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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

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MensagemAssunto: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptyQui 16 Jul 2020, 12:34

Relembrando a primeira mensagem :

Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptyQua 22 Jul 2020, 15:19



"Por qual razão alguns mundanos são tão escandalosos…" Pensei aflita com a jovem de cabelos curtos fazia uma algazarra sem necessidade. - E vossa pessoa irá ferir meus preciosos ouvidos. - Comentei desgostosa fitando a mulher pelo canto dos olhos enquanto esboçava uma expressão de dor e cobrindo a orelha com a mão esquerda. - Minha pessoa jamais seria gravemente ferida por um adversário tão medíocre, não a razão para tanto alvoroço. - Suspirei me conformando a situação, esperando que a mulher de cabelos curtos pudesse se calar, dizendo agora numa entonação mais leve e afetuosa para poder fazê-la ter uma sensação de reconforto, sim, reconfortando a pessoa que deveria estar aqui para prestar-me algum auxílio… Não poderia esperar menos dos mundanos.


O capitão por sua vez me parecia mais tenso e excessivamente sério, então por que não descontraí-lo um pouco? - Ele descobriu que a esposa o traía comigo. - Responderia de maneira muito casual, como se fosse algo perfeitamente comum de se ocorrer, não teria esboçado qualquer preocupação. - Mas então ele se descontrolou quando recusei a participação dele no relacionamento. - Continuaria a falar após pausar alguns segundos, dando tempo do capitão reagir, levaria a mão esquerda na cintura e iria suspirar revirando os olhos para aparentar estar inconformada com Osh, por ele ter ficado irritado com o adultério.

De qualquer maneira não levaria essa piada adiante, e após os possíveis comentários do capitão eu cobriria a boca com as costas dos dedos esquerdos dobrados para abafar um risinho. - Minha pessoa está apenas brincando. - Após a descontração feita eu iria coçar os cabelos e desviando o olhar para cima, ficando pensativa. - É uma história um pouco longa e complexa, mas pode se dizer que o Osh estava apenas cumprindo ordens de capturar uma ameaça. - Não teria vontade alguma de contar todos os detalhes, então teria resumido nestas poucas palavras, fechado os olhos e sorrindo adoravelmente para o capitão. - Sou uma caçadora de piratas, e acredito ter deixado a chefe dele deveras irritada durante meus últimos trabalhos, mas vossa pessoa não deveria ter algo mais importante para preocupar-se agora? - Comentaria na possibilidade do capitão perguntar sobre mais detalhes, e com a mão esquerda prostrada no quadril começaria a bater a ponta do pé no chão e iria inclinar meu rosto na direção do ombro ombro ferido, enquanto o encaro um pouco zangada com se estivesse lhe dando uma bronca, bom, também há os civis feridos e construções destruídas, mas creio que o capitão não precise cuidar destes casos menores. - Acredito que há um local mais apropriado para termos essa conversa. - Diria demonstrando ser mais compreensiva, porém iria entonar a voz e esboçar um sorriso de canto bem discreta e maliciosamente, apenas para criar um ar envolvente com o capitão.

Se o capitão fosse "compreensivo" com minha pessoa eu iria entrelaçar meu braço esquerdo com o dele, deixando meu busto se apertar um pouquinho no braço do capitão, e então apoiaria meu rosto no ombro dele, me acolhendo no capitão, os marinheiros que encontrei até o dado momento possuíam algum senso de heroísmo e cavalheirismo, então porque não contar com possível sorte agora e tirar algum proveito. - Sr. Capitão… Meu ombro está doendo muito, poderia pedir para algum de seus soldados carregar a lança? - Diria manhosamente com meus belíssimos olhos refletindo um pouco de desamparo, para que o capitão possa sentir vontade de cuidar de mim e também me mimar um pouco, e como um incentivo extra iria "ingenuamente" esfregar e apertar o braço dele contra meus seios. - Você é tão gentil e bondoso Sr. Capitão. - Agradecê-lo com uma voz adocicada, soando melodiosamente baixinho próximo de seu ouvido, se ele atendesse minha exigência.

Assim esperaria ir até o quartel general da ilha, ou algo do tipo, nunca tive muito interesse nesses conhecimentos burocráticos e navais para saber como isso funciona em todas as ilhas, e se me oferecessem tratamento médico ali mesmo. - Por acaso é alguma desculpa para minha pessoa se despir? - Responderia em tom de malícia e descontração, pois realmente tirar minha blusa no meio da cidade com um bando de marinheiros selvagens ao redor, não me parece a melhor das idéias.

Eu realmente tenho preferência por Vick tratar de meus ferimentos, mas não a vejo desde que a carruagem partiu, Alvida também desapareceu de minha visão após a batalha com Osh ter início. Mas se Alvida ainda estivesse por perto, e viesse falar com minha pessoa. - Eu estou bem, mas receio que precise responder algumas perguntas dos marinheiros, poderia apenas informar-me onde a encontro quando deixar o quartel general? - Responderia com casualidade. - E se perguntarem diga que enviei um recado, "Com quem julga estar lidando!?" - Entonando a última parte da frase em tom de arrogância e irritação por estar sendo subestimada, assim acredito que Vick irá acreditar em meu bem estar. - Mas não se esqueça da entonação, ela é muito importante. - Dizendo com um pouco mais de exaltação para enfatizar a importância de minha mensagem.

Desta forma me permitiria ser acompanhada até o QG. - Sr. Capitão, o que é aquela técnica capaz de enrijecer os membros, funciona em qualquer parte do corpo? - Diria num tom ingênuo para o capitão, apesar de minha expressão ainda refletir inocência, mas as palavras seriam escolhidas para dar certa ambiguidade a pergunta, e talvez o fato de eu apertá-lo um pouquinho com as unhas possa induzi-lo a ter alguns pensamentos indecentes. - E esta foi a técnica roubada? - Toda a inocência se manteria, pois talvez seja algo que ele não devesse falar para mim, mas acredito que meus agrados possam fazê-lo ficar mais aberto ao diálogo. Se não estivesse com o capitão faria essas mesmas perguntas para quem estivesse me acompanhando até o QG, mas sem o apelo físico. Ou então ficaria com Alvida, se o capitão não fizesse questão de interrogar-me, isso se Alvida realmente aparecesse.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptyQua 22 Jul 2020, 16:16




- Ahh… me desculpa. - A jovem arregalou os olhos para a direção de Kare, em sua face havia preocupação de que estivesse mesmo prejudicando a moça de alguma forma por ter falado muito alto. - Mas.. Mas… seu ombro… - A marinheira engoliu o restante do que iria falar ao dar-se conta de que estava aumentando sua voz novamente.

- Hnmm, sim. Então você é só uma pobre e ….mulheroque? - Aparentemente o capitão começava a repetir a mesma história que já havia ouvido tantas e tantas vezes ao ter feito aquela pergunta antes de dar-se conta de que o que a jovem havia lhe dito era completamente diferente. - Isso não faz… Não… talvez. Não, não, pera a mulher dele estava… - Parecia haver um pouco de fumaça saindo de cima da cabeça do capitão.

 - EIII, não brinque assim. - O capitão levava a mão ao coração. - Eu quase tive esperanças. - Voltava a se recompor. - Tenente, organize os homens e busque pelos feridos, isolem a área não quero mais civis entrando aqui. - Ele havia virado sua atenção novamente para a jovem de óculos quando observou que o restante da sua tropa chegou ao local. - Depois disso tenha a certeza de administrar um treinamento mais rigoroso neles. - Completou ao perceber que alguns dos homens do pelotão estavam verdadeiramente ofegantes.


Kare começava a explicar a versão extremamente resumida dos acontecimentos, mas não estando muito disposta afinal estava a necessitar de tratamentos médicos e o capitão havia tido a ousadia de enviar os seus homens resgatar outros feridos de menor importância. - Mais… Importante? Você diz, ir capturar o fugitivo? - Todavia ele viria a descobrir a seguir que na verdade a jovem desejava ser mimada. - Ahh, sim. Certo. Seu ombro. Um momento… - O capitão olhava então para a rua destruída atrás de si enquanto suspirava cansado. - Então ele é dessas… - Falou baixinho - SOLDADO. - Gritou para o mais próximo dos homens. - Monte a tenda e chame o doutor. Pegue 2 pra te ajudar. - Virou-se novamente para Kare. - A tenda vai demorar um pouco, mas acho que existe um posto da guarda da cidade aqui perto. - O capitão concordava sobre o local para se conversar. - Há algumas coisas que quero saber sobre a chefe dele e o quanto você sabe sobre ela e sobre o Ashura. - O tom do capitão parecia bastante pesado, ele também havia parecido ser um velho conhecido do Majin já que até mesmo havia se tratado por apelidos fora que, se Kare parasse para realmente considerar o que havia acontecido… O capitão não havia deixado Ashura partir muito facilmente?

Todavia Kare sentia-se "Entediada" e o capitão não tinha uma aparência tão desprezível assim. Olhando direito poderia até ser tido como um bom espécime masculino. Alto, forte com a pele de cor saudável sendo ela mais branca, embora com um bom numero de cicatrizes. Seu rosto era quadrado e de expressão forte, sem barba. Seus cabelos eram brancos e longos presos em um rabo de cavalo atrás da cabeça. Era poucos cm mais alto que Kare e seus braços grossos eram firmes ao toque da jovem que agora abraçava-se ao mesmo pressionando seus fartos montes contra o marinheiro enquanto utilizava-se da sua voz mais dengosa para fazer charme ao capitão. Este por sua vez podia sentir toda a potência da jovem sendo pressionada contra si, potência essa amplificada devido às condições das vestes da morena. - Tenho certeza que ouvi a pouco que o ferimento não era nada. Além disso eu sou casado. - Kare não era ciumenta, mas o capitão mesmo assim se afastou um pouco esperando que ela largasse seu braço. - Também acredito que alguém que lutou contra o Ashura não é assim frágil. - Embora o capitão fosse de alguma forma justo, correto e heroico ele não parecia tão simpáticos e atenciosos quanto os outros marinheiros com quem Kare havia tido que lidar.

