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One Piece RPG : A GRANDE ERA DOS PIRATAS
 
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MensagemAssunto: Enuma Elish   Enuma Elish EmptyDom 05 Jul 2020, 14:45

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Aqui ocorrerá a aventura do(a) marinheira Alipheese Fateburn. A qual não possui narrador definido.


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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish EmptyDom 05 Jul 2020, 15:15


O céu resplandece ao meu redor.

A realidade é que eu estava ali bem cansada, em especial após comer, percebi que eu precisava encontrar um lugar para repousar. O dia havia sido muito puxado e o fato de eu não ter tido uma boa noite de sono, se somado ao trabalho braçal, não teriam me ajudado muito. Senti que por vezes meu corpo acabou cedendo um pouco para o lado e a luz deixou de iluminar minha visão por alguns segundos, quando quase me peguei dormindo ao lado de Jibril.


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Quando me veio a percepção de que eu não aguentaria mais muito ali, teria balançado um pouco a cabeça para que pudesse despertar um pouco e com isso, teria levantado, agradecendo pela hospitalidade ao qual me foi oferecida. - Obrigada por nos receberem, há algum local próximo que eu possa pagar por um quarto para dormir?- Perguntei de maneira a deixar com que minha voz se fizesse clara, apesar de carregar o sono e cansaço nela. Esperei por uma resposta, e se houvesse alguma informação ou não, de toda forma eu teria agradecido. - Obrigada, acho que irei procurar o lugar.- Seria  a minha resposta, diferindo apenas que talvez eu não precisasse procurar muito.

Estenderia a mão para ajudar Jibril a se levantar, se ainda não o tivesse feito de maneira bem delicada e gentil, apesar de tímido, ainda haveria um sorriso em meu rosto que até mesmo para sorrir, parecia mais lento. Eu contava que Shaanti poderia lidar com o que havia se comprometido a lidar, então só me bastava procurar um bom lugar naquele momento para realizar a necessidade que era mais imediata. Teria recolhido meus pertences e feito uma pequena reverência ao sair, como um último agradecimento.

Já do lado de fora, aproveitaria um pouco do clima, deixando a mão sobre os próprios cabelos de modo que eu pudesse sentir melhor a brisa, caso ela estivesse presente, pequenos momentos como estes se faziam preciosos. Eu não levaria muito tempo até que pudesse dar a mão para o anjo, sabia que ela como eu deveria muito querer explorar a cidade e se fosse tão bonita quanto Mawakun seria no período noturno, tinha certeza de que nossos olhos seriam abençoados. - Eu realmente preciso de descansar um pouco, então vamos procurar um lugar…  O barco provavelmente não é seguro até ser arrumado.- Apesar da voz cansada, havia ainda algum carinho e zelo envolvidos em meu tom, já que realmente não queria economizar e correr o risco de algo ruim acontecer.

Caminharia junto a ela em direção a cidade, caso o senhor mascarado tivesse me dado alguma direção a seguir ou mesmo seu aprendiz, seria fácil de ser mais certeira ao procurar por algum lugar para descansar. Havendo ou não em um primeiro momento um lugar assim de fácil acesso, teria me aproximado de alguém que parecesse simpático para pedir informação para pedir informações, se eu não obtivesse sucesso. - Com licença, sabe onde posso alugar um quarto?- Diria de forma bem tranquila a quem quer que fosse, agradecendo com um - Muito obrigada. Extremamente educada e cordial, mesmo que a pessoa não soubesse como me ajudar e isso me fizesse entrar em um ciclo, teria tomado esses tipos de ações até que encontrasse um lugar e quando o achasse, teria apenas perguntado a ela - O que acha desse lugar?- Teria ajeitado o cabelo para sair da frente do rosto para que eu pudesse olhar em seus olhos, enquanto falava, para ouvir a sua resposta, ao qual seria necessário para qualquer ação que eu fosse tomar.

                                 
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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish EmptySeg 06 Jul 2020, 08:31




Como poderia ser de se esperar o mestre não respondia, inclusive parecia fingir sequer escutar as palavras de Alipheese. O ajudante estava retornando naquele momento, em suas mãos uma bandeja circular de madeira e sobre ela quatro fumegantes copos de madeira. - A ruiva e as crianças acabaram dormindo usando aquele pato de cama. - O jovem parava a frente do seu mestre oferecendo-lhe um copo que era pego pelo mesmo com uma das mãos ao redor enquanto a outra apoiava o mesmo por baixo.

- Beba antes de ir, vai ajudar a aquecer e relaxar o corpo. - O ajudando se virava então para a comodoro e sua amada oferecendo-lhes a bebida. O gosto serial mentolado, bastante caloroso. - Aqui fica um pouco longe da cidade. - O garoto puxava uma cadeira do outro lado da mesa sentando-se à frente de Jibril, embora ele parecesse encabulado e dirigisse o olhar em pequenos relances curtos em direção a bela anja peituda, bem… Especialmente quando a jovem erguia o copo para beber…. - Vocês vão precisar subir um pouco pelo caminho atrás que tem ali atrás, ele vai costear a montanha. Depois de uma hora mais ou menos vocês vão ver uma bifurcação, um deles segue quase reto, esse irá contornar a cidade por fora, vocês precisam pegar o mais da direita. Uns quarenta minutos e ai vão ver a periferia.

- Ahh… A ruiva falou que vai ficar até consertar o navio e disse que iria aportar-lo em outro local, mas que me avisaria. - Lembrou-se de dar o recado do que parecia ser a "despedida emotiva da tritã".

- Já vamos? - Jibril alcançou sua mão para a alva, apenas por reflexo pois em seu toque não houve caso peso algum. Ela parecia ter ficado dispersa em algo durante toda a conversa, talvez cansaço próprio, ou talvez apenas ansiosa demais. De certo haviam tido muitas preocupações até então. Mas… agora ela estava ali, com a pessoa que mais confiava… então porque sentia seu coração martelar tão forte em seu peito? - Obrigada por tudo. - Curvou-se junto a alva agradecendo a hospitalidade. - Se cuidem. - foram as únicas palavras do mestre, ditas após baixar brevemente o copo de madeira, seus olhos fechados por detrás da máscara não davam qualquer indicativo dos seus sentimentos. - Mes...tre? - Até mesmo o aprendiz parecia um pouco chocado. *Bak* - Fale! - Ele soltou o copo na mesa abrindo os olhos em direção aos de Alipheese enquanto seu ajudante suspirava um pouco cansado. - A maioria dos que vem do mar azul não são boas pessoas. Tentem ser discretas. - Com esse conselho ele também se inclinava em despedida.

