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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Pirataria, doces e mistérios

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MensagemAssunto: Pirataria, doces e mistérios   Pirataria, doces e mistérios EmptyQui 23 Jul 2020, 21:31

Pirataria, doces e mistérios

Aqui ocorrerá a aventura do(a) civil Amaya. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Pirataria, doces e mistérios   Pirataria, doces e mistérios EmptySab 25 Jul 2020, 01:42





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A Jornada Começa!


"Determinação herdada! O destino dessa Era e os sonhos das pessoas. Essas são as coisas que não serão detidas. Enquanto as pessoas continuarem buscando o sentido da liberdade, tudo isso jamais deixará de existir!"




"- Meus tesouros? Hahahah.. Encontre-o!! Eu deixei tudo em um lugar, chamo-o de One Piece.."

Alegria; ansiedade; empolgação; motivação... Estas são algumas das muitas emoções que sinto-me preenchida toda vez que recordo das palavras ditas pelo antigo Rei dos Piratas. Mesmo que eu não tenha escutado elas pessoalmente, ler um conto a respeito disso foi o suficiente para sentir-me como se estivesse presente no dia da sua execução.

Meus lábios moldariam um discreto sorriso, enquanto daria espaço para a minha imaginação trabalhar.




- Grrrrr! - Gruniu a imensa criatura maritíma, um assustador rei dos mares, com a forma de uma enorme serpente negra de olhos vermelhos, seus dentes afiados estavam bem amostra.

Uma chuvarada se fez presente, acompanhada de violentos trovões e relâmpagos, capazes de assustar até os marujos mais corajosos, tornando o cenário no mínimo caótico. A forte ventania também mostrou-se um grande incômodo, o timoneiro se empenhou ao máximo na luta contra as grandes ondas que ameaçavam engolir a embarcação, as velas tremularam frenéticamente e os marujos fizeram o possível para não serem lançados do navio.

- Não tenham medo! Atirem com os canhões! -

Os disparos foram efetuados, uma saraivada de balas foi de encontro com a criatura; ela berrou quando as explosões começaram e mergulhou nas profundezas do oceano.

- Isso! -

Ainda assim as ondas por si só foram um grande desafio, o navio precisou enfrentar a poderosa correnteza e lutar para não ser engolido pelas ondas. Todos da tripulação correram para seus postos, buscando controlar a situação da melhor forma que podiam. Após alguns minutos de briga intensa, o mar se acalmou, os primeiros raios de sol cortaram as nuvens que deram espaço para um lindo dia. No horizonte já era possível avistar um amontoado de terra, mas não era uma ilha qualquer, era RAFTEL!

- Conseguimos capitã! - Exclamou um dos tripulantes, transparecendo toda a sua euforia.

Finalmente meu objetivo final estava diante dos meus olhos, estiquei minha mão ainda do navio, quase como se pudesse tocar aquela ilha.




- Ei! Pare de sonhar acordada. Ainda estamos bem longe desse tão desejado momento gagagaga. -

Voltaria para a realidade com as palavras de Makoto.

- Você tem razão. - Por um momento acabei fantasiando demais, imaginando-me nas minhas futuras aventuras. Isso é algo normal para mim, já que minha imaginação tende a ser bem fértil - Mas está tudo bem, é só questão de tempo. -

De volta para a realidade, podemos dizer que a situação é um tanto quanto confusa. Neste momento eu devo estar perdida, ou quase isso. Já fazia algum tempo que minha viagem de Zepelin chegou ao fim, deixando-me em Briss Kingdom; porém, agora preciso descobrir para onde exatamente ir. Meu objetivo principal nesta ilha é encontrar Hiro Chiba, filho de Hanzo Chiba. Durante minha estádia na Vila de Frushin ouvi bastante a respeito de Hiro. Segundo Hanzo, trata-se de um homem brilhante, bem sucedido, um grande líder e estrategista militar, que teoricamente pode me ajudar de alguma forma a correr atrás do meu sonho.

No entanto, inicialmente estaria mais preocupada com outras coisas, mais especificamente explorar a ilha, que é a parte mais legal ao chegar em uma terra desconhecida. Caminharia saltitante sem um rumo definido, observando tudo e todos, cantarolando alguma música aleatória e imaginando possíveis histórias que eu poderia escrever usando Briss Kingdom como cenário. Manteria Makoto envolvido em meus braços a todo momento, pois geralmente me sinto desprotegida ao andar em lugares com grande circulação de pessoas. Regiões urbanas não costumam ser um grande atrativo para mim, mas existem alguns arquitetos habilidosos no mundo, que as vezes criam construções incríveis; pausaria para adimirar qualquer construção inusitada e incomum, analisando seus detalhes com certa curiosidade e adimiração. - Veja veja. Que lugar estranho, deve ter dado trabalho construir algo assim. - Diria à Makoto, se eu encontrar qualquer uma dessas construções diferentes do normal.

Independente do sucesso em vislumbrar ou não lugares assim, continuaria perambulando pela cidade; até começar a sentir algum cansaço. Se isso acontecer, daria uma pausa em qualquer canto, sentaria e olharia para Makoto, afastando ele do meu corpo.

- O que será que devemos fazer? Estou ficando cansada. - Me queixaria.

- Você deve procurar esse tal do Hiro. Se ele for tudo isso que aquele velho disse, então alguém deve conhece-lo. -

- Você tem razão, vou perguntar para alguém. -

Voltaria a abraça-lo e me levantaria, agora teria de coletar algumas informações. Porém, a tarefa pode mostrar-se mais desafiadora do que o normal. Provavelmente a insegurança ficaria estampada em minha face, mas faria um pouco de esforço. Me aproximaria da primeira pessoa que aparente ser simpática, principalmente mulheres, idosos ou crianças.

