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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptyQui 16 Jul 2020, 12:34

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptyQui 06 Ago 2020, 15:45



Notando que a tenente simpatizou-se com Poky acredito ser uma boa idéia apresentá-los, com a doninha acima do ombro iria me aproximar da tenente e inclinar o corpo para frente, ficando mais ou menos na altura dela, em seguida iria mover o ombro esquerdo na direção da morena. - Poky, essa é minha amiga, ela é um pouco nervosinho demais, mas é uma companhia agradável, então não faça muitas travessuras com ela. - Diria de maneira carismática, fazendo uma piada bobinha com a tenente para descontrair um pouco. - A menos que seja muito engraçado. - Cochichando baixinho próximo às orelhas de Poky, mas sem disfarçar querendo que a tenente também escutasse, então seria tomada pela leveza da situação e um sorriso discreto porém alegre era formado nos lábios, enquanto o olhar de ternura seria direcionado a tenente, querendo demonstrar que essa não era uma brincadeira maldosa.

Com as costas apoiadas na parede da banheira escutei o ranger da porta sendo aberta, já poderia facilmente imaginar quem seria, mas apenas para confirmar as expectativas inclinei o pescoço para trás ficando de "ponta cabeça." - Não fui eu que a convidei? - Sorrindo maliciosamente fiz uma pergunta retórica num leve tom irônico para responder o pedido da tenente sobre juntar-se a mim no banho. Esperando-a aproximar-se iria afastar as pernas para aninhar a tenente comigo, envolvendo-a em meus braços pela cintura e a puxando com cuidado para ficarmos coladinhas. Em seguida começaria a acariciar os cabelos dela e beijá-la do ombro até o pescoço, mordiscando enquanto escalava até alcançar os lábios da morena, dando-lhe um beijo caloroso. Sentia-me de fato contente, ela havia construído um pretexto para me ver, essa vontade demonstrada foi muito apreciada por mim.

Após algum tempo compartilhando a banheira com a tenente eu demonstraria imensa boa vontade em querer deixá-la extremamente confortável, massageando as pernas da tenente, sendo bem minuciosa, distribuindo equivalente atenção por toda a coxa até a virilha, fazendo o mesmo em utilizar outra mão para acariciar a cintura da nervosinho, até o seios, mantendo toques firmes porém cuidadosos, não economizando nos beijos carinhosos e mordidas leves no pescoço. E antes da situação tornar-se completamente obscena, eu me levantaria a fim de deixar a banheira, num ar de despreocupação. - O que foi? - Me fazendo de desentendida se a tenente demonstrasse alguma insatisfação. - Eu a convidei para nos banharmos, no que vossa pessoa estava pensando? - Fingindo estar perplexa ao questioná-la. - Não me diga que você planejava usar essa situação para tirar proveito de mim? Vossa pessoa é tão indecente. - Cobrindo os seios iria virar o rosto para o lado, me encolhendo demonstrando estar muito envergonhada. E se a tenente ficasse desconsertada eu iria cobrir a boca com o dedo indicador dobrado e deixar um risinho divertido escapar, enquanto abraço a barriga. - Me desculpa, mas você é tão fofa que não resisto em lhe atormentar um pouco. - Dizia ainda sem conseguir esconder o sorriso travesso. - E também… - Pausando propositalmente a fala iria mover os olhos em direção aos da tenente, cerrando-os sedutoramente e ficando com esse olhar intenso fixado a ela. - Pretendo lhe conceder uma noite especial, esse foi apenas o aperitivo do que lhe aguarda antes de adormecermos. - Mordiscando o dedo em frente a boca iria permitir que minha atração pela tenente fosse expressa em um sorriso cativante. Assim iria calmamente enxugar-me, trajar o vestido presenteado por Sapphira e deixar o banheiro, esperando que a Nervosinha ficasse muito ansiosa para nós "dormimos" juntas. Momento esse que quando chegasse minha pessoa faria questão de tomar a iniciativa e conduzi-la durante toda a noite.

Mas antes eu pediria para Vick trocar os curativos se fosse necessário e também por mais pomada, afinal os hematomas precisam desaparecer de imediato. Brincaria um pouco com Poky também, dando a ele algumas uvas e afagos por trás das orelhinhas. Teria jantado tranquilamente, apenas atiçando a tenente com alguns olhares maliciosos durante a refeição. O que? Vossa pessoa me acusa de estar enrolando para deixar a tenente mais ansiosa e excitada? Tô mesmo. Isso é um ultraje, calúnia! Uma pessoa de índole íntegra igual a mim jamais faria algo tão sórdido… AaaaMENTHIRA!! Acho que peguei um resfriado...

>><<

Na manhã seguinte ainda trajando o vestido presenteado por Sapph, e somente ele. - É um local aconchegante. - Respondia Alvida fechando os olhinhos e sorrindo com toda meiguice de meu ser. Apesar do conforto e aconchego que eu estou me referindo seja ficar aninhada com uma certa tenente da marinha… - Foi durante meu primeiro trabalho, mas ela não é uma empregada. - Diria em resposta a pergunta seguinte de Alvida, fazendo questão mencionar o fato de que Vick não trabalha para mim, mesmo que Alvida tivesse feito outra suposição.

- Eu lhe agradeço pelo regalo, minhas vestes foram realmente retalhadas até virarem trapos. - Não tendo problema algum em concordar com a Alvida, até porque era somente uma roupa de qualidade não muito ruim, desapegar delas é uma tarefa fácil, e também iria esboçar um sorriso sincero para ela, imaginando que as roupas presenteadas sejam da mesma qualidade das que eu estava trajando ou superior. - Vossa pessoa poderia emprestar-me um violino, ou flauta? Espero que não seja um pedido muito extravagante. - Dando um risinho envergonhado após terminar a fala, até porque não quero aparentar estar totalmente confortável enquanto peço algo. E talvez eu tenha jogado um veneno em Alvida, querendo dizer que uma flauta e um violino poderia ser algo muito difícil para ela conseguir, mas se perguntarem, eu nego. E sobre pedir emprestado e não um presente… Bom, acredito que os melhores instrumentos possíveis de se adquirir na ilha possam ter um alto preço para se pedir de presente a um mundano, e como me recuso a não ter o melhor, algo emprestado é suficiente, quando capturar o Osh, uso o dinheiro da recompensa para comparar um violino decente. - Estou disposta a aprender tocá-los, desejo usar de todos os recursos para mostrar ao Sr. Santo a diferença descomunal entre nossas dádivas. - Me explicaria se caso Alvida perguntasse a razão de eu pedir por instrumentos musicais, mantendo uma expressão bem adorável em contraste com as palavras maléficas.

- E o que acha de um parceiro para a maior modelo que pisará em vosso estúdio? Acredito que o destaque ficaria ainda maior com algumas campanhas em dupla. - Sugerindo a idéia para Alvida contratar alguém, com a premissa de que pode ser algo vantajoso. - Eu tenho uma idéia em mente. - Se ela estivesse de acordo ou ficasse interessada, eu iria descrever um parceiro com as características físicas de Osh, cor do cabelo, olhos, barba, e algumas menções genéricas sobre formato do rosto, contorno dos lábios, até porque deve ser estranho ficar dando tantos detalhes do rosto… Até parece que estou descrevendo um retrato falado, ou procurando alguém com exata aparência para usar de sósia e substituir o cadáver de um criminoso… Pff! Onde já se viu isso… Lógico que Alvida poderia perceber a semelhança entre a descrição que eu daria com o dito cujo, e nesse caso. - Também a outras necessidades que eu gostaria que fossem atendidas por aquela espada de enorme potência, mas como seria impossível, terei de me contentar com o substituto… - Dizendo num ar libidinoso, expondo minha feição lasciva para Alvida, e assim ela deva acreditar que meu interesse seria puramente carnal, não é uma razão nobre, mas é melhor do que ela descobrir sobre o assassinato. Sim, eu esconderia isso dela, pois não acredito que ela iria cooperar em ser cúmplice.


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Furry
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptySex 07 Ago 2020, 15:54




Os olhos da tenente brilhavam ao ver Poky respondendo as instruções de Kare com uma bravata e depois um sorriso cresceu em seu rosto quando a doninha pulou para o seu ombro como um sinal de cumprimento. - E eu… não sou nervo...sinha. - Ficou um pouco sem jeito ao contradizer algo que sabia ser verdade. E então Kare concluía as instruções de Poky dando-lhe liberdade de fazer travessuras, é claro que para ele, qualquer coisa que ele fizesse seria engraçado, logo… Todas as travessuras estavam agora liberadas e ele não perderia essa chance e imediatamente entrou pelo colarinha da camisa da tenente. - OQUE!!! - Ela começou a se agitar "dançando" e rindo enquanto Poky mergulhava por dentro das suas roupas fazendo-lhe cosquinhas até que por fim sua cabeça brotou acima do cóccix da espadachim. pokyun - NÃOO AI NÃOOOO. - ela provavelmente imaginou que Poky entraria em sua saia e ele de fato iria, mas sentiu o aroma das uvas que eram carregadas pelos marines atrás da tenente que neste momento estavam rindo do acontecido e ele pulou então em direção as uvas. - Isso… foi maldade. - Talvez fosse ser uma semana dificil para ela.

>><<

- Bem… Sim. - Ela moveu a mão prendendo a mexa que havia escapada atrás da orelha e ali mesmo na porta despediu-se deixando suas roupas caírem no chão. O corpo dela podia agora ser contemplado em completo, sendo a primeira vez que mostrava-se completamente nua para alguém daquela forma.

Estava tímida e insegura e escondia-se um pouco com as mãos. Seu corpo era esbelto e bastante rígido, haviam músculos definidos, mas delicados visíveis em seu abdome e pernas. Sua compleição era delicada, fosse em suas pernas esbeltas, sua cintura fina ou mesmo em seus ombros estreitos. Seus seios eram pequenos e com um formato de gota bastante bonito, sua auréola era rosada e também pequena. Haviam algumas cicatrizes que podiam ser vistas em seus corpo, nenhuma grande ou feio, mas pequenas marcas pálidas onde um dia tiveram ferimentos de batalha, uma no entanto em sua lateral esquerda tinha uma cor mais rosada mostrando que a não muito tempo havia sido curada.

