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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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 Enuma Elish

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MensagemAssunto: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptyDom 05 Jul 2020, 14:45

Relembrando a primeira mensagem :

Enuma Elish

Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheira Alipheese Fateburn. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptySex 24 Jul 2020, 01:23


Aqui no mar
Ninguém nos segue, nem nos persegue pra nos fritar.


Apesar de ser algo possívelmente contraprodutivo, pareceu certo que eu mostrasse a minha forma real, por mais idealista que pareça da minha parte, conquistas com base na mentira não parecem certas e se a ideia é que eventualmente seja possível uma aliança, será também necessário que os laços entre os mares aconteça de forma diferente a como é atualmente e para isso coragem era necessária, força mas em principal a gentileza e a paciência. O vendo ter uma reação como a que outros tiveram apenas respirei profundamente fechando os olhos por um pequeno tempo antes de abrir e o olhar, eu não acreditava que devia temer do momento em que não fizesse de nenhum mal. - Sim, nós duas viemos do mar azul e não… Não somos invasoras.- Eu teria dito antes de dar uma pausa, era provável que apenas isso não fosse o suficiente por mais sincera que eu fosse.

-  Eu definitivamente não vim com nenhum objetivo ruim em mente… Na verdade muito do que  eu vi foi o quanto  o povo do céu foi machucado e o quanto ainda sofre...- Dei uma pequena pausa para respirar antes que continuasse a falar -E eu quero ajudar, minhas mãos, diferentes das suas são pequenas, há apenas uma quantidade de coisas que eu consigo fazer com elas.- Eu teria então mostrado-lhe a minha mão a erguendo para que ele pudesse ver.

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Então teria lhe dado um sorriso,o mais bonito que eu pudesse enquanto lhe diria - É por isso, que eu quero conhecer mais, tanto sobre vocês assim como eu posso ajudar com o problema que outros habitantes de onde eu venho causaram, e é por isso que eu achei importante mostrar de onde vim. Comentei de maneira pura, mostrando minhas reais intenções e deixando ali florescer o que eu tinha de melhor para mostrar, que era o meu coração.

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Coube a mim, acreditar que agir da maneira certa com Minos o teria feito não fechar-se por minha origem afinal, do ponto em que se levasse a origem ou aparências como mais importante do que indole, do que ações, seria muito difícil de obter qualquer avanço significativo.


Era um pouco engraçado de certo modo ver como a reação dele se deu, pela percepção que ele teve sobre Jibril mas, provavelmente se ele a conhecesse poderia ver que ela era muito mais legal do que eu ou… Talvez eu pensasse dessa forma por admirar ela de diversas maneiras mas, pensar muito sobre o assunto não me levaria a lugar nenhum e com isso, prestei atenção em suas respostas, era importante que eu entendesse, o coração da população e a  quem seguiriam era tão importante quanto entender a quem eles seguem. Apolis e Thanatos pareciam pessoas bem únicas e talvez, fosse melhor primeiro conseguir a graça de Apoilis, antes de pensar em falar  com seu irmão, alguém que gosta de fazer experimentos, provavelmente seria muito bom para conversar sobre o que eu converso de melhor que é sobre o meu oficio.

Eu entenderia o fato de ele achar que mais testes poderiam ser necessários, dada a minha origem e por isso eu teria lhe dito - Tudo bem, se o teste puder fazer com que seja mais fácil de confiar em mim, eu posso fazer outro teste.- Eu teria dito por um momento desviando o olhar pro chão antes de voltar a o olhar, cruzando as pernas, e novamente depositando minha mão por cima, ajustando a minha postura. Era um pouco triste de ouvir a resposta negativa mas, ao mesmo tempo começaram a encaixar melhor as peças e era possível entender melhor toda a situação.


- De onde eu venho, sou considerada uma Heroína pelo povo Minos, eu quero  continuar a ser, independente de onde eu esteja...-  Respirei  por um momento, dando um ar mais leve ao tom do que eu falaria a seguir - Onde quer que eu vá, eu sou incapaz de fechar meus olhos e seguir o meu dia, sabendo que eu posso ajudar  e pelo que você me disse, há um caminho muito claro para isso.- Comentei em resposta a ele, onde ouvi sobre Quiron, encaixando junto a tudo o que eu sabia, tentando usar da lógica para o complementar -Talvez… Eles a sigam e façam isso, porque esperam que independente da índole, alguém possa se livrar de Magnos? E esse é o seu jeito de tentar salvar o seu lar?- Levei uma das mãos ao queixo, enquanto pensava e ouviria claro, não só as respostas como as próprias conclusões de Minos.


Eu estava cheia de ideias na verdade e não havia porque apressar as coisas, tinha muita coisa que eu ainda queria perguntar mas, era justo que eu lhe cedesse a vez, talvez isso o ajudasse a entender melhor com quem esta lidando. - E você tem algo que queira saber? Assim como você podem haver coisas que eu não saberei ou poderei responder mas, é justo que eu te dê esse espaço também, certo?-  Eu talvez não fosse a melhor das pessoas para se ter uma conversa casual, já que eu tenho áreas de interesse um pouco específicas mas, quando tratava-se de uma missão, de algum modo eu conseguia me manter bem focada e parecia até mesmo uma pessoa normal conversando. Eu não tinha exatamente pressa e não acho que demonstrar alguma seria positivo, conforme a conversa pudesse seguir, eu veria que rumo tomar, ainda haviam os outros testes que ele queria aplicar também, que eu não fazia ideia do que seriam… Provavelmente seria um dia longo mas… Não era ruim.

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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptySab 25 Jul 2020, 13:56




- MUMUMUMU, VOCÊ É MESMO CORAJOSA EM ACEITAR, ENTÃO UMA VEZ POR SEMANA VOCÊ TERÁ DE VIR AQUI SER TESTADA. - Se Alip se atentasse talvez conseguisse perceber que ele estava começando a desvirtuar o propósito dos testes em uma desculpa parecida como: "venha me visitar uma vez por semana".

>><<

A conversa, ou melhor dizendo, o relato da situação local feito por Minos havia chego ao fim, ponto onde, ao menos de um dos lados da história a jovem havia aprendido os fatos. Minos era alguém que até este momento se havia mostrado como simples de se entender, de modo que era  realmente possível crer que suas palavras não seriam de uma história inventada, mas sim de algo que ele acreditava como verídico e real.