>><<

- Hunm! - Sim, bem… Jibril lhe havia respondido com um gemido, suas mãos estavam dadas e caminhavam pela encosta rochosa em uma inclinação suave mais continua, os passos inicialmente vagarosos começaram pouco a pouco a aumentar de velocidade e se Alipheese estava cansada o exato oposto poderia ser dito de sua companheira que pouco a pouco começava a "arrastar" a alva morro acima.

Sentia a cada passo seu coração martelando mais forte e então sem aviso prévio parou de supetão virando-se e esbarrando na alva. - Será que eles tem chocolate aqui? - OIII???? No que ela estava pensando até aquele momento. Então logo após dizer isso se apercebeu da situação. - AHHHH… Eu.. Desculpa, tava te puxando? - arregalou os olhos um pouco assustada. - É só que… - Interrompeu-se avaliando e então negou com a cabeça o que iria dizer. - Não é nada, só estou animada…. Mas a cidade não vai fugir, vai? - Ela sorriu enquanto soltava a mão de Alip acertando seu rosto com um tapa em cada bochecha. - OOOOOSSSHHHH. - Suas bochechas balançaram e ficaram um pouco rubras, enquanto ela esticou sua mão a frente da testa e bateu os pés um contra o outro em uma saudação. - Certo Comodoro, minha missão foi aceita. - Esticou a mão com um sorriso e puxou Alipheese para si com certa "brusquidão" - Agora é minha vez. - Girou-se e agarrou a pequena em suas costas - erguendo-a. - É sempre você, então só dessa vez. Aceite. - ela começou a andar enquanto carregava a alva em suas costas e se fosse abraçada roçaria seu rosto nos braços envoltos em si. - Será que minha origem é daqui? - Ela deu um pulinho fazendo seus peitos balançarem.   - A geografia combina. Hihihi.

>><<

A primeira coisa que viam no entanto roubaria um pouco o humor delas, pois a periferia em seus primeiros pontos estava deserta. Casas de pedra com portas de madeira quebradas, partes apresentaram chamuscados, outros locais no entanto pareciam completamente queimados. A natureza por sua vez já começava a reclamar aquele local para si, pois vinhas se espalhavam pelo chão criando rachaduras nas pedras. - Eu torcia para que eles estivessem exagerando. - Passaram por um arco quebrado, saltando por cima dos destroços. Jibril havia colocado a alva no chão, agora estava um pouco mais tensa e apreensiva com o locais, pois sim, poderia ser um local não tão amistoso quanto havia esperado.

Mas felizmente não houveram problemas. Pouco a pouco avançaram para além da zona abandonada e ao passaram por um novo arco ornado, esse agora em perfeitas condições, começaram a ver pessoas. Essas também as viam e com um pouco de pressa moviam-se para longe em passos apressados enquanto lançavam olhares de revesgueio a dupla.

Tudo era feito de pedras, uma coloração amarelada característica do arenito o que indicava ser provavelmente está o tipo mais comum ali usado. Fazia quase duas horas que caminhavam e começavam ambas a sentir o efeito da leve, porém prolongada subida que as havia levado até ali.

Conforme avançaram o movimento aos poucos crescia. As pessoas vestiam predominantemente de branco, mas também haviam cores mais vívidas como o lilás em algumas roupas. Os tecidos eram leves e no formato de togas simples. A maioria das pessoas também utilizava sandálias de coloração marrom em seus pés.

Estavam se aproximando de um novo arco, era como se a cada arco que passassem um novo tipo de cidade se estendesse a frente delas. - Aqui parece a zona comercial. - Ela tinha a mão erguida a frente dos olhos, pois agora o sol brilhava forte a frente do rosto delas, não só isso, mas também eram atingidas pelo súbito borbulhar de vozes vindas de todos os lados, mas não se enganem ainda, pois as pessoas lhes dirigiam olhares temerosos, embora estes muito menos assustados dos que os que haviam recebido anteriormente. Os mais persistentes se acalmavam um pouco ao perceberem as asas nas costas de Jibril, mas de toda forma suas roupas eram diferentes demais e acabavam causando ansiedade nas pessoas.

Se Alipheese pensava em falar algo teria sido naquele momento totalmente inútil, pois ao virar-se para Jibril talvez desse-se conta de que a anja não mais estava ali, restando apenas o espaço vazio de sua "silhueta" no ar. Se procurasse um pouco mais a veria não muito longe com a cara colada em uma vitrine. - E...E...Eles tem. - Seus olhos grandes e brilhantes se viraram para Alipheese. - Chocolate!



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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish EmptyTer 07 Jul 2020, 05:13


Quando minha vida vai começar.

Felizmente o trajeto não era tão difícil graças ás dicas do rapaz,  inclusive seu aviso apesar de ser algo esperado pelo que Helena havia feito conosco, quando pensou que eramos uma ameaça ao seu poder, me fazia pensar na frequência com que isso acontecia, por algum tempo.

Meus olhos se voltaram a celestial e apesar de meu corpo no momento não acompanhar tanto, de modo em que eu quase teria sido arrastada, era inevitável que eu não me esforçasse e acabasse por sorrir ao fazer isso, como a acompanhar estava  exigindo tudo de mim, sua parada subita era o chamariz para o que veio a acontecer, onde passei a mão pelo nariz para ver se passava um pouco do ardor, enquanto a olhei mais um pouquinho. - Chocolate? Seria muito bom na verdade… Faz um tempo que eu não...- Minha voz estava um pouco lenta e eu estava demonstrando claramente alguns sinais de letargia, inclusive chegando a quase cochilar antes de completar o raciocinio. Até que então, eu teria dado uma pequena despertada, balançando levemente a cabeça para me acordar novamente onde eu acabei pegando menos da metade do que ela falou. - Um pouquinho mas… É culpa minha, virar a noite não foi uma decisão que eu tomei pensando no meu corpo… Apesar de que eu acabei cuidando de meu coração ao fazer isso… Digo… Você esta bem e  a mulher má longe… Desculpa, o que eu estou falando tá fazendo sentido?- Acabaria me expondo no momento tudo o que passou pela cabeça.

