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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptyQui 16 Jul 2020, 12:34

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptyQui 01 Out 2020, 11:49



- Kyaa! - Um gritinho assustado misturado num gemido fofo ecoou de minha boca quando fui alvejada pelo golpe sorrateiro da doninha audaciosa, fiquei na ponta dos pés enquanto por reflexo cobria o bumbum arrebitado com os dedos. - Ohh… - Não conseguia acreditar o quanto Poky era descarado, esfregando o chão como se não tivesse culpa de nada, prostrei as costas da mão na cintura enquanto fitava-o ainda impressionada, pois bem, a princípio relevei o péssimo comportamento de Poky deixando-o terminar sua tarefa em paz.

Porém é óbvio que minha pessoa jamais deixaria a bolota felpuda sair impune após cometer o terrível sacrilégio de me envergonhar, notando o quanto Poky pedia ingenuamente por uma uva eu estendi minha mão com a frutinha na ponta dos dedos, mas ao chegar bem próximo de suas patinhas eu iria arremessar a uva em minha boca, mastigando-a deleitosamente. - Essas uvas são muito boas, acho que comerei todo o cacho. - Dizia após engolir, apreciando o doce sabor das uvas temperado com vingança, então comia outra. - Tão delicioso… - Colocando os dedos na bochecha fechei os olhos mantendo o rosto erguido apenas para fazer enaltecer meu prazer em saborear aquelas frutinhas. Entretanto minha vingança teria acabado aqui, pois quando Poky começasse a reclamar, seja por raiva ou tristeza eu colocaria rapidamente uma uva dentro de sua boca, depois lhe faria carícia atrás da cabeça, usando as unhas para esfregá-lo gentilmente. - Não disse que estavam gostosas? - Pisquei para Poky enfatizando a brincadeira, demonstrando maior leveza em minha voz afetuosa, então colocaria outra uva em suas patinhas, antes de deixá-lo comer o cacho.

>><<

Admito ter sido bem difícil crer naquilo que meus olhos tão majestosos estavam a enxergar, um mero recepcionista desleixado de aparência desagradável. "Só não desejo perder a dádiva da visão neste exato momento pois a imagem deste porco preguiçoso ficaria me assombrando por todo o sempre." Não bastando a visão repulsivo o reles mandando tratava-me com desaforos, logo eu, aquela que deveria fazê-lo se ajoelhar e implorar por uma gota de atenção apenas por estar diante dele, o total descaso foi tão impactante que me fez ficar calada, sorrindo de nervoso, enquanto meu punho cerrado estremecia de tanta raiva. - Tudo bem já estou de saída, mas antes por gentileza entregue um recado para o Sr. Capitão. - Na medida do possível tentei manter uma feição agradável, dizendo num tom adocicado. Então caminharia até o recepcionista "extremamente educado" e ergueria a perna com o joelho dobrado, para deixar o meu recado com um chute deveras satisfatório na face do suíno asqueroso, para deixar estampado a marca da sola do sapato. "Como ele teve a audácia de me enxotar…" Jamais admitiria receber um tratamento tão esdrúxulo, ainda mais vindo de um suíno repugnante.

Tendo extravasado minhas frustrações iria me aproximar do soldado cavalheiresco, exalando toda a alegria num leve sorriso. - Aparentemente minha perna escorregou de encontro a face daquele senhor tão educado, creio que um incidente inofensivo como este poderá ser ignorado, certo? - Com meu olhar estando fixado aos olhos do soldado, diria mantendo a tonalidade gentil na voz, aproveitando para acariciar-lhe a lateral do rosto, e em seguida percorrendo com a ponta dos dedos abaixo de seu queixo, querendo acalmá-lo para não criar uma confusão ainda maior. Então deixaria o local caminhando com muita naturalidade, fingindo que nada havia acontecido.

Normalmente minha pessoa já não suportaria aguardar por ninguém, e com aquele recepcionista desagradável a vontade inexistente tornou-se ainda mais baixa, sendo assim optei por ir até o navio do Sr. Capitão, tendo o jog para cavalgar não seria um sacrifício tão doloroso.

>><<

Não era surpresa o Sr. Capitão ter diversas dúvidas e questionamentos, porém isso também não tornava a situação menos entediante, sendo assim iria responder uma pergunta por vez. - A katana de Osh está em minha posse, a marinha deve ficar contente por "recuperar" aquela espada, afinal a reação da tenente deu a entender que essas meitous são armas cobiçadas. - Pausando para tomar um pouco de ar antes de retomar a fala. - E ele também atingiu o ápice da estupidez, ceifou as próprias asas quando comentei que ele deveria mantê-las escondidas, com sorte elas devem estar no mesmo lugar que caíram até o presente momento. - Recordar deste episódio me faria suspirar e ao mesmo tempo sorrir, tendo o sentimento misto de admiração junto da surpresa graças coragem demonstrada pelo espadachim "não mais" alado.

- Osh está numa cabana próxima a região que vossa pessoa me informou para encontrá-lo, se ele permaneceu repousando é muito provável que esteja bem, mesmo com os ferimentos. - Minha voz desmotivada deixaria nítido o desinteresse de minha pessoa em falar sobre o estado de Osh, apesar de eu não poupar tantas palavras, apenas para que o Sr. Capitão fique sem mais dúvidas, e assim o assunto possa ser encerrado o quanto antes. - Eu disse que encontraria Osh hoje no início da noite, mas creio não ser problemático encontrá-lo antes para informar a respeito da mudança no planejamento. - Dizia como se também estivesse sugerindo algo, ao invés de apenas afirmar. - Há um pier onde podemos nos encontrar, assim não deve ser tão suspeito um capitão e um caçadora saindo juntos, pouco antes de um criminoso ser considerado morto. - Se o Sr. Capitão estivesse de acordo iria informar sobre a costa onde minha pessoa e Osh lutaram.

Sendo assim iria aguardar pela resposta do capitão, e caso não haja questionamentos extras iria retornar até minha mais nova residência.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptyQui 01 Out 2020, 12:38




Os olhos brilhantes de Poky começaram a lacrimejar quando percebeu a malvadeza de sua dona em começar a devorar todas as uvinhas na sua frente, os grandes glóbulos se tornaram mais brilhantes e marejados, mas isso durou pouco afinal não muito depois Kare se compadeceu com a tristeza de seu amiguinho que exultante começou a mastigar de forma avida. - Pokyun Pokyun Pokyun … - - Como pode ser tão inocente… - Vick de alguma forma pareceu chocada, afinal aquela mesma brincadeira era constantemente feita e Poky constantemente era enganado.

>><<


Kare observava o porco gordo a sua frente o qual a destratava ao invés de endeusá-la, um sorriso rígido cobriu sua face, era desconfortável e trêmulo contendo todo o ódio que ela sentia, mas retia. - BAHH, Iiki. Agora você tá achando que sou garoto de recado. Iiki, fala logo e saia, to muito iiki, ocupado. - Kare realmente pretendia ser breve afinal se permanecesse ali poderia acabar tendo seus sentidos prejudicados e quem sabe até permanentemente perdidos, afinal a visão era horrível, a voz horrorosa e o cheiro… Acho que não precisamos ir tão longe, mas deixarei uma descrição superficial - Chubasa - Este que por sinal tornou-se mais Vil ao se aproximar para dar o recado.

- IIIIIIIII… - A cadeira do porco se inclinou para trás ficando em duas pernas enquanto ele agitava os braços em desespero, mas sem efeito. - ….KKIIIIIII. - Tombou, a mesa deu um pequeno salto e o porta canetas virou fazendo com que os objetos ficassem rolando.

Kare rapidamente se virou para se livrar daquele cheiro, na porta acabou por encontrar o soldado rindo enquanto gritos rosnados vinham de detrás da mesa onde o superior lutava com sua própria gordura para se pôr em pé. - Tenho certeza que as pernas da cadeira que quebraram. - O Soldado na porta falou entre os risos enquanto recebia um agrado de Kare. - Quando tiver tempo, que tal um café? Minha irmã tem uma padaria que faz ótimas tortas. - Sim, o soldado havia tido a leveza de lhe convidar a um encontro. - Só me dizer onde está hospedada. - Diferente da sua posição ele era bastante vivaz.