- Talvez seja assim, já que todos os outros que vieram antes não podiam estar o mais longe possível disso. - A experiência dele com os humanos afinal era bastante limitada a criminosos e assim mesmo que as palavras de Alip dissessem quem ela realmente era para o touro ainda restava descrença, pois as ações de centenas ainda lhe pesavam mais do que as palavras de uma, mesmo uma de quem estava disposto a ouvir

Ao ouvir o levantamento de hipóteses feito pá alva ele imediatamente começava a negar com a cabeça. - Magnos derrotou aos 4. - Foram suas únicas palavras, provavelmente queria através delas salientar apenas a grande quantidade de poder que o dito deus possuía. - E os únicos fortes guerreiros que sobraram nos céus além dos meus mestres estão do lado dele.


- Sim, há… mas… acho que deveríamos ir ver o Mestre Apolis. Acho que é um bom momento para ir vê-lo, ele deve estar voltando. Mas... - Ele virou o rosto para o quarto. - Acho que não dá de deixar ela ali. Boa sorte. - Vou arrumar as armadilhas, não tentem ir além sem mim. - Ele levanta-se, por enquanto havia decidido confiar na alva, mesmo que ainda sem acreditar no completo peso de suas palavras e havia decidido guia-la até seu mestre após reconfigurar as armadilhas que por elas haviam sido destruídas.


>><<

Jibril estava sentada de costas para a porta do quarto na ponta de uma cama muito alta, todos os móveis do quarto, assim como a cama eram feitos de pedra e havia um pouco de palha sobre a mesma, além de é claro um forte cheiro bovino. Em ganchos na parede haviam outros daquelas "saias" de couro que Minos vestia. - 25 minutos. - Jibril diria ao sentir a presença de Alip, sua voz ainda dura.


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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptySab 25 Jul 2020, 22:03


Quando estavamos juntas, dizia o coração, com o seu amor.

A ideia de ir lá de vez em quando, não me era ruim apesar de eu não saber quanto tempo levaria para conseguir avançar em minha missão, em meu coração eu sabia que o mais rápido teria sido o melhor mas, corações não se curam tão rapidamente de feridas e reconstruir tanto a cidade, como também devolver a população a esperança, a coragem e a força, não eram coisas que viriam sem muito trabalho duro. Concordei acenando com a cabeça, eu esperava que com o resolver das coisas, não houvesse mais a necessidade do isolamento, como é hoje.

Ouvir aquilo de certo modo, quando ele contou sobre os guerreiros, era um pouco dolorido de se pensar, já que a ideia de proteger a um tirano  enquanto a população sofre, não me parecia nem um pouco certo. Uma pergunta havia me vindo, uma que imediatamente quando me vi, já estava a sair pelos lábios. - Você acha que eles o seguem por medo?- Na realidade a minha pergunta tratava-se muito de como era a moral, se seguiam o poder, se era o único caminho que os deixaria viver, se realmente confiavam em Magnos, tudo isso talvez ditasse como seria caso a mudança de poderes fosse acontecer.

Tendo ou não a sua resposta o responderia enfim - Tudo bem,  estaremos esperando por você.- Teria dito com um sorriso, antes de fechar os olhos e respirar fundo indo em direção a porta, senti como se cada passo me pesasse muito para ser dado, porque de fato não foi fácil, até que delicadamente eu teria aberto a porta e a recepção dela, fácilmente se veria na maneira como a dor era expressa pela minha feição.

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Eu demorei? Eu deveria ter vindo imediatamente? Eu realmente não soube se o que eu fiz foi certo ou errado, ainda um pouco lenta em minha maneira de transmitir minhas emoções para palavras eu a teria dito - Eu agi errado em te dar espaço para pensar?- Era uma pergunta honesta, não era impedante ou nada do tipo, e independente de sua resposta eu apenas teria dito. - Perdão.- No fim, não havia muito mais com palavras que eu pudesse fazer, tentei respirar fundo  para que pudesse talvez oferecer um caminho, ainda escorada na  porta, a menos que ela tivesse me falado para me aproximar. - Eu não sei o que fazer, isso tem me machucado há muito tempo.. Explicar melhor a situação dentro do que eu consigo lembrar ajudaria? Eu me calar?- Eu teria sugerido diversos caminhos e em qualquer momento em que ela exigisse o meu silêncio, seria inevitável não o fazer e ouvir.

Dado um certo tempo, se fosse coerente dizer eu o teria feito - Você me ensinou como amar, como ser amada, e você é acima de tudo quem eu mais amo nesse mundo, mesmo que você me odeie, isso não vai mudar...- Diferente de um combate ou de uma situação em que provavelmente minha mente estaria a milhão, a verdade era a única coisa que talvez me libertaria, não havia mais de um caminho, se fosse uma punição aquilo que me pudesse voltar o seu sorriso, eu  a teria aceitado, eu só realmente queria poder seguir em frente, sabendo que poderiamos se rfelizes juntas.

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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptySeg 27 Jul 2020, 12:08





- Acho, muuu, que não. Magnos não é do tipo que deixaria vivos aqueles que o seguem por medo. - Isso dizia nas entrelinhas muito do tipo de pessoa que aquele regente era, e também dava a entender que dificilmente seria possível recrutar maiores forças se fosse necessário tomar atitudes mais extremas contra Magnus. - Mas tão pouco ele confia neles para resolver os problemas… Se não eles estariam vagando pelo labirinto a nossa procura.

>><<

Conforme se aproximava da porta era quase como se a própria pulsasse junto com cada batida do seu coração. Assim que a porta abria a primeira coisa que ouvia parecia-se muito com uma repreensão, mas uma dificil de entender, pois afinal Jibril havia partido a ignorando e agora cobrava o tempo que Alip havia demorado para procurá-la.

A confusão de Alip era entendível, mas as palavras ditas por Jibril também eram, quero dizer, elas reforçaram o fato de que ninguém, nem mesmo uma mulher é capaz de entender o que se passa na cabeça de uma/outra mulher. Piada cliche.

Todavia a pergunta ficava sem resposta, pois Jibril fazia questão de manter o silêncio tenso enquanto sentava rija de costas retas e braços cruzados olhando para qualquer coisa exceto Alip. Sem conseguir entendê-la a pequena apenas pedia mais uma vez por seu perdão enquanto encostava a porta atrás de si.