- Eu espero que não haha… Se ela for fugir do jeito que eu tou, não vamos chegar nunca.- Acabei por sorrir, apesar da cabeça não ajudar muito, e eu estar lá mais em espirito que em mente e corpo, eu amo Jibril. Fechei os olhos por um momentinho, para descansar a vista  e um barulho de estralo teria me despertado novamente, junto a algo sobre uma missão… - Missão?- Perguntei genuinamente confusa. Eu não entendi muito bem o que aconteceu mas, quando vi, meu corpo já estava próximo dela, onde eu teria passado meus pequenos braços, sentindo  o cheiro agradável dela ao respirar mais fundo e enfim relaxando ao repousar-me sobre ela. Ela perguntava sobre a própria origem, se suas raizes eram do Olympo e o melhor que eu pude lhe responder foi -Este lugar é abençoado, se suas origens vem desse lugar.- Minha voz era dengosa e eu teria apertado um pouco mais o abraço sem que a machucasse.

Apesar de ser um caminho tranquilo e eu acabar cochilando um pouco durante ele, sendo carregada, do momento em que chegamos a periferia da cidade, teria sentido um aperto em meu coração ao qual teria me deixado até mesmo um pouco mais desperta -Realmente… Esse povo já sofreu demais, vai ser difícil … Vou precisar muito da sua ajuda… Mas eu quero tornar esse lugar melhor.- Meu tom teria sido sereno e inspirador ao mesmo tempo, eu sabia que pela primeira vez, minhas origens não me abririam portas mas,  as tornariam mais difíceis de se abrir e corações feridos, são os mais difíceis de se curar.

Encostei novamente nela e provavelmente teria dormido o resto do caminho, era algo que o corpo precisou, mesmo que um pouquinho para aguentar. Quando ela me deixou, tentei fazer a minha parte o melhor que pude, a resistência das pessoas era algo muito claro e me chamou muito a atenção como suas roupas eram diferentes das nossas, era óbvio que chamaríamos muita atenção. Quando me dei por mim, vi que Jibril havia se perdido de mim… Ou será que eu havia me perdido dela? Por um momento um sentimento ruim me veio no peito e com os olhos procurei por ela desesperadamente, até que o mínimo sinal de sua silhueta me fez correr desesperadamente em sua direção, onde finalmente a vi e pude respirar mais tranquila, eu até pensei em ter ficado brava com ela mas, seus grandes olhos amarelos me pegavam pelo coração de modo que eu simplesmente  teria pego leve com ela. Inflei levemente a bochecha e disse - Não me deixa pra trás, eu fico preocupada de me perder de você.-

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Apesar de eu pensar aquilo, logo eu teria suspirado,  não é como se eu tivesse brava com ela, eu só tomei um susto mesmo e… Pelo menos aquilo tinha me acordado um pouco. - Vamos comprar um pouco?  Por minha conta.- Eu teria dito agora, com um sorriso no rosto, eu sabia que ela poderia pedir desculpas ou algo do tipo antes que pudéssemos ir ao que interessa e eu simplesmente teria dito a ela - Nah… eu entendo sua empolgação, eu queria estar mais desperta para acompanhar seu ritmo.- Teria dito fechando  levemente os olhos lhe dando um sorrisão para que ela acalmasse o coração.

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- Vamos entrar?- Comentei de modo a deixar ela me puxar para dentro e caso o cheiro do chocolate pudesse vir as nossas narinas, era muito provável que até de forma sincronizada, eu me entregasse a aquela iguaria certamente forjada pelos deuses, era algo que teria me deixado até meio boba, dada a falta que aquilo fazia, onde teria dito para Jibril - Que bom que você achou esse lugar.-

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Esperei que ela pudesse escolher por nós duas, ela entendia muito mais de comida do que eu que só entendia de comer. Se em algum momento o vendedor ou vendedora tivesse me cumprimentado eu teria respondido. - Olá, é uma loja muito bonita que você tem. Me desculpa perguntar mas… Já aproveitando, você sabe onde posso procurar por um lugar para alugar a um bom preço?- Eu teria perguntado e falado de maneira extremamente gentil, apesar de ser alguém estranho, esperei que como cliente em potencial talvez a pessoa se tornasse mais aberta para garantir a minha compra, quando Jibril escolhesse tudo, perguntaria- Quanto que dá no total?- Eu teria esperado pela resposta, eu não tinha muito problema em gastar com comida, agora que eu tinha condições para isso mas, se o preço fosse alto eu teria perguntado - O chocolate por aqui  é assim mesmo? Digo… O preço.- Tentei não ser indelicada mas, entende rmais do contexto de onde eu estava. No fim, eu não discutiria muito, apenas pagaria e ajudaria Jibril a levar, se houvesse alguma dica para onde poderíamos ir, não teria porque junto a ela não seguir e ver qual era a do lugar.                                 
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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish EmptyTer 07 Jul 2020, 14:04




- Iiiee! Nenhum sentido. - Ter-se-ia inclinado um pouco pra frente dando um beijo suave na ponta do nariz dela. - E quando é que ele faz? - ela se referia ao amor ao se afastar da pequena enquanto mantinha suas mãos se tocando.

- Hihi, uma cidade que foge… einn, seria algo engraçado.

Por fim acabavam seguindo dali com a comodoro permitindo-se tirar um cochilo suave embalada pelo perfume emanado dos cabelos longos de sua companheira.

>>Na cidade<<


- Farei o meu melhor. Mas precisamos descobrir o que ainda. - Seus passos mais lentos acompanhavam dia voz mais pesada devido a atenção dirigida aos braços e a possíveis ataques, mas para felicidade de Jibril nenhuma dessas coisas havia acontecido. Alipheese não se encostou o resto do caminho para dormir, pois Jibril já a havia solto naquele momento, imaginando que talvez pudessem ter que se defender.



