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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ain't No Rest For The Wicked

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MensagemAssunto: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptyDom 02 Ago 2020, 14:55

Relembrando a primeira mensagem :

Ain't No Rest For The Wicked

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente do governo Mimasu Hoyu. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptyTer 15 Set 2020, 22:08


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Expresso Oceânico pt.4!


Vários disparos eram os únicos sons que ouvia ao correr pelo vagão até a porta que o separava dos outros. Com o impacto das várias balas de canhão, certamente o Expresso Oceânico não estava na sua melhor forma, mas estaria tudo bem desde que fosse capaz de seguir viagem mesmo com o ataque. Sem dúvida o pior dos cenários seria se danificassem a locomotiva a ponto se não ser capaz de seguir viagem, mas estaríamos bem enquanto a viagem continuasse. Ao subir no teto dos vagões pude enfim ver o estrago que o ataque estava causando, com vários buracos nos vagões, que agora eram inundados aos poucos por água que entrava pelos mesmos. Aquilo era mais do que ridículo, e não podia deixar aquela baderna prosseguir, ainda mais com o risco de atrasar a viagem até Lavênia, então logo deixei claras minhas intensões, que foram completamente ignoradas pelos piratas.

Com a paciência diminuindo a cada segundo que se passava, decidi que era hora de tomar uma atitude de verdade, e dei minha resposta àquele ataque covarde ao lançando uma densa avalanche na direção do navio pirata. Como já esperava, a neve não chegou a alcançar o navio, mas a grande quantidade de neve caindo na água gerou ondas o suficiente para afastar o navio cada vez mais, e um sorriso surgia em meu rosto ao perceber a distância aumentando, mas minha animação foi subitamente interrompida ao sentir um chute na perna, levando-me ao chão. Surpreso pela rasteira repentina, virei meu rosto em direção à figura, e pude constatar que era o mesmo pirata que havia disparado o canhão quando olhava pela janela, mas de perto era óbvio que ele não era normal. Sua pele tinha um toque metálico e artificial, o que me fazia pensar se era efeito de alguma akuma no mi ou algo mais que não conhecia. Era frustrante ter sido derrubado assim por causa da minha falta de atenção, mas o dente rangido logo foi substituído por um sorriso para disfarçar a surpresa.

- Que bom que não quer me matar, porque não ia conseguir. Mas eu quero te matar. - Caído naquela posição, era óbvio que eu era um alvo fácil, e não foi difícil perceber que aquele homem estava para atacar, qualquer um aproveitaria uma situação vantajosa como aquela. Com os joelhos levantados e os pés no chão, faria neve ser projetada da sola do meu pé, de modo a me prender ao teto do vagão como 2 arpões. Já devidamente fixado no chão, assim que as mãos do pirata viessem na minha direção, usaria o kami para dobrar meu corpo de forma flexível e evitar seu ataque. Normalmente pela forma que lutava, sempre evitava a distância corpo a corpo, mas o corpo daquele homem era peculiar, e queria saber o que estava enfrentando antes de tudo, e aquela seria a situação perfeita, então assim que evitasse o golpe com o rokushiki, me levantaria e o abraçaria com força, de preferência pelas costas, e concentraria meus poderes para roubar o calor do seu corpo. Enquanto fizesse isso, aproveitaria o toque no corpo dele para saber do que era feito, tentado pensar se aquilo poderia ser efeito de alguma paramecia ou logia que alterasse seu corpo. No mínimo esperava saber o material que seu corpo era feito.

Sabia que aquele homem certamente sabia usar o haki do armamento, do contrário não teria acertado minhas pernas como havia feito. Poderia ter me derrubado com um ataque normal, ao desfazer a neve, mas se me acertou, já era um perigo real, assim ficaria apenas 5 segundos segurando seu corpo, enquanto geraria neve para cobri-lo com um casulo branco e reforçado, tentando atrapalhar ele e impedir que me atacasse antes de terminar de sugar seu calor. Mesmo que meu kami-e não tivesse sido o suficiente, tentaria efetuar o abraço e criar o casulo mesmo assim, do contrário ficaria em desvantagem por não saber os poderes do meu adversário. Assim que ficasse os 5 segundos, ou se ele destruísse o casulo e me arrancasse do seu corpo, daria uma cambalhota para trás, visando aumentar distancia, olhando novamente para ele. - Quem são vocês, e o que querem aqui? - Não esperava uma resposta de verdade, muito menos uma elaborada, então logo sacaria novamente minhas pistolas.

Com as armas apontadas para o pirata, começaria a disparar rapidamente em sequência, andando para trás enquanto isso para manter sempre distância e ele nunca conseguir se aproximar. - Prex Coelum! - Não sabia se ele possuía alguma forma de ataque à distância, então ficaria atento enquanto atirava, fazendo questão de sempre mantê-lo na linha de tiro para que fosse golpeado pelo máximo de balas possíveis, todas revestidas com o manto negro do haki. Se percebesse qualquer indício de um avanço rápido para me alcançar ou um golpe à longa distância, interromperia a técnica imediatamente e saltaria o mais alto que podia, usando geppou para me manter no ar e longe de perigo, onde lançaria dois rankyakus contra o homem ao aterrissar, forçando ele a se defender para que não tentasse se aproveitar do momento da aterrisagem. Terminando a técnica ou aterrissando, manteria meu olhar atento no homem, pronto para reagir a qualquer movimento repentino com um soru para me afastar.


