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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptyQui Jul 16, 2020 12:34 pm

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptyQui Ago 27, 2020 8:10 pm



Ergui o olhar para cima levando a ponta do dedo indicador ao lado dos lábios ficando um tanto pensativa a respeito da residência sugerida por Alv. - A residência próxima ao lago não era desagradável, mas receio que seja mais apropriado uma instalação mais próxima do centro. - Não fazia tanta questão de escolher um local para passar minha estadia, apenas acredito ser mais conveniente um local próximo ao ateliê, pois assim não precisaria perder tempo com o constante deslocamento.

>><<

- Uin! - Meus olhos saltaram e um gemidinho agudo escapou de minha boca ao sentir o volume rígido em minhas costas, por reflexo acabei apertando com força as rédeas dando pulinho deixando o quadril arrebitado, sendo pega completamente desprevenida tive de me contorcer um pouco, esfregando a região do glúteo contra objeto endurecido a fim de ficar bem encaixadinha e encontrar uma posição confortável com aquilo me pressionando. - Vamos. - Dizendo de maneira deveras calorosa com minhas bochechas ficando mais rosadas devido a temperatura ter aparentado subir de repente.


O trajeto não era diferente do que eu já imaginava, mundanos vulgares dirigindo-me palavras chulas e se portando como selvagens, o pior é que não posso culpá-los, afinal eles estão diante daquela que possui a maior beleza entre todas as divindades, então é natural que os frágeis corações sejam imediatamente arrebatados, mas a única coisa que eles teriam recebido é meu total descaso enquanto mantive o percurso.

- É o que realmente espero. - Respondendo o comentário sobre não imaginarem que minha pessoa se prestaria a ir até um local tão medíocre. Por alguns instantes meu semblante tornou-se sério com o olhar distante, estava preocupada, mas não com as bonecas ou com Osh. - Minha pessoa gostaria de evitar a imprensa. - Naturalmente o que mais me deixava aflita era a possibilidade de algum jornalistas me reconhecer nesta parte da cidade, ou então se fizesse uma matéria sobre o eventual combate contra Osh, isso poderia prejudicar meu plano.

Tendo encontrado o local que parecia atender minhas exigências desci do jog, tentando acordar Poky em meu ombro,lhe tocando na bochecha com a ponta do dedo. - O sono de beleza acabou bolotinha felpuda. - Implicava um pouquinho sendo levemente indelicada para que a doninha desperte com maior rapidez, então o deixaria nas costas do jog. - Será útil, esses dois não devem ter problemas se ficarem atrás da colina. - Respondia Vick julgando ser uma boa idéia tê-la atacando as possíveis bonecas inconvenientes, além de claro manter nosso meio de locomoção a salvo num local de acesso relativamente fácil. - Irei resolver rapidamente este problema, receio que se minha pessoa ficar aqui por mais meia hora o odor dos peixes irá impregnar-se até nos ossos. - Reclamei muitíssimo descontente, revirando os olhos junto do pescoço em sinal de completo repúdio, definitivamente me preocupando com o mais importante, manter minha imagem íntegra.

>><<

- Você se atrasou, não tem vergonha em deixar uma donzela aguardando nesse local pútrido? - Esbravejei contra Osh, ficando com o olhar semi-cerrado e as sobrancelhas arqueadas demonstrando minha insatisfação, mesmo que o planejamento estivesse ocorrido bem, ainda tive de esperar 20 eternidades até Osh vir até mim, o que é MUITO inconveniente.

- Tudo bem, eu deixo você beijar meus pés enquanto implora por perdão e diz estar profundamente arrependido de se comportar como um cão rebelde. - Ergui o queixo ficando com um ar esnobe enquanto meu olhos caíam na direção do espadachim estando a desprezá-lo, comigo dando a entender que as novas ordens de Osh eram para se desculpar. - Tudo bem, eu permito você lamber se quiser, mas terá de ser na sola dos sapatos, e claro que depois eu precisarei jogá-los no lixo. - Diria se caso Osh demonstrasse algum descontentamento, assumindo que ele estava sendo muito ganancioso querendo mais do que a honra de beijar meus pés, demonstrando o quanto sou extremamente benevolente. É óbvio que a ordem não seria, minha pessoa apenas deseja provocar o Osh ao menos um pouco.

Sem muita pressa iria empunhar a lança em ambas as mãos, com a direita próxima da lâmina e a esquerda recuada. - Por acaso fugiste do canil? - Questionando-o de forma maliciosa devido ao fato dele estar sozinho, sem a(s) presença(s) de sua mestra. - Como você me deixou ansiosa irei tomar o primeiro passo. - Esboçando um sorriso convencido no canto da boca, diria como se estivesse o avisando amigavelmente, então iria avançar contra o espadachim, quando estivesse relativamente próxima realizaria uma estocada com ambas as mãos, mirando no peitoral de Osh, soltando a mão esquerda da haste para permitir que a lança escorregue pela palma direita, firmando novamente o aperto no centro do cabo, para logo em seguida puxar o braço em diagonal para baixo mirando um corte próximo a coxa esquerda do espadachim. - Vossa pessoa ainda não aprendeu esta coreografia tão simplista, talvez eu precise ser mais rigorosa. - Não resistiria ao comentário irritante se caso o ataque for efetivo.

Após o corte iria girar o corpo em torno do calcanhar 90° para a direita, e dar um passo longo para trás com o pé esquerdo querendo me afastar de um possível contra ataque, mas se minha pessoa for alvo de um golpe lateral iria deixar o peso do corpo cair para trás, me inclinando enquanto dobro os joelhos, lembrando de segurar a lança com ambas as mãos com a haste na altura da cintura, deixando o cabo na horizontal atrás da costas. Quando o corte passasse em frente meu corpo, eu iria soltar um dos pés erguendo a perna a fim de realizar uma pirueta e poder recuperar rapidamente o equilíbrio ficando de pé.

- Tanta potência, nenhuma precisão, vossa pessoa realmente não progrediu nem um pouco após a última lição. - Fecharia os olhos acenando em negação com a cabeça, aparentando estar profundamente desapontada com o Osh, se caso o mesmo não me acertasse. Como ele pareceu estar um tanto sério e carrancudo, não ficarei se o mesmo viesse a me atacar enquanto fico profundamente preocupada com seu desempenho, nesse caso eu iria belamente afastar-me de Osh a passos longos em diagonal, deixando-o me perseguir como em nosso primeiro encontro, porém minha fuga seria em direção a colina atrás de mim, para que eu pudesse subir alguns metros deixando Osh no "pé" do morro. E se assim ocorrer minha pessoa aproximar-se-ia do espadachim, para realizar um corte em diagonal ascendente, mas antes de acertar o Osh eu iria puxar a lança alguns centímetros para trás, acreditando que ele tentará um bloqueio, dessa maneira evitaria o impedimento de meu ataque, e com a lâmina erguida, eu iria posicionar minhas mãos para estocar o ombro de Osh, usando ambos os braços para que o ataque ocorra em alta velocidade, entretanto se Osh ainda fosse rápido o suficiente para bloquear após a finta minha pessoa iria girar parcialmente a lâmina enquanto inclino a lança, querendo fazer meu ataque deslizar pela katana e perfurar o espadachim. Tendo o acertado ou não iria recuar rapidamente alguns passos em diagonal para tomar distância de Osh.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptySex Ago 28, 2020 7:48 am




A pressão em seu quadril era… bem.. Agradável e ao mesmo tempo tentadora para uma mulher luxuriosa como ela. Teria Vick até hoje escondido um segredinho desses? Ou era outra coisa? Seu rebolado a permitiu ajustar-se de maneira mais cômoda para que a ''alegria'' de Vick em vê-la não a machucasse.

>><<

- Os jornalistas da ilha parecem se importar mais com as celebridades Senhorita, não os imagino vindo aqui… Embora possam ter-nos visto durante o trajeto. Mas a Senhorita não precisa se preocupar com problemas tão pequenos. - A resposta de Vick deixava claro que ela lidaria com qualquer um destes pequenos inconvenientes que pudessem surgir para Kare.

Passavam pela ponte de pedra uns dez minutos depois, ali Kare parava por um momento. Poky, belo adormecido, repousava em seu ombro admirável era sua capacidade de pleno equilíbrio, pois mesmo com toda a agitação e todos os afazeres havia se mantido ali. Po.. Ky? - Seu narizinho balançou de um lado para o outro conforme era agradado por Kare para o seu despertar, ergueu sua cabecinha olhando os arredores um pouco confuso sem conseguir entender como havia parado ali. Logo começou a esfregar sua cabeça contra o dedo de Kare e por fim espreguiçou-se como um gato no ombro da jovem antes de atender o pedido que lhe era feito, mas assim que posto sobre as costas da ave ele começou a circular e aninhou-se novamente enrolado em torno de si mesmo.

Vick por outro lado não debatia com Kare, manteve as mãos prostradas a frente do corpo - uma sobre a outra - e inclinou ligeiramente o tronco. - Lhe prepararei um belo banho depois Senhorita. - Seu ''trabalho'' afinal era livrar a bela jovem que lhe havia dado novo significado a vida de todas as pequenas preocupações que pudessem preocupar sua vida. Ao endireitar as costas Vick arrumou o óculos que havia caído a ponta no nariz. - Se a Senhorita prometer se comportar lavarei as suas costas e cabelos. - Propunha antes de se despedirem.

Vick teria guiado o Jog e Poky para trás do moinho e escondido-os lá, enquanto ela mesma adentrou a construção pela porta da frente para poder interceptar os convidados indesejados.

>><<


- Não me recordo de a ter convidado. - Estavam ambos na parte plana. Kare mais próxima ao farol desativado enquanto Ashura próximo a ''borda'' do chato, pois um passo atrás o declive suave começava. Sua fala era tranquila e não havia respondido como deboche, apenas dizia o que sentia. - Poderia ter esperado confortavelmente em qualquer outro lugar que eu iria ao seu encontro. - As palavras eram de alguma forma desinteressadas, percebendo-se que não lhe era nenhum prazer ter de persegui-la. - Mas que bom que veio, isso me poupa a caminhada.

A declaração seguinte de Kare não tirava reação de Ashura, este assim como um lago plácido se manteve imperturbável diante da proposta de ''rendição'' que Kare lhe ofertava. - Já terminou de brincar? - Perguntou após alguns segundos a encarando imperturbável. Ele realmente não era alguém divertido.

