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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

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MensagemAssunto: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptyQui 16 Jul 2020 - 12:34

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptyTer 28 Jul 2020 - 5:21



- Agir assim não combina com você Nervosinha. - Diria num tom de voz baixo, demonstrando insatisfeita ao pé do ouvido da tenente, mas teria soado de forma atenciosa, para que ela não interprete como uma repreensão. - Eu realmente aprecio vossa sinceridade espontânea. - Dizendo provocativamente, para incentivá-la a não negar os reais desejos, iria mordiscar a ponto da orelha da tenente. - Por favor, me mostre mais de sua honestidade. - Faria um pedido carinhoso, afrouxando meu aperto na cintura dela, então beijaria seu pescoço, descendo até a clavícula, distribuindo beijos gentis e afetuosos, deixando a lascividade de lado por enquanto. Eu não teria intenção de de forçá-la a nada, apenas demonstraria carinho com os beijos quentes em sua pele, com intenção de "amolecê-la", pois me sinto muito mais excitada com a idéia dela se abrir para mim de bom grado.

- Este local é perfeito. - Diria a princípio sem me justificar, então levaria mão direita pelas costas da tenente até a cabeça, e lhe afagaria os cabelos curtos acariciando-a superficialmente com as unhas. - Aqui dentro você se sentirá mais relaxada quando eu fazê-la estremecer de alívio. - Comentaria com a voz carregada de tesão, então passaria a beijar a região abaixo do pescoço da tenente. - Mas da próxima vez irei me certificar de preparar um local especial. - Escalando novamente o pescoço da Nervosinha enquanto teria distribuído uma quantidade generosa de beijos, até ficar com nossos rostos na mesma altura, tão próximos a ponto de nossos narizes se tocarem, acariciando a bochecha dela com a mão direita. Faria questão de manter contato visual, assim ela poderia ver em meus olhos que não estaria realmente sendo honesta sobre o local, mas bem, seria na próxima vez, já partindo do princípio que teria ocorrido algo antes. Então fecharia os olhos para tomar os lábios da nervosinha com os meus, inicialmente seria um beijo totalmente carinhoso e amável, porém iria aprofundando e tornando nossa conexão mais intensa e fogosa, manteria a tenente acolhida em meus braços durante o beijo.

- Comigo você não precisa ficar tão rígida, você está em meus braços agora, se cair eu irei lhe sustentar. - Querendo transmitir alguma segurança para a tenente, com nossas bocas próximas após o beijo. E se em algum momento eu sentisse que a Nervosinha ficou menos rígida eu iria firmar o aperto na cintura com força o suficiente apenas para sustentá-la de maneira confortável.

Mas se a Nervosinha ainda continuasse receosa e não fizesse menção de retribuir o beijo eu iria simplesmente evitar os lábios dela e beijá-la na bochecha. - Você é realmente muito exigente, eu irei procurá-la em breve quando assim que conseguir um local que atenda vossas expectativas. - Então iria me desvencilhar da tenente afastando-me alguns passos. - Ou talvez encontre algo mais divertido para fazer, de qualquer forma você terá de esperar para descobrir. - Claro que eu não a deixaria sem antes atormentá-la um pouco.

Mas se a Nervosinha estivesse mais disposta a relaxar. - Vossa pessoa disse que eu estava a me aproveitar do trabalho dos marinheiros, mas você pode fazer o mesmo comigo, tire proveito de mim para expelir toda a rigidez de seu corpo. - Começaria a brincar um pouquinho a tenente, deixando claro que eu não via nada de errado com ela "se aproveitando" de mim. E agora acreditando que ela estaria mais disposta a aproveitar, eu iria firmar o aperto em seus cabelos com a mão direita e puxá-la pela cintura deixando nossos corpos bem próximos, e beijaria com muita intensidade e perversão, agora sendo mais imponente querendo dominá-la através do beijo, deslizando minha mão até às curvas abaixo do cóccix da nervosinho para cravar meus dedos, terminaria mordiscando e puxando o lábio inferior da tenente.

Com a mão esquerda apoiada no quadril da tenente eu a puxaria, mas iria apertar os cabelos da Nervosinho utilizando a outra mão inclinando-a um pouco para trás, expondo a pele de pescoço que seria prontamente abocanhada, beijando e mordiscando o local de maneira bem intensa e calorosa.

Percorrendo o pescoço da Tenente aos beijos até meus lábios ficarem próximos ao ouvido dela. - Quero que esqueça de tudo agora, foque somente em mim, tudo que precisa fazer é relaxar ao máximo, entendeu? - Diria com calma e doçura, apesar de estar dando uma ordem para a tenente, mesmo que de maneira sutil. Então iria desabotoar a camisa da Nervosinha e cada botão aberta beijaria o corpo dela, dando leves mordidas na pele, até chegar próximo do umbigo. Mas se a camisa não fosse de botão eu faria o caminho inverso, puxando a blusa dela para cima.

Então iria novamente aproximar nossos rostos, aproveitando para desabotoar e abrir o zíper da calça da Nervosinha, permitindo os dedos da mão direita escorregarem por dentro de suas vestes, enquanto iria beijá-la com muito vigor, esfregando bem devagar a superfície da mulher, primeiro de baixo para cima mais devagar porém num ritmo constante, alguns minutos depois começaria a circular meus dedos aumentando gradativamente a velocidade e mantendo o ritmo quando eu percebesse que a Nervosinha estivesse realmente apreciando, abconharia seu pescoço para beijar e morder, mas sem muita força, apenas proporcionar a ela diversas sensações. - Você quer que eu continue Nervosinha? Farei vossa pessoa sentir-se ainda melhor. - Provocava a tenente ainda estimulando sua superfície, esperando por alguma confirmação antes de prosseguir. Mas se não houvesse iria deixá-la na posição em que está e deixaria a sala com a Nervosinha provavelmente muito mais tensa e necessitada agora.

Mas se ela confirmasse, eu teria vontade de fazê-la implorar por isso, mas receio ser cedo demais para joguinhos tão "pesados", então quando eu sentisse os dedos bem molhados iria primeiro introduzir 1 dedo, e movê-lo bem devagar. - Concentre-se em meu dedo, e se deleite com essa sensação. - Continuando a atiçar a tenente com minha voz calma e sedutora, e também com os estímulos não verbais proporcionados por meu dedo. - Agora me diga qual dedo eu estou usando? Se você se concentrar fica fácil descobrir, e eu ainda lhe darei um prêmio. - Com esse joguete eu pretendo fazê-la se focar mais no próprio corpo, e assim ela deve ser capaz de "sentir" mais dos prazeres que desejo proporcionar.

Por curiosidade eu estaria usando o dedo médio.

E quando a tenente estivesse acostumada com o primeiro dedo eu iria colocar o segundo e manter os estímulos, até o corpo dela demonstrar uma sensação bem sincera alívio, talvez alguns espasmos e contorções, com intenção de evitar um escândalo eu a teria beijado durante todo o tempo que o corpo dela estaria a estremecer. Se não fosse o suficiente eu iria cobrir a boca dela com a mão para abafar os gemidos honestos. E quando terminasse eu iria remover meus dedos das calças dela e os lamberia sem o menor pudor. - O sabor de vossa sinceridade é mais apetitoso do que eu imaginava. - Brincando com as palavras num tom perverso e provocativo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptyTer 28 Jul 2020 - 22:37




Como a jovem indefesa poderia agir? Presa em uma pequena jaula junto a uma leoa voraz. Aquela era uma situação para a qual não havia sido treinada. Todo o seu temperamento determinado, todo o ímpeto que havia juntado para dar uma bronca e por Kare em seu lugar haviam se perdido no momento em que se viu algo das investidas da morena. Inexperiente se deixou levar, sentia seu corpo querendo ao mesmo tempo que sentia não querer. Fazia força para se desvencilhar ao mesmo tempo que não possuía qualquer força para conseguir. E no final havia se rendido, ainda que houvesse pedido para a mulher a sua frente que se fosse acontecer que não fosse naquele local.

Todavia, contenção é uma palavra que não existe na vida de Kare. Privar-se de seus desejos, reprimir suas vontades, deixar para se saciar mais tarde… Todas estas não eram nada além de tarefas impossíveis para a morena impetuosa. A conversa anterior, as provocações e as intrigas descobertas haviam acendido nela as intensas chamas da paixão. Despercebida e desavisada destes fatos a tenente havia se tornado o alvo perfeito para Kare extravasar tão acentuado desejo.

- Mas e se alguém chegar? - Pobre e ingênua menina que não conseguia perceber que justamente essa possibilidade era o que tornava tudo melhor. Ainda assim, mesmo que em sua ingenuidade, suas palavras já revelavam e exaltavam os seus desejos, pois suas preocupações já se dirigiam ao que poderia acontecer durante o mesmo e não em seu impedimento.

Suas palavras haviam sido proferidas enquanto Kare deslizava com beijos suaves pelo pescoço alvo dela, suspiros curtos eram agora misturados a cada palavra dita e não mais os gemidos assustados antes libertados. O corpo da jovem espadachim ainda arrepiava-se ao toque dos lábios de Kare, mas estes eram mais suaves e misturados ao contorcer prazeroso que sua libido lhe trazia.

As mãos dela aos poucos voltaram a se abrir enquanto deslizavam com toque suave e tímido pela pele de Kare. O toque trazia as lembranças do confronto anterior, as dores e as marcas recebidas, mas naquele momento o prazer advindo daqueles desejos profanos eram mais que o suficientes para aplacar por completo aquela sensação.

A jovem explorava o corpo da mulher a sua frente, causando arrepios dada a suavidade de seu toque que agora deslizava pelas costas esbeltas da jovem perversa. Acompanhando o deslizar das mãos estavam os beijos de Kare que traçaram o caminho de volta pelo pescoço da jovem até que seus rostos se encontrarem frente a frente. Atenta a morena de cabelos longos perscutava o rosto de sua amante, está porém em sua timidez tinha seus olhos fechados atendo sua completa atenção ao sentimento eletrizante que violava o seu corpo fazendo com que suas pálpebras tremessem em antecipação ao que imaginava vir a seguir.

As palavras de Kare seguiam precisas em sua suavidade reconfortante e convidativa, o toque das mãos em suas costas se estabilizou firmando-se com maior confiança, junto a isso a jovem ganhava um pouco de confiança perdida no êxtase do sentimento e erguia levemente seu rosto avançando ainda de olhos fechados a procura do que desejava. Os lábios tocaram-se, os dela mais finos combinando com sua pequena boca enquanto os de kare mais voluptuosos criando um amplo contraste entre elas. O beijo tímido e receoso repleto de inexperiência e pureza era somente mais um dos amplos contrastes que existiam entre elas.

