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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Fim de Jogo

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MensagemAssunto: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptyQua 15 Jul 2020, 01:33

Fim de Jogo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) pirata Gregory Ross. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptyQua 15 Jul 2020, 02:31


Dizem que dormir é a melhor forma de consolidar o que aprendemos, incluindo habilidades motoras. Sendo assim dormir naquela cama chique era uma oportunidade de ouro para alguém com uma vida conturbada como a minha.

E meu corpo aproveitava sem moderação, onde mesmo com eu acordado ele instintivamente agia com preguiça retardando a vontade de iniciar meu dia. Para lutar contra a letargia me espreguicei e movi os braços pela cama para esfregar a pele pelos lençóis afim de sentir cócegas aconchegantes. E nisso, enquanto me perdia naquele conforto, comecei a relembrar os acontecimentos recentes.

Anteriormente...

Depois de superar o trauma causado pela sequencia de eventos trágicos que me acometeram, comecei a trabalhar para resgatar meus tripulantes que ficaram perdidos em alto mar. Após uma negociação delicada consegui a colaboração de um pescador para ir atrás de meu objetivo e não demorou para eu encontrar a primeira estranheza dessa exploração.

O lugar onde sentia ser a localização de minha mão perdida se tratava de um enorme navio do banco mundial. Ao invadir a embarcação me deparei com o cenário devastador e sangrento de uma chacina com os corpos dos tripulantes largados no chão do convés. No meio do lugar encontrei um envelope onde haviam apenas os dedos de minha mão esquerda e uma mensagem para mim:

Carta escreveu:
Bem vindo ao Jogo, Lâmina Fantasma. Estamos ansiosos para te ver agindo. Se quiser saber o que aconteceu apenas prossiga seguindo o que procura… É interessante sua persistência.

-Ass: Just Play My Game

E foi assim que fiquei sabendo que aquela busca seria mais conturbada do que eu esperava. E ali percebi que além daqueles dedos eu podia sentir mais dois pedaços da mão separadas em dois pontos diferentes.

Fui em direção ao primeiro pedaço e acabei caindo em uma emboscada armada por um lacaio do inimigo. Era um akumado que conseguia obstruir minha visão com névoa e criar fantoches para lutar em seu lugar. E, depois de algum esforço, consegui derrotar o adversário e recuperar mais essa parcela de minha mão.

Ainda faltava mais um fragmento, mas era fim do dia e precisava reabastecer a embarcação. Por isso decidi seguir de volta à ilha de Utopia e atraquei no porto particular de Erick Enriford, o único sobrevivente da matança do navio do banco mundial. Grato por ter sido resgatado, ao chegarmos ele me ensinou diversas coisas e ofereceu hospedagem em sua mansão.

Agora.

- Eu vou colocar um fim nesse seu joguinho, Just. Ah se vou... - Pensei, me irritando ao lembrar de sua mensagem. Tomando como base a assinatura na carta, eu ainda chamava o responsável por tal situação de "Just" da família "Play My Game".

Eu teria que continuar chamando ele por esse apelido, já que nem mesmo o capanga sabia seu nome. Mas ao interrogar esse lacaio eu tinha feito uma descoberta intrigante: O cara tinha partes metálicas e alegava que eu havia tomado para mim uma arma que era dele. Com isso eu pude definir minha principal suspeita, imaginando que se tratava de algum ciborgue da torre de Penumbra que almejava a Bara Bara no mi.

- A pergunta é... O shichibukai William Fish tem algum envolvimento nisso? - Levaria a mão até o rosto e engoliria em seco, me sentindo aflito só de imaginar em tal possibilidade. A torre era propriedade dele e no passado além de ter roubado a fruta do diabo eu havia feito uma bagunça e tanto por lá. - Espero que seja apenas esse tal de Just choramingando por eu ter roubado seu brinquedo.

Mas, claro, tudo isso era apenas uma hipótese levantada por mim. Para ter certeza do que se tratava esse jogo eu teria que ir por conta própria encontrar o último fragmento... Esse é o meu objetivo atual.

E por isso depois de tanta reflexão eu me apoiaria com os braços na cama e trataria de me levantar e pegar minhas coisas que havia deixado ali do lado. Se tivesse um banheiro no quarto daria uma passada por lá para higienizar meu corpo limpando os dentes com pasta ou simplesmente água e depois buscaria lavar o cabelo com produtos que pudesse encontrar por ali.