- Capitão! - Um outro homem chegava ao local e parava a frente dos dois observando a cena a sua frente onde uma moça semi nua esfrega-se contra os braços do capitão. - Acredito que o senhor irá dormir no sofá hoje capitão. - Ahhh, cale-se… Eu sei. - Quando ele disse isso Kare sentiu como um arrepio de morte percorre-se as suas costas, se parasse para olhar veria a jovem de cabelos curtos encarando-a. - Esse é o doutor. Quer que ele olhe agora os seus ferimentos? - A tenda ainda estava sendo montada e algumas pessoas estavam sendo retiradas dos escombros, mas a maioria parecia só ter ferimentos leves embora algumas estivessem desacordadas e precisassem ser carregadas em macas.

Kare então insinuava se aquilo era algum tipo de tática para vê-la nua. - Você quer tanto assim me matar. - Ela eu não sei capitão, mas a sua cunhada com certeza o quer. - - Eu já te mandei ficar quieto, você veio aqui tratar os feridos ou rir da minha cara?

Todavia, mesmo com as tentativas do capitão de se afastar ele não era capaz de livrar-se do aperto de Kare que provavelmente estaria a se divertir muito mais agora que percebia que metia o capitão em uma enrascada com a patroa que certamente seria relatada pela cunhada espadachim.

- Doutor. Termine de dar as orientações e me encontre no posto da guarda local. Poderam me achar lá. Avise a Mavis que ela está no comando.

Com isso o próprio capitão pegava a Lança de Kare visto que ela havia se grudado nele e não desejava largá-lo. - Você quer mesmo me matar. - Ele havia entendido isso bastante claramente.

Kare por mais que olhasse para os lados não enxergava Alvida, não sendo assim possível dar-lhe o recado.

Começavam a se afastar, a casa da guarda era realmente próxima dali, pois não precisaram sair do perímetro isolado pelos homens do capitão.

- Ele … Usou algo assim além daquele avanço rápido no final? - O capitão não havia entendido que Kare estava falando sobre o Haki, afinal de acordo com o contexto sobre a técnica roubada ele chegava antes em uma outra possibilidade. - Então não foi apenas o Soru como também o Tekkai que ele usou? Isso vai ficar ainda mais problemático… Mas… Partes do corpo? - Essa parte da informação não casava muito bem com o restante. - Vamos falar disso com todo o resto, não é algo que é bom sair falando em qualquer lugar.

>><<

Após conseguir uma sala privada com os guardas locais e despachá-los para ajudar os seus homens no resgate ele fechou a porta e sentou-se de um dos lados da mesa tendo agora conseguido se desvincilhar das garras de Kare… Afinal fazia tanto tempo que ela não cortava as unhas que só poderia possuir garras.

- Você é uma caçadora então… Sou o capitão Drevur, também conhecido por Punhos de Aço. E você? - Esperava que Kare agora se apresentasse. - Como eu disse. Tenho interesse em saber o que você sabe sobre a chefe do Ashura, ou como você chamou, Osh.

Spoiler:
 

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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptyQui 23 Jul 2020, 05:07



O Sr. Capitão pareceu-me um tanto contraditório, quer dizer, ele ficou repetindo sobre minha pessoa desejar matá-lo, e até mesmo comentou a respeito de ser casado, mas não senti muita sinceridade em suas recusas, tenho suspeitas de que ele apenas estava tentando manter as aparências na frente da cunhada, contudo acredito que não terei problemas em descobrir a verdade. - Mas vossa pessoa realmente acredita que eu não deva ser tratada com delicadeza e atenciosidade? - Diria sem mais interpretar o papel de frágil donzela, mas gentilmente o convidaria a percorrer todo meu corpo com os olhos, e assim ele poderia fazer seu julgamento, claro que minha pessoa estaria a sorrir confiante durante esse momento, com meu busto estufado orgulhosamente, empinando os seios. Assim acredito que mesmo minha pessoa não sendo tão frágil como ele afirmou, ainda sim fosse merecedora de mimos e caprichos.

Em relação a cunhada confesso que a presença dela tornava a situação mais interessante, algo que deveria ser apenas uma brincadeira sem grandes pretensões tornava-se potencialmente engraçada. Daria um aperto firme no braço do capitão, sendo meio brusca para fazê-lo sentir enquanto está coladinho comigo, e durante esse movimento iria lentamente virar meu rosto na direção da cunhada, encarando-a com um olhar satisfeito aproveitando para dar a ela meu sorriso maléfico pelo canto dos lábios entreabertos, insinuando estar cheia de segundas e possivelmente terceiras intenções para com o Sr. Capitão. - Ire lhe contar tudinho que deseja saber Sr. Capitão. - Retornando meu olhar na direção marinheiro, assumindo novamente uma persona fofa e adorável, demonstrando extrema boa vontade para realizar os desejos do Sr. Capitão, falaria de maneira bem dengosa a ponto de quase soar irritante, pois isso deve fazer a cunhada espadachim borbulhar de raiva.

No fim consegui que o capitão carregasse a lança enquanto o acompanhava até o posto da guarda, e também parecia ter feito questão de conseguir um cômodo privativo para ficar na companhia de minha pessoa, tal atitude apenas intensificou minhas suspeitas. - Vossa pessoa afirma que estou tentando matá-lo, mas na primeira oportunidade fica a sós comigo numa sala fechada. - Diria em tom de deboche, sem tentar seduzí-lo, somente comentando a respeito do fato sobre um outro ponto vista, e que tal atitude poderia ser interpretada de maneira equivocada, principalmente por uma certa marinheira de cabelos curtos. - Sendo assim, não há razão para perdermos tempo. - Então sem o menor pudor iria segurar nas pontas do laço em minha blusa, e gesticular o movimento de puxá-lo e assim livrar-me destas vestes apertadas, porém, ao iniciar o movimento de puxar eu soltaria meus dedos do laço, puxando o nada, apenas para "dar um sustinho" no Sr. Capitão. - Prometo que tentarei conter as piadas. - Diria em meio uma risada abafada com as costas da mão, após provavelmente ter quase feito o capitão infartar.

Estando sentada na cadeira eu iria apoiar minhas pernas esticadas diagonal mente acima da mesa, mantendo os pés cruzados próximos a uma das quinas. - Tudo bem se eu mantê-las esticadas? Gostaria de relaxá-las um pouco após a intensa batalha com Osh. - Diria sem esconder malícia em minha atitude, pois assim o Sr. Capitão poderia apreciar a incrível visão das curvas magníficas de minhas pernas. Se ele realmente quisesse se privar da magnífica paisagem que estou a oferecer iria simplesmente recolher as pernas e cruzá-las ficando sentada normalmente com a postura ereta.

- Chamo-me Karelina Lawford, a honra é inteiramente sua. - Acredito que o Sr. Capitão já conheceria-me o suficiente para saber que o prazer é todo de minha pessoa, então apenas iria apresentar-me com um ar de convencimento na face.

Não teria respondido as perguntas do Sr. Capitão até chegarmos a sala, pois não sou obrigada a conversar no meio de uma zona de guerra. - Não me recordo dele ter falado algum nome, Osh apenas enrijecia seus membros e também as espadas dele ficaram bem sólidas durante o combate. - Diria casualmente mas escolhendo palavras que pudessem ser interpretadas de maneira errônea, e se o Sr. Capitão comentasse sobre Osh só possuir uma espada iria apenas arquear a sobrancelha e encará-lo de maneira maliciosa, descendo meu olhar em direção a "espada" que capitão também possuí, esperando que assim ele possa entender o recado. - E também os braços deles tornaram-se negros, como se estivessem cobertos por algum tipo de película, a princípio acreditei que tratava-se de uma Akuma no mi, mas vossa pessoa também é capaz de realizar tal técnica. - Comentaria casualmente, sem joguinhos ou implicâncias, por enquanto…

- Minha pessoa tem uma extrema dificuldade em memorizar nomes, Osh é apenas um apelido que dei ao espadachim alado para facilitar minha memorização. - Dizendo sem dar muita importância para este fato, não sei o que o Sr. Capitão esperava de mim por chamar o espadachim Osh, mas provavelmente o motivo deve ser um pouco decepcionante para ele. - Mas vossa pessoa ostenta grande interesse por um criminoso que deixou facilmente escapar. - Dizendo em tom desconfiança, mantendo meus olhos semicerrados contra os do capitão, como se estivesse investigando toda a verdade apenas pelo olhar.

- Mas se deseja tanto assim descobrir a respeito da chefe, deveria questionar o próprio Osh. - Diria a princípio sem demonstrar muita intenção de colaborar ou revelar as informações possuídas. - É como seguir uma trilha de migalhas, você precisa encontrar uma de cada vez e assim chegar no final, foi assim que fiz minhas descobertas, lidando com os subordinados inferiores, e então descobrindo a localização de um funcionário com maior relevância dentro da organização, eventualmente chegarei a chefe. - Proferindo as palavras em forma de metáfora, pois assim devo polpar tempo e o Sr. Capitão podera entender a lógica, assim espero. - Mas eu realmente não pretendo dividir minha presa, ao menos não sem receber alguma compensação justa. - Dizendo sem fazer a menos questão de ser compreensiva ou simpática, pois não é algo conveniente para minha pessoa, dar a marinha a informação que possuo em troca de nada, apenas para ficarem com a recompensa as minhas custas. - E da última que perguntei pela tal chefe em um quartel general a marinha nem mesmo tinha conhecimento do codinome usado por aquela mulher. - Jogando no ar está outra informação, para caso o Sr. Capitão julgue que minha pessoa não possuí nenhum conhecimento e está apenas tentando descobrir algo ou receber uma compensação sem merecer, desta maneira imagino que meus conhecimentos apsrentem ser mais atrativos aos ouvidos do Sr. Capitão.

