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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Ain't No Rest For The Wicked

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MensagemAssunto: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptyDom 02 Ago 2020, 14:55

Relembrando a primeira mensagem :

Ain't No Rest For The Wicked

Aqui ocorrerá a aventura do(a) agente do governo Mimasu Hoyu. A qual não possui narrador definido.


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Hoyu
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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptyTer 25 Ago 2020, 21:42


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Busoushoku Haki!



Já bem alimentado após fazer um lanchinho no refeitório do quartel general, segui para a sala do vice-almirante sob um comentário desnecessário do recepcionista sobre exercícios, que ignorei ser dar muita atenção. Passando pelos guardas de enfeite, posicionados na porta do vice-almirante, encontrei Kurt bem à vontade em seu escritório, com os pés em cima da mesa e se equilibrando em uma cadeira. Certamente não era a imagem que tinha de alguém na posição dele, mas não podia esperar muita coisa de Kurt Storm. - Não me chame de herói. Não sou agente pra ficar famoso, não vejo problema em não saberei o que fiz pela ilha. Você e o prefeito já são o suficiente, Utopia não precisa de mais heróis. - Finalmente o marinheiro se ajeitou na cadeira, atitude que deveria ter tomado desde o início, e me informou de minha próxima missão.

- A sobrinha do prefeito? - Essa sim parecia mais condizente do que a missão que recebi quando cheguei na ilha. Com a importância que o prefeito havia adquirido, ainda mais se tratando de Utopia, a segurança de sua sobrinha poderia causar um impacto direto na reputação do Governo. Me incomodava um pouco servir como guarda-costas, mas era inegável que o que quer que acontecesse Catarina Marshell sem dúvida seria relevante para nós. - Honra? Tenho certeza que o obrigaram a escolher um agente para acompanhar a viagem por precaução e ele preferiu um que conhecia do que um desconhecido. Não tem nada de honra nisso. - Esperava ele terminar de repassar as informações antes de fazer um pedido. - Tem algum mapa da Grand Line ai? Queria checar onde fica Lavenia. Nunca ouvi falar dessa ilha. - Caso me fosse concedido, procuraria a ilha no mapa, para depois checar a distância em relação à Utopia.

Só agora que a missão havia sido passada que eu parava para perceber que estava acontecendo novamente. Meu pressentimento ao acordar estava correto. Suspirando, me levantaria da cadeira e olharia diretamente para o vice-almirante. - Você disse que ainda vão definir o dia de partida, não é? Então tenho tempo ainda. Tenho um pedido a fazer. - Meu olhar era sério, o completo oposto ao jeito descontraído de Kurt. - Cerca de um ano atrás, durante a guerra em Chaos, despertei o haki do armamento. Não pensei muito nisso desde então, já que não havia necessidade, mas agora que vou sair da ilha, preciso aprender a usar isso. - Com o braço erguido, tentaria manifestar novamente aquela armadura negra em minha pele, mas não esperava nenhum sucesso. Não sabia como fazer aquilo, sem um mestre para me indicar o caminho provavelmente não conseguiria dominar aquela habilidade.

- Não me importa quem vá me ajudar com isso, mas imagino que você conheça pessoas que estariam aptas à tarefa. Preciso disso antes da escolta. - Suavizando minha expressão, sentaria novamente na cadeira, o olhando. - Se puder começar de imediato, seria o ideal, mas não espero que conheça alguém que pudesse vir me ensinar de última hora. - Com grande expectativa, esperaria a resposta do vice-almirante, esperançoso que de fato conhecesse alguém que pudesse me ajudar. Se realmente houvesse alguém que pudesse me ajudar de imediato, iria até o local designado para que pudessemos começar o treino.


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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptyQua 26 Ago 2020, 11:47



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Casa de Floki - 09:00h

A missão era passada e o Vice-Almirante notava as ressalvas de Hoyu quanto à seus comentários. O que o fazia sorrir antes de comentar de maneira branda.

- Muito nobre da sua parte. Mapa? Claro, toma esse aqui. - Sem muita cerimônia o homem alcança um pergaminho enrolado que ficava na estante atrás de sua mesa e o entrega para o agente.

Ele observava Hoyu passar os dedos sobre o mapa, identificando a rota que faria escoltando Catarina, e percebe o suspiro que antecede a fala do rapaz. - Peça o que quiser, se eu puder ajudar... - O homem dizia sentando-se novamente em sua cadeira, sorrindo com o queixo apoiado sobre suas mãos. - É, sem um tutor isso ai fica bem complicado. - Kurt fala apontando para a mão nua de Hoyu. - Bom, na verdade, acho que você é um rapaz sortudo. Conheço um figura meio estranho, ele até se parece com você, esse jeito todo sério e comportado hehehe. - Para o desprazer do jovem, o Vice-Almirante parecia se recusar em levar a conversa a sério. - O nome dele é Floki, um mink rato metido a mestre. A casa dele é aqui perto, só sair do QG e virar a direita, siga a rua até achar uma construção vermelha, não é muito difícil de identificar.

E assim Hoyu fez, seguindo as instruções do Vice-Almirante, ele sai do QG e vira a direita, continuando nesse caminho até encontrar a tal da casa vermelha. Logo na entrada, havia um tronco fino, onde um rato mink se equilibrava em apenas um pé, como se estivesse meditando. Mesmo parecendo alheio ao que acontecia à sua volta, antes que o jovem agente se pronunciasse, ele diz.

