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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 I - As rédeas de Latem City!!

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
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ADM.Tidus

Créditos : 59
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Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptySab 18 Jul 2020, 02:15

Relembrando a primeira mensagem :

I - As rédeas de Latem City!!

Aqui ocorrerá a aventura dos(as) civis Kuze Kyoji e Sato Fuyuki. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Jean Fraga
Narrador
Narrador


Data de inscrição : 11/04/2020

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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptySeg 03 Ago 2020, 22:29

As Rédeas De Latem City!!


A Escolha Divina



Horário: 11:45
Temperatura: 24°C
Localização: Briss Kingdom


Raven Nevar

Lembrava-se das palavras de Lil’Zeph, ou melhor, do demônio que um dia estava por ali, palavras que a mesma não queria aceitar, a esperança, por mais que quase inexistente na jovem, ainda existia em si, uma pequena chama.

A chama que a fazia querer sair daquela ilha, viver uma vida livre e intensa nos mares.

Balançando a cabeça, ela agora esquecia dos problemas que antes a afligiam, seguindo pela cidade que naquele momento estava super movimentada, via vários prédios altos, entre as pessoas, via em sua maioria pessoas pobres, principalmente seguindo na direção do porto.  ela andando pelos becos e sombras, se locomovia furtivamente, sem chamar atenção.

Observando as pessoas, ela percebia que muitos estavam a observar algo, pela cara dessas pessoas, parecia ser algo bem extravagante, via uma mulher, apenas de biquíni vermelho, carregando uma sacola, passar por ali, a mulher que por sinal era muito bonita.

Usando de seu tamanho, velocidade e habilidades, ela passava despercebida pelos olhos dos humanos que ali também andavam.

Chegando ao porto e procurando pelo endereço dito por Bill, analisando o local, via 2 janelas altas a frente do estabelecimento, com uma porta dupla a frente, aos lados, uma porta em cada lado e algumas entradas de ar, como tubulações, o local onde ficava, não era muito amigável e as pessoas por ali não pareciam ter as melhores intenções.

Entrando pela tubulação, Raven agora, via por uma das grades, alguns homens lá dentro, carregando das mais diversas armas, seria aquilo, um lugar de contrabando ?

— Ficou sabendo que hoje o padre vai a prisão? parece que hoje é mais um daqueles dias do mês que ele... – Ouvia um homem que carregava armas dizendo isso, o mesmo que tinha sua fala cortada por outro dizendo: — O velho Joe... Boa sorte aos detentos... Tomara que ele esteja de bom humor para a felicidade dos prisioneiros... - Ouvia agora do outro, que juntamente do primeiro, saiam do comodo, estaria ali vazio?

Ouvindo aquele nome, ela agora se lembrava dos seu tempo na cadeia, pensando por um tempo, se recordava sobre quem era Joe, O padre sanguinário, um senhor de idade que não tinha piedade por pecadores.

Por ali, o que a pequena agora faria? Seria ali um bom local para conseguir quem sabe suas armas


Kuze Kyoji

Kuze que ao ver o homem com vestimentas que relembravam um padre, sentia uma sensação desagradável.

Via em seus olhos, a situação mudar toda e agora deveria pensar num novo plano, cerrando os dentes e sentindo dor, isso dava foco ao mesmo, afinal, só continuaria a sentir dor, se estivesse vivo, fato que o motivava.

Distribuindo as pedras, entre ele, o médico, borracha, ferrugem e armário, o cozinheiro agora falava com os outros sobre o novo plano.

Kyoji que ao perceber, via Armário ao chão, suando e com um rosto totalmente pálido e sem sentimentos, focado apenas em olhar para o homem de vestimentas diferentes.


Sato Fuyuki

Vendo as coisas complicarem, o medico ficava por alguns instantes em choque, a exigência dos guardas não parecia ser aceitável, seria como caminhar no corredor da morte.

Mantinha a pose, ainda fingindo como planejado, em meio a tantos problemas, ele ouvia as palavras de Kuze, algo super importante, que possibilitou que o mesmo se acalma-se, voltando agora para realidade, o medico agora já estava mais calmo.


Kuze e Sato

Com as contestações vindas tanta de Fuyuki, bem como de Kuze, o clima ali começava a esquentar, diferente da esperança que o medico tinha nos guardas, as palavras de ambos não pareciam de nada adiantar.

Ouvindo as palavras deles, o guarda que antes havia feito a proposta, agora dizia: — Anh? Quem caralhos vocês pensam que são para fazer tais pedidos? – Dizia segurando mais forte a arma que em sua mão estava.

Guarda tal que em sua farda, era conhecido como 02, o mesmo que agora olhava para o homem que antes havia chegado, esse mesmo homem que agora acenava com o rosto.

Para o que seria essa acenada? Sem muito tempo de reação, 02 dizia: — Ele pode morrer então certo? Vamos ajuda-lo nisso... – Dizia essas palavras enquanto com sua mão esquerda que portava sua arma, disparava na cabeça de borracha,

Sangue era espalhado para todos os lados, as mãos e rosto de Sato ficavam cobertas de sangue, sem muito o que fazer, via que borracha já estava morto naquele momento.

Kuze que de longe via toda aquela cena, Armário ao chão, completamente congelado e seu ex-amigo borracha morto nas mãos de Sato.

O homem agora com um Microfone, falava: — Bom dia lindas crianças! Começamos o dia bem hein? Por favor alguém pode levar esse demônio para longe da minha vista? Guardas deem uma pá para algum desses perto do corpo. – Falas que eram possíveis ser ouvidas em qualquer canto da prisão por meio das caixas de som.

O guarda 03, que acompanhava 02, voltava com uma pá, agora entregando para Ferrugem, dizendo: — Vamos, leve ele pra parte de terra e enterre-o lá. - Ferrugem que ao ouvir tais palavras, em prantos, carregava o corpo de borracha juntamente da pá.

— Continuando, para os novatos, me chamo Joe, bem, talvez vocês não saibam, mas aqui as coisas funcionam de outra forma, temos sempre uma política de limpa de detentos, baseadas nas ordens do nosso senhor, este que me mandou aqui para dessa vez fazermos de uma forma diferente.

Mexendo as mãos e arrumando os óculos, ele agora continuava: —Faremos um pequeno Battle Royal, botaremos aqui entre as grades, 15 homens, ao fim de uma hora, só pode apenas ter sobra 3 homens, esses três que permitiremos que fujam.

— Na uma hora, vocês deveram lutar pela vida de vocês, os três que sobreviverem estarão salvos, mas calma crianças, isso tudo foi me mandado por nosso grande senhor sagrado! Bom... Vamos começar? em 15 minutos começaremos!! HAHAHAHAHAHAHAH. – Com um clima que já não era bom, ele agora se tornava medonho

Apontando para o grupo, ele dizia: — Vocês quatro já estão dentro do evento, vamos reunir os outros 11 e assim começara!