Kare que uma vez havia aprendido com uma jovem espevitada os prazeres da carne era agora quem ensinava, e assim pouco a pouco aprofundou o quente toque de seus lábios devorando a boca de sua parceira que se via perdida naquele beijo ardente. Quando seus lábios por fim afastaram-se a jovem ofegou com todo o ar roubado de seus pulmões.

- Eu acho que não saberia. - Kare sentiu o corpo da tenente caindo um pouco quando as pernas da mesma bambearam. - Como fazer isso. - Ela refere-se-ia ao tirar proveito de Kare e com sua resposta mais uma vez revelava sua ingenuidade. - O.. capitão já deve voltar. - suas palavras soavam um pouco pausadas devido a falta de ar, mas ainda preocupava-se com o que poderia acontecer mesmo que isso significasse ficar sem  que seu corpo desejava.

Kare todavia tinha outra ideia sobre aquilo e logo a esclarecer para a pequena jovem. Seus dedos cravando-se com avidez na cintura da morena enquanto mordia o estreito lábio dá mesmo antes de proferir-lhe que aquelas preocupações eram desnecessárias ordenando-lhe que esquecesse tudo, se cala-se e apenas aproveita-se.

As unhas de Kare começaram a percorrer o corpo da jovem erguendo o uniforme da marinha retirando-o a camisa de dentro da calça da jovem, suas unhas causando arrepios na tenente enquanto seu corpo começava a ser exposto aos desejos mais obscuros da morena, o som de estalos suaves vindos dos beijos de Kare acompanham os suaves gemidos que escapavam pela boca fechada da outra. Botão a botão ela ia sendo revelada, cada novo botão era seguido por um beijo enquanto Kare ia descendo pelo corpo da espadachim. Incentivada e talvez até mesmo guiada pelo momento as próprias mãos da tenente começaram pouco depois a imitar o movimento, mas indo de forma mais atrapalhada e nervosa em direção ao nó que Kare havia feito em sua blusa, mas sem muito sucesso. - Desculpa… - Pediu ao perceber que havia puxado com um pouco de força e arrancado um pequeno gemido de dor da mulher devido ao seu ombro e assim ''conformada'' apenas passou a mão por baixo da blusa amarrada agarrando o seio esquerdo enquanto sua mão direita ia de forma suave para trás da cabeça da dançarina.

Suas boas novamente se encontraram, enquanto as mãos agora livres de Kare continuavam a despir a jovem marinheira que estava entregue ao beijo ardente e sequer percebia o que lhe aguardava. Seu corpo retesou-se atrapalhando-se no beijo em um descompasso a sua parceira, o ar fugiu-lhe ao sentir os dedos invasivos da outra a explorarem regiões até então não desbravadas. Ao toque de seus dedos Kare pode sentir a suave penugem acima, macia e rala dando uma sensação suave ao toque, porém nova para a morena. - A...Assim não, se… não… eu... - Assim que os dedos de Kare alcançaram as aŕeas mais sensíveis e úmidas da marinheira a mesma começou a estremecer com completo enquanto sua respiração se aventurar, mas já não havia como fugir. Ela tentava negar suas vontades, mas quando tentava expressar isso de forma determinada apenas se via fadada ao fracasso sem conseguir recusar as investidas da outra.

Todavia foram interrompidas entre os suspiros deleitosos da jovem nos dedos de Kare. Passos começaram a fazer-se ouvidos do outro lado enquanto o capitão retornava e parecia estar conversando com alguém.

Os passos interromperam-se a alguns metros da porta, provavelmente haviam parado logo após entrar na casa da guarda. O capitão conversava com alguém, mas era difícil discernir o que falavam, a outra voz era conhecida, mas no momento distraída Kare não conseguia se lembrar de quem era, embora parecesse ser feminina.


Em seus dedos ela sentiu o corpo da marinheira congelar forçando-se a manter o controle sobre os estímulos vigorosos que sofria e parecia começar a se agitar para se arrumar antes que o capitão de fato retorna-se.

Spoiler:
 


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptyQui 30 Jul 2020 - 20:07



Apreciava a sensação de ter a tenente em meus braços, principalmente por ela ter se submetido de bom grado, dominar a Nervosinha era bastante gratificante, ter esse tipo tipo de poder sobre ela é exatamente o que minha pessoa almeja, agora resta apenas ampliar minha influência nas atitudes da tenente, mas isso ocorrerá eventualmente, por enquanto creio que o melhor seja permanecer sútil.

Eu realmente adorei que ela tomou alguma atitude para tentar retribuir minha generosidade, apesar da falta de tato. - Arrngh. Gemi baixinho de dor, encolhendo o ombro direito e fitando a tenente com um dos olhos entreabertos numa expressão dolorosa. Contudo eu deixaria a repreensão para outra ocasião. - Você ainda não entendeu que só precisa relaxar. - Comentaria de maneira doce, enquanto sorria provocativamente, para livrá-la da sensação de culpa, e retornasse ao deleite.

Mas infelizmente éramos interrompidas, e a Nervosinha ficou novamente tensa. - Sugiro que não faça tanto barulho, ou irão nos escutar. - Sussurrava para a tenente, pressionando meu busto contra o corpo dela, sem ter intenção de parar com a brincadeira, a fim de instigá-la através da lascividade. - Não é excitante? Nós duas nesse cômodo fechado fazendo indecências, enquanto a única coisa que nos impede de ser descobertas é uma fina porta, e atrás dela a outras que jamais poderiam imaginar nós duas nesta situação, a sensação do perigo de sermos pegas você não sente os estímulos sendo ampliados? - Cravava meus olhos aos da tenente, me permitindo a esboçar o mais libidinoso de meus sorrisos perversos, com as bochechas avermelhadas de tanta luxúria começava a ofegar e gemer abafadamente, contorcendo as coxas esfregando-as uma na outra, questionava a tenente para escutá-la falar se ficava tão fogosa quanto eu nesse tipo de situação perigosa. E enquanto conversava meus dedinhos impertinente continuariam cativando a superfície da tenente por dentro uniforme, mas num ritmo vagaroso e envolvente.

Porém não passaria disso, após o joguete mental iria retirar meus dedos e levá-los até a frente de nossas bocas. - Veja o quão molhada você ficou com apenas alguns toques, não há como negar a sinceridade do corpo. - Provocava a tenente imaginando que ela se forçaria a não querer admitir ou então ficar envergonhada. Em seguida lamberia todo o comprimento de um dos dedos, com meu olhar luxurioso encarando a Nervosinho, deleitando-me lascivamente como se estivesse provando um delicioso sorvete. - O sabor de vossa honestidade é tão gostoso, porque não prova um pouco? - Convidava a tenente para lamber os dedos embebidos com seu próprio mel, demonstrando que era algo muito prazeroso, e que minha pessoa não tinha vergonha alguma de fazer isso na frente dela, principalmente por estarmos a sós. Então continuaria a lamber meus dedos, se a tenente fizesse iria dividí-los com ela, provavelmente nossas línguas se tocariam algumas vezes durante essa brincadeira, mas não consigo imaginar como isso poderia ser ruim. Então depois de alguns segundos atiçando a tenente, eu iria a segurar firme pelos cabelos curtos e beijá-la de maneira bem calorosa.

Por fim me afastaria meio passo, infelizmente não terei tempo de terminar minha diversão agora, mas irei aproveitar cada segundo para deixar a Nervosinha cada vez mais acesa. - Vem, permita-me ajudá-la. - Segurando a calça da tenente pela barra eu a puxaria com brusquidão, fazendo nós duas ficarmos muito próximas novamente, então ajudaria a Nervosinha a arrumar o uniforme, abaixando cuidadosamente a blusa, aproveitando para deslizar minhas mãos sobre o corpo dela, e colocá-la por dentro da calça, então iria fechar a calça dela, apertando além do necessário a fim de fazer a tenente "dar um pulinho", na sequência iria ajeitar a gola da camisa, envolvendo meus braços por trás de seu pescoço deixando nossos rostos aproximados, por fim começaria a passar minha mão pela blusa com a desculpa de tirar os amassados, de fato eu tentaria deixá-la impecável, mas não teria pressa, afinal precisa ficar perfeito, além de me dar mais tempo de acariciar a Nervosinha. - Só falta um detalhe. - Diria como se houvesse algo de errado com a tenente, então apoiando meus dedos no queixo dela, lhe daria um beijo, mas sem amassar a roupa. - Perfeito. - Diria sorrindo satisfeita e dando uma piscadela para a mulher. Então iria ajeitar a blusa improvisada em meu corpo, para não ficar amarrotada.

Então iria envolver a tenente pela cintura, e a puxaria deixando nossos corpos colados, enquanto aguardo o capitão adentrar na sala. - A Srta. Tenente estava muito preocupada comigo e veio me tranquilizar, além disso nós descobrimos que podemos ser ótimas amigas, não é verdade? - Diria ingenuamente num tom de doçura, esperando que a tenente concordasse, apenas acenando com a cabeça estaria bom. Mas meus dedos teriam apertado a tenente com um pouquinho a mais de firmeza, demonstrando certa lascividade, apesar da pose de donzela meiga.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptySex 31 Jul 2020 - 9:45





- Mas… mas eles, eles. - Falou em cochichos repleta de apreensão, a voz do capitão soando da entrada da casa de guarda enquanto parecia terminar alguma conversa com outra pessoa antes de finalmente ir até a sala. A Tenente desejava responder, queria negar, na verdade até mesmo conseguiu o fazer, ao menos em uma curta e sofrida palavra. Ela queria que não fosse excitante, mas a verdade era que suas palavras não importavam, pois dos dedos de Kare sabiam e sentiam a verdade. Os gemidos da mulher foram abafados contra o ombro esquerdo de Kare que pensava a tenente contra a porta utilizando-se dos seus dotes. O calor do corpo de ambas aumentava e Kare sentia em seu peito o martelar acelerado do coração da tenente em seu peito.