- Bem vindo jovem, o que lhe traz aqui hoje? - Descendo do tronco de maneira elegante, o mink para na frente de Hoyu, com suas mãos encostadas na frente do corpo, cobertas pelas mangas de suas vestes.

POST 05

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptySex 28 Ago 2020, 21:46


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Treinamento!


Uma viagem de Utopia até Lavenia. Me perguntava por qual motivo a sobrinha do prefeito faria tal viagem, e ao olhar o mapa que o vice-almirante me entregou, a surpresa foi ainda maior. As duas ilhas eram basicamente em pontos opostos da Grand Line, uma viagem e tanto. Para uma viagem assim realmente ser necessária, certamente o motivo era sério. Internamente agradecia a existência do expresso oceânico, do contrário passaria uma eternidade em um navio para fazer a viagem. Enrolando o mapa novamente, o devolvi para Kurt, seguindo para o assunto seguinte. Tinha a impressão que Kurt estava zombando de mim desde que havia entrado em sua sala, talvez ele agisse assim com todo mundo, ou talvez ele realmente não gostasse de agentes do governo, mas cada palavra sua parecia uma alfinetada; mesmo assim, mantinha a calma e compostura, afinal não queria que a conversa seguisse um rumo não muito agradável. Precisava de uma ajudinha dele no final das contas.

Quando mencionei o haki, me surpreendi ao ver que o vice-almirante foi assustadoramente cooperativo ao sugerir um mestre, mas a surpresa logo desapareceu quando ele aproveitou a oportunidade para debochar de mim novamente. Não tinha dúvida nenhuma que ele não ia com a minha cara, e definitivamente era reciproco. - Um mink rato, é? - Suspirava, sem saber se confiava nas palavras dele. - Bom, não tenho muitas opções, mas espero que isso não seja uma brincadeira sua. - Me levantando novamente, iria até a porta, mas pararia antes de sair. - Daqui, irei até o prefeito resolver os pormenores da missão. Imagino que não nos encontraremos novamente. Cuide bem de Utopia, o Governo Mundial tem altas expectativas quanto a você. Espero poder confiar nas suas capacidades. - Depois de passar um ano inteiro em Utopia, parte de mim se sentia ligeiramente apegado. Lembrava do estado deplorável que a ilha se encontrava quando cheguei, e tinha que dar crédito à Kurt pelo que ela havia se tornado, mas o futuro era incerto, apenas podia esperar pelo melhor.

Virando as costas para a sala do marinheiro, segui pelos corredores até sair do QG, talvez pela última vez, e segui pelo caminho indicado por Kurt. Por mais focado que usualmente eu fosse, a quantidade de pensamentos em minha mente me fazia divagar, distraído e alheio ao mundo ao meu redor. Por pouco não passei direto pela construção vermelha que o marinheiro havia indicado, e só a percebi pela figurinha logo na entrada da casa. Por mais que tivesse sido avisado que se tratava de um mink rato, não esperava o ver se equilibrando com um pé em um pequeno tronco enquanto meditava. Parecia mais que tentava parecer um habilidoso ninja, principalmente pelo fato de ter decidido fazer aquilo quase no meio da rua. Pelo visto o vice-almirante não estava brincando quando disse que ele era metido a mestre.

Bastante confuso e torcendo com todas as minhas forças para que aquilo não fosse uma brincadeira de Kurt, andei até ele, que pareceu perceber minha aproximação. Não queria revelar meu nome, então rapidamente pensei em um nome falso. - Bom dia, meu nome é Angelo. Vim até por recomendação do Vice-Almirante. Preciso de um mestre para o busoushoku haki, e ele me disse que você poderia me ensinar. Espero não estar atrapalhando nada. - Tentava ser educado para não ser rejeitado logo de cara. - Logo vou sair da ilha, então preciso disso o mais rápido possível. - Caso meu pedido fosse recusado, pegaria algumas notas do bolso e ofereceria. - É de dinheiro que precisa? Eu posso pagar, então por favor me ajude. - Se meu pedido fosse aceito, o acompanharia onde decidisse me levar, e faria tudo que ele mandasse para o treinamento. No final do árduo treinamento, me despediria do mink e seguiria para a prefeitura para me encontrar com Marshell Crown. - Boa tarde, fui informado que o prefeito deseja falar comigo. - Diria, mostrando a insígnia da cp8.


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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptyDom 30 Ago 2020, 14:47



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Expresso Oceânico - 10:00h

A conversa não parecia ter incomodado Kurt, que acenava sorrindo para Hoyu quando o mesmo saia da sala. Talvez ele só fosse uma figura estranha mesmo. De qualquer forma, ele ajuda o agente, que segue suas instruções.

Chegando na casa do mink, o jovem se surpreende com a cena, algo bem incomum de se ver por ai, realmente. Por precaução ele protege seu nome, e o velho mink não pergunta muito sobre o assunto e concorda em treinar o rapaz.

- Vejo certo fogo em você, jovem. Por isso o treinarei, mas não espere que será fácil! - O homem já começa de forma intensa. Sem aviso prévio ele chuta a cara de Hoyu, que confuso vai ao chão. - Hmmm, agora tenho uma ideia de suas habilidades. Venha, siga-me.

