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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

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ADM.Tidus
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MensagemAssunto: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptyQui 16 Jul 2020, 12:34

Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista

Aqui ocorrerá a aventura do(a) caçadora de recompensas Karelina Lawford. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptyQui 16 Jul 2020, 20:23




Acredito que minha conversa com Lust poderia ter se prolongado por muito tempo, com nossas pessoas trocando e ofensas afinal ela também demonstra gostar de provocar os inimigos, podendo se tornar um ciclo ciclo de implicâncias entre nós, mas Lust logo deixava a "casca" qual possuía, encerrando brevemente nosso debate.

Em contrapartida o espadachim alado não demonstrava ter o mesmo interesse em dialogar de maneira civilizada, e ficava irritado apenas com o fato de não receber minha atenção, é totalmente compreensível, mas esses fãs carentes desgastam a minha plenitude. - Osh? Que soar cômico para um nome, é aceitável, a partir de hoje vossa pessoa será conhecido por mim como Osh. - Após ter analisar a sonoridade do nome Osh, iria apontar para ele sorrir entusiasmada enquanto lhe apresento seu novo nome, sentindo-me contente pela escolha. No caso do espadachim demonstrar algum desgosto ou irritação com o apelido fácil de lembrar e insistisse a dizer seu nome inteiro, eu iria corrigí-lo. - Não, não, é apenas Osh. - Balançando minha cabeça negativamente e o respondendo em tom de correção.

O espadachim por sua vez ameaçava-me, mas sinceramente minha pessoa seria incapaz de levá-lo a sério, aos meus olhos era como ver um cãozinho latindo, e as asinhas saindo de suas costas lhe fazia parecer até mesmo fofo. - Ara… Ara… Não há razão para desculpar-se Osh, minha pessoas dispensa qualquer possibilidade de captura. - Dizendo num tom de voz amável e mais aguda, enquanto mantenho os olhos parcialmente refletindo meiguice, também iria acenar para para Osh balançando o pulso abanando o ar, querendo amenizar a culpa do cãozinho pela ameaça feita.

- E de certa forma. - O ar adocicado envolto de minha pessoa iria dissipar-se. - Também compartilho de vossa dificuldade. - Os olhos semicerrados agora seriam afiados contra Osh, emitindo um prazer sádico e penetrante contra o espadachim, enquanto a mão direita envolveria a haste abaixo da lâmina, apertando-a com força nos dedos, a excitação da caçada teria me possuído, a presa veio de bom grado até mim, e o fato de capturar com vida tem se mostrado trabalhoso em minhas experiências passadas. - Vamos dançar. - Dizendo com a voz lasciva, lamberia lentamente os lábios de maneira maléfica por sentir que eles ficaram secos pela sede de caçar.

Vendo o quanto aquela espada crescia iria preocupar-se com Alvida, afinal não é de meu interesse que ela pereça neste combate. - Sugiro que se afaste. - Ao terminar de dizer logo iria me afastar a passos rápidos para o lado da espada, acreditando que o golpe de Osh seria feito na vertical. Distanciar-me-ia alguns metros em perpendicular a espada, para evitar o golpe e então correria em uma linha reta na direção do espadachim. "Seria esse o poder de outra fruta do diabo." A dúvida pairou minha mente, mas não havia necessidade dela ser respondida neste momento.

Se eu conseguisse esquivar do golpe vertical descendente, e estivesse a me aproximar de Osh o mesmo tentasse um segundo golpe na horizontal ou diagonal, eu iria apoiar a base da lança no chão, segurando-a com uma mão mais abaixo do cabo e a outra próximo da lâmina, a fim de realizar uma acrobacia lateral, como se fosse uma "estrela", e assim poder transpassar por cima do corte, antes de minha pessoa ou o cabo da lança serem acertados, e cair com os dois pés apoiados novamente no chão, esperando que meu distanciamento lateral prévio fosse o suficiente para dar-me mais tempo de reação para executar a acrobacia. Porém se o golpe fosse muito alto, eu iria abaixar-me para evitá-lo. Contudo se outros golpes na vertical forem efeitos eu continuaria com as evasivas ligeiras na lateral. Em ambas as situações minha pessoa iria recobrar o avanço impetuoso na direção de Osh.

Caso a evasiva acrobática seja bem sucedida minha pessoa não iria se conter em provocar o cãozinho irritadiço, enquanto estivesse de cabeça para baixo iria sorrir debochadamente e piscar um dos olhos para o espadachim, querendo provocá-lo.

Estando mais próxima do espadachim eu iria empunhar a lança somente com uma mão no centro da haste, e iria iniciar uma estocada antes de Osh estar no meu alcance, considerando a empunhadura no meio do cabo, então minha pessoa estocá-lo-ia projetando o braço para frente, porém deixaria a lança propositalmente escorregar pela palma da mão, e firmar o aperto próximo a base, então iria pisar com maior firmeza no chão e girar o corpo em torno dos calcanhares, para simular que a lança aumente de tamanho, e também poder enganá-lo com a estocada se transformando em um corte, o golpe teria intenção de acertar o ombro de Osh e cortá-lo até o pescoço. Logo em seguida iria voltaria a empunhar a lança com ambas as mãos.

Prosseguindo com o embate tentaria mantê-lo dentro do alcance de minha lança, pois ele teria melhor condição de acertar mesmo a distância, ao menos desta maneira minha pessoa pode revidar. Segurando a lança com a mão direita no centro e a esquerda perto da base minha pessoa cortaria o espadachim em diagonal descendente com o golpe sendo iniciado na direita. Quando o corte diagonal fosse finalizado, minha pessoa soltaria a mão esquerda da lança mas manteria a arma firme próximo ao quadril, e avançaria meio passo na direção do espadachim alado, em sequência cortá-lo-ia na horizontal a partir da esquerda, aproveitando o movimento faria um giro completo em alta velocidade na ponta dos pés e assim cortaria o espadachim duas vezes na região abdominal. Se durante ou após o giro corpóreo o espadachim tentasse atacar-me, eu iria me proteger de acordo com golpe de Osh, em caso de um corte alto na horizontal iria me abaixar, se fosse baixo ou médio saltaria com as pernas dobradas junto ao corpo. Na possibilidade de ataques verticais minha pessoa iria dar passos laterais nas pontas dos pés para manter meus ataques enquanto esquivo. Caso o corte seja em diagonal, eu interromperia os giros para afastar-me a passos longos e rápidos para o lado, e ao terminar a passada estocar-ia rapidamente a lateral do tronco de Osh, recolhendo a lança na sequência.

Acreditando que as cortinas do espetáculo não teriam se fechado brevemente, para o próximo ato minha pessoa tentaria passar para as costas do espadachim, mas antes tentaria aumentar a fúria de Osh pois assim acredito ser mais fácil. - Osh, eu não comentei antes, mas esses enfeites de asas são uma graça. - Diria com a voz adocicada num semblante irradiante de fofura, imaginando que assim o espadachim me atacara, ou então ele pode se enfurecer tanto a ponto de ter sua atenção desviada do combate e assim minha pessoa correria rapidamente passando ao lado dele, mas como está situação é a mais improvável, aguardaria pelo ataque do espadachim após minha implicância, então avançaria em diagonal para o lado de Osh, caso o espadachim possa acertar-me durante a corrida eu pularia se fosse alvejada por um ataque baixo, ou deslizar inclinando o corpo na possibilidade do golpe ser alto.

A razão de minha pessoa tentar chegar as costas de Osh, é porque eu eu imagino que Alvida não ficará apenas olhando, e se ela estiver nas costas do espadachim poderia acertá-lo com maior facilidade, e para manter o espadachim atento a mim. - Osh, deseja que eu amarre uma perna nas costas? Assim aumentaria vossas chances de capturar-me. - Comentaria em tom de sugestão, fingindo querer ajudá-lo com a "missão", contudo é só para provocar e poder fazê-lo esquecer momentaneamente de Alvida atrás de si.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptySex 17 Jul 2020, 19:22




- É OOO, COM OOO NO FINAL. - Ao ouvir seu nome sendo pronunciado como uma Gíria ele perdia novamente a compostura… Bem, não que nesse momento ele já houvesse conseguido recuperá-la. Todavia era de Kare que falávamos e assim sendo o ''pobre'' espadachim estaria comprando uma briga que era incapaz de vencer; conseguir que ela pronunciasse seu nome corretamente. Vendo que nada sairia dali ele seguia adiante enquanto tentava ignorar as repetidas vezes que a jovem assassinava o seu belo nome.