Os gemidos soavam logo ao lado do ouvido da morena, contidos, mas incontroláveis. Impossíveis de serem segurados completamente. As pernas da tenente tremiam e embora inicialmente estivesse apreensiva havia novamente sido ludibriada pelos encantos diabólicos da dançarina que a conduzia em um ritmo sensual. Kare por sua vez sentia igualmente sua libido aumentando ao ponto que era realmente difícil se conter e não desejar ser igualmente satisfeita. O fogo entre suas pernas só fazia crescer e chegava a tal ponto que nenhum banho frio no mundo poder-lhe-ia resolver tal situação.

Ainda assim o tempo delas havia chego ao fim, outra voz se juntava a conversa lá fora e pareciam estar chegando a alguma conclusão, momento o qual Kare interrompe os estímulos na tenente o que faz ela dar um suspiro aliviado, mas também ficar com as pernas moles e o rosto completamente vermelho.

- Eu… bem.. - ela espremeu as pernas, seu rosto ainda mais vermelho agora que olhava para os dedos melados a frente do seu rosto. O cheiro inebriante de seu sexo invadindo suas narinas o que a fazia ficar apenas mais acesa do que antes. Mas também lhe era difícil, pois pouco entendia do que estava acontecendo consigo naquele momento, o que era aquela vontade e porque estava tão nervosa e ao mesmo tempo tão excitada. E se ela já estava vermelha então havia tornado-se roxa agora que observava Kare lamber os dedos por ela lubrificados. Ao ter o dedo restante oferecido a si tudo o que fez foi balançar a cabeça timidamente em negação, mas o olhar instigante de Kare fixo nos seus olhos a fez vacilar. Sua visão foi dos olhos alaranjados para o dedo ofertado e novamente para os olhos e então de forma tímida abocanhou a pontinha com seus lábios. Kare via os olhos dele tremendo sutilmente enquanto fitavam-se, sua boca deu mais uma mordidinha engolindo assim mais um pedacinho do dedo de Kare e por fim deixou-se deslizar até que todo ele fosse envolvido por seus lábios e língua, está quente e suave rodou em volta saboreando os sumos daqueles atos promíscuos.

Com o dedo ainda na boca da mulher Kare começou a ''puxá-la'' trazendo seu rosto para frente e novamente se beijaram, mas mal havia começado a porta fez um barulho quando foi empurrada para abrir, mas devido a estarem ali encostadas acabou fechando novamente. - SÓ SÓ UM MOMENTO CAPITÃO. - Respondeu exasperada encostando-se mais na porta enquanto olhava assustada para Kare. - Tá tudo bem aí? - SIM SIM TÁ TUDO CERTO, SÓ NÃO ENTRA AINDA. - Ela teria levado a mão na boca de Kare caso a mesma tivesse tentado dizer algo. - Por favor. - Balançava a cabeça dizendo para que ela não falasse com seus olhos tremendo de nervosismo ela começou a se arrumar rapidamente.

- Estranho. - Ouviu-se o capitão do outro lado da porta, mas a maçaneta já havia retornado para a posição normal. - Devem estar se trocando, você sabe como as mulheres são vaidosas. - Hnm, pode ser… - Ele não parecia muito certo.

A tenente atrapalhava-se para fechar os botões, suas mãos tremiam o que dificultava com os botões até que Kare, que estava acima destes tipos de ansiedade começou a ajudá-la enquanto a beijava e isso pareceu conseguir-lhe acalmar um pouco.

- Falta o que? - Perguntou baixinho com a voz nervosa, mas foi respondida logo na sequência da melhor forma que se poderia esperar, ao menos caso ela já não estivesse uma pilha de nervos. Seus olhos arregalaram-se ao primeiro momento vendo que mesmo naquela situação a mulher a sua frente continuava completamente relaxada e impetuosa, seu coração acelerado quase deixava a sua boca, mas mesmo nesse nervosismo um sorriso surgiu em seus lábios misturando-se ao beijo de despedida. Quando seus lábios se separaram a tenente baixo o rosto olhando para baixo de forma tímida, seus cabelos curtos caíram sobre a face ruborizada. Naquele momento, naquela situação ela se parecia muito pouco com a tenente anterior capaz de soltar fogo pelos olhos e de gritar ordens para os outros.

Ela queria dizer algo, mas as palavras lhe faltavam o que só a fazia parecer ainda mais fofa por apenas conseguir desviar o olhar enquanto tímida, mas sem conseguir expressar o que sentia.

- Já podemos entar? - a pergunta vinda do outro lado da porra a arrancou do seu estupor. - Sisisim. - Estava para se afastar da porta quando se viu puxada por Kare que agarrou-a pela cintura. - O que você tá…. - ela tentava se desvincular segurando os pulsos de Kare e empurrando-os para que soltasse sua cintura, mas antes de ter sucesso a porta começava a se abrir. - Já deixo ela falar com você. - o capitão entrava enquanto avisava a outra pessoa. - Estão fazendo o que? - o capitão olhava para elas desconcertado sem conseguir entender. Kare tomava a frente e explicava, sua explicação fazia a tenente corar, mas ela acenava vigorosamente com a cabeça confirmando que era aquilo mesmo. - Parece que você não perde tempo não é mesmo querida. - Alvida sob o batente da porta sorria e se abanava com o leque com calor. - Espora ser também agraciada assim, hohohoho. - A tenente dessa vez se desvincilhou de Kare totalmente ruborizada e bateu continência ao capitão. - Irei verificar os homens senhor. - Certo…. Pode…. Ir…. - Mesmo o capitão havia perdido o traquejo naquela situação. - Por um momento o absurdo de antes não parece tão absurdo. - ele pensava sobre a história inicial contada por Kare sobre o motivo do confronto. - Queridinha, tem batom no seu pescoço, melhor limpar. - Ooooo que? Onde? - Ela começava a desesperar tentando limpar. - Estou brincando Queridinha.

>><<


O capitão havia chamado Kare novamente a se sentar. - A guarda quer você presa pelos danos causados, na verdade exigiram que eu te entregasse para eles. O que achei muito estranho, mas então dia amiga me exclareceu. Você arrumou briga com Bast e isso explica muito do súbito interesse da guarda em lhe prender.

Ele acendia um novo cigarro. - A minha irma. - Falou após tragar, virando-se para o lado na cadeira. - Lust a transformou também em uma boneca. Minha irmã… esposa do Ashura. O poder dela permite o controle das pessoas como você sabe, mas as pessoas controladas tem uma limitação grande de poder e é por isso que não sou eu ou Ashura que estamos escravizados. - Ele por fim esclarecia o fato mais importante e que talvez fosse aquele que traria luz a muitas coisas se Kare estivesse disposta a tentar entende-las.

- Me diga. Você já se encontrou com Lust? Ela sabe quem você é e de onde veio? A pessoas importantes nesse lugar Karelina?

A cadeira novamente girava e ele Debruçou-se sobre a mesa encarando a jovem de forma intensa. - É assim que Lust age, não há lealdade, apenas chantagem. Só continue atrás dela se estiver disposta a arriscar tudo que possa te importar.






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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptySeg 3 Ago 2020 - 9:55



- Se vossa pessoa cumprir o prometido, serei muito feliz em demonstrar toda a minha gratidão. - Respondendo o comentário "invejoso" de Alvida, não foi possível esconder a verdade dos olhos maldosos dela, e até mesmo o capitão que demonstrava certa dificuldade em perceber o que havia acontecido também tinha bastante desconfiança a respeito do que eu e a tenente estávamos fazendo ali. - Mas não os verifica muito, pois desta maneira ficarei com ciúmes. - Diria num tom cômico de brincadeira, piscando também um olho para a tenente, como ela já havia nos entregado com o chilique do batom no pescoço, não há razão para eu não me divertir um pouco também. - Assim minhas chances de ter mais prazer e excitação são dobradas, não é algo ótimo? - Respondendo o Sr. Capitão ter dito que era um absurdo minha brincadeira de antes, seria dizendo de maneira bem meiga, exibindo um sorriso adorável, levando a palma das mãos nas bochechas e ficando com elas bochechas um pouquinho vermelhas após falar da minha preferência abrangente, criando um contraste com a face fofa mas dizendo coisas perversas.


Esboçava um sorriso de canto repleto de deboche ao escutar o capitão falar de minha pessoa ser presa. - E quem manteria o Osh longe da marinha? - Achava graça daquela situação, imaginando que se eu fosse presa em uma cela o Osh iria atacar e ninguém conseguiria detê-l, e eu nem poderia ajudar, afinal seria uma reles prisioneira. - Mas as pessoas são realmente obcecadas por aquele mundano… Isso me deixa com muito mais vontade de tomar posse do título de maior artista na ilha… - Afiava meu olhar carregado de desejo e cobiça na direção do capitão, mordendo lentamente o lábio inferior e deixando um suspiro enraivecido escapar, imaginando o próprio Basta na minha frente e também diversas maneiras de fazê-lo se submeter a mim como um cãozinho obediente. Então ao perceber que estava sonhando acordada jogaria os cabelos para trás movendo o pescoço e usando a mão. - Estou definitivamente apreciando minha breve estadia na ilha, mas voltemos aos assuntos burocráticos. - Dizendo com mais calma após suspirar fundo e apesar de sentir um calor percorrendo o corpo, tornaria minha expressão rígida e iria encarar seriamente o Sr. Capitão.


Fiquei boquiaberta e com os olhos arregalados, estava incrédula no que havia acabado de escutar, eu diria ser inacreditável se não estivesse escutado o relato do Sr. Capitão com meus próprios ouvidos. "Eu… Estou chocada... Foi uma história rápida, resumida, e muitíssimo exclarecedora, eu devo estar sonhando… Porque todos os mundanos não conseguem ser tão simples e diretos no momento de transmitir uma mensagem." A notícia em si era terrível para o tenente, ao menos ele parecia deveras deprimido ao falar daquele assunto, mas minha pessoa ficou revigorada, até arrisco a dizer que tive um pouco mais de esperança nos mundanos após o relato do tenente. Eu podia até mesmo chorar de tamanha felicidade.