Enfim, cheiroso ou não eu sairia dos meus aposentos para passar a caminhar pelos corredores em busca de encontrar meu anfitrião. Era uma mansão enorme então se perder ali não era impossível, por isso trataria de lembrar o caminho feito na noite anterior para seguir até as áreas mais movimentadas do lugar.

Caso não encontrasse Erick por conta própria me aproximaria de algum empregado ou alma viva que avistasse em meu trajeto para pedir ajuda - Opa, bom dia meus compatriotas. Sabem onde posso encontrar o patrão? - Diria com voz alta o bastante para chegar a todos os ouvidos no recinto caso este tivesse mais que uma pessoa. Uma vez recebendo direções eu trataria de segui-las.

Na hipótese de eu chegar até o magnata, faria questão que ele me avistasse erguendo a mão na altura de minha cabeça em um discreto cumprimento amigável. Se ele estivesse livre para uma conversa eu me aproximaria e se não estivesse aguardaria até que ele desocupasse para então tomar seu tempo.

Tendo a oportunidade de trocar uma ideia com o cozinheiro, começaria uma conversa. - Cama boa danada, rapaz... - Diria enquanto massageava as costas, relembrando a suavidade daquela King Size. - ...Vim aqui antes de meu treino para ver se está disponível para conversar e me arranjar aquelas comidas boas que tu sabe fazer. - Diria com bom humor, transparecendo a tranquilidade que um bom descanso trazia para um homem.

Depois de introduzir a conversa trataria de compartilhar com ele mais algumas ideias que tinha - Cara, ver seu sucesso financeiro me inspirou. Vou fazer um investimento num mercado meio arriscado mas que promete ganhos altos: Caçada de procurados. - Diria com confiança, sem deixar a voz vacilar. Erick era um empreendedor nato e eu o invejava por isso, pois assim como toda pessoa eu tinha o desejo de ganhar dinheiro. E assim surgia esse plano em minha mente.

Mas se ocorresse de eu não conseguir achar Erick de jeito nenhum, trataria de seguir até o teatro para esperar a chegada de minha tutora de Haki.




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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptyQui 16 Jul 2020, 00:20



Fim de Jogo — 001

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Greg— Ou melhor, Willard Smith acordou cedo, apesar de ter dormido tarde. Um eco parecia reverberar em seus ouvidos, como um rugido, mas não ouvia nenhum som além do canto distante de alguns pássaros. Seria sua imaginação lhe pregando alguma peça?

As poucas horas de sono acentuaram ainda mais a sua preguiça e foi necessário longos minutos para que o akumado finalmente reunisse coragem para se levantar, abandonando o conforto daquela cama gigante e extremamente confortável. O lençol de cetim escorregou por seu corpo, quase como a carícia de uma amante, como se pedisse que ele permanecesse deitado mais um pouco. Contudo, o ninja tinha um pedaço de sua mão para achar e um inimigo para chutar a bunda, então a cama perdeu a batalha e logo Will estava no banheiro, se limpando.

Com o passar de alguns minutos o jovem saiu do grande quarto, parando por um momento no luxuoso corredor enquanto tentava recordar o caminho feito até ali. A janela do seu quarto estava coberta por grossas cortinas, mantendo o ambiente com uma luminosidade baixa e confortável. Ali, no entanto, as grandes janelas de vidro estavam com as cortinas abertas e amarradas nas laterais, permitindo que a luz alaranjada do sol entrasse sem resistência na mansão, indicando ainda ser o início da manhã.

Seus passos eram praticamente inaudíveis enquanto refazia o caminho do dia anterior, tanto por ser um ninja nato, quanto pelo carpete do local, abafando ainda mais suas passadas. Virou a esquerda, a direita, passou por uma porta de bronze, desceu um lance de escadas, seguiu por um longo corredor e… Será que essa estátua de corvo estava aqui ontem? E essa pintura de duas pessoas na praia… Ontem era um pescador e uma sereia, não?

Por sorte, seu olfato captou um aroma doce e o pirata o seguiu, não mais perdido. A cozinha era ali próximo e não demorou até Will passar pelas portas de vai e vem, vendo Erick por ali. — Bom dia! Dormiu bem? — Perguntou, acenando de volta de forma similar, embora com uma faca na mão. — Claro, claro, estou livre sim! Quer dizer... — Gesticulando para sua área de trabalho, a qual consistia de um fogão, uma tábua de corte, alguns legumes, temperos e duas frigideiras, concluiu: — Estou terminando de preparar o desjejum, mas podemos conversar sim.