O pedido havia sido acompanhado de uma sinfonia de grunhidos de porco que gritava ao fundo para que o soldado a capturasse, mas era especialmente ignorado. O soldado apenas a assistiu montando a JOG, enquanto esperava a resposta. Se Kare perguntasse o nome descobriria que ele era Ryan, o Soldado Ryan.


>><<

Kare respondia às dúvidas do capitão, o rosto do mesmo havia escurecido um pouco durante o relato, mas era realmente melhor saber com antecedência do que encontrar seu velho amigo da juventude sem as asas de surpresa. - Acho que deve servir… Mas… aquele…. Idiota… O que ele tem naquela cabeça? - O capitão parecia surpreso com o nível de idiotice alcançado por Osho.

Após terem combinado como agir Kare deixava o navio da marinha apenas para trombar com a Nervosinha, vulto a Tenente, Vulgo a Senhorita Marian. - Ahh, Oiii? - A tenente que vinha subindo a rampa com um rosto sério de repente se iluminou ao ver Kare. - Como você tá? Você ainda não foi atrás do Majin Ashu… - Nesse momento as falas dela morreram ao dar-se conta de algumas faixas escondidas pelas roupas de Kare, mas levemente a vista. - Você já foi. Deu tudo certo? - Ela parecia avida por conversar, parecia querer pedir algo, mas se segurava embora fosse evidente em sua face a ansiedade.

>><<

- Bem vinda de volta Senhorita. Deu tudo certo? - Vick a recebia na porta após Kare ter amarrado o Jog no pau… A cidade estava como sempre movimentada, passou por alguns grupos musicais que tocavam na rua enquanto teve que enfrentar alguns paparazzi que teriam tentado a perseguir, mas não tendo obtido muito sucesso devido a montaria na qual Kare estava a menos é claro que Kare houvesse parado para falar com eles, ou… ao menos se dado conta da existência deles. - Alvida esteve aqui, falou para que a Senhorita vá ao estúdio em três dias. - Alvida na verdade gostaria que fosse no dia seguinte, mas devido aos curativos que Kare tinha ela se viu obrigada a adiar.






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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptySex 02 Out 2020, 11:55



Os grunhidos escandalosos do suíno repugnante mesmo sendo uma das piores sinfonias que pessoa escutava me transmitiam uma profunda sensação gratificante, aposto que esse sujeito desagradável se recordará por um longo tempo de minha mensagem, se ele houvesse comportado-se de maneira tolerável talvez não houvesse necessidade de minha pessoa tratá-lo com brusquidão, porém o desfecho era reconfortante de qualquer forma.

Engoli a seco o convite do soldado, minha pessoa compreendia-o perfeitamente, afinal é natural que os mundanos se interessem por um ser de beleza tão exuberante, entretanto eu não ostento o menor dos interesses em aceitar o convite de um mero soldado. - É realmente difícil recusar o convite de um rapaz tão cortez. - Entretanto o ponto de maior problema era que minha pessoa não poderia simplesmente negar a oferta com frieza, afinal ter o mínimo de seu afeto pode me poupar de ter mais aborrecimentos. - O problema é que já sou compromissada. - Enrolava uma mecha de cabelo na ponta do dedo indicador, enquanto desviava o olhar num ar de fofura, fazendo a voz meiga soar amavelmente. - Mas não se preocupe, um rapaz carismático igual a ti não terá problemas para encontrar uma garota. - Dizia enquanto já me afastava na direção do jog para não dar tempo do soldado, aproveitando para acenar de maneira amigável junto de uma piscadela cumpliciosa.

>><<

Acenei em afirmação para o capitão enquanto dava de ombros mantendo as palmas das mãos voltadas para cima, querendo dizer algo como "foi exatamente o que eu pensei" em resposta à pergunta retórica do capitão quando o mesmo soube que Osh havia cortado suas asas. - Bom, não se esqueça de levar a câmera. - Teria dito ao capitão antes de sair, apenas como um lembrete, mas se ele tivesse alguma objeção eu mesma poderia comprar uma câmera.

Erguia as sobrancelhas com a agradável surpresa de encontrar a Nervosinha, meu olhar atento prontamente fixou-se a ela. - Olá. - Esboçava um pequeno sorriso gentil para a tenente, antes da mesma prosseguir com os questionamentos sem me dar chance de responder um por vez. - Hunpf! Com quem julga estar falando. - Empinei o queixo jogando os cabelos por cima do ombro, mantendo os olhos fechados e no canto de minha boca o sorriso arrogante demonstraria meu excesso de confiança, considerando a pergunta da Nervosinha quase que uma ofensa contra a minha pessoa, pois de meu ponto de vista ela não deveria ter dúvidas de que minha pessoa havia sido bem sucedida.

Não havia qualquer necessidade de palavras para minha pessoa poder imaginar o que a Nervosinha desejava, porém eu conteria minha vontade de rir após ver o quanto a mesma não conseguia esconder seus desejos, então iria cruzar os braços arqueando uma das sobrancelhas, mantendo meu semblante sério. - Obviamente não está tudo bem, afinal não lidei com aquele criminosos por caridade, eu fiz isso apenas pela recompensa, e você como marinheira tem a responsabilidade de compensar-me pelo trabalho realizado. - Teria dito num tom de cobrança.

Entretanto não manteria minha brincadeira por muito tempo, apenas queria ver sua reação início diante minha total falta de altruísta, para logo em seguida em seguida aproximar-me maliciosamente da tenente de forma a fazer nossas festas se tocarem, minhas mãos iriam deslizar pelo quadril da Nervosinha até que a ponta dos dedos fossem encaixadas com firmeza nos furinhos de seu quadril, para então puxá-la gentilmente em minha direção, assim eu tomaria os lábios da tenente num breve beijo sem aprofundá-lo, terminando comigo mordiscando o lábio interior da marinheira esticando-o. - Quando tiver alguma forma venha me visitar. - Sussurraria calorosamente para a tenente enquanto nossos rostos ainda estão próximos, confesso que nosso beijo teria sido propositalmente "sem graça" de minha parte, apenas para poder instigá-la a desejar por mais. - A partir de amanhã venha quando quiser. - Então me despediria da Nervosinha dando-lhe um selinho, e antes de me afastar acenando rapidamente com as costas da mão por cima do ombro teria informado a ela meu novo endereço.

No caminho de volta havia certos fãs praticamente impossíveis de se ignorar. - Arrff… Nem um pouco sutis. - Suspirava desgostosa com os mundanos que estavam necessitados por uma gota de minha atenção, apesar de um sorriso verdadeiramente satisfeito denunciar o quanto feliz eu ficava, mas antes de interromper meu trajeto eu teria ajeitado as vestimentas para esconder as faixas dos curativos. - Por favor… Respeitem minha privacidade. - Reclamava com os fotógrafos, querendo que eles parassem de me seguir, enquanto minha pessoa fazia o jog caminhar mais lentamente, não teria o feito parar por completo pois assim evitaria que os paparazzis ficassem aglomerados na frente, e mantendo o papel de diva mentalmente esgotada por lidar com os fotógrafos invasivos colocaria as costas dos punho na testa enquanto ergo o queixo dando aos paparazzis a oportunidade de me fotografarem. - Por favor… Estou com pressa. - Erguia o braço para frente com a palma da mão aberta enquanto clamava por privacidade, mas obviamente não teria coberto meus rosto divino. - Esperem! - Exclamava abruptamente sentando-me bastante incomodada. - Tirem fotos deste ângulo também. - Então iria inclinar o rosto para o outro lado, a partir daqui teria feito diversas poses para os fotógrafos, mandando beijinhos, com as mãos atrás da cabeça, esticando as pernas em nas costas do jog como se fosse uma espreguiçadeira. Não me importaria de ficar alguns minutos, ou talvez muitos minutos agraciando os fãs alucinados com minha presença, antes de novamente acelerar com a cavalgada.

Retornando para a residência, ao ter-me reencontrado com Vick iria coçar brevemente os cabelos na lateral da cabeça. - Obrigada por me informar. - Ficava um tanto preocupada com meu olhar caído. "Mesmo que eu não goste de admitir aquela mulher está fazendo muito por mim…" Esse aborrecimento é pelo simples fato de minha pessoa não suportar a idéia de ficar endividada com ninguém, e até então Alvida me dado tantas regalias, definitivamente não pretendo deixar a ilha até que essa dívida esteja quitada.