Se o médico chegasse até a sala durante o diálogo com o Sr. Capitão, eu iria retirar as penas de cima da mesa e sentaria-me normalmente, isso se minhas pernas já não estivessem abaixadas, então iria desfazer o laço da blusa e deixar que o médico removesse a manga do ombro direito para tratar do ferimento. - Se tentar qualquer atitude indecente irei relatar tudo para vossa cunhada, mas eu posso exagerar e por ventura aumentar os fatos. - Diria totalmente despreocupada com a situação, pois não há motivos para sentir vergonha de meu corpo, e não julgo necessário mais apelação, ficar com a blusa cortada e sem o apoio do ombro já é provocativo o suficiente, então minha diversão seria em atormentar o Sr. Capitão para fazê-li ficar com medo de olhar muito para minha pessoa. Usando o braço esquerdo apoiado na horizontal iria sustentar os farrapos da blusa em frente aos seios, apertaria um pouquinho para fazê-los ficarem saltados, e assim tornar o desafio do Sr. Capitão mais árduo, mas claro que eu não iria esboçar qualquer maldade, mantendo uma expressão serena de casualidade. - Sr. Médico, por acaso há alguma pomada para hematomas? E também gostaria de um lenço molhado por gentileza. - Perguntaria realmente interessada na resposta, pois há uma certa mancha em minha barriga que eu preciso fazê-la desaparecer o quanto antes, além do sangue em meu corpo que seria de meu interesse removê-lo. E aproveitando o momento de cuidados para minha pessoa. - Sr. Capitão, há alguem que possa trocar o cabo de minha lança? - Perguntando agora sem tanto interesse, pois não é uma grande necessidade, mas seria agradável poder reparar a haste cortada da lança.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptyQui 23 Jul 2020, 19:25




O capitão mantinha o olhar alto em direção a cidade ou ao doutor recusando-se ao convite de Kare para apreciar a bela visão de seu corpo, que muito embora estivesse coberto de poeira ainda assim era bastante tentador. - O que eu disse é que você não é tão frágil quanto tenta fazer parecer. - Sábia decisão a do capitão em conseguir respondê-la sem se incriminar mais, o Doutor também acenou positivamente com a cabeça reconhecendo que havia sido uma boa escolha de palavras. Mas… Ele acabava sem saber apenas concordando com os pensamentos de Kare e não negava a pergunta dela com sua resposta. Olhando alto ele manteve-se composto, mas era possível que um apto observador nota-se a gotícula de suor frio que escorria pela lateral do seu rosto.

Todavia se a situação até então estava sendo possível de manter sobre controle ela acabava de piorar para o nobre defensor da justiça… Embora não seja possível ter certeza se esse "pior" era necessariamente ruim. Podemos dizer que depende apenas do ponto de vista. É ruim ter uma jovem, bela de curvas voluptuosas e tentadoras a esfregar-se em você?

Ou talvez a parte ruim apenas fosse as chamas vindas direto das profundezas do inferno que queimava ao redor do corpo da Cunhada do capitão que afastaram de perto dela todos os outros soldados que tentavam pedir instruções. O capitão por sua vez recusava-se a olhar naquela direção, mas era clara a sede de sangue as suas costas e também era clara a sua sombra se alongando para frente devido as labaredas que ascendiam aos céus. - Foi uma vida muito curta. - reclamou e agora era evidente as muitas outras mais gotas de suor em sua face, certamente advindas do calor que sentia pelo contato tão intimista que tinha com a morena ao seu lado e não do calor vindo das chamas do ódio às suas costas.

>>Já na sala privativa<<


- O assunto exige, mas você consegue perverter toda e qualquer situação não é? - O capitão tinha seu olhar bastante alto, parecendo até mesmo estar olhando por cima da cabeça de Kare enquanto buscava ignorar a "tentativa" dela de soltar o laço de sua blusa. - Acredito que conter-se está acima do possível para você. - Conformou-se caindo sentado sobre a cadeira para logo na sequência ver que suas palavras não poderiam ser mais verdadeiras ao ter a bela jovem expondo completamente suas pernas a frente dela. - Faça como quiser. - Ele havia se conformado, esta era a resolução de um homem que já havia recebido sua concenação a morte.


- As espadas? - o Capitão não estava se referindo ao numero e sim a percepção de as espadas também tornam-se rígidas o que diferia muito do conceito do tekkai que ele anteriormente havia suposto, muito embora Kare não soubesse disso e por tanto tomava como uma deixa para indicar maliciosamente ao capitão sobre o que falava ao apreciar o volume sob as calças do mesmo. - NÃO É ESSA A MINHA DÚVIDA. - Dessa vez ele havia exasperado-se ao sentir os olhos maliciosos de Kare naquele local. Após abafar seu divertimento ela terminou de explicar a situação. - Entendo… Então esqueça o que eu disse antes. Essa não é uma técnica roubada esse é um tipo diferente de poder e se chama Haki. Também é diferente de uma akuma no mi a qual posso garantir que ele não possui. - O Capitão, embora estivesse dando "respostas" estava também sendo econômico em suas explicações, seus olhos estavam direcionados aos de Kare e possuíam um brilho avaliador de extrema atenção.

Ele tinha algumas informações e por estas conseguia determinar aproximadamente que tipo de envolvimento a jovem possuía ao ponto de conseguir saber que não era uma criminosa, não ao menos de forma mais direta, mas também não podia afirmar imediatamente que era alguém confiável e por isso continha-se no que explicitava a jovem até que ele mesmo conseguisse as respostas que desejava.


- É uma situação complicada a nossa. Não posso agir levianamente sem causar outros males. - Novamente ele explicava, mas sem de fato revelar todos os fatos. - Eu sei algumas coisas sobre a chefe dele, o que desejo saber é o quanto você sabe. - Ele tentou deixar mais claro o que desejava. - Eu mesmo já tentei seguir essa trilha, mas acabei esbarrando em alguns empecilhos. - Soltava mais alguns fiapos de informação, mas ainda sem deixar nada claro para Kare.

Kare também não desejava ser completamente colaborativa, pois não queria abrir mãos do que havia conquistado e aprendido de graça para que outra pessoa furtasse o prêmio do final sem ter tido o mesmo trabalho que ela.

- Isso vai se arrastar por muito tempo se ambos ficarmos nessa. - Ele se referia ao jogo que disputavam de tentar conseguir informações sem também revelá-las. Nesse momento no entanto uma batida se fazia ouvida na porta e o doutor se anunciava entrando a seguir.

- Como estão as coisas lá fora? - Alguns feridos, cortes e escoriações, mas ninguém ainda em estado grave. Parece que ele tentou manerar dessa vez. - Embora Kare pudesse e muito discordar. - Certo. - Então jovem, deixe-me ver esse ombro. - Kare sentava-se comportadamente, mas não sem antes brincar mais um pouco com o capitão.

- Tsc. - O capitão girou a cadeira ficando sentado lateralmente para Kare, ainda assim a jovem poderia ver que vez ou outra seus olhos se dirigiam a lateral para dar uma pequena espiada.

O doutor abria uma maleta sobre a mesa e começava a limpar o ferimento de Kare. - São seios muito bonitos. - comentou. Ele aparentemente gostava de brincar com o capitão assim como Kare. - Realmente muito bonitos, grandes e redondos. - Ele deu uma piscada para Kare e ela podia ver que na verdade ele sequer estava olhando para eles e sem mantinha-se concentrado na limpeza do ferimento, mas mal sabia ela que durante todos esses anos de medicina ele na verdade havia aprimorado uma técnica especial que ampliava o seu campo de visão nítida a qual ele carinhosamente chamava de EroPower.

- A limpeza deixe comigo, por enquanto apenas fique parada, lhe dou essas coisas depois. - O capitão mantinha-se em silêncio, aparentemente por mais que confiasse no doutor ele não queria retomar o assunto anterior até que o mesmo saísse.

- Se é só o cabo você não deve ter problemas, a algumas boas marcenarias na cidade que devem prestar um bom serviço. O mais fácil seria contratar uma Jog e pedir para lhe levar até um bom local. - Kare felizmente já possuía tal serviço, ainda que precisasse novamente encontrá-lo.

>>Depois do tratamento<<


- Agora que ele saiu, vamos continuar, mas faremos um jogo diferente então. Tem algo que quero, mas antes preciso saber se é possível e pra isso preciso das suas respostas. Então façamos assim. Revezamos as perguntas, imagino que tenham coisas que você quer saber também. Ou então está liberada.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptySex 24 Jul 2020, 12:06



Era uma brincadeira deveras divertida, atormentar o capitão com provocações libidinosas apenas para ameaçá-lo logo na sequência, depois ficava muito nítido que o capitão não resistia totalmente as tentações da carne, e também fiquei um pouco surpreendida com sua capacidade de observação mesmo tendo tentado não olhar muito para eles, o Sr. Capitão sabia do formato, tamanho e reconhecia toda a beleza deles, confesso que não resisti, um sorriso de satisfação logo formou-se forçosamente e meus lábios, o quanto eu adoro receber é impossível de colocar em palavras. - Ara… Ara… Não precisam bajular-me desta maneira com vossas palavras tão gentis. - Dobrando o braço esquerdo levaria minha mão até atrás da cabeça, desviando o olhar aparentando estar sem graça com os elogios, mas na verdade estaria sorrindo genuinamente satisfeita e estufando o busto para deixá-lo em maior evidências e assim minha pessoa ser poder ser elogiada mais vezes, claro que a modéstia apresentada era totalmente falsa.