- Com licença... Érr... - Abraçaria Makoto mais forte. - Eu estou procurando por Hiro Chiba, sabe onde posso encontra-lo? -

Aguardaria a resposta da pessoa, mas independente de ser positiva ou negativa, agradeceria pela atenção. - O-obrigada! - A resposta seria rápida e direta, pois gostaria de terminar a conversa logo. Com isso sairia andando a passos rápidos, se a resposta tiver sido positiva, seguiria as indicações da pessoa em busca do meu alvo. Por outro lado, se a resposta tiver sido positiva, mas a pessoa não chegar a dizer onde é, ficaria esperando que ela diga. Por fim, se for uma negativa, não restaria escolha a não ser perguntar para outra pessoa; mas antes me afastaria bastante do local atual e abordaria outra pessoa da mesma maneira que a primeira.

Caso eu consiga a informação que busco, e consiga encontrar o local desejado, ainda teria de descobrir quem é a pessoa que procuro, afinal não sei sua aparência. No local me aproximaria cautelosamente e perguntaria para alguém que eu chute ser o Hiro.

- Com licença... O senhor se chama Hiro Chiba? - Se a resposta for positiva, ficaria um pouco mais tranquila, afinal trata-se do filho de Hanzo. - Eu estava te procurando, seu pai me contou bastante sobre o senhor. -

Porém, se não for ele quem eu procuro, tentaria perguntar para outra pessoa que esteja no mesmo local. Falar com pessoas desconhecidas é algo desgastante, mas seria um mal necessário.

Objetivos:
 





Off: Vamos lá u.u Ainda estou pensando naquela terceira perícia ali.




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MensagemAssunto: Re: Pirataria, doces e mistérios   Pirataria, doces e mistérios EmptyDom 26 Jul 2020, 04:07




Pirataria, doces e mistérios

Briss Kingdom ~ Manhã ~ Ensolarado



O sol brilhava no céu, pouquíssimas nuvens podiam ser vistas. A cidade? Vibrante. Era uma manhã muito movimentada em Geartrópolis. Famílias iam e vinham de todos os lados, as grandes ruas eram infestadas de alegria e pessoas bem vestidas andando para lá e pra cá. Era realmente um lugar muito vivo. Aquela não era nem mesmo a rua principal, mas havia diversas lojas em todos os cantos, todas lotadas de pessoas. A que mais chamava atenção era uma fila enorme na frente de uma sorveteria com uma grande placa mostrando seu nome "Neolad Gelatto. Com certeza aquele era o local mais movimentado de toda aquela vibrante rua. Crianças de todas as idades formavam aquela fila enorme. Inclusive, a presença de crianças naquela rua era incrível, parecia um parquinho cheio de crianças, porém todas elas muito bem vestidas, mostrando seu lado nobre. A criança mais peculiar que se encontrava andando por ali era a jovem Amaya.

A garota já havia andado por um bom tempo, saindo do leste onde estavam os Zepelins para bem próxima do centro de Geartrópolis. No caminho captou alguns olhares por sua beleza rara e também por vez ou outra falar sozinha, contudo, aquilo era o normal dela. Quando chegou mais próxima da rua movimentada, via no horizonte uma enorme torre, ela refletia a luz do sol tornando sua própria estrutura em um grande ponto de luz na cidade.

Depois de atestar seu cansaço e ser repreendida por seu "irmão" a jovem ia a procura de alguém que lhe pudesse informar mais sobre Hiro Chiba. Andava próxima àquela longa fila e via uma senhorinha com seu netinho, a velha tinha um sorriso simpático, talvez tenha sido isso que chamou a atenção da garota e a deixou confortável para falar com ela. – Hiro Chiba... Hmm – A velha coçava a cabeça enquanto pensava bem em como responder a garota – Aaaah sim... Aquele rapazinho é tããão inteligente, um homenzinho encantador mesmo. – Ela parecia ter bastante apreço pela figura, porém não parecia ter intimidade, ela só o admirava bastante. Ele trabalha bastante vive indo pra lá e pra cá no Porto, Briss Tower e às vezes até aqui no centro mesmo. Os marinheiros sempre o acompanham - O neto da velha puxava sua manga e mostrava que ela estava segurando a fila, pois já faziam alguns minutos que as pessoas na sua frente começaram a se mexer.

A informação que a velha dava era bem importante, agora Amaya já tinha noção dos possíveis lugares que ele estaria. Se andasse um pouco perceberia que não havia apenas uma grande quantidade de crianças, mas também vários marinheiros em diversos pontos da cidade, talvez estivesse tão focada em encontrar alguém simpático que nem percebeu os jovens Marines espalhados pelo local. Um grupo de Marines fazia seu treino matinal, correndo para lá e pra cá seguindo um homem de voz grossa que parecia ser capitão, mais para o oeste havia um grupo se refrescando embaixo de um guarda-sol e também aqueles que estavam parados vigiando o local. Amaya tinha um mundo de possibilidades ali. Por mais que não estivesse com informações concretas, já podia começar realmente sua busca por Hiro.

Histórico:
 
NARRAÇÃO - I

off:
 

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MensagemAssunto: Re: Pirataria, doces e mistérios   Pirataria, doces e mistérios EmptyTer 28 Jul 2020, 01:50





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Prioridades


Sorvetes? Oba!



Uma cidade realmente impressionante, a enorme torre que avisto chama minha atenção e dá um grande diferencial para a cidade, que é bem mais complexa do que o humilde vilarejo e o orfanato onde cresci. O fato da cidade ser grande e lotada de pessoas me incomoda um pouquinho, mas tudo isso deixa de ter importância no momento em que encontro uma coisa muuuuuuuito legal: Uma sorveteria!

Converso com uma senhora simpática, o sorriso dela me tranquiliza e as informações mais ainda, ela conhece Hiro, mas ao que tudo indica não será tão fácil assim encontra-lo.

- Muito obrigada, senhora. - Agradeceria a idosa com um sorriso e começaria a caminhar no sentido contrário à ela. Meu objetivo? Bem, eu iria até o final da fila, e assim como as demais crianças aguardaria ansiosamente para ser atendida, com um brilho no olhar.

Percebo que há bastantes marinheiros na cidade, o que me deixa um pouco curiosa e pensativa; começaria a cochichar com Makoto, enquanto me posicionaria no último lugar da fila e acompanharia o andamento desta.