Prex Coelum:
 

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptyTer 15 Set 2020, 23:53



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Expresso Oceânico - 13:00h

Hoyu sorria tentando não demonstrar sua surpresa ao ser derrubado, e logo falava uma frase de efeito para tentar provocar seu oponente. Contudo, ele não podia enrolar muito por ali se queria sair ileso, já que o golpe vinha com toda força.

Sabiamente ele fixa seus pés no teto do trem, e uma vez que o ataque vem, ele desvia com maestria. Mas ele não estava satisfeito, precisava saber mais sobre seu inimigo, e com essa finalidade, aproveita o impulso que conseguiu ao se esquivar e abraça o homem pelas costas.

O mais estranho na situação é que Hoyu não conseguia roubar seu calor de forma normal, e sentia que o corpo do homem era bem rígido e metálico. Não restavam duvidas, ele era feito de ferro, pelo menos naquele momento.

Hoyu queria deixá-lo em estado de hipotermia, ou ao menos retardá-lo um pouco, mas seu oponente se debatia e possuía uma força considerável, dificultando muito seu objetivo. O casulo de neve do agente diminuia a velocidade do oponente, mas ele mesmo assim escapava, forçando Hoyu a pular graciosamente para trás, pousando com destreza e questionando o homem de ferro.

- Seu pior pesadelo? - O homem sorria de maneira sádica e avançava na direção de Hoyu, que sacava suas pistolas e as apontava na direção do ataque, não desperdiçando tempo e começando a atirar rapidamente.


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As balas voavam em questão de segundos, e sua velocidade era tamanha que ficavam praticamente invisíveis, não fosse pelo Haki que as envolvia. Percebendo esse detalhe o homem rapidamente começava a desviar, para alguém de seu tamanho era um feito impressionante. Contudo, ele não escapava ileso, o que dava a chace para que Hoyu percebesse que a técnica o atingia.

Irritado com a luta, o inimigo avança rapidamente, com um impulso tão grande que realmente parecia uma bala de canhão. Ele reveste sua cabeça em um manto negro e corre como um touro até o agente. Foi por um tris que Hoyu não virou raspadinha de gelo, pois habilmente pulou e se manteve no ar.

Preparado o agente volta ao chão, e cortando o vento com sua perna, lança dois poderosos golpes na direção do homem blindado, o problema era o manto negro que cobria o corpo do homem, que repelia os cortes.

Agora os dois se olhavam, em cima de um trem em movimento, que inundava a cada segundo, e o pior, o navio começava a se aproximar novamente. Socorro Jesus

POST 09 - Posts até Lavênia (5/9)

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Última edição por Milabbh em Qui 29 Out 2020, 18:23, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptySex 16 Out 2020, 22:15


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Expresso Oceânico pt.5!


As minhas suspeitas se tornaram claras ao tocar no corpo do homem, pois ficou óbvio que o corpo daquele pirata era feito de ferro. Quando estava no chão, meu pensamento rápido e o uso do rokushiki permitiu que eu evitasse o golpe de forma hábil, dando-me tempo de agarrar seu corpo para tirar minhas dúvidas, mas ao ver do que era feito, não pude deixar de ranger os dentes, incrédulo. Não sabia se existia uma fruta que permitisse isso, apesar de não duvidar, mas mesmo se não fosse resultado de uma akuma no mi, certamente jogar ele na água seria efetivo, já que provavelmente afundaria pelo peso. Já estando naquela situação, tentei sugar seu calor e o prender em um casulo de neve, mas o desgraçado conseguiu destruir o mesmo, me forçando a o soltar e me afastar para não correr risco demais. Se continuasse o segurando, seria incapaz de desviar de um golpe bem desferido, e como já havia constatado que ele possuía alguma forma de me atingir, provavelmente o haki do armamento, todo cuidado era pouco.

Ao questionar o homem de ferro, a resposta que recebi foi bastante presunçosa, fazendo a minha paciência já pequena se esvair ainda mais. - Posso te garantir que já tive muitos sonhos ruins, mas você deve ser um dos menos piores. - Com as pistolas apontadas, uma barragem de balas foi disparada, forçando o pirata a evadir como podia, mas mesmo assim foi atingido por alguns tiros, me permitindo confirmar que aqueles golpes eram de fato efetivos contra seu corpo metálico. Por mais que minha tentativa de roubar o calor dele tivesse falhado, estava bem confiante naquele combate, já que não havia sido atingido nenhuma vez, sem contar o golpe surpresa que ele havia dado enquanto eu estava distraído. Sem atingido pelas balas pareceu irritar ele, já que revestiu sua cabeça com haki e avançou na minha direção, confirmando de uma vez por todas minhas suspeitas, o que não era algo realmente inteligente de se fazer, mas não podia esperar muito de pessoas com ele. O avanço do cromado não foi nem de perto uma ameaça, como tudo que ele havia feito até ali, já que consegui evadir com certa facilidade ao saltar e me manter no ar, mas quando meus rankyakus foram repelidos foi quando percebi que provavelmente não seria tão fácil quanto achava.