Mas havia um agravante… Ou um bônus? Meu braço esquerdo estava firmando os retalhos na frente dos seios, e sem a sustentação acredito que meu descuido deixariam aqueles dois bem felizes. "Fiquei tão preocupada em não mover o ombro direito e acabei esquecendo-me deste detalhe." Os elogios são um terrível ponto fraco responsáveis por baixarem guarda baixa, por mais que eu sabia o quão perfeita minha pessoa é, ainda sim é extremamente gratificante receber o gracejo honesto dos mundanos, apesar disso distrair-me durante alguns segundos. - Ops… Aproveite em quanto, desta vez não Irei contar nada para vossa cunhada. - Comentaria num tom bem humorado e ligeiramente malicioso, enquanto teria dado uma piscadela de cumplicidade para o Sr. Capitão como uma maneira de demonstrar o quão feliz ser elogiada deixou-me, afinal ele e o médico já haviam visto mesmo, não iria fazer diferença eu me apressar, então após algum tempo perplexa com meu descuido iria finalmente colocar os farrapos da blusa na frente dos seios e mantê-la firme com o braço. - Eles são bonitos também Sr. Capitão. - Brincando com o marinheiro sem qualquer preocupação ou vergonha, mas desta vez falando sobre a região que estava escondida até poucos segundos atrás, piscando para o médico admitindo que aquela havia sido uma boa piada para se fazer. - Mas lembre-se de limpar tudinho com muito cuidado. - Brincava com o médico apenas para atormentar o capitão, provavelmente não irei me cansar disso tão cedo. Após o tratamento ser concluído iria novamente fazer um laço na frente dos seios com as vestes rasgadas.

E com a saída do médico o clima na sala tornava a ficar enevoado, não poderia ter me importado menos com a aquela proposta de jogo diferente, apenas não dei de ombros pois provavelmente minha pessoa seria acometida a outra fisgada de dor, mas não deixei a sala na primeira oportunidade, pois ainda há esperanças dos resultados do jogo serem excitantes. - Mas pedir-me algo sem oferecer nada em troca, está é uma relação muito cruel e frígida não concorda? - Diria em tom de sofrimento por ter meus prazeres negligenciados pelo capitão. - Mas felizmente um capitão da marinha pode ter muitas maneiras de agradar uma garota não concorda? Se vossa pessoa ficar me devendo um favor, iria intensificar bastante a minha boa vontade de cooperar. - Comentando inicialmente de maneira inocente, mas o tom de minha voz tornaria-se perverso de maneira gradativa deixando o mistério pairado no ar sem que eu revelesse o favor em questão, comigo expressando um sorriso de muito desejo e meus no capitão o admirando em extremo interesse. - Posso contar vossa cooperação Sr. Capitão? - Diria com minha voz aveludada soando bem adocicada aos ouvidos do marinheiro, porém meu semblante vil teria criado um contraste magnífico. Se o capitão recusasse sem margem para negociação iria simplesmente deixar a sala sem dar grande importância para o que ele poderia me falar.

Porém se ele aceitasse ou mesmo permanecesse na incerteza minha pessoa iria aguardar na sala, para participar do joguete, mesmo sem acreditar que poderia ser útil, contudo iria me forçar a pensar em perguntas curiosas que pudessem ter respostas divertidas. - Então, manter a população e as construções seguras foram realmente vossa única motivação ao deixar o Osh fugir? Ou há história de vocês é mais profunda, velhos amigos, antigos colegas de trabalho, ou talvez… - Comentaria despretensiosa mantendo meus olhos alaranjados entreaberta analisando o capitão para ver suas reações a cada palavra dita. - Um amor proibido entre pirata e marinheiro, essa seria uma história digna de ser escrita em um livro. - Cobrindo os lábios perplexos com as mãos e erguendo as sobrancelhas meus olhos ficariam bem abertos após imaginar aquela possibilidade muito interessante, mas que dificilmente deve ser verdade… - Não estou brincando, eu realmente imaginei essa possibilidade após ver a casualidade com que vossa pessoa e o Osh se trataram, até mesmo se chamando por apelidos. - Diria num tom azedo com o olhar caído em desânimo pela possibilidade mais intrigante não ser a verdadeira, respondendo o capitão se caso o mesmo me acuse de não estar levando a conversa a sério.

Estava difícil encontrar algo que seria pertinente de perguntar, felizmente o capitão fazia perguntas também, talvez isso possa me inspirar um pouco, as únicas coisas que minha pessoa precisava saber era o fato de Osh ter dito que retornaria para enfrentar o próprio fracasso num segundo combate contra mim, e que ele possuí quase 90 milhões de recompensa, não é grande quantia, mas é maior do que o dobro de todas as recompensas que coletei até então, pensando desta maneira a captura dele é bem atrativa, eu apenas deseja ter descoberto essa recompensa antes dele fugir, mas posso garantir que não haverá um terceiro confronto.

- Então Sr. Capitão há alguma base de operações do Osh e a chefe dele nesta ilha? Se um local assim existir em Tuntz Tuntz ele nos levará até a próxima migalha da trilha. - Perguntaria com um pouco de interesse na resposta, afinal após algum esforço mental consegui pensar em algo pertinente para perguntar. - Imagino que os obstáculos confeitados diretamente por um capitão da marinha possam ser contornados por uma caçadora ardilosa. - Diria num tom malicioso com um sorriso de canto dando a entender que desejaria cooperar com uma abordagem mais ardilosa por assim dizer, porém isso não deve ser algo bem visto para os marinheiros comentando se caso a resposta da pergunta anterior fosse positiva, imaginando que se o capitão não fez nada até agora sabendo da localização seria pelo empecilho comentado antes.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptySex 24 Jul 2020, 17:18




- MERDAAA. FALEI ISSO EM VOZ ALTA? - O doutor por sua vez, grande felizardo do dia que tinha seu rosto a altura dos fartos e belos seios era agora ainda mais agraciado pelo estufar de peito de Kare que sorria completamente contente com ter conseguido atrair tais elogios a sua pessoa sabendo que certamente eram sinceros, pois haviam sido proferidos mesmo com todo o esforço que o capitão fazia para se manter isento. - Esse sim é um ótimo pagamento. Talvez você queira jantar mais tarde mocinha? - Para o médico tornava-se agora praticamente impossível não se assanhar. - Ei Ei Ei, você também é casado. - O capitão girava a cadeira apontando um dedo de seus punhos de aço para o Doutor, a sua face logo abaixo dos olhos encontrava-se um pouquinho tingida de vermelho como se houvesse se embriagado levemente. - Sim sou, hahaha, mas como você disse. São grandes e redondo, veja só, seria uma desfeita não pagar um jantar para uma jovem que nos agracia com essa visão não acha capitão? Bem, claro que a sua cunhada pode ter uma opinião diferente. - Imediatamente o capitão girava a cadeira para o lado novamente e ficava ainda mais rígido que antes…. Em outras partes também e Kare não deixava de observar tais reações. - Acho… que … Obrigado?

O médico por sua vez parecia realmente contente em ter mais alguma desculpa, embora falasse; - Talvez fosse melhor ficar sem a blusa, ela esta suja de sangue mesmo não é? - Ele dizia disfarçadamente enquanto terminava a limpeza da região e aplica uma anestesia local para começar os pontos.

Com os "remendos" terminados ele aplicava algumas faixas sobre o principal ferimento e a pomada pedida na cintura de Kare. A mesma estava geladinha e o doutor pegava de pouquinho em pouquinho de modo que a pasta não esquentava em sua mão aplicando-a com muito esmero na lateral do abdome de Kare enquanto fazia a sensação arrepiando percorrer sua lateral arrancando-lhe talvez alguns gemidos que fariam certamente Vick repreendê-la, mas ali, naquele momento não havia Vick e sim somente um doutor levemente tarado que estava se divertindo com aquilo enquanto o capitão ficava um pouco mais vermelho ao ponto de gritar. - ISSO É MESMO NECESSÁRIO? - Claro que é, eu não gostaria de deixar essa jovem marcada, olhe aqui e diga você mesmo capitão? - CERTO, CERTO, MAS VOCÊ NÃO TEM OUTROS PARA ATENDER? - - Meus aprendizes estão cuidando disso, iriam me chamar se houvesse alguma urgência. - O capitão por fim não havia conseguido interromper aquele possível showzinho.

>><<

- Estou lhe oferecendo as informações que possuo, não diria que não é nada… - Fechou um pouco o semblante observando Kare agora diretamente nos olhos, o clima mais tenso o havia ajudado a retornar a sua compostura.

- Um… favor… Porque quando você fala isso fica parecendo que estou vendendo minha alma para um demônio? - Ele apoiava os cotovelos sobre a mesa fechando os punhos um no outro e apoiava sua testa nos dedos enquanto considerava aquilo. Kare por sua vez insistia. - Com os olhos fechados posso quase sentir o calor das chamas. - Se o que eu ouvir de você me for de valia eu prestarei o favor, também não posso lhe prometer qualquer coisa em troca de nada. - Ele parecia realmente querer saber o que a jovem sabia ao ponto de vender sua alma para uma Succubus.


