? Sou novo aqui.

Após perguntar para quantas pessoas fossem necessárias para conseguir a informação, o garoto seguiria em direção a biblioteca, no caminho também manteria-se atento a qualquer pessoa que tivesse uma aparência diferente dos nativos da ilha e lhe chamasse atenção.

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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptyQui 27 Ago 2020, 01:12

Um Destino em Comum
Era um pouco embaraçoso para mim ter que recorrer a opinião alheia para ter que decidir o que ler, isso não significava que era indeciso? As vezes isso acontecia comigo, acordava e as ideias borbulhavam na minha cabeça sem que pudesse organiza-las de uma forma que pudesse aproveitar. O mundo era gigantesco e o conhecimento era muito maior comparado a essa grandeza. A ideia de desbravar esse mundo do aprendizado me entorpecia as vezes, trocar batalhas internas para saber qual passo dar a frente era uma coisa comum. De toda maneira era uma pessoa bem desenrolada e não media esforços e cara de pau para me comunicar e como tinha feito, pedir uma sugestão de leitura. Felizmente conseguia logo de imediato.

Analisando a fundo meu comportamento, especificamente minha maneira de fácil comunicação quando estou disposto, evidenciava um desejo no fundo da minha alma. Era uma pessoa solitária naqueles tempos, desde que tinha chegado a ilha, pouca interação havia sido feito com outros. Todas as oportunidades eu usava de boa educação, porque no fim eu gostaria de ter pessoas com que pudesse compartilhar ideias, conversar besteiras e até saudavelmente discordar. A última, e única, verdadeira relação que havia tido era com o meu pai de criação, o velho Adam, mas o mesmo já havia sido levado a anos pela hipocrisia de certas pessoas. Apenas de lembrar do mesmo me ascendia uma coisa que não gostaria que fosse aprofundada, não sem a devida preparação.

Wow. Agora o senhor falou de algo interessante. – Falava sussurrando junto ao bibliotecário. – Levarei então pra dar uma lida. Quem sabe depois a gente não possa conversar sobre? Enfim, obrigado pela indicação, devolverei quando sair. – Sorria e saia com o livro embaixo dos braços. Procuraria um local mais reservado como sempre fazia. Considerando que fosse um livro não muito grande, tomaria o dia para leitura como já era acostumado. Qualquer assento livre que estivesse mais isolado, ou caso não tivesse, um canto de parede ou prateleira onde levemente me encostaria para então adentrar profundamente na leitura.

Aprendendo a Perícia Ciências Proibidas

Como um bom estudioso e curioso tinha algumas ideias sobre o que pudessem ser pautadas como ciências proibidas. Mas era também de conhecimento que aquela nomenclatura era mais uma agrupação do que efetivamente a descrição de algo. Haviam várias coisas proibidas que poderia ser retratadas em alguma literatura. Era também válido ressaltar que aquele livro poderia me complicar de alguma forma, algumas coisas eram estritamente proibidas pela marinha e pelo governo mundial. Rumores sobre a ação dessas organizações por coisas banais já chegaram aos meus ouvidos e vistas quando viajava pelo mundo. Além de todas as injustiças, essa repressão cultural também me fazia menos simpatizante do governo. Aliado a isso, apenas por ser um tritão já chamava atenção e parte das pessoas com certeza estariam a alguma brecha de buscar me reprimir, a vida era um saco mas não desistia dela.

Alguns assuntos que me entravam na mente quando lembrava de coisas proibidas eram ocultismo e ufologia. Aí estava uma divisa entre minhas crenças. O mundo certamente era louco e pessoas comiam frutas que davam poderes aleatórios. Algumas outras coisas eram nossa realidade, mas procurava e imaginava que haviam explicações mais lógicas que respostas sobrenaturais. Não negava a possibilidade, talvez esses poderes dados pelas akumas fossem magias de alguma forma vinda de uma entidade ou sei lá oque. Certeza única que tinha era que um dia morreria, então não era cabeça dura. Mas de toda forma ainda acreditava que respostas lógicas eram possíveis de serem encontradas. Assim, o livro sendo do tema citado, apesar de não ser meu gosto preferencial, havia pedido a sugestão e ler coisas novas era uma boa coisa.

Na contramão, havia a ufologia. Pensando de uma certa perspectiva poderiam me chamar de hipócrita por acreditar nela. Mas não era uma crença cega a seres imaginários com poderes místicos. A existência de corpos celestes ao redor do mundo em que vivia era um fato e a possibilidade de vida fora dela era algo que considerava grandemente. Digo, como é possível apenas o nosso planeta existir vida? Deve ter alguma coisa fora, ficaria assustado de certa forma se a negativa fosse verdadeira. Tendo um livro sobre o assunto eu ficaria um tanto mais feliz. Apesar de não ser costumeiro, as ideias sobre vidas fora do planeta e até eventuais interações me tomavam os pensamentos algumas vezes. Em mãos, procuraria todas as informações que imaginava brotar em minha cabeça, mas logo voltando a uma leitura cronológica para ler tudo que o livro ofereceria.

