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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Fim de Jogo

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MensagemAssunto: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptyQua 15 Jul 2020, 01:33

Relembrando a primeira mensagem :

Fim de Jogo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Gregory Ross. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptyQui 06 Ago 2020, 04:02


- E você acha que não sei disso? - Responderia prontamente às palavras da garota, retribuindo sua zombaria com uma pequena gargalhada enquanto massageava minha barriga em uma postura despreocupada. Mas apesar de minha aparente tranquilidade eu me sentia pego de surpresa com a malícia vinda daquele rostinho angelical. - Não estava esperando o troco... Só não queria interromper sua alegria. - Diria cruzando os braços tomando uma feição confiante em meu rosto. - É que você pegou a joia com tanta pressa que nem tive a oportunidade de dizer que minhas demandas ainda não acabaram... - E sorri amigavelmente, falando aquilo com uma expressão agradável. Nada disso é verdade e nem precisava ser, pois só estaria manipulando a narrativa em busca de convencê-la que ela que foi inocente ali. - Mas não se preocupa, só faltou uma coisa simples: Equipamentos portáteis de trabalhos químicos. Você sabe... Béquer, Funil, Erlenmeyer, coisas para eu fazer minhas misturas. - Traria a tona meu último pedido.

Se ela hesitasse ou se recusasse a me dar o kit de laboratório, seguiria adiante com minhas palavras ardilosas. - Ah, mas vai mesmo fazer uma desfeita com um potencial cliente fiel? Logo com o que te trouxe essa pedra maravilhosa e que pode trazer outras depois? - Lançaria a tentação em sua mente para fazê-la ceder e ficar aberta ao meu pedido.

Na hipótese de não conseguir persuadi-la apenas com palavras, insistiria com uma nova jogada. Suspiraria e então prosseguiria com mais algumas palavras - Você está desperdiçando uma oportunidade, mas tudo bem... Vou te dar uma última chance jogando em seus termos. - Vasculharia minhas coisas e então retiraria minha luneta quebrada e colocaria sobre a bancada. - Sugiro uma nova troca: Meu último pedido por isso. Está quebrado, mas dá para consertar fácil. E é um item legal que te trará a chance de observar de perto as belezas da natureza... Com isso teríamos um hobby em comum. - E concluiria minha oferta com uma piscadela.

Se nenhuma de minhas ideias surtisse efeito em convencer ela a me atender, desistiria de cabeça erguida. - Tudo bem, desisto. Mas saiba que você tem uma dívida comigo... Futuramente irei cobrar. - E então encostaria os lábios na ponta de dois dedos e em seguida "sopraria" um beijo em sua direção.

Enfim, tendo sucesso ou não em sair com minha demanda em mãos eu trataria de seguir adiante com meus preparativos. - Se não se importa, posso sentar aqui no canto para ler o livro? - Perguntaria para a moça enquanto já me adiantava para me sentar em um canto tranquilo do lugar para prestar atenção no conteúdo do livro. Se ela negasse meu pedido, me retiraria da loja para procurar algum espaço público para me sentar e começar minha leitura.

Aprendizado de Toxicologia

E então comecei a acompanhar as palavras da obra literária, anotando mentalmente os conceitos base daquela ciência. Eu estava sim buscando concluir a obra, mas como um bom estudante é claro que não me limitei apenas à passividade da leitura: A cada novo aprendizado deixava minha criatividade fluir para imaginar possibilidades de aplicação de meus conhecimentos usando aquelas novas informações. Usei um dos papeis para fazer rascunhos e mapas mentais assim como um artista pincelando uma tela em branco. Gastei tempo o bastante para ler todo o livro e depois disso revisei meus estudos e as páginas mais importantes a fim de fixar ainda mais aquela informação em minha memória.

Fim de aprendizado

Me espreguiçaria e daria alguns pulinhos para afastar o cansaço mental que o estudo pudesse ter me causado. - Muito bem... Vamos colocar a teoria em prática. - Externalizaria meu desejo por praticar de fato a toxicologia como um último estágio de meu aprendizado.

Assim eu trataria de fazer a mistura que eu almejava... Eu tinha frascos de quatro produtos químicos diferentes e meu objetivo seria chegar à tal substancia que só envenenava quando em contato com o sangue. Para isso eu formularia em um papel os cálculos das proporções de cada ingrediente para planejar como se daria a reação que eu desejava. Após a etapa de projeto eu começaria a mistura com cuidado. Caso estivesse com o kit de laboratório seria bem mais simples de se fazer, pois teria as graduações das vidrarias e o equipamento certo para manipular a mistura. Mas se não tivesse, improvisaria usando as tampas como unidade de medida e o frasco da substancia usada como solvente como o receptáculo da reação e, claro, tomaria o cuidado para fazer a mistura esticando meus braços e já pronto para desviar em caso de alguma explosão ou acidente. Vale acrescentar também que evitaria respirar diretamente o ar caso soubesse que aquela reação liberaria gases tóxicos, seguindo para um exaustor (Se eu estivesse na loja e nela tivesse um) ou um ambiente ventilado o qual eu me afastaria da substância durante a reação.

Ao fim de meu experimento eu banharia minhas kunais e minha shuriken no veneno, embebendo elas com aquela substancia tóxica para aumentar a letalidade de meus cortes. Ao fim desse processo eu lacraria o recipiente da mistura e o guardaria entre minhas coisas.

- Phew... - Ao fim desse trabalho eu me permitiria descansar sentado no chão. Com esse tempo ocioso eu me permitiria dar atenção à meus arredores.