Vencendo a timidez avançou e viu Kare dando-lhe espaço. Sentou-se rígida entre as pernas de Kare, mas os beijos logo faziam seu corpo começar a amolecer e relaxar. - Gostoso. - expressou sinceramente. Soltou seu corpo e inclinou a cabeça oferecendo ainda mais o seu pescoço para Kare, quando os beijos aumentaram levou sua mão ao rosto da outra e entregou-se ao beijo. Naquele momento as coisas estavam sendo como ela realmente havia imaginado. Era um local privado e bastante romântico, bem… Nunca havia se imaginado com uma mulher, mas de toda a forma a companhia era muito atraente e tudo parecia estar indo tão bem. Começava a gemer baixinho e a retribuir o carinha passando suas mãos pelas pernas de Kare e empurrando-se contra o corpo da mesma deliciando-se com os toques e cuidados recebidos. - Tão bom. - Moveu a cabeça querendo sem beijada do outro lado, sua mão atrás da cabeça de Kare para poder puxá-la desejosa para si.

Sob a mão o peito da tenente começava a subir e descer com mais intensidade, o palpitar de seu coração havia se transformado em um vigoroso martelar e as coisas não haviam nem realmente começado, mas já estava passando vontade o dia inteiro tendo sido interrompida duas vezes antes a expectativa de que agora tudo sairia perfeito e o prazer estavam em seu máximo e então….

Ela ficou olhando para Kare sem entender absolutamente nada. - Eu.. Eu estava pensando.. O que mais eu poderia pensar… Depois… depois do que você… - Vendo-se observada por aqueles olhos vulgares e cobiçosos a moça pura e casta chamada Karelina sentiu-se envergonhada e necessitou cobrir seu corpo ante o olhar vil que recebia, mas sua pose durou apenas um momento, pois o riso brota ao ver a nervosinha completamente nervosinha. - Isso não é justo. - reclamou e era claro até mesmo nesse momento que ela era fofinha. - Também??? - A expectativa dentro dela crescia, Kare parecia estar pensando em falar algo importante. - IIIQUI.. Aa..aa noite? Mesmo? - Parecia nervosa, mas ao mesmo tempo feliz.

Ainda assim a tenente teve que sofrer muito até que a noite efetivamente chegasse, Kare naquele momento parecia ter atingido o nirvana e sido agraciada por uma paciência sem fim o que deixou a tenente a subir pelas paredes de ansiedade até tarde da noite.

>><<

A manhã seguinte havia chego e Kare deixou a cama onde a tenente ainda dormia tranquilamente com um sorriso no rosto, estava deitada de lado e encolhida em posição fetal enquanto sonhava com alguma coisa já que o sorriso aumentava aos poucos.

- Não é? Óh, peço desculpas pela suposição inconveniente, mas não muda o fato de que é de uma eficiente invejável. - Alvida como sempre parecia alguém fácil de se conviver, todavia restava saber se aquela era apenas sua faceta de negócios, ou se era a sua natureza mesmo. - Esperam que sejam do seu agrado Querida, qualquer coisa basta me avisar que providenciarei outras.

- Parece que alguém está fazendo pouco da minha pessoa. - Falou com a voz tomáda de soberba. - Mas é bom ser subestimada. - Completou seu raciocínio inferindo algo mais estratégico nesta forma de ser vista. - Mas se irá aprender será necessário algo além do que somente os instrumentos, ao menos se você, Querida, deseja o fazer da melhor forma. E sem ensurdecer os outros habitantes da residência. - Antes havia sido alfinetada e agora devolvia o alfinete para sua dona.



- Pode ser bom, traçaria um paralelo com aquela sua canção, mas somente um será o suficiente para você Querida? - Alvida tinha um sorriso divertido no rosto enquanto descia os olhos pelo corpo de Kare. - Creio que um trono feito de homens para você se sentar daria uma foto realmente esplêndida para se colocar em um poster. - Ela ocultou a face com seu onipresente leque por um momento. - Mas eu lhe interrompi Querida, por favor prossiga e apresenta a sua ideia.

- Você descreveu alguém bastante Perigoso não é mesmo Querida. - Era óbvio e até mesmo esperado que Alvida notasse a incrível semelhança entre a descrição dada por Kare e o sujeito perigoso com o qual haviam tido um encontro bastante dramático anteriormente. Kare rapidamente se justifica, mas uma coisa era cera, Alvida não era boba. - Verei o que posso fazer quanto a este assunto querida, mas o que me diz da minha ideia? Devo dizer que ela me agrada bastante.


Teriam mais um tempo para conversar a sós na cozinha e se Kare depois disso saísse com a mulher para acompanhá-la até a porta veria o Jovem Guia montando sua ave enquanto trotava a frente da residência. Na verdade o mesmo encontrava-se em pé sobre o animal, ao passar por perto da possível Dupla, ou só de Kare caso a mesma saia sozinha mais tarde ele saltaria da ave com uma acrobacia e aterrissando a frente delas com um floreio lhes daria bom dia.

- Bom dia Senhoritas. - Cumprimentou o Guia. - A manhã fica ainda mais linda com a presença de tão belas flores. - Aparentemente um pouco de descanso e uma residência afastada nas montanhas junto a um lago haviam feito muito bem para que o mesmo conseguisse relaxar e voltar a sua personalidade normal novamente.

Voltando a se pôr de pé olharia para Kare. - O que acha da senhorita me dar a honra de levá-la em um passeio pelas montanhas? O lugar é realmente muito bonito. - Bem… Na verdade o guia não estava assim tão normal… Algum bicho o havia mordido quem sabe? Estava demasiadamente galanteador.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptySeg 10 Ago 2020, 21:07



Admito que fiquei... Aborrecida… Alvida continuava a enfatizar os elogios sobre o quão Vick é eficiente, e isto me incomoda, pois os elogios deveriam ser feitos única e exclusivamente para enfatizar as infinitas virtudes ostentadas pela minha grandiosa pessoa, porém… Eu não descordava dos elogios recebidos por Vick, e ao mesmo tempo ela é utiliza de sua eficiência para aumentar a comodidade de minha vida, e o conforto é extremamente apreciado por mim… Sem saber como reagir calei-me fechando os olhos, sem conseguir problematizar os elogios. Além do mais, depois de uma noite especial com a tenente nervosinha é óbvio que meu bom humor não seria abalado por um simples dilema.

Recebia a alfinetada de "bom grado", eu já poderia esperar pela resposta ácida de Alvida, e na verdade, eu até gosto de trocar essas implicâncias, talvez seja algum tipo de esporte, mas ainda sim era irritante. - A melodia tocada por um anjo talvez possa realmente ensurdecer as pessoas cujo os ouvidos não seriam capazes de suportar a perfeição da música. - Retrucando o comentário provocativo com um sorriso repleto de confiança, e dizendo de forma muito arrogante enquanto estufo o peito orgulhosa, querendo dizer se os mundanos ficassem surdos por minha causa seria graças a eles não serem capazes de contemplar melodia divina composta por mim. - Mas o que vossa pessoa tem em mente? - Questionando Alvida enquanto mantenho uma sobrancelha erguida demonstrando dúvida.

"Trono de homens…? Que idéia absurda! - Refletindo a idéia em meus pensamentos enquanto tentava montar a imagem, comigo sentada majestosamente acima dos mundanos inferiores, com certeza algo assim seria motivo para fazer a imprensa de Tuntz Tuntz enlouquecer, fofocas, intrigas, imaginava todo o estardalhaço que essa imagem desencadearia ao ser divulgada. - Adorei! - Óbvio, como não apreciar uma tão maravilhosa? É a representação perfeita de minha pessoa! Com os olhos atentos e sobrancelhas levantadas minha feição de surpresa logo deu lugar a um sorriso alegre e empolgado. - Também gostaria de algumas servas a minha disposição na imagem. - Logo me vi tendo idéias para complementar a sugestão de Alvida, afinal minha pessoa não deseja apenas ser vista acima de um gênero, e sim de todos, conversando animada com a mulher querendo saber a opinião dela. - E o mais importante… - Pausando a fala dramaticamente. - É necessário que seja um ruivo para minha pessoa sentar-se acima. - Cerrando o olhar de forma perversa comentava maliciosamente, como se estivesse tramando algum plano maquiavélico. Creio que eu não precisaria explicar o motivo de exigir um ruivo para ficar prostrado ao chão como um reles cão submisso, pois só é necessário lembrar a cor dos cabelos de um certo Santo, e que minha pessoa teve algumas desavenças com ele. Porém, se Alvida perguntasse eu diria com todas as letras que a necessidade do ruivo era para fazer analogia a minha pessoa estar acima de Bast. E por conveniência uma certa líder da organização que estou perseguindo também demonstra indícios de ser ruiva, e acredito que ela terá acesso a tal imagem, então seria como atingir dois alvos com um disparo.

>><<

Acompanhando Alvida até a saída após nossa conversa ter sido concluída, deparo-me com o Jovem Guia apresentando estar deveras bem humorado. - Bom dia. - Cumprimentei-o de maneira corteza. Então caminhei em sua direção, inclinando um pouco para frente e assim poder aproximar meu rosto ao dele, enquanto o encaro com olhos afetuosos e sorriso gentil de satisfação nos lábios. - Que cavalheiro galante, cortejando duas damas com palavras tão doces, és tão amável em suas palavras. - Para recompensar o Jovem Guia por ter agido de maneira tão adorável ao cumprimentar-me iria apertar gentilmente sua bochecha com o polegar e também o dedo, fazendo uma breve carícia. Claro que minha pessoa também espera ser elogiada mais vezes por ter agido com tamanha benevolência.

Na sequência iria me despedir de Alvida fazendo uma sútil reverência. - Até breve. - Dizendo com mais ânimo e alegria do que o habitual, pois fiquei contente com o resultado do diálogo. Então retornaria minha atenção ao jovem guia. - Mais bonita do que eu? - Diria fingindo estar incomodada, desviando o olhar enquanto abraço o corpo para demonstrar também insegurança durante o questionamento. E se o jovem guia me fizesse outros elogios toda a aflição rapidamente desapareceria, dando espaço para em meus lábios se desenhar um sorriso confiante, enquanto fico com o nariz um pouquinho arrebitado. - Pois bem, me de alguns, irei escolher algo para trajar durante o passeio. - Aceitando o convite iria proferir as palavras dando a entender que escolheria algo especial para vestir.

Assim retornaria para o interior da residência indo na direção do embrulho trazido por Alvida, se as vestimentas fossem casuais eu ás levaria para o quarto e as trajaria, caso contrário o jovem guia teria de se contentar com minha pessoa usando as roupas de Budou Island. Um último detalhe, eu iria demorar um pouco para me vestir, afinal minha pessoa deve ser no mínimo impecável, consertando cada mínimo detalhe que ficasse amarrotado, também gastando mais alguns minutos para admirar-me na frente do espelho, talvez isso faça o jovem guia ficar ansioso por me ver. Estando devidamente trajada retornaria até a porta. - Lhe fiz esperar muito? - Diria novamente aparentando estar insegura, me encolhendo um pouco fingindo vergonha. E é óbvio que a resposta é positiva, mas duvido que o jovem guia fosse ter a deselegância de comentar o quanto minha pessoa demorou.