- O Sr. Capitão concordou com a idéia de forjar-mos a morte de Osh sem utilizarmos um dublê de corpo, mas creio que precisarei de vosso auxílio para facilitar a construção da cena. - Diria com bastante casualidade para Vick, esperando por sua resposta. - Mantive o mesmo horário de encontro, acredito que apenas o capitão irá conosco. - Terminaria de informar os detalhes sem demonstrar qualquer preocupação e também poupando-a de maiores detalhes, pois não tenho interesse de prolongar este diálogo.

Sendo assim restaria apenas aguardar até o horário marcado, porém de acordo com a resposta do capitão eu deixaria a residência mais cedo buscando por uma loja para comprar a câmera. No momento de deixar a residência eu iria me despedir da bolota felpuda. - Poky eu irei sair, mas há uma tarefa extremamente importante que apenas vossa pessoa poderá realizar neste momento. - Teria me agachado, com as mãos prostradas acima do joelho, para assim ficar mais próxima da altura da doninha, encarando-o seriamente mantendo o semblante rigoroso, para que ele entenda a importância e também a gravidade de sua função. - Você precisa vigiar essa residência enquanto eu estive fora, pode cochilar, mas não exagere. - Naturalmente minhas instruções não seriam tão rígidas em relação a intensidade na minha voz, pois se trataria apenas de uma desculpa para que a doninha não insista em nos acompanhar.

Se não houvesse maiores problemas eu teria vestido outro conjunto de roupas e deixaria a residência junto de Vick em direção ao pier, para aguardar pelo capitão. - Marquei com o Sr. Capitão aqui antes de nos encontramos com Osh. - Diria para Vick o motivo de não irmos até a cabana do cãozinho espadachim imediatamente, caso a mesma questionasse ou ficasse apreensiva.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptySex 02 Out 2020, 13:14




O soldado via a frente dele alguém que só podia enxergar como outra pessoa, uma postura delicada e fofa totalmente diferente da mulher agressiva que acabara de chutar a cara do comandante suíno. A aparência tímida e vulnerável de Kare junto a sua estonteante beleza foi capaz de fazer com que o coração do jovem martela-se com força em seu peito enquanto ele, mesmo sendo alguém atrevido, corava com a sutileza de Kare. - Ah… Que sorte a dele. Mas se não der certo já sabe onde me encontrar. - O soldado soltou uma piscada para a morena que lhe acenava em despedida.

>><<

A tenente olhava para a arrogante Kare que de um jeito soberbo desprezava a demonstração de carinho da jovem que vinha na forma de genuína preocupação. O sentimento sentido foi azedo em comparação ao que ela esperava afinal seu carinho foram amplamente desprezado enquanto ela mesma era criticada. - Com alguém que gosto. - Respondeu, sua voz não muito feliz. Aparentemente ela não era tão tolerante quanto um dia Lícia havia sido, ali mais uma vez ela sentiu o peso das palavras do capitão que ela havia ignorado anteriormente. - Entendo, a marinha vai pagar a recompensa, não vai precisar se preocupar com isso. - A alegria em rever Kare foi rapidamente extinta.

Quando Kare finalmente abrandou a brincadeira e avançou para a tenente a mesma recuou com um passo atrás mantendo a distância. - Estou muito ocupada agora, que bom que você está bem. A marinha agradece pela cooperação em manter as ruas seguras. Com licença. - A voz dela se tornou fria quando começou a se mover para passar por Kare em direção a sala do capitão de onde a morena recentemente havia saído. Realmente para Kare ainda era impossível entender os sentimentos dos mundanos.

>><<

"- É verdade que o atrito entre você e Bast é apenas encenação?"  
"- Qual a sua relação com o Majin que destruiu a cidade?"  
"- Você e a tenente Marian são amantes? Foi assim que você conseguiu que as queixas fossem retiradas?"  
"- O que pode nos dizer dos seus planos?"  

Essas eram algumas das perguntas possíveis de se ouvir enquanto alguns repórteres a seguiam graças a redução da velocidade do Jog. Era um grupo de aparentemente cinco ou seis pessoas que estava nas ruas acompanhando as apresentações locais em busca de fofocas e novos talentos, esse grupo de baixo escalão era o que perseguia agora Kare bombardeando com perguntas enquanto tiravam algumas fotos da mesma. Kare enquanto fazia-se de difícil posava para as fotos montada.

"- A Senhorita pretende destruir mais a cidade? Vai prestar reparação as vitimas?"  

Entre algumas perguntas haviam algumas de maiores incômodos.

>><<

- Qualquer coisa que a Senhorita precisar. - Respondia Vick ao entrarem na residência e Kare lhe informar sobre os planos seguintes. Passaram o restante do dia tranquilas na residência, Vick relaxou durante esse tempo lendo um bom livro enquanto Kare provavelmente ter-se-ia perdido em seus pensamentos ao admirar sua extrema beleza em frente ao espelho ao provar as roupas que Álvida deixara na residência para seu usufruto.

Horas depois, já próximas ao horário do encontro a dupla se preparava para deixar a casa enquanto Poky corria atrás dos tornozelos de Kare antes de ser parado pela jovem que lhe dava uma missão. Felizmente Poky era realmente muito inocente em varios aspectos e era completamente ludibriado por Kare. Ele retirava um graveto??? E andando sobre duas patas começou a patrulhar a residência como se fosse um soldado. Era provável que Poky não fosse cochilar durante a patrulha.

>><<

Quarenta minutos depois chegavam a um certo pier. As ruas pelas quais passaram eram todas bastante iluminadas, a cidade de Tuntz Tuntz tinha uma incrível vida noturna. Luzes multi coloridas iluminavam a cidade transformando-a em um arco iris vivido. As ruas estavam cheias, músicos se apresentavam enquanto pessoas passeavam com copos de bebidas enquanto alternavam entre alguns estilos musicais.

A verdade era que quanto mais para o centro da ilha se avançasse mais clássicos e requintados seriam as músicas e apresentações e quanto mais para as periferias se seguisse maior seriam as variedades de ritmos e mais libidinosos e animados também.

Devido ao grande influxo de pessoas era mais fácil passar despercebido, uma grande quantidade de Jogs eram cavalgados nessa hora sem as carroças que costumeiramente os acompanham de dia. Bares com mesas nas ruas, cantores sentados em fontes. Barracas vendendo instrumentos musicais. Havia toda essa variedade conforme passavam para ir em direção ao cais. Kare obviamente recebeu algumas cantadas durante o trajeto, também em duas ocasiões ter-lhe-iam oferecido flores.

Ignorando esses pequenos contratempos, ou talvez tendo cedido a alguns deles Kare chegaria ao pier. Podendo quem sabe encontrar um capitão da marinha já completamente entediado e um tanto carrancudo a depender do seu atraso. Ademais poderiam seguir pela zona pobre, onde existiam menos pessoas nas ruas, tirando o fato daqueles jogadas em becos cobertos por capas puídas enquanto bebiam algum trago barato. Vick em dois momentos ter-se-ia visto obrigada a apontar armas para afastar ideias suspeitas de alguns moradores de menor estirpe.