Kare fazia então sua primeira pergunta. - Você foi direto na ferida. - O semblante dele ficou abatido. - Já começo a me arrepender. - Jogou seu corpo para trás apoiando suas costas na cadeira. - Você fuma? - Catou nos seus bolsos um cigarro enquanto ainda mantinha-se olhando para o teto e somente após acender e dar a primeira tragada ele respondeu.

- Ashura e eu crescemos juntos e ele é casado com a minha irmã. - respondeu sem desviar o olhar da lâmpada acima. - Desculpe desapontá-la em seus fetishes estranhos, mas nunca tivemos nada, éramos como irmãos e quando ele se casou com minha irmã mais nova nos tornamos realmente uma família.

- Você sabe sobre Lust não sabe? E as bonecas que ela cria? - Ele esperaria alguma confirmação. - Gostaria de saber como você sabe e quem lhe contou. - Ele por sua vez explicaria também o que sabia sobre as mesmas, mesmo que Kare não pedisse. - A maioria das Akumas no Mi param de exercer poder quando o usuário morre, então se Lust morrer é possível que todas as Bonecas que ela controla voltem a ser quem eram. Também já encontrei uma jovem que foi libertada dessa condição… Essa jovem é hoje a minha esposa.



- Ashura não é esse tipo… Ele é realmente um assassino de "aluguel". - O capitão fazia as aspas com os dedos. - Embora não deva haver pagamento. …. O silêncio se prolongou por um longo minuto. - Suponho que você veio de Wars no North Blue? Do mesmo local que as armas e vinho que Lust contrabandeava… Sou eu que os recebe.   - O semblante dele parecia ter-se aliviado um pouco ao dizer aquilo.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptySab 25 Jul 2020, 17:55



Meus olhos de cor laranja encheram-se de alegria após ter recebido um convite tão cativante para jantar com o chefe médico da marinha. - Claro! Eu adoraria. - Juntei as palmas da mão em frente ao corpo num reflexo de alegria enquanto sorria adoravelmente inclinando o rosto parcialmente para o lado e assim exibir todo meu contentamento para o médico. - Aqui em Tuntz Tuntz eu vi inúmero restaurantes luxuosos, com diversas iguarias refinadas seria de imensa satisfação poder conhecer todos esses locais. - Talvez nesse momento o médico comece a suar frio, pois eu faria questão de mencionar palavras que fossem associadas a um grande custo financeiro, claro que meu comportamento seria o de uma garota ingenuamente empolgada com o jantar, apenas para dificultar sua recusa após já ter feito o convite. - Seria perfeito se vossa pessoa pudesse reservar o restaurante inteiro para que nós tivéssemos alguma privacidade e degustamos o momento sem qualquer preocupação, um excelente vinho para brindarmos nossa união em uma ocasião tão especial. - Continuando a mencionar situações de alto custo para deixar o médico bastante desconsertado, com meu jeitinho muito afetuoso de falar, esboçando um largo sorriso meigo. E para o gran finale - Claro que eu vou precisar de um vestido novo, sapatos, uma tarde inteira no salão beleza, tudo isso para eu ficar o mais deslumbrante possível durante nosso encontro. - Iria segurar a mão do médico entre as minhas e manter bastante contato visual com ele fazendo nossos rostos ficarem próximos. - Mas claro que depois do jantar, tem a sobremesa para você poder se fartar o quanto quiser. - Desviaria o olhar fingindo timidez, mas iria esboçar um sorriso safado me insinuando cheia de maldade para o médico, porém envergonhada demais para dizer em voz alta meus pensamentos libidinosos. Eu realmente espero que o doutor entre em choque ficando sem saber como reagir e assim ele passe a pensar inúmeras vezes antes de me convidar novamente para jantar, em contrapartida daria uma piscadela para o capitão e na sequência um sorriso travesso querendo que ele de algumas boas risadas as custas do médico.

Naturalmente a muitas lições para ensinar ao médico assanhado, e felizmente minha pessoa muito generosa e paciente quando se trata de lidar com sujeitos impertinentes. - Você está, a blusa está totalmente manchada, talvez seja realmente melhor ficar sem ela. - Comentaria me fazendo de ingênua enquanto observo os farrapos sujos de sangue, então iria voltar minha atenção para o médico apoiando o dedo indicador na bochecha. - Mas sendo assim, também caiu um pouquinho de sangue na minha saia, então eu devo tirá-la da mesma maneira, certo? - Não iria esperar o médico responder que sim, me colocaria de pé na frente dele com minha cintura diante os olhos do médico impertinente, então colocaria os polegares por dentro da saia e devagarinho iria baixá-la, mostrando os ossinhos do quadril, e seguida as curvas das coxas que levam diretamente até a virilha, deixaria-o admirar-me por alguns instantes querendo deixá-lo bastante ansioso, apenas para lhe dar um banho de água gelada logo na sequência. - Mas a sobremesa é apenas depois do jantar. - Comentando como se houvesse acabado de lembrar de algo importante, então iria puxar a saia para cima e sentar-me novamente na cadeira, deixando para a imaginação do médico fazer o restante do trabalho.

Era até mesmo engraçado ver o quanto o médico tentava conseguir algum agrado de minha parte, talvez eu devesse deixá-lo se divertir um pouco, mas isso seria extremamente entediante para minha pessoa. - Ara… Ara… Não se preocupe comigo Sr. Médico, você já fez tanto por mim, e foi tão atencioso em tratar de meus ferimentos, então para não lhe dar mais trabalho permita que eu mesma aplique a pomada. - Diria de maneira amável com um pequeno sorriso benevolente formado nos lábios, aproveitando para acariciar o rosto do médico com a ponta de meus dedos enquanto o congratulo por ter sido um excelente profissional, e enquanto ele estivesse distraído em meus afagos iria apanhar a pomada de sua mão, e começar a passá-la em minha barriga, aplicando uma quantidade generosa do remédio no hematoma, afinal essa coisa precisa sumir logo, e também porque me dá muitas possibilidades de atiçar o médico. - Essa pomada é tão pegajosa, meus dedos estão todos lambuzados. - Diria num tom indecente, espalhando bem a pomada por toda minha barriga como se estivesse a massageando iria conter a maior parte dos gemidos, deixando apenas os mais intensos escaparem enquanto me contorço um pouco. - Fiquei toda arrepiada agora, essa pomada é tão gelada, mas a sensação dela se espalhando pela superfície da minha barriga é muito gostosa. - Diria exagerando na entonação prazerosa, inspirando fundo, e então abrindo um largo sorriso de satisfação, manteria meu olhar cativante focado no médico o provocando enquanto deslizo minha mão pela barriga, as vezes fazendo a ponta dos dedos escorregarem por dentro da saia ou então esbarrando nos seios, para que ele pudesse ficar com muitíssima vontade de fazer o mesmo, mas claro que seria impossível, pois ele não demonstrou um comportamento exemplar.


>><<

Não teria respondido em palavras a analogia feita pelo capitão, comparando minha pessoa a um ser infernal, apenas exigiria um semblante adorável sem confirmar a afirmação, mas também não teria negado, e minha expressão adorável seria transformada aos poucos, com meu olhar se afiando em meus lábios seriam desenhando um sorriso lascivo, comigo realmente apreciando a comparação. - Eu compreendo que vossa pessoa tem limitações, não pretendo pedir por algo que exceda a influência de um capitão da marinha. - Infelizmente o Sr. Capitão não poderia me oferecer algo realmente grandioso estando na patente atual, mas ainda acredito que ele possa me ser útil, se minha pessoa cobrar o favor correto.

- Peço perdão pelo desconforto causado, mas eu realmente adoro chegar no clímax. - Ironizando o pedido de desculpas com o comentário maléfico deixando margem para outras interpretações mais calorosas por assim dizer.

Negava a pergunta sobre fumar apenas movendo a cabeça para os lados. - Eu preferia que vossa pessoa não o fizesse, seria uma lástima se meu cabelo ficasse fedendo a fumaça. - Reclamaria desgostosa ficando com o semblante emburrada igual uma garota mimada, imaginando aquela terrível. - Mas imagino que assim vossa pessoa consiga me responder com maior facilidade. - No final eu não o teria proibido, e deixaria o próprio fazer a escolha de acender ou não seu cigarro.

- Então no fim era realmente uma história envolvendo romances difíceis. - Comentava um pouco desapontada, a história imaginada por mim era mais impactante, porém a real versão ainda é deveras interessante.