Desfilando graciosamente de encontro ao rapazote galanteador iria concedê-lo a honra de ajudar-me a subir no Jog, oferecendo delicadamente minha mão aveludada, e montando n9oa ave projetando a perna por cima da ave num arco de angulação bem generosa por assim dizer. Então iria aguardar o condutor também montar no jog, e na sequência eu iria envolver o abdome dele em meus braços, entrelaçando os dedos logo abaixo umbigo, aproveitando para firmar o aperto enquanto o puxo para mais próximo de mim, ao mesmo tempo que aproximo meu corpo dele, ficando com o busto apoiado em suas costas, além de colocar meu queixo acima do ombro dele. - Tudo bem eu ficar assim? Estou com medo de cair. - Diria bem próximo ao ouvido dele num tom de voz adocicado, acreditando que assim o jovem guia poderia ter seu momento de heroísmo diante a frágil. - Podemos ir por uma rota discreta? Gostaria de ficar a sós na companhia de vossa pessoa. - Ainda mantendo a meiguice na tonalidade, mas desta minha voz soaria discretamente maliciosa, desejaria que o jovial condutor mantivesse a montaria distante das demais, pois estou escondida nessa residência, e seria problemático ser identificado, até mesmo poderia escutar o capitão dizendo algo irritante sobre eu ter estragado o disfarce, isto seria um fardo, que eu prefiro evitar. Mas claro que explicar as coisas assim seria muito anticlimático, e minha pessoa não poderia se divertir com o Jovem Guia possivelmente reagindo às brincadeiras provocativas. No mais apenas teria aguardado pelo passeio.

>><<

Aprendizado de Perícia: Montaria.

Enquanto desfrutava do passeio pela região notei a possibilidade de aprender mais sobre a arte da montaria, bom, eu não faço a mínima idéia de quanto tempo precisarei ficar permanecer longe dos holofotes, então me pareceu uma boa oportunidade de distração, para fazer o tempo passar mais rápido. - Pode ir mais devagar? Gostaria de aproveitar a viagem e também observar a paisagem. - Dizendo de forma bem amável não havia porque o Jovem Guia recusar meu pedido. Claro que tal pedido tinha como objetivo principal eu ter mais tempo e calma para analisar a maneira como o jovem guia conduzia a montaria.

Os movimentos feitos me pareciam bem simples, puxando as para trás rédeas a ave reduzia ou parava dependendo da intensidade, puxando para a direita o jog virava para a direita, e o mesmo se aplicava a esquerda, o mais complexo era quando o Jovem Guia afrouxava ou soltava as rédeas e assim a montaria aumentava a velocidade, ou quando ele "batia" com os pés no corpo da ave para fazê-la correr, mas de qualquer maneira não parecia algo complicado.

Após ter tido tempo de observar o jovem guia conduzido a montaria. - Posso tentar? - Perguntei animada, ele não teve problemas em aceitar, apenas ficou preocupado quando eu pedi para que ele descesse antes de explicar como minha pessoa deveria fazer. Obviamente eu tinha intenção de me exibir, e ter um bom resultado sem qualquer instrução, apenas para aparentar demonstrar ser uma prodígio, além do fato importante se receber elogios pelo desempenho.

Como comecei devagar não tive grandes problemas, firmando as pernas ao redor da montaria mas sem apertar para machucar fiquei estável, distribuindo o peso do corpo igualmente em ambas as pernas enquanto ficava com a postura ereta, não tive dificuldade nisso. A dificuldade inicial era a intensidade na hora de controlar a rédea, tive de me acostumar a montaria, até conseguir manobrá-la com perfeição, pois quando eu exagerava na força por reflexo a reação do jog era brusca, me fazendo balançar, mas não cheguei a cair. A ausência de maiores dificuldades também se dava pelo animal ser dócil, então ele não ficava ansioso ou hostil mesmo quando eu exagerava, e nesses casos eu fazia algumas carícias nas penas do pescoço próximo a cabeça e ele continuava sendo amigável comigo.

Mas ficar nesse marasmo eternamente só faria meu tédio aprofundar-se cada vez mais, e naturalmente minha pessoa buscava por alguma emoção. Quando me acostumei ao controle das rédeas, as afrouxei parcialmente, dando alguns tapinhas na lateral das "costas" da ave para fazê-la acelerar. Então a dificuldade de manusear logo retornou, pois ficava mais "sensível" o controle devido a maior velocidade, qualquer força a mais que eu colocava a montaria fazia um movimento abrupto e por causa da corrida eu era projetada para fora da cela, precisando jogar o peso do corpo na direção oposta para não cair.

E assim fui me acostumando a ave, até o ponto de ficar confortável o suficiente para deixá-la correr a toda velocidade enquanto eu a conduzia, e nesse momento também tomei a liberdade de afastar-me do Jovem Guia para fazer uma longa corrida, já não tinha mais problemas para controlar a montaria, estando acostumada com a ave, sem mais exagerar ou faltar força no momento de puxar. A dificuldade era o fato de estar lidando com um animal, por vezes surgiam obstáculos na nossa frente, e ele tinha reações distintas, hora pulava por cima, outras vezes "escalava", fazendo minha pessoa ter de reagir às tais situações, distribuindo o peso do corpo para suportar o "baque" após o salto, ou então me inclinar para frente quando o jog "escalava" pois se não o fizesse sentia o peso do corpo pendendo para trás.

E com esse último detalhe eu inclusive notei que enquanto ficava "deitada" nas costas jog ele conseguia correr mais rápido, e isso acrescentou maior emoção a viagem, eu me inclinava para frente enquanto empinava o quadril para e cavalgava desenfreada. E após gastar algum tempo aproveitando a corrida retornei para o local onde havia visto o jovem guia pela última vez. "Nada mal… Porém agora fiquei atiçada a ter algo mais feroz para montar." Mordia o canto dos lábios enquanto meu olhar lascivo se perdia em meio a devaneios, imaginando como seria satisfatório montar em uma fera selvagem, e ter o desafio de controlá-la abaixo de minhas pernas para cumprir as vontades que possuo.

Fim do aprendizado.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptyTer 11 Ago 2020, 20:11




- Então talvez não seja uma boa ideia lhe arrumar instrumentos Querida, ou acabaríamos com uma ilha de surdos. - Alvida brincou com as implicações das palavras por Kare proferidas. - Eu não iria querer também que você descesse ao nosso patamar Querida. - implicava mais um pouco, talvez este também fosse um esporte por ela apreciado.

Deixando sua competição amistosa de lado elas prosseguiram com os assuntos de maior importância enquanto cada uma apresentava suas ideias. A ideia de Alvida no entanto ia muito além do que algo… Ou talvez não fosse assim tão além, visto que conforme a imagem ia tomando forma na mente de Kare mais interessante ela se tornava ao ponto dela não só achar interessante como também acrescentar ideias ao projeto. - Acredito que se trabalharmos com couro possa ficar interessante. - Os olhos de Alvida brilhavam como se conseguisse visualizar a imagem bem a sua frente e então explodiu em uma risada que fazia seus ombros convulsionaram. - Ficaremos com uma ilha de cegos.

A conversa prosseguiu basicamente sem problemas com Alvida tomando nota sobre o projeto futuro para elas. - Irei trabalhar nisso. - um sorriso fora de seu controle surgiu em seus lábios. - Nessas duas coisas. O ruivo deve ser fácil, você prefere que ele seja atraente ou apenas comum? - Kare não havia necessitado de explicar suas motivações, Alvida era sagaz e conseguia entender muito bem a perversidade da mente feminina.

>><<

Kare aproximou-se do Guia, trazendo seu rosto para bem próximo do dele permitindo que ele sentisse seu perfurme. Se bem observado poder-se-ia notar que havia nervosismo nele, até mesmo medo. Se mais fundo se fosse nessas observações chegar-se-ia ao cerne do seu comportamento. Kare o havia aterrorizado, aterrorizado até os ossos, não apenas havia demonstrado qualquer pudor como era também extremamente forte, ao menos do seu ponto de vista, pois ele havia passado pelo trecho onde o combate havia acontecido e isso apenas fortaleceu em seu coração uma resolução; não deveria sobre hipótese alguma irritar aquela mulher, na verdade deveria deixá-la o mais feliz e alegre possível e até quem sabe conquistar alguma boa graça da mesma.

Kare todavia não possuía este nível de discernimento quanto a natureza das pessoas e por isso tirando o breve sinal de nervosismo o qual era esperado existir em alguém tão jovem quanto o guia ela nada mais viu. - Obrigado senhorita, mas creio que essas pobres palavras não possam nem mesmo chegar aos pés do que lhe é merecido. - Ele tomou a mão dela em um ato súbito, apenas segurando-a suavemente entre as suas e reforçou o convite antes feito, mas libertou a mão de Kare quando Alvida voltou a falar.

- Realmente um rapazinho muito galando, também muito bonito. - Falou a "mulher" repleta de maldade e segundas intenções. - Adoro homens corteses ainda tão jovens. - Isso seria o suficiente para quase fazê-lo suar frio se não fossem suas habilidades de se manter calmo neste tipo de situação. - Bom já vou indo Querida, deixei meu contato com a Querida da Vick. Me ligue para qualquer coisa que precisar. - Alvida então se dirigia a sua própria JOG parada um pouco mais a frente na passagem e partiu pela estrada, Kare novamente dirigia sua atenção agora ao guia que dava um largo sorriso ao seu comentário.

- É claro que não, nem o mais belo campo florido banhado pelos raios alaranjados do por do sol poderia fazer frente a menor parte de sua beleza. - Sendo agraciada por doces palavras a jovem voltou rapidamente a ficar animada, embora o desânimo nunca houvesse realmente existido. - Todos os instantes do mundo para você senhorita.

Kare retornava para a casa deixando um guia bastante ansioso do lado de fora, afinal ele nunca havia imaginado que ela de fato aceitaria o seu convite. Pensamentos sinistros passavam por sua mente enquanto pensava nas infinitas possibilidades de mortes diferentes que poderia acabar encontrando durante o passeio.

Bom, é claro que se a situação fosse outra ele estaria tendo o melhor dia da vida dele, mas Kare o havia deixado uma impressão tão poderosa que era-lhe realmente difícil relaxar com esta oportunidade única na vida.