Ouviria as falas de Willard, se este quisesse adiantar alguma coisa, ou focaria no preparo dos alimentos caso contrário. Alguns minutos depois Erick o conduziu até o aposento ao lado da cozinha, com uma mesa de mogno comprida e duas dúzias de cadeiras com encosto alto dispostas ao redor. O lustre pendendo do teto, apesar de apagado no momento, era simplesmente deslumbrante, todo de cristal! Erick, obviamente, sentou-se na cabeceira e fez sinal para que o navegador se sentasse ao seu lado. Nos pratos haviam ovos, presunto, bacon, um pouco de atum e uma salada crua, mas regada com azeite e bem temperada. Também havia uma cumbuca com sopa para cada e um copo de mármore para beberem chá, além da chaleira cheia para poderem se servirem à vontade. O gosto estava supimpa!

Ao comentar sobre ser caçador de recompensas, Erick se engasgava, quase cuspindo parte do atum que estava em sua boca. Após se recompor e limpar sua boca com um lenço de extrema qualidade, comentou: — Olha, admiro sua coragem, você sabe. Mas caçar criminosos não é uma tarefa… recomendável. Não há como saber do que eles são capazes! — Afirmou, mal sabendo que havia um infiltrado ao seu lado neste exato momento.

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptyQui 16 Jul 2020, 01:31


A mansão é maior do que imaginei sendo comparável a uma cidade particular. Mas, por sorte, a fragrância da boa comida surgia para me dar uma luz e me guiar pelo caminho certo. Como um navegador eu apreciava a beleza de uma boa viagem, mas tinha que admitir o valor que culinária tinha em dar cores para os momentos bons da vida.

Encontrei o rapaz e decidi esperar por aquela refeição, focado em não me deixar babar só de me imaginar saciando minha fome com tanta fartura. Quando estávamos na mesa me permiti revelar meus novos objetivos de forma despreocupada, tanto que até me assustei com a reação do cozinheiro.

Deixando o espanto se desfazer do meu rosto eu me adiantaria para tomar meu lugar à mesa. - O que é isso rapaz, tem tão pouca fé em minha capacidade? - O responderia e logo soltaria um riso fraco, agindo com bom humor mas me abalando por tal pessimismo. - Relaxa... Como um homem vivido eu sei bem como eles pensam. - Diria enquanto pegava num prato uma poção de cada tipo de carne servida. Tinha que me segurar para manter a seriedade, pois falar isso quando eu mesmo sou um pirata é um tanto quanto engraçado. - Eu tenho que encontrar alguma utilidade para tudo que aprendi com você recentemente. Mesmo que diga que não te devo nada, eu vou compensar de alguma maneira... E, veja só, caçando um delinquente eu acabo com um potencial risco para sua empresa. Conveniente, não? - Inflexível, continuaria a argumentar para provar o quão bom aquele investimento seria.

Continuaria a encher o estômago a medida que a conversa se desenrolasse, usando de qualquer bebida ao alcance para ajudar a comida a descer quando entalasse em minha garganta.

- E vou logo te dizendo... Pretendo ter um pontapé inicial ousado nessa carreira. Vou atrás de algum vagabundo que valha no mínimo uns cem milhões. - Se apenas a ideia de seguir o rastro de um criminoso já era preocupante, imagine ter que ir atrás de alguém de tamanha periculosidade. Mesmo com tal agravante meu rosto estaria com uma expressão confiante, estampando um sorriso largo e nenhum indicio de rugas de preocupação. - Vai dar certo, homem. - Tentaria o inspirar a deixar o receio de lado.

- De inicio eu preciso definir meu alvo... Por um acaso você recebeu a última edição do jornal? Pode ser que eu encontre boas informações nele. - Questionaria antes de pegar mais uma poção de comida em meu prato para prosseguir com minha alimentação.

Caso ele me arranjasse a papelada do noticiário, passaria o olhar pelas manchetes e pelas notícias relacionadas à ilha. Assim buscaria me informar e talvez encontrar algum possível candidato a ser minha presa.




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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptyQui 16 Jul 2020, 23:26



Fim de Jogo — 002

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A comida era consumida ao decorrer da conversa, com Erick saboreando cada garfada enquanto Willard precisava emborcar chá vez ou outra em sua boca para desentalar as grandes porções de comida que tentava engolir de uma só vez, apenas para tentar mais uma vez. A conversa, por sua vez, fluiu de uma forma mais equilibrada entre os dois homens.

