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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Segundo ato: Revelação

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MensagemAssunto: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptySeg 27 Jul 2020, 22:54

Segundo ato: Revelação

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Baltazar. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptySeg 27 Jul 2020, 23:49

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Baltazar Vincent Encausse
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Para ler o post com a soundtrack, clique [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.].

[Balt]Você vai amar para sempre?

[Willy]Para sempre ainda é muito pouco diante do tanto que eu sinto por você, seu bobo. É a nossa promessa, se lembra? "Something old, something new, something borrowed, something blue, and 6 berries in his shoes, but above all that, something eternal." ("Algo velho, algo novo, algo emprestado, algo azul, e 6 berries no seu sapato, mas acima de tudo, algo eterno." *)

Parecia que anos haviam se passado, talvez, porque de fato era apurada esta informação, já faziam anos que Willy havia morrido e que Balt havia sido culpado pelos mistérios que rondavam a sua morte. Nunca soube se aquela informação havia chegado aos seus pais, mas as pessoas daquela Ilha, onde tudo ocorreu, jamais o veriam da mesma forma, fosse para o bem ou para o mal.

Anos haviam se passado e a esperança de conseguir resposta já era praticamente nula, o que levou Baltazar a cumprir a simples premissa que o uniu a Willy pra começo de conversa: se divertir, conhecer o mundo, viver o que nenhum dos dois havia conseguido viver até lá e era exatamente o que tinha feito.

As pancadas decorrentes da surra que havia tomado do Oficial Strauss não doíam mais, mas as feridas na alma causadas pelo encontro com o Exército Revolucionário voltavam a se abrir e era por isso que estar diante da líder daquele quartel general: Wanda Eastwood, era tão difícil.

Engoliu seco e ao ser intimado pela mulher, que clamava estar atrasada para a hora do chá, apenas a seguiu, em silêncio, mesmo que ainda não soubesse o que dizer, sabia o principal, que aquilo era o que precisava fazer.

Seguindo-a pelos corredores estreitos da embarcação, seus olhos passavam pelos homens de macacão e o cheiro de ferro fazia com que tampasse seu nariz momentâneamente.

Este lugar é um barco? — Perguntou casualmente, pela primeira vez conseguindo quebrar o silêncio imposto por si mesmo.

Baltazar observava minunciosamente cada detalhe daquele lugar, entendendo finalmente qual deveria ser a habitual rotina de Willy, apesar de não entender bem qual papel o finado noivo desempenhava em tudo aquilo.

Por favor, tenha as respostas que eu preciso!

Balt então adentrou o escritório e quando a mulher fechou a porta e olhos em seus olhos o questionando, ele tentava transpassar aquela sensação dando a entender que sentia conforto, mas estava qualquer coisa menos confortável, respirando fundo, cortou o silêncio de vez.

Sim, Miss Wanda, eu tenho perguntas, perguntas estas que quando acordei hoje de manhã, não imaginaria que iria terminar no meio da noite as fazendo e nem que estaria aqui com você, mas cá estou... Meu nome é Baltazar, Baltazar Vincent Encausse, pode ser que você conheça e pode ser que não, acredito que seja a primeira opção o caso certo. Eu era noivo de um membro de sua facção. — Seu tom era sério e seus olhar determinado, sem espaço para que fraquejasse, mas ainda assim, uma lágrima, uma maldita lágrima insistia em escorrer de seu rosto. — Willy Barta, falecido, ex membro do Exército Revolucionário. Até então, você sabe de quem eu estou falando e porque eu estou o mencionando?

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( ) Aprender ilusionismo.

Longo Prazo:
( ) Comprar botas.
( ) Conseguir uma recompensa.
( ) Conseguir uma Akuma no Mi.
( ) Adquirir Vantagem: Aparência Inofensiva.
( ) Adquirir Vantagem: Adaptador.
( ) Adquirir Vantagem: Liderança.
( ) Aprender o ofício "Gatuno".
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MensagemAssunto: Re: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptySeg 10 Ago 2020, 15:47




Segundo Ato: Revelação

Toroa Island ~ ??:?? ~ 25º



Aquele barco sem destino marcado era bem organizado. Cada coisa em seu canto e afins, porém o cheiro ferroso era forte, irritante e talvez bem nauseante. Poucos revolucionários ousavam permanecer ali. O vai e vem da maré balançava a embarcação movimentada, onde várias pessoas não paravam de trabalhar. A líder daquela frota estava sentada do outro lado da mesa, frente a ela várias cartas e outros papéis a serem preenchidos pela mesma, mas sua feição séria e muito direta para com Baltazar não a permitia pensar em outra coisa além do que o rapaz proferiu. Seus olhos corriam pelo cômodo de um lado ao outro, mas nada saía de sua boca.