Passada algumas horas, caso não tivesse sido incomodado, buscaria voltar para trocar palavras com o dono do livro. Não era normal ter essa possibilidade, e aquela pessoa dando seu gosto pessoal permitiria ter uma opinião pessoal sobre oque imaginava sobre os assuntos lidos. Ocultando o livro como fazia sempre enquanto outros perto, buscaria encontrar o mesmo bibliotecário. Assim, o mesmo estando livre chegaria e entregaria o livro em suas mãos e falaria baixinho. – Senhor, devo dizer que isso é incrível. Quem sabe a gente poderia até conversar sobre isso. Tantas coisas que imagino na minha cabeça... O que o senhor acha dos corpos celestes ao redor da gente, será que tem algo amais do que o imaginado? – Falaria buscando instigar aquele ser.


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Jean Fraga
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptyQui 27 Ago 2020, 20:23

Um Destino em Comum


O inicio



Horário: 10:30
Temperatura: 18°C
Localização: Torino Kingdom

Grim Lockhar

Grim se aproxima da luta de rua que por ali acontecia, parecia para os demais moradores da ilha, algo comum e que trazia bons momentos de diversão, ver pessoas lutando intrigava-os.

Aquela situação parecia ser a ideia para o garoto, aprender vendo outros lutando parecia uma boa ideia, visto que sempre teve facilidade para pegar ensinamentos de forma fácil, observava pelas lutas que por ali aconteciam, desde golpes mais corriqueiros em lutas de rua, como fintas e artimanhas mas conhecidas nas ruas, desde cuspes, até socos menos complexos num viés técnico.

Sua cabeça não para e pensando ele já imaginava o mesmo utilizando alguns aprendizados que havia recebido em pouco tempo analisando a situação.

Sua pergunta não era ouvida por ninguém, todos pareciam estar focados em uma grande luta, a multidão era volumosa o que incapacitava Lockhart de ver quem por ali estava brigando.

Ainda assim, ele não tinha dificuldades de achar a biblioteca, talvez a coisa mais famosa da ilha, a grande e bonita biblioteca que ali existia, durante o caminho nada o chamou a atenção, o dia começava e a vida da cidade também.

Não demorava muito e finalmente chegava à frente da biblioteca, podia ver da entrada, um tritão sentando em um banco no canto da biblioteca, na entrada, um bibliotecário, que com seu carrinho cheio de livro, começava a guarda-los nos devidos locais.


Tomoe Gozen

Já fumando seguia até o local onde aconteceria as lutas, o homem da organização não parecia muito confiável, mas a questão da recompensa ser 50 mil berries, ainda intrigava Tomoe a continuar firme.

Dando seu nome para o homem, o mesmo que a olha de cima a baixo, agora dizia: — Que menina corajosa! Boa sorte Gozen!

Era aberto um espaço na multidão, possibilitando a entrada da garota no que se parecia o ringue onde lutariam.

Os homens presentes na roda, faziam comentários não muito agradeveis, como a caçoar com o tamanho da garota, bem como dizer que não aguentaria um minuto de luta contra o conhecido pela plateia ‘Joseph’.

Diferente da maioria ali, ele não parecia ser daquela ilha, apesar de ter uma massa gorda considerável, não era suficiente para esconder seus músculos, alto e musculoso, parecia que a plateia o conhecia por algum feito.

Alongava-se rapidamente e já com a base montada, estava na hora de correr atrás do prêmio.

— Tem certeza que quer lutar criança? Aqui não é lugar para gente inexperiente, te dou três segundos para desistir...

O tempo passava e parecia que a menina se manteria por ali, ele dizia: — Já que você insiste! Vou te ensinar a respeitar os mais experientes!! – Com um semblante de raiva, ele agora partia para cima de Gozen.

Com sua velocidade e visão de gavião, a situação parecia controlada, Tomoe não tinha dificuldades em desviar dos ataques de seu oponente, o inimigo, iniciava um soco em direção ao rosto da garota, o que ela não esperaria era que esse não era seu golpe principal, recebia uma rasteira que a derrubava, batia a cabeça no chão, mesmo assim não sofria nenhum machucado sério.

Analisava os ataques de seu inimigo, via que ele não tinham muita trajetória ou técnica, apesar disso, podia perceber a força de cada golpe e o dano que receberia caso fosse acertada por um.

O combate por ali acontecia, a menina desviava dos ataques sem muitas dificuldades, ela parecia já estar preparada para ataques sujos e fintas, ainda mais depois de seu tombo.

Com seu aprendizado anterior e sua inocência na visão de seu inimigo, ele não tinha reação, caia na finta do soco, recebia o chute seco em seu joelho, com a perna reta, o som de uma junta deslocando era audível, o ataque não era o estopim da luta, era seguido de um gancho que apagava o seu oponente.

A plateia ficava surpresa, em silencio, logo o encapuzado dizia: — E-eh... Próximo... – Entrava no ‘ringue’ um homem magro e baixo, sua aparência era inofensiva e não parecia trazer perigo a mulher, enquanto estava se preparando para lutar, retiravam o corpo do primeiro homem a lutar.