Claro que não! Veja... — Ele pensava um pouco, buscando a melhor forma de explicar sua ideia: — Apenas acredito que haja formas mais seguras de você prosperar. — O ricaço fazia pouco caso sobre a dívida do pirata, apenas gesticulando para que ele esquecesse aquilo, mas acabava por concordar com a sua ideia. — De fato, quanto mais segura a ilha se tornar, melhor para mim.

Com a ideia ousada do ajudante de pescador, Erick dava uma alta gargalhada, sendo possível ver a comida ainda mal mastigada em sua boca. — Você é inacreditável! — Brincava, ainda rindo. — Um procurado com uma recompensa tão alta já deixou de ser vagabundo a muito tempo! — Afirmou, surpreso com a atitude do outro. Ou melhor, incrédulo, com o sorriso ainda no rosto, mas meneando a cabeça em negação.

Após Will perguntar sobre o jornal, Erick se esticou por sobre a mesa e pegou um pequeno sino dourado, badalando-o algumas vezes. Não demorou para que um empregado surgisse e o pedido fosse repassado, com o empregado partindo em busca do item solicitado. — Eu dei uma lida em algumas partes, principalmente na parte que remete a Utopia. — Informou, silenciando-se brevemente para saborear um pouco de chá. — Um Comodoro foi alocado a ilha e há boatos de que um Vice-Almirante venha para cá também. Se eu fosse um procurado, já teria partido a dias. Então imagino que seja difícil encontrar um "vagabundo" desses por aqui. — Brincou, utilizando o mesmo termo que Willard havia utilizado para se referir a um temido supernova. Não demorou para que o empregado retornasse e entregasse o jornal à Willard, com os cartazes de procurados dentro do mesmo, partindo mais uma vez para deixar os homens a sós.

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptySex 17 Jul 2020, 23:07


Ao ouvir aquelas informações preliminares sobre a chegada de um vice-almirante tive que lutar mais uma vez para conter os sentimentos do pirata que se escondia por trás de meu disfarce. Dessa vez nada de risos e sim uma crescente aflição pesando sobre o meu peito. Por fora eu mantive uma postura tranquila, mas diante do nervosismo o corpo involuntariamente deixava algumas gotas de suor brotarem em minha testa. - O calor do forno tá chegando até aqui. Qualidade impressionante. - Tentei disfarçar esse pequeno detalhe enquanto afastava o medo de minha mente.

- Será difícil, mas não impossível. Eles só estão entocados, assim como insetos. O que pretendo fazer é praticamente um serviço de dedetização bem remunerado. - Foi o que respondi à sua última observação, tendo em mente que eu tinha experiência o suficiente nesse meio para achar esses esconderijos. O engraçado é que tal comentário se aplicava a mim mesmo, mas ele não precisaria saber disso.

- Agora deixa eu dar uma olhada nisso aqui. - E peguei os jornais para começar a ler. Logo de cara a manchete principal saltou aos meus olhos. O trabalho de corsários no mundo atual não é tão aceito pelo governo e o convite para tal posto acaba por ser bem burocrático, então quatro vagas de uma vez só é um evento e tanto.

Apesar da noticia sobre Shichibukais ser capaz de agitar meu coração, após a leitura deixei ela de lado e pulei para as manchetes da ilha. Lá pude confirmar o que Erick me disse e também encontrar um nome conhecido entre o texto.

- Ei, eu conheço esse Calros. Ele tava naquela festa na praia que te falei antes. - Diria para o cozinheiro, mostrando o texto e apontando o trecho o qual me referia. - Joguei truco com ele. O cara pode ser bom em salvar pessoas, mas é um freguês na mesa de bar! - E gargalharia, relembrando minha vitória em cima dele.

Por fim começaria a analisar os cartazes de procurado que acompanhavam aquela papelada. Separaria àqueles que valiam mais que cem milhões e passaria algum tempo decorando seus nomes e rostos a fim de reconhecê-los caso surjam rastros de algum deles em minha futura caçada. Trataria também de dar uma olhada no meu próprio cartaz, apenas para saber como andava a minha fama. Ao fim da análise guardaria apenas os papeis separados em minhas coisas.