- Nossa… Quanta potência… Assim eu fico até sem ar.  - Alvida havia retirado novamente seu leque de suas roupas e se abanava enquanto olhava de boca aberta para a espada de Osho crescendo e crescendo em direção aos céus. Certamente a Okama havia entendido algo errado naquela cena. - E perder a diversão Querida? Não seja egoísta. Acho que ali tem o bastante para nós duas. - … Sim, certamente ela estava falando de outra coisa.

Ambas moviam-se da frente do golpe, cada uma correndo para um lado de forma a ''circular'' Osho, ele nesse momento obviamente começava acompanhar o movimento de Kare com os olhos. Kare estava a se aproximar da parede das casas, logo não poderia se afastar mais, um grito se fez ouvido do telhado da residência quando a mulher ali enfim percebeu o que se desenrolava na rua abaixo.

O golpe que anteriormente seria traçado verticalmente sofreu uma alteração devido a movimentação de Kare e desceu de forma diagonal cortando da direita de Osho para sua esquerda penetrando com facilidade nas paredes das casas e avançando com brutalidade na direção de Kare que corria próxima a elas. A jovem viu-se obrigada a parar torcendo seu corpo para trás enquanto via a lâmina cortando pela frente de seus olhos… Mas o pior … Foi a nuvem de poeira que a envolver.

A espada rapidamente foi puxada, logo atrás do recolhimento da mesma a jovem saiu da nuvem de poeira deixando um rastro atrás de si avançando com muita velocidade na direção de Osho. No entanto, algo que poderia para ela ser surpreendente, ele a acompanhou. Como pode ser dito? Ao mesmo instante que sua espada ainda se retraia ele começou a avançar para frente na direção de Kare e suas velocidades eram quase similares sendo Osho minimamente mais lento que ela. O tempo da espada recuar havia sido o tempo de se aproximarem o recuo foi unido a um salto giratório onde Osho trouxe a espada por suas costas cortando a meia altura com a espada de tamanho normal.

Kare por sua vez vendo essa movimentação utilizava sua lança como uma vara de salto movendo-se em sincronia com Osho, enquanto ele lhe dava as costas a jovem virava uma estrela lateral invertendo o lado com o espadachim, enquanto a espada cortava a lança era puxada novamente por Kare acompanhando em uma sincronia ensaiada de movimentos.  


Ainda pelas costas de Osho a jovem projetou sua lança para frente em uma rápida estocada, enquanto o espadachim apenas puxou sua espada para trás acertando a base do cabo de madeira contra o cabo da lança de Kare criando um impacto que jogou ambos para lados oposto, ele girando para ficar de frente enquanto Kare precisou um passo atrás para segurar a lança que havia sido repelida para o alto.

Ao ver tal movimento Kare podia constatar que não somente a lâmina crescia, como o cabo também ambos podendo se mover de forma individual. Nesse momento haviam mais gritos. O estrondo da casa cortada havia chamado a atenção de um maior número de domésticas que começavam a sair de suas casas com seus filhos para algum outro local. No entanto a primeira mulher, a cada casa cortada, não havia tido a sorte de ter esse tempo e agora estava tombada nos escombros da sua casa.

A rápida troca de golpes havia sido o suficiente para devolver o juízo a Alvida que agora apenas corria para acudir as vítimas na casa.

Ao combate, Kare com a superioridade de velocidade era a primeira a se mover cortando horizontalmente da direita para a esquerda contra o espadachim, mas uma parede de aço travava o seu ataque impedindo-a completamente de forçar o movimento para baixo enquanto o espadachim aproveitava o movimento para saltar girando para frente com um chute no abdome o qual também era evitado por Kare com um salto para trás.


Aí afastarem-se momentâneamente começaram a circular-se com Kare aproveitando mais uma vez para desferir ataques psicológicos ao seu oponente. - Não daí enfeites, nós o povo do céu as possuímos como prova de nosso sangue ancestral e de nossa descendência. - Aparentemente ele queria fazer aquilo parecer algo grandioso. - Shirubapira. - ergueu nesse instante a espada a altura do seu rosto com a lâmina virada para cima e a ponta na direção de Kare segurando-a apenas com a mão direita e realizou uma estocada para frente a distância. O pensamento ágil e reflexos da jovem haviam sido o que lhe salvou não momento onde a lâmina se esticou bruscamente cobrindo em um piscar de olhos a distância que os separavam. Desviando para o lado, enquanto fazia o ataque passar por cima de seu ombro ela atacou pela esquerda de Osho com um corte lateral que aparentemente ele não teria como evitar se não fosse….


A jovem sentiu o poderoso impacto correndo por seu corpo quando sua arma parou abruptamente, era como se houvesse atingido um monólito, mas era somente a mão nua completamente negra a frente da lâmina. Um pequeno, mas quase inexistente filete de sangue se formou, mostrando que por pouco Kare havia superado a pele enegrecida de seu oponente. A espada começou a ser recolhida, mas não antes de Osho força-la para baixo apoiando sobre a cravícula de Kare, mas devido a já existente proximidade das costas da lâmina e a jovem não houveram muitos danos, ainda que a força deste curto espaço houvesse sido suficiente para joga-la dez metros para longe de Osho em direção a primeira casa cortada quase batendo-se contra Alvida que levantava uma parede para remover a mulher dos escombros. Kare havia seguido todo esse percurso arrastando os pés no chão incapaz de freiar totalmente. - Acho que ele não estava brincando querida. - Alvida acabara de pegar a.mulher desfalecida coberta de poeira e sangue dos escombros colocando-a sobre seu ombro. Osho por sua vez retirava a bainha do cinto e guardava a sua espada afastando as pernas e abaixando a postura. - Parece que ele vai fazer outra coisa perigosa. Nós vemos depois Querida. - Alvida realmente ia embora nesse momento, consciênte agora de que deveria ter acreditado nas palavras de Kare.

- O maior problema é sua boca vadia. - ele respondia Kare, dizendo que as pernas não lhe eram problemas. - Iai… - Dava início a um novo ataque.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptySab 18 Jul 2020, 19:27



Meu olhar apenas seria movido na direção de Alvida, não pediria ajuda, ou afirmar que desde o início ela devia ter escutado-me mesmo que isso pudesse me dar alguma satisfação, pois há outra coisa capaz de proporcionar-me ainda mais prazer. - Eu serei deveras egoísta, ali não há o suficiente para saciar minha escassez, mas tirarei proveito de cada pedaço. - Diria para Alvida antes da mesma se retirar, entonando a fala de maneira duvidosa fazendo parecer que eu também "entendia errado" a situação, mas sem engrandecer Osh. Nunca tive expectativas que Alvida pudesse ser de grande ajuda, e até tinha receio dela atrapalhar-me, ao menos agora posso ter certeza de que não irá mais intrometer-se.

Respirando calmamente o espadachim a minha frente, sentindo a clavícula latejando de dor, movimentar-ia para ver se ainda estava em condições de usá-lo, e felizmente a dor era tolerável. Com as pernas tensionadas após o impacto do golpe ter me arremessado tão longe, fitaria o espadachim com o corpo parcialmente curvado para frente, fazendo algumas mechas de cabelo caírem na frente do rosto. - E vosso maior problema acabou de agravar-se. - Teria dito em meio uma risada sádica, com meus olhos cravados intensamente em Osh, e um sorriso relutante formaria-se no canto dos lábios, sem que minha pessoa pudesse expressar outra coisa além da excitação cruel, o espadachim alado realmente irritou-me com a rajada de poeira, e eu teria muito prazer em puni-lo pelo péssimo comportamento.