Fazia um breve aceno com a cabeça afirmando ter conhecimento da Lust, mas a pergunta seguinte era complicada de lidar. - Hmmm… - Deixei escapar um gemido pensativo desviando o olhar para o teto. - Receio que não possa responder precisamente sua pergunta, mas foi um dos pilares assim como Osh, este em questão pretende derrubar a Lust, apesar das motivações não serem nobres. - Sentindo como se houvesse algo pesado nas costas e que as palavras fugiam de meus pensamentos na hora de escolher qual usar, me forçando a pensar um pouco mais na resposta. - Mas se aceita um conselho é o tipo de pessoa que o esforço para captura seria muito superior a qualquer benefício, o mesmo que tentar prender um rei sem provas. - Fazendo outra analogia pois assim posso proteger a identidade de Sapph e também acredito que o Sr. Capitão poderia compreender a mensagem. - Eu mesma tive de deixar este pilar erguido se quisesse prosseguir até a Lust, e assim como vossa pessoa eu tenho minha razões para proteger este pilar, mas não confio cegamente nele, quando Lust sucumbir talvez ele tente cravar suas garras em algo maior, e neste momento acredito que seria o mais adequado para a captura, mas até lá eu realmente quero fazê-lo acreditar que está seguro, e a marinha o monitorando apenas levantaria suspeitas, provavelmente o fazendo esconder qualquer evidência incriminatória. - Fitando o capitão pela lateral dos olhos eu a princípio comentaria como se quisesse desconversar do assunto, afinal minha pessoa poder ficar bastante comprometida se for interpretada de maneira ruim, mas então me permitiria a esboçar um sorriso maléfico e olhar penetrante para o capitão. - Sim, eu irei adorar tê-lo em minhas mãos como um prisioneiro. - Fecharia o punho lentamente como se estivesse agarrando/arranhando algo, querendo demonstrar desgosto por estar sendo "obrigada" a cooperar e proteger um criminoso, lambendo os lábios sedenta pelo dia e em que irei me voltar contra Greed. Mas na verdade eu apenas estaria sonhando acordada comigo puxando Sapph por seus cabelos platinados e a prensando contra a parede e fazê-la enlouquecer de prazer. "Preciso de um banho gelado agora…" Apertava as coxas entre si, contorcendo as pernas tentando abafar o incêndio molhado que ocorria por dentro da saia, após ter imaginado uma cena tão estimulante.

Aguardar-ia o capitão reagir, pois ele pode ser realmente aversivo a eu esconder a identidade da Sapph e até mesmo convidar a me retirar da sala. Se ele tivesse continuado a falar. - Essas marionetes como você chama, haviam 3 delas obstruindo minha passagem antes de Osh chegar, se a "querida" Lust puder usá-los para se multiplicar os bonecos, Tuntz Tuntz pode ter uma infestação de ruivos. - Diria despreocupadamente sem dar muita importância para o que aconteceria com a população se caso Lust os usasse como "cascas", eu só queria aumentar a preocupação do Sr. Capitão se fosse o caso ou então poder descobrir mais da Akuma, se é apenas a Lust "original" que pode criar marionetes, ou se as marionetes também podem fazer outros bonecos. Dito isso, chegaríamos a parte realmente interessante da história contada pelo capitão. "Eu preciso contar isso pra Vick" Ficava ansiosa tentando não demonstrar minha empolgação e a vontade de fofocar tudo para a Vick. - Então devo assumir que sua cunhada não deve ter conhecimento sobre Osh e sua esposa ter sido controlada por Lust. - O que essa pergunta tem haver com o problema principal? Nada. Mas eu PRECISO saber desse babado, cruzava as pernas ficando ereta na cadeira e com as mãos acima do joelho olhando atentamente para o Sr. Capitão esperando ele continuar sua história. Também eu posso usar essa informação contra o capitão se caso necessário, então não é totalmente superficial e desnecessário.

Prosseguindo com o debate. Era como se uma bomba houvesse caído e explodido em meu colo, o chocante deixou-me sem palavras durante alguns instantes, as sobrancelhas tremiam enquanto fiquei boquiaberta, até recompor-me, fechando os olhos e cerrando os dentes, enquanto iria cobrir a testa e a parte superior da face com a mão esquerda e começar começar a gargalhar de forma abafada. - Essa caçada está se tornando cada vez mais surpreendente e divertida. - Inspirava fundo para repor o ar nos pulmões. Me sentia mais leve apesar ter ficado impactada inicialmente, afinal agora o capitão me deu bastante munição para ser usada contra si, se caso ele tente me prejudicar. - Então isso faz de você um alvo. Fitando sedentamente o capitão, por baixo da mão enquanto o cabelo estaria cobrindo o outro olho, iria cobiçá-lo, sendo dominada pela sede de caçar, sem desviar meu olhar por um instante sequer ficaria o admirando imaginando como deveria fazê-lo pagar por seus crimes. - Mas isso seria uma enorme perda de tempo e oportunidade. - Fechava os olhos e então jogaria os cabelos para trás da cabeça, manteria o sorriso maléfico nos lábios, mas desta vez feliz por acreditar que posso contar com a colaboração do capitão. - Vossa pessoa já sabe das informações que eu poderia transmitir. - Apenas aceitava que não teria nada a acrescentar para o capitão, e que isso provavelmente o faria ficar bem desgostoso comigo, mas não perderia o ar de convencimento. - Mas posso lhe garantir que não haverá mais carregamentos chegando de Wars. - Comentando casualmente sem dar grande importância a essa informação. - Não lhe disse que havia lidado com subordinados menores? - Responderia se fosse questionada sobre como poderia ter tanta certeza, esboçando um sorriso esnobe no canto dos lábios, tratando aquele feito como se não fosse nada. - Acredito que assim suas amarras estejam libertas, seja lá por qual razão vossa pessoa optou por usá-las, o mesmo posso fazer nessa ilha, creio que dê tal maneira posso compensar minha falta de informações novas. - Iria arquear uma sobrancelha encarando ardilosamente o capitão enquanto faço a proposta. E se ele demonstrasse interesse em cooperar comigo. - Ótimo, se desejar já pode me contar o destino das armas e bebidas que vossa pessoa recebia. - Demonstrando interesse em adiantar para a próxima etapa da trilha, pois o assunto em Tuntz Tuntz está praticamente resolvido, eu apenas preciso capturar o Osh, nada de preocupante.


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Última edição por Licia em Dom 26 Jul 2020, 15:31, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptyDom 26 Jul 2020, 14:46




O ditado realmente parece ser algo bastante verídico, ao menos ao se observar o Doutor. Me refiro a aquele antigo e conhecido dito, "Alegria de pobre dura pouco". A felicidade que havia surgido ao ouvir Kare "aceitando" seu convite foi pouco a pouco transformando-se em uma premonição terrível de um futuro desastroso. A cor abandonava as faces do doutor a cada golpe em sua carteira, por outro lado um sorriso divertido e cheio de alegria ampliava-se as costas do mesmo vindo do seu querido amigo, o capitão.

- Ah ah haha, sim realrealmente há esses… esses restautaurantes. - bons e realmente caros restaurantes, mas até esse ponto aínda era algo que poderia-lhe valer a pena, sim, obviamente teria que gastar um valor equivalente a alguns muitos salários, mas …. Poderia sim valer a pena, Kare afinal era uma mulher muito bonita, sexy e tentadora, mas… tinha um lado muito cruel, mesmo que o médico ainda só estivesse visualizando a superfície dele.

A última pá de terra estava naquele momento sendo jogada sobre o doutor que voluntariamente havia cavado um buraco e entrado dentro do mesmo. - Purrtz. - O capitão se engasgou segurando o riso enquanto o médico congelava ao ouvir que Kare desejava que ele reservasse um restaurante inteiro apenas para os dois, mas não só isso, pois ela também precisava de todos os preparos para estar perfeita para a noite, preparos estes que ao que se entendia também esperava que lhe fossem cedidos pelo boa graça do médico.

Com as mãos do doutor entre as suas ela podia sentir o toque gelado de alguém que tinha tido todo o sangue drenado do seu corpo. - Sim, hehe, claro. Reservar um restaurante… só para nós… vestido, sapatos… - Ele meio que balbuciava enquanto repetia as "exigências" por Kare ditas

- Hahaha, você cavou sua própria cova com esse convite, talvez se gastar todas as tuas economias te dêem 5 minutos de privacidade. - O capitão gargalhou de sua cadeira sentado ainda de lado para eles. - Haha, não vai ser preciso, EU CONSIGO. - O doutor disse cheio de determinação, aparentemente a sobremesa o havia convencido. - Me deixe seu número, eu te ligo. - Sonhar ao menos era grátis. - Espero que não esteja pensando em me pedir dinheiro emprestado. - Kare ver um arrepio percorrendo o corpo do médico.

Kare continuou a educar o médico assanhado até o momento que ele deixou a sala, dando-lhe um misto de presentes com punições fazendo-o ter de exercitar muito a sua imaginação, mas no fim, ele ainda havia deixado o local com o coração palpitante e os olhos refrescados, pois havia ganho muito mais do que havia suposto ou mesmo esperado que um dia acontecesse.

>><<

O capitão ignorava o pedido de Kare, obviamente tendo aprendido com o médico que não ganharia nada aí ficar tentando agradá-la e por isso acendia o seu cigarro, mas ao menos mantinha a gentileza de soprar a fumaça para o outro lado, inclusive abrindo uma fresta na janela atrás de si.

Eles continuavam a conversar enquanto cada lado explicava algumas coisas, embora Kare ainda mantivesse a identidade de Sapphira em segredo. - Parece ter sido uma colaboração muito difícil. - A voz do capitão havia soado cheia de sarcasmo, pois por mais que Kare houvesse tentado disfarçar no fim a perversidade repleta de luxúria que sentia acabava por entregá-la, ao menos em partes.

- Não há muitos benefícios para ela criar uma infestação de bonecas a esse nível. - o capitão descartava a preocupação quanto a isso, mas não explicava os motivos para tal.



- Ela sabe até certo ponto que a irmã dela passou por dificuldades, mas desconhece a história completa. - o capitão respondia sem qualquer indagação, pois havia desistido de tentar entender o quão fútil eram os desejos da mulher a sua frente. Após responder ele tragava r soltava a fumaça para a janela.



- Se você quer ter a uma recompensa por sua cabeça e a Marinha inteira como inimiga, faz. - Ele respondia mesmo que sem necessidade a afirmação de Kare sobre ele ser um alvo, afinal aquele homem encontrava-se em um patamar muito similar ao de Sapphira onde Kare poderia tentar caçá-lo, mas teria apenas transtornos sem qualquer ganho. - Achei que pensaria assim. - Ele por fim afirmava ao ver que Kare chegava a mesma conclusão que ele havia proferido anteriormente.