Caso encontrasse o cartaz de Elsa Volkerball ali eu logo arregalaria os olhos ao descobrir quem ela realmente é. Trataria de ocultá-lo novamente entre os outros cartazes e então amoleceria em minha cadeira passando algum tempo digerindo uma informação tão chocante. - Trezentos milhões!? - Pegaria um chá com a mão trêmula e tomaria um gole, confiando na crença popular que isso serve para relaxar. Caso fosse perguntado o motivo de minha reação, me endireitaria na cadeira e retomaria minha analise - Ah não, nada não. É que ela me lembra minha mãe.

Concluiria o café da manhã ao colocar uma poção de comida em minha fralda de pano para então enrolar ela e assim improvisar uma marmita. Com isso a guardaria na mochila para servir como uma refeição de emergência.

- Erick, tenho que ir ver Alícia. Já deve ter dado dez e meia. - Depois da cena nada educada de eu preparando minha marmita naquele pedaço de pano eu me ergueria da cadeira e limparia a boca em qualquer pano que avistasse ali pela mesa. - Posso tocar o sininho para chamar um empregado seu para me guiar? Caso contrário vou me perder nessa cidade que você chama de casa.

Caso ele permitisse que eu chamasse o criado pessoalmente eu tentaria tocar o sino de um modo diferenciado: Com as badaladas do sino buscaria tocar a melodia da música "Deixa acontecer", esta que eu havia ouvido a pouco tempo atrás no churrascão. - Deixa acontecer NA-TU-RAL-MEN-TE... - E apontaria para o empregado, para Erick e para os fantasmas em volta, deixando eles prosseguirem caso conhecessem a musica. - Eu não quero ver você choraaaar - E sairia da sala cantarolando trazendo o empregado comigo. - Ei, me leva até onde a Alícia está. Acho que ela deve estar no teatro. - E só então explicaria para o criado por que ele havia sido chamado deixando que os fantasmas prosseguissem cantando o resto da música.

Mas se Erick tocasse o sino por conta própria eu deixaria que ele explicasse para o empregado o que ele deveria fazer. - Eu acho que ela deve estar no teatro... Ou vocês viram ela em outro canto? - E seguiria procurando por ela pela mansão me guiando através do criado.

De uma forma ou de outra assim que encontrasse a professora eu trataria de apressar meus passos para me aproximar dela com um sorriso amigável. - Bom dia, D'Eilicia. - Já começaria meus flertes fazendo uma brincadeira com a pronúncia de seu nome. - ...Que prazer ver sua beleza renovada por uma boa noite de sono. - E ficaria em silêncio por um momento enquanto me distraia admirando sua aparência sensual.

- Ah, sim! - Então despertaria do meu transe para explicar minha visita. - Você disse que estaria disponível por volta desse horário, certo? Pois bem... Sei que é chato pedir isso em nosso segundo encontro, mas você pode me mostrar como dominar o Haki da observação? - E assim incomodaria ela com tal pedido.




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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptySab 18 Jul 2020, 22:49



Fim de Jogo — 003

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Do-do forno? Não, eu nem o liguei! — Foi a vez do cozinheiro ficar apreensivo, indo até a cozinha checar se o forno estava realmente desligado, farejando o ar em busca do odor de algo queimando. Após um minuto Erick retornou, passando seu lenço na testa ao se sentar. — Ufa, tudo seguro! — Bem, no fim, o pirata havia conseguido tirar de si a atenção do outro, vitória.

Willard passou a ler o jornal enquanto o ricaço terminava a sua refeição, mastigando lentamente, sem pressa. Entre os cartazes havia o da revolucionária Elsa Volkerbäll, com sua recompensa exorbitante de 300 milhões. Willard arregalou os olhos em surpresa e Erick notou sua reação, embora não soubesse o motivo e não tenha perguntado, apenas tomando mais um gole do seu chá. Também notou quando seu hóspede pegou o resto do café da manhã e o enrolou em um paninho, abrindo um sorriso bobo com a atitude, mas novamente sem comentar sobre.

Cidade? Oras, você que deve ter um péssimo senso de direção! — Reclamou, embora ainda bem humorado. — Mas pode chamar sim, fique a vontade.

*Blem blem blem blem-blem blem-blem-blem blem-blem-blem*

Começou com sua melodia, despertando um olhar curioso do outro homem. Assim como antes, não demorou até o empregado retornar, também com um olhar curioso no rosto. Foi nesse momento que Willar começou: — Deixa acontecer NA-TU-RAL-MEN-TE... — Seu foco era tanto que até mesmo deu uns passinhos simulando uma dança, no ritmo da música. A expressão do empregado era única de incredulidade. Erick, por outro lá, ria ao mesmo tempo que meneava a cabeça, sem conseguir acreditar no que via.