Espelhando o movimento da morena ele puxava a espada da cintura, com a bainha junto, a mão esquerda agarrou a mesma próxima ao punho enquanto a direita puxou a espada de dentro, seus pés deslizaram no gramado afastando-se, mas ele não teve a argúcia de entender o trocadilho que Kare lhe fazia sobre o canil. Porém a seguir. - Então é isso que dizem sobre primeiro as damas? - Seus olhos se afiaram na direção dela.

Os pés de Kare firmaram-se no terra com um impulso súbito saltou a frente em direção a Osho, a lança em riste avançava mortalmente em direção ao tronco de seu oponente, este que ainda mantinha o olhar arguto e calmo focado em Kare.

A lança projetou-se a frente e subitamente alterou seu movimento descendo em direção a coxa de Ashura. O bloqueio dele passou alto errando o movimento fluido que sucedeu-se e a lâmina de Kare atingia-lhe a perna, um sorriso instantâneo de tripudio brotou nos belos lábios rosados da morena que começava a caçoar da incapacidade de seu adversário em acompanhar-lhe naquela dança, mas antes deu terminar de falar a mesma bainha que havia ''errado'' o bloqueio avançava agora em uma estocada contra o centro do peito da jovem que girava seu corpo em um passo de dança hábil. O golpe de ar causado pela estocada chocou-se contra as paredes do antigo farol fazendo um pouco de pó de argamassa cair. - Parece que é realmente possível ensinar truques novos a um cachorro velho. - Brincou com a piada anterior de Kare, ainda que ele próprio não a houvesse entendido. Sua perna estava incólume, apenas a calça rasgada, mas não havia sangue, por baixo era possível perceber a pele enegrecida, e apenas um pequeno arranhão surgia conforme a pele voltava a coloração natural.

Kare por sua vez também tinha uma resposta pronta na ponta da língua para ele, uma resposta verídica que descrevia-o perfeitamente. Ashura era um canhão poderoso, porém desajustado. Nesse momento a bainha era recolhida e ele avançava com um corte diagonal de sua Katana, mirava o pescoço de Kare, mas este movimento era também facilmente evitado. Kare flexionou-se para trás, seu corpo suavemente se dobrou sobre si mesmo enquanto a espada de Osho varria o ar onde antes estava seu belo e lindo pescocinho. - E você continua com muitas firulas, mas sem qualquer potência.

Realmente o guerreiro parecia um pouco ranzinza naquele dia e nada divertido, tal percepção dos fatos fez Kare mover-se a se afastar do espadachim, recuando após sua pirueta e movendo-se ao entorno do farol abandonado. Osho não correu imediatamente, o senso de urgência não mais fazia parte daquela luta. Afinal… Kare havia ido até ele então não mais se encontrou em uma caçada para evitar que ela fugisse, por outro lado as atitudes dela indicavam que estava confiante e para alguém que não a conhecia isso era preocupante, por outro lado se o seu conhecimento sobre ela fosse maior ele perceberia que esta confiança nada mais era que a condição básica de Kare, todavia este não era o caso e ao vê-la lhe indo caçar não pode deixar de pensar que a mesma de alguma forma havia preparado algum plano naquelas colinas e por isso avançava com prudência mesmo enquanto Kare se afastava. Seus olhos procuram em todas as direções e um pouco de confusão começava a se instaurar ao não perceber nada de diferente ali.


Kare subia a colina seguinte parando a alguns metros no aclive, Ashura por sua vez permaneceu ainda próximo ao Farol antes de começar a subir atrás da jovem. - Acho que você esqueceu. - Comentou casualmente, uma nuvem negra subindo pela lâmina de sua Katana que era virada para trás e pra baixo, a bainha se apoio na base da empunhadura e ela percebeu os músculos tonificados dele se inchando o que indicava que pretendia disparar algo daquela distância.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptyTer Set 08, 2020 10:14 pm



- Esqueci? Vossa pessoa quem não deve se recordar do quão ineficiente é me atacar de a distância, eu teria tempo de ferver água para preparar uma chá, tomar um gole e ainda restaria tempo suficiente de evitar seu ataque sem qualquer dificuldade. - Respondendo Osh com bastante desapontamento por ele se recusar a dançar bem próximo de minha pessoa tão atraente. E para ilustrar minhas palavras enquanto Osh se preparava para atacar, eu correria colina acima a fim de distanciar-me ainda mais e por fim saltaria em diagonal para o lado ou então faria um salto mortal para trás deixando o golpe passar por baixo de mim, deixando o cabo na horizontal por não querer que o mesmo seja fatiado novamente. - Percebe agora? - Diria logo após evitar o golpe de Osh, se de fato a evasiva fosse bem sucedida, com minhas sobrancelhas caídas num semblante descontente trazendo um ar melancólico para minha reclamação.

E estando ainda mais distante de Osh eu iria flexionar parcialmente os joelhos com o corpo inclinado em sua direção, mantendo a lança empunhada no centro da haste com a mão direita. - Como hoje não parece querer divertir comigo irei lhe dar a oportunidade de acabar rapidamente com o combate avançando em uma linha reta contra vossa pessoa. - Fechando os olhos num ar adorável junto de um sorriso meigo estampando na face comentei como se estivesse transmitindo instruções ao espadachim alado. Então iniciaria uma investida a toda velocidade descendo a colina de encontro a Osh, fitando-o gentilmente com os olhos entreabertos junto de um sorriso excessivamente confiante presente nos lábios. Esperaria ser novamente ser alvejada por um dos ataques a longa distância do espadachim, e honrando com minha palavra não desviaria do trajeto, aguardando até que o espadachim realizasse seu movimento de ataque, e somente após isso eu saltaria, aproveitando o embalo adquirido ao descer correndo pela colina, para assim poder evitar o ataque com o pulo, e também ficaria atenta a trajetória no caso de um golpe mais vertical saltaria em diagonal evitando-o lateralmente. No ata eu iria mirar uma estocada no ombro do espadachim, porém já imaginando que o mesmo iria conseguir reagir a tempo para bloquear, seja com a bainha ou a própria espada, antes de acertá-lo minha pessoa iria abaixar a lâmina da lança, convertendo a estocada em um corte diagonal descendente, querendo cortá-lo do peitoral até a cintura. - O cãozinho precisa aprender mais truques, mesmo comigo lhe avisando as ações ainda não pode evitar. - Diria maliciosamente junto de uma risadinha debochada caso acertasse o espadachim. E por fim assim que meus pés tocassem o solo iria me impulsionar num pequeno salto para trás a fim de rapidamente me afastar e recolher a lança. Porém, se o espadachim usasse aquela técnica chamada Soru para ganhar distância enquanto ainda estou no ar, iria graciosamente acompanhá-lo posicionando as pernas e pés como se quisesse pular no ar e então o seguiria com o Geppou, a fim de estocá-lo esticando o braço para frente assim que Osh estivesse novamente em meu alcance.

E como Osh conseguiu se tornar aumentar o nível de sua chatisse como parceiro de dança me vejo obrigada a mudar um pouco o ambiente do espetáculo, para torná-lo profundamente mais agradável e estimulante, ao menos para mim é claro. Então iniciando outra investida acelerada com intenção de golpear Osh, começaria a tecer minhas teias ardilosas. - Se continuar com tamanha mediocridade jamais será capaz de salvar vossa esposa do controle daquele da mulher… - Comentando como se não quisesse nada, apenas jogando palavras ao vento, porém meu perversos afiar-se-ia como uma lâmina em direção a Osh, reluzindo a brilhante satisfação em minhas orbes cor de âmbar, assim como em meus lábios seriam curvados de maneira belíssima em um dos sorrisos mais sádicos que minha pessoa pode expressar. Confesso que gostaria de guardar tal artifício para um momento mais oportuno, talvez próximo do clímax, contudo, há uma razão muito pertinente para me fazer querer resolver tal problema com maior rapidez. "Sinto muito Osh, mas minhas costas e cabelos estão em jogo aqui." A proposta de Vick era realmente agradável, e não seria sensato desperdiçá-la brincando com alguém da estirpe do Sr. Espadachim Alado.

Confesso que teria esperanças de tal menção poder perturbar o Osh, ao menos por um instante, e se assim ocorresse, minha pessoa iria abusar da brecha acelerando os movimentos, para perfurar o abdômen do espadachim projetando rapidamente ambos os braços para frente, para logo na sequência puxar a haste para cima cortando-o verticalmente até a lâmina ultrapassar a altura de seu ombro. Entretanto, se Osh ainda tivesse a destreza para bloquear mesmo com a minha tentativa de quebrar sua concentração, minha pessoa daria um pequeno passo ligeiro para o lado mantendo o joelho parcialmente dobrado, desta forma deslocaria a lança para a baixo e para o lado, tentando evitar a defesa de Osh e golpeá-lo mais próximo a lateral da barriga, puxando a lança logo em seguida horizontalmente para abrir um corte para "fora" de seu corpo, aproveitando o joelho previamente flexionado para me impulsionar na mesma direção do corte e assim poder ganhar alguma distância do espadachim durante o ataque. - Isso é o que acontece quando você se distrai por bobagens. - Repreendê-lo-ia por ter perdido o foco da batalha mesmo que por poucos segundos, escolhendo palavras a fim de aparentar que estou desmerecendo a esposa dele, encarando-o com um sorriso exageradamente confiante. Se Osh viesse a me atacar logo em seguida iria correr num círculo ao redor dele, não tentando alcançar suas costas, mas sim evitar o golpe, e se necessário também me permitiria saltar por cima de seu ataque.

Sem querer dar tempo para Osh se recompor totalmente iria atacá-lo tanto física quanto mentalmente em simultâneo, indo de encontro ao honrado espadachim numa corrida veloz. - Quando vosso cadáver estiver caído em meus pés irei imediatamente perseguir aquela que você tanto ama. - Mostrava os dentes num sorriso que era lentamente estampado em meus lábios tão delicado, ornando minha face angelical com um semblante psicótico, minha língua rapidamente iria percorrer o canto da boca como se eu estivesse a me deliciar pelo deslumbre do futuro.