Faltando 15 minutos para começar, o que o grupo faria? Percebiam que aos poucos ali ia se enchendo de pessoas.

O homem com o 'X' no pescoço agora era visto por Kuze, entre outros detentos que ali entravavam, tanto gordos, magros, forte, mesmo com a diferença física, todos tinham algo em comum, uma aura de sangue e dor que era trazida.


Consideração:
 
off:
 
Informações:
 
Homem Desconhecido:
 
Ferimentos Kuze:
 
bichaelson



Última edição por Jean Fraga em Qua 05 Ago 2020, 07:25, editado 3 vez(es)
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Felix
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptyTer 04 Ago 2020, 22:06


   


Sato Fuyuki


As rédeas de Latem City



Borracha… era tudo que conseguia pensar enquanto sua mente estava estagnada desde o momento que sangue escorrera pelas suas mãos. Um zumbido forte nos ouvidos deixava Fuyuki distante do mundo ao seu redor, como se estivesse anestesiado pelos próprios pensamentos.

O médico fez uma promessa de não deixar ninguém morrer por incapacidade dos seus conhecimentos de medicina novamente, mas borracha não foi um desses casos. O pobre rapaz morreu por um plano mal pensado, uma ideia idiota de que poderiam enganar os guardas e saírem daquele inferno.

”Fui eu…. O plano foi meu”
Era tudo que Fuyuki conseguia pensar.

Culpa? O médico não só sentia culpa de si mesmo como também raiva que não sabia para onde direcionar, talvez a culpa fosse do atirador, talvez do padre, ou talvez apenas e unicamente dele.

Fuyuki sabia muito bem que alguém poderia se ferir, talvez até mesmo morrer, mas não esperava isso acontecendo tão cedo…. Não dessa forma.
Não teve tempo de conhecer Borracha como pessoa, de conversarem e aproveitarem os momentos de liberdade que tinham planejado, mas sabia que ele era uma boa pessoa e não merecia isso.

”Talvez se… talvez se eu não tivesse falado aquilo pros guardas, eles não teriam...”

Borracha sabia no que estava se metendo, ele preferiu arriscar fugir do que ficar preso mais um dia, ou pelo menos era isso que Fuyuki queria acreditar. Mas será que tentar justificar o que aconteceu adiantaria de algo?

Raiva… era isso que circulava pelo sangue do médico, apenas isso.

Tentar não se culpar pela morte de Borracha não daria certo, a culpa foi de Fuyuki, mas isso não significava que o rapaz morreu em vão. As coisas não ficariam desse jeito, os guardas e o padre não sairiam impunes depois do que fizeram.  

”Borracha eu vou pegar eles, eu vou acabar com o guarda que atirou em você. E eu vou… vou pegar aquele padre, eu juro pra você.
Pensaria Fuyuki cerrando os punhos o mais forte que podia.


Enquanto estava perdido em seus pensamentos, Fuyuki perdeu a maior parte dos acontecimentos ao seu redor, mas ouviu alguma coisa sobre um “Battle Royale” vindo da boca do padre. Não entendeu o motivo ou onde isso o levaria, mas Fuyuki estava tomado pelo ódio de todas as coisas que aconteceram.

Raiva da prisão, raiva dos guardas, do padre, do mundo, e acima de tudo de si mesmo.

Levantaria do chão, ainda de punhos cerrados e exibiria um olhar penetrante que ao mesmo tempo  transmitiria um vazio da realidade e a falta de sentimento.
Olharia para Kuze e Armário, sem dizer nada, acenaria com a cabeça e seguiria em frente para o pátio, com todos os músculos do braço tensionados e ansiosos para acertar a cara do primeiro que aparecesse em sua frente.

Esperaria encarando os guardas o começo do Battle Royale, mas se alguém o provocasse antes disso, cairia na porrada sem exitar.

Começando a luta generalizada, Fuyuki não se preocuparia tanto com sua defesa, apenas em acertar os oponentes em sua frente com a maior força possível, deixando de lado o que ouviu mais cedo sobre luta suja e focando apenas em extravasar seu ódio na cara dos oponentes.

Não se importaria se saísse com os punhos machucados ou se fosse acertado, não tentaria atacar em conjunto com seus colegas ou até mesmo focar em um oponente por vez, apenas lutaria. Lutaria como um animal irracional e bruto que apenas quer sentir algum tipo de dor para se auto castigar, enquanto descarregaria suas frustrações em outra pessoa.






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Histórico:
 

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Última edição por Felix em Qua 05 Ago 2020, 14:47, editado 2 vez(es)
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Kyoji
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptyTer 04 Ago 2020, 23:24




Os olhos do cozinheiro iriam se arregalar. Trincaria os dentes, reverberando a pouca dor que lhe restava por todo seu crânio. Pressionaria sua arcada inferior contra a superior, quase que esforçando-se para estourar sua própria cabeça. A mistura de raiva e dor era tamanha que seus músculos iriam se tensionar, seu pescoço se enrijeceria, e veias por seus braços e testa saltariam. A respiração tornaria-se pesada enquanto sua mente se esvaziaria.

Já não escutaria mais nada. Seria como se o padre apenas gesticulasse sua boca em movimentos inúteis. Por quê? A pergunta ecoaria por todo seu ser.

Então, enquanto Ferrugem levasse o corpo de Borracha, Kuze levantaria seus olhos. Perceberia o estado de Fuyuki - indagaria-se sobre o que passa na cabeça de seu companheiro. Da mesma forma, os olhos correriam para Armário, que acabou de ver o amigo ser friamente assassinado diante de seus olhos.

A fúria iria compelir Kuze a cerrar os punhos e saltar suas veias; a gritar e brigar com o padre. Entretanto, ali, naquele instante, nada disso seria útil. Kyoji saberia que era preciso contornar a situação e buscar uma forma de vencer. A morte nunca esteve tão perto e agora não era hora de fraquejar.

Kuze colocaria a mão no ombro de Fuyuki e Armário. Nada lhes diria além de um simples aceno com a cabeça, um gesto em solidariedade pela dor que partilhavam. Fuyuki aparentaria transtornado, e Kuze respeitaria o momento do amigo. Quando seus amigos e familiares foram mortos pela sua culinária, o evento inicial que o colocara ali, Kyoji sentiu a mesma dor… de não apenas falhar em seu ofício, mas de provocar a morte alheia. Não havia sentido em racionalizar ou discutir.

Entretanto, quanto aos demais prisioneiros, Kuze haveria acumulado experiência com a maioria. Pelos esforços que fez anteriormente, esperava conseguir se lembrar do rosto de alguns, dos membros familiares que os esperavam fora da prisão e de suas origens. Usaria este conhecimento pareado com o fato de que para eles também havia cozinhado para, sorrateiramente e misturado à multidão, a fim de não ser visto pelo padre ou demais guardas, e fazendo-se valer dos 15 minutos até o início do Battle Royale, conversar com eles.