Se aproximava do Anjo que amava enquanto continuava a tentar entender o que devia fazer, o que Jibril queria? O que esperava que ela fizesse? O que sentia. - Faça o que quiser, já foi isso que você fez não foi? - As palavras haviam vindo secas, cheias de lâminas e acidez. - Não foi? Afinal se apaixonou por outra sem me envolver, decidiu que queria ter nós duas sem me consultar. Se você tem feito só o que quer sem me envolver é só continuar fazendo, tem dado super certo pelo que parece… - Ela parecia bufar mais que Minos enquanto falava, momento esse que saltou da cama e virou-se com brusquidão para Alip. Sua face vermelha junto ao inchaço denunciava o que havia feito durante aquele tempo. - Você espera que eu aceite isso como? Eu ESTAVA TÃO PREOCUPADA COM VOCÊ, FUI PARA UM LUGAR ESTRANHO E ME APAIXONEI POR OUTRA DE TANTA PREOCUPAÇÃO? - Seus gritos soaram carregados de sarcasmo. - EU… EU… - seus punhos fecharam-se com força. - ….Eu to tentando entender… to mesmo. - Seus ombros tremiam e suas pernas cederam fazendo-a escorregar para o chão até se ajoelhar com ambos juntos abaixo do corpo e os pés afastados a suas costas, suas mãos subiram em direção ao seu rosto choroso. - Se...Se você tivesse tido que fraquejou, mas… que era apenas coisa do momento, ou que a culpa era minha que estávamos nos afastando, ou que é estresse do trabalho… qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, qualquer uma, menos… menos isso.

Seu corpo curvou-se enquanto ela se encolhia. - Sabe o que mais dói? - Ela teria dito após cerca de dois minutos em silêncio. - É que sei que você tá dizendo a verdade, mas… Eu não quero acreditar. Eu não… quero dividir.




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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptySeg 27 Jul 2020, 14:18


Eu estou aqui por você, apenas me deixe entrar.

Nenhuma informação havia vindo de forma fácil,  o que se somava a várias outras coisas que quando tentei abrir um caminho para conversa, o silêncio me abateu inicialmente como nenhum golpe poderia fazer mais intensamente. Sendo honesta, era algo novo pra mim e eu bem gostaria de ter mais maturidade, mais conhecimento sobre esse tipo de coisa mas, eu não tinha e isso tornava difícil, pois tudo o que eu poderia fazer era tentar me colocar no lugar e isso mais piorava as coisas do que me dava qualquer pista. Suas primeiras palavras, haviam me feito  sentir um aperto enorme no coração, eu não estava preparada e suas palavras eram difíceis.

Eu sabia que havia sido egoista, pensei que o que eu havia feito era errado e eu não saberia dizer verdadeiramente se o que fiz seria ou não perdoável, por um momento apenas pude olhar, com os olhos já cheios de água, senti que deveria apenas aguentar aquilo enquanto apertei os dedos contra as minhas mãos  de modo que a dor, poderia me fazer manter-me firme ali. Eu não sei se isso seria bravo de minha parte ou covarde mas, precisava dar a ela o espaço para que ela descarregasse tudo do peito, antes que eu começasse a falar, eu não queria a contrariar, diminuir ou fazer com que seus sentimentos fossem diminuídos e por isso, era importante que eu tentasse ao máximo não a machucar mais com as minhas palavras.

- Eu não fui tragada a outra dimensão por minha vontade… Eu nunca teria saído de seu lado, se fosse da minha escolha pois, você precisava de mim… Na verdade, você precisava de ajuda médica mas, eu nunca teria a deixado só...- Comecei a falar, enquanto teria me ajoelhado ao chão, tentando a olhar o tempo todo, por mais doloroso que fosse, dentro do possível eu tentei manter-me audível e sem muitas vacilações de minha voz, mas sabia que era impossível, antes que eu respirasse um pouquinho para continuar. -… Eu não posso tomar essa decisão por nós duas, eu quero conversar com você e eu quero que essa seja, se acontecer uma decisão em conjunto, não é justo  e nada esta escrito sobre pedra...- Eu teria dito, dessa vez olhando para o chão,  deixando que as lágrimas caissem.

Em muito, parecia que o que mais pesava a ela, era muito da ideia de não ter sido uma decisão conjunta e isso era compreensível, eu havia a machucado e o fato de não conseguir explicar totalmente a situação, só havia tornado tudo muito mais difícil. Eu teria ficado quieta, ouviria o que ela teria a dizer e então perguntaria a ela - Eu posso me aproximar um pouco para conversarmos?- Infelizmente eu esperava uma resposta negativa, onde teria ficado no mesmo lugar caso ela não tivesse me dado a permissão, me aproximando apenas se ela tivesse sido receptiva a ideia, me posicionando de maneira similar.


-Eu não sei se o que eu falei foi certo… Se eu deveria ter conversado com você em outro momento ou de outra forma, mesmo para que eu aceitasse esse sentimento em meu peito, não foi fácil e eu não posso exigir isso de você mas… Eu precisava expor, na esperança de que talvez, você pudesse me aceitar… Mesmo que não seja fácil no começo...-  Eu teria dado mais uma pausa e dito ao fim. - Eu não quero perder você, eu não espero uma solução mágica mas, eu preciso conversar com você, pois não é um caminho para se trilhar só… Por isso por favor.. Eu sei que é egoísta mas.. Eu não sou capaz de consertar isso sem a sua ajuda.- A esse ponto, era capaz que minha voz já estivesse muito mais fraca, por mais ácidas e agressivas que suas palavras fossem em direção a mim, eu era incapaz de ser agressiva com ela, mesmo que quisesse, mesmo que isso me machucasse ainda mais, eu carregaria o peso de meus pecados.

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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptyTer 28 Jul 2020, 12:30




Talvez poucas coisas houvessem a ela sido tão difíceis quanto aquilo, suas lutas, seus deveres… Teria quantos deles terem sido tão difíceis quanto aquela conversa? Ou talvez a única coisa que realmente mudasse fosse o aperto no coração causado pela ansiedade que vinha da possibilidade de perder algo tão precioso para si, algo que havia um dia conquistado e que lhe fazia tão bem.

