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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 As Raízes do Vigilante Lucífugo

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AutorMensagem
ADM.Tidus
Duque Azul
Duque Azul
ADM.Tidus

Créditos : 59
Warn : As Raízes do Vigilante Lucífugo - Página 2 10010
Masculino Data de inscrição : 10/06/2011
Idade : 27
Localização : 1ª Rota - Karakui

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MensagemAssunto: As Raízes do Vigilante Lucífugo   As Raízes do Vigilante Lucífugo - Página 2 Empty8th Julho 2020, 12:21 pm

Relembrando a primeira mensagem :

As Raízes do Vigilante Lucífugo

Aqui ocorrerá a aventura do(a) revolucionário Hisoka Kurayami. A qual não possui narrador definido.


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AutorMensagem
Hisoka
Revolucionário
Revolucionário


Data de inscrição : 15/06/2017

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MensagemAssunto: Re: As Raízes do Vigilante Lucífugo   As Raízes do Vigilante Lucífugo - Página 2 Empty6th Setembro 2020, 5:01 pm



As Raízes do Vigilante Lucífugo

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Post 05


O ingresso em território inimigo não tardou a ser interrompido pelo surgimento de duas figuras. Um homem e uma mulher, ambos com características aborígenes bem marcantes, e fascinantes aos olhos do arqueólogo, cujas sobrancelhas arquearam sutilmente em surpresa. Por sorte, como já contava o historiador de antemão, a abordagem não fora agressiva. Aceitaram conversar, principalmente após ouvirem o epíteto dos extraordinários monólitos, os quais eles conheciam como Pohegrut.

O coração palpitou diante da aproximação daquele que tragava um cachimbo, cujo teor suscitou um preguear de rosto por parte de Hisoka. Ainda que com certa aflição e de preocupação a apertar o peito, o Revolucionário acatou com o requerimento dos Sahale e permitiu que fosse amarrado pacificamente. – Obrigado pela oportunidade. – Disse, fitando o homem fleumaticamente enquanto sentia o cipó apertar-lhe os pulsos.

A caminhada floresta adentro foi tranquila. Os Sahale honraram sua palavra e levaram o major até seu território em segurança. Pouco a pouco, aquela inquietante sensação álgida no estômago esvaía, até sentir-se tão confortável ao ponto de poder desfrutar da qualidade cultural que aquele local carregava, como os totens dispostos à entrada, estruturas sagradas que são como talismãs para as tribos, de forma que cada uma atrela um simbolismo próprio as suas mais variadas figuras, ou aos instrumentos que gritavam sob o céu, ritmando a coreográfica dança orquestrada por alguns aldeões, ou, até mesmo, as diferenças de vestes e adornos entre os nativos – aqueles que carregavam Hisoka eram prováveis guerreiros de elite. Tudo era muito encantador, um sonho vívido de qualquer historiador que se preze.

Então, quando enfim cessaram o trajeto, Hisoka não teve dúvidas: aquele a sua frente, com um imenso cocar, o maior que ele vira até ali, certamente era o líder da tribo; Wahkan; como disseram há pouco. O Revolucionário não evitou a troca de olhares, ainda que a presença dele fosse, de certa forma, calorosa. Fitava-o sem rancor; a expressão limpa, bastante serena, como quem quisesse demonstrar não estar ali em guerra, porém, sem temê-lo. Ele expressou uma frase em idioma nativo, que Hisoka não reconhecera, mas que julgou ser alguma espécie de reverência ao líder, já que identificou o nome dele e da tribo. De esguelha, viu todos ao seu redor de joelhos, saudando-no. Sentiu uma pressão em suas costas, como se estivesse sendo julgado, como se esperassem que ele fizesse o mesmo; e fez, apesar de não impôr tanto ímpeto no gesto. Descaiu lentamente e postou-se com um joelho apenas. Não era um homem de notável orgulho e arrogância, tampouco ao ponto de ignorar trejeitos de uma cultura e não respeitá-los, principalmente na situação em que estava; queria, ao máximo, evitar centelhas na relação. – Muito prazer, Chefe Wahkan. Sou conhecido como O Professor, major do Exército Revolucionário. – Reapresentou-se, ratificando com um movimento singelo da cabeça. – Assim como informei aos guerreiros, vim em paz. Aliás, paz para nós. Temos informações que apontam para uma aliança entre os caçadores e a marinha. Pretendem dominar Cactus Island e, bem, isso implicaria em dominar todo o território, incluindo o vosso. – Seu tom definhou ao fim do comentário, pesaroso, buscando demonstrar o quão terrível era a consequência da união adversária. – Nós, Revolucionários, prezamos pela paz e respeito, e sempre lutamos em prol dos desfavorecidos. E não temos dúvida do quanto vocês seriam desfavorecidos diante da aliança inimiga. – Nesse ponto, não parecia falar somente com o líder. Virava o pescoço lá e cá sentença a sentença, tentando angariar a confiança de todos os presentes. – Sei que são um povo poderoso, mas não queremos correr o risco de pôr tudo a perder, e há chances disso ocorrer se lutarmos isolados. Somos mais fortes juntos. Sempre seremos. – Pôs-se de pé novamente, dando uma breve pausa. Parecia pensar bem nas palavras que diria a seguir. – Não quero utilizar a segurança de vocês como moeda de troca. Não vim aqui para isso. – A cabeça balançou sutilmente em negação. – Em troca de vosso apoio, tenho algo valioso, uma relíquia ancestral. Pohegrut. – De voz forçada, empenhou-se para imitar a pronúncia devidamente. – Encontrei uma dessas pedras sagradas há pouco tempo. Ainda não a estudei, mas sou um especialista nesses monólitos, consigo decifrá-los. Prometo fazê-lo assim que revertemos essa situação, juntos. – Apertou as próprias mãos à frente do tronco, num gesto de aliança. – O que me diz, chefe Wahkan? – Sua mandíbula apertou, realçando os zigomáticos. Agora, tinha os olhos fixos no líder dos Sahale. Poderia ganhar a convicção de todos ali, mas, no fim das contas, era a dele que valeria.