Sem perder mais tempo iniciaria uma corrida direta contra Osh, me alinhando propositalmente com a espada, esperaria por um ataque frontal aguardando ele iniciar o movimento de corte para desviar na sequência. Caso o ataque seja horizontal eu aproveitaria o impulso da corrida para bater com a base da lança no chão e me propulsionar por cima da corte, mas continuaria aproximando-me de Osh, em seguida eu iria girar o corpo no ar em vertical para frente, e usaria do impulso giratório para desferir um corte vertical descendente no espadachim, porém mesmo que o ataque seja bloqueado eu continuariam a cortar até atingir o solo, onde envergar-ia a lança. Porém caso o ataque não seja horizontal eu evadir-me-ia para o lado, a princípio apenas com um passo largo em diagonal, desta maneira não perderia o embalo da corrida, contudo se notasse que o corte seria demasiadamente rápido a ponto de minha pessoa não escapar apenas com um passo simples, eu iria saltar lateralmente visando atingir maior distância em relação a altitude, sacrificando a velocidade em prol de minha integridade, nas duas possibilidades eu avançaria correndo na direção de Osh, mirando uma estocada alta em seu rosto e logo em seguida transformando-a num corte de cima para baixo, também mirando o solo para tensionar a lança. Tendo a ponta da lâmina sobre pressão e em contato com o solo eu inverteria a empunhadura para golpear na vertical ascendente, (utilizando a técnica Ayesha Bruine.). Na possibilidade de eu ter saltado antes, a técnica seria utilizada como auxílio para aterrissagem.

Me permitiria brincar um pouco com o Osh, pois não seria divertido se nossa acabasse rapidamente, deixaria-o atacar-me como bem entendesse, e claro fazendo questão de incentivá-lo. - Osh, coloque mais vigor nesses golpes, já estou sonolenta por culpa desses ataques tediosos. - Iria encher os pulmões de ar e reclamar muito indignada com o espadachim incapaz de me entreter, na realidade eu estaria apenas fingindo para estressá-lo. E dependendo do estilo do ataque eu revidaria, no caso de estocadas iria apenas projetar o corpo para os lados e desviar enquanto bem perto da lâmina, e o contrataque seria por meio de cortes verticais. Se recebesse golpes em diagonal iria inclinar-me paralela a espada e atacar com estocadas. Na possibilidade de ataques verticais iria dar um passo longo lateral e girar parcialmente o calcanhar e usar esse movimento para impulsionar um corte em diagonal ascendente. Porém um ataque horizontal seria p mais problemático, e para variar eu não saltaria, mas iria flexionar os joelhos ameaçando fazer, e talvez assim Osh acabe elevando seu golpe, porém minha maneira de evitar seria indo de encontro ao golpe, dando um passo longo na direção do ataque e abaixando-me curvando o corpo frontalmente, assim tentaria inverter o lado e atacar com uma estocada mas na sequência cortaria-o verticalmente para cima, acreditando que nessa posição Osh estaria desprotegido. Todos os ataques seriam diretos e simples, mas executados em alta velocidade para acertar o espadachim antes que ele possa crescer a espada ou endurecer os membros…. Esta última parte soou estranha, espero que não estejam pensando bobagens!

Se minha armadilha estivesse sendo efetiva naturalmente eu continuaria induzindo Osh a continuar com os ataques. - Que vergonha Osh, é com esse desempenho que pretende capturar-me? Precisa dar mais de si. - Diria entonando como se fosse algum tipo de treinadora, com a voz bem enérgica e carregada de paixão, querendo incentivar o esportista a se dedicar mais. Desta vez eu tomaria a iniciativa primeiro aplicando um corte em diagonal de cima para baixo, trazendo a lança até próximo do chão então a chutaria na haste enquanto movimentos os braços para cima e assim poder realizar um corte ascendente em alta velocidade, na possibilidade de receber um ataque lateral eu usaria o impulso do chute para saltar num mortal de costas deixando lâmina passar por baixo de mim, em outra hipótese antes do ataque de Osh atingir o ápice da força iria chocar a lateral da katana com a lâmina ou cabo da lança e pressionar contra a espada para ao mesmo tempo dar um passo largo na lateral "conduzindo-o" a cortar ou estocar o ar.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptyDom 19 Jul 2020, 11:34




Kare iniciava seu avanço contra Osho após a breve despedida com Alvida que já corria por entre os escombros em direção a rua detrás. Osho tinha a espada embainhada ao lado do corpo, sua postura era um bom indicativo do tipo de ataque que estaria por vir.

O corte começou, ele torcia ainda mais seu corpo para trás antes de trazê-lo de modo circular para frente em um corte amplo e horizontal o qual devido a baixa postura antes adotada também era baixo. Sendo um Iai, esse corte havia superado as expectativas de Kare em termos de velocidade, não que não houvesse sido possível evitá-lo, bem… Ai menos para o seu corpo. Ao utilizar a lança como vara de salta ela acabou por deixar o cabo exposto a zona de ataque de Osho, a qual diga-se de passagem, era mais uma vez ampla o suficiente para cortar ao meio as casas as costas de Kare.

A parte final do cabo da lança, antes da jovem ter tempo de puxá-la completamente era cortada fora diminuindo em ao menos 10cm. O corte era diagonal ao cabo, então a morena agora havia adquirido uma ''nova ponta'' no final de sua arma. Felizmente os danos não haviam sido maiores, como por exemplo ter perdido o movimento pelo desequilíbrio e seu ataque seguinte continuava em direção a Osho com sua lança sendo trazida em um corte vertical com todo o seu peso por trás do golpe.


As armas travaram. Osho mais uma vez havia puxado sua arma para a frente do ataque, seu braço direito agora ''cobria'' seu rosto. Sua espada sendo segurada apenas pela mão direita bem próxima ao guarda-mão da Katana havia sido o suficiente não só para bloquear o golpe, como também para travar por completo o avanço da lança de Kare inclusive. A lâmina estava voltada para cima, mas não haviam danos em nenhuma das duas lâminas ainda que estivessem fio contrafio.

- Nada mal, mas não há peso em seus golpes. - Osho lentamente começava a puxar a bainha. O Cabo da lança de Kare envergava-se sobre o peso que ela colocava em seu golpe, mas lhe era impossível oferecer resistência a solidez de Osho. Conforme a bainha era puxada sua coloração ia tornando-se lentamente negra até que movimento de Osho ''escorregou'' afastando seus pés ele rotacionou o corpo movendo a bainha com extrema força em direção a Kare ao mesmo tempo que empurrava sua espada para cima ''erguendo'' Kare do chão.

O movimento completo fazia Kare perder parcialmente o atrito de seus pés contra o chão enquanto a bainha enegrecida se aproximava atingindo-a em seu abdome direito. Esse impacto a jogava novamente para longe de Osho, mas era dez vezes mais poderoso que o apoio de espada que ele havia realizado antes. A dor dessa vez era nítida e vinha como um choque por todo o ser de Kare.

Não havia sido cortada, mas aquele golpe provavelmente a deixaria com uma nódoa por mais de uma semana, uma gravação em seu corpo feita pelo homem irritadiço a sua frente. Todavia a jovem conseguir manter a compostura, através das suas habilidades tinha mantido seu rosto perfeitamente pleno ocultando a dor que sentia e inclusive sendo capaz de provocar Osho. O semblante dele se fechava um pouco, suas sobrancelhas se arqueando e sua testa ficou enrugada. Ele tinha certeza que tinha acertado, e também tinha certeza da força que havia colocado, mas então porque a mulher a sua frente agia como se nada houvesse acontecido?

- Parece que subestimei o seu vigor, não achei que uma mulher como você pudesse ser algo a não ser frágil. - A provocação de Kare havia surtido um efeito contrário, ela não havia irritado Osho, mas sim o deixado de certa forma impressionado. - Talvez eu não precise pegar leve se você é resistente até esse ponto. - O rosto que até então havia retornado a uma placidez controlada começava a demonstrar um sorriso animado de um êxtase incontrolado. - Kokutou… - A bainha voltava a sua cor natural, nesse momento parecia que a cor negra dela ia para a Kanata que começava a tornar-se completamente escura. - Jiki shōsō. - A espada moveu-se para trás com a ponta e lâmina viradas para o chão empunhada pela mão direita abaixo da linha da cintura de Osho. Estavam novamente a distância, Kare agora de costas para a cidade e de frente para o rio onde a ponte antes havia sido quebrada.

Sirenes tocavam a distância, a população ainda corria próxima às paredes das casas enquanto tentava se afastar do tumulto. Kare preparava-se para evitar o ataque e assim como o nome da técnicas o escurecer chegou precipitadamente.