Levando o rapaz para dentro da casa, ele ensina a teoria no primeiro dia, fazendo com que Hoyu treinasse sua concentração por um tempo. Ele precisava se acostumar a mentalizar o que queria fazer com sua técnica.

Os dias que se passaram, porém, foram árduos e extenuantes, tanto fisica quanto mentalmente. A cada dia ele parecia um pouco mais competente, mas continuava perdendo para Floki, que não fazia muito esforço para controlar o Haki.

Foram 3 dias, daqueles que fazem os mais fracos desistirem de seus objetivos, mas Hoyu não se deu por vencido, muito pelo contrário, no último dia de treinamento ele finalmente condegue dar um golpe em seu mestre. Nada muito prejudicial para o mink, mas não deixou de arrancar um sorriso e certo orgulho do velho rato.

- Bom, meu caro jovem, não há nada mais que eu possa ensiná-lo agora, o que precisa é de treino e determinação. Vejo que o segundo já tem. - Com um tapinha no ombro de seu aluno, o mestre se despede. Deixando o agente seguir seu caminho.


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O rapaz então segue para a mansão do prefeito, Marshell Crown. O local era bonito e refinado, tudo construído com materiais caros e de qualidade. A parte externa era rodeada por árvores de tons laranjas e vermelhos, a maioria de suas folhas se encontrava no chão, mas aquilo conferia um lindo visual, que complementava a construção.

Chegando nos portões, Hoyu apresenta sua insígnia, e tão logo quanto o faz, os guardas acenam positivamente com a cabeça e libram sua passagem. Ele então segue o caminho para a casa, que se provava ainda mais bonito do que o que tinha visto no portão.

Ao entrar, é recebido por um mordomo que o guia até o prefeito. Marshell estava sentado em sua poltrona, dentro de uma biblioteca. Ao avistar Hoyu, ele se levanta elegantemente e o cumprimenta.

- Bom dia agente, vejo que chegou em uma hora oportuna. - Ele oferece chá para o rapaz e continua. - Antes de tudo gostaria de agradecê-lo pelos serviços prestados em prol de Utopia, serei eternamente grato. Dito isso, como já deve saber, preciso de alguém de confiança para escoltar minha sobrinha até Lavênia. Não sei se está familiarizado com a tal ilha, mas no momento eles enfrentam uma guerra civil, causada majoritariamente pelo governante, Cesar III, existem boatos de que ele tem negócio com o mercado negro, além de supostamente ter matado a família. Alguns o apoiam, outros nem tanto, deixando o local no estado em que se encontra... - O homem então se aproxima para completar. - Minha sobrinha é muito astuta na política, por isso que gostaria que ela visse a situação do ponto de vista interno, mas a moça é completamente desprovida de habilidades físicas. É ai que você entra, gostaria que protegesse Catarina dos perigos naturais, humanos e gigantes daquela ilha, além de ajudá-la com os problemas mais diplomáticos também, pelo o que vimos aqui mesmo, você tem certo jeito com isso.

A missão tinha certo peso de responsabilidade, mas após toda a situação com Utopia, Hoyu parecia ter caído nas graças poderosos dali.

- A hora é oportuna, como disse, pois minha sobrinha gostaria de partir hoje mesmo, inclusive, ela já o espera no salão. Boa sorte Mimasu Hoyu, espero que não me decepcione. - Os olhos do homem por um segundo emanam uma aura... Assustadora? Mas logo essa sensação some e o agente segue seu caminho.

Ele escolta a sobrinha do prefeito, Catarina, até a estação. Onde compram a passagem e logo embarcam, se acomodando e esperando a partida do expresso.

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptyTer 01 Set 2020, 21:55

 
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Expresso Oceânico!



Convencer Floki a me treinar havia sido surpreendentemente fácil, nem havia precisado pagar nem nada do tipo, um olhar foi o suficiente para ele tomar sua decisão. Não questionava, claro, afinal aquilo era ótimo para mim, mas me perguntava mentalmente por qual motivo aquele mink tinha essa mania tão estranha de mestre. Assim que começava a digerir o fato de que meu pedido foi aceito, um chute veio contra meu rosto e, totalmente desprevenido, cai no chão sem muita resistência. - O que? Por que? Como v... - Estava quase questionando como ele havia conseguido acertar meu rosto mesmo sendo feito de neve, mas a ficha caiu antes que a pergunta se formasse em meus lábios. Era óbvio que ele conseguia me acertar, estava ali para ele me ensinar exatamente o haki que permitia isso, na verdade seria estranho se ele não conseguisse. Sem querer perder a compostura mais do que já havia perdido com aquele chute surpresa, me levantei e o segui para o interior da sua casa.

A partir daquele momento, um árduo treinamento começou, durando alguns dias e quase me fazendo desistir algumas vezes, mas sabia que aquele poderia seria indispensável dali pra frente, então não podia me dar esse luxo. Aguentando firmemente a rigidez do mestre rato, não conseguia acertar um golpe sequer nele, que usava facilmente o haki para se defender, enquanto eu sofria apenas para que a energia negra envolvesse meus golpes. Somente após 3 duros dias de treinamento eu consegui acertar o mink, com um golpe revestido no haki, que ele tomou como um sinal de que eu estava pronto. Com um tapinha no ombro e uma reverencia, nossos caminhos se separaram, enquanto finalmente segui para a mansão do prefeito. Felizmente o vice-almirante disse que a sobrinha de Marshell apenas iria para Lavênia após alguns dias, mas com a inesperada demora do treinamento, começava a temer que houvesse passado do prazo.