- Ohhhhh… Fica é? - Jibril deu dois passos até chegar bem perto de Alipheese. - Eu tenho a solução perfeita pra isso. - Sem muito aviso agarrou a comodoro abraçando-a enquanto afundava o rosto da pequena em sua busto. - Embora esse seja só uma desculpa esfarrapada, já que você nunca vai me perder. - ela afrouxou um pouquinho o abraço. - Mas é que…. Eu achei chocolate. - Terminou de soltar a jovem e a pegou pela mão levando-a até a vitrine onde ambas olharam o interior e como se tivessem combinado olharam para os olhos da outra dizendo em unissom. Chocolate .

- Sim, vamosss. - e lá se ia a pequena sendo carregada pela mão loja adentro, um pequeno sino tocou na entrada soado pelo movimento da porta de madeira escura.

O interior era todo dessa mesma madeira e um pouquinho "frio". Haviam diversos produtos comuns, como uma pequena mercearia, mas havia uma prateleira que elas nunca esperariam ver de onde haviam vindo.

"Produtos do Mar azul"

O que havia de especial nessa? Absolutamente nada, pois todos os produtos ali expostos eram bastante conhecidos pelas duas mulheres, eram até mesmo comuns, mas…. Os preços não eram os mesmo aos quais se recordavam. Por outro lado, todas as outras.prateleiras possuíam coisas as quais, para elas, era muito mais exóticas. Frutas de formatos que nunca haviam visto, grãos de coloração roxa com uma placa onde se  via escrito feijão uva, flocos de nuvem, Maracuaba, entre outros nomes bastantes suspeitos…. Mas, onde estava o vendedor?

A loja possuía um cheiro mais adocicado, mas não o de chocolate por ela esperado, ainda assim o perfume emanado das frutas trazia uma certa suculência ao paladar.

- Isso parece uma espiga de milho, mas… - ao olhar para o que Jibril apontava a alva poderia ver uma enormidade que ultrapassava a sua altura. A palha em.volta não era verde, mas sim roxa e os grãos, cada um maior que uma maçã tinham a cor laranja e não amarela.

- QQQQUEM ? a.voz vinha detrás do balça não fundo, mas tudo o que se enxergava era a parte de varrer de uma vassoura balançando por de trás do mesmo.


- Oiiii, não vamos fazer mal. Eu me chamo Jibril e a minha companheira aqui é a Alipheese, não precisa se preocupar, só queremos comprar chocolate e perguntar sobre a cidade.

Um penacho de cabelo prateado surgiu atrás do balcão erguendo-se devagar. - Vocês querem o chocolate então? É um produto muito exótico e dididificil de conseguir, ele não vai ser barato…. Quequequero dizer…. Não, não ele não é caro então não roubem ele… - Garanto que viemos comprar. - Ahh, sim sim sim, comprar…. Ele eh muito exótico, não pensem que vai ser barato. - Bom… de alguma forma estava prosseguindo.

A alva nesse momento se introduzida.. - Vocês querem o chocolate ou um lugar para dormir? Eu só vendo chocolate. …… talvez isso fosse um indicativo bom do porque a loja estar vazia. - Os dois, e vou comprar outras coisas. Mas um lugar que pudéssemos ir dormir também seria bom. - o penacho começava a se erguer um pouco mais revelando a face de um homem de baixa estatura e de idade já avançada, sua cabeleira era rala exeto por aquele tufo de cabelo rebelde no centro da cabeça.

- O chocolate custa 400 mil… , a casa…. Talvez… sim sim… talvez…. Bem…. Vocês … pode ser uma casa? Meu primo pode arrumar uma casa.

- Sim sim sim, chocolate é muito raro, um produto que só os mais ricos compram é de alta classe. - Enquanto olhava para a barra a jovem tinha certeza de que não pagaria mais de 10k nas ilhas do mar de baixo.


Jibril pegou mais algumas frutas e outros grãos e não resistindo perguntou sobre o milho na porta. - Esse é o Milgraos. Muito muito bom. Você vai querer levar um grão? - A cozinheira não havia entendido… levar um grão? - Não de compra a espiga? - A espiga??? Não não não, as pessoas compram grãos. - Quanto é o grão. - Um berri. ………


Após provar um dos grãos ela decidiu levar a espiga. - Você é estranha, sim sim sim, levar todo o Milgraos, muito estranho.


A compra total havia dado… 431.111 berries.

>>A casa.<<



O primo do sujeito as havia deixado em uma casa, depois de é claro, ter recebido seus 50k Berries que era referente ao aluguel de um mês.

- Me da até pena de comer esse chocolate. - Jibril encarva um tanto assustada a barra. - Eles deviam comprar as coisas com pedaços de chocolate de vez de Berries.

Sala, cozinha, um banheiro e um quarto com uma cama de casal, estava com cheiro de fechado e todos os móveis cobertos por lençóis. Precisaria de alguma faxina, mas seria mais confortável do que o navio ao qual eram bastante acostumadas.


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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish EmptyQua 08 Jul 2020, 03:38


Domada esta a Leoa..


Jibril sabia como me desarmar de forma completa, pois do momento em que me vi em meio de seus sonhos e esperanças qualquer raciocínio que teria vindo anteriormente em minha mente simplesmente teria sumido, aquela sensação macia sobre a cabeça o próprio calor e a proximidade de nossos corpos, rapidamente teria feito meu coração acelerar e meu rosto? Certamente seria colorido pelo tom rubro, havia sido inesperado, por mais que eu a conhecesse, ela sempre o fazia quando eu menos esperava. Com o abraço, eu teria a abraçado como retribuição e ficado com ela por um tempinho, até que meu coração enfim acalmou. Era de se esperar que houvessem produtos diferentes mas aquela espiga diferentona de milho me teria feito ficar bem surpresa.