Kare saltou para o lado a tempo, no local em que estava uma torrente de energia negra partia o solo em direção aos céus correndo pelo centro da rua, tal rajada durou por alguns segundos e era escura como uma noite sem estrelas. Quando terminou as pessoas ao longo da rua estavam caídas, embora não feridas e no centro da rua havia um grande rasgo comprido e profundo.

A distância entre eles facilitava muito para Kare esquivar, por outro lado ela precisava se aproximar bastante para atacar, mas sempre que o fazia encontrava o bloqueio de músculos de aço de Osho que a impedia de deslizar os seus golpes e quebrava a fluidez de sua dança. Em comparação poder-se-ia dizer que era como esbarrar a todo momento em seu companheiro de dança desajeitado. O espadachim não era um par adequado para Kare, não ao menos enquanto ela não o ensinasse adequadamente.

A luta seguia-se agora a distância, sem outras tentativas de Kare se aproximar, os golpes a distância eram mais facilmente evitáveis, fosse pelo atraso ou até mesmo pela pouca velocidade ofensiva de Osho. Havia um intervalo considerável entre um ataque em outra, todos possuíam uma grande força por trás, mas não haviam combos velozes de ataques consecutivos. Um ataque era seguida de uma postura mais defensiva antes da preparação de um novo ataque.

O rosto de Osho foi aos poucos perdendo a alegria enquanto esse sentimento era substituído por frustração já que aquilo estava demorando mais que o previsto. - VOCÊ PULA DE MAIS, PARECE UM MACACO DE CIRCO URRRAAA. - Osho respondia a provocação de Kare, ele havia apoiado a Katana sobre o ombro e apontava com o indicador para a jovem após ter batido o pé com o tamanco de madeira no chão fazendo a pedra quebrar abaixo.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptyDom 19 Jul 2020, 18:43



Aflição, acredito que essa palavra possa descrever bem minha opinião sobre o decorrer do espetáculo até então, Osh era o tipo de adversário que ofuscava todo meu brilho quebrando o ritmo da coreografia. Gostaria de dizer que era um impasse mas meu abdômen dolorido discordaria, contudo não era essa dor que mais atormentava meu ser, a menção de Osh sobre lutar a sério como se estivesse a me subestimar até agora, isso realmente doía no orgulho. - Se a coordenação de vossa pessoa fosse melhor talvez pudesse me acertar, mas com estes passos deselegantes apenas aumenta minha frustração. - Responderia Osh o culpando por ter uma péssima mira, ao invés de tomar os créditos por desviar de ataques medíocres. O desenrolar da cena havia me desfavorecido, porém faria questão de demonstrar a ele todo meu desgosto, e assim querer deixá-lo com uma frustração maior do que a de meu ser.

- Você atualmente é incapaz de acompanhar-me, se eu tornar meus golpes pesado você irá perecer de maneira precoce, e minha pessoa não ficaria satisfeita com tal desfecho. - Novamente expondo minhas preocupações com a inabilidade de Osh em ser um parceiro de dança adequado, e desejando deixá-lo cada vez mais irritado, pois é engraçado assistir. - Mas não se preocupe, minha pessoa é realmente generosa, e para compensar sua incompetência irei lhe dizer meu próximo passo, irei fazer um corte preciso em vossa face. - Diria despreocupadamente enquanto aponto o dedo para Osh e esboço um sorriso amável fechando os olhos por alguns instantes.

Após as travessuras serem ditas eu iria aguarda por outro ainda estando distante, desta maneira iria desviar movendo-me em diagonal para trás até sair do alcance daquela espada, e logo em seguida correria a toda velocidade indo de encontro a Osh, firmando a mão esquerda próximo ao final da haste e a direita mais ao centro, antes de me aproximar daria um pequeno salto adiante fazendo um giro completo do corpo e golpeando em alta velocidade na diagonal, usando o giro para aumentar a velocidade e o peso do ataque, mirando o rosto de Osh com o golpe em diagonal descendente iniciado da direita, essa preparação seria feita para aparentar que meu ataque seria feito com grande força e o induzindo a se proteger no rosto, da maneira que eu disse antes. Porém, antes de acertá-lo, eu puxaria a mão esquerda para trás, fazendo o cabo deslizar pela palma da mão direita, "encurtando" a lança, e assim o ataque evitaria o bloqueio, na sequência eu iria firmar o aperto com ambas as mãos para estocar o ombro direito de Osh, avançaria meio passo forçando a perfuração da lâmina, e então torceria o cabo para fazer a lâmina girar para realizar um corte em direção ao rosto do espadachim. - Francamente, eu ainda lhe avisei que cortaria na face, como pode ser tão descuidado Osh. - Se o cortasse no rosto mesmo que superficialmente iria simular um chilique, esbravejando como se estivesse repreendo um servo incompetente, contudo seria difícil manter esse papel, pois a vontade de rir iria superar meu alto controle, e minha pessoa deixaria escapar um riso abafado. - Pff! - Inflando as bochechas e travando os lábios tentando com todas as forças conter a gargalhada enquanto manteria-me atenta no espadachim.

Por qual razão insisto neste combate sem nenhum benefício para minha pessoa? Ótima pergunta… Não há uma grande razão, acredito que fui tomada pela infantilidade de não querer perder, e Osh irritou-me o suficiente para meu desejar fazê-lo sofrer um pouco. Jamais considerei que algum dia iria levar a sério um embate desnecessário, e para o desprazer de Osh este fatídico dia chegou. - Não fique tão nervoso, lhe darei outra oportunidade, então sugiro que não desperdice, agora irei alvejar em sua perna. - Ainda com os lábios me forçando a sorrir tentaria dizer de maneira calma e paciente fingindo ser uma professora compreensiva com o aluno isento de talento.

A próxima lição de Osh seria iniciada com uma estocada mirando-o no ombro direito, se ele não fizesse menção de bloquear o golpe seria ligeiro comigo rapidamente recolhendo a lança e iniciando a próxima etapa, porém se ele tentasse bloquear como o previsto antes da lâmina acertá-lo eu avançaria meio passo com a perna direita flexionando parcialmente o joelho e mudaria a trajetória do golpe em direção sua perna esquerda (o mesmo seria feito na possibilidade de eu ter recolhido a lança), alvejando a perna do espadachim eu esperaria que o mesmo tentasse se defender ou torná-la negra e resistente com aquela técnica desconhecida por mim, porém antes de completar o corte eu chutaria a haste com o pé direito e usaria a força dos braços em conjunto do chute para poder cortá-lo vertical mirando no centro do peitoral até chegar no rosto, envergando ligeiramente o corpo para trás e ficando equilibrada sobre o pé esquerdo. - Você realmente parece um cãozinho Osh, tão ingênuo por acreditar cegamente nos outros. - Se eu conseguisse acertá-lo não resistiria a deixar de implicar mais um pouco, comigo cobrindo os lábios com os dedos esticados e as bochechas cheias fazendo questão de deixar o deboche muito explícito. Caso Osh tente me atacar no meio de sua lição igual um aluno rebelde eu faria a lâmina de nossas armas se chocarem antes de se golpe atingir a potência máxima, a fim de comprar alguns segundos para correr circulando-o parcialmente e assim evadir do ataque. - Mestre atenção enquanto estou explicando. - O repreenderia pelo mal comportamento com o olhar afiado e sobrancelhas arqueados, enquanto faço "beicinho".

Se tudo ocorresse bem acredito que minha presa estaria emaranhada entre as teias ardilosas que espalhei em sua mente. "Aquele que deveria ser o caçador está sendo caçado, este tipo de reviravolta é tão clichê." Apesar de achar o roteiro um pouco "batido" a analogia em meus pensamentos era agradável, a ponto de minha pessoa involuntariamente esboçar um sorriso perverso deliciando-me com a possibilidade de Osh estar se debatendo internamente após alguns joguinhos provocativos.

Seguindo com o espetáculo iria avançar contra o espadachim mirado-o novamente com outra estocada em seu tronco, porém antes de acertá-lo minha pessoa iria deslizar pela sola dos sapatos ao lado de suas pernas enquanto me abaixo e inclino o corpo para trás, para desta maneira poder me esquivar de algum possível ataque do espadachim. Não teria intenção de deslizar por longas distâncias igual ocorreu anteriormente quando recebi o ataque do espadachim, apenas o suficiente para atingir suas costas. E durante o movimento de abaixar-me eu faria o mesmo com a lança, para poder executar um golpe perfurocortantes na lateral da barriga do espadachim alado. Se eu entendi direito ele precisa de algum tempo para tornar alguma parte do corpo ou arma resistente, então se ele tentasse me golpear com essa técnica acredito que o abdome estaria "desprotegido" e se minhas travessuras foram efetivas ele poderia perder um pouco da compostura e paciência em executar um ataque forte mas que o deixaria vulnerável.