- Há bastantes marinheiros por aqui... Eles são nossos inimigos né? -

- É perigoso falar disso aqui. -

- Uma vez eu li a história de uma pirata que derrotava vários marinheiros com um único golpe da sua clava! - Diria com certa admiração e empolgação.

- Mas você ainda não é tão forte quanto ela. Fora que aquela senhora falou que Hiro costuma andar acompanhado de marinheiros, talvez ele seja um. -

- Verdade. - Daria um suspiro. - Sabe do que eu preciso? - - Do que? - - De poderes! Preciso encontrar alguma biblioteca, e procurar livros que me ensinem como usar algum tipo de poder. -

Se a minha vez de ser atendida chegar, me aproximaria lentamente do vendedor de sorvetes e manifestaria meu desejo. - Eu quero comprar um sorvete de morango, moço. - Não esconderia minha expressão de ansiedade e entusiasmo, gosto muito de sorvetes, só não mais do que bolos. Se tiver sorvete de bola, é o que eu escolheria e indicaria com os dedos que desejo 2 esferas, sendo chocolate o sabor da outra. - Você quer um também Makoto? -

- Não gosto de sorvetes. - Makoto por outro lado prefere bem mais coisas salgadas.

- Então sobra mais para mim, bobo. - Mostraria a língua para ele. Voltando à compra, entregaria qualquer valor que o vendedor pedir. Fazer contas não me é um problema, mas não tenho noção de quanto vale um sorvete e nem me importo realmente, só desejo saborear um logo.

- Muito obrigada. - Diria ao vendedor se eu conseguir comprar o sorvete. Em seguida iria me retirar do local, segurando o sorvete com a mão direita e Makoto com a esquerda. Morderia o sorvete aos poucos enquanto caminharia ainda sem um rumo bem definido, mas não deixaria de observar a movimentação alheia e apreciar os sabores do consumível.

Se eu não conseguir comprar o sorvete, ficaria bem frustrada, desanimada e até aborrecida. E teria de bolar algum plano para conseguir o que desejo.




Já se a compra tiver sido um sucesso, estaria com diversas alternativas de possíveis destinos, poderia perguntar para os marinheiros sobre Hiro, mas a ideia não me soa tão boa. Por outro lado, o lugar chamado Briss Tower é uma opção; mas inicialmente o porto me parece bem mais interessante, afinal devem haver muitos navios enormes por lá e só de pensar já fico empolgada, imaginando como será minha futura embarcação. Ainda nem havia decidido o que iria colocar na bandeira ou que nome daria, tantas decisões; a vida de uma capitã não é nada fácil. Ursos e doces na bandeira parecem boas ideias, ou será que não? Quem sabe uma caveira com dois sorvetes cruzados?

Procuraria pelo porto, talvez demore, talvez não, mas tempo é o que eu mais tenho. Se eu encontrar o local, começaria a correr pelas docas bem animada, analisando qualquer navio que estiver ancorado. Não deixaria também de abordar alguma pessoa na tentativa de descobrir se Hiro está em algum canto do porto.

- Olá. O senhor(a) sabe onde encontro Hiro Chiba? -

Perguntaria mantendo certa distância, mas sem tanto medo como antes, graças a ansiedade de encontra-lo logo. Se ninguém conhecer, então seria obrigada a perguntar para algum marinheiro, procuraria por um e repetiria a pergunta.

Objetivos:
 





Off: : )




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MensagemAssunto: Re: Pirataria, doces e mistérios   Pirataria, doces e mistérios EmptyQua 29 Jul 2020, 02:44




Pirataria, doces e mistérios

Briss Kingdom ~ Manhã ~ Ensolarado



Ela não negava que era uma criança, assim que obteve a informação que queria entrou na longa fila. Passou 20 minutos na fila, nesse meio tempo via as pessoas muito alegres e ricas andando para lá e para cá, os marinheiros continuavam em seus postos e nada mudava muito, apenas algumas pessoas a observavam enquanto ela cochichava com Makoto. Chegando sua vez de comprar seu sorvete um homem muito gentil a atendeu com um enorme sorriso. - De morango? hmmmm É o meu favorito também. Vou dar uma bolinha a mais para seu amiguinho aí. Mas é nosso segredo hein. Um chocolatango saindo pra minha amiguinha. - O homem brincava com a garota e comentava sobre o boneco, digo, irmão dela enquanto colocava 3 grandes bolas de sorvete em uma grande casca. O atendimento do local era extraordinário o homem é rápido no atendimento, cobrava os 15.000 berries e sorria para dois segundos depois engatar no atendimento de outra pessoa.

Sua caminhada até o Porto era tranquila. Ruas enormes, comércio vivo cheio de pessoas, apesar do horário. Quanto mais perto do centro ela chegava, mais marinheiros via, e ocasionalmente algumas pessoas vestidas de preto andando casualmente, mas nada que chamasse sua atenção. Atravessaria o centro, agora vendo a enorme torne de outra posição, ela parecia ainda mais imponente e ainda maior agora que ela estava do lado oposto dela.

Do Porto de Briss era possível ver ainda mais a elegância de Briss Tower que ficava no ponto oposto da ilha seguindo uma linha reta ali pelo mar mesmo. Bem, o que a não-tão-distante Torre tinha de elegante o Porto tinha de comum. Não se engane, não era um local feio, só não era tão extravagante assim, diferente do resto da cidade, ali haviam algumas pessoas não tão chiques, alguns pescadores distantes e pequenas embarcações atracadas e um barco maior mais distante no pier.

A garota dava uma pequena corrida no Porto, mas...

- VOCÊ TÁ COM CARA DE QUEM VAI APRONTAR. NEM PENSE NISSO. SENTA AÍ E OLHA O MAR, MAS NÃO CORRE AQUI QUE EU NÃO QUERO MANDAR DESAFOGAR CRIANÇA NENHUMA. Não corre.- Um homem com um afro e roupa social encarava a garota com seus óculos escuros. Suas vestes eram comuns, apenas sociais, mas um pequeno símbolo do Governo Mundial podia ser visto em sua gravata. - Você sabe o quão perigoso é ficar correndo NUM PORTO? OLHA QUANTA ÁGUA. VAMO COM CALMA?! VAMO. - O homem tinha um jeito tranquilo de falar, até que perdia  paciência e sua voz saia muito fina, como a de quem não conseguisse controlar suas emoções. -O que você quer aqui? Cadê seu pai e sua mãe? O tom tranquilo do homem voltava.