Ao passar pela ponte de pedra ainda encontrariam os corpos das antigas bonecas de Lust, fato que faria o capitão franzir o cenho. Todavia as bonecas estavam agora nuas e nús, devido aos moradores locais terem saqueado os corpos.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptySex 02 Out 2020, 20:19



- Eeh!? - Arqueei uma das sobrancelhas expondo minha reação no mínimo confusa ao notar a súbita mudança na postura da Nervosinha, que agora me evitava…? Sem notar prostrei a mão cintura, mantendo os ombros abertos, fitando-a de cima para baixo meus olhos alaranjados encontravam-se incapazes de compreender a tenente. "Eu falei algo de errado?" O autoquestionamento ocorria de forma natural em meus pensamentos."[/color] Meus lábios inexpressivos deixavam claro que eu havia ficado incomodada pela reação da marinheira. "Eu quem deveria estar aborrecida e não ela." Claramente minha pessoa somente respondeu a pergunta da Nervosinha, pois eu jamais teria me ferido gravemente ao duelar contra Osh. "Se ela de fato possui algum apreço por mim, não deveria estar contente agora?" As dúvidas eram inúmeras, mas minha pessoa não conseguia encontrar qualquer respostas. "Quanta frigidez…" Era a conclusão alcançada por meu ser, e convenhamos não me ajuda em nada, então utilizando as pontas das unhas coçei superficialmente atrás da cabeça, ao mesmo tempo que encarava por cima do ombro a Nervosinha afastando-se. - Nesse caso, lhe desejo boa sorte em vosso trabalho. - Não me deixaria abater pelo tratamento gélido da tenente, e numa tentativa de quebrar a tensão no ambiente, quando a Nervosinha passasse por mim daria a ela um leve tapinha no bumbum, de baixo para cima sendo algo como um pequeno empurrão motivacional, sem aplicar força para machucar e sim fazer um estalo, semelhante ao que fiz na residência próxima ao lago. - Apenas tentei lhe convidar para celebrar comigo. - Iria explicar a razão de minhas atitudes, antes de afastar-me da tenente, não tendo o menor interesse em ser incisiva, afinal é ela quem perde a oportunidade de se divertir.

>><<

- Atrito? Não, não, por favor não me interpretem erroneamente. - Acenava em negação com a mão de maneira despreocupada. - O Sr. Santo é muitíssimas vezes inferior à minha pessoa, com a falta de talento por parte dele nós jamais poderíamos ser considerados rivais, ou ter qualquer relação semelhante. - Alegremente eu tirava as dúvidas de meus fãs extremamente curiosos, respondendo-os com toda a inocência e graciosidade que somente minha pessoa ostenta. - Naturalmente que sim, meus próximos espetáculos poderão ser descritos como explosões fazendo toda Tuntz Tuntz estremecer diante minhas apresentações nos palcos da ilha. - Confesso que eu escolhia quais perguntas iria responder, enquanto outras iria fingir nunca ter escutados, dando mais importância em posar para as fotos.

>><<

As horas passaram rapidamente, tão rápido a ponto de minha pessoa estranhar, não percebia o decorrer do tempo ficando imersa no closet imaginando qual roupa poderia ficar mais bonita ao me vestir. Sendo assim se houvesse restado algum tempo teria comido uma fruta, e pronta para deixar a residência… "Quase me esqueci!" Levei a palma da mão até a testa recordando da lança, que teria alguma finalidade para alguns detalhes de meu plano.

A princípio o deslocamento que deveria ser feito de maneira rápida tinha sua eficiência reduzida, pois minha pessoa iria reduzir a velocidade da montaria para observar a ilha em seu período noturno. "Quanta vivacidade…" Pode se dizer que fiquei impressionada pela ilha ter essa característica diferente das que visitei até então, sendo tão movimentada quanto de dia, ou tendo até maior fluxo Tuntz Tuntz parecia uma ilha bem apropriada para eu me apresentar em qualquer horário, poderia perder alguns minutos observando locais com pessoas reunidas imaginando ser algum teatro ou casa de espetáculos. Entretanto ao deixar a parte mais afortunada da ilha, todo o interesse iria se esvair, afinal não possuo qualquer intenção de realizar meus espetáculos em locais esdrúxulos, assim aumentaria o ritmo do jog como tentativa de recuperar o tempo perdido.

- Fico contente por vossa pessoa já estar aqui. - Iria desabafar apesar de estar feliz pelo Sr. Capitão chegar ao ponto de encontro antes, porém era inevitável pensar o quanto eu me teria me aborrecido se situação fosse inversa. - Vamos, quanto antes lidarmos com vosso amigo mais rápido poderemos retornar. - Dizendo enquanto direciono o jog para ir até a cabana, deixando minha voz soar com maior tranquilidade, demonstrando que estou apenas ansiosa e não querendo destratar o marinheiro. E admito, há uma outra razão que fez minha pessoa simplesmente desaparecer deste ambiente. "Sinto que se eu ficar mais um mísero segundo aqui meus olhos também irão apodrecer." Simplesmente queria deletar a imagem dos cadáveres nus da minha memória.

Assim iria guiar o caminho fazendo a montaria cavalgar com certa rapidez apenas na intenção de percorrer o trajeto agilmente, porém caso Sr. Capitão demonstrasse dificuldade em acompanhar-me eu iria reduzir um pouco a velocidade. Quando a cabana de cabana de Osh estivesse ao alcance de nossa visão. - É ali. - Apontaria com a cabeça, informando ao capitão onde poderia encontrar seu tão estimado amigo. Em seguida deixaria a montaria próximo a cabana para adentrar na residência após bater na porta algumas vezes. - Trouxe uma surpresa para você. - Comentando de maneira tão fofa mantendo a voz aguda a ponto de ser irritante. Desta maneira deixaria a dupla de marinheiro e pirata se encontrarem, sem interrompê-los, pois acredito que ambos teriam algo para dizer um ao outro.

- O Sr. Capitão concordou em usar uma foto para forjar vosso falecimento, isso nos economiza o trabalho de procurar por um dublê. - Diria esclarecendo a provável dúvida de Osh ao encontrar-se com o capitão. Mas caso os dois perdessem muito tempo dialogando pela nostalgia. - Ahem! - Iria coçar a garganta de maneira nem um pouco sutil como tentativa de chamar a atenção de ambos para o assunto de maior relevância. - Mas para tornar a foto o mais verídica possível você precisa perder a consciência. - Dizendo casualmente, considerando o fato de Osh estar desmaiado ou não nada mais do que um simples detalhe. - Não nego que idéia de nocauteá-lo me agrada, porém eu preferia evitar este esforço extra, mas estamos fazendo algo arriscado, minha principal motivação para ser tão caprichosa é reduzir esses riscos. - Dando de ombros enquanto o desgosto em ter de me explicar era expelido do corpo em forma de um suspiro desapontador. - Mas se o capitão julgar desnecessário estarei bem com isso. - Direcionava o olhar de canto para o marinheiro, deixando-o tomar decidir o veredicto. - De qualquer maneira, vossa pessoa se livrou das asas? Elas provavelmente serão úteis como evidência. - Perguntava retomando a atenção para Osh, a preocupação em meu olhar seria enaltecida pela seriedade em minha voz ao comentar das asas.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptySex 02 Out 2020, 21:03




- Uii. - Pequenos passos rápidos fizeram a tenente se afastar de Kare após o tapa que recebeu da morena, apenas as pontinhas dos dedos havia acertado a polpa da bunda da tenente por cima da calça branca da marinha produzindo um som estalado. Kare já começava a sair, após ter tido quase uma dor de cabeça tentando entender o que diabos havia acontecido para que a nervosinha ficasse daquele jeito. - Não foi esse o problema. - A tenente respondeu as últimas palavras de Kare afastando-se para a sala do capitão.

>><<

Os repórteres não conseguiram deixar de se surpreender com as respostas nada precavidas de Kare. Eles eram capazes de imaginar com antecedência que a jovem a sua frente não possuía pouca auto-estima, mas nem em seus sonhos mais doidos eles teriam imaginado um nível tão elevado como o apresentado pela mulher. Alguns dos paparazzis até mesmo esqueceram-se por alguns segundos de caminhar e respirar para só então mais uma vez renovarem os esforços alvoroçados com as declarações repletas de arrogância de Kare. Bom, obviamente aquelas eram revistas de baixo nível que concentravam-se muito mais em noticiar ''babados'' do que quaisquer utilidades e justamente por isso Kare era uma fonte inesgotável para aqueles abutres.

>><<

- Vocês estão atrasadas… - Mas Kare lindamente o ignorou enquanto anunciava a urgência de irem logo para resolver logo os assuntos pendentes o que no mínimo era o esperado dela após ter se atrasado pouco mais de meia hora. - Mas foi você q… - Kare não deu-lhe tempo para terminar de falar e começou a conduzir a ave pelo píer em direção ao distrito mais pobre. O capitão, que tinha os cabelos presos escondidos em um chapéu a seguiu não muito atrás, também montado em uma ave. Suas roupas eram totalmente pretas de modo que não se parecia em nada com o capitão marinheiro todo de branco e azul.

Como ambos estavam montados o trajeto foi feito rapidamente e logo Kare estava indicando a cabana de caçadores em meio a mata. Um pequeno brilho alaranjado bruxuleante dançava pela janela ao lado da porta.