O rankyaku era uma técnica poderosa, com boa capacidade de destruição, e danificar metal, mesmo que um pouco, não deveria ser um problema, mas para serem completamente anulado o haki daquele homem deveria ser bem relevante. Já estava de olho na armadura negra, pois sem ela ou fogo acertar meu corpo seria impossível, mas aquela demonstração aumentou ainda mais minha preocupação. A água entrando não era um problema, pois enquanto o expresso se mantivesse em movimento, estaria tudo certo, então enquanto não recebesse uma ligação de Catarina, me manteria focado na luta contra aquele homem metálico. Aquele que fizesse o primeiro movimento teria a vantagem, e não pretendia ser colocado contra a parede, então começaria a girar a pistola na minha mão direita ao redor do indicador, que estava no gatilho, e do braço esquerdo criaria um escudo rígido, com altura e largura maior que meu corpo, de modo que ao posicionar ele em frente de mim, não fosse possível me ver. Com o “escudo” de neve compacta pronto, executaria um soru na direção do homem metálico, mas interromperia a corrida 2 metros antes de me chocar contra ele, freando e desprendendo a parede de neve à minha frente para que ela continuasse o trajeto devido à inércia, que manteria sua velocidade até que batesse com tudo naquele homem. Assim que a parede de neve batesse em seu corpo, apontaria a pistola que estava girando em sua direção. Sanctus Mandatum! - O giro seria interrompido, e a bala disparada com força contra seu peito, aproveitando do impacto da neve para que ele não percebesse o disparo subsequente.

Se enquanto fizesse o escudo compacto ele avançasse contra mim, me apressaria a usar o soru para me chocar contra o se corpo, e assim que o impacto acontecesse, abriria um pequeno buraco na neve, por onde colocaria o cano da pistola e faria o disparo da técnica para o atingir, recuando em seguida bem rápido para que ele não tivesse tempo de me atacar. Se enquanto eu fizesse isso, seu braço ou perna atravessasse o escudo de neve para me atacar, aproveitaria a oportunidade, para criar grandes espinhos de neve, projetando-os do escudo para perfurar seu corpo do outro lado, segurando seu pulso ou tornozelo com meu braço direito com força, e o envolveria em um casulo cheio de espinhos, como uma donzela de ferro improvisada, recuando em seguida. Se ele evitasse o choque com a parede de neve, tendo a disparado ou não, aproveitaria o momento da esquiva ou bloqueio para fazer o disparo da técnica bem rápido para surpreende-lo.

Se ele avançasse na minha direção enquanto eu recuasse após o ataque, guardaria rapidamente as duas pistolas e pegaria em minha mão o flavor dia que estava cheio de fumaça, enquanto com o pé direito à frente do corpo, começaria a espalhar um tapete de neve ao meu redor. Quando o cromado estivesse próximo o suficiente, ja dentro da área de neve criada, apertaria o botão do dial e liberaria a fumaça em grande quantidade, preenchendo os arredores. Logo em seguida abandonaria aquele corpo, fazendo minha coincidência passar para a neve abaixo de mim, deixando-o lá como um boneco de neve para ser destruído, e me reformaria atrás do homem, me aproveitando da falta de visão causada pela fumaça para desferir uma rápida sequencia de shigans contra seu corpo, para depois recuar com um soru de modo a manter distancia. Se mesmo depois de tudo não conseguisse ver ele, só para confirmar mandaria um rankyako contra a nuvem de fumaça para dispersar e, quem sabe, acertar ele no processo. Se fosse pressionado em algum momento pro ele, tentaria sempre recuar para não ser atingido, movendo meu corpo para longe de seus ataques, usando kami-e em caso de rápidas sequencias de ataques, buscando sempre criar distancia entre nós. Se percebesse que fosse usar algum golpe em área, abandonaria qualquer estratégia que estivesse fazendo no momento e usaria o geppou para subir para o céu, buscando não ser atingido.


Sanctus Mandatum:
 

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptySab 17 Out 2020, 15:14



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Expresso Oceânico - 13:20h

Após ter seu golpe poderoso frustrado, Hoyu é forçado a bolar uma nova estratégia, e de preferência rápido, já que o navio continuava se aproximando de maneira veloz. Em um movimento ágil e estiloso, o agente gira a arma em sua mão e cria um escudo de neve. Contudo, antes que pudesse fazer algo mais, o homem blindado começa a vir a seu encontro.

Correndo novamente como um touro desgovernado, o suposto pirata mira em Hoyu e investe com tudo em sua direção. Mas já antecipando o que aconteceria, o agente decide usar o soru, e corre de encontro ao homem com o escudo formado. O impacto é forte, fazendo com que os dois ricocheteassem para trás, mas logo se encontrassem novamente.

O homem começava a dar murros poderosos no escudo, que já começava a rachar. Sem perder mais tempo, Hoyu usa um pequeno buraco formado na altura do peitoral do oponente para finalizar sua técnica de tiro. O giro da arma para abruptamente e um disparo é efetuado.