Seu poder de influência era grande, pois sem pensar a garota deu seu objetivo para ele. - O Hiro? O que cê quer com ele? Eu tô indo encontrar com ele agora GRAGRAGRA Você não é uma filha perdida né? Naaaaaah.... Vocês nem se parecem... Será que puxou a mãe. Ah mãe? AH MÃE? Será que... Ó céus... AAAAAH. Pobre garotinha. Você deve ter sofrido muito, não é? AH MEU DEUS. EU VOU MATAR AQUELE IDIOTA.

O homem era uma clara mistura de caos e tranquilidade. Suas inúmeras teorias eram lançadas uma após a outra enquanto seu tom de voz mudava, por mais que parecesse uma pessoa bem equilibrada, não falava uma frase sem perder a calma. - De qualquer forma... Você pode me chamar de Valmo, Vice de Hiro. E você quem é? Você deve saber que Hiro é um homem ocupado. Me diga o que você quer e vejo se consigo uma reunião com ele... algum dia. Valmo era realmente um show de aleatoriedade, agora estava abaixado olhando no olho da garota esperando uma resposta enquanto seus dedos desembaraçavam e arrumavam seu afro.

Ao olhar ao redor podia ver que as poucas pessoas que ali estavam nem ligavam para o caos que o homem causava, alguns marinheiros olhavam e riam entre si, mas nada faziam. O homem olhava profundamente nos olhos da garota, ela poderia sentir mesmo com ele de óculos. E agora, o que faria a garota?

Histórico:
 
NARRAÇÃO - II

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MensagemAssunto: Re: Pirataria, doces e mistérios   Pirataria, doces e mistérios EmptyQui 30 Jul 2020, 02:14





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Onegai!




Chocolatango, amei tanto o nome quanto o sabor; o homem que me atendeu também foi muito gentil e atencioso, talvez seja uma ilha agradável no fim das contas. Fiquei ainda mais feliz por ele ter se importado com meu irmão, assim como Hanzo e pouquissimas das pessoas que conheci em Dawn Island. Perambulando pela cidade vi muitas pessoas e comércios, que eu provavelmente vou precisar visitar mais tarde, afinal preciso comprar várias coisas.

Percebo aquela chamativa torre ficando cada vez maior conforme me distancio dela, fazendo surgir em mim uma certa curiosidade, o que será que há no interior da torre? Conforme minha imaginação flui, Makoto parece ler minha mente, já expondo a explicação mais provável.

- Deve ser tipo um castelo, onde o rei desta cidade mora. Ou então é só mais um lugar onde adultos vão trabalhar. -

É provável que ele tenha razão, mas uma parte de mim desconfia que lá possa ser algo a mais, talvez o esconderijo de alguém ou algo muito importante; podem haver tesouros lá dentro, ou quem sabe um cientista maluco que faz experimentos ultra secretos; talvez até esconda um monstro gigante, e só de imaginar já fico um pouco amedrontada, o que só reforça a minha curiosidade. Não tem jeito, depois terei de ir nessa torre de alguma forma verificar.

O porto é um lugar relativamente mais comum, mas é exatamente o que eu já esperava de um porto, não conseguindo imaginar uma versão melhor. Geralmente o que dá esse diferencial são as embarcações, mas nem tive muita chance de explorar o local, já que fui parada por alguém. As pessoas no porto também são mais simples, o que me traz certa nostalgia do Vilarejo de Frushin.

Me assusto quando um homem parece estar gritando comigo, ao menos ele parece se acalmar no final da frase. Vejo que o dono da voz é um homem moreno com óculos escuros e cabelo legal, mas que aparenta intimidador aos meus olhos.

- Quem será esse? Fica calma que ele não vai nos atacar. -

Ele volta a falar, e até penso que ele está preocupado comigo, mas logo começa a se exaltar novamente, mudando o tom de voz totalmente. Me sinto num misto de medo e confusão, mas acabo perguntando sobre Hiro para ele, um tanto receosa. E para a minha surpresa ele conhece o filho de Hanzo; nem tenho chance de explicar que não sou a filha de Hiro, e na realidade até acabo gostando da reação dele e sentindo vontade de rir conforme ele vai falando; o medo inicial vai reduzindo e vou ficando animada, é um homem bem engraçado.

Ele enfim se apresenta, Valmo é seu nome e algo chama nossa atenção.

- Vice do Hiro? Parece que estamos atrás de uma pessoa importante mesmo. -

- Sim, será que ele é tipo o prefeito de Frushin? - Sussurraria para Makoto.

- Talvez até mais importante que um prefeito. -

Olharia para Valmo e responderia as perguntas feitas por ele, abraçaria Makoto no processo.

- E-eu... - Desviaria o olhar para o lado. - O pai dele... Senhor Hanzo. Bem... Ele disse que... Devo encontrar Hiro. - Ainda faltaria me apresentar adequadamente, sendo um pequeno desafio, que eu tentaria superar.

- A.. Amaya. É meu nome. - Colocaria Makoto entre mim e o homem, para poder apresenta-lo também. - Este é meu irmão, Makoto. - Mas puxaria ele de volta para perto de mim, e retornaria meu olhar para Valmo.

Não tenho certeza se o sorvete já acabou, mas caso ainda não tenha acabado, aproximaria o gelado de Valmo, e ofereceria sem dizer nada, imaginando que ele vá entender. Se ele recusar, terminaria de comer. Caso já tenha acabado, não teria nada para oferecer.

- Ele sabe onde o Hiro está, e pelo visto vão se encontrar, só precisamos acompanhá-lo ou segui-lo. -

- O senhor pode... Me levar até ele? Por favor? - Lançaria minha técnica super-ultra-hyper-mega secreta: O meu olhar de pidona meiga, de quando eu quero muuuuuito alguma coisa; e aguardaria apreensiva pela resposta, mas não reclamaria se ele recusar.