- Presumo que ela conheça o nome de minha família no mar do North, afinal eu não poderia ter vivido a vida inteira escondida, com medo de um pirata ou outro. - Diria sem ter um pingo de preocupação com o que Lust fosse fazer com minha família, afinal minha pessoa só precisa deter aquela mulher antes da mesma poder agir, é simples. - Mas receio que ela não seja capaz de identificar aquilo que considero de mais importante em toda a vida. - Permitir-me-ia ser tomada pela melancolia entristecida, inclinando o para e ficando com o olhar distante focado na janela atrás do capitão, tendo sentimentos contraditórios, pois agora o que deveria ser uma vantagem me causava um pouco de desconforto no interior do peito, era um cenário desagradável de imaginar, mas que simplesmente eu permiti fluir e ele se formou em minha mente. - Seria um risco a se correr, e de fato bem doloroso se a hipótese que acabei de imaginar se tornasse real. - Diria ainda com a atenção desviada do capitão, imaginando Lust ferindo aquilo que é mais importante para mim no mundo. E lentamente apoiaria os cotovelos na mesa, entrelaçando os dedos, e apoiaria nos polegares, abaixando o olhar em direção a mesa. - Doloroso… Sim, Bastante… Mas não para a minha pessoa. - Então seria contaminada por uma intensa vontade de gargalhar, mas iria conter o escândalo, me permitindo apenas a rir de forma abafada, com os ombros tremendo, meu par de olhos cor de âmbar seriam erguidos muito devagar contra o capitão, deixando-os parcialmente cerrados, enquanto um largo sorriso iria se desenha em minha face, também num ritmo lento, exibindo os dentes, deixando que o lampejo de insanidade e sanguinolência tomasse conta de meu ser durante alguns instantes, e então, fecharia os olhos assim como o restante do semblante, então iria voltar a me portar com maior meiguice. - Mas é óbvio que isso jamais iria acontecer, até porque ela precisaria passar por cima de mim, e nem mesmo num terrível pesadelo minha pessoa seria capaz de perder. - Sorria confiante exalando um ar de cinismo, sem nem mesmo considerar a Lust como uma ínfima ameaça em potencial.


Não me incomodava também com a lealdade ou nesse caso a falta dela na maneira de agir de Lust, afinal não é o esperado quando se trata de criminosos? Que eles sejam baixos e sórdidos? E de qualquer maneira, meus métodos também não são ortodoxos, poderíamos construir um desfecho interessante, mas apenas se ela tivesse um clone meu trabalhando para si, talvez assim o desafio não fosse tão tedioso. - E até onde vossa pessoa pretende seguir com sua lealdade? Vossa vontade de detê-la é maior do que sua obrigação como marinheiro? Ou as pessoas importantes para você superam todas as demais necessidades? - Novamente me interessava pelas motivações pessoais do capitão desejando saber se a busca dele era por vingança, resgate ou justiça, e confesso estar a pensar em um plano deveras agradável, mas depende da "moral" que o capitão possui, pois assim irei decidir incluí-lo ou não em minhas idéias.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptySeg 3 Ago 2020 - 14:42




- Pokyun. Ikki. - Já de saída a tenente teve seu corpo atingido por um raio que fez-a enrijecer enquanto um arrepio eletrizante percorria-na dos pés a cabeça, nunca antes na vida ela ter-se-ia imaginado passando por situação tão constrangedora como aquela, muito embora houvesse-lhe sido em igual proporção; prazerosa.

- Creio que dobradas seria dizer pouco. - O capitão retrucava ao passar por Kare em direção a cadeira. - Esperarei aqui fora Querida. - Alvida fechava a porta deixando-os a sós novamente no escritório. Ao chegar próximo janela da parte de trás da mesa o capitão abria um pouco mais a janela, provavelmente uma pífia tentativa de retirar o cheiro inebriante que havia tomado conta da sala, cheiro este que ele apreciaria muito se o momento fosse outro que não este.

Assim seguiram a conversa. - O "Osh" não enfrenta a marinha, o que você viu lá atrás é geralmente o que acontece. Mas… Sim, acredito que a guarda da cidade fosse ter muitos problemas em manter as paredes da cadeia em pé.



- Hnmm, acho que você não está focando no… deixa pra lá. - Kare poderia causar efeitos diversos e intensos na maioria das pessoas, esse tipo de reação era somente mais um dos efeitos causados por sua presença, pois assim que as pessoas começavam a perceber os contornos da sua personalidade iriam começar pouco a pouco a perder a capacidade de discutir atendo-se a aceitar os fatos como a jovem via sabendo que qualquer tentativa de alcançar outra resolução seria apenas uma massiva e inútil perda de tempo. - Bast… Não é realmente ele, na verdade isso acontece em muitos locais. Religião, pequenas ajudas aos mais necessitados, possuir um grande talento, contatos. Com poucas habilidades é realmente fácil. Uma pessoa é esperta, mas a multidão é burra. - O capitão também não parecia ser muito fã de Bast e de como ele fazia as coisas ali.

Todavia Kare não havia ouvido está explicação, sua mente seguia nesse momento distânte enquanto se imaginava submetendo Bast a sua vontade, de igual forma esse rompante havia passado despercebido ao marinheiro que havia abandonado as esperanças de entendê-la e apenas tentava chegar o mais rapidamente possível onde desejava.

Aparentemente o capitão compartilhava um desejo incomum com a mulher a sua frente, talvez mais de um e talvez alguns até mesmo indecentes aos quais ele lutava nesse momento para não mostrar enquanto mantinha-se o maior tempo sem contato visual possível com ela, todavia o desejo do qual falo era resolver aquela situação da forma mais rápida e clara possível, pois ele mesmo já estava no limite de aguentar a companhia do demônio em forma de mulher.

Talvez por tal motivo havia conseguido por um breve instante superar as expectativas de Kare e dar-lhe assim um resumo curto e eficiente do problema.

- Devo dizer que tenho medo dessa resposta. - O capitão afirma ao ouvir sobre o que Kare considerava o mais importante na sua vida, mas essa mesma resposta que lhe dava medo também lhe dava um pouco de esperança, pois só uma pessoa com tal convicção poderia continuar seguindo em frente, convicção está que ele mesmo não possuía e Kare estaria prestes a descobrir.

Ele não sabia se o que pensava estava certo, mas sabia que a face da loucura lhe mostrada só poderia pertencer a um verdadeiro demônio e mais uma vez o capitão passava a sentir em seu peito que estava a vender sua alma por aquilo que desejava, muito embora não o houvesse posto ainda em palavras. Ainda assim, de alguma forma aqueles olhos cheio de selvageria eram-lhe mais fáceis de encarar do que a face repleta de meiguice de Kare, naquele momento ele sentia que estava olhando para a "coisa" real e verdadeiramente via a jovem a sua frente como ela realmente era e não como se deixava parecer. Olhar na face do mal, quantas vezes ele já o havia feito, mas em quantas dessa havia sentido-se tão apreensivo? O mal evidente e exposto era muito menos aterrorizante que o mal maquiado e oculto por um belo e convidativo rosto.

Todavia o capitão sentia também que agora já era tarde para voltar a trás, mesmo que isso o fizesse soltar um demônio ainda mais perigoso no mundo.

Rasnak havia sido o primeiro, aquele que havia descoberto a insanidade que habita aquela jovem perigosa e para ela havia desejado esse tipo de vida, uma vida repleta de loucura, insanidade e crueldade, todavia Rasnak havia sido comentou outro amador que nunca havia entendido o completo significado das palavras que ele mesmo havia proferido, pois nesse momento, mesmo aquele homem repleto de insanidades se veria temeroso a frente dos olhos vis por ela mostrados, mas assim como quem tira uma máscara a sua verdadeira face logo se via ocultada pelo magnífico semblante sedutor e dócil.

Assustador, essa era a perfeita palavra que o capitão poderia encontrar naquele momento para descrevê-la ao passo que mais uma vez temia sobre estar ou não fazendo a escolha certa.

- Desejo que Lust suma, mas não consigo sacrificar as pessoas que amo… Não a minha irmã. Ashura também não conseguiu e por isso acabamos onde estamos. Quando entrei na marinha já foi por esse propósito, foi por mero capricho que eu sou marinheiro e Ashura o criminoso. - Aparentemente aquele era um plano que Lust levou com paciência para ser construído, escolhendo dois homens que não eram nada até sua influência e fazendo-os virar peças em seu jogo criminoso.

Todavia não era exatamente claro o que o motivava atualmente, será que o tempo não o havia levado a se tornar um marinheiro? Afinal há aqueles como Vick que prestam um papel a tanto tempo que acabam se convertendo naquilo que fingem ser ou seria ele alguém realmente motivado a lutar somente por sua família? Na verdade o capitão em seu íntimo desejava que Ashura vivesse, mesmo que ele houvesse cometido crimes, pois estes haviam apenas sido feitos para proteger algo que o próprio capitão amava.

- Bom, você realmente respondeu às minhas perguntas, embora você não chegou a saber algo do qual eu já não soubesse… Creio que deixando-a solta posso ter uma chance maior de rever minha irmã. - Embora o capitão não revelasse do porque havia chego a essa conclusão a verdade é que havia sido devido ao olhar que a pouco havia visto no rosto de Kare. Se naquele momento Kare houvesse lhe mostrado que seria dobrada a vontade de Lust caso houvesse alguém que ela ama como refém o capitão teria unido forças com Ashura para matar Kare antes que ela se tornasse uma nova fonte de poder para Lust, mas…. A insanidade e a crueldade na face da mulher o havia convencido sem sombra de dúvida que isso não aconteceria. - Falei tudo que precisava, obrigado por me ouvir até o fim Karelina. No momento não tenho como lhe dizer para onde os carregamentos de Lust estão indo, pois as rotas irão mudar. - o capitão ainda não havia se esquecido onde a conversa havia começado, todavia ao notar seu semblante ele parecia realmente decepcionado em não poder dizer para onde ela deveria ir, pois talvez ser-lhe-ia muito mais fácil apenas vê-la ir embora.


>>Ao final da conversa quando Kare estivesse planejando se levantar, isso pode ocorrer nesse post, ou ser alterado caso for ser em momento futuro, apenas adicionado aqui para caso se deseja adiantar esse ponto dessa forma.<<


- Conversando com sua amiga decidi que vou lhe levar "presa". - O capitão fazia as aspas novamente com o dedo. - Ela disse que havia negociado com você algumas coisas e entre elas havia uma casa? - o Capitão dizia e continuava a "explicar", suas palavras informam para Kare que desejava que ela, ao menos por algum tempo sumisse, pois se viesse a enfrentar novamente Ashura em um local público e houvessem vítimas na cidade seria realmente complicado para o Capitão evitar que ela recebesse uma recompensa por sua cabeça independente dos motivos que houvessem levado ao conflito. - Os caçadores recebem algumas regalias, mas isso só depois de comprovarem o quão realmente úteis podem ser aos interesses do Governo Mundial, mas com o total de recompensas que você tem até agora isso ainda não é a realidade. - Ele concluía a explicação do porque seria-lhe impossível intervir, ainda que durante a nota ficasse claro que sua vontade no momento era-o fazer, ainda que seus motivos não estivessem completamente explicados.