Segundos pareciam horas quando ali, passos que ecoavam do lado do outro lado da porta também eram como explosões de bola de canhão dado o silêncio profundo que reinava no ambiente. O som do mar batendo nas docas quebrava o silêncio e, junto dele, vozes de várias pessoas ao lado de fora, no porto. A parede direita tinha exposta algumas armas tais como espadas e lanças, haviam também revólveres e rifles, mas o mais chamativo era uma espada de cabo vermelho presa a uma bainha escura. Os olhos de Wanda fitavam a mesma. Do outro lado, na outra parede, nada além de papéis e papéis, pilhas deles, em várias caixas abertas e fechadas. Uma medalha singela e singular era exposta em uma moldura de vidro e madeira, parecia ser bem importante pela forma em que estava ali, além de muito preservada.

- Willy era bem querido aqui. Ele tinha várias qualidades que fazia dele ser bem... diferente. – Proferiu com receio em sua voz. Aquilo parecia bem mais difícil do que lidar com marinheiros poderosos ou revolucionários teimosos. As palavras tinham um peso especial e ao saírem de sua boca ela perdia o controle de cada uma delas, como se fossem disparos contra um enfermo. – Bem... ele nos forjava armas bem únicas. – Ela olhava para a espada presa a parede. – E era um revolucionário com um coração maior que o peito. – Seus olhos se fechavam por alguns instantes, mas logo se abriam com confiança. – Ele está descansando finalmente. Eu não sabia ao certo o que acontecia com sua vida particular, ele falava muito de alguém, que seja você, e tinha orgulho disso.

A porta estalava. “Toc, toc!” – Senhora Wanda, temos uma mensagem. – Dizia uma voz grossa e bem forte do outro lado. A líder daquela frota não se movia nem um centímetro, algo lhe impedia, talvez a importância daquele assunto superava suas responsabilidades como uma revolucionária. – Bem, eu não tenho muito mais a dizer. O resto eu preciso de tempo para me lembrar, mas sei que algo que ele vivia dizendo não está muito certo. – Suas mãos iam sobre a mesa, a pegar impulso, e logo a senhora se levantava. Seus músculos tardios e olhar forte não eram de se ignorar. Ela caminhava a longos passos, estes bem pesados, e abria a porta. – Baltazar, por favor, tome cuidado e honre seu noivo. Vocês eram feitos um para o outro. – Ela abria um sorriso sincero. – Eu nunca vi Willy tão feliz depois que te conheceu. Não jogue isso fora. – Abrindo mais a porta uma figura monstruosamente musculosa aparecia. Sua pele escura e marcada por cortes e furos davam imagem ao colosso que ali estava. Com uma educação louvável ele se dirigia a sua superior. – Temos mensagem de uma célula próxima, talvez tenhamos que partir mais cedo. – Proferiu o homem. Wanda assentia com a cabeça e, dando passagem para Baltazar, dizia por fim. – Entraremos em contato.

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NARRAÇÃO - I

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MensagemAssunto: Re: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptyTer 11 Ago 2020, 05:45

Baltazar Vincent Encausse
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A organização da embarcação era notável e não passava despercebida por Baltazar que anotava mentalmente cada detalhe do que via, não por se sentir acuado, mas por querer em uma tentativa desesperada se sentir mais uma vez na pele de Willy. A imersão funcionava bem, bem até demais, visto que aquele cheiro era bem sucedido na tarefa de lhe incomodar.

Como aguentar ficar aqui? Esses revolucionários são incríveis mesmo, mas as chances desse lugar trazer alguma doença respiratória a longo prazo desse ser longa.

Não conseguindo evitar, sorriu um pouco sem graça com o pensamento que passava pela cabeça, era bobo, mas ele não conseguia evitar. Em contra partida que também começava a imaginar que se Willy ainda estivesse vivo, seus pulmões hoje estariam em um péssimo estado.