Seja como for, ele aceitando ou não, começaria a segui-lo mantendo pouca distancia, ficaria atenta nele para não perde-lo de vista. Não estaria necessariamente tentando esconder minha presença, na realidade estaria acompanhando ele só que me mantendo um pouco atrás; exceto se ele resolver me guiar, ai não precisaria manter tanta distancia. Mas seria persistente e não desistiria mesmo se ele negar.

Objetivos:
 





Off: Melhor npc kkkkkkkk Ri demais.




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MensagemAssunto: Re: Pirataria, doces e mistérios   Pirataria, doces e mistérios EmptyQui 30 Jul 2020, 03:54




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Briss Kingdom ~ Manhã ~ Ensolarado



- É o que? Garota, fala mais alto. Era a reação de Valmo ao ouvir a Garota cochichando com seu pequeno boneco. - Amaya e Makoto... Garota... Tira essa nojeira babada da minha cara, faz favor. - Valmo comentava apontando diretamente para o sorvete de Amaya. Ele com certeza não estava afim de pegar um sorvete todo babado por uma garota desconhecida que sussurrava para um boneca CLARAMENTE assustador.

Valmo logo percebia que o poder de persuasão de uma criança de 10 anos era bem maior que a marra que ele tinha. Olhava fundo nos olhos da garota, revirava os olhos e levantava-se rapidamente. - Tá tá tá tá tá tá tá.... TÁ. VAMO LOGO ANTES QUE EU MUDE DE IDEIA. Obviamente foi afetado pelos olhos de cachorro/gato sem dono que Amaya fez. - Chegando lá não quero ouvir um PIU ENTENDEU? EU VOU FALAR COM O HIRO e você vai ES-PE-RAR. Entendeu?. A maluquice em seu tom continuava.

Valmo andava calmamente pelo Porto com a garota em seu lado. Mais para frente era possível ver um prédio azulado com 3 andares, não havia nenhuma placa nele, apenas o símbolo da Marinha e claro, o do Governo - Chegando ali não toque em NADA. Ouviu! NADA!! O homem falava enquanto apontava para tal prédio.

Assim que chegaram no prédio o ar chique do centro da cidade retornou. O térreo era enorme, haviam algumas cadeira viradas para um balcão onde estavam 3 mulheres sentadas, as quais observavam a chegada de Valmo, Amaya e Makoto e apenas continuavam fazendo anotações em seus caderninhos. Uma delas parava suas tarefas para atender um Den Den Mushi, mas falava tão baixo que não era possível ouvir o assunto.   - Francamente... Cadê a educação? Valmo sussurrava para si num tom incomodado, porém Amaya poderia escutar tranquilamente.

Oposta a porta de entrada estava uma bela escadaria que os levaria para o segundo andar. Assim que chegassem se deparariam com um corredor simples e 4 portas. Cada uma das portas tinha duas letras: A primeira, mais próxima da escada tinha as iniciais DA, em seguida, no meio do corredor havia a com as iniciais VP e ao fundo uma porta ainda mais chique tinha as letras HC. Como o prédio tinha 3 andares e naquele andar não tinha mais nenhuma forma clara de subir, podia-se deduzir que havia uma escada em uma daquelas salas.

Valmo entraria na segunda porta juntamente de Amaya. Sua sala era imaculada, parecia uma mini biblioteca, não tinha nada a ver com sua personalidade caótica, era bem arrumado, em uma das paredes havia um quadro de um enorme navio em uma tempestade, olhando bem de perto era possível ver até um Rei dos Mares presente na imagem. Os livros eram todos divididos por temas, por incrível que pareça havia uma enorme quantidade de livros sobre todos assuntos. Em sua mesa havia papéis, documentos talvez? Alguns rascunhos, enfim, bastante coisa. Um pequeno sofá encostado na parede com uma mesinha também era visto no canto.

Sala VP:
 

- Ó, esse é meu escritório. Você vai esperar aqui... Ele fazia uma pausa, olhava para os lados e pegava alguns livros.  - Eu não sou igual a Damares que é toda queridinha, fofinha, sempre tem doces, balas, alcaçuz, brigadeiro, como é o nome daquele outro mesmo? DANGO? É DANGO ISSO MESMO... AI EU ADORO DANGO, PERA MAS É ESSE QUE É DOCE? AI NÃO LEMBRO, QUANDO SAIR DAQUI ME LEMBRE DE COMPRAR UM DANGO, OU DOIS. Aaaahhh. AH É. Enfim, diferente dos meus outros colegas, na minha sala trabalho é feito, então pra passar o seu tempo você pode... ler esses livros... desenhar? E se quiser tem uns biscoitinhos ali, enfim... E lá vamos nós outra vez, como diabos Valmo lia tantos livros se sua atenção é tão fraca assim? Bem, comentou sobre outra pessoa, uma tal de Damares... É, tudo que ele falou foi bem confuso mesmo, mas aos poucos podia observar que ele pegava algumas anotações em sua mesa e ia em direção à saída.

- Amaya, espere aqui. Hoje temos uma reunião importantíssima. Prometo falar com Hiro assim que terminarmos a reunião, não posso tirar a atenção dele agora. É... Vamos demorar umas horas. Alguns desses livros tem histórias bem legais, eu recomendo "A Jornada de Elpho Dampirium" é uma história de um grande Marinheiro que... Bem, leia o que quiser. Seu tom e face calma voltaram ao normal, Valmo parecia uma pessoa muito carinhosa, mas ao mesmo tempo tinha problema em controlar suas emoções. Abrigou Amaya em seu escritório, pois sentia que não devia deixar a garotinha sozinha na rua. Agora ela só tinha que esperar, pelo menos haviam diversos livros à sua disposição, ela poderia ler qualquer coisa ali. Percebia também que a pilha de livros na sua frente todos tinham o mesmo título "A Jornada de Elpho Dampirium" enumerados de 1 à 14.