Porém… Como Kare reagiria a…. Prisão domiciliar? Pois durante a explicação o Capitão também teria informado que deixaria na região alguns homens de guarda. - Você pretende ficar na ilha muito tempo? - Ele também mostrava-se interessado em talvez ver o problema indo para outro lugar. x






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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptyTer 4 Ago 2020 - 15:08



Fiquei deveras contente com a resposta do capitão, a ponto de encará-lo com os olhos entreabertos expondo minha satisfação e esboçando um sorriso gratificante no canto dos lábios, contudo não era a resposta em si que agradava-me, mas sim o fato de descobrir que o capitão era motivado também por razões pessoais, e não somente pela obrigação moral de um marinheiro. - Neste caso farei o possível para evitar sacrifícios que lhe causem aflição. - Não prometia salvar a irmã do capitão, afinal mesmo se eu mentisse acredito que ele não iria confiar totalmente em minhas palavras, mas eu poderia evitar matá-la e assim adquirir um pouco mais da boa vontade de um capitão da marinha, afinal julgo ser algo proveitoso para minha pessoa. - Entretanto, receio que salvar o Osh seja inviável. - Completava a fala após uma pausa proposital, virando o rosto parcialmente de lado mas sem deixar de observar o capitão pela lateral dos olhos.

Ficaria atenta às reações do capitão, principalmente se ele demonstrasse algum descontentamento com a idéia de seu amigo de infância ser capturado quem sabe até mesmo morto, ou então se o capitão deixasse claro algum interesse em salvar o espadachim alado. Em qualquer um destes casos iria me permitir esboçar um discreto sorriso maléfico. - Com a maquiagem correta é possível camuflar as aparências. - Comentaria num ar de mistério, usando o braço direito para abraçar a barriga cobrindo o hematoma na região. - Se a principal motivação for realmente salvar a pessoa que vocês amam incondicionalmente acredito que seja possível fazê-lo voltar-se contra Lust, e também tê-lo como um aliado seria definitivamente mais vantajoso do que se ele estivesse confinado em uma cela ou sepultado em uma lápide. - Diria demonstrando meu interesse em poupar a vida do espadachim, desde que minha pessoa possa utilizá-lo como uma peça nesse joguete contra a Lust. - Só é necessário encontrar um substituto adequado, pode ser qualquer reles criminoso desde que seja parecido com vosso amigo, mas claro não estou pedindo para me entregar alguém, apenas seja desatento ao fazer a identificação do corpo, espero que não seja um favor além de vossas limitações como capitão. - Teria fixado meu olhos diabólicos no capitão, enquanto revelava meu plano deixando um sorriso transbordando de excitação desenhar-se em minha face, querendo me deleitar com a reação do capitão ao se ver em um dilema entre a obrigação moral da profissão ou a motivação pessoal, e também relembrando um certo agrado que ele cogitou me oferecer. - Mas sugiro que mantenha sempre em mente o fato de que quanto maior for sua dedicação nesta empreitada as chances de sua irmã ser salva são intensificadas na mesma proporção. - Fazendo questão de mencionar esse fato, para aumentar o peso do dilema sofrido pelo capitão, talvez não fosse necessário minha pessoa mencionar a esposa do Osh, mas… Eu sinto que desta forma o capitão ficará mais atormentado, e essa possibilidade me parece tão deliciosa, é praticamente impossível não querer atormentá-lo. Porém, se o Sr. Capitão não demonstrasse interesse em salvar o amigo de infância ou simplesmente aceitasse o fato de Osh ser preso/morto minha pessoa não teria revelado o plano para ele, mas não quer dizer que eu deixarei de fazê-lo, iria simplesmente esboçar um sorriso meigo com os olhos fechados e deixá-lo prosseguir com nosso diálogo.

O assunto a seguir fez minha pessoa sentir um imenso peso nas costas, suspirei desapontada deixando os ombros caírem de tanto cansaço, e principalmente tédio. "Sinto muito papai, mas é impossível para meu majestoso ser poder compreender como os mundanos pensam…" Acreditando que jamais poderia desenvolver a tal empatia que o Sr. Stuart falou para eu adquirir antes de poder retornar para a residência de minha família, pois mesmo comigo convivendo por mais tempo com os seres inferiores ainda sim era muito árduo acreditar o quanto eles me julgavam com tamanha inferioridade. - Desde quando o que vossa pessoa observou na cidade pode ser chamado de confronto? - Cerrei os olhos contra o capitão enquanto reclamava insatisfeita. - Vocês mundanos sempre me subestimam, aquilo no máximo era uma brincadeira impertinente, apenas fiquei me divertindo às custas do Osh, eu nunca o considerei como uma ameaça. - Continuava a expressar minha indignação em palavras enfezadas. - Agora que tenho o conhecimento dele possuir uma recompensa ele cairá aos meus pés antes mesmo de sua mente perceber que foi derrotado. - Me sentindo profundamente ofendida com o capitão ter considerado o Osh como um oponente problemático para minha pessoa. - Mesmo se meus dois braços estivessem inutilizados ainda sim seria impossível que eu fosse capaz de perder. - Cruzava os braços, e enchi as bochechas de ar demonstrando estar muito zangada com o capitão fazendo beicinho, e dando a ele o meu mais terrível e apavorante "olhar intimidador".

De resto eu simplesmente não dei importância muita importância para o que foi proferido pelo capitão, eu já faço o que bem entendo, então não iria crescer os olhos pela possibilidade de ter mais liberdade, e sobre as regalias… Bom… É algo interessante a se pensar, mas estou profundamente enfezada agora. *Hunpf!*

- Eu realmente não vejo como ficar confinada possa ter alguma utilidade, basta apenas derrotar o Osh, quanto mais rápido ele me encontrar, maior será a velocidade que irei me livrar dele. - Fechava os olhos e desviava o rosto para o canto, mantendo o queixo erguido e o nariz empinado, esnobando o capitão de forma bem mimada. Mas se ele insistisse no assunto… - Pois bem, mas terá uma condição. - Após respirar tentaria me conformar com tamanha perca de tempo, então ficaria seriamente meu olhar na direção do capitão, demonstrando estar decidida quanto a minha exigência, sem direito a negociação. - A tenente ficará encarregada de minha custódia, e não quero ver nenhum outro marinheiro além dela durante o período que minha pessoa estiver reclusa no esconderijo. - Afinal se fosse para ficar confinada ao menos que eu tenha alguém para aliviar minhas frustrações, e deve ser vantajoso para o capitão manter poucas pessoas circulando pelo local, e com a Nervosinha na residência meu tédio seria bem reduzido, diminuindo a possibilidade de minha pessoa simplesmente decidir sair para um passeio quando não suportar mais ficar aprisionada em um cubículo.

- Também vou querer uma cesta de uvas, e o cabo de minha lança precisa de reparos. - Comentaria na possibilidade de partir imediatamente em direção ao esconderijo, mas se eu tivesse tempo de resolver esses problemas menores não teria dito nada.

- Depois de lidar com o Osh pretendo também mostrar ao Sr. Santo que o lugar dele é abaixo de meus pés, isso deve lhe dar tempo de descobrir o destino dos carregamentos após a mudança de local, eu não desejo sair vagando pela Grand Line sem rumo. - Ainda estando desgostosa com o capitão revelaria meus objetivos na ilha assim como interesse em deixá-la, mas a última parte pode ser acelerada de acordo com eficiência do capitão.

E se a conversa fosse encerrada, me levantaria da cadeira. - Com vossa licença. - Dizendo apenas por educação antes de caminhar em direção a porta de saída.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptyTer 4 Ago 2020 - 21:46




- Isso foi consideração? - O capitão expressou com certa surpresa na voz ao ouvir dos lábios sedutores de Kare aquelas palavras. Era afinal, algo que ele não esperaria ouvir de alguém que havia lhe mostrado tão maléfico olhar a pouco mais de um minuto atrás. Seu rosto ainda tinha a surpresa estampada às palavras de Kare quanto a sua irmão quando a jovem falou sobre a impossibilidade do mesmo ser aplicado a ''Osh''. - Acho que algumas coisas são inevitáveis depois de um certo ponto. - expressou em forma de lamento. - Foi ela quem nos criou… Mesmo que fosse mais nova do que nós. - Concluiu como se fosse um: Devemos isso a ela.

O capitão parecia ter divergido para o lado que Kare esperava, ou até mesmo ansiava, pois permitia-lhe expor o plano que sua mente criminosa vinha até então elaborando. Talvez se consideraria que tal nobre plano originava-se no bom coração da moça que desejava poupar um homem para vê-lo mais uma vez reunido com sua amada? Essa consideração não poderia estar mais distante da verdade. Os motivos da jovem não poderiam ser outros senão os mais impróprios. Talvez o desejo de enganar o sistema? Ou quem sabe apenas o prazer de ver a Kare de Lust quando por fim descobrisse que havia durante todo esse tempo sido enganada? A face de uma mulher que tinha no seu momento derradeiro a revelação de que aqueles que um dia foram seus ''aliados'' estavam agora unidos pelo propósito de sua inimiga? Essa era uma satisfação, um jogo que talvez pudesse lhe dar o prazer de jogar, já que o simples derrota da mulher em nenhum momento seria-lhe de fato um desafio.

- Seria complicado se fosse um corpo. - O capitão havia sequer titubeou ao tecer tal comentário, seus olhos estavam agora mais intensamente focados nos de Kare como se finalmente houvesse despertado um interesse maior pela jovem agora que via que a mesma estava disposta a tal nível de colaboração. - E achar alguém parecido somente entre os criminosos pode não ser muito fácil. - O capitão poderia agora até mesmo ter conseguido arrancar um fiapo de surpresa de Kare, talvez um recorde sendo uma das poucas pessoas a terem conseguido fazer isso duas vezes, ainda mais em um único dia, pois ele realmente sugeria a não se ater somente a criminosos se a intenção fosse encontrar um possível sósia para Ashura. - No entanto a comprovação não depende só de mim, terei que mandar fotos e um relatório para o QG Central. - Não houve qualquer remorso em suas falas. - Mas só sair por ai procurando alguém… Não deve ser muito fácil.