- Me escutem. A situação é trágica, mas eu já cozinhei para vocês, eu sei quem vocês estão esperando encontrar lá fora. Eu sei a vida que espera por vocês lá fora. Esse jogo é injusto, mas nós precisamos de participantes. Se depender de mim, ninguém aqui sai morto! Eu não vou matar nenhum de vocês!! Entrem no jogo, se deixem nocautear e eu prometo voltar para destruir essa prisão em menos de uma hora! Estaremos todos livres!! Eu prometo!! -, diria, correndo os olhos por entre os presos.


- A cruel verdade é que nós, enquanto presos, vamos todos duvidar das promessas uns dos outros. Mas vocês conhecem a minha história e os esforços que eu já fiz pela nossa liberdade!! Eu não irei parar aqui! Diferente de vocês, eu não tenho família me esperando lá fora mais... Não tenho amigos e nem companheiros. Minha vida foi tirada de mim para ser colocado aqui. A minha vida antiga está morta. Vocês são minha família! Vocês são meus amigos!! - Kuze, então, levantaria seu braço direito, que é coberto por tinta.


- Quando eu fui preso por mentiras, vocês me ajudaram a encobrir meu braço! O esforço que vocês fizeram por mim, agora eu tenho a chance de retribuir!! Nos deixem ganhar e eu prometo libertar a todos nós!! Porquê vocês são tudo que me resta no mundo!! -, diria o cozinheiro, com os espíritos animados, esforçando-se para não fraquejar sua voz ao se lembrar da família que perdera.

Esperaria que suas palavras comovessem algum dos prisioneiros a lutarem. Kuze, então, guiaria seu amigos Fuyuki, Armário e Ferrugem para a área da luta. Perceberia o estado de Fuyuki, e faria esforços para não entrar em seu caminho. Aguardaria o início da luta pacientemente, controlando sua respiração, tentando focar sua raiva em seus punhos e pés. Aproveitaria a situação para analisar os rostos dos presos que decidissem participar. Usaria seus conhecimentos recém-adquiridos em luta de rua para antecipar o que poderiam fazer - se iriam coletar pedras, areia ou produzir cuspe.

Também correria os olhos pelo espaço da luta. Quando a briga começasse, procuraria se manter sempre fora do círculo principal, esquivando-se de golpes que viessem em seu caminho. Aguardaria os prisioneiros lutando no miolo da briga se cansarem, para, aí sim, começar a atacar, focando sempre em golpes certeiros no queixo e cabeça, buscando nocautear rapidamente seus oponentes. Quanto mais conservasse sua energia, melhor. Caso não conseguisse acertar golpes, esquivaria-se ainda mais, fazendo-se valer de sua aceleração e esquivas acima da média. Seus golpes sempre teriam a intenção de ser poucos porém carregados de força, e focaria, caso a área da cabeça fosse impossibilitada de ser atingida, na região do estômago e pernas, procurando desestabilizar seus oponentes.

Caso Kyoji fosse pego em algum golpe ou atingido por algum truque sujo, esquivaria-se para fora do miolo e longe do seu oponente o mais rápido possível, para recompor seu foco e repetir sua estratégia.




Informações
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Wild Ragnar
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptyQua 05 Ago 2020, 12:12




Raven Nevar



Felizmente o caminho até ali não apresentara nenhum desafio para Raven, e de fato, ela sentia que ao menos uma vez na vida o universo decidira auxilia-la já que enviou uma bela mulher para desfilar de biquíni pelas ruas da cidade, o que por sua vez prendeu a atenção dos que por ali estavam. “O que será que ela tinha naquela sacola?” Se questionou a pequenina com uma certa curiosidade após vê-la, mas logo se esqueceu do assunto, já que não havia motivos reais para ficar matutando a respeito.

Controlando seus passos e sua respiração para não fazer nenhum barulho, Raven se esgueirou por uma das tubulações daquele lugar obscuro. Apesar da aparência do edifício, e das pessoas da região, a tontatta não se sentiu alarmada já que ela conhecera Bill na prisão e seria de se esperar que quem quer que ele indicasse não fosse ser lá exatamente “da melhor laia”. O cuidado que ela tomava não seria diferente caso estivesse na parte rica da cidade. Nem mesmo ver alguns homens movendo diversas armas a espantou. Para quem havia crescido em meio à escória da terra, aquilo não era que surpreendesse. Não era nada demais.

“Se Jonas for um contrabandista, faz sentido que consiga me tirar dessa ilha sem muitas dificuldades.” Analisou a menina, mas logo seus pensamentos foram interrompidos pelo que ouvia os homens falarem, e foram exatamente as palavras deles que a fizeram arregalar levemente os olhos por alguns instantes, franzir as sobrancelhas em seguida, e se sentir um pouco insegura de como proceder dali em diante. ”Esses caras são conhecidos do padre?” Se questionou a menina, com uma figura repulsiva lhe vindo à mente e a fazendo sentir uma onda de asco.

Sendo uma prisioneira naquela ilha por praticamente quatro anos, como não o conheceria? Por muito pouco não foi uma de suas vítimas, e só sobrevivera por conta de Bill. Mas então porque o mink a mandara até um local que tinha conexões com aquele homem? Se ela simplesmente pensasse que aqueles sujeitos eram contrabandistas, não havia motivos para hesitar e o próximo passo seria simples, voltar para o lado de fora e tentar entrar pela porta da frente para se apresentar. Mas se aquele pessoal tinha algum envolvimento com o padre...

Observando o lugar mais um pouco, procurou definir um curso a seguir. ”Ainda preciso de mais informações antes de me revelar.” Concluiu, e isso significava que teria que ficar escondida por ali mais algum tempo, e quanto mais tempo em um lugar, maior o risco de eventualmente ser descoberta, de cometer um deslize. E se esse fosse o caso... era sempre melhor estar preparada. Inevitavelmente os olhos da anã se voltaram para as armas no cômodo, em procura de alguma que pudesse lhe servir. Uma pequena ninjaken, ou quem sabe um par de neko-tê apropriadas para ela seriam ideais. Buscaria também, é claro, por outras pessoas que pudessem estar no local. Outro ponto seria notar se após sair da tubulação, seria possível voltar para ela.

Se fosse possível, desde que conseguisse achar armas que lhe servissem, e não houvessem outras pessoas no cômodo, Raven tentaria remover as grades da tubulação sem emitir ruídos, saindo dele e rapidamente indo até a(s) arma(s), para então retornar de imediato para seu esconderijo e colocar as grades de volta no lugar. Dali, caso houvessem outros cômodos no edifício que fossem accessíveis pelas tubulações em que estava, Raven tentaria se esgueirar até eles da mesma forma, buscando não fazer barulhos nem ser descoberta, observando cada local, pessoa, e ouvindo o que diziam para tentar achar algo de útil. Já se não houvessem outros cômodos, ou simplesmente não fosse possível alcança-los daquela forma, ela esperaria ali até anoitecer, ficando atenta para qualquer movimentação.