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O que exatamente vocês fazem aqui, Srta. Wanda? - O comentário feito em tom casual era mais uma tentativa falha de distrair a cabeça. A verdade é que não saber o que esperar da reunião e da enigmática Wanda deixava tudo pior. - Eles são bem dedicados, não são?

Disse referindo-se aos trabalhadores.

(...)

Já na sala, a tensão era pior ainda enquanto Baltazar esperava uma resposta, seus olhos tampouco poderiam encontrar os de Wanda, não conseguiria, a mão se fechava e o punho se contraía em um nervosismo somado e memórias, memórias que havia lutado para deixar para trás, ao invés disso, encarava o chão.

Teria ele já pisado aqui? Teria já estado na posição em que eu estou? Quem é você... Willy Barta?

O som de... tudo e ao mesmo tempo o nada, deixavam a cabeça do rapaz ainda mais pesada que diante do silêncio, começou a procurar com os olhos algo, qualquer coisa. Foi então que notou as armas, peças finas que com certeza não havia custado barato, mesmo aquela de cabo vermelho que o deixava semi boquiaberto. Quando seus olhos novamente retornavam para verificar a face da mulher, percebia que ela também encarava a mesma arma.

Naquele momento, sua mente vazia inconscientemente virou-se para o outro canto da sala, encontrando uma medalha, que julgava ser de algum feito da própria Wanda, passando batida a sua atenção. Não aguentando mais o silêncio, decidia cortar o silêncio mais uma vez.

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Srta. Wa-...

O silêncio era cortado por ela antes que Balt pudesse continuar, rapaz se continha apenas ouvindo, cada palavra que saía da boca dela pesava, mas a sensação que sentia ao ouvir não era exatamente ruim, era algo que ele ainda não sabia identificar. Principalmente ao ser mencionado, seus olhos começavam a marejar, queria chorar, mas, não deveria. Engoliu seco, enquanto olhava mais uma vez para a arma agora entendendo de vez porque ela era tão especial e foi quando ouviu a porta, que o assustou o fazendo olhar para trás sem entender o que havia acontecido. Aproveitava a deixa para secar as lágrimas que ainda não haviam caído. Dentre todas as coisas emocionantes que ela havia dito, aquela última sobre algo que "algo que ele vivia dizendo" capturavam a atenção do loiro de uma maneira preocupante.

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Mas...

Queria protestar, mas já havia sido convidado a se retirar, entretanto, mesmo após ver a figura que se colocava diante da porta, que o desconcertava um pouco, abria também um sorriso sincero para a mulher.

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Obrigado, Senhorita Wanda, sei que deve ser difícil reviver essas memórias de Willy, mas... você acalmou mais o meu coração e por isso eu sou grato. Espero que possamos conversar mais depois. Vou deixa-la resolver os seus negócios, agora.

Partindo da sala, a expressão novamente retornava a seriedade de momentos atrás, havia muito o que pensar, coisas que não queria reviver, ainda mais em um momento como aquele. Porém, além da estranha fala dita por Wanda, ainda precisava se preocupar com Dianne que até onde ele sabia, continuava desaparecida e Dórian que ainda se recuperava da surra tomada pela marinha. Seu objetivo número um agora, era encontrar Dórian.

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MensagemAssunto: Re: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptyQua 12 Ago 2020, 18:29




Segundo Ato: Revelação

Toroa Island ~ ??:?? ~ 26º



Fora da sala da Wanda o herói se deparava com diversas informações e atrativos que poderiam lhe render horas e horas ali. Ele encontrava pequenos grupos trabalhando nas armas usadas na última batalha, encontrava outros que tratava de soldados com ferimentos duradouros e também encontrava outo pequeno grupo se preparando para partir. Ainda que não houvesse nenhuma ordem direta de zarpar eles já preparavam todo o trabalho para o posterior.

Dois revolucionários subiam para o convés, carregando algumas caixas. A luz do sol estava brilhando por aquela portinhola. As janelas abertas abruptamente, porém feitas com todo um acabamento posterior, no casco do navio também davam uma visão bem ampla do que acontecia no porto, ao qual havia claramente uma base da marinha. Os soldados a viam e nem se importavam, talvez a confiança em seu poder e nas ordens de sua capitã era muito maior do que qualquer “medinho” de ser preso. De fato, eles eram um grupo bem poderoso.