- A única coisa que você fez foi diminuir em 10% os carregamentos que passam por aqui, Lust continua a possuir algo que … - Ele parou de falar ao ouvir passos se aproximando do lado de fora. toctoctoc - Sim? - Sou eu Capitão. - Era a voz da Cunhada. - Pode entrar, o que foi? - O comando local exige falar com o senhor, eu disse que estava ocupado, mas… - Sim eu sei como ele é. Vou ir resolver isso, peço que espere, tenho algo importante pra lhe avisar. Tenente, faça companhia para ela. - A tenente batia continência e o capitão passava por ela que fechava a porta na sequência.

- Você não me engana com essa pose de pobrezinha indefesa que você faz pra esses caras que só pensam com a cabeça de baixo. - ela se virou para Kare, seu semblante completamente sério a testa um pouco franzida. Seus cabelos eram, como dito, curtos. Usava um óculos muito parecidos com o de Vick e seu rosto era pequeno, seus ombros também eram estreitos, seu corpo na verdade poderia lembrar a Kare o corpo de Lícia, mas mais definido devido a vida na marinha e suas rotinas de treinamento, assim sendo era um corpo mais rígido, menos suave e macio. - É melhor você nem pensar em por suas garras no capitão. - Se Kare. Ao soubesse da relação entre eles poderia dizer que ela estava apaixonado pelo capitão, mas no fim era só uma irmã mais nova que queria defender o que era da sua irmã.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptySeg 27 Jul 2020, 19:34



10%... É relativamente pouco, provavelmente há mais mercadorias dos Blues que passam pela vistoria do capitão ou até mesmo de outras ilhas da Grand Line. "Essa organização é mais influente do que minha imaginava…" Ficava intrigada pela proporção que os negócios de Lust tinham, naturalmente eu não teria qualquer dificuldade em dizimar os outros 90%, mas tal façanha demandaria muito tempo, e eu realmente prefiro prosseguir na direção de Lust e dos outros pilares de maior importância, e não ter que voltar apenas para libertar as amarras do capitão, afinal se eu derrubar a chefe a organização deve ruir de qualquer maneira.

A nova descoberta reacendeu meu interesse nos assuntos burocráticos da discussão, até mesmo me dando algumas idéias de novas perguntas para fazer, entretanto, teria de ficar para outro momento, devido a interrupção audaciosa da tenente.

Talvez eu não esteja agindo de forma racional, pois agora a mulher despertava em meu interior uma vontade de mantê-la firmemente envolvida em meus braços, aqueles ombros pequenos pareciam ter suportado tantas coisas até ficarem rígidos, e eu pensava o quanto seria satisfatório aliviar toda aquela tensão e fazer a tenente da marinha estremecer. - E qual o problema em me permitir receber um pouco de atenção e cuidados? Afinal vossa pessoa não teve o mesmo instinto ao me ver desamparada? - Mantive o dedo indicador dobrado debaixo dos lábios e o polegar sustentando o queixo, enquanto a tenente de maneira provocativa, ela não estava totalmente errada, era divertido brincar um pouquinho de donzela frágil e indefesa, mas não é o tipo de papel que pretendo interpretar por um longo período, talvez fosse essa parte que ela não compreendia.

- Mas realmente, é uma pose deprimente de se manter, eu de fato prefiro algo mais imponente e autoritário. - Mordia os lábios para conter meus desejos lascivos, mantendo meu olhar cravado na tenente, fantasiando comigo dominando todo o corpo dela, e eu não faria questão alguma de disfarçar minhas intenções luxuriosas.

"Ela pretende deixar-me apaixonada? Me encarando com tanto ímpeto." Era adorável notar o quanto ela parecia tão leal e determinada a proteger o que lhe é importante, a ponto de confrontar minha pessoa sem qualquer hesitação. - Mas não há razão para se preocupar Nervosinha. - Dizia o apelido com uma entonação tentadora de deboche, para provocar a tenente.

Então ficaria de pé jogando os cabelos para trás apenas usando o balançar o pescoço, então desfilaria na direção da tenente, fitando-a intensamente de cima. - Agora todo meu interesse está em por minhas garras em você. - Devorava a tenente com olhos, respirei fundo e sorri perversamente. - Desde o momento em que vossa pessoa demonstrou tanta preocupação por mim, eu decidi provocá-la, mas apenas para chamar vossa atenção é atraí-la até mim. - Essa parte não é exatamente uma verdade… Mas a Nervosinha não precisa saber, e eu espero que o fato de aproximar meu rosto ao dela enquanto falo bem devagar apenas para deixá-la mais "nervosa" a ponto de não questionar a interinidade de minhas palavras.

Envolveria gentilmente a cintura da tenente em minhas mãos macias e delicadas, apoiando os polegares nos ossinhos do quadril e a ponta dos dedos médios nos "furinhos" cóccix, mantendo um aperto mais sólido e firme após envolvê-la, porém sem perder o tato afetuoso. - E aqui está você. - Brincava com mais leveza mas sem em nenhum momento esconder a lascividade, pressionava meus dedos nas costas da tenente para aproximá-la de mim, entrelaçando nossas coxas enquanto apoio minha testa a dela e iria me impor até que a tenente ficasse com as costas na parede, ficando alguns instantes apenas admirando aqueles olhos tão tentadores. Eu simplesmente decidi que faria ela se tornar obediente a mim com esse mesmo vigor, pois esse tipo de lealdade tão obstinada é algo que minha pessoa apreciaria de ter em uma serva.

- Mas olhe para você, tão rígida e tensa, deve estar carregando o mundo nas costas. - Me "comovia" com a Tenente tão nervosa, tentando amolecê-la um pouco, principalmente as pernas, com uma voz bem acolhedora, querendo deixar claro que ela poderia se desmanchar por inteira em meus braços pois eu estaria ali para segurá-la. - Eu sei exatamente o que fazer para satisfazê-la e aliviar toda essa tensão de seu corpo. - Dizendo de maneira bastante calorosa quase que sussurrando aos ouvidos da tenente, deixando ela sentir minha respiração na pele do rosto e pescoço.

- É minha forma de demonstrar o quão cativada fiquei por vossas ações, então me deixe agradecê-la por ser tão franca e honrosa. - Iria estimular a tenente com um tom de voz sereno e relaxante, aproveitando para beijar o pescoço da tenente bem abaixo do ouvido, seria um beijo rápido, porém bem provocativo e ardente.

Entretanto se a tenente me evitasse ou me afastasse teria de me contentar com só isso por enquanto, mas ela ainda será treinada por mim, e lhes garanto que ela vai gostar. - Você é mais arisca do que eu imaginei nervosinha. - Comentaria afastando minhas mãos dela e mordendo a ponta do dedo interessada. - Mas pense no que lhe falei, se vossa pessoa continuar tão rígida assim vai acabar rachando. - Comentaria num tom travesso e sedutor, então iria deixar o cômodo acenando para a tenente com a mão esquerda acima do ombro, e buscaria pela recepção do local.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptySeg 27 Jul 2020, 20:40




- Aquilo foi diferente. - Respondeu de imediato a tenente com seu tom de voz firme. - É o dever de uma marinheira se preocupar com a população. Eu estava apenas fazer o meu trabalho, mas não é certo você ficar tentando tirar proveito disso. - No fim ela havia praticamente discursado com seu moralismo repleto de seriedade acreditando mesmo que conseguiria fazer Kare mudar sua forma de agir/pensar. A ingenuidade da jovem marinheira chegava a ser até mesmo fofa. - Então perca as esperanças, pois seus truques não vão funcionar comigo.

De braços curvados e olhar "aterrador" ela encarava Kare que ainda sentada a respondia. - NeNer… Eu não sou Nervosinha. - A negação, a classica premissa da culpa. Sem se importar com a reação da Tenente a morena se levantou jogando seus cabelos em arco fazendo-os cair como seda ao deslizar por suas costas.

Ao ver sua "oponente" erguendo-se a sua frente a brava Tenente não recuou sequer um milímetro. Bem… Ao menos naquele primeiro instante, pois as palavras seguintes de Kare haviam sido capazes de fazer um frio infernal subir por sua espinha até a base da nuca e acabar eriçando seus cabelos. - Eu… - ela ficou um pouco insegura nesse momento, aquele era um desenrolar que não estava nos planos dela, era algo para o qual ela não havia se preparado mentalmente e por isso se desconcertou. - Acho que… não entendi direito. - Não havia problema, pois Kare estava repleta de paciencia para explicar-lhe.

Passo a passo ela caminhava em direção a Tenente que tentava recuar naquele momento, mas para sua infelicidade Ou talvez felicidade. havia armado sua própria arapuca ao fechar a porta atrás de si. As costas estreitas da mulher encostaram-se na madeira, mas ela continuava a se empurrar para trás chegando a ficar na ponta dos pés, seu rosto levemente virado para o lado buscando evitar o olhar lascivo da morena a sua frente, no entanto seu rosto já estava quase completamente rubro e até mesmo sua respiração já se tornava acelerada conforme ela sentia o coração a martelar em seu peito.

Era ingenua e por tal motivo se via completamente vulneravel naquela situação. Nada no seu manual de espadachim há havia preparado para lidar com aquele tipo de situação, como podia afinal era apenas uma jovenzinha na casa dos seus 16 talvez 17 anos.