Uma vez que anoitecesse e ficasse escuro, se ainda não houvesse ninguém com as armas, a ninja voltaria a sair do seu esconderijo, colocando a grade de volta no lugar para não acabar alertando alguém que viesse a entrar ali após sua saída, e iria até a porta, dando um salto para segurar a maçaneta e abri-la com leveza, colocando um dos pés na parede tanto para abrir a porta quanto para ter o apoio necessário para realizar tal ação com sutileza. Empurraria de leve coma perna, observando se o outro lado estava iluminado ou escurecido. Se estivesse escuro,  tentaria praticamente deslizar para o outro lado através do pequeno vão aberto, se apoiando agora no lado oposto da maçaneta, para então fechar a porta de forma similar a que abrira e se soltar para o chão, caindo como se fosse uma gata, flexionando as pernas e evitando fazer barulho.

Já se do outro lado estivesse claro, procuraria ouvir passos ou vozes, uma respiração mais pesada, qualquer indicativo que havia alguém ali próximo, e sendo esse o caso, fecharia a porta e voltaria para o esconderijo por mais algumas horas antes de tentar de novo. Se não houvesse sons que traíssem a presença de alguém, colocaria a cabeça para fora, só o suficiente para conseguir enxergar o lugar e confirmar que estava vazio, para aí então seguir em frente conforme planejado.

Usando as sombras, andando rente às paredes, se escondendo atrás de objetos, tentaria conhecer melhor o local, parando e tentando se esconder no melhor lugar possível sempre que ouvisse alguém se aproximar. Tentaria descobrir a quantidade de pessoas ali, quem eram, o que faziam. Seu processo de “reconhecimento” dos dias de assassinato havia voltado sem que ela nem mesmo notasse o quão confortável se sentia fazendo aquele tipo de coisa.

---

Se em algum momento fosse descoberta, não correria de imediato, mas procuraria manter uma distância segura para fazê-lo se preciso. Assim, se apenas dissessem para parar e perguntassem quem era, responderia dando um leve sorrisinho sarcástico de lado, ou pelo menos tentaria dar um que parecesse sarcástico - Até que sua segurança não é tão ruim assim... - Aquela frase poderia ser interpretada da forma errada, e logo ela completaria, agora séria, para impedir que isso ocorresse. - Vim encontrar Jonas, Bill me enviou. -

Já se tentassem ataca-la, e ela estivesse armada, sacaria a arma, tentando recuar e se defender enquanto analisava a situação e dizia o que tinha planejado. Já se ela não estivesse armada, correr seria a única opção, e as falas pretendidas iriam para o espaço, dando lugar a gritos desesperados, - BILL ME ENVIOU! VIM FALAR COM JONAS! BILL ME ENVIOU! VIM FALAR COM JONAS! - para ver se parariam de ataca-la e estariam mais abertos a uma resolução menos sangrenta para aquele encontro.




Histórico:
 
Objetivos:
 


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"Pensamento"
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Jean Fraga
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptyQua 05 Ago 2020, 20:00

As Rédeas De Latem City!!


A Escolha Divina



Horário: 12:00
Temperatura: 26°C
Localização: Briss Kingdom


Raven Nevar

Seguindo seu caminho, mesmo estando curiosa, principalmente com o que ela portava, a menina seguia focada em sua missão, não era momento para distrações.

Adentrando agora no estabelecimento, ela via toda situação que por ali acontecia, porém nada daquilo a surpreendia ou a assustava, afinal, já havia visto e vivido coisas muito piores.

Cogitando que ali era de fato o local certo, ela agora ao ouvir os Homens falar sobre o padre, ficando em alerta, Riven lembrava do homem, o que trazia uma sensação de nojo.

Se questionava sobre a forma como se apresentaria, indo pela frente por serem apenas contrabandistas poderia ser a ideia ideal para uma entrada sem problemas, mas o que a deixava em alerta, era a questão deles terem um envolvimento com o padre.

Procurando por ali, armas que fossem ser uteis, a mesma encontrava, em uma caixa que era carregada por um dos homens, o primeiro a falar sobre o caso da prisão, ela via um par de neko-tê, um pouco afastado e em uma cadeira posicionada ao lado de uma mesa, ela também avistava uma ninjaken.

Por ali pareciam ter apenas duas pessoas, se podia ouvir mais 1 homem, que estava em um cômodo ao lado, olhando para onde havia entrado, tudo parecia normal, para futuramente talvez sair por ali.

Removendo as grades com cautela, o que parecia não chamar atenção de ninguém, Nevar, conseguia pegar o par de neko-tê, quando estava seguindo para a ninjaken, o segundo homem dizia: —Achava que não perceberíamos uma ladra por aqui? – Dizia apontando para uma câmera escondida, que agora visível, ficava dentro de uma caixa de ferramentas, localizada no meio dos pregos e parafusos.

— QUEM É VOCÊ PORRA?! – O primeiro homem falava estressado enquanto sacava um canivete.

— Calma Jin... é só uma criança...

Ouvindo a primeira resposta, o homem que já estava estressado dizia: — TA DE SACANAGEM COM MINHA CARA?? – vermelho de raiva, ele acelerava o passo em direção a garota.

O homem que no outro cômodo se encontrava, em meio aos gritos, agora abria a porta e se juntava aos demais.

Acabando de ouvir a segunda parte de suas falas, o homem calmo, segurava o mais estressado e dizia: — Calma Jin porra! Ela é conhecida do Bill!

— O Bill mandou você? Venha a minha sala precisamos conversar... – Dizia o homem que havia agora pouco saído do cômodo, continuava e dizia: — Prazer, me chamo Jonas, qual seu nome?
— Conte-me, como esta meu amigo? Todos os dias penso em como vou livra-lo...


Kuze Kyoji

Sem palavras para aquele momento, o cozinheiro ficava em choque por alguns instantes, o suficiente para tirar tudo de sua cabeça, quase o deixando surdo e mudo, não falava nada e não ouvia nada.

Olhando para seus companheiros, via o médico que também estava em choque, Armário já não se mexia, a muito tempo, muito antes da morte de seu amigo, o que mudou foi que agora, ele completamente estático, chorava.

Colocando a mão no ombro dos homens ali, ele via que nenhum dava muito sinal de resposta. Sato não parecia nada bem e respeitando seu espaço, ele se afastava um pouco do mesmo.

As falas de Kyoji, eram inúteis, depois da morte de Borracha que havia confiado nele, ninguém queria arriscar ficar perto deles, até ferrugem, não voltou a ficar perto dos seus demais companheiros.

O clima agora era de cada um por si.