A escuridão de algumas partes dava lugar a caixas e barris com mantimentos que à primeira vista seriam duradouros. Os ventos balançavam a vela e isso era possível de ouvir até lá de baixo, indicando a força que ventava naquele momento. As ondas balançavam a embarcação, não mais do que o normal, porém de um modo que qualquer desacostumando com o vai e vem da maré ficaria bem enjoado.

O convés, bem amplo e arrumado, estava bem movimentado. Soldados corriam de um lado para o outro seguindo ordens de um revolucionário no andar superior, atrás da porta em direção ao interior do mesmo. O vento era bem mais forte ali, e ele sentia isso. Seu cabelo e roupas balançavam com ele, assim como o cheiro forte de peixe que vinha do porto e passava por ali.

Seus objetivos eram claros e diretos, porém como ele iniciaria isso. Além do mais, visto que estava em um navio com os revolucionários, onde havia uma possibilidade de a marinha já saber disso, como ele explicaria sua estadia ali. Haviam outras possibilidades que preocupavam qualquer um que estivesse envolvido nos assuntos ao qual Baltazar estava, porém ele não tinha nenhum impedimento para cumprir com suas tarefas pessoais, além da moral, elevada pela capitã daquela célula revolucionária, a honrar seu falecido noivo.

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NARRAÇÃO - II

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MensagemAssunto: Re: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptyQui 13 Ago 2020, 09:23

Baltazar Vincent Encausse
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Na jornada de Baltazar, já havia se deparado com todo tipo de gente, gente de diversas cores, raças, alturas, pesos e índoles. Estar ali naquele navio entretanto, com todas aquelas pessoas, nada daquilo soava importante, no que bem entendia, eles poderiam explodir o mundo e ele não daria a mínima. A partir do momento que pisou fora da sala de Wanda, sua presença era sua única companhia e ela lhe bastava para passar por aquele momento doloroso.

Seus olhos curiosos passavam por diversos cantos, entre tudo, curioso em como não havia percebido que as dimensões daquele lugar era bem maiores do que havia percebido antes.

Não... não importa. Eu tenho que achá-lo.

Enquanto caminhava, se deparava com diversos grupos, mas de todos, apenas um o chamou a atenção, a ala dos feridos que é onde provavelmente Dórian estava, dado seu estado.

Espero que já tenha acordado, amigo.

Entraria na sala dos soldados com ferimentos duradouros, porém, não antes de dar uma boa olhada do lado de fora, os dentes rangiam e sua expressão era de rancor. Quando fechava os olhos ainda podia lembrar dos momentos que havia vivido na última noite na base da marinha, teria cuspido se aquele fosse seu barco.

Ouvindo o som que vinha de cima e o balanço do barco, apenas apoiava a mão na porta de entrada, com aquilo estava acostumado, visto que sua família era de circenses que literalmente viajavam por todos os blues.

As coisas estão prestes a ficar bem feias. — Dizia em voz baixa, enquanto ajeitava o seu cabelo que insistiam em desarrumar-se. O cheiro era ignorado.

Adentrando a ala dos feridos, mas retendo-se na entrada, seus olhos passariam por cada um deles, até encontrar Dórian, SE o encontrasse, entraria de fato correndo de encontro ao seu leito e agachando-se ao seu lado, pegaria sua mão, enquanto passaria lentamente a mão em seus cabelos.

Como você está, amigo? — era o que perguntaria SE ele estivesse acordado.

SE ele não estivesse acordado, apenas permanecia ao seu lado, apenas observando o seu estado, lhe fazendo companhia pelo tempo necessário.

SE ele não estivesse lá, iria até o andar superior a procura de Victoria, a revolucionária que o havia auxiliado, visto que lá era o lugar onde a maioria das vozes vinham e também porque havia certo anseio em controla-la, ela, que parecia saber mais dele, do que ele mesmo.

Se a encontrasse, sentaria em algum local disponível próximo a ela e então puxaria assunto.

Olá, tudo bem? Quanto tempo. — Ria de maneira desconfortável. — Quais são os planos agora? Vocês vão partir? Vão levar Dórian ou deixá-lo para encontrar Dianne? E por quê o salvaram? Eu sei que vocês tem alguma ligação com os PirArts, mas ela é com a capitã Dianne ou com o próprio Dórian? Muitas coisas não estão claras...

SE não a encontrasse, sentar-se-ia perto da proa, observando os marinheiros de longe, e quando um dos trabalhadores passasse por ele, ou simplesmente desse bola, puxaria assunto.