Demonstrando minha intenção de ceifar a vida de Osh ergueria a ponta da lança para cima, e ao chegar perto iria descê-la subitamente em direção ao pescoço do espadachim alado, porém, antes de acertá-lo iria recolher a lança puxando-a alguns poucos centímetros para trás, enquanto recuo meio passo apoiando o peso do corpo no calcanhar, iria errar propositalmente o Osh permitindo que a lança continuasse sua trajetória em diagonal descendente até ficar ao lado da região abdominal do espadachim, então minha pessoa iria girar o corpo em torno do calcanhar, me aproveitando do movimento rotário para poder cortar toda barriga de Osh lateralmente, e durante o giro iria esticar a perna para longe do espadachim e assim me afastar dele com um passo longe. Porém eu não ficaria surpresa se o Osh ficasse deveras irritado a ponto de preferir disputar golpes com minha pessoa negligenciando a própria defesa, nesse caso no momento em que eu apoiasse o peso no calcanhar iria imediatamente levar o outro pé para trás e assim teria me afastado apenas o suficiente para evitar o golpe a curta distância realizado pelo espadachim, e se houvesse a necessidade iria me inclinar para trás quase ficando com as costas praticamente deitadas no ar, mas ainda me apoiando com os pé no chão a fim de esquivar por baixo do possível ataque, com a evasiva bem sucedida me aproveitaria da oportunidade para estocar a lateral do abdômen de Osh, para logo na sequência correr no sentido oposto ao do espadachim e assim me afastar do mesmo enquanto gero um ferimento de maior gravidade.

Quando a situação ficasse mais calma e se o Osh demonstrasse ficar atormentado com o que minha pessoa sabe a respeito de sua esposa, eu estaria muitíssimo angustiada, mordendo o canto do lábio, apertando firmemente a haste com uma das mãos, enquanto o dedo indicador da mão livre seria levado até abaixo da boca, com minha pessoa inspirando fundo e expirando pesadamente pelo nariz, meu olhar excitado ficando parcialmente cerrado para o espadachim, minhas coxas tão torneadas e atrativas simplesmente ficariam tensionada. "É uma tortura não poder chegar até o fim com ele." Me vi obrigada a conter meus instintos e desejos lascivos, para minha infelicidade eu preciso do Osh vivo, então não posso simplesmente torturá-lo até que seu último suspiro de vida escape, o que é uma imensa aflição para mim, afinal fartar-me com o tormento do Sr. Espadachim Alado me parece tão, mas tão prazeroso…

Durante o decorrer de meu espetáculo dedicaria um pouco mais de atenção para o uso de Soru por parte de Osh, como antes meus olhos excessivamente esbeltos não tiveram o desprazer de acompanhar a súbita aproximação do espadachim não iria esperar que algo mudasse dessa vez, e antes mesmo de poder enxergá-lo iria usar toda a força nos braços para fazer um corte amplo em diagonal ascendente na frente do corpo, querendo fazer com meu golpe seja realizado da maneira mais rápida possível, movendo o quadril junto do ombro para intensificar o impulso do ataque, não tentaria atingir ele de fato, apenas atrapalhá-lo seria suficiente, e ao mesmo tempo saltaria para trás apesar de não poder visualizar o atacante acredito que fazer algo de seu golpe ser executado possa vir a ser mais eficiente do que simplesmente aguardar.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptySab Set 12, 2020 4:28 pm




A grande distância entre eles não era favorável para nenhum dos dois realmente. Embora Ashura fosse realmente alguém que pudesse alcançar ataques dessa amplitude Kare era alguém que podia dançar por eles com extrema facilidade. Era uma luta de equilíbrio, onde os pontos fracos e fortes de ambos eram similares ao mesmo tempo que diferentes. Esse talvez podia ser realmente tido como o pior tipo de combate para Kare?

- Tsc! - Ashura clicou a língua incomodado, era verdade, mas ele não desejava dar o braço a torcer.

Kare, inusitadamente, começou a tomar ainda mais distância. Isso a impedia de atacar, mas também tornava ainda evidente a incompetência básica de Ashura. O golpe, uma estocada com o poder de perfurar ''tudo'' avançou com grande velocidade, ao menos a outros olhos, pois para Kare era uma velocidade irrisória. Um salto simples para o lado e a estocada passava inofensiva onde antes estava sua cabeça. - Como se você pudesse fazer algo daí. - Pareceu que perdia um pouco a paciência. Mas a verdade era realmente essa e se assim continuasse isso acabaria por tornar-se uma longa luta de atrito.

- Não me menospreze garota. - Ashura respondia assim que Kare tomava sua postura, a espada fora recolhida ao tamanho normal. Enquanto ela acelerava colina abaixo, sua velocidade extrema podia ser perdida por muitos, mas para Ashura ela também algo levemente mais rápido do que ele próprio.

Os ataques a distância de Osho no entanto não poderiam assim ser simplesmente desencadeados um após o outro sem qualquer limitação, Kare que descia a colina em alta velocidade não precisou lidar com eles, mas sim com o golpe muito mais próximo no momento do seu ataque. O golpe de Kare transformou-se, um movimento fluido digno de nota. Era um golpe difícil de bloquear e talvez por isso Ashura sequer houvesse tentado. O corte atravessou o seu peito ao mesmo tempo que ele ''cortava'' lateralmente com a bainha enegrecida na direção de Kare. O sangue espirrou do corte, mas Kare foi quem teve o pior resultado. Poderia não ser uma espada, mas a proeza muscular dele estava acima do convencional, a bainha negra 'explodiu' o ar a bater contra o abdome de Kare enviando-a em uma parábola para o lado. Era um golpe que poderia amassar ferro.

Kare rodou no ar, equilibrando-se e aterrissou em pé deslizando pelo gramado antes de se estabilizar. - VAMOS VER QUEM TOMBA PRIMEIRO. - Já não era mais Ashura, aquela parece uma de suas outras personalidades.   - UUURRAAA.   - Mais agressiva e muito menos cuidadosa o espadachim agora corria cheio de ímpeto e desejo de sangue para cima de Kare. Seu abdômen, o mesmo que já havia sido atingido antes, foi novamente golpeado pelo estilo imprudente de se permitir ser acertado para aproveitar para atacar novamente. Osho estava convicto de que poderia aguentar sofrer muito mais ataques do que Kare.  

Mas a dor já era uma conhecida de Kare, embora fossem poucas as vezes que houvesse sido de fato acertada, todas elas eram de fato dolorosas, nenhum golpe em seu corpo no entanto iria para-lá, pois enquanto suas unhas não quebrarem ela poderia continuar lutando. Correu contra Osho, o ímpeto de um avançou contra o outro no ponto que duas colinas se encontravam. Porém a lança não era a única arma de Kare e esse era o momento de sua hábil língua brilhar, a língua que já havia derrotado oponentes muito mais poderosos que Osho, a mesma língua que havia rendido Sapphira. - O QUI É QUI VUCE SABI UUURRAAA. - Veias pulsaram na testa de Osho enquanto a distância diminuía.

Vendo a fúria como uma distração a morena acelerou ainda mais. Sons de disparos soaram neste mesmo instante, indicando que Vick estava entrando em confronto direto com alguém que buscava se aproximar de Kare. A estocada de Kare avançou na direção do abdome de Osho, mas assim que projetou seu golpe ela viu um brilho vermelho nos olhos do espadachim, podia ser sua imaginação, mas ao mesmo tempo um arrepio cruzava a sua espinha. Ela pode sentir, Osho não iria bloquear e que a diferença de tamanho da lança não seria o suficiente. As armas de Osho, espada e bainha, posicionadas acima de sua cabeça começaram a descer no mesmo momento que Kare estava a atacar, o manto negro espalhando-se por ambas. Foi um verdadeiro momento que seus sentidos gritaram para ela que era perigoso, aquilo certamente iria acabar com…. Seu cabelo.

Kare abriu mão do ataque ao ver as armas descendo em sua direção. Saltando para o lado no mesmo momento que tudo ''explodiu''. A onda de impacto a arremessou rolando colina acima enquanto sentia-se ''kikar'' no chão com pedras atingindo seu corpo como estilhaços. Osho foi encoberto pela nuvem de poeira e a sequência de golpes de Kare havia sido quebrada pelo poder bruto do oponente. A raiva de Osho havia sim prejudicado seu discernimento e o feito colocar um poder muito maior do que era necessário. A explosão não só havia ferido Kare, coo parcialmente ele próprio. Suas roupas estavam rasgadas agora que a nuvem de fumaça se dissipava.

Os ombros de Osho subiam e desciam, ele embainhou a Katana conforme a fumaça desvanecia, o som áspero do metal raspando na bainha se fez ouvido causando um arrepio. Tiros continuavam a soar mais abaixo enquanto um TUN TUN TUN TUN TUN rítmico parecia crescer na audição de Kare, pareciam ser passos pesados.   - NÃO FALE DO QUE VOCÊ NÃO SABE. - a espada de Osho clicou com força ao ser completamente guardada.

Kare mais uma vez ficava de pé e mais uma vez sentia aquele frio em sua espinha de que algo ruim estava por vir. Era uma sensação nova, desconhecida. Não era medo, afinal isso era algo que ela não conhecia. Era um sentimento diferente, uma ansiedade, uma antecipação. TUN TUN TUN TUN TUN. - POKYUNNNNNNN. - Surgindo as costas de Osho, acima do morro passando ao lado do farol destruído Poky bradou seu ribombante grito de guerra.  

Uma visão sinistra transcorreu a mente de Kare, o frio em sua espinha aumentou na medida que o sorriso de Osho alargou. Ela sentiu, de algum modo, ele ia disparar um amplo ataque circular. - POKYUNNNNNN. - O Jog começava a descer o morro.  


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptyQua Set 16, 2020 5:43 am



Era impossível esconder o quanto eu estava me divertindo diante as reações raivosas do espadachim alado. - Ara ara… E o que vossa pessoa fará se eu não me calar? -[/color] Quase engasgando com a imensa vontade de gargalhar tive de lutar para não começar a rir descontroladamente, com um olhar bem afetuoso em direção a Osh junto de um sorriso adoravelmente sarcástico apenas para implicar com o espadachim.