Apenas um último detalhe, se durante o deslizar eu conseguisse chegar nas costas de Osh, eu iria rotacionar os pés para "freira" e me impulsionar mirando uma estocada nas costas dele, bem no centro das asas, por puro capricho, usando apenas uma das mãos para atacar e assim poder perfurá-lo com maior velocidade. - Ara ara… Quantas vezes terei de falar para não ser descuidado, já estou perdendo a paciência de tentar corrigi-lo. - Um belíssimo sorriso diabólico tomaria conta de minha face, o intenso brilho alaranjado como dois âmbares de meus olhos estariam refletindo o prazer lascivo de tê-lo aprisionado. Levaria a outra mão até a lança e forçar o cabo contra o espadachim querendo fazê-lo expressar suas lástimas, torcendo o cabo para tornar a experiência de Osh mais árdua. - Da próxima vez posso não ser tão piedosa. - Diria como um aviso ameaçador, fazendo minha voz maliciosa soar bem devagar quase que em sussurro para o espadachim provar meu doce veneno. Então abruptamente puxaria a lança para baixo e para trás, enquanto me afasto alguns passos.


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptySeg 20 Jul 2020, 15:41




Os adversários seguiam no que naquele momento havia se tornado uma batalha de Egos. Enquanto de um lado um deles dizia estar pegando leve do outro afirmava o mesmo, embora cada um possui-se o seu certo tipo de leveza. Os ataques poderosos, porém lentos, de Osho eram perigosos ao mesmo tempo que não eram. Mesmo os mais levianos dos seus golpes eram mais dolorosos que o mais forte golpe de Kare, mas a ineficácia de seus movimentos era uma característica tão marcante quanto o seu poder. Kare obviamente merecia mérito em evitar os ataques, mas aquilo era algo que ela mesma podia sentir. Os ataques de Kaleo eram muito mais precisos que os de Osho independente dela ter ou não ficado mais forte.

Por outro lado, Osho via a sua frente uma oponente veloz que lhe frustrava, era-lhe odioso ter que enfrentar esse tipo de gente que fica se movendo de lá para cá em alta velocidade e que mais fala do que faz. Não sentia peso e nem dificuldade até o momento em se defender daquela jovem…. Todavia era-lhe absurdamente irritante não conseguir pegá-la.

- Um e depois o outro, PURQUE TUDOS VUCES FALAM ISSSU. - Ele perdia por completo a compostura ao ouvir de novo o quão ineficiente eram seus ataques, aparentemente aquela era realmente uma de suas grandes fraquezas.

A luta havia parado completamente naquele momento, pois se de um lado Kare fazia uma pose enquanto apontava para Osho o ameaçando do outro o oponente respondia a bravata na mesma moeda. - ENTAUM SE VUCE VAI CORTAR MINHA BUCHECHA EU VOU TE TIRAR UM DENTU. - Osho havia comprado o desafio e feito sua própria ameaça como se aquela luta agora houvesse virado um tipo de competição estranha.

Separados por bons metros eles novamente assumiram posturas para atacar, agora em um tipo de embate diferentes onde haviam feito uma aposta do que iriam realizar. Kare iria cortar o rosto de Osho enquanto ele dizia que irá arrancar um dente da mulher.


Ele permanece parado, enquanto com a espada sobre o ombro acompanhava o avanço ágil de Kare que saltava realizando um amplo corte em direção a bochecha esquerda de Osho, que mostrava um sorriso de campeão. Sua bainha enegrecia-se e era elevada em direção ao ataque de Kare de modo a proteger seu rosto enquanto o braço direito movia-se para trás e para baixo. Mas o ataque de Kare nunca acertou a bainha, cortando o ar a frente dela o que acabava por causar um pequeno desequilíbrio no tempo de Osho que havia se firmado de modo a fazer uma força contrária a algo que nunca houve e tal como uma pessoa que empurra com força contra algo que cede facilmente ela acabou capengando para o lado o que atrasou seu golpe de Katana e permitia que Kare conseguisse perfurar o seu ombro.


Kare no entanto não conseguiu fazer seu movimento para cortar em direção ao rosto de Osho, pois assim que sua lâmina perfurou a região o espadachim conseguiu reagir e tornou a área envolta mais rígida o que impediu que Kare cortasse para qualquer lado. - VADIAAA. - A lâmina em seu ombro travava seu movimento, mas ao mesmo tempo deixava mais uma vez exposta a lateral do corpo Kare, mas a distância é demais para a bainha de sua espada, mas Osho não era alguém que precisava realmente mover o braço para que sua espada alcançasse alguém e assim ao girar sua mão do braço direito ele apontava a lâmina na direção de Kare fazendo-a crescer. Poderia ali ter-lhe causado um ferimento sério, mas devido ao seu temperamento ele queria de alguma forma arrancar-lhe um dente nem que isso não fosse o movimento mais sensato. A espada dele cresceu rija em direção aos céus passando "entre os seios fartos de Kare" sem danificá-los e a jovem por reflexo conseguia mover o rosto para o lado evitando que a lâmina talhasse o seu rosto, mas incapaz de impedir que o fio de corte corresse por seu ombro direito cortando-lhe a pele e empurrando-a pela trás cambaleando enquanto a ponta da lança deixava o ombro de Osho e a lâmina parava de raspar o seu.

Haviam atingido um "empate", afinal nenhum deles havia comprido o prometido… Ou haviam? Um risco mínimo se formou no rosto de Osho assim que se estabilizaram, a teimosia de Kare era um pouco maior do que a prevista pelo oponente e mesmo enquanto cortada ela havia movido sua arma durante a retirada para atacar o rosto do sujeito. Um corte ínfimo sem qualquer ônus à saúde do homem, mas estava lá na bochecha direita bem próximo a boca, ainda que talvez houvesse sido um preço alto a ser pago, pois não só seu ombro direito estava cortado como novamente havia estragado uma muda de roupa.

Assim sendo Osho havia ''perdido'' a batalha. Ergueu sua mão direita ao rosto secando o filete com as costas da mão enquanto era obrigado a ouvir sua adversária caçoando dele. - Hahahaha. - Riu sem humor. - Vucê não sabe calar a buca não? ESSA É UMA MULHOR DE TRÊS URRRAAA. - Ele agora era quem avançava na direção de Kare.

A segunda lição de Kare iniciava-se, mas Osho não parecia nada disposto em tê-la. As tentativas de Kare em comprar tempo golpeando a lâmina oponente eram completamente ineficazes já que a diferença de força entre eles era demasiada, mas ainda que assim fosse os golpes do espadachim continuavam de alguma forma a serem simplistas e por tal fáceis de evadir… Bem, contanto que ela não ficasse presa nos bloqueios dele ou parada se deleitando com suas façanhas após atingi-lo.

Enquanto evitava o ataque a jovem deslizava correndo para a lateral de Osho tentando circula-lo enquanto mirava uma estocada em direção ao abdome do mesmo, devido a força do golpe anterior a lâmina de Osho continuava sua trajetória forçando-a a ter que se abaixar para evitar a lâmina alongada que cortava o ar em direção ao seu pescoço. Mais uma vez era possível ouvir o som de pedra sendo cortada, mas nada que Kare fosse dar bola já que iniciava novamente um ataque agora em direção ao abdome do lado, mas havia esquecido-se da bainha que era usada para aparar a lâmina de Kara, todavia sem o endurecimento a mesma sofreu danos não conseguindo parar por completo a lâmina e permitindo-a penetrar levemente o abdômen de Osho que saltava para trás enquanto girava o corpo aplicando um chute na mão de Kare para afastá-la cambaleando para trás enquanto tentava impedir que sua arma fosse arremessada para longe.


O kimono de Osho se mostrava marcado de sangue tanto no ombro quando no abdome, Kare também tinha o ombro direito a sangrar empapando suas roupas com seus próprio sangue que já começava a deslizar por seu seio.