Pra onde vão? Depois daqui, eu digo.
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MensagemAssunto: Re: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptyQui 13 Ago 2020, 15:01




Segundo Ato: Revelação

Toroa Island ~ ??:?? ~ 26º



O pequeno e quente quarto dos feridos era bem simples. Suas paredes rústicas davam graças a uma janela retangular posterior as camas e que lhes refrescava com uma brisa e respingos da salgada água do mar. Muitos dos que estavam ali portavam ferimentos médios e pequenos, alguns arranhões aqui e acola, porém em uma cama afastada e acompanhado por dois jovens estava Dorian, a figura que Baltazar procurava.

Seu tronco e membros estavam enfaixados, mãos presas a ataduras firmemente amarradas e o rosto com alguns esparadrapos. Os olhos extremamente vermelhos e inchados, boca roxa e também inchada além de unhas e pele nas mãos parcialmente roídas. As manchas de sangue eram visíveis, pelo menos ao forçar a vista. Os olhos se abriam ao ouvir a voz de Baltazar e suas sobrancelhas se arqueavam para vê-lo melhor. Os grunhidos inaudíveis não saíam muito bem de sua voz, tentando emular alguma voz, mas um enfermeiro falava por ele. – Ele está melhorando, Baltazar. Sua presença pode ser muito boa. Fique e converse com ele, por favor. – Proferiu um dos jovens que guardava alguns medicamentos em uma pequena caixa metálica. Uma moça observava a cena do outro lado da sala, ela não parava de olhar para Baltazar, e isso era claramente notável. Um sorriso saía do rosto do rapaz ao qual o herói acalentava.

O vento soprava pela janela.

Alguns enfermos saíam e outros entravam, deixando a sala sempre movimentada. – O que você vai fazer agora, amigo? – Indagou Dorian em uma voz rouca e bem fraca. A dor era movida pela sua fala, sendo difícil dele dizer o que queria. Seus olhos corriam o ar até a direção de Baltazar.

Os jovens que cuidavam dos pacientes voltavam ao quarto com outras pequenas caixas de medicamentos e curativos, tratando de uma mocinha que, por algum motivo extraordinário, estava ali com os revolucionários. Sua maria chiquinha e bochechas rosadas indicavam sua juventude, além de um sorriso banguela e um pirulito novo na boca que corria de um lado ao outro. – Tio, vou poder brincar quando? – Perguntava com inocência sem saber o que lhe acontecera propriamente. – Logo, minha querida. – Respondia o jovem.

Dorian olhava para Baltazar e um terno sentimento de tranquilidade corria por seu rosto. Ele estava mais relaxado e não gemia de dor tanto quanto antes. Seus suspiros profundos eram mais moderados e não demoraria para que os sedativos lhe fizessem cair no sono mais uma vez. – Que bom que está bem... você merece viver, Baltazar, e deve encontrar com Dianne também. – Ficava no aguardo de alguma resposta ou reação.

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NARRAÇÃO - III

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MensagemAssunto: Re: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptySex 14 Ago 2020, 09:57

Baltazar Vincent Encausse
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Baltazar era um dramático, um romântico em busca de tentar encontrar um significado maior no meio da realidade crua que o cercava, o que não estava necessariamente relacionado a algo religioso, mas a simples premissa de um propósito na vida, então, quando seus olhos passavam por aqueles doentes, ou seus dedos passavam pelas paredes, não conseguia deixar de evitar como haviam chegado ali e naquele estado.

Teriam eles mesmos os seus amores? Familiares que com eles se preocupavam? Algo que se importavam ou... algo que haviam perdido? Ver Dórian lhe trazia este mesmo questionamento. Como teria ele se tornado o braço direito da Capitã Dianne? Teria aquela tripulação se tornado a sua vida ou... tinha algo mais? Tantos questionamentos e apenas uma certeza, Baltazar era péssimo no que remetia a deixar o passado pra trás, mas, como poderia?

Seus olhos passavam por Dórian, em um completo terror internalizado, não queria deixa-lo ferido psicologicamente, porque o físico já fazia bem o trabalho de machucá-lo.

Droga... Filho da pu-

Era trazido de volta a realidade, o que de fato era uma boa coisa, focar naquele marinheiro amargurado era a última coisa que queria fazer. Ao perceber Dórian abrindo os olhos, sorriu, por mais que não houvesse nada de glorioso naquela visão.