O vendedor era um pouco confuso, mesmo para mim que dado o susto e a injeção de positividade ao qual o anjo havia me aplicado já estava mais desperta por um tempo teria um pouco de dificuldade de entender  o que ele queria dizer, o medo certamente era a causa disso. Eu deixei Jibril resolver as coisas até que quando ele falou sobre uma casa eu teria dito. - Na verdade seria perfeito.- Peguei o fio da meada antes que ele começasse a ficar confuso novamente. Felizmente havia alguém acompanhando o que ele estava falando e com isso, fiz a minha parte de  pagar ao tirar de um dos bolsinhos do meu coldre as notas e contar, antes de entregar o valor cobrado ao senhor. - Obrigada, vamos ficar com a casa sim.- Comentei separando também o dinheiro do rapaz.

Hoje, parece pouco dinheiro mas, a minha casa em Shells Town não deve valer muito mais do que isso para alugar e eu a considerei aconchegante e eu esperava que fosse da mesma forma. Quando Jibril falou sobre a barra de chocolate, eu teria dito a ela de forma a tranquiliza-la, enquanto peguei uma de suas mãos. - Não precisa ter pena de comer, hoje eu tenho condições de pagar por comida, se há algo que você não vai me ver tendo problema em gastar é com isso.- Por mais meiga que fosse a minha voz, havia uma seriedade da memória do quanto foram difíceis os anos em que eu tive de ficar sem comer e trabalhar o dia inteiro atrás de uma forja, para comprar o remédio de minha mãe e algo para ela comer. Respirei fundo e fechei os olhos por um segundo antes de os abrir novamente e dizer - Mas, se realmente isso te incomoda tanto, tenho certeza de que você conhece  mais de uma receita que o chocolate pode ser o prato principal, aposto até que pratos salgados não seriam problema.- Eu dizia bem animada com a ideia, pois eu lembrava de uma das estratégias que eu tinha que era ficar olhando para os menus do lado de fora dos restaurantes, imaginando como seria os provar e isso às vezes ajudava a ir dormir, mesmo com fome.

A fala de Jibril teria me arrancado  uma risada, ao qual me forçou a colocar a mão a frente da boca  por um momento. - Certamente deve ser quase como o outro em algumas histórias.- Comentei agora, caso estivesse comigo a chave girando a chave para abrir e então a maçaneta enquanto falava - Vamos ver como está o lugar.- E logo que eu tivesse aberto, era possível através provavelmente do olfato, sentir o odor de um lugar mais antigo, como se estivesse fechado a tempos. Procurei tateando na parede por um interruptor, para que eu pudesse enxergar o real estado daquilo, onde eu teria dito. - É… Vai dar trabalho… Mas se formos passar um tempo aqui é bom darmos uma ordem…-  Teria olhado para os demais detalhes e uma concha que fosse diferente das que eu conhecia, teria me causado uma surpresa positiva.

- Bom… Acho que o ideal é a gente abastecer de comida também e comprar uns produtos de limpeza para tornar mais habitável… Acho que preciso de um banho, você se importa de guardar as coisas e dar uma ajeitada básica na cama? Eu vou preparar o banho enquanto isso e te espero lá.- Eu teria comentado com ela, dado o cansaço era notável que eu havia voltado ao hábito das frases longas e mesmo que minha oratória pudesse corrigir muito dado os tempos para respirar, havia um limite de até onde minha cognição ia. Eu contava com a sua resposta positiva e logo teria procurado o banheiro, deixando tudo que poderia oxidar mais afastado em algum canto e retirando também o coldre e a capa, ajeitando onde parecesse correto de deixar.

Da minha mochila, teria pego minha escova e pasta e também os Kimonos que eu havia comprado para que eu e Jibril usássemos, se nossa farda não tinha significado aqui no céu, usar algo confortável e mais próximo era o ideal, até que comprássemos roupas como  a das pessoas da ilha. Teria me sentado e retirado minhas manoplas e alocado na mochila, assim como também teria feito ao retirar a meia e a bota, para ficar mais a vontade, inclusive mexendo um pouco os dedinhos ao tocar no frescor que certamente o chão traria aos pés, castigados por vestir aqueles calçados por tanto tempo até mesmo pensando alto e dizendo - Eu realmente precisava disso.- Minha voz apesar de não muito alta, talvez fosse ouvida por Jibril naquele momento.

Com a chave em mãos, tivesse eu já com ela ou tivesse de ir buscar com Jibril eu teria trancado a porta, antes que perto já do local do banheiro, quando o localizasse teria me despido por completo. Dentro do banheiro, procurei pelo interruptor para acender a luz e já separaria possíveis utensílios como toalha, sabonete, pente e o que mais tivesse por lá, caso houvesse. Quando  tivesse me organizado, buscaria por um local para escovar os dentes para manter o frescor mentolado de meu hálito, antes de bochechar, cuspir e por fim colocar novamente a capinha de proteção da minha escova, deixando onde parecesse correto.  Eu iria em direção ao chuveiro, na verdade eu torcia muito para que houvesse uma banheira grande que coubesse nós duas… Apesar de que como nossas pernas são bem curtinhas, não precisava ser tão grande assim não. Procurei ajustar a temperatura da água para que apesar de quente, não ser escaldante, para isso eu teria ido na base da tentativa e erro, botando só a ponta do dedão do pé para checar a temperatura,  me segurando em algum canto e colocando embaixo da água  para checar.

Com tudo pronto, eu entraria para esperar pelo meu anjo, para que ela se juntasse a mim, inicialmente eu precisava mais de sentir a água sobre os músculos do que qualquer coisa, então mesmo o processo do banho era melhor que fosse lento e gradual, aproveitando daquilo ao máximo.

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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish EmptyQua 08 Jul 2020, 12:43




- Ehhhh. - Jibril se inclinava para frente deixando seu rosto coladinho ao de Alip enquanto a olhava dentro dos olhos. - Se é assim, hnmmm, talvez eu possa planejar um novo tipo de receita com ele. - Será que ela estava mesmo falando de cozinhar ao utilizar aquele tom de voz? Com um sorriso roubou um beijo da Alva antes de se erguer. - Obrigada. Vou fazer algo especial com ele para nós. - Então ela se virou indo para a cozinha olhar as coisas… - Esse é o fogão?