- Vocês sabem que eu estou vendo vocês, certo? - Usaria meus poderes de médium para transmitir mentalmente essas palavras às três figuras que me vigiavam ocultas desde minha estadia na casa de Erick. Eram espíritos de crianças pálidas que me observavam com um olhar curioso. Ao ouvirem minhas palavras elas se entreolhavam assustadas e no fim apenas se fingiam de surdos torcendo para ser um engano. - Estou falando sério. Eu vejo os mortos. - Sorriria diante de suas atitudes.

- P-perdão... Nós só estávamos de passagem. - Um deles se explicava gaguejando e logo puxando os outros dois para longe.

Uma outra criança se desvencilhava das mãos do amigo e se aproximava de mim. Ele tinha um cabelo de cuia e um bucho que indicava que provavelmente tinha morrido de verminose. - Na verdade a gente ficou admirado com sua força... Aquela batalha contra o navio fantasma foi incrível... - Ele dizia, com grande timidez.

Soltaria mais um riso, maravilhado com essa situação. - Foi apenas um dia qualquer na vida de um pirata... - Retrucaria, passando uma pinta de aventureiro.

- P-pirata? Você não é um pescador, tio? - Com o susto ele arregalou os olhos, deixando uma linha de catarro escapar de uma das narinas.

- Isso é só um disfarce. Mas fique tranquilo... Como um morto você não tem o que temer. Apenas aproveite a chance de acompanhar de perto a história do Capitão Gregory Ross. - Lhe traria algum conforto.

- Gregory Ross? - Uma voz mais rouca e castigada pela idade se ergueria de algum lugar mais longínquo. - Eu conheço esse nome... - A figura desconhecida se aproximava, trajando uma roupa de pescador bem castigada pelo tempo. Certamente ele era um cara trabalhador quando em vida. - É o traidor responsável pela morte da frota que fiz parte em vida!

- Mais um dessa época dando as caras? Não é possível... - Ergueria as sobrancelhas e deixaria a mandíbula cair em surpresa. - Cara... Não se preocupa. Pretendo me redimir caçando os sujeitos que dizimaram vocês.

- REDIMIR?! Ter feito parte da mesma marinha que recrutou um salafrário que nem você me faz ter vergonha de ter entrado nesse grupo, seu covarde de uma figa. - Ele disse, bufando como um touro raivoso.

- Covarde não, esperto... Veja bem, quem está vivo hoje em dia? O covarde ou o honrado? - Cutucaria suas feridas.

- Mas-

- Epa - Interromperia sua replica.

- Seu...

- Lálálálálá... - Subiria o tom de minha "voz" para cobrir suas palavras.

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- PARA COM ESSA BADERNA AI, MEU IRMÃO! - Eis que nesse momento finalmente alguém conhecido dava as caras, elevando a voz e dando um tapa na coxa de forma barulhenta. Era [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], o eterno sobrevivente e maior monarca das terras de Shurima. Este estava acompanhado de [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.], o nativo da nação do Flamengo.

- Dante! Flamenguista! Então resolveram dar as caras, malditos? Se vocês tivessem aparecido antes poderiam ter me ajudado para caramba... - Diria, imaginando que eles poderiam ter me auxiliado no treino de haki ou me acordado antes de eu vagar sem rumo pela floresta.

Kabu pigarreou antes de dar sua resposta - Imaginei que seria melhor para sua evolução se superasse desafios por conta própria. - Ele já chegava me dando um sermão.

-É... Tem razão... - Não contestaria sua acusação, pois embora fosse frustrante não usar os fantasmas para obter vantagens a verdade era que eu tinha que perseguir a vontade forte que Alícia tanto destacou anteriormente.

Depois de um bom tempo encarando diversos pontos do ambiente durante minha conversação telepática com os fantasmas, seria hora de prosseguir meus afazeres. Com isso em mente me ergueria do chão e me dirigiria às ruas para seguir mais uma vez o rastro do fragmento de minha mão.

- Você pretende mesmo ir atrás deles? - Kabu Lozo perguntou, curioso com minha motivação.

- É a minha vontade... Mas não ainda não sei com toda a certeza se devo fazer isso agora, pois no mar eles estariam com vantagem. Estou achando que a melhor opção por enquanto seja segurar meus impulsos e caçar um outro alvo, deixando a Destruição Alva para depois.

Durante meu caminho até meu pedaço estaria atento à conversa de terceiros para quem sabe pescar fofocas ou acontecimentos locais recentes. Buscaria também ficar atento à sinais da presença de criminalidade e de atividades ocultas em meio ao ambiente urbano. Como um malandro experiente eu sabia notar indícios do submundo, seja pela presença de olheiros que anunciavam a movimentação da marinha para os comparsas, contrabandistas atraindo o público alvo, becos com atividades ilegais ou qualquer outra atividade duvidosa do cenário oculto das cidades. Procuraria por esses sinais para poder obter ideias de como chegar até o submundo do lugar.




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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptyQui 06 Ago 2020, 20:55



Fim de Jogo — 010

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A ruiva estreitou os olhos, no mínimo desconfiada, tentando ver através das palavras do akumado em busca da verdade ou da mentira. Por fim, preferiu aceitar a demanda do cliente e, após pegar os itens, o entregou tudo em outra sacolinha de papel. No fim, ainda estava no lucro, então era melhor do que arrumar confusão. Folgado como sempre, Gregory ainda pediu para sentar no canto da loja para ler o livro recém adquirido. Estreitando os olhos ainda mais, o que parecia ser impossível antes, a ruiva aceitou com um quase imperceptível balançar de cabeça e logo o estudo teve seu início.