Sim, doutor.

Respondeu ao enfermeiro que cuidava dele, Baltazar então tomou o lugar ao lado de Dórian e segurou sua mão com carinho e cuidado. Seus olhos então encontraram os da mulher que o encarava, encarou de volta por alguns segundos, mas, acreditando ser algo da sua cabeça, voltou a atenção para o novo amigo.

Dando uma segunda olhada, tinha dois flashes de memória, um remetente ao momento em que apanhava sem entregar o paradeiro dos PirArts... E em um segundo momento, via o corpo do seu amado, morto, no local onde agora estava deitado Dórian. Cena esta que se passava em milésimos de segundos e era calmamente ignorada por Baltazar, que já estava de certa forma acostumado a se lembrar.

Não era que considerasse Dórian um lover, longe disso, o via mais como um mentor, considerando que se conheciam a menos de vinte e quatro horas, mas, aquilo com certeza o relembrava do fatídico dia. Queria escapar daquilo. Entretanto, do que não podia escapar, era daquela pergunta.

O que eu vou... fazer?

Mais uma questão com uma resposta óbvia, porém, que atingia Baltazar com um ar filosófico melodramático que não estava preparado. Viajar com a sua família a vida inteira havia sido legal, interessante. As aventuras com Willy seriam lembranças que levaria até o infinito enquanto vivesse. E as andanças com os PirArts até que haviam sido divertidas, apesar das doses de drama, mas, por mais que fosse leal a eles, eles não eram sua família e ele precisaria seguir o próprio caminho. Então. O que você vai fazer agora?

Baltazar pigarreou pego de surpresa com pergunta, porém, respondeu baseado naquilo que queria fazer no "agora".

Eu vou cuidar de você até você poder retornar aos PirArts, agora, não faça esforço, descanse.

Sua atenção era cativada pela breve situação que acontecia ali perto.

Nesses tempos nós vivemos tanto em guerra que acabamos por esquecer o básico das coisas que importam, você não acha, Dórian?

Mantinha o olhar na menina por mais alguns segundos com um terno sorriso.

Nós logo vamos encontrar, Dianne, sua capitã precisa do braço direito dela. Agora vou deixá-lo dormir um pouco, mas, não vou sair do seu lado por enquanto, tudo bem?

Faria companhia até Dórian cair novamente no sono, ficava feliz por vê-lo estar em boas mãos, aquilo era o que importava. Ali, naquele momento, quando o amigo dormisse e ninguém interrompesse, choraria, choraria aquilo que estava preso há algum tempo. Sua história ainda tinha muitas camadas a serem dissecadas, mas aquilo teria tempo, porque naquele momento, se permitia sentir o luto que lhe foi negado. A dor de perder Willy. E chorar, era o primeiro passo na ordem de superar aquilo.

Antes

Eu não posso perder você... Will... Eu não posso... Eu te amo.

Baltazar estava debruçado sobre o corpo do amante, que estava ensanguentado e cheio de ferimentos deitado no chão, entretanto, em sua expressão, havia paz. Sua mão direita ia então, até o rosto do loiro, limpando com o dedão uma das lágrimas que insistia em cair pelo seu rosto.

[Willy]Vai passar. — Disse com um sorriso tranquilo e uma expressão de quietude. — Eu também te amo.

A mão de Willy finalmente caía e seus olhos uma vez vívidos e cheios de vida se tornavam opacos e mortos. Baltazar quebrava, chorava, gritava, enquanto desesperadamente tentava "acordar" o corpo de Will.

A gente ia casar... você prometeu! Você prometeu! Eu... eu não consigo fazer isso sem você. Eu não quero fazer isso sem você. Eram Balt e Will até o final, não eram? WILLY!

Isso foi momento antes de chegarem os marinheiros e o levarem sob custódia, onde ficou preso temporariamente até ser inocentado dos crimes. Quando foi solto, o velório já havia acabado, todos já o odiavam, sequer pôde avisar seus pais... e o início de uma aventura que marcaria o apogeu da felicidade na vida de Baltazar, chegava ao fim.

Agora

Secando suas lágrimas, levantaria-se e então iria até a menininha.

Eu brinco com você, se você quiser. O que quer fazer?

E sorriu amigavelmente afanando o cabelo da garota.