Chegando na mansão, sentia que aquela visão era impactante, independentemente de quantas vezes fosse vista: uma enorme residência com tudo de mais luxuoso e refinado, cercada de uma bela flora composta por árvores exuberantes de com os tons típicos do outono. Ao me aproximar, minha passagem foi liberada e fui rapidamente recepcionado por um mordomo, que me levou até uma grande biblioteca, onde o prefeito me esperava em uma poltrona. Sem questionar, aceitaria o chá que me era oferecido, mas antes de beber sopraria bem, liberando pela minha boca uma pequena corrente de vento frio para esfria-lo e ter certeza de que não o beberia quente.

Ignorando as formalidades que Mashell insistia em executar, me atentava à superficial descrição da ilha que Marshell me oferecia, que deixava mais do que claro que Lavênia não era um lugar tranquilo, pelo menos não se dependesse de seu governante. - Realmente, a situação lá não parece das melhores. - Beberia um gole do chá. Não fiquei muito surpreso com o motivo da ida de Catarina para a outra ilha, mas uma suspeita foi levantada. Marshall chegou repentinamente na ilha, salvou uma cidade da beira da ruína com seu dinheiro e facilmente chegou no topo, será que pretendiam fazer o mesmo em Lavênia? Uma ilha dividida e governada por um homem cruel, um cenário perfeito para girar a roda do poder. Mesmo assim, mantive minha boca quieta, até porque duvido que o Governo Mundial teria permitido a ascenção dele em Utopia ou essa viagem se não soubessem quem ele era ou se não fosse poderoso. - Então preciso proteger ela? Considere feito. - Me levantando, terminaria de beber o chá e devolveria elegantemente a xícara.

Tudo que faltava era saber quando partiria, e a informação fez um súbito nervosismo tomar conta do meu corpo. Ela queria parte hoje, por pouquíssimo não havia estragado tudo tendo ido treinar com aquele mestre rato diabólico. Mais um dia e teria passado do prazo sem nem saber. Acenando com a cabeça, segui ao encontro da sobrinha, para então seguirmos para a estação do expresso oceânico. Felizmente já possuía o ticket de acesso, então apenas precisaria pagar pela viagem. Enquanto embarcávamos, buscaria algum funcionário do expresso no caminho até nossa cabine. - Por favor, poderia providenciar duas refeições para a nossa cabine? - Não queria arriscar sair do lado dela para pedir isso, então tentaria o fazer durante o trajeto, do contrário esperaria algum dos funcionários passarem pela porta da cabine. Assim que chegássemos lá, checaria a janela de imediato, e sentaria no lado oposto de Catarine.

Podia estar sendo um pouco paranoico, mas duvido que tivessem designado um agente para acompanhá-la se não houvesse um perigo real naquela viagem, então precisava estar preparado. Com os braços cruzados e a atenção redobrada, era óbvio que se algo fosse acontecer, não seria de imediato dessa forma. Levantando os olhos até a sobrinha do prefeito, percebia que talvez fosse uma boa oportunidade de tentar conseguir informações. - Se me permite perguntar, por que o interesse em Lavênia? - A possibilidade de não ser respondido era real, e sabia muito bem que estava sendo intrometido, mas queria juntar qualquer pedaço de informação que pudesse me ajudar.  


Histórico do Hoyu:
 

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptyQua 02 Set 2020, 12:12



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Expresso Oceânico - 11:40h

Uma vez acomodado, Hoyu decide arranjar o almoço para si e sua protegida, para isso, ele aborda um funcionário, que prontamete afirma com a cabeça e sai em busca do pedido feito.

O jovem agente tinha razão em pensar sobre os perigos da viagem, ele realizava a escolta da sobrinha do governante de uma ilha extremamente importante para o governo mundial, afinal. Mas mesmo com seu olhar atento para a janela ao seu lado, não vê nada fora do comum.

Por mais que ainda estivesse tenso, Hoyu decide que seria proveitoso e de bom tom puxar uma conversa com a tal Catarina Crown. Aquela era a primeira vez que o agente tinha a oportunidade de prestar atenção nela, e ao o fazer, percebia que ela tinha certas semelhanças com o prefeito, tais como a cor do cabelo, a pele alva e os olhos avermelhados. A outra característica era mais emocional, uma vez que a moça parecia séria, quase entediada.

- Lavênia...? Meu tio parece acreditar ser o salvador das ilhas condenadas, então estou indo para ver no que podemos ajudar. Ele já deve ter te contado que estão no meio de uma guerra civil sim? - Ela dizia com o cotovelo apoiado na janela e o queixo recostado sobre a mão, observando Hoyu pelo  canto do olho.


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Era nesse momento que a refeição pedida chegava, e parecia deveras apetitosa. O vapor subia quente e aromático, invadindo os sentidos dos dois ali presentes. Catarina logo se ajeitava em seu assento para poder comer, e com a mordida, faz um sinal positivo com a cabeça, sem alterar sua expressão tediosa.