No local de luta, agora percebia que Fuyuki, não estava no melhor dos estados, o que fazia o homem não desejar ficar na frente de sua fúria quando tudo começasse.

Agora aguardando ele, se concentrava e respirava fundo, focando toda sua raiva pelo mundo, em seus pés e mãos,  acreditava estar preparado para o que fosse vir.


Sato Fuyuki

Perdido em seus pensamentos e com sangue em suas mãos, a culpa da morte, agora caía sobre seus ombros.

Se lembrava da promessa feita, que jamais deixaria alguém morrer por sua incapacidade em algum setor da medicina, de fato a culpa não era dele, borracha decidiu participar, a culpa e a raiva o consumiam.

Não era esperado pelo garoto, que tão cedo, alguém já morresse, seria falta de preparo do menino para o pior?

Entendia que a morte do jovem, não poderia ser em vão e por isso, ele prometia para si mesmo, trazer vingança para borracha.

Apenas sabia que aconteceria um Battle Royale em alguns instantes e por isso, ali seria um bom momento para descarregar suas raivas.


Kuze e Sato

02 que ao ver o grupo, em um momento de choque, dizia: — O que houve meninos? Acham que não percebemos vocês treinando essa encenação? Não vão falar comigo? O gato comeu a língua de vocês? GUEGUEGUEG... – Em meio a risadas, era contestado por 03 que dizia: — Ou 02, relaxa ai mano! Eles acabaram de perder um amigo.

Atitude suficiente, para fazer o jovem medico não avançar para cima de 02.

Meio dia chegou e uma sirene começava a tocar, ainda usando o microfone, Joe falava com um sorriso sádico em seu rosto: — Preparados crianças? CHEGOU A HORA!! QUE SOBREVIVA OS MAIS FORTES!! HAHAHAHHAHAHA. – Com suas falas, começava então a briga generalizada.

Kuze e Sato pareciam estar prontos e não se seguraram, o cozinheiro, sempre se mantinha fora do espaço principal, mas parecia que o circulo de pessoas o seguia, como se o cassasse, a mesma coisa acontecia com o médico.

Kyoji, não tinha dificuldades em esquivar dos ataques, nenhum ali parecia ser de fato um grande lutador e para ele não era difícil sair dos ataques.

Fuyuki não parecia se importar em receber ataques, eram chutes e socos desferidos pelo seu tronco em geral, dor nas costelas e na área  da bacia iam aumentando, ao mesmo tempo que com fortes ataques, derrubava um por um, Alguns ficavam com medo do mesmo, que ia derrubando, um... dois, três sem parar, em sua frente aparecia ferrugem, dando um soco que o derrubava e chegava a desnorteá-lo, com Sato ao chão, o homem dizia: — VOCÊ MATOU MEU IRMÃO SEU DESGRAÇADO!! DEVIA TER PARADO, AGORA QUEM MATARÁ VOCÊ SOU EU!! – Com olhos que demonstravam um vazio, Ferrugem, começava a chutar sem parar o garoto.

Já Kyoji, que parecia estar tomando mais cuidado, percebia de fundo, Armário sendo completamente massacrado por ataques, o mesmo que ia perdendo sua vida ali, ainda estático e em choque.

Com ataques certeiros, o mesmo não gastava muita energia e com sua velocidade, ataques não o pegavam, o mesmo que como seu amigo, ia derrubando um após um, em meio ao caos e tantas pessoas, o velho de antes, com o X em seu pescoço, chegava e acertava novamente como antes, um soco no queixo de Kuze, o mesmo que percebia que a base do velho, era muito similar a de um boxeador.

— Temos alguns assuntos a resolver garoto. – Dizia agora partindo para cima do garoto, tentando acertar um golpe, que era facilmente desviado.

Em meio ao caos, o que a dupla faria? No meio daquilo tudo e com poucos em pé restantes, ambos podiam ver um enorme Búfalo, que batia em vários prisioneiros.
 

Consideração:
 
off:
 
Informações:
 
O padre( Joe) :
 
Jonas:
 
Ferimentos Kuze:
 
Ferimentos Sato:
 
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptyQua 05 Ago 2020, 21:48


   


Sato Fuyuki


As rédeas de Latem City



A batalha começou, e rapidamente Fuyuki começou a lutar desesperadamente contra todos em sua frente. Carregava em seus golpes a raiva e tristeza que sentia por dentro, enquanto isso uma pequena parte do seu ser agradecia por não ter uma lança nas mãos, quem sabe o estrago que faria pela perda de controle que sentia. Sabia que a desatenção o faria ser golpeado diversas vezes, mas parte de si queria que isso acontecesse mesmo, ainda assim sabia que aguentaria tudo de pé e seguiria em frente nesse combate desenfreado.

Não parou para prestar atenção em Kuze, Ferrugem ou Armário na arena, apenas mantinha o foco nas pessoas em sua frente, em parte considerava-as inimigas, em parte as via como um processo estranho de liberar suas emoções ferventes. Sentiu pancadas, chutes e socos por todo seu corpo talvez que talvez o levassem ao chão em outras condições, mas agora eram os maiores motivadores de Fuyuki a continuar lutando. As dores em suas costelas aumentavam a medida que os golpes se acumulavam em seu corpo, mesmo com dor o médico prosseguiu.

Um nocauteado por seus ataques, mas não parou com isso, mais adrenalina se juntava aos seus braços e punhos enquanto se preparava para o próximo ataque. Dois nocauteados, sentiu uma dor quando tentou encher os pulmões de ar após o ataque certeiro, algo estava errado. Mais um soco forte causou a queda do terceiro oponente, o dia não parecia favorável para quem se colocasse no caminho de Fuyuki, e sua respiração pesou doidamente dessa vez.

Um golpe forte o acertou trazendo-o ao chão, será que finalmente chegou em seu limite físico? Essa era uma dúvida que passou pela sua cabeça na fração de segundos que teve antes de perceber quem o acertara, ao mesmo tempo que sentia uma forte dor do lado esquerdo em seu rosto. A cabeça rodou por um instante, sentiu-se leve do peso do braços e da culpa antes de bater no chão e soltar mais uma golfada de ar dolorida.

”Ferrugem...”      
Era o que o médico queria dizer, mas não conseguiu soltar as palavras na hora devido a falta de ar e as dores em seu corpo.

Enquanto ouvia as palavras de Ferrugem, o médico sentia cada pancada que recebia com  os chutes do mesmo, elas tinham uma dor mais emocional do que física em seu ser. Lembrou da dor de perder um parente querido, e também de não poder fazer nada enquanto ele se vai, o rosto de sua mãe passou pela sua cabeça enquanto mais e mais chutes de Ferrugem o acertavam.

Mesmo que não quisesse confrontar o amigo, prometeu para o sangue de Borracha que ficara cravado em suas mãos vingança, que arrebentaria os dentes do atirador que acertou sua cabeça sem dó, e do padre que ordenou o ataque. Não era injusto Ferrugem querer vingança, mas Fuyuki não podia deixar-se ser derrotado naquele momento, ele ainda tinha uma missão para cumprir em nome do falecido amigo.