O tempo levado por Kare no entanto havia sido mais do que o suficiente para permitir que ele voltasse a relaxar e a pôr os pensamentos em ordem. Bem, durante este tempo ele havia realmente cogitado fugir, mas essa hipótese o deixou com ainda mais medo e por fim aceitou que tudo o que precisaria fazer era divertir a bela dama que lhe acompanharia. Por sua vez o que Kare encontrou foram roupas que combinavam ao ambiente que estava, ou melhor dizendo ao clima de férias que estaria tendo ali. Um conjunto de cores verdes trabalhado por inteiro a mão em tricô, mas bastante moderno. Provavelmente era algo que não era produzido em lotes o que o tornava bastante exclusivo. Não só o conjunto, mas também havia um calçado leve e aberto para que Kare pudesse ficar confortável e por fim um chapéu claro de abas largas com um laço verde para protegê-la do sol forte enquanto estivesse a relaxar. Durante todo o processo a Tenente ainda dormia tranquilamente, dessa vez espalhada na cama completamente destampada vestida apenas com suas roupas intimas, sua cara estampava sua completa satisfação.

Ao sair do quarto Kare foi observada por um olhar entendido de um dos marinheiros que estava no deck traseiro, mas observava passar pelo interior da casa sem desgrudar-lhe os olhos. - De maneira alguma. - O guia estava tratando ave, escovando-a enquanto aguardava pelo retorno de Kare. - Mas confesso-lhe que estava contando os segundos para o seu retorno. - De fato, ele possuía algum talento, embora fosse jovem.


Enquanto Kare desfilava em sua direção os seus nobres instintos o fizeram perceber o que devia fazer e abaixou-se levemente flexionando os joelhos e pondo as mãos em concha sobre o mesma para servir de apoio para Kare subir. - Por favor, deixe-me ajudá-la - E era devidamente recompensado por tal generosidade de sua parte, pois Kare moveu-se lentamente dando-lhe uma maravilhosa visão de suas pernas desnudas devido ao short que também devido aos furinhos do tricô somente tornavam melhor o pagamento.

Após ter se instalado na ave, via o jovem guia saltar posicionando-se a sua frente com leveza. Vestia-se com roupas coloridas que combinavam bastante com o clima da ilha, suas calças eram de cor preta, mas tais quais as primeiras que usava também eram folgadas, talvez fosse algo que ajudava em sua ''profissão'', sua blusa no entanto era bastante justa ao corpo de cor púrpura e não cobria mais da metade do seu abdome que estava agora desnudo. Era um jovem magro e por tal sua barriga era bastante lisinha e sem os músculos esperados de alguém mais velho. Possui também um cinto ornado com placas douradas em forma de disco presas a um tecido de cor roxa listrada horizontalmente nos espectros da mesma.

Assim que o jovem guia havia se estabelecido a mulher deslizou suas mãos pelo corpo do mesmo, sentindo sobre seus dedos o abdômen rijo do jovem, mas não só isso estava rígido, pois ao toque da mulher experiente todo o corpo dele endureceu, assustando com o que ocorria, mas então com medo de se afastar ao sentir a pressão suave e macia dos seios da morena em suas costas, as palavras sopradas ao seu ouvido causavam-lhe um arrepio deixando os poucos pelos que possuía no corpo em pé, mas estes não eram os únicos a ficar em pé neste momento. Para sorte deles, suas calças eram frouxas, mas se Kare descesse a mão apenas um pouco mais poderia acabar por descobrir o seu segredo ou mesmo se olhasse para baixo por sobre seu ombro poderia avistar ali a sua ereção.

- Isso pode acabar me dando vontade de correr um pouco mais Senhorita. - Segundo após ouvir as palavras de Kare ele parecia ter recobrado um pouco da sua postura sendo capaz inclusive de fazer uma pequena brincadeira mais maliciosa. Talvez o herói que Kare esperava houvesse ido para o espaço agora que a segunda cabeça do jovem começou a funcionar. - Este havia sido meu plano desde o Início Senhorita. …. O que era obviamente uma grande mentira.

>><<

As montanhas possuíam diversas trilhas a serem exploradas, por sorte o pássaro que montavam parecia ser igualmente adequado ao terreno acidentado, as fortes pernas capazes de puxar as carroças estavam agora com maior liberdade e por tal a ave conseguia ir realmente rápido enquanto saltava pelos obstáculos existentes no caminho. Enquanto corria o pássaro agora parecia realmente feliz, algo não demonstrado quando atrelado ao veículo.

- Claro, desculpe. - O jovem riu um pouco sem graça ao ter-se visto acelerando a ave apenas para sentir com mais intensidade o aperto dos braços de Kare envolta de si. - Faz tempo que não o deixo correr. - Explicou-se.

Começaram então a avançar mais devagar por uma trilha estreita, a bem da verdade o que Kare percebia era que na maior parte do tempo as rédeas na mão do guia permaneciam frouxas e apenas quando desejava reduzir a velocidade assim como antes era que ele as puxava. O resto dos comando parecia ser feito com as pernas, pressionando um ou outro lado da ave para tomar alguma direção ou ambos os lados para mais velocidade e isso explicava muito do porque o guia sempre estar montado no animal ao invés de sentado no banco esperado a ser o do condutor.


A paisagem era bonita o vento estava bom e o sol na verdade estava quente ao ser refletido nas pedras das montanhas que os cercavam. Não havia muitas árvores e as existentes eram baixas e mais parecidas com arbustos, por outro lado também não haviam pessoas naquele local. Os caminhos eram diversos, alguns avançavam por entre rochas enquanto subiam mais alto na montanha enquanto outros iam costeando o lado para dar a volta no mesmo, e era por estes que o guia estava indo enquanto apenas fazia os desvios para evitar uma ou outra casa instalada às margens do lado, mas cada uma com grande distância da anterior.

Quando Kare pediu para tentar ele não se recusou, apenas pediu um momento para achar um local mais apropriado, saindo um pouco da parte rochosa enquanto desciam por uma trilha a uma pequena planície gramada junto às águas escuras do lago. Ali ele desceu e começou a passar para Kare algumas instruções enquanto a mesma mal parecia necessitá-las e quando menos esperava o guia se via agora abandonado a longa distância da casa com seu pássaro roubado pela morena de coração frígido.

Quanto mais acelerava, mais estímulos a jovem sentia, seu corpo pulando na cela enquanto precisava apertar suas pernas para se manter cavalgando com avidez fazendo com que suas partes acabassem sendo estimuladas com o constante quicar o que talvez justificasse os pensamentos dúbios que surgiam em sua mente sobre feras selvagens que pudessem satisfazer os seus mais profundos desejos. O pássaro no entanto era um que nesse momento estava bem satisfeito, tendo podido correr a totalidade de sua velocidade por um bom período de tempo, seu peito subindo e descendo com sua respiração acelerada eles agora mais uma vez estavam a retornar ao local onde o guia havia sido abandonado.

Que felizmente havia tido um pequeno fio de esperança e permanecido ali esperando, encontrando-se agora sentado a beira do lado sobre uma pedra chata. Havia retirado a camisa estando completamente desnudo da cintura para cima e tinha as calças frouxas puxadas até o joelho com os pés mergulhados dentro da água gelada do lado.

Ao ouvir o aproximar ele levantou-se, suas calças escorregaram por suas pernas molhadas e olhando para Kare disse: - Achei que a bela princesa houvesse fugido com meu nobre cavalo branco. - Havia diversão em sua voz, mas também alívio ao vê-la retornar, mas além destes um pouquinho de raiva a sua montaria traidora.

- Creio que deveriamos voltar? - Perguntou, mas antes que Kare tivesse a oportunidade de responder, de um arbusto próximo ao qual passava veio um farfalhar donde de dentro saltou por cima do mesmo um pavão de cores azuladas e rabo multicolorido, em suas costas ninguém mais ninguém menos que o jóquei Poky. POKYUN POKYUN POKYUNNNNNNNN. - Com esse 3 2 1 ele montado sobre o pavão começou a correr pelo caminho de volta a residência sem maiores ''explicações''.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptyQui 13 Ago 2020, 12:14




Errr…. A bolota de pelos montada num pavão… Isso por si só é no mínimo inusitado, agora… Ele quer apostar uma corrida? - Hunpf! - O esnobei pela presunção de julgar que minha grandiosíssima pessoa seria submetida a uma competição amadora sem qualquer tipo de benefício. "Mas… Aquela coisinha vai ficar se vangloriando na minha cabeça durante o restante o dia ou até mesmo a semana inteira." Era acometida por um terrível pensamento irritante, era como se eu pudesse ver Poky saltitando ao meu redor enquanto se gaba por uma corrida qualquer. - Tsc! - Essa possibilidade era irritante demais para que eu pudesse deixá-la tornar-se uma realidade. - Meu caro Jovem Guia esta princesa acaba de ingressar numa disputa que não pode perder de qualquer maneira, tomarei vosso cavalo branco e retornarei primeiro. - Mantendo o papel de nobre donzela me despediria precocemente do príncipe encantando.

- Você ainda tem disposição para acompanhar-me mais uma vez durante esta corrida a toda velocidade? - Perguntando ao Jogo enquanto lhe afago gentilmente as penas do pescoço bem próximo a cabeça, afrouxando-o totalmente as rédeas para dar a ave completa liberdade de correr. Quando o jogo arrancasse eu me inclinaria frontalmente fazendo meu corpo colar nas costas da ave, mantendo o quadril erguido e por consequência deixando o bumbum bem arrebitado sentindo o short ficando justinho nas curvas arredondadas.

Deixando para trás o galante rapazote, eu poderia levá-lo comigo, mas o jog já demonstra sinais de cansaço, e não preciso de um peso extra para desacelerar o ritmo da ave. "Eu realmente gostaria de provocá-lo um pouco mais." Era lamentável perder a oportunidade de me divertir às custas do Jovem Guia, mas não posso arriscar perder tal corrida, ao menos ele terá uma visão privilegiada das costas de minha pessoa fugindo com a montaria.

Eu preciso recuperar o tempo perdido, afinal Poky montando no pavão partiu primeiro, e minha pessoa ainda se permitiu uma despedida. "Talvez se eu usar o tamanho e também o peso do jog para atropelar o pavão…" Era uma idéia que poderia realmente me fazer ganhar a disputa, impossibilitando meu adversário de continuar competindo, afinal vitória é vitória. - Tsck! - Rangi os dentes enquanto parecia ter engasgado com tal pensamento. "Por que eu fui me apegar a uma bola felpuda irritante?" A idéia de machucar o Poky era totalmente desagradável, me dando uma repulsa sobre prosseguir com o plano. "Mas minhas chances de ganhar aumentariam consideravelmente…." Ainda sim parecia tão tentador, a vitória garantida. Bufei irritada comigo mesma por não conseguir dar continuidade à estratégia, sacudindo a brevemente a cabeça para me recompor e não perder o foco na corrida.