Kare a alcançou quando terminou de falar, a respiração da tenente era audível, curta e entrecortada, o ar escapava pela boca da jovem que agora estava completamente prensada, suas mãos espalmadas contra a madeira lisa da porta, seu rosto levemente virado para o lado e para baixo. Um gemido escapou dela quando as mãos de Kare envolveram-na em sua cintura. - Não… Eu… Não faça isso. A cintura fina da jovem foi facilmente retida pelas mãos de Kare, seus ossinhos salientes quando todas a fizeram soltar outra gritinho vindo do arrepio que percorrerá o seu corpo. - Eu não vim…. Aqui pra… isso. - Ela encolheu-se um pouco, mas não havia para onde fugir. - AHHH. - A perna de Kare enfiou-se entre as dela erguendo-a levemente enquanto as mãos da morena diabólica a puxava para frente fazendo-a ''montar'' sobre sua coxa. - Você pode…. Parar. - As mãos da espadachim deixaram a porta e apoiaram-se sobre o abdome definido de Kare fazendo "força" para empurrar a morena assanhada para trás. Ela a tocava apenas com a ponta dos dedos de ambas as mãos.


- Eu não.. Não é assim, eu… - Ela não conseguia formar uma resposta coerente às investidas de Kare e cada vez que as palavras lhe faltavam a sua voz descia um tom mais. - Eu não…. Não precisa. - Suas pequenas mãos fizeram um pouco mais de pressão contra o abdome de Kare, mas não era o suficiente para conseguir afastar a morena e sim a fazia apenas ficar ainda mais ''montada'' sobre a perna da outra. - Ahhh.


A posição encolhida da tenente todavia apenas facilitou as investidas de Kare que tinha a sua frente o pescoço da jovem completamente exposto as suas vontades e desejos. - Naaaaaaooooo. - A recusa junto ao gemido que fizeram todo o esbelto corpo da jovem arrepiar-se e tremer, suas unhas, que embora fossem curtas, rasparam na pele de Kare quando os dedos da jovem se arquearam em reflexo.

A proximidade de ambas permitia a morena sentir o cheiro da tenente, não havia perfume, mas era um cheiro limpo e arejado muito embora sua pele se mostrasse brilhando do suor que brotava, suas faces vermelhas e a respiração pesada apenas colaboraram para que seu corpo se aquece-se ainda mais. - A...Aqui... - Seu mão se fechou parcialmente e ela empurrava agora com os nós dos dedos e seu corpo inteiro retesado como se tentasse se segurar. - … Não… - era provavelmente a primeira vez dela e entre suas respirações ofegantes ela havia conseguido "fazer aquele pedido". Sua respiração instável era agora sim a encarnação do nervosismo.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista - Página 2 EmptyTer 28 Jul 2020, 05:21



- Agir assim não combina com você Nervosinha. - Diria num tom de voz baixo, demonstrando insatisfeita ao pé do ouvido da tenente, mas teria soado de forma atenciosa, para que ela não interprete como uma repreensão. - Eu realmente aprecio vossa sinceridade espontânea. - Dizendo provocativamente, para incentivá-la a não negar os reais desejos, iria mordiscar a ponto da orelha da tenente. - Por favor, me mostre mais de sua honestidade. - Faria um pedido carinhoso, afrouxando meu aperto na cintura dela, então beijaria seu pescoço, descendo até a clavícula, distribuindo beijos gentis e afetuosos, deixando a lascividade de lado por enquanto. Eu não teria intenção de de forçá-la a nada, apenas demonstraria carinho com os beijos quentes em sua pele, com intenção de "amolecê-la", pois me sinto muito mais excitada com a idéia dela se abrir para mim de bom grado.

- Este local é perfeito. - Diria a princípio sem me justificar, então levaria mão direita pelas costas da tenente até a cabeça, e lhe afagaria os cabelos curtos acariciando-a superficialmente com as unhas. - Aqui dentro você se sentirá mais relaxada quando eu fazê-la estremecer de alívio. - Comentaria com a voz carregada de tesão, então passaria a beijar a região abaixo do pescoço da tenente. - Mas da próxima vez irei me certificar de preparar um local especial. - Escalando novamente o pescoço da Nervosinha enquanto teria distribuído uma quantidade generosa de beijos, até ficar com nossos rostos na mesma altura, tão próximos a ponto de nossos narizes se tocarem, acariciando a bochecha dela com a mão direita. Faria questão de manter contato visual, assim ela poderia ver em meus olhos que não estaria realmente sendo honesta sobre o local, mas bem, seria na próxima vez, já partindo do princípio que teria ocorrido algo antes. Então fecharia os olhos para tomar os lábios da nervosinha com os meus, inicialmente seria um beijo totalmente carinhoso e amável, porém iria aprofundando e tornando nossa conexão mais intensa e fogosa, manteria a tenente acolhida em meus braços durante o beijo.

- Comigo você não precisa ficar tão rígida, você está em meus braços agora, se cair eu irei lhe sustentar. - Querendo transmitir alguma segurança para a tenente, com nossas bocas próximas após o beijo. E se em algum momento eu sentisse que a Nervosinha ficou menos rígida eu iria firmar o aperto na cintura com força o suficiente apenas para sustentá-la de maneira confortável.

Mas se a Nervosinha ainda continuasse receosa e não fizesse menção de retribuir o beijo eu iria simplesmente evitar os lábios dela e beijá-la na bochecha. - Você é realmente muito exigente, eu irei procurá-la em breve quando assim que conseguir um local que atenda vossas expectativas. - Então iria me desvencilhar da tenente afastando-me alguns passos. - Ou talvez encontre algo mais divertido para fazer, de qualquer forma você terá de esperar para descobrir. - Claro que eu não a deixaria sem antes atormentá-la um pouco.

Mas se a Nervosinha estivesse mais disposta a relaxar. - Vossa pessoa disse que eu estava a me aproveitar do trabalho dos marinheiros, mas você pode fazer o mesmo comigo, tire proveito de mim para expelir toda a rigidez de seu corpo. - Começaria a brincar um pouquinho a tenente, deixando claro que eu não via nada de errado com ela "se aproveitando" de mim. E agora acreditando que ela estaria mais disposta a aproveitar, eu iria firmar o aperto em seus cabelos com a mão direita e puxá-la pela cintura deixando nossos corpos bem próximos, e beijaria com muita intensidade e perversão, agora sendo mais imponente querendo dominá-la através do beijo, deslizando minha mão até às curvas abaixo do cóccix da nervosinho para cravar meus dedos, terminaria mordiscando e puxando o lábio inferior da tenente.

Com a mão esquerda apoiada no quadril da tenente eu a puxaria, mas iria apertar os cabelos da Nervosinho utilizando a outra mão inclinando-a um pouco para trás, expondo a pele de pescoço que seria prontamente abocanhada, beijando e mordiscando o local de maneira bem intensa e calorosa.

Percorrendo o pescoço da Tenente aos beijos até meus lábios ficarem próximos ao ouvido dela. - Quero que esqueça de tudo agora, foque somente em mim, tudo que precisa fazer é relaxar ao máximo, entendeu? - Diria com calma e doçura, apesar de estar dando uma ordem para a tenente, mesmo que de maneira sutil. Então iria desabotoar a camisa da Nervosinha e cada botão aberta beijaria o corpo dela, dando leves mordidas na pele, até chegar próximo do umbigo. Mas se a camisa não fosse de botão eu faria o caminho inverso, puxando a blusa dela para cima.

Então iria novamente aproximar nossos rostos, aproveitando para desabotoar e abrir o zíper da calça da Nervosinha, permitindo os dedos da mão direita escorregarem por dentro de suas vestes, enquanto iria beijá-la com muito vigor, esfregando bem devagar a superfície da mulher, primeiro de baixo para cima mais devagar porém num ritmo constante, alguns minutos depois começaria a circular meus dedos aumentando gradativamente a velocidade e mantendo o ritmo quando eu percebesse que a Nervosinha estivesse realmente apreciando, abconharia seu pescoço para beijar e morder, mas sem muita força, apenas proporcionar a ela diversas sensações. - Você quer que eu continue Nervosinha? Farei vossa pessoa sentir-se ainda melhor. - Provocava a tenente ainda estimulando sua superfície, esperando por alguma confirmação antes de prosseguir. Mas se não houvesse iria deixá-la na posição em que está e deixaria a sala com a Nervosinha provavelmente muito mais tensa e necessitada agora.

Mas se ela confirmasse, eu teria vontade de fazê-la implorar por isso, mas receio ser cedo demais para joguinhos tão "pesados", então quando eu sentisse os dedos bem molhados iria primeiro introduzir 1 dedo, e movê-lo bem devagar. - Concentre-se em meu dedo, e se deleite com essa sensação. - Continuando a atiçar a tenente com minha voz calma e sedutora, e também com os estímulos não verbais proporcionados por meu dedo. - Agora me diga qual dedo eu estou usando? Se você se concentrar fica fácil descobrir, e eu ainda lhe darei um prêmio. - Com esse joguete eu pretendo fazê-la se focar mais no próprio corpo, e assim ela deve ser capaz de "sentir" mais dos prazeres que desejo proporcionar.

Por curiosidade eu estaria usando o dedo médio.

E quando a tenente estivesse acostumada com o primeiro dedo eu iria colocar o segundo e manter os estímulos, até o corpo dela demonstrar uma sensação bem sincera alívio, talvez alguns espasmos e contorções, com intenção de evitar um escândalo eu a teria beijado durante todo o tempo que o corpo dela estaria a estremecer. Se não fosse o suficiente eu iria cobrir a boca dela com a mão para abafar os gemidos honestos. E quando terminasse eu iria remover meus dedos das calças dela e os lamberia sem o menor pudor. - O sabor de vossa sinceridade é mais apetitoso do que eu imaginava. - Brincando com as palavras num tom perverso e provocativo.


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Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista
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