O livro, como dito anteriormente, era relativamente fino, o bastante para um leitor ávido o ler em uma hora. Gregory, embora tenha um intelecto invejável e pudesse ter lido rapidamente, resolveu ir com mais calma, fazendo anotações e especulações, fixando bem o conteúdo antes de seguir adiante. A leitura durou pouco mais de duas horas e a releitura levou mais uma. Ainda assim, foi o suficiente para o pirata aprender bastante sobre a área, pois o livro era complexo e o autor fazia suposições e conexões, de forma trivial, que apenas a genialidade inata do pirata permitia-o compreender com o auxílio de suas anotações.

Após a leitura, Gregory se esticou um pouco e partiu para a prática, movendo-se até uma bancada vazia próxima onde pôde dispor as ferramentas adquiridas e começar todo o processo químico para a confecção de uma nova substância. A ruiva passava por ele ocasionalmente, carregando os mesmos livros para cá e para lá, observando-o atenciosamente.

Após uma de suas passadas, o pirata percebeu alguns espíritos e passou a conversar com eles. Acreditando piamente em tudo o que ouvia e via. Além dos garotos e dos três homens do seu passado, também viu o mesmo espírito que o auxiliou na busca dos componentes para o veneno. Parecia interessado no trabalho do pirata, com um orgulhoso sorriso no rosto. Seria este um químico em sua vida passada? Talvez um assassino?!

A conversa continuou, assim como o processo químico, e, devido ao conhecimento adquirido no livro, Gregory não demorou a notar que havia algo… estranho. O suposto veneno não tinha odor, não ardia e a sua cor era de um azul claro. Ao terminar a mistura, passou um pouco pela sua kunai e a lâmina dela adquiriu um brilho azulado, enquanto que no resto do corpo surgiu manchas e pontos de forma aleatória.

A ruiva voltava a passar ao seu lado, ainda segurando os mesmos livros da primeira vez, e sua curiosidade a fez comentar: — Luminol? Você é marinheiro, por acaso? Vai investigar algum crime? Nossasinhora! De quem é essa arma? Provavelmente de um assassino, dado o quanto de... o tanto que ela já foi usada! Não é? — Encheu-o de perguntas, animada após tanto tempo de observação muda. Se o pirata buscasse o espírito 'químico', veria-o ainda com um largo sorriso no rosto. Mas só então perceberia que não era um sorriso de orgulho, mas sim um sorriso de pura zombaria!

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptyQua 16 Dez 2020, 16:49


- Fico alegre que esteja tão interessada em minha pessoa. - Antes de mais nada, tratei de responder a moça. - Sou um pescador, mas estou sim investigando um certo criminoso. - Disse imaginando uma imagem sombria daquele que tomou posse do fragmento de minha mão.

Depois disso voltaria a focar em meu trabalho - Luminol, hein? - Disse, intrigado e coçando o meu queixo. Dei uma boa olhada na lamina azulada enquanto ponderava acerca de minha opções. - Não sei nem por que eu segui suas dicas... - Lancei um olhar de raiva em direção ao espírito zombeteiro, mas logo em seguida desmanchei minha expressão em curiosidade. - Mas isso não foi de todo ruim. Apesar de ter nocividade em caso de ingestão e de causar irritação de pele e olhos, Luminol não é o veneno que eu procuro. Mas com sua reação com o sangue certamente ele está bem próximo do que quero, só preciso modificá-lo para torná-lo mais letal. - A medida que desse asas à imaginação um singelo sorriso de orgulho se formaria em meu rosto, pois eu havia superado a sabotagem usando esperteza.

- Moça, preciso te pedir uma coisa... Meu trabalho aqui está quase concluído, mas percebi que preciso de mais alguns componentes. Acredito que com aquela Safira que te dei posso ter uma margem para pegar mais alguns frascos, certo? - Chamaria a atenção da vendedora para meu novo pedido. - Eu vou precisar de... - E então diria o nome dos componentes químicos que eu precisaria para a próxima etapa de meu projeto.

Caso ela negasse a compra usando os créditos que eu tinha pela joia preciosa, buscaria um novo meio de convencê-la - Vamos, não preciso de muito. Você pode até mesmo separar apenas o suficiente em um bequer. O que me diz? - Trabalharia em cima de opções mais confortáveis para ela. Se ainda assim meu pedido não fosse atendido, insistiria mais uma vez. - Tá bom, e que tal se eu te devolver uma parcela do que usei e produzi ao fim de tudo isso? Você sairia ganhando em cima de minha mão de obra. Que tal?

Se eu conseguisse as substancias necessárias, usaria meu equipamento para começar as modificações que eu almejo. Buscaria aproveitar a propriedade do luminol de interagir com sangues e órgãos e potencializar a nocividade dessa reação, para finalmente obter o que eu desejo: Um veneno que só intoxica em contato com a corrente sanguínea. Assim que obtivesse o produto final eu embeberia minhas kunais nele.

Ao fim da criação da substancia eu descartaria os rejeitos em algum lugar apropriado na bancada que eu estava usando ou simplesmente em algum canteiro vazio na rua. Depois disso buscaria lavar meu equipamento ali pela loja para poder guardá-los em minha mochila.