- Não te culpo por ter sido tragada, eu nunca te culparia por algo que aconteceu contra a sua vontade. O problema é que o que aconteceu não só foi sua vontade como… continua sendo. - a voz havia se acalmado, era a voz de sua amada, mas não se parecia em nada com ela. Seu tom quase desprovido de vida manifestava-se apenas repleto de dor.

Alip continuava falando, suas palavras "suplicantes" que tentavam remediar a situação. Jibril a deixava falar dessa vez, queria tentar entender, queria entender a si mesma. - Você já tomou essa decisão sozinha. - Uma respiração funda fez os ombros da anja subirem e depois caíram sem forças quando ela ergueu a cabeça para observar a Alva a sua frente. - Eu.. O que eu queria… Era te fazer feliz, foi algo… é algo que sinto e eu achei que poderia… te fazer feliz, que… que eu bastaria. - Ela se calaria sua cabeça novamente iria para baixo enquanto usava as mãos para secar os olhos. - Na hora que você disse que … - As palavras lutavam para sair e conforme eram ditas a voz da mulher se tornava mais cansada. - ...que queria revê-la. Você já tomou a decisão. - Com esforço ela voltava a olhar na direção de Alip. - Como que… eu… que quero te fazer feliz deveria responder? Sabendo que não sou o suficiente? - Como Jibril poderia negar o desejo de Alip sabendo que no fundo, por mais que ela escondesse estaria se sentindo triste, sentindo que faltava algo? Qual era a resposta que deveria dar? Aceitar que apenas ela não havia bastado para fazer a pessoa que ama feliz? Aceitar dividi-la com alguém que nunca havia visto, ouvido ou mesmo sonhado? Poderia ela também vir amar essa pessoa? E essa pessoa a ela?

….

- Não.. NÃO… Não começa com isso, como se a forma que você fosse dizer fosse mudar alguma coisa… Eu só preferia que tivesse dito antes, antes de eu ficar que nem uma idiota sonhando com planos pra nós duas. - Ela pararia por um momento, sua respiração acelerada com esse último rompante teria fechado seus olhos com força enquanto fazia o mesmo com as mãos fazendo com que suas pele se tornasse ainda mais branca.

- Eu não quero mais falar disso. Chega, agora não. - Ela iria por fim cortar o assunto, havia cansado e por mais que tentasse não conseguia chegar a uma resposta do que fazer, não agora. Seu corpo aos poucos começou a se endireitar com sua postura se erguendo embora ainda continuasse ajoelhada no chão. Sentou-se sobre seus calcanhares, inspirou e expirou profundamente. - Quem era? Alias, quem é o touro?





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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptyTer 28 Jul 2020, 22:58


Trás de volta já, o que um vez foi meu...Uma vez foi meu..

Dado o que ela falou, independente do que eu falar, independente de como eu agir, sua mente já havia se fechado em uma decisão e em um pensamento ao qual não pareceu mutável. Era um pouco frustrante de se pensar que seu coração havia se fechado dessa forma e que ela não pareceu nem um pouco disposta a me ouvir ou a realmente dar uma chance para que eu pudesse dessa vez expor os meus sentimentos. O silêncio, quando percebi isso foi a minha resposta, eu poderia discutir, poderia andar em círculos porém não avançaríamos e perceber isso era algo que havia doído muito no peito.
Talvez, como modo apenas de não guardar toda a dor em meu peito, eu teria dito apenas - Parece que você também tomou sua decisão só, de como pensar sobre o assunto...- Não havia em minhas palavras algo além da tristeza da aceitação daquela situação, de muitas maneiras eu estava disposta a provar-me mas de nada adiantaria, bater contra uma porta ao qual pareceu ser permanentemente inerte.


Pensar dessa forma, dado o meu próprio modo de ser era  horrível pois eu me conhecia o suficiente para que já pudesse desprezar o modo como talvez fossem minhas ações ou mesmo pensamentos acabariam se guiando. O que mais era dolorido nisso, realmente é saber que por maior que seja o meu amor, enquanto ela mantiver essa mentalidade ao qual eu sou incapaz de mudar, até que seu coração se abra, ele não poderá mostrar as suas cores reais. Eu teria abaixado a minha postura e fechado os meus olhos já cansados e talvez até mesmo inchados pelas lágrimas. Talvez eu possa focar no trabalho, talvez isso me distraia,  foi o pensamento que me ocorreu quando Jibril perguntou sobre Minos. Ainda parada eu teria dito - É o guardião deste local,  esta preparando novamente as armadilhas pelas quais passamos.- Comentei com uma ausência grande de energia ou vida em minhas palavras, estava me sentindo realmente fraca, até mesmo fisicamente.

Dei uma pausa, respirei um pouco  notando que a informação que eu havia dado havia sido pouco informativa, expliquei um pouco mais da situação - Ele é o guardião de outros dois Deuses maiores… Me explicou um pouco sobre a história do lugar e eu pude enxergar um caminho para completar a missão… Mas, vou depender parcialmente do sucesso de Drake  e Hana.- Era tudo que eu consegui falar em um primeiro momento, enquanto um desconforto grande me acometeu e continuou por todo o momento, até que eu conseguisse me levantar, enquanto limpava os joelhos, talvez já levemente arranhados pelo contato com o chão daquela forma, olhando para as minhas roupas e o estado em que estavam.

Se eu julgasse que não estavam apresentáveis, teria apoiado a mochila de modo a tapar a fechadura e teria ali, em silêncio mesmo me trocado, colocando novamente o quimono e guardando a roupa suja, se fosse apenas sujeira eu mesma poderia solucionar o problema eventualmente.  Assim que tivesse vestida, pegaria novamente  a minha mochila  a ajeitando no corpo. - Você vai me acompanhar ao conhecer os mestres dele?- Perguntei com o tom de voz baixo mas plenamente audível, eu queria a ter do meu lado e eu lutaria por ela, se houvesse uma batalha a ser travada, se ela me perguntasse algo como se eu realmente a queria ao meu lado, teria acenado com a cabeça e dito -Por mais que seja difícil de acreditar em mim, se fosse de minha vontade, estaria sempre ao seu lado.-  Teria dito, abrindo a porta do quarto, provavelmente esperando.
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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptyQua 29 Jul 2020, 09:44




Algumas batalhas podiam ser travadas pela força, enquanto outras exigiram astúcia e algumas, como ela estava para descobrir, apenas o tempo poderia vencer. O tempo que tanto poderia ser um inimigo quanto um aliado, pois somente esse permitiria que os sentimentos tempestuosos se aplacassem ao ponto de permitir que ambas entendessem o que estavam sentido. Jibril a amava e era importante que a alva realmente conseguisse perceber isso sem sombra de dúvidas, pois se diferente fosse as coisas já estariam resolvidas. O amor é algo que só pode ser descrito como complicado e inexplicável, era sentido e não compreendido e as reações por ele criadas são tão imprevisíveis quanto o próprio. Incapaz de se entender a jovem anja só podia reagir guiada por tal primordial emoção, mas sem qualquer controle sobre a direção para qual se movia. Assim ela mesma optava pelo tempo, algo de que precisava para que o sentimento amainasse e a dor; amortecer.  