A casa por dentro estava razoavelmente clara, mas não havia interruptores na parede. A Alva conseguia ver ao centro da sala um lustre com uma cordinha ao puxá-la um dial iluminou a sala. Haviam outros similares a esse espalhados pela casa como abajures ou mesmo lustres, todavia não havia enfeites no lustre e eles eram puramente essa concha brilhante.

Ja na cozinha Jibril encontrava coisas similares, mas no local onde havia de estar o fogão, a pia também era um tipo de concha presa na parede sobre uma cuba. - Que estranho, é tudo com essas conchas…. Será q… - Correu pela cozinha e abriu as portas enquanto sumia da vista de Alip antes de voltar com olhos marejados e uma concha nas mãos. - Não tem panelas… só achei essa concha. - Naquele momento chorosa ela acabava apertando a concha e uma "colher" grande surgia. - OPAA! - Assustada afastou a concha de si para o alto. - Óhhh, será… - Ela afrouxou o aperto e começou a fuçar na concha meio naquele momento ignorando o que Alipheese falava enquanto concordava mecanicamente com o que a Alva dizia. - Aham, sim sim, pode ser. - Alip havia perdido sua namorada para um brinquedo culinário desconhecido.


>>Banheiro<<


O banheiro era pequeno, contava com os utensílios básicos, mas diferente da cozinha ali havia algo ao qual a jovem era mais habituada, realmente havia uma torneira na pia. Os canos no entanto passavam por fora da parede e não eram de metal, não ao menos do qual ela estava habituada. No teto havia o mesmo dial da sala com uma cordinha para iluminar o local, já o chuveiro era um box normal onde de forma apertadinha caberiam ela e Jibril caso desejassem, mas teriam de ficar bem juntinhas.

Mas então o que dizer daquele chuveiro estranho? Ele uma concha grade toda furada, os mesmos canos que chegavam na pia entravam nessa concha… Na parede havia um registro, mas nada indicava onde poderia arrumar a temperatura, embora houvesse uma pequena haste que se projetava para baixo da concha no alto.


Fria….QUENTE….fria….QUEnMorna. A dura batalha contra o ajuste da temperatura do chuveiro no pequeno box levou algum tempo, mas finalmente havia conseguido entender como aquela concha chuveiro funcionava. Conforme sua observação a concha inteira parecia estar aquecida a uma temperatura muito maior que o da água de modo que a simples passagem da água a esquentava bastante.

No entanto…. Jibril não apareceu… Mesmo que ela houvesse demorado no banho a anja não havia aparecido e ela talvez fosse capaz de imaginar o motivo. Assim que saiu do banheiro o cheiro atingiu em cheio suas narinas, um leve cantarolar foi ouvido e o som de algo fritando também a alcançava.

>>De volta a cozinha<<


Jibril havia achado panelas? Na verdade se Alip olhasse perceberia que a mesma estaria usando algumas das outras conchas que tinham formatos parecidos com vasilhas. A concha em sua mão transformava-se uma hora em uma faca, outra em uma colher grande enquanto ela de modo enérgico parecia se teletransportar de um ponto a outro da cozinha.

- …. Você… - Ela batia o pé no chão e mantinha as mãos no quadril. - Foi tomar banho e não me convidou? - A bem da verdade a Alva havia conseguido não só tomar banho como arrumar a cama do quarto.

- Foi é? - Era a resposta de Jibril caso Alip houvesse dito ter chamado, mas ela não parecia muito convencida. - Fiz um salteado. - Vendo que iria ''perder'' a discussão ela mudou completamente assunto. - Vem e poem a mesa, já vai ficar pronto. - Se fosse um certo filme de uma estrela cadente a anja estaria brilhando naquele momento, pois parecia verdadeiramente feliz ali naquela cozinha enquanto dançava com as panelas e cantarolava uma melodia alegre.

Infelizmente não haviam encontrado carnes, mas Jibril havia se virado bem com os grãos e legumes. O milho havia virado um tipo de purê, havia feito um molho com algo que era similar a tomate, mas um pouco mais picante, o arroz uma dava um colorido vibrante ao prato e tinha um gosto mais adocicado do que o arroz era também um pouco mais firme o que havia sido amplificado devido Jibril tê-lo fritado.

Alip encontraria por ali pratos e talheres, precisaria antes é claro lavá-los. Ao longe escutavam um sino badalando, foram 10 a quantidade de batidas. - Será que é a hora? - Jibril falou enquanto começava a pôr a comida sobre a mesa de madeira.

- Está Servido. Como o quanto quiser. - Jibril no entanto não estaria comendo logo de cara, e sim estaria olhando Alipheese com muita intensidade esperando que ela provasse para poder perguntar como uma criança. - E então? Como estão? Pode ser sincera? - Os sabores eram todos muito diferentes dos do mar azul, mas tudo estava muito bem feito. Picante com adocicados, texturas crocantes que se misturavam a fluidez do purê.

Se Alip gostasse a anja riria e diria. - Hihihi, a sobremesa vai ficar pra mais tarde, depois que descansar-mos.

Se fossem trabalhar já naquele momento levariam pouco mais de 3h para limpar a casa, tirando roupas, comida e produtos de limpeza todo o resto elas teriam encontrado na casa, embora de formas adaptadas bastante diferentes daquelas costumeiramente encontradas de onde haviam vindo.



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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish EmptyQui 09 Jul 2020, 06:03


Como todo mundo, um sonho tenho sim.

>
Apesar de notar que Jibril estava bem distraída com o funcionamento das coisas, eu realmente esperei que fosse possível esse momento em que eu pudesse cuidar um pouco dela e ela ter cuidado de mim e com isso,  levou um tempo até eu perceber que ela provavelmente teria ficado tão vidrada em entender como as coisas funcionavam que  esquecer que eu havia a chamado teria sido compreensível. Do momento em que percebi isso, comecei a me ensaboar e tomar o resto do banho sem demorar muito.