- Agora sim está terminado. Obrigado pelo apoio... Aliás, qual o seu nome mesmo? - Agora livre, dirigiria a palavra para a atendente para conhecer um pouco mais sobre ela e sobre o ambiente que eu me encontrava agora. - Rapaz... Achei que a guarda costeira daqui fosse extremamente rígida, mas parece que me enganei... Não só rolou uma invasão pirata e uma guerra, como eles nem estão presentes nesta parte da ilha mesmo após toda essa confusão, né? - Tentaria puxar esse assunto para ver se ela soltaria alguma informação interessante que me ajudasse a entender por quê diabos o navio da destruição alva estava nas proximidades. - Mas parece que você nem sentiu o efeito da guerra, seu negocio continua bem organizado. - Diria logo depois, como um elogio. - E você é bem malandra... Por acaso é uma pirata que invadiu a ilha mas decidiu abrir um negócio? - Questionaria em tom brincalhão, soltando uma gargalhada mas logo em seguida a encararia com a mão na bochecha deixando claro que aquilo era brincadeira apenas em parte.

Se naquela conversa não surgisse algo interessante para se trabalhar em cima, eu me despediria da vendedora para poder voltar às ruas. - Enfim, devo me apressar para ir embora. Queria ficar mas já tomei muito o seu tempo... Assim como não quero me enjoar de seu rosto bonito, não quero que enjoe da minha companhia. - Sairia da loja acenando em sua direção e então, uma vez do lado de fora, caminharia tranquilamente seguindo a sensação de onde meu fragmento estava. Queria confirmar se nesse tempo que passei na loja eles ainda estavam em alto mar ou se haviam atracado em algum ponto do litoral.




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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptyQua 16 Dez 2020, 19:44



Fim de Jogo — 011

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Gregory, embora pudesse ser considerado uma pessoa insana por ver fantasmas, ele tinha uma grande habilidade para o improviso e adaptação. O pirata pedia para a lojista mais alguns componentes necessários para a criação do seu veneno que o assistiria na busca da última parte da sua mão, a mulher parecia um pouco relutante em acreditar no total valor da safira, contudo Gregory acabava por a convencer.

A moça não tirava os olhos de cima de Gregory, vigiando-o com atenção até que ele acabou de criar o seu veneno. O ex-marinheiro perguntava o nome da garota - Gigi… - respondeu a garota. Gregory tinha algumas dúvidas que Gigi parecia não querer responder com total liberdade - O segredo é saber as reais intenções dos seus clientes. - Gigi, por de trás da sua bancada, carregava lentamente uma arma como forma de avisar Gregory - Neste mundo capitalista temos que aprender a tirar proveito de tudo.

Claramente a jovem não queria muita conversa, na realidade ela nem parecia gostar da presença de Gregory na sua loja. Contudo, ela não tomou nenhuma decisão precipitada, afinal o homem não havia cometido nenhum crime naquela loja. O pirata saia da loja e podia perceber que o sol começava a se pôr, em pouco tempo seria noite e algumas pessoas já andavam bêbadas pelas ruas, algumas indo para casa e outras indo para mais bares.

Seguindo a sensação da sua mão, Gregory era levado até ao porto onde o navio que havia visto anteriormente estava atracado. Parecia existir uma grande festa no navio e no porto, um enorme churrasco repleto de bebida, mulheres e piratas. A mão parecia se encontrar no interior do navio, porém para chegar nele precisaria de passar por muitos piratas, a maioria deles eram homens, mas existiam algumas mulheres piratas no porto. Parecia que duas tripulações piratas formavam uma aliança, onde os membros mais importantes de cada tripulação se encontrava no navio da Destruição Alva.

Gregory estava perto, porém longe o suficiente para não ser percebido pelas pessoas que festejavam. - BUSQUEM MAIS RUM, SEUS BASTARDOS! - gritava o líder da tripulação da Destruição Alva, ninguém mais ninguém menos que Zulyth. Ele ia até à borda do navio para ordenar os piratas e, nesse momento, Gregory conseguiu ver a peça que faltava presa num colar em forma de cela. A parte da sua mão parecia triste, como se fosse um passarinho engaiolado que um dia havia sido livre. Alguns piratas se levantavam e resmungavam baixo - Onde que a gente vai arrumar rum? Só deve ter nos bares do outro lado da ilha… Tsc…



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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptyQui 17 Dez 2020, 15:11


Seguindo o rastro do último fragmento acabei me deparando com um festim de piratas que me deixou bastante surpreso. É claro que piratas são despreocupados, mas como a marinha pode ser tão desleixada ao ponto de permitir que invasores festejem em seu território? Parece que eu havia superestimado a rigidez da vigília.

- Zulyth! Então você continua mesmo vivo, desgraçado! - Contive minha raiva crescente fechando bem os dentes e cerrando os punhos com tanta força que, se fosse possível, minhas unhas podiam até mesmo penetrar minha carne.

- É isso, rapaz. É sua chance. Seu inimigo está logo a frente com o último fragmento, basta avançar com toda a força. - Dante me incentivava a tomar a iniciativa.

- É o que desejo... - Afirmei, no ápice da minha ira. - ...Mas preciso esperar um pouco mais. - Respirei fundo e deixei que aquele sentimento se refletisse apenas em minha imaginação, criando cenários onde eu matava aquele velho das formas mais sangrentas possíveis.

- Tsc. Uma oportunidade assim não se descarta, estou te avisando. - O imperador disse, decepcionado.

- Essa batalha já começou, Dante. E eu estou vencendo. - Respondi, obstinado. Meu olhar estava fixo em meu alvo. - Enquanto bebem, eles nocauteiam e envenenam a si mesmos. Aprecio a gentileza, então deixarei que eles façam esse trabalho por mim. - E então desviei o olhar para lançar um sorriso para o samurai.