O rosto dele era uma máscara azeda, parecia realmente irritado, mas já não tão falador. Podia estar sentindo algo naquele momento. - Não tinha sido isso que Lust me disse. - Sua voz mais uma vez havia mudado, agora era uma voz completamente séria e profunda, não era sequer a voz pistola e nem a voz de samurai honrado. - Você Garota. Parece ter enganado muito bem aquela mulher. Ela lhe substimou demais. - Era como se fossem três em um. Um calmo/honrado, Um irritado e agora este novo homem sério e compenetrado, mas também verdadeiro. - Está se tornando perigoso para mim tentar lhe levar viva. Infeliz a circunstâncias em que fomos trazidos. Teria adorado trocar golpes com você em uma situação diferente.

- Meu nome é Ashura. - Ele ficava agora com não só a espada em mãos, mas também com a bainha, ambas eram seguradas de forma invertida na mão como se fosse um combatente de adagas e não só isso como ambas haviam se tornado completamente negras. - Acabaremos com isso. - A espada ficava apontada para baixo enquanto a bainha era mantida horizontal a frente de seu peito.



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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptyTer 21 Jul 2020, 00:30



"Ele realmente arruinou minha vestimenta…" Coçando a lateral da cabeça com a ponta dos dedos esquerdos abaixei o rosto olhando para o estrago feito, pensando incomodada enquanto observava camisa cortada ao meio, não satisfeito ele havia me lambuzado durante o processo com o fluído quente e viscoso escorrendo pelos seios. A blusa não era da melhor qualidade, então não seria problemático me desapegar dela, mas ainda sim era um incômodo imaginar que precisaria adquirir vestes novas. "Ao menos nesta ilha não deve problemático encontrar algo aceitável para trajar." Pelo que me recordo das vitrines o padrão da ilha não é tão ruim, e isso teria amenizado bastante minhas preocupações.

Contudo ainda preciso fazer algo, a visão de minha pessoa trajando farrapos é totalmente inaceitável, ao menos tive uma idéia para lidar momentaneamente com tal incidente, apoiando a lança no ombro esquerdo eu puxaria para frente as "pontas" recém feitas na blusa, e faria um laço bonito com elas na frente do busto, para falar a verdade seria um pouco abaixo e assim dar alguma sustentação aos seios, apertando um pouquinho o laço para a blusa ficar mais justa no corpo. "Nada mal…" Acredito que o resultado não seria ruim, afinal minha pessoa poderia fazer qualquer vestimenta parecer incrível, e desafio qualquer um que discorde. Talvez eu até pudesse continuar usando a blusa nesse novo estilo, mas não creio que manchas irão sair.

- Vossa pessoa espirrou? - Voltava minha atenção para Osh, ele disse alguma, Ashu… Asho… Atcho…? Estava preocupada demais com minhas roupas para prestar atenção em tudo que Osh falava, então deve ter sido um espirro, e não seria difícil imaginar que poderia haver algo escorrendo de suas narinas para tornar minha hipótese mais plausível de se acreditar. Se ele me parecesse, digamos, interessado na visão que minha pessoa estava proporcionando, eu não resistiria a vontade de atiçá-lo um pouco mais, com um ligeiro maléfico e olhar cativante entreaberto em sua direção iria introduzir a ponta dos dedos por dentro do "decote", e o tornaria mais generoso por assim dizer, deixando mais visível a pele aveludada de meu busto voluptuoso, quase mostrando demais. - Aposto que ela também não lhe contou o quanto estar diante de mim possa ser agradável. - Brincando de instigá-lo sedutoramente sobre a menção dita por Osh a respeito de Lust subestimar-me. - Convenhamos que minha pessoa é uma presa bem atrativa não concorda? - Comentando melodiosamente num ar de submissão e fragilidade querendo despertar os instintos mais primitivos de meu caçador, e como um incentivo extra abraçaria a cintura com o braço direito, erguendo-o algumas vezes para fazer meus peitos salientes balançarem um pouco.

Admito que fui tomada pela excitação momentânea, toda aquela força de Osh poderia ser muito proveitosa, ele só precisa receber o direcionamento adequado, e naturalmente minha pessoa iria mencionar tal necessidade. - Eu faria um excelente uso de tamanha potência, e adoraria conduzi-lo a acertar precisamente em meio interior. - Provocaria intensamente o espadachim deixando a mão direita deslizar por minha barriga lisinha em direção ao ventre, devaneando com algumas perversões instigando-o a ter o mesmo tipo de sonho lúdico, mordendo os lábio inferior para abafar um gemido impertinente enquanto mantenho um dos olhos fechados e minha boca sorrindo em extrema libidinagem. - Mas antes precisa me capturar. - Ainda estaria o provocando mas desta vez sem o ar sedutor, virando parcialmente de costas, e segurando a haste na horizontal com as duas mãos ao lado do quadril, deixando o cabo propositalmente abaixo do bumbum para deixá-lo mais empinado, fitaria o espadachim por cima do ombro esboçando um sorriso travesso mostrando os dentes intactos, minha voz teria soado num ar de divertimento e descontração, fazendo outra travessura com o espadachim alado.

Após as inúmeras brincadeiras "inocentes" ou mesmo antes delas se eu fosse atacada de maneira precoce, começaria a correr para longe de Osh, a passos longos quase que saltitando e evidenciando o mover do quadril a cada pulinho, desejando instigar o caçador a perseguir sua presa, não teria pressa de me distanciar, para deixar claro que estou apenas tentando irritá-lo e não fugir de fato, dando passos laterais e rodopiando em torno do calcanhar, permitindo que o corte passasse bem próximo de mim e poder fazer meus cabelos esvoaçarem majestosamente com a lufada, ou então me inclinando o tórax para baixo e firmando os pés no chão, se não fosse possível me inclinar o suficiente de acordo com a altura do golpe desferido teria de saltar provocativamente com as pernas juntas do corpo, como uma coelhinha, e dessa vez eu tentaria manter a haste da lança longe do corte, antes que ela se torne um espeto de tão curta… - É o melhor de vossa capacidade Sr. Caçador? - Caso o espadachim alado ainda se mantivesse distante, implicaria novamente com ele manteria as sobrancelhas erguidas enquanto teria esboçado um sorriso debochado com os lábios entreabertos. E se eu notasse que mesmo comigo facilitando a aproximação Osh ainda demonstrasse dificuldade iria parar momentaneamente a "fuga", ficando com as coxas tensionadas e o bumbum empinado, levando o dedo indicador abaixo da boca. - Por acaso minha pessoa não é uma presa atrativa o suficiente para você continuar tão longe? - Diria num tom manhoso e tristonho, demonstrando uma certa carência vulnerável, como se estivesse pedindo desculpas, deixando os olhos caídos enquanto faço beijinho querendo esboçar um semblante que desperte a "piedade" de meu caçador distante. Claro que é apenas uma encenação para atraí-lo de certa forma.

Acredito que minhas brincadeiras inconvenientes não seriam o suficiente para fazer Osh se aproximar sem cautela, então gradativamente durante minhas escapadas minha pessoa diminuiria o ritmo, ficando dentro de seu alcance e acelerando subitamente para fugir dos golpes, aparentando usar minhas últimas reservas de energia para poder esquivar-me no limite, também começaria a ofegar mesmo se não estivesse realmente cansada, pausando a corrida durante o intervalo de um ataque para outro, a fim de simular estar recuperando o fôlego, movendo um pouco dos ombros em conjunto do tórax e busto para simular que estaria a recuperar bastante ar, e assim tornar a encenação mais fidedigna.

Se mesmo após todos meus incentivos Osh não forçasse uma aproximação brusca apenas continuaria a fugir de seus ataques, não tenho nada a perder prolongando o combate, e em contrapartida ele demonstrou interesse em acabar rapidamente com minha pessoa.