Pescador e funcionário partiram, deixando o dono da mansão para trás, ainda em risos. Will foi guiado até onde pediu e, com uma leve mesura, o funcionário voltou… a seu posto? Para o lugar onde deveria estar! A porta do local estava entreaberta e, lá dentro, a mulher estava sentada, sozinha, com seu decote tão generoso quanto no dia anterior, lendo algum livro. Willard se aproximou sem cerimônia e já começou com suas cantadas — ou quase isso. — Dobroye utro. Ainda falta uma hora para o horário combinado, difícil ver alguém tão empolgado a ponto de vir estudar mais cedo. — Afirmou, ouvindo as próximas palavras do pirata. A mulher de sotaque estranho o escrutinou por algum tempo, fechando seu livro e dizendo simplesmente: — Não.

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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptyDom 19 Jul 2020, 02:28


- Não? - Perguntei com uma voz calma, me sentindo abatido por sua recusa. Embora tal sentimento tentasse me deixar para baixo a vontade de treinar ainda me empolgava a ter forças para contestá-la  - Mas por quê? Se for por eu ter chegado cedo posso esperar até o momento certo. - E então aguardaria sua explicação.

Se o motivo fosse algo contestável e não um imprevisto que surgiu para ela de última hora eu continuaria a tentar convencê-la. - Eu sei que você está passando por um momento difícil... Surgir pedindo para aprender algo nesse momento pode parecer egoísmo, mas é só um meio de te apoiar. Me dá chance de mostrar que me ensinar pode ser divertido, assim como foi ontem. - E então buscaria ser eloquente e lançar algumas palavras para persuadi-la.

Caso ela prosseguisse me negando ou se seu motivo para rejeitar a proposta fosse alguma outra ocupação eu teria que complementar minha lábia com algo mais. - Poxa... - Meu ombros se projetariam a frente e minhas sobrancelhas se ergueriam deixando que eu assumisse uma fisionomia de tristeza. Com isso buscaria usar a arma que ela me ensinou na noite anterior: Atuação. - ...Como vou encontrar outra professora tão boa quanto você? - Bajularia ela com o pesar presente em minha voz.  - Queria te ajudar a se entreter, sabe? - E por fim tocaria na sua ferida. Eu sabia que ela tinha feito uma cirurgia recente, então talvez ela estivesse precisando espairecer a mente.

Na hipótese de ela ter se recusado a me ajudar por conta de algum problema ou tarefa pendente, eu interromperia meus discursos persuasivos para oferecer ajuda. - Eu posso ajudar? Assim você fica livre para me ensinar depois. - Seriam minhas palavras.

Mas se Alícia continuasse inflexível em sua resposta eu teria que planejar uma outra opção de tutor. Nesse caso eu começaria questionando ela sobre isso - É triste, mas você conhece alguém que possa me ensinar em seu lugar? - Diria, buscando um plano alternativo.




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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptyDom 19 Jul 2020, 10:46



Fim de Jogo — 004

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A negativa foi um baque para o pirata, que ainda assim tentou insistir para conseguir aquilo que queria. — Se a questão fosse o horário, eu pediria para você voltar mais tarde, não acha? — A pronúncia arrastada das palavras servia para tornar aquela mulher ainda mais exótica. Inflexível, ela se levantou e rebolou até a entrada, abrindo a porta mais um pouco e dando a deixa para o pirata se retirar.

Will ainda tentou persuadi-la mais um pouco, sem sequer receber uma resposta da morena. Contudo, quando estava prestes a passar pela porta, a mulher fechou-a com força, impedindo seu avanço. — Haki é um poder que está adormecido em todas as criaturas do mundo... — Começou a explicar, encarando o pirata com seus lindos olhos azuis. — Mas muitos sequer sabem disso, porque lhe faltam vontade! — Desta vez, a mulher gingou até uma mesa, agraciando pela segunda vez seu pupilo com aquela visão. Colocou seu livro sobre a mesa e volveu seus pés na direção de Will, cruzando seus braços por baixo de seu incrível busto e encarando-o novamente.

Você já despertou seu haki, imagino, mas sua vontade ainda é fraca! Você não pode duvidar, pois a dúvida enfraquecerá sua vontade e, consequentemente, seu haki! — E, com isso, terminava o primeiro ensinamento de muitos que se seguiriam até o pirata compreender aquela nova habilidade.