Mas enfim, vendo aquela festança regada a muito álcool eu podia muito bem só sentar e esperar eles se autossabotarem. Porém eu vi ali oportunidade de agir, pois ao estarem bêbados terão mais chances de falhar e é na falha deles que eu me fortaleço. - A demanda de bebida parece uma oportunidade para sabotar eles... Mas não posso simplesmente surgir com bebida. É melhor eu me infiltrar e me manter por perto para agir quando eles vacilarem. - Ponderaria enquanto já observava os arredores. - ...Acho que é hora de testar se isso funciona mesmo.

Fecharia os olhos e respiraria fundo enquanto embarcava profundamente em minha mente para resgatar a sensação nova criada por aquele novo sentido. - Haki! - Deixaria a onda sensorial ser transmitida para longe de meu corpo em direção as áreas que circundavam o festim, de preferência as que estivessem mais ocultas seja pela escuridão, por vegetação ou por qualquer obstáculo. Meu objetivo com isso seria encontrar algum daqueles piratas isolado para poder defini-lo como meu alvo.

Assim que encontrasse um bom alvo para um assassinato discreto, me reposicionaria me aproximando furtivamente ao tomar cuidado com o barulho de minha movimentação e também tirando proveito de obstáculos do cenário que me ocultassem. Ao estar perto o suficiente para tê-lo no campo de ação de minha Akuma no mi, desacoplaria minha mão direita deixando que ela se armasse com uma de minhas kunais de aço. Conduziria meu membro para o alto, deixando que ela se aproximasse pelo ar sobrevoando o sujeito. E então, num único movimento, a mão desceria com a ponta da kunai voltada para baixo usando tanto a aceleração do voo quanto da gravidade para aumentar ao máximo a sua velocidade. Com isso eu buscaria aplicar uma estocada forte e letal na cabeça do inimigo, visando um assassinato rápido no alvo desavisado. Caso notasse que a estocada não fosse o suficiente para executá-lo ou se ele conseguisse evitar o primeiro ataque, faria um dos dedos da mão flutuante se descolar e avançar no crânio para feri-lo ainda mais com um Shigan. Após efetuar seu ataque, a mão recolheria a kunai e voltaria até mim voando baixo pelo chão.

Se conseguisse um assassinato bem sucedido, deixaria a mão direita arrastar o corpo até mim. Tomaria o cadáver em meus braços e o levaria um pouco mais longe para poder tirar suas vestimentas e toma-las para mim. Com isso eu buscaria trajar uma roupa que me ajudasse a me misturar em meio a festança sem levantar maiores suspeitas. Dessa forma, uma vez que estivesse disfarçado eu me esgueiraria pelos arredores um pouco mais para adentrar na festa em um ponto diferente de onde ocorrera o assassinato. Inicialmente eu me manteria afastado dos grupos de pessoas, preferindo ficar isolado em algum canto mais escondido. Se encontrasse um copo largado por perto, o tomaria em mãos para ajudar a me misturar.

Na hipótese de não encontrar nenhuma janela de oportunidade para assassinar um descuidado, continuaria escondido em minha posição observando o desenrolar da festa enquanto aguardava eles ficarem gradativamente mais bêbados.


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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptyQui 17 Dez 2020, 22:10


Rever um velho inimigo fazia com que Gregory sentisse uma grande fúria, mesmo os seus fantasmas tentando guiar as suas escolhas, Gregory era um homem decidido e já tinha um plano em mente. Aproveitaroa a festa para que os corpos começassem a absorver o álcool e, assim, teriam mais dificuldades em enfrentrá-lo.

O pirata ativava a sua habilidade para tentar localizar um pirata isolado, demorava um pouco mas após dois minutos localizava três alvos isolados, contudo apenas um estava num local pouco iluminado. O pirata aliviava o seu corpo, mijando contra uma casa próxima ao porto - Piratas nojetos... - comentou o homem. Mal sabia ele que essas seriam as últimas palavras dele antes de Gregory o executar com um golpe limpo e indolor.

A mão de Gregory arrastava o corpo para ele e, após isso, o homem carregou o corpo até a um beco próximo e preparava para se trocar de roupas com ele. Enquanto trocava de roupas, o pirata percebeu que existia uma foto do homem que acabaca de ser assassinado com a sua mulher e a sua filha de uma idade aproximada de 5 anos. O beco tinha um cheiro forte a lixo e vômito, assim como dois enormes caixotes do lixo.

As vestimentas do homem tinham o mesmo padrão de cores que a bandeira da tripulação que não era do rival de Gregory. Elas tinham tons leves e detalhes em azul claro, para além de serem um pouco mais elegantes, parecia que todos os puratas menos importantes daquele bando usavam as mesma roupa, com diferenças muito grandes.

Gregory podia perceber que alguém se aproximava do beco onde ele estava, pelo barulho que ele fazia parecia ser um pirata muito bêbado - Carai mermão... Tem um rasto de... Sei lá que merda é essa... AI CARA TU TA BEM? - a qualquer momento o pirata chegaria no beco escuro onde Gregory estava.


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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptySex 18 Dez 2020, 01:31


O assassinato corria de forma rápida e eficaz com eu pegando aquele sujeito totalmente de surpresa. O fato dele ter roupas um tanto quanto bem cuidadas e suas últimas palavras serem um insulto àquela laia que o acompanhava me deixavam em duvida se ele era mesmo de um grupo pirata. Mas isso de pouco importava agora, eu apenas queria acabar logo com o joguinho de Zulyth.

- Pobres moças... Mas elas sabiam no que ele estava se metendo. - Pensei ao encontrar aquela fotografia. Guardei ela de volta na cueca do cadáver e então usei meus poderes sobrenaturais para recolher a alma de minha vitima.