Amaya e Makoto estavam tão perto de Hiro, agora a única distância era o tempo, pois a física já os deixava possivelmente uma sala de distância. Agora ela poderia aproveitar seu tempo para descansar, ler, explorar, o que ela quisesse.

Histórico:
 
NARRAÇÃO - III

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MensagemAssunto: Re: Pirataria, doces e mistérios   Pirataria, doces e mistérios EmptySeg 03 Ago 2020, 01:56





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Tempo Livre




Tenho sucesso em convencer Valmo, o que me deixa contente e faz surgir uma expressão mais alegre em minha face. O escuto me dando algumas instruções de como agir no lugar aonde vamos, não questiono e nem discordo. - Tudo bem. - Nossa caminhada nos leva até um prédio azul de três andares, com os símbolos da marinha e do governo.

- Estamos entrando no território inimigo. -

Makoto tem razão, mas não preciso ficar preocupada, afinal ainda não sou oficialmente uma pirata, e portanto não vão me fazer mal algum; ou ao menos é o que imagino. O interior da construção é um ambiente agradável, mas Valmo parece ficar aborrecido com o atendimento que recebe, já para mim não faz tanta diferença e apenas aprecio a beleza do local enquanto aguardo ele resolver tudo para seguirmos adiante. Na minha mente esperava encontrar diversos marinheiros fortemente armados, mas tudo o que vejo são três mulheres atrás de um balcão.

Subindo para o andar de cima, vejo três portas e observo as siglas de cada uma; e inicialmente não entendo bem o significado delas. Ao entrar na sala de Valmo, vejo que é um lugar muito interessante, afinal há diversos livros! O quadro em destaque chama minha atenção, pois já li sobre essas enormes criaturas marinhas, conhecidas como Rei dos Mares; porém nunca vi um deles pessoalmente, a imagem me faz ficar imaginando os demais tipos existentes e quando irei encontrar um de verdade.

- Seria muito legal ter um desses de estimação. -

- Domesticar uma ferra dessas deve ser quase impossível. -

A dificuldade não me intimida, como futura rainha dos piratas não devo temer nenhuma criatura, nem mesmo um Rei dos Mares. Minha atenção se volta para Valmo, ele começa a me dar novas instruções e diz que devo permanecer no local até seu retorno. Percebo que ele cita uma tal de Damares, e ao que tudo indica é uma mulher muuuuito legal, já que sempre tem tantos doces. Dango eu nunca comi e fico curiosa sobre que tipo de doce é, certamente lembrarei Valmo de comprar alguns depois.

- Pode deixar. - Respondo ele, querendo me aventurar logo pela sala, ao mesmo tempo que sinto vontade de rir da bipolariedade do homem.

Porém Valmo parece ir se acalmando, o que me surpreende. Vejo-o saindo da sala. - Até mais. - Digo, ficando sozinha com Makoto no cômodo.

- Estava aqui pensando... As siglas DA, VP e HC que vimos nas portas. Acho que significam Damares, Valmo e Hiro Chiba. -

- Então Hiro está bem perto. -

- Você quer ir lá bisbilhotar? -

- Eu não quero desobedecer o Valmo, ele foi tão gentil com a gente. -

- Vamos aguardar então. -



Aprendizado: Estratégia


A sala me apresenta tantas coisas interessantes para se passar o tempo, que eu nem sei exatamente por onde começar. São diversas opções de livros, que me deixam bem empolgada e curiosa. Também vejo biscoitos, folhas onde posso desenhar e gavetas para fuçar.

- O que você irá fazer? -

- Eu vou ler alguma coisa. -

Ajeito Makoto em cima do pequeno sofá, de uma forma em que ele fique confortável. Depois dou uma rápida folheada em alguns livros de capa bonita, mas não faço bagunça. Realmente há muitas opções interessantes. Eventualmente me volto para a grande pilha de 14 livros, que foram recomendados por Valmo, sobre "A Jornada de Elpho Dampirium".

- Jornada? Parece legal. -

Fico interessada e pego o primeiro livro, sentando no chão com as pernas cruzadas e começando minha leitura. Sou rápida em devorar livros e devo conseguir avançar bem na história; o livro conta as incríveis aventuras de um marinheiro, repletas de ação, mistérios e romance. Há partes que me deixam curiosa, como uma em que Elpho descobre um complexo esquema pirata, onde os criminosos se escondiam em túneis abaixo de uma cidade. Meus olhos se enchem de lágrimas nos momentos de perdas, sejam por confrontos armados ou por imprevistos em alto mar. Certamente é uma obra cheia de temas interessantes; e mesmo que o protagonista não seja pirata, eu acabo gostando do conteúdo.

Porém, há algo que se destaca nas história do Elpho Dampirium, que são suas ideias brilhantes, o marinheiro se mostra ao longo da saga um excelente estrategista, sempre elaborando planos mirabolantes e surpreendentes.

- Incrível. - Fico admirada.

Os minutos vão passando. Tento absorver o conteúdo da melhor forma possível. Até que um som vindo da porta rouba minha atenção. ~ Toc Toc ~ Olho para Makoto, ele está quieto apenas observando. Decido ir abrir. - Estou indo. -

Após abrir a porta, vejo um idoso moreno trajando as vestimentas da marinha, com uma elegante blusa branca servindo de capa.

- Oh! Olá pequenina. Valmo está? -

- Reunião... - Respondo um pouco escondida atrás da porta.

Mas ainda assim ele nota o livro em minhas mãos e afaga a barba cinzenta.

- Esse é um ótimo livro. Ainda lembro de quando lançou a primeira edição. - O homem fala devagar e transmite uma aura de serenidade, o que me deixa mais tranquila.

- Eu estou adorando! Elpho é muito inteligente. - Me animo quando comento. - Eu queria ser esperta igual ele. -

Um discreto sorriso surge no rosto do homem, que já vai adentrando na sala sem mostrar preocupação. Agora percebo que ele carrega consigo um saco azul escuro, que é deixado no chão. Makoto percebe a presença do marinheiro e já protesta.