A bala atinge em cheio o peito cromado do homem, o que faz com que ela bata inofensivamente ali e volte com tudo no canto do escudo, fazendo-o rachar de vez e obrigando Hoyu a recuar rapidamente.


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Nesse momento, o navio alcança o expresso, e mais um disparo de canhão é efetuado, dessa vez, a bala atinge o vagão em que Catarina estava. E é possível ver um sorriso maldoso se formando no rosto levemente cansado do oponente de ferro.

POST 10 - Posts até Lavênia (6/9)

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptyQua 21 Out 2020, 21:55


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Expresso Oceânico pt.6!



Não tinha tempo para me afastar, não tinha tempo para pensar, precisava agir mais rápido do que pensava, senão tudo estaria perdido. Por mais que me vangloriasse, era obrigado a admitir que aquele cara era forte. Zerox havia sido irritante com o corpo em chamar que neutralizava meus poderes, mas o cromado simplesmente ignorava tudo que eu fazia, como se meus golpes não fossem nada. Conseguia fugir e atacar sem problemas, mas se continuasse daquele feito, a luta nunca teria fim. Mal tive tempo de pensar no que fazer, quando ele começou a avançar novamente em minha direção, e precisei de apenas um instante para começar a girar minha pistola e criar um escudo de neve para me chocar contra o suposto pirata, mas era claro que aquela parede de neve que nos separava não duraria muito tempo, e o tiro que dei pelo espaço circular na parede foi a única coisa que precisou para a destruir ao ricochetear no corpo daquele homem.

Naquele ponto, já imaginava que não se tratava de uma akuma no mi, já que não havia presenciado nenhum tipo de transformação, e ele não havia feito nenhum feito que indicasse que aquilo era o poder de uma das frutas. O que via provavelmente era um corpo modificado, mas não fazia ideia de que tipo de tecnologia permitia algo daquele tipo, mas certamente era uma força a se respeitar. Já estava para pensar em meus dois passos seguintes naquele embate, quanto um tiro de canhão ecoou, e pude ver ele se chocando contra o vagão de Catarina. Meu choque era claro, mas o sorriso de satisfação daquele cara era ainda maior, e senti um ódio me consumir. - Então o objetivo de vocês é ela? Por que? - Queria saber sua resposta, mas o resultado seria o mesmo qual ela fosse. Correria e saltaria para o interior do vagão pelo buraco feito, e procuraria Catarina sem pensar duas vezes, revirando o lugar até encontrá-la. - Vocês está bem? - Tentaria olhar rapidamente seus machucados, enquanto me manteria atento nos arredores para evitar um ataque surpresa. Se tivesse qualquer ferimento relevante, criaria uma camada de neve rígida por cima para estancar o sangramento. Assim que não houvesse risco de morte, ou se fossemos abordados novamente por aquele homem metálico, usaria soru para desaparecer diante dos seus olhos, correndo em alta velocidade com Catarina pelo expresso, levando-a para outro vagão e deixando-a em um local mais escondido. Não me preocuparia em ser atingido por qualquer golpe, desde que conseguisse leva-la para longe em segurança.

Em seguida, precisava me livrar daquele navio irritante que por algum motivo conseguia ser mais rápido do que o expresso e seguia disparando contra os vagões, mas não podia deixar que Catarina fosse encontrada, então a primeira coisa que faria seria encontrar o cromado. Procuraria-o nos vagões, e se não o encontrasse, subiria novamente no teto do expresso, mas apenas pararia quando o encontrasse e nos olhássemos nos olhos. Assim que ele me visse, sairia do expresso e subiria no teto, esperando que ele me seguisse e, diante de seus olhos, começaria a usar geppous em direção ao navio deles, desviando rapidamente de qualquer disparo em minha direção com mudanças súbitas de direção em meio ao ar. Assim que aterrissasse no convés, lançaria um rankyaku rápido para derrubar ou pelo menos danificar a vela e prejudicar sua movimentação, e logo em seguida começaria a girar, disparando em todos ali presentes. - Divinus Florere! - Após as balas voarem em todas as direções, com o objetivo de derrubar os homens que controlavam os canhões, usaria um soru para entrar no navio, indo até o porão. Era óbvio que uma vela não seria o suficiente para serem tão rápidos, então eles provavelmente possuíam um sistema de remos, automáticos ou não, e precisava destruí-lo. Encontrando-os, lançaria rankyakus para os despedaçar, mas se não encontrasse nada, retornaria ao convés com outro soru.