Pouco depois surgia aquela voz de alguém se aproximando do beco. Parecia ser apenas mais algum bêbado, mas eu gostaria de evitar qualquer interação com ele ainda mais naquele cenário. Por isso eu teria que colocar em prática minha eloquência para persuadi-lo a sair dali ou ao menos me deixar quieto.

- Perai mermão! - Ergui a voz, atuando para transparecer um cansaço. - Esse rastro aí é a merda que escorreu de minha calça, amigo. E para piorar as hemorroidas estouraram, por isso a merda pastosa tá avermelhada. O negocio tá feio, irmão. Me dá um tempo para me aliviar aqui. - E a medida que eu falava um desespero crescente se refletiria em meu relato, dando mais credibilidade à minha enganação. Se ele insistisse em se aproximar, ergueria minha voz para tentar mais uma vez pará-lo - Qual foi mermão, deixa eu continuar com o que resta da minha dignidade! Não to querendo plateia não. - Diria com grosseria palavras que visassem deixar claro sua inconveniência.

Enquanto eu usava toda a minha lábia, estaria olhando nos arredores do beco em busca de algum compartimento nas paredes, caçambas de lixo, sacos, caixas ou qualquer lugar que eu pudesse ocultar o cadáver do sujeito. Se achasse algum lugar assim, trataria de esconder ele por lá antes que alguém acabasse chegando ali e me pegando de flagrante. Caso não houvessem esconderijos, desacoplaria minha mão direita e faria ela carregar o corpo para o telhado de uma das casas nos arredores para depois retornar ao seu devido lugar.

Assim que escondesse o corpo sairia do beco para enfim me posicionar mais próximo da festa em um ponto mais reservado e longe das multidões onde eu pudesse ter uma visão do que rolasse nos navios e no litoral. Essa espera só duraria um pouco mais, apenas por curiosidade para saber o que exatamente estava acontecendo entre aquelas duas tripulações.

Na hipótese de o sujeito não se deixar levar pela minha conversa e acabar entrando antes de eu esconder o corpo, eu não teria opção senão executá-lo também. Por isso sem hesitação alguma eu trataria de lançar uma onda de ataques cruéis em sua direção: Minha mão esquerda iria até meu pacote de shurikens e posicionaria três delas entre meus dedos para então arremessá-las no sujeito. Eu repetiria essa rajada de estrelas de aço várias vezes, alternando o alvo entre seu tórax e sua cabeça. Enquanto isso, minha mão direita se desacoplaria mais uma vez levando consigo a kunai de aço para seguir até o oponente em busca de aplicar estocadas em sua cabeça e pescoço enquanto ele tinha que se preocupar em se defender da chuva de shurikens que ele estaria recebendo.

Caso ele buscasse atacar a mão direita durante sua investida, interromperia o avanço momentaneamente para driblá-lo fazendo meu pedaço se reposicionar voando para longe do alcance inimigo. Após tal evasiva, a mão retomaria seu ataque.

Buscaria sempre me mover de forma a me manter longe do alcance inimigo, mas se ele conseguisse diminuir nossa distancia ou até mesmo usasse alguma forma de ataque a longa distancia eu teria que me defender. Nesse caso tentaria esquivar me reposicionando através de saltos em diagonal atrás de mim para assim evitar o ataque e ao mesmo tempo me afastar mais do inimigo. Para ataques de longa distancia, em especial, esquivaria de forma a me colocar atrás de algum obstáculo do cenário para assim conseguir uma cobertura para complementar minha defesa. Depois de toda evasiva buscaria retaliar retomando meus arremessos de shurikens em sua direção.


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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptySex 18 Dez 2020, 02:30



Fim de Jogo — 013

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Atuar, a antiga arte de mentir de uma forma socialmente aceite. Alguns eram mestres nesta perícia, outros buscavam alcançar a sua perfeição, mas independentemente da forma como era usada, a atuação na mão de um mestre faria a mentira se tornar a maior verdade do mundo. Gregory usava a ideia de nojo do ser humano com fezes para afastar o bêbado que se aproximava do beco - Relaxa cara… - disse o pirata com nojo - As melhoras para você, hien… - o homem se afastava lentamente - Nossa realmente cheirava a morto ali… Pobre alma. - disse o pirata indo embora.

O ninja procurava por um local onde pudesse esconder o cadáver e chegava à conclusão que a melhor escolha seria colocar o corpo na caçamba de lixo escondendo com alguns sacos do lixo que estavam no chão. Gregory então se aproximava da festa para tentar ver melhor o que acontecia e, prestando um pouco de atenção, podia perceber que aqueles que se vestiam de forma parecia a ele evitavam consumir muito álcool, focando-se mais em comer. Dentro do navio era um pouco mais difícil entender o que acontecia sem realmente se aproximar da festa.

Gregory estava num ponto pouco movimentado da festa, onde alguns piratas da Destruição alva já estavam adormecendo de tanto beber. O pirata conseguia escutar algumas conversas, a maioria não parecia interessante, contudo duas falas de conversas diferentes podiam chamar à atenção. - Esses piratas novatos querendo se juntar ao chefe… KAKAKKAKA bando de idiota, nem sabe o acordo que tá fechando. - dizia um dos piratas do rival de Gregory. Já a outra fala pertencia a um dos membros da outra tripulação - Quando que ela vai dar o sinal para a gente capturar ele? - dizia de forma impaciente. Ambos os que falavam estavam longe o suficiente para não se escutarem, porém perto o suficiente para Gregory escutar sem ser percebido.