….

- Seu grande imbecil! - O capitão falava logo após entrar na cabana e ver Ashura deitado na cama, o espadachim estaria completamente nú se não fossem as bandanas, ainda assim suas partes íntimas estava de fora, nada grandiosas e necessitando de poda. - Que merda você acha que ta fazendo? - - Ficando a vontade seu merda, não me enche. - AHNNN? Te encher? Vai por uma roupa. - O capitão tirava o casaco e arremessa em direção ao rosto de Ashura que ergueu as mãos pra se proteger. - Ainda joga coisas como uma marica. - Debochou o espadachim. - Não fui eu que apanhei pra uma mulher. - Devolveu o deboche, embora isso meio que de alguma forma perjuriasse Kare. - AuAuAu, totó da marinha.

Era realmente um encontro tocante entre amigos. O Capitão fechou a porta atrás de si, Ashura embora pegasse o casaco não fazia menção de se cobrir. Eles provavelmente teriam continuado a discussão, mas Kare chamou-lhe a atenção.

- O que o merda veio fazer aqui? - Falou Ashura após a chamada e logo teve a explicação dada por Kare. - AHNNN? Não posso só fechar os olhos não? - Ashura tava com o corpo todo dolorido, havia tido febre durante o dia e era exatamente por isso que estava nú, devido ao calor, e agora Kare queria desacordá-lo novamente… - O quão cruel você é? - Ele perguntava após ouvir a explicação de Kare que se agradava com a ideia. - É difícil acreditar que você não quer com essa explicação. Diga pra ela Iron. - Agora ele tentava  conquistar o benefício do seu amigo. - Vamos desacordar esse idiota. - EEEEE, TRAIDOR.

Vick nesse momento já havia recolhido as asas que estavam em um canto e as colocou em um saco. Restava só fazer os preparativos para a foto.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptySab 03 Out 2020, 15:01



………… Errrrr……Oook….. Creio que nem a pessoa com maior capacitação em etiqueta poderia dizer como portar-se ao encontrar alguém isento de vestimentas, as palavras haviam desaparecido, fiquei boquiaberta com as sobrancelhas tremulando, o baque completamente inesperado deixou-me sem reação. "De repente o mar cadavérico tornou-se uma visão menos desagradável." Definitivamente o dia de hoje era uma tentativa do destino para cegar-me, primeiro o suíno asqueroso, depois as bonecas de Lust sem roupas, agora o cãozinho espadachim com tendências nudistas….

A reação imediata do capitão não ajudava nem um pouco, em realidade apenas deixou-me mais pensativa. - O Sr. Capitão quis cobrir o rosto de Osh… Então ele prefere olhar para o… Sendo assim posso assumir que o Sr. Capitão realmente gosta da fruta… Minhas suspeitas estavam corretas desde o início! - Sem notar havia construído uma linha de raciocínio, com meus pensamentos sendo ditos nitidamente. Ao concluir minha dedução bati com uma mão fechada em cima da palma da outra, acenando afirmativamente com a cabeça de maneira obstinada. "Espere… Não era nisso que minha pessoa deveria focar." Os acontecimentos inusitadas sequenciados faziam com que eu me perdesse nos próprios pensamentos, comigo desviando o olhar para longe.

"Me recordei!" Num estalo mental retomei a consciência para o fato realmente pertinente. - Osh, tem certeza de que vossa esposa não escolheu fugir? Não me aparenta que ela era satisfeita vivendo com o pouco a ser oferecido. - Comentei a respeito da baixa proporção do espadachim, estando um tanto desapontada, afinal vendo a virilidade do espadachim não imaginava algo tão decepcionante a ser visto, ou nesse caso, não visto… "Sinto que ainda estou distante do verdadeiro problema."

Naturalmente uma pessoa tão elevada, tão plena, tão digna, tão majestosa igual a mim jamais iria descer ao nível de duas crianças para interferir em suas picuinha… "Espera! O Sr. Capitão realmente falou isso? Não, não meus ouvidos devem estar me pregando uma peça." Fod@-se. - Ei ei, Sr. Capitão, se está com ciúmes basta dizer, não terei qualquer objeção em deixá-lo no mesmo patamar de seu companheiro. - Simplesmente não pude aturar o comentário do marinheiro. "Como assim Osh ser derrotado por minha pessoa é motivo de humilhação?" Senti-me extremamente ofendida ao ser menosprezada pelo Sr. Capitão, sendo assim iria empunhar a lança com a lâmina sendo rapidamente direcionada ao rosto do marinheiro, enquanto iria inclinar o rosto para cima deixando as sobrancelhas arqueadas, num olhar repleto de desgosto, fazendo toda a doçura em minha voz desaparecer restando apenas a frigidez.

Suspirei expelindo todo o ar pelo nariz, Osh demonstrar relutância com a idéia de ser nocauteado não era algo inimaginável ainda sim ter de convencê-lo era irritante. - Poderia, mas apenas manter os olhos fechados não me parece tão convincente quanto uma expressão com os olhos saltados para fora, além do mais, se vossa foto for capaz de enganar aquela mulher toda e qualquer suspeita dela podem simplesmente deixar de existir. - Com muita falta de vontade tentaria persuadir Osh a colaborar com o próprio desmaio, mencionado a Lust como sendo um motivo extra para que o cãozinho espadachim aceite a idéia mais facilmente. Para a infelicidade do cãozinho espadachim minha pessoa estava preocupada com o sucesso da abordagem, enquanto seu estado de saúde era visto como algo corriqueiro. - Se vossa pessoa tem tanta disposição para brigar, é sinal de que está perfeitamente bem. - Respondendo cinicamente todo o showzinho de Osh lamentando-se. - Caso ainda não esteja convencido devo recordá-lo que não estou lhe perguntando ou pedindo, é somente a oportunidade de você tornar essa situação menos dolorosa. - Eu evitaria usar esse argumento, pois desejo manter uma relação minimamente amigável com Osh, porém eu não teria o menor esforço em esconder o quanto seria prazeroso fazê-lo perder a consciência, erguendo a lança nas mãos, ao mesmo tempo que iria esboçar toda a meiguice de minha pessoa com os olhos fechados junto do sorriso amigável.

Com a colaboração de Osh. - Segure ele Sr. Capitão, bem firme. - Diria ao marinheiro para "prender" seu amigo, e assim evitar possíveis reflexos além movimentos involuntários. Entretanto antes do capitão se afastar de mim, eu iria apoiar minha mão acima de seu ombro querendo chamar sua atenção, então eu iria erguer o polegar da outra mão num gesto de incentivo, na sequência acenaria duas vezes em afirmação com a cabeça, mantendo um sorriso perverso no canto da boca, e os olhos alaranjados reluzindo empolgação, para assim demonstrar meu apoio ao Sr. Capitão para que ele possa aproveitar o momento de manter Osh bem preso em seus braços.

- Agora, poderia fazer com que Osh perca rapidamente sua consciência? - Virando o rosto na direção de Vick, pedindo gentilmente para que ela faça o cãozinho espadachim desmaiar, com a velocidade sendo minha única preocupação.

E com o cãozinho espadachim nocauteado eu iria "maquiá-lo", afinal foi para este momento que trouxe a lança, cortando-o na bochecha de forma ascendente na direção do nariz, mas sem causar um ferimento profundo, depois iria golpeá-lo na outra bochecha utilizando a haste com a extremidade mais distante da lâmina, e como um toque final iria bagunçar os cabelos de Osh usando uma das mãos. - Prontinho Sr. Capitão, certifique-se de manter o foco na face. - Dizendo satisfeita com o resultado ao mesmo tempo que me afastaria a passos curtos do corpo caído de Osh. Caso o capitão julgasse desnecessário a "maquiagem" e me interrompesse durante o processo eu não iria me opor. - A meitou está na residência onde estou me hospedando, não quis trazê-la até aqui para mantê-la longe das bonecas, posso entregá-la assim que retornarmos, ou amanhã de manhã. - Com o maior dos problemas até então sendo resolvido iria informar o paradeiro da katana o marinheiro, e assim poder escutar a opinião do mesmo sobre qual abordagem gostaria de tomar.