Caso ela não aceitasse ou não estivesse mais ali, definitivamente precisaria de um, então seguiria até o andar superior onde ficaria até estar "melhor". Sabia que não podia ficar parado, ainda tinha muito o que ser feito, mas também não deixaria Dórian a mercê e ainda queria conversar com Victoria.
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( ) Adquirir Vantagem: Adaptador.
( ) Adquirir Vantagem: Liderança.
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MensagemAssunto: Re: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptySeg 17 Ago 2020, 14:35




Segundo Ato: Revelação

Toroa Island ~ ??:?? ~ 26º



A garotinha era surpreendida por Baltazar, ela sorria antes de colocar o pirulito no canto de sua boca, inflando a bochecha, e dizendo com propriedade: - Então vamos brincar de esconde esconde! – Exclamou com alegria. Ela se levantava do banquinho de madeira e ficava frente ao grande homem a sua frente. Se prontificava em olhar a sua volta e logo voltava a atenção ao rapaz. – Eu vou me esconder e você vai me procurar! Hihihi. – Seu sorriso parecia contagioso, alguns dos enfermos esboçavam um semblante mais alegre depois dele. O enfermeiro prestava atenção no canto da sala, enquanto manuseava alguns instrumentos. Ele sorria, mas tentava não demonstrar.

A sala no navio dos revolucionários era composta bem cuidadosamente por poucos elementos grandes. A parede aberta atrás das camas e barris e caixas dispostos pela sala davam um bom ambiente para a brincadeira em questão, porém o cuidado com os feridos e com os que transitavam era notável. O balançar do navio, ainda ancorado, mas prestes a zarpar, desequilibrava a garotinha com certa facilidade, mas ela permanecia firmemente de pé.

Seus passos ecoavam pela sala, assim como o barulho das ondas quebrando no porto. Ela dizia em alto e bom tom: - Pode começar a contar! – E em seguida continuava. – Não vale olhar! Hihihihahaha!

O tempo parecia parar ante a tal alegria que contagiava os que ali estavam. Os pacientes que antes não se aguentavam em dor agora estavam bem mais tranquilos, além de ignorarem seus ferimentos por segundos que mais pareciam durar horas. O sorriso inocente e sincero da garota era animador e bem gostoso de se ver e ouvir. Não se ouvia nenhum som externo pelo navio que chamava atenção, apenas ordens de que eles estavam com pressa e deveriam tratar logo de alguns civis e dispensá-los antes de partir.

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NARRAÇÃO - IV

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MensagemAssunto: Re: Segundo ato: Revelação   Segundo ato: Revelação EmptyQua 19 Ago 2020, 14:27

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Baltazar Vincent Encausse
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A proposta de brincarem de esconde esconde era uma surpresa, visto o lugar onde estavam e até deixava o rapaz um pouco receoso diante da proposta.

Está tudo bem se o fizermos? — Dirigia a pergunta ao enfermeiro mais próximo.

Logo retornando a atenção para a menina concordando positivamente com a cabeça e não deixando de sorrir ao olhar o rosto dela, era realmente um bom momento.

SÓ NÃO SAIA DO NAVIO. — Pedia em voz alta enquanto fechava os olhos e começava a contar. Abria um sorriso ou dois ao perceber que a menina tropeçava, mas, voltava mais dedicada do que nunca a sua tarefa.

48, 49 eeeee 50! AÍ VOU EU. — Ao abrir os olhos, levantou-se, o clima naquela sala estava visivelmente leve o que aquecia o seu coração, como não acontecia em muito tempo.
 
Onde será que ela foi?

Procurou nos olhos dos enfermos alguma dica que pudesse utilizar, já que estava confuso e sem poder se guiar pelo barulho. Garantindo de checar parte por parte da sala dos enfermos, porém, já esperando que ela não estivesse lá, partiria.

De volta ao corredor, se perguntou se existiria alguma chance mesmo que ínfima dela ter ido na direção da sala de Wanda ou até mesmo sairia do navio chegando a causar um problema ou outro do lado de fora. Era difícil não pensar na marinha.

Optou por seguir até a parte de cima primeiro, apenas para verificar se ela não havia saído, após subir e dar uma boa olhada ao redor, voltaria para dentro e olharia próximo dos mantimentos, não havia muitos lugares que uma menina daquele tamanho pudesse estar.
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