Fuyuki recuperaria o máximo que conseguisse de ar apenas para ter a capacidade de agir e falar de maneira aceitável, e então ainda no chão agarraria as pernas de Ferrugem e usaria seu peso para fazê-lo cair ao seu lado. Fuyuki então subiria em cima de Ferrugem o mais rápido que conseguisse, colocaria um joelho de cada lado da sua cintura para prendê-lo ao chão com seu corpo.

Começaria o mais rápido que conseguisse uma chuva de socos com ambas as mãos em direção ao rosto de Ferrugem, atingindo-o no nariz consecutivamente e alternando entre direita e esquerda.
-Todos nós… COF
Começaria a falar e faria mais uma pausa para respirar.

-Todos nós perdemos hoje! Ele sabia muito bem onde estava se metendo quando aceitou fazer isso Ferrugem! COF COF … Eu me culpo mais do que pode imaginar! COF… Mas você quer acabar assim ou quer me ajudar a vingar seu irmão acabando com aquele tal de 02 e o padre?
Diria Fuyuki entre os socos e parando para respirar constantemente.

Caso estivesse machucando Ferrugem além da conta, pararia de socá-lo e o ajudaria a se levantar.

Caso não conseguisse derrubar e prender Ferrugem ao chão, Fuyuki tentaria se levantar rapidamente e fazer uma troca de socos com ele. Focaria em acertar seu nariz para atordoá-lo, e dar uma rasteira para levá-lo ao chão.

Se por ventura não conseguisse prender Ferrugem como esperava, Fuyuki tentaria se aproximar dele, então prenderia Ferrugem num mata leão para acalmar os ânimos de seu amigo sem desmaiá-lo.


Após resolver as coisas com Ferrugem, independente do método, Fuyuki agora olharia para a batalha ao seu redor e se prepararia para lutar novamente. As feridas e dores que acumulou nesse curto período serviram para trazê-lo de volta a realidade, e agora seguiria com sua dificuldade de respirar para o confronto novamente. Usando de uma combinação de movimentos doloridos com agilidade para se desviar dos oponentes dando pequenos pulinhos de um lado pro outro, tentando manter seu tronco o mais estável possível para evitar dores. Tentaria sair do meio da confusão e afastar-se um pouco para algum canto mais aberto e com menos chances de levar pancadas de todos os lados.

Fuyuki olharia para todos que se aproximassem com raiva, arregalaria seus olhos e ergueria levemente a cabeça em tom de ameaça, torcendo para o fato de ter derrubado três adversários agora a pouco causasse medo em seus oponentes. Quando tivesse que lutar novamente, usaria seu cuspe nos olhos dos adversários para cegá-los, em seguida daria chutes na área da virilha para causar uma dor indescritível, ou socaria o queixo em um movimento de gancho para nocautear rapidamente.




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Última edição por Felix em Sex 07 Ago 2020, 11:39, editado 13 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptyQua 05 Ago 2020, 22:10




O golpe reverberaria pelo crânio de Kuze. “Merda!”, ele pensaria no instante em que o soco se conectasse. A memória imediatamente o remeteria à primeira vez que fora atingido por esse mesmo golpe - à época, com os olhos cegados pelo cuspe do homem. Faria, naquele instante, esforço para fazer todas as extensivas observações que havia feito valerem.

Acessando sua memória, o cozinheiro se lembraria que o homem propositalmente mantém a guarda baixa para enganar seu oponente. Ele é adepto de táticas sujas: cospe nos olhos de seu oponente, segura seu braço… Também se lembra de que era mais rápido que ele, e sua luta inicial fora apartada apenas pelo cansaço do oponente.

A dor conectaria o cozinheiro de volta à realidade. Armário acabara de morrer diante de seus olhos, Fuyuki passava por maus bocados, Ferrugem se revoltara, e Borracha…

Ao se deixar pensar em Borracha, Kuze trincaria os dentes. Pensaria que era até bom estar incapacitado de falar. A hora para palavras já havia passado.

O cozinheiro, de guarda baixa, levantaria os olhos. Já conhecia as técnicas sujas de combate de seu oponente, e, caso seu inimigo iniciasse qualquer movimento no sentido de usá-las - colocasse as mãos no bolso, remexesse a língua excessivamente para produzir saliva, abaixasse sua guarda propositalmente - se aceleraria rapidamente para próximo do homem, buscando conectar um golpe em seu estômago. Ele colocaria toda sua raiva e dor em um único golpe. Se seu golpe errasse, rapidamente ele se esquivaria para longe do homem, buscando evitar que abrisse sua guarda para golpes sujos.

Ele havia conversado com os prisioneiros. Havia cozinhado para eles. Dado-lhes outra chance de viver e fora sordidamente ignorado. Esta dor, também, motivaria o próximo golpe, caso o primeiro conectasse. Encaixaria um soco na lateral da cabeça do homem, com toda sua força.

Entretanto, se seu oponente se mantesse inerte, Kuze encurtaria a distância progressivamente, com esquivas rápidas e imprevisíveis, em padrão de zigue zague inconstante. Fingiria ir para um lado e, então, iria para o outro, percorrendo distâncias irregulares para esquerda e direita. Ele manteria seus olhos abertos para sinais tanto de táticas sujas quanto de golpes em seu queixo. No primeiro movimento do oponente nesse sentido, se esquivaria para dentro da distância entre eles, encurtando a distância com a guarda alta. E, então, quando estivesse próximo do homem, chutaria-lhe entre as pernas com toda sua força. Caso o golpe conectasse, seguraria a cabeça do homem com as duas mãos e, rapidamente alternando sua perna de apoio, golpearia a cabeça de seu oponente com o joelho. Caso o golpe não conectasse, iria encolher seu corpo e levantar sua guarda enquanto se esquivaria para evitar receber mais golpes.

Por fim, se seu oponente o atacasse abertamente, Kuze esquivaria para dentro da guarda do oponente. Usaria de sua aceleração e movimentos rápidos para aproximar-se do rosto do inimigo e, então, seguraria seu colarinho com uma mão e daria-lhe uma forte cabeçada, concentrando toda a raiva e ódio que havia acumulado pela morte de Borracha. Caso não conseguisse conectar o golpe, se esquivaria de novo para re-avaliar a situação. Entretanto, se conseguisse atingi-lo, seguiria o golpe com um forte gancho no oponente, socando seu queixo com força.

Caso Kuze conseguisse vencer o homem, correria para tentar agarrar Ferrugem e levá-lo ao chão, para cessar sua briga com Sato. Se a briga já tivesse terminado quando chegasse, ajudaria seus amigos a fugirem do miolo da confusão. Se Sato ou Ferrugem estivessem em uma condição complicada, Kyoji tentaria protegê-lo recebendo e distribuindo golpes em seu lugar.