Por fim iria apenas aguardar para caso Vick queira medicar os novos ferimentos do cãozinho espadachim, e também na possibilidade do Sr. Capitão desejar colocar seu companheiro novamente no colchão, antes de deixarmos a cabana.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptySeg 05 Out 2020, 08:30




Era provável que Kare hoje houvesse acordado com o pé esquerdo. Este de fato estava sendo um dia curiosamente dedicado a infringir danos nas retinas alaranjadas da bela. A quantidade de atentados visuais só se fazia crescer, mas felizmente havia uma boa noticia… O dia estava chegando ao fim.

A discussão de reencontro dos velhos amigos prosseguia, logo ao lado Kare tinha alguns pensamentos questionáveis expressos em voz alta, Vick que estava um pouco mais atrás dela apenas balançou a cabeça em negação, mas Kare não teria como ver. Tantos ataques psicológicos finalmente haviam desestabilizado Kare.

- AHNN? O que você quer dizer? - Ele inicialmente era incapaz de entender a dúvida de Kare, mas logo seus olhos acompanharam a linha de visão da morena em direção às suas partes baixas. - Vai a MERDA. - Nesse momento ele usou o casaco que o capitão havia jogado para se cobrir. - GARANTO QUE NÃO É NADA DECEPCIONANTE. - Ele ficou desconcertado e Kare, ainda mais que o capitão, ficava a perder tempo embora percebesse que estava a fazer não conseguia evitar.

As três crianças continuavam a brigar, Vick aturava em silêncio mais atrás enquanto via a sua Senhorita igualmente perder a compostura. Afinal as palavras ditas, ao acaso, pelo capitão haviam, ainda que sem intenção, sido-lhe ofensiva. Todavia ela ainda era ela, e por tal motivo, mesmo que irritada manteve uma resposta elevada, e talvez esse fosse o problema. - Do que é que você tá falando? Ciume de que? - Os mundanos não estavam prontos para aquele nível de conversa elevada. Mesmo que o capitão demonstrasse desconhecimento sobre o assunto a lança de Kare ainda se moveu em direção ao pescoço do mesmo, apenas para ser barrada pela mão do capitão segurando no cabo logo abaixo da lâmina. - Essa mulher é doida Iron. - Não precisa dizer o óbvio.

>><<

Ashura…. O que dizer de alguém que em um momento possuía a determinação para ceifar as próprias asas e no outro relutava em receber mais alguns hematomas e arranhões para uma foto? Bem, a adrenalina havia baixado, o corpo esfriado e agora que ele havia tido tempo para pensar foi capaz de perceber o quão precipitado havia sido anteriormente. Sim… Ele é alguém que age primeiro e pensa depois. Ainda assim, os pontos por Kare levantados eram convincentes de mais para que ele pudesse refutá-los. O mais estranho nisso tudo talvez fosse o fato da jovem morena estar fazendo sentido lógico.

Vick nesse momento de reflexão do espadachim se moveu para retirar as bandagens que havia posto para que elas não apareçam, de qualquer modo ela precisava fazer novas posteriormente. Kare pedia para que o capitão segurar seu amigo, mas não sem antes provocá-lo. - HUUUU. - O capitão gemeu em um arrepio. - Por algum motivo isso parece nojento. - Kare apenas sorria e fazia um joinha, seu sorriso era confiante e bonito, revelando apenas seus lábios rosados e seus dentes brancos, seu olhar era brilhante e expectante, mesmo assim…. Para o capitão havia algo nojento ali, mas aqueles que vissem de fora sem dúvida achariam impossível entender.

Prosseguiram e Kare mal havia terminado de falar quando Ashura tombou mole nos braços do capitão. - Pronto Senhorita. - Vick puxava uma seringa do pescoço de Ashura, o capitão olhava para a empregada sem conseguir nesse momento decidir qual das duas era mais assustadora.

[Omitido a seção de Maquiagem]

- Irei pegar agora. - O capitão confiava em Kare, mas mantinha um pé atrás, portanto preferiria já ficar em posse da Katana. Vick por sua vez, após por o desacordado Ashura na cama e trocar os curativos além de medicá-lo entregava para o capitão um saco com as asas.

O capitão não teria seguido junto a elas, mas sim ido por outro caminho. Iria chegar a residência 15 minutos depois de Kare e Vick. A cidade estava provavelmente ainda mais vivida que antes. Agora já sendo aproximadamente nove da noite. As ruas tinham muito mais movimento e provavelmente se manteriam assim até a madrugada. Passaram por alguns ruivos no caminho, mas essa questão era difícil a ser determinada.

>><<

- Senhor Poky? - Ao entrarem foram recebidas por Poky que batia uma continência, mais atrás da doninha, amarrado que nem um cervo havia um homem de chapéu coco gemendo. Ao lado dele, jogada no chão, uma máquina fotográfica e peças íntimas de Kare. Uma calcinha vermelha e outra preta, ambas de renda…. Bem… Kare não as havia usado, eram apenas as roupas que Alvida havia proporcionado. O homem se debatia no chão e olhava para Kare, para Vick e depois com raiva para Poky, este último que parecia radiante com seu excelente desempenho.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptySeg 05 Out 2020, 12:59



Errrr…… "Realmente invadiram a residência" Era óbvio, considerando o sujeito amarrado, nem sequer necessitava de confirmação, porém, confesso que não possuía qualquer crença nessa possibilidade. Permaneci alguns segundos estática fitando tanto a doninha quanto invasor tentando imaginar qual das situações era a mais surpreendente, se era de fato a residência ter sido atacada ou o Poky ter conseguido conter o criminoso.

Passando o momento de surpresa, iria me agachar na frente da bolota felpuda para fazer carícias no topo de sua cabeça. - Bom trabalho Poky, não esperava menos de vossa pessoa. - Isso não é bem verdade, mas eu faria Poky acreditar no contrário, dizendo alegremente com a voz carregada de apreço pelo gesto da valente doninha. - Agora pode descansar, eu irei pessoalmente lidar com o empecilho. - Dispensava Poky de seu trabalho como segurança, afinal ele havia feito muito mais do que minha pessoa poderia imaginar.

Ficando de pé com o braços cruzados, encarava o sujeito amarrado somente me dando o trabalho de descer os olhos em sua direção. - Ara ara… Quanto azar. - Sorria sarcasticamente deixando a voz maliciosa soar provocativa. - Se você simplesmente pedisse, provavelmente teria mais chances de conseguir o que deseja. - Após o comentário piedoso com generosas pitadas de provocação minha pessoa com os dedos de ambas as mãos em formato de pinça iria puxar as alças da calcinha por dentro do short abaixando-a, para na sequência eu puxar uma alça e poder passá-la por uma das pernas, fazendo o mesmo com a outra, assim iria remover a calcinha sem precisar retirar o short, por fim iria girar a peça íntima na ponta do dedo indicador deixando-o cair bem próximo ao invasor, motivada apenas pela vontade de brincar um pouco com o mesmo.

Em seguida iria inclinar-me sutilmente para frente, mantendo o olhar praticamente preso ao sujeito amarrado. - Mas como posso ter certeza de que vossa pessoa desejava apenas por um pedaço de tecido? - Apesar da pergunta minha pessoa não teria qualquer interesse em receber uma resposta, pois seria um comentário cínico, com o único interesse de atormentá-lo. - Vossa pessoa invadiu a residência de uma caçadora, a câmera e as peças de roupa furtadas podem ser apenas um pretexto para encobrir o que você realmente veio buscar. - Continuava a calmamente elaborar uma dedução fantasiosa, sem esconder o sorriso sádico adornando o rosto. - Felizmente minha pessoa tem autorização de usar de diversos meios para descobrir a verdade, afinal você agora é suspeito de estar colaborando com algum criminoso altamente perigoso. - Neste momento eu com toda a serenidade do universo iria exibir a lâmina da lança bem próxima de seu rosto, o olhar lascivos junto da voz cruelmente doce demonstraria o quanto minha pessoa adorava tal hipótese.

Convenhamos, eu não acredito que o invasor possa estar envolvido com uma grande organização criminosa, e até mesmo posso compreender sua motivação, afinal é perfeitamente compreensível que os mundanos fiquem tão obcecados a ponto de cobiçaram por qualquer grama de algo relacionado ao meu grandioso ser. Mas lidar com esses fãs alucinado é extremamente inconveniente, portanto pretendo repreendê-lo para que não me aborreça novamente.