Agora se ele viesse a se aproximar, seja por uma corrida acelerada ou um salto impulsionado, minha pessoa iria aguardar pacientemente por sua aproximação sem me mover e apoiando a base da lança no chão fingindo estar usando-a de apoio para manter-me de pé, assim esperaria que ele antecipasse seu ataque. Então a poucos instantes do espadachim alado entrar em meu iria firmar a mão esquerda no centro da haste e a direita atrás, iniciando uma investida aparentemente suicida fingindo querer estocá-lo, contudo antes de trocarmos os ataques eu daria um passo em diagonal para frente e moveria a lança para ficar na horizontal, desta maneira aplicaria um corte amplo no abdome de Osh utilizando a força da própria investida de meu adversário para aprofundar meu ataque enquanto evito seu golpe, porém se o ataque do espadachim fosse horizontal eu iria me abaixar atrasando o contra-ataque para quando o corte de Osh passasse em branco eu poder saltar adiante enquanto o ataco. Em ambas as hipóteses usaria nossa movimentação em sentidos opostos para ficarmos um de costas para o outro.

Caso Osh fique próximo independente das circunstâncias eu só atacaria com um corte em diagonal descendente tendo início a partir da esquerda, pois assim poderia manter o braço direito na altura do ombro ou abaixo. E antes de acertá-lo ou ele tentar bloquear iria recolher a lança para que a lâmina passe em branco mas continue com o movimento de corte, logo em seguida rotacionar-ia 180° para a direita em torno dos pés, e de costas para Osh daria um passo para trás com o pé esquerdo ainda com a lança apontando para baixo, então completaria o giro com o calcanhar esquerdo enquanto faria um corte diagonal ascendente mirando a lateral do tronco de Osh. Após completar o golpe eu moveria o pescoço para jogar os cabelos como se quisesse esnobar o espadachim e prosseguiria desfilando por seu lado esquerdo, mas se ele logo fizesse menção de revidar eu iria interromper meu glamoroso rebolado para acelerar tomando distância. Porém se Osh tentasse atacar ao invés de bloquear iria me deslocar um passo para a direita quando fizesse a finta, ou então me veria obrigada a saltar rapidamente por cima do espadachim, mas se o fizesse iria girar o corpo frontalmente no ar para poder fazer um corte vertical ascendente nas costas do espadachim durante o meu "mortal", e assim poder aterrissar graciosamente atrás dele aproveitando para tomar distância.

Se conseguisse ferir Osh eu me permitiria ser dominada pelo calor do momento. - Vossa pessoa superestimou a própria posição, se realmente houvesse tratado-me com seriedade deveria ter usados todas as suas forças para fugir, mas fez o completo oposto, adentrou ingenuamente em meu território de caça. - Estando um pouco de Osh eu revelaria que em nenhum momento o teria reconhecido como uma ameaça, e sim estava apenas a fazê-lo dançar por puro divertimento antes do abate, fechando parcialmente os olhos manteria eles fixados no espadachim, sorrindo maleficamente ao ver toda a agonia de minha. - Foi uma perseguição divertida, mas não pretendo ficar brincando com um filhote pelo resto do dia. - Esta seria a minha visão de Osh, se ele fosse realmente um predador como diz, para mim não passaria de um filhote que mal sabe usar a garras, apertando os dedos com firmeza em torno da haste e apontaria a lâmina contra ele, meu olhar sedento teria-se mantido afiado contra ele durante todo o discurso, meu sorriso ficando maior e terrivelmente belo de acordo com seu desespero. Se ainda sim minha pessoa fosse atacada eu iria me distanciar de seu golpe, sem nenhuma intenção de esconder uma gargalhada diabólica. "Debater-se não surtirá efeito."


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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptyTer 21 Jul 2020, 14:22




A blusa balançava ao vento sob olhar de Kare e embora não estivesse completamente separada havia se tornado algum tipo de trapo o qual ela não poderia suportar vestir durante todo o restante do combate. Largando então sua lança no ombro; rasgou o restante do tecido antes de amarrá-lo bem justo abaixo do busto transformando o antes trapo agora em uma blusa sexy.

Seus seios já volumosos havia ganho um destaque ainda mais especial naquele momento, mas tudo isso somente era possível devido a personalidade atual de Osho/Ashura ser o tipo de oponente honrado em combate.

Quando finalmente olhou para Ashura podia ver que havia algo escorrendo pelo nariz de seu oponente e ela, muito atenciosa, perguntava sobre. - Não. - Moveu a mão com a bainha para limpar o sangue que por ali deslizada, mas não conseguia ocultar as faces levemente ruborizadas. - Talvez você queira se ajeitar, está parecendo um pouco apertado para lutar adequadamente. - Começou com uma conversa disfarçada enquanto observava Kare puxar o decote com seus dedos movendo-o de um lado para o outro expondo ainda mais da sua pele enquanto seus seios saltavam um pouco mais para fora. Não só isso, mas seu look também deixava completamente amostra seu abdome o qual estava brilhoso devido ao suor do combate.

Ashura não respondia com palavras as provocação de Kare, mas seus olhos acompanhavam o caminho traçado pelos dedos da jovem que soltavam o nó e começavam a deslizar pelo abdome definido, Kare por outro lado podia notar que seu oponente estava mais uma vez alterando seu estilo de lutar e deixava o Nitoryu para trás… Agora ele portava 3 armas rígidas e assim sendo só poderia ser o Santoryu.

A perceber-se disso não pode deixar de provocá-lo. -Os desejos são apenas a fraqueza da carne. - Falou uma vez baixinho enquanto na sequência voltou a repetir a mesma frase como se fosse um mantra. Mas a cada repetição seu rosto tornava-se um pouquinho mais vermelho e havia novamente sangue em seu nariz.

Mas restava para Kare ainda tempo para sua última provocação e dava as costas aos espadachim enquanto fazia uso do pau para arrebitar sua bunda sorrindo para ele por sobre o ombro, muito embora ter feito isso lhe trouxesse uma forte fisgada de dor no corte.

>><<

Haviam se afastado bastante do ponto inicial da luta, encontrá-los no entanto não seria problema para qualquer pessoa que fosse afinal por todos os locais onde haviam passado um rastro de destruição havia surgido. A distância mantida por Kare junto a habilidade da espada de Ashura somado ao seu poder destrutivo criavam essa trilha de destruição que até mesmo um cego, surdo, mudo seria capaz de seguir.

Casas com paredes desabadas, fissuras no chão, charretes cortadas ao meio. Ali o barulho do sino era mais alto e o grito das pessoas mais constante já que também se encontravam em maior numero agora que estavam mais próximas às áreas comerciais. Felizmente parecia ainda não haver vítimas fatais embora algumas pessoas houvessem se machucado em alguns dos desabamentos.

- Por acaso minha pessoa não é uma presa atrativa o suficiente para você continuar tão longe?

- Ir mais longe talvez se torne um problema. - Ashura admitiu, Kare estava parada e parecia ter de tomar um ar, por outro lado Ashura não demonstrar quaisquer problemas, mas seus olhos estavam focados em algo além de Kare. - Parece que a marinha irá se intrometer na nossa luta e parece que não sou capaz de cortá-la em definitivo antes disso.

Como Kare não avançava para atacar ele também não havia se aproximado em demasia já que podia fazer isso a distância, mas isso acabava por criar um impasse onde ambos os lados possuíam a maior aptidão em seus atributos defensivos e maior efetividade nos contra-ataques.

- Mas talvez ainda não seja tarde. - Ele observou Kare ofegante enquanto analisava a distância da tropa da marinha que se aproximava. Após embainhou sua espada girou a bainha em frente ao corpo cruzando seu braço a frente do abdome e segurando a bainha em suas costas enquanto a outra mão segurava o cabo da espada por cima do ombro. - Soru.

Ashura sumiu da sua vista tornando-se um borrão indistinto que avançou mais veloz do que podia acreditar em sua direção. - Shi Shi - Quando finalmente conseguiu ver o mesmo já estava a sua frente para um ataque a zero distância.

Naquele combate não era somente a morena perversa que parecia saber conduzir uma dança, seu oponente também não poderia ser completamente desprezado nesse aspecto, pois havia guardado até o último momento algo para tentar surpreender sua adversária. - Son Son. - A espada se projetava contra Kare em um golpe cruzado.


- PARADOOOOO. - Em meio ao salto de Kare uma outra figura entrava em cena, suas roupas brancas e azuis logo o identificavam. A espada de Ashura havia sido parada antes de atingir Kare, embora talvez não fosse lhe atingir… Não haveria como saber, mas aquele último movimento havia-a pegou desprevenida sem sombra de dúvidas.