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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptySex 18 Dez 2020, 15:51


- Meu amigo... Esse cara é mais burro e está mais ferrado do que imaginava... - Pontuei ao juntar todas as informações que obtive com aquele cenário onde apenas a tripulação da Destruição Alva estava embriagada. - ...É agora ou nunca. Mas antes devo tirar essa roupa, ela não será necessária. - Aparentemente aquele outro bando também queria acabar com Zulyth, então eu não precisava dar motivos para eles se tornarem meus inimigos também.

Com isso eu me afastaria dali para seguir a algum outro beco sem ser aquele onde havia arrastado o corpo. Uma vez sozinho eu retiraria as roupas e guardaria em minha mochila, assim ficando vestido com meu traje costumeiro.

Após isso eu iria finalmente me dirigir até a festa seguindo em direção à embarcação onde Zulyth se encontrava. Minha caminhada seria cambaleante o que, junto as minhas roupas simplórias e minha atitude confiante e desleixada, por sorte me faria me passar por um membro da tripulação ou ao menos um dos convidados da festa. O fato é que eu tentaria subir a bordo do navio, seja pela rampa de acesso, subindo alguma corda, subindo as correntes da ancora ou qualquer outro meio de entrada.

- Qual foi irmão, só to indo falar com o Capitão sobre as bebidas novas lá, relaxe. - Diria caso alguém tentasse barrar meu acesso.

Uma vez dentro do navio, daria uma boa olhada e estaria bem atento a qualquer palavra dita ali, pois informação nunca é demais. De qualquer forma, me aproximaria do Zulyth com um rosto amigável esbanjando a confiança e alegria de alguém que acabara de encontrar um velho amigo. Caso ele notasse minha presença ali e me dirigisse a palavra, continuaria no âmbito da enganação para deixá-lo ainda mais distraído. - Zulyth, meu camarada! Fiquei sabendo da festança e vim aproveitar! Gwahahahahaha! - Diria com um semblante confortável que não mostrava nem um pouco que eu era um intruso, muito pelo contrário. Era como se eu estivesse em casa e tivesse realmente encontrado algum conhecido  - Mas que mundo pequeno, rapaz! Quem diria que te encontraria logo aqui. - Essas falas e atuação visariam deixá-lo com a guarda baixa e mais aberto a ter minha presença ali, seja pelo medo de fazer desfeita com um velho amigo ou pelo fato de estar confuso com minha identidade. Caso ele não tratasse minha chegada com hostilidade, aliaria minha postura amigável com uma aproximação gradual que diminuiria nossa distancia até o ponto que eu estenderia a mão direita para ele apertar.

- O que é isso homem, não tá lembrado de mim? - Diria como forma de tentar traze-lo de volta à minha manipulação caso ele perdesse a paciência. Em sua presença teria o cuidado de deixar a mão esquerda no bolso para evitar que ele visse o vão e assim ligasse os pontos.

Meu objetivo com tudo isso seria diminuir nossa distancia para eu ficar na posição perfeita para o que eu planejava logo a seguir.

Se nesse meio tempo ele acabasse ficando hostil e lançasse alguma investida em minha direção eu buscaria sempre me reposicionar me movendo para o lado oposto a ele e, em caso de ataques direcionados a mim, eu contraria meu corpo de forma a tirar o ponto alvejado da mira de meu oponente.


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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptySex 18 Dez 2020, 21:12



Fim de Jogo — 014

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Gregory percebia que estava na hora de agir, os piratas de Zulyth já estavam embriagados e não apresentariam muita ameaça para ele. O ninja tirou o seu disfarce dos piratas da outra tripulação, talvez não quisesse ser questionado sobre onde tinha ido buscar aquelas roupas pelos membros da outra tripulação. Confiante e certo de sua decisão, Gregory se movia entre a festança e música que domminava aquele porto em direção ao navio da Destruição Alva - Alto. - disse um dos piratas que vigiava a entrada e saída do navio. Gregory usava todos os dentes que tinha na boca para mentir, o pirata parecia um pouco incerto sobre a legitimidade da mentira de Gregory, contudo ele acabou por deixar ele passar - Seja rápido.

O navio de Zulyth estava cheio de piratas, onde metade eram seus seguidores e metade eram seguidores da mulher que estava sentada com ele numa mesa improvisada com caixas e barris. A líder da outra tripulação era uma mulher que aparentava ter a mesma altura que Gregory, os seus cabelos eram negros como o carvão e usava um tapa-olho no lado direito, os seus seios eram relativamente acima da média, porém não tinham um tamanho exagerado e, por fim, ela tinha consigo uma katana - Estou feliz que tenha aceitado a minha proposta... - disse a mulher dando uma tragada no seu charuto - Sabe... O meu bando é grande, porém ainda não tivemos a sorte de ganhar destaque. Espero que ao usar a sua bandeira tenhamos sorte... - a mulher comentava de uma forma que apenas um manipulador de alto calibre como Gregory Ross poderia perceber que existia uma pegadinha por de trás das suas palavras.

Zulyth, por sua vez, ria enquanto bebida o seu rum - Já sabe. 70% dos seus ganhos devem ser entregues para nós. Porém devo admitir que admiro a sua coragem por decidir fechar uma parceria dessas numa ilha como Utopia. - o homem brincava com uma kunai feita com uma lâmina escura como a noite - Mas deu-me a sua palavra quando falou sobre ter comprado os marinheiros locais... Será bastante útil para nós, Alice. - os homens das duas tripulações estavam bem separados uns dos outros e pareciam estar todos sóbrios, estando vigilantes a todos os movimentos dos dois líderes. Gregory se aproximou e chamou a atenção de Zulyth, usando a sua atuação para enganar o pirata. Os piratas, de ambos os lados, imediatamente sacaram as suas armas, contudo Zulyth fez sinal para não agirem - Não lembro de ter tornado a minha festa pública... - disse Zulyth, num tom alerto.