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptyQui 10 Set 2020, 22:00


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Expresso Oceânico pt.2!


Podendo pela primeira vez realmente olhar com atenção para Catarina, a sensação que tinha era que quanto mais a observava, mais semelhanças com seu tio via, desde os olhos vermelhos até o semblante sério. Por um lado, sentia que uma viagem com alguém tão séria quanto o prefeito provavelmente seria bastante tediosa, por outro agradecia isso, pois provavelmente facilitaria muito meu trabalho. Se o que estava supondo estivesse certo, Catarina dificilmente faria algo descuidado que a colocasse em alguma situação ruim. Sem muito o que fazer naquele trem, decidi puxar assunto com a garota, aproveitando a oportunidade pra tentar informações que pudessem me ajudar dali pra frente, mas a resposta que recebi não foi lá muito surpreendente. - Depois de Utopia, não posso dizer que estou surpreso. Bom, ao menos o Governo parece ver essa iniciativa com bons olhos, só não fique do lado errado dessa guerra civil, tudo bem? - A última parte dizia com um tom de deboche, mas com um sério aviso velado. Por mais que a viagem estivesse sendo realizada com ajuda do Governo Mundial, não podia ignorar essa possibilidade.

Mesmo depois da breve conversa, as palavras de Catarina ecoavam em minha mente. Marshell achava que era um salvador de ilhas condenadas... Essa frase parecia mais sombria do que imaginava, como se tivesse algo grande por trás disso tudo. Primeiro foi a chegada grandiosa dele em Utopia, quase um messias pronto para salvar a todos, agora a viagem para Lavênia. Realmente esperava que isso fosse coisa da minha cabeça, ou que ao menos o alto escalão estivesse ciente e decidisse deixar como estava. Enquanto pensava nisso, a refeição que havia pedido ao entrar no expresso foi entregue, e logo me adiantaria a pagar o funcionário que a trazia, tanto minha porção quanto a de Catarina. Algo pequeno como aquilo certamente não seria nada, então não via sentido em ser pão duro, mesmo que ela certamente tivesse dinheiro o suficiente para comprar uma refeição. Com a comida devida paga, um rápido olhar foi o suficiente para me decepcionar. Não cheguei a mencionar que tinha problema com comida quente, e a refeição que trouxeram ainda soltava vapor devido ao calor. Sentia que comer aquilo daquele jeito não era uma boa ideia, lembrando do que o fogo e o calor faziam com o meu corpo, mas com o tempo de viagem, já sentia um pouco de sono me abater, e não podia arriscar adormecer naquela viagem, então ao ver a reação positiva de Catarina, decidi arriscar um pedaço.

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No exato instante que coloquei o pedaço de carne na boca, o arrependimento bater com tudo. Não sabia se a garota sentia tão quente daquela forma, mas pela minha sensibilidade com calor aquilo era um horror, como se estivesse queimando minha língua. Quase engasgando, me forcei a mastigar rápido engolir, já sem um pingo de sono. Respirando forte pela boca, colocaria a minha língua para fora, e não ficaria surpreso se pedaços de neve derretida se desprendessem da minha língua e caíssem no chão. Aquilo provavelmente deveria ser uma cena bem estranha de ver, e tinha certeza que Catariana estava observando minha reação vergonhosa, por isso logo me apressei a justificar. - Ah, é... Foi mal por isso, por causa do meu poder, não lido bem com calor... - Pegando minha bandeja em mãos, começaria a assoprar os pedaços de carne até que ficassem mais mornos, pelo menos o suficiente para que eu pudesse comê-los. Quando já estivessem em uma temperatura boa experimentaria-os com o potinho de molho que veio junto, que certamente deveria deixar o prato mais saboroso. Aproveitaria a comida, já sem o risco de me queimar, até comer tudo.

Mesmo comendo, me manteria bem atento aos arredores, para não arriscar um ataque surpresa. Não achava que algo aconteceria tão cedo na viagem, pois provavelmente quereriam estar o mais longe possível de Utopia quando fossem fazer um movimento, do contrário reforço poderia chegar em um instante. Quando Catarina tivesse terminado sua refeição assim como eu, pegaria a louça e qualquer outra coisa que houvesse sobrado e iria para o corredor em frente à cabine. Não iria arriscar sair de perto da garota, então ficaria ali de olho até um funcionário passar, para então entregar tudo. Já estando ali, deixaria a porta entreaberta e ficaria um tempo no corredor em frente a porta, dando uma olhada na movimentação. - Vou ficar um pouco aqui de olho, me chame se precisar de mim.


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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptySab 12 Set 2020, 00:34



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Expresso Oceânico - 12:00h

A conversa entre os dois não durava muito, e o aviso de Hoyu apenas lhe rendeu um aceno monótono de cabeça por parte da moça, que seguia encarando a janela.

Muitas coisas passavam pela mente do jovem agente enquanto ele aproveitava o momento de silêncio, Marshell com certeza era um homem de aparência suspeita, mas teria alguma má intenção direcionada ao governo? Só o tempo diria, por ora, o melhor a se fazer era apreciar uma belíssima refeição, que custara 30 mil Berries.