Entretanto, caso enquanto usava minha técnica no navio aquele homem retornasse para o expresso ou nem me seguisse pra início de conversa, ignoraria o navio e retornaria para o expresso oceânico, frente a frente para continuar nosso combate. Estando ambos em seu navio ou no expresso, retomaria então o combate. Apontaria minhas pistolas para ele e começaria a disparar, sabendo que ele provavelmente viria em minha direção como já havia feito antes, esperando-o vir como um touro, e assim que estivesse próximo demais, saltaria para o lado, para fora do teto do expresso, me mantendo no ar através do geppou enquanto disparava contra o seu corpo. Logo em seguida usaria geppou para pegar impulso, enquanto produziria neve para fazer uma enorme e rígida ombreira revestida com haki do armamento, e tentaria o golpear com o ombro fortalecido, empurrando-o para fora do teto e, possivelmente, em direção à água. Conseguindo o empurrar ou não, aterrissaria novamente na superfície solida com meus pés e usaria um soru para me afastar


Divinus Florere:
 

Histórico do Hoyu:
 

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptyQui 22 Out 2020, 19:41



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Expresso Oceânico - 14:00h

A luta se tornava cada vez mais acirrada, e por mais que o homem blindado parecesse cansado, não havia indícios de que desistiria. Ao ouvir o tiro de canhão, as reações foram opostas, enquanto o cromado sorria, Hoyu ostentava raiva e indignação em seu semblante, e tais sentimentos eram extravasados em uma pergunta.

- Por que não ela? É só mais uma escória do governo, e importante até! - O homem mantinha seu rosto sério, mas via o agente tentar correr para ajudar Catarina, e nesse momento um grito ecoa do navio, que a essa altura estava lado a lado com o expresso.

- Não deixe ele escapar, Tank! - Quem gritava era uma celestial que olhava a cena e logo em seguida pulava para o vagão em que o buraco havia sido feito.

Com essa deixa, Tank agarra Hoyu pelos braços, mantendo-os imobilizados atrás de seu corpo. Por mais que fosse forte, sabia que não conseguiria segurar o agente por muito tempo, e com isso ele grita para a moça que entrou antes no expresso.

- Dá pra se apressar Fadinha?! - Ele até tentava manter Hoyu preso, mas falhava, e agora que o agente estava solto, apontava suas pistolas para o corpo metálico do homem.

Como previsto, ele novamente atacava com toda velocidade, mirando no tórax do agente, que consegue desviar com um movimento rápido para fora do teto do expresso. Sua técnica de pairar sobre o ar era irritante para Tank, que agora bufava.

Sem perder mais tempo, Hoyu reveste seu ombro em neve e investe com tudo contra seu oponente, que é arremessado para fora do trem. O problema é que ele cai no barco, seu corpo pesado quebra algumas tábuas, mas estava reunido com seus companheiros.


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Falando neles, a tal fadinha pulava de volta para o navio, e em seus braços, uma Catarina desacordada sendo levada embora. O navio era muito veloz, como já havia sido constatado, e começava a se afastar rapidamente, deixando Hoyu no teto.

O expresso continuava seu caminho, e a água começava a entrar ainda mais nos vagões, que perdiam velocidade e produziam um barulho estranho e contínuo.

POST 11 - Posts até Lavênia (7/9)

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptyQua 28 Out 2020, 22:00

 

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Expresso Oceânico pt.7!



Fracasso. Era tudo que conseguia pensar ao ver o navio se afastando em uma velocidade quase impossível, enquanto o expresso seguia na direção oposta. Nunca havia visto uma embarcação tão rápida como aquela, chegava até mesmo a ultrapassar a velocidade do Expresso Oceânico, que cortava a Grand Line inteira em pouco tempo. Era algo mais absurdo do que tudo que havia antes, mas não podia ignorar os fatos e negar tudo que havia acontecido. Catarina havia sido levada, e eu havia fracassado em minha missão. No momento que o tal Tank me segurou, eu sabia, mesmo que bem no fundo, que eu havia perdido. Sem conseguir me libertar de seu agarrão, uma celestial entrou no vagão e trouxe a garota desacordada, mas ainda tinha esperanças de que não deixariam seu companheiro para trás, então precisava tentar prender ele ali, quem sabe jogar ele no mar para que eles precisassem o resgatar, mas até esse plano deu errado quando percebi que posicionaram o navio bem abaixo de onde ele estava, de modo que ele retornou para a segurança do mesmo em vez do abraço gélido do oceano.

Desesperado, tentei pensar em 1000 maneiras de como resolver aquilo, mas nada adiantaria. Não possuía um arpão para prender o navio ao expresso, muito menos conseguia controlar a neve o suficiente para que pudesse prender os dois meios de locomoção um no outro. Se eu fosse atrás do navio, apenas continuariam se afastando, e mesmo que eu matasse todos a bordo, apenas ficaríamos à deriva, já que eu não sabia conduzir uma embarcação, e nem mesmo os rokushikis seriam úteis, já que mesmo com geppou não conseguia carregar outra pessoa comigo ainda. Vi e revi todas as possibilidades na minha mente enquanto o navio inimigo desaparecia como um jato no horizonte, mas em todos os casos a resposta era a mesma:  se eu fosse atrás daquele navio, nenhum de nós dois voltaríamos. Não conseguia parar de me amaldiçoar a cada pensamento que surgia em minha mente. - Marshell Crown confiou essa missão especificamente a mim, e como eu retribuo? Deixando sua sobrinha ser raptada por... Meu Deus, nem ao menos sei se eram piratas ou revolucionários! - Minhas esperanças eram completamente destruídas, e tinha certeza que não havia forma nenhuma de eu conseguir completar aquela missão. Tudo havia se perdido, mas não podia ficar parado, pois o estrago feito ao expresso não havia sido pequeno. Vários buracos cobriam os vagões, e água do mar ia invadindo o expresso. Não havia mais formas de resgatar Catarina Crown, mas ao menos precisava garantir que o trem chegasse em seu destino.