Ainda assim, as palavras vindas de ambos os lados feriam e doíam mais que muitos ferimentos que ambas já houvessem sofrido em sua jornada. - Acho que sim. - Jibril concordou com as palavras de Alip, que ambas estavam a ser egoístas de suas próprias maneiras.

Seguiam em frente enquanto deixavam feridas que necessitavam do tão volátil tempo para cicatrizar. Assim apenas seguiam preenchendo suas mentes com outras questão, desviando a atenção daquele conflito antes que acabassem se desgastando, pois talvez um coração ferido pudesse se curar ao mergulhar em responsabilidades.

Jibril acenava com a cabeça, concordava, mas não recordava. - Armadilhas… Sim. Certo. - A explicação seguia-se, mas isso tão pouco deixava-a mais fácil de entender. - Como assim…. Deuses? - Fora de contexto essa informação parecia realmente preocupante, dada às formas de sua interpretação e suas implicações. - Não são deuses Deuses certo? Só são… deu...ses. - Havia ficado confusa, suas voz era ainda dura, mas ela tentava se soltar um pouco sendo a jovem falante que costumeiramente era.

Jibril vendo Alip se levantar fazia o mesmo e limpava os joelhos ao pôr-se em pé. - Esses dois… Deuses? São como os Regentes aqui?

Alip novamente se trocava, Jibril também pedia novamente o seu quimono e despia-se sem qualquer pudor independente da situação que a pouco haviam passado.

- Irei. - Ela confirmava que acompanharia, não houve dúvida na voz dela ao confirmar aquilo. Alip já de costas com a mão na porta percebia que embora a resposta houvesse sido dita a anja não havia se movido. - Eu preciso de tempo pra entender isso. - As palavras haviam sido ditas lentamente. - Mas temos pessoas pra ajudar e… temos que fazer nosso melhor. Vai ser estranho… talvez, mas vou fazer o meu melhor então você!? - Ela parou e negou com a cabeça. - Acredito que vai fazer também. - Embora a Alva pudesse temer que não houvesse mais confiança em Jibril para com ela a realidade era diferente, afinal um único erro não poderia ser o suficiente para destruir tudo que haviam construído. Havia mágoa, havia dor, mas a anja ainda sabia que embora a alva houvesse errado, houvesse a traído, ainda era alguém verdadeira que não seria capaz de fazer algo diferente do correto.

>><<

Tiveram de esperar Minos por algum tempo após deixarem o quarto e dessa vez Jibril havia se apresentado. - ASSIM É MUITO MELHOR MORTAL, ESPERO QUE SUA CONDUTA INAPROPRIADA JAMAIS SE REPITA OU TEREI-LHE DE APLICAR A IRA DIVINA. - As sobrancelhas da jovem arquearam-se enquanto cochichou para Alip proxima. - Que que ele ta falando? - Havia falado com o canto da boca e quase sem mexer os lábios.

O peito de ambas poderia estar apertado, doendo, magoado, mas Jibril estava tentando, aos poucos ser apenas ela, muito embora por algum tempo fosse evitar contato mais carinhoso ela desejava que a parceria que construíram ainda se mantivesse.

Houveram muitas curvas e uma infinidade desleal de armadilhas, eram tantas que a alva só poderia imaginar o tempo absurdo que havia sido preciso para construir todas elas. O caminho era exatamente como Minos havia antes chamado - Um labirinto. Passaram por becos aos quais ao acionar um dispositivo um caminho se revelava, tiveram de saltar trechos onde somente assim era possível evitar um dispositivo mortal. O caminho era escuro e repleto de trevas, haviam insetos rastejando em alcovas de pedra, em outros pontos ossadas de animais jaziam no chão. Minos avançava praticamente sem luz, havia porém entregue a Alip um dial maior que a palma dela que ao ser apertado provia luz para elas.

Passaram por escadas talhadas na rocha, outros momentos por rampas onde poderia perceber escavado na lateral a existência de um duto para a água correr ao se infiltrar na montanha, por ali corria alguns metros antes de desaparecer em alguma fissura na pedra.

Passaram por algumas câmaras mais amplas e durante esse trajeto Minos explicava algumas coisas. - Não é prático, mas pelo labirinto é possível ir para qualquer lugar do Olympo. - Na verdade não era nada prático, pois além de sinuoso o caminho era realmente infestado de mecanismos perigosos. - Talvez eu possa lhe ensinar… Outra hora. - Quanto tempo… você levou pra aprender? - Muuuu, 6 ou 7 meses. - era tempo a beça.

Após cerca de cinquenta minutos de caminhada lenta estavam chegando em um recinto maior e mais iluminado, algo parecido a uma sala de estar gigante. Haviam ali varios dials iluminando o ambiente, dos mais diversos tamanhos e com as luzes das mais diversas cores, em outros pontos haviam na verdade chamas crepitando em suportes nas paredes, chamas estas também vindas de outras conchas.

Talvez o melhor fosse retificar a informação sobre o local parecer uma grande sala, pois quando mais próximo chegavam mais destoante disso o hall se tornava. - Aqui é a oficina do mestre.

O ambiente era tão iluminado que chegava até mesmo a doer um pouco os olhos de ambas. Projetos abandonados em cantos diversos, pilhas que pareciam ser sucatas, em outros locais construções com propósitos desconhecidos.