>><<

- Desde o momento que 23 casas foram destruídas, 12 pessoas feridas com um gravemente ferido. E mesmo que eu não o chamasse todos os outros chamariam. - Após a breve trégua que pareciam ter alcançado anteriormente ela agora voltava a lembrar o quão desajustados eram os parâmetros da mulher sentada à sua frente. - Então ter alguém tentando de matar é menos motivador do que …. - Ele abaixou a cabeça contra as mãos começando a massagear as têmporas. - Sim é claro, se quiser umas algemas emprestadas para isso não deixe de me avisar. - A energia a pouco recuperada havia novamente se esvaído do capitão, ele talvez agora pudesse simpatizar muito com um jovem condutor de JOG.

- Certo, Certo, vai derrotar ele facilmente e depois estalar os dedos e um sósia irá aparecer do nada não é mesmo? - O capitão respondia dessa vez com sarcasmo, afinal o que ela dizia estava em completo desacordo com o que havia até recentemente acordado. Todavia Kare não dava-se por satisfeita, mesmo que o lado errado fosse o dela, pois bem sabemos que as mulheres JAMAIS EM HIPÓTESE ALGUMA EM NENHUM MOMENTO, NÃO NESSE UNIVERSO, estão erradas, mesmo quando estão.

- Porque não haveria de ter, não é? - Aceitou o fato de que obviamente haveria condições, afinal nada podia ser assim tão fácil com aquela mulher.

A conversa se seguiu, nem tudo o capitão havia cedido, tal como a tenente ser a única marinheira, e isso ele justificou. - Se fosse só ela você não a deixaria trabalhar, então não tente me fazer acreditar que ela iria estar lá para isso. - Com a cena antes vista por ele o mesmo havia perdido qualquer fé na capacidade da tenente de se manter longe das garras de Kare. - Além disso ela tem um treinamento que precisa começar e não poderá ficar o tempo todo lá.

Mas havia concordado em permiti-la na participação do grupo, como também apenas descartou os outros pedidos com um: Isso não é problema meu, ou seja, deixaria algum subordinado responsável por cuidar da lança e das uvas.

- Ahhhh meu saco. Você já esqueceu tudo que falamos até agora? - Ele levantou-se batendo com as mãos espalmadas na mesa antes de levá-las ao rosto onde puxou a sua pele. Com isso ele se referia ao fato dela estar presa e que com isso não podia só sair bem bela e totalmente diva pela porta da frente.

Na saída, após alguns minutos Alvida ter-lhe-ia informado que Vick havia chego bem e que providenciou que seus outros pertences fossem trazidos para o novo local, Alvida por sua vez iria cuidar de outros assuntos, mas passaria para conversar com Kare quando possível.

Kare seria levada com uma escolta de 20 marinheiros, inclusos o capitão e a própria tenente. Não estava algemada, pois ''havia'' se entregue pacificamente. Do lado de fora ela poderia ter notado um homem com o uniforme da guarda local e ao lado dele, se talvez forçasse a memória veria a secretária do dia anterior, aquela que estava gerenciando as admissões na escola do Santo, a mulher vestia um uniforme social justo ao corpo e segurava a frente do corpo uma prancheta enquanto encarava a jovem com um olhar triunfante.

>>A noite em uma residência afastada do centro da ilha.<<


Após ter-se vista presa por algumas horas na cabine em um navio da marinha ela havia sido finalmente levada a noite para o local anteriormente citado. Afastada da região central construída próxima a um lago de águas escuras em uma região mais montanhosa. Daquele local era necessário ao menos uma hora de caminhada para retornar a cidade principal embora no caminho se passasse por um ou outro vilarejo. O lago era na verdade uma Laguna que ligava-se ao mar por um rio mais estreito pelo qual Kare havia sido transportada até a casa em um escaler da marinha. Junto a ela estava a Tenente como prometido e dois outros homens os quais já não mais trajavam o uniforme da marinha, tal como a tenente que agora usava roupas pretas e tentava-se manter afastada de Kare na pequena embarcação enquanto evitava-lhe o olhar.

O escaler chegou a um pequeno Pier anexo a residência, no qual havia outra pequena embarcação. Após desembarcarem seria possível subir uma escada de madeira nos fundos e entrar na casa por um deck de madeira no qual haviam alguns móveis de Jardim visíveis devido a iluminação de lamparinas a óleo que queimavam em postes de madeira pelo local.

- POKYUN POKYUN POKYUN . - Mal havia terminado de subir a escada quando foi ferozmente atacada por uma bolinha de pelo repleta da saudades. - Bem vinda de volta Senhorita, o seu Banho já está preparado. - Vick parada ao centro do deck de madeira com sua postura impecavelmente ereta, as pernas fechadas e ambas as mãos prostradas a frente do corpo cumprimentava a jovem.

[O interior da casa você pode pressupor como quiser no básico desde que não fuja por completo da imagem externa apresentada na URL.]

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptyQui 6 Ago 2020 - 10:10




O que!? Ele tá tentando por a culpa em mim agora? Não era capaz de acreditar na audácia do Sr. Capitão, agindo como se eu tivesse feito algo errado quando eu claramente estava apenas dizendo que não teria qualquer dificuldade de lidar com o Osh. - Se vossa pessoa tivesse mais crença em minhas capacidades eu não ficaria irritada, e assim você não precisaria ficar problematizando toda a situação. HUNPF! - Ainda de braços cruzados joguei os cabelos por trás dos ombros movendo apenas o pescoço abruptamente ficando com nariz empinada e o rosto virado para o lado, esnobando o capitão num comportamento totalmente mimado, expondo o fato dele ser o culpado de minha pessoa deixar de querer poupar o Osh por estar irritada com as palavras do capitão.

Interrompi minha trajetória até a porta, fitando o capitão por cima do ombro. - Você deseja realmente tornar minha prisão o mais verídica possível. - Comentei um tanto desanimada, não estava surpresa, considerando o quão longe ele pretendia ir para salvar o Osh, encenar uma prisão deve ser inúmeras vezes mais simples. "Essa é uma cena que minha pessoa não faz questão de atuar…" Meu desagrado era inevitável, mas seguir o script parece ser a maneira mais prática e rápida de resolver esse empecilho, então prossegui com o papel de prisioneira.

"Quantos marinheiros…" A quantidade me chamava minha atenção, considerando que era apenas para fazer cena, mas apesar de me surpreender uma dúvida pairou minha mente. "Se a prisão fosse verídica o Sr. Capitão enviaria esse mesmo número para realizar a escolta? Talvez algumas centenas extras? - Se para manter as aparências a escolta era grande, se fosse real eu definitivamente acharia aquela quantidade uma miséria, afinal nessa situação a marinha inteira assim como o governo mundial deveriam se mobilizar para terem a chance de me fazerem perder mais tempo para fugir, afinal nem mesmo com essa união de forças eles seriam capazes de conter meu incrível ser.

>><<

E durante o caminho até a "prisão" uma figura em meio ao público parecia se destacar aos meus olhos, tive de forçar a vista para conseguir observá-la melhor, e também por não crer em minha própria visão devido a atrocidade testemunhada. - Que vestes horríveis e antiquadas! - Exclamei estupefata elevando a tonalidade da voz enquanto apontava na direção na mulher de roupas sociais, tenho absoluta certeza de que nunca a vi na vida, mas aquelas roupas faziam meus olhos arderem. - Ela precisa URGENTE de uma consultoria de moda. - Esbocei um semblante enojado e sacudi a cabeça fechando os olhos para tentar deletar a imagem daquelas roupas asquerosas de minha mente. - Vocês não concordam? - Questionei os outros marinheiros, pois eu preciso saber se não sou a única pessoa com bom senso nesse local. Então iria me virar na direção oposta a da mulher, desejando por nunca mais ver aquelas vestimentas.

>><<

No momento seguinte eu tive de isolada na cabine do capitão. "Isso já não está indo longe demais?" Quando me vi sozinha no cômodo comecei a refletir sobre as intenções do capitão em me confinar. "Mas se ele pretende me testar irá falhar miseravelmente, pois minha pessoa não tem problema algum em ficar sozinha por longos períodos de tempo, poderia ficar séculos aqui dentro que continuaria perfeitamente bem." Senti-me cruzando os braços e as pernas com a postura ereto e queixo erguido, num ar repleto de plenitude, irradiando toda a minha gigantesca soberania...

" ALGUÉM ME TIRA DAQUI!!!" É… Surtei. Como assim eu, euzinha, Karelina Lawford, a própria, aquela cujo o brilho ofusca todas as estrelas do universo, aquela que possui a beleza capaz de fazer as mais renomadas obras de artes parecerem meros rabiscos mal feitos, aquela que é tão perfeita a ponto de deixar todos os deuses amargurados de inveja, como que >>>EU!!<<< Posso ficar isolada num cômodo qualquer, sem agraciar os mundanos com minha presença deslumbrante.

Mas não, não seria vencida pelo isolamento, preciso manter-me sã. "Já sei, irei riscar os anos que ficar presa, assim terei algo para fazer." De olhos fechados esbocei um sorriso totalmente confiante, estando orgulhosa de minha incrível capacidade de autocontrole. "Mas…." Abri um dos olhos, ficando pensativa. "Um ano não é muita coisa? A cada mês está ótimo… Ou talvez quinzenas… Semanas! Isso! ...Tá, dias, e fico satisfeita… Ou horas? Minutos? Hmmm… Ainda parece muito… SEGUNDOS! Perfeito." Cantarolando pela cabine iria apanhar algum objeto pontiagudo e começar a raspar a parede da cabine para escrever a seguinte frase. *Os segundos milênios de minha tortura em completo isolamento.* E faria um risco ao lado do outro a cada segundo passado, até não haver mais espaços na parede para riscar.

"Não é o suficiente..." Com a cabine do capitão tendo sido redecorada com uma imensa quantidade de riscos ainda me veria profundamente entediada. E sem saber explicar o motivo iria apanhar outro objeto, dessa vez um pouco maior e desenharia duas bolas preenchidas uma ao lado da outra, e um risco horizontal com as extremidades apontadas para cima, logo abaixo dos círculos. - Olá Wilson, seja bem vindo ao confinamento no inferno, gostaria de um pouco de chá. - Então deixaria Wilson apoiado em cima de algo, com a expressão amigável dele voltada para mim, e começaria conversar com ele, contando toda a história de minha vida e todos os detalhes de como sofri por estar cercada de mundanos incompetentes.