Porém toda a graça da situação parecia desaparecer instantaneamente com a aparição no mínimo inoportuna da bolota de pelos junto da ave crescida. - Dupla de baderneiros, se não quiserem virar fatiado sugiro que dêem meia volta colina acima imediatamente! - Exclamei com frieza e seriedade tanto na voz quanto no olhar, elevando tonalidade para Poky e sua montariam poderem me escutar com clareza, e caso os dois não entendessem o motivo de minha aparente ameaça, apenas apontaria com a lança na direção de Osh, para mostrar aos animais o que lhes aguarda se continuarem pelo trajeto.

"O rosto dele ficará cheio de rugas se permanecer com essa expressão amargurada." Estava quase que horrorizada com a feição do espadachim, imaginando o quanto seria prejudicial a pele. Mas como eu precisava garantir a integridade física de meu meio de transporte precisei tomar uma atitude ao invés de somente me preocupar com as rugas e marcas de expressão alheias.

Correria velozmente de encontro ao espadachim para fazer o mesmo realizar seu golpe antes do jog se aproximar a ponto de ser acertado, então com o impulso da corrida saltaria sobre o corte circular desferido por Osh, o pulo seria longo o suficiente para ultrapassar o espadachim e minha pessoa poder aterrissar atrás das costas do mesmo, durante o movimento iria perfurar e cortar por cima do ombro de Osh verticalmente em direção às costas com a lâmina percorrendo ao lado de seu pescoço me aproveitando da brecha gerada pelo ataque do espadachim a fim de causar prejuízos ao mesmo.

- Francamente… Você deveria ser mais cuidadoso, não pode simplesmente atacar ao bel prazer e lesionar o jog que irá carregar vosso cadáver quando nosso dueto estiver encerrado. - Repreendia Osh após o contrato revirando os olhos indignada, considerando considerando a derrota do mesmo como um fato incontestável.

Como Osh está demonstrou certa agressividade por conta das provocações nem um pouco maldosas proferidas por minha pessoa tão amável não ficaria surpresa se ele decidisse a vir me atacar ferozmente como forma de repreensão, na verdade tal atitude seria a esperada por mim. E para demonstrar toda a minha generosidade, iria antecipar nosso encontro indo em direção a Osh, movendo-me graciosamente a passos longos com o tórax inclinado para frente, pois assim ele poderia contemplar meu sorriso repleto de benevolência. Porém ao me aproximar de Osh iria rapidamente me desvencilhar dele, numa aceleração rítmica, dando um passo em diagonal para frente, apoiando o calcanhar para girar em torno dele, com intenção de usar a mudança de trajeto e velocidade para desviar de um possível ataque, enquanto manteria a lança empunhada horizontalmente com a haste nas costas mantendo-a acima do quadril, segurando-a firmemente com uma das mãos próximo a lâmina, assim girar-ia o corpo em torno do calcanhar, movendo o tórax para trás, desta maneira iria completar giro cortando a lateral abdominal do espadachim, para logo em seguida seguida prosseguir com o desfile pelo lado de Osh, indo em em direção suas costas. E como Osh tem outras formas de golpear além da espada, eu tentaria prosseguir me distanciando para evitar algum ataque com a bainha, porém se viesse a ser um golpe horizontal alto, minha pessoa iria simplesmente se inclinar para frente abaixando o tórax, mantendo as pernas bem esticadas e firmes, para ficar com o quadril erguido além do bumbum empinado, pois não basta apenas evitar o ataque, isso seria tediosamente fácil, também me preocupar-me ia em sempre manter os melhores ângulos, e quando o ataque passasse em branco por cima de mim, minha pessoa tão maravilhosa iria se erguer jogando o cabelo para trás, continuando a me afastar como se nada tivesse acontecido.

- Sinto que lhe devo prestar alguma gratidão... - Talvez fosse a adrenalina diminuindo, e junto dela desaparecia o véu passional que ofuscava minha visão, a dor nos locais onde os pedregulhos acertaram começaram a incomodar, e eu comecei a repensar algo profundamente irritante, ele havia me feito rolar no chão empoeirado como se não fosse nada, meus olhos estavam pesados e desceram, a dor no corpo era irrisória, se comparada ao meu orgulho manchado, massageava cuidadosamente a barriga apenas com a ponta dos dedos, minha voz soava bem calma, porém apática, sem qualquer sentimento. - Vossa pessoa conseguiu me deixar um tanto irritada, e eu fico verdadeiramente contente de você não cair com facilidade. - Vagarosamente minhas palavras soariam com cada vez mais densidade, numa crueldade que ganharia peso a cada sílaba proferida, comigo evitando reatar o contato visual. - Pois assim eu terei a oportunidade de expressar todos os meus agradecimentos a você. - Ergui o rosto para encarar Osh de cima, com a franja cobrindo parcialmente um dos olhos, e a tonalidade da voz ficando calorosamente cheia de lascividade, em meus não estaria nada além de um sorriso tão belo quanto sádico, minha gratidão era tanta que senti os lábios ficando secos e involuntariamente os percorri com a ponta da língua.

Ansiosa para prestar a Osh os meus agradecimentos mais sinceros avancei contra ele, movendo-me por seu lado esquerdo, a fim de cortá-lo horizontalmente da minha direita para a esquerda, e ao me aproximar a ponto de poder acertá-lo, iria flexionar parcialmente o joelho da perna que está na frente do corpo, para antes de golpeá-lo eu tomar impulso na perna semi-flexionada para fazer um salto curto para a minha esquerda, e durante o salto iria girar no ar usando também os braços e ombros para me impulsionar e concluir a rotação com maior rapidez, a fim de cortar Osh lateralmente num golpe giratório da esquerda para a direita. Seguindo o fluxo e trajetória do salto com rotação para poder me afastar a passos rápidos, antes de receber um contra-ataque.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptyQua Set 16, 2020 9:30 pm




O riso crescia dentro de Kare que controlava-se para não desatar a gargalhar enquanto estava em uma luta com Osho/Ashura, a face carrancuda cheia de raiva que surgia, junto ao linguajar deficiente não podia ser outra coisa senão colírio para os olhos dela. O deboche, algo já natural de seu ser, deixou seus lábios rosados em direção aos ouvidos de seu inimigo. O aperto no cabo da espada se intensificou junto a sua postura novamente mudando com a pegada invertida na bainha. - Eu irei … - Antes que ele conseguisse terminar de falar seu olhar mudava e a bainha girava novamente em sua mão agora apontando para Kare. - INfiA issu na tua GuRgUnta. - Ashura aparentemente havia tentado voltar ao controle, mas a zombaria havia mais uma vez trazido a personalidade pistola átona.

Mas após a resposta Ashura havia mais uma vez retomado o controle e assumia uma postura para atacar de longe, esse era obviamente o momento escolhido por Poky para entrar em cena. Por que não? Ele obviamente havia se imaginado galopando lindamente de encontro ao oponente em sua bela armadura platinada …. Bom, não podemos criticar a imaginação fertil e heroica de uma doninha amante de uvas e castanhas que viaja com a doce donzela conhecida pelos massacres execu… Hnmm… Vamos ignorar essa parte. Certo, Poky queria ser um heroi.

- Po Po Poooooooo. - Seu desejo de ser herói era tanto que um novo brado era gritado. Mas ele foi subitamente cortado por Kare, que já corria enquanto ameaçava a doninha e a galinha super crescida. Poky todavia não possuía qualquer intenção de parar e continuava em sua pose brilhante de avanço em morte súbita, mas…. O mesmo não podia ser dito da ave, esta parecia ter um pouco mais de bom senso que a bolinha de pelos. Ela focou seus olhos em Kare que corria em "sua direção" e instintivamente sentiu que deveria parar se não quisesse virar um guisado. Do ponto de vista do pássaro a velocidade estonteante de Kare não possuía outro motivo senão empalá-lo, já que diferente de Poky ele não conseguia entender as palavras de Kare com tanta precisão. Uma nuvem de fumaça se criou quando a ave parou. - Poky Poky Poky. - A doninha batia o pé acima da ave enquanto apontava para frente. - Po Po POOOOOO…??? - Mas a ave não se importou, fez a volta e correu de onde veio.  

Todavia durante a corrida e após a "bronca" a jovem e bela morena já assumirá outras preocupações muito mais imediatas, estas é claro não eram outra se não a quantidade massiva de rugas que Osho iria ficar se não desamarrasse o "burro". Mas… Todavia… Acredito que este não seja um fator importante? Bem, quem sabe, afinal talvez Kare pudesse ter intenções mais ocultas a se preocupar com a aparência de Osho? Hehehe…  

Claro que, como vivemos num mundo lindo e maravilhoso todas essas preocupações importantíssimas com seus bichinhos e com a aparência alheia ocorriam em um período ínfimo de tempo que fora possível devido ao tempo que Osho levou para preparar sua técnicas. O momento em que a espada começava a se mover uma aura avermelhada a cobria por completo, momento que Kare mais uma vez sentia como se soubesse o que estava por vir e sem quaisquer dificuldades aproveitava-se de estar em um ponto levemente mais alto junto a sua velocidade para saltar sobre Osho no momento em que o amplo movimento circular era disparado cortando as colinas a frente e nas costas criando um profundo sulco na terra, separando as pedras e a flora. A velocidade de expansão havia sido rápida, mas realmente as habilidades de encaixar técnicas com velocidade e eficácia não eram os pontos fortes de Osho.

Kare, com leveza, moveu seu corpo no ar girando em torno de si para aterrissar nas costas de Osho. No momento que se moveu para ficar belamente em pé o sangue brotou do ombro esquerdo de Osho, um corte não muito profundo surgia em sua pele transversal a sua clavícula.

Kare voltava a falar, porém não havia tido a capacidade de concluir antes do ataque do espadachim recomeçar. Ele mais uma vez havia ficado virado para frente e talvez por sua postura ela pode perceber algo, mas… Era diferente. Era como se o visse se movendo antes, era algo sutil, menos de um décimo, mas para alguém cuja velocidade havia quebrado a muito tempo as limitações humanas essa era uma lacuna gigante. Kare já avançava, o que acabou surpreendendo Osho que não esperava que ela fosse se aproximar em vez de correr. Ele não havia armado um golpe com a bainha enquanto girava para a esquerda e no momento que a espada estava alcançando ele teve que atrapalhadamente tentar recuar para posicionar a lâmina para acertar Kare, mas ela se abaixou.