A sala não era natural, era possível perceber que havia sido talhada em pedra, pois haviam colunas espalhadas que sustentavam o teto e por estas era possível perceber os entalhes precisos empregados na construção. Havia água corrente e não só isso como também uma abertura na parede externa que dava vista para a vastidão vazia do céu.

Fora esta abertura não haviam outros caminhos a não ser o utilizado por eles para chegar até ali. - Já era pra ele estar aqui, AHH, LÁ ESTÁ ELE. - Minos se virou para a abertura na parede esquerda que dava para o céu. O recorte em arco tinha mais de cinco metros e por ali era possível enxergar uma grande bola de fogo se aproximando. As chamas laranjas parecidas com a do sol avançavam em direção a entrada ainda embora estivesse distantes e por isso tudo que era possível discernir era aquela grande bola de fogo. - Tem… certeza?

A resposta no entanto não se fazia necessária e confirmava-se por sí própria cerca de dois minutos depois e com essa resposta também vinha o entendimento de porque o local era tão comprido e possuía o seu centro completamente limpo. Em grande velocidade ao centro a bola de fogo passou, revelando-se agora com o formato de uma Biga tradicional porém mais robusta. A sua frente ao invés de cavalos havia uma estrutura estranha, mas que possuía a carranca de um alazão. O fogo todo que viam eram gerado por este. O veículo possuía três todas que o fizeram correr pelo chão de pedra até quase o final da "pista" 400m mais a frente da entrada, mas parando bem próxima a porta por onde o trio havia chego ao local.

- MINOS. - Um grito saudoso ecoou quando o veículo parou, uma forte onda de calor atacou o trio, de cima do mesmo o que poderia ser confundido com um homem alto e robusto saltou. Para o seu tamanho ele era incrivelmente "leve" e acrobático. Usava de uma toga branca ou talvez fosse melhor descrevê-la como uma capa já que o sujeito tinha o abdômen definido completamente a mostra. Calçava sandálias de cor marrom e tinha várias coisas presas em um cinto que não era feito de couro, mas certamente o que mais chamava a atenção era as chamas crepitantes acima de sua cabeça o que lhe davam um aspecto bastante ameaçador não fosse a alegria contagiante que permeia sua voz ao saudar o amigo.

- Hoje foi um bom dia, conseguir pegar os desgraçados antes de terem tempo e os joguei para baixo. Você tinha que ver eles caindo meu ami.. Visitas? - Ele finalmente percebia as duas jovens agora que estava caminhando na direção de Minos com um sorriso no rosto. - Sim mestre elas são… - Ele pausava dando a deixa para que as próprias se apresentassem.



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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptySex 31 Jul 2020, 08:07


Teu carregarei você em meu coração, você me lembra o caminho.



Organizar os pensamentos não era uma tarefa simples e agir naquela situação também não era, de outro modo se a cabeça estivesse melhor era muito provável que minha explicação fosse mais detalhada afinal, haveria o tempo de certeza para tal.- As pessoas daqui acreditam que eles são deuses reais, mas são as figuras de poder… Similar a regentes, acho. Tentei clarificar dentro do que eu sabia para repassar o que eu havia aprendido ou mesmo suposto em minha jornada até aquele momento. Um pequeno alivio em meu coração, se deu do momento em que a vi se esforçando, talvez fosse uma esperança pequena para se alimentar mas, era a que eu tinha para apoia-me um pouco e me dar forças, eu sabia que minha atitude provavelmente não era das melhores mas, eu estava me esforçando, de verdade estava.

- O tempo que precisar… Meus sentimentos por você nunca mudaram ou irão mudar.- Eu teria dito me apoiando ainda na porta, esperar pelo tempo talvez fosse tudo que eu podia fazer, enquanto lidava com outros problemas que ocupariam melhor a cabeça já que haveria algo produtivo que eu pudessse fazer, em teoria. Muito provavelmente o silêncio teria perdurado, até que Minos chegasse, não era fácil segurar aquela barra e o tanto de coisas que eu pensei que teria sido correto dizer mas, de nada teriam adiantado caso se espalhassem pelo vento em vão. Não cabia a mim julgar e muito menos seria algo que eu conseguia entender, a ideia de como se pensa sem a informação completa ou toda a situação mas… Não era algo que eu deveria ter em mente.

A observei se apresentar, meu coração, mesmo dolorido ainda respondia ao seu estimulo visual mas, diferente da sensação quente que isso me trás, dessa vez veio junto um amargor, muito difícil de explicar. E com o comentário eu teria sussurrado - Só vai na onda… Ele pode se magoar.- Eu a teria instruído, da forma mais discreta que pude, tudo bem que era um minotauro gigante meio ameaçador de aparência mas, um pequeno pedaço de mim, ainda teria ficado feliz, dentro do possível, por ela ainda me perguntar quando não sabia o que fazer.

Se fosse um procedimento normal, a este momento eu já teria provavelmente todo um roteiro de como tratar a situação na cabeça.. Não que seja útil sempre mas… Me daria um horizonte pelo menos. Caminharia seguindo o Minotauro, me surpreendendo muito que haviam conchas capazes de armazenar até mesmo a luz, algo que teria me distraído um pouco foi pensar em como funcionava e eu mentiria se não dissesse que eu gostaria de entender melhor aquela tecnologia. Através de minha feição, provavelmente teria sido claro o meu interesse, para caso Jibril me olhasse e dado os insetos e outras coisas que haviam no caminho, eu estaria preparada caso precisasse afastar algum de mim ou mesmo dela, já que suas asas davam uma grande área de contato.


Era bem interessante ver que havia algo como aquele labirinto, um lugar que conectaria a tantos outros e poderia permitir uma grande movimentação, longe dos olhos, militarmente era o ponto provavelmente de maior valor estratégico e era completamente entendível o motivo que mesmo com tantas armadilhas de que sua existência tenha sido ocultada.- Aprender poderia ser muito bom.- Eu teria comentado quando ele falou sobre o assunto apesar de me surpreender com o tempo que provavelmente ele demoraria, era um pouco assustador pensar que precisaria de tanto tempo para resolver os problemas do local mas, não havia caminho curto.