Ou será que essa não era a melhor das ideias afinal? A comida incendiava a boca de Hoyu, que desesperado para apagar seu fogo, e não de um jeito positivo, começava a produzir neve. Ela caia de sua língua, pousando inofensivamente no chão, fazendo com que Catarina o olhasse com certo nojo e curiosidade ao mesmo tempo.

A explicação do rapaz só servia para deixá-la ainda mais mórbida, agora ela o encarava atenta, olhando fixamente para sua lingua, tentando entender o que estava acontecendo, antes de dizer pausadamente.

- Interessante... - Ela continuava a comer sua refeição, e vez ou outra observava Hoyu fazendo o mesmo, agora com menos perigo de se queimar.

Ao final do almoço, o jovem pega os pratos e os leva até o corredor, onde um homem passava com um pequeno carro, recolhendo lixos e pratos sujos. Sorridente ele pegava as louças da mão do agente, antes de continuar seu caminho.


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Anunciando sua pretensão de esticar um pouco as pernas, o jovem se mantem no corredor. Ali parado por um tempo, ele repara algo na janela, era um barco, que deslizava tranquilamente sobre as águas do horizonte. O efeito da neblina que se formava do lado exterior , juntamente com a luz cálida do sol, formavam uma bela paisagem, complementada por aquela embarcação.

- Então, você baba neve? - A moça surgia de forma completamente aleatória e silênciosa ao lado de Hoyu, e puxava essa conversa como se fosse comum. Ela se mantinha ao lado dele, observando a janela. - É engraçado ver os navios não é? Eles são tão pesados e ainda assim não afundam...

A conversa tranquila e aleatória, porém, começava a ficar mais tensa, ao passo que o tal barco deixava de navegar tranquilamente e aumentava sua velocidade. Era tão rápido que alcançava o trem, e o pior, estava cheio de pessoas mal encaradas, que possuiam um canhão.

Um homem alto e bem forte se aproxima da arma com um sorriso, encarando o expresso. Ele então entra no canhão e grita "FOGO". O que antes era uma pessoa vira uma bola maciça de ferro e estava vindo na direção do trem.

POST 08

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptySab 12 Set 2020, 15:45


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Expresso Oceânico pt.3!


Toda aquela situação da comida quente era um tanto constrangedora, e me sentia um idiota de ter feito uma cena como essa em frente a Catarina, mas felizmente ela não fez nenhum comentário prolongasse aquela vergonha ainda mais, então pude comer a comida já fria calmamente. Com a barriga cheia, peguei os pratos sujos e fui para o corredor, e felizmente um funcionário logo passou para os recolher. Já do lado de fora, decidi ficar um pouco ali de olho, parte para ter certeza de que nada aconteceria sem que eu percebesse, e parte para evitar uma conversa desconfortável com a garota depois do que havia acontecido. Como nada acontecia no corredor, acabei me pegando olhando pela janela, onde via o mar amplo; não esperava ver qualquer coisa que chamasse minha atenção, mas a presença de um navio ao fundo se destacava, principalmente com a neblina que ia se formando. Por um instante cogitei a possibilidade de aquilo ser um problema, mas logo percebi que era uma ideia ridícula, afinal o navio estava bem longe, e o Expresso Oceânico era rápido demais para alcançarem dessa forma. No final, não havia nada de errado.

Enquanto olhava pela janela, Catarina apareceu de repente no corredor, e suspirei fundo, com a certeza de que meu momento de paz havia acabado. Por mais incomodo que fosse, não fiquei surpreso que a primeira pergunta que fez foi sobre a cena ridícula que havia protagonizado a pouco tempo. - Não, eu não babo neve. Quer dizer, eu poderia se quisesse, mas esse não é o ponto. Sou usuário de uma logia, meu corpo é feito de neve, então fogo e calor me afetam mais do que o normal. - Era vergonhoso ter que explicar aquilo para que ela não achasse que meu poder era algo bizarro como “babar neve”, e meu suspiro deixava claro o quanto aquela conversa era cansativa, mas para a minha surpresa, a garota trocou de assunto em um instante. Não sabia dizer se ela havia percebido que não queria aquela conversa ou foi qualquer outra coisa, mas me senti aliviado de não ter que manter aquele assunto. - Que bom que não afundam, do contrário a locomoção em um mundo como o nosso seria bem difícil. Fora a Red Line, todas as centenas de ilhas que existem dependem muito do transporte marítimo, e o usuário de akuma no mi como eu mais ainda. Nem pra flutuar nós servimos.

Distraído com a conversa, foi só então que percebi novamente o navio, que para a minha surpresa estava surpreendente próximo do trem e se aproximando cada vez mais. Como algo assim poderia ser possível? Um navio normal não era para ser tão rápido, então como aquele estava conseguindo ser ainda mais veloz do que o expresso? Várias possibilidades surgiam em minha mente, como terem se prendido ao expresso com um arpão resistente, ou um motor para dar velocidade, mas não era hora de pensar nisso. Com minha visão afiada, consegui perceber até mesmo um canhão naquele navio, e precisei de apenas um instante para perceber que minhas suspeitas de antes estavam certas: aquilo significava problema. Sem muito o que fazer, apenas consegui observar enquanto um deles ia até o canhão e atirava, fazendo uma bala de canhão vir em direção à locomotiva. Como precisava proteger a sobrinha de Marshell, meu primeiro instinto seria me virar na direção dele, protegendo seu corpo com o meu, intangível, para logo em seguida começar a produzir bastante neve pelas minhas costas, de modo a criar uma grossa barreira de neve para nos proteger. Me mantendo naquela posição, esperaria o impacto, torcendo para que a barreira de neve fosse o suficiente para proteger nós dois.