O giro repleto de força e desejo de matar acabou fazendo com que Osho não conseguisse parar dando as costas para Kare que havia evitado o golpe ao se abaixar. As costas expostas agora foram alvejadas com certa facilidade, a lança empunhada como uma adaga cortou horizontal a base a coluna.

*Chute*

Kare por algum momento sentiu isso pouco antes de saltar para trás. O salto já havia sido pretendido, mas houve a estranha sensação de ver Osho realmente aplicando um chute após concluir mais um giro.

Kare deu alguns saltos para trás, e Osho após ser atingido duas vezes na sequência ficou um pouco mais cauteloso. Os golpes em si não eram sérios, causavam apenas um incômodo para um guerreiro do calibre dele, mas a frequência havia sido uma quebra inesperada.


- Ahhnnnn? UqueC tá falandU? - Osho não entendeu ao que Kare estava dedicando gratidão.

Agora que a preocupação com a segurança de Poky e do seu meio de transporte havia passado ela acabou se concentrando naquilo que havia acontecido. A dor voltou a se fazer presente, a sensação do suor, a respiração acelerada misturada as pontadas de dor que acompanhavam a mesma. - Ahnnnnn? E puque ia cai ou isses arranhom? Ahnn? Num fali bubagi.

A vista de Kare podia ser ao mesmo tempo bela e preocupante. Seu olhar continha a chama da loucura queimando por trás das belas pupilas alaranjadas da morena, mas a personalidade irritadiça de Osho não possuía a capacidade de perceber essas sutilezas. Para ele só havia…. Hnmmm. Talvez fosse impossível dizer o que essa personalidade desejava.

Estavam próximos, separados por meros 4m, mas mesmo a personalidade pistola de Osho havia ficado retida em atacar, aparentemente muito mais feliz em discutir do que lutar. O conflito inferno intenso era uma das coisas que prejudicava seu oponente. Em meio a esse intervalo Kare avançou.

*Estocada*

Kare saltou para dentro rotacionando seu corpo. Mas no momento que o fez já soube que não acertaria. Mesmo sem ver, ou sentir ela soube que o movimento seria repelido. Como visto, foi feito. A bainha atravessou o caminho de sua lâmina em meio ao giro travando-a.

*Corte*

Kara afastou-se, uma pequena sombra cruzou a frente dos seus olhos, a lâmina de Osho cruzou a frente de seus olhos se espandondo e obricando-a a se inclinar para trás. Seu corpo se desequilibrou, mas conseguiu corrigir a postura antes de se afastar a 3m do seu oponente enquanto recuava até próximo a vala que antes havia sido "escavada". Osho por sua vez estava em um ponto mais abaixo.

O olhar de Osho havia se tornado sério, sua empunhadura da bainha se inverteu e os olhos dele se aguçaram, sua boca estava em uma linha fina e reta. O sangue escorria em seu ombro bem como de suas costas. Mas aqueles arranhões pareciam não o afetar muito, mas o incomodo da mudança súbita persistia em sua cabeça



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptySex Set 18, 2020 6:53 am



Como Osh assumia uma postura aparentemente mais cautelosa tomei a liberdade de direcionar meu rosto em direção a ponte sem a menor preocupação. - Quanta decepção… Imaginei que teria de lidar com a dona do canil, mas aparentemente eu permaneço no erro de superestimar os mundanos, ela não possui a capacidade de sequer colocar os olhos em mim, e como se não bastasse, estou sendo obrigada a lidar com um cãozinho sem presas. - Demonstrava o quão entristecida estava por não ter o prazer de cortar a Lust, mesmo sendo apenas as bonecas dela, afinal lidar com Osh era algo excessivamente simplório, então se Lust fosse capaz de intervir poderia tornar meu espetáculo um pouco menos monótono, claro que eu poderia apenas elogiar a eficiência de Vick, entretanto menosprezar a chefe do canil me parece mais ofensivo aos ouvidos do cãozinho celestial.

Se Osh novamente se provasse ser um canino mal educado e interrompesse meu lamento com um de seus ataques a longa distância eu correria alguns metros colina acima a fim de me distanciar já não estando mais impressionada pela falta de finesse. E assim que desviasse iria girar 180° na ponta dos pés para iniciar outra corrida, desta vez descendo a colina na direção do espadachim. Porém se ele tivesse a decência de escutar-me seria agraciado com um de meus singelos sorrisos gentis, antes de minha pessoa ir ao seu encontro.

Aproximar-me-ia de Osh descendo a colina com a lança empunhada na intenção de perfurar seu ombro direito, porém já imaginando que ele não teria a menor dificuldade de se proteger de um ataque simples e direto, antes de estocá-lo eu daria um passo longo para a direita, trazendo a lâmina comigo mirando um ataque perfurocortante no ombro esquerdo do espadachim alado, na verdade seria algo que eu gostaria de fazer Osh acreditar, pois tal mudança de trajetória seria a segunda finta, pois antes de poder acertá-lo eu puxaria a lança deixando a lâmina por trás de meu ombro direito, dando mais um passo para a direita e rotacionando em torno do calcanhar e assim poder posicionar meu corpo na direção de Osh, em seguida usaria a própria rotação junto da força no ombro e braços para cortar a lateral das costelas do espadachim num ataque diagonal descendente até a cintura do cãozinho. E aproveitando nossas posições no palco eu recuaria dando alguns passos ligeiros para trás.

Podendo imaginar que um comentário tão inofensivo não faria Osh perder sua compostura, eu não teria o menor problema em acertar novamente na ferida do espadachim. - Eu espero que a mulher a qual você ama não seja tão entendiante igual a vossa pessoa, pois assim será muito decepcionante fazê-la agonizar. - Além de expressar meu descontentamento com o embate, aproveitava para mencionar a esposa do espadachim, desejando que a mesma pudesse ao menos me entreter um pouco mais, dizendo num ar de devaneio melancólico com meu olhar se perdendo ao longe, pois como Osh eventualmente irá falecer pouco me importa a opinião dele.

E ao contrário da opinião, eu muito me interessaria nas atitudes do espadachim, após meu breve desabafo teria a expectativa de que o mesmo estivesse deveras chateado comigo, isso para não dizer algo pior, e como ele mostrou mais dificuldade em lidar com uma dança mais íntima por assim dizer, eu iria novamente ao seu, esperando uma atitude recíproca do cãozinho, mantendo a lança com a ponta da lâmina direcionada a ele demonstrando grande interesse em atravessá-lo.

E para variar, minha investida não seria nada além de um mero chamariz, pois antes de colidirmos um com o outro minha pessoa tão graciosa daria um pequeno salto repleto de leveza em diagonal para trás, pois assim o ataque do cãozinho espadachim poderia cortar o ar ao meu lado, também tomaria cuidado para não ser alvejada por pedregulhos provenientes do excesso de força no ataque de Osh, deslocando meu corpo de um lado para outro, rebolando o quadril enquanto serpenteio por entre as pedras, mantendo o ritmo harmonioso com passos laterais curtos, minha prioridade nesse caso seria esquivar-me mesmo significando perder a oportunidade de desferir um golpe limpo no espadachim alado. Entretanto se minha pessoa não tivesse problemas em lidar com o ataque do espadachim após a esquiva, eu iria pousar no chão com as pontas dos pés e os joelhos parcialmentes flexionados para no mesmo instante em que eu tocasse no solo pudesse disparar numa súbita corrida, te do intenção de estocar logo abaixo do tórax de Osh, e na sequência iria abrir um corte lateral "para fora" de seu corpo.

Mas no caso de minha pessoa ser alvejada por um corte horizontal eu saltaria a cima do ataque, e no ar daria um mortal para frente trazendo a lança comigo empunhada com firmeza, acompanhando o movimento acrobático minha pessoa iria cortar verticalmente o ombro de Osh até que a lâmina desça abaixo do abdômen, para que meus pés toquem no chão ao mesmo tempo da finalização do golpe. Em ambos os casos eu iria ficar aguardando pelo contra-ataque de Osh para então poder correr no sentido oposto ao golpe e assim esquivar enquanto tomo alguma distância.

Como atiçar o cãozinho espadachim para que seus instintos o dominem é minha maior diversão nesse embate, obviamente minha pessoa iria continuar a brincar com o ele. - HMMMMM….!. - Estaria bastante emburrada com uma das bochechas cheias de ar, e "olhando feio" na direção do espadachim com uma das sobrancelhas arqueadas num semblante raivoso, permitind-me a deixar escapar um gemido enfezado. - Você é um cãozinho muito previsível, é como se eu estivesse assistindo uma peça que já conheço o final, se vossa pessoa não se esforçar para surpreender-me não será terei qualquer diversão em lhe punir pelo péssimo comportamento. - Reclamaria muito, muito, mas muito brava mesmo, como a bela e irritante garota mimada que sou, na verdade estou sendo um tanto modesta, pois todos sabem que não sou mimada ou irritante... "Ele sempre foi previsível dessa maneira?" Apesar de minha intenção provocativa de fato eu ficava a refletir, primeiro foram os sons, semelhantes a um tambor, em seguida a foi como se eu pudesse prever ou sentir os movimentos de Osh antes dele executá-los, foram experiências no mínimo inusitadas de serem vivenciadas. "Mas qual a razão de eu pensar nisso agora?" De fato havia algo a resolver antes de minha pessoa dar atenção a trivialidades.

Convidando Osh para mais uma dança minha pessoa aproximar-se-ia dele numa numa corrida um tanto quanto chamativa, com passos longos praticamente estando a saltitar esbanjando leveza de encontro ao cãozinho espadachim, e desejando ilustrar minhas palavras com ações eu estaria segurando a lança na horizontal atrás do quadril, apenas aguardando ser atacada para poder esquivar sem demonstrar qualquer dificuldade, com um passo lateral trazendo uma perna por trás da outra imitando um compasso ficando de frente para a lateral do corpo de Osh, e com a perna que antes estava fica no chão iria me afastar com outro passo para trás, no caso de um ataque horizontal eu tentaria prosseguir a longos passos ligeiros até às costas do espadachim. - Compreende o que quero dizer? Você está sendo tão previsível a ponto deixar-me desestimulada com a coreografia. - Conversava com certa casualidade apesar de meu semblante confuso não esconder o quanto estou realmente incomodada. Mesmo sendo vítima de outros ataques eu não iria interromper a fala, apenas desviaria dos golpes subsequentes com pequenos passos laterais usando o calcanhar para apoiar-me, enquanto movimento o corpo na mesmo direção de cada passo querendo evitar os ataques por uma distância mínima, estando isenta de qualquer preocupação apesar de estar a poucos centímetros ou milímetros de ser fatiada em duas, tentando manter meus olhos conectados aos de Osh para termos um diálogo saudável, com os golpes horizontais eu tentaria me abaixar e logo em seguida me afastaria enquanto fico erguida inclinando o corpo para trás a fim de evitar algum chute ou ataques da bainha.