Histórico:
 

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Kekzy
Tenente
Tenente
Kekzy

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MensagemAssunto: Re: As Raízes do Vigilante Lucífugo   As Raízes do Vigilante Lucífugo - Página 2 Empty15th Setembro 2020, 8:27 am


Narração


[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Enquanto expunha as suas razões e tentava salvar a sua pele, o arqueólogo conseguia chamar a atenção do Chefe Wahkan, o qual batia o seu cajado no chão para fazer imperar o silêncio, após diversos murmúrios começaram aqui e ali à menção do Pohegrut. Apesar de não entender a linguagem indígena, os guerreiros pareciam entender a da civilização comum, traduzindo a fala do revolucionário após ele falar. Como sabia que estavam reproduzindo exatamente o que havia dito? Não sabia! Confiar neles parecia a sua única escolha.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]E, da mesma forma que os guerreiros traduziam o que O Professor dizia, eles também continuavam a informá-lo com as decisões do chefe — Net lustu gorod! Pervy Pohegrut! - a voz do Wahkan ressoava em tom imperativo e Hisoka sentia uma pressão pesar sobre o seu ombro e seus olhos quase revirarem junto ao estômago. Não conseguia ver, mas uma espécie de esfera vermelha havia se expandido por todo o local, envolvendo a vila. Por um momento, faltou-lhe ar e seu corpo balançou para frente, mas manteve a consciência, com algum esforço.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Apesar disso, os guerreiros ao seu lado pareciam bem, não tendo sido afetados por aquele estranho fenômeno. Hisoka já havia escutado sobre aquilo no passado, ainda que vagamente... o que era essa pressão esmagadora vindo do Búfalo Negro?! Essa era a... a vontade do Rei?! — Ele, nós, não confiamos nos "civilizados" e tampouco em você. Primeiro o Poneglyph... e é melhor aceitar, pois o chefe não está para brincadeira e odeia ser enganado - o guerreiro falava — Se você tem informações... é bom mostrar um indício de sua boa-fé, ou essa história acaba aqui - a guerreira complementava; e Kurayami sentia uma mão que não era de Haruko afagar os seus cabelos, apertando-os e puxando-os para erguer a sua cabeça — Fique firme, se você não resistir a isso não vale a pena tê-lo aqui como aliado - comentava a mulher, colocando algo frio a tocar o pescoço do prisioneiro.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]O Chefe de Sahale erguia a sua mão, fazendo a sensação de aço frio se afastar do pescoço de Hisoka — Modéstia - dizia, em uma língua que o arqueólogo conseguia compreender — Está pedindo para tratar-os bem enquanto estiver aqui, pois é nosso convidado, ainda que não confiemos em você, daremos um voto de confiança, uma chance. E apenas uma - a guerreira dizia, em muito mais palavras que o cacique, soltando os cabelos de Kurayami, com um pouco mais de violência que o necessário, fazendo sua cabeça balança para trás e para frente.

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]Seus cabelos escuros encontravam-se desgrenhados e caindo em frente ao rosto, enquanto sustentava o olhar no Chefe Sahale. Era difícil manter o olhar, pois os olhos que o encaravam de volta eram olhos repletos de dignidade, que emanavam um ar intimidador apenas por repousarem sobre ele. O que seguiria, dependeria da resposta do revolucionário, mas o Imperador dizia — Bem.. bien... bem-viendo a Sahale - levantava um dedo, indicando para Hisoka se erguer, oportunidade em que teria de tomar sua decisão! Dar ou não dar informações sobre o Pohegrut? Há pouco estava com uma lâmina no pescoço; era uma posição difícil de se negociar!

Off

First Quest: Conquistando o interesse do Chefe Sahale Wahkan, o Búfalo Negro ✓
Second Quest: Conquistando a confiança dos Sahale [1/10]
Third Quest: Rumo aos Tesouros!

Hidden Quest: ??