Após um tempo, o ambiente havia mudado e pareceu que não estávamos mais no labirinto, era incrível como o local esta bonito e chamava atenção aos olhos de modo que era impossível que eu não me distraísse pelo menos um pouco. - É tão bonito...- Acabei pensando alto, enquanto olhava as chamas e as luzes. Quando ele apresentou o local, ele só teria ficado ainda mais interessante afinal, quando tivesse visto projetos mesmo que inacabados, aquilo teria me feito por um momento ter vontade de abrir o caderno e tentar em minha cabeça completar aquelas ideias ao projetar o resto do que parecia faltar mas, não o fiz.

Quando pensei que mais nada teria me surpreendido o seu mestre havia chegado pelos céus através de uma bola de chamas intensa ao qual só me fez pensar em como que ele havia tornado aquilo possível e eu esperava demais que não fosse a obra de uma Akuma no mi, que tivesse o permitido alcançar tal construção. A aproximação energética por um momento me deu a impressão de que talvez fosse alguém fácil de conversar e se fosse, isso facilitaria muito qualquer avanço que dependesse disso. Teria sido simpática ao sorrir e ao me apresentar. - Eu sou Alipheese Fateburn, é um prazer.- Eu teria dito, lhe estendendo a mão se parecesse correto, no entanto, eu poderia em sinal de respeito, caso alguém me desse um toque, trocado para uma pequena reverência.

Era provável que houvesse a pergunta do motivo pelo qual estávamos naquele local e se ela acontecesse direcionada a mim eu responderia - Minos nos falou sobre você, sobre seu irmão e como um dia as coisas foram, antes do que Magnos fez...- Eu teria dado uma pequena pausa, para respirar, para organizar os pensamentos e assim conseguir prosseguir - Eu ainda conheço pouco mas… Pelo que pude ver por sua oficina, você parece ser alguém com uma mente brilhante e uma mente assim, se usada para proteger a população, a tornaria muito mais segura… E por isso… Acho que meu primeiro objetivo, seria conversar com o senhor.- Eu teria tentado explicar o melhor que eu pude, sabia que faltava sintese em meu modo de falar e expressar mas, não havia mentira no que eu dizia e dentro do que era possível, teria sido be eloquente. Haviam no entanto, vários caminhos aos quais a conversa poderia correr e até mesmo essa pergunta poderia não ser feita a mim, então eu teria me preparado, para que pudesse absorver bem o que teria sido dito, para então formular melhor o que responder.
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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptySeg 03 Ago 2020, 12:23




- Sim ó Grande… - Aparentemente ela havia se esquecido em meio a tudo aquilo como ele se chamava, sequer se lembrando se havia realmente ouvido anteriormente e por um momento lutou em saber o que dizer até que lembrou-se de algo que a algum tempo havia ouvido. … Deus touro, juro ...ahnnn, por minhas asas que isso não voltará a se repetir. - Minos começou a acenar em concordância, seu peito se estufou mais e ele pareceu até mesmo ficar um pouco mais alto com seus chifres agora raspando no teto, aparentemente Jibril havia acertado em cheio ao chamá-lo daquele jeito. - Ele é muito fofo. - Comentou bem baixinho para si mesma.

>>Apólis<<

Não só Alip, mas Jibril também se apresentava ao dito Deus Apolis, embora ele parecesse fazer mais o tipo de guerreiro enérgico do que a um ser de poderes apocalípticos que seu cargo poderia fazer-se crer.

Inicialmente ele olhava para as mãos de Alipheesse, mas sem esticar as suas próprias até que a jovem vendo-o agir assim se apressava em recolher sua mão e prestar uma reverência. - Ahh. não é isso. Elas estão sujas de graxa. - Ele erguia ambas as mãos para cima na altura do ombro mostrando-lhes a palma. - Um dos desgraçados acertou um tiro em uma mangueira, tive que fazer reparos em queda livre, GOHGOHOGHOGHOGOHGOHGOH. - Conforme ele ria o fogo em sua cabeça crepitava com intensidades alternadas. - Creio que Minos já o fez por mim, mas sou Apolis, outrora conhecido como Cocheiro Flamejante. Então? Ouviram meu bom nome e não puderam resistir a tentação de comprar as minhas invenções ahn? Não fique tímida, vou te mostrar a minha oficina.. - Mestre.. Muuu, na verdade… - Goh… Sem inventos então, mas se não é isso o que é?

Alip tomava a frente e explicava. - Goh.Certo. Obrigado por me lembrar da surra que tomei. Lá se foi meu bom humor. - As chamas de seus cabelos pareciam acompanhar essas flutuações e agora diminuíram muito em intensidade. Doravante a Alva rapidamente havia conseguido atrair novamente o entusiasmo do deus construtor. - GOHGOHGHO, ISSO, VOCÊ OUVIU NÃO OUVIU MINOS? MENTE BRILHANTE,GOHGOHGOH, ESSE SOU EU MESMO ANÃZINHA, MUITO BEM DITO. - Seus cabelos voltaram a queimar com vigor renovado. - Então o que vai ser? Uma máquina voadora? Já lhe adianto que essa é bastante difícil de fazer. - - Mestre.. Muuuu, não é isso. - Goh… - As chamas baixaram novamente, mas não tanto quanto da primeira vez. - Eu sei Minos, mas. - De algum ponto ele só parecia um inventor maluco contente em ter alguém para apreciar suas criação. - É uma anã, como você sabe anões são mestres da forja eu não posso deixar essa oportunidade passar. - Muito errado, mas de alguma forma igualmente certo.  

- GOH, certo. Magnus é muito forte, muito mais do que eu e meu irmão juntos, Minos infelizmente não é apto a combate. - - COMO ASSIM MESTRE, EU O PODERO… - Sim, sim Minos, você é extremamente poderoso, mas não enxerga 5m a sua frente, isso de óculos. - Apolis não mostrou felicidade em dizer aquilo, mas parecia ser uma discussão antiga entre discípulo e mestre e ele não mais queria tê-la, não naquele momento. - Então a menos que você tenha trazido um exército eu prefiro não me desgastar com esse assunto, já está ruim de mais não conseguir proteger o meu povo dos invasores do mar azul. - Apólis virava-se começando a andar de volta a sua carruagem, lembrando-se que precisava fazer reparos na mesma.

- Comodoro. - Jibril bateu uma continência para Alipheese. - Permissão para trazer nossos pertences. - Se a Alva a desse a permissão ela pediria a Minos. - Ó grande deus touro, poderia auxiliar está tão inapta mortal a retornar pelo magnífico labirinto? - Fosse o que fosse que Jibril havia entendido sobre entrar na onda a havia feito acertar em cheio, pois a postura recentemente caída de Minos se eleva novamente cheia de orgulho.