E se a oportunidade surgisse eu iria virar meu corpo de lado, ao mesmo tempo que projeto o quadril arrebitado na direção do espadachim para poder perfurá-lo após eu me evadir de algum ataque feito pelo mesmo, utilizaria o próprio quadril além dos ombros para golpear, sem forçar os braços, apesar de não ser o mais nocivo dos ataques seria apenas para poder deixar ainda mais claro a diferença entre nós, pois nem sequer eu precisava me esforçar para acertá-lo. Após o ataque minha pessoa permaneceria parada aguardando pelo golpe do espadachim, e assim correria na direção oposta do ataque para me distanciar ao mesmo tempo que utilizo do movimento evasivo para cortar o cãozinho espadachim. Porém se ele tentasse agarrar a haste eu correria para trás antes que de fato ele possa segurar minha arma. - Mesmo comigo não utilizando os braços fui incapaz de lhe dar uma vantagem… Talvez se eu deixá-lo cortar uma de minhas pernas… - Com o cenho franzido minha pessoa fazia "beicinho" tendo bastante dificuldade em encontrar uma solução para tornar o espetáculo novamente estimulante. - Mas seria um pecado imperdoável deixá-lo algo tão esbelto. - Olhando melhor para minhas pernas atraentes rapidamente desconsiderei a opção de permitir que Osh as corte, com uma das pernas a poucos centímetros na frente do corpo apoiada na ponta do pé iria movimentá-la num semicírculo como se estivesse exibindo-a.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptySeg Set 21, 2020 10:32 am




Embora voltasse seu olhar em direção da ponte era, devido a sua posição, impossível enxergar o que estava acontecendo com Vick. Poky, contrariado, havia sumido do campo de visão quando levado pelo Jog que havia retornado devido ao medo respeito que possuía por Kare. Os sons dos disparos continuavam, seu ritmo todavia era menor ao que indicava que haviam menos atiradores agora, mas como o confronto prosseguia era provável . que VIck ainda estivesse bem.

Osho nesse ínterim não respondia às provocações de Kare, ou talvez não mais se atrevesse a discordar? Seus pés moviam-se baixo, arrastando-se no chão ao produzir o ruído de terra e pedra a cada movimento lento. Andava meio de lado, movimento este espelhado por Kare embora o caminhar dele fosse mais casual. - Alguém devia cortar essa sua língua. - Finalmente falou, após se deslocar aproximadamente dois metros em arco. A bainha girou em sua mão e foi segurada ao lado da cintura.

Após seu sorriso singelo ambos dispararam, como se tal delicado expressar fosse um sinal para que retomassem. Kare disparou colina abaixo com a lança em riste no mesmo momento que. - SORU. - Osho "sumiu", na visão de Kare ele avançou como um trem desgovernado em sua direção. Antes que ela pudesse completar suas fintas a sua lança penetrou na carne do ombro direito de Osho/Ashura, a espada dele desenhando um arco foi puxada de encontro ao abdome exposto de Kare em um corte ascendente. Ainda assim Kare pode em partes evitar, houve novamente aquele sentimento de urgência que lhe indicou o que estava por acontecer, mas devido ao ímpeto frontal que havia tomado não foi-lhe possível evitar por completo. A espada de Osho cortou, rasgando sua roupa e sua carne. Um corte que passou do ponto médio do seu abdome esquerdo até a costela flutuante direita passando por baixo do braço esticado de Kare, em contrapartida a lança devido ao ímpeto somado de ambos perfurou fundo no ombro de Osho acertando seu osso que foi ainda mais prejudicado pelo próprio movimento que fez.

Tanto ele quanto Kare saltaram para trás nesse momento, a dor fora estampada no rosto do homem e poder-se-ia dizer que para a própria Kare também seria muito difícil ocultá-la agora que seu abdômen havia sido cortado, sangue escorria formando uma "cortina" que cobria seu abdômen anteriormente perfeito. Do outro lado o braço de Osho "caiu" a mão que segurava a bainha acabou cedendo e a mesma caiu no chão produzindo um som oco. Osho havia perdido parte do seu poder ofensivo e defensivo com a "perda" de seu braço, mas basicamente o mesmo havia acontecido com Kare com o ferimento em seu abdômen que iria prejudicar sua dança.  

Ainda assim a maior arma de Kare não havia sido impedida. - Eu realmente devia cortar a sua lingua. - Kare novamente invocava a menção sobre a mulher de Osho, sua testa franzida evidenciava a pulsação forte de sua raiva, enquanto mais sangue deslizava por seu braço e peito. - Não ache que você tem o direito de falar sobre o que não sabe. - Mesmo a personalidade mais centrada do seu oponente começava a apresentar sinais óbvios de irritação. Aquele que se denominava de Ashura e parecia conter a maior parcela de poder estava claramente com ódio por Kare continuamente escolher falar de sua esposa. Ele se impulsionou para frente mais uma vez, a impaciência superou a prudência. Ele avançou contra a lança em riste.

Kare não perdeu o momento e avançou também, sua velocidade mais controlada a fez poder evitar o ataque dessa vez, saltando para diagonal atrás no momento anterior a queda da espada de Ashura, o chão mais uma vez explodia dada a força monstruosa imposta por trás do golpe. Kare dava outros pequenos saltos, seus pés batendo apenas com a ponta no chão enquanto movia-se com passos leves se afastando mais. Ashura sem perder muito tempo a perseguiu emergindo da nuvem de poeira atrás dela repetindo a dança. Kare alterou entre avanços com tentativas de ataques antes de ter que voltar a recuar a passos leves para evitar os ataques do espadachim. As distâncias variam em seus ataques, mas ficando claro que havia um certo limite para a maioria dos golpes apresentados. A espada escavou o chão transformando o cenário de belas colinas gramadas em algo que lembrava um antigo campo minado.

Kare dançou pela poeira e pelas pedras, as vezes precisando se abaixar, as vezes saltar. Seu abdome doía, mas devido a necessidade de Ashura ter perdido um braço sua ofensiva também perdeu o ritmo de modo que puderam se manter de alguma forma equilibrados se não fosse é claro aquela sensação que ia se tornando cada vez mais nítida, a sensação de começar a ver Ashura se mover antes de se mover e não apenas ele como também parecia ser possível sentir as pedras que avançavam na sua direção a cada movimento amplo da espada.

Enquanto dançava o evitando Kare voltava a provocá-lo. - Cale essa maldita boca. SORU. - Mais uma vez Ashura acelerava contornando agora Kare e embora seus olhos não conseguissem vê-lo ela prestou uma reverência empinando sua bunda na direção do espadachim no momento em que esse apareceu em suas costas a espada cortando o ar acima dela cruzando por onde antes estava a sua cabeça. Infelizmente para ele o seu outro braço estava paralizado caso contrário ele poderia aproveitar dessa posição de Kare para bater com o pau em sua bunda…. Quero dizer *limpar a garganta* a bainha, bater com a bainha.

Kare mais uma vez se afastou saltando para frente e desviando com passos ligeiros dos detritos em seu caminho, passos de balé apenas com a pontinha de seus pés a faziam se mover com leveza pelo campo destruído. Nesse momento já não haviam mais quaisquer sons de disparos do outro lado e Vick observava a distância próximo ao antigo farol, mas sem se revelar. Kare por sua vez mostrava-se intrigada, ao menos em pequena escala, sobre os movimentos "previsíveis" de Ashura, mas como sempre essas preocupações eram de alguma forma triviais para sua pessoa e prontamente descartou esses pensamentos.

Suas roupas de baixo agora estavam empapadas… de sangue. A ardência era grande em seu abdômen e a movimentação não colabora em nada com o ferimento. Percebeu Vick nesse momento no alto da primeira colina, a mulher tinha a roupa rasgada e segurava um dos braços na altura do tríceps enquanto também apertava o revólver em sua mão abaixada.

Logo após ter escapado do golpe com Soru ela voltava a provocá-lo avançando mais uma vez, todavia ele quase não poderia negar, afinal ela realmente o estava evitando de forma irritante. - Merda. Isso é o Haki? Você o acordou? - Ele não podia deixar de ficar irritado e apreensivo, aquela era uma má notícia para ele.

Kare "voou" para ele e nesse momento pela primeira vez foi ele a recuar enquanto brandia a espada em um corte horizontal na altura do abdômen. Embora desestabilizado ele mantinha-se consciente e atacava o local que mais forçava Kare em suas esquivas piorando o dano anteriormente sofrido. A velocidade de avanço era no entanto muito mais rápida que a de recuo e quer se aproximou conseguindo controlá-lo em um movimento circular enquanto inclinava o tronco para baixo deslizando seus pés em um arco suave que a fez girar com o bumbum arrebitado. A lança apoiada sobre sua traseira cutucou Ashura… Não um golpe forte, mas um golpe desmoralizante… Se é que me entende. Ashura caiu para frente rolando morro abaixo.

- VADIA O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? - Sua mão com a espada apoiava-se em sua bunda. Kare todavia ignorava isso e demonstrava sua "superioridade" oferecendo para Ashura/Osho uma vantagem, algo estranho…Pois insinuava a perda de uma de suas pernas a qual ela exibia abertamente para ele devido a seus trajes curtos. - Qui MErdA VucÊ ta falandU OiiE? - Ashura pelo visto não se dava bem com poses sensuais e a personalidade era mais uma vez trocada, a mão era tirada do furo próximo ao centro da bunda e a espada mais uma vez apontada em direção a Kare como se fosse um insulto. - Eu Vu MAtAr VucÊ Oiww.