Respirando fundo para não sucumbir a pensamentos autodestrutivos por causa do meu fracasso, verificaria o interior do expresso para ter certeza que não havia entrado muita água do mar, já que isso poderia me debilitar completamente, e apenas se percebesse que era seguro, entraria no vagão, caso contrário procuraria algum outro com menos água do mar invadindo seu interior. Uma vez do lado de dentro, por via das dúvidas procuraria a origem do som estranho, temendo que fosse uma bomba ou algo do tipo, que jogaria no oceano sem pensar duas vezes caso encontrasse. Tendo garantido que não havia nenhum perigo além disso, começaria a produzir neve para fazer uma parede rígida, substituindo a parede destruída pelas bolas de canhão. Sabia que aquilo não seria tão efetivo quanto metal, mas esperava que fosse o suficiente para aguentar até o destino final. Assim que uma parede destruída fosse substituída pela cópia de neve, iria seguindo rapidamente pelos vagões, abrindo as portas laterais para deixar a água do mar escorrer para fora e tampando os buracos com a neve. Por precaução, faria as paredes bem mais grossas do que as originais, para não correr o risco de quebrarem facilmente. Assim que tivesse tampado todos os buracos da locomotiva, iria para o primeiro vagão, procurando o condutor do expresso.

Ter que fazer aquilo era humilhante, ainda mais depois da minha falha, e o peso do meu crucifixo parecia me esmagar. Tudo que conseguia pensar era que havia falhado com o Governo, e com isso falhado com meu Deus. Caminharia a passos arrastados, e bateria na porta do maquinista, esperando uma resposta para abri-la. - A situação não está nada boa. Tampei os buracos como pude, mas foi bastante estrago. Acha que esse ataque e a destruição que causaram vai atrapalhar o cronograma do expresso? - Sentia vontade de berrar de raiva, mas precisava usar toda minha capacidade de esconder emoções para manter uma face limpa, para não indicar o que havia acontecido. Não havia mais o que fazem além de esperar a chegada em Lavenia, onde os receberia de mãos vazias e a vergonha de não ter cumprido minha obrigação.


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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptyQui 29 Out 2020, 18:13



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Expresso Oceânico - 14:00h

Decepcionado com o desenrolar dos eventos, tudo o que Hoyu podia fazer, era pensar em uma maneira de contornar aquela situação, mas como? O barco era muito rápido e não havia nada por ali que pudesse pará-lo. Até mesmo seu fruto do diabo não poderia lhe ajudar agora. A realidade era simples, Catarina navegava para algum lugar desconhecido, e um novo problema surgia, como achá-la?

Como um raio a pergunta atinge o agente: Como achá-la?! Ele não sabia quem eram aquelas pessoas, só o nome de um deles, Tank... Mas a julgar por como ele chamou a companheira de "Fadinha", seriam codenomes? De qualquer forma, o expresso continuava sendo inundado, e por mais que estivesse de mãos atadas quanto a sua missão principal, ao menos podia garantir a segurança das pessoas ali.

Hoyu olha para dentro do trem, e além da água que alcançava a canela das pessoas, ele percebia um outro detalhe que lhe escapou anteriormente. O expresso estava carregado de diplomatas, pessoas ricas e bem vestidas, bem como outras que trabalhavam para o governo de alguma forma. Os únicos civis eram os funcionários da locomotiva, que inclusive tentavam conter o pânico dos passageiros.


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Ele então entra no vagão e procura a origem do estranho som. Apesar de não achá-lo, decide mudar seu foco para os buracos que permitiam a entrada da água. Ele anda por todos os vagões criando paredes de gelo grosso para conter a entrada da água, enquanto procurava pelo condutor.

Após muita produção de água congelada e agradecimentos dos passageiros, o agente finalmente alcança o vagão do maquinista. E era de lá mesmo que vinha o barulho, mais especificamente, da junção entre os vagões. O ferro que unia os dois estava quase se soltando, e se isso acontecesse, um problema ainda maior seria gerado.

O maquinista abria a porta e olhava para Hoyu com certo alívio ao ver o uniforme do agente. Logo em seguida ele apontava para o ferro dos vagões e sinalizava que havia quebrado. O barulho do vento era intenso, e não era possível se ouvirem ali.

POST 12 - Posts até Lavênia (8/9)

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptyQua 04 Nov 2020, 21:49


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Expresso Oceânico pt.8!


Tudo que me restava era aceitar que Catarina havia sido sequestrada, e eu não poderia fazer nada a respeito disso. Essa verdade descia amarga, mas se ficasse ali parado, me remoendo, a situação poderia piorar muito. Quando tudo tivesse terminado, quando não pudesse fazer nada, aí sim seria o momento de me amaldiçoar pelos meus erros. Engolindo meu orgulho, voltei novamente para o interior do vagão, onde a água já chegava na altura do tornozelo, mas para a minha sorte, não era o suficiente para me afetar e impedir meus movimentos, mas era um problema dos grandes. Não só pelo fato de parte do expresso ter sido danificado, com várias paredes destruídas, mas também por causa dos passageiros presentes. Quando embarquei junto de Catarina, estava muito focado na missão para prestar atenção, mas agora conseguia ver que todos os passageiros eram agentes ou magnatas, e por todos os lados via diplomatas, ricos e engravatados. Nós havíamos tomado o Expresso Oceânico em Utopia, mas só agora percebia que isso significava que várias pessoas importantes estavam reunidas ali e tudo se tornaria bem pior se algo de ruim acontecesse com a locomotiva.