Acrescenta ao seu histórico pra cê não esquecer:

- Atualizar a relação com a NPC Haruko;



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Hisoka
Revolucionário
Revolucionário
Hisoka

Créditos : 37
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Masculino Data de inscrição : 15/06/2017

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MensagemAssunto: Re: As Raízes do Vigilante Lucífugo   As Raízes do Vigilante Lucífugo - Página 2 Empty15th Setembro 2020, 4:32 pm



As Raízes do Vigilante Lucífugo

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Post 06


Às costas, Hisoka ouvia os murmúrios que afloraram após o termo Pohegrut ter sido mencionado. Ao que parecia, não era uma relíquia de saber elitista; todos os nativos aparentavam conhecer muito bem os monólitos, ou, ao menos, a importância deles. Foi necessário que o chefe Wahkan interrompesse o bulício, convocando o silêncio outra vez ao recinto, isso pouco antes de tornar a expressar outra frase na língua aborígene, desta vez pouquíssimo compreendida pelo arqueólogo, que esboçou um franzir de cenho, logo desmanchado pelo fenômeno que o assolou em seguida.

Isso porque a sentença não veio só. Junto dela, uma forte onda de pressão, que pareceu assolar o historiador de dentro para fora. O quê!? Sentiu um fervoroso rebuliço que iniciou no estômago subir à cabeça, balançando-a como se tivesse sido colocado dentro de uma betoneira. A vertigem tomou conta da vista, que girou, abalando as pernas a titubearem; era como se sua alma estivesse sendo retirada de seu corpo. Não sabe como, nem o porquê, mas conseguiu se manter desperto; em questão de instantes, as panturrilhas e coxas tornearam, e seu vigor o segurou a tempo, impedindo-o de ceder àquela poderosa influência. Isso é... A força de um rei, de um conquistador. Já havia ouvido falar, mas nunca havia sentido na pele.

A voz do guerreiro invadiu sua audição em meio a um intenso zumbido. Era vaga, como se ele estivesse a longos metros, e não a pouco centímetros. Embora consciente, Hisoka estava visivelmente desnorteado, de olhar perdido, focado no chão a tiritar, e de respiração pesada, a suar frio. Sequer conseguia erguer a cabeça por conta própria, precisando ser – nada gentilmente – auxiliado pela amazona que o acompanhara. Trocou olhares com o chefe outra vez, e toda aquela pressão de outrora retornou, fazendo-o engolir em seco; os lábios tremiam e os dentes rangiam uns contra os outros. O rosto do líder Wahkan parecia um grande borrão. Não conseguia encará-lo, era quase como se sua própria mente quisesse convencê-lo a desviar o olhar. Não! Mas Hisoka não cedia. O maxilar cessou, cingindo contra a mandíbula, exibindo os zigomáticos indômitos. À face, as pálpebras apertaram e a glabela crispou, de veias a saltarem às têmporas vagamente cobertas pelos fiapos soltos das madeixas desgranhadas. Se fruto de sua própria irrefreada força de vontade, ou da iminência da morte gerada pelo álgido gume da guerreira a sua nuca, não sabia; mas ali estava, firme e forte.

– É tudo que preciso. – Retrucou ao comentário da mulher, numa espécie de agradecimento à chance dada. Talvez ela não tenha gostado, levando em conta a força que largou sua cabeça. Hisoka resmungou com uma expressão de desconforto, pondo-se de pé logo depois, seguindo a instrução do chefe. – Obrigado. – Disse, levando os fios soltos que caíam sobre a face para trás com a mão, que serviu como um pente improvisado. A mesma mão, então, deslizou pelo corpo e se perdeu num bolso, de onde retirou um papel dobrado às pressas; era o papel no qual transcrevera os hieróglifos da mansão de Troy. O segurou entre o indicador e médio, hasteando na altura de sua boca. – Aqui está. Não pude carregar o Poneglyph inteiro, mas consegui transcrevê-lo. – Começou a desdobrar a escritura, até estendê-la por completa, amparando-a com ambas as mãos, com os símbolos de frente para Wahkan. Ele certamente os reconheceria. – Podemos começar agora. – Enunciou, de olhar firme a fitar o líder Sahale.

Tendo sua sugestão atendida, Hisoka afirmaria com a cabeça, inspirando e expirando profundamente antes de sentar-se no chão, de pernas cruzadas. O papel com os hieróglifos estaria aberto adiante, onde os olhos já dançariam sobre as inscrições a trabalharem. À mente, lampejos de momentos que tivera com sua mãe, onde recordava-se das aulas em que ela compartilhava os conhecimentos que obtivera em Ohara acerca dos Poneglyph¹. A maior parte delas eram dadas na cama, instantes antes de dormir. Ele se lembrava de todas, sem exceções. Então, símbolo a símbolo, analisaria aquele documento sagrado, montando uma espécie de quebra-cabeças. Ora ou outra, discutiria os achados com o chefe e com os guerreiros, se ali eles permanecessem, para que o ajudassem se tivessem alguma contribuição.


¹ Apesar do personagem já ter os requisitos para a leitura dos Poneglyph – arqueólogo com perícia criptografia, achei pertinente e interessante contextualizar o porquê dele ter essa habilidade, indo além da mera posse do ofício e perícia; é, também, para dar continuidade a mesma menção que já fora feita em algumas outras ocasiões passadas.


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