Ao fim, quando já estivesse limpa teria secado o corpo e então o coberto com uma toalha, procurando outra para secar o cabelo, algo que poderia levar um longo tempo, visto o seu tamanho. Terminando de me secar, teria vestido o meu Kimono, a sensação leve do tecido sobre a pele diretamente era bem confortável e como eu não planejava sair, vestir algo por baixo se fez desnecessário no momento.  Eu não sabia se Jibril ainda tomaria um banho, antes de deitarmos, então achei que deixar as roupas dela, bem como o que eu havia deixado separado ali no banheiro de fácil acesso o melhor a se fazer e com isso, teria seguido para a cozinha.

Teria me aproximado sem que fizesse muito barulho, ou pelo menos tentei,  a visão de suas costas por vezes era como um presente aos olhos, teria ficado ali a olhando, com um sorriso no rosto até que fosse notada  e quando isso ocorreu, logo teria respondido a sua perguunta. - Eu te chamei para ir junto… Demorei inclusive porque fiquei esperando por você.- Como o mais doce afago, teria sido o meu tom de voz direcionado a ela, eu sabia que não havia maldade no que ela havia feito e então apenas sorri e concordei com a cabeça, quando ela tivesse se perguntado sobre. - Uhum- comentei dando risada quando a vi mudando de assunto.

Procurei por um pano e enquanto ela terminava os preparos aos quais poderiam ter inebriado meus sentidos e feito até mesmo com que eu começasse a salivar, busquei passar na mesa para limpar, onde eu teria procurado depois pratos e talheres para nós duas, lavando eles antes de por a mesa, mudando de forma para a hibrída por alguns segundos, caso a louça fosse muito alta para eu alcançar, antes que voltasse a forma normal.

- Faz tempo que você não cozinha só pra mim, é um privilégio. Acabei pensando alto bem feliz com a sorte que eu tinha por a ter do meu lado e teria me servido de uma boa porção do que ela havia feito, tinha a plena confiança nas habilidades culinárias dela e estava bem ansiosa. Teria então pego uma boa colheirada, tentando um bocado perfeito ao colocar um pouquinho de cada elemento de seu prato para experimentar tudo em uma só mordida, colocando então em minha boca. Fechei os olhos, enquanto senti um imenso prazer percorrer o meu corpo o preenchendo com uma sensação boa ao qual sequer era capaz de descrever… Quando dei por mim, percebi que até mesmo havia deixado uma lágrima acabar surgindo em meu rosto, onde a teria olhado e dito. - Assim como você, a comida esta um sonho!- Sendo sincera demais para o meu próprio bem, acabei ficando um pouco vermelha quando o disse.

Continuei a comer o suficiente para ficar bem cheinha, o que provavelmente teria ajudado a acabar com tudo o que ela havia preparado, quando ela tivesse comido a parte dela também. A citação da palavra sobremesa havia me deixado feliz, mas era bom que ficasse para mais tarde, já que aquilo estava tão bom que eu queria encher a barriga com aquilo. Ao término teria ficado um pouco sentada a olhando e com o olhar apaixonado a ela diria - Obrigada por estar aqui comigo.-  Poderia parecer um pouco repentino mas,emoções eram expontâneas e assim como elas, com Jibril eu também sou. Quando me recuperasse teria me levantado e dito - Já que você cozinhou, deixe a louça comigo.-  Eu teria dito ajudando na louça,  as conchas aos poucos deixariam de ser tão misteriosas com o uso constante delas.

Quando eu tivesse terminado diria - Me ajuda a dar um jeito na casa? Eu te ajudo a deixar a água boa para o banho ao fim.-Teria feito a proposta e do momento em que ela aceitasse teria dado um ultimo gás para deixar a casa mais limpinha, pelo tempo que fosse necessário. Ao fim, sabia que estaria bem cansada  mas, ainda assim teria ajudado o anjo com o chuveiro, caso ela ainda quisesse tomar banho a  explicando. - Olha, é assim que funciona.- Teria dito demonstrando como ajeitar a temperatura pra ela tomar banho.

Se ela tivesse energia para ainda tomar um banho antes de deitar,  restou a mim deitar e me cobrir enquanto a esperava chegar para dormir abraçadinha com ela, não acharia ruim no entanto caso ela estivesse cansada também e só quisesse deitar, não era como se o aroma de Jibril me incomodasse, já que mesmo seu suor mexia com meus sentidos de maneira positiva. No fim, quando ela estivesse junta de mim, fosse eu ou ela a concha maior, teria dito. - Eu amo você, descansa direitinho.- E com a resposta dela eu provavelmente dormiria muito mais feliz e leve, pelo tempo que meu corpo pedisse para acordar bem disposta para o dia seguinte.
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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish EmptyQui 09 Jul 2020, 18:01




Ao ouvir Alip a anja parava, bem, o pensamento da jovem alva havia sido de felicidade, mas para Jibril a constatação daquele fato só tornava claro a dificuldade dos tempos que estavam passando. - As coisas tem sido caóticas durante tempo demais. - havia um leve cansaço em sua voz ao trazer essas palavras, mas mesmo este cansasse foi rapidamente abandonado. - Talvez devêssemos criar um dia, que que você acha? Algo como sábado do ...da...de… hnmmm… hnnmmmmmm…. Noite… eee… Noite Gourmet, é isso. Noite de sábado Gourmet… Sabádo da Noite Gourmet…. Enfim, algo assim.




- E você está, como sempre, boba. - respondia após o elogio da Alva e voltava a comer, mas com evidente sorriso satisfeito no rosto.

Com tranquilidade prosseguiram com a refeição, pouco a pouco Alip fazia sua mágica já muito conhecida pela anja, a mágica do desaparecimento total de comida. Jibril que a algum tempo já havia terminado estava agora simplesmente apoiada na mesa com os braços e sustentando a cabeça com as mãos enquanto olhava contente para Alip que devorava sua comida, eventualmente fazendo questão dela mesma servir-lhe um pouco mais. - Aqui, come pega mais um pouco, você comeu pouco. - Com frases assim Jibril seguia entupindo a alva de comida, não que isso fosse qualquer problema para a mesma. - Ótimo, não sobrou nada! - Exclamou animada.

- Hiiii. Vou fazer um chá.