A mulher pirata, Alice, fazia um sinal muito subtil para os seus homens que apenas Gregory foi capaz de captar, porém não entendia o seu significado - Amigo seu? - perguntou Alice para Zulyth - Não tenho muitos amigos. - respondeu Zulyth se levantando e apontando a kunai para Gregory, estando cerca de 5 metros de distância. Alice mantinha-se sentada, dando mais uma tragada no charuto que agora ia a meio - De onde que a gente se conhece mesmo? - perguntou Zulyth. Os seus homens pareciam estar preparados para lutar, já os de Alice haviam guardado as suas armas.



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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo - Página 3 EmptySab 19 Dez 2020, 18:33

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- Que afirmação triste de se fazer, Zulyth! - Disse como se tivesse impressionado por ele não me reconhecer e ainda dizer que não tem nenhum amigo. Toda aquela encenação era apenas para a criação daquele momento, com nós dois cara a cara. O posicionamento não era perfeito, mas deveria ser o suficiente. - Vou te mostrar algo para refrescar sua memória.

Minha mão direita iria até o pacote em minha coxa e uma vez lá remexeria seu conteúdo rapidamente, posicionando quatro shurikens entre os espaços de seus dedos. E então, num movimento repentino, a mão iria para trás e depois avançaria para enfim largar as estrelas de aço em um arremesso simultâneo em direção à barriga de Zulyth. Essa era a tome-lhe pipoco, uma técnica que visava alvejar o centro de gravidade do corpo do inimigo com uma massa de aço perfurante que podia até mesmo chegar a varar sua carne. Para ajudar ainda mais na precisão desse ataque, ativaria meu haki para saber qual seria sua evasiva e também entraria em ação um diferencial: Usando a informação obtida pelo haki, utilizaria a capacidade de voo do fragmento que jazia no colar de Zulyth para puxá-lo na direção da trajetória das shurikens arremessadas. Dessa forma ficaria mais difícil dele escapar.

Enquanto o primeiro ataque ocorria, já estaria preparando uma segunda ofensiva: Daria dois passos a frente enquanto ambas as minhas mãos se armariam com minhas kunais e começariam a girar diante de mim para criar uma hélice de vento cortante de dois metros de diâmetro que avançaria na direção de Zulyth e seus homens. - SAI DA FRENTE, SATANÁS! - Bradaria o nome de minha técnica assim que ela se iniciasse. Ainda me aproveitando do fato de meu pedaço estar no pescoço do velhote, tentaria fazer o pedaço voar até as costas carregando corrente para posicioná-la de forma a esganar Zulyth e ao mesmo tempo imobilizá-lo naquele ponto enquanto a hélice se aproximava.

Depois dessas duas investidas brutais conduziria as mãos de volta aos seus pontos e recuaria para trás para desengajar do alcance inimigo para analisar com calma o resultado de minha ações. Durante esse recuo, faria a mão esquerda fincar a kunai dela em meu peito para assim ela ficar livre para pegar shurikens e mandar algumas rajadas de estrelas de aço em direção aos inimigos que restavam em pé.

- ME RECONHECE AGORA, SEU MANÍACO BARRIGUDO?! - Passado o momento de maior foco na criação de minhas investidas, me permitiria provocá-lo deixando meu disfarce cair de vez. - Vim recuperar o que tomou de mim!

Inicialmente estaria buscando não envolver o outro bando na área de ação de meus ataques, a não ser que eles entrassem por conta própria ao tentarem se colocar entre mim e meu alvo.

E é claro que não seria imprudente quanto às defesas: Para evitar ser atingido eu aliaria um trabalho de pés que estaria constantemente me afastando do alcance inimigo com contrações corporais com o objetivo de sair da rota de encontro aos ataques. Para esquivas subsequentes e para ajudar ainda mais a me manter ileso eu estaria atento à possibilidade de eu estar prestes a ser atingido mesmo com a primeira camada de esquivas, nesse caso eu usaria meus poderes para repartir meu corpo no ponto alvejado para assim deixar o ataque passar direto enquanto eu me reposiciono longe do inimigo.

Em caso de atiradores e saraivada de balas, para dificultar a mira inimiga utilizaria de pulos recorrentes e aleatórios alternando entre saltos laterais e para as diagonais de minha retaguarda. Enquanto fazia isso tentaria me colocar atrás de algum obstáculo para ganhar cobertura, seja algum objeto do cenário, mastros ou até mesmo deixar que algum outro pirata ficasse entre mim e o atirador para cumprir esse papel. Se tratando de saltos, teria cuidado para não me chocar com paredes ou obstruções de caminho.

Se alguém tentasse agarrar eu ou algum de meus pedaços, deixaria um fragmento se separar como um rolha pressurizada de vinho ao aplicar um shigan no ponto vital mais próximo do indivíduo, seja cabeça, coração ou alguma artéria de seus braços. Aliado à essa retaliação, buscaria me desvencilhar ao me fragmentar em pedaços que deixaria um vazio no lugar do agarrão.

Por fim, vale acrescentar que eu deixaria meu haki transmitir as intenções de Zulyth a todo instante para eu ficar sabendo de qualquer artimanha que ele estivesse tramando.

Tome-lhe pipoco!:
 

• Sai da frente, satanás!:
 


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