Faltava pouco e logo começaria a luta.


Lucius

Recebendo os livros, demonstrava sua ansiedade e entusiasmo com os futuros aprendizados, o bibliotecário que vendo isso, parecia ficar curioso com tão entusiasmo, o que se passava na cabeça desse menino? Ele sorria e saia arrumando os livros nas devidas estantes.

Via a entrada, um pequeno garoto de cabelos brancos, ele estaria adentrando o local? O que uma criança estaria fazendo por ali? Mesmo assim, começava seus estudos, lia sobre diversos assuntos, desde um pouco de astronomia, muito pouco falado por não ser o foca, até sobre civilizações antigas e perdidas com o tempo, espécies raras e alguns ocultismos.

Os assuntos era diversos e por lá teria passada um bom tempo, apesar do pequeno tamanho do livro, que parecia faltar algumas páginas, bem como páginas rasgadas ou queimadas, o que trazia certa intriga para o homem peixe, ele adquiria um bom conhecimento sobre Ciências Proibidas.

Chegava para conversar com o Bibliotecário ao fim de sua leitura, questionando sobre certos assuntos, o mesmo respondia: — Uouuu! Como você lê rápido hein? Hahah, bom eu acredito que somos muito pequenos para imensidão do céu e o que tem a fora dele, o que mais me intriga nesse livro é a parte sobre civilizações perdidas... infelizmente nunca entendi, mas tem algumas paginas rasgadas e outras queimadas, o que de fato queriam esconder?

— Bom, podemos falar mais depois! Tenho alguns afazeres, mas que bom achar alguém interessado também por isso! Ate amigo!! – Se retirava do local e ia para o que se parecia os fundos do estabelecimento.




Off:
 
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bichaelson

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ZackyStardust
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MensagemAssunto: Re: Um Destino em Comum   Um Destino em Comum EmptyQui 27 Ago 2020, 22:22

Soundtrack
Spoiler:
 

Tomoe sentia que realmente tinha aprendido alguma coisa naquele rápido treino. Isso a deixou feliz. Infelizmente, o cigarro estava chegando ao fim, para a tristeza do seu humor. Deu uma última tragada e cuspiu a bituca no chão. Balançou os braços um pouco, também girando o pescoço. Esticou as costas e se pôs em posição de combate logo em seguida, pronta pro próximo.

Não podia deixar de conter o sorriso no rosto ao saber que tinha surpreendido a todos. Odiava ser subestimada. Na verdade, ficava surpresa com isso, por conta de seu tamanho colossal - especialmente pra uma mulher.

Um outro homem entrou no ringue improvisado e a espadachim aumentou seu sorriso, quase num deboche.

- Se pegar leve comigo que nem o outro, arranco teu saco com as unhas. Fica esperto.

E quando o início da luta fosse sinalizada, Tomoe tentaria tomar a iniciativa. Com sua aceleração, partiria pra cima do oponente. O objetivo era não repetir a mesma estratégia de antes, afinal tal coisa seria um passaporte direto pra papa-terralândia. Primeiro, tentaria aproveitar sua velocidade para lançar um murro na boca do estômago de seu oponente. Acreditava que isso poderia o atrasar o suficiente, pelo clássico efeito que um impacto naquela região costuma causar. Em seguida, o agarria pelo cabelo com a mão oposta e puxaria a cabeça, erguendo a perna para tentar desferir uma joelhada em seu rosto. Por fim, utilizaria a perna oposta à do golpe para tentar chutá-lo reto no saco, algo que a espadachim julgava ser efetivo o suficiente por conta de seus tamancos de madeira tradicionais.

No caso de seu oponente esquivar o primeiro soco, Tomoe tentaria girar seu corpo para realizar um chute lateral nas costelas do oponente, tentando bater ali com seu geta. Finalizaria o combo, então, com um gancho de direita, aproveitando ainda a energia cinética para pegar mais força. Nesse impacto, pararia o movimento usando um dos pés e, então, concluiria com um gancho da mão oposta no queixo, mas dessa vez, de cima pra baixo, quase como um shoryuken... Sejá lá o que isso fosse.

Em caso de bloqueio por parte dele, se fosse possível, seguiria o mesmo plano do chute giratório. Mas caso seu chute fosse bloqueado, iria preferir recuar por um instante, recompondo-se.

Em qualquer situação, estaria pronto para bloquear a ofensiva inimiga: nos membros superiores, utilizaria os antebraços. Nos inferiores, as canelas. Fosse erguendo, baixando, cravando no chão, tanto faria: Tomoe não teria medo de bloquear até encontrar uma abertura para, assim, realizar seu combo já planejado.

No entanto, caso recebesse algum tipo de golpe com as pernas do homem em que tivesse a chance de segurar o membro com uma mão, utilizaria o braço oposto para golpear no joelho com o cotovelo com força máxima. Em seguida, jogaria a perna inimiga pro lado. Não se preocuparia em seguir um combo nesta situação, afinal de contas, deslocar o joelho seria o suficiente na cabeça de Tomoe.

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