Naquele momento, o que eram, de onde haviam vindo, os problemas que tinham os desafios que haviam superado… Nenhum deles existiam. Tudo o que importava estava ali, e todos esses problemas e dificuldades, por aqueles instantes haviam ficado do lado de fora da porta. Ali era como se possuíssem uma vida normal, como pessoas comuns e não como marinheiras condecoradas. Não havia Comodoros e sim apenas duas jovens enamoradas que em sincronia metódica arrumavam a pequena casa. Naquele momento, pequena, era um grande beneficio.

O pequeno aos poucos tornou-se aconchegante, como um ninho que naquele momento pertencia somente a elas.

>><<

- Tãaaooo cansada… - Jibril tombou de cara na cama ao lado de Alipheese, era ainda meio da tarde, mas devido ao cansaço de ambas pareciam-lhes um bom momento para dormir. Ao ouvir sua amada lhe desejando boa noite ela começou a dar pulinhos para o lado, ainda mantendo-se de barriga para baixo e pouco a pouco se aproximou, jogou uma de suas pernas por cima, depois o braço, ergueu o quadril e ficou quase que inteira em cima de Alip que devido a diferença de tamanho entre elas quase sumiu abaixo de sua companheira que por cima dela se espalhava. - Você encaixa tão bem. - Sua voz soou próximo ao ouvido da alva agora que o rosto de Jibril encaixava-se em seu ombro. - E tem o cheirinho tão bom. - A voz da anja era de sonolencia. - Da vontade de morder. - E assim como dito ela o fez, mordendo a pontinha da orelha da alva e permanecendo com a mesma na boca para adormecer. - Eu te amo. - a voz saiu abafada devido ao que usava a boca no momento. - Muito. Boa noite. - Empurrou-se mais um pouquinho para cima e apertou Alip com sua perna e braço.

>><<

Quando por fim acordassem seria por volta de oito da noite, Alipheese ainda sendo ''esmagada'' abaixo do corpo voluptuoso de Jibril que por sinal ainda dormia respirando baixinho em seu ouvido. - Nãoo…. Não… esse é…. Meu… - Mordeu a orelha dela novamente.


Se voltasse a dormir iria demorar um bom bocado, mas conseguiria pegar novamente no sono até o dia seguinte, cabia somente a ela decidir ver a ilha durante a noite, ou durante o dia.





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MensagemAssunto: Re: Enuma Elish   Enuma Elish EmptyQui 09 Jul 2020, 23:09


Vou correr, vou voar e o céu irei tocar.

A ideia sugerida pelo anjo havia me deixado verdadeiramente feliz, animada afinal ter uma noite garantida era melhor do que ansiar por ter todas as noites e nada ter, era um sonho bonito de se ter por um momento desejar por mais noites e dias que fossem assim e enquanto fosse possível eu aproveitaria de tal benção. Inclusive eu gostava muito de como ela era compatível comigo até mesmo no modo como ela gostava de me servir comida  e sempre fazia em uma quantidade bem respeitável, de algum modo parecia que para compensar a falta do passado ou mesmo para que meu corpo possa sustentar a minha força física de algum jeito eu acabava precisando de muita comida e hoje ter acesso a algo tão bom era maravilhoso.


Quando o anjo tombou a cama, a ver se aproximando de mim daquela forma  era uma mistura perfeita entre o fofinho o sensual e o engraçado ou… Talvez fosse apenas na minha cabeça, haviam noites em que eu gostava de dormir com ela em minha forma híbrida a enrolando por completa, eu sabia que ela também gostava mas, esta noite eu queria ser envolvida por ela e sentindo o calor de seu corpo eu teria dito - Como você em meu coração, encaixou direitinho.-  eu teria dito  provavelmente de maneira um pouco abafada dada a minha posição mas muito feliz, o que talvez para uns fosse desconfortável, eu gostava do anjo ser mais intrusivo comigo pois eu sempre fui mais carentona. A mordida de súbito me teria feito arrepiar e entrelaçar mais as minhas pernas por entre suas coxas grossas, e o meu corpo contra a maciez do seu. - Boa noite.- Comentei feliz. Era uma sensação estranha de dormir daquele jeito mas eu estava cansada demais para  estar pensando e com isso enfim, minha consciência me abandonou por boas horas.

Quando acordei, sentindo talvez a mordida de Jibril eu teria me movido lentamente para não a despertar dando um beijinho onde quer que eu alcançasse e fechando os olhos novamente, ficando bem quietinha aproveitando do calor dela para me acalmar, demorasse o tempo que fosse a paciência ali teria se feito uma benção, pois eu queria me recuperar ao máximo para o dia seguinte.

Era provável que eu fosse acordada no lugar de acordar primeiro dessa vez, se eu tivesse acordado primeiro, me moveria um pouquinho para conseguir a ver dormir até que ela despertasse. De todo modo quando a visse acordar ou fosse acordada eu teria dito - Bom dia...- Me esticava falando enquanto bocejava - Hoje eu tou afim de compensar e fazer um monte de coisas- minha voz era tranquila e ainda denotava o modo mais lento como eu acordava, provavelmente a batalha  para  levantar de fato da cama levaria uns bons cinco minutos, onde eu teria procurado uma escova de cabelos para partir em direção do banheiro para lavar um pouco o rosto. Na verdade, se Jibril oferecesse ajuda, eu aceitaria muito facilmente mas, teria imposto uma condição - Eu quero te ajudar com o seu então. Seria de maneira carinhosa e gentil a minha maneira de falar.

Quando estivéssemos mais apresentáveis, procuraria na mochila o conjuntinho de roupas intimas e meias listradas da coloração roxa e vestiria por debaixo do meu quimono, já que eu havia dormido sem  o motivo? Eu gostava delas terem cheirinho de uva e estava com humor pra isso. Iria para a mesa, onde eu ajudaria ela a fazer o café como pudesse, seguindo suas instruções, abrindo meu caderninho e pegando uma caneta azul para anotar enquanto conversávamos. - Vou tentar fazer uma listinha de coisas pra fazer, o que acha? Pensei em começarmos por coisas para a casa,  encher a geladeira e comprar seus temperos parece ser bem importante...- Eu teria dito pensando sobre, deixando ela tomar a caneta de mim e o caderno, quando quisesse escrever algo.

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