Não tinha tempo a perder, já que a cada instantes mais água do mar invadia os vagões, então me pus a gerar grandes quantidades de neve, me aproveitando da Yuki Yuki no Mi para criar paredes de neve para cobrir os rombos. Claro, tinha plenas noções de que a neve compacta que usava não era tão resistente quanto o metal de antes, mas na situação que estávamos, escolha era algo que eu não possuía, precisava jogar com o que tinha. Aquilo não era para ser um reparo permanente, afinal, só precisava que aguentasse um pouco a viagem, até que chegássemos na ilha. Com isso em mente, segui criando as paredes de neve rígida, como em um iglu, e usaria meu water dial para ir absorvendo a água que entrava no interior dos vagões. Não era um processo fácil, e custava em mim aquele movimento repetitivo de ir de vagão em vagão criando paredes minimamente resistentes de neve em cada um que houvesse danos, mas logo consegui completar esse serviço, e alcancei o vagão anterior ao do maquinista.

Imaginava que meu trabalho estava chegando ao fim, já que aparentemente havia resolvido o problema em todos os outros vagões, mas assim que abri a porta para ir até o primeiro vagão, pude constatar que o maior problema ainda estava ali: o barulho estranho que ouvia era do engate que conectava o vagão do maquinista com todos os outros seguintes, que havia sido danificado pela batalha, e estava quase se soltando, o que causava o barulho alto de metal. - Droga, droga, droga. Isso é realmente ruim... - Do outro lado, podia ver que o condutor havia aparecido para me agradecer pelo meu trabalho, mas nada podia ouvir devido ao vento forte que abafava os sons, mas ao apontar para o engate, sabia que ele estava me pedindo para resolver o problema. Aquilo não era exatamente minha especialidade nem nada do tipo, nem entendia muito do funcionamento de um trem, muito menos como o engate funcionava, mas se ninguém fizesse algo, todos os vagões seriam deixados para trás no meio do oceano, enquanto apenas o vagão principal seguiria em frente. Ficaríamos para trás, sem ter o que fazer no meio dessa imensidão.

- Por que tudo sempre sobra pra mim? Porcaria, isso não fazia parte da missão. Não basta eu ter falhado miseravelmente, ainda tenho que resolver toda a cagada que aqueles caras deixaram para trás! - Eu não tinha opção, precisava fazer alguma coisa, então era hora de por a mão na massa. Sem pensar duas vezes, começaria a produzir uma grande quantidade de neve, e começaria a cobrir toda a extensão do engate, tanto do mecanismo em si quanto todo o metal que conectava os vagões, formando um rígido cilindro de neve para segurar ele no lugar. Faria ele o mais grosso e rígido possível para que não houvesse risco dos vagões se separaram, e logo em seguida saltaria em direção ao vagão do maquinista. - Fiz o que pude pra resolver os estragos do ataque, mas não sei por quanto tempo minha neve vai aguentar. Estamos muito longe do destino ainda? Se estivermos, talvez seja preciso fazer uma parada de emergência em uma ilha mais próxima. - O desespero era claro em minha voz, substituindo completamente a tristeza por ter falhado na missão. Naquele momento minha prioridade era garantir que chegássemos na ilha, ou ao menos em alguma ilha. Me sentaria na porta do vagão do maquinista, com o olhar atento no cilindro de neve que havia criado em volta do engate, de olho em qualquer rachadura para reconstrui-lo rapidamente antes que se quebrasse e o pior acontecesse. As paredes de neve podiam até ceder, mas aquele engate era algo que eu não podia permitir que se quebrasse.


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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptySex 06 Nov 2020, 19:10



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Expresso Oceânico - 15:30h

Ver a estirpe das pessoas ali presentes fazia o nível de preocupação de Hoyu subir ainda mais, se algo acontecesse com aquelas pessoas, as consequências poderiam ser catastróficas. Sem contar que já havia falhado em sua missão, não podia trazer ainda mais problemas ao governo.

Alcançando o vagão de onde vinha o barulho, o agente observava a cena e entendia o que devia fazer. Já cansado dos consertos anteriores em todos os outros vagões, o rapaz ainda precisava lidar com aquele novo e preocupante problema. Se ficasse à deriva com um expresso cheio de buracos no meio do oceano, e para completar, lotado de diplomatas, a situação ficaria bem complicada.


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Amaldiçoando seu destino e resmungando sobre suas responsabilidades e falhas, Hoyu começava a pensar no que faria para resolver aquilo. E sem enrolar mais, o agente começava a produzir uma quantidade absurda de neve. A água congelada ia tomando a forma de um cilindro que envolvia toda a junção de metal. Em alguns minutos ele concluía seu conserto e se apressava em entrar no vagão do maquinista.