Caso não conseguisse vencer o homem ou seus golpes fossem insuficientes para derrubá-lo, Kyoji esquivaria-se para ganhar distância, reagrupar seus pensamentos e postura e repensar seu plano de ataque.




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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptyQui 06 Ago 2020, 01:46




Raven Nevar



Ela não esperava ser pega, muito menos tão cedo. ”Droga de câmeras escondidas.” Praguejou mentalmente a menina ao descobrir a razão do seu fracasso, sem no entanto deixar transparecer para os oponentes a tensão que sentia. Felizmente para a Raven, suas palavras tinham o efeito desejado, e logo um velhote aparecia para acalmar a situação. ”Então esse é o Jonas? Interessante...” Considerou ela, enquanto respondia de forma simples a indagação dele. - Pode me chamar de Raven. –

Ela não fez menção de se desculpar ou de devolver as neko-tes pegas. De fato, até mesmo continuou seu caminho até a ninjaken e se ninguém a impedisse, a pegaria também já que achar armas ninjas úteis para pessoas com as medidas dela não era tão fácil assim. De toda forma, se dirigiria para fora do cômodo em seguida, olhando de relance para o estressadinho chamado Jin quando passasse por ele.

”Se eles tivessem me pego desarmada e logo atacassem, qual teria sido minha reação? Será que mostraria quão desesperada e assustada eu ficaria? A antiga eu certamente tentaria manter o sangue-frio e não demonstrar emoções, mas quando saí da prisão eu me propus a expressar mais aquilo que eu sentisse. Acho que desespero conta, não é mesmo?” Enquanto andava a mulher pequenina pensava em quão perigoso aquilo poderia ter ficado e fez uma autoanálise, mas no fim só saberia da verdade quando uma situação daquelas ocorresse. Se ocorresse.

Seus pensamentos foram interrompidos por mais uma pergunta do aparente contrabandista, e ao ouvir falar de Bill, um leve sorriso surgiu no rosto taciturno da jovem. - Até ontem ele estava bem, combinamos de nos encontrar na Grand Line quando for liberto. - Comentou ela, se lembrando do bom humor e do riso fácil do grandalhão, assim como sua ferocidade contra aqueles que tentavam feri-lo, mas logo encaminhou a conversa para o que a trouxera até ali. - Na verdade é por isso que estou aqui. Ele me disse que você poderia me ajudar a sair da ilha sem ser notada, assim como obter algumas armas. - Dando dois tapinhas nas armas que tinha pego, ela não fez menção ao padre nem perguntou sobre quais eram os negócios do velhote.



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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptySab 08 Ago 2020, 04:13

As Rédeas De Latem City!!


A Escolha Divina



Horário: 12:15
Temperatura: 26°C
Localização: Briss Kingdom


Raven Nevar

Pegando as ninjaken sem muitas dificuldades, Raven seguia seu caminho, pensava sobre o que seu eu do passado teria feito?

— Ótimo! Me acalma essa resposta, sou um velho amigo do mesmo, deve se perguntar, mas porque seus capangas, conhecem o padre, bom, tenho já tentado a 3 anos, solta-lo e de todas as formas que tentei, nada funcionou, mas então sabendo disso, Joe chegou em mim com uma proposta, caso eu vendesse e contrabandeasse armas, assim trabalhando para o mesmo, ele soltaria Bill em torno de 5 anos, dependendo dos meus resultados. – Jonas falava respirando fundo e continuava: — Então me esforço todos os dias para tentar dar o meu melhor e salva-lo!

—Ah... tudo faz mais sentido então hahah, bom das armas, não posso fazer de graça, afinal estamos contrabandeando, mas como amiga do Bill, posso cobrar, 15 mil nas duas! O que acha? Trato feita? - Caso ela aceitasse, ele então pegaria o dinheiro da mão da menina.

— De fato você esteve com Bill, uau... quanto tempo que não vejo ele, se pudesse, me organizava e ia tentar livra-lo, mas é muito perigoso com aquele padre por lá...

O que a Pequena garota faria com as informações adquiridas naquele papo?


Kuze Kyoji

Com toda situação em um grande Caos, o silencio era o melhor naquele momento para Kuze.

Sem dar brechas para seu inimigo, ele acertava um soco na boca do estomago do mesmo, o que deixava ele surpreso, teria sido a facilidade em acertá-lo, fato que logo era explicado, o seu oponente, havia tomado o golpe propositalmente.

Com a curta distância, o homem dava uma rasteira em Kyoji, com a sequencia de uma tentativa de acerta-lo com um pisão, ataque que era evitado por sua rápida velocidade de esquiva.

Com tentativas de acerto do homem sendo completamente falhas pelas esquivas do cozinheiro, novamente ele começava a perder a paciência e dizia: — Pare de fugir assassino! Aceite seus erros e deixe eu te matar!!! – Com sangue nos olhos, ele avançava sem pensar, rumo a Kuze.

O jovem que se afastava e voltava a repensar no que faria a seguinte, parecia que agora seu inimigo mais pensava com as emoções do que com a racionalidade, o que poderia abrir brechas...


Sato Fuyuki

Vendo Ferrugem naquela situação, o mesmo entendia sua dor, havia passado por uma situação parecida, o desespero da impotência em proteger ou cuidar de alguém que você amava.

Recuperando um pouco de ar, ele tentava derrubar Ferrugem, o que não surtia efeito, o velho, já tinha um peso elevado e com aquele puxão, não seria capaz de fazer nada.

Levantando com dificuldades, ele trocava alguns golpes com o seu oponente, alguns entrando e outros sendo apenas socos ao ar, recebia socos em suas costelas quebradas, o que ia piorando a condição das mesmas.

Com uma luta que demorou um certo tempo, Ferrugem já mais machucado se afastava, respirava um pouco e se afastava de Fuyuki, talvez haveria um round dois, mas não naquele momento.

Sato, agora aproveitando da situação, se afastava do bolo de pessoas, o que permitiria um certo descanso, nessa trajetória, tomou alguns socos e chutes, mas nada que fosse de extrema dor.

Distanciado do caos, ele via que poucos sobravam, ele, e mais quatro pessoas, seu amigo cozinheiro, ferrugem um búfalo e um humano desconhecido.

Percebia que logo estaria frente a frente com ferrugem, o mesmo que parecia estar cego pelo ódio.


Consideração:
 
off:
 
Informações:
 
O padre( Joe) :
 
Jonas:
 
Ferimentos Kuze:
 
Ferimentos Sato:
 
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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptySab 08 Ago 2020, 13:51




Sato Fuyuki

As rédeas de Latem City



Agora tinha a distância que precisava para ver o quadro maior, Kuze lutando contra um homem e aparentando ter certa dificuldade, enquanto um Búfalo restava na arena. Mas ainda tinha a questão a ser resolvida com Ferrugem, e a distância entre os dois deixava a comunicação muito complicada, se alguém de fora escutasse poderia acabar aniquilando Fuyuki ou Ferrugem da mesma forma que Borracha.