"Preciso de outro plano de ataque." Olhando a paisagem e tentando relembrar a geografia do terreno como um todo. "Talvez funcione." Teria outra idéia, dessa vez sem envolver a possibilidade de lesionar o outro competidor. "Mas se ele estiver muito a frente, se eu mirar apenas na perna do pavão…Não!" É um pouco difícil ignorar totalmente um plano tão efetivo.

Então contaria com as capacidades físicas do jog para conseguir ultrapassar o adversário felpudo, firmando uma das pernas para fazê-lo virar na direção de um "atalho" escolhendo uma rota alternativa que envolvesse percorrer o terreno acidentado e montanhoso, desde que essa rota fosse a mais curta, assim eu poderia saltar com o jog bem a frente do outro competidor. "Mas se eu fizer o jog cair bem em cima do pavão…" Maldita idéia tentadora, novamente balancei para afastar os pensamentos atiçando meu ser.

No mais eu manteria esse plano de cortar caminho percorrendo trajetos mais difíceis e curtos, como pequenos morros íngrimes pois acredito que as pernas curtas do pavão não poderiam acompanhar o jog. E na reta final ficaria praticamente deitada nas costas da ave, para que ela tbm se inclinasse ficando com o pescoço esticado para frente, e assim poder ganhar nem que seja pela ponta do bico cruzando primeiro a "linha de chegada".

Porém se na reta final eu estivesse atrás e a envergadura do jog não fosse suficiente para garantir a vitória usarei a arma secreta. Atropelamento de doninha, sim! Não, errr, não era isso, talvez... Digo! - Ei Poky, aquela não é uma árvore repleta de uvas? - Comentando surpresa fingindo ter encontrado algo, esperando que isso fosse o suficiente para distrair a bolota de pelos por alguns instantes. E na possibilidade também do jogo estar cansado demais para a arrancada final, eu aproveitaria a distração para saltar da ave caindo poucos metros a frente e assim terminar a corrida por conta própria usando toda minha velocidade para correr até chegar na casa. Claro que seu eu conseguisse cobrir uma distância grande em relação ao Poky, antes de cruzar a linha de chegada minha pessoa iria parar e virar-se na direção da doninha, levando os dedos indicador e médio aos lábios para mandar um beijinho na direção do perdedor enquanto cruzo lindamente a linha de chegada dando alguns passinhos para trás.

Porém se minha pessoa perdesse… E o Poky realmente ficasse se vangloriando de maneira irritante… "Ainda posso usar o jog para esmagá-lo, e irei poupar o inocente pavão que nada tem haver com tal desgosto…" Dessa vez a idéia seria extremamente agradável em meus pensamentos, com minha pessoa não sentindo qualquer remorso e não teria nenhuma objeção em cogitar concretizar tal planejamento. "Se ele ficar impossibilitado de vangloriar-se não poderá me importunar…- Um sorriso diabólico seria desenhado em meus lábios, enquanto uma risada abafada é soada, desviando meu olhar sádico enquanto iria cobrir parcialmente a boca com os dedos dobrados, me deleitando nessa idéia tão agradável.



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Última edição por Licia em Qui 13 Ago 2020, 12:54, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptyQui 13 Ago 2020, 12:44




Deixado para trás dentro de uma nuvem de poeira ficou o jovem guia de corpo esbelto com a mão esticada tentando alcançar o que já lhe era inalcançável, pois Kare já havia partido ao encalço de Poky em sua disputa. O premio de tal corrida? Apenas a glória de ser o vencedor, já para o perdedor apenas a angústia da derrota. A ave havia gritado ao recomeçar a corrida, ao visto também era uma criatura de grande resiliência.

Não era possível ver Poky neste início, apenas via-se a nuvem de poeira deixada pelo pequeno insolente em sua montaria multicolorida. Kare inclinava-se bem para frente e teria dado ao guia outra das melhores visões de sua vida caso não houvesse ficado cego devido a poeira. A corrida avançou, a ave já um pouco cansada de Kare já não atingia a mesma velocidade que a jovem havia presenciado antes durante seu treino de montaria, por outro lado estava competindo com um pavão que não era exatamente um dos melhores corredores da natureza, mas este pavão era montado por Poky e parecia haver algo especial nisto, pois ele estava realmente muito rápido para um pavão.
Enquanto se via perseguindo a nuvem de poeira deixada por Poky pensamentos trapaceiros começaram a se formar na mente da jovem, planos que só podiam ser descritos como terrivelmente cruéis até mesmo para… Bom, talvez nada fosse realmente demais para esta mulher que dava um novo e mais impactante significado para cada um dos pecados mortais.

Todavia a "racionalidade" logo retornava a sua mente e acabava por se lembrar que ao menos por Poky ela possuía algum apreço, nada em demasia, mas ao menos este era o suficiente para ser maior que o valor de vencer aquela corrida a qualquer custo. Era um sentimento ainda raso, mas ao menos houvesse em seu coração um pouco de compaixão, ao menos… por um instante muito pequeno enquanto sua mente insistia no plano sórdido e era confrontada por seus sentimentos que no fim, por uma pequena, muito pequena margem haviam vencido.

Bolava um outro plano, ainda que em meio a lapsos de crueldade. Enquanto distraía-se com esses pensamentos sua ave havia começado a ganhar terreno para cima do pavão ao ponto que agora já era-lhe possível avistar saltando por sobre uma pedra e planando com suas asas alguma distância no terreno antes de voltar a correr e bem… Ele estava envolto por uma aura verde suspeita. - POKYUN POKYUN POKYUNNNNNNNN. - Bradava o hábil jóquei nas costas da ave.

A frente havia uma bifurcação no caminho, um dos trajetos subia um pouco mais acima da encosta em um terreno mais acidentado, enquanto o outro fazia uma curva ao redor da montanha para contorná-la por uma área mais plana e de fácil trânsito. Poky seguiu pela segunda enquanto Kare direcionou a sua montaria para a primeira.

As pernas fortes da Jog superaram a subida, mas não sem um pouco de dificuldade que se deu por uma leve redução em sua velocidade, as patas fortes de três dedos agarravam-se com suas garras na rocha criando pequenos sulcos a cada passo. Saltou sobre pedras para transpassar fendas na montanha, enquanto até mesmo correu trechos levemente inclinada lateralmente onde Kare precisou se inclinar na direção oposta para manterem-se na montanha ao invés de despencar os 20m para baixo.

Superando estes assombrosos desafios a Jog precisou saltar o último trecho em uma queda de mais de 10m para retornar à trilha principal. *BAK* - Seus pés afundaram-se no chão caindo pouco a frente do pavão e de Poky que gritou assustado. - WUIKKKK. - GLUGLUGLU. -Até mesmo o pavão virou um peru ao tropeçar para o lado assustado com o enorme estrondo feito pela aterrissagem da JOG que soltou um grito forçoso antes de voltar a correr ganhando agora terreno a frente do pavão que devido ao susto havia perdido a aura verde que recobria o seu corpo.

>><<

A ave ofegava profusamente agora que Kare havia desmontado, mas parecia bastante contente, pois a tempos que não lhe era dada a oportunidade de correr até cansar e ainda que estivesse ofegante ela andava orgulhosa a frente o pavão enquanto soltavam alguns "piados" baixos como se estivesse consolando o perdedor, mas o que claramente era apenas uma atitude esnobe da perda da ave.

- Pokyun Pokyun Pokyun Pokyun Pokyun . - Poky também dava tapinhas nas costas de seu amigo antes de apontar para Kare. - Pokyun Pokyun ...Pokum - A última parte dita como um grande desafio, talvez ele houvesse acabado de marcar uma data para a revanche. Com isso dito ele saiu cavalgando seu pavão para longe da vista de Kare.

- Merda, merda, merda o capitão vai me matar. - A tenente tropeçava pela porta de entrada enquanto ainda se vestia as presas tentando abotoar a camisa. - Ah. oiii, bom dia…. - Correu até Kare e se esticou esperando um selinho. - To atrasada. - Justificou-se e tentaria sair correndo na sequência, mas ainda pararia para responder algo se Kare houvesse perguntando enquanto "corria de costas". A tenente seguia não pelo caminho pelo qual Kare havia ido com a jogue e sim seguia no caminho pelo qual Alvida havia ido embora anteriormente, mas estava indo de a pé e corria, parecia atrasada para algum compromisso.

- Aproveitou o Passeio Senhorita? - Vick aparecia na porta da casa e então olhando para a ave e depois para Kara como se não entendesse o que haveria acontecido com o Guia. - A senhorita perdeu nosso Guia? - Perguntou Vick o que era tanto um questionamento sério quanto um tipo de piada. [/color]

Se houvesse tempo ela também falaria sobre Alvida ter deixado um jornal no qual Kare havia aparecido, mas isto apenas se Kare ficasse na residência.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptySab 15 Ago 2020, 13:19



Nada como o doce soar das lamúrias proferidas pelos perdedores… Respirei fundo do alívio enquanto meus ouvidos eram agraciados com as "palavras" vazias proferidas pela bolota de pelos perdedora. - Chegue em primeiro lugar da próxima vez, e talvez eu escute o que você tem a dizer. - Cruzei os braços enquanto erguia queixo deixando um sorriso enorme de satisfação e arrogância reinar em minha face, desprezando o último colocado da corrida. Em contrapartida eu iria mimar um pouco o jog, acariciando as penas abaixo do bico com as pontas do dedo. - Vosso desempenho foi excelente! - Dizendo num tom alegre, elevando a voz para que a dupla de perdedores pudesse escutar. E ao ver Poky se virando para "ir embora". "Que péssimo perdedor." Não poderia deixar de julgá-lo pela atitude imatura, eu havia me livrado de suas vanglórias irritantes mas era um pouco surpreendente ver Poky se afastando amargurado com a derrota. "Ainda pensei dar a ele algumas uvas como prêmio de consolação." Porém como Poky não se deixou abater por ser o último colocado não vejo necessidade de oferecer uma recompensa como tentativa de animá-lo um pouco.

E vindo tão rápido como se também estivesse apostando uma corrida me deparei com a tenente saindo da residência. "Que apressadinha." Me lembrava de uma certa, apesar de ambas serem bem diferente, e a coloração dos cabelos talvez seja a menor delas. - Tão nervosinha logo cedo. - Prostrando uma das mãos acima da cintura brinquei ao ver o estado da tenente, era impossível resistir a vontade de provocá-la. Me inclinei para retribuir o breve bejjo, mas antes de deixá-la afastar-se iria envolvê-la em meus braços, e calmamente ajudá-la com o ajuste das vestes, desamassando a gola, e colocando a blusa por dentro da calça, fazendo questão de manter meu rosto próximo ao dela enquanto observo minuciosamente, pois não poderia deixar a Nervosinha se apresentar ao capitão com as roupas estando uma bagunça, afinal sou uma pessoa muito caprichosa… Ok, admito que gosto de mantê-la bem firme próximo de mim, por fim lhe daria um beijo pouco demorado no canto da boca. - Prontinho, agora o Sr. Capitão não deve lhe repreender muito. - Comentando satisfeita com o resultado, enquanto um sorriso confiante de despreocupação estaria desenhado no canto de meus lábios.