Osho mais uma vez avançava e novamente Kare percebia que algo grande seria feito nesse momento. Estavam a 6m. Osho ofegava um pouco mais que ela, mas seu abdômen piorava rapidamente de modo que sentia que não poderia lutar por muito mais tempo até que sua mobilidade acabasse amplamente prejudicada.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptyTer Set 22, 2020 12:28 pm



Ignorando as ameaças vazias ditas pelo espadachim que mais pareciam latidos de um canino inofensivo servindo apenas para obstruir meus ouvidos com ruídos irritantes, haviam certas palavras que se destacaram em meio a tanta poluição sonora, e tal menção me fez perder brevemente a compostura, com minha pessoa ficando bem descrente em relação à Osh, encarando-o com uma das sobrancelhas trêmulas e a boca parcialmente aberta de tão surpresa que fiquei ao escutar tanta ladainha. - Você é idiota? Lhe acertei no ombro e não na cabeça para justificar tamanha estupidez. - Meu olhar falava muito por si só, julgando o Osh cheia de desgosto sem conseguir acreditar que um mundano possa ser tão desprovido de intelecto. - Como isso poderia ser haki? Meus braços nem mudaram de cor, seja mais atento Osh-imbecil. - Em seguida bufei irritada enquanto sacudia a cabeça de forma desgostosa com os olhos revirados querendo simplesmente fingir que as palavras do espadachim nunca existiram, o baque foi tão pesado a ponto de me fazer perder a compostura e ofendê-lo diretamente.

Em seguida fiz uma breve massagem nas têmporas com as pontas dos dedos em formato de pinça sentindo a cabeça ficando mais pesada repentinamente. - Devo estar sendo contagiada pela idiotice do cãozinho. - Me lamentei dolorosamente com as sobrancelhas caindo junto dos olhos com um estranho sentimento de fadiga mental, se é que algo assim é possível, ao menos não me recordo de ter tido tal sentimento antes em minha vida repleta de prestígios. E não somente isso, ao voltar minha atenção na direção do cãozinho espadachim sentia os olhos ficando mais pesados, estremecendo junto da respiração ofegante, cerrei os dentes num semblante aflito que manchava a perfeição de minha face divina, então me vi obrigada a virar os rosto com algumas dos cabelos sedosos ocultando o vexame de minha expressão dolorosa, até que eu pudesse novamente suportar a tormento.

Sem muito tempo para lamentações retribui o gesto de Osh correndo ao seu encontro numa linha reta, porém mantive um ritmo mais lento, me poupando para diminuir as chances do corte do abdômen se agravar. Durante a corrida iria me deslocar na direção de seu braço intacto com a lança em punhos apontada contra a lâmina do espadachim querendo dar a entender que iria fazer nossos ataques colidirem. Porém eu iria aguardar pela execução do golpe de Osh, para então me mover numa súbita aceleração "explosiva" dando um passo longo em diagonal na direção do braço inutilizado, para minha pessoa poder contornar o espadachim antes de ser acertada, ao mesmo tempo iria posicionar a lança horizontalmente para cortar a cintura de Osh enquanto realizo a evasiva, e se meu movimento for bem sucedido prosseguiria correndo alguns metros para trás dele em menor velocidade.

Novamente cerrando os dentes para conter qualquer reação indigna de minha pessoa por conta da dor iria me permitir a sorrir bem satisfeita, assumindo uma expressão perversa com os orbes alaranjados brilhando num ar de extremo prazer sádico, a ardência causada pela viril espada de Osh me estimulava a desejá-lo cada vez mais, a vontade de fazê-lo cair em exausto aos meus pés era me deixava num estado eufórico de tanto prazer. - Ainda persiste em continuar? Mesmo sabendo que qualquer chance de sucesso se extinguiu no momento em que ficou diante minha presença? - Arfava vagarosamente direcionando minha atenção pelo canto dos olhos afiados contra Osh. - Além de um cãozinho com presas inofensivas, sua pata está quebrada, eliminá-lo agora é mais simplório do que pisotear um cadáver, minha pessoa normalmente já teria perdido todo o interesse nessa dança, porém você me deixou muito excitada, e não ficarei satisfeita até lhe arrancar o último suspiro. - A malícia era tamanha que parecia escorrer pelo canto da boca misturado a respiração calorosa, como um veneno delirante para poder afetar a medíocre mente do cãozinho, fiquei tão sedenta a ponto de percorrer meus lábios lascivos com a ponta da língua.

Não teria a menor surpresa de ser atacada enquanto estou no meio de meu monólogo, afinal Osh já demonstrou diversas vezes necessitar de um adestramento adequado, para lidar com isso eu apenas iria dançar enquanto estou a ser atacada, dando passos ligeiros e movimento o corpo na direção oposta aos fortes, se os mesmos fossem realizados a curta distância, porém caso Osh ataque de longe eu daria passos longos para poder poder me afastar dos ataques.

Então daria início a uma nova investida contra o espadachim, porém, minha pessoa seria vítima de uma travessura do destino, estando próxima de Osh no momento em que eu apoiasse o pé no chão, uma fisgada de dolorosa insuportável teria se espalhado por meu corpo como uma corrente elétrica de puro tormento, a ponto de me fazer quase engasgar com um gemido agudo de dor, cambaleei com os braços junto do corpo, as pernas bambeando lutando para manterem-me minha pessoa de pé enquanto se retorcia, mantendo a lança abaixada com a lâmina estando a poucos centímetros do chão. - Por que justamente agora, ei, espera! - Disse com a voz repleta de aflição, praticamente em desespero, clamando pela piedade do espadachim.

Ao menos seria isso que eu gostaria de fazer Osh acreditar, pois tudo não passaria de uma encenação para despertar em Osh a vontade de abusar de minha pessoa vulnerável, porém serei eu quem irá se beneficiar da situação. Pois quando Osh assumisse a postura de ataque eu iria me levantar de forma repentina puxando a lança para cima e assim realizar um corte vertical ascendente no corpo do espadachim, começando abaixo de seu abdômen até acima da clavícula. Confesso que a maior dificuldade seria a de conter uma vontade gigantesca de gargalhar se de fato Osh fosse enganado pelo meu truque, com as bochechas infladas e a boca lacrada me afastaria dando passos ligeiros para trás enquanto algumas pequenas gotículas de lágrima poderiam ser vistas no canto dos olhos. - Pfff! - Aparentemente a missão de conter a risada era impossível de ser realizada com perfeição, e um pequeno riso abafado acabaria escapando, me fazendo levar a palma da mão gentilmente acima do corte, cujo a dor piorava conforme cada risada era solta.

Após o desafio mais doloroso e engraçado vivenciado por mim ser contido eu iria "engolir" a gargalhada, e se Osh ficasse irritado pela minha reação sincero confesso que conter a gargalhada teria sido bem árduo. - Me desculpe... Mas… Você é realmente um cãozinho, tão ingênuo, quase adorável. - Iria me sentir revigorada após ter tido tanta diversão às custas do espadachim alado, ficando até mesmo com a respiração mais leve e um olhar afetivo. - Não fique tão bravo, como forma de demonstrar o quanto estou arrependida de ter lhe enganado irei lhe avisar que meu próximo será contra seu ombro. - Então apontaria com a ponta do dedo indicador para a "pata quebrada" de Osh.

Sendo assim iria simplesmente esperar pelo espadachim, se o mesmo tentasse uma aproximação iria aguardá-lo ansiosamente pois desejo evitar esforço desnecessário para que minha encenação não se torne verídica, porém se ele fizesse menção de tentar me atacar a longa distância ou assumisse uma postura defensiva seria eu quem se aproximaria. Em ambos os caso eu iria mirar um corte em diagonal descendente no ombro lesionado de Osh, e se ele não tentasse bloquear iria prosseguir com o ataque me deslocando a passos laterais no mesmo sentido de meu golpe, para poder acertá-lo enquanto me movimento a fim de realizar uma evasiva.

Entretanto se Osh tivesse como prioridade me bloquear, antes de acertá-lo eu iria girar na ponta dos pés mantendo a lâmina erguida para cima, e ao completar a rotação aplicaria um corte igual a finta, porém utilizando da rotação para poder aumentar tanto a potência quanto a velocidade do ataque, mirando no ombro não lesionado de Osh, forçando a haste para baixo com a intenção de agravar o ferimento se caso eu o acerte além de lhe causar sofrimento extra.

Em qualquer uma das hipóteses se forem bem sucedidas eu iria chutar abaixo da mão que segura a espada de Osh, com a intenção de forçá-lo a largar sua arma, na sequência minha pessoa iria deslizar a lâmina pelo ombro de Osh até o pescoço sem me importar de causar um corte superficial. - Escute atentamente pois só irei dizer uma vez, se deseja ter a chance de rever vossa esposa seja um bom cãozinho e fique de joelhos. - Com meus olhos de coloração alaranjada encarando profundamente o espadachim manteria um ar de frieza na voz, não tendo o menor esforço de demonstrar empatia. - Mas antes de me dar vossa resposta sugiro que olhe para trás. - Nesse momento iria apontar meus olhos na direção de Vick esperando que Osh os acompanhasse. - Mesmo que me mate neste exato você terá o mesmo destino, e jamais irá reencontrá-la. - Nesse momento eu estaria com um sorriso bem adorável em minha face, irradiando confiança e alegria por saber que Osh não possui chance de sobreviver. - O Sr. Capitão assim como eu não deseja vossa morte, mas eu confesso que não sou tão paciente quanto ele, se vossa pessoa não se apressar em tomar uma decisão minha lança pode acidentalmente escorregar contra seu pescoço. - Ainda com meu semblante muitíssimo meigo continuaria minha conversa casual com o cãozinho espadachim. Caso Osh me pergunte o que eu tenho a ganhar com tal oferta generosa eu alegremente responderia. - Sua vida, você será meu cãozinho obediente, irá cumprir minhas vontades e desejos sem questionar, se concordar vossa vida irá pertencer a mim até o dia em que Lust cair, até então você está proibido até mesmo de morrer. - Com meus olhinhos quase fechando e sorriso quase irritante de tão fofo estampado na face iria propor os termos do acordo, apesar de que Osh provavelmente teria uma sensação bem desagradável, afinal ele estará entregando a própria vida para mim.