- Punhos de Aço. A quanto tempo. - Ashura olhava para o homem a sua frente que mantinha os punhos cruzados acima da cabeça aparando o ataque. A testa do sujeito sangrava devido ao impacto resultante. Os punhos, assim como a espada de Ashura eram tingidos de negro. - Não tanto quanto eu gostaria Majin no Ashura.

- CAAAPIIITÃAOOO. - Uma jovenzinha de cabelos curtos e negros chegavam ao lado de Kare que havia se afastado com seu salto e também pelo impacto. - Você está bem? - Arrumou seus óculos redondos no rosto enquanto olhava para Kare. - Que horror, você está ferida. CAPITÃO ELE FERIU ESSA JOVEM AQUI.

As armas de ambos encontram-se travadas, mas logo Ashura saltava para trás desaparecendo novamente e aparecendo somente mais de 20m a distância. - Vejo que ainda não largou a profissão e que andou roubando algumas das nossas técnicas. - Ashura não respondeu apenas cravando a espada no chão. - Não vai conversar com um velho conhecido? - - Você sabe que tenho meus motivos.

- Aquela é uma Oo Wazamono? - a jovem inclinava-se para frente olhando de forma mais atento para a espada de Osho. - Sim, é sim. Tetsuomo se não me engano. - DEVOLVA-A JÁ. - Por que iria devolver algo que me pertence garota? - A tropa da marinha continuava a se aproximar pelas costas de Kare. - Parece que fiquei em menor numero. - Ele endireitou a postura. - Acertaremos essa conta outro dia garota.


Se Kare o deixasse partir ele assim o faria, apoiando sua espada no chão e fazendo-a crescer de modo que ele seria projetado para longe por cima das casas. A tenente da marinha questionaria seu superior, mas este apenas a teria calado com um erguer de mãos antes de questionar Kare. - Então minha jovem, porque temos um assassino procurado pelo prêmio de 88 milhões atrás da sua cabeça? - As últimas palavras de Ashura teriam deixado claro do que aquela luta se tratava.

Todavia caso Kare fosse tentar impedir Ashura de escapar teria que agora ser ela a persegui-lo visto que o mesmo iria começar a correr devolta pela rua destruida.




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MensagemAssunto: Re: Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista   Apresentação 5 ~ Falência Sensacionalista EmptyQua 22 Jul 2020, 15:19



"Por qual razão alguns mundanos são tão escandalosos…" Pensei aflita com a jovem de cabelos curtos fazia uma algazarra sem necessidade. - E vossa pessoa irá ferir meus preciosos ouvidos. - Comentei desgostosa fitando a mulher pelo canto dos olhos enquanto esboçava uma expressão de dor e cobrindo a orelha com a mão esquerda. - Minha pessoa jamais seria gravemente ferida por um adversário tão medíocre, não a razão para tanto alvoroço. - Suspirei me conformando a situação, esperando que a mulher de cabelos curtos pudesse se calar, dizendo agora numa entonação mais leve e afetuosa para poder fazê-la ter uma sensação de reconforto, sim, reconfortando a pessoa que deveria estar aqui para prestar-me algum auxílio… Não poderia esperar menos dos mundanos.


O capitão por sua vez me parecia mais tenso e excessivamente sério, então por que não descontraí-lo um pouco? - Ele descobriu que a esposa o traía comigo. - Responderia de maneira muito casual, como se fosse algo perfeitamente comum de se ocorrer, não teria esboçado qualquer preocupação. - Mas então ele se descontrolou quando recusei a participação dele no relacionamento. - Continuaria a falar após pausar alguns segundos, dando tempo do capitão reagir, levaria a mão esquerda na cintura e iria suspirar revirando os olhos para aparentar estar inconformada com Osh, por ele ter ficado irritado com o adultério.

De qualquer maneira não levaria essa piada adiante, e após os possíveis comentários do capitão eu cobriria a boca com as costas dos dedos esquerdos dobrados para abafar um risinho. - Minha pessoa está apenas brincando. - Após a descontração feita eu iria coçar os cabelos e desviando o olhar para cima, ficando pensativa. - É uma história um pouco longa e complexa, mas pode se dizer que o Osh estava apenas cumprindo ordens de capturar uma ameaça. - Não teria vontade alguma de contar todos os detalhes, então teria resumido nestas poucas palavras, fechado os olhos e sorrindo adoravelmente para o capitão. - Sou uma caçadora de piratas, e acredito ter deixado a chefe dele deveras irritada durante meus últimos trabalhos, mas vossa pessoa não deveria ter algo mais importante para preocupar-se agora? - Comentaria na possibilidade do capitão perguntar sobre mais detalhes, e com a mão esquerda prostrada no quadril começaria a bater a ponta do pé no chão e iria inclinar meu rosto na direção do ombro ombro ferido, enquanto o encaro um pouco zangada com se estivesse lhe dando uma bronca, bom, também há os civis feridos e construções destruídas, mas creio que o capitão não precise cuidar destes casos menores. - Acredito que há um local mais apropriado para termos essa conversa. - Diria demonstrando ser mais compreensiva, porém iria entonar a voz e esboçar um sorriso de canto bem discreta e maliciosamente, apenas para criar um ar envolvente com o capitão.

Se o capitão fosse "compreensivo" com minha pessoa eu iria entrelaçar meu braço esquerdo com o dele, deixando meu busto se apertar um pouquinho no braço do capitão, e então apoiaria meu rosto no ombro dele, me acolhendo no capitão, os marinheiros que encontrei até o dado momento possuíam algum senso de heroísmo e cavalheirismo, então porque não contar com possível sorte agora e tirar algum proveito. - Sr. Capitão… Meu ombro está doendo muito, poderia pedir para algum de seus soldados carregar a lança? - Diria manhosamente com meus belíssimos olhos refletindo um pouco de desamparo, para que o capitão possa sentir vontade de cuidar de mim e também me mimar um pouco, e como um incentivo extra iria "ingenuamente" esfregar e apertar o braço dele contra meus seios. - Você é tão gentil e bondoso Sr. Capitão. - Agradecê-lo com uma voz adocicada, soando melodiosamente baixinho próximo de seu ouvido, se ele atendesse minha exigência.

Assim esperaria ir até o quartel general da ilha, ou algo do tipo, nunca tive muito interesse nesses conhecimentos burocráticos e navais para saber como isso funciona em todas as ilhas, e se me oferecessem tratamento médico ali mesmo. - Por acaso é alguma desculpa para minha pessoa se despir? - Responderia em tom de malícia e descontração, pois realmente tirar minha blusa no meio da cidade com um bando de marinheiros selvagens ao redor, não me parece a melhor das idéias.

Eu realmente tenho preferência por Vick tratar de meus ferimentos, mas não a vejo desde que a carruagem partiu, Alvida também desapareceu de minha visão após a batalha com Osh ter início. Mas se Alvida ainda estivesse por perto, e viesse falar com minha pessoa. - Eu estou bem, mas receio que precise responder algumas perguntas dos marinheiros, poderia apenas informar-me onde a encontro quando deixar o quartel general? - Responderia com casualidade. - E se perguntarem diga que enviei um recado, "Com quem julga estar lidando!?" - Entonando a última parte da frase em tom de arrogância e irritação por estar sendo subestimada, assim acredito que Vick irá acreditar em meu bem estar. - Mas não se esqueça da entonação, ela é muito importante. - Dizendo com um pouco mais de exaltação para enfatizar a importância de minha mensagem.

Desta forma me permitiria ser acompanhada até o QG. - Sr. Capitão, o que é aquela técnica capaz de enrijecer os membros, funciona em qualquer parte do corpo? - Diria num tom ingênuo para o capitão, apesar de minha expressão ainda refletir inocência, mas as palavras seriam escolhidas para dar certa ambiguidade a pergunta, e talvez o fato de eu apertá-lo um pouquinho com as unhas possa induzi-lo a ter alguns pensamentos indecentes. - E esta foi a técnica roubada? - Toda a inocência se manteria, pois talvez seja algo que ele não devesse falar para mim, mas acredito que meus agrados possam fazê-lo ficar mais aberto ao diálogo. Se não estivesse com o capitão faria essas mesmas perguntas para quem estivesse me acompanhando até o QG, mas sem o apelo físico. Ou então ficaria com Alvida, se o capitão não fizesse questão de interrogar-me, isso se Alvida realmente aparecesse.



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