E se porventura a Nervosinha se virasse de costas para correr, ainda estando próxima de mim, minha mão "acidentalmente escorregadia" em direção ao bumbum dela, dando-lhe um tapa firme no local, daqueles que faz mais barulho do que realmente dói. - É para dar boa sorte. - Dizendo num tom cômico, esboçando também um sorriso parcialmente malicioso, enquanto pisco um olho na direção da tenente.

- Foi bom para sair um pouco do confinamento. - Respondia Vick sobre o questionamento do passeio ter sido proveitoso, e de fato havia sido uma experiência agradável, mesmo que tenha sido só alguns minutos cavalgando pela região, provavelmente era melhor do que ficar trancada na residência o dia inteiro. - Errr… - Engolindo a seco a próxima pergunta feita, buscando alguma maneira de como contar o ocorrido. "O Jovem Guia, eu já estava me esquecendo dele." Mas por sorte havia uma justificativa totalmente plausível para o abandono do príncipe galante no meio do trajeto. - Poky surgiu apostando uma corrida, e eu precisei vendê-lo, pois somente assim ele não ficaria se gabando de forma irritante, ele precisa aprender que não pode simplesmente agir como bem entende sem sofrer as consequências. - Recompondo a pose confiante, iria sorrir orgulhosa enquanto explico o ocorrido, pois eu só participei da corrida para ensinar uma valiosa lição a bolota de pelos. - O jog também estava cansado, então não poderia arriscar trazer o guia sabendo e arriscar perder a corrida. - Terminaria a explicação do que me fez abandonar o Jovem Guia. Se Vick me perguntasse aonde deixei o jovem guia iria apenas apontar na direção do local onde o vi pela última vez.

Estranhamente estou com uma sensação ruim, algo está me dizendo que Vick irá fazer algum comentário pejorativo a respeito da corrida e do abandono com o guia, e para fugir disso, bom, eu realmente vou fugir. - Mas o que a Nervosinha está planejando tão cedo? - Assumindo um semblante de desconfiança, diria a Vick como se estivesse preocupada com as consequências que a súbita saída da tenente poderia causar. - Isso parece muito suspeito, preciso observá-la de perto, para certificar-me de que nada ruim irá acontecer. - Antes mesmo de Vick responder já iria virando as costas com a premissa de afastar-me da morena, assumindo uma postura de determinação para monitorar os passos da tenente.

Sendo assim seguiria a tenente após a desculpa "muito bem planejada e executada", confesso que há um real interesse em descobrir o que a Nervosinha está tramando, mas o principal mesmo é "fugir" de Vick, e não é como se eu tivesse algo melhor para fazer agora… Então para acompanhar a tenente, eu tentaria não chamar a atenção dela, me esgueirando por trás de pedras e árvores para não ser vista caso ela se virasse de costas, e também tentaria fugir da vista dos outros marinheiros e possíveis transeuntes que não estão relacionados a minha escolta.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptySab 15 Ago 2020, 17:19




Os braços de Kare passaram aí entorno da tenente, está que vestia-se novamente com roupas mais escuros que de algum modo faziam-na parecer uma colegial, havendo até mesmo uma pequena gravata vermelha sobre uma camisa branca por trás do seu casaco preto o qual era agora arrumado por Kare que desvirou a gola do avesso e aprumou a gravata na posição, a tenente ficou paradinha e corada enquanto era arrumada por sua amante, tinha um sorriso fino e olhava para baixo com timidez em direção aos lábios rosados e carnudos da morena a sua frente, tinha uma pequena mecha de seu cabelo caído a frente dos olhos, está que também com suavidade era posta no lugar pelo gentil toque das mãos da dançarina que deslizavam com a ponta dos dedos pela pele da tenente. - Brigada. - Respondeu com a voz baixinha antes de ter seu queixo erguido pelas mãos de Kare para mais um doce beijo de despedida, dado ao canto de sua boca. Kare podia-na sentir inclinando o rosto com suavidade para o lado durante o toque sutil de seus lábios. - Até mais tarde. - Partiu, mas não sem antes dar um pulinho de surpresa ao ser alvejada por um tapa na bunda. - Certo, obrigada. - Agradeceu e seguiu pela estrada correndo.


Com a saída da tenente Kare se via explicando para Vick os seus motivos completamente válidos para ter abandonado o guia a bons 6km da casa. Obviamente ensinar uma lição a uma doninha era algo que ela considerava assim, mesmo que esta lição que mestrava fosse algo que ela também precisasse aprender. Mas talvez fosse como diz aquele velho ditado: "Quem não sabe, ensina."

Porém havia uma outra lição que por Kare havia sido aprendida, esta era: "Vick não perdoa." E está lição havia aprendido muito bem. - Posso pensar em outras pessoas que… - Porém sem poder terminar foi atropelada pelos questionamentos de Kare sobre as razões da nervosinha desaparecer com tanta pressa. Se Vick fosse outro tipo de personagem estaria nesse momento a suspirar cansada, mas como não era ela apenas aceitou os fatos como são.

- Não sei dizer Senhorita, não fui informada quanto a isso. - Kare por sua vez continuava a antecipar-se em seus planos para escapar de Vick, está que nem desejava prendê-la. - É bom vê-la se preocupando com outras pessoas. - Despediu-se Vick ao ver sua Senhorita indo pelo caminho atrás da tenente. Vick não era ingênua e sabia muito bem que os motivos de Kare não tinha a ver com preocupação para com a jovem de cabelos curtos, ainda assim aproveitou a oportunidade para ''implicar'' com Kare.


Como suposto, havia um dos marinheiros no caminho, Kare chegou a tempo de ver a tenente passar pelo mesmo. - Bom dia Sargento, o capitão Iron já chegou? - O sargento cumprimentava a tenente e a informava apontando por um caminho lateral que sim, o capitão já havia passado.

O terreno ali era bastante rochoso e o Sargento estava em um ponto de intersecção em T, por onde, caso se seguisse reto iriam retornar a cidade, mas se fossem para o lado começariam a contornar a laguna em direção a sua fóz para o mar. A tenente seguir por esse caminho, por sua vez o sargento voltou a se sentar em um tronco que havia arrastado até a margem da estrada para monitorar o trecho. Próximo a ele havia uma carroça com uma roda quebrada e ao lado do seu banco improvisado havia outra roda, um cavalo pastava a parca grama abaixo de uma árvore não muito distante. Como Kare poderia perceber, ele estava disfarçado.

Precisou voltar um pouco pelo caminho, saltar por pedras o que felizmente devido ao desenvolvimento de seu corpo havia sido fácil, a sua roupa, embora não a camuflar-se em nada ela bastante soltinha e não atrapalhava a sua movimentação, a única exceção talvez fosse a sandália que não era exatamente própria para este tipo de atividade. Alvida provavelmente não pensou em sua futura modelo saltando por entre grandes pedras enquanto esgueirava-se perseguindo alguém.

A distância via a tenente correndo pela estradinha que era bastante ''ruim'', pois não passava de uma trilha pela qual só se era possível transitar a pé. Não era difícil segui-la, afinal ela não estava se movendo com a suspeita de tal coisa, pois acreditava que a trilha já estava limpa pelo capitão ter passado por ali e que o sargento a avisaria se mais alguém a acessasse.

Após uns 10 minutos pela trilha de pedras a tenente a abandonou virando-se para longe do lado indo em direção a contornar uma pequena montanha. Se fossemos falar em termos mais amplos, o caminho que leva para a cidade passa no lado oposto desta montanha, por tal motivo enquanto se vai para o lago é impossível vê-lo até que se escape do comprimento dela.

Se a trilha já era ruim o caminho agora era pior, era necessário passar por arbusto de folhas crespas. Foi preciso deixar a tenente se afastar antes de prosseguir. Quando Kare a alcançou novamente, esgueirando-se por de trás de algumas pedras maiores foi capaz de ouvir o que parecia ser o final de um sermão.

- Então não deixe isso acontecer novamente. Ela é uma mulher perigosa, não se iluda apenas porque ela é gentil com você em alguns momentos e mais importante, não se atrase denovo para o treino. Se acontecer mais uma vez terá de aprender o Geppou sozinha e até que consiga não lhe ensinarei o Soru. - Kare poder-se-ia lembrar talvez, que este era o nome da técnica usada por Osho/Ashura.

Do ponto em que estava a jovem se localizava as costas do capitão, a tenente por sua vez estava de frente para ela, mas não a podia ver não só pela pedra, como também pelo capitão e também por estar curvada em pedido de desculpas. Mas era provável que ao se demorar ali pudesse ser notada. - Você estudou o que são os Rokushikis não? Então, o que é o Geppou? - É uma técnica secreta que nos permite extrapolar as capacidades humanas e saltar no ar durante algum tempo, porém dizem que os mestres nessa arte conseguem chegar perto de algo como correr em pleno ar. - O capitão acenou em concordância. - Vamos nos encontrar aqui pelos próximos 3 dias até que você pegue o básico e possa treinar sozinha, mas não tolerarei outros atrasos. Ficou Claro? - A tenente bateu continencia. - Sim Capitão.



Off: você pode tentar "invadir" o treino pra aprender tendo que convencer o capitão a também lhe ensinar, ou você poderá pelos próximos 3 dias seguir a tenente escondida enquanto observa o treino dela pelos próximos 3 dias. Em qualquer um dos casos o treinamento ao todo dura de 5 a 7 dias , como você preferir narrar.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptyTer 18 Ago 2020, 17:07



"Porque este local precisa ser tão desagradável de se percorrer?" É óbvio que minha pessoa ficaria desgostosa, ficar me esgueirando por pedras, caminhando por esse terreno acidentado. "A Nervosinha precisa mesmo ir tão longe?" Começando a questionar o motivo da tenente vir até aqui, e quase a culpando por me fazer passar por tamanho descontentamento. "Só espero que isso não faça crescer calos ou bolhas nas solas de meus preciosíssimos pés" É uma possibilidade que me deixaria furiosa caso se torne realidade, o pior são as sandálias que não ajudam em nada minha locomoção pelo trajeto. "E se eu retornar agora, Vick irá desconfiar…" Não vendo uma saída fácil para minha situação atual, me vi obrigada a seguir em frente.