- Você fez muito por nós, obrigado rapaz! - O maquinista expressava gratidão em sua voz e rosto, mas logo ficava sério e continuava. - Se não fossem por aqueles malditos Lobos do Mar nós já teríamos chegado, a água começou a entrar e perdemos velocidade... - O homem olhava para o horizonte, onde o barco tinha ido. - Espera!! Parece que não nos atrasamos tanto assim, veja. Lá está Lavênia! - Um sorriso de alívio invadia o rosto do velho maquinista.



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Se olhasse para o local que o senhor apontava, Hoyu poderia ver uma ilha ao longe, que se formava devagar. Chegariam em breve. Mas o agente estava mais preocupado com o cilindro que havia feito. Será que seguraria até lá? Pensando nisso, o jovem se senta bem na porta, encarando fixamente o cilindro até que finalmente o expresso para e, por sorte, na estação, não no meio do oceano.

POST 13 - Posts até Lavênia (9/9)

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 3 EmptySex 06 Nov 2020, 22:16


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Expresso Oceânico pt.9!


Me sentia como um estudante observando apreensivo um relógio, que marcava os últimos minutos de uma difícil prova. Estava no final, mais um pouco e chegaríamos na ilha, mas ao meu redor tudo parecia ruir lentamente. Havia feito meu melhor nas paredes esburacadas, mas aquele engate certamente seria mais complicado. Usando dos meus poderes, me concentrei em envolver o mecanismo com uma grossa camada de neve, e depois de me esforçar mais um pouco para cumprir mais essa tarefa, pude finalmente saltar para o vagão principal e conversar com o maquinista. Estranhamente ele parecia bastante aliviado, mas provavelmente só me parecia estranho por ainda estar com o gosto ruim na boca após o sequestro de Catarina, afinal da visão dele tudo estava indo errado, mas consegui resolver os problemas do expresso com minha akuma no mi. Para um funcionário do Expresso Oceânico, o sequestro da sobrinha de Crown não significava nada, apesar eu sentia essa humilhação, mas isso era bem justo, afinal não foi ele que falhou com suas obrigações. Fui eu.

Mesmo assim, dentre os agradecimentos do homem, uma fala sua me chamou bastante a atenção. - Lobos do Mar? - Uma esperança surgiu em meu peito, na expectativa de que o maquinista soubesse quem aquelas pessoas eram. Estava achando que tudo aquilo havia sido uma completa falha, mas se ele realmente soubesse e pudesse me dizer, eu poderia ter uma pista de como reaver Catarina. - Esse era o nome deles? Você sabe quem são? - Mesmo ansioso por uma resposta positiva, ainda precisava ficar de olho no engate para não correr o risco a neve acabar se rompendo e ele terminar de se quebrar, mas o anuncio de que estávamos chegando em Lavênia me trazia um forte alivio. Só precisava que aquilo aguentasse mais um pouco e estaríamos em segurança, o que aconteceu logo em seguida, ao ver que a locomotiva ia desacelerando e parando em uma estação de uma ilha de inverno. Quando finalmente percebi que a longa viagem tinha chegado ao fim, me dei o luxo de finalmente relaxar, não mais preocupado com o risco do expresso acabar se desmontando no meio do mar, mas agora tinha um outro problema para resolver.

Tocando no cilindro de neve, faria ele se desfazer antes de me levantar. - Acho que não preciso dizer, mas esse trem não vai conseguir viajar de novo até fazerem um reparo sério. - Após dar o recado, retornaria para o vagão onde havia embarcado, abrindo a cabine, que provavelmente ainda estava lotada de neve que fiz para amortecer impactos, e buscaria minhas coisas. Ver aquilo só deixava mais vívido em minha mente o fato de que havia fracassado, e agora precisaria reportar isso, e todos ficariam sabendo. Aquele não havia sido meu primeiro fracasso, na verdade havia sido meu segundo. Flashes de uma de minhas primeiras missões inundavam meus pensamentos, a missão de escolta em que perdi meus primeiros companheiros para uma poderosa explosão em alto mar, que apenas Sette Bello e eu sobrevivemos. Sentia a inutilidade que havia sentido daquela vez, e mesmo depois de crescer tanto, e até mesmo ganhar os poderes de uma akuma no mi, o resultado não havia sido diferente.

Com a cabeça baixa e já imaginando a bronca que tomaria, desembarcaria do Expresso Oceânico, olhando em volta pela estação em busca de outro agente ou encarregado, que apenas por me ver sozinho deveria imaginar o que havia acontecido. - Sinto muito, mas não tenho boas notícias para reportar. O expresso sofreu um grande ataque que quase o destruiu, e no meio da confusão Catarina foi sequestrada. Não tenho desculpas, eu falhei e admitido meu erro. Apenas pude garantir que os outros passageiros completassem a viagem em segurança. - Não podia fugir daquela situação, muito menos negar a verdade, tudo que podia fazer era admitir meu erro e seguir em frente. Não sabia muito que tipo de ilha Lavênia era, mas tinha esperanças de que ali, pudesse finalmente me redimir por todas as minhas falhas, e decidir que caminho prosseguir.


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