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Última edição por GM.Noskire em Seg 20 Jul 2020, 22:24, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: Fim de Jogo   Fim de Jogo EmptySeg 20 Jul 2020, 02:00


O treinamento tinha um começo tão sutil que eu nem suspeitei que aquilo poderia ser um tipo de provação. Ao ouvir as palavras de minha professora me senti constrangido por não notar suas intenções, mas também estava aliviado em ver que ela não desistiu de mim.

Treino de Haki da Observação

Pelo visto sua tutoria começaria tratando de assuntos abstratos e filosóficos envolvendo minhas motivações. Após sentir uma pontada de vergonha com seu comentário eu logo tratei de revidar - Com todo o respeito, mas eu não acho minha vontade fraca. Atualmente estou fanático em concluir uma vingança e, além disso, quando estou perto de você fico cheio de vontades... - Disse sorridente, retribuindo sua critica com uma provocação.

- Além de fraca, genérica... Quantos homens por aí não possuem essas mesmas vontades? - Descruzou os braços e delicadamente levou uma mão até sua bochecha, ocultando traços de desdém formados em seu rosto.

Nesse momento meu coração palpitou tanto pela sua aparência atrativa quanto pela irritação que aquela situação me causou. Estava passando a me sentir ofendido, mas sentia a necessidade de me explicar - Não, não... Eu me diferencio desses. Não sigo dogmas extremistas. Sou o que chamam de uma metamorfose ambulante... Me adapto para seguir sempre as escolhas inteligentes, pois essa é a melhor forma de se sobreviver no mundo real. - E com isso a revolta servia de combustível para eu escolher as palavras que descreviam com mais proximidade o meu jeito de enxergar a vida.

Ela me encarou por um momento sem esboçar qualquer surpresa, mas pelo menos não vi sinais de desprezo em sua face. - Não é o que eu esperava... Mas deve servir. - Ela se sentou antes de prosseguir com qualquer novo ensinamento e pediu que eu fizesse o mesmo. Sendo assim peguei um lugar ao lado dela na mesa.

Com isso nossa conversa continuou, dessa vez ela recapitulou os detalhes que eu já conhecia sobre o Haki. Depois dessa revisão ela introduziu novos conceitos para me ajudar a entender tal habilidade por completo.

- O haki da observação nada mais é do que um sexto sentido. Para dominá-lo você precisa praticar, assim como um bebê precisa treinar a visão para desenvolver noção de profundidade, luminosidade e outros aspectos. Basta usar e logo se tornará tão natural quanto a visão de um adulto. - Essa era sua última explicação antes de se erguer para aparentemente seguir para uma próxima etapa de treinamento. - Me diga, Willard, em que circunstâncias você o despertou?

- Foi em meio a uma batalha onde minha visão estava limitada tanto por um nevoeiro denso quanto por uma cúpula de sombras... - Respondi prontamente.

- Pois bem, você vai simular tais condições agora... - Ela olhou ao redor procurando por algo. Por fim pegou um pano de cima da mesa e entregou para mim. -  Vende seus olhos e deixe a imaginação fluir. Repita seu estado mental naquele momento e tente usar o Haki.

E assim vendei os olhos e passei a tentar encontrar algum meio de replicar aquele estranho meio de enxergar auras. Mas era impossível, pois por mais que eu tentasse procurar em minha mente e corpo tal ideia é inconcebível.

- Foco. - Pude ouvir Alícia passar a página de seu livro enquanto eu quebrava a cabeça para usar o mantra.

- Não estou conseguindo. E mesmo vendado eu me distraio com você, pois até seu perfume é atraente. - E soltei um sorriso malandro.

- Isso só prova que você ainda está se apegando demais aos sentidos comuns. Se quer tanto assim seguir meu rastro, use isso como uma vantagem... Tente me localizar usando apenas haki. - E nesse momento senti uma pancada leve na cabeça, dado pela empunhadura de alguma coisa que ela carregava. - Apenas haki, entendeu?

Assenti com certo nervosismo e deixei a mente se espairecer e se afastar daquele ambiente. Passei um bom tempo assim até que estava começando a perseguir o conceito de aura de seres vivos e intenções de pensamentos de terceiros. Foi então que de repente...

"PLAFT!" - Um estalo surgiu repentinamente seguido de uma dor ardente em meu braço esquerdo me fazendo reflexivamente me erguer da cadeira - AI! AI! O QUE É ISSO?! - E logo mais um estalo me trazendo dor na perna esquerda.