Tendo crença de que minha calma e gentil conversa teria abalado a frágil mente de meu fã eu daria a ele a oportunidade de se salvar. - Pois bem, se você for capaz de cumprir um simples teste eu terei a benevolência de poupá-lo. - Permitindo que a leveza fosse predominante em minha voz, apesar dele provavelmente estar deveras atormentado a ponto de não acalmar-se, então iria prosseguir explicando as regras do teste. - Quando aquela porta se abrir você irá utilizar de todas as suas forças para correr, se for mais rápido do que minha pessoa e puder fugir será aprovado no teste. - Ao terminar minha frase iria fechar os olhos permitindo-me a sorrir de maneira muitíssimo amável.

Para ser o mais justa possível eu iria cortar as cordas que prendem as pernas do invasor, e sem conceder a oportunidade de objeção ou tempo para decidir eu minha pessoa desfilaria até a porta abrindo-a. Se o tal invasor de fato tentasse fugir eu daria a ele alguns segundos de vantagem permitindo-me de se afastar por alguns metros, em seguida eu iria disparar numa veloz corrida atrás do invasor fujão, fazendo questão de ultrapassá-lo alguns passos ficando próxima a lateral de seu corpo e na sequência eu iria simular um corte horizontal contra ele. - Aparentemente vossa pessoa falhou. - Comentando num ar maléfico a poucos instantes de ceifá-lo, por fim, não faria absolutamente nada, apenas iria deixá-lo corre, com a expectativa de que ele não tornará a me aborrecer, comigo retornando belamente para a residência, tendo de prender a vontade de rir. Se no trajeto o invasor tentasse recuperar a câmera eu não o impediria, porém se ele tentasse fazer o mesmo com as peças de roupa minha pessoa iria puni-lo golpeando com a haste em seu punho.

Entretanto se o invasor não fosse capaz de me entreter participando do teste cujo a única finalidade é minha pessoa se divertir com o tormento dele. - Leve o lixo para fora. - Dizendo bem desanimada para Vick, deixando-a fazer o que bem entender com o sujeito totalmente sem graça.

Enfim… Com o fotógrafo invasor devidamente expulso minha pessoa iria se dirigir até o quarto a fim de descansar toda a extensão universal de minha beleza, somente para ter o desgosto de encontrar a meitou. "Tsc… Ainda preciso me desfazer desta katana." Desiludida apanharia a espada e assim iria aguardar pela chegada do Sr. Capitão, para tratarmos do assunto super, mega, hyper, ultra tediosamente burocrático.

Quando o capitão finalmente viesse ao meu encontro na residência eu prontamente iria lhe entregar a meitou, sem fazer questão de ser cuidadosa. - Entre. - Numa fala seca daria as costas convidando o marinheiro, apenas para evitar de algum mundano nos ver conversando na porta da frente. - O Osh veio a falecer em combate longe do centro da cidade, e não tive o menor interesse de levá-lo até o navio da marinha. - Iniciando a conversa como se estivesse prestando um depoimento, sem maiores explicações inicialmente. - Diga isso para seus superiores caso perguntem. - Então teria "explicado" de que minha pessoa estava combinando uma história. - Ou eu o capturei mas Osh se recusou a cooperar com o interrogatório, então eu o ameacei do precipício com o membros amarrados lhe dando a última chance de falar, e, ele irá permanecer eternamente calado. - Seriam essas as histórias que consegui pensar para justificar entregar apenas uma foto junto das asas e da katana, permitindo que o capitão escolha qual versão prefere usar, comigo aceitando ouvir sugestões caso ele possua alguma. - Porém se alguns repórteres lhe fizerem perguntas apenas foque no quanto o fato de eu ter detido Osh é proveitoso para a ilha. - Daria uma piscadela ao capitão, dizendo num ar mais travesso e contente, afinal diante a mídia minha pessoa deseja ser adotada, sendo assim alguns detalhes sórdidos podem ser ocultados correto?

Como não pretendo dormir com o Sr. Capitão imagino que ele deixará a residência assim que combinarmos o depoimento, em seguida me restaria desfrutar do banho, jantar, e finalmente adormecer, nessa noite em questão eu seria mais carinhosa com Poky evitando implicâncias afinal ele agiu bem, mas não quer dizer que irei tolerar provocações e exageros desta bolota de pelos.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 8 EmptySeg 05 Out 2020, 13:57




Poky parecia que explodiria de orgulho próprio enquanto Kare o acariciava. Sim, ele tinha certeza que havia sido magnífico e nenhuma palavra de terceiro lhe privaria de tal sentimento gratificante. - Pokyun. - Ele se despediu saindo correndo em direção ao repórter amarrado que conforme via a doninha se aproximando começava a gemer mais desesperadamente, mas Poky apenas saltou pisando-lhe na cabeça e seguiu em direção ao quarto. - HUNNHUNNHUnnHUNnHunnn. - O homem tentava falar algo, mas Poky o havia amordaçado…. Sim… Eu sei….

Felizmente, ao menos na esperança dele, a dono daquela doninha infernal havia chego e dispensado o seu porteiro do inferno, mas para o pobre homem os problemas dele estavam apenas começando. O gemido de alívio logo foi substituído por olhos expectantes conforme a morena começou com seus joguinhos. Vendo Kare a sua frente a "despir-se" ele se calou, apenas olhando-a na expectativa. A jovem abusava da sua flexibilidade para remover a calcinha mesmo vestida em um shorts curto. Retirando uma alça depois da outra para puxar a peça. A calcinha branca ficou a girar em seu dedo. A renda minúscula atraiu a atenção do paparazzi que não conseguia desgrudar os olhos enquanto sorria por trás da mordaça e acenava com a cabeça como se dizendo: Me dá, me dá. E como Kare estava caridosa a peça foi arremessada deslizando pelo chão de madeira polida até próximo do homem.

Todavia a boa sorte do sujeito havia terminado ali. Ele começou a tentar morder a mordaça enquanto produzia outros gemidos, era uma tentativa de pedir para ser liberado e poder explicar, porém para diversão de Kare e seu azar a jovem não pretendia fazê-lo. Conforme Kare continuava ele logo percebia o quão doce a doninha era, tentou, ainda que amarrado, afastar-se como uma minhoca pelo chão, mas o mesmo era liso e Poky lhe havia roubado os sapatos de modo que suas meias ficavam escorregando e ele não conseguiu muito progresso. Soava e tinha os olhos arregalados enquanto olhava para Kare como se ela agora fosse um demônio. De repente aquela primeira música composta pela jovem lhe vinha em mente e não pode deixar de temer.

A lança foi apontada para o rosto do sujeito, pairando bem próxima ao seu nariz tornando seus olhos vesgos. O suor frio escorria por sua testa e seus dois olhos se prendiam na ponta oscilante gélida da arma a sua frente.

Para o apavorado sujeito a mão da oportunidade era estendida, ele sequer pensava sobre o assunto e acenava profusamente com a cabeça de forma até um pouco desesperada. - Irei acender a fornalha. - … Porque Vick havia dito aquilo? Não se sabe, mas o sujeito começou a acenar com ainda mais afinco conforme Vick se afastava. Bom, Vick obviamente iria acender a fornalha que aquece a água da casa para poder preparar o banho de Kare, mas o sujeito não sabia disso.

A condição de sua fuga parecia "normal", sim… se fosse para correr ele acreditava ter uma chance, afinal paparazzis precisam ser rápidos e hábeis na arte da fuga. Claro… ele havia sido capturado por uma doninha, mas agora ele tinha certeza que aquela não era uma doninha qualquer e não cometeria mais esse erro. Ele estava confiante de que poderia escapar. Sua mente agora havia se focado apenas nisso. Meio sem jeito ele se ergueu, suas mãos amarradas nas costas seriam um problema, mas não havia como Kare soltar suas mãos. Afastou as pernas e se inclinou à frente… Correu como se sua vida dependesse disso, o que de fato ele acreditava depender. Estava a dez metros da casa quando viu a figura de Kare materializar-se a sua frente, um sorriso diabólico e olhos que brilhavam com as chamas do inferno…. Foi demais para ele que mesmo antes de ser atingido pela lança desmaiou tomando a frente e rolando pelo chão até atingir um chafariz próximo e lá ficar.