E mantendo a dignidade de minhas palavras se Osh hesitar em ficar de joelhos ou ainda sim tentar me atacar minha pessoa nem sequer vai não teria tido o menor receio em cortar o pescoço dele. Caso Osh se renda ficando de joelhos eu teria a boa vontade de escutar as dúvidas e exigências do mesmo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptyTer Set 22, 2020 1:12 pm




- AHNNN? VuCÊ QUi eH A IDIotA. - O alter ego irritado de Osho gritou de volta ao ser caluniado. Estavam passando por um mal entendido durante o combate, este fato era tamanho que a luta acabasse se tornando secundária durante sua trocação de farpas. - SiM Eh Haku. VuCÊ é BurA. - Osho continuava a insistir que era Haki, enquanto Kare continuaria a negar, afinal sua pele continuava perfeitamente branca e brilhante. Talvez ela pudesse achar ofensivo que sua perfeita palidez fosse tingida com aquelas cores?

O abrupto linguajar de Kare havia sido de alguma forma mais efetivo do que o esperado contra aquela persona, pois o ataque que outrora havia sido preparado fora abruptamente adiado devido a necessidade daquela personalidade se manter por cima em uma discussão, era involuntária a sua necessidade de precisar xingar quando xingado. Kare sentiu-se subitamente cansada, não só suas palavras eram ataques contra Osho, mas as dele pareciam também de alguma forma feri-la. - IsxU! VUcÊ eH IdiOTa. - Osho pareceu satisfeito com Kare "admitindo" ser idiota ignorando completamente as palavras que lhe interessavam.  

Mas aqueles eram os momentos finais, a luta logo prosseguiria e o instável Osho mais uma vez assumia sua postura para atacar, Kare também via que o tempo havia chego e avançava. Do alto da colina uma solitária e bela mulher acompanhava a luta a distância, seus olhos azuis assistiam com intensidade o que se desenrolava, mas não havia qualquer vestígio de preocupação em sua olhar, pois eles estavam preenchidos com um sentimento de confiança absoluto para sua Senhorita. Ela assistiu a luta com carinho. Vick era alguém que conhecia as facetas de Kare e pode aceitá-las. O egoísmo, a loucura, a prepotência… Mas nenhum desses lados diminui o carinho que ela sentia. Kare há havia salvo e por tal havia apenas gratidão em seu peito.

As duas pessoas abaixo duelavam enquanto ela se encostou no farol antigo. O vento sacudia seus cabelos negos soprando a franja para cima. Seus olhos azuis brilhavam em um azul infinito e pela primeira vez um sorriso singelo apareceu nos lábios finos e pálidos da empregada. Ao lado dela a ave se aproxima, Poky acima dela. - Ela é magnífica não é Sr. Poky? - As palavras limpas não continham qualquer outra significado além do profundo afeto, o sorriso em seus lábios cresceu um pouco. - Pokyun ? - Poky ficou confuso ao vê-la, nem mesmo essa pequena doninha esperava ver um sorriso tão bonito naquele rosto inexpressivo, mas o sorriso durou pouco e ela voltou a ficar séria antes dos olhos emitem um brilho gélido através das lentes redondas de seus óculos. - Se você fugir de novo de mim irei transformá-lo em guizado. - As palavras duras foram ditas a Poky que ficou com uma cara de espanto enquanto levava uma das patas ao peito. - E você vai pro forno. - A ave deitou reconhecendo que era melhor se comportar.

>><<

Embora estivessem feridos a luta prosseguiu. Osho havia abandonado quase que completamente os movimentos defensivos agora que perderá um dos braços e focava-se mais na ofensiva. Isso derá mais brechas para Kare explorar, por outro os contínuos ataques tornaram-se mais perigosos.

Durante a troca de golpes Osho voltou a ser Ashura e conforme ele assistiu a situação desandar o seu coração serenou. Ele estava sendo capaz de aceitar que aquele era seu destino e talvez pensou que isso pudesse ser bom, talvez assim a mulher a quem ele dedicou o seu amor pudesse ser libertada? Ou seria apenas um sonho infantil? - Não me resta nada a não ser minha persistência, essa é a única coisa que posso fazer. - Pequenos cortes haviam se espalhado por seu corpo, mas seu espírito ainda se mantinha. - Sua personalidade é bastante podre. - Ele no fim não conseguia respeitá-la como oponente, não conseguia entendê-la, mas mesmo assim se via obrigado a reconhecer que ela não estava faltando tanto quanto ele. - Vamos por um fim nisso. - Ele desejava.

>><<

- Talvez a Senhoria pudesse mostrar menos prazer em torturar os outros. - Vick encostada na torre analisava no momento em que Kare divertia-se pelo engodo que havia feito Osho cair. - Talvez eu devesse repreendê-la? - Ela amava Kare e por tal não se importaria em repreender sua Senhorita se fosse por algo que acreditava ser para o bem dela. - Pokyun Pokyun . - Bem, sim! Ela fica realmente bem sorrindo, mas seria bom se fosse por outros motivos. - Pokyun ! - Certo, comprarei uvas.

>><<


A lança de Kare se aprofundou no pescoço de Osho, agora enegrecido ao mesmo tempo que a mão do espadachim apertou o pescoço de Kare. Talvez ele não fosse capaz de matá-la tão rapidamente quanto ela nessa posição, mas considerando sua força bruta era de alguma forma uma situação incômoda. - Porque eu deveria acreditar nas palavras de alguém como você? - Os olhos de Osho estavam frios, ele não gostava dela. Seus dedos se pressionaram na garganta de Kare de modo que não poderia escapar prendendo-a por trás da mandíbula, por outro lado a lança afundou um pouco mais no pescoço dele fazendo um filete de sangue começar a escorrer.

Ele acompanhou o olhar de Kare. - Eu não desejo reencontrá-la. - Ele afirmou. - Não fale de coisas que alguém como você não é capaz de entender. - Ele não poderia afinal acreditar em quaisquer palavras ditas por Kare, não depois de tudo que ela havia dito durante a luta. Era óbvio que ela sabia de coisas que não devia saber, mas ele conseguia entender de onde ela havia ouvido e por isso não se importava.

Seria possível para Kare entender porque aquele homem não desejava rever a mulher que ele amava? Ao mesmo tempo em que esta era usada para forçá-lo a trabalhar para Lust? Ela poderia matá-lo antes do que ele a ela, no momento em que a lança havia vencido a resistência da pele isso havia se tornado claro. Iria provavelmente se machucar com as últimas forças de Osho, mas sairia viva.

O sangue de seu abdômen alcançava suas pernas, sentia seus músculos fracos e alguma dormência. Osho por sua vez tinha sangue no canto de sua boca, seus olhos estavam vermelhos, sangue flui em um filete de seu pescoço, ombros, abdômen, costelas, coxas e bunda.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 6 EmptyTer Set 22, 2020 3:40 pm



Diante toda a tensão no último antes das cortinas serem fechadas encerrando o espetáculo eu apenas conseguia sorrir, graças a toda satisfação que sentia ao imaginar Osh se rendendo. - Você, não tem, escolha. - Dizia pausadamente com toda a calma do mundo, enquanto meus olhos brilhavam no mais puro deleite, era uma visão admirável, Osh estando claramente transtornado após nosso embate, tão desesperado a ponto de ser consumido pelo ódio, o fato de seu destino está traçado com a morte iminente sendo o único o resultado era o que havia de mais excitante, ter o total controle sobre Osh sem dúvidas me fazia estremecer de prazer.

Então numa atitude bastante despreocupada recuei com a lança, largando-a no chão, afinal a arma havia perdido completamente sua necessidade momentânea. - Vossa pessoa tem razão, sou incapaz de compreendê-lo, então sinta-se livre para cravar suas garras em meu pescoço. - Com meu olhar piedosa fixado ao espadachim não perdi o sorriso cínico adornando minha face, e dei de ombros para demonstrar toda minha indiferença em relação a ele, além da confiança excessiva acreditando que Osh irá se render perante minha vontade.

- Apenas me diga, após minha morte como pretende deixar este local com vida? E mesmo se você escapar, vossa amada continuará sendo uma relés escrava até os últimos instantes de vida. - Não iria conter meus lábios de assumiram um sorriso perverso, tornando-se cada vez mais sarcástico nos cantos da boca. Já não teria qualquer receio de apostar no jogo altamente arriscado entre mim e Osh, afinal Vick poderia facilmente intervir, eu ficava na verdade bastante segura, mesmo com o pescoço estando prestes a ser esmagado.

- E convenhamos, se fosse de outra maneira vossa pessoa iria duvidar de minhas habilidades, agora que eu sou a responsável por sua morte deve ser suficiente para lhe fazer crer que eu também posso ser capaz de salvá-la. - Apesar de Osh estar bem vivo, eu estaria considerando o fato de que Vick iria eliminá-lo mesmo comigo não estando mais com a lança no pescoço dele. - Mas antes, vossa pessoa sabe exatamente o precisa ser feito. - Novamente iria sorrir de maneira sádica, com o brilho prazeroso nos olhos, aguardando ansiosamente para ver Osh se ajoelhando de bom grado na minha frente.

Entretanto, mesmo com Osh ficando de joelhos eu não o perdoaria tão facilmente, após ele ter desrespeitado minha autoridade, e com toda a gentileza presente na sola de meus sapatos eu iria pisar na cabeça dele esfregando a ponta do pé circularmente. - Isso é por você ter ameaçado quebrar meu pescoço, e espero que não pense em me confrontar novamente. - Com meu rosto abaixado na direção reclamaria profundamente aborrecida antes de retirar meu pé de cima do cãozinho. Porém se ele pretendesse me estrangular até eu não iria conter os gritos esperando que Vick haja logo na sequência para impedi-lo.

Caso Osh demonstrasse um mínimo de bom senso aceitando submeter-se a mim eu não perderia a oportunidade de logo começar com as exigências corriqueiras. - Seja um bom garoto e me entregue a lança. - Estenderia a mão com a palma voltada para cima aguardando que Osh cumpra minha vontade, comigo mantendo um sorriso deveras adorável desenhado na face.

- Agora vamos sair logo desse local, você deve ter algum esconderijo por aqui certo? Por hora deve ser suficiente para tratarmos dos ferimentos e também para eu lhe contar como pretendo salvá-lo. - E com os ânimos apaziguados conversaria normalmente com Osh, sem demonstrar qualquer tipo de exaltação. - Há mais bonecas da Lust que possam nos reconhecer? - Desta maneira assim iria aguardar pelas respostas, caso Osh tenha um esconderijo que possa nos abrigar longe dos olhos de Lust não teria problema em seguí-lo.


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