Quando percebesse que que o projétil já tivesse atingido o trem, empurraria Catarina de volta para o vagão. - Você fique aqui, de qualquer forma não teria lugar nenhum para fugir. Vou cuidar disso, mas se qualquer coisa acontecer, ligue para o meu den den mushi que eu venho em um instante. - Enquanto dizia tudo isso, produziria uma grande quantidade de neve para cobrir todas as paredes da cabine, fazendo uma espessa redoma de neve para proteger Catarina. Faria também uma barricada de neve na porta, ocupando metade do corredor, mas deixando a outra metade livre caso precisassem atravessar. Sabia que a neve não era resistente o suficiente para impedir que chegassem nela, mas esperava que pelo menos fizesse perderem tempo para que eu pudesse chegar se algo acontecesse. Mergulhando na redoma de neve, surgiria novamente lá dentro, onde Catarina estava. - Aqui dentro vai estar frio, então pegue isso. - Tiraria o blazer do meu uniforme, ficando apenas com a camisa social embaixo, e o coloria sobre os ombros da garota, fazendo o mesmo com o chapéu, pondo em sua cabeça. - Já volto.

Me mesclando novamente com a barreira de neve, sairia novamente no corredor, com uma expressão de raiva. Sabia que alguma coisa ruim iria acontecer, mas isso não me deixava menos irritado quando de fato o problema chegou. Correndo até o fim do vagão, sairia para o lado de fora do trem mesmo se ainda estivesse em movimento, e subiria para o teto para poder lutar ao ar livre. Avançando pelo trem até ficar de frente com o navio, imaginava que nesse ponto minha presença já fosse percebida, mas não me importava, apenas avançaria com soru para me afastar caso fosse alvejado com uma bala de canhão. Com a perna levantada, dispararia um rakyaku para tentar cortar ele ao meio, ou ao menos danificar o chão de madeira abaixo dele para prejudicar seu uso, visando minimizar os danos que eles pudessem causar no expresso. - Ei, seus imbecis. Deem meia volta e deixem o expresso em paz. Vou lidar com vocês de qualquer forma, mas se fizerem isso prometo não matar vocês para poderem pagar por seus crimes vivos. Ambas as opções são bem ruins, na verdade, mas a opção é de vocês - Já imaginava que eles fossem continuar o ataque, piratas eram sempre assim, e estaria preparado para mais ofensivas. Se tivessem mais canhões pelo navio, dispararia com minhas pistolas contra qualquer bala de canhão de lançassem, e se tentasse se aproximar para embarcar no expresso, ergueria meus braços para mandar uma avalanche de neve. - Magno Diluvium! - Gerando muita neve, esperava empurrar o navio deles para longe, criando ondar na água para os empurrar.


Magno Diluvium:
 

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptyDom 13 Set 2020, 11:59



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NARRAÇÃO - AIN'T NO REST FOR THE WICKED


Expresso Oceânico - 12:30h

A moça esboçava um sorriso discreto em seu rosto com o comentário final de Hoyu sobre usuários de Akuma no mi. A expressão era tão suave, que mal podia ser percebida, mas fora a primeira durante toda a viagem.

A conversa, porém, era interrompida por um projétil que atingia o vagão em que estavam. Rapidamente o agente protege Catarina com seu corpo e a deixa na segurança de sua cabine. A moça, sem protestos se senta, e saca algumas shurikens de seu bolso.

Deixando algumas de suas vestes para trás, a fim de auxiliar na manutenção de calor da garota, Hoyu sai da redoma de neve que havia feito e parte em direção ao perigo, que se encontrava em alguns vagões a frente.

Enquanto o jovem corria para subir no teto do expresso, vários disparos eram efetuados, formando furos nos vagões. Fato esse que permitia a entrada da água no veículo, e roubava gritos desesperados dos passageiros.

As falas de um irritado agente do governo não pareciam surtir efeito nos malfeitores, que continuavam carregando seus canhões e disparando à toda. Sem mais delongas então, o rapaz decide usar uma tática inteligente para pelo menos afastar os inimigos.


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Ele se concentra e então utiliza sua técnica, produzindo quantidades enormes de neve, que invadiam o oceano próximo ao navio e o empurravam para trás com força. A embarcação dimiuia sua velocidade e ia ficando para trás.

Mas ainda era cedo para comemorar, concentrado em parar o navio, Hoyu não percebe a aproximação de alguém atrás de si. A tal pessoa lhe chuta as pernas, derrubando-o no chão. Ele se mantinha altivo, olhando para seu oponente caído, era o mesmo homem que antes havia entrado no canhão, e sua pele era escura e metálica, assim como uma bala da arma.

- Não quero matá-lo, cãozinho do governo.... - Com um sorriso sádico o homem ergue seus braços, mirando-os em Hoyu, mas seus membros não pareciam de carne e osso, aquele impacto doeria.