E para piorar todo o meu desgosto tive de ouvir o capitão tendo a ousadia de proferir insultos contra minha pessoa tão íntegra, logo eu que sou o ser mais adorável de toda a existência dos universos, ele deveria idolatrar-me como a divindade da admiração, mas ao invés disso ele cometia o sacrilégio de ofender-me com palavras terríveis. Fiquei profundamente chocada com os insultos, levando a palma da mão estendida acima do busto, olhando-o boquiaberta incredulamente. "Mas que filho de uma meret... Quando eu encontrar sua irmã eu vou fazer ela… E depois vou fazer o triplo com sua esposa… E você irá desejar nunca ter nascido seu pedaço de excremento insolente…" Rangia os dentes enquanto fitava odiosamente o Sr. Capitão arquitetando diversos planos perversos para realizar contra ele e seus entes queridos.

Treino de Geppou.

Porém até que não foi uma total perda de tempo seguir a Nervosinha por tanto tempo pelo caminho infernal. "Correr pelo céu..?” Questionei-me deveras interessada nesse tipo de habilidade, soava de maneira muito fantasiosa, se não fossem as tais akumas no mi eu diria que é apenas um fábula infantil, ou um boato extremamente exagerado. "Mas se ele estiver realmente falando a verdade…” Ainda intrigada comecei a ter algumas idéias vindo a mente. "Porque não roubar essa técnica para mim.” Convenhamos, poder correr no ar acrescenta muito mobilidade ao meu ser, seria um excelente acréscimo em minhas performances.

Mas bom… Tem alguns problemas… Eu tenho que escutar a explicação do Sr. Capitão, enquanto fico escondida… Se fosse simples assim minha pessoa não teria qualquer dificuldade, porém, eu quero um local que me permita ficar confortável enquanto presto atenção nas instruções do capitão. Não necessita see exatamente um local que eu possa ficar sentada confortavelmenteou algo do gênero (mas se fosse possível com certeza seria melhor), apenas um local onde me permita ficar de pé, sem precisar me contorcer ou ficar agachada por muito tempo, com algumas árvores e/ou pedras na frente, para que eu possa escutar o Sr. Capitão falando e consiga ter uma visão minimamente aceitável do treino que a Nervosinha fará. E tendo encontrado um local decente para espionar a tenente saltando iria tranquilamente observar o treino… "Ela vai ficar saltando com aquela saia curta?” Err… Tem coisas que não posso simplesmente ignorar, o pior seria se nenhum dos dois percebesse tal problema antes de ser “tarde demais”.

Obviamente que minha grandiosíssima pessoa não ficaria satisfeita em apenas bisbilhotar o treinamento alheio, e também optaria por praticar por mim mesma, por sorte há um local ligeiramente adequado por perto, o caminho até aqui, o terreno é acidentado e repleto de pedras íngremes, são obstáculos naturais perfeitos. Então saindo do esconderijo e retornando pelo trajeto, teria praticando os pulos aéreos, tentando me lembrar dos ensinamentos do capitão para poder praticar, meu primeiro passo seria“quicar” no ar sem me deslocar pelo terreno, e após aperfeiçoar o quique arriscaria saltar de uma pedra até outra usando o pulo aéreo no meio do caminho. E eventualmente retornaria até a Nervosinha e o Sr. Capitão para saber se ele teria mais instruções para transmitir.

E bem eu teria que retornar antes deles, talvez meia hora antes, para que não desconfiem de minha pessoa estar “coincidentemente” no mesmo local, além do que preciso evitar o tal marinheiro disfarçado monitorando o caminho até aqui. E se eu precisasse de mais tempo para praticar era só pegar o jog com o Jovem Guia, e ir até o local onde aprendi a montar com a desculpa de que desejava passear mais vezes, desta maneira poderia praticar com privacidade, a ave não deve contar meu pequeno segredo para ninguém… E mesmo se contar só quem irá entender é o Poky… Eu acho…

Durante a noite eu não perderia a oportunidade de importunar a Nervosinha, e talvez conseguir tirar algum proveito de nossa relação tão afetiva, quando estivessemos a sós no quarto eu abraçaria pelas costas, envolvendo-a por cima dos ombros em meus braços. - O que tanto vossa pessoa treinaste durante todo o dia? - Com meu rosto apoiado no ombro da tenente e minha boca próxima de se ouvido comentei de maneira manhosa, demonstrando ter sentido a falta dela, firmando gentilmente o abraço deixando nossos corpos mais próximos. - Eu posso ajudá-la com o treinamento, também é uma maneira de passarmos mais tempo juntas. - Diria com mais leveza e divertimento na voz, deixando um arzinho de malícia ficar subentendido nas palavras. - E de acordo com vossos resultados satisfatórios eu posso recompensá-la, ainda ouso dizer que vosso desempenho praticando a comigo será maior. - Para fornecer um estímulo extra a tenente eu diria num sussurro lascivo, mordiscando-lhe a ponta da orelha, aproveitando para beijá-la no rosto, e deslizando minhas mãos pelo corpo esguio da tenente em direção ao umbigo. Claro que tal atitude também teria a finalidade de eu poder ter mais tempo de copiar a técnica de pular no ar.

E essa seria minha rotina até minha pessoa aperfeiçoar o… Ge-ppou? Acredito que o nome seja este, apenas teria me preocupado em conseguir sandálias mais confortáveis para ficar pulando, se Alvida retornasse até a residência eu pediria por elas. - Alv, poderia me trazer algum creme para passar nos pés? Estou com medo de sair para caminhar pela região e meus pezinhos delicados ficarem repletos de bolhas. - Obviamente eu teria prioridades em minhas exigências, e manter a perfeita aparência de meus pés é a prioridade máxima. E com certeza eu NÃO iria me submeter a ficar 3 dias indo escondida espiar o treinamento alheio, com o conhecimento teórico necessário eu praticaria por mim mesma até alcançar a perfeição, até mesmo gastando algumas horas extras de treino nos dias seguintes para dominar essa técnica o mais rápido possível, o “passeio de jog” seria realmente demorado, e infelizmente ou felizmente, minha pessoa passaria as noites ocupadas com a Nervosinha, então só poderia treinar sozinha no período da manhã e tarde. Mas... Se a tenente Nervosinha optasse por praticar comigo ao invés do capitão, neste caso minha rotina sofreria uma mudança significativa, pois eu não precisaria seguí-la e sim levar ela comigo para alguns passeios de jog, até um local propício para treinarmos sem incômodos alheios.

Fim do treino.

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptyTer 18 Ago 2020, 20:07




Percebia-se "atada" sem opções ao ter começado a perseguir a nervosinho. O caminho não só era árduo como também demorado. Na afobação de partir a morena havia até mesmo se esquecido que para o período da tarde Alvida lhe havia prometido os mimos de cuidados de beleza, mas agora, apenas para escapulir de Vick havia se visto pega naquela situação nada confortável para sua pessoa. O mundo estava realmente mudado, afinal quando antes de esperaria que aquela nobre de sangue azul escolhesse perseguir alguém na encolha a ficar relaxando a beira de um lago enquanto apreciava uma boa bebida.

Doravante, está terrível e árdua provação mostrava-se uma jornada com um tesouro em seu final, nada brilhante nem caro ou luxuoso, afinal todas estas coisas seriam apenas modestas se comparado a beleza infinita de Kare, porém a possibilidade que se apresentou era-lhe atraente pelo simples fato de poder-la fazer brilhar ainda mais intensamente. Não apenas isso, como também a própria maneira que poderia conseguir tal tesouro também era-lhe atraente em sua natureza, pois fundia-se a uma certa possibilidade de vingança para com o capitão que havia denegrido a sua imagem perfeita com suas palavras descabidas.

Com cuidado moveu-se pela região, evitando aproximar-se em demasia a fim de não ser notada, mas fazendo o possível para encontrar um local mais cômodo a sua pessoa. Atendendo as suas necessidades os céus sorriram para ela, pois ali encontrou uma macieira com frutas vermelhas e suculentas aí alcance de sua mão, não só isso, pois a mesma também estava atrás de uma rocha larga e alta que cabia perfeitamente às suas necessidades, mas ainda melhor do que isso, havia…. Acreditem, um banco. Obviamente fruto da providência divina. Este banco no entanto não passava de um cepo redondo cortado com exatidão apoiado ali próxima ao tronco da árvore frutífera.

Dali conseguia ouvir o capitão, estava posicionada lateralmente a eles e podia com até certa facilidade ouvir e também observar por cima da pedra quando necessário apenas utilizando o providente banco como um degrau para se erguer e olhar. Ouvia não só o capitão como também as dúvidas da tenente. Viu a pobrezinha caindo de joelho algumas vezes enquanto se esforçava, mas sem muito sucesso. Viu também o capitão exemplificando o que devia ser feito enquanto ele próprio dava dois ou três pulos no ar mantendo-se a baixa altura para que a tenente pudesse observar.

Mordeu uma maçã e precisou se esconder, pois o capitão andava em sua direção, ou mais especificamente na direção da pedra sentando-se do outro lado, ali ele e Kare permaneceram um de costas para o outro com uma rocha entre eles enquanto ouvia as correções por ele proferidas. Após cerca de uma hora entediou-se e decidiu ver por si mesma do que era capaz. Seu sucesso foi… não, não foi imediato. Foi parco. Kare conseguia sentir certa resistência quando chutava o ar tentando saltar, mas essa resistência não era o suficiente para impulsioná-la novamente, mas para sua sorte era tão ágil quanto uma gata e muito mais bonita e por isso sempre que desequilibrou-se devido ao árduo terreno em que praticava caiu de pé no chão mais abaixo entre as pedras pelas quais saltava.

Todavia não só de fracassos consistiu. Após algum tempo começou a entender o truque, era afinal como o ballet, pois quantas não eram as bailarinas principiantes que se desequilibravam durante uma rotação devido a uma mínima diferença na posição do seu pé de apoio? Ou apenas por um pequeno desvio na postura da sua coluna? Todavia para Kare que era uma excelente dançarina esse pequenos traquejos eram logo percebidos e dominados. Viu-se conseguindo dar alguns saltos, não mais que dois ou três e também sem conseguir atingir muita altura, por vezes se precisasse um salto mais potente acabava por não conseguir realizar outros na sequência, mas ainda assim se viu melhor que a tenente ao voltar para observar.