- Sim, Wilson, ótima idéia, vamos criar o plano perfeito para capturar a Lust. - Motivada pelas ideias de Wilson apanharia papéis ou qualquer coisa que desse pra escrever e anotaria o passo a passo de meu plano, fazendo desenhos, rabiscos, espalhando tudo pelo chão como se fosse uma teia de aranha, usando das informações possuídas para deduzir o paradeiro e até mesmo a identidade de Lust. [color=#ff00ff]- O que acha dessa parte Wilson? -[/strike] Perguntava aguardando pela opinião de Wilson. … - Você não é de falar muito né? Tudo bem, apenas continue sorrindo assim. - Notando que Wilson era muito reservado continuei a "escrever" e desenhar o plano definitivo, em uns rabiscos incompreensíveis que apenas faziam sentido em minha mente perturbada naquele momento de loucura, coçando e bagunçando os cabelos toda vez que ficava em dúvida.

E após mais algum tempo me totalmente atormentada, iria deixar a cabine o mais escura possível, apagando lamparinas, velas, qualquer coisa que estivesse iluminando, cobrindo a janelas com os móveis, e me sentaria no cantinho abraçando os joelhos com um pano cobrindo-me. - HIHIHIHIHEHEHEHEHAHAHAHAHA!!!…. Gargalhando sem a menor razão, balançando freneticamente meu corpo para frente e para trás, com os olhos arregalados olhando fixamente para o vazio existencial da insanidade, e um sorriso psicótico praticamente congelado em minha feição indo de orelha a orelha. - Sim Wilson… Vamos nos vingar quando sairmos daqui, levaremos a todos um destino que fará a morte se tornar uma benção. HEHEHEHAHAHAHAHAHAHAHA! - Dizendo lentamente numa tonalidade diabólica, sem nem saber se Wilson estaria por perto, talvez eu já tenha o esfaqueado, mas a culpa foi dele, ele tentou me apunhalar pelas costas quando eu não estava olhando…

E quando os primeiros sinais de minha libertação fossem notados, veria toda minha vida passando na frente dos olhos, a luz no fim do túnel, mostrando o caminho para fugir de toda a psicose perturbadora. "Espera! Eles vão me ver assim?" A sanidade fazia-me perceber o estado deplorável que fiquei durante as contas de milênios presa em absoluta solidão. "Caralh… Quer dizer, quanta infortúnio." Desesperada comecei a arrumar-me, penteando os cabelos com os dedos, desamassando as roupas amarrotadas, antes que eu morra de desgosto por ser vista em tamanha decadência. Olhando também para os rabiscos espalhados iria juntá-los amassando tudo para jogar fora. "O que é isso?" Olharia para "a coisa" com dois olhinhos e um sorriso desenhando, no caso de encontrar algo assim, que eu não me lembro de ter visto nada parecido antes. "Vai pro lixo também." E me livrando daqueles rabiscos incompreensíveis que não tenho qualquer lembrança ou conhecimento a respeito, estaria pronta para a libertação.

No mesmo instante a inspiração veio, e me senti excitada a ponto de cantar. - As folhas brancas espalhadas no chão. Sem rastros para seguir. Um mundo de tormento. E a Deusa está aqui. - Cantando de maneira melancólica, ainda sentindo os resquícios do confinamento assolando meu ser.
- A insanidade veio chegando e já não sei. Não consegui conter. Bem que eu teeentei. Não podem vir, não podem ver. Sempre a boa menina deve ser. Encobrir, não sentir. Nunca saberão. Mas agora vão. - Toda a melancolia e tristeza teria se tornado mais densa e profunda durante os versos da canção, e no último verso toda a revolta acumulada seria expelida em uma raiva explosiva seria manifestada em minha voz. Iria me dirigir rapidamente a porta, escancarando-a de maneira abrupta, abrindo os braços para o mundo. - Livre estou, livre estooou. Não posso mais segurar. Livre estou, livre estou. Eu saí pra não voltar. - E com um sorriso radiante no rosto deixaria toda alegria de minha pessoa espalhar-se, sentindo-me livre das correntes gélidas da solidão. - Não me importa o que vão falar. Pecados vem. A luxúria não vai mesmo me incomodar. - Finalizando a canção aqui, com mandando um sorriso bem debochado com o canto dos lábios e mantendo o olhar sarcástico.

>><<

E quando finalmente estava a ser encaminhada para a residência eu estaria extremamente bem humorada, com um sorriso carismático ornando o rosto, e olhinhos fechados de forma amigável, ainda um pouquinho inquieta e cantarolando uma melodia alegre, ignorando a tenente se mantendo distante. - Boa noite Poky. - Apanhava a bolotinha de pelos, trazendo-a para próximo do rosto, e começaria a fazer carícias no topo de sua cabeça entre as orelhas com a ponta dos dedos, depois iria minha bochecha na dele e o colocaria acima do ombro esquerdo. - Muitíssimo obrigada. - Me curvava brevemente para Vick, cumprimentando-a e agradecendo pelo banho. Então iria fitar a tenente por cima do ombro direito. - Vossa pessoa vem? - Convidando-a sem esconder minhas intenções maléficas no olhar, e nos lábios provocantes. Com ou sem a tenente eu iria imediatamente para o banheiro, ansiando por uma banheira com água quentinha e poder deleitar-me em um longo banho.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptyQui 6 Ago 2020 - 12:24




A figura em meio ao "público" devido a distância não pode ouvi-lá, mas certamente ter-se-ia visto chocada e completamente ultrajada pelos comentários de Kare quanto as suas vestes, mas por estar longe podia-se ver apenas muito contente e sorrindo como uma idiota, pois podia ver a cara de horror de Kare ao observá-la e em sua ignorância se via feliz achando que a mulher arrogante que havia ousado desafiar o Santo estava agora percebendo as gravidades de seus pecados enquanto arrependia-se amargamente. Novamente percebemos que a ignorância é uma benção.

Já os marinheiros por sua vez viam-se perdidos sem saber o que deveriam responder. - Bem..     -  Ahnmm.   - Acho que sim. - Não entendo nada, me deixem fora dessa. - Podia estar pior, acho que a maquiagem também não ajuda.   - A última parte também havia sido dita por um homem e isso fez com que ele recebesse vários olhares estranhos dos seus colegas. - Que foi? Agora um homem não pode entender dessas coisas? - Perguntou chocado.

>><<

Mal haviam se passado 10s de sua "prisão" e a jovem já se via presa na inércia, sua mente completamente desocupada começava a trabalhar em teorias da conspiração. Sim, aquilo certamente era um teste que o capitão maquiavelicamente havia elaborado para testar os limites de sua grandiosíssima pessoa, MAS A NOSSA DIVA NUNCA DARIA ESSE GOSTINHO PARA ELE.

Ou ao menos inicialmente havia assim pensado, pois 12s depois se entregou ao seu surto. E então aos 14s de prisão ela chegava a resolução que devia ser forte e superar aquilo. Passo 1: Contar os anos de prisão com riscos nas paredes. Todavia esses anos rapidamente converteram-se a uma contagem de segundos, pois bem, cada segundo da sua vida era afinal EXTREMAMENTE precioso.

Tomada pelo tédio daqueles 20s ela se entregou ao trabalho, porém em um único instante mais de 40 riscos haviam sido feitos. 23s haviam se passado. Você precisa entender que Kare era alguém rápida, muito rápida e talvez por isso os seus segundos passassem mais rápidos que para meros mortais… Isso ou estava contando Milisegundos.

Fora assim que a parede algo encontrou-se coberta de riscos. Kare encontrava-se agora na incrivel marca de 30s de carcere. O guarda do lado de fora apurava o ouvido para a porta enquanto pensava porque ela estaria fazendo tanto barulho lá dentro.

Haviam mais de dois mil riscos na parede do capitão… 33s, mas que já pareciam ser horas como era possível se ver pela parede. Aquilo não bastava, precisava ocupar sua mente com outra coisa para ser capaz de manter a sanidade. Ali encontrou um travesseiro, bem era o único objeto maior e pegou uma pena do tinteiro sobre a escrivaninha e no travesseiro desenhou um rosto, seu amigo; 45s.

As palavras começaram a fluir da boca de Kare, ela planejava contar toda a história de sua vida, infelizmente para ela isso era um pouco difícil e quase a terminar com pouco mais de duas frases ditas extremamente rápidas. Afinal em sua vida tudo havia sido sempre tão fácil, nunca houveram desafios e ela era perfeita e todos a amavam, FIM; 62s.

Dali partiu para os documentos que o capitão tinha na mesa, sem se importar com seus conteúdos usou a mesma pena para bolar o plano perfeito, mas isso também era fácil; Encontrar Lust e destruí-la, após isso deduziu a localização perfeitamente de Lust, bem como sua aparência e não só isso como a quantidade de bonecas por ela possuída e em qual ilha ela se encontrava. 78s.

Aos 82s uma risada perturbada rasgou o ambiente e o marinheiro do lado de fora fez o sinal da cruz. Não haviam passado sequer dois minutos, o que estaria acontecendo lá dentro, um frio gélido subiu por sua espinha e ao virar-se para porta ele pode ver uma névoa negra se espremendo pelo vão inferior… bem, ao menos ele poderia jurar ver.

Kare havia se encostado a porta e seus cabelos passaram por baixo da mesma enquanto gargalhava jurando vingança a tudo e todos. Em sua cabeça a voz de Wilson gargalhou junto. 100s.


Temeroso o guarda foi lentamente para a porta, seus pés fizeram a madeira ranger e esses sinais trouxeram Kare de volta de seu estupor. - Está tudo bem sargento? - A tenente fofinha se aproximava para checar por havia notado ao longe que o sargento parecia estar terrivelmente aflito.

As vozes vindas do outro lado soava distante enquanto Kare parecia se preocupar em consertar o desarranjo que sua aparência havia se tornado. O sargento informou que estava assustado com o que estava ouvindo e iria checar. - Você não está querendo vê-la nua está Sargento? - Ele rapidamente negava. Kare nesse meio tempo se arrumava, livrava-se dos planos perfeitos para enfrentar Lust e também de Wilson e nesse momento vendo a fresta surgir nas portas duplas a chutava saindo do quarto enquanto inspirada começou a cantar. O sargento foi acertado pelo repentino avanço de Kare e tombou por cima da amurada caindo no mar.

Os raios de luz receberam Kare. 120s.

Cantou toda a sua canção enquanto a tenente a olhava estupefato. - Só… Se passaram dois… minutos. - Falou completamente incrédula e então após poucos segundos gargalhou. - Venha, vamos até o refeitório vou pegar um chá para nós. - E foi assim que o cativeiro forçado de Kare transformou-se em uma tarde relaxante conversando com a tenente enquanto comiam biscoitos com chá.