Aproveitou o espaço que conseguira dos outros competidores para formular em sua cabeça as palavras que não entregassem seu plano de vingança, mas trouxesse um conforto e direção ao ódio de Ferrugem. Enquanto isso começaria a controlar a respiração para não sentir dor ou perder a fala por falta de ar.

Olharia com tristeza e seriedade para Ferrugem e diria:
-Todos aqui sabiam onde isso poderia acabar Ferrugem… Eu sei pelo que você está passando, acredite! E eu prometo a você que vamos honrar seu irmão do jeito certo, mas agora precisamos acabar com isso!

Esperava que Ferrugem compreendesse as suas palavras, por mais que nada explícito fora dito, a vingança contra 02 e Joe já estava marcada. Agora seu foco era acabar com essa luta desgovernada e sair da prisão com seus companheiros, pelos menos com os que restaram em pé…. Lembrou então de Armário.
Era triste ver as pessoas que se aproximou nesse lugar perderem suas vidas de maneira desumana, Fuyuki não queria mais encarar aquilo… Precisavam unir forças.

”Está na hora de usar os truques sujos do livro”

O corpo estava detonado, mas nem por isso ficaria parado assistindo mais companheiros caírem nesse lugar. Fuyuki pegaria um punhado de areia com a mão direita e correria em direção a Kuze na tentativa de trazer uma vantagem ao cozinheiro.
Fuyuki tentaria o máximo possível se manter fora da visão do homem que enfrentava Kuze, e ao se aproximar jogaria a areia nos olhos do homem e sairia imediatamente do caminho, dando espaço para o cozinheiro finalizar esta briga.
Viraria então para Ferrugem e o Búfalo, levantando sua guarda e ficaria preparado para desviar de ataques caso necessário, não poderia mais se dar ao luxo de ser descuidado.

Caso o homem desviasse do punhado de areia, Fuyuki se jogaria contra ele usando o peso do seu corpo para levá-lo ao chão e deixá-lo o máximo de tempo imobilizado. De uma forma ou de outra daria suporte ao amigo nessa batalha.


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MensagemAssunto: Re: I - As rédeas de Latem City!!   I - As rédeas de Latem City!! - Página 3 EmptyTer 11 Ago 2020, 22:35




As palavras de seu oponente ecoariam dentro da cabeça de Kyoji. Assassino? Será que se referia a Borracha? Ou...à favela de Latem City? O suor correria pelo corpo de Kuze. Um suor frio, torpe, que traçava seu caminho lentamente pelo corpo do cozinheiro. A mera lembrança da favela faria seu estômago queimar e sua garganta secar. Merda!, ele pensaria, quebrando sua cadeia de memórias.

Agora não era hora de sofrer. Independentemente da opinião do homem quanto à si, Kuze sabia que era inocente. Sabia que havia feito esforços e trabalhado para o melhor resultado possível em ambos os casos, tanto com Borracha quanto com a favela. A compaixão havia de encontrar limites...agora, sua única diretriz era garantir sua sobrevivência e liberdade. Mesmo que o inimigo não apreciasse seus esforços, o cozinheiro sabia da verdade. Sentiria o senso de responsabilidade preencher seu ser, como se o propósito tornasse a ser a força que o mantivesse em pé.

O cozinheiro correria os olhos rapidamente pela cena ao seu redor. Tentaria perceber se alguém estava vindo em sua direção, seja aliado ou inimigo, e reagiria de acordo - caso fosse aliado, tentaria fingir não tê-lo percebido. Caso fosse um inimigo, se esquivaria para ganhar distância e possibilidade de lidar com ambos oponentes.

Caso Fuyuki se aproximasse com intuito de derrubar o oponente, deixaria a cena se desenrolar. Se Fuyuki obtivesse sucesso, tentaria encaixar um jab certeiro no nariz do oponente, com intuito de quebrá-lo. Caso o golpe se conectasse, Kuze o seguiria com um forte gancho na bochecha do inimigo, tentando levá-lo ao chão. Entretanto, se Fuyuki não obtivesse sucesso, Kuze tentaria golpear levemente o oponente e tomaria distância mais uma vez. Tentaria apenas lembrá-lo de que ele era seu oponente, com intuito de tirar atenção de Fuyuki.

Entretanto, caso nada de especial encontrasse ao seu redor, o cozinheiro seguiria a lutar com o seu oponente. Convicto de suas motivações e moral, Kuze fingiria abaixar sua guarda e tentaria prever as próximas ações de seu inimigo. Seu oponente estava tomado por emoção - provavelmente usaria a oportunidade para aplicar golpes sujos, como da última vez, buscando encaixar um golpe em seu queixo, segurar seu braço, cuspir em seus olhos ou lhe jogar areia. Ou, então, tentaria aplicar um golpe direto, mais simples e resoluto. Qualquer que fosse o caso, Kuze se manteria atento com os músculos tensionados. Assim que o homem se aproximasse, Kyoji tentaria se esquivar para os lados do homem.

Tentaria fazer com que, assim que seu inimigo se jogasse para atacar, fosse capaz de se esquivar, para que o homem perdesse seu equilíbrio. Caso conseguisse se esquivar, Kyoji tentaria acertar um jab no rosto do homem, e, caso conseguisse conectar o golpe, o seguiria com um gancho com o braço oposto, tentando acertar um golpe diretamente no nariz do homem, com intuito de quebrá-lo.

Entretanto, caso o oponente o golpeasse diretamente, o cozinheiro tentaria aguentar a dor e revidar. Tentaria fazer uso de sua rápida aceleração para encaixar um golpe imprevisível no queixo do oponente, que, caso fosse conectado, tentaria seguir com um soco forte no estômago de seu inimigo.

Já se fosse o caso de ser atingido por um golpe sujo, como um cuspe ou areia nos olhos, Kuze se jogaria para cima de seu oponente, tentando levá-lo ao chão. Caso conseguisse derrubá-lo, tentaria segurar seu pescoço contra o chão e, com o braço livre, tentaria encaixar fortes socos na bochecha de seu oponente.

Entretanto, se fosse pego por golpes passados, como o braço sendo segurado ou um golpe no queixo, Kyoji tentaria segurar o braço de seu oponente debaixo de seu próprio braço. Com o braço livre, tentaria golpear com força nas costas do cotovelo do inimigo, tentando, efetivamente, quebrar o braço de seu oponente.

Caso conseguisse derrotar seu oponente, Kuze tentaria correr atrás de Fuyuki e Ferrugem para lhes prestar auxílio em suas lutas. Caso não conseguisse, tomaria distância para repensar seu plano de ataque.




Informações
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Objetivos
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