- Não deveríamos deixar desconhecidos entrarem assim na sala do Valmo. -

Mas eu não me preocupo, afinal estou interessada em conversar sobre a saga. Vejo o idoso analisando o chamativo quadro na parede, não demorando para se manifestar. - Pelo visto terei que esperar... Então eu posso te ajudar um pouco com isso, se quiser. -

- Sério?!? Eu quero! - Me aproximo de maneira apressada e me sento no chão. O homem faz o mesmo, sentando-se na minha frente e puxando o saco azul, de onde tira um desenho muito bem elaborado, o mapa de algum vilarejo.

- Muito bem. Vamos considerar que você está aqui do lado de fora, escondida na floresta e liderando cem marinheiros. Já este é um vilarejo pirata, com aproximadamente vinte criminosos. Sua missão é capturar ou eliminar o líder deles. O que você fará? - Conforme fala, o indivíduo vai sinalizando as posições no mapa com o dedo indicador, e não é difícil imaginar o cenário fictício.

Analiso as informações da folha cuidadosamente. Makoto também está de olho e me dá uma ajudinha.

- Não pode simplesmente atacar, já que não sabe se há armadilhas. Porém ficar parada também não é uma opção, a falta de comida e a exaustão serão um problema. Também não pode bombardear o vilarejo, já que podem haver inocentes. É uma escolha difícil... Quem sabe tentar atrair os piratas de alguma forma? -

- O que acha? - Pergunto para o homem. - Do que? - Já ele aparenta confuso.

Então replico o que meu irmão disse. O marinheiro fica pensativo, analisando minhas colocações.

- Muito bom. Você é uma garota bem inteligente, possui uma ótima lógica em sua tomada de decisões. Mas é uma estratégia muito arriscada e de resultado imprevisível. Lembre-se de uma coisa, o mais importante é que você mantenha o controle sobre o resultado; para isso deve pensar em dezenas de variáveis, e bolar planos reservas para o caso de algum falhar. Como uma estrategista você é a mente do grupo, é quem guia as ações de todos, então precisa certificar-se de que o objetivo principal será alcançado. -

Ele dá uma pausa, para recuperar o folêgo.

- Entenda, informação é crucial, é através dela que a sua estratégia tomará forma. Você nunca deve ir para uma batalha sem antes saber com o que está lidando; mas não se limite, deve conhecer tanto o inimigo quanto a si mesma; conhecer seus limites e capacidades, o que te favorece e desfavorece. Se formos falar de guerra, há muitos pontos importantes que merecem sua atenção, que é a moral do seu exército ou esquadrão; a organização de tudo, dês das opções de formação, até o controle de pequenos detalhes, como a alimentação das tropas, armamento, vestimentas, dentre outras coisas; além disso o clima e o terreno acabam se tornando um grande diferencial no resultado, que não pode ser deixado de lado, já que uma mera chuva ou uma neblina é o suficiente para acabar com tudo o que planejou. -

Acaba por se tornar um longo monólogo, mas eu e Makoto permanecemos prestando atenção sem reclamar.

- Nunca hesite, o medo é o seu único e verdadeiro inimigo... Mas também não seja precipitada, tenha muita calma antes de tomar alguma decisão e não seja manipulada por ninguém. Você quem deve manter o controle, analise o inimigo, se ele for do tipo que se irrita fácil, então o provoque bastante; já se ele for arrogante, finja ser fraca até que ele abaixe a guarda. Mas geralmente, a melhor coisa é derrotar seu inimigo sem precisar lutar. -

- Mas como? - Questiono, curiosa.

- Antes de mais nada, informações... Você deve sempre frustrar os planos do rival, acabar com a moral dele e mostrar sua superioridade estratégica. Não há um manual secreto, as situações variam demais, mas basta que você seja perspicaz, e esteja pronta para tomar a melhor decisão quando a hora chegar. Expanda seus conhecimentos, quanto mais coisas souber, mais armas terá em seu arsenal. Astúcia é a principal arma de qualquer estrategista em uma guerra. Sempre se atualize e você terá um futuro promissor hoho. -

- Muito obrigada por todas dicas, eu farei o meu melhor. -

- Esse dai gosta de falar eim! Mas faz sentido, podemos aproveitar muita coisa do que ele disse. -

O idoso se mostra um pouco cansado de falar, então retira do saco um pequeno tabuleiro de um jogo que nunca vi antes. Mas para minha surpresa é um jogo estratégico, que simula uma guerra. - Vamos jogar. - O homem sorri ficando empolgado como uma criança.

- Vamos! Mas ele pode me ajudar? - Digo apontando para Makoto. O homem balança a cabeça positivamente, sem dar tanta importancia.

Então passamos alguns bons minutos jogando. Foi bem divertido e desafiador. Makoto e eu nos esforçamos, mas o homem mostrou-se habilidoso demais no assunto, não perdendo uma única vez.

- Parece que eu ainda sei algumas coisas hoho. -

- Ahhhh, é muito difícil. -

- Não se preocupe, você foi muito bem, está melhorando a cada partida. O grande problema que eu notei, é que você nunca está disposta a sacrificar suas peças. Saiba que para alcançar grandes feitos, sempre terá um preço a ser pago. Esteja preparada. -

A conversa se prolongou por mais um bom tempo, abordando sobre um monte de manobras e táticas de guerra, como emboscadas, cerco, agentes infiltrados; além de formações que tropas podem assumir; e muito mais. Depois voltei para minha leitura, afinal A Jornada de Elpho Dampirium é uma saga relativamente longa considerando a quantidade de livros.

Eventualmente o homem desistiu de esperar Valmo e se levantou, guardou suas coisas no saco que trouxe e marchou para sair da sala. - Ei garota, eu estou de partida, depois eu converso com Valmo. -

- Mas já??? Poxa. -

- Qual o seu nome? -

- É verdade! Como o senhor se chama? -

O homem abre um largo sorriso e se vira para a saída. - Meu nome? Não se preocupe, você logo saberá hohoho. - E com tais palavras o idoso partiu.