>><<

A tarde havia sido bem mais agradável dessa outra forma e isso ajudou muito o humor de Kare quando a noite chegou e começou a ser levada para a residência. A conversa da tarde havia sido instigante, mas a dupla de marinheiros ao entrar na cozinha havia pego Kare bolinando a tenente e por isso a mesma estava agora tão tímida na embarcação, mas também muito desconcertada por mais uma vez não ter podido chegar lá. A música no entanto havia ficado na cabeça da jovem.

- Fofinho…. - A tenente olhava para Poky e corava. Mas então quando era convidada para o banho se recusava. - Estou aqui para cumprir o meu dever, não poderia. - Mas os dois marinheiros ficavam rindo a suas costas o que fazia ela ficar um pouco vermelha.

Sem a tenente Kare se viu relaxando na banheira, a fumaça subia da água e aliviava seu corpo. Poky a abandonou ao ver a sacola de uvas. Estava de olhos fechados quando ouviu a porta se abrindo e fechando rapidamente, ao olhar viu a tenente de costas para ela segurando a porta com força. - Porfavor...Não… Não fala nada… - Sua voz soava tensa, sua cabeça girava devido a loucura que estava fazendo, mas após mais alguns segundos se decidiu e virou a chave produzindo o sonoro clique. - Mandei eles irem patrulhar. - Virou-se e ficou com as costas apoiadas na porta olhando de forma tímida para Kare, havia usado todas as suas forças para reunir coragem e ir até aquele banheiro. - Posso?

>><<

No dia seguinte Alvida teria chegado à residência por volta das dez da manhã, onde encontraria Kare a tomar seu desjejum. - Espero que as acomodações tenham sido do seu agrado até o momento Querida. - Vestia uma roupa diferente, mas era igualmente um vestido bufante de coloração roxa dessa vez. - Vim falar sobre nosso acordo, também lhe trouxe um pequeno mimo querida, vi que suas roupas ontem foram completamente destruídas então lhe preparei novas, espero que goste. - Alvida soltava um pacote sobre uma das cadeiras da cozinha antes de dirigir-se ao outro lado da mesa sentando-se à frente de Kare.

- O pessoal da Agência vai vir hoje a tarde. Ah...Obrigada Querida. - Alvida agradecia Vick que lhe entregou uma xícara de chá. - Onde que você a encontrou? A anos que desejo ter uma secretaria com metade da competencia dela. - Falou no momento seguinte após Vick ter se afastado.





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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 3 EmptyQui 6 Ago 2020 - 15:45



Notando que a tenente simpatizou-se com Poky acredito ser uma boa idéia apresentá-los, com a doninha acima do ombro iria me aproximar da tenente e inclinar o corpo para frente, ficando mais ou menos na altura dela, em seguida iria mover o ombro esquerdo na direção da morena. - Poky, essa é minha amiga, ela é um pouco nervosinho demais, mas é uma companhia agradável, então não faça muitas travessuras com ela. - Diria de maneira carismática, fazendo uma piada bobinha com a tenente para descontrair um pouco. - A menos que seja muito engraçado. - Cochichando baixinho próximo às orelhas de Poky, mas sem disfarçar querendo que a tenente também escutasse, então seria tomada pela leveza da situação e um sorriso discreto porém alegre era formado nos lábios, enquanto o olhar de ternura seria direcionado a tenente, querendo demonstrar que essa não era uma brincadeira maldosa.

Com as costas apoiadas na parede da banheira escutei o ranger da porta sendo aberta, já poderia facilmente imaginar quem seria, mas apenas para confirmar as expectativas inclinei o pescoço para trás ficando de "ponta cabeça." - Não fui eu que a convidei? - Sorrindo maliciosamente fiz uma pergunta retórica num leve tom irônico para responder o pedido da tenente sobre juntar-se a mim no banho. Esperando-a aproximar-se iria afastar as pernas para aninhar a tenente comigo, envolvendo-a em meus braços pela cintura e a puxando com cuidado para ficarmos coladinhas. Em seguida começaria a acariciar os cabelos dela e beijá-la do ombro até o pescoço, mordiscando enquanto escalava até alcançar os lábios da morena, dando-lhe um beijo caloroso. Sentia-me de fato contente, ela havia construído um pretexto para me ver, essa vontade demonstrada foi muito apreciada por mim.

Após algum tempo compartilhando a banheira com a tenente eu demonstraria imensa boa vontade em querer deixá-la extremamente confortável, massageando as pernas da tenente, sendo bem minuciosa, distribuindo equivalente atenção por toda a coxa até a virilha, fazendo o mesmo em utilizar outra mão para acariciar a cintura da nervosinho, até o seios, mantendo toques firmes porém cuidadosos, não economizando nos beijos carinhosos e mordidas leves no pescoço. E antes da situação tornar-se completamente obscena, eu me levantaria a fim de deixar a banheira, num ar de despreocupação. - O que foi? - Me fazendo de desentendida se a tenente demonstrasse alguma insatisfação. - Eu a convidei para nos banharmos, no que vossa pessoa estava pensando? - Fingindo estar perplexa ao questioná-la. - Não me diga que você planejava usar essa situação para tirar proveito de mim? Vossa pessoa é tão indecente. - Cobrindo os seios iria virar o rosto para o lado, me encolhendo demonstrando estar muito envergonhada. E se a tenente ficasse desconsertada eu iria cobrir a boca com o dedo indicador dobrado e deixar um risinho divertido escapar, enquanto abraço a barriga. - Me desculpa, mas você é tão fofa que não resisto em lhe atormentar um pouco. - Dizia ainda sem conseguir esconder o sorriso travesso. - E também… - Pausando propositalmente a fala iria mover os olhos em direção aos da tenente, cerrando-os sedutoramente e ficando com esse olhar intenso fixado a ela. - Pretendo lhe conceder uma noite especial, esse foi apenas o aperitivo do que lhe aguarda antes de adormecermos. - Mordiscando o dedo em frente a boca iria permitir que minha atração pela tenente fosse expressa em um sorriso cativante. Assim iria calmamente enxugar-me, trajar o vestido presenteado por Sapphira e deixar o banheiro, esperando que a Nervosinha ficasse muito ansiosa para nós "dormimos" juntas. Momento esse que quando chegasse minha pessoa faria questão de tomar a iniciativa e conduzi-la durante toda a noite.

Mas antes eu pediria para Vick trocar os curativos se fosse necessário e também por mais pomada, afinal os hematomas precisam desaparecer de imediato. Brincaria um pouco com Poky também, dando a ele algumas uvas e afagos por trás das orelhinhas. Teria jantado tranquilamente, apenas atiçando a tenente com alguns olhares maliciosos durante a refeição. O que? Vossa pessoa me acusa de estar enrolando para deixar a tenente mais ansiosa e excitada? Tô mesmo. Isso é um ultraje, calúnia! Uma pessoa de índole íntegra igual a mim jamais faria algo tão sórdido… AaaaMENTHIRA!! Acho que peguei um resfriado...

>><<

Na manhã seguinte ainda trajando o vestido presenteado por Sapph, e somente ele. - É um local aconchegante. - Respondia Alvida fechando os olhinhos e sorrindo com toda meiguice de meu ser. Apesar do conforto e aconchego que eu estou me referindo seja ficar aninhada com uma certa tenente da marinha… - Foi durante meu primeiro trabalho, mas ela não é uma empregada. - Diria em resposta a pergunta seguinte de Alvida, fazendo questão mencionar o fato de que Vick não trabalha para mim, mesmo que Alvida tivesse feito outra suposição.

- Eu lhe agradeço pelo regalo, minhas vestes foram realmente retalhadas até virarem trapos. - Não tendo problema algum em concordar com a Alvida, até porque era somente uma roupa de qualidade não muito ruim, desapegar delas é uma tarefa fácil, e também iria esboçar um sorriso sincero para ela, imaginando que as roupas presenteadas sejam da mesma qualidade das que eu estava trajando ou superior. - Vossa pessoa poderia emprestar-me um violino, ou flauta? Espero que não seja um pedido muito extravagante. - Dando um risinho envergonhado após terminar a fala, até porque não quero aparentar estar totalmente confortável enquanto peço algo. E talvez eu tenha jogado um veneno em Alvida, querendo dizer que uma flauta e um violino poderia ser algo muito difícil para ela conseguir, mas se perguntarem, eu nego. E sobre pedir emprestado e não um presente… Bom, acredito que os melhores instrumentos possíveis de se adquirir na ilha possam ter um alto preço para se pedir de presente a um mundano, e como me recuso a não ter o melhor, algo emprestado é suficiente, quando capturar o Osh, uso o dinheiro da recompensa para comparar um violino decente. - Estou disposta a aprender tocá-los, desejo usar de todos os recursos para mostrar ao Sr. Santo a diferença descomunal entre nossas dádivas. - Me explicaria se caso Alvida perguntasse a razão de eu pedir por instrumentos musicais, mantendo uma expressão bem adorável em contraste com as palavras maléficas.

- E o que acha de um parceiro para a maior modelo que pisará em vosso estúdio? Acredito que o destaque ficaria ainda maior com algumas campanhas em dupla. - Sugerindo a idéia para Alvida contratar alguém, com a premissa de que pode ser algo vantajoso. - Eu tenho uma idéia em mente. - Se ela estivesse de acordo ou ficasse interessada, eu iria descrever um parceiro com as características físicas de Osh, cor do cabelo, olhos, barba, e algumas menções genéricas sobre formato do rosto, contorno dos lábios, até porque deve ser estranho ficar dando tantos detalhes do rosto… Até parece que estou descrevendo um retrato falado, ou procurando alguém com exata aparência para usar de sósia e substituir o cadáver de um criminoso… Pff! Onde já se viu isso… Lógico que Alvida poderia perceber a semelhança entre a descrição que eu daria com o dito cujo, e nesse caso. - Também a outras necessidades que eu gostaria que fossem atendidas por aquela espada de enorme potência, mas como seria impossível, terei de me contentar com o substituto… - Dizendo num ar libidinoso, expondo minha feição lasciva para Alvida, e assim ela deva acreditar que meu interesse seria puramente carnal, não é uma razão nobre, mas é melhor do que ela descobrir sobre o assassinato. Sim, eu esconderia isso dela, pois não acredito que ela iria cooperar em ser cúmplice.


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