>><<

No chão, logo após passar pela porta Kare encontraria jogada no chão junto a corda cortada as três calcinhas e a câmera fotográfica do sujeito. Passou por essas, deixando-os onde estava… Afinal em que mundo Kare recolheria algo do chão da casa? Tendo pego a Katana no quarto Kare se viu obrigada a retornar para a sala, ao passar pelo banheiro ouviu o som da água enchendo a banheira.

As batidas na porta não tardaram, o capitão se fez visto do outro lado da porta e foi convidado por Kare para entrar. - O que era aquele suje… Quer saber, deixa. - Ele via nesse momento as três calcinhas no chão ao lado da câmera e desviava o olhar. Vick aparecia no mesmo instante no corredor a frente e dirigia seu olhar das peças íntimas para o capitão apenas para ficar indignada por ter "falhado".

Kare andando para a sala de estar foi seguida pelo capitão enquanto ela dizia o que era pra ser seu depoimento. Vick recolhia as roupas e câmera. O capitão enquanto ouvia tinha a súbita vontade de pedir o que ele ganharia ao fazer Kare parecer uma boa caçadora para os repórteres, mas lembrou-se do seu amigo ainda vivo e resolveu deixar para lá… Embora não fosse fácil.


>><<

Cerca de 2hs depois, já alimentada e de banho tomado, Kare deitava-se com Poky. O capitão a muito havia partido sem ser convidado para o jantar.

A primeira parte da Saga em Tuntz Tuntz estava chegando ao fim. Uma sensação de tranquilidade momentânea se instalava, a calmaria antes de uma próxima tempestade. Aquela noite Poky dormiu muito bem, embora Kare pudesse lamentar o tamanho diminuto da doninha que deixava muito espaço na cama.

>>Durante o café<<

Uma batida soou na porta de entrada, Vick deixou a mesa com Poky correndo atrás da mesma enquanto Kare permanecia tranquilamente a mesa. - Pode entrar Senhorita Marian. - A voz de Vick chegou baixa até a cozinha. - Olá Vick, eu só vim… Oiii Poky, você ta lindo. - O que quer que a tenente fosse dizer esqueceu ao se abaixar para agarrar Poky próxima a porta de entrada. Do balcão americano na cozinha Kare conseguia enxergar a porta de entrada e a tenente, a qual não se vestia de marinheira nesse momento, mas sim com uma jaquetinha e um saia curta, além de botas pesadas de cano médio.



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Notando que as peças de roupas jogadas no chão atraíram a atenção do Sr. Capitão, de imediato minhas sobrancelhas ergueram-se comigo percebendo EXATAMENTE o que se passou na mente do marinheiro, e obviamente minha pessoa iria prontamente aconselhá-lo. - Eu posso lhe levar para comprar algumas se quiser, te ajudei tá a escolher alguns modelos bem sensuais, garanto que vosso companheiro irá apreciar. - Estava tão claro quanto o dia que o desejava algo ousado para celebrar sua reconciliação com Osh, em conjunto das palavras incentivadoras eu daria dois tapinhas no ombro do Sr. Capitão demonstrando meu total apoio na relação proibida de marinheiro e pirata.

>><<

O amanhecer agradável era deveras apreciado por minha pessoa, que alongava-se preguiçosamente no colchão, esticando os braços assim como a pernas, dobrando todos os dedos, sentindo a tensão prazerosa percorrer a totalidade do corpo, para logo em seguida relaxar os músculos deleitando-me na sensação de alívio, enquanto alguns gemidinhos abafados eram doados até minha pessoa vagarosamente abrir os olhos de coloração laranja, com o leve sorriso desenhado nos lábios expondo que estava bem humorada ao despertar após a noite anterior. - Bom dia Poky. - Cumprimentei amigavelmente a bolota de pelos, repousando-o acima de meu abdômen aproveitando para esfregar atrás de suas orelhas com as pontas da unhas num gesto carinhoso, me dando ao luxo de permanecer deitada no colchão relaxando isenta de preocupações.

Como os problemas ínfimos haviam sido solucionados minha pessoa podia dedicar toda sua atenção para o objetivo primordial em Tuntz Tuntz, claramente me refiro a fazer todo o público enxergar o quanto as habilidades artísticas do Sr. Santo são medíocres quando comparadas as minhas dádivas. Entretanto, eu não posso apresentar-me aos fãs estando mal vestida, correto? Sendo assim eu prontamente iria desfazer-me das roupas que haviam sido rasgadas desde o primeiro encontro com Osh, eu deixaria Vick decidir qual seria o destino das roupas. Porém é bem provável que a eficiente Vick já tenha lidado com aqueles trapos, então caso eu não as encontre iria questioná-la apenas para confirmar minha suposição. - Vick, por acaso você apanhou as roupas rasgadas? De qualquer maneira não pretendo traja-las novamente. - Caso Vick às tenha pego, ou as vestimentas tenham sumido, não me interessa.

O motivo de minha pessoa ter demorado tanto tempo para se livrar de farrapos? Simplesmente não recordava de sua existência, ou quando lembrava não queria me dar o trabalho até o presente momento.

Em seguida iria escolher um conjunto de roupas casuais no closet do quarto para passar o dia, antes de deslocar-me até a cozinha e assim realizar o desjejum.

Quando as batidas na porta ecoaram minha atenção era desviada para sua direção. "Quem poderá ser tão cedo…" Como não estava esperando visitas hora apenas desejei que não fosse trazendo mais aborrecimentos a ponto de arruinar meu bom humor. Felizmente era a Nervosinha, assim que a vi arqueei uma sobrancelha ao mesmo tempo um discreto sorriso animador formou-se no canto dos lábios, como ela não está uniforme assume que veio aproveitar sua folga.

Mas… "Primeiro a rejeição, e ainda tem a audácia de ignorar-me." Afiei o olhar cerrando discretamente os dentes de raiva em meio ao desgosto da tenente esquecer de minha existência. "E aquela bolota de pelos maltrapilha, não perde a oportunidade de roubar MEUS holofotes." Claro, a Nervosinha possuía um cúmplice em sua ardilosa atitude.

Mastigando lentamente permaneci com meu olhar frígido em direção a dupla detestável, imaginando algumas maneiras não muito gentis, por assim dizer, de fazê-los nunca mais me ignorarem, apreciando o deleitoso sabor da vingança em meu paladar. Mas quando a Nervosinha olhasse em minha direção, meu semblante seria bastante gentil, numa súbita mudança quase mágica, os olhos carinhosamente observando-a em conjunto de um adorável sorriso, enquanto ergo a palma da palma na direção da tenente como forma de cumprimentá-la. "Aproveitem seus últimos momentos enquanto ainda podem…" Por trás do semblante amável meu interior fervilhava de raiva.

Para a sorte da Nervosinha meu humor não era facilmente destruída, e, essa personalidade sincera e ao mesmo tempo ingênua, era minimamente adorável, a ponto de minha pessoa permiti-la dizer motivo da visita. - Me faz companhia no café da manhã? - Convidando-a educadamente, não somente pela cortesia, mas também porque a companhia da Nervosinha não é totalmente insuportável, além do mais, a idéia de dividirmos novamente a cama é deveras atrativa.

Como o próprio apelido da tenente já diz se ela estiver com os nervos à flor da pele não seria nem um pouco surpreendente, numa tentativa de tornar o clima mais leve eu me colocaria de pé, caminhando até a outra cadeira. - Permita-me ajudá-la mademoiselle. - Diria de maneira galanteadora, com um notável entonação calorosa na voz, puxaria a cadeira e logo em seguida ofereceria minha mão direita mantendo a palma voltada para cima, se a Nervosinha aceitasse meu gesto de cortesia iria sentir a firmeza cuidadosa no aperto de meus dedos. Então iria empurrar a cadeira novamente até a mesa após a tenente estar devidamente sentada, tirando proveito de nossas posições para eu poder me inclinar enquanto empurro a cadeira, deixando nossos rostos um ao lado do outro. Após minha inocente brincadeira (dessa vez foi inocente mesmo), eu daria a volta na mesa para sentar-me novamente, sem pressioná-la para falar do motivo que a trouxe até mim.


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