A noite encontrou a jovem mais uma vez. A mesma havia retornado quase uma hora depois. Vick despistou para Kare os outros marinheiros de modo que não haviam percebido sua ausência durante o dia, o guia por outro lado não se viu em lugar algum, não que Kare sentisse a falta do jovem mesmo. A tenente mostrava-se abatida, Kare a encontrou na sala da residência sentada em uma poltrona olhando pela janela em direção ao espelho negro que o lago compunha. Nele o reflexo brilhante de uma lua cheia. A jovem tinha as pernas encolhidas e abraçava seus joelhos, haviam alguns curativos em seus pés, e também nas canelas e joelhos.

A jovem na verdade não havia ido ao quarto e por isso Kare saiu a sua procura. Pareciam haver algumas marcas de lágrimas em seu rosto. Chegando por trás abracou-a na poltrona fazendo a jovem dar um salto, pois estava distraída. - Nossa, quase me matou de susto. Tava longe.. - voltou a relaxar e esfregou o rosto com o dorso da mão. - Era só um treino, nada de mais. - Mentiu, pois estava chateada com seu fracasso. Kare, a "boa samaritana" oferecia-se para ajudá-la, obviamente sem quaisquer segundas intenções. - Seria bom… mas… acho que não posso. - ela soltou sua cabeça para trás deitando no braço de Kare que a envolvia.

Kare todavia não poderia deixar a jovem tristonha daquele jeito e logo começava a provocá-la, inicialmente a jovem quis irritar-se, não estava no clima, mas logo se viu envolvida e relaxou. Seu corpo havia se arrepiado por inteiro com as mordidas que recebeu. - Parecem ser ótimas recompensas. - deu um pequeno risinho sentindo seu corpo relaxar um pouco. Naquele momento esqueceu completamente os avisos do capitão sobre Kare, ela sabia que eram verdade, mas estava sensível e Kare, ainda que por outros motivos, estava lhe dando carinho e atenção. Sim… Kare é um monstro aproveitador.

A tenente segurava os braços de Kare, apertando-os contra o seu corpo. - Seria muito bom. - concordou com um lamento. - Mas o capitão vai implicar… deixa isso pra lá agora. - Ela queria esquecer um pouco aquilo. - Tem um outro tipo de treino que a gente pode fazer juntas agora não tem? - os estímulos de Kare a haviam animado ao ponto de tê-la exitado e assim com um sorriso ela puxou os braços de Kare esperando um beijo.

E foi assim que no outro dia dormiram ambas até muito tarde e a tenente se atrasou novamente. O capitão como um homem de palavra a abandonou a própria sorte para o deleite de Kare.

Dia após dia o jovem Khot se viu mais abatido enquanto tinha sua ave roubada por Kare que saia todos os dias junto da tenente o deixando para trás. Por outro lado, ambas sem o auxílio do capitão tiveram mais dificuldade do que teriam se tivesse instruído durante todo o tempo. Ou melhor dizendo, a tenente teve, pois Kare observava e treinava escondida nos primeiros dias até que no quinto dia acabou sendo vista pela jovem…

- Como? …. - estava óbvio o choque na voz da tenente que olhava Kare a distância com a boca meio aberta. Estava suada e um tanto em desalinho, mas ela também havia conseguido aprender o geppou básico mas a felicidade que sentia havia se perdido ante.o abismo de ver Kare a imitando com tanta "facilidade' pois até então a morena não havia feito isso na sua frente. - Você tem que me prometer que não vai deixar o capitão te ver usando isso… ele.. ele me mata.


>><<


Alvida não havia passado mais na residência, estava empenhada afinal em concretizar aquilo que haviam conversado. Por outro lado todos os dias um funcionário ia com suprimentos, também levava alguma outra roupa e pegava as antigas para serem lavadas. É claro que ela também não havia se esquecido de enviar os instrumentos anteriormente pedidos, bem como alguns den de mushis visuais que poderiam reproduzir uma espécie de vídeo aula com dicas e instruções musicais.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 4 EmptyQua 19 Ago 2020, 17:40




O plano de fazer a tenente deixar de treinar com o capitão não ocorreu da maneira que minha pessoa arquitetou, mas o resultado era satisfatório da forma como finalizou, e ouso dizer que havia sido mais prazeroso. Tendo o privilégio de observar bem de perto a Nervosinha praticando o geppou pude ter uma análise melhor de como aplicar as técnicas necessário no meu treinamento, e o maior benefício era não precisar seguí-la por um terreno irregular repleto de pedregulhos, definitivamente esse era um ganho importantíssimo.

Entretanto, o treinamento secreto era descoberto, sem a menor possibilidade de poder inventar uma desculpa convincente para convencer a tenente de que não se tratava do geppou, apenas assumi o óbvio. - Eu não resisti ao vê-la saltando pelo ar, decidi praticar por mim mesma. - Dizendo num ar de travessura enquanto esboço um sorriso divertido, tentando amenizar o peso de minha atitude sorrateira. - Não se preocupe Nervosinha, este será apenas mais um de nossos segredinhos. - Diria de maneira levemente maliciosa, dando uma piscadela para a tenente, mantendo o ar travesso no sorriso ornando minha face. - Mas eu posso compreender vosso posicionamento como marinheira, talvez você queira me punir por ter sido uma garota muito levada ao roubar uma técnica secreta. - Me encolhendo enquanto aperto as coxas uma na outra, aproveitando para abaixar o shortinho com os polegares por dentro da barra, virando-me de costas para a morena, enquanto iria o bumbum, expondo a parte superior das nádegas, mantendo uma pose de submissão porém extremamente luxuriosa e cativante, também começaria a rebolar um pouquinho praticamente pedindo a tenente para ser repreendida. E devido ao contexto geral da situação eu me veria obrigada a morder os lábios para conter-me, mas não a excitação, e sim a vontade de rir da tenente que provavelmente ficará muito envergonhada.

Não teria me importado de ficar mais algum tempo com a tenente até ela se dar por satisfeita a respeito de minha pessoa ter aprendido o geppou em segredo, por fim eu retornaria até a residência.

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Aprendizado de Perícia: Instrumentos Musicais.

Minha pessoa havia "perdido" a oportunidade de receber os mimos proporcionados por Alvida, mas foi uma escolha da qual não me arrependo, afinal o geppou traria mais possibilidades para minhas performances se tornarem mais extravagantes, e ainda com o objetivo de aprimorar minhas apresentações era o momento de aprender um pouco mais a respeitos dos instrumentos musicais, que me parecem ser essenciais para um artista chegar rapidamente no maior palco da ilha.

Porém ao contrário do geppou, eu não precisei me estressar em uma árdua desventura em meio aos pedregulhos da região, e pude calmamente assistir às vídeo-aulas através dos dendenmushis, escolhendo um local confortável na residência para assistir quando tivesse tempo de ficar sozinha, e ou mesmo durante os momentos relaxantes. O conteúdo não era tão atrativo, afinal era uma aula chata, com o instrutor informando precisamente todo o passo a passo, de como segurar um determinado instrumento em relação ao corpo, também como posicionar as mãos e dedos no instrumento para tocar um acorde ou nota, e claro não poderia faltar a parte verdadeiramente tediosa, a explicação teórica de como funcionam os instrumentos, notei que a maioria deles era de sopro como flautas, clarinetes, e também os de corda, violão, violino, harpa e o piano, este último era um pouco surpreendente, afinal era apenas apertar uma tecla, mas a tal tecla era ligada a uma corda que era de onde vinha o som, curiosidade interessante mas nada muito surpreendente, também havia os instrumentos de batida, como o tambor, esse tipo não me pareceu muito glamoroso eu admito, no fim eu havia recebido a explicação geral de como os instrumentos funcionam e a maneira de tocá-los de acordo com o estilo do mesmo, claro que eu me distrai algumas vezes durante a parte tediosa teórica, mas eu simplesmente podia repetir a gravação do dendenmushi para recapitular os detalhes perdidos.

A parte interessante era de fato tocar os instrumentos, me certificando de encontrar um local onde não seria incomodada durante a prática, primeiro comecei com flauta, posicionando os dedos nós orifícios e soprando para tocar uma nota, e mudando a conformação dos dedos para tocar outra nota, até conseguir tocar um acorde, o soar da flauta também era influenciado pela intensidade na qual eu soprava, tive de me adaptar a esses detalhes até conseguir uma sinfonia, por vezes eu errava na afinação ou até mesmo um acorde, não tendo destreza o suficiente de acompanhar a partitura sem perder o ritmo, felizmente minha pessoa conseguia utilizar ambas as mãos, então quando uma ficava dolorida eu simplesmente trocava a posição delas e voltava a tocar.

Em seguida foi a vez do violino, este eu confesso que acho muito elegante, apenas ver alguém o segurando é agradável, então me dediquei mais em aperfeiçoá-lo em relação aos demais instrumentos, o apoiando entre o ombro e o queixo, enquanto segurava no "braço" do instrumento com os dedos firmes nas cordas usei o "arco" para gerar atrito nas cordas e produzir um acorde, graças a experiência mais desastrosa com a flauta minha destreza nos dedos para tocar os instrumentos estava melhor, e não muito diferente da flauta a força que eu colocava no arco tanto e também firmeza nos dedos acima das cordas influenciava na qualidade do som, também precisei afinar o violino algumas vezes, conseguir tocar uma sinfonia perfeitamente.

Fim do aprendizado.

Não teria pressa de aprender, poderia levar um ou dois dias, pois minha pessoa não se dedicaria exclusivamente a isso, mas quando dominasse o violino eu iria aproveitá-lo uma última vez antes de devolver, escolhendo um local na residência ou em seus arredores para ficar sozinha, e poder relaxar um pouco ao som melancólico da sinfonia lenta tocada calmamente por mim, não ficaria surpresa se minha pessoa se perdesse um pouco em tal momento de serenidade. No fim eu devolveria os instrumentos e os dendenmushis, apesar de minha pessoa realmente querer um violino eu não me contentaria com algo que não fosse o melhor oferecido pela ilha.

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Como a vida não é feita apenas de aprendizados, minha pessoa obviamente não perderia a oportunidade de desfrutar do lago bem próximo a residência, não tendo vergonha eu teria pedido por dois biquínis, um para mim e o outro para a Nervosinha, desta maneira nós duas poderíamos aproveitar a companhia uma da outra no lago. E também lembraria de pedir por frutas para comer a beira do lago, e falando em frutas. - Vossa pessoa viu o Poky? - Perguntaria a Vick caso ela estivesse por perto, esboçando um semblante de curiosidade. - Quem perde é ele. - Daria de ombros se a resposta fosse negativa, e voltaria a aproveitar o restante do dia. Mas se Poky estivesse por perto eu daria a ele algumas uvas e outras frutinhas na boca enquanto o mesmo poderia ficar tranquilamente nadando.


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