- Calma, calma. Papai já vai concertar todos os danos e você vai poder sair voando pelos céus novamente já já. - Era possível para eles escutarem Apólis falando sozinho próximo a carruagem.




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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish - Página 4 EmptyTer 04 Ago 2020, 05:17


Achei um amigo dos bons.


Em um primeiro momento, acredito que talvez tenha pensado diferente em meu modo de tratar Apolis, havia em seu comportamento de certo modo dentro do que era posssível, alguma humildade não no sentido de deixar de reconhecer a própria grandeza mas,  pelo modo como a reverência em si, naquele momento pareceu uma cortesia muito além. Era um ponto ao qual me fez entender um pouco mais sobre a sua situação e também como se levasse como um inteiro, como as coisas ocorriam na ilha.

De certo modo, poderia ser visível em meus olhos a surpresa e até mesmo o encanto ao ver uma técnologia como aquela, alguém capaz de projetar algo assim, ia muito além de meu conhecimento e também de meus estudos, pois eu ainda não sabia dispor das ferramentas as quais apenas encontravam-se  no céu. O modo como ele pareceu querer me vender suas invenções me deixou ao mesmo tempo que tentada, também curiosa sobre quem realmente era Apolis. Minha abordagem no entanto, não foi muito feliz e com isso, logo pedi desculpas. - Me desculpa, realmente não era a intenção.- Havia sinceridade em meu modo de falar, em meu olhar e expressão ao qual realmente mostravam como um livro aberto o sentimento.

Mas, exaltar  a sua mente pareceu ótimo, de certo modo provavelmente é o tipo de coisa que mais me alegraria como um elogio pois, apesar de trabalhar muito na forja e sempre buscar inovações nas mais criativas ideias que  já cruzaram a minha cabeça, o reconhecimento, de fato não tem preço. Era impossível não reparar em como seu cabelo dava pistas sobre o seu humor e mais e mais eu começava a entender e também perceber semelhança entre ele e Minos… De certo modo, o que uma mente brilhante vale, se suas criações não podem ver o verdadeiro brilho através de outros olhares? Pensei sobre e de certo modo Minos facilitou muito para que a conversa seguisse um rumo. Mesmo que ele me comparasse a uma anã, eu certamente não tinha barbas como os das histórias que eu gostava de ler ou era do tamanho de um polegar, como os que eu li apenas estudando anatomia… De toda forma, minha ausência de tamanho, em especial frente a seres tão gigantescos se fazia mais fácil de lidar do que no dia a dia.


A pressa era verdadeiramente a minha inimiga ali e o vendo partir para arrumar sua carruagem, respirei fundo e respondi Jibril quando ela veio falar sobre buscar as coisas. - Você poderia fazer a gentileza? Seria muito doce de sua parte...- Eu realmente apreciava o gesto pois, complementava o meu modo de pensar de maneira incrível e apesar de tudo, sem esquecer sobre tudo que havia de ser resolvido ainda,  vivia do bom sentimento e de forma instintiva, sem pensar por puro Zelo eu teria reforçado, seguindo a onda da pista que Jibril havia dado. - Grande e poderoso Deus touro, por favor cuide bem dela pelo caminho, levas contigo o meu mundo, por favor o traga de volta a mim em segurança.- Como a mais bela bravata minha voz passaria a firmeza, a musicalidade em meu modo de falar e claro, a importância real de minhas palavras, por mais pomposa que fosse, até me divertindo de falar como um personagem de um livro, não havia verdade maior do que em minhas palavras a dor, nunca seria enfim, maior que o amor, por pior que fosse em meu coração.

Teria acenado aos dois e me aproximado de Apolis e sua criação, era ainda mais incrível de perto e profundamente interessada, tanto em cumprir  meu dever como em viver aquele momento da forja, eu teria dito - Aceita uma mão? Pequenas como são, de certeza devem alcançar algum lugar difícil de mexer. - Me permiti tentar ser espirituosa, no fim para trabalhos mais delicados era de fato útil que minhas mãos alcançassem o que muitas não conseguiam. Se ele aceitasse, ouviria alguma instrução caso ele tivesse e teria pego as ferramentas para o ajudar, quando houvesse algo que eu não entendesse de maneira intuitiva eu perguntaria - Você pode me explicar mais sobre como funciona? É realmente algo incrível que você tem em mãos.- A sede pelo conhecimento, a empolgação e a vividez de meu modo de falar e agir, poderiam mostrar o quanto eu realmente dediquei-me de corpo e alma com aquilo e  a cada instrução, eu teria o feito de maneira mais veloz,  onde eu teria certeza que me provaria uma mão na roda de se ter ao lado.

No caso de haver a possibilidade de fazer anotações, se ele me parecesse permitir, eu teria feito algumas em meu caderno em especial, caso eu pudesse ver um mecanismo funcionando pela base das conchas que eu conhecia como Dials, eu teria perguntado - Eu imagino que essa técnologia dos Dials pra você seja algo simples, você pode me mostrar  ou explicar como funciona?- Teria continuado, talvez como para o touro faltasse algum amigo para lhe fazer companhia, uma mente seria aquilo que faltava ao grandioso  Deus Apolis, para que pudesse conversar, para que pudesse enfim, compartilhar toda a carga com alguém que pudesse o acompanhar com aquilo.

Era inevitável que a distração e estar fazendo algo que eu amava, não pudesse aos poucos me fazer me sentir mais confortável, dentro do que eu conseguia, comentando inclusive sobre o que eu havia feito - Eu posso mostrar alguns de meus rascunhos,  quando eles voltarem, algumas de minhas invenções.- Comentei, apesar de grande parte ser voltada para o lado mais militar, invenções sempre seriam invenções. E se ele fosse tão parecido nisso comigo, como demonstrou ser, o caminho para a sua confiança seria longo porém, tranquilo. Eu teria colocado na cabeça que primeiro eu precisava entender mais sobre quem era, o que eu poderia aprender, evoluir e talvez até mesmo ensinar pois ali aplicava-se o mais fundamental… Antes de querer correr, primeiro era necessário que aprendesse a andar e  pular etapas claramente não me levaria a lugar algum.  
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