- Uma motivação para sua tarefa. - E como explicação só tive isso, o que só serviu para aumentar meu desespero.

- Como assim? Você não queria que eu focasse? Isso não vai apenas atrapalhar? - Disse enquanto focava no som do chicote cortando o ar para tentar evitar ser atingido.

- Pelo contrário... O corpo trabalha melhor quando pressionado pelo perigo. - Respondeu e logo encaixou mais uma chicotada em meu ombro. Nesse momento podia ouvir pela primeira vez sair dela algo que lembrava um riso.

E assim continuei a tentar usar o sexto sentido enquanto me mantinha constantemente em uma busca por esquivar às cegas e aguentar as dores das chicotadas que me atingiam.

- Mesmo cego está conseguindo evitar mais chicotadas do que imaginei... - Ela disse, me alegrando momentaneamente com essa observação. - ...Não gostei. É sinal que ainda está se apoiando em seus outros sentidos. Então voltou à estaca zero? - As chicotadas pararam por um momento e só de ouvir sua voz eu podia distinguir sua irritação.

- Não! Não! Eu não estava... - Tentei me justificar mas logo percebi que só de dar uma resposta eu já provaria que estava dando atenção à minha audição. - Quer dizer... Disse algo? Estava distraído usando Haki para enxergar a bela silhueta de sua aura... - Disse com certo nervosismo.

- Próximo estágio do treino: Supere minha punição. - E então ouvi o estalar do chicote sendo esticando violentamente em suas mãos.

Engoli em seco e logo de cara ouvi o som que antecedia um de seus golpes. - Ela deve ter mirado o rosto... - Imaginei, considerando que seria o lugar mais perigoso e doloroso para se receber uma chicotada. E foi então que senti uma onda de choque percorrer todo o meu corpo e quase me nocautear nesse processo... Tal sentimento se desencadeava de encontro entre seu chicote e a região de minha virilha. Essa chicotada durava apenas uma fração de segundos, mas era o suficiente para me abalar por completo.

- Levanta. Não deixa o corpo esfriar. Quanto mais estresse, melhor. - Ela comentava, cruelmente.

Quase chorando me pus de pé novamente e decidi me esforçar ao máximo para obter resultados e assim acabar com aquela sessão de tortura. Traumatizado, foquei em defender minha parte preciosa e, como resultado, o reflexo do restante do corpo era comprometido... Nessa situação só o haki poderia me salvar.

E assim passei mais um bom tempo praticando de maneira extrema até conseguir entender a ativação do haki. E assim com esse novo sentido pelo menos tive como sair inteiro dessa sessão dolorosa de aprendizado.

Por fim, após essa parte mais exaustiva do treino, me dispus a ouvi-la mais uma vez, ficando sob os seus cuidados até o momento que ela julgasse necessário.

Fim de treino

Ao fim da aula tiraria a venda e me permitiria desabar deitado de costas no chão para retomar o fôlego. Nesse momento não poderia deixar de relembrar as palavras de Erick ao descrever as chicotadas de Alícia.

Flashback escreveu:
- Ela é bastante rígida com aprendizado e tem o “Chicote da disciplina” ela usa ele pra incentivar alunos como eu a realmente aprender… Claro ela não usa isso com alunos normais, só com os como nós já meio “Calejados”.

- "Chicote da disciplina"... "Não usa com alunos normais"... Não sei se me sinto traumatizado ou feliz por ser reconhecido por ela como um aluno digno. - E com um sorriso triste no rosto massagearia todos os pontos que havia sido chicoteado. - Ainda bem que ela tá se recuperando de uma cirurgia, senão seria pior ainda.

Com isso então levantaria para trocar mais algumas palavras com a moça. - Foi bom pra você como foi para mim? - Diria encostado perto dela, levando em meu rosto o incômodo do cansaço e das dores o que deixaria essa pergunta inevitavelmente engraçada. - Estou brincando, hahaha. Bom, acho que devo ir agora... Diria que foi um encontro e tanto, não acha? - Daria um tempo para ela responder, buscando tirar uma casquinha de constrangimento daquele rostinho bonito. - O próximo será o terceiro encontro... Sabem o que dizem do terceiro, né? - Após ditar essas palavras meus lábios se encurtariam num sorriso bobo.




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Última edição por Wander em Ter 21 Jul 2020, 04:58, editado 1 vez(es)
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