Fim do Aprendizado




Me sinto um pouco cansada de ficar parada na sala, mesmo que cercada de coisas legais. Não faço ideia de quantos livros li e nem de quanto tempo já se passou, mas provavelmente foi um bom tempo para eu estar me sentindo exausta; ou talvez seja por causa do meu passeio pela cidade; ou até a viagem de Zepelin. Seja como for, arrumaria o escritório colocando os livros de volta em seus devidos lugares e qualquer outra coisa que eu possa ter mexido.

- Estou cansada, vou dormir. - Diria à Makoto.

- Também vou. -

Sentaria na cadeira atrás da mesa de trabalho, meus braços pousariam na mesa para me servirem de travesseiro, deitaria minha cabeça. E então iria relaxar para tentar cochilar um pouco.

...


Caso Valmo ou alguém apareça e me acorde, esfregaria meus olhos ainda semi-fechados e falaria meio desnorteada.

- Bom dia... - Abriria os olhos e analisaria se há algo de diferente. Se eu ver Valmo, indagaria. - Como foi a reunião? - E caso ele peça ou diga para eu segui-lo, eu o seguiria, mas antes abraçaria Makoto e o levaria comigo.

No entanto, se for alguma outra pessoa, eu me mostraria mais fechada. - Quem é o senhor(a)??? -

Objetivos:
 





Off: Progresso : )




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MensagemAssunto: Re: Pirataria, doces e mistérios   Pirataria, doces e mistérios EmptyQua 05 Ago 2020, 04:51




Pirataria, doces e mistérios

Briss Kingdom (Porto) ~ Meio dia~ Ensolarado



Valmo deu sorte. Uma criança comum passaria as horas revirando seus papéis procurando algum brinquedo ou algo divertido para passar o tempo, uma pilha de livros jamais iria entreter uma criança de 10 anos. Isso só mostrava a falta de tato do homem com a realidade. Bem... Amaya estava longe de ser uma criança comum, assim como um adulto estudioso com tempo livre, a garota foi fundo, leu até não aguentar mais. Analisou as estórias relatadas, percebeu alguns padrões nos contos, entendeu alguns dos planos que nosso herói bolava para sair de situações nada comuns. Enfim, leu até não aguentar mais. Teve sua leitura interrompida por um velho marinheiro que passara lá para encontrar com Valmo, mas acabou solidarizando-se e deu uma bela aula de estratégia para a garota. O velho saia da sala com um ar de mistério, deixando no ar sua identidade. Bem, não importava muito se ele era real ou não, acabou ajudando a garota a aprender muito em tão pouco tempo.

O tempo passava e era possível sentir que a sala estava mais quente, o azul do mar visto pela janela estava refletindo o sol do meio dia. Poxa vida, a gente realmente não percebe a hora passar enquanto nos divertimos. Agora que a garota saiu do mundo dos livros, conseguia ouvir algumas risadas abafadas vindo do cômodo ao lado, bem como palmas e em seguida cadeiras sendo arrastadas. Era sinal de que a reunião ao lado finalmente tinha acabado. "Nheeec" era possível ouvir o ranger da porta ao lado e vários passos em direção ao térreo. Por baixo da porta era possível ver uma sombra, alguém tinha parado na frente da porta. A maçaneta girava e Valmo entrava cheio com mais documentos do que tinha levado, seu rosto cansado mostrava também um pouco de satisfação e um pequeno sorriso, ele não olhava para a garota, na verdade parecia evitar, mas nem disfarçar conseguia. Andava até sua cadeira, ajeitava seus papéis e agora sim, finalmente olhava para a garota. - GRAGRAGRA ACHOU QUE EU TINHA ESQUECIDO DE VOCÊ NÃO É? Enganei bem. Não, não enganou. Valmo era realmente alguém meio fora da casinha, quanto mais você olhava para sua sala menos via como os dois tinham algo em comum. - Tenho boas notícias Amaya... O Hiro... "TUM" a porta batia com força contra a parede. Uma mulher com cabelos rosados, uma longa capa cobrindo um longo vestido vermelho com uma grande faixa amarela no meio, chutava a porta e interrompia a conversa. -Amaya-chaaaaaaaaan o Hiro-kun tá te espera aqui na sala dele, ele tá louco pra te conhecer. Meu deus você é muito fofinha. Depois passe na minha sala hihi A estranha mulher sorria e acenava para Amaya, olhava séria para Valmo, dava de ombros e ia embora.  

Valmo, que havia tomado um susto, respirava fundo e olhava para Amaya. - Bem, garota, é isso... Valmo dava um sorriso olhando para baixo e apontando para a sala ao lado. Ele queria parecer cool, mas não conseguia esconder algumas lágrimas saindo de seus olhos... O maluco se apegou a Amaya em pouquíssimo tempo, estava emocionado com o encontro dela com Chiba. - Chegou... snif... a hora... snif... vá... snif... ver... snif... o Hiro. É... São tantas emoções.

Ao abrir a porta com as inciais HC, a garota seria cegada pela grande quantidade de luz vinda de lá, parecia até que estava encontrando um baú cheio de tesouros, tudo tão reluzente. Mas não era nada sobrenatural não, era só a disposição da sala de Hiro Chiba que deixava muita luz do sol entrar por quase todos os cantos, porém diferente da sala de Valmo, a sala de Hiro era muito mais fresca, não se sentia tanto o calor, apesar do sol estar forte na sala.

Seus olhos se ajustavam aos poucos e via sentado a figura de [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]  sorrindo para ela, apenas sua presença já era algo muito agradável. -Olá Amaya-chan e Makoto-kun. Como vocês estão? Fiquei sabendo que vocês queriam me conhecer. Sente-se e me conte tudo. Quero te ouvir. Sua aura acolhedora era quase tangível, o homem ali tinha domínio total da sala, conversava com Amaya e ainda reconhecia a presença de seu boneco/irmão Makoto, lhe tratando de igual para igual. [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.] era realmente alguém incrível, os olhos da garota focariam nele, nem ao menos conseguiria ver a sala direito, tudo sobre aquele homem era muito interessante e atrativo.

Histórico:
 
NARRAÇÃO - IV

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