POST 09

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MensagemAssunto: Re: Ain't No Rest For The Wicked   Ain't No Rest For The Wicked - Página 2 EmptyTer 15 Set 2020, 22:08


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Expresso Oceânico pt.4!


Vários disparos eram os únicos sons que ouvia ao correr pelo vagão até a porta que o separava dos outros. Com o impacto das várias balas de canhão, certamente o Expresso Oceânico não estava na sua melhor forma, mas estaria tudo bem desde que fosse capaz de seguir viagem mesmo com o ataque. Sem dúvida o pior dos cenários seria se danificassem a locomotiva a ponto se não ser capaz de seguir viagem, mas estaríamos bem enquanto a viagem continuasse. Ao subir no teto dos vagões pude enfim ver o estrago que o ataque estava causando, com vários buracos nos vagões, que agora eram inundados aos poucos por água que entrava pelos mesmos. Aquilo era mais do que ridículo, e não podia deixar aquela baderna prosseguir, ainda mais com o risco de atrasar a viagem até Lavênia, então logo deixei claras minhas intensões, que foram completamente ignoradas pelos piratas.

Com a paciência diminuindo a cada segundo que se passava, decidi que era hora de tomar uma atitude de verdade, e dei minha resposta àquele ataque covarde ao lançando uma densa avalanche na direção do navio pirata. Como já esperava, a neve não chegou a alcançar o navio, mas a grande quantidade de neve caindo na água gerou ondas o suficiente para afastar o navio cada vez mais, e um sorriso surgia em meu rosto ao perceber a distância aumentando, mas minha animação foi subitamente interrompida ao sentir um chute na perna, levando-me ao chão. Surpreso pela rasteira repentina, virei meu rosto em direção à figura, e pude constatar que era o mesmo pirata que havia disparado o canhão quando olhava pela janela, mas de perto era óbvio que ele não era normal. Sua pele tinha um toque metálico e artificial, o que me fazia pensar se era efeito de alguma akuma no mi ou algo mais que não conhecia. Era frustrante ter sido derrubado assim por causa da minha falta de atenção, mas o dente rangido logo foi substituído por um sorriso para disfarçar a surpresa.

- Que bom que não quer me matar, porque não ia conseguir. Mas eu quero te matar. - Caído naquela posição, era óbvio que eu era um alvo fácil, e não foi difícil perceber que aquele homem estava para atacar, qualquer um aproveitaria uma situação vantajosa como aquela. Com os joelhos levantados e os pés no chão, faria neve ser projetada da sola do meu pé, de modo a me prender ao teto do vagão como 2 arpões. Já devidamente fixado no chão, assim que as mãos do pirata viessem na minha direção, usaria o kami para dobrar meu corpo de forma flexível e evitar seu ataque. Normalmente pela forma que lutava, sempre evitava a distância corpo a corpo, mas o corpo daquele homem era peculiar, e queria saber o que estava enfrentando antes de tudo, e aquela seria a situação perfeita, então assim que evitasse o golpe com o rokushiki, me levantaria e o abraçaria com força, de preferência pelas costas, e concentraria meus poderes para roubar o calor do seu corpo. Enquanto fizesse isso, aproveitaria o toque no corpo dele para saber do que era feito, tentado pensar se aquilo poderia ser efeito de alguma paramecia ou logia que alterasse seu corpo. No mínimo esperava saber o material que seu corpo era feito.

Sabia que aquele homem certamente sabia usar o haki do armamento, do contrário não teria acertado minhas pernas como havia feito. Poderia ter me derrubado com um ataque normal, ao desfazer a neve, mas se me acertou, já era um perigo real, assim ficaria apenas 5 segundos segurando seu corpo, enquanto geraria neve para cobri-lo com um casulo branco e reforçado, tentando atrapalhar ele e impedir que me atacasse antes de terminar de sugar seu calor. Mesmo que meu kami-e não tivesse sido o suficiente, tentaria efetuar o abraço e criar o casulo mesmo assim, do contrário ficaria em desvantagem por não saber os poderes do meu adversário. Assim que ficasse os 5 segundos, ou se ele destruísse o casulo e me arrancasse do seu corpo, daria uma cambalhota para trás, visando aumentar distancia, olhando novamente para ele. - Quem são vocês, e o que querem aqui? - Não esperava uma resposta de verdade, muito menos uma elaborada, então logo sacaria novamente minhas pistolas.

Com as armas apontadas para o pirata, começaria a disparar rapidamente em sequência, andando para trás enquanto isso para manter sempre distância e ele nunca conseguir se aproximar. - Prex Coelum! - Não sabia se ele possuía alguma forma de ataque à distância, então ficaria atento enquanto atirava, fazendo questão de sempre mantê-lo na linha de tiro para que fosse golpeado pelo máximo de balas possíveis, todas revestidas com o manto negro do haki. Se percebesse qualquer indício de um avanço rápido para me alcançar ou um golpe à longa distância, interromperia a técnica imediatamente e saltaria o mais alto que podia, usando geppou para me manter no ar e longe de perigo, onde lançaria dois rankyakus contra o homem ao aterrissar, forçando ele a se defender para que não tentasse se aproveitar do momento da aterrisagem. Terminando a técnica ou aterrissando, manteria meu olhar atento no homem, pronto para reagir a qualquer movimento repentino com um soru para me afastar.


Prex Coelum:
 

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